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truturou para atender às necessidades dos grupos empresariais e subsidiá-los para um crescimento ainda mais expressivo. Até a década de 1970, a pauta de exportação de Santa Catarina era dominada pela venda da madeira e poucas indústrias tinham negócios no exterior. Para reverter essa situação, a FIESC criou, em 1969, o Consórcio Catarinense de Exportação (Concatex), que propunha novas estratégias para ingresso no mercado internacional. Em paralelo, mudanças organizacionais criaram novas estruturas para tomada de decisão na FIESC. Foi estabelecido, pela primeira vez, um organograma de cargos e funções para a Federação. Como na época o presidente da FIESC não residia em Florianópolis, criou-se o cargo de Diretor de Coordenação, que representava o presidente e o substituía em todas as ações das quais ele não pudesse participar. A FIESC passou a realizar reuniões com industriais por todas as regiões do Estado, para onde se deslocavam todos os seus diretores. Em 1969 foi criada uma Divisão de Produtividade, que per-

CONQUISTANDO O PAÍS Ao longo dos anos 70, dois segmentos da indústria catarinense que desenvolveram uma trajetória de crescimento até a liderança de seus mercados em nível nacional foram o agroindustrial e o de tubos e conexões de PVC. Na agroindústria, o avanço foi liderado pelo processamento e comercialização de carnes de aves e de suínos, com desenvolvimento de produtos de maior valor agregado. A diversificação produtiva e a busca por novos mercados também conduziram à vanguarda no País outros segmentos da indústria estadual, como revestimentos cerâmicos, refrigeradores, motores elétricos e motocompressores.

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Ebook FIESC 65 anos