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FOLHA BANCÁRIA SETEMBRO DE 2019 | ANO XXII | nº 08

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE CHAPECÓ - CTB | SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE JOAÇABA

P PDV’s

E A REDUÇÃO DA CATEGORIA BANCÁRIA

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No primeiro trimestre deste ano, os bancos fecharam 2.057 postos de trabalho. De 2013 para cá, os cortes já somam 62,7 mil vagas, a maioria delas (43,4 mil) foi fechada a partir de 2016, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Com o lançamento de novos Planos de Demissão Voluntária (PDV’s), agora em 2019, o quadro deve se agravar. Os PDV’s são demissões em massa disfarçadas. Além de reduzirem drasticamente o pessoal, sai quem ganha mais e quem entra no lugar recebe menos. Novos PDV’s A Caixa por hora adiou o lançamento, mas prepara mais um PDV, com o objetivo de reduzir até 3,5 mil empregados da matriz e escritórios regionais. No BB, a meta do plano que ainda está em estudo é atingir 2,3 mil postos de trabalho, conforme anunciou o banco em reunião com funcionários no mês de julho. No final de julho, no mesmo dia em que anunciou um lucro líquido de R$ 13,9 bilhões em 2019, o Itaú abriu um PDV. De acordo com o banco, cerca de 7 mil funcionários estavam elegíveis. O prazo para os funcionários se candidatarem encerrou em agosto, mas até o fecha-

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mento desta edição não havia sido divulgado o número de adesões ao plano. Sem contar que, nos últimos 12 meses, o banco já fechou 983 postos de trabalho. E não para por aí. O Bradesco lançou seu segundo PDV em pouco mais de dois anos no dia 29 de agosto. São elegíveis trabalhadores que tenham 20 anos ou mais de vínculo com o banco, em departamentos ou empresas coligadas, ou 10 anos para os lotados nos departamentos DOC e Telebanco. O prazo para adesão é até 16 de outubro. “A tendência de redução de postos de trabalho e o fechamento de agência se intensificou nos últimos anos. Enquanto os bancos enchem seus cofres e ampliam os investimentos em tecnologia, a categoria bancária está encolhendo. “Com essa medida também aumenta a sobrecarga de trabalho e, por consequência, o adoecimento. Vamos seguir cobrando mais contratações e o fim do assédio”, afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários de Chapecó e Região, Cesar Mazzolli. Dúvidas O Sindicato não interfere na decisão de adesão aos PDV’s, somente instrui os bancários. Quem tiver qualquer dúvida, pode entrar em contato com o Sindicato.

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Acordos específicos são renovados no Bradesco

Metas abusivas ameaçam sáude dos bancários Quase dois mil empregados afastados em cinco anos. A cada 2h48, um bancário diagnosticado com doença ocupacional mental. Esses são os números assustadores que levaram o Santander a ser condenado a pagar uma indenização de R$ 274 milhões por danos morais coletivos. A violação aos direitos trabalhistas não é exclusiva do banco espanhol, mas, infelizmente, se replica com a mesma gravidade em outras instituições financeiras. O mundo do trabalho tem mudado, passamos por um período difícil de reestruturações e cortes, e as cobranças estão cada vez mais implacáveis, com metas inalcançáveis, pressão e o decorrente adoecimento mental que já supera as doenças osteomusculares entre a categoria. As metas, que há muito não respeitam o número de funcionários e, tampouco, o perfil de cada unidade, ultrapassam atualmente todos os limites. Soma-se a isto o uso indiscriminado de ferramentas de mensagem fora do horário de serviço, não permitindo ao bancário o descanso mental necessário. Essas cobranças, das quais o sindicato tem recebido cada vez mais denúncias em nossa base, se ultrapassados os limites impostos pelo artigo 6º da CLT e pela súmula 428 do TST, podem configurar sobreaviso, levando a punições às empresas. É importante que os colegas responsáveis pelo controle do cumprimento das metas não ultrapassem tais limites, pois além de contribuí-rem com o adoecimento dos colegas, poderão ser responsabilizados. Lembre-se: para o banco, independente do cargo que ocupe ou de suas aspirações profissionais, você é um número e, em caso de prejuízo financeiro, imposto por uma ação individual ou coletiva, seu futuro e sua carreira podem ser prejudicados. Precisamos estar unidos para combater essa prática!

FOLHA BANCÁRIA Informativo mensal dos Sindicatos dos Bancários de Chapecó e de Joaçaba.

COE também pediu o cancelamento do Folha em Foco Fruto da mobilização da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, os acordos específicos do Telebanco Canais Digitais, Cipa Treinet, Ponto Eletrônico e Bradesco Financiamentos do Bradesco foram renovados. Durante o último encontro de agosto com o banco, a COE pediu o cancelamento do Folha em Foco. Na ação, as equipes de bancários eram incentivadas a usar a criatividade para “dar o start” da campanha de captação de folhas de pagamento. Sindicatos de todo o país receberam denúncias que os funcionários estavam sendo expostos em grupos de WhatsApp. Os gestores foram reorientados a cancelar a ação. Segundo os representantes do Bradesco, o Prêmio por Desempenho Extraordinário (PDE) é adi-

Renovação é fruto da mobilização da COE

cional à Participação nos Lucros e Resultados (PLR), sem desconto ou redução da mesma. Sobre o acompanhamento para a premiação, esclareceram que será feito por indicadores existentes. Ainda foi cobrada que as condições do programa sejam negociadas. Para o movimento sindical, todos os funcionários do Bradesco devem ser elegíveis ao PDE, inclusive os de departamentos. No entanto, o banco informou que a abrangência do programa já está definida.

Participe da nossa lista de transmissão do WhatsApp

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O Sindicato de Chapecó tem uma lista de transmissão no WhatsApp para enviar notícias de interesse da categoria. Não é um grupo, você receberá o conteúdo pessoalmente. Para participar é só adicionar nosso número à sua lista de contatos (49) 98804-0734 e nos enviar uma mensagem com seu nome e banco onde trabalha.

Dinheiro perdido Pedrinho está chorando e o avô tenta consolar: O que aconteceu, meu neto? - É que eu perdi duas notas de dois reais, responde ele. - Não chore mais. Tome aqui duas notas de dois reais! - Buááááá, continua Pedrinho. - Mas e agora, por que você continua chorando? - Eu deveria ter dito que tinha perdido uma de 10 reais...

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Distribuição dirigida aos bancários das bases dos sindicatos | Endereço: Avenida Porto Alegre, 619 D, Centro, Chapecó | seger@bancarioscco.com.br | www.bancarioscco.com.br | Edição: Suellen Santin | Revisão: Cesar Mazzolli | Tiragem: 1.800 exemplares | Fotos: Seeb Chapecó e Reprodução | Matérias: Seeb Chapecó, Contraf, Sindicato da Bahia e Sindicato de São Paulo. Impressão: Gráfica Inovar.


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CCT dos bancários garante descanso aos sábados Convenção coletiva dos bancários resguardou direito de descanso, mesmo com a aprovação da MP 881. Categoria não será afetada enquanto a CCT estiver valendo Um exemplo de como uma categoria organizada e unida pode evitar a retirada de direitos. Graças à Convenção Coletiva de Trabalho, negociada pelo Comando Nacional dos Bancários e com validade até 31 de agosto de 2020, a categoria continua com o descanso remunerado aos sábados garantido. Mesmo com a aprovação, pelo Senado, da Medida Provisória 881, que revoga a lei 4.178/62 que proibia a abertura das agências e dos estabelecimentos de crédito aos sábados. A proposta passou com muita facilidade, mostrando mais uma vez um Congresso alinhado com os interesses do grande capital privado. Porém, os bancários estão protegidos. Além da CCT, válida por dois anos, o artigo 224 da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) garante o repouso da categoria para além do domingo. Também aos sábados.

Categoria forte A categoria bancária é uma das mais fortes do país. O resultado é sentido pelos trabalhadores. A CCT é válida em todo território nacional. Portanto, todos os bancários, sejam de bancos públicos ou privados, têm direito às garantias contidas nela. É o caso do reajuste salarial e de todas as cláusulas com reposição da inflação mais 1% de aumento real. Direitos assegurados Outras conquistas estão asseguradas, como o parcelamento do adiantamento de férias em três vezes, a pedido dos empregados; estabilidade pré-aposentadoria; licença-maternidade de seis meses; licença-paternidade de 20 dias e o intervalo de almoço de 30 minutos para quem tem jornada de 6 horas e tiver que fazer hora extra.

25º Costelão e torneio de futebol celebram Dia do Bancário

Choveu, mas o tempo não atrapalhou nossa festa e o 25º Costelão e Torneio dos Bancários reuniu, mais uma vez, a categoria e seus familiares para um dia de comemoração na sede da Caixa em Chapecó (APCEF). O tradicional torneio de futebol suíço também fez parte da programação. Cinco times entraram na disputa e a equipe vencedora foi a do Bradesco São Cristóvão, de Chapecó. Os jogadores foram premiados com medalhas e uma taça de 1º lugar.

Bradesco São Cristóvão, campeão do torneio

Time do Itaú ganhou o 2º lugar

O 3º lugar ficou com o Bradesco Centro

Almoço de confraternização

Classificação geral do torneio 1º lugar: Bradesco São Cristóvão 2º lugar: Itaú 3º lugar: Bradesco Centro


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Com as ameaças de desmonte da Caixa, o papel público e social do banco e a defesa dos direitos dos empregados foram reafirmados na última mesa de negociação. Sobre o Saúde Caixa, a discussão tratou da discriminação em relação às PCDs convocadas, pois o banco se recusa a oferecer o plano de saúde para o grupo. Pela falta de pessoal, a rotina nas agências da Caixa é de sobrecarga de trabalho. A Comissão dos Empregados cobrou a contratação de empregados. Também foi cobrada a retirada da Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) do MO 21182. A medida indica o descomissionamento arbitrário.

Políticas preventivas de saúde Em decorrência da cobrança de metas inatingíveis e do assédio moral, o índice de adoecimento entre os bancários só aumenta. Esta foi a denúncia feita pelo Comando Nacional à Fenaban ao apresentar dados sobre a política de prevenção dos problemas de saúde do trabalho. O documento aponta a realidade de saúde dos bancários, a possível causa dos problemas, a necessidade de reconhecimento dos riscos e da construção da política preventiva. A Fenaban solicitou prazo para que os bancos internalizem as reivindicações, debatam e consigam, junto com os trabalhadores, desenvolver políticas de prevenção.

Santander é condenado em R$ 274 milhões por metas abusivas

Segundo a sentença, a cada 2 horas e 48 minutos, um bancário ou bancária que trabalhava na instituição desenvolveu doença mental por causa da pressão O Santander foi condenado a pagar indenização de R$ 274 milhões por dano moral coletivo, em uma ação judicial de abrangência nacional, porque submetia os bancários e as bancárias a metas abusivas de produção que aumentaram o índice de adoecimento mental ocupacional. A sentença foi dada pelo juiz do Trabalho, Gustavo Carvalho Chehab, da 3ª Vara do Trabalho de Brasília. Dois afastados por dia Em 2014, a média de afastamentos por acidente e doença mental ocupacional no banco foi de dois empregados por dia. Levando em conta apenas os dias úteis (segunda-feira a sexta), são quase três trabalhadores afetados por dia de trabalho, explicou o magistrado. “Considerando a jornada de 8h, ter-se-ia que, em média, a cada 2h48 um empregado do réu desenvolveu doença ocupacional mental”, destaca Chehab, lembrando que a jornada dos bancários é de 6h. De 2012 a 2016, 6.763 bancários receberam auxílio-doença do Instituto

Banco também foi condenado por assédio moral

Nacional do Seguro Social (INSS). Desse total, 1.784 são ou foram empregados do Banco Santander, o que significa 26,38%. Ou seja, além do dano ao trabalhador, a prática do banco também gera danos à economia e à sociedade. A fiscalização do trabalho comprovou assédio moral por metas abusivas, a fixação de ranking de desempenho dos funcionários nas paredes dos locais de trabalho e cobranças intensas, feitas pessoalmente, por e-mail, WhatsApp, SMS e telefonemas. Foram descritos em parecer psicológico intenso sofrimento e estresse ocasionados pelas práticas patronais de impor metas excessivas, majorá-las constantemente e fazer cobranças para seu cumprimento, sob constante ameaça de demissão.

Itaú antecipará a 13ª cesta alimentação O movimento sindical pediu e o mentação. Itaú vai antecipar o pagamento da 13ª cesta Este ano, o VA dos bancários foi realimentação para 25 de outubro. Pela Con- ajustado retroativamente a 1º de setembro venção Coletiva de Trabalho de 2019 (data base da cate(CCT) da categoria, os bancos goria), em 4,31%, que cortêm até o dia 31 de novemresponde à reposição da inficou o valor do valebro para realizar o crédito. flação mais 1% de aumento A 13ª cesta alimen- alimentação e da cesta real, conquistado no acordo tação é uma conquista da de dois anos. Portanto, o vaCampanha dos Bancários de 2015. Corres- le-alimentação e a 13ª cesta-alimentação ponde a mais um valor ao ano de vale-ali- passaram de R$ 609,88 para R$ 636,17.

R$ 636,17

O bêbado e o padre O bêbado entra no ônibus e senta ao lado de um padre. O padre olha para ele com um ar de piedade e diz: - Você não vê que esse é o caminho para o inferno, meu filho? - Puta que pariu! Peguei o ônibus errado outra vez.

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Luta pela Caixa 100% pública


O Brasil é nosso! SETEMBRO DE 2019 | ANO XXII | nº 08

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ESTATAIS SÃO FERRAMENTAS DE desenvolvimento nacional Projeto privatista ameça soberania nacional, empregos e futuro do país O governo está apostando todas as fichas na reforma da Previdência e na privatização. No fim de agosto, anunciou a intenção de vender 17 estatais. Eletrobras e Correios estão na lista, além de R$ 20,8 milhões em ações do Banco do Brasil. Para o diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários de Chapecó e Região, Sebastião Araujo, o governo está investindo na privatização, pois não tem uma política de desenvolvimento. “A saída para a crise não é vender nosso patrimônio e, sim, uma política econômica sustentável, que gere emprego e renda”, avalia. Experiências pelas quais o país já passou demonstraram que a privatização não é uma saída eficaz. A onda anterior de liquidação de bens públicos, comandada por Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, não trouxe resultados positivos e duradouros. Um dos prejuízos para o país com a privatização é o grande risco de desnacionalização. Isso porque, na competição para comprar os bens públicos ofertados, geralmente prevalecem investidores estrangeiros, que têm mais poder aquisitivo. A onda de privatizações anunciada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, é reduzir o tamanho do Estado, sob a justificativa de que a União precisa deixar de gastar com empresas consideradas “ineficientes” pelo governo. No entanto, o que os balanços financeiros mostram sobre as estatais vai justamente

contra esse argumento. Empresas públicas são fundamentais na geração de emprego, estratégicas para o desenvolvimento do país. Banco do Brasil, Caixa e BNDES oferecem à população e ao setor produtivo juros mais baixos e crédito que não interessam às instituições privadas emprestar. A Petrobras é uma das maiores empresas de petróleo do mundo e responsável pelo desenvolvimento de tecnologias de ponta, como exploração do mineral em águas ultraprofundas. A Embrapa elabora pesquisas para melhoria da produção agropecuária e foi fundamental na expansão das fronteiras agrícolas. São empresas públicas que sofrem ataques diante da atual conjuntura política e econômica.

R$ 24 bilhões foi o lucro das empresas estatais no primeiro trimestre deste ano.

mais de 800 mil empregos são gerados pelas empresas estatais.


67% dos brasileiros são contra privatizações Movimentos sociais e sindicais criaram frente parlamentar e popular em defesa da soberania nacional e vão reforçar pressão contra privatizações Pesquisa Datafolha, publicada no último dia 10 pela Folha de São Paulo, aponta que 67% dos brasileiros são contra a entrega do patrimônio público para o capital privado. Apenas 25% são a favor das privatizações, enquanto 6% não sabem e 2% se declaram indiferentes. O resultado reforça que o brasileiro sabe a importância do patrimônio nacional e o quão ele é fundamental para o desenvolvimento social e econômico do país. A aprovação para a entrega das empresas públicas é maior entre os entrevistados com maior renda familiar, chegando a 50% entre os que têm renda acima de dez salários mínimos, e caindo a 16% para os de renda até dois salários.

Privatizaram e voltaram atrás De 2000 a 2017, ao menos 884 serviços foram

reestatizados no mundo, segundo o Transnational Institute (TNI), centro de estudos em democracia e sustentabilidade sediado na Holanda. E as reestatizações ocorreram até mesmo em países centrais do capitalismo, como Estados Unidos e Alemanha. Isso aconteceu, segundo o TNI, porque as empresas privadas priorizavam o lucro e os serviços eram ineficientes e caros. Trabalhadores mobilizados No dia 4 de setembro foi lançada a Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Soberania Nacional na Câmara dos Deputados, em Brasília. Movimentos sociais e sindicais aprovaram um calendário de luta unificado contra as privatizações e formaram um comitê para pressionar deputados e senadores a defenderem as empresas públicas.

Por que defender as estatais Empresas públicas administram serviços e recursos fundamentais à população. Como se trata de estatais, todo lucro obtido por essas empresas será revertido em favor da população em vez de ser usado apenas pelo capital privado; Estatais, por lei, têm compromisso com a geração de empregos. Contratam por concursos públicos, e devem oferecer remuneração adequada e assegurar diretos trabalhistas; Diferente de empresas privadas, como não têm o lucro como objetivo central, as estatais tendem a possuir um alcance maior que as empresas privadas. Ou seja, em lugares mais remotos, onde não há interesse de investimento por parte do capital privado, a empresa pública oferece esses serviços para a população. Um exemplo são os bancos públicos, que priorizam a bancarização da população e se instalam em cidades onde os privados não querem atuar.

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