Page 1

COMUNICK

MAIO 2010 | ANO 1 | nº 01

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE

R E V I S T A A C AD Ê M I C A D O C U R S O D E C O M U N I C A Ç Ã O S O C I A L

ESPORTE

Duelo de Titans

MÍDIA

Rádio Web um novo conceito MÚSICA

Fenômeno Gaga

Liberdade de Imprensa uma questão indefinida


COMUNICK

Duelo de TTitãs itãs Fenômeno Gaga 7

eb, Rádio W Web, um novo conceito

Assessoria Política Competente

:: expediente ::

15

Tv Rio Sul, e sua importância para o Sul Fluminense Liberdade de Imprensa

8


A disputa entre a Rede Record e a Rede Globo pela hegemonia no jornalismo esportivo brasileiro

4 12

Repórteres Bruno Reis Carlos Alberto Albertassi Felipe Castro Felipe José Figueira Felipe Santos Gabriela Marques Gefferson Henrique Jonathan Silveira Leandro Batista Leonardo Cerqueira Tatyane Malta

Projeto Gráfico e Diagramação Felipe Santos

Revisão Vaniele Barreiros MTB 27576

14

A Revista Comunick é uma publicação mensal , idealizada pelo alunos do Curso de Comunicação Social do Centro Universitário Geraldo Di Biase, sob a orientação da docente Vaniele Barreiros. Toda responsabilidade é de seus idealizadores.


2010, um ano de mudanças, conflitos, questionamentos, vitória, conquistas, eleições e copa do mundo. O ano do lançamento da Comunik, a revista acadêmica do curso de Comunicação Social do Centro Universitário Geraldo Di Biase. O início de uma nova etapa daqueles que acreditam que o diploma não é apenas um pré-requisito para galgar um futuro promissor, mas a diferença dos que acreditam no ser pensante, crítico e questionador. Esse é o perfil do Comunicólogo, esse é o perfil dos profissionais que o UGB busca formar. A Comunik surge como uma atividade complementar de sala de aula, na disciplina de Assessoria de Imprensa II, onde os futuros jornalistas se empenharam em reuniões de pauta, apuração, produção da matéria, diagramação e como em toda redação, foram submetidos à revisão e às criticas da editora (que aqui vos fala). O leitor da Comunik poderá perceber nas matérias que seguem fatores relevantes como o embasamento teórico em plena sintonia com o factual, percepções críticas que nos levam a debater e repensar coisas ao nosso redor que pelo costume nos são naturais, como a soberania da Rede Globo e se realmente nossos meios de comunicação permeiam numa real liberdade de expressão ou se o global supre as necessidades do local. Horkheimer e Adorno em 1947 falavam sobre a indústria cultural e o desaparecimento da crítica elevando assim o culto efêmero da celebridade. Poderíamos traçar um paralelo com o século XXI? E as novas formas de comunicação, alteram a forma do indivíduo de se integrar à sociedade? Da AM e FM para o Streaming, você está acompanhando essa mudança? E as novas formas de jornalismo, os formatos o agrada? Uma nova forma de atuação da mídia, um novo perfil de leitor, novas formas de escrever, de se atualizar e de fazer parte. Dessa forma é necessário um novo profissional, um novo jornalista, uma nova forma de informar-se. Dessa forma torna-se impossível não ler a COMUNIK. Seja bem vindo.

Duelo

Editorial

de Titans Disputa entre a Rede Record e a Rede Globo pela hegemonia no jornalismo esportivo brasileiro

por Felipe Castro


Opinião Começou o duelo. A toda poderosa Rede Globo ganhou uma concorrente de peso: a Rede Record, que entrou com tudo na briga pela concessão dos maiores eventos esportivos do planeta. A Rede Globo sendo uma emissora carioca sempre foi unanimidade no quesito esporte, porém a Rede Record domina o mercado paulista, por ter feito telespectadores fiéis, antes dominados pela gigante Rede Globo. O mal-estar entre as duas concorrentes começou quando a Record se antecipou e adquiriu por contrato os direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos de 2012, Pan Americano de 2011 e das Olimpíadas de Inverno desse ano em Vancouver, que foi transmitida com grande sucesso. O pequeno deslize da Rede Globo foi o suficiente para uma enorme confusão interna. Alguns funcionários foram responsabilizados e, agora, só o que a emissora tem a fazer é negociar com a Rede Record e contar com a boa vontade deles para a liberação desses

eventos, pelo menos, para a emissora de canal pago Sportv da Globosat. A Rede globo usa a tática do desdenho para nocautear sua oponente, apontando falhas da concorrência e afirmando que Bispo Macedo e seus “seguidores” não têm estrutura e competência suficientes para cobrir um evento de grande porte como a Olimpíada. Os cariocas usam também o trunfo da Copa do Mundo a seu favor, a FIFA continua a prestigiar a “toda poderosa”, e pode não parecer, mas a Copa do Mundo tem cinco vezes mais audiência no total acumulado de pessoas do que os Jogos Olímpicos. “Segundo o IBOPE, em 2008, as Olimpíadas de Pequim tiveram uma audiência total de cerca de cinco bilhões de pessoas. Já a Copa de 2006, na Alemanha, foi vista por 26 bilhões de pessoas em todo o mundo, e devemos ter mais ainda na África do Sul”, discursou Blatter, Presidente da FIFA , no evento que sagrou o

Brasil como sede da Copa de 2014, deixando o diretor da Globo Esporte, Marcelo Campos Pinto, com um sorriso de orelha a orelha na platéia. Porém a Record ainda não desistiu e promete abrir seus cofres gordos para transmitir a Copa no Brasil. Parece que essa briga vai durar muito ainda, A Rede Globo conta com todo o seu prestígio internacional e com sua marca, que dentro do Brasil pelo m e nos, é tão ou mais poderosa que a da Coca Cola e qualquer outra marca famosa mundialmente. A Record conta com seus cofres. A falta de imaginação da emissora, que copia o estilo de programação da rival na maioria de suas atrações, principalmente as jornalísticas, praticamente mudando só o nome, é compensada com o esforço e ousadia de querer ser a número um, é questionável a origem da fortuna da Record, assim como a da Globo também é, mas tem que se reconhecer a ousadia de Bispo Macedo e turma.

05


Rรกdio

um novo


io WEB vo conceito em rádio

Com o surgimento da internet, o novo modelo de rádio web é encarado como a nova tendência do mercado multimídia

Em casa, no trabalho ou dentro do seu carro, o rádio pode ser o seu entretenimento, que entre propagandas e músicas, cada estação possui o seu perfil com um repertório selecionado para agradar o seu público. Depois da 1º transmissão radiofônica oficial no Brasil, no dia 7 de setembro de 1922, realizada pelo presidente Epitáfio Pessoa, em comemoração ao centenário da independência, o rádio passou por várias transformações até os dias atuais. Com a chegada da televisão, o rádio deixou de ser o veículo mais importante na transmissão das informações, porém, ganhou forças com o surgimento da internet. O rádio na internet ( também conhecida como rádio web, rádio lìquido, streaming de rádio e - rádio), é um serviço de áudio transmitidos através da internet. Em 1993, o americano Carl Malamud, lança o primeiro programa de rádio na internet, o Internet Talk Rádio, em que o crescimento dos programas e transmissões foram promissoras, já que hoje existem várias rádios que foram difundidas e não possuem. Uma transmissão AM ( Amplitude Modulada ) ou FM ( Frequência Modulada ). A rádio web faz com que você possa estar conectado com o mundo e ouvir com qualidade uma distribuição via streaming de áudio “ Tecnologia que permite o envio de informação multimídia através de pacotes, utilizando redes de computadores, sobretudo a internet, em que se a ligação de rede for banda larga, a velocidade de transmissão da informação é elevada, dando sensação de que o áudio é transmitido em tempo real” que incluem arquivos como Mp3 e Windows Media Áudio. Como nas rádios tradicionais, a rádio na internet oferece serviços de notícias, esportes, vários gêneros musicais, além de poder obter uma interação ao vivo através de um chat com o apresentador do programa que esta no ar. Os Estados Unidos ocupa o lugar de destaque na utilização deste sistema de rádio. Com o aumento destes usuários, a publicidade ganhou forças nas Américas e o seu faturamento através da rádio web é sem dúvida um campo promissor para o mercado multimídia, em que as receitas em 2003 giravam em torno de R$ 49 Milhões, para mais de R$ 600 Milhões no final de 2009. No Brasil a rádio web ainda é pouco utilizada, devido á um sistema de internet que ainda não permite uma velocidade compatível com o acesso e também pela nossa própria cultura, que é de preservar os rádios tradicionais, exceto os rádios á pilha. No país do Tio Sam gasta-se muito em equipamentos e a divulgação deste novo modelo em rádio é sem dúvida exemplo para outros países, porém, é preciso investir na estrutura para que estes acessos possam ser realizados com qualidade. Rádio Web, uma nova tendência de mercado, mais que um gosto, uma nova opção de cultura e informação aliada a tecnologia.

Mídia

por Leandro Batista

07


LIBERDADE de imprensa Brasil iniciou uma discussão polêmica com o possível controle social dos meios de comunicação por Geferson H Pedro


No final de 2009, o Governo Federal, por meio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos lançou o terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos. Em dos um dos parágrafos do texto consta, “regularizar os meios de comunicação para que mantenham uma linha editorial de acordo com os direitos humanos, com sanções para que desrespeitarem as normas”. Com isso, o Brasil iniciou a nova década com uma discussão polêmica, o possível controle social dos meios de comunicação. Ao longo dos sete anos do Governo Lula, foi proposto iniciativas de fiscalizar a mídia no país, como por exemplo, a criação do Conselho Federal de Jornalista. Isso gerou um desconforto nas entidades dos meios de comunicação e empresas jornalísticas, assustando a todos com uma possível volta da censura na imprensa brasileira. As entidades que representam a imprensa do Brasil, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) e a Associação Nacional dos Editores de Revista (ANER) divulgaram uma nota em conjunto na qual afirma que o texto do decreto do governo contém ameaças à liberdade de expressão. Por e-mail, a reportagem de Comunick entrou em contato com o Presidente da Associação Brasileira de Imprensa-ABI, Mauricio Azêdo, para saber a opnião da entidade. “A ABI considera que não vivemos neste momento o risco de controle da imprensa pelo governo, primeiro porque esta não deu nenhuma demostração de que se dispõe

a tutelar a comunicação no país, seja nos veículos impressos, seja nos meios de eletrônicos. Segundo, porque o país se encontra sob o Estado Democráticos de Direito instituido pela Constituição de 5 de outubro de 1998, com os poderes funcionando regularmente”, conta Azêdo. Em resposta ao Plano Nacional dos Direitos Humanos do Governo foi realizado, no inicio do mês de fevereiro o 1º Fórum “Democracia e Liberdade de Expressão”, organizado pelo Instituto Milenium, em São Paulo, onde jornalista, especialistas, intelectuais, acadêmicos e dirigentes de veículos de comunicação discutiram a provável violação da liberdade de imprensa. O evento marcou um forte debate contra o plano PNDH-3. A liberdade de imprensa e a liberdade de ser expressar é um direito de todos, não só dos jornalistas e da grande mídia. A sociedade precisa e necessita de estar bem informada do que acontece ao seu redor. Nesta reflexão, faço lembrar das sabias palavras do escritor Eça de Queirós, que definiu bem o jornalista como sendo o porta voz do povo: “É o grande dever do jornalismo fazer conhecer o estado das coisas públicas, ensinar ao povo os seus direitos e as garantias da sua segurança (...), velar pelo poder interior da Pátria, pela conservação da justiça, pelo respeito do direito, da família, do trabalho e pelo melhoramento das classes infelizes”. A censura a imprensa seria o retrocesso da política brasileira e a ausência de informação por parte da população.

Capa

uma questão indefinida

Reprodução Internet

05


Assessoria política Assessores orientam políticos a estudar para responder corretamente as perguntas dos repórteres do CQC

competente

A poucos meses das eleições para presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais, pode-se notar uma mudança repentina no comportamento dos políticos brasileiros em relação à exposição na mídia. Um exemplo disso é o que vem acontecendo no programa CQC (Custe o Que Custar) da rede Bandeirantes de televisão. No ano passado a maioria dos políticos não davam entrevistas, não participavam dos quadros e nem sequer dirigiam a palavra aos repórteres do programa. Tudo porque o CQC fazia perguntas sobre o que estava acontecendo no congresso nacio-

nal. Os políticos quase sempre não estavam por dentro das pautas do congresso, e por isso, quando respondiam, erravam e destruíam a própria imagem. Quando as matérias eram veiculadas, o tele-espectador podia ver a expressão dos parlamentares por não saberem responder as perguntas dos repórteres, que na maioria das vezes, eram sobre assuntos de extrema importância para o país. Foi então que os políticos começaram a ignorar os repórteres do programa. Parecia que eles tinham combinado entre si de ninguém mais responder as perguntas. Os políticos passavam, os repórteres pergunta-


vam e só se ouvia o silêncio. De uns tempos para cá essa reação mudou, parece que alguns políticos, orientados pelas suas assessorias de comunicação, passaram a perceber que o programa pode sim trazer prestígio aos políticos que realmente entendem de seus papéis na sociedade, e por isso não estão mais ignorando os repórteres. Quem apostou nessa idéia se deu bem. Em ano de eleição é sempre bom aparecer bem nos meios de comunicação. E como o pleito está bem próximo, parece que agora os políticos estão estudando as pautas do con-

gresso para não fazer feio na hora de responder as perguntas. Os políticos estão fazendo questão de participar do programa, basta acompanhar os programas desse segmento para perceber isso. A atitude gerou credibilidade a esses parlamentares, pois o CQC é um programa voltado para um público mais crítico e até formador de opinião. Aqueles que continuaram a ignorar os repórteres do programa estão perdendo pontos na corrida eleitoral. Sendo assim, pode-se perceber que uma boa assessoria de comunicação dentro da política pode fazer toda a diferença.

Assessoria de Imprensa

por Carlos Alberto Albertassi

13


Fenômeno

Música 14

GAGA por Gabriela Marques / Leonardo Cerqueira A música pode ser vista como a arte natural ao homem. O som pode ser compreendido através das primeiras percepções externas do mundo de um indivíduo e se reveste também de extremo valor por

possuir uma simbologia de sentidos. Um grande exemplo de ícone no cenário musical é a cantora Madonna. Aclamada como “rainha do pop”, ela demonstra muito bem o que é expressão corporal e simbologia, que muda de acordo com uma necessidade de exposição de uma determinada época. N o nosso atual cenário musical, Madonna tem demonstrado cansaço e já declarou querer dar uma parada com shows exaustivos. É ai que entra a imprensa com a famosa pergunta: Quem será a sucessora da rainha do pop? Britney Spears? Há quem diga que Britney Spears se perdeu durante a caminhada e não possui os requisitos para tomar posse da coroa de rainha por não conseguir se renovar, e ter caído na rotina de sempre ser a garota vulgar para mídia. Eis que surge, em meados de 2008 uma figura no cenário musical chamada Lady

Gaga. Irreverente não apenas nas músicas, mais em suas roupas um tanto quanto exóticas e atitudes polêmicas que chamam aten-

ção do mundo. Gaga passou a ditar moda entre os jovens e até crianças, e vem se tornado uma futura candidata a “Madonna” por sua originalidade. Há quem acredite que sua personalidade é apenas jogada de marketing, baseada em uma mistura de Cher, Madonna e um toque do cantor Marlyn Manson. Basta vasculhar em arquivos, fotos da cantora Cher e comparar seus figurinos exóticos com os usados por Gaga. Nota-se claramente que apenas é acrescentado um toque dark de Marlyn Manson. Já Madonna, inspira a cantora em suas declara ções sempre polêmicas jeito de ser nos palcos. Enfim, copiado ou não, Lady Gaga está com tudo na mídia e como forte candidata a sucessão de Madonna. Ela será capaz de se adaptar as necessidades do mundo pop ou vai ser mais um sucesso relâmpago que cai no esquecimento? Isso só o tempo vai dizer. Divulgação


Regional

Uma

TV de peso por Geferson H Pedro

Há 19 anos, a Rede Globo fundou no interior do estado do Rio de Janeiro, na região Sul Fluminense a TV RIO SUL, instalada na cidade de Resende e alguns anos mais tarde, inauguraram um escritório da emissora na cidade de Volta Redonda e, recentemente, nas cidades de Angras dos Reis e Três Rios. Um feito que ajudou a transformar grande parte da região, proporcionando mais visibilidade para os mais de 24 municípios que compõem o Sul do estado. Além de revolucionar o mercado publicitário a emissora de TV expandiu o mercado jornalístico para a região. Um dos pontos fortes da TV RIO SUL para com a região, é o trabalho social que vem realizando desde que foi inaugurada. Patrimônio histórico: A localização da TV Rio Sul está instalada no bairro Vila Moderna. Programas que mobilizam a comunidade, denúncias, Quando a TV RIO SUL passou a atuar na cado, há cinco anos. campanhas de solidariedade como Natal Sem fome, Dia das Crianças; o incentivo região, outro ponto relevante que a empreOutro profissional que acomda prática do esporte, a atenção com os sa de comunicação revolucionou foi o mer- panhou a mudança na região moradores Sul Fluminenses, como o per- cado publicitário. Um número significativo foi Alcenor Tedesco, da sonagem Zé do Bairro, que tem o objeti- de agência de publicidade foi aberto na re- Agência Foco Comunicação vo de sanar problemas do dia-a-dia das gião, devido à procura pelas empresas de Volta Redonda. Segundo comunidades, são características de uma para desenvolverem suas mídias para ele, os empresários passaemissora que tem o compromisso com o eventuais comerciais. ram a ver os investimentos e Os horários comerciais da emissora pas- mídias com mais objetividacidadão. Com uma emissora de TV na região, saram a ser visto pelas empresas como vi- de. “A T V em nossa região as cidades passaram a ser vista diaria- trine, uma forma de vender mais. Com isso, foi importante não só para o mente. A emissora, filiada a Rede Globo as agências de publicidade passaram a ter mercado publicitário como passou a mostrar suas belezas naturais, uma oferta maior, boas empresas e bons para todo o mercado. Os emsuas personalidades, os problemas do profissionais foram sendo descobertos a presários passaram a ver o dia-a-dia e as soluções. O cidadão pas- cada dia. Segundo Charles Freitas, diretor investimento em publicidade sou a ser visto e ouvido pela TV Rio da agência Zap Propaganda & Marketing de uma forma mais organizasituada em Piraí, cidade com pouco mais da e objetiva”, revela Tedesco. Sul. O diretor Geral de Jornalismo da TV de 28 mil habitantes diz que, com a TV Rio Uma emissora de TV é Rio Sul, Agostinho Alípio falou com a Sul a concorrência no mercado cresceu. considerada um veículo para - “A TV Rio Sul foi fundamental na re- obter um retorno imediato Comunick. “Somos o porta voz de cada morador da região. Quando qualquer gião no que diz respeito ao crescimento e das propagandas. A TV Rio pessoa tem algum problema eles veem a qualificação das agências de publicidade, Sul é pioneira na região exia TV RIO SUL como uma solução. Nosso com a emissora a concorrência e disputa gindo uma profissionalização objetivo é estar sempre em comunica- pelo mercado ficou mais acirrada e saudá- daqueles que trabalham com vel”, conta o publicitário que está no mer- comunicação. ção com as pessoas.”

O sucesso da expansão do Café Capital no sul do Estado passou pelo investimento em mídia na TV RIO SUL. O resultado para a nossa marca foi alcance, confiança e credibilidade.

A parceria com a TV RIO SUL trouxe para a Tabarino Móveis grande exposição da marca e retorno no investimento em mídia, aumentamos as vendas para as cidades vizinhas.

Luciano Inácio – Diretor Café Capital em Volta Redonda

Ângela Alves – Diretora Tabarino Móveis e Eletro em Barra do Piraí

15


COMUNICK_IEdicao  

Rádio Web um novo conceito uma questão indefinida MAIO 2010 | ANO 1 | nº 01 ESPORTE MÚSICA R E V I S T A A C AD Ê M I C A D O C U R S O D E...

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you