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sa. Em 1999, inaugurou uma nova fábrica em Pouso Redondo, a 30 quilômetros de Salete. Em 2005, diante da grande demanda por portas de vidro, abriu a Rohden Vidros na também vizinha Taió. “Não concentrei todas as unidades em Salete porque sabia que não haveria pessoal disponível na cidade”, diz Lino.

Prefeito no RH Hoje, 60% do faturamento da empresa vem das exportações (das quais 60% se destinam aos Estados Unidos, 30% à Inglaterra e 10% a outros países), 20% do mercado interno de portas e 20% do mercado interno de vidros. A produção está na casa de 50 mil portas por mês e a expectativa é continuar evoluindo rumo à capacidade máxima do parque fabril, que é de 80 mil portas/mês. Este patamar já foi alcançado em 2005, época em que a empresa tinha 1.600 funcionários. Atualmente são 900 funcionários e, para chegar ao limite da produção, Lino es-

tima a necessidade de Área fabril: algumas máquinas contratar mais 200 pessosão customizadas internamente as. Chegaria então a 1.100 colaboradores, 500 a menos do que há dez anos, graças ao aumento de produtividade proporcionado pelas melhorias implantadas ao longo da última década. As peculiaridades da Rohden como empresa e de Lino como empresário podem ser sintetizadas por uma história curiosa. Um funcionário que começou a trabalhar ali ainda adolescente, Juares de Andrade, elegeu-se vereador em Salete e depois passou a sonhar com a disputa para prefeito. Para apoiá-lo, Lino se dispôs a ser vice na chapa. E assim os dois foram eleitos em 2008 – o empregado como prefeito e o patrão como vice. A boa gestão levou Juares à reeleição, sem a necessidade, dessa vez, de ter Lino como vice. Agora que o mandato do prefeito está chegando ao fim, a Rohden o espera de volta a partir do início de janeiro para reassumir o cargo que ocupava oito anos atrás: diretor de Recursos Humanos. Indústria & Competitividade 55


Revista Indústria e Competitividade - FIESC 11° Edição