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projeto espetAculo 2013 - FabricaS de Cultura

APRESENTA:


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FÁBRICAS DE CULTURA O Programa Fábricas de Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, tem a missão de engajar os jovens na construção de uma sociedade em que a arte e a cultura são vivenciadas como oportunidade de transformação, criando mecanismos para absorção de valores como corresponsabilidade, participação, transparência e autonomia. A partir dessa premissa, o Catavento Cultural e Educacional, Organização Social que faz a gestão das Fábricas de Cultura da zona leste de São Paulo, trabalha no intuito de oferecer ações artístico-pedagógicas e de difusão cultural objetivando estimular o desenvolvimento integral dos indivíduos e grupos, por meio da valorização e ampliação de universos culturais, de situações de convivência e experiências artísticas, bem como incentivar e potencializar a articulação de redes de produção e circulação cultural. Para tanto, a Superintendência de Formação Cultural desenvolve Ateliês de Criação e Trilhas de Produção em sete linguagens artísticas (Teatro, Circo, Música, Dança, Artes Visuais, Multimeios e Literatura) para crianças, jovens e adultos; realiza eventos como Saraus e Feiras Culturais e mantém uma intensa programação literária nas Bibliotecas. Já a Superintendência de Promoção e Articulação oferece uma diversificada programação de difusão cultural com shows e eventos aos finais de semana, sessões de cinema com filmes dos mais variados gêneros, além de disponibilizar espaços para a realização de ensaios e apresentações dos grupos locais. As atividades acontecem em modernos prédios com aproximadamente 6.000m² distribuídos em salas, devidamente equipadas, e em um amplo teatro com capacidade para 300 lugares. 3


FORMAÇÃO CULTURAL É com grande entusiasmo que a Superintendência de Formação Cultural apresenta a temporada 2013 do Projeto Espetáculo. Quatro espetáculos, cerca de trezentas e oitenta pessoas envolvidas, entre aprendizes, educadores e equipe técnica, que nesse ano debruçaram-se sobre a Cultura Popular Brasileira, suas danças e ritmos, criando encenações que surpreendem pela subjetividade, metáforas e apropriações. Durante todo o ano, os aprendizes contaram com o acompanhamento de uma dedicada equipe que, coletivamente, pesquisaram sobre o tema, aprimoraram a expressão corporal e vocal, desenharam a encenação e a dramaturgia, viajando pelas possibilidades da nossa brasilidade. O desenvolvimento dos aprendizes pode facilmente ser observado em seus corpos, falas e, principalmente, na demonstração de estarem plenos no palco. O olhar de cada um deles nos mostra parte de todo processo de formação artístico-cultural que as Fábricas trilharam, revelando valores que este Programa se propõe a construir como, corresponsabilidade, participação, transparência e autonomia. O processo, contudo, não é estanque. Após a temporada de estreias e itinerâncias em 2013, pretende-se ainda adaptar e circular com alguns dos espetáculos no primeiro semestre de 2014. Convidamos todos a vivenciar um pouco dos espetáculos que estão memorizados nesta publicação. 4


PROJETO ESPETÁCULO O Projeto Espetáculo é uma experiência coletiva, no qual os participantes, prioritariamente adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos, vivenciam diferentes aspectos da construção de uma obra cênica, com a orientação de educadores e encenadores. Aos participantes é reservado o papel de sujeitos de suas construções e aprendizagens e de sua produção artístico-cultural, sempre preservando espaço para subjetividades, tais como: compreensão, coletividade, cooperação, desafios internos e superações. A montagem do Espetáculo é uma ação educativa pautada em processos de experimentação, produção e finalização de um produto artístico mais elaborado. Educadores especializados nas artes cênicas, nas funções de direção, produção, iluminação, entre outras, têm por objetivo desenvolver uma estratégia de ensino/aprendizagem que estimule nos aprendizes a participação ativa em cada detalhe do espetáculo. Com periodicidade anual, o projeto é estruturado em dois momentos principais: o de Formação e o de Produção. A Formação é dedicada à preparação e à composição do grupo, abrangendo um conjunto de atividades voltadas para o desenvolvimento artístico dos jovens, assim como para a ampliação de referenciais, definição do tema do espetáculo e criação da dramaturgia. A Produção tem como foco a direção, criação cênica, estruturação de personagens, realização de ensaios, confecção de figurinos e cenários, finalização da montagem e, por fim, a difusão, com apresentações e itinerância do espetáculo. 5


DANÇAS E RITMOS BRASILEIROS Os Processos Criativos ”A aprendizagem é um simples apêndice de nós mesmos; onde quer que estejamos, está também nossa aprendizagem.” William Shakespeare Nos processos de criação do Projeto Espetáculo 2013, abrimos largos campos de pesquisa no universo dos “Ritmos e Danças Brasileiras”. As manifestações populares festivas se originam por meio da intersecção e desdobramentos das matrizes de formação do povo brasileiro, como uma semente oferecida a campos férteis. Porém, nada germina, desenvolve-se ou floresce sem um catalisador, um agente transformador. Nosso agente transformador se chama APRENDIZ. É ele que nos move quando se torna reconhecedor de seus espaços e limites, portando-se de modo mais receptivo e respeitoso em seu e em outros territórios. É ele que nos estimula e, a partir de suas percepções, torna possível estabelecer relações de alteridade, originando a criação de uma identidade singular. É ele que nos impulsiona quando, por meio da arte, observa e reflete sobre sua inserção em espaços sociais distintos e nos inspira mais quando se abre para o aprimoramento de suas possibilidades expressivas. O Projeto Espetáculo é a metáfora do espetáculo da vida. Nele, o aprendiz coloca em sintonia seus desejos e responsabilidades, em busca do equilíbrio que torna o Ser cada vez mais humano. Fabio Caniatto Orientador Artístico e Técnico 6


Brasil que eu amo porque é o ritmo no meu braço aventuroso, O gosto dos meus descansos, O balanço das minhas cantigas amores e danças. Trecho de: “O Poeta Come Amendoim” – Mário de Andrade A temporada 2013 do Projeto Espetáculo apresentou quatro trabalhos, gerados por uma intensa pesquisa, sobre os ritmos e as danças brasileiras. Cada Fábrica realizou sua apropriação cênica das estruturas narrativas das danças dramáticas populares. Refazendo a trilha aberta por Mário de Andrade, nos convertemos em turistas aprendizes observando o mapa de um território cultural tão plural quanto desconhecido. Mais do que reproduções dos atos dos folguedos, tais como são apresentados pela cultura tradicional, os espetáculos buscaram utilizá-los como impulso para estabelecer uma trajetória própria. Dessa maneira, tornou-se possível que brincantes-aprendizes construíssem uma nau em Itaim, um boi em Sapopemba, viajassem entre diversos ritmos em Curuçá até serem conduzidos pela estrela guia e encontrarem o menino especial em Belém. Ao buscarmos um ao outro, descobrimos a nós próprios, ao procurar o Brasil encontramos nosso bairro e o que era tema se converteu em experiência. Por estes caminhos, pudemos desconstruir ideias pré-concebidas acerca de nossa identidade cultural. O povo brasileiro não é folgado, é folguedo. Possui no corpo a ancestralidade rítmica dos que dançavam enquanto resistiam e a herança de vozes que aprenderam a cantar em tempos de imposição de silêncio. André do Amaral Dramaturgo 7


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FoliA de reis A Folia de Reis é uma manifestação popular, oriunda da tradição católica, que conta basicamente a história da visita dos Três Reis Magos ao Menino Jesus. A Folia de Reis se filia ao ciclo de folguedos derivados das “Janeiras” e “Reis” portugueses. No Brasil, a visitação às casas dura do final de dezembro até o dia de Reis e é feita por grupos compostos por músicos tocando instrumentos, muitas vezes de confecção artesanal, por dançarinos, palhaços e figuras folclóricas caracterizadas de acordo com as tradições locais. Lidera o grupo o Mestre da Folia, reverenciando a bandeira com a Estrela de Belém ou com a insígnia do grupo específico. Com fundamento no pensamento de Câmara Cascudo, os sujeitos que participam de forma espontânea ou por meio de grupos, com “indumentária própria ou não”, visitam os amigos ou pessoas conhecidas, na tarde ou noite de 05 de janeiro (véspera de Reis), cantando e dançando ou apenas declamando versos alusivos a data e solicitando alimentos ou dinheiro. Essa é uma tradição que foi mantida pelos colonizadores portugueses no Brasil e, ainda hoje, não desapareceu completamente em algumas regiões do país1. César Augusto

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CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1984, p. 668.


FOLIA de BELÉM


o diretor

CÉSAR AUGUSTO Diretor, ator, dramaturgo e professor. Foi assistente de direção de Antunes Filho por seis anos e de Gabriel Villela, por quatro. Trabalhou com Thiago Lacerda, Marcello Antony, Claudio Fontana, Walderez de Barros, Dib Carneiro Neto, Xuxa Lopes, Leandra Leal e Vera Zimmermann. Crítico teatral convidado do jornal O Estado de S. Paulo. É diretor de “Plínio contra as Estrelas” e “LOBATO ou o Labirinto dos Sonhos”, assistente de Marici Salomão na coordenação do Núcleo de Dramaturgia do SESI-British Council e Formador Convidado da SP Escola de Teatro.


Indicação Etária: Livre

Duração: 60 min

o espetAculo Nosso tema norteador foram as danças e ritmos brasileiros, a partir desse espectro, escolhemos a manifestação popular do folguedo da Folia de Reis. O que nos guiou foi a natureza de pensamento que ajudou Mário de Andrade a inscrever seu Macunaíma na história. Tomamos emprestado o folclore, não para reproduzi-lo, e sim para, por meio de nossas experiências conjuntas, tentar fazer uma obra de arte, entrecruzando o popular e o erudito. Sobretudo, inspiramo-nos nas geringonças-presépios do grande artista popular Mestre Molina para construir nossa “Folia de Belém”. Em nossa viagem, a cada dia, um universo desconhecido se apresentava e, mesmo com mapa e bússola, era o cintilar da “Estrela de Belém” que guiava nossa Nau dos Insensatos. De sobre a tormenta das águas, vimos as linhas fronteiriças da terra à vista se tornarem movediças, a hierarquia entre educador e aprendiz deixou de existir e deu lugar ao que no fundo gostaríamos de ser: poetas, inventores de geringonças e criadores de um alfabeto próprio. Somos apenas isso: uma gente simples pedindo insistentemente para ser aprendiz de palhaço e levar poesia na ponta do nariz vermelho. Se para Joseph Campbell o mistério subjaz a todas as formas e o tocamos por meio da experiência, posso afirmar que todos os envolvidos em nossa “Folia de Belém” e, principalmente os aprendizes, descobriram o fogo. César Augusto 13


EQUIPE PROJETO ESPETÁCULO DIREÇÃO César Augusto DRAMATURGIA André do Amaral César Augusto ORIENTAÇÃO ARTÍSTICA E TÉCNICA Fábio Caniatto EDUCADORES/PREPARADORES Angel Valdes (Circo) Alberto Simões (Circo) Claudia Miranda (Teatro) Cristina Guedes (Circo) Daniel Wolf (Circo) Igor Damião (Violão) Patrícia Carvalho (Dança) Paula Chalup (DJ) Paulo Kayma (Percussão) Natália Visoná (Violino e Viola) Willian dos Santos (Sopro Metais) TRILHA SONORA César Augusto (Criação) Igor Damião (Arranjos) CENÁRIOS César Augusto (Criação) Mônica Nassif (Criação) Mônica Nassif (Confecção) FIGURINOS E ADEREÇOS Mônica Nassif FOTOS Fabrício Maruxo ILUSTRAÇÃO Lucas Luciano (Aprendiz de Artes Visuais) PRODUÇÃO Claudia Miranda

Bruno Samuel Conti Carolina Marcondes Silva de Assis Carolina Tavares Ruis Daniel Maxuel Souza Lima Daniele Marcante da Silva Denis da Silva Santos Edson Suckow de Oliveira Esther Gonzaga Fernandes Fabio de Souza Santos Gabriela de Assis Araujo Gabriela Moreno Gabrielli Lino da Silva Guilherme Augusto Gonçalves Inacio Gustavo Barbosa Carvalho Hérika Klafke Pritsch João Oliveira de Carvalho Filho José Fernandes de Souza Junior Juliana Carla do Nascimento de Souza Kaue Rodrigo Soares Santos Kayene Cupertino Garcia Leon Bernabe Letícia Boareto Braz Leticia Rosa de Araujo Luana Karla Vieira Magnum Bacelar de Brito Marcela dos Santos Ferreira Marcela Frischeisen Ribeiro Mayara Santos Lopes Raquel Cristina Origuela Domingues Renata Cristina Costa Lima Renata Rodrigues Mancuzo Saori Ferrari Taminato Martins Sarah Ibanez Marques Sofia Correia Ruggiero Stephanie Mendes Saltoratto Taisa Joana Prado Silva Thiago Cardoso dos Santos Vitoria Eduarda Santos Raimundo Vitória Eloiza Ferreira Gouveia Wilson Roberto Rodrigo Guilherme

APRENDIZES ATELIÊ DE CIRCO Amanda Rabelo de Paula Benjamin Alberto Conti Bruno Ribeiro da Silva

ATELIÊ DE TEATRO Anna Clara Piassa Carla Costa Damasceno Erik Vinicius Almeida Teodoro Haysha Haddad Isabela Lopes Zafra

FicHA tecNicA

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Jaqueline Pereira Macêdo Juliana de Sousa Coelho Karine das Chagas Lima Layla Oliveira Santos Rodrigues Letícia Bertoni Barbosa da Silva Lizandra Lopes dos Santos Mariane Ribeiro de Assis Francisco Rafael Matheus Gomes dos Santos Rebeca Moreno Nogueira Ricardo de Brito Silva Victor Miguel de Lima Sampaio ATELIÊ DE VIOLINO E VIOLA Camila Gertner Gabriel Martins Schiante ATELIÊ DE VIOLÃO Erika Fernanda Silva ATELIÊ DE D.J Clayton Rodrigo Fontel de Lima Rodrigo da Silva Medrado Filho Vanessa Pin Rocha Vania Guedes

ATELIÊ DE SOPRO METAIS Valdir Pinto Caldeira Luiz Antonio da Silva Felipe Del Pezzo ATELIÊ DE PERCUSSÃO José Romario dos Santos Rodrigo da Silva Medrado Filho Vanessa Pin Rocha EQUIPE FÁBRICA DE CULTURA PARQUE BELÉM GERENTE Agnelo Gomes SUBGERENTE DE INFRAESTRUTURA Jeferson Ponciano SUBGERENTE DE FORMAÇÃO CULTURAL Fabiana Lima ASSISTENTES Renata Tomasi Renata Faria Silvia Botelho


joNGo O Jongo é uma manifestação cultural, essencialmente rural, diretamente associado à cultura africana no Brasil, que influiu poderosamente na formação do samba carioca, em especial, e na cultura popular como um todo. Inserindo-se no âmbito das chamadas “danças de umbigada” o jongo foi trazido para o Brasil por negros Bantu, sequestrados nos antigos reinos de Ndongo e do Kongo, na região compreendida hoje por boa parte da República de Angola. No espetáculo “Ópera do Pé Aprendiz” não escolhemos um só folguedo, mas passamos por vários, porém, dentre todos, o Jongo se repetiu por muitas vezes, fazendo a ligação dos outros folguedos experimentados. Cláudia de Souza


ÓPERA do PÉ aprendiz


A diretorA

CLÁUDIA DE SOUZA Bailarina, coreógrafa e diretora. Iniciou-se em 1979 no Grupo Experimental de Dança, de Penha de Souza. Em teatro e dança, trabalhou ao lado de Vall Folly, Jorge Takla, Mira Harr, Roberto Lage e Renné Gumiel.  Prêmio APCA\1998 (Melhor Criação em Dança). Coordenadora artístico-pedagógica do Dança Vocacional e coordenadora do Vocacional Apresenta (Secretaria Municipal de Cultura\ SP). Contemplada em 05 edições da lei do Fomento à Dança\SP. Professora convidada do Balé da Cidade de São Paulo.


Indicação Etária: Livre

Duração: 60 min

o espetAculo O processo de criação do Projeto Espetáculo da Fábrica de Cultura Vila Curuçá foi rico e intenso. Tínhamos nas mãos o tema “Ritmos e Danças Brasileiras” que nos abriu um leque de possibilidades para mergulharmos em nossa cultura. A proposta inicial era a dança como fio condutor do espetáculo, porém, no decorrer do processo, o trabalho se revelou um intenso diálogo entre as diversas linguagens cênicas. Em “Ópera do Pé Aprendiz” optamos por não só abraçar um ritmo ou uma só dança, mas acessar sensações e emoções atávicas que nos faz sermos reconhecidos como um povo dançante. Contamos histórias que criamos juntos a partir do entendimento de cultura popular, construído de forma ressignificada pelas próprias narrativas artísticas sob o olhar dos aprendizes. Isso faz com que o espetáculo atinja a identidade coletiva dessa comunidade. A “Ópera o Pé Aprendiz” nos coloca à flor da pele embalando nossas memórias e emoções. Cláudia de Souza 19


FicHA tecNicA EQUIPE PROJETO ESPETÁCULO DIREÇÃO Cláudia de Souza DRAMATURGIA André do Amaral Cláudia de Souza Cátia Pires Fábio Pinheiro ORIENTAÇÃO ARTÍSTICA E TÉCNICA Fábio Caniatto EDUCADORES/PREPARADORES Cheila Fusco (Dança Contemporânea) Cátia Pires (Teatro) Haran Magalhães (Contrabaixo) Luis Felipe Souza Pereira (Danças Urbanas) Telmo Rodrigues (Danças Urbanas) Thais Camargo (Violoncelo) Mariana Ribeiro (Violino) Fábio Pinheiro (Canto e coral) TRILHA SONORA Cláudia de Souza LETRAS Fábio Pinheiro ARRANJOS Fábio Pinheiro Rafael Cortesi CENÁRIOS Cláudia de Souza FIGURINOS Denise Guilherme ADEREÇOS Denise Guilherme (Criação) Delurde Antonia da Silva Bernardes (Educadora-artesã) DESENHO DE LUZ Fábio Caniatto FOTOS Fabrício Maruxo ILUSTRAÇÃO André Coletto Pedro PRODUÇÃO Alessandra Souza 20

APRENDIZES: ATELIÊ DE TEATRO Amanda Alves Batista Ana Carolina de Lima Fonseca Bianca Costa Silvestre Daniel de Oliveira Júnior Débora Dias dos Santos Emanoel Vitor Santos Nascimento Fabiane Moura de Santana Francisco das Chagas Texeira Junior Gustavo Ramos Santos NatháliaNeris de Oliveira Rafaela Silvestre Batista Vanusa Gomes Rodrigues ATELIÊ DE DANÇA CONTEMPORÂNEA Ana Carolina Matias da Silva Bruno Assunção de Aguiar Camila Vitória de Melo Danielle Santana de Morais Emily Arruda da Cruz Gabrielle dos Santos Gabrielle Ribeiro Canabrava Giltemberg Pereira de Oliveira Greyci Kelly Morais Oliveira Irene Martins Severino Isadora Doria Valentino dos Santos JheniferGraziele da Rocha João Vitor Martins Karine Regina Ricardo dos Reis Letícia Baqueti Novaes Natália Amanda Ribeiro Quéren Raquel Magalhães Raquel Simões da Silva Robson Fernandes Santana Ronilson Silva Nascimento Sabrina Assunção Thaina Pereira Souza ThaliaGebin Vicente Thamires de Oliveira Santos ATELIÊ DE DANÇAS URBANAS Alex Mendes Ferreira Ana Beatriz Marineli Batista Barbara Aparecida Souza Almeida Daniel Silva de Oliveira Déborah Pereira Demetino Eduarda Alessandra Lima Almeida


Franciele de Melo Colmieri Josiani de Jesus Santana Marcos Antônio do Prado Nogueira Taina de Oliveira ATELIÊ DE VIOLINO E VIOLA Felipe da Silva Ferreira Guilherme da Silva Turibio Ketellyn Karoline Araujo Oliveira Marcelo Carvalho de Menezes Raquel Lira Ortiz Renato Costa Silva Stella Jovita Duarte dos Santos Talitha Dias Cirqueira ATELIÊ DE VIOLONCELO Douglas Stradiot Cruz Jeniffer Antonia Alves de Souza Micael José Alves de Souza Mikaela Evelyn dos Santos ATELIÊ DE CONTRABAIXO Gabriel Gomes Silva Kethelen Rabesh Rodrigues de Araújo ATELIÊ DE BORDADOS E PEDRARIAS (CONFECÇÃO DE FIGURINOS) Eliane Bodowski dos Reis

Elizabeth Teixeira de Carvalho Fátima Laje Batista Irineire Maria de França Silva Joseana Gomes dos Santos Alves Maria Cecília Vomiero Silva Maria das Graças da Conceição Silva Maria do Socorro de Jesus Rocha Olga Aparecida Pereira Pedrina Coelho Gomes Santos Rizonete Ferreira Rute Stradiot Cruz Vanessa de Almeida Mello Rodrigues Zilda Moreira Silva Zilma Gonçalves da Silva EQUIPE FÁBRICA DE CULTURA VILA CURUÇÁ GERENTE Roberto Montes SUBGERENTE DE INFRAESTRUTURA Edesio Ricardo da Silva SUBGERENTE DE FORMAÇÃO CULTURAL Alex Cassemiro ASSISTENTES Bruno Feriani Marcos Fernandes Gonzalez Priscilla Ferreira Franco


MArujAdA Marujada ou Marujos é uma dança de chegança que tem como expressão máxima o canto e o diálogo. Conta-se a história de uma barca perdida no oceano e os feitos heroicos da viagem, com final feliz, graças ao milagre de um Santo. O enredo fala também da luta entre cristãos e mouros, numa clara referência à Portugal. Essa dança é tipicamente portuguesa, sobretudo, na música e no conteúdo. A coreografia é simples: consta de movimentos imitando o balanço das ondas do mar, seguindo os cantos e sugerindo o quebrar das ondas. A Marujada, além de largamente praticada, recebeu diferentes denominações: Nau clarineta, na Paraíba; Barca, em Minas Gerais; Barquinho, Fragata, no interior Baiano, certamente fragmentos da Marujada; Marujos, no Piauí; Fandango, na região da jangada, no Ceará, onde é dançada com maior amplitude, como atrativo alto das festas Natalinas. 1 Fabiano Benigno

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Fonte: http://www.pi.sebrae.com.br/guiaturismo/piaui/piauiatrativos-manisfestacoesculturais-folguedos.html


O Além-MAR


o diretor

FABIANO BENIGNO Diretor, ator, bailarino, preparador corporal e educador formado pela Escola de Arte Dramática – ECA/USP. Desde 1998 atua em espetáculos teatrais e intervenções cênicas, além de ministrar oficinas de teatro e dança. A partir do encontro com mestres da cena teatral paulista, como Cristiane Paoli Quito e Isabel Setti, desenvolve pesquisa sobre a linguagem corporal e a cena. Em 2012, dirigiu o espetáculo Pedra Pequena da Fábrica de Cultura Itaim Paulista.


Indicação Etária: Livre

Duração: 60 min

o espetAculo Danças e Ritmos Brasileiros, tema norteador do Projeto Espetáculo 2013 e a apropriação do folguedo Marujada nos deram a oportunidade de debruçar sobre nossa cultura para desvendar camadas ainda pouco conhecidas sobre nós brasileiros. E ao desvendar essas camadas fomos percebendo o quanto as coisas se assemelham, fomos descobrindo a universalidade. Nossos ritmos são tão híbridos quanto nossa formação, uma rica pluralidade onde tudo, na verdade, tem o mesmo ponto de partida, porque são movimentos que nascem das necessidades e dos desejos inerentes ao humano, um norte comum para todos na busca pelas realizações. Em nosso espetáculo “O Além-Mar”, os homens estão em busca de uma “terra sem males, onde a roça se planta sozinha e dá frutos imediatamente”  e  isso os impulsiona para a travessia pelo grandioso mar. O mesmo mar que proporciona tantas metáforas e povoa nossa imaginação com seres fantásticos e monstros, mas que é incapaz de refrear nossos desejos. E é na travessia que as reflexões são possíveis, então a travessia também se torna metáfora, como imagino ter sido para este grupo de adolescentes que atravessaram e foram atravessados por este processo, para então se colocar sob a luz dos refletores para compartilhar a experiência e contar nossa história. Fabiano Benigno 25


FicHA tecNicA EQUIPE PROJETO ESPETÁCULO DIREÇÃO Fabiano Benigno DRAMATURGIA André do Amaral Fabiano Benigno ORIENTAÇÃO ARTÍSTICA E TÉCNICA Fábio Caniatto EDUCADORES/PREPARADORES Flávia Teixeira (Teatro) Wellington dos Santos (Canto e Coral) Marcus Chorro (Danças Urbanas) Eduardo Nogueira (Percussão) Jeisa Mota (Flauta Doce) Giselle Mendonça (Violino e Viola) Pablo Morais (Violoncelo) Eduardo Ianelli (Violão) TRILHA SONORA Fabiano Benigno Flávia Teixeira ARRANJOS Wellington dos Santos CENÁRIOS Fabiano Benigno (Criação) Harley Timóteo (Confecção) Pack Toledo (Confecção) Remilda Silva (Confecção) FIGURINOS Fabiano Benigno Renata Régis ADEREÇOS Remilda Silva (Educadora-artesã) Fábio Caniatto (Boneco) MAQUIAGEM Renata Régis DESENHO DE LUZ Fábio Caniatto FOTOS Fabrício Maruxo ILUSTRAÇÃO Ângela Lorena (Aprendiz de Desenho em Xilogravura) Paula Pimenta PRODUÇÃO Fernanda Mandagará 26

APRENDIZES: ATELIÊ DE TEATRO Aryane Batista Duarte Carolina Freitas dos Santos Daniele Evangelista de Andrade Érika de Oliveira Emily Ventura Holanda Geovane da Silva Giovanna Araujo Vieira Isabela de Santana Braga Sousa Janaina Vitor de Jesus Jennifer dos Santos Jessi Souza Feitosa Jéssica Lima Martins Josefa Eloisa Lima Paiva Kauã Eduardo Silva Larissa Marcelino Félix Larissa Aparecida Nascimento de Almeida Carvalho Leonardo de Oliveira Rocha Maria Beatriz de Lima Paiva Maria Carolina de Mello Turini Matheus dos Santos Natasha Nogueira Bianchi Rafael Santos da Silva Rafaela Marcelino Félix Renata Azevedo Alves Ricardo Reis da Silva ATELIÊ DE CANTO E CORAL Adonias de Jesus Sousa Júnior Allan Deschamps Ferreira Gomes Beatriz Aparecida B. de Souza Cássia Letícia Jovita Santos Daniela Brito da Silva Gabriela Teruel de Matos Kelvin Moraes da Silva Kléber Mauricio Lima da Silva Matias Santos Ferreira Alves Melissa Geovanna de Souza Stephanie Mendes Azevedo ATELIÊ DE DANÇAS URBANAS Adrielly dos Santos Jozinho Claydson Weslley Leal da Silva

Danilo Freitas de Lima Eduarda Soares Campos Giulia Fonseca dos Santos Isabela N. da Conceição Jonathan de Santana da Costa Kézia Caroline Nunes Conceição Larissa Simões de Souza Levi Lopes da Silva Lucas Renan Brandão Sant’ana Mateus Henrique B. dos Santos Renata Marques Silva Sabrina Ribeiro de Amorim Samarah Gustavo da S. Ferreira Shaiene Maria de Oliveira Wesley Rodrigues C. Teste ATELIÊ DE FLAUTA DOCE Douglas Luiz Gabriel Silva Felipe Santos de Oliveira Gabriel Gonçalves Costa Isaac Lourenço Correia João Victor Bruno Lopes Rafael Vitor da Silva M. de Lima Samara Silva do Nascimento Vinícius Henrique A. da Silva Wendel Ferreira dos Santos ATELIÊ DE VIOLONCELO Stefany Letícia Alves da Silva Rafael Alves Batista ATELIÊ DE VIOLINO E VIOLA Daiane da Silva Kelvin de Jesus Santos Lucas Mares Pereira ATELIÊ DE VIOLÃO Ágatha Christie Oliveira da Silva Janis Camila Gleize de Souza José Claiton de Oliveira Santos Maria Eduarda Oliveira da Silva Sara Galdino de Andrade Sarah Cristine de F. da Silva Taina Lima Araújo Winnie Ivone da Silva


ATELIÊ DE PERCUSSÃO Gustavo Sena dos Santos Helen Silva de Oliveira Juliana Santos Oliveira ATELIÊ DE BORDADO E PEDRARIAS (CONFECÇÃO DE FIGURINOS) Adriana de Almeida Alaíde Pereira Souza Alaíde Ribeiro Guimarães Aldeni Nascimento Santos Josefa Maria da Costa Luzinete Pedrosa da Silva Maria Gilda de Jesus Marinalva Santana Sedir Lopes de Almeida Alves Simone da Silva Solange de Oliveira

EQUIPE FÁBRICA DE CULTURA ITAIM PAULISTA GERENTE Francisco Reis SUBGERENTE DE INFRAESTRUTURA José Figundio SUBGERENTE DE FORMAÇÃO CULTURAL Lorraine Souza ASSISTENTES Camila Rodrigues Denise Jerusalem Peterson Nascimento


buMbA Meu boi A festa do Bumba Meu Boi é uma das mais importantes manifestações da cultura popular brasileira e reúne elementos de tradições indígenas, europeias e africanas numa encenação que mistura teatro, dança e música. Ao espalhar-se pelo Brasil, o folguedo adquiriu nomes, ritmos, personagens, instrumentos e figurinos diferentes. O Bumba Meu Boi surgiu no século XVIII, como uma forma de crítica à situação social de negros e índios, e conta a história de um rico fazendeiro que possui um boi muito bonito e especial. Pai Chico, um trabalhador da fazenda, rouba o boi para satisfazer o desejo de sua mulher Catirina que está grávida e sente desejo de comer a língua deste boi. O fazendeiro manda os vaqueiros procurarem pelo boi e quando é encontrado, está doente. Os pajés são chamados e com sua magia curam a doença do boi. O fazendeiro, então, descobre o nobre motivo de Pai Chico e o perdoa dando início a uma grande festa que celebra a saúde do boi. Sérgio Rocha 


O

BOI de SAPOPEMBA


o diretor

SÉRGIO ROCHA Bailarino, coreógrafo, percussionista, cantor, compositor e professor de dança contemporânea, sapateado e percussão corporal. Dançou nas Cias: Vacilou Dançou (RJ), República da Dança (SP) e Cisne Negro Cia. de Dança (SP) e participou de turnês pela Europa, América do Sul, Caribe e EUA. Integra o banco de artistas do Cirque du Soleil e é fundador da Cia. Repentistas do Corpo onde atua, coreografa e dirige.


Indicação Etária: Livre

Duração: 60 min

o espetAculo O processo de criação do espetáculo “O Boi de Sapopemba” partiu da pesquisa sobre as matrizes fundadoras da cultura popular brasileira e nossa opção estética foi desconstruir o folguedo do “Bumba Meu Boi” para evidenciar, de modo poético, as antropofagias que aconteceram entre índios, portugueses e africanos. O trabalho prático nos ateliês ofereceu para o corpo e a alma dos aprendizes um pouco do amálgama de ritmos, gestos, sons, palavras, sotaques e movimentos que definem nosso caráter miscigenado. O espetáculo começa no foyer do teatro onde o público é “marcado” com um S para fazer parte dessa nova boiada. Quando todos se acomodam a toada se inicia com uma fogueira de gente! Ao redor deste fogo os indígenas praticam seus cantos e danças numa floresta imaginária. Vemos, então, a chegada da corte portuguesa com seu baile coroado que termina transformado em uma grande quadrilha junina. Os africanos vêm pelo mar e trazem, a despeito do sofrimento, grande parte da energia, musicalidade, ginga e poder de resistência, inerentes ao brasileiro. As matrizes se fundem e a turma do Boi de Sapopemba surge imponente e feliz, expondo as raízes que confirmam o nome do bairro que o acolheu. Por meio da alegria sugere a todos maior carinho e respeito pela cultura popular brasileira. Sérgio Rocha  31


FicHA tecNicA EQUIPE PROJETO ESPETÁCULO DIREÇÃO Sérgio Rocha DRAMATURGIA André do Amaral Sérgio Rocha ORIENTAÇÃO ARTÍSTICA E TÉCNICA Fabio Caniatto EDUCADORES/PREPARADORES Adriana Gerizani (Balé) Valquiria Vieira (Teatro) Vladimir Zolnerkevic (Canto Coral) EDUCADORES/COLABORADORES Bonifácio V. da Silva (Dança de Salão) Cibele Scalesi Barbosa (Circo) Fabrício Fruet (Violoncelo) Giancarlo Barletta (Contrabaixo) Jonatas Misko (Violino) Moises Silva Inacio (Sopro Metais) Paulo de Oliveira Campos (Percussão) TRILHA SONORA LETRA E ADAPTAÇÃO LIVRE André do Amaral Sérgio Rocha ARRANJOS Vladimir Zolnerkevic Sérgio Rocha VOZ EM OFF Fabio Caniatto CENÁRIOS E FIGURINOS Paolo Mandatti ADEREÇOS Rosely Gabriel de Menezes (Ateliê de Bordados e Pedrarias) DESENHO DE LUZ Fabio Caniatto FOTOS Fabricio Maruxo ILUSTRAÇÃO Paolo Mandatti PRODUÇÃO Daniel Juliano 32

APRENDIZES ATELIÊ DE TEATRO Ana Paula Beatriz dos Santos Camila Santiago da Costa César Henrique N. Monteiro Daniel de Paiva Burrego Felipe Gomez da Silva Iago Araújo Lemos Jakeline Silveira de Oliveira Jeferson de Lima S. Pereira Jeniffer Rodrigues Viana Leonardo Silva de Andrade Lidia da Silva de Oliveira Michelle Silva de Sousa Nathália Rodrigues Patrícia Santos Oliveira Tayna Rodrigues Guimarães Thainara Ferreira Araújo Thiago Anis Chiappa Smaira ATELIÊ DE BALÉ Beatriz Silvestre R. de Souza Clarissa Evillyn Rocha Martins Douglas Cavalcante Santos Fabiana da Silva França Fabricio Oliveira Silva Isabela Rodrigues da Costa Isabelly Pereira da Silva Jessika Tiemi Aoki Laís de Jesus Lima Moreno Larissa Tainá Bicho Silva Lavínia do Prado Sâmila Alencar Lima Victória Saes Montoia ATELIÊ DE CANTO E CORAL Lucylli Gomes Guerra Maristely Souza da Silva Richard Fernandes de Queiroz Scarlet Carvalho Rodriguês ATELIÊ DE CONTRABAIXO Danilo Guilherme Farias Gabrielly Oliveira Lima

ATELIÊ DE PERCUSSÃO Enzo Eduardo Alves da Costa Gabriel Alexsandro S. C. Souza Jady Millan Inacio Jennifer Sousa Rossi Leonardo H. A. de Macedo Mateus dos Santos Matheus de Quadros Gregorio Renato Antonio de S. Valdevino ATELIÊ DE SOPROS METAIS Asafe Sampaio S. Rodrigues Giovanna Cristina Ferreira Mairim S. da S. Mendonça Marcos Tadeu B. Calazans Thiago F. M. Galembeck Wendler Trindade Santos ATELIÊ DE VIOLINO E VIOLA (ABERTURA) Gustavo Silva Simôes Jefferson R. do Nascimento Juliana de Queiroz P. Andrade Mairim Salles da S. Mendonça Matheus Guimarães da Silva Micael Ribeiro Ferreira Monique Bezerra de Melo Patrícia Feitosa Galindo Wendler Trindade Santos ATELIÊ DE VIOLONCELO (ABERTURA) Anderson M. dos S. de Oliveira Marcela Bianca T. dos Santos ATELIÊ DE BORDADOS E PEDRARIAS (CONFECÇÃO DE FIGURINOS) Claudenilda Alves Cardoso Geraldina Gomes da Silva Márcia Araujo dos Passos Maria das Dores Ferreira Maria José da Silva Oliveira


Maria das Graças Silva Grillo Maria de Lorena Lopes Maria Luisa Duarte Maria Adizia de Lima Marilene Ferreira da Silva Vera Lucia de Jesus Veralucia da Silva Mostarda Sara Datilio Tito

EQUIPE FÁBRICA DE CULTURA SAPOPEMBA GERENTE Marcos Ferreira Sena SUBGERENTE DE INFRAESTRUTURA Douglas Oliveira SUBGERENTE DE FORMAÇÃO CULTURAL Maria de Lourdes Reis Silva ASSISTENTES Aline Batista Leonardo Porto Veronica Pereira


Agenda de Apre

VilA curucA

pArQue beleM

ÓPERA do PÉ aprendiz

FOLIA de BELÉM

ESTREIA E SESSÕES 22/Nov - 15 e 19 Horas - Curuçá 23/Nov - 15 e 18 Horas - Curuçá

ESTREIA E SESSÕES 29/Nov - 11 e 15 Horas - Belém 30/Nov - 11 e 15 Horas - Belém

ITINERÂNCIA 05/Dez - 15 Horas - Itaim Paulista 10/Dez - 11 e 15 Horas - Sapopemba 19/Dez - 15:30 Horas - Cidade Tiradentes

ITINERÂNCIA 03/Dez - 15 Horas – para aprendizes de Itaim Paulista e Sapopemba 05/Dez - 15 Horas – para aprendizes de Curuçá e Cidade Tiradentes 06 /Dez - 15 Horas – para aprendizes de Curuçá

FÁBRICA DE CULTURA VILA CURUÇÁ Rua Pedra Dourada, 65 - Jardim Robrú CEP: 08441-030 - Fone: 2016.3316 www.facebook/fabricadecultura

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FÁBRICA DE CULTURA PARQUE BELÉM Av. Celso Garcia, 2231 – Belém CEP: 03015-000 - Fone: 2618.3447 www.facebook/fabricadecultura


sentações 2013

sApopeMbA

itAiM pAulistA

o BOI de SAPOPEMBA

O Além-MAR

ESTREIA E SESSÕES 08/Nov - 15 e 19 Horas - Sapopemba 09/Nov - 15 e 18 Horas - Sapopemba ITINERÂNCIA 11/Dez - 11 e 15 Horas - Itaim Paulista 13/Dez - 11 e 15 Horas - Vila Curuçá 18/Dez - 15:30 Horas - Cidade Tiradentes FÁBRICA DE CULTURA SAPOPEMBA Rua Augustin Luberti, 300 - Fazenda da Juta CEP: 03977-409 - Fone: 2012.5803 www.facebook/fabricadecultura

ESTREIA E SESSÕES 01/Nov - 15 e 19 Horas - Itaim Paulista 03/Nov - 15 e 18 Horas - Itaim Paulista ITINERÂNCIA 04/Dez - 11 e 15 Horas - Vila Curuçá 06/Dez - 11 e 15 Horas - Sapopemba 18 /Dez - 19:30 Horas - Itaim Paulista FÁBRICA DE CULTURA ITAIM PAULISTA Avenida Estudantes da China, nº 500 Itaim Paulista CEP: 08131-220 - Fone: 2025.1991 www.facebook/fabricadecultura

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO GeraldoDO GOVERNO Alckmin ESTADO DE SÃO PAULO Governador Geraldo Alckmin Governador Marcelo Mattos Araujo Secretário Marcelo Mattos de Estado Araujo da Cultura Secretário de Estado da Cultura Renata Bittencourt Coordenadora Renata Bittencourt da Unidade de Formação Cultural Coordenadora da Unidade de Formação Cultural CATAVENTO CULTURAL E EDUCACIONAL Sergio deCULTURAL CATAVENTO Freitas E EDUCACIONAL Presidente Sergio de Freitas Presidente Alberto Lima Diretor Executivo Alberto Lima Diretor Executivo PROGRAMA FÁBRICAS DE CULTURA Reinaldo Couto PROGRAMA FÁBRICAS DE CULTURA Diretor deCouto Reinaldo Fábrica Diretor de Fábrica Olga Arruda Superintendente Olga Arruda de Formação Cultural Superintendente de Formação Cultural Equipe de Formação Cultural Aline Canciani Equipe de Formação Cultural AluízioCanciani Aline Marino DâmarisMarino Cristo Aluízio Fabrício Montaldi Dâmaris Cristo Maruxo Felipe Gusmão Fabrício Montaldi Maruxo Felipe JanaínaGusmão Alves Janaína Alves Bastos Soares Janaína Bastos Soares Lucia Capuchinqui Marjorie Lucia Capuchinqui Prado J. de Faria Marjorie Prado J. de Faria


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