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Hino ao Nilo Salve, ó Nilo Que sais da terra E vens dar de beber ao Egipto! Misteriosa é a tua saída das trevas. Ao irrigar os prados criados por Ré Tu fazes viver todo o gado, Tu, que dás de beber à terra! Tu crias o trigo, fazes nascer o grão, Garantindo a prosperidade aos templos. Se páras a tua tarefa e o teu trabalho, Tudo o que existe cai no desespero. […] Se, ao contrário, te levantas, A terra inteira grita de regozijo, Os dentes mastigam, Os ventres alegram-se, As costas sacodem-se de riso! Hino ao Nilo, 3º milénio a. C.


Hino ao Nilo