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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

RELATÓRIO

IDE

ACTIVIDADES

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CONTAS DE

Abril - 2013

FwuhçãoAb t<U C..U.do . fouodod> cn• l !l-48 U'SS lnstltulçio Prlvub de So!ulari..Udc Soda! M<mbro Hanocido Ordan dclkncmmncu Tr2vem Abmt Callado • 7~80-129 BENAVIlA Td.• 241 HO 000 · F~" 242 434 184 Emall: 6Jrulaao@oun:ucillada.pt ""•bsitc: www..Wn:ur.:ill~a. pt · N!F. 500 9H 089

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FUNDAÇÀO ABREU CALLADO

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A. Introdução 1.· O ano de 20U- e por força de sequentes agravamentos conjunturais socío-económlcos a nlvel nacional, que se têm vindo a prolongar (nalguns casos a aeravar)- determinou se Iniciasse um conjunto de adaptações incontornáveis (e a continuar em 2013),

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estratégia Institucional

·e no paradigma das 'actividades de suporte' aos 'fins fundacionais'. E isso obrigou à redefinlção e/ou agregação de funções 5imilares ou complementares, à racionalização de 'custos estruturais' e da 'orgânica' (que tinha sido de alguma forma expandida e especializada em 2010 e 2011 na expectativa do alargamento daquelas actividades de suporte) - e por conseguinte exigiu uma atenção redobrada aos efeitos da diminuição da 'procura' Interna que, ao invés, se esperava crescesse e assim alimentasse e compensasse a aposta feita na 'viraeem para o exterior' de recursos e instrumentos desenhados para aumentar a atractividade da Fundação romo destino lúdico, e privilegiando caracterlsticas como a 'ruralidade', a 'diferença' para outras iniciativas standardizadas, o 'meio ambiente', a 'fruição da natureza' ou a:; 'imagens de marca' ronstruídas em tomo dos recursos naturais da Fundação (vinhos, localização da EPAC, espaços como o "páteo" ou o forum d'Eventos, a l.Dja dos Vinhos, etc). As várias 'valências' da Fundação, quer enquanto IPSS (ensino de javtms corendados e apoio à Terceira Idade), quer enquanto estrutura de suporte económlc:o aos 'fins fundadonaís', estavam já Implantadas e reforçadas com recur:sos em suficiêntia ao longo daquela fase de expedAJtiva de crescimento da 'procura' (alunos para a EPAC, clientes para o enoturismo e o mercado de vinhos, escoamento vantajoso de ovinos e bovinos juvenis aleitantes, uso multifuncional do Forum d' &m~..). devidamente lnfraestruturadas num erande esforço de Investimento que a Fundação levara a cabo entre 2006 e 20W. 2.· Neste contexto, e naquele espaço temporal (2006-2010), a EPAC foi quase totalmente reequipada e renovado o seu edlfTdo-ba.s e, e a este acrescentadas novas salas de aula, laboratórios, sala de alunos, polidesportivo ao ar livre, etc. Foram transformadas duas vivendas geminadas e em estado adiantado de degradação e u:;o Indevido (existentes no perimetra da Escola Profissional) no Forum d' Eventns da Fundação. Alargaram-se os espaços, a capacidade técnica e as 'actlvidades' do Centro de Convivia e Apoio Social (apoios à Terceira Idade). Renovou-se o domlnlo dos «vinhos" (corpo técnico, adega, l.Dja, rede de distribuidores, mercados Interno e externo, ...). Recuperou·se e renovou-se o edifício-sede da Fundação. Criaram-se mecanismos e recursos de apolo ao 'enoturlsmo' e à procura lúdico-ambiental.

f und.afio '"'"'" Calladt> Fund.uU em 1948 II'SS ln.Utui;.W l'r i.-a.U de So!id•ri<J.d< Sot.J.l M<mbn> Honorirlo .U Orurm d. Bmcmrrtmi.t T...,,_. '"'""' C.!Wo "480.!.:8 BLNA\1L\ Td 24!_..10 000- ru-141 H4:184 Em.úl; ~I" ll'<ln.te: "~"~ pt Nlf 500 'IH 08?

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3.- No respeitante aos 'custos' com o fundonammtD (e de entre estes os FSE) e com pessoal, dois domínios essendais à adequação dos 'meios' a um horizonte de sustenttbíl"dade que faça face à referida diminuição da 'procura' (excepto nos apoios sociais, jilt qu.e os beneficios dos Utentes do Centro de Convivia e Apolo Social, bem assim os 'complementos de ll!forma' e o 'apoio medicamentoso', não registaram quebras de efícácla), - pois aquelas duas rubricas orçamentais começaram já em 20U a ser alvo de contracção e de controlo mais estreitos. E em 2!113 ainda vai ser mais 'atento' esse controlo, sem perda do horizonte de cumprimento de 'objectlvos' e 'fins fundacionais' : - no domlnio do 'pessoal', pelo recurso a efectlvos humanos de programa.s do IEFP (CEJ, CEI+, estágios, etc), pela prioridade à multifuncionalidade, articulação e partilha de recursos a nlvel interdepartamental, tarefas em part-tim~ quanto tal seja suficiente para o seu desempenho, contratos de pessoal limitados no tempo e confonnados às actlvidades nucleares e expectavelmente duradouras, o desempenho destas cada vez mais pela recorrência a 'prestação de se!Viços' (eliminando assim aleuns custos fims), ou ainda pelo alarg.amento de renovações contratuais que a nova Lei do Trabalho penníte ; - nos aspectos do 'funcionamento colll!nte', releva-se a racionalização dos FSE, a procura de 'mercadorias' e 'matérias primas' a preços cada vez mais competitivos, bem assim a redução de custos administrativos e a concentração de 'funções' similares. 4.- No ano de 20U, e no que à EPAC diz repeiiD, ~ a assinalar (par.a além do corte continuado que o POPH fez no subsidio ao AloJamento, que começou no ano anterior e ao arrepio do lecislado sobfe a matéri<~l aiKUns aspectos quantltatl\105 nos 'proveitos' : - a reduç:lo de novas Turmas de Nívd IV, das trfs habituais par.a dUõiS (num quadm algo mnfuso e com escolha de Cursos imposta às escolas e arrastada por parte da OREAlentejo quanto ao calendário da •candidatura pedagógica•, sõ condulda a poucos dias do lnldo das aulas, em Setembr-o, o que fez derrapar também a aprovaçio da "candidatura financeira" para finais de Dezembro} ; - e a ll!duçllo dos valores de remuneração da dooenda em reclme de 'prestação de serviços'. Dai que se tenha regístado uma redução dos 'subsídios' para fundonarnento da EPAC em cerca de 96.000 €uros, com a consequente adequaç:lo dos gasiDs (que houve que fazeT) de funcionamento.. A gest!io daqueles 'subsidias' teve que ser por isso mais pardmoniosa na repartição e nas prioridades, de fonna a salvaguardar a exequlbilidade do "programa de formaç:lo" da Escola e a manutenção das estruturas de apolo docente e logistlco. Para contrabalançar o recrutamento feíto em Cabo Verde nos últimos anos, e que cessou pela redução dos apoios àqueles alunos, em Setembro-20U apenas foram insoitos {para o ano lectlvo 20U-2013) Jovens oriundos dos concelhos de Avis e limftrofes, que com outros de diferentes ron<~s do pais, constituíram o 'novo' contingente do ano lectivo ainda em curso, e cujo sucesso de recrutamento (sem dúvida em consequência do prestigio ganho pela Escola e das diftculdades das famDlas dos alunos. na sua grande maioria carendados) compensou a lacuna aberta com o tenno do recrutamento em Cabo Verde. 5.· No capitulo dos 'proveitos' e referida a toda a lnstltuição, a quebra dos 'subsidias' à Escola e aos sectores de suporte económlco foi compensada em boa parte - e com alguma surpresa, por se estar perante um ano em

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Fuad~.\cl Ahm~ C.ll.ulo Fund;od., em 1948 IPSS- lavinriçjo Priy.J.a de Sot..hrled.d< S.ocW Membro Honorui<l da Oal<111 de llmcmcrb>d.l

T,.,_. Abm~ c.Jbdo "~80-J~ft nr,'M>lLA Td • !414.10 noo F= ~4! 04 1'4 Euwl6md•""'{bbm:albda r: - IX'cb"<c www~P" • Nlf- 500 9H 089

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franca queda da 'procura interna'- pelo crescimento das '"venda,s-, que apresentaram resultados superiores a qualquer ano desde 2003 e que em 2010 tinham realstado o seu pico de resultados : o quadro das •vendas" de 2012 apresenta um valor global de quase 14% acima de 2011, que por sua vez tinha descido 2% relativamente a 2010 (descontando a este último ano o •efeito-venda-de-cortiça•, de cen:a de 200.000 (uros, porque não conta normalmente para as 'vendas' senão de 9 em 9 anos). 6.· E a previsão já feita no PA0-2012, sob um contexto de algumas adequações de estratégia do 'negócio' e da confonnação dos meios disponíveis à exigida 'contençio de custos' e de eventuais alterações de estrutura (com vista essencialmente à maior multifuncionalidade e eficácia de gestão de algumas áreas departamentais, como a EPAC, a vitivinicultura ou as actividade.s lúdlc:as complementares à produção de vinhos), veio confinnar· se fundamentalmente na segunda metade do ano, com a notória quebra dos 'subsidias' e o decréscimo da 'procura Interna', condicionada pela situação económiaHocial do pais. E não haver.! multa margem para que 2013 não seja um ano de CDiftinuidode dessa contracção de 'custos operacionais', com a adaptação/racionalinção de estruturas e de alguns dos modelos de funcionamento actualmente vigentes, e a utilização mais racional dos recursos existentes, com vista à sua maximização, utilização repartida e rentabillzação. E se as medidas governamentais de apoio financeiro às •escolas profissionais• estiverem inscrttas nas listqens de redução de custos do Orçamento de Estado - a ser anlm, o futuro não ser.! auspicioso a pr.u.o e tender.! para a diminuição dos tempos de sustentabilidade das EPs. 7.· E os condicionalismos emergentes ao longo de 2012, não deixaram também de limitar um desejável crescimento dos apoios encaminhados através do Centro de Convfvio e Apoio Social, não pela redução da sua qualidade e natureza lúdico-social, mas essencialmente ditado por uma impossibilidade de aumentar o número dos idosos apoiados, neste momento a rondar os 130, mas com quase duas dezena.s a aguardar vaga.

2012 foi já - e por força de •condicionantes externas"- um ano inegavelmente de tramlçilo para um primeiro nfvel de austeridade Institucional, tendo como pano de fundo um cenário de crande redução e escassez de fundos (comunitários e nacionais) que alimentam os subsidias, e de queda da 'procura' - e 2013 vai ser decerto a sua natural 'continuidade', tendo à vista um perfodo de baixas expectativas. Aauardemos I

Fuadofio Abmt (;aliado ~w.t.d. tm 1948 lrSS- lruriwiç>o l'rin<b d< Sollilin..Ld< Sod.l Mcmluv Hoamiria Ih Onl= d< B=ntntb Tn,..... Ah<N úll.u!.> 7~80 218 BENAVILA Trl 1 H! 430 000 """z.i! 434 2M Emul· ~,.d,..,aqmm=H..!.> P<. \rdw.uc ..-.w ..bm=l1.wkfi"-I\'TF- $00 9S4 0!19

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B. Situação financeira, actividades, recursos e Iniciativas de natureza sodo-económica 1.- Sltuaçlo financeira

Tal como nos anos anteriores- e por via <b in:stabíli<bde soáo-eamórnic:a do pais- a situaç5o flnanCI!Ira da Fundação foi mantida sob vlgll5nda multo controlada no ano

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apreço e sem sobresr.lltos de tewurarla, nem recurso à •conta a

pram• da Fund~~o, e apesar de estar a dec::om!f" um processo de contencioso com a A.T. que todos os juristas e lnstãndas en110lvl<bs consideram ilegais por parte daquda A.T. Entretanto, há a considerar quatro factos que exí&iram uma redobrada atenÇJo reativamente b 'disponibilidades financeiras' para fundonamento : - a exigênda da Autoridade Tributária em i~ adlanta<bmente um valor de IVA correspondente a declarações anuais mal preenchidas (continham itens não elecfveis para reembolso, no valor de 68.516,52 C), a que aaesceu a retenção de 156.012,00 €uros de IVA, como 'penhor' de um processo derivado de lnterpn!'l3ção (1) de um arrendmlento rural, e que já mereceu duas sentenças considerando e-sse 'penhor' como 'aào ilegal' (do Tribunal Admlnlstrati\10 e Fisc:al de Castelo Branco, e do Tribunal Central Administrativo do Sul); - a dedslo do IFAP em encerTõlr de

11e1

em 20U (e sem ~ ao pedido da fundaçSo para que diferisse aquele

encem1mento) um pn:>CZ$SU (dito) de incumptbnento de inas com densidades de plant.açSo mnsideradas lnsufidentes, e que dizem respeito a um ~ 2080, de 1993, pelo que o mesmo lfAP mandou repor 72..310,16 €, apesar da demonstra~o

feita pela Fundação de que a mnstante depr.ldação das 'retanchas' de plnhelros e sobreiros no110s

realiz.adas, eram da autoria de javalis e outras espédesdnqétic:as ir.mubolá...,;s (por pnNirem de terrenos vizinhos); - a dimlnulçlo de subsídios à Escola Profissional, com a redu~o (imposta pela OREA) de um Curso de Nlvel IV (correspondente a cerca de 96.000 (tuos) ; - a aprovaç§o da 'candidarura financeira' da Escola Prollsslonal OCOITI!ü em meados de Oetembro, e só a 28 desse mês o POPH transferiu o habitual ·~tamento· de lS% do ~to clobal de 2012/2013 Uá de si amputado do valor do

Curso de Nlve!IV átado no paTágrafo supr.t}, pelo que foi neassoUio iet:Oiiel a uma 11vrança' para manl:et' a Escola em funáonamento nos primeiros quatro meses do ano ledlvo em anso, e dela dam i endo enc:argos até Abril-2013. ~

Entretanto, e até quase final do ano, as taxas de remu~ do 'depósito a pr-azo' que a Ful'ldação detem no

MillennlumBCP, foram um contributo sl&níficatlvo p;or;~ os 'prvveitos' do o:erddo. Por outro lado, a partidpaçâo das •receitas extraordinárias" resultantes da parr:rrla olivicolo, e que desde 2008 foram 'diferidas' pelos anos subsequentes e

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até 2017, foi adaptada para wmpensar os •cortes- e encõlr&OS clitados pelo POPH, pelo IFAP e pela AT. Mas estes dois últimos serllo lrreoetlveis em 2013. por representarem o encet'1'3mento definiti110 de processos em curso desde 2010/11 mas que já nllo lrllo reflectlr-se nas Contas do ano em auso. Fund.fio Ahrru Callado l'wubw em 19'18 1rss -lrumui;olo Pri=l.td.S<>JiJ.Irlnbd.-S...uJ ~ümbm lloruuiriod.Onkmtk ~ ~Alm:uc.llido '41ID-118BEJIIAVli.A Td 1000000 Fu: 14H.Hl8~ Enu.J, ~r• 'lt'tbdo., www..bm•nD.do p<- NIT- SOO 9~ 08?

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2.- Actlvldades •tunclaclo~

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A estratégia

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2012 prosseguiu o quadro que já havl<o sido adaptado nos dois ;anos mt.eriores e no wntextD de uma

'mudança' de percurso operaàonal (após a aquislçlio d<t

noYOS

meios e rewnm lnhaetrutuntls, deu-se In/do à sua

consolfdaçl!o e à adaptação de mecanismos de sustentabfllzaçb). Mas nesta fase wntlnuou-ie a dar prioridade aos designados •fins fundacionais-, que sJo o escopo ela mlu~ ela Fundação Abreu Callado. A)- Escola Profissional Abreu Cal/a do (missJo : 'ensino de !ovens carendados')

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Nesta 'valência' há a relevar os seguintes aspeciDS :

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a)- o já referido atraso na definiç3o dos Qnws para 201.2-2013 (responsabilidade da OREAientejo), que só se

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consequente adiamento (para os derr.ldeiros dias do ano I) do reembolso do valor dos 'subsldios' relativos aos

completou a pouCDS dias do inicio das <lulas, a

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da 'andidatura finilna:lril' apenas em ~emb<o e o

15% de adiantamento anual;

b)· o corte de uma das novas Turmas propostas para o NlveiiV (20U-2013), das h<lbltuais 3 que a EPAC tem aberto

anualmente desde 2004/2D05, a que se JOOmou a lmposlçlio cla DREA/entelo na escolha dos Cursos (que só ocorreu em Junho, quando a Escola já Unha predefinido ;as su;as prefef"êndas para o novo ano, com b;ase na experiência e na 'prorura' dos Cursos, o que anulou um trabalho que levara um bom par de meses a consolidar);

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c)· o alargamento do número de alunos porTurm;a rdatlvamente ;a outros anos anteiores, tanto no NlveiiV como no

Nlvelll; d)· a manutençlo do mesmo Curso de Nível li, sempre com 'prowra' até ao limite das insalçlles, perante o seu êxito e "objectlvo pedagógiw de rea~~o de illunos com Insucesso escolar reincidente.

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Os três primeiros 'pontos', todos eles

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parte de uma estrat.ét:ia governamental para reduzJr

'a~stos',

- e nalguns

casos têm-se atrasado pagamentos ou mesmo suspendido reembolsos CXlntemplados pel;a le&islaç3o (como foi o caso do Alojamento).

Em 2012/2013, for.un iUI1:rJrizadas novas Tunn;as IJ"Ira : - . AnlrMçlo Sodoalftural

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Gestlo de Equipamentos lnformátials

ambos de Nfve/IV (e a11ora rom novo plafond de alunos, entre 24 e 30) - . Assistente FamOlar e de Apoio A Comunidade de Nlvelll (agora com um p/aftmd entre 15 e 25 alunos).

Fun~&o Alu.. C.llado

f<m.W. nn 1948

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IPSS - lrunnri;>o l'ri....h de 5o~~ Soc:i.1l Membro Honoruw d.t Ordem ck Bm<mcrtnc.b

lr.,_ Ab."N C.U.Jo 741!0 22ft BDMVIL\ Td.c 2G -1.10 noo fu: 242 4~ 21-1 Em.W: Jj,.d,'""ª"h.....albdo I" IX"c:bucc .....,...bm.oJbdo pt - NIF- 500 ~ 08?

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e}- em tennos de 'quadro docente', <1 Escol.l

~ndiu

de dois Oin:cttons de TullN (cootnl.os a tempo inteiro),

substituiu alcuns formadon:s do Curso de Nivd 11 (melto01ando a c:apacidade técnlc:a do Curso) e reduziu os docentes em regime de 'presta~o de senriçus' conforme às novas Turm<IS apro113das e às 'de CXlfltlnuldade'.

f)· Relativamente ao GAEP (Gabinete de Apolo Escolar e ProfiSSional), foi destaada

um<~

professora em tempo

parcial (horário não lecti....,) para apolltf' a w:rtente téa>lca do Gab;nete, e r;t:nK um maior amjunto de tarefas não adminlstratlva.s, tendo sido entretanto ai~do um jom<~l trimestr.II(A TORRE) para veiaJiar notldas $Obre os Cursos e as suas actlvidades.

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g)· Uma das ~las de aula foi ~pada axn 'espelho' de parede <1 toda <1 lõlrlura, para fadlltar e melhorar o

desempenho das aulas de 'expressões'.

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Sala dos Alunos foi transferld<l no final do ano para o espaço d<1 Biblioteca, e este foi ligado com o Bar (pela

eliminação de uma parede comum), pennitlndo assim uma maior atenção e

vi&~1ânda

especialmente no período da

noite. Ao mesmo tempo, a ex·Sal<J de Alunos p;lSSOII <1 fundon;~t mmo Biblioteca e mmo sal~ de aulas sempre. que haja exlgênda de uso mais intensivo de computadores.

B}- Centro

de Convfvio e Apoio Soáol (missão : apoio ct 3•1dtuk}

Esta 'valência' prosseguiu em 20U o modelo openclonal <ldoptado em 2011., e no termo do alargamento Infraestrutura! que nela foi feito.

-+

o nú mero-IIm ite de Utentes -130- rnanteve-se, fxe às actu<1lis inst<~lações e meios disponlveis ;

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foi conduldo o processo de "licencbmento• como Centro de Dia, e foi conduldo e aprovado o Projecto de Protecçlo Contra Incêndios

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Medidas de Autoproteoylo, faltando apenas a 'forma~o' da equipa de apoio

prevista no Projecto e a realizaçio do 'slmulaao' par.a testar os recursos e meios pl<~niflCJdos. ~

Actlvldades Temáticas e Comemorativas - Mantiveram-se todas as "actlvid<ldes penn;anenti:S" (~) e constantes do Rdot.ório de 201.1 (e que podem ser oonheddas alr.nlés do site da ~ (www abreucallado ptl, ~ eiiiS : • Expres~o Plástica Muscular

•Hidrogi~Ystica

a Apoio Psimlcigjco

IIAIJ-abetl~o

a Enfennil&efn

• lnfonnàtica a E.lq:lresslo Corporal • Relaxamento

a Remlh<l de Saberes aJom;al "Ecm do Centro"

a landles

Convivia a Comemoração Mensal de Aniversirios . - Foram realizadas 'vi.s itas' a : estádios de futebol, <1 redntos de 'bowUng', praias flull\llls e de mar, piscinas da

l ....

zona envolvente à vila-sede da runda~o. - A cnmemora~o de "dias festivos" oaJpou Omil parte slgnificalfva da actlvidade dos Utentes do Centro : l'unlbflo Abm1 c.tlaclo Furul.od.a <m 19<18 SnliJuioob.lc Saci..! M<mbro Hunoririo <h Ordem 11< lkn=...m.b -r;.,_, }.bms c..!Wlo 748{)-218 8l.'IAVIJ.A 1CI.o Hl 00 0110 Fu: ZH 434 Z&<l ~ ~brcuol!.>do w.n..tc: .........bn:ualbdo.pt- NIF: ~ 9s.4 08?

trss · lrumw,;o Pri\...U &

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Dia de Reis, Cat'NV<ll, Dia Internacional da Mulher, Pibala. Dia ltllernacioNI da Dança, Dia da Espiga, Dia Mundial

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do Ambiente, Natal. -

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Festrs dos S..ntm Popubn:s, Dia dos A.-õs, Dia Mundi.;ol do úr.>çilo, Oi01 do ldcno, S. Martinho e

Foram organizadas "sessões de lnformoçiJo" sobre temas como 'as perb.Jrbaç6es do sono', 'Visllo na 31 Idade', 'allmentaçllo soud6...,1', 'cardiovasa.daridade' e outros õ>ssuntm de Interesse poro

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Idosos, bem assim como

workshops sobre 'a descoberta do teatro' e outros temas acesslvei$ à faiJGJ etária d~ Utentes.

O Centro o rganizou ainda vários 'eucoubos', 'jogos' e lnicYtivas WdiaHeaeativas, como : ateiier de flores de cetim, Jogos de tiro ao "'""'· tratamento de plantas de j;>rdim, baile da pinha, petiscos rncionals 1~1. p;mid p;oção ,.... 'feiras

francas' da rql~o, as mesas caseiras do tempo dos ~. exposição de enmvais de noiva de outrcn tempos, mercadinho de artefactos realizados pelos Utentes, peças de teatro, e outros eventos adequados à ocupaçJo lúdica de tempos livres.

Para alguns destes a~. o Centro de Convlvio e Apolo Social convidou a Casa de Repouso, a Ludoteca e a Escola de lV Ciclo {de Benavlla}, e noutros momentos alargou esses CDnvit.es a outras Instituições de solidariedade s.odal do concelho.

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FundafloAb•ru Collado Furul.uh<ml948 IPSS lruw,..ç~o l'rmd. ~. SuiJJ.ucW.l• S.Kiol Mnnhm HntNlrt.-io d.t Otdtm ~ llcn<mutncb Tr....u Abra. c.IWo ••ao.zzt RI:.'IAVllA TcL 2414.10 000 F= H! 04 ZSI Em.,); fimd>n"'"ob...an...Jol" ll'cbo,tr. Mow•lmuall..!<>rr f','lf- S(ll) 9~ 089

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3.- Actividades económicas de suporte 3.1- Vltlvlnlcultur.~ - Relativamente à equipa téaliCõl, desde a primeira hon coordenada peta Engt Frederico Falc:io, a partir de Abrll-

2012 a Fundação deixou de amtar com a sua mlaboraçiq. apôs I!Stetersldo nomeado Presidente do I.V.V.

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Até Julho foi conduzido um processo de sel~o do novo enóloco, que passou a ser o Engt Jo3o Silva e Sousa, também da equipa enológiCõl da SAVEN. - AlaF'JIOU-se o quadro de 'exportação', com a atribuiçllo de quotas a uma tt!fceita empn=g (;r WH><!'4Passion), que

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passa a deter os mercados da CoreSa do Sul, Ja~. lltblhiol e

Sing;~pura.

- Foi reofllanizado o quadro de 'distribuidores',~ à realidade do mercado.

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- A tilndimo pnnsquiu o modelo de forml>Çllo da ~ de b:neWJ : um ntlmero ,.,.Wddo de vindimadora

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- A 'monda', lnidada ainda no final do ano. adaptou um outro modelo : subcontra~o totAII de serviços, com a

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experimentados (1/3 do total), e o restante pessoalreautado entre •desempretados" da vila-sede da Fundação.

escolha e o CXliTtrolo das pessoas a c:õiiJ:O da empresa subcontr.Kia e com pagamento em du.:rs fases (meio da tarefa e no final desta uma vez verificado o bom desempenho da mesma). - Repetiu-se no Botei Convento do Espinheiro a •prova vertical de vinhos"' da FAC (~ora num desenho diferente prova partidpada para dienll:s do Hotel e mn\lldadas da restauração} e fez-se uma primeira ei<J)<!riênda de

'prova aberta' na Rede de Pousadas (em lwra, nôl Pousada dos loios). -

Partldpa~o em •concursos" de vi"'-, nadonais e~ tendo-se obtido mais 9

prémios :

... Ouro: 4 (3 no Otina Wm..AIMJtds ZOUe 1 no CDnt:unodrtCDttfruriados EndjilosdoAJmt~201.2);

... Prato : 4 (Cancours Mandía/ de Brun//e, realll<ldo este ano em Guima~, OJíno Wíne Awards 2D:U e VIII Concurso Anual de Viiios Arribe 2012 - este cnm 2 medalhas);

... M lrlto : l (Concurso NodonaJ de Vinhos Engarrofadas).

3. 2 - Pecu'r!a - Mantiveram-se os etectivos bovinos e avlnos de anos anteriores, e as preços médios de ôlmbos ~a variaram muita

em relaçllo ao ano anterior (ex~Epto os avlnos juvenis, que tendendalmente sabem nas épocas de Natal e Páscna). - A partir de Outubro-IDU e prol~ por todo o ano de 20U ;até quase ao Outono, rqimlu-se um ano de

'seca elrtrema', que obrigou i1 mmpra BpOite odôll de ôllimen~ à mão (palhas e filt'fnrnts de reforço alômentar), e que muito se refledlu nos QIStos de produ~o - especialmente dos efedivos bovinos.

- Tal como de alguns anos a esta parte, a Funda~ tomou de aluguer as pastacens do Monte do Chafarlt, que reforçaram a quebra de produção fonagelra dos terrenos d.l FAC.

Fuodoçia Abr<u c.JWID .

r..,nJ.uU em 1948

IPSS - lruut~ l'tlnd• de SoUJ.unl.Jc Su.J.I Manbro HonorlJiu d.l Onkm dt llrn<mcrtnd.a T.·.msnAhm~ C'..n...L. -480-228 BE.~;Wll.A Td.. lC 4JO 000 . f-u: !41 04 114 Ema.~: r~b..-.:albJo"" ..,.....,... ., --~ r• - NIF- ;oo 9H 1189

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

3.3- Enoturlsmo O ano de 2012, atingido jà em pleno pela criJe JOClo.«:ondmica instalada,

pot" força

dM pedido< de ajuda frnana.ir.>

Internacional, reflectlu-ie na 'proama' Interna pat'111 este sector e parece let" marado a necessidade umente de um 'ponto de viragem' neste domínio, sendo acora oecess;\rlo adoptar-se uma •estratégia proadJva• e muito agressiva de procura de men:ados intl!ress;adt>< neste tipo de ad.ividades lú<fteaS

11~ DO

vinho, o oprovcffilndo os

Investimentos feitos (forum, arranjo dos espaços do "P'teo•, suportes de divulgação, etc). O slle já foi readaptado nalguns aspectos desta adlvldade, e vai te- de se- alvo em 2013 de um resliling claramente exigido aos mntomos e exigência da 'nova proaJra'.

Prevê-se entretanto que o Técnico de Turismo que até agora esteve euc:au epdo desta área, deixe em meados de

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2013 as suas funçiles.

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L L Fundotio Ab,.... Collado ~und.od.. <m 1948 IPSS · I~ l'rind.a d< Snl..Wiab•k S..bf Mcrubru lloN>Cmo w Ordem d< B<n<mel"lno.ll

T=tmAbmoc.Jl.tJo

-4801~8

BlNAVILA Td 24! 00000 ·F= Z4~434

~84

EnuJl: f~b=ll.adn ]'1 .\r<hW.c ..-..w..bm~r~Dm pt • "1F: 500 9~ 089

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

C. A cooperação e integração local e regional No que aos 'parceiros de woperoçiicl diz respeito, a Fundação manteve o 'modelo' de anos anteriores, privilegiando : • a Câmara Munldpal de Avis,

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- a Comissão Munldpal de fducação (onde a Fundação tem 3 representantes), - o C.LA.S., onde a Fundação entrou em 1012; -a Assodação de País e Encarregados de Educação do concelho de Avis ; -a Associação dos Amigos do Concelho de Avis; -o Centro de Emprego e Formação Profissional de Ponte de Sor ; -o Centro Distrital de Segurança Sodat de Portalegre; - o Turismo do Alentejo; - a Comissão Vltlvinlcola da Região Alentejo ,

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- entidades hoteleiras locais e regionais.

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L FW>doçAo Abreu CalWio • F11ndad. an 1?48 II'SS lruútuiçõo Prlr.ul.t de SofiJ.md.dc Soci•l- Mcmhm llonur.ltlu d.i Ot<lcm Jc lkncmr~nd.l Abreu Callulo • 74.80-:US BBNAVII.A · Tcl" 242 43Q 000 . r-.,.: 242 434 284 Emoil: furul:.oo<!>.b,.uGill•do.pr • Wchmr. www.w=alt.du pt NIP: 500 9H 089

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

0.- Análise ao desempenho económico-financeiro 1.- Resultados slobals No final do ano de 2012,, registaram~ os squintes 'resultados de exploração' (em Curos) : a)·

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1. 245,30 € do exercido global ('resultôldo' que, pese ernbor.l a quebra exprenlva de 'subsidias', esta foi oompensada com a redução de 'rustos operadonaiJ' e a subida dos 'rendimentos') ;

b)- (-34.647,56) (de resultado da Fundação (tocbs as 'adl~. exduindo as da Escolil Profis.sJonill), por força da llqulda~o do IVA relativo às dec:braç6es mmcicbs de õii105 iltlteriofoes, e que Sillu das rec:eius genis e das 'vendas' do ano, sem o que o resulbodo seria muito diferente e com valor posithlo a rondar os 35.000€ ;

[

b)- (-28.474,24)€ de resultJdo do Centro de Convívio e Apoio Social, o qual - e sem quebra de eficááa ou qualquer reduçlio de 'actividades' - ,diminuiu custos em czn::a de 17,5%;

[

c)- 35.892,86 € de resultôldo da Escolil Profissional, na medida em que a quebra de 'subsidio' oorrespondente a uma

[

Turma de NfvciiV (oortada em 'candidatura'), foi compensada com a redução muito significativa dos 'custos de fundonamento', nomeadamente os que respeitam a 'docentes' e a 'alunos' que seriam afectos à Turma de Nfvel IV que foi oortada. 2.- Analise da Demonstração de Resultados

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Genericamente, e nu mil avaliilção global ..., resultado do exenido, refleàido na DenonsrroçiJo de Resu/IDdos, o ano de 2012 afigura~ como o pre;irnbulo de um petludo de nentuaJ escasset de apoios iiO desenvolvimento e sustentabilidade da Funda.ç ão, tanto no que à Escola PrufisslonaJ se refet"e, como aos domlnios vinícola e agroperuárlo e ao Apoio à 39ldiJde. A anâlise 5e1:Jnentada da OemOibb ação de Resultôldos sugere essa oondusão.

[

2.1- Numa avaliação à rubrica dos 'pstoS e perdu (custos)', emergem alguns asprctos mais relevantes, Unto em

l

-Globalmente, há a registar uma desdda desta rubrica em 3,81% (menos 81.640 €uros do que em 2011}, havendo :

valor absoluto oomo relativamente a 2011:

... do lado da EPAC uma diminuição em valor de 103.651 ( rebtivamente ao ano anterlcw (quebra na despesa com docentes, redução de rustos de fundonamento pela õiiTiputôlção de uma turma de NfveiiV e a remrrênda muito acl!ntuada a pessoal dos Programas do IEFP entre Janeiro e oeuceuamento do ano lectlvo 2011-2012) ; ... e do lado da FAC (expurgada da vertl!nte-a>ACl uma subid3 de 'rustos' de 22.011 (, val!lf" que integra as aquisições ertraordinâriils de produtos enolcScicos, alím~ fui 1aogeít a e suplementos pea~ários, face â seca

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ertrema que grassou desde o inicio do ano até Outubro.

- As 'ml!n:adorfas' e 'matérias' cnnswnidas, apresentam um ligeiro cfeaésdmo de L787 (,havendo do lado da FAC (mais uma vez expurgada da vertente-EPAC) um mntribu1u de ilgmlõlfllento de 13.363 ( com a ilQUisição extraordinária de 'men::adorlas' (agro-pecuária/~lhas/fofragens e vertelte vitlvinloola), e na EPAC regis~ um decrésdmo nesta sub-rubrica devido à reduç!lo do rusto dai 'men:adorfas' destinada~ ao 'refeitório' (preços mais negodados e menos alunos utilizadorM a ~rtlr de Setembro).

Fu11~ Ab~u C.:.llado

Funolada C'1111?48

IPSS - l•mnriçm !'rin.L d< So!iJvi<dod< Sod.1l Manhm lloruJrma .U Oulan d< llc=m<r+nd•

Tmma Ahma c.JI.wl.> -480 ZZS OE.NAVJI.A Td . 242 HO 000 • F.a: 242 04 284 Enuil: limdY?"<robm=lbdo I" - ~"d.ucc www ohmaclhdo I" 1-:IF• WO 9S4 08?

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

- Nos FSE - 5eml'fl! o cr.ande desafio m redu~ dos 'custos'- hoi a ~uma descida clobal a rondar os 30Jl00 {, o que corresponde a Cl!fCa de 5%, dos quais a FAC (expurpda da ~AC) "iiSSUme• uma desdda de 31.370 ((abrangendo 'trabalhos espedaliz.ados', 'houociirios', ·~e reparaçJo', 'electrlddade', 'cnmbustlveis', 'deslocaçlles /estadas/transportes', 'comunfaçJo', m;as subindo em rubrias como 1fmpeza/higfene/conforto' ou 'seguros' (destes um e outro reprt!Sefltando preoa~paçJo com ;a segurança, o bem-estar e o ambitmte de trabalho do pessoal). A EPAC é n:sponsável por uma subida de 1.474 €, menos do que o seu uesclmenlxl na rubrica 'material de esaitório'. - Nos "pstos com pessoa.- registrse uma quebra de 4,92%, com a EPAC ;a descer 7,73" (menos docentes em 1/3 do ano) e a FAC (sem os CJStos da EPAC) a descer m casa de 1% (rnanutençJo do modelo de 'rea~rsos humanos', repartidos entre pessoal mais antíso no quadro hoi mais ou menos anos e rontratos a termo, e reautamentos nos Programas do IEFP). Esta rubria tenderá a establ1izar em 2013, se se ma~ o número de Tunnoas novas na EPAC e as aáividades Usadas li vitlviniwltura não exigirem recursos complementares. 5e a EPAC retDmar as 3 Turmas de Nfvel IV, voltamo a subir os wstos com 'pesso;al', mas sublrii lg~~<~lmtmte a contrapartida em 'subsidias' do lado dos • proveitos". - Na rubrica de "Impostos e taxas" regista-se uma subida reportada ao pagamento de IVA correspondente às alteraçlles de dedaraçi'íes dos anos entre 2007 e 2010, mas tr'ata-se de uma situaçJo de eJtrepção lrrepetlvel, até porque na data dessas mi'T"I!C;i)es (lnfdo de 2012) se passou para um modelo de •declaração mensal', com reembolsos periódicos. No domfnio dos "juros, dividendos e outros rendimeniDS", a rubrica 69 (juros pagos) releva o wsto das 'contas correntes caudonadas', e que absorveram 32.460,63 (. Mas a rubrica 79 (juros reczbldos) ~ista 55.063,71 ( logo, o saldo entre ambas é fawrivel aos dividendos dos depósitos. 2.1· No respeitante aos Rendimentos, hã a assinai• o seculnte :

l

- As •vendas" subiram 13,88%n!btivamtmtea 2011, e em valor mo representa nals~l(Uros, apenas reportado aos 'vinhos' e à 'pea.Járla', fundamentalmente aos primeiros.

[

- A rubrica da 'variação da produç:lo' desoe 91%, o que significa multo simplesmente que as 'existêndas' de vinhos

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- Os •su bsldios• sofreram uma redução substancial (lO.S"I· mm a EPAC a ter o maior quinhão dessa desdda, face à reduçJo de uma Turma de Nfvel IV (quase 96.000 Q, e a FAC pela amputa~ (feita pelo IFAP, mesmo que o controlo de áreas límpas não se tenha feito In loco mmo a Fun~ pediu, mas por satélite -·I de alaumas manchas de

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e~tlbem

uma slgnlflcallva redução, porque ... se venderam muito mais que em 2011.

terreno consideradas 'sujas' e por isso dass:lliadas mmo N<l passíveis de apoio. Nos 'outros rendimenlxls e gonhos', avulta a contribui~ dos rendimentos diferidos (a~ 2017) da v.mda de capital da 'sociedade olivicnla', DJjo calendo\rio oCA decidiu adaptar a cada ano desse periodo.

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Proposta O Conselho de Administração, ao aprovar este Relatório de Adlvidades e Contas 2012, submete-o ao Conselho Ascal, com a propos'l a de que o •resultado de exercido" seja levado a ' resultados transitados'. Benovlla, 15 de Abril de 2012


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FUNDAÇÃO ABREU CAllADO

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*Documentos a apresentar na prestação de contas pelas IPSS

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-Balanço; - Demonstração de Resultados por Naturezas; - Demonstração de Resultados por valências; -Resultado por valências; - Referência ao número médio de utentes e de pessoas ao serviço da Instituição, repartido por valências no exercicio; - Demons tração de Fluxos de Caixa; - Demonstração Alterações no Capital Próprio no Pedodo; - Anexo ao Balanço e ã Demonstração de Resultados; -Balancete do Razão Antes e Após o Fecho; -Balancete Analltico do mês de Dezembro; - Balancetes AnaUticos Antes e Após o Encerramento do Exercício; - Acta de Aprovação das Contas do Conselho de Administração; - Acta do Parecer e Aprovação do Conselho Fiscal.

Ano2012 Fund.fãu Abreu c..ILulo • ~und.duon 1948 ll'SS - ln"iJ~~5t• Prl•a.U rl• Soli.U~e<UdeSoc:bl· Membro Hnnnrirln d• Otdcm de ll<nemerfncb Tnv""' Abreu Call•d• 7480-128 BENAYLLA ·rd.o 242 4.\() 000 lisx: Z4l H-1284

EmoiL fimdae>o;;;>abr..,..ll.do.pr • Wt~<ne: www.ahrc=lladu pr • NTF: 50() ,54 ()89


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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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BALANÇO

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EXERCÍCIO 201.2

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Fundafoin Ab...u Callado • l'und;ub em I'J48 ll'SS lnunulçA<> Prl,><i.l <I< S..~ldatkd•d•S..•·I>l • Mcmhro Honorirlu da Ord<m d< B<"11wwtncb Trmw Abrru C:Ul.odu 741lO.l28 BENAVU../1 ld. 241430 000 · fu: .l-12 434284 Emo,l: r..rnt.c.o@•bmotlllLido p1 • Wtbolre: www.•h=llo<lo pt • NIF· 500 954 089


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FAC - Oontabflldade

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BALANÇO INDIVIDUAL I IM.O. , /"U

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ABRE~ifffltDO

RUBRICAS

NOTAS

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OIIcr-.......... _ ............... ___ - Actlvoe fNncei"DI cfl!liâs J8'W I u hí' . OLCrc:w ~ r..a:zi:..._

~ niD c:u1aas cietil:b5 pn 'tlfl'1là. - - - · - · - - - -

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Total do Aclivo ,llgjno I de 2

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fuodaçio Ahl<'u C.Uido Fur><!u~J em 1948 II'SS lmntulpo rth...U d.- SoiHhn«hdt 5o.W Manhru Uonuririu da Onlnn ok ll<n<mcmul.t Trm•uAI>= OalbJo '481~22liBENAVIl.A Td 242430000 F= !4HJ4 2M Em.ul:~do I" ~'cb..te www .J,.....,II.do r• Nlr. )00 91~ 08?


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BALANÇO INDIVIDUAL

FUNDAÇAO ABRE-eJ-Ze!íE.WIDO

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FAC -Contabilidade

RUBRICAS

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NOTAS 1----"'EX::.:ERCI::..::;:..:C:::::IO::.::S=--

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2011

CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO C~piUI

próprio:

.................._.. ____ - -----------·-··

capltlll ma~-. N:ç6os (quatas) pró!>riaa..... .....

2.~93.989,49

-·- ...... - .......

outms instrumeniDo de çapiliol "'""""'"-......... - ... Ptêmios ele err1Ôi$á0.... .................. ... - - · ..· - - - - · . . ReservBS leg;as................. _, ..,_... ,...., ... _,.... _ ............ ..

- - - - - - -...... .. .......______________________ _

\.ll24..544,19 (6..564,96)

U12A-.5 44,10 (23,573,31)

AJu:s:t:ln'éltos em 8dM» liwx::eirw... --·--···--·-- ....·--· .. ·E>x:edcnt<s de ....oluolzoo;iu... ....._ ..., ........................ - ... - ...

2.«16.532.! 2

2.408.532.12

682050082 1.245,!30 6 .821.748,12

11.1!03.-'92. 49

6.821.74412

6.851.52.!1,05

Outtu ~ ...... ----·-·· ·-·

flesullad<>l< -

oun. ~ no capm~ pr6pril>_ Resullado Uqtül do periado. .............. -

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48.035 56 6.851 ,526.05

lnieresses nMot&ios.. ·······-····--·------ - - - - - - -

Total do capital próprio Passivo Passivo nio coneme: Provisões ........., .... _ ... Fonar.clamenloo otildos... _

.._________ .. ··---·· ............ ·---, ____ ----,..__-·_ ,

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di____ . ·- . . -.. --·--·-

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I"" lle...rlc:ios

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""' impostns OIJtras arlas a pogar......... - ..................... ___________

500.lll0,00

500.(0),00

F~ ........................................---------·- ·--de c:ienles __, ____ .,...____ _

29.196,96

48.344,85

OWDs""""" fÜ*ZIS-----·----·-----·---·

3Z.2!11,14

35.663,61

184.783,51 125.3!1l,17

69.915,00

3118311 ,~

9152~2.1i5

Pas51vo corrente: A~

Eslado.

Accmistaalsôclos........................... ······- ···--·-.... ·---· - Filancia""'"""' ____________, __________ , Clulraa contas. _

______, __ , ______________

DifeRnonlos .................. - •

Passivas fir•a:eius detido$ Jlid I*'<J

'•;te -----···-..-------

Oulms passiYas -

------------

-------·

Passlvoe nao ea•aes delidca p:r.11 ~------------·

12.042,46

I .OOU!l6.~

Total do passivo

1.071.714.32

Total do Capital Próprio e do Passivo

IIA32.736,U

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Fund.pn Abr<u c.u..Jo -

r,uut..b em 1948

JI'SS - !rudwlçi o l'riv:ull de SoUJ.ctl<d.u k Sudal · M<mbru Homnrnriu J.c Onlm1 d• B•n•mcrtn<h

Tr,_. Abr"' C.ll.ado

7480.128 BE.'IAVJU\- Td.,242 4:10 000 - fu: 14.14;!-1 28~

Enwl: fund:=u@•bn:uaiLulu.po \'(ldJ,i<o: w.,w,.bo<uc.il>do pt • Nll': 5011 ,;4 08'.)

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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DEMONSTRA CÃO DE RESULTADOS POR NATUREZAS

l EXERCÍCIO 2012

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Fua~o Ab.... CaiUdo • F•ncb.L cm 194~ IPSS lruurutpo Prl•·.ul.t ~. S.Ud.uWJ.Jc Scdal · Membro llonur.irio da Unlcm de Bmcmertnd• lraveua Abm~ (..JJ..Jo 74B0·218 1111 NA~1LA T<l 24Z43o oou f•s: :H4J.1 2114 lim.úL ~md•rno(:'~('t • \1t'd>.uc www..bn:uoll..d.t pt NIF· ~00 ~4 089


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FAC - Contabilidade

r 1\IJ rA' FUNDAÇAO ABREU em!!Bmo

DEMONSTR_:_AÇÃO INDMDUAL 0.05 RESULTADOS POR NATUREZAS 0

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EXERCICIOS

NOTAS

RUBRICAS

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Z!lfZ

2011

RENDIMENTOS E GASTOS

Jlll!lbdoa-·-·-----··---- --·GubOidloe 6 ~:':;;-;;:;;;;;;;~;-~~~~-;~:;::;~;;;:;;;;;~ Ganhollperdaa ~ de Sl.búliirias.. MA ....... • ••Ciwadl•••

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POB VALÊNCIASEREFEBÊNCIAAO NÚMERO MÉDIO DE UTENTES E PESSOAS AO SEBVIÇODA INSTITUIÇÃO REPARTIDO POB VALÊNCIAS L

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EXERCÍCIO ZOJ.2 fundação Abn:u C.llado · l'und.J, em 1948 lrSS • lnnlwlç:io Pri\·od.t de Solld..d«hdc SacW • Manbra Hooor:iriu tia Ordem de llcmnmim:b

T<oY<Soà Ab•<U úill>du 748(~228 BENAV\J.A Ttl. Z4l4.JO fl(J() • f•<' 242 -13·1 284 Em.U: furulnco@>bmn:>llada.pt · Web.itr' www..br<'Uc:oU>dn.pl • NIF: )00 9~ 089


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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

EXERCÍCIO 2012 L

L

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Fundafãn Abreu c..u.do - Furut...b em 1948

ll)SS • Jn.uJndç:\o fltl-mi.a de. So!ld.atJedJ.dc Social ~ Membro I fr~nnrirln I,Ll On.fcm i.k 8C'n~.n1tt+nch Tenuu Abreu C.II.Hio 7480-llSilENAVIU. Td., 242 430 000 . F>" 242 4.14 284 l!tmul: fund.!aao@~tbn:m:a.l.Ltdu.pt Wtbllhe www.tb(tU('allo~du.pl • NJJL )Ot) ,54 UM


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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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ANEXO AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

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EXERCÍCIO 20I2

L

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Fundaçãn Ahr<u C.Uado - Fundada em 1948 IPSS • lnullul~4<> !'ri....a• de So!Jdttl<daJc Sucíotl ~lanbru Honnr.lrfu tLa Onl•m <io ll<nnnntncb T."Jv<SU Abreu C.ll.ulo 74ll0-~28 BE.NAV)L•\ • Td_ 241430 000 - Fu: !42434 284

Emall: fuuJ30ul"ah«o...JLulu.pi Webtho; www.ab:•u,..lbdu p1 • Nll'- 500 954 U89


~

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Identificação da enUdade ERdCO DE 2012

Fundação Abreu Callado, NIF.500954089, é uma Natureza Jurídica (IPSS), constltulda em 1948, tendo sede em Travessa Abreu Callado, 7480-228 BENAVIIA, exercendo 1 atividade de Atividade apoio sodal para pes.oas idosas, sem aloJamento.

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Enrontra-se rt1inada na Conservatório do Rt1isto Comercial de Usboa, sob a Matricula n.t e com o Capital Soda I de 2.493.989,49 euros.

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Re ferencial contabilístico de p reparação das demonstrações financeiras

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Enquadramento

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As demonstraçl!es flnana:lru do exercido foram prep~radu, em todos os seus upetos materiais, em conformidade com as dlsposlçl!es do SNC e respetlvas NCRF. Os v.lores consllntes du demonStraç6es flnana:lres do perfodo findo em 31 de detembro de 2011 são comparjveis em todcs os espetos slaniflatívos com os valores do perfodo de 2012

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Adoção pela primeira \'CZ das NCRF

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As demonstraçl!u financeiras forem elaboradas pela primeira vez no ano de 2010 de acordo com as Normas Contabllfstlcas e de Relato Anancelro (NCRF}.

Foram efetuadas alteraçl!u nos ativos. nomeadamente no reconhedmento e desreconhecimento de ativos fixos tan1lveis, lntanglvels e propriedades de Investimento. Alauns bens que em POC eram considerados lmobllltado (animais e bacelos), foram reconheddos (SNC} em ativos blolócicos de acordo com a ,lCRF 17. Todos os ativos fixos ta nciveis que se encontraVIm totalmente a.mortiudos foram desreconheddos.

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Neste exerédo, atualldmos o plano de rontas de acordo com as regras das ESNL

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Foram efetuadas alterações na conta de Resultados Transitados em virtude de: • se proceder a correçl!es nas contas de ativos lixos tanalvels (terrenos e recursos naturais), uma vez que existia um ativo no valor de 39.903,83( que constava no programa de &estio de ativos e por conse1uinte no proarama de contabilidade, e que J' não pertenda ~ lnstltulçlo. o ano de 2011, os valores dos subsidias a receber foram calculados com um valor Inferior em 7.13l,39í.

· Erro nos cilculos dos pacamentos da.s rendas das viaturas: Uma delas ficou totalmente liquidada no ano de 2012,1oco correção no valor de 2.277,66(. 1 1._

1._

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Apresenta-se em seguida a recondliação do capital próprio entre o exercido anterior (20111 e o exercido atual (2012). Rcconclllaç•lo do cnJtllal próprio

2012 Capital Próprio

31-12-2010

Capital realizado

2.493.989,49

Ajustes Positivos

Ajustes negativos

31-12·2012 2.493.989.49

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AçOes (QUOtBS) próprias

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Outros instrumentos de capital próprio

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Prêmios de emlssao

1í.i22 o.l!z

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Reservas legais

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Outras reservas

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Resultados trans~ados

{23.573,31)

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Ajustamemos em ativos flnancelros

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Outras vartaçOes no capital próprio

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Total do capital próprio

Excedemes de revalortzaçêo

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Resultado liquido do perlodo

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(48.035,56)

1.245,30

6.851.528,05

1.245,30

(31.()27,56)

6.821.746,12

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Interesses mlnoritârlos

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Principais políticas contabiHstlcas Bases de mensuraçãu usadas na preparaçilo das DFs a) Ativos fixos ta ngívtis: A mensuraçlo lnldal dos ativos fixos tanalveis baseou-se no método do custo. Amensuração subsequente baseou-se no modelo do custo. As depreclaçlles destes ativos •lo calculadas segundo o método das quotas constantes com lmputaçlo duodecimal, utilizando-se para o efeito as taxas máximas definidas na Porurla 737/81, de 29 de Agosto para bens adquiridos antes de 1 de Janeiro de 198.9, no Decreto Regulament11 2/90 de 12 de Janeiro para bens adquiridos entre 1 de Janeiro de 1989 e 31 de Dezembro de 2009 e no Decreto Reculamentar 25/2009 de 14 de Setembro para bens adquiridos após 1 de Janeiro de 2010, que se wnsideram representarem utisfatorlamente a vida útil estimada dos bens.

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No fim da extenslo do prazo da vfda útil dos bens existentes proceder·••·' 'a revlslo da mesma.

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O processo de depredação Inicia-se no wmeço do exercido em que o respetlvo bem entra em funcionamento.

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Os contratos de locação financeira aos quais a lnstltulçlo assume substancialmente todos os riscas e vantaaens Inerentes i posse do ativo locado slo classificados como locações financelras. O• contratos de locação financeira são reclstados, na data de Inicio, como ativo e passivo pelo valor das rendas de locação vincendas.

b) Propriedndes de lnvesllmen to:

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Foi aplicado o modelo de mensuraçlo do aosto na mensuraçlo lnlclal, e, nas mensuraçlles subsequentes o mesmo modelo. As depreciações destes ativos sJo calculadas segundo o m~todo das quotas constantes com impulllçlo duodecimal, utilizando-se para o efeito as tuas máximas definidas na Portaria 737/81, de 29 de Agosto para 11roprledades de lnveslimento adquiridas antes de 1 de Janeiro de 1989, no Decreto Regulamentar 2/90 de 12 de Janeiro para propriedades de lnvestlmento adqulrldu entre 1 de Jonelro de 1989 e 31 de Dezembro de 2009 e no Decreto Rqulamentar 25/2009 de 14 de Setembro para propriedades de Investim ento adquiridas após 1 de Janeiro de 2010, q~ se consideram representarem utlsfatoriamente a vida útlll,tlmada dos bens.

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c) Contrntos de locaçiio li nnncei rn: Os ativos adquiridos mediante contratos de locação financeira, bem como as correspondentes r"sponsabllidades, d'o contablllzados pelo método financeiro. o.. acordo com este método o custo do ativo~ registado como Investimento, a correspondente responsabilidade é rontabniz.ada no passivo e os juros realstados como gastos do eurcldo. As de.preclaç6u são calculadas de acordo can o descrito na 1W nea a) adma.

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~

As rendas são constltuldas pelo aasto financeiro e pela amortização do capital. Os gastos financeiros são Imputados aos respetlvos periodos durante o prazo de locação, seaundo uma taxa de juro periódica constante sobre o Investimento liquido remanescente do locador.

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tl) lnvenrários: Os in~~entáríos fornm m@nsurados pelo método do rusto ~ pelo valer reahzável!lquido, ~ndo us.Jdo o sistema d@ QJS!eiO FIFO.

O valor das mercadorias, matérlas-pnmas @matêrfas-subsldlárlas são apre~ntados pelo valor de aqulsiçJa, enquanto o valer dos produtos acabddos s~o apresentados pelo menor valor entre o custo e o valor realizável. O custo dos produtos inteJra cunos com matérias-primas, m~o·de-obra direta, outras custos e sast01 gerais de fabrico O valor realltávelllquido corresponde ao preço de venda ntlmado, deduzido dos ganos variáveis de venda.

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Mat. Primas e Sublld!Arlat

Meradorfas

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Inventário lnld•l Compras

14.450,61

14.417,02

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104.091.69

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102.535,47

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Regularizaçl!u

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lnvenUrlo Final

16.791.81

7.882,89

TOTAl.

10L750,49

109.069,60

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l ~] Produtos Acabados

~ o •< :(

lnventirlo Flnal

L475.115,94

Regularfnçlles

4.980,.3 5

Inventário lnldal

~

TOTAL

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Subprodutos

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............

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Hl

1.473.458,75

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6.637,54

EO L....

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4 ~

--..J


~

Outras políticas contahilistlcas rele\•antes

~

juizos de \'alo r e principais pressupostos relativos ao futuro

r

p~pançio

das demonstraç6es financeiras em conformidade rom as NCRF requer o uso de algumas estimativas contabilistlas importantes. Também requer que '•os gestores exerÇ3m o seu julgamento no processo de aplicaçio das polltiats contlbilisticas da lnstitulçfo. As áreas onde as premissas e estimativas slo si&nif&eativu para as DF, üo áreas funcionais e mecanismos a ela afetos, numa intenção de consolidar estruturas que assegurem a perenidade dos •fins fundacionais" e das ~!"atividades econômicas• de suporte Institucional, nomeadamente Escola profissional e Centro de Convívio e Apoio Soda I, pecu,rta e vinhos, respetivamente.

1

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Fluxos de caixa

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~ ~· ~ ~g

F. ... ~ "2Jj,;;

Comentário sobre os saldos significati\'os não cllsponlveis para uso

o

Não existem saldos de caixa e seus equivalentes que nlo estejam disponlveis para uso. Os valores lnsaltos na rubrica de caixa e depósitos banolrios incluem:

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Desagregação dos valores de caixa e depósitos banc:árius Rubrica

~ ~ ~

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2012

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c:;,l'jj :t ., ~

2011 !

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1.696

513 1

Depósitos ll ordem

317.398

157.434

Outros depósitos bancários

802.500

872.500

--

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Políticas contabilfsticas, alterações nas estimativas contabllfslicas e erros Erros materiais de períodos anteriores o) Natureu das ~mativas contabillstlcas e erros: l-Valor es!lmado na previsão dos subsidias, por receb<!r, direcionados à aericuttura,lnferlor ao r10al;

1~ .. s~a

2-No reconhedmento/desreconheámento de ativos, nio foi retirado ao Balanço (no ano anterior) o valor de um terreno; 3·Estlmatlva de valor superior relativa ao paaamento das rendas das viaturas;

.u~

4-Aiteraçlo de valores nas contas 4331 e 43321. Passaaem do valor de 10.610,00( da conta 4331 (Terrenos e recursos natural$) para a conta 43321 (Edifícios e

-li!;,!Ç!

outras c.onstruç6es). Esta alteraçlo nlo afeta os resultados,

i! " !!: o<~:z

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.. .;; § -

~~~i q.,

b) Quantia das correspondentes correçtles para cada perlodo anterior:

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2 • 39.903,83(;

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Ativos flxos tangíveis

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A mensuraçio inldal dos ativos fixos tanslveis baseou-se no método do custo. A mensuraçlo subsequente baseou-se no modelo do custo.

~h

As depredações destes ativos sio calculada& seaundo o método das quotas constantes com imputaçio duodecimal, utllizand<Ke para o efeito as taxas máximas

dennldas na Portaria 737/81, de 29 de A&osto para bens adquiridos antes de 1 de Janeiro de 1989, no Decreto Regulamentar 2/90 de U de Janeiro pna bens adquiridos entre 1 de Janeiro de 1989 e 31 de Dezembro de 2009 e no Oeaeto Reaulamentar 25/2009 de 14 de Setembro para bens adquiridos após 1 de Janeiro de 2010, que se consideram representarem satisfatoriamente a vida útil estimada dos bens.

l~Ji ~

O processo de depredação inicia-se no com~ do eJre<dcio em que o respetlvo b<!m entrou em funcionamento. nm da exten.ão do l'fiZO da vida llúl dos b<!ns existentes proceder-se-á à revisão da mesma.

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Oh•ulgações gerais

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4 . 10.620,00(.

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ivalorização das várias classes 1u

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AFT com titularidade restringida e d::.ulos como garantia de passivos

Os quadros seguintes e\idc:nciam ath'OS lallgh-eis cuj:l titulnridadc está n:stringid:l e ntÍ\ os tnngh·cis que for:un dados como garantia de p!SSi\'05. r"CSpcth-amcnte.

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Titularidade e garantia

~~.li

~ Ativo fi 'lo tangfvel cuja tttulartdade esta restringida Quantia escriturada

~

Herdade da Cordeira

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P• r.:!n por impllfi•IM

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Eq1.110; .;"'II*!Jtl\'0

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EQ.ulp 01 lr•nsi)Citl•

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. . . cl••li.,OI \Va!Of••PilrMCit

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Apresenta-se. no qu~dro seguinte, um resumo da Villorizaçao d3S vá~ d;mes de ativos nxos t.Jngi'.rels:

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'----'

500.000,00

7 :...___j


~

AFT- Depreciação acumulada no final do período No final do periodo, as depredaçé!es acumuladas de ativos fixos tangfveís ascenderam a 966.979,52(.

~ -....

Locações financeiras locatários

rt!

a) Quantia escriturada Uquída à datl do balanço

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~f'Jo..

Quantia escriturada hquida

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i!~f:!:

Categoria de ativo

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o :<: oooll§ '

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Ou anda escriturada liquida à data do balanço

1j~1 o""~ ~

Ativos lixos tangllleis Terrenos e reaJrsot nannis

l:~li ~ • z .E f)! ::l E<

Ed1ficlos e outra.s constr~

Equípamenro de trnnsporto

~i~ ·~i~

Equlpamenro adminlslfatlvo

"-~j

Equipamenro básico

;:=:!

~ ~

o ~

10 ~ ..h

]ã~

Outros ativos rao, tangfveis

~~~

Ativos intangfvels

~

~

Projetos de desenvolvimento Programas de ccmputador Propriedade industrial

EO L-

OutJOs ativos lntanglveis

8 ~

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J~'

Equlpamenros biológl=s

•<f!

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16.034,34

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~

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~

Os atiVos u!illudos @m locação fioanco>ira do (valor total das rendas ainda por liquidar):

~

- Toyota AVMsl.s ~F-64: 10.467,911< • Kit Solar: 7.958,92(

I,

• Toyota Hllux 01-GV· 74:373,92(

t~3

ustos de empréstimos obtidos

~;r.~

=~o-

Foi adotada uma polltlca contabillstica de nlo apltalluçJo do custo de empr~stlmo obtido (conta corrente) que tem por base a herdad@ da cordeira.

-~~~2

JI"'X cS.l!~

O valor reh!rente ao culto do empréstimo obtido, no valor de U .400,00(, capltallndo durante o periodo foi de 264,82( e os íuros a>rrespondentes 688,4~(.

o

~ ~

o ~ ~

o

·~

~

Ourant@ o ano fonm acionadas contas corrent@s d@ curto praz.o (máximo 4 meses). No Anal do prazo das mesmas liquidam-se os juros e o valor dn respetlvas contas.

Propriedades de Investimento (P.Inv.)

..,.g § ~

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llj"'i

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a ]Gí~

Modelo de mensuraçãn Foi aplicado o modelo de mensuraçlo do aJSto na mensuraç!o Inicial, e, nu mensuraç!les subsequent@s o mesmo modelo. As depncfaç6es destes ativos s!o calculadas secundo o método das quotas constantes com lmputaç!o duodedmal, utilizando-se para o efeito u tuas máximas definidas na Ponarla 737/81. de 29 de Agosto para propriedades de investimento adqulr1das antes de 1 de Janeiro de 1989, no Oeaeto Resulamentar 2/90 de U de Janeiro para propriedades de lnvestlm~to adquiridas entre 1 de Janeiro de 1989 e 31 d@ Dezembro de 2009 e no Decreto Regulamentar 25/2009 de 14 de Setembro para propriedades de investimento adquiridas ap6s 1 de Jan@iro de 2010, que se consideram repr@sentarem satlsfatoriament@a vida útil estimada dos bens.

iJji ~ i~l !t~

-ai-'

h]

Como IPSS as propriedades de Investimento slo usadas no curso ordinário dos n~ódos.

"";";.-.

lndlcam·se em seguida u circunstâncias que justificaram a sua dasslficação e contabilização como propriedades de Investimento:

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De acordo com a NCRF 11. são os terrenos e/ou edlfldos cuia finalidade é obter rendas e não para uso na produçio.

~

E=O L-

L-

9 L__

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Justo valor da P.lnv O justo valor diS propriedades de Investimento ba~ou-se numa Vllorização de lVIII adores independentes, com qualllicaç.J o proliníonal r!!COnhecida e relevante, e rom experiénda recente na locallução e na categoria das propriedades de Investimento Vllorizadas. Quanti~1s

reconltecidas nos resultados Descrlçilo Rendimentos de rendas de propriedades de Investimento

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Valor

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= .. ~:f~ F. ,.. s; ·n· 0 .... = z ~

7.894.95

Gastos operacionais diretos (Incluindo reparaçOes e manutençao) provenientes de propriedades de lnvestlmenlo que geraram rendimemos de rendas durame o perlodo;

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Alteraçi!o cumulativa no justo valor nos resultados com a venda de uma propriedade de Investimento de um conjunto de ativos em que se usa o modelo do custo para um conjunto em que se usa o modelo do justo vator.

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rec<~nhecldo

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Gastos operacionais diretos (Incluindo reparaçOes e manutençllo) provenlemes de propriedades de Investimento que nl!o gerarem rendimentos de rendas durante o perlodo

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ReconciliaçJo entre as quantias escrituradas da P.lnv.·Modclo custo Terrenos e reaJBOS

newrais lniaa do porloda

OUintiallruto (aJ

743.2011.83

Oepreciaçtl<!S o perdas por l,.,partdade

1

Editlaos e outras

Outras propriedades

construções

de lnveslimento

ToUIJ

2.21U20,«

2.954.629.27

1.986,740,65

1.985.740,65

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ocumuladas (b)

Portado

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c.)Aqu!sli;Oes

~"'o

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( • ) Olspendla$ 11Jbsoquontos

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retm~hecldos como •tlvos

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concen~

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de oUYidodeo omtnsar!aia

(-)Dopr~

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( • ) RovOBIIH dt pttdn por lmparidarte

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110.571,04

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1 tO 571,04

I3JIGí~

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(•)Orf. C.m!Jir.s liquldaa · transp. deOem. Finii'1ICIII'U ~r• autr8 moeda

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l~~

{ • )Oif. C&mblolo l~uldos · lrlnsp. de uma

un,. oper. es-trançllirl. Pll'8 1 moeda da

o

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opresentaçaa

'C). <

Hi

(• ) Ti'ansm6!1CIIt do o~ lnvenários do P"'P- aa.<pada pofo clono

~

J'ª.S

"'~

OutrH a!unçlles Final do ponoao

o uantia bMa (c) OepreclaQOes e

E=O '---

v ""] i~:

(·) Auvaa dassdicadol ccmo detidos poro von:la • amas oi~

(·) Ptwdas por lmpandodo

743.208,83

Jl""W'• por lmparldado (d)

Quantia liquida (t) {d)

743.208 ,83

2.211 420,44

2 954 629,27

2.097.31 1,69

2.0 97.311,69

114.108.75

857.317,58 - -

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L-•

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( +) Aqulslçtles por tntorm*dio do

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OUintil llqUJda (I ) (b)

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mparidade de ativos Valores global 'i de perdas por lmparldade e reversões rt!cnnhccidas N~o houve lmparldades no

exerd do de 20U.

-! ...

Perdas por impa'rdade rect~~~hecidas n<lS

resultados

Perdas por lflll>lndade em ativos revalorlzedos reconhecidas diretamente no CP

Reversões de penla.s por imparidade reconhecidas nos resultados

ReveiSÕes de peidas por imparldade em advos revalofizados reconhecidas dlretamenta no CP

.....

1

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Reconhecido na O.R. no item.

... ~

~ ... cr.

I

Olvidas a rec:ober

o

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invenlbrios

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I

I fnvesamen~

I

Propriedades de Investimento

I

Ativos fixos tanglvel$

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I Ativos lntonglvels I

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fnvutimeniDs om curso

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Ativos nJo CO<Tentes detidos para venda

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Agrlcu ltura

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Descrlç.lo de cada grupo de ativos biológicos 3711- Ativos biológicos consumlveis- Animais 3112- Atlvos biolóeicos consumlveis- Plantas

~21- Ativos biológicos de produçlo - Animais

~~~ iN;

3722- Ativos biológicos de produçfo - Plantas

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Ati\'OS biológicos previamente mensurados pelo seu custo

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O valor realizável liquido corresponde ao preço de venda estimado, deduzido dos autos variáveis de venda.

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Oescriç§o dos ativos biológicos: bovinos, ovinos e bacelos.

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Naturez.a e extensJo dos subs1dios gu\•crnamentais reconhecidos nas demonstrações financeiras

12~-g

Os subsidias recebidos são todos de exploraçfo, nSo existindo nenhum investimento. Os mesmos sfo contabnizados numa conta de rendimentos qua ndo dízem respeito ao próprlo ano.

Inventários

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'fli!ó1

l~~l •j ~ ~

Politlcas conlabihstlcas c forma de custeio usada

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Os Inventários foram mensundos pelo me todo do custo e pelo valor realizável liquido, sendo undo o sistema de custeio FI FO. O valor das mercadoria!, matérios·primas e matérias subsidiárias sfo apresentados pelo valor de ;~quislçao, enquanto o valor dos produtos acabados sfo apresentados pelo menor Vlllor entre o custo e o Vlllor realizável O custo dos produtos Integra custos com mat~rlas·primas, mio· de ·obra dire!<l, outros curtos e gastos gerais de fabrico. O valor reallz~vel liquido correspcnde ao preço de venda estimado, deduzido dos garn>s variávels de vendi!.

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Quanlla total escriturada de Inventários e quantia escriturada em classincações apropriadas

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Classlficaçao

16.791 ,81

Mercadorias

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7.882,89

Matérlas-prmas, subskllértas e de consumo Produtos acabados e Intermédios

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Valor cscrlturado

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l:J:i .... -., :.,..

1212. 773,14

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Subprodutos, desperdlclos, reslduos o refugos

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Produtos e trabalhos em curso

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Ativos biológicos Total

386.729,24 1.624.177,08

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Quantia de lnventártos reconhecida como um gasto durante o penodo

~ ~

Quantia de ajustamento de Inventários reconhecida como um gasto do per!odo

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O valor de invenUrlos reconhecido como um aasto durante o período foi: 4.980,35€

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Ré dllo

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Polltlcas contabilisücas ndotadas 11ara o reconhecimento do rédilo

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~·"'"E. ~i~

O valor de inventârios reconhecido como um aasto duran~ o período foi: 210. 820,09(.

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Polltlcas contabilisticas adotadas p1ra o reoonheclmento do rédlto incluindo os mêtodos adotados para determinar a fase de acabamento de transações que envolvem a prestação de serviços.

~

O r~dito compreende o justo valor da venda de bens e prestações de serviços, liquido de Impostos e descontos e ereconhecido como:

r-.-,.-., rédito das vendas

ê reconhecido quando os riscos e vantagens inerentes à posse dos ativos vendidos são transferidos para o comprador;

~ r édito du prestações de serviços é reconhecido com rererénda à rase de acabamento dos serviços prestados. L-

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\ Quantia lle cada categoria significativa lle réclito reconhecida durante o período Venda ele bens: 381.130,73(

~ Prestaçio de serviços: 9.329,84( ]

Royolries: O,OOC

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Juros: 55.073,61C

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Dividendos: o,ooc

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N~o

houve provis5es neste exercido.

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Divulgações por classe de provisão Classe oscm.,.oa na Inicio dO poriado

Aumemose

..ta.-ços

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Valares,.•. , _

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Auman!DOI

dOICI:Inl<lde

e ef'ltíiD da

a!!Airaç6H .,. wa de desconto

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no ftm ao perfodo acn&~,.do

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QarenUas a dierun

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Procoossos j<idiCiafs em cuFIO

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Acldenla$ de lraballla e doenças prafiulonals

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Matêrlas ambientais

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CCII"itt"'ms onerosos RMSIIt4UniÇAo

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Pr ovisões, passi vos conUngentes c aUvos conUngentes

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Total de provisOes

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ubsidlos do Governo e apoios do Governo Política contahllfsllca adotaua para ns s ubsítllos do Governo Polftica contabilfnlca adotada para os subsidias do Governo, Incluindo os métodos de apresentação adotados nas demonstraçlles financeiras.

~-

... ""' j .;::!;

Os subsldlos recebidos si o todos de uploraçlo, nlo existindo nenhum investimento. Os mesmos são contabllizados numa conta de rendiment<n quando dizem re.speito ao próprio ano.

...

Natureza e extens;io dos subsidias tio Governo reconhecidos Natureza e extensi!o dos subsidias do Governo reconhecidos nas demonstraçees financeiras e indicaçilo de outras formu de apoio do Governo de que diretamente se beneficiou.

o

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I' ;r. j 7. ~ ... C !Z ... -li! .

...~Jt. :rro )_g:a .

Os mesmos são direcionados b seauintes áreas:

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• Esmla Profissional Abreu Callado:1.009.017.68(; • CentrO de ConvMo e Apoio Soda I: 30.3l4,1Xl(;

... ll"'!

• A&rlcultura: 150.613,ne;

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ti"'l' tj~ ~

· Apoios estágios proflsslonols(IEFP) e CEI: 21.938,50(. Estes subsidias correspondem ao valor do exercício de 2011, no entanto algumas destas verbas só serJo recebidas no e•erdclo de 2013.

~a.

~

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Acontecimentos após a data do balanço

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o •<:: IAutomação paro emissão S;f A1 demonstrações financeiras foram autoritadas para emissão em 15/04/2013, pelo Conselho de Adminlstraçlo. ~ I o '"""'""'"""'"'""''"""' ""'" " ""'" " ""'oo'"''"' ""'"'""' •""'" "'"

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Instrumentos fi nanceiros

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\Quantia escriturada de cada uma das categorias de ativos financeiros c passivos financeiros ~) Os Investimentos financeiros dizem n!Speit.o ã parlicipa~o financeira na Sociedade Olivicola Abreu Callado.

enefidos dos empregados

-a

...

Denefícios pós-emprego

"c "" "'

Relativamente a Gastos com pessoal:

f'l :0

e-. o

cli"' .... ... ~ 4jNC'f

o) Remunerações pessoal: 670.302,()4(

E ir. g

1! ii ~ o.:!:!: ... . z ,..,c

b) Encargos sobre remuneraç!lesl 122.453,97(

~ ,9g ã.

-·e"' ~g:;l"'• ~. "'~ ...!3:!:~~

c) Pensõe.: 14.161,07€

o

~

d) Outros gastas (Segurança e higiene no trabalho, formação, seg~.~ro acidentes trabalho e Ac~o soclal):l7.025,70C

,e.::Jl ~1~"'

Num total de 823.942,78(

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Outras informações DIFERIMENTOS • Gastos a reconhecer • Seguros: 7.278,59€:

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·Renditru:ntas a I"CCCCOlhe::er • Prénuos emissão timlos pmk•paçâo: 137.566.06€

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! J! z_ ~;o;~ ".t.

DEVEDORES E CREDORES POR ACRÉSCIMOS

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-~"31~ ... -§~

• Dc\'edores por ncn\scimos de rendimentos • Juros a receber: 3A~O.OO€ • Subsldios à explornçâo (IFAP): 24.81~. 13€ • Subsldios Aexplornçâo (I'OPII): 230A05,95€

e

~'il

t... fi:!~ª~ e~~

• Credores por oaê:scimos de gastos: • Remunerações a liquidnr: 70.071,88€ • Juros n liquidar: 15.571 ,2~€

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CLI ENTES Os clientes procalem ao p:!JllllllCiliO dos produtos no momcruo da sua aquisiçâo. 6 c.'<CI:Çâo dos distnbuidores SAVEN c Fcm:mdo Dourodo &. Filhas.

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f~;I O: ~jl

1iH FORNECE DORES Existe un1.1 pollticn de pagamentos que c!: as compr~s crctundns num dctcnnil~1do més s.1o liqu.idadas no més seguinte, salvo exceções em que o pagamento é Imediato.

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H~ l~J! 'â 11,;! - ~ê l~ ...

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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~~1f~[ ACTA DE APROVAÇÃO DE CONTAS DO CONSELHO DE ADMINISTRA CÃO

EXERCÍCIO 2012 [

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Fuu.S.fáu Ab~<>u c.u.Jo ~wtilido mn 1948 IPSS - lrualwl~ Prlwio de So!Jduied.tJ. Soci>l - Membro llonocirlo dJ Onlem de Benemerbtd• Th""" Abrru C.ll•do . 7480-228 BEN..WU.A TcL 24Z ~30 P(lO • f-.x: 24Z H •l 2114 Em.U: fimwao@abr=ll:uln.pr - Wcbtltt: www..lbrtua!l:ulo.pr - NlF: ~01) 95~ 089


FUNDAÇÃO ABREU CALLADO A CT A N' 2 S 6

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Aos quinle dias do mês de Abril de 2013 às d~zolto horas. rounÍII na sua sede em Ben<~vila, o Cor~elhn de Administraçi!n da Fundaçfto Abreu Callado, tstando presentes todos os seus elemen10s :·--·-----·--~--·----·--·--··- ..·------·--------·- ·Dr. António Cardoso Fones Culadu (presidente)----------·--···--............ _ _ _ __ -Joaquim l'aula Varela Pais (vogal)· - - - - - - -- ------·-··----· ·- - - - -- -- - - ·Dr Pedro Jorge Castro Mendes de Almeida (vogal)-------- -..·- -- - - - ---·- - 0 Conselho aprovou a seguinte "ordem de trabalhos" :- - - - - ·-··-- - - - - -- Punttl Único- Análise e Apro•·aç~o do Relatório" Comas de}0/1.-- -- - - - - -- ~ O Conselho analisou o texto do RdauSriu • Co,.tas da Fundação relativo ao ano de 2012. e centrou a sua avaliação em aspe.:ms qu• relevam as condições de funcionamentu ••edlkadas no ano em apreço, bem assim os elementos que aponrom desde já para tendências de mudança no quadro geral das "fundaçfl<:s". e nas fomes de linaneramento da l!sc:ola rrolissionnl. das actividadts 'sociais' e da agropecuária. tendo tambt!m sido feita uma avaliação da evoluç~o previslvel do mer<:ado da 'procura' dos produtos/serviços comercializados pel~ Fundaçao .......... _ _ ................ _ _______ ............... - - - - - -- - ·- - - - - · - ·..- - - - -............. Neste contexto, forwn evidenciados os seguintes aspectos ;.................___________ _ _ , ................._ ............ - ... .. O cen~rio socio-económico !lllcionnl aconselhou uma rcdel1niçno de alguns procedimentos de testao e de organizaç3o lnt.emas, para responder âs 'mudanças' que sào esperadas nesse ccnârlo, nomeadamente qWliltO a disponibilidades de tesournria para o •funcionamento' e os compromissos Internos e para com entidades terceiras -·....... - ------ - - · - - - - .. As ·acth idades' de narureza •· fundocional" continuaram a ser priodtârias. t as de suporte econ6tnico começaram jtl a ter um rratomento ~lecti\0 e de restriçllo/racionoliroç5o de meios a elas afeetos • - ........- -- -- - - - - - - .. H.egiSiaram·s• algumas condiciorumtes n• vcncntc 11nanceira. com intcr~cnçt'lcs da A Tributária (ja considerad:! ilegal por dois Tribunais de ins!Ancia superior), do IFAI' (que quis encerrar o Pmccsso ~080. de 1993, nao atendendo às fundamentaçt'les reais do Insucesso ~as rcplantaçOes de árvores juvenis. destruldas por espédcs cincgélicas antes de terem dlrnenslto considerada segura), do POPH (L1Ue restringiu irregularmente e violando a lei, os subsldius ao alojamento e conando um Curso de Nível IV para 2012-2013), e os atrasos nn oprovaçDo das cnndiduturus pedagógica e linnnccira, bem assim das verbas tio ' adinntomento' ( 15%) e do reembolso inlermi!dln. - -----·---·-···..·--··--------................ - - - -- - - -- - - - - · - - - - .. As taxas de 'depósito a pra1.o' continuaram a compens~r a monutençno de 'contas correntes caucionadas'. mas nao se conheci~ no 11nal do ano a noluçao deste diferendo para o futuro.---................. -----.. Na Escola Pmftssional hà a assinalar : os atrasos nas a•aliaQOes das candidaturas. e os respecti•os reembolsos. o cone de uma Turma de Nllei iV das 3 habituais, o alargamento do numero de alunos na Turma de Nl1elll para um Inter~ alo de 15-:!S alunos e no NheiiV de 24-30. a abenura de dou Cursos de Nl•eiiV (Animaçao Socioculturale Gestão de Equipamtntos lnfonnáticos) e o de Nlvel 11 j6 habitual há uns anos (Assistente Familillr c de Apoio à Comunidndt), a supressão de dois Oirectores de Turma, a reorgnniznçdo do GAEP com a colaboração regular de uma docente em ltorârio ndo lcctl•o e a troca dos espaços da "biblioteca" e da "sala de alunos'•..... - No C'umru tl~ Convil•ío e Apolo Soda/ manteve-se o número-limite de Utemes e as 'actlvidndes' temáticas, comemorativas e permanentes para os idosos que o frequentam, foi concluído o processo de 'licenciwncnto' como "centro de dia" e foi encerrado (estanôo jil em oproVltção das instâncias publicas competenteslu l'rojccto de Protecçao contra Incêndios e as Medidas de Atttoprotecç~o ao qunl faltll apenas a fase de ·fonnoçilo' da equipa de apoio e evueuaçfto em caso de sinistros e C> 'simulacro' respectivo, ficando assim o Centro totlllmente legaliz.•do ••- ...- _.._____ _____ .. __ _ - No "villvinicultura" ••erificou·se a sarda do enólogo. por ter tomado posse como Presidente do IV V. e a entrada de um subslituto & altura em termos de capacidadt ttcnica. recrutou-se mais um 'exponador' (Extremo Oriente). realiroram-se duas provas de vinhos em unidades hoteleiras de l'linha. e os vinhos rcceber.un mais 9 medalhas em 2012 (4 de ouro, 4 de prota e uma de 'mérito'). - - - · - A Ptcuâria e o Enoturismo mantileram os nlveis de 2011 . Nos 'resultados do exercício ' avultllm : um resultado liquido positivo de 1.245.30 € (dos quais a Escola assume a maior fatia), o Centro de C'onvlvio c Apoio Social reduziu os seus 'custos' em 17,S %. sem quebra d~ efidcia. os "gastos e perdas'' desceram globalmente 3,81 % (menos 81.640 furos), os FSE calram 5€ (com a maior liltia a caber à FAC-sem·EPAC) c os 'gastos com pessoal' reglstaram uma descida de 4.92% (estn rttbrico dcvcrn estabilizar em 20 13, por ~· ter atingido um limite de recursos humanos viabilizadores e adaptados no litndonomento sustenindn ~a insthuição),---- · ·..- .........._ _ __ .........- -·--·--- As "•cndas" subiram 13,88% em reloçnu a 2011 . a ·variaç~o de produç4u' caiu quase 91% (o que rcpt·esenta mais stoeks ''endidos), os $Ubsidios sofreram urnn reduç3o de 10.5% (tunna de Nll·eiiV • menos c regularizaçOo pelo IFAI' do Processo 2080 relativo ao controlo de áreas de rellorestaçllo). e nos 'outros rendimentos e ganhos' foi reformulada o distribuiç.1o da receim diferida correspondente à alienação d• capiml da 'sociedade olivicola' . - - - - - - - - - · - - - - 0 Conselho de Admini5traçAo opro•ou o RAC-2012, e submete-o ao Conselho Fi$Cal. com a proposta de que o "resultado de uerefcio'' seja levado a '"resultados transitados'' () Ctmsclho de AclminiJTr<lfào

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FUNDAÇÃO ABREU CALLADO

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ACTA DO PARECER E APROVAÇÃO DO CONSELHO FISCAL

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EXERCÍCIO 20I2

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fund açiu Ah...u Catl.du • Fund.d. em 1948 11'55- lrudwiçio Prh··.uU de Salld.uiedade SocU..I - Mmlhro H~nnr!lio d.1 Ordem de 1\cnoncrtl'ld.l Tro...,.. Abm~ c.JI•Jo 7~80 ·218 llENAYILA Td,: l42 4;10 000 . fn: 24Z H4 284 Em>&l: rurul=o@ahn:ucill.odo.pt - Wduir"' www,al)tcuoll•dn.pt NIF: j()(J 9$4 tlA9


Relatório e Contas FAC 2012  
Relatório e Contas FAC 2012  
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