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Teresina, Piauí, julho de 2015 Ano 1 • Nº 2 • Edição trimestral

GOVERNADOR ASSINA O DECRETO QUE REGULAMENTA O FUNDO ESTADUAL DE PESQUISA 2 e 3 Páginas

Entrevista: Albemerc Moraes destaca trabalho para otimizar a pesquisa no Piauí Páginas

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Fapepi reestrutura Câmaras Técnico-Científicas Página

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Francisco Guedes coordena mesa em seminário sobre federalismo Página

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EXPEDIENTE José Wellington Barroso de Araújo Dias Governador do estado do Piauí Margarete de Castro Coelho Vice-Governadora do estado do Piauí Francisco Guedes Alcoforado Filho Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí - Fapepi Albemerc Moura de Moraes Diretor Técnico-Científico da Fapepi Wellington Carvalho Camarço Diretor Administrativo-Financeiro da Fapepi

Foto: Allan Campêlo

MATÉ R I A

Teresina, Piauí, julho de 2015 Ano 1 • Nº 2 • Edição trimestral COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO: Michelly Samia EDITOR-CHEFE: Afonso Rodrigues MTb 2054/PI REDAÇÃO: Afonso Rodrigues Allan Campêlo (estagiário) Mário David Melo Vanessa Soromo FOTOS: Allan Campêlo Jardenya Bezerra Mário David Melo Vanessa Soromo PUBLICITÁRIA: Patrícia Carvalho REVISÃO: Márcia Ananda DIAGRAMAÇÃO: Luiz Carlos IMPRESSÃO: Gráfica Realce TIRAGEM: 10 mil exemplares Publicação Trimestral fapepi.pesquisa@gmail.com www.fapepi.pi.gov.br Av. Odilin Araújo, 372, Piçarra Teresina-PI • CEP 64017-280 Fone: (86) 3216-6090 Fax: (86) 3216-6092

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Governador Wellington Dias ao lado do Presidente da Fapepi, Francisco Guedes

FUNDO ESTADUAL DE PESQUISA É REGULAMENTADO Por Allan Campêlo

Secretaria-Executiva do FUNDES será exercida pela Fapepi

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Fundo de Pesquisa e Desenvolvimento Técnico-Científico do estado do Piauí (FUNDES) foi criado pela Lei Estadual nº 5.790/2008, destinando-se a financiar a pesquisa científica no Piauí através da concessão de bolsas e auxílios para a pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), além da capacitação de profissionais na área. No dia 1 de junho deste ano, o governador Wellington Dias esteve na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) para assinar o decreto que regulamenta o Fundo. Com o decreto em vigor, o FUNDES será gerido por um Conselho Diretor vinculado à Fapepi, que exercerá a Secretaria-Executiva do Fundo,

com atribuições de natureza técnica, administrativa, financeira e contábil necessárias à gestão. O Fundo vai contar com um representante dos seguintes órgãos: Secretaria de Fazenda (SEFAZ), Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico (SEDET), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SDR), Assembleia Legislativa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Piauí (Emater), Universidade Estadual do Piauí (Uespi), Federação das Indústrias do Estado do Piauí (Fiepi) e Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Piauí (Faepi). O presidente da Fapepi, Francisco Guedes, falou sobre a importância da regulamentação do FUNDES: “Para o

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Foto: Jardenya Bezerra

MATÉ RIA

Governador assina o decreto que regulamenta o FUNDES desenvolvimento sustentável do Piauí, é preciso ter mais investimento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O Fundes veio para atrair mais investimentos do governo para esse setor, bem como viabilizar parcerias com o setor privado. A empresa que investir em pesquisa através do Fundes tem vários benefícios, como os da lei de incentivo à inovação e os incentivos fiscais, além de ser parceira do desenvolvimento do Estado”. Entre os objetivos do FUNDES estão o intercâmbio de pesquisadores nacionais através de bolsas de estudo e o estimulo à criação de alianças estratégicas e projetos de cooperação entre empresas piauienses, incubadoras de empresas e instituições públicas e privadas sem fins lucrativos, cuja atividade de pesquisa gere produtos e/ ou processos inovadores. Desse modo, dentro das possibilidades de investimento, as empresas que financiarem o Fundo podem se beneficiar através de incentivos fiscais para o desenvolvimento regional conforme determina o art. 11ª, §4 da Lei Federal 9.440/97 e Lei Estadual 4.859/96, além de ser reconhecida como empresa parceira do desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) em nosso Estado. Na oportunidade, o governador Wellington Dias falou sobre suas perspectivas para a regulamentação do FUNDES: “Além da regulamentação do Fundo de Pesquisa, nós também estamos trabalhando uma rotina de editais que irá permitir ter as condições de ampliar, ano a ano, investimentos nessa área da pesquisa e da inovação”. FAPEPI INFORMA

CONFIRA OS EDITAIS VIGENTES DA FAPEPI PROGRAMA DE BOLSAS DE DOUTORADO E AUXÍLIO PARA DOCENTES DE INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ Conceder bolsas de formação de doutorado no país e auxílio deslocamento a docentes efetivos das instituições públicas de ensino superior, sediadas no Estado do Piauí, por meio do Programa de Doutorado para Docente, visando contribuir para: formação de novos grupos de pesquisa em áreas prioritárias, consolidação dos grupos já existentes, estímulo à cooperação acadêmica e à criação de novos programas de pós-graduação. Valor total de R$ 125.600,00 FOMENTO AO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO, TECNOLÓGICO E DE INOVAÇÃO DO ESTADO Objetivo: Propiciar o fortalecimento de Sistemas Locais de Inovação dos grupos de pesquisa atuantes no Piauí, incentivar a criação de laboratório de inovação, parques tecnológicos, os cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado) e fomentar linhas de pesquisa de interesse do Governo do Estado, através da concessão de auxílios financeiros destinados à pesquisa científica, tecnológica e de inovação voltadas para o desenvolvimento sustentável e socioeconômico, cujo resultado apresente potencial de aplicabilidade no desenvolvimento científico, tecnológico e socioeconômico do Estado do Piauí Valor total de R$ 240.000,00

AUXÍLIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTO CIENTÍFICO Objetivo: Apoiar pesquisadores com vínculo em instituições de ensino e/ou pesquisa do Piauí ou servidores públicos efetivos graduados em qualquer área, através da concessão de auxilio financeiro para a apresentação de trabalho científico em eventos científicos realizados em outros estados da Federação ou no exterior. Valor total de R$ 100.000,00 AUXÍLIO PARA PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA Objetivo: Financiar parcial ou totalmente publicação de artigo científico em periódicos ou de livros que exponham resultados originais de pesquisa científica realizada por pesquisador de instituições sem fins lucrativos, sediadas no Estado do Piauí, ou servidor publico efetivo que possua graduação em nível superior. Valor total de R$ 100.000,00 AUXÍLIO PARA ORGANIZAÇÃO DE REUNIÃO CIENTÍFICA Objetivo: Apoiar parcialmente a organização de evento científico e/ou tecnológico e inovação a serem realizados exclusivamente no Estado do Piauí, como congressos, workshops e outros eventos similares que contribuam para o intercâmbio do conhecimento científico e/ou tecnológico e inovação, produzido por pesquisadores de instituições do Estado do Piauí. Valor total de R$ 100.000,00

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E NT R E V I S TA

H

Por Afonso Rodrigues

á pouco mais de três meses à frente da diretoria técnico-científica da Fapepi, Albemerc Moura de Moraes vem trabalhando para avançar no diálogo entre a fundação, a comunidade científica e o setor produtivo do estado do Piauí. Nesta entrevista, o diretor fala da missão de realizar um mapeamento das competências da pesquisa do estado para diagnosticar as principais linhas de pesquisa e, assim, otimizar o processo de pesquisa científica no Piauí.

Qual a função da diretoria técnicocientífica dentro da Fapepi? Nós coordenamos e executamos as atividades técnico-científicas da Fundação. Dentre as nossas atribuições estão: a administração da concessão de bolsas, auxílios e subvenções; o encaminhamento aos consultores ad hoc das propostas de apoio às atividades de pesquisa; a capacitação de recursos humanos e a realização de eventos; a orientação do Conselho Técnico-Administrativo da Fapepi na elaboração do plano de trabalho da Fundação; e a manutenção do intercâmbio com entidades governamentais e não governamentais, nacionais ou estrangeiras, objetivando viabilizar o fomento da pesquisa em ciência e tecnologia do Estado e propor estratégias de apoio às atividades de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). O senhor assumiu o cargo em março deste ano. Como está sendo o trabalho à frente da diretoria? Diante das prioridades do governo estadual, a atual gestão da Fapepi tem a visão de ampliar as ações na área de ciência, tecnologia e inovação. Então, nesse cenário, nós temos discutido vários planos de ação e procurado avançar no diálogo com a comunidade acadêmica e o setor produtivo. Uma das metas principais da atual gestão é otimizar o processo de pesquisa científica de prateleira

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Foto: Allan Campêlo

OTIMIZANDO A PESQUIS

Albemerc Moura de Moraes é físico pela Universidade Federal do Piauí, mestre e doutor em Energia pela Universidade Federal do ABC, com experiência na área de energias renováveis no meio rural. para que esta tenha aplicabilidade. Dessa maneira, como diretor técnico-científico, estou buscando, junto com toda a equipe, a realização de um diálogo frutífero com o setor produtivo e os pesquisadores da área para trabalhamos em prol da inovação tecnológica e da inovação do processo, uma vez que uma das grandes metas da atual gestão é tornar o Piauí referência em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). Entre as funções do diretor técnico-científico está a de fazer esse diálogo entre a comunidade científica e a Fapepi. Como está sendo feita essa interlocução? Nós estamos tentando tornar esse diálogo fecundo através das câmaras técnicas. Nós temos sete câmaras técnicas que foram instituídas em novembro de 2012. São seis câmaras acadêmicas e uma câma-

ra de inovação. Cada uma dessas câmaras tem nove membros, com coordenador e vice-coordenador, os quais representam as grandes áreas do conhecimento, as seis grandes áreas do conhecimento, e mais uma de inovação. Então, o diálogo principal é realizado através das câmaras técnicas, assim, ouvimos as demandas e levamos também sugestões de melhoria para a interface entre pesquisa, setor produtivo e demandas de linhas prioritárias do governo estadual. Outra meta que temos, à frente da diretoria técnico-científica na atual gestão da Fapepi, é fazer um mapeamento da pesquisa no Piauí, um diagnóstico do atual cenário da pesquisa no estado. Disso vem uma parceria importantíssima com IBICT, instituição que tem décadas de experiência nessa área de tecnologia da informação ligada à ciência e tecnologia e que hospeda o banco nacio-

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ENTRE VISTA

SA CIENTÍFICA NO PIAUÍ nal de teses e dissertações. Nós estamos buscando essa parceria para a construção do banco de teses e dissertações do Piauí e realização do mapa de competência da pesquisa no estado, identificando as principais linhas de pesquisa, pesquisadores, quantidade de doutores e mestres e suas linhas de atuação. Tudo isso para facilitar a troca de informações, tanto entre grupos de pesquisadores, quanto entre o setor produtivo e eles. Em que a vinda do IBICT para o Piauí vai contribuir para o desenvolvimento da CT&I no Estado? Em que fase está essa parceria com a Fapepi? Esse acordo está no jurídico do IBICT para os últimos ajustes e deve retornar para o presidente da Fapepi assinar o termo de cooperação técnica. O IBICT é uma instituição com várias linhas de atuação e nós priorizamos cinco grandes linhas nesse acordo com o IBICT para realizar ações no Piauí. Temos o mapa de competências da pesquisa do Piauí, o banco de teses e dissertações do Piauí, a criação de uma revista científica eletrônica da Fapepi, o acordo de cooperação para o doutorado do IBICT em parceria com as universidades do estado. Além disso, o IBICT possui um portal na internet voltado para a difusão da atividade científica, o Canal Ciência, e nós queremos fazer, em parceria com eles, o Canal Ciência do Piauí, veiculando as pesquisas produzidas aqui. A atual gestão da Fapepi possui um trabalho contínuo de interiorizar suas ações. Nesse sentido, o que a diretoria técnico-científica está fazendo para alcançar o objetivo de levar as ações da Fapepi para o interior do Estado? A Fapepi é a fundação de amparo à pesquisa do estado do Piauí, não só da capital. Nós temos que trabalhar para tal fim e a primeira ação concreta foi a realização de um seminário na cidade de Picos em maio deste ano, que teve como objetivo fazer o diálogo entre a comunidade acadêmica, o setor produtivo e o governo, além de discutir as potencialidades regionais no âmbito de ciência, tecnologia e inovação do Estado. Nesse evento, foram discutidas com diretores das universidades e centros de pesquiFAPEPI INFORMA

sa de Picos, representantes das cadeias produtivas e representantes do governo melhores formas de fomentar mais o desenvolvimento científico-tecnológico do Estado. Nós pretendemos ainda promover seminários semelhantes em Parnaíba, Floriano, Piripiri e em outros municípios do Estado, para ficarmos mais próximos do pesquisador e das demandas do Estado. Nós precisamos dialogar com os pesquisadores, especialmente os do interior do Estado. Bom Jesus, por exemplo, é um dos municípios de maior percentual de doutores do Brasil e nós precisamos ouvir essas demandas. Outro ponto importante nessa interiorização são os po-

“ ” Uma das grandes metas da atual gestão é tornar o Piauí referência em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I)

los de desenvolvimento. Já foi dado o pontapé, em Parnaíba, com a abertura de uma sala de apoio da Fapepi dentro do polo, com apoio do governo do Estado e a Prefeitura Municipal daquele município. Outra forma de interiorizar o nosso trabalho é através das câmaras técnicas. Nós estamos atualmente no processo de renovação das câmaras e temos buscado diversificar as instituições representadas e interiorizá-las. Em relação à câmara técnica de inovação, por exemplo, estamos convidando representantes de Parnaíba, de Picos e de outras cidades para a composição, diversificando e interiorizando, ouvindo as demandas das diversas cidades que compõem o estado do Piauí.

O senhor mencionou a criação de uma nova revista científica, um dos projetos da Fapepi, que pretende publicar artigos na íntegra. Em que fase se encontra o processo de criação dessa nova revista científica? Nós já temos a Sapiência consolidada, uma revista de divulgação de ciência que tem cumprido o seu papel, mas uma demanda dos próprios pesquisadores é a ausência de uma revista de caráter científico da Fapepi para o estado do Piauí. Hoje nós temos diversas revistas no estado, mas falta uma que congregue todas essas grandes áreas. Então, nós estamos na fase de criação de um conselho especial, que já está debatendo as formas de criação dessa revista. Então, esse conselho já se reuniu, já definiu algumas linhas. A revista será lançada contemplando quatro grandes áreas por ano: humanidades; ciências biológicas e saúde; exatas, tecnologia e inovação e a quarta, ciências agrárias. Cada uma dessas grandes áreas teria um editor próprio, um ou dois editores de áreas, que lançariam essa revista, analisariam os artigos científicos, de modo que essas quatro revistas sejam lançadas ao longo do ano, cada uma por grande área. Com o propósito de avançar nessa ideia, estivemos no fim do mês de junho em Goiânia participando de um curso de editoração científica organizado pela Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec), para alinhar a nossa revista às exigências da comunidade científica internacional. Agora, nós precisamos consolidar um conselho científico de renome, com pesquisadores do Piauí, do Brasil e de outros países, para ter uma revista consistente, que agregue pesquisadores e publicações de relevância no estado do Piauí. Só para deixar claro, a Sapiência, nos moldes atuais, vai continuar existindo? Continua existindo. O debate então é a criação de uma nova revista nos moldes de revista científica, tentando a indexação, a qualificação na Capes, e que possa realmente divulgar os trabalhos científicos dos pesquisadores do Piauí.

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Foto: Mário David Melo

MATÉ R I A

Reunião com os integrantes da Câmara Técnico-Científica de Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes

FAPEPI REINICIA REUNIÕES COM CÂMARAS TÉCNICO-CIENTÍFICAS

Por Mário David Melo

Elaboração das atividades começa em agosto, de acordo com a demanda recebida pela Fundação

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Diretoria Técnico-Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) retomou o contato com os integrantes das Câmaras Técnico-Científicas (CTC) nesse mês de junho. O objetivo é a reestruturação das câmaras, verificando a permanência de membros anteriores e a entrada de novos. Uma vez definidos os coordenadores e vice- coordenadores, as câmaras voltam a auxiliar a Diretoria Técnico-Científica da Fapepi no “julgamento, avaliação e acompanhamento, no aspecto do mérito técnico-científico, dos processos relacionados aos programas de estímulo à pesquisa científica e tecnológica, de qualificação de recursos humanos, inovação e difusão do conhecimento científico da Fapepi”, conforme a Instrução Normativa Nº

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001/2012 que regulamenta a instalação e o funcionamento das CTC. Além da renovação dos membros, as reuniões do mês de junho também debateram o plano de ação das câmaras e o calendário anual para as convocações. Das sete CTC existentes, estiveram presentes nos encontros representantes das câmaras de Ciências da Saúde; Inovação e Tecnologia; Ciências Agrárias; Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes e Engenharia e Ciências da Computação. Todas as reuniões foram presididas pelo diretor técnico-científico da Fapepi, Albemerc Moura, e pela gerente técnico-científica, Eliana Abreu. Segundo Eliana, a diretoria pretende realizar neste mês a recondução ou a renovação das câmaras de Ciências Exatas e da Terra e a de Ciências Biológicas. A partir de agosto, as reuniões

passam a servir para a elaboração das atividades propriamente ditas, conforme prevê o regimento. A definição de cada câmara darse-á pela publicação, no diário oficial do Estado, da nomeação dos componentes. A designação é feita por um período de 24 meses, sendo permitida uma recondução por igual período. O trabalho é voluntário e a representação dos membros da CTC da Fapepi não tem caráter institucional. Dentre as competências das câmaras estão a análise de relatórios técnico-científicos elaborados pelos beneficiários dos recursos concedidos pela Fapepi, a indicação de consultores ad hoc para análise das propostas e avaliação de projetos de pesquisa, a sugestão de critérios de análise para a concessão de auxílios e bolsas dos editais, além de outras publicadas na Instrução Normativa.

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N OTAS

FEDERALISMO BRASILEIRO É DEBATIDO DURANTE SEMINÁRIO

Por Vanessa Soromo

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) esteve presente no “Seminário Federalismo, Desenvolvimento e Planejamento Regional”, realizado nos dias 30 de junho e 01 e 02 de julho, no Cine Teatro da Assembléia Legislativa, em Teresina. O presidente da Fundação, Francisco Guedes, coordenou a mesa-redonda “Federalismo Fiscal Brasileiro” e, em entrevista ao Boletim Fapepi, ressaltou a importância de ações que buscam alternativas que minimizem a manutenção das desigualdades entre regiões. “Considero esse Seminário como uma ferramenta fundamental para o planejamento e execução orçamentária do Plano Plurianual do Estado do Piauí. Estamos na fase dos diagnósticos e das proposições. Precisamos ver como está a situação hoje e o que queremos para daqui a quatro anos. E tem inclusive a busca da integração do Piauí com os outros estados do Nordeste, para mudarmos essa tendência de manutenção das desigualdades regionais”, declarou Francisco Guedes.

Foto: Allan Campêlo

O evento foi promovido pelo Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria de Planejamento (Seplan)

A situação do Federalismo Fiscal Brasileiro foi apresentada pelo coordenador-geral do Grupo de Trabalho sobre Federalismo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Constantino Cronemberger Mendes, que de forma concisa destacou dados históricos, comparativos e quantitativos sobre o tema. “O Federalismo Fiscal Brasileiro precisa de uma reforma e uma reforma estrutural [...] Em primeiro lugar, uma repactuação da arrecadação tributária e dos sistemas de transferência entre os estados,

municípios e União. Há uma repactuação no ponto de vista das atribuições do poder público na oferta de bens públicos. A gente vê, por exemplo, a grande pressão que existe hoje, principalmente nos municípios, em termos de provisão de bens públicos. É preciso ter uma repactuação na questão das responsabilidades federativas”, afirmou Constantino Cronemberger Mendes, que também coordena os Estudos em Desenvolvimento Federativo da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (DIRUR).

PIAUÍ VAI SEDIAR OFICINA DE PRIORIDADES DE PESQUISA EM SAÚDE DO PPSUS

Por Vanessa Soromo

A seleção das linhas de pesquisas ocorre com base na situação atual da saúde no Piauí e nas Políticas Nacional e Estadual de Saúde

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o mês de agosto será realizada, em Teresina, a “Oficina de Prioridades de Pesquisa em Saúde”, do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde (PPSUS). O evento visa à construção do edital PPSUS-PI, edição 2015/2016, fruto da parceria entre o Ministério da Saúde (MS), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). A Oficina constitui-se em um ambiente de integração e discussão entre gestores, pesquisadores,

FAPEPI INFORMA

técnicos e representantes do controle social e de saúde do Piauí. “Este evento é de suma importância para o Estado, uma vez que norteará a aplicação dos recursos investidos no programa PPSUS-PI, edição 2015/2016, tanto pelo MS quanto pelo Tesouro Estadual na resolução de problemas de saúde nos próximos anos”, ressalta Eliana Abreu, gerente técnico-científica da Fapepi. Na abertura da Oficina, a Sesapi vai apresentar a situação atual da saúde do Estado, com o panorama epidemiológico local e os principais desafios a serem enfrentados. Logo depois, “os grupos de trabalho discutirão os problemas e

as necessidades de saúde do estado que nortearão as prioridades de pesquisa para o SUS e elegerão, por meio de uma plenária, os temas e linhas de pesquisa que irão compor o novo edital”, explica Eliana Abreu. Na edição 2015/2016 do PPSUS, a ser firmado com o Piauí, o financiamento será na proporção de 3:1, ou seja, o Ministério da Saúde aportou o valor de R$ 900.000,00 e o Governo do Estado, o valor de R$ 300.000,00. O convênio é uma parceria entre Fapepi, Sesapi, MS e CNPq.

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N OTAS

FAPEPI NAS ONDAS DO RÁDIO

FAPEPI PROMOVE CAMPANHA DE ATUALIZAÇÃO DE DADOS NO SIGFAPEPI

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) está promovendo uma campanha de atualização de dados cadastrais do sistema SigFapepi. Todos os usuários do sistema, como pesquisadores, professores e bolsistas, devem atualizar suas informações pessoais diretamente no SIGFAPEPI, que pode ser acessado pelo site da Fapepi. De acordo com o coordenador de Tecnologia da Informação da Fapepi, Yury Costa, o recadastramento é importante porque facilita a comunicação entre a Fundação e os pesquisadores. “Quando nós precisamos de qualquer

informação ou acontece algum problema numa proposta, temos o endereço para entrar em contato. A gerência técnico-científica pode enviar documentos para assinatura. Além disso, na hora de atualizar a situação de uma proposta no SigFapepi, nós enviamos essa atualização para o email que o usuário forneceu no SigFapepi”, comenta. O SIGFAPEPI é um sistema de gerenciamento de informações. Com ele, os pesquisadores e bolsistas podem consultar editais e acompanhar o andamento de seus processos pela internet, o que garante rapidez e facilidade para os usuários.

APLICATIVO DA FAPEPI DISPONIBILIZA PUBLICAÇÕES DA FUNDAÇÃO

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om o intuito de ampliar a popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) em nosso Estado, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) inova mais uma vez e conta agora com um novo canal de aproximação com o público, o aplicativo da Fapepi. Dentro de uma plataforma digital, o aplicativo disponibiliza, em

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PDF, edições da revista Sapiência, o boletim Fapepi Informa e nossa mais recente publicação, o suplemento infantil, Sapiência Jr. Agora você pode acompanhar a Fapepi de onde você estiver. Através do aplicativo, disponível no Google Play, você pode ler nossas publicações e ainda baixar em seu aparelho o conteúdo da Fapepi.

O rádio é um dos veículos de maior propagação da comunicação e da informação. Ciente da importância desse meio, a Fapepi busca ampliar suas ações voltadas à difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) com dois programas que são veiculados às terças e quintas, no Piauí Notícias da Rádio Ccom (Coordenadoria de Comunicação do Estado).

Com o intuito de informar sobre as pesquisas científicas financiadas pela Fapepi, o programa destaca, com linguagem direta e simples, estudos realizados em nosso Estado nas mais diversas áreas do conhecimento.

O quadro apresenta curiosidades sobre temas que vão desde a ciência até datas comemorativas. O “Minuto Fapepi Sapiência” e o “Você Sabia?” estão disponíveis na plataforma de compartilhamento de áudio SoundCloud, no endereço: www.soundcloud.com/fapepi-pi. Os programas podem ser encontrados também na nossa fanpage no Facebook. Curta, comente e compartilhe! Envie sua sugestão para o nosso e-mail: fapepi.pesquisa@gmail.com.

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