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cursos Humanos que atraiu o primeiro cliente corporativo do Indústriaprev: a Fundação CERTI, instituição privada que atua no desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras. Com sede no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Institutos Tecnológicos em Manaus e em Brasília, a fundação conta com cerca de 300 colaboradores, muitos deles jovens na faixa dos 20 aos 30 anos. “Além de ser uma oportunidade para o colaborador, é também uma indução para que ele comece a pensar no futuro enquanto ainda não está tão preocupado com isso. É uma ação de responsabilidade institucional, especialmente no momento que vemos o Estado negar coisas que no passado eram relativamente seguras”, afirma Günther Pfeiffer, superintendente de operações da CERTI. Pfeiffer e jovens No início do ano a CERTI funcionários da CERTI: indução deu início a um processo de para pensar no futuro escolha entre quatro entida-

EDSON JUNKES

estratégica para aprimorar políticas de recursos humanos. “Para reduzir a rotatividade é possível criar um mecanismo que aumente a contrapartida aportada pela empresa de acordo com o tempo de casa de cada funcionário”, exemplifica Regídia. O plano de previdência pode ser tanto uma ferramenta de retenção, criando mecanismos atrelados ao tempo, quanto de atração de pessoas. Em outro exemplo, uma indústria que tenha como meta a renovação de quadros e deseja manter seus funcionários até a idade máxima de 60 anos pode determinar esta idade como limite para cessar suas contrapartidas no plano. “A aplicação depende de cada caso, mas o fato é que um plano de previdência complementar é uma importante ferramenta de gestão que as empresas só estão começando a descobrir agora”, diz a executiva. Foi a possibilidade de usar o plano de previdência para desenvolver sua estratégia de Re-

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Revista Indústria e Competitividade - FIESC 11° Edição