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FAP processa Conselhos O" " tendo proposto u írectivos, " m processo de ~mpUg~açãOdas deliberações relativas trxaçãc das prepinas. .

Grev~ de Zelo nas Cantinas, para demonstra! as insuficiências do sistem

~""

dpeU'balcçao social do Ensino superio~ ICO.

Realizou-se,

Maio

E

~

no último fim de sem

d

ana e

,o "ncontro Nacional de Direcçõ

Associativas do Conde"

(ENDA), na ESEIG _

v~s I

a

".,[11

I~ederaçãoAcadémica do Porto nrnmete muitasmanifest8çÕes .

"

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cortejosacadémicos

Centenário da Sebenta - Coirnbra 1899 (antecessor da Queima das Fitas)

Cortejo da Queima das Fitas - Porto 2004

1 ;

bJi-º--. _ ~ctRlémlco ~ r

Federação Acadêmica de Porto

.~

..,

proprie4ade.

~

director editor~al.• Pedro Barrtas

redacção.• Andrê Gomes, Catarina Soares, Cátia Matos, Nuno

periocidade.

Reis. Pedra Rios. RUI ~onçall;es

tirarem. 5.000 exempíares

fotografia .• Moinhos de Matos, Arquive FAP

composição aráfica e impressão, Criação Livre - Agência de Publicidade

Trimestr:al

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FAP processa Conselhos Directivos ) , ,."j .... ~-~,~~----, .... .

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_-::,:=!!ag~~

No dia 18 de Maio, a Fedêração

Acadé~olQ.J?o.te'~r<>pôs:'1'\0i"i1b-U~~strativo

i!~ l;I.hiveJ;SieJaee"OõP'Oftõ

relativas

de Círculo do Porto, um processo de impugnação

à fixação do valor das propinas,

Este processo que a FAP. move contra os órgãos diréctivos do princípio da confiança, entre outros. '

das instituições

tem como ,

fundamentação

jurídica

a violação

social

pelo

à

violação facto

,90 princIpio

do principio

de a nova

,

da proibição

Cansei nos Direc!ivos

j da proibição

do retr0C~SSO social e a violação .,;. ,

'

, Assiste-se

cli\s

das deliberações

'

t

,'v,'

da retrocesso

lei do financiamento

colocar

um valor rntnirno de propina superior aos 400 euros, o que representa ano lectivo

uma alteração face à situação verificada de 200212003, Considerando o princípio

até ao da pro-

gressiva gratuitidade que ao Estado cumpre assegurar, esta incumbênoia foi posta em causa com um exagerado aumento do montante das propinas que se cifra em cerca de 190% (do equivalente ao salário mínimo nacional para 600 euros). Deve considerar-se estar também violado o princfpio da confiança pois as deliberações que fixáram os montantes de propina foram tornadas apenas a algumas semanas de distância do inIcio do ano lectivo de 2003/2004, nada fazendo prever que de um ano_lectivo para o outro a variiWão de valores da propina fosse tao diferente, Conclui-se assim que o aumento do montante de propina registado no ano lec-

c

tivo de 2003/2Q04 ol.oca em causa os direitos e as expectativas legitimamente fundadas de todos os estudantes,

o processo

judicial de ilegalidade das

em questão

pretende

obter a declaração

detíberações dos conselhos 'directivos da FAUP, FCUP, FEUP, FEP, FI'UP, FCNAUP, FDIdI", FPCEUP, FCDEF, FMDUP, FLUP e FBAUP.

I

~"--.--~::---:-

t

Giêv~de Zelo \ nas canlrn,as)!

~. ,

A~~~tierã-ç~ciACaqêmrca do PQrto-pwmolléu;

no.dia_26 de Maio, ~a de zele nas eantlnas, (les Servi'fes de AC'fão seclat da At>ademia do \

.'

.

.

'

p~o'l ~

à falta de investimento no E,n~in0 Superior pretendeu denunciar as insuficiências de um sistema de acção social. que continua a não dar resposta adequada às necessidades dos esludantes e sendo disto uma face vislvel o numere insuficiente de cantinas. repetindo-se diariamente sltuações de verdadeires eengestionamentos devido ao reduzidõ número de equipamentos existentes e ao facto ae os luga~es (ijisponfveis não Esia inieiativa

estarem

de contestàçâo

adequados

à quanudacede

alunos que frequenta

'(\5

ihstrtui~0e5.

Gom efeito, para uma pepulaçãó acaãémica nacional próxima dos 250 mil estudantes, a Aç~ã0 Social apenas proporclonã lugar em cantinas para 2€i mil, nãe iileixaniilo aos demais estudantes o~t~a hipótese que não seja a de almoçar em qualqueroutro local, suportando as elevadas despesas dai decõrrenteã e contribuindo despesas

ínyariavelmente

pãfa o brutal

aumento

das

dã família do atuna,

Contudo. este problema do insufieienfe número de cantinas entronea numa questão 'mais vasta e que e'Stá' relacionada com a falta de <:luaiidade do serviêo pféstaao, nomeadamente ao nIvel da falta se variedade das emenlas,

instalações

Glefi€ientes

e falta de cuidados

me higiene,

!

grev~ \

\ I ,.


endaeseig -- -

.

-

r-Deste encontro, fórulTI de discussão em que participaram .. associações de"~clf!ites do ensino superior U\AEEl de ..

todo o "país, saira"} ~s .seguintes conclusões: .

-

,

.l. as Associações.

de EstuG~ntes

reafirmam

que:

de

- a luta dos estudantes pela revogação da Lei Financiamento do EnsinoSuperior mantém todas as razões para continuar e para se intensificar; - a reivindicação .estudaníi! em tOT'OOda qualidade de ensino, em nada relacionada com b aumento das propinas ou com a sua -existência, prossegue com base numa concepção de desenvolvimento sustentado do pais que assente no pilar educativo de qualidade; - a democracia na ge~tãO das insutuíções do ensino superíor passa necessarlárnente pela participação estuda~tiI nos órgãos de gestão, como repr~seijta"te da<m'aiof comu· - nidade de cada escola e principal interessada numa gestão responsável' e justa; - a Lei de Bases da Educação, aprovada na Assembleia da República com o protesto dos estudantes constitui mais um motivo para o acentuar da luta estudantil, não vindo- resolver mas aprofundar actuais problemas e abrindo novos caminhos para a desresponsabilização estatal perante a educação remetendo importância semelhante para o papel do Estado na intervenção no Ensino Público e Privado.

.

Estudantes ~2.-------------------------------Aprovação de uma moção de repúdio pelo conteúdo da hei de Bases da Educação, que em muitos aspectos torna dúbia a importância da intervenção do Estado na Educação pública, colocando-a em pé de igualdade com • a educação proporcionada pelas entidades privadas, bem como repudiar a forma como o Governo conduziu O processo cte elaboração e aprovação da lei, sem auscultar os parceiros, lazendo-se valer única e exclusivamente de uma maioria p.arlamentar, demonstrando a sua verdadeira lace de prepotência política. As associações de estudantes solicitaram também a intervenção do Presidente da Repúbtica, para. aferir da constitucionalldade da Lei de Bases da Educação, dado que o seu carácter estrutural exigia um largo consenso e este não foi obtido; ficando assim o sistema à mercê da insegurança e pouca solidez queo processe de discussão e .elabora~ã6 deste novo diploma legal promoveu,

» 3. Aprovação de uma moção de repúdio à acção dos dois últimos governos, por serem responsáveis pela não atribuição dos subsídios extraordinános e pelas crescentes

dificuldades

que estão

a i'!1por

~

à Associações

de

na candidatura ao subsidio ordinário. Os estudantes entendem que esta atitude por parte dos governos só se pode entender como uma tentativa de limitar a acti-vidade política, cultural, social, desportiva e pedagógica dasrespectivas associações. . O desagrado das associações de estudantes baseia-se no tacto de se verificarem todos os anos diminuições na verba disponível para este tipo de-apoio, sendo que este ano, em mês de candidatura aos subsídios ordinários, as AAEE forma confrontadas com um conjunto de situações diferentes dos anos anteriores que podem, à partida, limitar, limitar atribuição do subsidio, colocando em causa a sua sobrevivência económica e institucionai. A prova disto reside no facto de o Instituto Português da Juventude ter enviado tardiamente o processo de candidatura ao subsidio ordinário, agravado pela exigência de apresentação de um conjunto de documentos, sem fundamentação legal, dado que não constam em nenhum dos documentos que regula o associativismo estudantil.

a

)4. Aprovação de uma moção de repúdio pelos motivos estão na base do anúncio da criação da Universidade

que de

Viseu, com a subjugação da política educativa a motivos eleitoralistas. De forma nenhuma as Associações de estüdantes se opõem à criação de novas universidades. No entanto, chamam a aténçãç para o facto desta criação, nascida num ambiente de desinvestimento, poder vir a acentuar as asstmetríes sentidas entre instituições já existentes tais.

e

que

fá· se

deparam

com dificuldades

orçamen-

" 5. As medidas

de contestação

para o próximo

ano lec-

tivo serão: - as Associações ílIe Estudantes dtnemizaeão um contributo para a não fixação do valor das propinas em cada instituição, sendo que para todos 0S efeitos se aplica o valor rnínlmo de propina quando não existir efectiva fixação anual do seu valor em cada escola. - as Associações de Esludantes dinamizarão sessões de esctarecirnento -em todas as eS801as, com vista a fomen9'r o debate consciente

em torno das questões

do-ensino

superior. - O conjunto

de acções previstos

para cada escola culminará

numa iniciativa nacional de grande envergadura demonstrando noVamente a grande mobilização eslwdantil reunida em torno de um ensino ~u~l'iG0, progressivamente gratuito e de qualidade.


~

T.

FAP- promove ,p,'='"'-""

abaixo assina-do pela segurança Nos últimos

tempos

tem sido verificado

um aumento

da insegurança

nas proximidades

de

diversas instituições de Ensino Superior do Porto, designada mente ao nível dos Pólos da Asprela e do Campo Alegre. cada vez são mais os relatos de assaltos a estudantes, furtos a viaturas estacionadas. nas diversas escolas e até mesmo sequestros temporários sem que as autoridades policiais tenham respondido cabalmente a este aumento de criminalidade nas referidas áreas. Para além da sensação de insegurança que resulta das várias ocorrências, sem que tenha liavido um aumento de policiamento nestes Pólos de Ensino Superior (policiamento esse que é manifestamente insuficiente) os estudantes têm õepàrado com uma atitude de passividade, quase resígnação, dos agentes da autoridade quando os mesmos têm sido confrontados pelas vítimas c~m a necessidade de apresentarem soluções. Com efeito,

Àssim sendo, e porque a F.A.P. considera premente a adopção de medidas concretas e céleres para contrariar esta onda de criminalidade que tem vitimado estudantes, mas também a restante comunidade académica, independentemente da hora do dia, foi promovida a recolha de um abaixo - assinado, com cerca de 2000 assinaturas, que exigiu a intervenção do Governador Civil para se encontrar uma solução para esta questão.

. A 19 de Junho de 1999,

o Ensino Superior europeu deu um passo decisivo no sentido de

se tornar mais competitivo e mundialmente atractivo, coma assinatura da DeGlara.çãode Bolonha. . Pese embora a incontornável relevância desta matéria, o assunto tem passado à margem da comunidade acadernice, que permanece pouco atenta 'sobre as implicações que a declaração produzirá no sistema de ensino superior nacional e europeu. No sentido de participar activamente na divulgação mos planos de acção para aplicação do Processo oe Bolonha, bem como para levantar a discussão sobre.-a p~6pria natureza da Declaração, a Federaçãe Académica do Porto promoveu uma conferência subordinada ao tema, que se realízou.a 21 de.Abril no Auditório da Reitoria da Universidade do Porto.

A Conferência "Bolonha-passado, presente e futuro" contou com a presença do Prol. Doutor Ferreira Gomes, Vice-Reitor da Universidade do Porto (Passado de Bolonha), Prol. Doutor Luis Soares, Presidente do lnstltuto Politécnico do Porto ~Presente de Bolonha) e da Ministra da Ciência e Ensino Superior, Prot. Doutora Maria de Graça Carvalho, que abordou a questão do Futuro de Bolonha.

o encontro,

que foi considerado pela ministra como o primeiro grande debate sobre o govemante para anunciar a criação de um programa idêntlco pro~esso de Bolonha que se pr0p,.geunificar 0 ensino superior dos países lus6~onos.

,tema, foi aproveitado pela aO

A :;inistra recusou ainda a visão p.~in:Tista do'atraso português no que concerne à apllcação do processe, tendoanunciaõo oplano de.ac~ão do ministér·io que tutela para a i!TI~lementação dos ~~ie~ti90s da-declaraçãç, nsste mómento em curso. .


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Durante os meses de Março e Abril, a FAP Social promoveu, em parceria com o instituto Português de Sangue, a IV Mega Dádiva de Sangue. Esta intciativa, que decorreu em várias inSlilUiçiíes..-(\a"'·"''-' ACademia 'do PortQ,Il>ve "e1j10 resóltacll,;,m total de 889 dafilores, •• . Embora este número tenha ficado aquém das expectativas da Federação, consideramos Que o resultado obtido é êlar:amente positivo, no sentido também de sensmmzat a comunidade estudantil pata este acto, tão importante no contexto da solidariedade saciâl. Nesse sentido, a Federação Acadêmica do Porto tem como oDjedivo realizar mais uma campanha de Dádiva de Sangue' para os meses de Outubro e Novembro do corrente ano.

"" Com o objectivo di, alargar a sua área de inielílençãa, a FAP-Social, em colaboração com a Cõrnlssão Nacional de luta contra a SIOA, estabeleceu .um protocolo com esta instituição no passado dia 6 de Abril de 2Q04·. Esle protocotõ surge no sentido de alertar os estudantes para a mudança de çomportamentos e atitudes necessária para travar a .prêocupartte taxa. de infecção VJHIS'IBp: em Portugal. primeira actividade realizada ne.ãmbito deste protocolo teve lugar durante o evento "Férias Desportivas" em Tavíra - Pedras O'el Rei, no período de 13 a 18 de Abril de 2004, .e consistiu na realização de colheitas de sangue para rastreio do vlrus da SIDA. Pi

o'

Esta iniciativa integrou-se 'no projecto "Para Vencermos Falta-nos a Tua Mão" promovido pela Comissão Nacional de Luta contra a SIOA tendo-se registado, entre a comuniqade estudantil presente no evento, a realização de 365 rastreios. Paralelamente, foi levada a cabo uma campanha de sensibillzação sobre esta temática, com distribuição.de panfletos informativos e preservativos.

Aindã no'~niblto do trabalnõ desenvolvido de Março e Abrit

pela FAP Social, prossegue o Ciclo de Conferências

No dia 3() eJeMarço Qe 2Q()4, teve l~ga r-a .;on!e1'ência' $UBorclinada ae tenra "matas",

de ProbJem<tticas $<1(;;al,;, que engloôou-duãs

no a))í1itério,da FaGul(j~,êede Arqyjléclúra

cohfe7~)ililas reaJizatià]i no mês

dá UA1veTSidã'dedo porto,

A escolha <\.0 tetlla surge porque a sexU<lli<lade $, eãda vez mais: um livro â$eFt'õ' na ,riossa secieda(le. mas que poacos c9nseguemler e muttos interpretam err!lctamente. Ex.istem tesponsabi/l'cilltl!lS'loore11:te's' a .esta mat~'ia-epreca1Jç.Oes-lilísica~ Que, !i/l!ôTTàõ' nãtl ""mnriilaS1, rf:lftedern em pfa~lemàs pessoais,

se

familiares e at~

SOCIa.IS, "'~ltlV '.',

''''~ ••• - -,~,,"

--,

determiflâ!ÍaS ques't~ e motivar SÓP!o estas uma discuSSão ab.e,rtl! o franca para que eventOai, dúvidas de cõ(U: s"l'uál nãb se venham a tornar um entrâVe à livre e~~r.e~o senttrnentel do ser humano.

Na cenferência foram abordados os dtreltos e deVeres clb Plane'lim~n!Q Familiar, QS vá~io~ m~todQs contraceptivos disponíveis e as Doenças Se~ualrnente Tr.• nsmissivei"; (DST"s) exlsten!es. Estas ~oliferências' tiveram uma boa adésão, facto _dI> reªl~ãr muito positivaménle . dado Qúe o olljec· ' . tive principal .$1 realiz(lçõ. destas aoti'vidases é promover Q debate e ccnscienciaflzar os estudantes para as acituais pro~fumáticaS' actuais de ordem social. '

.iilili:if{' i"(IJ,' h" 'na "'Li •• n


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F.xiMc a l:cQut/mia d<:l3gráficoB. cllitieS~il:tll\ticas e dil~ ·l)CrCell~gen~. E exitrt-é 11 !'l~nomi~ ligada {(RqUllllt6c~ dll sUÍi vlilá II do seu dla·a.dill, É Ilna econtllllia que vai enooutrar-!lO JN Neg6t:tQli, Fe.ito em j>a~e.l/:riá OOlU I) WallSUtllltJO\U'lUtI. e onde pode C-rlOODtTlU'ditas s.!>bre como i1;lvtl!tír ô 1íW clluhcll'o, infottllllt;1ieli aobrc, mercado., turismo, Il'W'keting e publicidade. tt ilO ne~oll'lvlicador" cotn lllIexplicações dllfllll deAnuínlo Peru Metelo . • um" Uugulllf\ill\ $Ímplé3 c./ãr.U, 11eeutlQUlia que move B.ua vida. Sempre para a frente.


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Para aqueles que já sê-encontram em-épocâdê exames. oupara aquetêsa quemos dito éujõ'S'éx,ãlnes se avizinbam, a recordaçã? dã Illueima 2fJ04 é algo Que já parece nif~ passar sl8 miragem saodõSa. 'Mas nesta altura, em que escrevo estas linhas, é já poss~yel ter a tranquilidade e o distancíamento necessários para fazer um balanço do que ~Ol a edição deste ano da maior Queima de Portugal.

;.

'.

- .~.

A partida para esta Queima das Fitas pOUGOSacreditariam que seria possível reatízar um 80rtejo,Académi<;o o Cortejo terminasse a horas, "decentes" à tribuna eram votados, Conseguimo-lo,

evitando a habitual espera interminável Com isso, e também péío rnodoordeiro

que cumprisse co,:, hor.ários previamente. estabel:cidos. Querlamos que a, que os e.tutl.an~es (e respectivos fam~lIares) dos ultimas cursos ou instituições a passar em frente e a~~~9je d~~n.c!d~ntes como.o Cortejo decorreu,talvez tenhamos realizado, nas, palavras de um

responsável das forças policiais do Porto, o melhor Co~~jo de sempre, ": ' '. " "", " " '::: ' ,~ ' '_ , ' Uma das inovações introduzidas na Queimá 2004 foi .o destaque que quísemosoar a econtecimentos corno, o, çl~ej~. m~J?r numero de',.sessoes desta a,ctlvlda,de e a presença em cartaz de nomes como; por exemplo. CarlosBarreto cotltrib}Jltam para urna marca de qualidade ~úe pretendlarnosvér córwag,ada . .oualldade, foi.também a tónica dom:nante na organização de eventos como o Encohtro de Coros'. 9 Prome"a~e, o Festival Ibérico de Tunas Académicas, o Sarau ... A nãlHealizaçãO do Rally~aper por f~lfa doe mscnçoes de participantes é o único apontarnénto que rios deixa alguma insatisfa.ção: rninprada'pela reedição do'Ohá~pançante. A Monumental S,erenatÇ3"decorre~com um~ ~~sls~encJatantástica

?:

e o nivel habitual, o B'ãile de Gala-com o glamour da tradição, ; , , , . ' . ' A forte campanha publicitária.que levamos a cabo foi uma aposta ganha quando constatámos a assistência verifi;:,ad.a . na generalidade ~os 'evento, açademlcos~L '.' Debruçando-nos sobre as Noites da Queima. ficam para sempre imagens como a do-concerto electnzante .de Carlmhos Brown" a ernoçao contagianteda acty'ªçao de ,Abrunhosa, o calor dos Orishas, a loucura vibrante dos eternos Xutos, a paixão dos seguidores de Larnb •. , ,,,:" _ :.,.' ,,.., A abertura da primeira noite com os vencedores do Concurso de Bandas, êfe ra gern: aabertura da úlfima noite ÇO[!] ,a'-Tuna~Vénéed-;;ra do. F.I.TA , o fogo de artiflcio (com o qual pretêrrcíamos terrni,-"""", nar a última noite mas que por imposição das autoridades teve de ser antecipado) deram um cunho

Ga

~#Of~

original as Noites da Queima deste ano. Na perspectiva orgaruzatíva, quisemos aproveitar melhor os espaços do Quejmódromo é com uma nova disposição do palco conseguimos uma major dispersão do público e dar uma envolvente diferente ao espectáculo. Pelas reacções que fomos recebendo, essa'modificação bern como a nova localização da tenda discoteca' terão sido positivas. A nova tenda CineJazz, com a qual pretendiamos inovar atíngindo-um pÚbl'Cõ .diterenté trazendo para as Noites da Queima uma parcela de uma das actividades académícas, terá resultado nos seus intentos. Também o maior número de barraquinhas de sempre contribuiu

para

seguramente o engrandecimento da Queima do Porto, Numa outra vertente e porquê entendemos que o caminho da FA P. deverá ser sempre buscar a excelência em todos os niveis da sua acção tentamos melhorar a qualidade da orgaríizaçao no que respeita a introdução de medidas de controlo de rufdo qué minorassem eventuais incórnodós para a população vizinha do Oueimódromo. Com uma parceria estabelecida com a Câmara do Porto e seguindo indicaçôes de especialistas em ruído da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto foram determinados limites sonoros quer para o funcionamento das barraquinhas, quer para a tenda discoteca, quer mesmo para os concertos. Os mesmos limites foram monitorizados constantemente por uma equipa da C,M,P" acompanhada por elementos ligados à FAP,. e foram adquiridos limitadores de som para instaíação nas barraqulnnas. Também foi estabelecido um horário para o final dos concertos, o qual, diga-se em abono da verdade, não foi cumprido em 3 noites. Se é certo que estas medidas não terão acabado com a questão do ruído pelo menos tê-le-ão minorado, a fazer fé no que nos foi transmitido pelas autoridades policiais com base no número de queixas apresentadas por moradores do complexo habitacional vizinho.

Um aspecto que, para nós, poderá ser melhorado futuramente respeita ao número de sanitários disponibílizados. De qualquer modo, uma questão que nos preocupa, mas ultrapassa, tem a ver com o civismo (no caso a falta dele) de alguns dos utilizadores dos sanitários que, independentemente da limpeza diária dos sanitários assegurada por uma empresa especializada, nalguns casos os inutilizavam por uso incorrecto logo no princípio das noites. Era nossa vontade manter um esquema de segurança assegurado em absoluto pela P.S.P. Apesar disso, fomos confrontados, já próximo ao evento, pelos responsáveis da autoridade com a impossibilidade da P.S.P. assegurar sozinha a segurança no Queimódromo pelo que foi necessário montar um esquema misto em que a presença policial foi complementada com a de uma empresa privada de segurança, A articulação entre-as duas forças foi positiva e consideramos, dado O feedback que nos chegou da parte dos estudantes e público em geral, que a fórmula A estrutura

montada

resultou.

que estava preparada

para àssegurar

o apoio médico a todos quantos

dele necessitassem

funcionou

com a e(iciência

habitual

e registamos

com agrado que, ao contrário

do que foi veiculaeo de forma sensacionalista num orgão de COmUiife6§ão'slJ!;iallocal, o nGmero de assistências ligadas a intoxicação alcoólica baixou consideravelmente. Este foi t'ambém o ano em que mais postos de venda de bilhetes para as Noites da Queima foram instalados nas diversas instituições de ensino superior, quer ligadas a Associações federadas na FAP, quer a não federadas. Isso, certamente aliado à qualiõade do cartaz de bandas apresentado, terá contribuldo para um facto que multo nos orgulha; a maior Queima de Pôrtugãl te.~ em 2004 a maior assistência média de lodos os tempos: Curiosamente, fruto da diferente disposição espacial das diversas estruturas do Queimódromo, como o palco (o maior qUe esteve até hoj~ numa Queima das Fitas no nosso pais) ou a tenda discoteca, as afluências diárias de público nem pareciam ser de molde a contribuir para uma assist'Í!ncia média recefdistà, -,.

E em face disto? Terá sido-esta,

como publicitou a rádio oficial da Queima 2004, a melhor Quei"la ae sempre? Talvez .. .peto menos até 2005! Nuno Reis - Presidente

da Fede;açifo

Académica

do Porto


blindzero

100 pessoas, 200 pessoas no máximo, e podes tocar o álbum de uma ponta à outra. Para nós foi muito bom, foi quase como buscar sangue fresco. • Como loi trabalhar

No final do concerto os 8lind Zero falaram sobre a Queima. o último disco "A Way to B/eed your Lover" e adiantaram

•. Como se sentem a tocar na Queima?

que vão começar a pensar num novo disco. . "é muito gratificante tocar num palco destes"

Miguel Guedes(MG) - Aqui no Porto já perdi a conta à conta de vezes que já tocamos. _ _ ..-_. VE -.Já tocamos de noite, iMoGamoS'"dErãia. Mil ' É -rnuitó bóin loca, no Porto. A distância é curta, não temos que andar por IP5 nem IP4, estamos perto

--

• Como foi o concerto?

Vasco Espinheira (VEl - foi bo;;' Tocar com os Xutos é muito bom para quem tem uma banda. É um marco quando tocas pela.príruelre vez com os Xutos & Pontapés. lê a única ínstítulção do rock em Portugal. É sempre complicado porque tu olhas e as primeiras cinco filas são

de casa, conhecemos parte das pessoas que aqui estão. Muitas delas foram pessoas com quem começamos a tocar

e é muito gratificante tocar num palco destes para gente que se aproxima mais de nós porque vivem nas mesmas tuas. ~ • Identificam-se com este pÚblico?

É um público que começa por ser complicado, mas que depois começa à ~ntrar e a 'meio do concerto já notas que está toda a gente ali para se divertir. E acho que foi isso que aconteceu esta noite. É um concerto que sobe sempre.

MG - Identificamo-nos com toda a gente que tenha vontade de entrar no nosso pequenino mundo que vamos construindo há 10 anos. t evidente que a proximidade'

dois concertos

geográfica

ajuda. Estive agora há pouco tempo na Corunha

a ver um jogo de futebol e senti que se calhar eles.eram muito mais próximos de nós do que pessoal de Leiria .. Mas é Bom tocar em casa.

nosso disco. é que só neste ~isco escolhefãm

um prpdulor

VE - Por uma razão muito

simples.

Nunca tínhamos

tra-

balhado com o Mário Barreiros. Deve ser o melhor produtor em Portugal, tem um estúdio fantástico. O facto do produtor ser português deu-nos mais tempo para trabalhar as pessoas cá, Este é um disco que demorou um ano a ser feito e não querfamos

num mês gravar

Q

disco. Com o

produtor português já podemos alargar mais o prazo e acho que a escolha certa.

dos Jesus

and Mary Chain por cá e fofâm conceitos incríveis. t uma daquelas êandas mfticas ... Para mim ..•foi-sempre um sonho tocar uma música <los:JeSusand Mary Chain. cresci a ouvir o "Psychocandy" e o "(;)arklands" e tocar uma música dos Jesus para tanta gente, tantos anos depois, faz muito sentido. . .

grande concerto tocar com eles. Foi no primeiro

português?

~ Receiam tocar na Queima? ee ter visto

primeiro

Super Bock Super Rock. [O Dana ColleyJfoi um talisrnã do

• Porque

primeiro mome.nto rara conseguir estar nos Xutos e as pessoas que gostam de ti, os teus fãs, ficam sempre atrás.

VE - Lembro-me

VE - Tem piada ao fim de tanto tempo encontrares pesaceitarn colsas tão facilmente. Um .e-rnail, urna resposta "Ok, faço", vem, grava, '"posSo gravar mais uma?", e contínua pela noite de fora, "gosto desta. Posso gravar?", "Podes". Nos dias que COrrem é raro .: não há oinheiro, não há "business" por trás. Já éramos fãs dos Morphine e tivemos o privilégio do nosso soas que têm gosto pela música e que

deles. Os fãs de Xutos estão ali a agarrar a grade no

• Porque é que tocaram "April Skies" dos Jesus and Mary Chain?

=.Dan~.ÇoJ!.ey?

,..~l"

-,

questão é- "que grãu oebebtda é que nos espera?". 'Mas tocamos a uma nora que está tudo suficientemente' alerta para nos ouvir e ver. Não é muito diferente Atacar

.• ~A'entrada do Miguel Ferreira (teclista dos Blind Zero e Clã)

MG - A

é que mudou o som aos Blind Zero ou foram as canções que pediram as teclas?

aqui. ~ um espaço muito grande e isso toma o concerto muito diferente daqueles espaços mais pequenos e mais

intimistas. Não é bom nem melhor; é diférenle. Normalmente, sente-se saudades de grandes palcos e de muita

VE - Nós começámos a "namorar" o Miguel nos concertos de homenagem aos Beatles, Para tocarmos aqueles temas sentimos necessidade de um teclista, O Miguel Ferreira como já nos linha ajudado a tocar as composições dos

gente quando se faz por exemplo nos bares, como nós fizemos,

que automaticamente

uma tournée em peque-

Beatles

e como

é tão bom carácter

compor o disco, pensamos

• E como foi a digressão de "A Way to Bleed your Lover"?

e tão bom músico

se integrou. Quando começamos a que tínhamos

que começar

de

ralz com alguém [nas teclas] e esse alguém teria que ser o Miguel.

VE - Partimos a digressão em duas' partes. Fizemos a

vamos pensar nisso. Temos falado, trocado ideias e vai de

tivemos dois palcos em 18 concertos. São espaços para

certeza ser um álbum diferente d'},qué o que já fizemos.

I • Comofoi o çoncerto? Acho que foi óptimo.

Foi um concerto

fixe. animado.

J

Foi

bom porque já não tocávamos no Porto há muito tempo e, como é obvio, sendo nós os três do Porto, é sempre Um sentimento

especial tocar para a nossa "gera".

• ~ para esta geração de estudantu que a músiç~ dos MOG se dirige? Se a nossa música tem alguma direcção é para frente e para a cima. Firme e hirta. Em termos de públicos e "targets", não somos o grupo certo para se'fazer essa pergunta porque estamos à espera que toda a gente ,goste da nossa música. (não. No que diz respeito a isso, .da minha experiência de músico há bastantes anos, é que há pessoas de todos os tipos, géneros, feitios, sexos que vêm tocar connosco e dizem "aquetá vossa música é muito gira"í, oli"aquela aju-=-dou-me numa fase diflcil da minha vida". Acho que isto é que é importante, apesar de que nós queremos vender

• Como vai ser o próximo disco?

digressão normal - quêimas, recepções ao caloiro e concertos grandes - e -depois fizemos a "tour de force" em bares. Foi quase•.... voltar estaca zero, voltar à sala de ensaios. Não hatlia monitores no chão, não havia palco,

MG - N~o sei, nem queremos saber muito. Jl.,partir de Maio

mindt~ ga!} discos e fazer concertos porque precisamos para sobreviver. i As pessoas Que es'tão aqui vieram para ver um espectáculo, para se divertir. Não me pareceu que estivessem suficientemente alcoollzadas para curtirem fosse _~ que

fosse. Ainda não... [risos]. • Jã há músicas novas de Mind da Cap? "Suspeit(s do Costume" é já de 2002 ... Não. Podiamos dizer corno os artistas popque novo está nas calhas,

nas próximas

o disco

duas sêmanas,

mas

Já temos alguns instrumentais escolhidos, já temos ideias para letras. Como já começamos- a fiéar um bocado cansados deste alinhamento, há de chegar uma altura em que quando já tivermos músicas novas vamos metê-Ias no concerto só para ver comO' fÍJnciona~


-

-

-

lamb

_.gal.;

!

nuam quando eles não têm paz no coração. A última coisa que quero fazer agora é fazer outro álbum de Lamb. Não acho que seja justo para mim próprio; para a minha criatividade, e sei 'que a Lou pensa o mêsrno, Desta forma, saímos com orgulho em tudo o que fi2emos e não vamos

saímos do palco perguntamo-nos o que tinha acontecido. Saibarnõs, sentíamos nos ossos que havia algo em Portu-

'

• Como é que explicam esse laço entre Lámb e Portugal?

desvanecendo ...

Louise - Não sei se há uma explicação. Parece que. em Portugal as pessoas sentem mesmo as canções nos seus corações. As vezes tocamos e não há. qualquer impacto nos corações das pessoas. Hoje à noite sentimo-nos toca-

• Têm outros projectos? tnuise - Sim. Eu estou a fazer "d~mos" de algumas canções a solo. Vai ser um arastamento do que o que os Lamb fazem, vai ser mais orgãnico ... H

dos, mas de uma forma quase calma ... Não há muito para explicar, mas há algo nó! coração dos portugueses e no coração dós Lamb que nos une.

IAndj - estou a trabalhar nu.... m til.me de animação. Acho que a música dos Lamb-é 'tão cinemática e fílmica que o sítio ~Ó"bVio Par; rnjrn é fazer algumas coisas nessa área. Estou

• "What Sound" foi um disco muito diferente de "Fear of Fours". ~orquê? ,..,.,.__ '

também a acabar a minha compilação de DJ e a fazer coisas fora da música ...

"'-

Andy - Todos os álbuns de Lamb foram gravados em "Há algo no coração dos portugueses dos lamb que nos une."

e no coração "

Depois de milis um concerto memorável dos Lamb em POI" tugei, Louise Rnoae» e Andy Barlow falaram sobre o laço entre o nosso pais e li banda e anunciaram que o disco "Senveen Darkness and Hape" marca um ponto final no grupo.

casa, com o nosso estúdio,

produzidas

por nós, No "What

. Sound", estávamos em tournée por todo o mundo, com diferentes produtores e músicos e utilizamos estas pessoas que respeitamos muito e admiramos. Tiveram um "input" creativo no disco e essa foi a diferença principal.

No último estivemos

disco ("Between Darkness and Wonder"] É muito mais como o "Fear of

longe.da ci.dade.

Fours".

louise Rhodes - Foi um concerto bom, um dos melhores

Louise - Eu penso 'que no "Fear of Fours" sentimos que tínhamos algo para provar. O primeiro disco correu muito bem, surpreendeu-nos e a imprensa falava de nós. O "Fear of Fours" foi quase como que uma reacção a muitas

desde há muito

coisas,

• Como foi o conceno?

tempo.

As pessoas em Portugal

sentem

mesmo a música. Há uma sinergia, uma química entre nós . e Portugal. Há algo de.espeelal-qee acenteee=._ _

para dizer que não éramos isto, nem aquilo,

Andy BarlOw - Na altura tocámos para 300 pessoas e agora tocámos para 20.000. Mesmo na primeira vez que

Foi

o nosso álbum da adolescência. Em ·What Sound" e "Between Darkness and wonôêr" há um processo mais reíáxaae, sem termos que provarmos

.• Oque é mudou desde a primeira vez que tocaram em Portugal?

-

algo e apenas diver-

tirmo-nos com o que.tazernos. Andy - Há u~aboa hiPót~es~ ser a nossa última tournée de sempre e este ser o nosso último..•.., álbum. ,

tocámos, sentimos que havia algo ... Obviamente que não éramos 'tão populares, mas logo no primeiro concerto sen-

• Porquê?

timos algo .. Estávamos nervosos e ansiosos, mas quando

Andy - Acho que é um crime quando as bandas contl-

"" <,

toranla "Primeiro

surgiu a língua, depois surgiu a música"

• Qual é o formato em que se sentem mais à vontade?-O acústico ou o eléctrico?

canções mais pesadas, há canções épicas. Há várias misturas, Toranja tem essa característica .

Neste momento,

• O que é que leva os Toranja a compor em português?

• Como foi o concerte? o formato eléctrico,

que foi o que

Não estávamos à espera que estivesse tanta gente. Tenho aqui no Porto-uma prima direita e ela djsse.-m~ que cá as pessoas vinham normalmente às terças-felía.e quintas-

experimentamos hoje, é o que nos agrada. mais, mas gostamos também de tocar acústico. Curiosamente, vínhamos também na esperança de encontrar aqui no Porto alguns

feira. Ainda por cima estava mau tempo. A não ser no Galp Energia, em Alvalade, acho que foi o concerto em que tocamos para mais gente. Foi lindíssimo, lá de cima (o público] ticarnuito bôruto. Fiquei-espantado

instrumentos, esperança que ficou gorada (risos]. As canções 'acústicas arejam um bocado o concerto. E, como é preciso menos tecnologiá, improVisamos mais: por outro lado, às Vezes faz falta a explosão do formato eléctrico,

com o silêncio

na música

do piano porqce

normalmente

costuma haver imenso barulho, Não percebi como é que com tanta gente estava tudo tão calado e foi uma coisa qàe-rne tocou imenso. • Estávamos Uni bocado na expectativa. NÓs já demos concertos em que as.pessoas se est.a~am,~'n19filj)tíàr para nós. Antes de rançarmos o C;D fizemos limj1''toumée em b.;res pequenos. lamas para bares em que a <jtituq? das pessoas era "quem éque são estes gajos que viefam;invidir o meu bar?" Úi~.sl~· ~-.

<. - _;;

'.',t';:~.

Compor em português não é uma opção. Opção seria compor em inglês.

t.

uma coisa natural.

Primeiro

surgiu a

língua, depois surgiu a música. Nascemos todos em Portugal, falamos todos em português, e a mensagem que vamos transmitir vai ser em português porque estamos em Portugal, sem o filtro da tradução. A llngua portuguesa é

uma língua muito bonita, com uma métrica muito bonita. b preciso é saber ir à procura,

• Há projectos para novo disco, depois do sucesso de

"Esqui.ssos"?

• Os Toranja escrevem sobre o quê?

À partida para o próximo ano há disco novo. Já tivemos uma fase 'de contacto .com canções novas em Janeiro e Fevereiro, altura em que não tivemos .concertos. Já temos

São coisas que acontecem, coisas que inquietam e vamos escrevendo sobre elas. Se não acontece nada, escreve-se .. sobre não estar a acontecer nada .. Não se pode estar feliz. Quando se está feliz saem sempre coisas muito pirosas. Por isso temos que arranjar uma coisa qualquer para estar muito mal, muito triste [risos], Estou a ~rincar. ..

uma

ideia.

A linha

vai ajudar

a explicar

alguma

coisa

mais sobre Toranja, mas vai manter um ce110enigma. Há

- -------........,.~-----....,....------~---_r'


despôrtoacadémico

Decorreram nos passados dias 10 a 14 de Maio, em Barcelos, as fases finais dos campeonatos nacionais universitários da F.A.D.U. "..,__,i!2!..

A participação da academia do Porto teve, este ano, uma representação mais alargada e notável, quer por um reforço' da presença d.eequipas-dá Associ;;ção de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (AEISCAP), quer pelo surgimento da Associaç® do Instituto Superlõr 'de Engenharia do Porto (AEISEP) e da Associação de Estudantes da Faculdade de Economia do Porto (AEFEP) como entidades dinamizadoras'tiõãesporto do ensino superior. . Destaque ainda para a equipa de voleibol.s!ê,./'.ss.Ol:iação"deê5tu(faníes da Faculdade de Desporto ~. Educação Física (AEFCDEF) e para a equipa de andebol da Associação de Estudantes da UniversiQªde f'ortucalenSe (AEUPIDH). ' .

RESULTADOS POSITIVOS Considerando que as equipas das Associações de Estudantes de Lisboa e doPorto competem a nivel nacional com unidades nucleares prlncipais ou aglomerados de instituições do ensino superior de uma determinada área/distritorreglão do país, 'facilmente se comprova que a correlação de forças daqui resultante confere aos resultados obtidos um factor motivacional acrescido.

AN-DEBOl MASCULINO AEISCAP

AEUPIDH AEISEP AEFEP

5° lugar

ATLETiSMO PISTA AR LlVRÉ Ana Mar

lugar

Paulo

"Rlcarao Nobre

AEISCAP ISMAr

...-~""

AEISCAP

100m

~lJQm-barreiras ~ Salta em altura 110m barreiras

Nuno Reis

ISMAI

100m

Filipe Vital Silva André Silva

AEFEP AEFMUP

Salto em com rimento lançamento peso Lançamento peso

BASQUETEBOL FEMININO AEISEP

ues Ferreira

'"

ATLETISMO PISTA COBERTA

YO lugar

Carine

Silva

Sara Almeida Isabel Soares Ana xaster Daniela Rodrigues

AEFEP

BASQUETEBOL MASCULINO

Lufs Jesus

ISMAI ISMAI AEFEP AEFEP

60m/

AEFLUP

Lançamento

UFP

Salto em com 60m

60

Om 8° lugar

60m peso

rlmentc

lan amento peso Sandro Silva

AEFEP

5" lu ar

60m

Salto em com rimentc 60m

AEISEP

10 lugar 3" lu ar

11" lu ar

60m 60m

FUTSAl FEMININO AEISCAP

€i0 lugar

AEFEP

HÓQUEI EM PATINS AEISEP AEISCAP

:3°lwgar 4° lugar

60m 1500m

5° lugar

1500m Lan amento

}O

Lan amento eso Salto em altura

1° lugar

lu ar

CORTA-MATO,

AEFMUP AEFEU~gar

i I"

João Carlos de Moura

"

l° lu ar 2" lu ar

AEFCUP

ISMAI

~ju

lugar

Oaniel Almeida Marinho

FeDEF

Excelso Antunes lages

AEFEP

ar 3" lu ar 6" lugar

AEFCDEF AEFEP

LuIs Miguel Neves Paulo Filipe Gonçalves

AEFMUP

4" lugar

ISMAI

7" lugar

VOLEIBOL MASCULINO

Ricardo JO( Pereira Carlos Albeno Car oso

AEFFUP AEFEUP

2" lugar 3" lugar

Vasco Lo

VOLEIBOL FEMININO

AEISCAP

1° lugar

AEFCDEF AEISEP' AEHP

4° lugar.

Ii

José Padeiro Hélder

Rente

Arthur Feneira

VOlEI PRAIA João Malheiro/Pedro

Rosas ISMAI

10 lugar David

Meio/Rui

3° lugar

Pinto

AEISCAP

XADREZ I AEISCAP ! 2" IU2ar AEFEUP AEFEUP

5"lu ar 13" lugar

-


FEDERAÇÁO ACADtM'CA / DO PORTO PQR UMII

PRIORIDADS

NA eOVCAçp,O

-_ .. e l~. .---- -....,..

. 1(J ir

MtJltiméQia

Procurar

J ._'_"__ ~_.

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.?

11 Queima: concertos ou academlsmo.

EndtJl'~O

õ

, ter acesso a~-recinto, que em algumas situações, descar~cteriza Acadernismõ claro! Os tempos de faculdade não se ~e.petem, e de certa torrna a queima das fitas: Para estas pessoas'"mlJ1to ,~ro~ deitam muitas saudades.• el .ecme tal,. d:,vem ser VIVld_~~eCr~; vavelmente que a queima são mais os concertos e os copos do entusiasmo ê com o rnaxtrno de tradição! M~s os co . que propriamente o académlsmO. também ajudam ~ animar! Boa queima! Aproveitem ao máximo,

André Coelho - IPAM

porque

passam

muito

rápido.

Anónimo Academismo, sempre. t. importante manter o espíri:o,acadél"fllc,o entre os estudantes do porto. Para mim é sem duvld~ o mais importante de tudo. OS concertos é o divertimento da ~OIte, onde se fuma

e bebe

muitas

vezes sem limites.

Agora

acno

certos grupos que costuma~ vlr actua~ na altura Oivirtamrse e aproveitem ao máximo a Queima ...

rever

Import~nt~ da queima.

Anónimo Academlsmc semprel!l Concertos podemos ter e_mqualquer ~ado e em Qualquer altura ... A queima das fitas é Praxe.. Jogo tradição e isso é fundamentalmente portuguêsllltlül!l! Rui Veiga Academlsmo, sem dúvida! Mas da maneira que as cois.as andam ... a maior parte do pessoal iã nem sabe o que é o.e~plnto acaoémtcct A prova diSSO é que já nem se pode assistir em paz à monumental serenata ... Será que custa muito ficar calado durante aquele que (principalmente para cetcircs e fina listas) é dos momentos mais bonitos e aguardados da queima??? Qualquer dia até se batem palmas, não?!?! Enfim ... parece que 'a queima é cada vez mais uma ocasião para se apanharem monumentais bebedeiras e não para celebrar e dar a conhecer o verdadeiro. esplrito acadêmico ... BAH! :I eueueu

iem

Os estudantes todo o direito a uma semana de diversão por ano! Pois ao contrário do que se costuma dizer nem todos são bêbados, muitos são os que estudam, se esforçam, e tantos que estudam e trabalham para poder pagar os 'estuoos. Deixem-nos em paz ... Anônimo Para quem é estudante universitário-e encama rmnimamente, o espírito aG9.démicO",a queima das fitas transmite-te uma áurea acacémlca muito grande. em que os concertos são um compremento, uma forma de melhorar a festa que todos nós, universitários, tanto gostamos. No entanto, não nos podemos esquecer que a queima das fitas é uma celebração para acadérnicos. mas não restringlda a estes, uma vez que toda e qualquer pessoa pode

academismo Os concertos estão a matar a queima. Por mim o queimódrom~ pode fechar à uma da manhã. Lá não me apanham. Beijos e viva a praxe! Arnie Lamento certos comen'tários que passam no f6rum. acho q.ue a queima é para ser acima de tudo um momento passado entre amigos sem bebedeiras, também é um m0fl1:ento ~e _concer~os, mas a recordação que fica sempre é o convívto. D~,xel a queima do Porto e rurnei até Coimbra ... arrependi-me, a que[m~ do Porto é em tudo superior! a tradiçãô de Coimbra [á passou! Viva ao Porto e

à

•.

..[!j ~

Para mim foi a mais louça de 'todas as queimas ... Pura diversão! Agora que passou fica a recordação de bons momentos sem ressentimentos ... Era merecida uma semanita de férias ... Pan Eu pouco posso falar da Queima, mas por aquilo que vi e ouvi gostei muito. Fui s6 no Sábado à Queima, mas 'edorei ao contrário do ano que passou. Gostei das Tunas no inicio dos concertos, adorei os Gomo e nem se fala no espectáculo que Carlinhos Brown deu .que grande concerto ... Parabéns ~ organização da Queima ... Espero mais para o ano que vern.; Anónimo Toda a gente vê que o pessoal exagera um pouco em todos os MODERAÇÃO é excelente e o pessoal devia seguir ... no entanto há muitos aspectos positivos na queima. da rocha

aspectos. A expressão DIVIRTA-SECOM

Vou começar pelo que gosto menos na queima que é o facto de os bilhetes serem caros e o acesso ao recinto devia ser exctusivamente permitido a alúnos do ensino superior! Adoro a quélma pelo convívio. pêlos concertos(alguns :?)e.! ... , queima é queima! não gosto de falhar 1 dia! é uma semana louca! ;} Um bocadinho de preocupação com a higiene pública não fazia mal nenhum! j.} Agora a queima é só pró ano! "'s FAP

Teresinha Xutos no seu melhor.. 'Cada vez mais se nota que queima sem xutos não é queima! Apesar do coaõertc não ter sido dos melhores foi de longe o melhor deste ano.. como é já costume! Anónimo Melhor concertoj Xutos?! Nem pensar ... Sem qualquer margem " para dúvidas: cLÃ!!! Um regresso fantástico com um álbum

fap.pt

Academia!

L.G.

A Queima é algo de extraordinário .... moment?s_Q.uese vi~em, e que só perde quem não os vive. A Queima é feita de mQlTIento~... depois ficam as recordações e as saudades .... mas nada de rnutta nostalgia .... pró ano há mais .... Mutombus cotchetus concertos ou academismo ..? concertos. o espírito acadêmico já foi, já bateu a bota. basta até dar uma olhadela as respostas do fórum. mas de resto dou os parabéns à FAP que até conseguiu com que os não apelantes da queima fossem lá. e para quem não gostou das condições, que não ficasse lã, ou que não fosse ... pois dizer factos quando se faz parte deles, que tenha vergonha ~na cara. Só achei que 0$ 12euros era demais, e não fomos informados de que õecorreriarn eventos "acadêmicos" antes dos espec-

Queima a todcsl!l E.sejam moderados! Gláudia os concertos são da queima. logo, fazem parte de todo o acaoernrsmc sentido durante essa semana! não são nem parte importante nem lmoresctndível.. simplesmente alegram (ainda mais) o esotrtto da queima. sendo o quetmoororno a zona mais connecida para quem não esta (Ia academia, é, por conseguinte, aquela de que se ouve mais falar. mas esses também não vão viver o academismo que nós vivemos ao pertencer a esta grande comunidade estudantil! vamos é gozar a queima das fitas em todos os seus espaços sem nos sentirmos obrigados a fazê-lo •.. boa queima

táculos.

para todos e parabéns aos finalistas...

;

Floresta

Anónimo

.

mas por acaso há concertos na queima? Binhaça

A queima das fitas é um evento precorrünantemente académico, sendo que, se não fosse o acadernisrno não havia queima. A queima é uma comemoração dos académicos com o aproximar do final-de mais um ano. Os estudantes ao longo do ternpo encontraram na queima um espaço de diversão pura ... não só de bebedeira (mas também), e é.isso que deve ser! Na Queima, além de chorar na serenata, mais uma vez confraterniza! hO cortejo e sair pisado da garraiada, adoro divertir-me no querrqódromo! Dux da FGUP .

c ncertQsV?!?!?nah! academismo sem duvida algurna!l!' =)) me myself aíUl-i hum ... depende dos diasr!! Râ dias em que os concertos são apelativos, mas acho que inseridos aent{O do espaço que é o Queimódromo, é inevitável o academismo nãG-.e~$tar presente! Boa

*

-.._----- .. ------.-,---.---------:--~------.-

. Retroceder

www •

Ip

Procurar

~evor~

I

Mu~~

imperdível!. .. Parabéns, Manela! Já Unhamos saudades de ouvir!

VQS

Nuno

---- --_.~----~-~liJ ..,O}J

e i e·~

-.-

Adorei a queima, 'acho que devià ser um vez por mês..... Sem duvida este foi o melhor ano.... Conhecia pessoas de todo o

lado .... ESPECTAcULO. Mariana

Foi do Concerto do Carl inhos. Anónimo gostei imenso da musica que havia em todas as barracas, o ano passado isso não existia. gostei também dos concertos e do arnoíente habitual da quelma.) venha outra! Ana Paula AZevedo gostei muito dos Leme e do atendimento rnédlco.I os enfermelros foram stmpaticos.) não curti nada as horas de espera do autocarro, podiam-se esforçar mais nesse sentido! e que venha

Foi a P como estudante do ensino superior e como tal foi especial ... diverti-me bastante até porque tui quase todos os dias!! Abrunhosa em grande =}

,

'

O que eu mais gostei na queima este ano foi ver tanta mulher bonita e "simpética"l!l! Espero qtI~ pró ano sejam mais e melhores!!!! Continuem com a boa organização e com os bons "organizadores"!!!! Grande abraço académico ZéTó

outrat.)

o que

Ana Paula

certo-do carlinhos brown!!!! foi o melhor concerta que já vi desde que vou à Queima!! A única coisa que acho que está mal e que

Sou finalistà e adorei a queima. Não sei se por ser a última, mas foi, sem qualquer dúvida a melhor. Adorei, adorei, adorei todas as noites sem excepçãê, conttnuação de bons estudos para os não finalistas e aos finaflstas desejo. que acaoejn já o curso e que tenham muita sorte em termos de emprego. Tânia

-devia ser melhorada são as casas de banho.

Bem para mim esta Queima teve um sentido especlat. ... o' meu último ano! Que nostalgia! Foi uma semana em grande. Concordo com alguns dos comentários nomeadamente o da FAP ter em atenção a higiene nos WCs, estava nojento. Com os copos nem se nora, mas SÓt>rio ..... Foi fenomenal e inesquecível, não vi quase concerto nenhum. Gostei muito do ambiente nas barracas, a musica bem é a loucura! Parabéns e bom fim de ano lectivo para fados! MariaL.

mais

Iscapiana

gostei nesta queima foi, sem dúvida nenhuma, o con-

'

p0r te-em tido a opção de ontem porem duas grandes tunas a animar o recinto antes dos concertos .... Grande cena Mesmo .... ·PJ>:RABENS A FAP!! Anónimo Patabéus

Adorei a ideia de actuarem as Tunas no sábado antes dos concertos, Parabéns ... Quanto aos concertos pouco posso dizer: fui no sábado e adorei os concertos. GOMO foi fantástico fiquei admiradora deles não falando do Carlinhos Brown que deu um concerto extraordinário •..Enfim, em contrário ao ano que passou ADOREI os CONCERTGS. Não esquecendo é claro os espírito acadêmico. SEMPRE .... Anónimo

~d

rruco

'15


P,ela reapreci~ção" da lei das propinas ,.

,:AP aposta na cultura e no desporto

'prof!1ov~a luta

contra as propinas

. rtl ;fe. deri~A~démiCnal·f· eds~:~õé~

':.> ,

'.....'

'ultas ma "

nrnmete m "~""""" Estudantêsdo 'PO!~Odizem-se indignados . com declara~ões'dô~:representantedosreitorr ~

... • FAP critica também a acção interposta contn O Estado •

pelos alunos

~

I"'''H,. V,".,..Q"U •

go.NeJo,refertndo-se às decla ~etl",: râçõe~de Pimpâo ao "Dlárlo

C~.... •

de Coimbra e Algarvc

A FeQr •.'~n Ao,""",ke

rln

~.'

a '.,n" "absolutamenre V.'f

~" .U~~l1,0, Queima das Fitas 1992

deíxa de-financiar os alunos que ultrapassem.um deter.n:" nado prazo para conclusão

~nl>nm>1lco",Numa entrocis.1" anteontem, o dosséus cursos) ""'~ou "É~bsolutamente:n~cclla, .1<l~umlrcomhgel'r,ezaque

Post" ~ ti."~,•. rP~,. I&IS ~•••,;:a"11

~....

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,,!lIedlco

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. . Hugo Neto prom aínda sobrs a acção la contra o Eslado [ démteas ue Cotmbc garve,. pejo a rncumprímento da

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Em causa

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Queima das

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I

}\ fEDERAÇÃO Acadénuea do Porto enviou ontem uma , carta aborta ao presidénte da Câmara do Porto. Nuno Car-

I

doso, "",gil,,lo·l~

que, de uma

vez por todas, se defina quantc a atribuição ãos vstuduntés de um, ~p&Çt) Instalação

I I

definitivo para a dos re.s!ilJOS da I

Q~eh\le, dM Fi!l!s do Porto, , ,

Recorde-se

't!l1e,

perante

O

sr-

lêncio da autarquía -1\ FAP' tenl pén,~?nte«desde Junho

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ÓirNui~MiJ.h,W.IW;~~1It tOOP.eal'iWk~~~lWJ,I>!i

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15


Jornal Porto Académico (FAP) #13 (maio&junho2004)