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Loja Maçônica Templários da Justiça - Nº 482 - São João da Boa Vista - SP

PEDRA BRUTA Edição Especial de Aniversário nº 170 - Setembro de 2012 * Ano XV * Informativo Mensal * Circulação Interna

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Palavra do Venerável Mestre ‘‘Reflexão’’ Para Reflexão dos meus Irmãos: Você é desnecessário para a Ordem? Uma das situações, talvez a mais dolorosa para um homem, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário, sejam no ambiente familiar, no trabalho, na comunidade ou, principalmente, p a ra n ó s M a ço n s , n a n o s s a Instituição. Os Maçons tornam-se desnecessários quando: Decorrido algum tempo da sua Iniciação ao primeiro grau da Ordem, já demonstram desinteresse pelas sessões, faltando constantemente, mostrando não estarem comprometidos com a Instituição, apesar de terem aceitado a Iniciação e terem JURADO SOLENEMENTE. Durante as sessões, já “enturmados”, ficam impacientes com as instruções, com as palestras ou com as palavras dos Irmãos mais velhos, achando tudo uma chatice, uma bobagem que atrasa o ágape no “bar do Hiram”.

Ao tempo da apresentação de trabalho para aumento de salário, não têm a mínima ideia dos assuntos dentre os quais podem escolher os seus temas. Simplesmente copiam alguma coisa de um livro e apresentam-no, pensando que ninguém vai notar. Ainda Companheiros, começam a participar de grupos para ajudar a eleger o novo Venerável e, não raro, já pensando seriamente em, assim que chegar a Mestre, começarem a trabalhar para obter o “poder” na Loja. Já como Mestre, recusam-se a admitir que sabem quase nada a respeito da Ordem Maçônica. Acham que estudar e comparecer ao máximo de sessões do ano é coisa para os que aceitaram fazer parte da administração, para os Companheiros e os Aprendizes. Mestres, ao participarem das eleições como candidatos a algum cargo na Loja, principalmente para o de Venerável, se não eleitos, somem ou filiam-se a outra Loja onde poderão ter a “honra” de serem cingidos com o avental de Mestre Instalado, que consideram ser “muito

mais vistoso do que o de um “simples” Mestre”. Já Mestres, e até participando dos graus Filosóficos, não terem entendido ainda que o essencial para o verdadeiro Maçom é o seu crescimento espiritual, a sua regeneração, a sua vitória sobre a vaidade e os vícios, a aceitação da humildade e o bem que possam fazer aos seus semelhantes, e que, a politica interna da Loja, a proteção mútua, principalmente na parte material, também tem lá seu valor, mas não é a ESSÊNCIA para o verdadeiro MAÇOM. Estando Venerável Mestre de nossa Loja, percebo que meus Irmãos a todo o momento são necessários, em qualquer circunstância, seja na família, no trabalho, na sociedade e na nossa Instituição Maçônica. Que o G.A.D.U. nos ilumine. VM Gilberto Fadiga Filho Fonte de pesquisa e adaptação revista Palavra Maçônica e a Revista O Delta.


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Edição Setembro 2012

ANIVERSARIANTES Setembro de 2012 Irmãos: Dia 06 - Ir José Mauricio Westin de Oliveira Dia 14 - Ir Antonio Baesso Junior Dia 25 - Ir Sergio Venicio Dragão Dia 28 - Ir Osmar Gamba Cunhadas: Dia 05 - Glenda Maria Sabbag da Silva esposa do Ir Durval da Silva Dia 18 - Rose Léa Gonçalves Pipano esposa do Ir José A. Macedo de Souza Dia 22 - Nilza O. Guimarães Zerbetto esposa do Ir Carlos Alberto Zerbetto Dia 28 - Ana Claudia Franco de O.Beraldo esposa do Ir Carlos H.Rossi Beraldo Dia 28 - Silvana A.B. Guimarães Arten esposa do Ir João Batista Carvalho Arten Sobrinhos (as): Dia 12 - Ana Julia Frazão Panzeri filha do Ir Antonio Dante R. Panzeri Dia 13 - Alexsandra Brandão Marcon filha do Ir Gilberto Aguiar Marcon Dia 16 - Leandro Bovo e Silva filho do Ir Adir Pereira da Silva Dia 17 - Murilo Bovo e Silva filho do Ir Adir Pereira da Silva Dia 17 - Francisca Beatriz V. C. Mello filha do Ir Joaquim A.A.Costa Mello Dia 21 - Ligia Maria Silva Dragão filha do Ir Sergio Venicio Dragão Dia 26 - Lauro José Rocchetti Pajolli filho do Ir José Adolpho Pajolli Dia 28 - Lenira Camargo Buzon filha do Ir Humberto William Buzon

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AGENDA Setembro de 2012 Loja Maçônica “Templários da Justiça” nº 482 (Sessões às Terças-Feiras – 20:00h) Dia 11 - Sessão Ordinária - Grau 3 - Mestre Maçom Dia 18 - Sessão Ordinária - Grau 2 - Companheiro Dia 25 - Sessão Ordinária Grau 1 - Aprendiz Corpos Filosóficos Loja de Perfeição “Templários da Justiça” (Sessões na primeira Terça-Feira do mês – 20:00h) Dia 04 - Sessão Magna Iniciação Grau 4 - Com.5/6 Capitulo Rosa Cruz “Templários da Justiça” (Sessões na terceira Quarta-Feira do mês – 20:00h) Dia 19 - Sessão Instruções - Grau 18 Ilustre Conselho Filosófico de Kadosch nº 76 (Sessões no Sábado – 15:00h) Dia 29 - Sessão Iniciação Gr 30 - Indicação Novo Presidente Mui Pod. Consistório de Príncipes do Real Segredo nº 54 (Sessões Trimestrais – Sábado 15:00h) Próxima Sessão dia 24/11/2012 - Iniciação Grau 32 Ir.·. Walter Campos

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Edição Setembro 2012

Pílulas Maçônicas

Os Princípios da Maçonaria Entre os muitos Princípios que orientam nossa sublime Ordem vou destacar alguns: A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica, educativa, beneficente e progressista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade. É uma Instituição, composta de homens adultos, livres e de bons costumes, que tem por objetivo tornar feliz a humanidade pelo amor, pelo aperfeiçoamento dos costumes, pela tolerância, pela igualdade, pela liberdade e pelo respeito à autoridade e crença de cada um. A Maçonaria não promete nada aos Iniciados. Somente lhes fornece as ferramentas, e os ensina como desbastar a “Pedra Bruta”. Por incrível que pareça, este é um dos segredos Maçônicos que os profanos, intensamente, procuram desvendar. A Maçonaria prima pela Liberdade. Na Maçonaria, o Maçom livre, deve submeter suas paixões e sua vontade à princípios mais elevados, como os da fraternidade, do amor ao próximo, da caridade, de extrema necessidade hoje em dia, da tolerância religiosa, motivo de tantas discórdias e guerras, como exemplos. Trilhando esse caminho, ele estará se tornando, cada vez mais, de "bons costumes". Vemos, ! Som ! Alarmes ! Ar Condicionado ! InsulFilm ! Telefones Celulares

pois, que "bons costumes" não é um mero comportamento, uma moral de conduta, mas sim um universo de práticas, que devem ser seguidas e que conduzem o ser humano a uma vida mais perfeita e aproveitável. A Maçonaria prima pela Tolerância. É o princípio da tolerância que permite que homens de partidos políticos, religiões, crenças, raças e pensamentos diferentes, vivam em harmonia e fraternidade. Porém, como citou o Irmão Theobaldo Varoli Filho: "não se entendam por tolerância maçônica os afrouxos licenciosos dos deveres ou a passividade exagerada na prática do perdão. Por tolerância deve entender-se, antes de tudo, que o comportamento do Maçom deve ser de respeito a todas as manifestações de consciência e que, em Loja, o Obreiro da Paz deve conservar-se eqüidistante de qualquer credo". Proclama que os homens são livres e iguais em direitos. Afirma que o sectarismo político, religioso ou racial é incompatível com a universalidade do espírito maçônico. M. I. Alfério Di Giaimo Neto (Rede Colméia)

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A Maçonaria e a Independência do Brasil A História da nossa Independência está intimamente ligada com a Fundação do Grande Oriente do Brasil, Obediência Mater da Maçonaria Brasileira. Apesar do farto material documental existente, pouco se publica sobre o papel importante, decisivo e histórico que a Maçonaria, como Instituição, teve nos fatos que precipitaram a proclamação da Independência Deixar de divulgá-los é ocultar a verdade e conseqüentemente ocorrer no erro da omissão, que nem a História e nem o tempo perdoam, principalmente para com aqueles nossos Irmãos, brava gente brasileira, que acreditavam, ou ainda mais, tinham como ideário de vida a Independência da Pátria tão amada. O Objetivo principal, sem dúvida nenhuma, da criação do Grande Oriente, foi engajar a Maçonaria na luta pela Independência Política do Brasil. Desde a sua descoberta em 1.500, o Brasil foi uma Colônia Portuguesa, sendo explorada desde então pela sua Metrópole. Não tinha, portanto, liberdade econômica, liberdade administrativa, e muito menos liberdade política. Como a exploração metropolitana era excessiva e os colonos não tinham o direito de protestar, cresceu o descontentamento dos brasileiros. Inicia-se então as rebeliões conhecidas pelo nome de Movimentos Nativistas, quando ainda não se cogitava na separação entre Portugal e Brasil. Estampava-se em nosso País o ideal da liberdade. A primeira delas foi a Revolta de Beckman em 1684, no Maranhão. No início do século XVIII, com o desenvolvimento econômico e intelectual da colônia, alguns grupos pensaram na Independência Política do Brasil, de forma que os brasileiros pudessem decidir sobre seu próprio destino. Ocorreram então, a Inconfidência Mineira (1789) que marcou a história pela têmpera de seus seguidores; depois a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817), todas elas duramente reprimidas pelas autoridades portuguesas. Em todos estes movimentos a Maçonaria se fez presente através das Lojas Maçônicas e Sociedades Secretas já existentes, de caráter maçônico tais como: “Cavaleiros da Luz” na Bahia e “Areópago de Itambé” na divisa da Paraíba e Pernambuco, bem como pelas ações individuais ou de grupos de Maçons.

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A alusão às hostes maçônicas era explícita e D.Pedro conheceulhe a força e a influência, entendendo o recado e permanecendo no Brasil. Este episódio, conhecido como o Dia do Fico, marcou a primeira adesão pública de D.Pedro a uma causa brasileira. Em 13 de maio de 1822 – os Maçons fluminenses, sob a liderança de Joaquim Gonçalves Ledo, e por proposta do brigadeiro Domingos Alves Munis Barreto, resolviam outorgar ao Príncipe Regente o título de Defensor Perpétuo do Brasil, oferecido pela Maçonaria e pelo Senado. Ainda em maio de 1822 – aconselhado pelo então seu primeiro ministro das pastas do Reino e de Estrangeiros, o Maçom José Bonifácio de Andrada e Silva, D.Pedro assina o Decreto do cumpra-se, segundo o qual só vigorariam no Brasil as Leis das Cortes portuguesas que recebessem o cumpra-se do príncipe regente. Em 2 de junho de 1822 – em audiência com D.Pedro, o Irmão José Clemente Pereira leu o discurso redigido pelos Maçons Joaquim Gonçalves Ledo e Januário Barbosa, que explanavam da necessidade de uma Constituinte. D.Pedro comunicava a D.João VI que o Brasil deveria ter suas cortes. Desta forma, convoca a Assembléia Constituinte para elaborar uma Constituição mais adequada ao Brasil. Era outro passo importante em direção à independência. Em 17 de junho de 1822 – a Loja Maçônica “Comércio e Artes na Idade do Ouro” em Sessão memorável, resolve criar mais duplas Lojas pelo desdobramento de seu quadro de Obreiros, através de sorteio, surgindo assim as Lojas “Esperança de Niterói” e “União e Tranqüilidade”, se constituindo nas três Lojas Metropolitanas e possibilitando a criação do “Grande Oriente Brasílico ou Brasiliano”, que depois viria a ser denominado de “Grande Oriente do Brasil”. José Bofinácio de Andrada e Silva (o Patriarca da Independência) é eleito primeiro Grão-Mestre, tendo Joaquim Gonçalves Ledo como 1º Vigilante e o Padre Januário da cunha Barbosa como Grande Orador. O Objetivo principal da criação do GOB foi de engajar a Maçonaria como Instituição, na luta pela independência Política do Brasil, conforme consta de forma explica das primeiras atas das primeiras reuniões, onde só se admitia para Iniciação e filiação em suas Lojas, pessoas que se comprometessem com o ideal da independência do Brasil.

Continua...

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A Maçonaria e a Independência do Brasil Continuação No dia 2 de agosto – por proposta de José Bonifácio, é Indicado o Príncipe Regente, D.Pedro, adotando o nome histórico de Guatimozim (último imperador Asteca morto em 1522), e passa a fazer parte do Quadro de Obreiros da Loja “Comércio e Artes”. No dia 5 de agosto– por proposta de Joaquim Gonçalves Ledo, que ocupava a presidência dos trabalhados, foi aprovada a Exaltação ao Grau de Mestre Maçom que possibilitou, posteriormente, em 4 de outubro de 1822, numa jogada política de Ledo, o Imperador ser eleito e empossado no cargo de Grão-Mestre, do GOB. Porém, foi no mês de agosto de 1822 que o Príncipe, agora Maçom, tomou a medida mais dura em relação a Portugal, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil sem o seu consentimento. Em 14 de agosto parte em viagem, com o propósito de apaziguar os descontentes em São Paulo, acompanhado de seu confidente Padre Belchior Pinheiro de Oliveira e de uma pequena comitiva. Faz a viagem pausadamente, percorrendo em 10 dias 96 léguas entre Rio e São Paulo. Em Lorena, a 19 de agosto, expede o decreto dissolvendo o governo provisório de São Paulo. No dia 25 de agosto chega a São Paulo sob salva de artilharia, repiques de sino, girândolas e foguetes, se hospedando no Colégio do Jesuítas. De São Paulo se dirige para Santos em 5 de setembro de 1822, de onde regressou na madrugada de 7 de setembro. Encontrava-se na colina do Ipiranga, às margens de um riacho, quando foi surpreendido pelo Major Antônio Gomes Cordeiro e pelo ajudante Paulo Bregaro, correios da Corte, que lhes traziam notícias enviadas com urgência pelo seu primeiro ministro José Bonifácio. D.Pedro, após tomar conhecimento dos conteúdos das cartas e das notícias trazidas pelos emissários, pronunciou as seguintes palavras: “As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de rapazinho e de brasileiro. Verão agora quanto vale o rapazinho. De hoje em diante estão quebradas as nossas relações; nada mais do governo português e proclamo o Brasil para sempre separado de Portugal”. A Independência do Brasil foi realizada à Sombra da Acácia, cujas raízes prepararam o terreno para isto. A Maçonaria teve a maior parte das responsabilidades nos acontecimentos libertários. Não há como negar o papel

preponderante desta Instituição Maçônica na emancipação política do Brasil. Desde 1815, com a fundação da Loja Maçônica “Comércio e Artes”, que daria origem às Lojas “União e Tranqüilidade” e “Esperança de Niterói” e a posterior Constituição do Grande Oriente do Brasil em 17 de junho e 1822, o ideário de Independência se fazia presente entre seus membros e contagiava os brasileiros. À frente do movimento, enérgica e vivaz, achava-se a Maçonaria e os Maçons. Entre seus principais Obreiros, Pedreiros Livres, de primeira hora podemos destacar: Joaquim Gonçalves Ledo, José Bonifácio da Andrada e Silva, José Clemente Pereira, Cônego Januário da Cunha Barbosa, José Joaquim da Rocha, Padre Belchior Pinheiro de Oliveira, Felisberto Caldeira Brant, o Bispo silva Coutinho Jacinto Furtado de Mendonça, Martim Francisco, Monsenhor Muniz Tavares, Evaristo da Veiga dentre muitos outros. Faz-se necessários também alçar a figura do personagem que se destacou durante todo o movimento articulado e trabalhado pela Maçonaria, o Príncipe Regente, Dom Pedro. Iniciado Maçom na forma regular prescrita na liturgia e nos Rituais Maçônicos, e nesta condição de Pedreiro Livre no Grau de Mestre Maçom, aos 24 anos de idade, proclama no dia 7 de setembro a nossa INDEPENDÊNCIA.Poteriormente, no dia 4 de outubro de 1822, D.Pedro comparece ao Grande Oriente do Brasil e toma posse no cargo de Grão-Mestre, sendo na oportunidade aclamado Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. No mesmo dia, Joaquim Gonçalves Ledo redigiu uma nota patriótica ao povo brasileiro, a primeira divulgação, depois da independência, que dizia: “Cidadãos1 A Liberdade identificou-se com o terreno; a Natureza nos grita Independência; a Razão nos insinua; a Justiça o determina; a Glória o pede; resistir-lhe é crime, hesitar é dos covardes, somos Homens, somos Brasileiros. Independência ou Morte! Eis o grito de honra, eis o brado nacional...” Irmão Fuad Haddad - Or. de Alfenas - MG Fonte: Revista Palavra Maçônica Colaboração do Ir VM Gilberto Fadiga Filho

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Tempo de Estudos

Elias Ashmole

Elias Ashmole - http://pt.wikipedia.org/wiki/Elias_Ashmole

“A lenda do terceiro grau é muito importante, e tem sido respeitada. Nenhum rito existe na maçonaria, em qualquer país ou em qualquer idioma, em que não sejam expostos os elementos essenciais dessa lenda. Qualquer rito que a alterasse materialmente, cessaria, por isso, de ser um rito maçônico.” Elias Ashmole, sábio e antiquário inglês (1617–1692), iniciado em 1646, teria sido o criador dos rituais dos três graus da maçonaria simbólica e, inclusive, do Royal Arch, autoria hoje contestada por autores modernos mas a época em que eles foram criados permanece a mesma e que é uma época interessante pelos fatos históricos que aconteceram e que

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muito tem a ver com o desenvolvimento da maçonaria moderna. Carlos I, príncipe da dinastia escocesa dos Stuart, foi decapitado em 1649, com o triunfo da revolução de Oliverio Cromwell que instala sua república puritana. Elias Ashmole, que era do partido dos Stuart, haveria decidido modificar o Ritual de Mestre fazendo uma alegoria do trágico fim de Carlos I e para que fora usado tanto os conhecimentos míticos como o espírito místico; Hiram ressuscita de entre os mortos assim como Carlos I será vingado pelos seus filhos. Elias Ashmole (23 de Maio de 1617–18 de Maio de 1692) foi um antiquário, político, oficial de armas, e estudante de astrologia e alquimia britânico. Tendo apoiado a realeza durante a Guerra Civil Inglesa e, na restauração de Charles II, foi recompensado com vários ofícios lucrativos. Ao longo de sua vida, tornou-se um ávido colecionador de curiosidades e artefatos. Muitos foram adquiridos através do viajante, botânico e colecionador John Tradescant, e a maioria foi doada para a Universidade de Oxford onde criou o Ashmolean Museum. Ele também doou a sua biblioteca e a sua inestimável coleção de manuscritos para Oxford. Aparte aos passatempos por ele colecionandos, Ashmole ilustra o transcurso da visão mundial pré-científica no século XVII: enquanto ele se imergia em estudos alquímicos, mágicos e astrológicos, sendo consultado em perguntas astrológicas por Charles II e sua corte, estes estudos eram essencialmente retrógrados. Embora ele fosse um dos membros fundadores da Royal Society, uma instituição fundamental no desenvolvimento de ciência experimental, ele nunca chegou a participar ativamente dela.

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Revolução Constitucionalista de 1932

E

m 1930, através da revolução, Getúlio Vargas chega ao poder. Seu governo provisório começava. Apesar de todo seu carisma, e diversos agrados a grande massa brasileira, como suas famosas leis trabalhistas, seu governo foi considerado inconstitucional. E por esse motivo Getúlio assume posturas autoritárias contra os estados que não o apoiavam. Realizando uma centralização políticaadministrativa retira governadores dos estados e nomeia interventores para essas funções. Descontentes com a atitude opressora, jovens intelectuais estudantes do estado de São Paulo, saem às ruas reivindicando obediência a constituição. Estão organizadas as diretrizes para a revolução de 32. Recebem repressão violenta com destaque a morte dos estudantes paulistas Miragaia, Martins, Dráuzio e Camargo. A sigla MMDC em homenagem aos jovens assassinados passou a designar a resistência armada paulista. As tensões entre governo federal e o movimento constitucionalista se agravaram e a eclosão de um conflito armado foi inevitável. Apesar da vitória militar do governo federal, os paulistas podem ser considerados vitoriosos. Houve a convocação de eleições no ano seguinte para a Boa Vista Administradora e Corretora de Seguros Ltda.

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assembleia constituinte, e dessa maneira as reivindicaçõesp paulistas foram atendidas. Na Assembléia Constituinte de 1934 a autonomia dos estados voltou a ser plena, além de que o voto passou a ser secreto e feminino representando uma grande conquista ao movimento feminista brasileiro. Nela também tivemos a participação inédita de uma deputada, Carlota Pereira de Queirós demonstrou que mesmo a passos lentos a busca pela igualdade de direitos entre homens e mulheres apresenta avanços. Lembrando sempre da importância da participação política feminina, nós como meninas do Arco-Íris temos que estar sempre bem informadas e temos que ter sempre uma opinião bem formada, para impedirmos que medidas manipuladoras e antidemocráticas sejam tomadas por futuros presidentes como Getúlio Vargas. Tabralho apresentado em Sessão Paramaçônica da Ordem Internacional do Arco Iris para Meninas Assembléia ANIMA nº 23 de São João da Boa Vista e Sessão Ordinária no Grau de Aprendiz Maçom na Loja Templários da Justiça pelo Irmão Ordador. Sobrinha Luiza Panzeri Fadiga

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Má – Vontade

Boa – Vontade

“Não vos comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas” - Paulo (Efésios 5:11)

“Vede prudentemente como andais” - Paulo (Efésios 5:15)

Má-vontade gera sobra. A sombra favorece a estagnação. A estagnação favorece o mal. O mal entroniza a ociosidade. A ociosidade cria discórdia. A discórdia desperta o orgulho. O orgulho acorda a vaidade. A vaidade atiça a paixão inferior. A paixão inferior provoca a indisciplina A indisciplina mantém a dureza de coração. A cegueira espiritual conduz ao Abismo. Entregue às obras infrutuosas da incompreensão, pela simples Má-Vontade. pode o homem rolar indefinidamente ao precipício das trevas. Francisco Cândido Xavier (Emmanuel)

Boa-vontade descobre o trabalho. O trabalho opera a renovação. A renovação encontra o bem. O bem revela o Espírito de Serviço. O Espírito de Serviço alcança a compreensão. A compreensão ganha a humildade. A humildade conquista o amor. O amor gera a renúncia. A renúncia atinge a luz. A luz realiza o aprimoramento próprio. O aprimoramento próprio santificará o homem. O homem santificado converte o mundo para Deus. Caminhando prudentemente, pela simples Boa-Vontade, a criatura alcançará o Divino Reino da luz. Francisco Cândido Xavier (Emmanuel) Colaboração do Ir Dulcidio Braz

A ARLS ‘‘Templários da Justiça’’ na Internet

Semana da Pátria em nossa cidade

A Loja Templários da Justiça nº 482, lança seu site na Internet, será um canal de comunicação com os Irmãos, instrumento para pesquisas e interação, podemos encontrar nosso Calendário, História, Documentos, Corpos Filosóficos, Entidades Para-maçônicas e também nosso Boletim Informativo Pedra Bruta.

No dia 01/09/2012 às 8:00hs com a Coordenação das Lojas Maçônicas e Entidades Paramaçônicas de São João da Boa Vista em conjunto com Lions Clube, terá inicio a comemoração da tradicional Semana da Pátria em nossa cidade, a qual teve sua origem há 45 anos por iniciativa do Lions Clube, Tiro de Guerra e Prefeitura Municipal. A Cerimônia do Pavilhão Nacional acontece em frente a Escola Estadual Cel. Joaquim José.

Endereço: www.tdj.com.br E-mail: secretaria@tdj.com.br Acesse, faça contato, envie sugestões.

EXPEDIENTE “PEDRA BRUTA” - Boletim Informativo Mensal - Circulação Interna - Ano XV - Edição Nº 170 - Setembro - Impressão 28 de Agosto de 2012 Conselho Editorial: Diretor Responsável Ir.·. Gilberto Fadiga Filho - Secretaria: Ir.·. Sergio Luiz Kemp Torres - Diagramação: Ir.·. Alberto Affonso Redação: Ir.·. Carlos Alberto Ciacco de Moraes - Supervisão: Ir.·. Dulcídio Braz A.·.R.·.L.·.S.·. “ Templários da Justiça” Nº 482 - Tel. (0xx19) 3622 3506 - Rua Benedito Araújo, 258 - Caixa Postal 127 CEP 13.870-970 - São João da Boa Vista - SP - www.tdj.com.br - e-mail: secretaria@tdj.com.br Impressão: Gráfica Santa Terezinha - Ir.·. Alberto Affonso - Rua Prudente de Moraes, nº 165 - Centro - Fone/Fax: (19) 3622-3520 - São João da Boa Vista - SP Obs: Os artigos assinados são de inteira responsabilidade dos seus autores.


Jornal Pedra Bruta  

Jornal ARLS Templários da Justiça

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