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PROJETO DE PESQUISA E TCC: DIRETRIZES PARA

ELABORAÇÃO KAREN TÔRRES CORRÊA LAFETÁ DE ALMEIDA EMILIANO JOSÉ GREGORI


PROJETO DE PESQUISA E TCC: DIRETRIZES PARA

ELABORAÇÃO KAREN TÔRRES CORRÊA LAFETÁ DE ALMEIDA EMILIANO JOSÉ GREGORI


SUMÁRIO INTRODUÇÃO | 3 1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA | 5 1.1 Alguns tipos de pesquisa | 7 1.2 Trabalhos acadêmicos e textos ou comunicações científicas | 7 1.3 considerações iniciais sobre a elaboração de um trabalho científico | 8 1.4 Estrutura de uma comunicação | 8

2 PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA | 11 2.1 O que é Projeto de Pesquisa? | 12 2.1.1 Por que fazer? | 12 2.1.2 Estrutura de um projeto de pesquisa | 13 2.1.3 As etapas do projeto de pesquisa | 14 2.2 Monografia | 22 2.2.1 Elementos pré-textuais | 23 2.2.2 Elementos textuais | 24 2.2.3 Elementos pós-textuais | 26

3 REDAÇÃO CIENTÍFICA | 29 3.1 Clareza, rigor e precisão | 30 3.2 Quem fala no discurso científico? | 30 3.3 Redação do texto científico | 30 3.4 Construção do parágrafo | 31 3.5 Algumas recomendações para escrever um texto científico | 31 3.6 Formatação geral do projeto de pesquisa e monografia | 32


3.6.1 Sumário | 32 3.6.2 Impressão | 33 3.6.3 Margens | 33 3.6.4 Espacejamento | 33 3.6.5 Anexos | 33 3.6.6 Apêndice | 34 3.6.7 Títulos | 34 3.6.8 Indicativos de seção | 35 3.6.9 Títulos sem indicativo numérico | 35 3.6.10 Paginação | 35 3.6.11 Abreviaturas e siglas | 35 3.6.12 Equações e fórmulas | 36 3.6.13 Ilustrações | 36 3.6.14 Tabelas | 36 3.6.15 Quadros | 39 3.6.16 Glossário | 40 3.7 Citações | 40 3.8 Referência Bibliográfica | 41 3.8.1 Regras Gerais | 42 3.8.2 Como Fazer Referências | 43

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS | 63


INTRODUÇÃO Este texto foi elaborado com pretensões e objetivos meramente didáticos, não tem a finalidade de abranger todas as questões referentes a Metodologia Científica. Trata-se, tão somente, de uma contribuição para consulta por parte dos alunos do curso de Administração - Facisa. O seu conteúdo apresenta alguns fundamentos básicos da Metodologia Científica e aspectos formais dos trabalhos acadêmico-científicos, especialmente o projeto de pesquisa e monografia, bem como aspectos relativos à normalização de trabalhos acadêmico-científicos. Qualquer aprofundamento teórico ou prático deverá ser buscado na bibliografia que se apresenta ao final deste trabalho.

Embora Metodologia Científica seja uma disciplina instrumental e prática, ela deve, essencialmente, estimular os alunos à pesquisa e motivá-los a buscar respostas a seus questionamentos, o que requer rigor metodológico e sistematização das ideias. Entretanto, não raro, encontramos alunos, ao longo da graduação, com dificuldades em elaborar trabalhos solicitados pelos professores, argumentando que aprenderam “mais ou menos” normas técnicas, reduzindo a disciplina Metodologia Científica à normalização de trabalhos. Os professores, por sua vez, reclamam por maior preparo dos alunos nos períodos iniciais, alegando a

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA

A necessidade de produzir este material surgiu a partir de nossa observação do dia a dia dos alunos da disciplina Metodologia Científica. Percebe-se que esta é uma das mais "temidas e rejeitadas" pelos alunos. Acredita-se que tal rejeição não se assenta propriamente em dificuldades da disciplina, mas, talvez, na forma como ela é apresentada aos alunos nos períodos iniciais do curso superior.

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incapacidade destes em apresentar trabalhos de qualidade. Assim, parece termos esclarecido que Metodologia Científica é muito mais do que a aplicação de normas e de um simples conteúdo a ser decorado, para ser avaliado nas provas. Esforçamo-nos para, na medida do possível, atender às normas definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, para a elaboração de trabalhos científicos. Mas convém lembrar que estas são passíveis de alterações e precisam de atualização periódica, o que não ocorre com os métodos, técnicas e procedimentos de pesquisa e com a estrutura básica dos trabalhos acadêmicos. Esperamos assim, contribuir com os nossos alunos que utilizarão este material para facilitar o cotidiano acadêmico, e também desmitificar a questão da pesquisa, reforçando a ideia de que a consulta a este texto não dispensa o aprofundamento teórico. O ingresso na vida acadêmica representa, em primeiro lugar, a conquista de autonomia intelectual e aprofundamento na área de conhecimento que se pretende. É inerente ao processo de iniciação científica o aumento do grau de responsabilidade e organização da vida estudantil.

Profª Ms. Karen Tôrres Corrêa Lafetá de Almeida Profº Esp. Emiliano José Gregori


1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA


“Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve, mas para quem sabe aonde quer chegar, todos os ventos são favoráveis”. (Autoria desconhecida)

P

esquisa é o mesmo que busca ou procura. Pesquisar, portanto, é buscar ou procurar resposta para alguma coisa. Em se tratando de Ciência, a pesquisa é a busca de solução para um problema que alguém queira saber a resposta. Através da pesquisa é que se produz ciência. Pesquisa é, portanto, o caminho para se chegar à ciência, ao conhecimento científico. A elaboração de um projeto de pesquisa e o desenvolvimento da própria pesquisa, para que os resultados sejam satisfatórios, precisam estar amparados em um bom planejamento e conhecimentos prévios do assunto. Para Goldenberg (2001, p. 09),

PROJETO DE PESQUISA E TCC

Pesquisar é um trabalho que envolve um planejamento análogo ao de um cozinheiro. Ao preparar um prato, o cozinheiro precisa saber o que ele quer fazer, obter os ingredientes, assegurar-se de que possui os utensílios necessários e cumprir as etapas requeridas no processo. Um prato será saboroso na medida do envolvimento do cozinheiro com o ato de cozinhar e de suas habilidades técnicas na cozinha. O sucesso de uma pesquisa também dependerá do procedimento seguido, do seu envolvimento com a pesquisa e de sua habilidade em escolher o caminho para atingir os objetivos da pesquisa.

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Nesse sentido, é recomendável que o pesquisador iniciante faça algumas reflexões antes de propor um projeto de pesquisa. Assim, Franz Victor Rudio propõe algumas questões preliminares para verificar a viabilidade da investigação: a) Este problema pode realmente ser resolvido pelo processo de pesquisa científica? b) O problema é suficientemente relevante a ponto de justificar que a pesquisa seja feita (se não é tão relevante, existe, com certeza, outros problemas mais importantes que estão esperando pesquisa para serem resolvidos)? c) Trata-se realmente de um problema original? (Não significa que deva ser inédito) d) A pesquisa é factível?


e) Ainda que seja 'bom' o problema é adequado para mim? f) Pode-se chegar a uma conclusão valiosa? g) Tenho a necessária competência para planejar e executar um estudo desse tipo? h) Os dados, que a pesquisa exige, podem ser realmente obtidos? i) Há recursos financeiros disponíveis para a realização da pesquisa? j) Terei tempo de terminar o projeto? k) Serei persistente? (Rudio, 1999, p. 96).

1.1 ALGUNS TIPOS DE PESQUISA Pesquisa Experimental: É toda pesquisa que envolve algum tipo de experimento. Exemplo: Pinga-se uma gota de ácido numa placa de metal para observar o resultado. Pesquisa Exploratória: É toda pesquisa que busca constatar algo num organismo ou num fenômeno. Exemplo: Saber como os peixes respiram. Pesquisa Social: É toda pesquisa que busca respostas de um grupo social. Exemplo: Saber quais os hábitos alimentares de uma comunidade específica. Pesquisa Aplicada: É toda pesquisa que busca respostas que possibilite a tomada de decisões e intervenção na realidade.

1.2 TRABALHOS ACADÊMICOS E TEXTOS OU COMUNICAÇÕES CIENTÍFICAS

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA

São chamados textos ou comunicações científicas aqueles produzidos em decorrência da realização de alguma pesquisa científica. Existem diversas formas de se fazer uma comunicação científica e estas serão definidas de acordo com a finalidade a que se propõe o autor.

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Pesquisa Histórica: É toda pesquisa que estuda o passado. Exemplo: Saber de que forma se deu a Proclamação da República brasileira. Pesquisa Teórica: É toda pesquisa que analisa uma determinada teoria. Exemplo: Saber o que é a Neutralidade Científica.


Dentre os diversos tipos de trabalhos acadêmicos e/ou científicos destacamos aqueles que são solicitados com maior frequência nos cursos de graduação e pós-graduação lato-sensu e stricto sensu. São eles: projeto de pesquisa, relatório técnico-científico, ensaio, paper, artigo, resenha, resumo, monografia, dissertação e tese.

1.3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS SOBRE A ELABORAÇÃO DE UM TRABALHO CIENTÍFICO Toda e qualquer comunicação (boa!) deve ser capaz de responder com sucesso a estas perguntas: O quê? Por quê? Como? E Então O Quê? “Por quê” o trabalho é necessário ser feito? Qual a sua contribuição para o avanço da Ciência? Ÿ “O quê” e “Como” foi feito o trabalho, e quais são os resultados

obtidos e implicações destes resultados para a Ciência. Ÿ Ao ler, ver ou preparar um trabalho, faça esse teste e veja se ele sobrevive a essas perguntas de forma clara! Uma comunicação científica apresenta informações novas ou acrescenta algo àquelas já produzidas. Geralmente não permite que os leitores possam verificar as informações; o texto simplesmente informa, relata um achado.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

É claro o objetivo de uma comunicação científica: informar a alguém algo relevante! Então, seja qual for a forma de comunicação, deve estar clara sua mensagem.

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Fazer uma comunicação é acreditar que você tem algo importante a dizer; por isso a sua elaboração merece todo cuidado tanto na forma quanto no conteúdo. Deve-se ter em mente que se nem você acredita que tem algo importante a dizer, não espere isso de outras pessoas.

1.4 ESTRUTURA DE UMA COMUNICAÇÃO Em toda comunicação há uma estrutura padrão a seguir (MARCONI & LAKATOS, 2003). Essa estrutura não é diferente daquela utilizada para se contar uma história, por exemplo. A ideia é introduzir o tema, desenvolvê-lo e concluir a história. Assim é uma comunicação científica.


Uma maneira de facilitar a elaboração de um texto acadêmico é começar respondendo brevemente às perguntas sobre seu trabalho (coloque no papel!): O quê? Por quê? Como? E Então O Quê? A resposta, mesmo que um rascunho, a estas perguntas deve guiar a redação de seu trabalho. Ÿ Coloque um título provisório coerente; Ÿ Reúna

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA

os dados necessários para escrever o trabalho: anotações, figuras, tabelas, referências, etc; Ÿ Escreva a estrutura hierárquica de tópicos; Ÿ Coloque as respostas às perguntas O quê? Por quê? na Introdução e desenvolva essas respostas num texto claro e objetivo; Ÿ Coloque a resposta à pergunta Como? na seção de Métodos; e desenvolva essa resposta num texto claro e objetivo; Ÿ Se tiver uma seção de Discussão, na seção de Resultados não discuta os resultados, apenas apresente-os (acompanhados dos respectivos resultados estatísticos); Ÿ Discuta os resultados na seção Discussão, se eles estão de acordo com suas hipóteses iniciais e compare-os com os dados da literatura (atenção, essa é uma das seções mais importantes e difíceis, pois requer uma análise crítica profunda); seja claro, objetivo e breve. Ÿ A discussão deve ser finalizada com a resposta à pergunta E Então O Quê? Isto é, quais são as implicações do seu trabalho; Ÿ Considerações Finais Ÿ Escreva o resumo e o abstract; Ÿ Você tem a primeira versão, de muitas, de seu trabalho; Ÿ Revise e corrija todo o artigo. Adicione ou retire detalhes; Peça para alguém ler e considere as sugestões do leitor.

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2 PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA


N

este manual apresentamos as orientações para dois trabalhos acadêmico-científicos: o projeto de pesquisa e a monografia. Esses trabalhos poderão variar, na sua forma, de uma instituição para outra ou até mesmo entre cursos de uma mesma instituição. Os orientações que seguem são para os formatos adotados pelo curso de Administração da Facisa. 2.1 O QUE É PROJETO DE PESQUISA? Do ponto de vista físico, Projeto de Pesquisa é um documento formal que contém a descrição escrita e detalhada de um empreendimento investigativo a ser realizado ou ainda, um plano ou delineamento sistemático daquilo que se pretende realizar no âmbito da pesquisa. Esse documento deve apresentar de modo claro e objetivo a determinação de um conjunto de procedimentos, que orientarão o pesquisador durante o processo investigativo. Pode-se então afirmar, sem equívocos, que um Projeto de Pesquisa é necessário como instrumento de orientação e direcionamento indispensável ao pesquisador. Utilizando uma metáfora, o pesquisador não se orientar por este instrumento, significaria o mesmo que prescindir de mapas e bússola e mapas numa viagem de aventura navegando em mar aberto. Nem que o aventureiro fosse o mais neófito e otimista possível, mesmo que contasse com uma crença “quase transcendental” da sorte e do futuro, não seria imaginável esta atitude (RIBEIRO et al, 2006).

PROJETO DE PESQUISA E TCC

2.1.1 Por que fazer?

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Severino (2000) destaca seis finalidades de um projeto de pesquisa: a primeira, já mencionada, definir e planejar os passos que serão seguidos pelo pesquisador; o que possibilitará um trabalho disciplinado e sistemático; atender à exigência formal da realização de uma pesquisa; auxiliar no processo de orientação, já que fornece a visão global do desenvolvimento do trabalho; oferecer subsídios à avaliação da banca examinadora, nos exames de qualificação e finais; subsidiar as solicitações de bolsa de estudos e/ou financiamentos de agências de pesquisa; e fundamentar o processo de seleção em programas de pósgraduação, principalmente, doutorado.


2.1.2 Estrutura de um projeto de pesquisa a) dados de identificação (folha de rosto) contendo: Ÿ título (subtítulo) da pesquisa (ainda que em caráter provisório); Ÿ tema; Ÿ

área de conhecimento;

Ÿ coordenador do projeto (ou orientador, se for ocaso), com suas

credenciais; Ÿ pesquisador (es), com suas credenciais; b) justificativa: motivos de ordem teórica que levam à realização da pesquisa; c) embasamento teórico, ou revisão bibliográfica; d) delimitação do problema, Ÿ objetivos, Ÿ objetivo

PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA

geral: expressão clara do que o pesquisador pretende conseguir através de sua Ÿ investigação; Ÿ objetivos específicos: derivados do objetivo geral e apresentam as ações que devem ser desenvolvidas para atingir o objetivo geral. Ÿ hipóteses: suposições provisórias que auxiliam na explicitação do problema Ÿ e) metodologia Ÿ procedimentos, Ÿ amostragem, Ÿ população: totalidade de indivíduos ou objetos de estudo; Ÿ amostra: uma parte da população, selecionada de acordo com uma regra ou plano; Ÿ instrumentos de coleta de dados (caracterização dos instrumentos de coleta de dados, como questionários, entrevistas etc).; Ÿ aplicação dos instrumentos: detalhamentos sobre o modo como serão empregados os instrumentos e quem fará a aplicação; Ÿ levantamento e análise dos dados: modo como serão coletados e interpretados os dados; Ÿ tratamento dos dados;

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f) cronograma: indicação do tempo necessário para a realização de cada etapa da pesquisa; g) referências.

Projeto de Pesquisa não tem conclusão!

2.1.3 As etapas do projeto de pesquisa Não há uma rigidez na ordem de definição de tema e problema, é comum o problema de pesquisa surgir antes de tudo, não há erro nisso. Obviamente, o tema já estará implícito no problema. Organizamos o manual na ordem que segue, por uma questão meramente didática.

2.1.3.1 Tema Recomenda-se fixar a escolha de temas sobre os quais não existam estudos exaustivos. O tema diz respeito ao ponto inicial da pesquisa e não deve ser escolhido aleatoriamente, mas baseado na observação da vida profissional ou nas experiências científicas. Sugere-se pensar em um assunto que traga alguma contribuição para a comunidade acadêmica, científica ou profissional, estando, de certa forma, ligado à atualidade.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

2.1.3.2 Delimitação do tema

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A primeira regra para a escolha do tema é bastante simples: o pesquisador deve escolher um tema do qual goste. O trabalho de pesquisa é árduo e, às vezes, cansativo. Sem simpatizarmos com o tema, não conseguiremos o empenho e a dedicação necessária. A segunda regra é tão importante quanto a primeira: o pesquisador não deve tentar abraçar o mundo. A tendência dos jovens pesquisadores é formular temas incrivelmente amplos, geralmente resumidos em uns poucos vocábulos: A escravidão; a Internet; A televisão; A Música Popular Brasileira; O Direito Constitucional; Os meios de comunicação; são alguns exemplos. É preciso pensar muito bem antes de seguir esse caminho. O pesquisador inexperiente que enveredar


por ele terá grandes chances de produzir um estudo superficial, recheado 1 de lugares comuns . (ARAUJO, 2011). A delimitação correta do tema permite direcionar o foco ao que realmente interessa. Vale dizer que um tema, por mais particularizado que se apresente, sempre dará margem a dúvidas, assim algumas questões devem ser levantadas, como um meio para definir os procedimentos metodológicos a serem usados. É importante fixar circunstâncias que possibilitem um adequado delineamento do tema de pesquisa. Para isso, sugerimos algumas questões norteadoras para o pesquisador: Qual o assunto de sua pesquisa? Ÿ Qual o interesse pessoal pelo tema? Se você não estiver muito interessado não levará a termo. Ÿ Qual a relação espaço-tempo? Ÿ Terá acesso ao referencial teórico necessário? Ÿ As outras fontes estão acessíveis? Ÿ Terá tempo suficiente para realizar o que propõe? Ÿ O tema e problema estão redigidos de forma a não deixar margem para questionamentos que extrapolam o que você propõe estudar? Por exemplo: uso de expressões ambíguas, ausência de definição de termos; falta de recorte espaçotemporal (local tal; ano tal ao ano tal), etc. Ÿ

2.1.3.3 Problema

Outra questão que deve ser esclarecida: tema não é problema, o primeiro diz respeito ao assunto geral abordado na pesquisa, é abrangente e amplo. O problema, por sua vez, enfatiza e delimita o objeto da investigação. Após a escolha e a delimitação do tema, o passo seguinte é a transformação do tema em problema. O problema é uma questão que 1 Disponível em <http://pt.scribd.com/doc/71392975/Oficina-Como-Se-Faz-Um-Artigo-CientificoMaxuel-

PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA

O problema é fundamento para a realização da pesquisa - sem problema não há pesquisa. Entretanto, muitos equívocos são detectados ao analisar a formulação de um problema de pesquisa. Com frequência, encontramos problemas ditos de pesquisa que, na realidade, são problemas do acadêmico, sejam eles: desinformação, poucas leituras, etc. Assim, esse tipo de problema não é de pesquisa, não há lacuna – soluciona-se com uma boa revisão bibliográfica.

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envolve uma dificuldade teórica ou prática para a qual se busca uma resposta. O tema escolhido deve ser questionado e transformado em problema. É necessário formular perguntas, identificar dificuldades e levantar hipóteses a partir da observação de um objeto, fato ou fenômeno. Um problema abrangente torna a pesquisa mais complexa. Quando bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. “Problema é qualquer questão não resolvida que é objeto de discussão, domínio do conhecimento.” (GIL, 1988). É ainda, "[...] uma dificuldade pontual, específica, com a qual se depara e se pretende resolver por meio da pesquisa.” (LAKATOS E MARCONI, 1980). Para saber quanto pesa um caminhão de porcos ou se está chovendo, não preciso de muita teoria ou muita ciência. Levo os porcos a uma balança e olho como está o tempo pela janela. A ciência começa a ser necessária quando as respostas do senso comum não satisfazem. Se eu quiser saber quanto pesarão os porcos daqui a um ano ou se choverá daqui a três dias, aí sim precisarei da ciência. (CASTRO, 2006, p.93).

Problema é uma interrogação que o pesquisador faz à realidade.

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Regras práticas na formulação do problema O problema deve ser formulado como uma pergunta Ÿ O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável Ÿ O problema deve ter clareza Ÿ O problema deve ser preciso Ÿ O problema deve ser objetivo A elaboração clara e objetiva do problema é o reflexo da revisão da literatura e da reflexão pessoal. Ÿ

O que não é um problema de pesquisa Conforme dissemos anteriormente, nem toda questão, que, em princípio, sugere um problema de pesquisa pode o ser. 16


Exemplos de delimitação de problemas: Assunto: Recursos Humanos Tema: Perfil ocupacional dos trabalhadores em transporte urbano Problema: Qual é o perfil ocupacional dos trabalhadores em transporte urbano em Montes Claros - MG? Assunto: Finanças Tema: Comportamento dos investidores da BOVESPA Problema: Quais os comportamentos dos investidores no mercado de ações de São Paulo? Assunto: Organizações Tema: Cultura organizacional e desempenho funcional Problema: Qual é a relação entre cultura organizacional e o desempenho funcional dosadministradores na empresa tal?

Antes de delimitar o problema, pense um pouco: O QUE NÃO É PROBLEMA DE PESQUISA? Analise, então, o tema e o problema abaixo:

Este “problema” tem alguns “problemas”: primeiro, ao formular tal problema, o autor do projeto está inferindo o que os funcionários entendem que seus salários são baixos. Para isso ele já tem que estar preparado para se fundamentar com dados que indiquem que os salários são baixos. E essa informação, por si só, já pressupõe alguns dificultadores – baixo salário para quem? Quais indicadores são utilizados para afirmar que os salários são baixos? Etc. Segundo, se partirmos da premissa de que os salários são, realmente, baixos, obviamente ninguém é satisfeito com baixo salário. Nesse caso, caberia como problematização diversas abordagens, exceto a

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Tema: Salário e motivação do trabalhador na empresa Tal & Cia. Problema: Os funcionários da empresa Tal & Cia. estão satisfeitos com os baixos salários que recebem?

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que foi elaborada. Podemos problematizar, por exemplo: Qual a percepção dos empregados da empresa Tal & Cia acerca do nível de salário que recebem em relação ao mercado tal? Ou ainda: Constatada a insatisfação relativa aos salários, quais as razões que levam os empregados da empresa Tal & Cia. a aceitarem passivamente os salários que recebem? Enfim, são diversas as questões que podem ser problematizadas nesse sentido.

2.1.3.4 Objetivos Entende-se que o objetivo do Trabalho de Conclusão de Curso/Relatório de Estágio Supervisionado não é apenas a obtenção do grau de bacharel, mestre ou doutor, mas de se aprofundar sobre o tema escolhido. Ÿ O objetivo é o resultado que se pretende em função da pesquisa.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

Ÿ O que se vai procurar e que se pretende encontrar: PARA QUÊ?

PARA QUEM? Ÿ Deve ser limitado e claramente definido. Ÿ Torna explícito o problema, aumentando os conhecimentos sobre determinado assunto/tema. Ÿ Define a “natureza do trabalho, o tipo de problema a ser solucionado e o material a coletar”. De acordo com sua abrangência, pode ser geral ou específico: o objetivo geral indica uma ação ampla e global do problema, é abrangente e sintético. Os objetivos específicos descrevem ações pormenorizadas, expressando produtos e resultados parciais e intermediários em relação ao global, são restritos e analíticos.

Geral O objetivo geral deve estar relacionado diretamente ao problema a ser investigado. É o objetivo geral que orienta, norteia e aponta o foco central da pesquisa. Além disso, o objetivo geral fornece a visão global e abrangente do tema. Deve ser redigido em uma frase empregando o verbo no infinitivo.

Específicos 18

São Restritos e Analíticos. Os objetivos específicos indicam o que se pretende conhecer, medir, provar, refletir. Para tal, devem estar


norteados por aspectos determinantes de sua finalidade: para quem, para que, o que, onde. Aspectos como causa e efeito devem estar correlacionados, pois são os elementos mais significativos. É necessário determinar com clareza e objetividade o propósito do estudo. Para as pesquisas de graduação, os propósitos são acadêmicos: mapear, identificar, levantar, diagnosticar, traçar o perfil, historiar um determinado assunto. Na pesquisa bibliográfica, não deve haver preocupação em resolver problemas, mas levantar informações para melhor compreendê-los (CERVO e BERVIAN, 2002). Os objetivos específicos expressam produtos e resultados parciais e intermediários em relação ao global. Ainda, aprofundam as intenções expressas no objetivo geral. Através dos objetivos específicos o pesquisador pode mostrar novas relações para o mesmo problema, utilizar conhecimentos adquiridos com a pesquisa para instrumentalizar a prática profissional ou intervir em determinadas realidades. Como o objetivo geral, os específicos devem ser redigidos utilizando o verbo no infinitivo. Exemplos: analisar, avaliar, buscar, comparar, compreender, conhecer, constatar, demonstrar, descrever, elaborar, entender, estudar, examinar, explicar, identificar, inferir, mensurar, refletir, verificar.

2.1.3.5 Justificativa

Por que do tema? Ÿ Relevância para a atualidade Ÿ Relação com outros temas Ÿ Exequibilidade Ÿ Adequabilidade Ÿ Oportunidade Ÿ

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É a exposição sucinta, porém completa, das razões de ordem teórica e dos motivos de ordem prática que tornaram importante a realização da pesquisa. Deve ficar clara a importância do assunto, levando-se em consideração o atual estado de desenvolvimento em que se encontra o problema, suas divergências e contribuições de ordem prática. A justificativa pode envolver aspectos teóricos quando se faz uma reflexão crítica. Envolverá aspetos de ordem pessoal, caso englobe o interesse e a finalidade da pesquisa.

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Utilidade A justificativa deve ser elaborada em texto único, sem tópicos. (Destaque) Ÿ

2.1.3.6 Referencial Teórico ou Revisão de literatura Constitui o posicionamento teórico e é diferente de compilação, coletânea ou de uma “colcha de retalhos de citações”. Nessa etapa do projeto, o pesquisador já deverá ter lido e documentado suas leituras de obras científicas e acadêmicas atualizadas e disponíveis que ofereçam o suporte teórico-metodológico para levar adiante o projeto de pesquisa. Na revisão de literatura, o pesquisador deve definir termos técnicos e os principais conceitos que serão utilizados em sua pesquisa. A revisão de literatura, também chamada “estado da arte”, enseja o espaço adequado para o pesquisador demonstrar sua atualização quanto às discussões recentes acerca do campo de conhecimento e investigação.

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Para Vergara (2000), essa etapa do projeto objetiva a apresentação daquilo que já foi estudo por outros autores sobre o tema ou problema. Assim, deve ser feito um apanhado teórico sobre o assunto do trabalho. Em outras palavras, o objetivo é destacar os principais trabalhos existentes na área, e fazer uma ligação entre eles e o tema do trabalho. Fazse, portanto, uma revisão da literatura existente, no que concerne não só ao acervo de teorias e a suas críticas, como também a trabalhos realizados que as tomam como referência.

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O autor do projeto revela suas preocupações e preferências, aponta para o leitor as lacunas que percebe na bibliografia consultada, ou as discordâncias que com ela tem ou os pontos que considera que precisam ser confirmados. Lacunas percebidas, discordâncias existentes ou pontos a ratificar permitem novas propostas, reconstruções, dão vida ao trabalho científico. Outras funções do referencial teórico, segundo Vergara (2000): Ÿ Permite

que o autor tenha maior clareza na formulação do problema de pesquisa; Ÿ Facilita a formulação de hipóteses e de suposições; Ÿ Sinaliza para o método mais adequado à solução do problema; Ÿ Permite identificar qual o procedimento mais pertinente para a coleta e o tratamento dos dados, bem como o conteúdo do


procedimento escolhido; Ÿ É a revisão de literatura, realizada durante o desenvolvimento do projeto, que permite a interpretação dos dados que foram coletados e tratados. Os insumos para a construção do referencial podem ser obtidos na mídia eletrônica e em livros, periódicos, teses, dissertações, relatórios de pesquisa e outros materiais escritos e com outras pessoas.

2.1.3.7 Metodologia O pesquisador deve anunciar o tipo de pesquisa que pretende realizar, as ferramentas e os procedimentos técnicos que mobilizará para tal. A pergunta chave que deve ser respondida aqui é "como será realizada a pesquisa?" (MORAES, 1998, p. 8). Trata-se de explicitar aqui se trata de pesquisa empírica, com trabalho de campo ou de laboratório, de pesquisa teórica ou de pesquisa histórica ou se de um trabalho que combinará, e até que ponto, as várias formas de pesquisa. Diretamente relacionados com o tipo de pesquisa serão os métodos e técnicas a serem adotados. (SEVERINO, 1996, p. 130).

1. pesquisa experimental; 2. pesquisa bibliográfica; 3. pesquisa documental; 4. entrevista;

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O pesquisador deverá esboçar a trajetória que seguirá ao longo de sua atividade de pesquisa. Para tanto, deverá destacar: 1) os critérios de seleção e a localização das fontes de informação; 2) os métodos e técnicas utilizados para a coleta de dados; 3) os testes previamente realizados da técnica de coleta de dados. Ao contrário do que geralmente se pensa, dados não são necessariamente expressos em números e processados estatisticamente. O tipo de dados coletados durante a pesquisa depende do tipo de estudo realizado. Eles tanto podem ser o resultado de:

5. questionários e formulários; 6. observação sistemática; 7. estudo de caso e outros. (PÁDUA, 1998, p. 132)

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Para a definição dos métodos e técnicas de sua pesquisa, é recomendável que busque a literatura apropriada para fundamentar a sua metodologia.

2.1.3.8 Cronograma No cronograma, o pesquisador deverá fazer um planejamento das atividades ao longo do tempo disponível para a pesquisa. Ele o ajudará a controlar o tempo de trabalho e o ritmo de produção. Ao mesmo tempo, servirá para o orientador ou a agência financiadora acompanhar o andamento da pesquisa. A forma mais fácil de organizar um cronograma é sob a forma de uma tabela.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

Para tanto, pode ser utilizado o menu Tabela do Word para inserila. Depois devem ser selecionadas as células que é necessário marcar e com o comando Bordas e Sombreamento do menu Formatar preenchêlas, conforme o exemplo abaixo:

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2.2 MONOGRAFIA Na primeira parte deste manual, vimos como elaborar o Projeto de Pesquisa, que é o planejamento para a realização da pesquisa, cujos resultados serão descritos em um relatório final, que pode ser a Monografia. A monografia, em geral, é uma primeira experiência de relato científico e, assim, pode ser exigido para a conclusão de curso - TCC ou trabalho de conclusão de especialização lato sensu ou aperfeiçoamento


(FRANÇA & VASCONCELLOS, 2007). A monografia é definida também como um trabalho de tema único, bem delineado e versa sobre tema específico de uma área e pode ser submetida à uma banca para defesa ou apresentação pública. (MÜLLER & CORNELSEN, 2007). Quanto aos aspectos formais da escrita e a aplicação da normas técnicas, a monografia não difere dos outros textos acadêmicocientíficos, inclusive do projeto de pesquisa. O que distingue a monografia do projeto é a finalidade de cada um e a estrutura. A monografia deve ser organizada em: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, conforme Figura 01.

2.2.1 Elementos pré-textuais Observe, no esquema que apresenta a estrutura dos trabalhos (Figura 01), que há a "parte externa", que não utilizaremos na monografia e outros são opcionais. Quanto aos elementos pré-textuais, apresentaremos aos final deste manual os modelos a serem adotados. Chamamos a atenção para o resumo e palavras-chave: o resumo deve ser

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Figura 01: Estrutura dos trabalhos acadêmicos Fonte: ABNT NBR 14724, 2011.

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redigido na língua vernácula, com até 250 palavras. Deverá conter objetivo geral, metodologia e resultados. As palavras-chave não poderão ser mais que 5 e menos que 3. Escolha aquelas que melhor caracterizam o seu tema. Agora, a nossa atenção se voltará, principalmente, para os elementos textuais, que procuraremos, na medida do possível, "padronizar" para as monografias do curso de Administração da FACISA.

2.2.2 Elementos textuais São chamados elementos textuais tudo aquilo que vem depois do sumário e vai até as considerações finais. Falaremos sobre as partes que compõem os elementos textuais da monografia.

2.2.2.1 Introdução: Na introdução você deve retomar sua proposta do projeto de pesquisa, apresentando seu tema, a problematização, o objetivo geral, a justificativa, uma síntese da metodologia e uma breve caracterização de seu objeto de estudo (a empresa, setor etc). Todos esses tópicos, que estavam organizados em partes separadas no seu projeto, agora, deverão compor um único texto na monografia, para que o leitor tenha uma visão geral de seu trabalho. Ainda na introdução, você pode apresentar, de forma explícita ou implícita na justificativa, sua hipótese de pesquisa.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

2.2.2.2 Desenvolvimento: É a parte do trabalho dedicado à

24

apresentação da essência de seu trabalho. Com o seu orientador, decida em quantos capítulos o texto estará organizado, mas é importante lembrar que o primeiro capítulo depois da introdução deve ser a revisão de literatura ou referencial teórico (mas não precisa e não deve levar esses títulos). Os demais capítulos devem ser dedicados à metodologia, apresentação e discussão dos resultados. A metodologia poderá ser apresentada no começo do capítulo da apresentação e discussão dos resultados, isso vai depender da extensão do texto. Atenção: não crie um capítulo para escrever um texto que caberia numa seção. Para isso, os capítulos devem ser divididos em seções.


Alguns cuidados devem ser tomados no sentido de organizar o texto: fique atento para o equilíbrio entre as partes. Não justifica um capítulo com 20 páginas e outro com 8 ou 10. Outro ponto a ser observado: recomenda-se que a introdução e as considerações finais não ultrapassem, aproximadamente, 20% (cada uma) da soma dos demais capítulos (. Ex: se sua monografia toda tem 100 páginas, o ideal é que a introdução e conclusão não tenham mais que 20 páginas cada.

2.2.2.3 Metodologia: A metodologia pode ser uma seção do capítulo de apresentação de resultados. De todo modo, você vai buscar em seu projeto de pesquisa a metodologia proposta e, se houve alteração no decorrer da pesquisa, fique atento para fazer os ajustes necessários no texto. Não esqueça que os verbos agora devem estar no passado, pois a pesquisa já foi feita.

2.2.2.4 Apresentação e discussão dos resultados: Neste capítulo você pode começar descrevendo a metodologia adotada em sua pesquisa e deve relatar, detalhadamente, os resultados encontrados. A forma de apresentação vai depender do tipo de pesquisa que você realizou. Os resultados poderão ser apenas textuais ou poderão ser complementados, elucidados por gráficos e/ou tabelas. Essa decisão será tomada por você, com seu orientador.

2.2.2.5 Considerações finais: Optamos por denominar a última parte

Nas Considerações finais, retome seu problema de pesquisa: Você encontrou, ainda que parcialmente, resposta para ele? Sua hipótese se confirmou totalmente, parcialmente ou foi refutada? Diga claramente ao leitor. Faça uma síntese dos resultados encontrados. Se algum de seus objetivos não foi alcançado, fale sobre isso, justifique. Apresente as limitações encontradas durante o processo de pesquisa. Dê sugestões e faça proposições. Não retome a literatura, fazendo citações, nas considerações finais, esse é o momento em que você fala como autor de seu trabalho.

PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA

da monografia de Considerações finais e não usaremos Conclusão. Isso porque, conforme já dissemos, entendemos que o trabalho de graduação é uma primeira experiência com a pesquisa e sempre podemos aprofundar um pouco mais em nossos achados.

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2.2.3 Elementos pós-textuais Dentre os elementos pós-textuais destacaremos, as referências por serem "obrigatórias". Os demais, são opcionais e você deverá consultar a ABNT NBR 14724, caso seja necessário utilizar algum dos elementos opcionais. A lista de referências deve vir após as considerações finais. A ABNT sugere duas formas de organização das referências: ordem numérica ou alfabética, optamos pela segunda forma. Veja neste manual como organizar referências dos diversos tipos de documentos. Na lista de referências deverão constar apenas as obras e documentos citados no trabalho e nenhum (a) que foi citado pode ficar fora da lista.

2.2.3.1 Elementos Gráficos Capa A capa é a parte externa do trabalho, servindo como proteção física. Nela devem constar informações essenciais à sua identificação. De acordo com a NBR 14724:2011, a capa dos trabalhos acadêmicos deve conter as seguintes informações na ordem que segue: Ÿ nome do autor; Ÿ título; Ÿ subtítulo (se houver); PROJETO DE PESQUISA E TCC

Ÿ local (cidade) da instituição em que deve ser apresentado;

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Ÿ ano de depósito (entrega).


Figura 02: Modelo de capa Fonte: França e Vasconcelos, 2004

Para trabalhos acadêmicos (teses, dissertações e monografias) Ÿ nome do autor (responsável intelectual pelo trabalho); Ÿ título principal do trabalho; Ÿ subtítulo

(se houver, devendo evidenciar-se sua subordinação ao título principal; precedido de dois pontos); Ÿ número de volumes (havendo mais de um, deve constar em cada folha de rosto a especificação do respectivo volume); Ÿ natureza (tese, dissertação, monografia) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido - doutor, mestre, especialista, licenciado, bacharel e outros); Ÿ nome da instituição a que se está submetendo; Ÿ área de concentração;

PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA

Folha de rosto

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Ÿ nome do orientador; Ÿ local ( cidade) da instituição em que deve ser apresentado;

PROJETO DE PESQUISA E TCC

Ÿ ano de depósito (da entrega).

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Figura 03: Modelo de folha de rosto Fonte: França e Vasconcelos (2004).

ŸA

dedicatória é uma homenagem prestada a uma ou mais pessoas, considerando-se critérios puramente pessoais. Ÿ Os agradecimentos podem ser feitos tanto a pessoas quanto a entidades que deram alguma contribuição relevante para a elaboração do trabalho. Ÿ Epígrafe é a citação de uma frase, um verso, um trecho retirado de algum texto, seguida de indicação de autoria, tendo um valor simbólico e representativo em relação ao assunto do trabalho. Pode aparecer no início do trabalho e/ou no de cada seção primária.


3 REDAÇÃO CIENTÍFICA


O

trabalho científico, como qualquer trabalho acadêmico cotidiano, deve primar, também, pelo cuidado com a redação. Sabemos que nem todo mundo tem gosto pela escrita, no entanto, devemos lembrar que só escreve bem aquele que lê. Busque inspiração para escrever nas leituras que você faz. Nesse manual oferecemos algumas pistas para facilitar a escrita, mas destacamos que só se escreve bem com muito exercício.

3.1 CLAREZA, RIGOR E PRECISÃO. Devem ser evitados no discurso científico o excesso de adjetivação, as formas indiretas de construção, o uso de palavras arcaicas ou pouco usuais. Utilize, sempre que possível, frases curtas e diretas. Escrever clara e concisamente requer prática e persistência.

3.2 QUEM FALA NO DISCURSO CIENTÍFICO? Humberto Eco (1977, p.120) discute a questão nos seguintes termos:

PROJETO DE PESQUISA E TCC

...escrever é um ato social: escrevo para que o leitor aceite aquilo que lhe proponho. Quando muito, deve-se procurar evitar o pronome pessoal, recorrendo a expressões mais impessoais, como: 'cabe pois concluir que'; ' parece acertado que'; 'é licito supor'; [...]'ao exame desse texto percebe-se que', etc. Não é necessário dizer ' o artigo que citei anteriormente', basta dizer ' o artigo citado nos (sic) nos demonstra que', pois expressões assim não implicam nenhumapersonalização do discurso científico...

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Moreira & Neves (1086, p.16) recomendam que, “...todo trabalho deve caracterizar-se pela impessoalidade. Ser redigido na terceira pessoa, evitando-se fazer referências pessoais, como: 'meu trabalho', 'meus estudos', 'minha tese' etc.”

3.3 REDAÇÃO DO TEXTO CIENTÍFICO A fase de Redação Científica consiste na expressão literária do raciocínio desenvolvido no trabalho. Guiando-se pelas exigências próprias da construção lógica, compete ao estudante redigir o texto, confrontando as fichas/anotações de documentação, criando o texto em que vão inserir-se. Recomenda-se que a Redação Científica seja feita


através de uma primeira redação de rascunho. Terminada a primeira etapa da redação, uma leitura completa permitirá uma revisão cuidadosa do todo e a correção de possíveis falhas lógicas e/ou de redação. Apesar da clareza e eficiência que o método de fichas possibilita para a redação do trabalho, muitos aspectos desnecessários acabam sobrando e só depois de uma leitura atenta podem ser eliminados. Nesse sentido, em trabalhos científicos, impõe-se um estilo sóbrio e preciso, importando mais com a clareza do que qualquer outra característica estilística. A terminologia técnica só será usada quando necessária ou em trabalhos especializados, nível em que já se tornou terminologia básica. De qualquer modo, é preciso que o leitor entenda o raciocínio e as ideias do autor sem ser impedido pela linguagem.

3.4 CONSTRUÇÃO DO PARÁGRAFO A sequência dos parágrafos, seu tamanho e sua complexidade dependem da própria natureza do raciocínio desenvolvido. No entanto, você precisa observar duas tendências que, em sua maioria, são incorretas: o excesso de parágrafos – praticamente cada frase é tida como um novo parágrafo – ou a ausência de parágrafos. A ausência ou o excesso de parágrafos denota a insegurança de quem assim escreve. Lembre-se de que a estrutura do parágrafo reproduz a estrutura de qualquer texto bem escrito, constitui-se de introdução, desenvolvimento e conclusão (SEVERINO, 2000). Ÿ Introdução: Anuncia-se o que se pretende dizer. Ÿ Desenvolvimento: Desenvolve-se a ideia anunciada.

finais: Resume-se ou sintetiza-se o

que se conseguiu.

3.5 ALGUMAS RECOMENDAÇÕES PARA ESCREVER UM TEXTO CIENTÍFICO

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Ÿ Conclusão/Considerações

Ÿ Escreva frases breves e parágrafos curtos. Diga o que quiser no

menor espaço que conseguir. Não alongue as frases com o uso abusivo de “o qual”, “cujo” e gerúndios. Você terá menos chances de parecer complicado. 31


PROJETO DE PESQUISA E TCC

Ÿ Encadeie as frases e os parágrafos logicamente, com cada frase

ou parágrafo desembocando naturalmente no que vem a seguir. Você terá menos chance de parecer ter “composto” uma colcha de retalhos. Ÿ Evite apelar para generalizações (do tipo: “a maioria acha”, “todos sabem”). Você terá menos chance de parecer superficial. Ÿ Evite repetir palavras, especialmente verbos e substantivos. Use sinônimos. Você terá menos chance de parecer possuir um vocabulário pobre. Ÿ Evite modismos linguísticos, como “em nível de”, “colocação”, “OLIVEIRA (2001) vai dizer que...”, etc. Você terá menos chance de parecer um “deslumbrado” com o jargão universitário. Ÿ Evite tautologias, como “os alunos são a razão de ser da Escola Prof. Pimentel”. Cada frase deve ser produto de uma reflexão. Você terá menos chance de parecer apressado. Ÿ Abstenha-se de superlativos, aumentativos, diminutivos e adjetivos em demasia. Você terá menos chance de parecer pernóstico. Ÿ Faça poucas citações diretas; opte por reescrevê-las, creditando-as aos seus autores. Você terá menos chance de ser tido como um mero compilador. Ÿ Use as notas de rodapé para definições e informações que, embora sucessivas, acabem truncando por demais o texto. Você terá menos chance de parecer óbvio. Lembre-se de que você está escrevendo para um leitor real. Não vale a pena escrever para não ser lido. (AZEVEDO, 1993, p.24)

3.6 FORMATAÇÃO GERAL DO PROJETO DE PESQUISA E MONOGRAFIA2 3.6.1 Sumário Ÿ Relação das partes, capítulos, itens e subitens do trabalho, com

respectiva indicação do número da página inicial; Ÿ Localiza-se imediatamente antes do texto, da introdução e deve

ser organizado após o término do trabalho;

32 2

As normas apresentadas aqui são aplicáveis a qualquer trabalho acadêmico


Ÿ Reproduzir

os títulos exatamente como são apresentados no corpo do texto, ou seja, maiúsculas, negrito etc e a numeração deve ser feita sem separar com pontos ou parênteses.

3.6.2 Impressão O papel a ser utilizado é o de formato A4 (21 cm x 29,7 cm) de cor branca ou reciclado, e o texto deverá ser digitado ou datilografado na cor preta, com exceção das ilustrações, podendo ser impresso no anverso e verso das folhas, inclusive a folha de rosto. Recomenda-se para digitação a utilização de fonte, tamanho 12, para o texto e tamanho menor (10) para as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas. Para citações de mais de três linhas, deve-se observar o recuo de 4 cm da margem esquerda.

3.6.3 Margens Ÿ 3 cm na esquerda Ÿ 2,0 cm na direita Ÿ 3 cm na parte superior Ÿ 2,0 cm na parte inferior

3.6.4 Espacejamento Ÿ Todo o texto deve ser digitado ou datilografado com espaço 1,5

REDAÇÃO CIENTÍFICA

ou 1,15. Ÿ As citações de mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser digitados ou datilografados em espaço simples. Ÿ As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por espaço 1,5.

3.6.5 Anexos Ÿ São

textos ou documentos não elaborados pelo autor do trabalho, que tem o objetivo de contribuir com a fundamentação, comprovação e ilustração do trabalho. É parte opcional do trabalho.

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3.6.6 Apêndice Ÿ São textos ou documentos elaborados pelo autor, cujo objetivo

é complementar a compreensão do trabalho. Não é obrigatório, mas deve ser utilizado quando o texto ou documento for relevante e, se inserido no corpo do trabalho poderá ocasionar interrupção na leitura do trabalho.

Exemplos: A – Regimento do Curso de Administração das Faculdades Santo Agostinho Ÿ ANEXO B – Regimento do Estágio Supervisionado do Curso de Administração das Faculdades Santo Agostinho Ÿ APÊNDICE A – Plano de trabalho para a realização da V Semana do Empreendedorismo Ÿ APÊNDICE B – Planejamento Estratégico da Empresa Júnior das Faculdades Santo Agostinho para o ano de 2014 Ÿ ANEXO

3.6.7 Títulos

PROJETO DE PESQUISA E TCC

A numeração de capítulos deverá ser centralizada, com fonte em caixa alta, tamanho 12 e negrito. O título que precede a indicação de capítulos deverá ser alinhado à esquerda, precedido de sua indicação numérica, separado apenas por 1 espaço. Exemplo de formatação de títulos de Capítulo e seção:

CAPÍTULO I

1 A HISTÓRIA DO CAPITALISMO MODERNO

Digitação do texto introdutório do capítulo

1.1 Do capitalismo mercantil ao capitalismo financeiro Use sempre 2 espaços 1,5 entre títulos, subtítulos e o seu texto.

Figura 04: Modelo de formatação de capítulo e seção Fonte: Elaboração própria. ALMEIDA, Karen Tôrres C. Lafetá de., 2013. 34


3.6.8 Indicativos de seção O indicativo (numeração) de seção deve ser alinhado à margem esquerda, precedendo o título e separado dele apenas por um espaço - não utilizar hífen, ponto ou qualquer outro tipo de marcador, conforme exemplo anterior.

3.6.9 Títulos sem indicativo numérico Os títulos sem indicativo numérico – lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário, referências, glossário, apêndice(s), anexo(s) – devem ser centralizados, digitados em fonte caixa alta e negrito, tamanho 12.

3.6.10 Paginação Todas as folhas do trabalho, a partir do sumário, devem ser contadas sequencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. Havendo apêndice(s) e anexo(s), suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.

3.6.11 Abreviaturas e siglas

Exemplos: Sigla: Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (FACISA) Abreviatura: Imprensa Nacional (Impr. Nac.)

REDAÇÃO CIENTÍFICA

A forma completa do nome aparece pela primeira vez no texto e precede a abreviatura ou a sigla entre parênteses. Nas próximas ocorrências destas no texto digita-se apenas a sigla ou abreviatura.

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3.6.12 Equações e fórmulas Devem aparecer destacadas no texto para melhor leitura e compreensão e, se necessário, numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na sequencia normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes, índices e outros). Se for necessária mais de uma linha, a equação deverá ser interrompida antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, divisão e multiplicação. Exemplos: y3 + y2 = z2 …(1) (x2 + y2)5 = n …(2)

3.6.13 Ilustrações Sejam as ilustrações, do tipo: esquemas, desenhos, fluxogramas,mapas, gráficos, fotografias, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros, sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra que o designa, seguida de seu número de ordem, conforme a ocorrência no texto, em algarismos arábicos, em seguida, o título e/ou legenda explicativa (de forma breve e clara dispensando consulta ao texto), e da fonte. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere (Ver formatação da FIG. 01)

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3.6.14 Tabelas A ABNT NBR 14724:2005 define tabela como elemento demonstrativo de síntese. Contém informações que receberam tratamento estatístico, devendo, portanto, deve seguir as Normas de Apresentação Tabular do IBGE. De acordo com estas normas, as tabelas caracterizamse pela “forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central (IBGE, 1993)”.

3.6.14.1 Características da tabela a) As tabelas devem estar o mais próximo possível do texto a que se referem.

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b) Sua numeração deve ser independente, consecutiva, em números arábicos, sucedendo a palavra Tabela. Deve ser inscrita no topo da tabela, antes do título.


c) As tabelas devem indicar, no rodapé, as fontes utilizadas em sua elaboração. Tal indicação deve ser precedida da expressão Fonte ou Fontes. d) As notas explicativas devem ser inscritas no rodapé das tabelas, logo após a fonte, quando houver necessidade de esclarecimentos. e) Os títulos das colunas, o cabeçalho e os limites superior e inferior das tabelas são fechados por traços. As tabelas não apresentam bordas laterais. f) As células da tabela não são separadas por linhas divisoras (linhas de grade). g) Caso uma tabela não caiba em uma página, deve ser continuada nas páginas seguintes, sem a delimitação por traço horizontal na parte inferior, repetindo-se o título e o cabeçalho em cada página, seguido da palavra “continua”, no final de uma página e conclusão, no início da outra página.

3.6.14.2 Orientações para a formatação da tabela a) Topo: espaço superior de uma tabela, onde é inserido seu número e logo abaixo, seu título. b) Centralizada: espaço reservado à moldura, aos dados numéricos e aos termos essenciais da tabela. c) Coluna: espaço vertical do centro de uma tabela.

e) Célula: espaço resultante do cruzamento de uma linha com uma coluna; neste espaço se inserem os dados numéricos ou sinais convencionais. f) Rodapé: espaço inferior da tabela, em que são inseridas a fonte e as notas explicativas.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

d) Linha: espaço horizontal do centro de uma tabela.

g) Dado numérico: quantificação de fato específico observado. h) Número: indicador numérico de uma tabela. 37


i) Título: indicador do conteúdo de uma tabela. j) Moldura: conjunto de traços estruturadores de uma tabela. k) Cabeçalho: espaço que contém os termos indicadores do conteúdo das colunas. l) Indicador de linha: espaço que contém os termos indicadores do conteúdo das linhas. m) Sinal convencional: representação gráfica que substitui o dado numérico. Não se deve deixar células em branco na tabela. Use z quando o valor for absolutamente zero, hífen quando não for o caso de indicar valor e ... (reticências) quando o valor for desconhecido. n) Fonte: indicação dos responsáveis pelos dados numéricos. o) Notas explicativas: texto esclarecedor dos elementos de uma tabela. p) Ao fazer referência à tabela no texto, utiliza-se a forma abreviada seguida do número correspondente. Ex: Conforme pode-se constatar na Tabela 01 a seguir.

Exemplo de tabela

PROJETO DE PESQUISA E TCC

TABELA 01 Utilização de serviços turísticos no Brasil em viagens motivadas por Eventos, Negócios, e Convenções - 2005

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Fonte: Anuário EMBRATUR - 2006 *Percentual de turistas que julgou necessária a utilização dos serviços


3.6.15 Quadros Características a) A numeração dos quadros é independente e consecutiva. b) O título é colocado na parte superior, devendo ser precedido da palavra Quadro e seu número de ordem em algarismos arábicos. c) Os títulos das colunas, o cabeçalho e os limites superior e inferior dos quadros são fechados por traços, contudo os quadros não apresentam bordas laterais. d) As células do quadro não são separadas por traços divisores (linhas de grade). e) O quadro continuará por quantas páginas forem necessárias, sem delimitação por traço horizontal na parte inferior, nas páginas intermediárias, repetindo-se em cada página o cabeçalho, seguido da palavra “continua”, no final de uma página e “continuação”, no início da outra página.

Exemplo de quadro QUADRO 01 Relação de hotéis de Montes Claros, classificados pela Embratur, de 1 a 4 estrelas em Montes Claros e segmento do turismo a que servem

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Fonte: ALMEIDA, Karen Tôrres C. Lafetá de., 2006. Elaboração própria a partir de dados fornecidos pela Gerência Municipal de Turismo – 2006. NI: Não informado EN: Eventos e Negócios N: Negócios

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3.6.16 Glossário É o elemento pós-textual opcional, o glossário é vocabulário em que se apresenta significado de palavras ou expressões específicas de determinada especialidade técnica e/ou científica. O glossário, também, tem a função de apresentar um vocabulário, palavras ou expressões pouco usadas, de sentido obscuro, regionalismos e outras. Localiza-se após as referências bibliográficas, iniciando-se em anverso de página.

3.7 CITAÇÕES Citações são transcrições ou informações retiradas de trabalhos e publicações. São introduzidas no texto para esclarecer e/ou complementar as ideias de quem elabora um trabalho acadêmico científico. A fonte de onde foi retirada a informação deve ser obrigatoriamente citada no texto e inserida na lista de referências localizada no final do trabalho. As citações podem ser: Textual ou direta: Transcrição textual do autor consultado. Pode ser até 3 linhas (curta) ou com mais de 3 linhas (longa). Indicar autor, ano, página.

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Livre ou indireta: texto redigido com base nas ideias dos autores consultados. Reproduz a ideia sem transcrevê-la. Indicar autor, ano, (página opcional).

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Citação de citação: Quando se reproduz informações já citadas por outro autor sem consultar os documentos originais.

Citação de citação Desde a década de 1970 tem crescido o interesse pela Ciência Social Interpretativa, voltada para investigar o significado do comportamento e das instituições. Geertz (1973), apud Collier (1999), destaca que essa é uma linha orientada no sentido de trazer à luz o significado oculto dos fenômenos e, assim, observar o modo que esse significado encontra raízes em contextos concretos.


Citação livre Dada a posição assumida pelos estudiosos do turismo, a saber, Paiva (2001), Barretto (2003), Ablas (1992), Azzoni (1993), dentre outros, crescimento, acumulação e lucro são pressupostos fundamentais. Assim, pode-se considerar um certo desafio abordar o tema, dada a dificuldade em identificar autores cujos trabalhos não enfatizassem apenas os indicadores de crescimento econômico: como por exemplo, PIB - Produto Interno Bruto e renda per capita.

Citação direta longa De acordo com Cardoso (1990, p. 33): ... o Estado passou a ser encarado não como a expressão de uma dominação de classe (à la Marx), mas como o ponto de encontro entre os interesses nacionais e os interesses populares, sem contradições antagônicas com os interesses dos “novos produtores”. Se contradição havia, era com o “imperialismo” e com “os latifundiários” e demais “nefastos personagens” da antiga ordem.

Citação direta curta

3.8 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Conjunto de elementos que possibilita a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais, tais como: monografias (livros, folhetos, separatas, dissertações e teses), periódicos (revistas e jornais) e material audiovisual etc.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Novas perspectivas se apresentavam para o capital mercantil, desta vez “constituía-se um mercado mundial e seu impulso afetava todo o sistema produtivo europeu, e porque grandes Estados e não mais simples cidades, daí iriam aproveitar-se para se constituírem” (SANTIAGO, 1987, p. 41).

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É comum o uso de termos, expressões e abreviaturas latinas, embora devam ser evitadas, uma vez que dificultam a leitura. Essas abreviaturas normalmente são usadas nas notas de rodapé, as mais utilizadas são: Ÿ Ibidem: usada quando se fizerem várias citações de um mesmo

documento. Ÿ Idem ou id: substitui o nome do autor. Ÿ Op.cit: quando, na mesma obra, é usado em seguida ao nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente. Ÿ Cf ( = confira): é normalmente usada para fazer referência a trabalhos de outros autores ou orientando a consulta a outras obras ou outras partes do mesmo texto. Ÿ Et al ou et alli: para referência com mais de três autores, menciona-se somente o primeiro e logo após o termo em questão.

3.8.1 Regras Gerais Ÿ Alinhadas somente à margem esquerda; Ÿ NENHUM espaço antes, SEMPRE um espaço depois; Ÿ Ordenação numérica ou alfabética; Ÿ Localização: nota de rodapé ou em lista bibliográfica (ao final

PROJETO DE PESQUISA E TCC

do texto); Ÿ Se utilizadas duas obras ou mais do mesmo autor, a partir da segunda, o nome do autor deverá ser substituído por um traço; Ÿ Nomes dos autores são separados por ponto e vírgula; Ÿ Até 3 autores, a entrada é feita com todos os nomes, com mais de 3 autores, utiliza-se o nome do primeiro autor e a abreviatura et al (e outros); Ÿ Documentos elaborados por vários autores com um responsável intelectual destacado utiliza-se nome (s) seguido 3 (s) de: Org., Ed., Comp., Coord, etc, entre parênteses ; Ÿ Entidade com denominação genérica: BRASIL. Ministério da Educação; MINAS GERAIS. Secretaria de Estado da Educação; Ÿ Trabalhos não publicados e notas de aula podem vir em nota de rodapé

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Organizador, Editor, Compilador, Coordenador


Ÿ Outros

casos não previstos aqui, veja normas da ABNT ou França e Vasconcellos (2007).

3.8.2 Como Fazer Referências Livros: Obra Completa (Considerado No Todo) Ÿ Em todos os casos, mais de 3 autores, utiliza-se o nome do 1°; et al.

Livro no todo AUTOR. Título da obra: subtítulo. número edição. Local de publicação: Editor, ano de publicação. Número de páginas ou volume. (Série ou coleção). Notas. WEBER, Max. Metodologia das ciências sociais. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1999.

Livro no todo - Quando se utiliza 2 livros do mesmo autor: na referência de 2ª obra não repetir o nome do autor, inserir um traço que corresponde a 6 vezes o toque da tecla underline. SANTOS, Milton. Técnica, espaço e tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. Hucitec: São Paulo, 1994. ______. A natureza do espaço. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 1997.

Livro no todo com indicação de coleção

Livros com mais de 3 autores Quando houver mais de três autores, indica-se apenas o primeiro, acrescentando-se a expressão et al.

CARVALHO, Maria José de Jesus et al. Referências bibliográficas: guia para orientação do usuário. São Paulo: Editora USP, 2000.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

ASSIS, Margarida Drumond de. Além dos versos. Brasília: Procoel, 2000 (Coleção Margarida Drumond de Assis, 6).

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Livro no todo organizado por mais de um responsável OLIVEIRA, Marcos Fábio Martins de; RODRIGUES, Luciene (Org). Formação social e econômica do norte de Minas Gerais. Montes Claros: Unimontes, 2000.

Livros com responsabilidade intelectual (editor, organizador, coordenador etc.) TORTAMANO, N. (Coord.). G.T.O.: guia terapêutico odontológico. 8. ed. São Paulo: EBO, 1989. MOORE, W. (Ed.). Construtivismo del movimiento educacional: soluciones. Córdoba, AR: [s.n.], 1960.

Com indicação de tradutor CARRUTH, J. A nova casa do Bebeto. Desenhos de Tony Hutchings. Tradução Ruth Rocha. São Paulo: Círculo do Livro, 1993. 21 p. Título original: Moving house.

Monografias, Dissertações e teses

PROJETO DE PESQUISA E TCC

AUTOR. Título da obra: subtítulo. Ano de apresentação. Número de folhas. Categoria (Grau e área de concentração). Instituição, local. Ano de publicação se for o caso.

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ALMEIDA, Karen Tôrres C. Lafetá. Turismo de eventos e negócios: uma possibilidade de desenvolvimento socioeconômico para Montes Claros - MG? 2007. 176 f. Dissertação. (Mestrado em Desenvolvimento Social). Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. Montes Claros - MG.


Trabalho acadêmico de autoria coletiva não publicado ALMEIDA, Karen Tôrres C. Lafetá de. et al. Marketing aplicado a agências de viagens: um estudo de caso da Master Turismo. Montes Claros, 2004. 15 f. Não publicado.

Documento público BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria do Ensino Superior. Coordenação de Modernização Administrativa. Programa de estímulo à direção do trabalho intelectual das IES - federais. Brasília, 1981.

Bíblia BIBLIA SAGRADA. A. T. Gênesis. 34. ed. São Paulo: Editora Ave Maria, 1982. cap. 19, p. 65.

Cadernos, documentos, apostilas e similares oficiais/institucionais BRASIL. Ministério da Educação. PCN: Parâmetros Curriculares Nacionais. 3. ed. Secretaria de Ensino Fundamental, 2001. v. 5

Fascículo de periódico com título próprio TÍTULO DO PERIÓDICO. Título do fascículo. Local de publicação (cidade): Editora, volume, número, mês e ano. (notas).

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Periódicos considerados no todo

FILOSOFIA: Ciência e Vida. São Paulo: Editora Escala, ano 1, n. 2, março de 2007. (Coleção Ciência e Vida)

45


Artigo de Jornal REZENDE, Humberto. O jornal da escola. Correio Braziliense, Brasília, 25 ago. 2000. Caderno 1, Educação, p. 12, coluna 1.

Artigo de Periódico RODRIGUES, Luciene. et al. Especificidades setoriais dos municípios do Norte de Minas: um instrumento de para o desenvolvimento setorial e regional. In: Cadernos BDMG. n. 10, abril de 2005. Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Departamento de planejamento, programas e estudos econômicos. Belo Horizonte, MG, 2005. p. 7-35.

Leis e decretos e outros documentos jurídicos Inclui legislação, jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais) PAÍS, ESTADO OU MUNICIPIO. Lei ou decreto, número, data (dia, mês, ano). Ementa (Dispõe sobre...)

PROJETO DE PESQUISA E TCC

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da republica Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série legislação Brasileira)

46

BRASIL. Lei n. 7000 de 20 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a proibição da pesca. Diário Oficial da União, Brasília, 21 jan. 1991. Seção 1, p. 51.

Documento jurídico em meio eletrônico PAÍS. Lei e número da Lei e data (dia mês e ano). Ementa. Publicação, Local de publicação, dia, mês e ano. Disponível em: <endereço URL>. Acesso em: data do acesso (dia, mês, ano).


BRASIL. Lei n º 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, B r a s í l i a , D F, 8 d e z . 1 9 9 9 . D i s p o n í v e l e m : <http://www.in.gov.br/mp_leis/leis_texto.asp?Id=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez. 1999.

Referências de partes AUTOR da parte. Título da parte. In: AUTOR da obra. Título da obra: subtítulo. número edição. Local de publicação: Editor, ano de publicação. Número ou volume. Páginas inicial e final da parte. (Série ou coleção). Notas.

PARTES ISOLADAS (COM AUTOR DESCONHECIDO) DE LIVRO (COM AUTOR CONHECIDO) PROCURA-SE UM AMIGO. In: SILVA, Lenilson Naveira. Gerência de vida: reflexões filosóficas. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1990. 247 p. p. 212-213. Autor desconhecido.

Parte do livro COLLIER, David. El método comparativo: dos décadas de câmbios. In: SARTORI, Giovanni; MORLINO, Leonardo. (Orgs) La comparación em las ciencias sociales. Madri: Alianza Editorial, 1999. p. 51-79. REDAÇÃO CIENTÍFICA

CARLOS, Ana Fani Alessandri. A reprodução da cidade como negócio. In: _______; CARRERAS, Carles (orgs.) Urbanização e mundialização: estudos sobre a metrópole. São Paulo: Contexto, 2005. p. 29-37 (Coleção Novas Abordagens, v. 4)

Parte de livro com mesma autoria FERREIRA, Nilda Teves. As idéias de cidadania e de estado. In:_____. Cidadania: uma questão para a educação. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. Cap. 3, p. 19-31. 47


Parte de periódico AUTOR da parte. Título do artigo. In: AUTOR da obra. Título do periódico: subtítulo. Cidade: Editor, ano. Volume, edição (especial ou outro tipo) páginas da parte. SILVA, Jorge Antônio Santos. A dimensão territorial no planejamento do desenvolvimento turístico no Brasil: modelo pólo versus modelo territorialista e endógeno. In: Turismo em análise - gestão pública e privada em turismo e hotelaria. ECA - USP. São Paulo: Aleph, 2006. v. 17, ed. esp. p. 5-23

Artigo de jornal AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Jornal. Local de publicação: dia, mês, ano. Nome ou Título do Caderno, seção ou suplemento e páginas inicial e final do artigo. Nota: Quando não houver seção, caderno, ou parte, a paginação precede a data.

Periódicos em Meio Eletrônico

PROJETO DE PESQUISA E TCC

SOBRENOME, Prenome (iniciais ou por extenso). Título do artigo. Título do Periódico, Local (cidade), volume, número, mês e ano. Disponível em: <endereço URL>. Acesso em: data (dia, mês, ano).

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ZÖLLNER, N.; ANTONIAZZI, J. H. Estudo in vitro da permeabilidade radicular de dentes humanos, na presença ou não de doença periodontal. ECLER Endod, São Paulo, v. 1, n. 1, jan./abr.1999. Disponível em: <http://www.bireme.br/ecler>. Acesso em: 1 dez.2000.

Correio Eletrônico N A S C I M E N T O , E s d r a s C o s t a d o . <esdras.nascimento@turismo.gov.br> Informações Centro de Convenções de Montes Claros [Informação pessoal] Recebida por <karen.almeida@unimontes.br> Em 06fev2006.


Filmes e vídeos TÍTULO. Autor e indicação de responsabilidade relevante (diretor, produtor, roteirista, etc). Coordenação se houver. Local: Produtora e distribuidora, data. Descrição física com detalhes, duração em minutos, sonoro ou mudo, legendas, série se houver. Notas especiais. AUTOR (professor). Assunto: aula de (nome da disciplina ou curso). Dia, mês, ano. Notas de aula. Mimeografado (se for o caso, colocar a quantidade de folhas).

Fita de Vídeo - VHS, DVD OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo.São Paulo: CERAVI, 1983. 1 fita de vídeo (30 min.), VHS, son., color.

Enciclopédia ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional. São Paulo: Encyclopaedia Britannica, 1993. 20 v.

Dicionários especializados ou não (verbete) SOCIALISMO. In: BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de política. 12. ed. Brasília: UnB/LGE, 2004. 2 v.

Publicações em Eventos

Documentos Eletrônicos

REDAÇÃO CIENTÍFICA

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES, 13., 1995, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 1995. 655 p.

Livro CALDEIRA, Jorge et al. Viagem pela história do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. CD-ROM. 49


Publicações de Eventos CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: http://www.proquest.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997.

Documentos de acesso exclusivo em meio eletrônico Inclui bases de dados, listas de discussão, BBS (site), arquivos em disco rígido, disquetes, programas mensagens eletrônicas etc. AUTOR(ES). Denominação ou Título e subtítulo do produto ou serviço. Indicações de responsabilidade. Tipo de documento e suporte. Disponibilidade (endereço eletrônico). Acesso: (Data de acesso).

Em Base de Dados UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca de Ciência e Tecnologia. Mapas. Curitiba, 1997. Base de Dados em MicroIsis, versão 3.7.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

Em Lista de Discussão

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BIOLINE Discussion List. List maintened by the Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponível em: <lisserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 nov. 1998.

Em Catálogo Comercial em Homepage BOOK ANNOUNCEMENT 13 MAY 1997. Produced by J. Drummond. Disponível em: <http://www.bdt.org.br/bioline/DBSearch? BIOLINEL+READC+57>. Acesso em: 25 nov.1998.


Em Homepage Institucional GALERIA virtual de arte do Vale do Paraíba. São José dos Campos, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, 1998. Apresenta reproduções virtuais de obras de artistas plásticos do Vale do Paraíba. Disponível em: <http://www.virtualvale.com.br/galeria>. Acesso em: 27 nov. 1998.

Em Arquivo de Disquete UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas.doc. Normas para apresentação de trabalhos. Curitiba, 7 mar. 1998. 5 disquetes, 3 ½ pol. Word for Windows 7.0.

Em Programa (Software) MICROSOFT Project for Windows 95, version 4.1: project planning software. [S.l]: Microsoft Corporation, 1995. Conjunto de programas. 1 CD-ROM.

Em Brinquedo Interativo CD-ROM ALLIE'S play house. Palo Alto, CA.: MPC/ Opcode Interactive, 1983. 1 CD-ROM. Windows 3.1.

Av e s d o A m a p á : b a n c o d e d a d o s . D i s p o n í v e l e m : <http://www.bdt.org/bdt/avifauna/aves>. Acesso em: 25 nov. 1998.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Banco de Dados

Correio Eletrônico (E-Mail) N A S C I M E N T O , E s d r a s C o s t a d o . <esdras.nascimento@turismo.gov.br> Informações Centro de Convenções de Montes Claros [Informação pessoal] Recebida por <karen.almeida@unimontes.br> Em 16fev2006.

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Página WEB CIVITAS. Coordenação de Simão Pedro P. Marinho. Desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 1995-1998. Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades. Disponível em: <http://www.gcsnet.com.br/oamis/civitas>. Acesso em: 27 nov. 1998.

Autores corporativos (entidades coletivas, governamentais, públicas, particulares, etc.) ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Levantamento epidemiológico da saúde bucal: manual de instituições. 3. ed. São Paulo: Santos, 1991. 353 p.

Autoria desconhecida Entrada com a primeira palavra do título, em maiúsculas. DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 64 p.

Com indicação de série

PROJETO DE PESQUISA E TCC

CARVALHO, M. Guia prático do alfabetizador. São Paulo: Ática, 1994. 95 p. (Princípios, 243).

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Obs.: A indicação da série é opcional.

Livro em meio eletrônico KOOGAN, A.; HOUAISS, A. (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção geral de André Koogan Breikman. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CD-ROM. Produzida por Videolar Multimídia.


CAPÍTULO DE LIVROS Autor do capítulo diferente ao da obra no todo AUTOR(ES) da parte referenciada. Título da parte referenciada. In: AUTOR da publicação (ou editor, etc.). Título da publicação. Edição. Local: Editora, data de publicação. Cap., página do capítulo.

CARVALHO, Telma de; FERRARI, Adriana Cybelle. As bibliotecárias do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP (SIBi) e sua produção científica: proposta para avaliação científica. In: WITTER, G. P. (Org.). Produção científica. São Paulo: Átomo, 1997. p. 133-146. Observação: quando cita-se três ou mais capítulos de diferentes autores, de uma mesma obra, deve-se citar o autor principal ou organizador da obra toda.

Autor do capítulo é o mesmo da obra no todo AUTOR(ES) da parte referenciada. Título da parte referenciada. In: Sinal de travessão. Título da publicação. Edição. Local: Editora, data de publicação. cap., página do capítulo.

4

SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujús. In: ____ . História do Amapá, 1º grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. cap. 3, p. 1524.

On-Line

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Capítulo de livro em meio eletrônico

SOBRENOME, Prenome do autor do capítulo (iniciais ou por extenso). Título do capítulo. In: SOBRENOME, Prenome do autor do livro (iniciais ou por extenso). Título do livro. Edição. Local: Editor, ano. Disponível em: <endereço URL>. Acesso em: data (dia, mês, ano). 53 4

06 (seis) toques underline


PRITZKER, T. J. An early fragment from central Nepal. In: ______. Ingress comunications. St. Louis: Mosby, 1995. Disponível em: <http://www.ingress.com/~astanart/pritzker/pritzker.html>. Acesso em: 8 jun. 1995.

Artigos para publicação no prelo SOBRENOME, Prenome (iniciais ou por extenso). Título do artigo. Título do Periódico, Local (cidade), volume, número, página inicialfinal, mês e ano. No prelo. ALMEIDA, M. M. G. O enfermeiro no planejamento familiar. Rev. Bras. Enfermagem, São Paulo, v. 38, n. 3, p. 215-230, 1985. No prelo.

Editoriais Relatórios técnicos Autoria específica SOBRENOME, Prenome (iniciais ou por extenso). Título: subtítulo. Local: Editor, ano.(Série).

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HEHL, M. E. Fortran 8X: o novo padrão. São Carlos: ICMSC, 1988. (Relatório Técnico ICMSC – USP, 1).

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Vários autores (entrada pela entidade) ENTIDADE. Divisão da Entidade (se houver). Título: subtítulo. Local: Editor, ano. (Série). I N S T I T U TO D E C I Ê N C I A S E M AT E M Á T I C A S E D E COMPUTAÇÃO. Fortran 8X: o novo padrão. São Carlos: ICMSC, 1988. (Relatório Técnico ICMSC – USP, 1).


Folhetos INSTITUIÇÃO. Título. Edição (se houver). Local: Editor, ano. paginação. Exemplo: IBICT. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. Brasília, DF, 1993. 41 p.

MEMORIAL SOBRENOME, Prenome (iniciais ou por extenso). Memorial. Ano. páginas. Concurso para Docência – Instituição onde foi apresentado, Local.

Exemplo: BIRMAN, Ester Goldenberg. Memorial. 1995. 174 p. Concurso para Docência – Faculdade de Odontologia, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Trabalhos de eventos publicados em periódico

AMARANTE, J. M. B. Marcadores sorológicos do vírus b da hepatite em pacientes com aids. Rev. Soc. Bras. Med., v. 20, p. 41, 1987. Suplemento. (Apresentado no CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL, 23., 1987, Curitiba).

SOBRENOME, Prenome (iniciais ou por extenso). Título do trabalho. In: TÍTULO DO EVENTO, número., ano de realização, local de realização. Resumos... Local de publicação: Editora, ano de publicação. página do resumo, notas (ref. etc.) BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado em objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Resumos... São Paulo: USP, 1994. p. 130, ref. 14-86.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Resumo de trabalhos de Congresso

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Não publicados SOBRENOME, Prenome (iniciais ou por extenso). Título do trabalho. Identificação do evento em que o trabalho foi apresentado, ano de apresentação, local. BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado em objetos. Apresentado no 9. Simpósio Brasileiro de Banco de Dados, 1994, São Paulo.

Evento em meio eletrônico Evento no todo NOME DO CONGRESSO, número (arábico)., ano, local de realização do evento. Anais eletrônicos... Local de publicação: Editora, ano de publicação. Disponível em: <endereço URL>. Acesso em: data (dia, mês e ano). CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em: 21 jan. 1997.

Imagens (filmes, fitas de vídeo, DVD etc.)

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Videocassete e Filme Longa Metragem

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Título: subtítulo. Créditos (Diretor: Nome. Produtor: Nome. Realizador: Nome. Roteirista: Nome etc). Local: Produtora, ano. Especificação do suporte em unidades físicas e duração. Nota: Exemplo de especificação do suporte em unidades físicas e duração: - Videocassete: 1 fita de vídeo (30 min), VHS, son., color. - Filme Longa Metragem: 1 filme (106 min), son., color., 35 mm.


CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pera; Vinicius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. [S.l.]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 filme (106min), son., color., 35 mm.

Documento iconográfico Inclui documentos bidimensionais tais como original ou reprodução de obra de arte, fotografia, desenho, diapositivo, diafilme, transparência, cartaz etc.

Fotografia em papel SOBRENOME, Prenome (iniciais ou por extenso). Título. Ano. Especificações. KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fot., color. 16 cm x 56 cm.

Transparências TÍTULO. Local: Editor, ano. Especificações. O QUE ACREDITAR EM RELAÇÃO À MACONHA. São Paulo: CERAVI, 1985. 22 transparências, color., 25 cm x 20 cm.

TÍTULO. Autoria da Fotografia (se houver). Autoria da Gravação (se houver). Local: Editor, ano. Especificações.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Dispositivos (Slides)

PERIONDONTIA. Fotografia de A. W. Saluum. São Paulo: Medlee, 1993. 72 dispositivos: color.

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Gravura AUTOR. Título. Ano. Especificações. SAMÚ, R. Vitória: 18:35 h. 1977. 1 grav., serigraf., color., 46 cm x 63 cm. Coleção particular.

Pintura a óleo AUTOR. Título. Ano. Especificações. MATTOS, M. D. Paisagem–Quatro Barras. 1987. 1 original de arte, óleo sobre tela, 40 cm x 50 cm. Coleção particular. Nota: Exemplos de número e especificação, cor e dimensões: Ÿ 10 transparências, color., 15 cm x 20 cm. Ÿ 15 diapositivos, color. + 1 fita cassete sonoro (15 min) mono. Ÿ 1 grav., serigraf., color., 30 cm x 50 cm. Coleção particular.

Desenho Técnico

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AUTOR. Título (contendo informação detalhada, no caso do exemplo a seguir observe-se a localização do objeto do desenho). Ano. Número de folhas. Especificações

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LEVI, R. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni à Rua da Paz, esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, n. 1930-33. 1997. 108 f. Plantas diversas. Originais em papel vegetal.

Imagem em Arquivo Eletrônico ARQUIVO. Altura: . Largura: . Especificação do suporte. Formato do arquivo. Disponível em: <endereço URL>. Ano. Acesso em: data do acesso (dia, mês, ano).


VASO.TIFF. Altura: 1080 pixels. Largura: 827 pixels. 300 dpi. 32 BIT CMYK. 3.5 Mb.Formato TIFF bitmap. Compactado. Disponível em: <c:\Carol\VASO.TIFF>. 1999. Acesso em: 28 out. 1999.

Documento cartográfico Inclui mapa, atlas, globo, fotografia aérea etc.

Mapas TÍTULO: subtítulo. Local: Editora, ano. Especificações. BRASIL e parte da América do Sul: mapa político, escolar, rodoviário, turístico e regional. São Paulo: Michalany, 1981. 1 mapa, color., 79 cm x 95 cm. Escala 1: 600.000.

Atlas TÍTULO: subtítulo. Local: Editora, ano. ATLAS mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, 1981.

Fotografia Aérea

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Projeto Lins Tupã: foto aérea. São Paulo, 1986. Fx 28, n. 15. Escala 1:35.000.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

AUTOR (pessoal ou institucional). Título: subtítulo. Local, ano. Especificações.

Documento sonoro e musical Inclui disco, fita cassete, fita magnética, CD, partituras etc. 59


Partituras AUTOR. Título: subtítulo. Local: Editora, ano. Especificações. VILLA-LOBOS, H. Coleções de quartetos modernos: cordas. Rio de Janeiro : [s.n.], 1916. 1 partitura (23 p.). Violoncelo.

CD Entrada pelo intérprete INTÉRPRETE. Título: subtítulo. Local: Gravadora, ano. Especificações. SIMONE. Face a Face. [S.I.]: Emi-Odeon Brasil, p1977. 1 CD (ca. 40 min). Remasterizado em digital

Entrada pelo título MPB especial. Rio de Janeiro: Globo: Movieplay, c1995. 1 CD (50 min.). (Globo Collection, 2).

Fita cassete

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INTÉRPRETE. Título: subtítulo. Local: Gravadora, ano. Especificações. Notas relativas a outros dados. FAGNER, R. Revelação. Rio de Janeiro: CBS, 1988. 1 fita cassete (60 min.), 3 ¾ pps., estéreo.

Documentos tridimensionais Inclui esculturas, maquetes, objetos de museu, animais empalhados etc.

Entrada pelo autor

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AUTOR. Título: subtítulo, ou uma denominação ou descrever o objeto. Ano. Número e especificação do objeto, descrição física do objeto, com características físicas. Cópia de. Coleção de. Título original.


DUCHAMP, M. Escultura para viajar. 1918. 1 escultura variável, borracha colorida e cordel, dimensões ad lib. Original destruído. Cópia por Richard Hamilton, feita por ocasião da retrospectiva de Duchamp na Tate Gallery (Londres) em 1966. Coleção Arturo Schwarz. Título original: Sculpture for travelling.

Entrada pelo título BULE de porcelana: família rosa, decorado com buquês e guirlandas de flores sobre fundo branco, pegador de tampa em formato de fruto. Marca Companhia das Índias. China, séc. XIX. 17 cm de alt.

NOTAS GERAIS Ÿ Indicação

REDAÇÃO CIENTÍFICA

de autores pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguidos dos prenomes, abreviados ou não. Separar os autores por ponto-e-vírgula. Ÿ Autoria desconhecida, entrar pelo título, com a primeira palavra em maiúsculas. Ÿ Com indicação explícita de responsabilidade, indicar o responsável, seguido da abreviação do tipo de participação (organizador (Org.), compilador (Comp.), editor (Ed.) etc) . Exemplo: OLIVEIRA, A. (Ed.) , COSTA, B. (Org.). Ÿ A edição somente é indicada a partir da segunda, com abreviatura dos numerais na forma adotada no documento. Ex: 2. ed. Ÿ Quando o local e/ou editor(a) não puderem ser identificados, utilizar as expressões latinas (Sine loco e/ou sine nomine), abreviadas e entre colchetes [S.l.], [s.n.], [S.l.: s.n.]. Ÿ Se nenhuma data puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes. Ex: data certa, não indicada [1980], década certa [198-], década provável [198-?], data provável [1980?], data aproximada [ca. 1980], um ano ou outro [1979 ou 1980]. Ÿ Nome do local é a cidade de publicação e no caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado. Ex: Viçosa, AL, Viçosa, MG.

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Ÿ Sistema

alfabético – as referências devem seguir uma única ordem alfabética. Ÿ Para referência cuja autoria seja igual à referência anterior usar travessão (6 toques underline).

Exemplo: 1) FREYRE, G. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob regime de economia patriarcal. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1943. 2 v. _________. Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936. 405 p. 2) Para referência cuja autoria e título sejam igual à referência anterior usar travessão, exemplo: FREYRE, G. Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1936. 405 p. _________._______. 2. ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1936. 410 p.

Síntese Outros elementos de uma referência: Ÿ Autor ou entidade, coletiva ou isolada Ÿ Imprenta: local - [s.l] = sem local; [s. n.] = sine nomine

2002; [s.d.] = sem data; [1981 ou 1982] = um ano ou outro; [1995] = data certa não indicada na obra; [entre 1995 e 1998] = use intervalos menores que 20 anos; [c.a. 1978] = data aproximada; [199-] década certa; [1995?] = data provável; [199?] = década provável; [19--] = século certo; [9--?] = século provável. Ÿ Toda nota complementar deve ser feita após toda a referência.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

Ÿ Data:

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REFERÊNCIAS BARROS, Aidil de Jesus Paes de e LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 1999. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15.ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. GARCIA, Maurício. Normas para elaboração de dissertações e m o n o g r a f i a s . ( O n l i n e , 2 6 . 0 5 . 2 0 0 0 , http://www.uniabc.br/pos_graduacao/normas.html. HENRIQUES, Antonio e MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de Direito. São Paulo: Atlas, 1999. LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1992. LAVILLE, Christian e DIONNE, Jean. A construção do saber. Manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre/Belo Horizonte: Artmed/UFMG, 1999. MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo de O Estado de S. Paulo. 3. ed. São Paulo: O Estado de São Paulo, 1997. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. A prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1999.

MORAES, Reginaldo C. Corrêa de. Atividade de pesquisa e produção de texto. Textos Didáticos IFCH/Unicamp, Campinas, n. 33, 1999. PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini. O trabalho monográfico como iniciação à pesquisa científica. In: CARVALHO, Maria Cecília M. de. Construindo o saber. Metodologia científica: fundamentos e técnicas. 7.ed. Campinas: Papirus, 1998.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

MILLS, C. Wright. A imaginação sociológica. 4.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

63


RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 24.ed. Petrópolis:Vozes, 1999. SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 8.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo:Cortez, 1996. SPINA, Segismundo. Normas para trabalhos de grau. São Paulo: Ática, 1984. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10524: preparação de folha de rosto de livro. Rio de Janeiro, 1988. AZEVEDO, I. B. de. O prazer da produção científica: diretrizes para elaboração de trabalho acadêmicos. 2.ed. ampl. Piracicaba: UNIMEP, 1993. BELTRÃO, O.; BELTRÃO, M. Correspondência: linguagem & comunicação: oficial, empresarial, particular. 18. ed. São Paulo: Atlas, 1991.

PROJETO DE PESQUISA E TCC

BERNARDI, M. A. Organizado, objetivo e certo: é assim que deve ser o seu currículo, esta arma que pode abrir ou fechar portas. Exame, São Paulo, v. 29, n.12, p. 102-104, jun. 1996.

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CHIAVENATO, I. A corrida para o emprego: um guia para identificar, competir e conquistar um excelente emprego. São Paulo: Makron Books, 1997. FARIA, J. B. Como redigir um curriculum em português e inglês. Edição bilíngüe. Mem Martins: Edições Cetop, 1997. LUZ, M. Redação de documentos: guia prático e moderno para escritórios e concursos, orientação e modelos. 7. ed. Porto Alegre: Sagra, 1992. MEDEIROS, J. B. Correspondência: técnicas de comunicação criativa. 9. ed. São Paulo: Atlas, 1995.


REY, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2. ed. São Paulo: E. Blücher, 1997. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 20. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 1996. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para apresentação de trabalhos. Curitiba: Ed. da UFPR, 1992. pt. 5: Curriculum vitae e memorial. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Resolução n. 38 de 16 de julho de 1993. Aprova o roteiro para elaboração do Memorial Comentado da Trajetória Intelectual/Acadêmica de candidatos a concurso público para classe de professor titular. Presidente: Carlos Alberto Faraco. Disponível em: <http://www.phrae.ufpr.br/doc/editais/res3893.htm> Acesso em: 31 ago. 1998. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001.

REDAÇÃO CIENTÍFICA

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Projeto de Pesquisa e TCC: Diretrizes para elaboração