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Edição Especial - OUTUBRO ROSA 2013

FICC entra na luta contra o câncer de mama O movimento Outubro Rosa foi criado nos anos 90 em Nova York e ganhou destaque em 1997, na Califórnia, nos Estados Unidos. Desde então, várias cidades no mundo fazem campanhas todo mês de outubro para conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, que em 2012, matou 52.680 pessoas, somente no Brasil. A Campanha Rosa, também predomina no mês de outubro no Brasil e alerta para a prevenção e tratamento do câncer de mama nos quatro cantos do país. Em Itabuna, a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) se engajou na campanha colocando em sua fachada uma iluminação rosa, semelhante aos dos principais monumentos do Brasil e do mundo. Uma camisa também foi produzida, além da gravação de um vídeo institucional, onde a equipe da FICC conscientiza a população sobre a necessidade da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

Equipe da FICC adere ao Outubro Rosa

Ministério da Cultura integra Itabuna ao Sistema Nacional

Em março, o Prefeito Claudevane Leite, assinou a adesão ao SNC

A cidade de Itabuna pode comemorar mais uma grande vitória, esta conquistada pelo engajamento da atual Administração Municipal, da comunidade artística e da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). O município foi integrado ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), com a publicação do decreto no Diário Oficial da União, no dia 29 de julho de 2013, seção 3, nº 144. A Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura enviou comunicado ao Prefeito de Itabuna, Claudevane Moreira Leite, com os anexos do acordo de cooperação federativa do SNC, além da cópia do extrato de publicação no Diário Oficial da União. O presidente da FICC, professor Roberto José comemorou a integração da cidade ao SNC, explicando que a integração do município ao Sistema Nacional de Cultura proporcionará ao município a chegada de mais recursos para o fomento de políticas públicas culturais. “É o primeiro passo para uma grande revolução cultural em nossa amada terra grapiúna. Assim, para existir cidadania plena é preciso existir cidadania cultural”, pontuou. Roberto José adiantou ainda que com essa estrutura, o cidadão itabunense e o artista passam a ter um grau de importância muito maior, evidenciado pela necessidade de maior participação, sobretudo nas decisões sobre os investimentos a serem feitos. O sistema age por meio dos conselhos, que estão em fase de implantação e das conferências (já foram realizadas, tanto a municipal, quanto a Territorial de Cultura). A partir desses espaços e com a participação da sociedade e da classe artística, formulamse, acompanham-se e aplicam-se as políticas de cultura. Ainda sobre o SMC, professor Roberto José indicou também que o seu funcionamento é parecido com o do Sistema Único de Saúde (SUS) ou do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). “Dessa forma, os sistemas são comparáveis, mas a área cultural tem uma diversidade e complexidade maiores, pois são muitas linguagens artísticas e expressões culturais”, concluiu.

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Cursos de Teatro da Ficc já apresentam bons resultados A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) vem intensificando as ações do Programa de Arte e Cidadania (PAC), que se propõe a formar jovens agentes multiplicadores. Somente na área de teatro, a FICC está executando seis cursos em bairros de Itabuna como Mangabinha, Sarinha, Santo Antônio dentre outros. Um deles está sendo realizado no Lar Fabiano de Cristo no bairro Jardim Primavera e ministrado pela jovem atriz Tacila Sousa, já apresentando bons resultados como os demais. Tacila explica que aplica o teatro colaborativo como meio de trabalho, pois essa modalidade de ensino valoriza a contribuição de todos na construção da metodologia de aula, bem como na montagem de espetáculos. Ela está orgulhosa de fazer parte da utopia da construção de uma cultura de paz e tem consciência que isso é algo processual. Segundo a agente Tacila, em cada encontro, busca mudar a vida dos jovens que atende. Quem está participando dos cursos, avalia-os positivamente em todos os aspectos. É o caso da estudante Eveline Gonçalves de 15 anos. Ela participa desde a primeira aula e comenta que desde criança sonha em ser atriz e viu no curso uma grande oportunidade de aperfeiçoar suas técnicas e habilidades artísticas. “Está valendo a pena, perdi minha timidez, melhorei meu jeito de ser e de me portar”, pontuou. Jayne Feliciano tem 14 anos é estudante do ensino médio no colégio CETEP e junto com sua irmã Mayane de 10 anos viu no teatro uma chance de aprimorar o seu talento. “Estou satisfeita com o resultado, tenho adquirido conhecimentos, aprendido coisas que jamais imaginei”, comemora. O Presidente da FICC, professor Roberto José adianta que a Fundação continuará investindo no projeto pois acredita ser este o caminho do processo de uma grande revolução cidadã, visando construir em Itabuna uma Cidade de Paz. As aulas de teatro no Lar Fabiano de Cristo são às quartas-feiras, a partir das 15:30 e às quintas-feiras às 14 horas. Outras turmas estão sendo ministradas, na escola de capoeira Cordão de Ouro, na rua Rui Barbosa, 530-A as quartas e sextas-feiras, às 9 horas, e no Salão Paroquial da Igreja Maria Goretti todas as quartas, a partir das 16 horas.As inscrições podem ser feitas no local, ou na sede da FICC, na Praça Laura Conceição, 339 (Praça da Catedral), no Centro.

Projeto da FICC busca ressocialização de presos A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) prossegue intensificando ações e políticas públicas de promoção da cultura e da cidadania. Nesta semana está sendo iniciado um novo projeto que irá contribuir com a ressocialização dos presidiários que cumprem penas no conjunto penal de Itabuna. Para executar o projeto, a Fundação celebrou convênio com a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado da Bahia. O Programa de Arte e Cidadania(PAC) será aplicado na unidade prisional de Itabuna e permitirá que os detentos, dentro da unidade prisional, participem na condição de monitores bolsistas. Inicialmente estão sendo ofertadas seis bolsas no valor de R$ 400,00 mensais cada, como estímulo aos presidiários selecionados em conjunto com a Diretoria do Sistema Prisional de Itabuna, mediante processo seletivo específico. O Presidente da FICC, professor Roberto José salienta que a meta é ampliar as vagas do projeto, de acordo com a demanda do presídio. Roberto explica que esta é mais uma das ações que visam transformar Itabuna em uma "Cidade de Paz", programa proposto pelo prefeito Claudevane Leite, que abrange a prevenção primária e secundária à violência.

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Programa de Arte e Cultura da FICC está contribuindo com a transformação social em Itabuna

Os agentes levando alegria para crianças e adolescentes

Oficinas de Teatro

O Programa de Arte e Cidadania (PAC) é uma ação de fomento e fortalecimento executada pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) que se propõe a formar jovens agentes multiplicadores por intermédio do programa “Agentes de Cultura e Cidadania” e incentivar artistas por meio do Projeto Arte e Cultura em Áreas de Interesse Social (PACAIS). Alguns dos objetivos específicos do programa, que já está em execução em diversos bairros da cidade, são a promoção da cidadania e inclusão social, a valorização do talento regional, o auxílio em seu desenvolvimento, além do fortalecimento das diversas formas de expressões e linguagens artísticas e culturais, o incentivo ao aprendizado e a prática das manifestações artísticas locais e universais. O Projeto de Arte e Cultura em Áreas de Interesse Social (PACAIS), por exemplo, abrange 10 oficinas artísticas, para um público de cerca de 700 pessoas somente este ano, ministradas por profissionais/artistas reconhecidos regionalmente, selecionados conforme critérios estabelecidos em edital. O PACAIS oferece cursos de Dança Clássica Contemporânea, Violão, Dança de Salão para Idosos, Bateria, Teclado, Instrumentos de Sopro, Dança de Rua, Teatro, Desenho e Pintura e Escultura. Os agentes atendem em cerca de 25 espaços diferentes da cidade em comunidades como Ferradas, Roça do Povo, Jacanã e Monte Cristo com ações na área de cinema, dança, violão e contação de histórias. O projeto também será desenvolvido no presídio de Itabuna, por internos selecionados para atuar como multiplicadores de arte e cultura. Lá, serão desenvolvidas as oficinas de violão, flauta, canto e teatro. O público estimando entre aulas e mobilizações é de uma assistência a 3000 pessoas. O Presidente da FICC, professor Roberto José, explica que o mais interessante do programa é que o critério para a seleção de bairros deixou de atender interesses eleitorais, sendo intensificado socialmente. Roberto José reiterou que é preciso construir uma cidade pela cultura e o projeto PAC colabora com a arte para transformar Itabuna em uma cidade de paz. Camila Nobre Santana está ministrando curso de teatro e já conta com alunos de vários bairros. Para ela, está sendo gratificante poder participar do projeto. Tiago Matos está participando do curso e diz que ações culturais dessa magnitude devem ser elogiadas. As aulas de teatro estão sendo realizadas todas as quartas e sextas-feiras, das 9 às 10:30 horas na escola de capoeira cordão de ouro, na rua Rui Barbosa, 530-A, no Centro

Atividades Inclusivas e lúdicas

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CINE FICC amplia o universo cultural em Itabuna Com a inevitável ampliação do Shopping Jequitibá, Itabuna perdeu duas salas de cinema existentes, deixando órfãos os amantes dessa arte. Mas, desde início de agosto, a Fundação vem buscando preencher essa lacuna, junto a outros projetos já conhecidos proporcionando uma boa opção de lazer e entretenimento para aqueles que curtem um bom filme. Para isso, a atual administração idealizou o projeto, chamado de Cine Clube FICC. Segundo o presidente da FICC, o Professor Roberto José, com a reforma e readequação do prédio da fundação, foi possível montar uma confortável sala de projeção naquele espaço. Com 35 lugares e distribuição de pipoca grátis, o Cine FICC já começa a conquistar a simpatia dos amantes de bons filmes. A estudante Elisabeth Dias, por exemplo, parabenizou a FICC pela iniciativa, que segundo ela foi maravilhosa. ”Itabuna é carente de cultura, de cinema e atrações para os jovens”, explicou a jovem, adiantando que virá em todas as sessões. Já a atriz Larissa Profeta disse que o projeto é importante para a cultura da cidade, pois permite que a população possa conhecer um novo universo cultural. “Tem muito jovem sem ter o que fazer hoje em dia, mas agora opção não vai faltar”, acrescentou. Já foram apresentados desde a sua inauguração sucessos como “A Marca da Maldade”, “O Baile”, “Fanny e Alexander” e “Borat” dentre outros. As sessões são sempre às terças-feiras no horário das 19 horas. A entrada é franca.

A estudante Elisabeth Dias elogia a iniciativa da FICC

FICC e ACATE firmam parceria visando expansão das oficinas de Artes Sempre disposta a fomentar a cultural local, a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) firmou uma parceria com a Associação Cultural Amigos do Teatro (ACATE). O objetivo é incentivar crianças e jovens de diversos bairros de Itabuna a ter o primeiro contato com a música. O primeiro passo foi à criação da oficina de violão, ministrada pelo professor Paulo Maia, um dos músicos mais conceituados da região. Com mais de 50 alunos, as turmas foram divididas e distribuídas de hora em hora às segundas e quartas-feiras durante todo o dia, com intervalo para o almoço. As aulas acontecem no Teatro Sala Zélia Lessa, equipamento cultural do município administrado pela ACATE há mais de um ano. A parceria foi concretizada após reunião entre os presidentes da FICC, Professor Roberto José da Silva, o presidente da ACATE Ari Rodrigues e a diretora do Teatro Sala Zélia Lessa a atriz e produtora Eva Lima, que viram naquela ação, um meio de diminuir a vulnerabilidade social, despertar a arte entre as crianças e jovens que participam do projeto. O Presidente da FICC, Professor Roberto José da Silva ratificou a importância da parceria e acrescentou que a cultura é um instrumento de relações sociais, sendo a forma em que os homens atuam em sociedade. "A resignação ou inconformismo com que o cidadão encara sua realidade é, sobretudo, uma conduta cultural", disse. Para Roberto, o próprio fato de o indivíduo se perceber enquanto cidadão é fruto de condicionantes culturais e históricas. Assim, uma ação de governo que se pretenda progressista, ou transformadora, tem a Cultura como prioridade.

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EXPEDIENTE Roberto José da Silva Presidente Luciana Soares Diretora Administrativa Mara Rute Lima Diretora de Acompanhamento de Gestão e Captação de Recursos Ricky Mascarenhas Assessor de Comunicação Social Thiago Pereira Assessor de Mobilização e Repórter Fotográfico Uma produção da Assessoria de Comunicação da FICC


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