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EB Elias Garcia

Escrita Criativa

Projeto Eskrítica

4ºC


A Minha amiga inventada A minha amiga chama-se Ana, ela tem 9 anos. Nós todos os anos fazemos aventuras. Este ano, como há crise, vamos ficar por cá, por Lisboa. Um dia, fomos à cidade, a uma loja. Essa loja vendia roupas para brinquedos. A minha amiga não gostou de roupa nenhuma, aliás, a roupa era muito grande. Então eu desisti de lhe comprar roupa. Quando estávamos a passear, ela começou a dizer que estava com fome e fomos jantar. Depois de jantarmos, fomos para casa. Ela disse que estava com sono e foi-se deitar. Eu fiquei a brincar, só mais tarde é que me deu o sono. No dia seguinte, meti-a dentro do baú e fui para a escola. Quando chegaram os meus colegas, o João e o Ricardo, fomos brincar para o recreio. Chego a casa, abro o baú e começo a falar com a minha amiga imaginária. Fomos jantar e brincámos juntos, no meu quarto. Sinto barulho, é minha mãe a abrir a porta, a minha amiga corre para o baú e eu deito-me logo na cama. No dia a seguir, levanto-me às 7:00 e vou fazer o meu lanche para levar para a escola. A minha mãe disse que era sábado. Eu fiquei feliz e irritada ao mesmo tempo e fui deitar-me na cama. De seguida, acordo e, quando abro o baú, a Ana tinha desaparecido. Olho ao redor do meu quarto e vejo que a janela estava aberta e começo a chorar, porque deixei de ter com quem brincar e disse à minha mãe que não ia à escola. A minha mãe ficou preocupada por não saber a razão. No dia seguinte, terça-feira, feriado, decidi dizer à minha mãe para irmos pelas ruas de Lisboa procurá-la. Lá fomos nós, mas nem rasto dela. Finalmente, vi-a numa loja de brinquedos. Na minha história, ela era uma amiga a sério, até falava. Expliquei à minha mãe que quando fosse grande queria ser poetisa para poder dar asas à imaginação e criar os meus próprios amigos. A minha mãe disse para seguir o meu sonho. Já grande, tirei o curso de poetisa e finalmente, cumpriu-se o meu sonho e passaram-me chamar Gabriela, a poetisa. E fomos as mais felizes do mundo! Gabriela Marta Guerra Gomes 4º Ano Turma C E.B. Elias Garcia, Sobreda


Era uma vez, um amigo inventado. Ele tem olhos escuros, nariz curto, boca pequena e rosto comprido. Eu ia dar um passeio com ele. Ele chamava-se José. E, de repente, apareceu à frente de nós, uma arca e nós pensámos que ela estava cheia de coisas de ouro. Então, nós abrimo-la e lá não estava nada. E eu estranhei e pensei. Como é que uma arca pode estar sem nada lá dentro? Então eu disse para o José ir lá para dentro da arca. Trouxe uma chave, tranquei a arca e o José ficou lá dentro, pois eu era muito severo. E ele ficou aflito. Então eu abri a arca e tirei-o lá de dentro e continuámos o nosso caminho. E agora apanhámos outro susto. Pois encontrámos outra arca. Mas esta não era uma arca qualquer, era uma arca de guardar segredos. E continuámos o nosso caminho. E agora nós encontrámos uma árvore que dava poetas. Mais adiante encontrámos outra árvore que, por sinal, não dava nada. Esta estação do ano era o Outono. Um dia, eu apanhei um grande susto do meu amigo José. Foi quando o levei a minha casa e nós divertimo-nos muito. A seguir à árvore que não dava nada, encontrámos um prédio completamente desabitado, entrámos e vimos que aquele prédio era feio e medonho. Foi uma grande aventura de dois bons amigos.

Trabalho realizado pelo Tiago Lopes- 4ºC


A minha amiga inventada Sentada numa cadeira e começo a escrever. Estou a descrever uma amiga que se vai chamar Cláudia. Ela vai ser igual a mim. Vai gostar das mesmas coisas de que eu gosto. Vai querer ser veterinária como eu, vai gostar de cantar, dançar, escrever, ler e muito mais. Entretanto fui lá fora e vi muita gente, fiquei envergonhada, porque vi muitas crianças a olharem para mim. Fui para uma loja e vi muita gente, mas fiquei sempre ao pé da minha mãe para não me perder. Passado algum tempo, vi a amiga que eu tinha inventado. Disse à minha mãe que ia à casa de banho, mas afinal, ia buscar a minha amiga que já tinha desaparecido. Não a tinha encontrado, então fui para casa. Quando cheguei a casa, vi-a no meu quarto e disse-lhe para nunca mais fugir de casa. Depois comecei a escrever e ela começou-me a ajudar e assim continuamos a escrever. Quando fui dormir, disse à minha amiga: -Ainda bem que te tenho como amiga.

4ºC


O meu amigo inventado Eu, um dia, estava sozinho e inventei um amigo para brincar, com o nome de Justin Bieber. Um dia, fomos passear e brincar para a rua. Eu fui a uma loja para comprar uma casa pequenina para oferecer ao meu amigo. Eu e o meu amigo íamos fazer aventuras e brincar. Fazíamos piqueniques todos os dias para podermos olhar para o mar. Certo dia, nós fomos para a praia, comemos lá e até dormimos e tomámos banho na água salgada. Fomos para casa e o meu amigo foi para a sua casinha que eu lhe comprei. Acabámos por dormir toda a noite. De manhã, fomos para um hotel de cinco estrelas. Ficámos instalados no último andar, onde havia uma prancha que permitiu que fizéssemos saltos e mergulhássemos na água. Nos tempos livres, o meu amigo ia sempre brincar para todo o lado, enquanto eu estava a fazer alguma coisa. À noite, íamos para a piscina, com luzes acesas e era muito fixe. Comemos lá ao ar livre com o som da noite que é uma coisa fantástica e fomos passear à rua com lanternas para podermos iluminar. Finalmente acabaram as férias, e nós tínhamos de começar a escola, com novos professores e amigos. O meu amigo teve de ir para a sua escola inventada e ficou muito triste, porque queria estar comigo a brincar para sempre. Espero encontrar, na vida real, um amigo tão bom como este.

Pedro Cerveira de Almeida 4.º Ano, Turma C, N.º 16


A minhoca e o menino Era uma vez um menino que se chamava Rui e estava em casa sem fazer nada. De repente, reparou numa bela macieira e pensou: - Será que posso ir àquela árvore, trepá-la e colher uma deliciosa maçã? Depois de muito pensar e de sentir desejo de comer, resolveu ir lá fora colher uma maçã para saciar o seu apetite. Subiu à árvore, mas deparou-se com um batalhão de formigas que o impediam de trepar. Tanto insistiu que conseguiu colher uma maçã, mas deixou-a cair. Quando desceu da árvore, apanhou-a e reparou que esta tinha um buraquinho, e dentro deste, havia uma minhoca. O menino assustou-se e começou a chorar. De repente ouviu uma voz, era a minhoca que lhe estava a dizer para não chorar, apenas era um ser vivo que não lhe iria fazer mal. No fim, o menino, em vez de comer a maçã, ficou amiga da minhoca e deixou de pensar em comer mais maçãs.

Trabalho realizado pela Débora Nunes – 4


O menino e a macieira Era uma vez, um minino que se chamava Eduardo. Um dia estava muito calor e o menino foi para a rua, mas não estava protegido. Olhou para uma macieira e reparou que as maçãs tinham bom aspeto. Como não chegava lá, subiu à árvore, mas continuou a ter dificuldade em colher uma maçã. Pensou, pensou e chegou à conclusão que não tinha ideias de como apanhar uma maçã. Até que no mesmo dia abraçou a árvore, abanou-a e as maçãs começaram a cair. Desceu da árvore e apanhou uma, mas esta não tinha bom aspeto. - Não pode ser, disse o menino. Como estava a escurecer, resolveu ir para casa, mas levou –a consigo. Como as maçãs não tinham bom aspeto, resolveu fazer uma torta de maçãs. Quando se preparava para as cortar, apareceu uma minhoca e ele assustou-se. O menino ficou desiludido porque não conseguiu comer nenhuma maçã, nem conseguiu fazer uma torta. Afinal, para que servem tantas maçãs se não prestam para comer?

Trabalho realizado pelo Tiago Lopes – 4ºC


Texto descritivo Numa grande e bela cidade havia um parque, muitos prédios, um tribunal… No parque havia um escorrega, um balancé, um banco e muitas pessoas. Ao lado do parque havia uma senhora a deitar o lixo nos ecopontos e um senhor a varrer o lixo. Em frente ao tribunal havia uma senhora a vender jornais, muitos jornais, e do outro lado a paragem do autocarro, com uma pessoa à espera do autocarro. Nos prédios altos e coloridos havia: uma sapataria, uma loja com artes, um supermercado e uma loja de roupa. Havia muitos automóveis a passar na rua. Na passadeira estava uma menina a ajudar um idoso a atravessar a passadeira. Ao lado dos prédios havia um grande cinema. Na janela de um prédio estava uma pessoa, na outra um gato e na outra uma planta. Na estrada estava um autocarro vermelho, um carro laranja, uma moto vermelha e um táxi. Esta grande cidade é mesmo muito movimentada e muito colorida. A árvore que está no parque já perdeu quase todas as folhas. E esta é a cidade mais bonita que eu já vi.

Maria Inês 4ºC


21 Outubro 2011

Projeto Eskrítica

Texto Descritivo

Era uma vez uma grande cidade. Ela era tão bonita que toda a gente gostava de lá ir. Era uma cidade toda caiada de branco. Havia lá um jardim muito bonito e toda a gente também gostava de lá ir brincar. Ao lado esquerdo, havia uma árvore com as folhas a cair, porque era outono. Havia lá uma idosa sentada num banco verde. E também havia lá uma caixa do correio. Haviam lá dois carros que não podiam passar pois o sinal estava vermelho. No jardim, estão dois meninos a brincar num belo balancé. Também há lá uma menina a brincar num escorrega amarelo. Também ao lado direito há três ecopontos: um verde, um amarelo e um azul. Há um idoso a ajudar um menino a passar na passadeira. E há lá uma pastelaria, um talho e uma loja de pronto a vestir. Também há lá fotógrafos a fotografar a grande cidade. Há um carro branco ao pé do cinema. O jardim tem uma vedação à volta e o jardim ficava mais bonito com flores. Ao pé do carro cor-de-laranja há uma caixa telefónica. Havia um prédio todo caiado de branco com uma pessoa no primeiro andar. Há lá uma pessoa numa paragem de autocarro à espera do autocarro vermelho. Atrás da cidade há um prédio verde muito bonito. Ao lado do cinema há uma farmácia também muito grande.

Trabalho realizado pelo Tiago Lopes – 4ºC


Texto colectivo A Lenda de São Martinho Era uma vez um soldado romano chamado Martinho. Ele vivia num castelo. Um certo dia de chuva e frio resolveu dar um passeio a cavalo, nos arredores do castelo. De repente encontrou um mendigo escondido numa rocha cheio de frio e fome e pediu-lhe esmola. São Martinho como ficou com pena dele pegou na sua espada e cortou a sua capa em duas partes iguais dando metade ao mendigo, para se aquecer. O pobre ficou muito agradecido. São Martinho regressou ao castelo e quando ia no caminho ficou um sol muito brilhante que fazia lembrar o Verão. Conta a lenda que a partir desse dia e para relembrar a boa ação, todos os anos nesta altura aquece o sol.

4ºC


Projeto Eskrítica – Outono

O outono

Em pleno outono, na aldeia dos pais do João, já se tinham feito as vindimas há bastante tempo, e estava a chegar o tempo do magusto. Nem sabem a chuva que caía, muito vento, céu cinzento e muitas nuvens. Naquela noite eles comeram frango com batata cozida e uvas. No dia seguinte, cidadãos foram apanhar as castanhas e o João disse: - Mãe, quero ir! - Não, não e não. - Vá lá… - Hummmmmmmmm, está bem. Vais, mas não te sujes. - Prometo que me porto bem. Bem agasalhado, lá foi ele apanhar as castanhas, mas ele é maroto, o que mais gostava de fazer era subir às árvores, mas uma grande ventania dificultava o seu trabalho. À noite, no dia de S. Martinho comeram castanhas assadas e assim se fizeram o magusto. - Feliz outono, disse o João. - Viva o Outono, viva, viva. No dia seguinte, foram-se embora para o João poder regressar à escola. Quando chegaram a casa, a mãe disse: - João, vai lavar os dentes e deita-te cedo. - O João obedeceu e deitou-se cedo, mas foi a pensar nas castanhas deliciosas que tinha comido, no dia de S. Martinho. Foi um dia memorável e que irá recordar mais tarde.


Uma aventura na Quinta. Era uma vez uma galinha que punha uma dúzia de ovos, por semana. Num certo dia, o dono foi buscar os ovos logo pela manhã e viu que eles tinham desaparecido. No dia seguinte viram o porco a entrar no galinheiro e as galinhas disseram:- Foi o porco! E, desde então, disseram que era ele que estava a roubar os ovos das galinhas. - Mas coitadinho! Estava sozinho e não tinha amigos para brincar, ficou sem companhia. O cão foi ver se encontrava o ladrão, e como as galinhas o viram dentro do galinheiro, disseram logo que era ele o ladrão. -Coitadinho! Ficou uma grande confusão, até que um dia, fizeram uma armadilha no chão e apanharam uma raposa manhosa. Finalmente descobriram o mistério dos ovos das galinhas. Estas disseram ao porco e ao cão: -Desculpem amigos, por vos dizer que eram voçês que estavam a roubar! -Desculpam-me? -Claro que sim. E, desde esse dia, ficaram contentes e amigos. Veio o Natal, e foi um Natal muito bom. A galinha perguntou ao cão: -Este Natal foi muito bom, não achas? -Sim, apesar de ter acontecido algumas coisas menos boas. - Queres partilhar comigo uma fatia de bolo rei? Perguntou o cão. -Sim, eu quero! Disse a galinha toda contente. A galinha ainda esta um pouco triste por dizer aos amigos que tinham sido eles a roubar os ovos das galinhas, mas estava contente por a desculparem. Temos de dar valor ao melhor que temos: à amizade e aos bons amigos.

Autora: Gabriela Gomes.


Aves Migratórias Já partiram as aves migratórias Já nem o vento as pode parar Á! Pois veio a chuva Que já esta a abusar

Não lhes chamem aviões Porque aviões não são São aves migratórias Que voam como um avião

Voam para países quentes Países quentes como o Brasil Voam para muito longe Mas não sabem para onde ir

Têm a pele muito branquinha Igualmente a uma camisinha As asas são castanhas Igualmente às aranhas

Já não voam andorinhas Á frente das casinhas Pois já foram embora Para perto de Angola

Miguel Alves Nº17 4ºC


O gato O gato mia, mia Mas quase não conseguia Chegou lá outro gato Que não o conhecia. Eles gostam de ir a uma feira Que fica na palmeira Se um gato lá não está O outro também não vai. Não gostam de ir para a escola Com a sua sacola Não lhes interessa as notas do teste Pois eles estão sempre a chumbar. O que eles mais gostam é da feira Que fica na palmeira Vão para lá nas férias Pois não têm nada que fazer. Estão sempre a fazer coisas na cantina Que tem uma cortina Quem a sujar Leva uma hora de castigo. Trabalho realizado pelo Tiago Lopes-4ºC


Poesias Os Animais Apareceu uma borboleta, Que pousou na gatinha Violeta. Vieram duas cadelas, Que quiseram brincar com elas.

Foram todas passear, Sempre a cantar. Juntas resolveram uma lanche fazer, E todos os animais convidaram para comer.

Depois de muito brincar, Foram para suas casas jantar. Depois foram dormir, Para uma noite descansada conseguir.

No dia seguinte, Fizeram um piquenique. Depois foram para a escola, Todos com a sacola.

Veio o intervalo, E foram brincar com o Paulo. Depois fora outra vez estudar, Mas estavam com a cabeça no ar! Maria Inês 4ºC


O Peixinho

O peixinho nada,nada

A filha fica preocupada

Vai comer uma feijoada

Pois está muito baralhada

Ela era tão saborosa

O peixinho ajuda

E também apetitosa

E cresceu-lhe uma ruga

O peixinho vai para a escola

A mãe acorda

E na sacola tem uma bola

E a filha salta à corda

Vai saber as notas

Felizes ficaram

Está com dores nas botas

Que até se falaram

Será que tirou positiva?

O peixinho tem uma surpresa

Ou teve negativa?

Que era uma beleza Era luminosa

Feliz vai para casa E parece que tem uma asa A mãe desmaia E aparece a filha Maia

Trabalho realizado pela Gabriela Gomes – 4

E muito espantosa!


OS AMIGOS

Quando nascemos, estamos sozinhos Mas logo temos os nossos pais para nos abraçar Para nos dar amor e muitos carinhos Pois a nossa vida está prestes a começar

O nosso mundo é grande ao amanhecer Lá fora há muito para descobrir Lugares e pessoas para conhecer E muitos amigos para fazer sorrir

Os amigos são importantes na nossa vida São eles que nos fazem sentir a felicidade Na ida das férias ficamos tristes com a partida E sentimos falta da alegria e amizade

Mas logo voltamo-nos a encontrar Para acabar de vez com a saudade Não vimos a hora de começar a brincar E não importa a nossa idade.

Escrita Criativa  

Textos escritos pelos alunos, usando a criatividade e imaginação

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