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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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RELATÓRIO

DE

At;TIVIDADES t;ONTAS

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2013

Abril - 2014

l Fluul&çio Abreu call&do • ~wdado = 1948 IPSS - tnsUtu.lção Prtrndo de Solld.artedade Soda! • Mtmbro Hnnonlrto da Ordem delleru:merênda Trav=a Abreu CallildD i48D-228 BENAVILA I Ttl.: 2.U 430 000 I fllx.: 242 494 284 Emall: fundacao@abreucatlado.pt I Wt:bslle: www.abrnu:alladn.ptl NIF: 500 954 089

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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Introdução

1.- O ano de 2013 - já esperado como de acrescidas dificuldades que se reflectem no quadro orçamental (redução de financiamentos do POPH à Escola Profissional e queda do 'consumo interno' ) - foi genericamente pautado por CI NCO grandes "linhas estratégicas" :

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redução de custos, englobando : racionalização de 'pessoal' e recorrência a programas do IEFP, eliminação de 'horas extraordinárias' por troca com tempo de lazer em períodos que não prejudiquem o serviço, substituição de alguns fornecedores por outros com melhores ofertas de preços, e introdução de todas as tarefas possfveis de 'subcontratação de serviços' em vez de recrutamentos temporários ; - agregação de funções sob coordenações comuns e algumas daquela.s acumuladas por pessoal multifunções ; - fixação de perfodos especiais de "campanhas de vinhos" na Páscoa/Primavera, Verlio maximizar receitas ;

e Natal, de molde a

-- aumentar a 'oferta de exportação', de maneira a substituir a queda do consumo interno; - considerar 'despesas de Investimento' apenas nos casos expressamente necessários ao bom desempenho das actuais actividade da Fundação, portanto sem implementação de novos projectos que implicassem custos de Investimento. A queda do consumo interno atingiu também actlvidades suportadas nas valências 'vlnfcola· e da 'atractividade rural', pelo que houve Igualmente que nesses aspectos reformular e baixar custos da 'oferta', e adequá-la às disponibiiídades adivinhadas de uma 'procura' que em 2013 deu claro sinal de Instabilidade. 2.- Os 'fins' e.s tatutários mantiveram-se de acordo com a "vontade do instituidor", também enquanto IPSS

(apoio social à Terceiro Idade e ensino gratuita de jovens carenciados), mas deixando sempre que os aspectos de suporte económlco aos 'fins fundacionais' respeitem Igualmente aquela 'vontade' e conforme aos recursos próprios da Fundação. 3.- As 'actlvldades de suporte económico' centraram-se essencialmente (e como nos anos mais recentes), nos "vinhos• e na "pecuária" (bovinos e ovinos) aleltantes, que ao longo de 201.3 foram mais bem sucedidos na primeira e afectados pela baixa de preços da segunda perante a oferta concorrente de pafses do leste europeu. Só em In feios de 2014 se vem assistindo a uma ligeira melhoria nos preços da carcaça viva de ambas as especies.

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Nos aspectos do 'funcionamento corrente', manteve-se vlgilãnda nos FSE e a procura de 'mercadorias' e 'matérias primas' a preços cada vez mais competitivos, bem assim a redução de custos administrativos e

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concentração de 'funções' similares ou complementares. 4.- No ano de 2013, e no que à EPAC diz respeito, há a assinalar novos 'cortes' no financiamento ao funcionamento da Escola - que, conforme aos seus Estatutos próprios, é apenas suportada financeiramente por fundos do POPH (que no novo quadro 2014-202U passará a designar-se por POCH). FmuloçlD Allreu Callo4o • Fl111dada em 1948 IPSS · lnsUilllçâo Prtvuda de SclldorU:rladc Soda! • Membro llaoolirlo da Ordem de Bonemcr~dm 'l'messa Abreu C:úlado 7• 80-218 BENAVILA I 'ltl.o 242 430 000 I FU.: 242 4S4 284 EmaO: hnv!wo@obr•nralbdo P'l 1\'c:bolte: www.abreuclllado.pt I NIF: 500 954 089

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No especifico da EPAC será abordado este tema, e relevada a sua influência no âmbito das expec:tativa.s de curtomédio prazo. Concl usão : a expressão que usámos no Relatório homólogo de 20U, é totalmente aplicável neste outro

••por forço de 'condicionantes externos', estamos num ano Inegavelmente de transição poro um cenórlo de austeridade Institucional, tendo como pano de fundo uma adivinhado redução de 1undos' (comunltórios e nacionais), e quedo do 'procuro' - e 2013 vai ser decerto o suo natural 'continuidade', tendo à visto um período de baixas expectativas. E o ano em análise velo confirmar boa parte daquela previsão.

reportado à actlvldade de 2013 :

Entret anto, e quando se procede ao encerramento das Contas de 2013, ainda não está 'regulamentado' o

Quadro 2014-2020, por Isso só mais tarde se saberão certezas sobre os cenários que se colocam aos sectores operacionais que a FAC integra no cumprimento da sua missão.

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Mas uma coisa é desde já inalterável : não pode a Fundação afastar-se (ou a isso ser forçada} da sua vocação de 'apoio social' (em primeiro p lano dirigido à

Terceiro idade e com prioridade para os seus reformados e idosos

locais}, e numa segunda linha ao 'ensino' de alunos comprovadamente carenclados e prioritariament e filhos dos trabalhadores da Instituição e n aturais da região em que a Fundação tem a sua Sede.

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l"'mdaçio Abreu CaJWio • f\aftdada tm 1948 IPSS ·instltulçâo Prlt'ada de Solldarledade Sodal • Membro Hooor4rlo do OrdmJ de Bellemcrtcda lnmssaAbmi c.rt.rlo 7480-228 BENAVILA I Td.: 2-42 430000 I !'.lx.: 2~2 434 28-1 tmaJI: fund"""l@'bm!Cl!ll3do pl I Wlbsltt: '""'~fll l lllF: 500 954 089

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I B. Situação financeira, activldades, recursos e Iniciativas de natureza soclo-económlca 1.- Situa~ o financeira

Tal como em 2012 e anos anteriores- e por via da crescente instabilidade soclo-económica do pa fs -ao, longo de 2013 a situação financeira da Fundação continuou vigiada de muito perto e encerrou-se o ano sem sobressaltos de maior em termos de tesouraria, ainda sem recurso à "conta a prazo", e conformando os 'custos' aos 'proveitos' e aos "fins

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estatutários• da Fundação. Entretanto, há a considerar o peso significativo de três factores no equilíbrio financeiro :

- a diminui~o significativa de 'subsídios oo funcicmomento' da Escola Profissional, com a redução (imposta pela OGeSTE OSREA) de um Curso de Nível IV e a supressão do Cursos de NfveJ 11 (cujo 'recurso' Interposto pela FAC à mesma GDeSTE em 1-Agosto-2013 ainda não foi respondido, numa atitude de ignorar direitos básicos de quem pede esclarecimentos), com os consequentes prejufzos de imagem e de eficácia da Escola junto dos seus 'clientes' : alunos e pais; - a aprovação firial da 'candidatura financeira' da Escola Profissional ocorreu só em finais do ano e ainda assim com

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aquelas duas amputações determinantes nas disponibilidades orçamentais ; - em despacho governamental datado de B.Novembro, furam reduzidos os valores de financiamento às Turmas, e no quadro final da candidatura apenas foi autorizado um valor correspondente a 66% do aprovado na mesma candidatura (o que afectou desde logo o •adiantamento• de ano lectivo), com uma expectativa ' provável' de virem a ser autorizados os restantes 33% se e auando se verificassem disponibilidades orçamentajs çomplementares e/ou sobrantes de outras rubricas;

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- o enrerramento

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reembolso das despesas bimestrais de Setembro-Outubro e Novembro-Dezembro sofreram

Igualmente atrasos consideráveis, decorrentes da aprovação da 'candidatura financeira', com prejulza para a equlllbrlo de tesouraria - e no momento em que se encerra este relatório, o reembolso do segundo bimestre ainda está por fazer). [

No plano dos ' proveitos', continuou a ser Importante o valor da taxa do 'depósito a prazo' e o contributo das 'receitas extraordinárias' diferidas resultante da parceria olivícolo. Em 2014 Irão persistir os 'cortes' nos subsidias à EPAC e que abrangem todo o ano lectivo de 2013-14, mas os contributos do IVA e do IFAP nllo Irão ser afectados como foram no ano anterior.

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Fund&çio Abrou Calla4a • FUndada em 19~8 !PSS · lnsutulçâo Privada dt Solldar!t:da<le SoctaJ • l.lombro Hon<rirlo da Ordem de Benemertncla Traveua Abreu catlado 7480-228 BENAVILA I Thl.: 242 4SO 000 I fllx.: 242 434 284 Ema!~ fundal:ao@abn:ucallado.pt I 1\'t:bslto WWil'.!!breucallado.pt I Nl~ 600 954 089

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A actuaçllo em 2013 deu continuidade ao quadro que j~ havia sido adaptado nos anos anteriores. Mas a mudança

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estrutural do contexto socio-econõmico, obrigou a uma 'lnnexão' de estratégia que acompanhe a austeridade dos apoios públicos e as quebras do consumo Interno, e por Isso adeque- e Isto é multo Importante - os •custos" aos recursos disponíveis. Uma vez ultrapassada a fase de aquisição de novos meios e recursos lnfraestruturals, deu-se continuidade em 2013 à sua consolidaç~o e

à adaptação de mecanismos de sustentabilidade funcional, que agora vão ter de contar também com toda.s

as alterações ditadas pela 'conjuntura econ6mlca' nacional, sem desvirtuar os designados •fins fundacionais", que são o escopo da mlsdo da Fundação Abreu Callado e a consequêncla da 'vontade do Instituidor'.

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A}- Escola

Profissional Abreu Co/lado !missão : ' ensino de jovens carenciados'l

Nesta 'valência' institucional hâ que evidenciar os seguintes aspectos : a)- o atraso na dennição

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aprovação dos Cursos para 2013-2014 e das 'prioridades' temáticas (responsabilidade

exc:luslva da t utela-M EC), que sõ se completou a poucos dias do início das aulas, e mesmo assim a EPAC continuou a aguardar despacho ao seu recurso sobre o Curso de Nível li, que nunca chegou ; b)· o corte de uma das novas Turmas no NiveiiV e do Curso de Nlvelll, anunciadas numa fase em que estravam jâ as

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respectivas Turmas completas com pré-inscrlcões, acrescido de uma redução no apoio "por turma• e da concessão monetária de apenas 66'16 do orçamento aprovado para 2013/14.

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Estes 'pontos' são claramente parte de uma estratégia pública para redutir 'custos' do Estado, mas nesse contexto a Fundação e a EPAC nada podem fazer (como foi no caso do Alojamento e das 'excepcionalidades' contempladas CLARAMENTE por lei, que o POPH nunca atendeu).

Em 2013/2014, foram assim autorizadas duas novas Turmas : ~

Animador Sociocultural

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Gestão de Equipamentos Informáticos

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ambos de NlveiiV (e continuando a vigorar os novos plofonds de alunos : entre 24 e 30)

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O Curso de Nfvel 11 - Assistente Familiar e de Apolo à Comu nidade -foi amputado à última hora, como acima se

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refere, quando já estavam alunos e professores Inscritos e contratados para dar lnfclo ao ano escolar. E Isto reflectlu· se em termos de ' quadro docente', tendo a Escola prescindido de dois Olrectores de Turma, e distribuindo horas de um dele5 (por 'e~tlnção do posto de trabalho') pelos restantes docentes em t empo Inteiro, de forma a rentabilizar a sua 'ocupação lectiva' e justificar a tê~~~ &\t.~~t~J!~an

1948 IPSS ·lDSUIIl!çâo Privada de Solldorl<dade Sadal • ~lembro Hontrirlo da Onkm de Be:u:au:rtoéa Tnm::ssa Abreu C2!lado 7480-228 BENAWA ln:t.: 242 430 000 I Fln.! 242 434 284 Ema!1: 6rnti•Cl!O@abreucallado.pt I \\l:bslte: www.ahmu=alladn pt l N!F; 500 954 089

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c)· No GAEP (Gabinete de Apoio Escolar e Profls.sional), e perante a situação de baixa médica da docente titular desta estrutura, foi destacada uma outra docente em regime de 'prestação de serviços', para assegurar o funcionamento do Gabinete, tendo sido dada continuidade ao jornal trimestral (A TORRE) e lnstituclonallzada a realização das

Jornadas Cu/rurais, para durante elas ser maxlmlzada a sensibilização de pais, novos alunos e outras escolas, dando assim um Impulso diferenciado á divulgação da EPAC e da sua 'oferta formativa'. d}· Uma das realizações do GAEP com mais impacto em 2013 - e na senda do que havia sido realizado no ano

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anterior - foram as referidas Jornadas Cuhurals, três dias plenos de actividade e de 'mostra' da vida na EPAC, que têm como objectivo captar a atenção de alunos de outras escolas que estão a terminar o gt ano, tal como sensibilizar os pal.s dos actuais alunos para que venham conhecer melhor o ambiente escolar dos seus filhos. Esta forma de 'divulgação' tem tido um eco multo positivo junto das comunidades envolventes à vlla· sede da Fundação, e posiclona-se neste momento como um dos meios mais eficazes para atrair novos alunos.

r B)· Centro de Convívio e Apoio Social (missão : apolo ó 39 Idade)

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Esta 'vertente social' por excelência (prioritária, e testamentária e estatutariamente estabelecida, - até porque figura como 'primeira' CAE 88101 - Actividades de Apolo Sotlal para Pessoas Idosas, sem alojamento) prosseguiu em 2013 o modelo operacional adaptado nos anos mais recentes, e aproveitando a ampliação de Infraestruturas que para ela foi feita.

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o número-limite de Utentes -130- manteve-se, face às actuais Instalações e meios disponfveis ;

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uma vez condufdo em 2012 o processo de "licenciamento• como Centro de Dia, e condufdo e aprovado o Projecto de Protecção Contra Incêndios f Medidas de Autoprotecção, foi em 2013 concluldo o processo com a 'formação' da equipa de apoio prevista no Projecto e realizado o 'simulacro' final que testou recursos e meios.

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Actlvidades Temáticas e Comemoratjvas - Mantiveram-se em 2013 todas as •act lvidades permanentes• (semanais) e constantes do Relatório de 2012 (e que podem ser conheddas através do slte da Fundação (www,abreucallado,pt), entre elas : • Expressão Plástica Muscular

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• Hidroginástica

• Apoio Psicológico

• Alfabetização • Informática

• Enfermagem

• Recolha de Saberes

• ExpresQo Corporal • Relaxamento ll.lomal "Ecos do Centro"

• lanches

Convfvio • Comemoração Mensal de Aniversários , -

Foram realizadas 'visitas' a : complexos desportivos, estádios de futebol, museus, praias fluviais e de mar,

piscinas da zona envolvente à vila-sede da Fundação, realizações culturais, viagens de lazer.

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·- A comemoração de "dias festivos• ocupou uma parte significativa da actividade dos Utentes do Centro, como são : Dia de Reis, carnaval, Dia Internacional da M ulher, Páscoa, Dia Internacional da Dança, Dia da Espiga, Dia Mundial do Ambiente, Festas dos Santos Populares, Dia dos Avós, Dia Mundial do Coração, Dia do Idoso, S. Maninho e Natal. l"'lnnbçiD Ab- C&llo4o • tUndodll em 1948 IPSS - lnsl1h!tçào Prtvada de Solldllt1edadc Soda! • Membro Honorário da Ordem de Dcoemc:r!ndll 'l'tm:su Abrm CoJJado 7.S0.2U B&NAVILA I nl.: :142 430 000 ll'lll.: 242 4$4 284 Emall: ~lado.pc I Wdlsltt: '""'.abrtuc:ill.1dopc 1NIF: soo ss• oag

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colaboração da GNR, da Delegação de Saúde e de outras entidades extremamente experientes nestes domfnios,

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para além de outros temas de Interesse prátíco para os Utentes, - alguns deles participados pelos alunos da Escola Profissional Abreu Callado, numa vivência lnter-geraclonal repartida e acessfvel à faixa etária dos Utel)tes. - O Centro organizou ainda 'encontros', 'jogos' e iniciativas lúdico-recreativas, para a ocupação de tempos livres, para alguns deles convidando a Casa de Repouso, a Ludoteca e a Escola de

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Cldo de Benavila, e noutros

momentos alargou esses convites a outras instituições de solidariedade social do concelho.

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Fundaçi.o Abreu Ciliado • Fundadaem 1948

!PSS • !nsl!tutçâo Privada de So!Jdortedade Sodnl • Membro HooorMo da Ordem de Benemermcta Travessa Abrru Caltodo 7480.228 BEW.VILA I Tcl.: l42 430 000 I fla.l ~42 4S~ l84 Ema11: funda<:a0@3breucallado.pt I Websltt www:obreucnlladn.ptl NIF: 500 954089

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO 3.· Ac tvidades económicas e de suporte 3.1- Vlt ivinicu lt ura

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A 'equipa técnica' passou a contar com um novo elemento no Laboratório,

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que também procede à análise de

águas e cobre temas de higiene e segurança para toda a Fundação, e realiza o controlo de 'existências' dos vinhos,

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funções que desempenha desde meados de 2013 em regime de estágio profissional idêntico ao de outros elementos que já fizeram o mesmo percurso. A coordenação dessa ' equipa' continua a ser feita pelo Eng9 João

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Silva e Sousa, que igualmente integra a equipa enológica da SAVEN (distribuidor-exportador da FAC). A 'Wine4Passion' , que avançou para os mercados da Coreia do Sul, Japão, Malásia e Singapura, realizou no primeiro daqueles países uma série de apresentações em 2013, que culminaram- após a obtenção do prêmio de M elhor Tinto Português no 52 Concurso Nacional de VInhos daquele pais, pelo 'Dom Cosme 2007', - com as primeiras enoomendas a concretizar já no Inicio de 2014. O quadro de 'distribuidores' foi acrescentado com um 'exclusivo' para o distrito de Portalegre (SODREl), com multo bons resultados . A vindirra e a poda foram mais uma vez realizadas em regime de 'empreitada', poupando recursos e vigilância por parte do pessoal técnico da Fundação, que ficou assim liberto para tarefas Internas e apenas com a função de verificar a boa execução daquelas tarefas antes do seu pagamento. Repetiu-se de novo, no Hotel Convento do Espinheiro, a Nprova vertical de vinhos" da FAC (agora num espaço diferente e também este ano participada e dialogada por clientes do Hotel, além de convidados da FAC). Os vinhos da Fundação participaram em diversos qeoncursos• de vinhos, nacionais e Internacionais, tendo-se obtido mais 9 prêm ios : Dom Cosme Reserva 2007

- Melhor Tinto Português no Concurso Korea Wlne Challenge - 2013

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- Medalha de Prata no 59 WINEMAKING COM PETmON FOR ENOEXPO 2013 (Polónia) -Medalha de Prata no Premium Select Wlne Challenge 2013

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- Oecanter 2013 (commended) AC Reserva 2011

- M edalha de Ouro no Concurso China Wine & 5pirits Awards - 2013 - Medalha de Prata no Concurso Prérnios Arribe 2013 - 88 pontos por Robert Parl<er 2014 (eRobertParker.com) Horta da Palha 2009

- Medalha Commended no lnternatlonal Wlne Challenge 2013 Cadeira da Moiro 2008

- Medalha de Ouro no Concurso China Wlne & Spirits Awards 2013

l'Uachçio Abreu CalladD • fUndada an 1948 IPSS - lnsUtulção Privada de So1Jdat1edadc Sod:ll • Mrmbro Honarkla dD Ordem delkncnt:rõnda 1'r1lve$sa Abnu Callado 7480-228 BENAVILA I Ttl.: 242 430 000 I Alx.: :142 43~ 284 Emall: fundw:ao@abrcueallado.pt I Wdlslle: www.ahr.ucallad.o.pl I NIF: 500 95~ 089

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Em termos de "vendas•, o ano de 2013 - e contra todas as eJCpectatlvas, face ao cenário recessivo da economia excedeu em cerca de 6% o de 2012, que já havia sido o melhor desde 2003.

3.2 - Pecuária - Mantiveram-se os efectlvos bovinos e ovinos de anos anteriores, mas neste ano os preços médios de ambos

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apresentaram uma baixa quase constante ao longo do ano e relativamente a 2012, pelo que as "vendas• da pecuária foram Inferiores àquele outro ano.

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- Ao contrário de 2012, as condições climáticas em 2013 foram favoráveis à proliferação de pastagens, e não fora a baixa dos preços dos bovinos e ovinos nos mercados, o resultado deste sub-sector teria sido multo mais auspicioso.

Entretanto, 2013 marcou o regresso das 'merinas pretas' aos concursos da espécie, com a obtenção de 5 prémios na FIAC de Estremoz, entre eles o 22 lugar absoluto no concurso de machos adultos.

[ 3.3· Enoturlsmo - Neste domínio, o ano de 2013 pautou--se mais por 'provas' para estrangeiros ou grupos de agências de viagem de visita à região de Avls, em resultado de divulgação no modelo 'passa-palavra', tendo-se verificado u.m a significativo acréscimo destes clientes. - A 'parceria' com o Hotel Avizoquo Herdade do Cortezio deu também resultados acrescidos e correspondendo ao objectivo que presidiu a essa intenção de repartir com a hotelaria local, a chamada-de-atenção sobre o concelho e as suas belezas naturais e atractividades rurais.

3 .4 - Divulgação on-line O site da Fundação foi sendo adaptado nalguns aspectos à evolução das 'actlvidade.s', aos 'objectivos' estatutários de natureza social e aos·' produtos' que a instituição coloca no mercado.

3.5- Suporte técnico d e comunicação e Imagem A partir de Abril, a função de 'comunicação', 'Imagem' e 'eventos', passou a ficar a cargo de um novo Técnico, com desempenho em regime de tempo inteiro, e que detem valências acrescidas especialmente nos domínios do design

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gráfico e da gestão de produtos informáticos (caso muito particular do apoio ao site institucional), tendo sido dispensada a consultoria que a Fundação detinha hâ alguns anos para estas áreas especificas.

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Fwulaçio Abreu C.Uado • fUndada em 1948 lPSS • lnsUtuJçãD Privada de Solldattedede Sodru • Membro Hooorârlo da Ordem de Beocmerênda TrtM:s$a Abreu Callado 748().228 BENAVILA I Ttl.: 242 430 000 I fltt.: 242 434 284 llmall: Cuodacrul@abreucallado.ptl Wdislte: www.abn:ucallado.pt l NIF: 500 954 089

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A cooperação e integração local e regional

No que aos 'parceiros de cooperoçãd diz respeito, a Fundação manteve o 'modelo' de anos anteriores, previlegiando :

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- a Câmara Municipal de Avise os seus Departamentos ' social', 'cultural' e 'de educação'; - a Comissão Municipal de Educação (onde a Fundação tem 3 representantes) ; - o C.L.A.S., onde a Fundação entrou em 2012 e mantem uma acção muito relevante ;

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- a Associação de Pais e Encarregados de Educação do concelho de Avis, que irá alargar às de outros concelhos ; - A CPCJ concelhla ; - a Associação das Amigos do Concelho de Avls;

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- o centro de Emprego e Formação Profissional (Ponte de Sor) ; -o Centro Distrital de Segurança Social de Portalegre; - o Turismo do Alentejo ; - a Comissão Vitivinicola da Região Alentejo, - entidades hoteleiras locais e regionais.

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Fwl4t.çáo Abreu C.U..do • Flmdada em 1948 IPSS · losUtulção Privada de SolldarledadeSodAI • Membro Haoorârlo da Ordem de llcnaoerênd:l Tr:n= Abreu Callm!o 7480.228BENAVILA I Th!.: 242 430 000 I fltt.: 24Z 434 284 Emall: fuodacao@abreucallada.pt I Wcbslle: www.abreu<31lado.pt I NIF\ 500 95-1 089

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( 0 .- Análise ao desempenho econômico-financeiro

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1.- Resultados globais No contexto do ano de 2013, há a assinalar os seguintes aspectos do 'resultado de exploração' :

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a)- 3.043,75 (no exercício global {que resulta de uma acentuada quebra dos 'subsidies de exploração' destinados à Escola Profissional e já cltados/justlficados em capitulo próprio do • relatório de gestão", compensados entretanto pelo desempenho dos outros sectores departamentais da FAC); b)- 106.724,83 (de resultado da Fundação {todas as 'actividades', excluindo as da Escola Profissional), havendo que

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registar : - uma subida da venda dos 'vinhos' {a ultrapassar o resultado de 2012 e assim a posicionar-se como o melhor ano de vendas deste produto desde 2003), ante uma ligeira quebra na 'pecuária' pela descida generalizada dos preços de mercado ao longo do ano e que só apresenta uma recuperação progressiva no inicio de 2014; - um resultado de (-24.600,56) ( do Centro de Convivia e Apoio Social, o qual - e sem quebra de oferta das su as

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'actlvldades' aos cerca de 130 Utentes - , reduziu custos em cerca de 17.S%; c)- (·103.681,08) ( de resultado da Escola Profissional, por força da redução dos 'subsidias' referentes ao corte inesperado do Curso de Nfvel/1 e de um Curso Profissional cujas inscrições permitiam abrir duas Turmas- e esta quebra teve tão só alguma compensação na redução de 'custos', nomeadamente com "pessoal" pela utilização de recursos humanos dos Programas do IEFP e da dispensa de docentes que estavam afectos ao Cursos de Nlvelll. 2.- Análise da Demonstração de Resultados

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Genericamente, e na sequ~ncfa do previsto do Relatório e Constas de 2012, o ano em análise veio confirmar que se entrou numa fase orçamental caracterizada pela escassez crescente de apoios à " formação profissional" - e a Fundação tem bem claro no Regulamento Interno da E.P.A.C. e nos contratos com docentes e alunos, que a sua actividade de educação/formação é suportada pelos apoios públiros (M EC e MSESS/POOPH). Logo, a expectativa

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programas articulados com as Instâncias europeias, e à disponibilidade do MEC para serem atrlbuidas à Escola

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pois o principal e testamentário objectivo da instituição (CAE 88101 - Apoio Social para Pessoas Idosas sem

desta componente institucional, estará sempre Indexada à capacidade de 'apoio público', directo ou através de Profissional a leccionação de Cursos que se encaixam na envolvente socio-económica da regiilo. Do lado da 'octivldade saciar, nomeadamente do poio à Terceira Idade, esta continua a ser naturalmente deficitária,

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alojamento) é assegurado quase na sua totalidade pelas actlvidades económicas de suporte aos fins sociais. 2.1- Numa avaliação à rubrica dos ' gastos e perdas' (custos), há a relevar alguns aspectos mais significativos em relação ao ano anterior : -uma descida global desta rubrica de quase 10% (menos 197.601,5 turos), observando-se : ... por pane da EPAC, uma redução de 67.161,5 ( (menos 6,85%), relacionados com a quebra na despesa com docentes, pessoal auxiliar a contrato, redução de custos gerais de funcionamento pela amputação da Turma de Nlvelll e encerramento da Turma (fim de Curso) do Técnico de Protecção Civil, e recorrência a pessoal do IEFP; fluldaç!G Abreu CAIIado • Flllldada em 1948 ll'SS • lnslltulção Privada de Solidariedade Sodal • Ucmbro Hononlrto da Ordan dt llcnr:nurloda ~AbreuCall:ulo748().228 BENAYUA I Tl:l: 24H30000 I Fllx.: 242 (3~ 284 &maU: fundaao@abrcucalll\da-pt I Websl~e: .........abm•rallado P' l NlF; 500 954 089

11


~

FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

... e do lado da FAC (retirando os valores da vertente·EPAC), registou-se uma descida muito significativa dos 'custos' (menos 130.440 (, ou seja uma quebra de mais de 12% neste valor), nomeadamente por efeito das rubricas de 'pessoal' (menos 8,58%), 'matérias primas e mercadorias' (menos 22,83%) e 'outros gastos e perdas' (menos 49,87%).

r

2.2- No respeitante aos Rendimentos, há a assinalar o seguinte, por contra-ponto aos 'custos' :

- Na FAC regista·se uma subida global de 41.125 {uros, mas as receitas da EPAC (e pelas razões já aduzidas da quebra de subsidias do POPH) desceram 206.735,47 (, - sem no entanto ter havido desequillbrios de tesouraria, pela recorrência a resultados transitados de outros anos. -

r

Nos 'outros rendímentos e ganhos', regista-se de novo um contributo dos rendimentos diferidos (até 2017) da venda de capital da 'sociedade olivlc.ola', cujo calendário o C.A. decidiu adaptar a cada ano desse perlodo.

Proposta O Conselho de Administração, ao aprovar este Relatório de Actividades e Contas 2013, submete-o ao Conselho Fiscal, com a proposta de que o "resultado de exercido" seja levado a ' resultados transitados' .

(Benavila, 26 de março de 2014}

O Conselho de Administração

[

l I L

l

f'UnliAçâD Ab= C&llldo • fUndadB em 1948 IPSS • f~tltulçilo Privada de Sclld:u-lcdw:le Socbl • Membro Eloooré.rlo da Ordem de fleoemerbuia Travessa Abreu Calfada 7480-228 BENAVILA I Ttl.: 247 430 000 I FU: 24Z 434 Z84 Elllllfl: lund=@abrcucrulado.pt )ll'dlstte: IWIW.abreucallado.pt 1NIF': 500 954 089

12


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B~NAVI

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-

DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS I

2013

-

1.

I

I Motrtantet u~ -n ElJRO

EXERC(CIOS NOTAS

RUBRICAS

-

2013 Ano CQmpleiD

---~

--

RENDIMENTOS E GASTOS

__

-

Vendas~M?>S prestadas._,...................................- ...,, .................................................

-

....

·

~

......,.._ SuM!dlos A ei<plora~<>--..- .....- -..- ....- · - -·-· ~.~'!2.-sP!,r~os imp!!!_t!!'s do sub.sldi~rias, associadas e empreendime.ntos conjuntos...... Varioi!!o nos inventarias da produçaa_ ..... Tn~bolhos para a própria entidade......................................................................................... CU$lo qu mercadorias vendidas e das rnalêrias consumld~s... ...........................

-

....

...

.... ... ... .....

P~.!~ntoslreduçOes)

··-······- ...

_ , ,

··~·

-

--......

_ _ ..,2-~!.54

__116!~·84)

(21.0.821!.)!.9) (577.723,95) (823.942.78)

(592.791 ,12) (753.270.96)

---

· ·· · ···~ ····-··

6º·113~,1!,~ U8.78J,81)

..... ······-····· ..... ··············-···... .... ... .. ....

--

--

-- -

...

I I

238.800.85

(242.901 ,78)

(259.968,53)

(430,03)

(21.367,68)

37.:..49_6,27 (34.022,49)

55.!1_73,t_n - -(32.460,63)

3.043.75

1.245.30

3.043,75

1.245,30

Resulliodo operacional (ames ele llilslos de fiNndamento e lmJ>0$101)

Juros e tenctlmentos simUares obtidos................................................................................... Juros" llilslos similares suPQ<13dos..._,............ - .........................................,..._ ............ Resultada antes delmpoatoa

-

Imposto sobre~~rytn do pe~odo....,,_ _ _..,,_,...- ..- ·...- · . - -...- - - · - - - -

~

I

I

I

l I lI

de amortiza5!o, .........................................................

p!i7.146,55)

inves!me~~lilteis/amortizllveis (penlaslreve!$0es) ....,.................

,.- -

I

-

dep~o e

- - -61-.686.~ -5

242,471,75

Reaurtados antes de deerecla~es. gastos de financiamento a impostos

de ~ --=- !Gasloslrevon;Oes !'paridade ele

--- ---

~:~~.~

lmearidade de inves!ineniDs nQo depreciOveislamortizavels (pelllaslreve..ÕOS), Aumen!oslreduçOes de !liSto valor........................................................................................ OIJin:l• rendimentos eijanhos.............................................................................._ .....- ....... Outros gutos e perdas............. .

..

·-

390.460,57 1.211.893.90 337.556,06

Fo.meclmentos e servlços externos.....- .....~ ................- ....... GastosccmopessoaL.::.- .. - -.- ...._ .. _ , _ , _ ,..._ .._ ..., _.._.,_,.,_. _ _

lmparidade de inventários (perdas/reverst!lest ····································································· lmpar~de de_!l!v~ a ~ceber (1'8nlaslreversõos)............................... ,, ..........................

--

361 .662,05 1.053.379,30 350.106,00

...... ...............-......... ..................... ······-··

= ..-·..·- ·-·--·--·- - ---

2012 Ano CompleiD

-

Resulliodo liqu~o do periodo

- -

--

---

Resuttado das adividade& descontinuadas (Uq~ de impostos) mctulda no Rl Exercido

I

-

-

R!"~lliodo

-

-

-

liquido do IJ!riodo ~el ~ • O..tentores do capilal da emp~ .._ ..,.,__ · - · -..................................................... Interesses minoritàrios.~·~···~ -·····-·····-..-···-··"'''"'"''"'"'....................................... ~

-

Resultado por :u:çêo bâs~ ..................,, .............. __..;;.·=:..···-·-..........

·-··- ..

..--

-- -

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[

• - Esta informac;Ao apenas .s.erâ fomecid

• ~HUR

IPSS · Instituição l'rl•ada de SoUdartedadcSoclal • Membro Hooorârlo da Ordem de ll<oem.orénda Tnwessa Abreu catlado 7480.228 BENAVJLA I 'M: 242 430 000 I fllL: 242 494 284 Ematl; rundacao@abh:ucallado.p! I Wcbsltt: www.abrruc:allado.pt I ti1Fl500 95-1 089

I

~~


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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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l I

l l

*Documentos a apresentar na prestação de contas pelas IPSS -Balanço; -Demonstração de Resultados por Naturezas; - Demonstração de ResuJtados por valências; -Resultado por valências; -Referência ao número médio de utentes e de pessoas ao serviço da Instituição, repartido por valências no exercfcio; - Demonstração de Fluxos de Caixa; - Demonstração Alterações no Capital Próprio no Período; - Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados; -Balancete do Razão Antes e Após o Fecho; -Balancete Analítico do mês de Dezembro; - Balancetes Analíticos Antes e Após o Encerramento do Exercício; - Acta de Aprovação das Contas do Conselho de Admjnistração; - Acta do Parecer e Aprovação do Conselho Fiscal.

Ano20:13

L

! l

Funda.çio Abreu C&llado • fundada em 19~8 IPSS - lnsU!ulçâa Prlrnda de Salldnrledade Social • Membro Hooororlo da Ordem de Benemerência Iral'tSila Abrru Calladn 7480-228 B&NAVILA I TcL: 242 430 000 IFa.r.: 242 434 284 EmaO: rumlaCJD@abreucallado.pt I 1\'cllslte. www.abreucallado.pt I NIF: 500 954 089

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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BALtlNCO

EXERCÍCIO ZOI3

L

l

F\uula~io Abreu CaiJJ.do • f\lndada em 1948 IPSS · lnsutulçâo l'rlvada de Solidariedade Sootal • Membro 11onoril.rlo da Ordem dellenemerênda TtavcsSll Abnru Callado 748().2281lEN;\VII.A I Tel.: 242 430 000 1fàx.: 242 434 284 Emall: fundacao@allreucallado.pt I 1\'ebslce: www.abreuealladà.pl I NU": 500 954 089


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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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FAC- Contabilidade BALANÇO INDIVIDUAL 2013 Unnunt:es e.xpresso:s em EURO

EXERCIC10S NOTAS _,.---:2":':0..:1.::. 3 ,....,.--1---:--=: 20:.:1:.:2~-j1 Ano Completo Ano Completo

RUBRICAS

i

Acnvo 1- - - - - - ~~~o~: _

Activos ~xos ~ngfve~· ··········-··· ··u-.. ·········-~·· ··········--·• Propried~ jnvestimenuL. ... ............ ............................_

1- - - - - -1- -Good· ;;: wiiL. ......... ... .............................................................. Adlvos

---1---'3, .8,_,69,.7~~ ~!!!l_0.788.83 746.747,00 857.317.58

- --

lnlanglvels................................................................

- - - - --1-- A(:Uvo = =':.:b:::IOI:::ó,_.gc.;:ICOS=-:.;··:.:;--.:.:":.:"·::.;·:.:;--:.:"·:.:;--:.;--:.:".:;":.:;".:.:--.::.--·:;;--.:.:".:.. · .::.--•:.:;--.:.:--:.: --:.:.--·:.::--:.:--:.:--·:.:;--:.:;--.::.·_ _ - - - - _ Partlclp;>ç6e$ flnancelras -métcdo da equivalência patrimonial. ......

377.434,24 ---'3"'8,6,7~4 _

• 1______1__-'-P..::•.:.:rtl:=cipa:.:a=çt;es=lfl:::,n:::••:.::ce=l•a::•c-..::O::::UI:.:ro:::•.:.:m.:::é::::tod=os. :::·::.: "::.:":.:".:.:":.::":.:":::"·c:.:"c:..'.:.:"·:::;--:.::".:.:".::."- -l- - - -I- - --=6.300,oo1_ ___;6·~~ _ I------I---'= A<r.=io::::n.:::ls~la,sl:::-_:s05'ios ............................................................... . Outros activos financeiros .. .. ... .......... ................. ............. .

Activos porinpostos diferidos ........... ~··············· ..................... .

5.000.187,06

5.2.1.135.•5

1.223.9« .83

1.237.«7.~

-

Activo corrente:

I- - - - - - __lnventárl~.:.:: ---::--· -- ··------.................................._ ....... ...-

__

I------I·--'::Act::?'l~eiológicos ........................... ·:· ...._::cc:.::: :·:--·.:.:::.:---·. :: ..... _ _ 1!1.271,13 Clientes .......................................................................... 18.789~ Adiantamentos a fcmecedores ....................................... .•..•• 171_,1~ 166.733,63 4.715.24 Estado e outros entes públicos..... .. .... •................................ Acdonislas/sócios......... ........................... ..................... ... '''-'"--1-- - --f-- -=,..,-:: 295.162.48 226. 124,39 l------l -Outras~· a~r... ..................... .............................. -- I---~---==-"· 7.045,98 7.278,59 I1-----~---=0=-il= •" c::.m;.:;•=.n= tn•=-·:.::·-:::.·-- ..::· .... ... ............ ...........................' - - 11- - -+ -----"==cl- - -...:.::=e::=

- - --

H

I- - - - - -I- -'=A:,:CI:::.Ivos=..:::fln_.ancelros detidos para ~_!!goolaçla~:.:::::--·----·=·:""" ..._ Outros activos flnancelros ......................................, ............ ..

t -~

1- - - - - -I. -Acbvos n~o correntes detidos para venda. ............................... 1.32!1.679,17 1.121 .594.06 caixa e depôoitos bancolrios..............::'""C:.:"::.:".:..'-"""-'"'-'""-'":C"::.:"!!":!:"'C:.:"::.:"!..'- -1- - -1--===gi-_;===:::J·

L 1- - - - - -1- - - - - - -

L I---------I-------------------T~o~t~al~d~o~A~c~U~v~o~-----------l---1-·

2.810.298,83

2.833.658.67

7.S10.48S 89

8 .079.7~32

P~lm1

L

L

1\md&çlo Abreu Calltdo • fundada <111 1948 IPSS· Instltulção Prlv'dlla de Salidartm!ade Sootnl • Membro Honorârlo d•·Drdem de Bentmer~uda TmtsSa Abreu caJiado 7480·228 BENAVILA 11"1:1.: 242 430 000 I fllx.: 242 434 2lH Emllll: fundaaw@abreuc:illnrlo.pti Wdlstce: www.abreucallado.pll Nlf: 500 954 089

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l!fri;r-, ~J lú.!! )r

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~~~~REU CALLADu

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BALANÇO INDIVIDUAL

2013

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SeNAVILA

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EXERCICIOS RUBRICAS

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1-

NOTAS

2013

2012

Ano CorTl!>ieto

Ano Completo

CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital pró rio: Capnal realizado......... .... ' .. ... . Acç6es (quolasl_p~ria~. . Oulros lnsllume_n!"! de capital próprio ....

. ..

----

..

•••••••

. .

··-- .. .. ..... ·········· -......... ············-··· -... . .. --

&cedentes de ....aloriza~o.............. Outru voriaÇ!Oes no capital pléprfo... '" oo:·

-~

-

--

(19 281.96)

--

-

......................

192•~.19

2408 532,12

.C

R011ultado llquido do pertodo.........................

~ 93 939.~9

2.• 9J.989A9

.

--

-~ameniOS em~ fin•""'*"-·

2

.....

......... ...........

...

Res~Jbdos transilados. ..

-

. ............c o

0utrH rese:NaS... -·-·······

.

.........._

··············-············ ...

-

Prilmios de emissAa: ~rvaslegaJS ...

1 -·

,,_,, ... ,

- ---

--

~~!II.l!.?·~

--- --

1924~.!~

-

2.408.532,12 (6~.93)

3 CJ.43, 75 6 810 827,59

6 820.500,83 1.245,30 8,82 1.748,12

6.110.827,59

6.821.746,12

500.000 ()()

50Q~

&00.000,00

500.000,00

--

-

lnteresse:s minoritários ........... ....................... ·····················-

-

Total do capital próprio

-

Passivo

--

Passivo n1o ....,..,.,

--

.

Financ:ÃimeniOS -

--

.. ... """ ...- .... .. ....................................

P~ss~ par impostos diferidos ..... ... Outras ~ntas a pagar___

Acclonistalis6dos. Finandamenlos obtdos

Outru- • pagar.. O d e -.........

I

Passivos~

-

...

..

....

[

1-

1-

...........

.

---

.. ...

~

....

-

--

1-

..

33.369.84

29.198.96

33.162,24

32.291, 14

286 887,1!6 _ _164793~1 99113.74 125.393.17 386 361 .éz 47~.42

499658,30

-

-

758.048,20

--

-

Total do passivo

I

118U58,30

1.254.048,20

7.810.485 89

8.079.794:12

----

I_

... .........

......

Pualvos nao ~detidos para venda ..

,-

-

~

deliâos paro 'MigOda~o

--

-

................... ······ .......... ......... .. ... ... -... ····- -.. .. ...........................

Outros passivos financeiros.

-

-~

.. ..... ..... .........................

~~·o outros e~ pliblicos ...

-

__

·--

Adiantamentos de clientes.. ..

·-

_

···............... ..................

Responsabilidades por beneflCICS ~

Fomecedo,.,s............

·-

- - - - -- .

..

.. ·····-········

Paatlvo corrente:

-

-

Total do Capital Próprio e do Passivo flmd&çio Ab,.... C&Uado

.

-f\IJl dada ""' I !J.t

w:.:s • lnsllluttae l'th'B<I.l de Salidnr1odade SodW • Membro Hooorárlo da Ordem de llmcmcrblda ,,.,....., nuo...a <.õlllllllD 1 ,.," ~d co ooo I t'llx.: 242 43 4 284

Ploglna 1 do 1 1

-


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l

FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZAS

[

I

l L l L

EXERCÍCIO 20X3

l'llndA~io

Abreu Call.adD • FUndada em I 948

IPSS · lnsUtul\lÕJ> l'rlva,da de Solidariedade S<ldal • Membro Honorário da Ordem de Bcne:naêncln Tra1·essà Abmt Callado 7~80-228 BENAVll.A I Tel.: 242 430 000 Jl'wc.: 242 434 284 l::=ll: fundllmo@abrtucallado.pt I WclJslteJ www.abrw.l:allado.pt 1tiiF: 500 954 OS9


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ABRRTTr.ATI~ ""' -~ ~ '-'~

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-

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-

NOTAS

···-

Vonctaa O IOIVIÇDI proatados•..-·-··Subsldloa t exploraçQo......................._____

.. ... ·-·-··-·..····-···

...

l~nhoslpon!aa irnl>utados de aubsidiárias. assaa.ctaa e empreendimentos tonf\111101

..

Trobah>l Plr11 a pnlpr1a onlillide Cuslu das rnen:adonaa veroldu e das matérias CIOnSIOnldll FOII.edilel l&os e seMç:os extemos.• .. GuiDI com o pessoal. lmparidl<le de lnven14rlcs (pen:la$/revorsCJe$)..•.

.. ...

-

...

..

1-... --..____ -----·-- -

_

-

--=-

........................

Goatolln!Vei'ICJe$ de ~çlo e de amol1iz3çQo.. de lnvesli:neniOSdeprodavelslamortíúveis (~)...........

!~

····-····

.....

...

..

--

=

Rnult.ado antes de impostos

Imposto 10bn1 o '!ndimento do per1odo... ....

(210 820,09) (577 723,95) (823.942,78)

60 .02~ .~

operacloral (ontes de -tos de nnandamenw etmpc>~~tos)

..

(182 69Cl.a.) J 592 791,121 (75:1 270,98)

--

-.... ····---····-··-

.....

'!!'P-!-

--

~8

61.686,15 783,81) _ _ tiF-146,55)

2•2.•71.75

238.600,85

12•2.901 ,7 8)

(259.968,53)

(C30 03

(21.367,68]

37 .• 96.27

(lO 022.~

55.073.61 (32..S0,63)

3.0.3 75

1.205.30

3.0.3,75

1.245,30

...... ., _ , ...., _ , .................................................... Resullado liquido do per1odo

I Resuhdo das acllvlllades desalnlinuadas (liquido do lmposiDS) induodo no RL Exetddo

---

l

,'= -

[--

[ \

Ano Camplelu

_ _390.• 60,57 1.21, .893,90 ___E?.556,06 6.637,S.

-· ..

- --Ros~ftados antee do depreclaç&ea, ~Ja~tos do n;;;,;clamonto e Impostos

--

1--

2012

1 053.379,30 350.106.00 • 8J6,.8

~ 1 .662,05

~andado de dlvidaa a n~ceber (perdasln!VOI'ICJe$), ····PmvisO<I!_ (oumenlo$/red~e!)· ······ ······--·--···"···--·--·"· ............. ........................................ lmparldode delnvesbmenlos nao depredivels/ame<llz4vela (IX!rda$/reversOes)......... ···A~ntollreduçOe_s ~justo valor................................. ..........., . . . . .. ! '.........................., • • • Outros rendlmento_s_e ~anhos......... ............................... ...... OUiros gallos e perdas................................. .... . , ..... "

Juros e rendimentos limiares Clbtk1os .. Juros e go$1os tlmllares suportados••

---

2013

RENDIMENTOS E G ASTOS

R!;S~

---

1

~Camolelu

-

--

I

EXERCICIOS

....

--

--'

1.111oMatUe u~ tm EURO

RUBRICAS

Varioçlo -lnvenarios da~

J

~

2013

-----

---

~ '"' T n/.

I

--

-

.... --~ ~ ou "" !'CuI!NAVIL..l

DEMONSTRAÇAO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS

1..

---

~

' tilc -EUN[\.df"'.d() , ..

{&

I;.r:: c..,<~ ~VP~· ,.1).

Rnullado liquido do periodo •trtl>ulv!! a: • Oetonlores do capflal da emprosa-<nao... ~ .... lnteretses mlnorflârios........................

·---

--

..-. ...........- ...

...

---

..

Resunado por ac~o t>Aslco................................._ ..., ... ,.._, .................- ....

.. .

"

I

.~.;;;;.,--;:;..~ • • Esta lnfonndo ãOO- será '"'" IPSS • IMdtulção Prtvad.l de Solidariedade Soclol • Membro llonanlrto da Ordem dellenemertnel3 Tra\'tSSa Abreu CaiJru!o 7480-223 DENAVli.A J Td.: 242 430 000 I Fia.: Z42 434 284 Emall: fundac:ao._~o pl I Wtbstle: ,.,....abmll:sllado.pt l 111 f: 500 954 089 .

--


I

I

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR VALÊNCIAS E BEFERENCIA AO NUMERO DE UTENTES E PESSOAS AO SERVIÇO DA INSTITUIÇÃO REPARTIDO POR VALÊNCIAS

EXERCÍCIO ZOI3

L

FUndação Abreu Ctllldo • l•undada <m 1948 lPSS -lnsUtulçâo Privado de Solidariedade Social • Membro Honorário da Ordem ~e llenemtrêne!a Tm"tSsa Abreu Callado 7480-2281lEtiAVlLA I Tcl.< 242 430 000 I P.lx.: 242 434 28~ Emall: fundacao@ahmu:nll3do.pl I Web•lle: wmv.ahrtu!ll]lado.pt I N!F: 500 95~ 089


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CLASSE6

GASTOS

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rWWilUO em •••o adeSD~CSOCiai • Ml!mbro HonõfãflodiíOrdõriídeemerlriêfa Tr••=a Abreu CoJJada 7~8().228 BENAVlLA I Thl.: 242 430 000 1 rax.: 242 434 284

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Emwl: fundacno@abreucnllndo.pt I Webs!te: www.ebrew:allado,pll NlF: 500 954 089

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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Coq\fÍ>"nl!l ... 500 9$0 on

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Ct.ASSE7

REfiDff,lENTOS

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J1.rMI*Ia rA Cill'f'A-1 Clll"QQ,K; IICIM.~ .... &111C;aol

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L Fundação Abnu Callado • Amdada em 1948 IPSS ·lnsUtulção l'l11•oda de Solidariedade Soda! • Membro Honorário da Ordem de ll<nemerénCill Tran:ssaAbn:u Callado 748().228 BENAVlt.A 1'11:1.: 242 430 000 J f'ax.: 24243~ 28~ Emall: !undacl10@abreucallado,pt I W<bstte: www.abreurollado.ptJ NIF, 500 954 U89

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FUNDAÇAO ABREU CALLADO

DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

EXERCÍCIO 20:1.3

l

l Funlhçio Abreu C.U.dD • fundada""' 1!48 IPSS - !nstuulçâo l'tll•ada de Solidariedade Soda! • Mcnbro Honorário da Ord<m de Bcocrmrõodll Travessa Abreu Callado 7480-2281Í&NAVILA I Tel.: Z42 430 000 1flu:.: 242 434 284 l:lmall• fuodacno@abreucalllldo.pl I l'kbslll:: www.abreucallado.ptl N!F: 600 954 089


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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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---r if'.:c •A:= C - Contabilidade

1 ~ -~-----=0-=EM " '-'O: NS . . : . = . T . : . . RA : . = . . c Ç AO INDIVIDUAL ot nuxoJ-oe CAIXA [l DEZEMBRO 20f3o__ _ _ __ .•

{Método Olreao)

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1-l_ ~N ·~"II54 ou"'

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IUNAV ULA

r-PERIODOS

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NOTAS

I-==--I--R~~~=b~~~~ ~ d~o~C=~~.n~te=s~---------­

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2013

2012

330607,48 (38UB4.79) (509 1140,39

349.936,91 - (481.682.90)

Aetlvld<ldoa Oporael:" on"'a"'lo,___ _ _ _ __ _ _ _ _ _ _ _

1-

PII!JamoniOa a Fomeced:::-.::::oroa=- - - -- - _f._II!JimoniOI ao P....,.l

_c~ g~

elas-

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!*•• oponçOes

(581.632,56) (693.378.55)

~~. 121.n)

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Paga111on101Rec:A!tlô•e ilo do imposlo IObre o rendmento

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Oulroa ii!ClllbinO!CiloSipagamenlos Fl=s e l e -

-oc:loo~ il)

531.18989 {32 931.83

606.732.15

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(20.280.86)

------

----I"A~c= tl~ vl~d<l~~~=ae~ln~·~~~mo =n~w ~--­ Pag~~respo~~mms~~·~·------------~l-----

I

Adtvoo "••• langl..,;s Acllvoa lntanglllels

lnvooOmeniOs finance --;lro___a_________ ----- ::===~~~-I ----

Outrtl!l acllvos

-- -

1----I--'-R~ oc:eblmentoa provenientes <I! -

ftaoo

. ~ - - -1-------

Langlveis

10.750,00

·~~~~~============~~~======= - - -1I---~-;;~W;•;ng~ lnvestimenloa llâl&llariiOs

1

Oulroa~ ao ktw::&trmalm

Jliros e

~-

----~5.5~1---- 1

----11- - - - - - - - :- · - - -

rendimentOs-...

OMdeudoo F1u>us ele caixa d<ls ildivida<les de investimonlo (2)

(2 094,57)

305 000,00

-

325.000.00

---

~

----

Var1a\)4o ele C.ixa e seus equivalentes {1)+(2) o(3) Eloao úU dlfcrençaa CIO cAmbio Colxn o aeus equivalentes no inicio do perlodo

Caixa e l<!us eQuivalentes no rm do pertodo

i-

ISO 000,00

--

55~073.61

(17HIIS • 5) (34 092 04)

(152.258.95) (32 585.~3)

206085,11

91.1• 7.50

1.121.594.06 1.329 879.17

1.121 .594,00

Fund&çio Abreu Callado • fUndada an 19~8 IPSS · lnsntwçào Privada de Sol!dariod>de Social • Membro HOillrlr!o da Ordem de llcnancrtncla TmasaAilreu C:illado 748().228 BtNAVlLA 1Ttl.: U2 430 000 1Fl!x.: 242 ~34 284 Elll3Jl: funt!~abrrotall3do Jll l Webs!le: ~>-.8h<roca!IJrlo pt I Mr: 500 954 089

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1.212.7~1. 56

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RSULTADOS

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L

EXERCÍCIO 20I3

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Fundaç.io Abreu C&lld o • fUndada mn 1948 IPSS · Instituição Prl\'ada de Solldarledade&ldal • Membro Honon\J:1od~ Ordem de llalc:nu:rtnda Travessa Abreu Cnlli!do 7480.228 BENAVJLA I Ttl.: 242 430 000 I Flu:.: 242 434 284 Emall: [undaC!W@abrruc:lllndo.pt f Webslle: www.abreucallado.pt I NIY: 500 954. 089


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dm rnHd ad~ EXERCICJO DE 2013 ldentlnat~o

INTRODUÇÃO

A empresa FAC · Contabilidade, NlF.S00934089, é uma Natwna Jurldica (IPSS), constitulda em 1948, tendo sede em Travessa Abreu Callado, 7-IBG-228 BENA VILA. exercendo a atividade de Atividade apoio social pa13 ~ idosas, sem alojamento. Enconn'I He reglsl3da na Conservatórb do Registo Comercial de Lisboa, sob a Ma!ricola n.• e com o Capital Social de 2.493.989,49 euros.

] llDõli"' ... 8

.!lo;~ {!~~

Rtfcrt.nrial tnntabiiiJ~!to de prrparn~nn dns clcnmnstrnrOrl finonociras EnqU>Jclramtnto As demonsii'I\Çôes finan~irnl do exerelcio foram preparadas, em todos os seus espetos materiais,

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= conformidade com u disposiçt'!es das ESNL e respetivu NCRF.

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Os \'lllores eonstllnln d3S demonmaçOn fm:mceiras do perlodo findo em 31 de dezembro de 2012 são companhcis em todos O! aspetos significativos com os valores do periodo de 20 13.

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Ado~Qn p~ht rrtnatirn , ez das NCRf As demonsmçOes financeiras foram elaboradas pela primcirn vez no ano de 20 IOde acordo com as Normas Contabillsticas e de Relnto Financeiro (NCRF).

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Fonun efenwias alterações DOS ativos, nomeadamente DO reconhecimento e desreconhecimento de ativos fixO! tangfveis, intangJveis e propriedades de investimento.

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Alguns bens que em I'OC eram considerados imobilizado (animais e bacdos), foram reconhecidos (SNC) em a1ivos biológicos de acordo com a NCRF 17.

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Todos os ativos fixos tangfveis que se encontmvam to!JIImente amortizados faram desreconhecidos.

·!Ui~j .;! ~ ....

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No exerdcio de 2012. atualizâmos o plano de contas de acordo com as regras das ESNL.

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Foram ef~uadas altcraçOes na conta de Resultados Transitados em virtWk de: -Por lapso, no ano anterior, n3o 5e ~lllrlrou o valor de 19.212.20€ da conta 3413 (colturas).logo tivemos que corrigir neste exerclcio

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~!E . ~

-No ano de 2012, os valores dos substdios o receber foram calculados com um valor superior em 9.798,80€. -Erro nos cálculos do pagamento das prestações da viatura e de um equipamento (Kit Solar): TentlÍrulnlm a liquldaçao daS prestaçt'!es no ano de 2012. sen~o &ó

liquidado em 2013 o valor residual, logo correção no valor de 9.S13.84€ - ~imento, nem eurclcio, no wlor de 5A88.60€ referente relativo a apoi.o ao associativismo, de anos anteriores, e que prevfrunos jil não os re«ber por pane da municipa1.

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Apresenta-se em seguida a reconciliação do capital próprio entre o cxerclcio anterior (2012) e o e:<ercfcio atual (2013).

Reconcili:tçàu du capital próprio

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2013 Capitsll'l'óprú>

Jl-12-2012

C.piul IUIIndo

2 A93.919,~9

Ajula

r..itiros

Ajuuo ltCIIh-ot

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l i· 12-201J 2A9l.919,H

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Açoo (quotu) pripriu

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0111tro1 in.s1rum.ent01 de apitai pr4prio

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Prfmios de tmiJdO

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Ou.trat rutM' aJ

1.9R54U9

Rmoltadoltnulados

(19.!11,96)

tuedeD:ta de "'"lhtrhlfi O

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T otal cl1l a pitai pr6prlo

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Rool,.dollqoldo do ptrlodo

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(31.991.~)

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AjuJtamrat:os em arhot nuaf'tirvt

Ou cru ,..ruço.. oo eapllal pnlprlo

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1.924.5 ~ .19

(11.716.91)

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Rucrv11 qab

2.408.531,12

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2.408-'32.12

1.247,30

(3.04 1,7.1)

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1.2~7.30

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lacernsea m·inoritirlnt

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1.147..10

(1!.758,73)

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6.79UI 4. 16

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r- ...---- .. ~Principais pollticas contabilísticas

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Bases tlc mcnsuração usadas na preparação tias DFs a) Ath•os fixos tanglveis: A mensuração inicial dos aúvos fixos tanglvcis baseou-se no método do custo. A mensuração subscquente baseou-se no modelo do custo. As depreciações destes ativos silo calculadas segundo o método das quotas constantes com imputaçfto duodecimal, utilizando-se parn o efeito as lllJulS máximas definidas na Portaria 737/81, de 29 de Agosto para bens adquiridos antes de I de Janeiro de 1989, no Decreto Regu lamentar 2190 de 12 de Janeiro para bens adquiridos entre l de Janeiro de 1989 e 31 de Dezembro de 2009 e no Decreto Regulamentar 25/2009 de 14 de Setembro para bens adquiridos após I de Janeiro de 20 lO, que se consideram representarem satisfatoriamente a vida útil estimada dos bens.

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J.. ... ... :;;11;

O processo de depreciaç.ão inicia-se no começo do exerclcío em que o respectivo bem entrou em funcionamento.

..... 8 li;:..,

No fim da extensão do prazo da vida útil dos bens existentes proceder-se-6 ·a revisão da mesma.

~~~

!4:12a.

Os contratos de locação financeira nos quais a Instituição assume substnncialmente todos os riscos e vnntagens inerentes ã posse do utivo locado são classificados como locações financeiras. Os contratos de iocaçílo financeira são registados, na datn de inicio, como ativo e passivo pelo valor das

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rendas de locnçao vincendas.

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b) Propried ades d e in,·estimenlo: Foi aplicado o modelo de mensuração do custo na mensuraçâo inicial, e, nas mensurações subsequentes o mesmo modelo.

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As depreciaçiles destes ativos são calculadas segundo o método elas quotas consUlOtes com imputnçao duodecimal, utilizando-se paro. o efeito as ta.1as má.1imas definidas IUI Portaria 737/81, de 29 de Agosto para propriedades de in\'estimento adquiridas antes de I de Janeiro de I989, no Decreto Regulamentar 2(90 de 12 de Janeiro para propriedades de investimento adquiridas entre I de Janeiro de 1989 e 3l de Dezembro de 2009 e no Decreto Regulamentar 2512009 de 14 de Setembro para propriedades de investimento adquiridas após I de Janeiro de 2010, que se consideram representarom satisfatoriamente a vida útil estimada dos bens.

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c) Contratos de locação financeira: Os ati\·os adquiridos mediante contratos de locação financeira, bem como as correspondentes responsabilidades. são contabílízados pelo método financeiro. De acordo com este método o custo do ativo é registado como investimento, a correspondente responsabilídade ê conUlbilizada no passivo e os juros registados como gastos do exercfcio. As depreciações silo calculadas de acordo com o descrito na alioea a) acima. As rendas são constltuidas peló gasto financeiro e pela amortização do capital. Os gastos financeiros silo imputados aos respectivos períodos durante o praz.o de locação, segundo uma ta.u de juro periódicn constante sobre o invcstiment.o liquido remanescl'llte do locador.

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d) Inventários: ~Os in,·entirios foram mensumdos pelo método do custo e pelo \'Olor realizável líquido, sendo usado o sistema de custeio FIFO.

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O valor das men:adorias. matérias-primas e matérias-subsidiârias são apresentados pelo valor de aquisição, enquanto o ,·aJor dos produtos aeobodos são apresentados pelo menor volor entre o custo e o \'afor realizável. O custo dos produtos integm custos com matérias-primas. mão-de-obro direta, outros custos e gastos gemis de fabrico. O valor realizá\ e I liquido correspondc uo preço de venda estimado, deduzido dos gastos variã,•eis de venda.

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Mercadorias

MaL rrtmas e Subsidiárias

Inventário Inicial

16.791,81

7.882,89

Compras

69.381,29

91.575,26

Regularizações

0,00

0,00

Inventário FinAl

14.546,12

8.394,29

TOTAL

71.626,98

91.063,86

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Produtos Acabados

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lnvcntàrio F1nal

1.473.264,42

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6.688,00

Inventário Inicial

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1.475. ( 15,94 6.637,34 4


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A prepal'llção das demonstrações financeiras em confonnidade com as NCRF requer o uso de algumas estimativas contabilísticas importantes. Também requer que os gestores exerçam o seu julgamento no processo de aplicação das politicas contabilísticns da Instituiç-ão. As áreas onde as premissas e estimativas são si!!llificativas para as DF, são á.reas funcionais e mecanismos a ela afetos, numa Intenção de consolidar estnuuras que assegurem a perenidade dos "fins fundacionais'' c das "atividades económicas" de suporte institucional, nomeadamente Escola profissional e Centro de Convfvio e Apoio Social, pecuária e vinhos, respctivamcote.

Principais

pressupo~los

ri!lalh os

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futuro

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Flu~os

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i!,gl:B

de caixa

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Comentário sobre os sulllos siguificati\'OS não disponh eis par.1 uso

7Ji!!l

Nl!o existem snldos de caixa e seus equivalentes que oãn estejam disponfveis pam uso. Os valores inscritos na rubrica de caixa e depósitos bnncários incluem:

~ l~l

i.~ ~

~u iD-

~ ~rH s iô]

u.., ~-

Desagregação dos v111ures llc cni-.:a e depúsltos

.. =,_

hunc:írlo~

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'l! Sl.se:: IÍ! -tl~.g

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o~ " -a..~.a 2013

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1.290

1.290

o.p.liiiDt Aordem

57'-18'1

575.18'1

CulTOS clqxl.iilll<! bondrios

7.52_jiJO

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Cl!i.u

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2012

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..J\. Políticas contabilísticns, alterações nas estimativas coutabiUsticas c erros

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Erros materiais de rcrlodos anteriores

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a) Natureza da.t esllmatlvas wntabilúticas e erros: 1-Valor estim3do na previsão dos subsidias, por receber, direcionados à agricultura. superior ao real;

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2-Não se regularizou o valor da conta 3-t l3 -Culturas;

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3-Estimativa de valor superior relativa ao pagamento das rcnda.s da vlatum e do equipamento;

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4-Recebimento de verbas relativas ao apoio ao associativismo. Verbas que nao prevíamos receber da cãmam municipal.

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b) Quantia das eorn:spondcntl-, correções para cada perlodo anterior:

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I - 9.798,80€;

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2- 19.212.20€;

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3 - 9.5l3,84E;

4 - 5.-t88,60€.

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Ativos lixos tnnglveis

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Oivulgnções gerais

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A mensuraçAo inicial dos ativos fixos tangíveis baseou-se no método do custo. A mensuração subsequeme baseou-se no modelo do custo.

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As depreciações destes ativos sDo calculadas segundo o método das quotas con.stantes com imputação duodecimal, utilizando-se para o efeito as tans má.Wnas definidas na l>ortaria 737/81, de 29 de Agosto pa.rn bens adquiridos antes de I de Janeiro de 1989, no Decreto Regulamentar 2190 de 12 de Janeiro para bens adquiridos entre I de Janeiro de 1989 c 31 de Dezembro de 2009 e no Decreto Regulamentar 2512009 de 14 de Setembro para· bens adquiridos após I de Janeiro de 20 I O, que se consideram representarem satisfruoriamente a ~ida útil estimado dos bens.

"li~ ]f:w

O processo de depreciação inicia-se no começo do aercicio em que o respectivo bem entrou em funcionamento.

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No fim da extensão do prazo da vida útil dos bens existentes proceder-se-á à n:visão da mesll14.

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JMirizaçãu das várias classes

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AFT com titula rlt.lat.le restringida c t.ladus como garantia de fJussívus Os quadros seguintes evidenciam ativos tang!veis cuja titularidade está restringida e ativos tang!vcis que foram dados como garantia de passivos, respectivamente.

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No final do perfodo, as depreciações acumuladas de ativos fixos tnngivcis ascenderurn a 1. 100.516,37€.

Locações

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Locações financeiras - locarórios a) Quantia escriturada líquida à dalll do balanço: •

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neste exercício não existem locações financeiras.

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Custos de empréstimos obtidos

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Foi adotada uma polhica conlllbiHstica de não capitalização do custo de empréstimo obtido (conta corrente) que tem por base a herdade da cordeim.

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O valor referente atl custo do empréstimo obtido, no valor de 12.400,00€, capitalizado durante o período foi de 6.987,06€ c os juros correspondentes 407,75€.

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Durante o ano foram acionadas contas correntes de curto prazo (mà.limo-' meses). No final do prazo das mesmas líquidarn·sc: os juros c o valor das respcti\•as contas.Propriedades de investimento (P.Im•.)

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Modelo de mensuração

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Foi aplicado o modelo de mensuraçllo do custo na mensumção inicial, e, nas mensurações subsequentes o mesmo modelo.

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As depreciações destes ativos são calculadas segundo o método das quotas constantes com imputaç.l!o duodecimal, utilizando-se paro o efeito as taxas máximas definidas na Penaria 737/81, de 29 de Agosto para propriedades de ÍD\'Cstimento adquiridas antes de I de Janeiro de 1989, no Decreto Regulamentar 2190 de 12 de Janeiro para propriedades de investimento adquiridas entre I de Janeiro de 1989 e 31 de Dezembro de 2009 e no Decreto Regulamentar 2512009 de 14 de Setembro para propriedades de investimento adquiridas após I de Janeiro de 10 I O, que se consideram representarem satisfmoriamen1e a vida útil estimadA dos bens.

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Como IPSS as propriedades de investimento sllo usadas no curso ordín:lrio dos negócios. Indicam-se de seguida as circunstâncias que justificaram a sun classificação c contabilização como propriedades de investimento: De acordo com n NCRF 11, são os terrenos e/ou ediflcios cuja finalidade ó obter rendas e não para uso na produção.

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O justo vaiar das propriedades de investimento baseou·se numa valorização de avaliadores independentes, com qualificação profissional reconhecida·e relevante, e com experiência recente na localização e na categoria das propriedades de investimento valotizadas.

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Quantias reconhecidas nos resultados

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Cl11Stos operacionais dirotos (lnoluindu rcparaçoes e maoutcnçAo) J7ll"'Clic:n"'•de Jlr<l!lriedndes de ínvc:stimrntô que gcr11m111 rendimc:J'ltos de rendq$ durante o periodo;

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Gust<\'1 opmclonnis dimOs {lntluindo rcporuçél<! e mtUlUlcnçAo) provc:nien"" de pmpriedndes de in•·estimento 'I"" nAo geranun rendl!IUllllos de 1'0Ddns dUI'llnte n periodn

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Alteração twnulntiVzs nu justo valor reconhecido nos muiCOOO. com • \'endn de wna l'f"'lTÍc:dad• de Ül't'estimemo de um r:onj1mt0 t,l~ &tivos em que se usa o modelo do cusio pl!rl1 um conjunto em que se: usa o nuxlelo do jus<o ••.Jnr.

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JRetoncilinçilo entre ns qu;lntias escrituradas da P.lnv.-Modcln custo

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~ Valor es glohais de perdas por imparidade e reversões r ecnnhet'idas lJ

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ruoahddat aot rrsattadot

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ID"l'fnt'rios

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Agricultura Descrição de cada grupo de nth·os biológicos

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3711 - Ati\•os biológicos consumfveis- Animais

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3712 -Ath·os biológicos consumíveis- Plantas

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3 721 -Ativos biológicos de produção- Animais

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3722- Ativos biológicos de produção- Plantas

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Ath·os biológicos prcvinmentc mcnsurudos pelo seu custo

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O valor resliz.ãvelliquido corresponde ao preço de venda estimado, dedu:z:.ido dos gastos variáveis de venda.

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Descrição dos ativos biológicos: bovinos. ovinos e bacelos.

Naturc.>za e extensão dos suusfdlos go' eroumcntais

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reconhecido~

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nas demonstrações linunceirns

Os subsídios recebidos são todos de explornçfto, nao existindo nenhum investimento. Os mesmos sao contabilizados numa conta de rendimentos quando dizem respeito ao próprio ano.

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l nvent:írios

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Políticas conlabilisticas e form:t de custeio usadn

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Os inventários romm mcnsurndos pelo método do custo e pelo valor n:alizAvclliquido. sendo usado o sistema de custeio FIFO.

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O valor das mercadorias, matérias-primas c matérias subsidiárias são apresentados pelo valor de oquisíçfto, enquanto o valor dos produtos acabados são apresentados pelo menor valor entre o custo e o valor realizável. O custo dos produtos integra custos com matérias-primas, mão- de -obra direta. outros ~stos e gastos (!CTOÍli de fabrico. O valor realizável liquido corresponde ao preço de venda eS1imado, deduzido dos gastos variáveis de \ cnda. ~

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Clanlnraçlo

Valor tRritw.ndo

Mcn:8doriu ~·~ subsldiádas. de c:oosomoo

rro.lulos IICibodol • inLamálios

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Sllbprodulos. dcopcnlitios. rtSiduas t ..CU,os

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Prodo4m clnlbolhos c:m tUr30 Ath OI boológítllS

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Quanlin de invcnh\rios r cconhccidu comn um gasto durante o perlodu

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O valor de inventários reconhecido como um gasto durante o período foi de: 162.690,84 €.

QuunHu de ajustamento de htvcnttírios rl!conhcciuu como um gasto do periodo

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O valor de inventários reconhecido como um gasto durante o per iodo foi de: 6.688, 00€

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Ré!lito Políticas conlahilísticas aduladas paru o reconhecimento do rédito

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Pollticas contabilísticas adotadas para o reconhecimento do rédit.o incluindo os métodos adomdos para determinar n fase de acabamento de transações que envolvem a pre$U1Ção de serviços.

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O rédilo comptttnde o justo valor da venda de bens c prestações de serviços. liquido de impostos e descontos e é reconhecido como: - o rédito das ,-endas é reconhecido quando os riscos e vantagens inerentes à posse dos ativos \'endidos são trnnsferidos para o comprador; ~ rédito

das preSlllÇões de sen•iços é reconhecido com referência à fiiSe de acabamento dos serviços prestados.

Quantia de cada catego ria sign iücati\·a de réd ito

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Prestação de serviços: 7.525,88€ oi

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Venda de bens: 354. 136,17€

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Royalties: O,00€

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Juros: 28.658,54€

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Dividendos: 0,00€

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Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes

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Não houve provisões neste exerclclo.

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Subsfdios do Governo e upolos do Governo

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Polllicn contahilisticu adorada para o'> su bs ídio~ d u GO\ crno

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Política contabilfstica adotada para os subsidies do Governo, incluindo os métodos de apresentação adotados nas demonstrações financeiras Os subsidias recebidos são todos de exploração, n!o c::otistindo nenhum quando dizem ~ito ao próprio ano.

inv~timento.

Os mesmos são contabilizados numa conta de rendimentos

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;~~Natureza e cxrcnsiio dos subsídios do Go\emo rccoobecidos

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~ 1.:.f Natureza e extensão dos subsídios do Governo reconhecidos nas demonstrações financeiras e indicaçllo de outras formas de apoio do Governo de que [ . diretamente se beneficiou.

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Os mesmos silo direcionados às seguimes llrcas:

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- Escola Profissional Abreu Callado:SQ.I.I 06,52€;

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-Centro de Convivia e Apoio Social: 30.594,00€;

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-Agricultura: 194.138,81€;

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-Apoios estâgios profissionais (IEFP) e CEI: 23.839,97€. - Câmara: 700,00€ Estes subsídios correspoodem ao valor do exercício de 20 IJ, no entanto algumas destas verbas só serão reeebid.:J.s no exercício de 2014.

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Acontecimentos após n dalu tio balanço

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Autoriznçiin Jl•lrn emissão

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As demonstrações financeiras furam autorizadas para emissão em A/~12014, pelo Conselho de Administraçi!o.

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O Conselho de Administração tem o poder de allemr as demonstrações lin3nceiras após esta data.

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Relatório e Contas FAC 2013  
Relatório e Contas FAC 2013  
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