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CET QUALIDADE AMBIENTAL

Método de MARAT

Aplicação do Sulfato nas Vinhas Docente: Maria Domingas Gonçalves

José Moreira nº21357014 Fábio Mendes nº 21357026 Cristiano Silva nº 21357029


Liliana Pires nº 21357030

Índice Introdução Descrição do Método do MARAT •

Identificação da Atividade

Discrição da Tarefa

Identificação Perigos

Avaliação dos Riscos

Aplicação do Método de MARAT Na Utilização de Produtos Fitofármacos na Vinha •

Seleção da Atividade

Tarefa

Descrição

Identificação de Situações Perigosas

Identificação de Riscos

Questionário

Avaliação e Quantificação de Riscos

Conclusão

Bibliografia

Índice de Quadros Quadro1-Perigos biomecânicos de Postura Quadro2-


Introdução Com a realização deste trabalho pretendemos avaliar os riscos através do método de MARAT (Método de Avaliação de Riscos e Acidentes de Trabalho), que nos permite avaliar e prevenir riscos.


Descrição Método de MARAT Identificação da atividade e descrição da tarefa Em primeiro lugar deve-se ter em atenção as áreas, tarefas ou atividade em que se possam pensar que sejam riscos especiais baseando-se nos seguintes itens: •

Experiência do passado;

Preocupações expressas pelo pessoal;

Requisitos legais ou normas internas da empresa, politicas ou procedimentos;

Requisitos da comissão de higiene e Segurança

Identificação de perigos Existe uma lista de perigos, onde estão agrupados por categorias. Esta lista deve ser considerada com exemplo e não sendo considerados como únicos perigos.

Perigos e situações perigosas P.1 Perigos biomecânicos e de Postura P.1.1 Movimentos repetitivos do corpo por mais de 1 hora de cada vez P.1.2 Alcançar acima do ombro ou abaixo do meio da coxa P.1.3 Alcançar a mais de 30 cm de distância do corpo P.1.4 Torção ou flexão do corpo no manuseio de materiais P.1.5 Transporte ou elevação desequilibrada ou desigual P.1.6 Postura do corpo constrangida ou confinada P.1.7 Dificuldade em segurar os objetos manuseados (formato especiais, materiais macios ou escorregadios) P.1.8 Necessidade de esforço excessivo (por exemplo, levantamento de objetivos com peso superior a 4,5 Kg enquanto sentado ou 16-20 Kg enquanto de pé)


P.1.9 Postos de trabalho mal concebidos, incluindo os assentos

P.2 Ambiente Físico e Conceção do Local de Trabalho P.2.1 Locais desarrumados, derrames não limpos, lixo não removido P.2.2 Superfícies irregulares ou escorregadias P.2.3 Obstáculos nas vias de circulação, equipamento próximo, risco de colisão com objetos estáticos, etc. P.2.4 Plataformas de trabalho inadequadas, escadas, escadotes, guarda-costas, arneses e outro equipamento param trabalho em altura P.2.5 Aberturas e folgas não protegidas nas vias de circulação e plataformas P.2.6 Iluminação deficiente P.2.7 Exposição a níveis de ruído perigosos P.2.8 Maquina, mobiliário, componentes ou materiais localizados ou armazenados em locais em que possam causar mos colisão de pessoas P.2.9 Etiquetagem ou marcação dos controlos inadequada ou confusa P.2.10 Inadequação da instalação, local de trabalho, atividade ou tarefa e as características físicas do trabalhador (altura, robustez, velocidade, mobilidade, aptidão física, etc.) P.2.11 Partes do corpo que entrem em contato com componentes quentes durante operações de teste, inspeção, operação, manutenção, limpeza ou reparação P.2.12 Exposição a fogo e elementos quentes provenientes de fogo (por exemplo, material em fusão) P.2.13 Queda ou colapso do pavimento, materiais, instalações, estruturais, etc. P.2.14 Exposição a materiais ou componentes extremamente frios (por exemplo gelo seco ou gases criogénicos) P.2.15 Exposição a radiação (ionizante, não ionizante, laser) P.2.16 Entrada em compartimentos frios P2.17 Exposição a vibrações mecânicas P.3 Perigos Mecânicos P3.1 Cabelo, roupa, joias, adornos, etc. que possam ser agarrados por componentes em movimento P.3.2 Movimentos inesperados ou não controlados de máquinas, componentes, peçam, veículos ou cargas P.3.3. Inabilidade para reduzir a velocidade, parar ou imobilizar máquinas, veículos, etc. P.3.4Partes do corpo que entrem em contacto com componentes em movimento, contundentes, afiados, quentes ou sob tem são durante operações de teste, inspeção, operação, manutenção, limpeza ou reparação.

Perigos e situações perigosas P.3.5 Possibilidade de acidente com veículos P.3.6 pessoas ou partes do corpo aprisionadas ou “ameaçadas” entre componentes móveis e elementos estruturais ou materiais fixos


Maquinas, componentes ou materiais desintegráveis ou quebradiços P.3.8 pessoas feridas por equipamentos danificado, mal mantido ou não devidamente protegido (incluindo equipamentos elétricos) P.3.9 Ejeção de compostos, peças, fluidos, etc. P.4 Perigos Elétricos P.4.1 contato com componentes sob tensão durante operações de teste, inspeção, operação, manutenção, limpeza ou reparação P.4.2 contato com linhas de energia acima da cabeça P.4.3 contato com linhas de energia enterradas P.4.4 Explosão ou ignição de componentes elétricos P.4.5 Acesso não autorizado a postos de transformação, subestações, postos de seccionamento, quadros, controlos, etc. P.5 Perigos Químicos e Toxicológicos P.5.1 Explosão ou ignição de gases, vapores, poeiras, etc. P.5.2 Exposição a concentrações tóxicas de produtos químicos (pele, inalação, ingestão, etc.) P.5.3 Exposição a atmosferas deficientes em oxigénio P.5.4 Danos em tubagens de gás, reservatórios de gases comprimidos, contentores de produtos químicos, etc. P.6 Perigos Biológicos e Humanos P.6.1 Exposição a animais venenosos ou perigosos P.6.2 Exposição a substancia toxicas naturais (plantas, cogumelos, gases, etc.) P.63 Exposição a substancia potencialmente infeciosas P.6.4 Colisão acidental com outra pessoa P.6.5 Assalto por outra pessoa P.7 Perigos Organizacionais P.7.1 Material de primeiros socorros e pessoal habilitado insuficiente P.7.2 Planeamento da evacuação, de resposta a emergência e de busca e salvamento insuficientes P.7.3 Condições e meios de evacuação, de resposta a emergência e de busca e salvamento insuficientes P.7.4 Acesso e equipamento perigoso por pessoal não autorizado ou não habilitado P.7.6 Equipamento de proteção individual, inadequado, insuficiente ou deficientemente mantido P.8 Perigos Psicossociais e de conceção das tarefas P.8.1 Atenção dada á probabilidade de erros humanos e a suas consequências insuficiente P.8.2 Desajuste entre as exigências das tarefas e as capacidades ou comportamentos das pessoas e trabalhadores P.8.3 Pouca atenção dada á consulta dos trabalhadores antes de efetuar alterações nos locais de trabalho.


Avaliação dos riscos A metodologia que se apresenta quanto focar a magnitude dos riscos existentes e, como consequência hierarquizar de modo racional deste método é apenas orientava. Os conceitos chave da avaliação são: • Probabilidade de que determinados fatores de risco se materializam em danos; •

Magnitude dos danos;

O risco é, em termos gerais, o resultado do produto da probidade pela severidade. Tendo atenção que estamos no campo dos acidentes laborais, a probabilidade traduz a medida de desencadeamento do acontecimento inicial. Integra em si a duração da exposição das pessoas ao perigo e as medidas preventivas existências. Assim sendo, podemos afirmar que a probabilidade é função do nível de exposição e do conjunto das deficiências (que é o oposto das medidas preventivas existentes para os fatores em analise) que contribuem para o desencadear de um determinado acontecimento não desejável. No desenvolvimento do método não se utilizarão valores absolutos mas antes intervalos discretos pelo que se utilizará o conceito de nível. Assim o nível de risco (NR) será função do nível de probabilidade (NP) e do nível de consequências (NC).

Nível de deficiência (ND) Designa-se por nível de deficiência (ND), ou nível de ausência de medidas preventivas, a magnitude esperada entre o conjunto de fatores de risco considerados e a sua relação causal direta com o acidente. O nível de ausência de medidas preventivas deve ser determinado baseado numa lista de verificação que analise os possíveis fatores de risco de cada situação. Através do questionário tipo verifica-se as medidas preventivas efetivas para um determinado risco específico quantificando assim o nível de deficiência. Nível de Deficiência

ND

Significado

Aceitável (A)

1

Não foram detetadas anomalias. O perigo está controlado.


Insuficiente (I)

1-

Foram detetados fatores de risco significativos. É de admitir que o dano possa ocorrer algumas vezes. Foram detetados alguns fatores de risco significativos. O conjunto de medidas preventivas existentes tem a sua eficácia de forma significativa. Foram detetados fatores de risco significativos. As medidas preventivas existentes são ineficazes. O dano ocorrerá na maior parte das circunstâncias Medidas preventivas inexistentes ou desadequadas. São esperados danos na maior parte das situações.

2

Deficiente (D)

6

Muito Deficiente (MD)

10

Deficiência Total (DT)

14

Nível de exposição (NE) O nível de exposição é uma medida que traduz a frequência com que se está exposto ao risco. Para um risco concreto, o nível de exposição pode ser estimado em função dos tempos de permanência nas áreas de trabalho, operações com a máquina, procedimentos, ambientais de trabalho, etc. O quadro que se segue enquadra-nos a avaliação num determinado nível de exposição. Nível de Exposição

NE

Esporádica

1

Pouco Frequente

2

Ocasional

3

Frequente

4

Continuada rotina

5

Significado Uma vez por ano ou menos e por pouco tempo (minutos) Algumas vezes por ano e por período de tempo determinado Algumas vezes por mês Várias vezes durante o período laboral, ainda que com tempos curtos-várias vezes por semana ou diário Várias vezes por dia com tempo prolongado ou continuamente

Nível de probabilidade (NP)

Ocasional

Frequente

Continua

1

Pouco frequente

Aceitável

Esporádico

DeficiênciaNível de

O nível de probabilidade é função das medidas preventivas existências e do nível de exposição ao risco. Pode ser expresso num produto de ambos os termos apresentado nos seguintes quadros. Nível de exposição

1 1

2 2

3 3

4 4

5 5


Insuficient e Deficiente Muito deficiente Deficiência Total

2

2

4

6

8

10

6

6

12

18

24

30

10

10

20

30

40

50

14

14

28

42

56

70

Nível de Probabilidade Muito baixo

NP

Significado

[1;3]

Baixo

[4;6]

Média

[8;20]

Alta

[24;30]

Muito alta

[40;70]

Não é de esperar que a situação perigosa se materialize, ainda que possa ser concebida A materialização da situação perigosa pode ocorrer A materialização da situação perigosa é possível de ocorrer pelo menos uma vez com danos. A materialização da situação perigosa pode ocorrer várias vezes durante o período de trabalho. Normalmente a materialização da situação perigosa ocorre com frequência

Nível de severidade (NS) Foram considerados cinco níveis de consequências em que se categorizaram os danos físicos causados às pessoas e os danos materiais. Ambas as categorias devem ser consideradas independentes, tendo sempre mais peso os danos nas pessoas que os danos materiais. Quando os danos em pessoas forem desprezíveis ou inexistentes devermos considerar os danos matérias no estabelecimento das propriedades. Os acidentes com baixa deverão ser integrados no nível de consequências grave ou superior. Há que ter contas que, quando nos referimos às consequências dos acidentes, apenas se consideram os que forem normalmente esperados em caso de materialização do risco. O nível de severidade do dano refere-se ao dano mais grave que é razoável esperar de um incidente envolvendo o perigo avaliado. Nível de Severidade

NS

Insignificante

10

Significado Danos pessoais Não há danos pessoais

Danos matérias Pequenas perdas materiais


Leve

Pequenas lesões que não requerem hospitalização. Apenas primeiros socorros Lesões com incapacidade laboral transitória. Requer tratamento médico Lesões graves que podem ser irreparáveis

25

Moderado

60

Grave

90

Mortal ou Catastrófico

Um morto Incapacidade permanente

155

ou total

Reparação sem paragem do processo

Requer a paragem do processo para efetuar reparação Destruição parcial do sistema (reparação complexa e onerosa) mais. Destruição de um ou ou mais sistemas (difícil renovação /reparação)

Nível de risco (NR) O nível de risco será o resultado do produto do nível de probabilidade pelo nível das consequências NR=NP × NS

10

10

30

40

60

8 a 18 80

180

A materialização ocorre com frequência

Pequenas

4a6

A materialização do risco pode ocorre várias vezes durante o período de trabalho

Não há danos

NP NS 1 a 3

A materialização do risco é possível de ocorrer

Material

A materialização do risco pode ocorrer

Pessoas

Não é de esperar que o risco se materialize

E agrupa-se com base no quadro

24 a 30

40 a 70

240

300

400

700


pessoais

perdas de material Pequenas Reparação 25 lesões que sem não requerem necessida hospitalizaçã des de o paragem do processo Lesões com 60 incapacidade de trabalho temporário Lesões 90 graves que podem ser irreparáveis Um morto ou 15 mais. 5 Incapacidade total ou permanente

25

75

10 0

15 0

200

450

600

750

100 0

175 0

60

18 0

24 0

36 0

480

108 0

144 0

180 0

240 0

420 0

90

27 0

36 0

54 0

720

162 0

216 0

270 0

360 0

600 0

15 5

46 5

62 0

93 0

124 0

172 0

172 0

465 0

620 0

Controlo do risco De análise da matriz de níveis de risco caraterizam-se diferentes níveis de intervenção ou de controlo (NC)

Nível de controlo (NC) O nível de controlo pretende dar uma orientação para implementar programas de eliminação ou redução de riscos à avaliação do custo-eficácia. Nível de Controlo I

NR 3600 a 10850

Significado Situação Critica.


II

1240 a 3100

III

360 a 1080

IV

90 a 300

V

10 a 80

Intervenção Imediata. Eventual paragem imediata. Isolar o perigo até serem adaptadas medidas de controlo Situação a Corrigir. Adaptar e controlo enquanto a situação não for eliminada ou reduzida. Situação a Melhorar. Deverão ser elaborados os planos ou programas documentados de intervenção Melhorar se possível justificado a intervenção Intervir apenas se uma análise mais pormenorizada o justificar.

Hierarquia de controlo dos riscos (I)

Eliminação do perigo: como, por exemplo, a eliminação de itens de equipamento redundante que contenham sustâncias como asbestos (amianto) ou PCB, a remoção de quantidades excessivas de produtos químicos sem utilização acumulados em laboratórios. A eliminação dos perigos é 100% eficaz.

(II)

Substituição do perigo: como, por exemplo, a substituição de tintas que utilizem solventes orgânicos por outras com base aquosa, a substituição dos asbestos (Amianto) no isolamento por fibras sintéticas ou lã de rocha, etc. a eficácia da substituição depende muito da escolha efetuada.

(III)

Engenharia: como, por exemplo, a instalação de proteções nas máquinas e equipamentos perigosos, a instalação de sistemas de ventilação ou catação de poeiras, fumos ou gases em áreas onde estes possam ser produzidos, instalação de silenciadores em condutas de evacuação, etc.. a eficácia das soluções de engenharia situa-se na casa dos 70-90%.

(IV)

Medidas administrativas: como, por exemplo, a formação e o treino, a rotatividade dos postos de trabalho para repartir a carga das tarefas mais desgastantes, o juste de horários, o relato precoce de sinais e sintomas, instruções, avisos, etc.. a eficácia das medidas administrativas varia entre 10-50 %.


(V)

Equipamento de proteção individual: como, por exemplo, óculos de proteção, protetores auriculares, capacetes, etc. A sua eficácia não excedem os 20%.


Aplicação do Método de MARAT na Utilização de Produtos Fitofármacos na Vinha 12-

Seleção da atividade – Aplicação de produtos fitofármacos Tarefa – Consiste no uso de produtos fitofármacos numa vinha de modo a proteger as videiras e subsequentemente as uvas que delas provém, de doenças, pragas e infestações ou simplesmente para prevenir a sua ação.

3-

Descrição – A aplicação ocorre numa vinha com cerca de dois hectares em Penela, que com as alterações climáticas esta sujeita ao ataque de fungos. O fungo mais comum é o Plasmopara, causador de uma doença denominada de míldio que ataca todas as partes da videira mas principalmente as folhas o que faz reduzir a capacidade fotossintética das mesmas, provocando assim um défice no desenvolvimento da uva e desequilíbrios no desenvolvimento da videira. O míldio, em casos mais extremos, pode ser responsável por uma perda parcial ou até mesmo total da produção vinícola. O proprietário, tendo formação na defesa da vinha contra os fungos, foi quem realizou a aplicação de produtos fitofármacos com o objetivo de evitar danos e prejuízos na sua produção. A aplicação decorreu no mês de Maio no período da tarde com condições atmosféricas ideais (Temperatura amena e ventos moderados), o produto aplicado foi preparado num atomizador com capacidade de 350L engatado a um trator sem proteção anti capotamento. O proprietário não usou nenhum equipamento de proteção individual especifica para a realização da tarefa.


Identificação de situações perigosas P.1 – Perigos Biomecânicos e Postura P.1. 1 P.1. 3 P.1. 8

Movimentos Repetitivos do Corpo por mais de uma hora de cada vez. Alcançar a mais de 30cm de distância do corpo Necessidade de esforço excessivo (Puxar a mangueira ao longo da vinha durante algumas horas)

P.2- Ambiente Físico e Conceção do local de trabalho. P.2.2

Superfícies irregulares ou escorregadias.

P.3 – Perigos Mecânicos P.3. 4 P.3. 5

Partes do corpo que entrem em contacto com componentes em movimento, contundentes, afiados, quentes ou sob tensão durante operações de teste, inspeção, operação, manutenção, limpeza ou reparação. Possibilidade de acidentes com veículos.

P.5-Perigos Químicos e Toxicológicos P.5. 2

Exposição a concentrações tóxicas de produtos químicos (pele, inalação, ingestão, etc.)

P.6-Perigos Biológicos e Humanos P.6.3

Exposição a substâncias potencialmente infeciosas.

P.7-Perigos Organizacionais P.7.

Material de primeiros socorros e pessoal habilitado insuficiente.


1 P.7. 6

Equipamento de proteção individual, inadequado, insuficiente ou deficientemente mantido.

Identificação de Riscos Riscos

Perigos Biomecânicos e Postura Lesões Dorso Lombares Lesões Músculo Esqueléticas

Ambiente Físico e Conceção do local de trabalho Queda

Mecânicos Capotamento do trator Fratura Ferimentos

Químicos e Toxicológicos Inalação de produtos tóxicos Irritação ocular Irritação epidérmica Intoxicação

Perigos Biológicos e Humanos Infeções Respiratórias

Perigos Organizacionais


Inalação de produtos tóxicos Irritação ocular Irritação epidérmica Intoxicação

Questionário Questões A postura do operador é a mais adequada para a realização da tarefa? O local apresenta as condições físicas adequadas? As ferramentas estão ajustadas ou adequadas para a tarefa? O trator estava equipado com sistema anti capotamento? O operador utilizou equipamento de proteção individual (EPI)? O operador tem formação sobre o modo de aplicação de produtos fitofármacos? O operador encontra-se exposto a substâncias toxicas? O operador tem uma boa capacidade física para a realização da tarefa?

Si Não Observações m X X X X X X X X

Terreno Irregular


TABEL A GRANDE


Conclusão Após a avaliação e quantificação dos riscos, observou-se que a tarefa demonstra vários perigos e riscos para o utilizador. O risco mais significativo é a inalação de produtos tóxicos. O utilizador para contornar este perigo deve procurar utilizar o equipamento de proteção individual, nomeadamente a mascara. A atividade também nos indica riscos menores como lesão corporais e também riscos mecânicos, ao qual o operador deve estar atento para evitar danos maiores para a sua integridade física.


Bibliografia โ€ข

Material de apoio fornecido pela docente Maria Domingas Gonรงalves.

Aplicação do sulfato nas vinhas  

Marat Metode

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