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Biodiversus Mosca-varejeira

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“Moléculas Sensacionais” é o título de um novo apontamento sobre a importância da química na nossa vida… mais concretamente, é sobre as moléculas que são responsáveis pelas nossas... sensações! Vamos falar de moléculas que atuam no nosso cérebro, transmitindo sinais entre as células nervosas, e de outras que nos afetam de outras formas. E vamos falar de moléculas com diferentes tamanhos: umas pequenas, com duas ou três dezenas de átomos, outras realmente grandes, com meio milhar de átomos. Mas vamos falar, sobretudo, de moléculas verdadeiramente… sensacionais! E para primeiro episódio, nada melhor do que apelar à criatividade - e à molécula de ácido N-acetilaspártico, que se encontra nos fluidos biológicos na forma de N-acetilaspartato. A criatividade é um processo ainda não muito bem entendido pelos cientistas, mas alguns estudos recentes indicam que o processo criativo está relacionado com a atividade do N-acetilaspartato no cérebro. O N-acetilaspartato é uma molécula com vinte e um átomos que se encontra em grande quantidade no cérebro, onde - aliás desempenha vários papéis. Mas no que respeita à criatividade, parece que é uma molécula bastante seletiva: os níveis elevados de N-acetilaspartato no cérebro aumentam a criatividade de pessoas muito inteligentes, mas podem ter o efeito contrário nas pessoas de inteligência média. Hum… vamos então aguardar por novas descobertas!

fonte: http://www.mpt2013.pt

Final de todos nós.

Estamos mortos quando o tronco cerebral, estrutura inicial da espinal medula, cessa o seu funcionamento.

Episódio 1: O N-acetilaspartato

Porque a química do nosso cérebro já não é um mistério profundo, vamos então saber quais as moléculas que os cientistas associam às nossas sensações, sentimentos e emoções.

A morte.

O conceito de morte. O que é a morte? Quando estamos mortos? Que tipos de morte existem? Porque morremos? Questões que interessam a várias áreas como as ciências biológicas, jurídicas, sociais e religiosas e cujo consenso quanto ao momento real da morte ainda é discutível. “A morte é o contrário de estar vivo” (Lili Caneças). “A Morte é o fim da vida, e toda a gente teme isso, só a Morte é temida pela Vida, e as duas refletem-se em cada uma” (Oscar Wilde). A morte é um processo dinâmico e irreversível de paragem das funções biológicas inerentes à vida. Os nossos órgãos não morrem todos ao mesmo tempo. Há células que morrem e outras que nascem para as substituir ao longo da nossa vida sem chegarmos a estar mortos. Pode atingir todo o organismo ou apenas um órgão ou até parte dele. Nestes casos podemos continuar vivos se o órgão morto não for vital. Estamos mortos quando o tronco cerebral, estrutura inicial da espinal medula, cessa o seu funcionamento. É possível estar vivo sem atividade cerebral se estivermos ligados a um suporte externo de vida, um ventilador. Os nossos tecidos continuam vivos e por isso podem ser usados para transplantes. Há vários tipos de morte biológica. A morte natural, a morte súbita, a morte violenta, a morte indeterminada, a morte cardiorrespiratória e a morte cerebral cujo diagnóstico depende da autópsia

Moléculas sensacionais

médico-legal estudada no capítulo da Tanatologia. Também há a morte social como a clausura em conventos, quando se morre para o mundo. O diagnóstico exato da morte sempre foi difícil e, por isso, na maioria dos protocolos de emergência é exigida a verificação por mais de um médico obedecendo a regras pré-estabelecidas. A obsessão humana da morte é uma motivação importante para o aparecimento de crenças e religiões organizadas que nos perturbam ao longo da vida porque o desconhecido que existe para lá nos aterroriza. Não há prova científica de que depois da morte tenhamos consciência, mas há crenças religiosas que afirmam que há vida para lá desta só que não sabem definir essa vida. As experiências de quase morte são relatadas na ciência através de vários casos que referem geralmente a visão de um túnel iluminado. No Direito uma pessoa está morta quando o médico lhe passa o certificado de óbito e com a morte cessa toda a sua personalidade jurídica. Mas se alguém desaparece e não dá notícias de si só é considerada morte passados dez anos. A morte é e continuará ser um tabu que está na moda. J. Pinto da Costa Professor catedrático de Medicina Legal

Domingo de manhã na barriga do caracol “Natal na Estação”

A nova história com ciência do “Domingo de manhã na barriga do caracol” tem como título "Natal na Estação" e está de regresso já no próximo domingo, dia 19 de janeiro. Num momento de conto, desperta-se a curiosidade e o interesse dos pequenos cientistas por conceitos básicos de ciência, que a seguir se exploram num momento prático e divertido. A atividade tem início às 11h00, na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e destina-se a crianças dos 3 aos 8 anos. O bilhete é de 5€ por criança, sendo a entrada gratuita para um adulto acompanhante. As inscrições podem ser feitas através dos seguintes contactos: 234 427 053 ou fabrica.cienciaviva@ua.pt.

Ciência na Agenda

Nome vulgar: Mosca-varejeira Nome científico: Calliphora vicina Esta é uma espécie urbana bem adaptada ao ser humano e às suas atividades. Apresenta geralmente grandes dimensões (5-13 mm). É distintiva a sua tonalidade azul escura, quase negra e o abdómen de tons metálicos. Tem apenas um par de asas, as anteriores, e as posteriores transformadas num par de órgãos de equilíbrio, característica comum da ordem Diptera. É considerada de extrema importância na entomologia forense, por ser das espécies pioneiras na colonização de um cadáver, muitas vezes num espaço de horas. Tal é explicado pela função natural das moscas, que atuam como decompositores primários, detetando e localizando fontes de odores de putrefação. No cadáver, os indivíduos adultos alimentam-se de quaisquer secreções, incluindo sangue; as fêmeas colocam os ovos e, em condições ótimas, estes eclodem 24 horas depois, começando as larvas vermiformes a alimentar-se dos tecidos corporais. A fase seguinte é a transformação em mosca adulta, através de uma metamorfose completa. É no estudo do ciclo de vida desta e de outras espécies que os investigadores conseguem calcular o possível intervalo após a morte.

16 jan (14h00) - A Fábrica vai... à Pampilhosa da Serra, com a oficina Branco é... galinha o põe, no âmbito do projeto Cientistas na Serra. 19 jan (10h00) - Programa Era uma vez… Ciência assim, com a história “M de Mãe, Mana ou Morcego?!”, na Rádio Terra Nova. 19 jan (11h00) – Domingo de manhã na barriga do caracol – “Natal na Estação”, na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro. 21 jan - Show de ciência Física Viva, no Cineteatro São Pedro, em Águeda, no âmbito do projeto Ciência em Movimento. 25 jan (11h00 e 15h00) - Pai, vou ao espaço e já volto! –

Figura - Representação da molécula de ácido N-acetilaspártico. “Moléculas Sensacionais” é um projeto de Paulo Ribeiro Claro (Departamento de Química da Universidade de Aveiro e CICECO) e de Catarina Lázaro (programa Click/Antena 1) em parceria com a Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro.

“A conquista do espaço”, com o astrónomo José Matos, no Arquivo Municipal da Murtosa. 26 jan (11h00) – Pai, vou ao espaço e já volto! – “A vida no espaço”, com o astrónomo José Matos, na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro.

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Laboração continua