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FOLHA BANCÁRIA JULHO DE 2019 | ANO XXII | nº 06

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE CHAPECÓ - CTB | SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE JOAÇABA

Bancários discutem prioridades da categoria em Conferência Estadual Defesa dos empregos, dos bancos públicos e melhores condições de trabalho estão na pauta de SC Cerca de 200 bancários se reuniram no dia 6 deste mês, em Florianópolis, para discutir as demandas da categoria na 21ª Conferência Estadual dos Trabalhadores em Instituições Financeiras de Santa Catarina. Os sindicatos de Chapecó e Joaçaba participaram dos debates. “As novas tecnologias, a reorganização bancária e o crédito no Brasil destacando o papel dos bancos públicos na atualidade” foram pauta do painel do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-RJ). Já a doutora em Desenvolvimento Econômico, Marilane Oliveira Teixeira, propôs uma reflexão sobre a situação atual do Brasil e a falta de perspectiva para a retomada do desenvolvimento. Também fez parte da programação a apresentação dos relatórios das atividades do Comando Nacional neste ano e dos debates nas Mesas Temáticas de Saúde e Condições de Trabalho, Segurança Bancária e Igualdade de Oportunidades, que ocorrem com os representantes dos bancos. A reforma da Previdência, as mudanças no mundo do trabalho, a reestruturação do sistema financeiro e as ameaças aos bancos públicos estão entre os principais desa-

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fios a serem enfrentados pela categoria. “Os trabalhadores precisam estar mais unidos do que nunca para enfrentar esse cenário adverso. Não podemos nos omitir, porque os ataques aos nossos direitos vêm com força”, afirmou o presidente do Sindicato de Chapecó e Região, Cesar Mazzolli.

Bancos Durante a conferência também foram realizados os encontros por banco. Na Caixa e no BB o foco foi a defesa dos bancos públicos, dos planos de saúde dos funcionários, da previdência pública e complementar e de melhores condições de trabalho. Os funcionários dos bancos privados discutiram meios de defender os empregos, planos de carreira, cargos e salários, saúde e segurança bancária, entre outros temas específicos de cada banco. Já os banrisulenses discutiram a necessidade de manter o banco público e de uma campanha para esclarecimento e defesa do Banrisul junto à população.

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O inverno está chegando Atravessamos um período difícil. Os ataques contra os direitos dos trabalhadores vêm a galope. A ideologia econômica entreguista, com ameaças de privatização total ou parcial das instituições públicas, a reforma da Previdência, que vai reduzir drasticamente o valor dos benefícios e tirar de muitos o direito à aposentadoria, a Medida Provisória 881, que viola a jornada de trabalho dos bancários e autoriza a abertura das agências em finais de semana estão entre as ofensivas do capital contra o trabalho. A categoria bancária também começa a ser afetada pelos impactos da reforma trabalhista, aprovada sem discussões e sem consultas sociais. Os obstáculos criados para o acesso à Justiça do Trabalho, a dificuldade de fechar um acordo coletivo pela falta de ultratividade em acordos passados e o avanço da terceirização criam um quadro perverso de precarização. O momento exige o fortalecimento da categoria, para discutir esse cenário adverso e propor estratégias de resistência. No dia 6 deste mês nos reunimos em Florianópolis, na 21ª Conferência Estadual dos Bancários, e vamos levar nossas pautas para a Conferência Nacional da categoria, que acontece de 2 a 4 de agosto. Nos dias 1º e 2 de agosto os empregados da Caixa e do BB também se encontram para debater as questões específicas dos bancos públicos. Mesmo diante dos sucessivos golpes, não abriremos mão da luta e continuaremos unidos e mobilizados para barrar as ofensivas contra os trabalhadores, as organizações democráticas e os direitos sociais.

FOLHA BANCÁRIA Informativo mensal dos Sindicatos dos Bancários de Chapecó e de Joaçaba.

Cursos gratuitos para os bancários Parceria com o Instituto Fenae oferece cursos em modalidade de Ensino à Distância

O Sindicato firmou uma parceria com o Instituto Fenae de Responsabilidade Social para oferecer cursos em modalidade de Ensino à Distância, dedicados à formação e à preparação em diversas áreas. Os bancários podem se inscrever nos módulos sem cus-

to algum e vão receber certificado pelas capacitações. Quem tiver interesse deve entrar em contato com o sindicato para se inscrever e informar o nome completo, e-mail e CPF. Vale ressaltar que é possível fazer até dois cursos simultaneamente.

Quais são os cursos? • CPA 10; • CPA 20; • CEA; • CA 600; • Bancos Públicos no Brasil; • FBB 200;

• Introdução ao Mundo dos Vinhos; • MasterMind: “Desenvolvendo uma mente poderosa”; • Inglês Básico; • Cozinha Básica.

Brasil entre os 10 piores países para o trabalhador Pela primeira vez, o Brasil está na lista dos dez piores países do mundo para os trabalhadores, de acordo com o Índice Global de Direitos 2019, divulgado durante a 108ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT. O índice classificou 145 países de acordo com 97 indicadores reconhecidos internacionalmente. Esses indicadores apontam em quais países os trabalhadores e as

trabalhadoras estão menos protegidos, tanto no que diz respeito à legislação quanto à prática sindical. Segundo a relação, Arábia Saudita, Argélia, Bangladesh, Brasil, Colômbia, Filipinas, Guatemala, Cazaquistão, Turquia e Zimbábue são os dez piores países do mundo para os trabalhadores. As recentes alterações na legislação, com a reforma trabalhista, contribuíram para que o Brasil alcançasse esse resultado.

Presente Minha mãe sempre quis tocar piano. Meu pai, então, comprou um de presente para ela. Dias depois, liguei para o meu pai para saber como estava a experiência – Devolvi o piano. Convenci sua mãe a tocar flauta – disse ele. – Por quê? – perguntei. – Porque pelo menos com a flauta ela não consegue cantar junto.

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Distribuição dirigida aos bancários das bases dos sindicatos | Endereço: Avenida Porto Alegre, 619 D, Centro, Chapecó | seger@bancarioscco.com.br | www.bancarioscco.com.br | Edição: Suellen Santin | Revisão: Cesar Mazzolli | Tiragem: 1.800 exemplares | Fotos: Seeb Chapecó e Reprodução | Matérias: Seeb Chapecó, Contraf, Sindicato da Bahia e Sindicato de São Paulo. Impressão: Gráfica Inovar.


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Em agosto tem congressos dos bancos públicos e Conferência Nacional Bancários irão se reunir em São Paulo para debater demandas específicas da Caixa e do BB, e pautas gerais da categoria na Conferência Nacional As questões específicas dos empregados da Caixa e as dos funcionários do Banco do Brasil estarão em pauta nos dias 1º e 2 de agosto, durante os congressos nacionais das duas empresas, em São Paulo. Os diretores do Sindicato dos Bancários de Chapecó e Região, Sebastião Araujo, Pablo Mucelini e Sandra Lorenzett irão representar nossa base. Já a base de Joaçaba contará com a participação do bancário Jean Paulo de Deus e Silva Sonza no congresso do BB. Debater medidas do governo que enfraquecem a instituição, mecanismos de defesa da Cassi, manutenção da luta contra a resolução 23 da CGPAR, fechamento de agências, corte de postos de trabalho e as ameaças aos fundos de pensão são alguns dos tópicos a serem discutidos no Congresso Nacional dos Funcionários do Bancários vão discutir ações diante da difícil conjuntura nacional Banco do Brasil (30º CNFBB). Os empregados da Caixa vão aproveitar o 35º vindicações históricas conquistadas ao longo dos anos Conecef para intensificar a mobilização em favor da pelos trabalhadores das instituições financeiras públimanutenção do banco 100% público e contra o des- cas e privadas. monte orquestrado pelo governo. Participam da conferência 635 bancários, entre Também entram em debate a reestruturação, o delegados eleitos por federações e membros do Comanfim da utilização da GDP como critério para promoção do Nacional dos Bancários, os chamados natos. Serão por mérito, a redução do equacionamento na Funcef, debatidas, na ocasião, as ações da categoria bancária dentre outros pontos. para a difícil conjuntura nacional que se apresenta. O diretor de comunicação do Sindicato de Chapecó, SeConferência nacional bastião Araujo, o presidente do Sindicato de Joaçaba, Logo na sequência, nos dias 2, 3 e 4 de agosto Ademir Zambiazzi, o diretor financeiro Ernesto Valacontece a 21ª Conferência Nacional dos Bancários. mórbida e o secretário geral Rodney Tosi estão entre Será um evento para lutar, defender e garantir as rei- os representantes de Santa Catarina.

Pejotização prejudica a arrecadação do INSS A chamada pejotização afeta a arrecadação da Pre- período, aqueles com renda mais baixa, de até sete salários, vidência Social e compromete benefícios futuros do traba- cresceram 158%. lhador. Em curto prazo, entre os direitos perdidos com esse Esse movimento quebrou o princípio de subsídio modelo de contrato estão férias, licença-maternidade e 13º cruzado, no qual empregadores pagam salários maiores e financiam aqueles com menores salário. benefícios. Na prática, isso significa Nos últimos anos, contribuintes com renda mais alta têm arrecadação menor. sido responsáveis por uma migração Entre 2014 e 2018, a arrecadação líquida (corrigida pela inflado emprego com carteira assinada para o regime de pessoa jurídica ou ção) caiu 8,39%. Com a reforma da Previdência em curso, a situação autônomo, em que se reduz – ou elimina – o INSS. pode piorar, pois além de punir os Entre 1996 e 2017, o número idosos mais pobres, a proposta não contempla os novos formatos de de contribuintes com renda acima de sete salários mínimos caiu 25%, contrato, principalmente os pejotide acordo pesquisa da FGV Ibre. No Contribuintes que ganham mais têm saído do regime CLT zados.


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Vote não para o trabalho aos sábados

Denúncias no Bradesco

Saúde Caixa Os representantes dos empregados da Caixa se preocupam com a possível extinção do convênio médico em futuro próximo. As resoluções 22 e 23 da CGPAR e a nova versão do RH 121 são apontadas como principais ameaças. A limitação do percentual de participação a 8% da folha de pagamento ou percentual correspondente à divisão do valor da folha pelo custo do plano de saúde, usando como referência o exercício de 2017, acrescido de 10%, o que for menor está no topo dos problemas ocasionados pelas resoluções 22 e 23 da CGPAR. As medidas ainda estabelecem que o valor a ser custeado pelas empresas não poderá passar de 50% do total da assistência e proibem a adesão de novos contratados. Outro prejuízo é a nova versão do RH 221. A alteração tem o objetivo de definir e disciplinar a inscrição, a renovação e o cancelamento de inscrição de usuários do Saúde Caixa, que substituiu o extinto RH 043. Clara demonstração que o banco não se importa com os empregados, principalmente os aposentados.

MP ataca jornada dos bancários e quer permitir trabalho nos fins de semana Os ataques aos trabalhadores não param. O site do Senado Federal está fazendo uma pesquisa sobre o apoio da população à Declaração de Direitos de Liberdade Econômica (MP 881), que ataca a jornada dos bancários, permitindo o trabalho da categoria aos finais de semana, e acaba com a obrigatoriedade da existência da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) em cada unidade com mais de 20 funcionários. O Sindicato orienta os bancários a acessarem: bit.ly/2NJ5TUz e votarem não para a medida. A Medida Provisória foi promulgada em 30 de abril pelo governo. Mesmo sem ter entrado em vigor, o pacote de maldades está sendo ampliado. Está em tramitação o Projeto de Lei de Conver-

são, que faz aportes à MP. Os 18 artigos da Medida Provisória foram convertidos em 81 artigos do PL de conversão. Foram adicionados 63 artigos. A maioria deles retira direitos dos trabalhadores. Para o movimento sindical, as mudanças desrespeitam os princípios de solidariedade, diminuem a proteção e as garantias aos trabalhadores. Só representam retrocesso aos direitos. Jornada Até 1933, os bancários tinham uma jornada superior a oito horas, que só foi reduzida porque a categoria sofria com altos índices de adoecimento. A proibição do trabalho aos sábados, domingos e feriados é uma conquista de 1962. Hoje, os bancários trabalham seis horas por dia, de segunda a sexta-feira.

Trabalhador celetista é a grande vítima da reforma A reforma da Previdência só trará prejuízos aos trabalhadores e vai descontar especialmente naqueles que são contratados sob o regime CLT, chamados de celetistas. A previsão do governo é de economizar R$ 916 bilhões com a reforma, sendo destes, R$ 680 bilhões em cortes no regime geral da Previdência, que envolve todos os trabalhadores com carteira assinada. Os outros R$ 136 bilhões são cortes do regime próprio de servidores do setor público (Executivo, Legislativo e Judiciário). Desconsiderando as dife-

renças entre fontes de receita, como o CCSLL dos bancos, o corte de gastos previsto é de R$ 824 bilhões. Deste total, 84% será retirado dos celetistas: R$ 688 bilhões. Mais uma vez, o regime geral será o mais sacrificado. Só para lembrar, a reforma da Previdência de 1998 atingiu violentamente o regime geral com a implantação do fator previdenciário que, na prática, reduziu de 30% a 50% o valor das aposentadorias. Quem trabalhou dos 18 aos 50, por exemplo, se aposentou com praticamente metade do salário.

Traição O marido conta para o amigo: Descobri que minha mulher está me traindo com um motoqueiro. O amigo duvida: É fofoca! Só pode ser fofoca. O marido questiona: Mas como você pode ter tanta certeza? E o amigo responde: Eu nem sei pilotar moto.

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Após várias denúncias de práticas assediadoras no Bradesco, o Sindicato de Chapecó e Região interviu e pediu uma mudança de postura com os funcionários. O Sindicato está tomando as providências para resolver a situação e garantir um ambiente de trabalho saudável aos bancários.


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Pressão e assédio levam ao adoecimento

Total de bancários afastados por transtornos mentais cresceu 61,5% em oito anos O assunto não é de hoje, mas é nos últimos anos que o assédio moral tem ganhado repercussão e sido amplamente debatido. Uma pesquisa feita pelo site Vagas.com e publicada pela BBC Brasil ouviu centenas de profissionais em todo o país que já sofreram assédio e os relatos são alarmantes. A quantidade de depoimentos e a rapidez com que eles foram surgindo foi tamanha que o levantamento indicou este como um problema “comum” no mercado de trabalho brasileiro. Para se ter ideia do resultado, 52% das pessoas ouvidas disseram ter sido vítimas de assédio sexual ou moral. Entre aqueles que não passaram por essa situação, 34% já presenciaram algum episódio de abuso. Bancários entre os que mais adoecem Além dos riscos ergonômicos, as lesões por esforço repetitivo e o ritmo acelerado para dar conta da grande demanda de trabalho, o assédio é uma das principais causas de adoecimento dos bancários. Tanto que a categoria está entre as que mais afasta profissionais por doenças psiquiátricas. Problema que, na maioria das vezes, surge com a pressão para o cumprimento de metas abusivas.

O total de bancários afastados por doenças aumentou 30% entre 2009 e 2017. Pelo menos metade desses casos foram decorrentes de transtornos mentais e comportamentais, que cresceram 61,5% no período. Os problemas ligados a lesões por esforço repetitivo elevaram 13%, segundo dados do INSS obtidos pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo. Informações do Ministério Público do Trabalho (MPT) apontam que os bancos foram responsáveis por 5% dos trabalhadores afastados por doença entre 2012 e 2017, enquanto a categoria representava 1% dos empregos no país. “Muitos bancários adoecem por causa das consequências nefastas do assédio moral. Os meios de se atingir as metas impostas pelos bancos praticamente não são discutidos e, por estratégia, as empresas acabam individualizando as metas. Submetem os bancários a avaliações de desempenho individual, um caminho que favorece a prática do assédio, por deixar o trabalhador mais exposto. Tudo isso priorizando o aumento dos lucros, em detrimento da saúde do empregado”, critica o presidente do Sindicato de Chapecó e Região, Cesar Mazzolli.


O que os sindicatos defendem

Bancos reconheceram o problema

O movimento sindical defende a construção coletiva das metas, para que o banco dialogue com os bancários sobre a melhor forma de atingir esses objetivos, sem assédio, sem causar adoecimento. As metas devem ser redimensionadas conforme o número de trabalhadores em cada local de trabalho e o perfil da unidade. A cobrança tem que ser equilibrada, respeitosa, em momento e condições apropriadas.

Desde 2010, os bancários contam com um instrumento de combate ao assédio moral, conquistado após grande mobilização na Campanha Nacional Unificada. O canal de denúncia da categoria tem o objetivo de apurar e solucionar os casos relatados, com total sigilo do denunciante. Sobre as metas, a categoria garantiu, em 2015, a inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de uma cláusula que prevê que o monitoramento de resultados – nome que os bancos dão para a cobrança por metas – será feito “com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho”.

Sobrecarga não pode!

O que é meta abusiva? Um pacote pronto e imposto de metas exageradas, inalcançáveis, que podem mudar a qualquer tempo e que não respeitam o número de trabalhadores, nem o perfil da unidade.

As demissões promovidas pelos bancos, para aumentar seus lucros, levam a situações absurdas em agências e departamentos que funcionam em condições precárias, com muito menos trabalhadores do que o necessário para fazer o serviço. Essa condição também deve ser denunciada ao Sindicato.

E assédio moral? Assédio moral é a exposição repetitiva e prolongada dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções. É praticado pelos chefes contra seus subordinados. São condutas desumanas e sem nenhuma ética. Humilhação repetitiva e de longa duração que interfere na vida do trabalhador de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais. Tudo isso ocasiona graves danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade para o trabalho, desemprego ou mesmo a morte.

Você sabia que o Sindicato dos Bancários de Chapecó e Região tem um canal online de denúncias? Se você passar por situações de assédio moral ou for submetido a metas abusivas pode fazer sua denúncia pelo nosso site.

CONTE PRA GENTE

E CONTE

COM A GENTE

É só acessar www.bancarioscco.com.br, clicar na aba “Atendimento aos sindicalizados” e selecionar a opção “Faça sua denúncia”. Você será direcionado para um formulário e pode preenchê-lo de forma anônima, mas é importante ressaltar que se você não deixar o nome ou nenhum contato não teremos como dar um retorno sobre as medidas tomadas pelo Sindicato para o seu caso.

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