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SUMÁRIO

EDITORIAL Esta edição da Revista Conecta revela o avanço do braço extencionista do campus Nilópolis e demonstra um esforço para promover a articulação entre os conhecimentos científicos desenvolvidos e a demanda externa. As matérias em destaque manifestam que a cada momento estamos ampliando nossa relação com a comunidade. A Mostra Empresarial, evento em destaque na capa, permitiu uma maior integração entre as empresas parceiras e o campus, além de proporcionar uma nova experiência para nossos alunos, como a simulação de processos seletivos e a oportunidade de cadastro de currículos para vagas de estágio e emprego em organizações respeitadas. O conteúdo desta publicação alinha-se com a missão do campus, que é a de contribuir para a formação cidadã e para o desenvolvimento socioeconômico da região. Desejo a todos uma excelente leitura!

Wallace Vallory Nunes Diretor-geral campus Nilópolis

PIBID

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Mostra Empresarial

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IFRJ Pelo mundo

Divas do Sertanejo

Cineclube Ankito

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Um pouco de nós

EXPEDIENTE Reitor: Paulo Roberto de Assis | Diretor-geral: Wallace Vallory Nunes | Supervisora: Jacqueline Martins | Revisora: Claudia Teixeira | Assessor de Comunicação: Jorge D’Moraes | Fotografia: Lysis Sevilha, Maiara Bachsch-

mied, Filipe Fernandes | Editoração: Fernando Oliveira, Emilayne Coelho | Texto: Lysis Sevilha, Maiara Bachschmied, Filipe Fernandes

PRODUÇÃO

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PIBID

Campus Nilópolis sedia o VI Encontro PIBID

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Foto: Maiara Bachschmied

campus Nilópolis recebeu, no dia 2 de junho, o Encontro PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência). Na edição desse ano, o tema foi “Práticas Pedagógicas e seus impactos na Educação Básica”. O programa é voltado ao aperfeiçoamento e à valorização de professores para a educação básica e tem como foco inserir os estudantes dos cursos de licenciatura no contexto de escola pública. A abertura aconteceu, no auditório, com uma apresentação musical do professor de Física Dario Tavares, cantando, entre outros sucessos, a música “Tempos Modernos”, de Lulu Santos. Além disso, a mesa de abertura contou com a presença do Reitor do IFRJ, professor Paulo Assis; da Diretora de Programas para o Desenvolvimento da Graduação do IFRJ, Janaína Soares, representando a Pró-Reitora de Graduação; do Diretor-Geral do IFRJ campus Nilópolis, Wallace Vallory; da Diretora de Ensino de Graduação e Pós-Graduação do IFRJ campus Nilópolis, Fabiana Almeida; e do Coordenador Institucional do PIBID-IFRJ, José Ricardo de Almeida, que falaram sobre o objetivo e a importância do programa.

Batalha Naval e Twister. Durante o dia, aconteceram outras atividades, como a Conferência Práticas Pedagógicas no PIBID e seus Impactos na Educação Básica, comunicações orais e, ainda, a feira de materiais didáticos. Uma das participantes da feira foi Kenia Rodrigues Gavião, aluna de Licenciatura em Matemática do 7° período do campus Volta Redonda. Ela mostrou algumas atividades que são realizadas nas escolas públicas da região e contou ainda que a maioria dos projetos é solicitação dos docentes. “Quando um professor trabalha determinada matéria, como por exemplo, algarítimos, e vê que a turma não entende o conteúdo, ele pede para a gente preparar alguma atividade para tentar esclarecer a matéria aos estudantes”, explicou.O programa vem trazendo muitos progressos. Janaína Soares, representante da Pró-Reitora de Graduação, falou sobre eles. “O PIBID tem promovido grande crescimento para todos os atores envolvidos, especialmente para os estudantes das escolas conveniadas, que lidam com metodologias alternativas na abordagem de Química, Física e Matemática, possibilitando, por vezes, o início da construção da alfabetização científica, dando um outro sentido ao estudo das ciências exatas e da natureza”. Entre os objetivos do PIBID, está o incentivo à formação de docentes em nível superior para a educação básica; a contribuição para a valorização do magistério; a elevação de qualidade da formação inicial de professores nos cursos de licenciatura, promovendo a integração entre educação superior e educação básica, e a contribuição para a articulação entre teoria e prática necessárias à formação dos docentes, elevando a qualidade das ações acadêmicas nos cursos de licenciatura”.

Mesa de Abertura. Da esquerda para direita: Fabiana Almeida , Janaína Soares, Paulo Assis, Wallace Vallory e José Ricardo de Almeida

Em seguida, o grupo Abadá da Capoeira fez uma apresentação cultural, animando a plateia. Também ocorreu, durante o evento, o lançamento do livro eletrônico Cadernos Prograd – PIBID, além de atividades com os licenciados, entre elas, jogos como

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Divas Sertanejo

Sucessos de divas do sertanejo animam tarde na biblioteca s canções interpretadas por mulheres do Sertanejo embalaram a segunda edição do Ritmo e Letra, evento realizado pelo Projeto Brisa Literária, da Biblioteca Professor Carlos Alberto Barbosa. Intitulado de Divas do Sertanejo, o evento aconteceu no dia 23 de maio, com debates e gincanas durante a programação. O tema foi escolhido para homenagear as mulheres e celebrar o Dia do Sertanejo, comemorado em 3 de maio. “Escolhemos algo que está bem em alta, que são as divas do Sertanejo”, explicou Eloá Gaspar, estagiária da biblioteca e uma das organizadoras do evento, evocando o sucesso que o Sertanejo feminino vem alcançando como inspiração para produzir essa edição do Ritmo e Letra. A dupla convidada, Tayane & Thayná, foi responsável por executar as músicas, que animaram a plateia durante o evento. Além disso, foram realizados debates acerca do discurso apresentado nas letras das canções e o papel da mulher no gênero Sertanejo. A mesa foi composta pelas professoras Ângela Coutinho e Viviane Fialho, de Língua Portuguesa, e Eline Maia, de Sociologia.

Projeto Brisa Literária O Projeto de Extensão, vinculado à Coordenação de Extensão (CoEX) e à Biblioteca Professor Carlos Aberto Barbosa do IFRJ Nilópolis, foi desenvolvido com o objetivo de promover atividades culturais, estimular a leitura e integrar a comunidade interna do campus. De acordo com Josiane Pacheco, Coordenadora do Brisa Literária, o projeto visa estimular a leitura da literatura. Segundo ela, a biblioteca é muito procurada para a leitura de livros acadêmicos, mas a parte literária é frequentemente deixada de lado. “A ideia é cativar os alunos para que eles procurem a biblioteca nesse âmbito da parte literária”, explicou Josiane. O público que acompanhou a segunda edição do Ritmo e Letra já pode esperar por outras programações. A proposta da equipe do Projeto Brisa Literária é fazer com que a comunidade interna se sinta bem por estar na biblioteca. “É bom mostrar que aqui é um espaço legal e também levar uma discussão dessas letras, além de dar alegria às pessoas”, finalizou Eloá. Dupla Tayane & Thayná e banda

Foto: Lysis Sevilha

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CAPA

De olho no futuro

Foto: Maiara Bachschmied

II Mostra Empresarial apresenta jovens ao mercado de trabalho

Alunos realizando visitas aos estandes durante a II Mostra Empresarial

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campus Nilópolis do IFRJ recebeu, no mês de maio, jovens em busca de qualificação profissional na II Mostra Empresarial. O evento, organizado pela Coordenação de Integração Escola-Empresa (COIEE), tem como principal objetivo oferecer ferramentas para facilitar o contato entre os estudantes e o mercado de trabalho. Durante a programação, os alunos puderam participar de palestra, sorteios, exposições e competições musicais, além de assistirem a apresentações de dança e coral. A abertura foi feita pelo diretor geral do campus, Wallace Vallory, e pelo diretor do Ensino Médio e Técnico, Marcelo Pedrosa. O professor Wallace contou que a Mostra é importante para os alunos, porque estreita a parceria entre eles e as empresas presentes no evento, facilitando o ingresso no mercado de trabalho. Também destacou as características funda-

mentais para ter sucesso na vida profissional. “O aluno deve acreditar na formação oferecida pelo IFRJ e na sua capacidade pessoal no desempenho das tarefas. Assim, será muito mais fácil encarar e superar os desafios profissionais”. Já a coordenadora da COIEE, Denise Soares, disse que o objetivo do evento era disponibilizar informações aos jovens da comunidade interna e externa para que eles pudessem desenvolver competências necessárias para o mundo do trabalho. “O aprender não está limitado à sala de aula. Quando escutamos uma música ou conversamos, adquirimos novos conhecimentos. Na visão psicopedagógica, é possível afirmar que a II Mostra Empresarial é apenas um caminho de acesso a novos saberes e ressignificações das aprendizagens”, afirmou. 5


Muitas atrações aconteceram durante o evento. Entre elas, esteve a Equipe Jaguar, grupo criado com o propósito de preparar os alunos do campus Volta Redonda para eventos de robótica. Além disso, a apresentação do Coral If Sing, do Stúdio de Dança Valéria Brito e do Talent Show (competição musical entre alunos e servidores do IFRJ) fizeram parte da programação. Uma das revelações do show de talentos foi Esther Costa, estagiária da Coordenação de Extensão (CoEX) e aluna de Produção Cultural. Ela garantiu o terceiro lugar na competição, cantando “Que Sorte a Nossa”, de Paula Mattos. “Adorei ver meus colegas se soltando e mostrando o que sabem fazer de melhor. Foi engraçado e divertido, exatamente como eu imaginei”, contou. No Talent Show, houve quem cantou e quem dançou, e as apresentações foram avaliadas por um júri composto por alunos, estagiários e servidores do campus.

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Foto: Maiara Bachschmied

CAPA

Aluna Esther Costa durante o Talent Show


Foto: Maiara Bachschmied

CAPA

Equipe Jaguar - campus Volta Redonda

pus, ajudou a mostrar o comportamento esperado em uma entrevista. O roteirista Pedro Camelo destacou a importância da peça para a Mostra: “Ela ajudou o público a enxergar o que foi tratado na palestra da manhã. Só que, dessa vez, a mensagem foi passada de uma forma mais divertida”. Por último, a Banda Conexão Prata apresentou-se e fechou o evento, deixando os visitantes na expectativa para a próxima Mostra Empresarial.

Foto: Filipe Fernandes

Ao longo do dia, organizações como o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Fundação Mudes e Grupo Quality deram orientações para o público. O Ministério do Trabalho também esteve presente e fez agendamentos para emissão de carteira de trabalho. Além disso participaram empresas como a Nortec, cujo estande os alunos podiam se cadastrar em busca de oportunidades. Os estudantes ainda aprenderam a montar um currículo na palestra “Desafios do Processo Seletivo”, ministrada por Letícia Nascimento, assistente administrativo do setor de supervisão de atendimento às Instituições de Ensino e acompanhamento de estágio do CIEE. Os alunos ainda obtiveram mais dicas durante o esquete “O que não fazer durante uma entrevista”. De uma maneira leve e divertida, os alunos aprenderam, através do esquete como se comportar em uma entrevista de estágio e emprego. A direção foi de Caio Passos, que dividiu o roteiro com Lohaine Moraes e Pedro Camelo, todos alunos de Produção Cultural. O elenco, formado por estudantes e servidores do cam-

Banda Conexão Prata

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Cineclube Ankito

COISA DE CINEMA

Projeto de extensão promove debates sobre grandes obras da sétima arte

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Professora Stella de Queiroz Pinheiro, além de assistirem à animação, participaram de um debate com o estagiário Anderson Ferreira. Essa foi a primeira vez que um aluno do campus mediou um debate do Cineclube.

Foto: Filipe Fernandes

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nsino, pesquisa e extensão. De acordo com o artigo 207 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, esses são os três pilares para o aprendizado. Pensando nisso, a Coordenação de Extensão (CoEx) desenvolve o Cineclube Ankito, projeto coordenado pela professora de Sociologia e coordenadora da CoEx Giselle Lage, junto com Anderson Ferreira, Esther Costa e Vanessa Oliveira, estagiários e alunos de Produção Cultural. O projeto, que começou em 2006, promove sessões de cinema com o objetivo de provocar debates e estimular o senso crítico dos alunos. De lá para cá, já foram exibidos filmes para todos os gostos: de grandes aventuras, como Star Wars e Senhor dos Anéis, até filmes mais alternativos, como Laranja Mecânica e Biutiful. De acordo com a professora Giselle, o objetivo do Cineclube é estimular as atividades culturais e lúdicas e investir na construção de um conhecimento interdisciplinar. “É um momento de troca e de diálogo, onde promovemos a integração entre as pessoas; e por que não promover um vínculo entre o ensino e o lazer? ”, questiona a professora. Para alcançar esse objetivo, um debate mediado por professores convidados é realizado, após cada sessão, a fim de provocar os alunos a refletirem sobre os assuntos retratados nos filmes. Exemplo disso foi a sessão do longa A Chegada, em que as professoras Giselle Rôças e Denise Figueira Oliveira conduziram um debate sobre a relação entre Ciência e Arte. Neste ano, o projeto foi reformulado a fim de investir em uma maior integração entre as comunidades interna e externa do campus. Para isso, a equipe do Cineclube tem realizado visitas a escolas públicas e particulares do entorno, convidando alunos dessas instituições para participar das sessões. De acordo com a professora Giselle, essa parceria tem feito sucesso. “Os alunos dizem que as sessões foram muito interessantes, alguns já até retornaram para a segunda e terceira sessão”. Outra novidade do projeto foi a realização de uma edição especial, voltada para o público infantil, no dia 25 de maio, com a exibição de Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar. Nesse dia, os alunos do CIEP 136 –

Cineclube Ankito para crianças

Durante a conversa, Anderson analisou a obra do diretor Hayao Miyazaki, chamando atenção para os elementos da cultura japonesa presentes em sua obra, como a Granmamare, uma divindade japonesa, que no filme se torna a mãe da Ponyo. Ele também comentou sobre a lição que o filme passa: que é preciso amar as pessoas independentes das diferenças, assim como fez Sōsuke, amigo de Ponyo, mesmo essa sendo um peixe. Até o final do semestre, haverá mais duas sessões do Cineclube Ankito. Na próxima página, você poderá conferir os filmes que foram exibidos nesse semestre e o que ainda vai rolar até julho. Para o próximo semestre, a equipe já está preparando uma nova leva de filmes e debates que levantem novas questões para reflexão.


Cineclube Ankito

O QUE JÁ ROLOU

O QUE AINDA VAI ROLAR

ITO

ANK

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IFRJ pelo mundo

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Docente do campus Nilópolis tem estudo publicado em relatório do IPCC de dezembro de 2016. O estudo destacou-se, pois, no Brasil, havia uma lacuna em relação a emissão de óxido nitroso em estações de tratamento de esgoto, que está sendo preenchida pelo estudo do grupo de pesquisa. “No próximo relatório que sair, serão apresentados os dados do nível de gases do efeito estufa que o Brasil está produzindo. Já existia um valor global, agora existirá também um valor do Brasil”, explicou o professor. Segundo o docente, essa lacuna existia porque ainda havia pouco conhecimento no Brasil, sobre o assunto. “Ainda não reconheceram como ele é importante, sendo que, lá fora, isso já é bem trabalhado. Acho que aqui no país, só o nosso grupo e uma professora em Santa Catarina têm trabalhado com isso”. A pesquisa, que existe desde 2007, começou por meio da união

dos docentes William Zambone, da UFF e Débora Cynamon, da Fiocruz. Por isso surgiu a parceria, que proporcionou conquistas inclusive ao campus Nilópolis. Exemplo disso é o Laboratório Experimental de Saneamento Ambiental (LESA), montado com doação de materiais da UFF e da Fiocruz. O professor Renato Ribeiro destaca, ainda, que essa é uma parceria muito importante para os alunos do IFRJ Nilópolis, por colaborar com o desenvolvimento acadêmico deles. “O aluno que trabalha aqui também trabalha no laboratório da UFF ou da Fiocruz, por exemplo. Ele tem a possibilidade de se especializar em várias instituições e trabalhar com profissionais de diferentes conhecimentos”, finaliza o docente.

Foto: Lysis Sevilha

professor do curso Técnico de Controle Ambiental, Renato Ribeiro, teve estudo publicado no relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC. O grupo de pesquisa do qual o docente faz parte, juntamente com integrantes da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi o primeiro do Brasil a inserir, no relatório, informações sobre os fatores de emissão de óxido nitroso, um dos principais gases do efeito estufa. A pesquisa que o grupo vem desenvolvendo deu origem a artigos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais. Mas foi, por meio da publicação no periódico Environmental Science and Pollution, que surgiu o convite para que o grupo fosse representado, em uma reunião do IPCC, em Bali, na Indonésia, nos dias 14 e 15

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Professor Renato em seu ambiente de trabalho


Um pouco de nós

Um pouco de nós: Paulo Guedes Porto

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aulo Guedes Porto tem muita história para contar. Talvez, por nome, você não o conheça. Mas basta um apelido para que saiba de quem se está falando. Ele é o Pernambuco, técnico-administrativo do campus Nilópolis há 22 anos. A trajetória desse nordestino, em terras cariocas, começou há 43 anos, quando chegou com a família ao Rio de Janeiro. Com sua dedicação e carisma, conquistou o afeto de muitas pessoas nos lugares por onde passou. E hoje, aos 71, ele conta um pouco sobre sua história no IFRJ Nilópolis.

Foto: Lysis Sevilha

Porque 43 anos de repartição pública não são 43 dias.

Como e quando começou a sua trajetória no IFRJ Nilópolis? Quando acabou a Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor, a FUNABEM, a direção pediu para escolhermos um outro órgão federal para trabalharmos. Foi aí que um colega meu de trabalho falou para eu vir aqui. Eu vim e falei com o diretor da época, e ele me aceitou para trabalhar aqui. Isso foi em 1995. O meu trabalho sempre foi de vigilância, tomar conta do patrimônio, mas onde eu fico mesmo é na portaria. E como é o seu relacionamento com a comunidade? Eu não tenho nada a declarar de ruim daqui. O que tenho a dizer é sempre sobre as pessoas boas que existem aqui, até os vizinhos da frente. Os ex-alunos até hoje vêm visitar o campus e, quando me encontram, falam: “E aí, Pernambuco! Que maravilha o senhor por aqui ainda”. Já são 22 anos trabalhando no Instituto Federal. Em todo esse tempo, o que o campus significou para você? Isso aqui é praticamente a minha casa. O que eu acho, no meu raciocínio, é que quem vier deve segurar esse lugar com unhas e dentes, porque isso aqui é “casa de engordar marreco”. É uma casa na qual você trabalha com satisfação, com alegria e com motivação. Vou reclamar de quê?! O que deseja para o seu futuro e do IFRJ Nilópolis daqui para frente? Eu espero que vá em frente, com muitos trabalhos e com muita organização. E, quando chegar a minha vez de ir embora, eu vou. Porém feliz por tudo o que já passei aqui e em todos os lugares nos quais trabalhei. Porque 43 anos de repartição pública não são 43 dias.

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Vem aĂ­...

25 e 26 Outubro


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