Page 1

GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS

Organização, edição e Revisão Eliane Escossiato Gouveia CRB 8064 Juliana Catarina de Oliveira Mendonça CRB 6483 Bibliotecária

Marília 2015


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

[2]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

APRESENTAÇÃO

O Guia de Normalização da FAJOPA contém as normas da ABNT atualizadas bem como normas próprias da Faculdade João Paulo II. Os exemplos apresentados correspondem às dúvidas e sugestões de alunos e professores da Instituição a fim de agregar uma identidade própria na produção dos trabalhos acadêmicos.

[3]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

[4]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ....................................................................................... 9 2 CITAÇÃO .............................................................................................. 10 2.1 Citação direta ...................................................................................... 10 2.2 Citações diretas curtas ....................................................................... 10 2.3 Citações diretas longas ....................................................................... 11 2.4 Citação indireta (paráfrase) .............................................................. 11 2.5 Citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria ...... 12 2.6 Citações indiretas de diversos documentos de vários autores ........ 12 2.7 Interrupções ou supressões da citação .............................................. 12 2.8 Pontuação da citação .......................................................................... 13 2.9 Citação de citação ............................................................................... 13 2.10 Citação de documento traduzido .................................................... 14 2.11 Citação de informação verbal.......................................................... 14 2.12 Citação de notas de aula................................................................... 15 2.13 Citação de material didático desenvolvido pelo docente............... 15 2.14 Quando houver coincidência nos sobrenomes e datas .................. 16 3 REFERÊNCIAS .................................................................................... 17 3.1 Ordenação das referências................................................................. 17 3.2 Regras gerais para as referências ..................................................... 18 4 TIPOS DE AUTORIA PARA CITAÇÕES E REFERÊNCIA.......... 24 4.1 Um autor.............................................................................................. 24 4.2 Dois autores ......................................................................................... 24 4.3 Três autores ......................................................................................... 25 4.4 Mais de três autores............................................................................ 25 4.5 Autoria desconhecida ......................................................................... 25 4.6 Autoria desconhecida e ausência de título........................................ 26 4.7 Autor evento ........................................................................................ 26 4.8 Livros de autoria de Santos ............................................................... 26 4.9 Livros de autoria do Papa .................................................................. 27 4.10 Várias obras do mesmo autor em um único livro .......................... 27 4.11 Citar uma obra ingerida em um volume com outras obras do .... 27 4.12 Mais de um autor e obra em um livro ............................................ 28 4.13 Capítulos de livros ............................................................................ 28 4.14 Organizadores, compiladores, editores, adaptadores etc. ............ 28 4.15 Associações ........................................................................................ 29 4.16 Instituições......................................................................................... 29 4.17 Órgãos governamentais do País ...................................................... 29 [5]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4.18 Órgãos governamentais de Estados ................................................ 30 4.19 Leis e Decretos .................................................................................. 30 5 TIPOS DE DOCUMENTOS PARA CITAÇÕES E REFERÊNCIA 31 5.1 Monografias ........................................................................................ 31 5.2 Dissertações ......................................................................................... 31 5.3 Teses ..................................................................................................... 32 5.4 Dicionários........................................................................................... 32 5.5 Verbetes de dicionários e enciclopédias ............................................ 32 5.6 Atlas ..................................................................................................... 33 5.7 Bibliografias ........................................................................................ 33 5.8 Bíblias .................................................................................................. 33 5.9 Código de direito canônico ................................................................ 34 5.10 Catecismo da Igreja Católica .......................................................... 34 5.11 Documentos Pontifícios .................................................................... 34 5.12 Compêndio ........................................................................................ 35 5.13 Documentos CELAM ....................................................................... 35 5.14 Documentos da CNBB...................................................................... 37 5.15 Mysterium Salutis ............................................................................. 37 5.16 Suma Teológica ................................................................................. 37 5.17 Publicações de Congressos ............................................................... 38 5.18 Conferências, simpósios ................................................................... 38 5.19 Workshops, jornadas, etc................................................................. 38 5.20 Seminários ......................................................................................... 39 5.21 Artigo de periódico impresso ........................................................... 39 5.22 Artigo de periódico on-line .............................................................. 39 5.23 Artigo de revista ............................................................................... 40 5.24 Fascículo ............................................................................................ 40 5.25 Artigo de jornal................................................................................. 40 5.26 Artigo de jornal on-line .................................................................... 41 5.27 Atas de reuniões ................................................................................ 41 5.28 Entrevistas ......................................................................................... 41 5.29 Filmes e Vídeos ................................................................................. 42 5.30 Parte de disco .................................................................................... 42 5.31 Mapas e Globos ................................................................................. 42 6 APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS ACADÊMICOS ................ 43 6.1 Estrutura do tcc, monografia, dissertação e tese ............................. 44 6.2 Modelo de capa para MONOGRAFIA, DISSERTAÇÃO E TESE45 6.3 Modelo da folha de rosto para todos os trabalhos acadêmicos ...... 46 [6]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.4 Modelos para folha de rosto .............................................................. 47 6.5 Modelo de errata................................................................................. 48 6.6 Modelo da folha de aprovação........................................................... 49 6.7 Modelo de dedicatória, agradecimento e epígrafe ........................... 50 6.8 Modelo de resumo............................................................................... 51 6.10 Modelo de lista de abreviaturas e símbolo ..................................... 52 6.11 Modelo do sumário ........................................................................... 53 6.12 Regras gerais para os elementos textuais ....................................... 54 6.13 Modelo glossário, apêndice e anexo ................................................ 55 7 DIVULGAÇÃO DA PESQUISA.......................................................... 56 7.1 Artigo científico e Tutoria.................................................................. 56 7.2 Modelo de Artigo Científico e Tutoria.............................................. 57 7.3 Projeto de pesquisa ............................................................................. 58 7.4 Relatório técnico-científico ................................................................ 59 7.5 Fichamento .......................................................................................... 60 7.6 Corpo do fichamento .......................................................................... 60 7.7 Resumo ou resenha ............................................................................. 61 7.8 Resumo indicativo ou descritivo........................................................ 62 7.9 Modelo de resumo informativo ou analítico .................................... 63 7.10 Modelo de resumo crítico ou resenha ............................................. 64 7.11 Modelo de resenha de obra .............................................................. 65 7.12 Pôster ................................................................................................. 66 REFERÊNCIAS ....................................................................................... 67

[7]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

[8]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

1 INTRODUÇÃO A forma de apresentação das referências e as diferentes formas de fazer citações é uma tarefa complicada de ser realizada devido às muitas nuances no que se referem a autores, títulos, dados de publicação, abreviaturas, uso de maiúsculas, espaços e pontuações. Apresentaremos a seguir os princípios considerados fundamentais de referência e citação visando uma melhor compreensão, por isso faremos uso de exemplos de citações de vários tipos de documentos, referências bibliográficas bem como modelos para divulgação de uma pesquisa. As normas descritas nesse documento aplicam-se a todos os tipos de trabalhos acadêmicos:         

Planos de ensinos; Tutoria; Trabalhos de Conclusão de curso; Monografias, Dissertações e Teses; Artigos científicos; Relatórios de estudos; Fichamento; Resumos; Resenhas.

ATENÇÃO: Os exemplos que estiverem em destaque na cor azul, são somente para dar ênfase, o seu trabalho acadêmico deve ser todo na cor preta.

[9]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

2 CITAÇÃO A citação é uma informação extraída de outra fonte e utilizada para: a) dar credibilidade e fundamentação ao trabalho científico; b) fornecer informações a respeito dos trabalhos desenvolvidos na área de pesquisa; c) fornecer exemplos de pontos de vista semelhantes ou não sobre o assunto de sua pesquisa. A NBR 10520 especifica as características exigíveis para citação em documentos. Os dados obtidos por informação oral, comunicação pessoal, palestras, apontamentos em aula entre outros também podem ser citados. Descreveremos a seguir as diversas formas de citação: 2.1 Citação direta Transcrição literal de textos de outros autores, podendo ser parágrafo, frase ou uma expressão, seguidos da indicação da fonte consultada. 2.2 Citações diretas curtas Citações curtas, com até três linhas devem ser inseridas no texto entre “aspas duplas”, precedida ou seguida do sobrenome do autor, ano e número de página entre parênteses. Exemplo: Conforme explicita Frei Nilo Agostini (1993, p. 139) “com Descartes, Kant e o Iluminismo, o homem europeu achou estar realizando o homem da razão (“Eu penso”).”

[10]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

2.3 Citações diretas longas Citações com mais de 3 (três) linhas devem constituir com um recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra tamanho 11 e digitado em espaço simples, sem aspas a um espaços de 1,5 do texto superior e inferior. Exemplo: 1 espaço de 1,5

Margem 4 cm

O consumo abundante, é-lhes dito e mostrado, é a marca do sucesso e a estrada que conduz diretamente ao aplauso público e à fama. Eles também aprendem que possuir e consumir determinados objetos, e adotar certos estilos de vida, é condição necessária para a felicidade, talvez até para a dignidade humana. (BAUMAN, 1998, p. 55). 1 espaço de 1,5

2.4 Citação indireta (paráfrase) É quando se reproduzem as ideias do autor usando as próprias palavras. Não usa aspas e nem precisa citar a página. Exemplo: Isto significa que, na época moderna, o homem trocou sua gama de possibilidades de felicidade pela garantia de segurança. (BAUMAN, 1998).

[11]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

2.5 Citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria Documentos publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente com as suas datas separadas por vírgula. Exemplo: (DREYFUSS, 1989, 1991, 1995).

Obs.: Na REFERÊNCIA todos os documentos devem constar separadamente. 2.6 Citações indiretas de diversos documentos de vários autores Quando as citações são mencionadas simultaneamente, devem ser separadas por ponto e vírgula em ordem alfabética. Exemplo: Ela polariza e encaminha, sob a forma de “demanda coletiva”, as necessidades de todos. (FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997). Obs.: Na REFERÊNCIA todos os documentos devem constar separadamente.

2.7 Interrupções ou supressões da citação Para indicar interrupções ou supressões do texto [...], acréscimos ou comentários [ ], dúvida [?] ou destaque [sem grifo no original, grifo meu, etc.] são usados colchetes no início, meio e fim da citação. Exemplo: Assim como a psicanálise empresta seus conceitos [para auxiliar] a biblioteconomia a desvendar caminhos que a levarão ao entendimento da dinâmica [...], produzir mudanças benéficas [?] instrumentalizando seus profissionais na tarefa impossível [!] de educar, de formar sujeitos capazes de se auto suprirem de saber. (MENDES; CRUZ; CURTY, 2005, p. 18). [12]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

2.8 Pontuação da citação A pontuação da citação textual deve ser obedecida, ou seja, se a frase termina com um ponto, este deve ser inserido dentro das aspas. Exemplo: "Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão." (Lc 15,20). 2.9 Citação de citação Informação retirada de um documento consultado, cuja obra original não se teve acesso. É citar um autor que foi citado pelo autor do documento que se teve acesso. Utilizar a expressão latina apud (citado por). Exemplo:

Citação direta: Deste ponto de vista ao afirmar “os estudantes estão enganados quando acreditam que eles estão fazendo pesquisa, quando de fato eles estão apenas transferindo informação factual [...]”(LEEDY 1988 apud RICHARDSON, 1991, p. 417). Citação indireta: Leedy (1988 apud RICHARDSON, 1991, p. 417) compartilha deste ponto de vista ao afirmar que os estudantes se enganam quando acreditam que estão fazendo pesquisa, quando de fato eles estão apenas transferindo informação [...]”. REFERÊNCIA RICHARDSON, Jean. Even high school students can do real research. Catholic Library World, p. 414-418, may/jun. 1991. [13]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

2.10 Citação de documento traduzido Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, devemos citar após a chamada da citação, a expressão “tradução nossa”, entre parênteses. Exemplo: No texto: “A ansiedade de biblioteca é caracterizada como um sentimento negativo, uma incerteza que causa uma desordem mental nos estudantes, [...].” (MELLON, 1986, p. 163, tradução nossa). REFERÊNCIA MELLON, Constance A. Library anxiety: a grounded theory and its development. College & Research Libraries, v. 47, p. 161-165, mar. 1986.

2.11 Citação de informação verbal Quando a informação não está em nenhum suporte físico. Exemplo: No texto: A nova revisão da AACR2, em folhas soltas, estará disponível para venda em setembro deste ano. (MENDES, 2004, informação verbal). REFERÊNCIA MENDES, Maria Teresa Reis. Docente da disciplina de Catalogação da Escola de Biblioteconomia da Universidade do Rio de Janeiro. Notícia fornecida na aula de 22 de agosto de 2004.

[14]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

2.12 Citação de notas de aula Quando houver anotações relevantes realizada em sala de aula. Exemplo: No texto: Citação direta

Citação indireta

(LIMA, 2004, Não paginado)

Segundo Lima (2004)

REFERÊNCIA LIMA, O. F. Docente da disciplina de História da filosofia da Faculdade João Paulo II de Marília. Notas da aula de 22 de agosto de 2004.

2.13 Citação de material didático desenvolvido pelo docente Quando o docente desenvolve seu material, mas não publica. Exemplo: No texto: Citação direta

Citação indireta

(FELICI, 2004, p. 68)

Segundo Felici (2004) REFERÊNCIA

FELICI, A. I. Metafísica. Docente da disciplina de Metafísica da Faculdade João Paulo II de Marília. Material didático desenvolvido pelo docente, 2004.

[15]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

2.14 Quando houver coincidência nos sobrenomes e datas Nesse caso colocam-se os prenomes por extenso. Exemplo: No texto: Citação direta

Citação indireta

(BARBOSA, Cássio, 1965, p. 417) (BARBOSA, Celso, 1965, p. 17)

Barbosa, Cássio, (1965) Barbosa, Celso, (1965)

REFERÊNCIA BARBOSA, Cássio. A história do Mirador. Marília: Fajopa, 1965. BARBOSA, Celso. Genealogia da terra. Marília: Fajopa, 1965.

2.15 As citações de um mesmo autor, publicados no mesmo ano É necessário o acréscimo de letras minúsculas, após a data e sem espacejamento. Exemplo: No texto: Citação direta (REESIDE, 1927a, p. 417) (REESIDE, 1927b, p. 17)

Citação indireta Segundo Reeside (1927a) Segundo Reeside (1927b)

REFERÊNCIA REESIDE, C. A história do Mirador. Marília: Fajopa, 1927a. REESIDE, C. Genealogia da terra. Marília: Fajopa, 1927b.

[16]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

3 REFERÊNCIAS A norma 6023/2002 estabelece os elementos a serem incluídos nas referências; ordem de apresentação e transcrição da informação originada do documento o que permite sua identificação individual. Seus elementos essenciais são: QUEM?

AUTOR

DEMO, Pedro.

O QUÊ?

TÍTULO E SUBTÍTULO

Pesquisa e construção do conhecimento.

ONDE?

FONTE

Rio de Janeiro: Atlas,

QUANDO?

DATA

1997

3.1 Ordenação das referências As referências devem ser ordenadas da seguinte forma: a) por sistema alfabético; b) alinhadas a esquerda; c) espaço simples; d) separadas entre si por 2 espaço simples; e) o nome do autor deve ser citado quantas vezes aparecer; f) não usar travessão ponto (______.); g) não é necessário colocar o total de páginas dos livros; h) não é necessário citar o tradutor; i) deve ser citada a edição da obra usada, exceto se for à primeira edição.

[17]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

Exemplo: Títulos de seção sem numeração progressiva são centralizados na página REFERÊNCIA BARBOSA, C. Genealogia da terra. Marília: Vozes, 1965.

2 ESPAÇOS SIMPLES simples BARBOSA, C. O fator amizade.espaço Botucatu: Vozes, 1995. MELLON, C. A. Grandes mestres. São Paulo: Paulos, 1986.

RICHARDSON, J. Psicologia. Assis: Paulinas. 1991.

SÓDERSTEN, B.; GEOFREY, R. International economics. 3. ed. London: MacMillan, 1994.

3.2 Regras gerais para as referências a) Quando houver cidades homônimas, indique a localização. Exemplo: OLIVEIRA, J. Moralidade. Viçosa, MG : Vozes, 1987. RODRIGUES, D. Genealogias. Viçosa, RN: Loyola, 1999.

b)

Indica-se a edição, em algarismo(s) arábico(s) seguido(s) de ponto e abreviatura da palavra edição. Exemplo:

AGOSTINI, N. Teologia moral: o que você precisa viver e saber. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

[18]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

c)

Indica-se a coleção e o volume da obra no final da referência entre parênteses. Exemplo:

COLI, J. O que é arte. 15. ed. São Paulo: Brasiliense, 2002. (Primeiros passos, v. 46). COLI, J. O que é arte. 15. ed. São Paulo: Brasiliense, 2002. (Os Pensadores). COLI, J. O que é arte. 15. ed. São Paulo: Brasiliense, 2002. (Biblioteca lusobrasileira. Série brasileira).

d)

Quando a obra for publicada em mais de um volume, indicase a quantidade de volumes seguido da abreviatura v. Exemplo:

TOURINHO FILHOI, J. Processo penal. São Paulo: Saraiva, 2002. 4 v. AGOSTINHO, Santo. A cidade de Deus: contra os pagãos, parte II. 2. ed. Petropóles: Vozes, 1998. v. 2. (Pensamento humano).

e) Quando o local não aparece na publicação, deve-se indicar, entre colchetes, a expressão: sine loco (Sem local) Exemplo: GONÇALVES, F. B. A história do Mirador. [S. l.]: Fajopa, 1993.

f) Quando o local não aparece, mas pode ser identificado, coloca-se entre colchetes. Exemplo: GONÇALVES, F. B. A história do Mirador. [Florianópolis]: Fajopa, 1993.

[19]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

g) Suprimir natureza jurídica/comercial da editora (Gráfica, Impressora, Editora, Livraria, etc.). Exemplo: CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. Na publicação: Paz e Terra Editora.

h) Quando o editor e o autor são os mesmos, ele não deve ser mencionado novamente. Exemplo: UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Catálogo de Graduação, 19941995. Viçosa, MG, 1994.

i) Quando houver mais de uma editora, indica-se a que aparecer com maior destaque, as demais podem ser também registradas com os respectivos lugares. Exemplos: Local e Editora diferentes: Rio de Janeiro: MAST; São Paulo: UNESP. Local igual, editoras diferentes: A ÉTICA da informação no mercado do ano 2000: o papel da fonte e da imprensa. Rio de Janeiro: CVM: FENAJ, 1999.

j) Quando a editora não puder ser identificada, usa-se a expressão sine nomine (sem nome). Exemplo: GONÇALVES, F. B. A história do Mirador. Marília: [s.n.], 1993.

[20]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

k) Quando o local e o editor não puderem ser identificados usam-se as duas expressões, entre colchetes. Exemplo: GONÇALVES, F. B. A história do Mirador. [S.l.: s.n.], 1993.

l) A data de publicação (ano) deve ser indicada em algarismos arábicos. Exemplo: Assim: 2000 e não: 2.000

m) Quando houver dúvida quanto à data, indica-se, sempre entre colchetes. Formas de indicar o Ano [1997?] [ca. 1995] [199-] [19--] [19--?] [entre 2005 e 2007]

Significado para data provável para data aproximada para década certa para século certo para século provável para intervalo

Exemplo: No texto: Citação direta (GONÇALVES, [19--], p. 417)

Citação indireta Segundo Gonçalves ([19--])

REFERÊNCIA GONÇALVES, F. B. A história do Mirador. Marília: Fajopa, [19--].

[21]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

n) Quando o documento não possuir numeração de página ou possuir paginação irregular, insira as expressões ao final da referência. Exemplos: No texto: Citação direta (MARQUES; LANZELOTTE, 1993, Não paginado)

Citação indireta Segundo Marques e Lanzelotte (1993)

REFERÊNCIA MARQUES, M. P.; LANZELOTTE, R. G. Banco de dados e hipermídia: construindo um metamodelo para o projeto Portinari. Rio de Janeiro: PUC, 1993. Disponível em: <ftp://ftp.inf.pucrio.br/pub/docs/techreports/93_01_marques.pdf>. Acesso em: 08 mar. 2012.

o) Em publicações virtuais, insere-se também a data de acesso ao documento e o endereço eletrônico. Exemplo: No texto: Citação direta (MARQUES; LANZELOTTE, 1993, Não paginado)

Citação indireta Segundo Marques e Lanzelotte (1993)

REFERÊNCIA MARQUES, M. P.; LANZELOTTE, R. G. Banco de dados e hipermídia: construindo um metamodelo para o projeto Portinari. Rio de Janeiro: PUC, 1993. Disponível em: <ftp://ftp.inf.pucrio.br/pub/docs/techreports/93_01_marques.pdf>. Acesso em: 08 mar. 2012.

[22]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

p) Publicações virtuais sem local; sem editora; sem data; sem número de página e sem ano. Exemplo: No texto: Citação direta (MARQUES; LANZELOTTE, 1993, Não paginado)

Citação indireta Segundo Marques e Lanzelotte (1993)

REFERÊNCIA MARQUES, M. P.; LANZELOTTE, R. G. Banco de dados e hipermídia: construindo um metamodelo para o projeto Portinari. [S.l.: s.n.], [19--]. Disponível em: <ftp://ftp.inf.pucrio.br/pub/docs/techreports/93_01_marques.pdf>. Acesso em: 08 mar. 2012.

[23]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4 TIPOS DE AUTORIA PARA CITAÇÕES E REFERÊNCIA Há diversas formas de indicar a autoria, pois cada obra tem sua particularidade: Exemplos: 4.1 Um autor No texto: Citação direta (SCHÜTZ, 1997, p. 22)

Citação indireta De acordo com Schütz (1997)

REFERÊNCIA

SCHÜTZ, Edgar. Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de metas. Florianópolis: Insular, 1997.

4.2 Dois autores No texto: Citação direta Citação indireta (SÓDERSTEN; GEOFREY, 1994, p. 87) Segundo Sódersten e Geofrey (1994) REFERÊNCIA SÓDERSTEN, B.; GEOFREY, R. International economics. 3. ed. London: MacMillan, 1994.

[24]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4.3 Três autores No texto: Citação direta

Citação indireta

(DUDZIAK; GABRIEL; VILLELA, 2000, p. 78)

Segundo Dudziak, Gabriel e Villela (2000)

REFERÊNCIA NORTON, P.; AITKEN, P.; WILTON, R. Peter Norton: a bíblia do programador. Rio de Janeiro: Campos, 1994.

4.4 Mais de três autores No texto: Citação direta (BRITO, et al., 1996, p. 417)

Citação indireta Segundo Brito, et al., (1996)

REFERÊNCIA BRITO, E.V., et al. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. 6. ed. atual. São Paulo: Frase Editora, 1996.

Obs.: A expressão latina et al. é abreviação de et alli e significa “e outros”. 4.5 Autoria desconhecida No texto: Citação direta (MOMENTOS de fé, 1965, p. 17) sem negrito

Citação indireta Segundo MOMENTOS de fé (1965)

REFERÊNCIA

MOMENTOS de fé. São Paulo: Paz e terra, 1965.

Obs.: A entrada deve ser pelo título.

[25]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4.6 Autoria desconhecida e ausência de título No texto: Citação direta

Citação indireta

(O DESENVOLVIMENTO [...], 1998, Não paginado)

Segundo o desenvolvimento [...] (1998)

sem negrito

REFERÊNCIA

O DESENVOLVIMENTO [...]. São Paulo: Paz e terra, 1959.

Obs.: A entrada pela primeira palavra do texto sem contar o artigo. 4.7 Autor evento No texto: Citação direta (RIBEIRO, 2004, p. 49)

Citação indireta Segundo Ribeiro (2004)

REFERÊNCIA RIBEIRO, Fernanda. Informação: um campo une profissões diversas. In: CONGRESSO BAD, 8., Estoril, 2004. Anais eletrônicos... Estoril, 2004. p. 19. Disponível em: <http://badinfo.apbad.pt/congresso8/convidado4.pdf>. Acesso em: 26 jun. 2010.

4.8 Livros de autoria de Santos No texto: Citação direta (AGOSTINHO, 1998, p. 98)

Citação indireta Segundo Agostinho (1998)

REFERÊNCIA AGOSTINHO, Santo. A cidade de Deus: contra os pagãos, parte 2. 2. ed. Petropóles: Vozes, 1998. v. 2. (Pensamento humano).

[26]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4.9 Livros de autoria do Papa No texto: Citação direta (PIO XI, 1951, p. 51)

Citação indireta Segundo o Papa Pio XI (1951) REFERÊNCIA

PIO XI, Papa. Sobre a Ação Católica. Petrópolis: Vozes, 1951.

4.10 Várias obras do mesmo autor em um único livro No texto: Citação direta (POPPER, 1980, p. 51)

Citação indireta Segundo Popper (1980)

REFERÊNCIA POPPER, K. R. A lógica da investigação científica ; Três concepções acerca do conhecimento humano; A sociedade aberta e seus inimigos. São Paulo: Abril Cultural, 1980. (Os Pensadores).

4.11 Citar uma obra ingerida em um volume com outras obras do mesmo autor No texto: Citação direta (POPPER, 1980, p. 51)

Citação indireta Segundo Popper (1980) REFERÊNCIA

POPPER, K. R. Três concepções acerca do conhecimento humano. In: POPPER, K. R. A lógica da investigação científica ; Três concepções acerca do conhecimento humano; A sociedade aberta e seus inimigos. São Paulo: Abril Cultural, 1980. (Os Pensadores).

[27]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4.12 Mais de um autor e obra em um livro No texto: Citação direta (RUSSELL, 1992, p. 47)

Citação indireta Conforme Russell (1985)

REFERÊNCIA RUSSELL, B. Da denotação. In: RUSSELL, Bertrand. Ensaios escolhidos. 5. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1992. (Os Pensadores).

4.13 Capítulos de livros No texto: Citação direta (BACHELARD, 1974, p. 51)

Citação indireta Segundo Bachelard (1974)

REFERÊNCIA BACHELARD, G. A poética do espaço. In: BERGSON, H.; BACHELARD, G. Cartas, conferências e outros escritos; A filosofia do não; O novo espírito científico; A poética do espaço. São Paulo: Abril Cultural, 1974. (Os Pensadores).

4.14 Organizadores, compiladores, editores, adaptadores etc. No texto: Citação direta

Citação indireta

(BOSI, 1978, p. 51)

De acordo com Bosi (1978) REFERÊNCIA

BOSI, Alfredo (Org.). O conto brasileiro contemporâneo. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 1978. Usar: Trad. para tradutor / Pref. para prefaciador / Ilus. para ilustrador, etc.

[28]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4.15 Associações No texto: Citação direta (COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPÉIAS, 2002, p. 51)

Citação indireta Conforme a Comissão das comunidades europeias (2002)

REFERÊNCIA COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPÉIAS. Relatório sobre o clima. 3.

Madri:[s.n.], 2002.

4.16 Instituições No texto: Citação direta Citação indireta (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, Conforme a Universidade de São 1988, p. 11) Paulo (1988) REFERÊNCIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto Astronômico e Geográfico. Anuário astronômico. São Paulo, 1988.

4.17 Órgãos governamentais do País No texto: Citação direta (SÃO PAULO, 1993, p. 11)

Citação indireta Conforme São Paulo (1993)

REFERÊNCIA SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo, 1993. [29]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

4.18 Órgãos governamentais de Estados No texto: Citação direta (BRASIL, 1995, p. 11)

Citação indireta Conforme Brasil (1995)

REFERÊNCIA BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR, 1995.

4.19 Leis e Decretos No texto: Citação direta (BRASIL, 1984, p. 11)

Citação indireta Conforme Brasil (1984)

REFERÊNCIA BRASIL. Decreto n. 89.271, de 4 de janeiro de 1984. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 48, p. 3-4, jan./mar.,1. trim. 1984. Legislação Federal e marginalia.

[30]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5 TIPOS DE DOCUMENTOS PARA CITAÇÕES E REFERÊNCIA Algumas obras necessitam de informações adicionais para serem descritas como veremos a seguir: Exemplos: 5.1 Monografias No texto: Citação direta (CATTACHE, 2004, p. 47)

Citação indireta Conforme Cattache (2004)

REFERÊNCIA CATTACHE, M. J. Presença e ausência: uma reflexão sobre os caminhos da espiritualidade cristã no período pós-moderno. 2004. 57 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia) - Curso de Teologia, Faculdade João Paulo II, Marília, 2004.

5.2 Dissertações No texto: Citação direta (RODRIGUES, 1989, p. 47)

Citação indireta Conforme Rodrigues (1989)

REFERÊNCIA RODRIGUES, A. R. Qualidade de vida no trabalho. 1989. 180 f. Dissertação (Mestrado em Administração) - Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1989.

[31]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.3 Teses No texto: Citação direta (RICCI, 2007, p. 47)

Citação indireta Conforme Ricci (2007) REFERÊNCIA

RICCI, L. A. L. Mistanásia Infantil e Pastoral da Criança, Avaliação ÉticoTeológica da Pastoral da Criança no Brasil enquanto potencialização da Cultura da Vida. 2007. 523 f. Tese (Doutorado em Teologia Moral) - Pontifícia Universitas Lateranensis, Academia Alfonsiana Institutum Superius Theologiae Moralis, Roma, 2007.

5.4 Dicionários

No texto: Citação direta (HALLISEY, 1996, p. 47)

Citação indireta Conforme Hallisey (1996)

REFERÊNCIA HALLISEY, C. Budismo. In: OUTHWAITE, W. ; BUTTOMORE, T. Dicionário do pensamento social do século XX. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.

5.5 Verbetes de dicionários e enciclopédias No texto: Citação direta (AULETE, 1980, p. 47)

Citação indireta Conforme Aulete (1980)

REFERÊNCIA AULETE, C. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Delta, 1980. [32]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.6 Atlas No texto: Citação direta (MOURÃO, 1984, p. 47)

Citação indireta Conforme Mourão (1984)

REFERÊNCIA MOURÃO, R. R. de F. Atlas celeste. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1984.

5.7 Bibliografias No texto: Citação direta (MOURÃO, 1984, p. 47)

Citação indireta Conforme Mourão (1984)

REFERÊNCIA INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Bibliografia Brasileira de Ciência da Informação: 1984/1986. Brasília: IBICT, 1984.

5.8 Bíblias No texto: Citação direta (Lc 15, 11-32)

Citação indireta Cf. Lc (15, 11-32) REFERÊNCIA

BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2006.

Obs.: A expressão Cf. significa “Confrontar”.

[33]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.9 Código de direito canônico No texto: Citação direta (CDC, 2001, Cân. 208)

Citação indireta Segundo o CDC (2001, Cân. 208)

REFERÊNCIA CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO. São Paulo: Loyola, 2001.

Obs.: “CDC” é a abreviatura para CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO. 5.10 Catecismo da Igreja Católica No texto: Citação direta (CIC, 1998, n. 44)

Citação indireta Segundo o CIC (1998, n. 44)

REFERÊNCIA CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. 9. ed. Petrópolis: Vozes,1998.

Obs.: “CIC” é a abreviatura para CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. 5.11 Documentos Pontifícios No texto: Citação direta (CA, 1991, n. 16)

Citação indireta Segundo o CA (1991, n. 16) REFERÊNCIA

JOÃO PAULO II, Papa. Carta Encíclica Centesimus Annus: no centenário da Rerum Novarum. Petrópolis: Vozes, 1991. (Documentos Pontifícios; v. 241).

[34]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

No texto: Citação direta (DC, 2008, n. 35)

Citação indireta Segundo o DC (2008, n. 35) REFERÊNCIA

BENTO XVI, Papa. Carta Encíclica Deus Caritas Est: sobre o amor cristão. São Paulo: Paulinas, 2008. (A Voz do Papa, v. 189).

Obs.: Nas citações usar as iniciais do título latino dos Documentos Pontifícios e o número do parágrafo. Na referência deve constar o volume do documento. 5.12 Compêndio No texto: Citação direta (AA, 2000, n. 35,)

Citação indireta Segundo o AA (2000, n. 35) REFERÊNCIA

CONCÍLIO VATICANO II. Decreto Apostolicam Actuositatem: sobre o apostolado dos leigos. In: VIER, Frederico (Org.). Compendio Vaticano II: constituições, decretos, declarações. Petrópolis: Vozes, 2000.

5.13 Documentos CELAM Obs.: Na citação direta usar o número do parágrafo, se não constar, usar o número da página. No texto: Citação direta (DMe., 2004, n. 16)

Citação indireta Segundo o DMe., (2004, n. 16)

REFERÊNCIA CONFERÊNCIA EPISCOPAL LATINO-AMERICANO - CELAM. Conclusões da Conferência de Medellín: a Igreja na atual transformação da América Latina. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1971.

Obs.: “D” é a abreviatura para documento e “Me.” é a abreviatura para Medellín. [35]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

No texto: Citação direta (DPu., 2004, n. 16)

Citação indireta Segundo o DPu., (2004, n. 16)

REFERÊNCIA CONFERÊNCIA EPISCOPAL LATINO-AMERICANO - CELAM. Conclusões da Conferência de Puebla: evangelização no presente e no futuro da América Latina. São Paulo: Paulinas, 1986.

Obs.: “D” é a abreviatura para documento e “Pu.” é a abreviatura para Puebla. No texto: Citação direta (DSD., 2004, n. 16)

Citação indireta Segundo o DSD., (2004, n. 16)

REFERÊNCIA CONFERÊNCIA EPISCOPAL LATINO-AMERICANO - CELAM. Conclusões da Conferência de Santo Domingo: nova evangelização, promoção humana e cultura cristã. São Paulo: Loyola, 1993.

Obs.: “D” é a abreviatura para documento e “SD.” é a abreviatura para Santo Domingo. No texto: Citação direta (DAp., 2007, n. 44)

Citação indireta Segundo o DAp. (2007, n. 44) REFERÊNCIA

CONFERÊNCIA EPISCOPAL LATINO-AMERICANO - CELAM. Conclusões da Conferência de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americana e do Caribe. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2007.

Obs.: “D” é a abreviatura para documento e “Ap.” é a abreviatura para Aparecida.

[36]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.14 Documentos da CNBB No texto: Citação direta (CNBB, doc. 87, 2007, n. 28)

Citação indireta Segundo a CNBB (doc. 87, 2007, n. 28)

REFERÊNCIA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil: 2008-2010. São Paulo: Paulinas, 2007. (Documentos da CNBB, v. 87).

5.15 Mysterium Salutis No texto: Citação direta (FEINER; LOEHRER, 1971, p. 52)

Citação indireta Segundo Feiner e Loehrer (1971)

REFERÊNCIA FEINER, J.; LOEHRER, M. Mysterium Salutis: compêndio de dogmática histórico-salvífica. Petrópolis: Vozes, 1971. v. I/1.

5.16 Suma Teológica No texto: Citação direta (TOMÁS DE AQUINO, 2002, q. 52)

Citação indireta Segundo Tomás de Aquino (2002)

REFERÊNCIA TOMÁS DE AQUINO, Santo. Suma teológica: a criação, o anjo e o homem. v. 2, parte 1, questões 44-119. São Paulo: Loyola, 2002. Obs.: “q” é a abreviatura para questão.

[37]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.17 Publicações de Congressos No texto: Citação direta Citação indireta (CONGRESSO BRASILEIRO DE Conforme o Congresso Brasileiro de ENGENHARIA DE PESCA, 1986, p. 47) Engenharia de Pesca (1986) REFERÊNCIA CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE PESCA, 4., 1986,Curitiba, PR. Anais... Curitiba: UFPR, 1986.

5.18 Conferências, simpósios No texto: Citação direta (CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, [1986?], p. 47)

Citação indireta Conforme a Conferência Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil [1986?]

REFERÊNCIA CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11ª, 1986, Belém. Anais… [S. l.]: OAB, [1986?].

5.19 Workshops, jornadas, etc. No texto: Citação direta Citação indireta (WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM Conforme o Workshop De Dissertações ANDAMENTO, 1985, p. 47) Em Andamento (1985) REFERÊNCIA WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1., 1995, São Paulo. Anais… São Paulo: ICRS, USP, 1985.

[38]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.20 Seminários No texto: Citação direta

Citação indireta

(WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 2003, p. 47)

Conforme o Workshop de Dissertações em Andamento (2003)

REFERÊNCIA SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS, 20., 2003, Fortaleza. Anais... Fortaleza: Tec Treina, 2003.

5.21 Artigo de periódico impresso No texto: Citação direta (MALOFF, 1997, p. 47)

Citação indireta Conforme Maloff (1997) REFERÊNCIA

MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 3, p. 159-186, maio/ago. 1997.

5.22 Artigo de periódico on-line No texto: Citação direta (MALOFF, 1997, p. 47)

Citação indireta Conforme Maloff (1997)

REFERÊNCIA MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". Ciência da Informação, Brasília, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1997.

Obs.: Havendo paginação (inicial e final), deverá constar na referência. [39]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.23 Artigo de revista No texto: Citação direta (MALOFF, 1998, p. 47)

Citação indireta Conforme Maloff (1998)

REFERÊNCIA MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". VEJA. São Paulo, v. 31, n. 1, p. 33-39, jan. 1998. Semanal.

5.24 Fascículo No texto: Citação direta (MELHORES, 1997, p. 47)

Citação indireta Conforme Melhores (1997)

REFERÊNCIA MELHORES e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil, VEJA. São Paulo, jul. 1997. Suplemento.

5.25 Artigo de jornal No texto: Citação direta (OLIVEIRA, 1981, p. 47)

Citação indireta Conforme Oliveira (1981)

REFERÊNCIA OLIVEIRA, W. P. de. Judô: Educação física e moral. O Estado de Minas, Belo Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno Esporte, p. 13.

[40]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.26 Artigo de jornal on-line No texto: Citação direta (OLIVEIRA, 1981, p. 47)

Citação indireta Conforme Oliveira (1981)

REFERÊNCIA OLIVEIRA, W. P. de. Judô: Educação física e moral. O Estado de Minas, Belo Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno Esporte, p. 13. Disponível em: <http:// http://www.em.com.br/>. Acesso em: 18 maio 1998.

5.27 Atas de reuniões No texto: Citação direta (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, 1981, p. 47)

Citação indireta Conforme Universidade Federal de Santa Catarina (1981)

REFERÊNCIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Central. Ata da reunião realizada no dia 4 de julho de 1997. Livro 50, p. 1.

5.28 Entrevistas No texto: Citação direta (MELLO, 1998, p. 47)

Citação indireta Conforme Mello (1998)

REFERÊNCIA MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. Veja, São Paulo, n. 1528, p. 9-11, set. 1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima.

[41]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

5.29 Filmes e Vídeos No texto: Citação direta (O NOME, 1986, min. 78)

Citação indireta Conforme O Nome (1986)

REFERÊNCIA O NOME da rosa. Produção de Jean-Jaques Annaud. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora, 1986. 1 Videocassete (130 min.): VHS, Ntsc, son., color. Legendado. Port.

5.30 Parte de disco No texto: Citação direta (JOBIM, 2003, Faixa 3)

Citação indireta Conforme Jobim (2003)

REFERÊNCIA JOBIM, Tom. As Águas de Março. In: JOBIM, Tom. A Música de Tom Jobim. São Paulo: Word Music, 2003. Faixa 3.

5.31 Mapas e Globos No texto: Citação direta (SANTA CATARINA, 1958, não paginado)

Citação indireta Conforme Santa Catarina (1958)

REFERÊNCIA

SANTA CATARINA. Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. Mapa geral do Estado de Santa Catarina. [Florianópolis], 1958. 1 mapa: 78 x 57 cm. Escala: 1:800:000.

[42]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6 APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS ACADÊMICOS Os documentos acadêmicos devem ser estruturados com base nas normas da ABNT: NBR 6022 (artigo), NBR 14724 (trabalhos acadêmicos); NBR 15287 (projeto de pesquisa) e NBR 15437(pôster). Nesse capítulo, as estruturas de cada publicação serão expostas através de modelos explicativos. Segue algumas orientações que merecem consideração:  antes de iniciar seu trabalho, faça um levantamento bibliográfico e selecione as obras relevantes;  anote os dados bibliográficos das fontes ANTES da leitura;  ANOTE durante a leitura as principais ideias do autor e o número da página onde estão descritas;  faça referência de todas as fontes citadas no trabalho;  NÃO USE TEXTOS NÃO EDITADOS ou informações obtidas verbalmente uma vez que seu conteúdo é passível de não comprovação;  de preferência a utilização de textos originais para evitar o uso excessivo das citações de citação (apud);  notas de rodapé interrompem a sequência lógica da leitura, se for importante que sejam sucintas e curtas;  evite utilizar siglas e abreviaturas;  atenção especial a concordância verbal e a correção gramatical;  a redação do trabalho deve ser redigida de forma impessoal: observase, observou-se, observaram-se, observam-se, etc.;  o tipo de papel é o A4 branco ou A4 reciclado. [43]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.1 Estrutura do tcc, monografia, dissertação e tese

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

ÍNDICE (Opcional) ANEXOS (Opcional) APÊNDICES (Opcional) GLOSSÁRIO (Opcional) REFERÊNCIAS

22

21

20

19

18

(Obrigatório) CONSIDERAÇÕES FINAIS 17

(Obrigatório) DESENVOLVIMENTO 16

(Obrigatório) INTRODUÇÃO

15

(Obrigatório) SUMÁRIO

(Obrigatório)

ELEMENTOS PRÉTEXTUAIS Páginas contadas, mas não numeradas

LISTA DE SÍMBOLOS (Opcional) LISTA DE ABREVIATURAS (Opcional) LISTA DE TABELAS (Opcional) LISTA DE ILUSTRAÇÕES (Opcional) ABSTRACT

ELEMENTOS TEXTUAIS

(Obrigatório) RESUMO

(Obrigatório) EPÍGRAFE (Opcional) AGRADECIMENTOS (Opcional) DEDICATÓRIA (Opcional) FOLHA DE APROVAÇÃO

(Obrigatório) ERRATA (Opcional)

FOLHA DE ROSTO (Obrigatório)

CAPA (Obrigatório)

[44]

A CAPA é obrigatória para MONOGRAFIA, DISSERTAÇÃO E TESE e APENAS depois da correção final para entrega na biblioteca. A lombada é opcional


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.2 Modelo de capa para MONOGRAFIA, DISSERTAÇÃO E TESE Margem de 3 cm FAJOPA - FACULDADE JOÃO PAULO II CURSO DE FILOSOFIA

Centralizado no topo da página, Caixa alta, negrito, fonte Times, tamanho 12 e espaço simples

Margem de 3 cm

TÍTULO DO TRABALHO: subtítulo.

3 espaços simples NOME DO AUTOR

Recuo de 7 cm à direita, Caixa alta, negrito, fonte Times, tamanho 12 e espaço simples Centralizado nofinal da página,Caixa alta, negrito, fonte Times, tamanho 12 e espaços simples MARÍLIA 2012

Margem de 2 cm

Obs.:As margens são iguais pra todas as páginas e todos os trabalhos acadêmicos.

[45]

Margem de 2 cm

Caixa alta para Título, caixa baixa para subtítulo, negrito, fonte Times, tamanho 12 e espaços simples


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.3 Modelo da folha de rosto para todos os trabalhos acadêmicos NOME DO AUTOR

TÍTULO DO TRABALHO: subtítulo.

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade João Paulo II como requisito para obtenção do Título de Bacharel em Xxxxxxxx, sob orientação do Prof. Dr. Fulano de Tal.

Recuo de 7 cm à direita, em negrito, fonte Times, tamanho 12 e espaços simples

A NOTA EXPLICATIVA muda conforme o tipo de trabalho MARÍLIA 2012

[46]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.4 Modelos para folha de rosto

Fichamento

Resumo

Tutoria

Projeto de pesquisa

Fichamento apresentado ao Prof. Dr. Fulano de Tal como requisito parcial para aprovação na Disciplina Xxxxxxxx. Resumo apresentado ao Prof. Dr. Fulano de Tal como requisito parcial para aprovação na Disciplina Xxxxxxxx. Tutoria apresentada a Faculdade João Paulo II como requisito para obtenção do Título de Licenciado em Filosofia, sob orientação do Prof. Dr. Fulano de Tal. Projeto de Pesquisa do Curso de Xxxxxx, sob orientação do Prof. Dr. Fulano de Tal.

Relatório de pesquisa Relatório de Pesquisa do Curso de Xxxxxx, sob orientação do Prof. Dr. Fulano de Tal. Trabalho apresentado ao Prof. Dr. Fulano de Tal como requisito parcial para aprovação na Trabalho acadêmico Disciplina Xxxxxxxx. ou requisito total

 Trabalho de conclusão de curso;  Dissertação (Título de Mestre)

 Tese (Título de Doutor)

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado a Faculdade João Paulo II como requisito para obtenção do Título de Licenciado em Filosofia, sob orientação do Prof. Dr. Fulano de Tal.

[47]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.5 Modelo de errata

ERRATA FULANO, Silva da. Genealogias, 2012. 120 f. Trabalho de Conclusão de Curso – Faculdade João Paulo II, 2012.

Folha

Linha

Onde se lê

Leia-se

25

10

livro

livros

[48]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.6 Modelo da folha de aprovação

NOME DO AUTOR Um espaço de 1,5

TÍTULO DO TRABALHO: subtítulo. Um espaço de 1,5

( ) Orientador: _______________________________________________ Um espaço de 1,5

( ) Leitor: ____________________________________________________ Um espaço de 1,5

Nota:________ Um espaço de 1,5

Observações:____________________________________________ _______________________________________________________ _______________________________________________________ _______________________________________________________ _______________________________________________________ _______________________________________________________ _______________________________________________________ _______________________________________________________ Um espaço de 1,5

Marília, ............ de ............................ de 2012. Um espaço de 1,5

___________________ Assinatura

[49]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.7 Modelo de dedicatória, agradecimento e epígrafe AGRADECIMENTO A Dedicatória não recebe título e sua composição é livre.

O titulo da seção sem numeração É CENTRALIZADO, em caixa alta e negrito

A meus pais... Texto livre Dedico este trabalho a Deus.

A Epígrafe não recebe título, é transcrita com aspa seguida da indicação da autoria. Também podem ser colocada nas folhas de abertura dos capítulos. A formatação é livre.

“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” Lavoisier, 1785.

[50]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.8 Modelo de resumo

RESUMO O resumo deve ser redigido em parágrafo único em espaço simples, contendo de 150 a 500 palavras para trabalhos acadêmicos e relatórios técnicoscientíficos. O termo “Palavras-chave:” deve vir em negrito e as palavras-chave de 3 a 5, devem ser separadas entre si por ponto final sem negrito. Palavras-chave: Xxxxxx. Xxxxxxx. Xxxxxx. Xxxxx.

ABSTRACT

O resumo em língua estrangeira pode ser em:  Inglês,  Espanhol,  Francês,  Italiano ,  Alemão

The abstract should be a single paragraph in single space, containing 150 to 500 words for academic papers and technical reports and scientific. The term "Keywords:" must bebold and keywords 3-5, must be separated by no end point bold. Keywords: Xxxxxx. Xxxxxxx. Xxxxxx. Xxxxx.

[51]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.9 Modelo de lista de ilustrações e lista de tabela LISTA DE ILUSTRAÇÕES

LISTA DE TABELA

Gráfico 1 - Distribuição de renda...................................... 21 Gráfico 2 - Gastos com a renda...................................... 22

Tabela 1 - Distribuição de renda....................................... 21 Tabela 2 - Gastos com a renda........................................ 22

Deve-se fazer lista separada e numerada na ordem em que aparecem no texto.

As ilustrações devem ser numeradas na ordem em que aparecem no texto.

6.10 Modelo de lista de abreviaturas e símbolo

LISTA DE ABREVIATURAS ABNT BU FAJOPA

LISTA DE SÍMBOLO

Associação Brasileira de Normas Técnicas Biblioteca Universitária Faculdade João Paulo II

dab

O uso de abreviaturas deve ser evitado, usar os termos estritamente necessários com a grafia correta das abreviaturas.

Distância euclidian

Os símbolos devem ser apresentados na ordem em que aparecem no texto com o devido significado.

[52]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.11 Modelo do sumário

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO................................................12

A numeração das seções tem início na

2 JUSTIFICATIVA ...........................................14 2.1 Seção Secundária...........................................18

INTRODUÇÃO (nº 1)

2.1.1 Seção terciária............................................22

e termina em

2.1.1.1 Seção quaternária ..................................32

CONSIDERAÇÕES FINAIS

(último nº)

2.1.1.1.1 Seção quinaria...................................39 3 DESENVOLVIMENTO ..............................41 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS .........................52 REFERÊNCIAS ...........................................62 APÊNDICE A – Questionário dos alunos.........67

Os itens do sumário devem ser: 1. alinhados a esquerda; 2. em espaço simples; 3.grafia das seções e subseções igual ao trabalho:  Seção (capítulo): CAIXA ALTA E NEGRITO  Subseções: 1ª letra em maiúscula, caixa baixa e negrito 4. número da primeira página das seções e subseções.

[53]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.12 Regras gerais para os elementos textuais A paginação é inserida a partir da introdução, em algarismos arábicos no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior.

O indicativo numérico é separado por um espaço do TÍTULO DAS SEÇÕES E SUBSEÇÕES e de forma contínua. Os títulos das seções e subseções são alinhados a esquerda

15

1 REGRAS GERAIS PARA OS ELEMENTOS TEXTUAIS 1,5 cm

Todo o trabalho deve ser digitado em fonte Times New Roman, tamanho 12, com as seguintes exceções:

a) b) c) d) e)

citação direta longa – tamanho 11; nota de rodapé – tamanho 10; legendas – tamanho 10; dedicatória - livre; epígrafe – livre.

1,5 cm

Entre cada Título de seção primária e subseção DEVE HAVER UM TEXTO

1.1 Regras para siglas e abreviaturas 1,5 cm

1,5 cm

Elas devem ser evitadas, quando utilizadas devem ser indicadas entre parênteses, quando aparece a primeira vez, precedidas do nome por extenso. Ex: Faculdade João Paulo II (FAJOPA). 1,5 cm

1.2 Regras para legendas 1,5 cm

Ilustrações são centralizadas e a legenda alinhada ao início da figura em espaço simples e fonte 10. 1

1

Figura 1 – Conceitos, conhecimento Clip-Art.

Microsoft Windows Seven Clip-Art (2010).

Notas de rodapé Digitadas em tamanho 10 dentro da margem separadas por um espaço simples entre as linhas e por filete de 5 cm a partir da margem esquerda. A partir da segunda linha, devem ser alinhadas embaixo da primeira letra da primeira palavra da primeira linha.

[54]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

6.13 Modelo glossário, apêndice e anexo GLOSSÁRIO Proporção numérica originada da relação entre as grandezas do perímetro de uma circunferência e seu diâmetro.

Documento ou texto NÃO elaborado pelo autor para fundamentar sua argumentação

Documento ou texto elaborado pelo autor para complementar sua argumentação APÊNDICE A – Questionário sobre normalização de trabalhos acadêmico

Lista em ordem alfabética de expressões técnicas ou restritas usadas no texto seguida da definição.

ANEXO A – Estrutura dos trabalhos acadêmicos realizado pela UFS

[55]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7 DIVULGAÇÃO DA PESQUISA Para divulgar uma pesquisa podem ser usadas apresentações de powerpoint, pôsteres, resumos, ou artigos científicos em eventos internos e externos de uma instituição. Cada evento possui normas específicas sendo necessário estar atentos a elas com antecedência. Abordaremos a seguir as formas de divulgação mais usadas.

7.1 Artigo científico e Tutoria O artigo científico e a Tutoria tem a mesma estrutura dos demais trabalhos científicos, ou seja: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais e a formatação seguem o mesmo padrão já descrito. Podendo ser: a) original ou divulgação: apresenta temas ou abordagens originais e podem ser: relatos de caso, comunicação ou notas prévias; b) revisão: os artigos de revisão analisam e discutem trabalhos já publicados, revisões bibliográficas etc.

[56]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.2 Modelo de Artigo Científico e Tutoria Título e subtítulo centralizado, negrito e caixa alta

MODELO DE ARTIGO CIENTÍFICO: ELABORAÇÃO E FORMATAÇÃO BASEADO NA NBR 6022 Eliane Escossiato Gouveia1 Juliana Catarina de Oliveira Mendonça2 "Aprender é mudar posturas" Títulos sem numeração progressiva são centralizados

RESUMO O resumo deve ser redigido em parágrafo único, não utrapassando 250 palavras para artigos. O termo “Palavras-chave:” deve vir em negrito e as palavras-chave de 3 a 5, devem ser separadas entre si por ponto final sem negrito. Palavras-chave: Xxxxx. Xxxxxxx. Xxxxxxxxx. ABSTRACT xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. Keywords: Xxxxx. Xxxxxxx. Xxxxxxxxx. 1 INTRODUÇÃO Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. 2 O ARTIGO CIENTÍFICO Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

Breve currículo dos autores 1 2

Bibliotecária – Biblioteca Universitária Faculdade João Paulo II. E-mail: biblioteca@fajopa.edu.br Bibliotecária – Biblioteca Universitária Faculdade João Paulo II. E-mail: biblioteca@fajopa.edu.br

[57]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.3 Projeto de pesquisa

Projeto é a descrição de estrutura de um empreendimento a ser realizado segundo a NBR 15827, portando deve-se usar o verbo no tempo futuro e ser redigido usando o tratamento impessoal (pensou-se, percebese). A formatação segue o mesmo padrão já descrito, SEM A CAPA. O projeto de pesquisa é composto por: REFERÊNCIA 11 7 REFERÊNCIAL 10 TEÓRICO 6 CRONOGRAMA 5 PROPOSTA DE SUMÁRIO 4 METODOLOGIA 4.1 Modalidade da pesquisa 4.2Delimitação do tema 3.

6 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo geral 3.2 Objetivos específicos

2 JUSTIFICATIVA 4

1 INTRODUÇÃO SUMÁRIO

I

FOLHA DE ROSTO I

[58]

I

5

7

8

9


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.4 Relatório técnico-científico Documento, de acordo com a NBR 10719 que descreve formalmente o progresso ou resultado de pesquisa científica ou técnica. FORMULÁRIO DE DENTIFICAÇÃO (Opcional) ÍNDICE (Opcional) ANEXOS (Opcional) APÊNDICES (Opcional) GLOSSÁRIO (Opcional) RE FERÊNCIAS

(Obrigatório) CONSIDERAÇÕESFINAIS 14 (Obrigatório)

DESENVOLVIMENTO 13

(Obrigatório) INTRODUÇÃO

(Obrigatório) SUMÁRIO

(Obrigatório) LISTA DE SÍMBOLOS (Opcional) LISTA DE ABREVIATURAS (Opcional) LISTA DE TABELAS (Opcional) LISTA DE ILUSTRAÇÃO (Opcional) RESUMO

(Obrigatório) EPÍGRAFE (Opcional) AGRADECIMENTOS (Opcional) ERRATA (Opcional)

FOLHA DE ROSTO (Obrigatório)

[59]

12

15

16

19 18

17

20


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.5 Fichamento Recurso usado para sistematizar e documentar uma leitura para que não haja necessidade de recorrer à obra original novamente. O fichamento pode conter:  indicação da referência bibliográfica;  resumo do texto;  registro de comentários e críticas ao texto;  registro de ideias que ocorreram a partir da leitura do texto;  transcrições do texto que poderão ser usadas posteriormente como citação no próprio trabalho.

7.6 Corpo do fichamento

Espaço de 1,5, negrito, fonte times, tamanho 12 ECO, Umberto. Como se faz uma tese em ciências humanas. São Paulo: Perspectiva, 1997. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

[60]

Espaço entre linhas de 1,5. Recuo de 1,5. Fonte times. Tamanho 12


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.7 Resumo ou resenha É a apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento (NBR 6028). A resenha ou resumo critico é realizada por especialista no assunto. Conteúdo do resumo ou resenha:  assunto do texto;  objetivo do texto;  articulação das ideias;  as conclusões do autor do texto;  respeito à ordem em que as ideias ou fatos são apresentados;  não apresentar críticas, salvo no resumo crítico;  deve ser compreensível por si mesmo (dispensa a consulta do original).  a extensão dos resumos deve ter:  trabalhos acadêmicos e relatórios: de 150 a 500 palavras;  artigos: 100 a 250 palavras;  destinados a indicações breves: 50 a 100 palavras. Os resumos ou resenha são classificados em: a) indicativo ou descritivo; b) informativo ou analítico; c) crítico ou resenha.

[61]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.8 Resumo indicativo ou descritivo Indica apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos, etc. descritos em um único parágrafo. Exemplo:

PIRES, Marcos Paulo Fonseca. Abordagem ao paciente intoxicado. Revista Brasileira de Medicina. v. 56, n.9, set. 1999. p. 861. Os casos de intoxicação exógena são bastante frequentes no Brasil, apesar da subordinação em nossa estatística. Nos Estados Unidos ocorreram mais de dois milhões de casos relacionados a intoxicação no ano de 1997, sendo 59.211 necessitando terapia intensiva. A principal via de exposição foi a do aparelho digestivo (74%). Portanto, é indiscutível a importância do conhecimento da abordagem inicial ao paciente vítima de intoxicação, principalmente relacionado às medidas de descontaminação gastrointestinal. A sistemática do atendimento compreende em estabilizar o quadro clínico do paciente, realização de anamnese detalhada a fim de identificar o agente etiológico, exame físico e laboratoriais e métodos de descontaminação. As medidas de descontaminação gastrointestinal compreenderam no uso de catárticos, lavagem intestinal, lavagem gástrica, xarope de ipeca e carvão ativado, que foram cuidadosamente revisados neste estudo, abordado indicações, contra-indicações, dosagem e complicações, a fim de orientar o médico generalista no atendimento desses pacientes.

[62]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.9 Modelo de resumo informativo ou analítico

Deve informar objetivos da obra, métodos e técnicas empregadas, resultados e conclusões sem o uso de comentários pessoais de forma que possa dispensar a consulta ao documento original. Exemplo: SCHOR, Eduardo. et. al. Endometriose: Modelo experimental em ratas. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. v. 21, n. 5, 1999, p. 281. Objetivo: Divulgar a metodologia da indução de endometriose experimentais em animais de laboratório. Método: utilizamos ratas albinas, virgens, adultas de aproximadamente três meses de idade, que foram inicialmente anestesiadas pelo éter etílico. Aberta a cavidade abdominal, identificamos os corvos uterinos e retiramos um fragmento de aproximadamente 4 cm do corvo uterino direito. Esse fragmento foi mergulhado em solução fisiológica e sob lupa estereoscópica foi separado o endométrio do miométrio e feitos retângulos de aproximadamente 4 por 5 mm. Esses foram fixados por meio de fio de sutura, sobre vasos sanguíneos visíveis a olho nu, na parede lateral do abdômen, tomando-se sempre o cuidado de manter a porção do endométrio livre voltada para a luz da cavidade abdominal. Após 21 dias os animais foram novamente operados para verificarmos o tamanho dos implantes e para a retirada do endométrio ectópico para análise histológica. Resultados: Macroscopicamente observamos crescimento significativo dos implantes endometriais. Ao exame microscópico pudemos observar a presença de epitélio glandular e estroma. Conclusão: O modelo utilizado reproduz a doença. Em ratas, sendo método auxiliar de valia para estudar esta afecção, principalmente a ação de medicamentos sobre esses implantes.

[63]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.10 Modelo de resumo crítico ou resenha É a apresentação do conteúdo de uma obra, acompanhada de uma avaliação crítica para isso utiliza-se opiniões de diversos autores e se estabelece todo tipo de comparação com enfoques e métodos a fim de emitir um julgamento ou opinião. Exemplo:

CONRACK E A PEDAGOGIA DO HERÓI André A Gazola¹ O objetivo deste trabalho é analisar as ações pedagógicas, sociais e culturais no filme Conrack, produzido em 1974 com direção de Martin Ritt. A análise será feita com foco em três personagens principais, que são: Pat Conroy (o professor, representado por Jon Voight), Sra. Scott (a diretora, representada por Madge Sinclair) e Sr. Skeffington (o superintendente, representado por Hume Cronyn). Além disso, também será feita uma abordagem em relação aos alunos da escola. Pat Conray é um professor branco que passou boa parte de sua vida como racista. Tem a oportunidade de redimirse, ensinando crianças negras em uma ilha em que essa raça é a predominante. Em sua primeira aula, depara-se com alunos que não sabem absolutamente nada, que desenvolveram sua própria linguagem e cujos recursos pedagógicos utilizados até então eram baseados em castigos físicos e psicológicos: Sete de meus alunos não conhecem o alfabeto, três crianças não sabem escrever o nome, dezoito crianças não sabem que estamos em guerra no sudeste da Ásia. Nunca ouviram falar em Ásia. Uma criança pensa que a terra é chata e dezoito concordam com ela. Cinco crianças não sabem a data do nascimento. Quatro não sabem contar até dez, os quatro mais velhos pensam que a guerra civil foi entre os alemães e japoneses. Nenhum deles sabe quem foi George Washington ou Sidney Poitier, nenhum, jamais foi ao cinema, nem subiu no morro, nem andou de ônibus, esses meninos não sabem de nada. (CONRAY,2001, p. 11).

Em Conrack, o sistema é representado pelo superintendente Skeffington que, diferentemente da diretora, não é um simples alvo da colonização branca, mas é um branco impregnado pelo racismo e autoritarismo no sistema escolar: “Este é o meu latifúndio!”, diz ele em uma cena do filme. E o sistema vence no final. Conroy é demitido e, por mais que seus esforços tenham sido extremamente produtivos e gratificantes, o próximo professor, quem sabe, não terá a mesma força de disposição que Conroy teve ao lidar com aqueles alunos que tanto precisavam da atenção que lhes foi dada. Por isso, o mais importante é exatamente o resultado obtido com os alunos. Não importando o quanto utópico ele possa ser. O filme nos mostra dezenas e caminhos a seguir na prática docente, sem haver a exigência de uma prática totalmente igual e, TALVEZ, inatingível. REFERÊNCIAS FABRIS, E. T. H. As marcas culturais da Pedagogia do herói. In: 24ª Reunião Anual da Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd): intelectuais, conhecimento e espaço público, 2001, Caxambu (MG). 24ª Reunião Anual da Associação de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd): intelectuais, conhecimento e espaço público. CONRAY, P. Educação como base do desenvolvimento. Los Angeles: Harffay, 2001.

______________________ ¹ Aluno do curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul

[64]

Não há limite de palavras


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.11 Modelo de resenha de obra

ASSIS, Machado de. A causa secreta. In: ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. v. 2. Este é um conto que aborda um tema oculto da alma de todo ser humano: a crueldade. Machado de Assis cria um cenário onde o recém formado médico Garcia conhece o espirituoso Fortunato, dono de uma misteriosa compaixão pelos doentes e feridos, apesar de ser muito frio, até mesmo com sua própria esposa. Através de uma linguagem bastante acessível, que não encontramos em muitas obras de Assis, o texto mescla momentos de narração - que é feita em terceira pessoa – com momentos de diálogos diretos, que dão maior realidade à história. Uma característica marcante é a tensão permanente que ambienta cada episódio. Desde as primeiras vezes em que Garcia vê Fortunato - na Santa Casa, no teatro e quando o segue na volta para casa, no mesmo dia - percebemos o ar de mistério que o envolve. Da mesma forma, quando ambos se conhecem devido ao caso do ferido que Fortunato ajuda, a simpatia que Garcia adquire é exatamente por causa de seu estranho comportamento, velando por dias um pobre coitado que sequer conhece. A história transcorre com Garcia e Fortunato tornando-se amigos, a apresentação de Maria Luiza, esposa de Fortunato e ainda com a abertura de uma casa de saúde em sociedade. O clímax então acontece quando Maria Luiza e Garcia flagram Fortunato torturando um pequeno rato, cortando-lhe pata por pata com uma tesoura e levando-lhe ao fogo, sem deixar que morresse. É assim que percebe-se a causa secreta dos atos daquele homem: o sofrimento alheio lhe é prazeroso. Isso ocorre ainda quando sua esposa morre por uma doença aguda e quando vê Garcia beijando o cadáver daquela que amava secretamente. Fortunato aprecia até mesmo seu próprio sofrimento. É possível afirmar que este conto é um expoente máximo da técnica de Machado de Assis, deixando o leitor impressionado com um desfecho inesperado, mas que demonstra – de forma exponencial, é verdade - a natureza cruel do ser humano. É uma obra excelente para os que gostam dos textos de Assis, mas acham cansativa a linguagem rebuscada usada em alguns deles. Joaquim Maria Machado de Assis é considerado um dos maiores escritores brasileiros e entre seus livros encontram-se as coletâneas de contos Histórias da meia-noite e Contos fluminenses.

Deve incluir um breve resumo do autor da obra.

[65]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

7.12 Pôster Tipo de divulgação de pesquisa que pode ser exibido em diversos suportes (papel, lona, plástico e outros) ou em meio eletrônico (PowerPoint) com o objetivo de sintetizar e divulgar o conteúdo a ser apresentado. O tamanho da fonte para o pôster é livre, esse Guia sugere o tamanho 48 para o Título e o tamanho 36 a 40 para o texto. Exemplo: 90 cm de largura

Margem de 1,5 cm

Logo da Faculdade

TÍTULO: subtítulo

AUTORES: Xxxxxx; Xxxxxxxx ORIENTADOR: Xxxxxxxxxxxx

120 cm de altura

As ideias centrais do trabalho em forma de texto e ou ilustrações. PROJETO GRÁFICO O projeto gráfico é de responsabilidade do autor, devendo ser legível a pelo menos 1 metro de distância e conter as ideias centrais do trabalho, em forma de texto, tabelas ou ilustrações Financiamento 5,5 x 87 cm

Margem de 1,5 cm [66]

Margem de 1,5 cm

Margem de 1,5 cm

CONTEÚDO


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e documentação: citação: apresentação. Rio de Janeiro: 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10719: Informação e documentação: relatório técnico e/ou científico: apresentação. Rio de Janeiro: 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15437: Informação e documentação: pôsteres técnicos e científicos: apresentação. Rio de Janeiro: 2006.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro: 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento: apresentação. Rio de Janeiro: 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação. Rio de Janeiro: 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro: 2002. [67]


GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS – 2013

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro: 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: 2011.

RESUMO DO MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DA FAJOPA. Marília: Fajopa. 2011.

[68]

GUIA DE NORMALIZAÇÃO PARA TRABALHOS ACADÊMICOS