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Fórum 3 – 21-11-09 Tarefa 2 A integração do processo de auto-avaliação no contexto da escola é crucial. Sim, o mesmo é já do conhecimento da Escola, não só a nível da Direcção, Conselho Pedagógico, como também dos utilizadores: alunos, docentes e assistentes. A ausência de práticas de avaliação e também de uso estratégico da informação recolhida no processo de planificação e de melhoria tem estado igualmente ausente das práticas de muitas bibliotecas. Reconheço que em algumas Bibliotecas e de uma forma mais geral, talvez tal se verifique, no entanto sempre houve uma cultura de bem-fazer e de reajustar o que se ia fazendo. Os planos de acção sempre foram “abertos” às solicitações e necessidades da Comunidade Educativa e dos utilizadores. Desde que trabalho na BE, esteve sempre patente a melhoria de ano para ano de acordo com evidências demonstradas. Os inquéritos e a avaliação no final das actividades e ao longo das mesmas, foi alvo de análise e de ponderação por parte da equipa, do Conselho Pedagógico e dos Elementos do Conselho Executivo. Tudo isto constava de actas, de relatórios e havia o tratamento de dados dos inquéritos. Integrar o processo de auto-avaliação no processo de avaliação interna e externa da escola requer, também, envolvimento e compromisso da escola/orgão de gestão e uma liderança forte da parte do coordenador. Neste momento a versão final do MABE, foi divulgada em Conselho Pedagógico. Foi feito um documento síntese, por parte da Coordenadora, que foi entregue a todos os docentes e foi mais uma vez analisado e explicado o que se pretende e foram apresentadas algumas atitudes tomadas tendo já em vista o levar a cabo o processo. Também nesta última reunião foi mais uma vez alertado para a necessidade de ser uma avaliação da Escola, solicitando o compromisso e o envolvimento de todos.” A semente está lançada e está a ser cuidada”. 1 – Faça uma análise à realidade da sua escola e à capacidade de resposta ao processo e identifique os factores que considera inibidores do mesmo. Como factores inibidores, considero neste momento que: • Tempo • Espaço • Definição de Prioridades • Internet (falhas consecutivas) • Recolha de evidências • Aplicabilidade do modelo • serão os factores que possivelmente irão dificultar o processo; pois já o referi nos trabalhos anteriores e contextualizei. (Quando se fala em tempo como factor inibidor, pretende-se referir a gestão do mesmo, pois pensamos que é muito importante continuar a motivar os alunos e envolvê-los nas actividades).


2 – Delineie um plano de acção que contemple o conjunto de medidas necessárias à alteração da situação e à sua consecução com sucesso. Foi feito um plano de acção de acordo com o Projecto Curricular de Agrupamento e de outros Projectos existentes. As evidências têm vindo a mostrar-nos que caminho devemos ir seguindo (já mencionei o apoio ao estudo aos dois primeiros tempos da manhã, para os alunos que só entram às dez horas e que vão mais cedo para a Escola, o apoio ao órgão de gestão com as aulas de substituição e propostas de tarefas através do Bibliocarro, que contém materiais para quando não há plano de aula e ainda a Bolsa de actividades). As medidas têm vindo a ser tomadas desde início do ano lectivo e reajustadas. São exemplo disso as que acabei de referir, entre outras de carácter mais mediato que também são levadas a cabo. As três questões focadas num dos textos de leitura obrigatória: • How are we doing? • How do we Know? • What are we going to do? Estão a ser respondidas cuidadosamente e com muito empenho, sendo que a resposta cabal para cada uma delas será para já difícil de equacionar, o factor sucesso é algo que se vai conseguindo passo a passo e cujos resultados demoram a ser evidenciados, daí muitas vezes ser um motivo gerador de alguma ansiedade e de muitas interrogações: Mas o que é o sucesso? Que tipo de sucesso pretendemos? O sucesso de uns é igual ao de outros? A flexibilidade do modelo, será um apoio e ajudar-nos-á a encontrar o caminho, será um guião de trabalho imprescindível porque as oportunidades, têm de ser as mesmas para todos e como li “medir o sucesso não é um fim em si mesmo, mas uma ferramenta para melhorar”.No início como diz num dos textos é mesmo assustador, mas também é revigorante e ainda um catalisador para a mudança e desenvolvimento. Neste momento estamos a fazer recolha de evidências junto de todos os utilizadores, no âmbito dos três domínios referidos na bibliografia: evidência das capacidades de desenvolvimento, motivação e qualidade de trabalho. Queremos construir uma evidence box e já o estamos a iniciar para posterior feedback. O nosso logbook está a ser preenchido e a agenda faz parte dos nossos hábitos de trabalho desde há uns anos para cá. Delineamos um plano que tem uma linha condutora de acordo com o domínio escolhido, mas é um plano “aberto”.”Aberto” à melhoria, à constante motivação para a leitura, para a aprendizagem, para o gosto pelo fazer bem e cada vez melhor. O plano foi delineado no início do ano lectivo com a equipa e direcção da Escola e foi divulgado e apresentado. Neste momento estamos a vivê-lo, abraçando-o, esbracejando…andando.

A Coordenadora do BE de Argoncilhe, Fernanda Lopes

Fórum 3 - Tarefa 2  

Tarefa 2 da sessão 3

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