Issuu on Google+

ReleasebandaTheLĂ­rius


Descrição The Lírius é uma banda fundada em 2007, sendo a formação atual de 2013. Sediada em Barueri, na zona oeste de São Paulo, o projeto musical mescla elementos que vão do ska ao rock ‘n’ roll, do blues ao funk americano, dentre outros estilos que compõem sua aposta na diversidade. Por meio de um trabalho autoral, a banda apresenta a riqueza temática de suas composições. Liberdade, comportamento, questões existenciais, relacionamentos, situações vividas pelos próprios integrantes, são temas correntes. Com doses de ironia e bom humor, o conjunto ainda trata de questões mais engajadas quando a proposta é questionar valores duvidosos tais como a exploração no trabalho ou ideias preconceituosas. As melodias são dançantes e cheias de energia, o que normalmente cria uma relação muito positiva com o público. Apesar de citadas algumas de suas referências, é difícil classificar a banda em um estilo específico, pois a The Lírius não é um produto com um rótulo cheio de informações óbvias. Os músicos da banda buscam, acima de tudo, manter suas mentes abertas para fazer um trabalho livre de preconceitos. O resultado dessas experiências é um trabalho pessoal e criativo. Principais influências Red Hot Chili Peppers, Mundo Livre S/A, Maceo Parker, Steve Ray Vaughan, Jimi Hendrix, The Clash, Otto, Jorge Ben Jor, Led Zeppelin, The Cure, Foo Fighters, Rancid.

3


Integrantes Pedro Oliveira Não satisfeito em tocar baixo e guitarra, ainda faz as vezes de vocalista e compositor em algumas músicas específicas. É o cara chato da banda, no bom sentido, pois sempre acreditou como ninguém no projeto, fazendo questão de divulgá-lo para todos. Interessado em fotografia, produção audiovisual e promoção de eventos, é a figura que geralmente capta pessoal e cria novos vínculos. Fabio Oliveira Tal como o Pedro, toca baixo e guitarra, além de cuidar dos vocais e composições. Focado em fotografia, ilustração e artes visuais, é o designer da banda, produzindo seu material de divulgação e demais conteúdos. É outro cara chato, visto que sempre alimenta a banda com palavras de apoio ou reprovação, quando se faz necessário. Vinicius Ramos Figura multi-uso na banda, toca gaita, ukelele, trompete, além de outros instrumentos que, embora saiba tocar, não os usa na The Lírius. Além de músico, o cara é ator em um grupo de teatro. Isso agrega para banda, visto que seus figurinos são sempre bem produzidos. Sua única chatice é fazer melhor aquilo que pedimos pra fazer. Venancio Ramos Toca bateria, cajon e demais instrumentos de percussão. Além disso, como os demais, sabe tocar outros instrumentos. É injustamente tratado como o “homem mau” da banda devido a pratica de artes marciais no passado. Abraçou tanto o projeto que tornou-se outro cara chato, pois vive cobrando a presença dos demais integrantes a fim de manter a banda viva.

4


Biografia: Primeiros passos The Lírius é fruto de uma amizade de infância entre os primos Fabio Oliveira e Pedro Oliveira, visto que o sonho de ter uma banda tornou-se maior que uma fantasia de duas crianças. Porém os dois só começaram mesmo a tocar em 2004 numa banda de inspirações punk chamada “Não existe razão” com Felipe Amorim e Rodrigo Furlan. Porém todos eram jovens demais para levar o projeto adiante com a responsabilidade exigida e o inevitável fim veio em 2007. Com o fim da primeira banda, os primos iniciaram novos projetos, embora sempre a passos de formiga e com muita dificuldade de encontrar parcerias com interesses reais no trabalho proposto. Isso ocorreu, pois eles estavam cuidando de outros assuntos, tais como faculdade, namoradas e trabalho. No entanto esse período de “descanso” serviu para amadurecimento e acúmulo de energia que seria usada posteriormente. Nesse momento, a The Lírius já era uma ideia latente. De uma “gestação complicada”, nasce a The Lírius Ainda nessa fase inicial, algo entre 2007 e 2008, tocaram no power trio Vivax. Para completar a formação, o Pedro convidou a baterista Juliana Mathias que, mesmo aos 14 anos, apresentava um ótimo trabalho. Meses depois, ainda com a Juliana, a banda foi rebatizada com o nome atual. Foi uma ideia na cabeça do Pedro que ouvia muito The Who e gostava de brincar com as palavras. Tiveram ainda como companheiros de banda os bateristas Puga e Rodrigo Pereira, além de um help em duas situações (aquelas em que o companheiro de banda desaparece na última hora) graças ao Abmailson Oliveira, o A.B., e ao Xandele; contaram também com os baixistas Henrique Amorim (Irmão do Felipe Amorim) e Robson, além do tecladista Marcos Paulo. Contudo, na maior parte do tempo, os primos Fabio e Pedro podiam contar apenas um com o outro para manter a banda.

5


Mais que uma banda, uma equipe Depois de tantas idas e vindas, a banda chegou à formação atual graças ao interesse em reformular a proposta sonora da The Lírius e incluir novos instrumentos, tais como metais e sintetizadores. Entram em cena, em março de 2013, os irmãos Venancio Ramos e Vinicius Ramos; também convidados do Pedro. Vinicius no trompete e ukelele, e Venancio, que fez seu primeiro ensaio com o braço quebrado, na bateria e cajon. A importância dessa parceria não está apenas na qualidade técnica agregada, mas, principalmente, na sintonia conquistada. A The Lírius é, além de tudo, uma banda entre familiares, primos e irmãos, pessoas que se conhecem há anos e amigos de longa data. Receita ideal para uma banda entrosada em que há admiração mútua entre os integrantes. Novas músicas nasceram dessa parceria que, embora recente, tem sido a responsável por produzir a sonoridade e, principalmente, a harmonia que a banda tanto buscou. Uma reestréia com o pé direito Menos de dois meses após firmar nova formação, a banda fez sua reestréia no dia 12 de maio de 2013 no Fusa Recs Fest, festival promovido pela Fusa Records no Triball Show, em Barueri, sendo a The Lírius finalista deste. Após a estréia, a banda vem se apresentando com frequência e ampliando seu repertório, fazendo valer todo esforço empregado desde o início e o recomeço inspirado.

Missão: Somos uma banda que acredita no que faz; é quase uma devoção à nossa arte. Não por arrogância ou vaidade, mas por termos a consciência de que crescemos em um ambiente carente de incentivo cultural e que, ainda assim, podemos expandir nossos horizontes. Não nos limitamos à questão musical, pois cunhamos o termo “banda audiovisual” justamente para ampliar nossa visão

6


para todos os aspectos que envolvem a banda, desde a criação de todo material de divulgação até a produção de vídeos. Desse modo, visamos levar o nome da banda para o cenário musical em âmbito nacional e internacional. Nossa meta é tocar em espaços culturais, tais como o Sesc e o Circo Voador e participar de grandes festivais, como a Virada Cultural, o Lollapalooza, o SWU, dentre outros. Consequentemente, o projeto se tornará autossustentável.

Visão: Produzir sua própria arte, por meio de composições autorais, seguindo a máxima do “faça você mesmo”, pois esta não é uma banda cover. Libertar a banda dos rótulos estilísticos mais comuns, visando uma classificação única de seu gênero. Cativar um público interessado em arte e música de qualidade. Estar entre os representantes da música brasileira.

Valores: Criatividade: como valorizamos nosso trabalho, buscamos uma postura autêntica ao propor a liberdade e diversidade criativa; Versatilidade: estamos habituados a lidar com as diferentes áreas que envolvem nosso trabalho no palco e fora dele. Administramos, promovemos, cuidamos do figurino, da identidade visual, dos vídeos, das próprias músicas e cada um de nós toca mais de um instrumento; Carisma: acreditamos que, ao estreitar o contato com o público, incorporamos esse valor à banda; Obstinação: pois acreditamos no que fazemos e seremos insistentes com isso.

Lemas: Trabalhamos pra não ter que trabalhar. Vida longa a The Lírius!

7


Nossa marca A marca The Lírius foi concebida sob três conceitos: »» versatilidade: reforçando um de nossos valores, que é a capacidade de execução de múltiplas funções, optamos por uma marca flexível que permite diversos usos, principalmente de seu símbolo, como na capa deste release; »» personalidade: a banda busca um posicionamento que faça jus à energia das músicas e usa o vermelho e preto para tal; »» delírio: a banda The Lírius, quando se apresenta, busca tansmitir ao público a paixão por aquilo que faz e muitas vezes entra em uma espécie de transe, um delírio que, quando compartilhado com o público, engrandece a experiência. As formas espiraladas transmitem essa ideia. Embora só tenha saído do forno em 2013, ela já existia potencialmente nos rabiscos do Pedro e na cabeça do Fabio que visitou, em 2008, uma exposição do Marcel Duchamp, no Museu de Arte Moderna (MAM), e fez um paralelo interessante ao assistir o filme Anémic Cinema do artista francês. O filme apresenta alguns discos, os rotoreliefs, com formas geométricas espiraladas que, ao serem rotacionados, provocam efeitos óticos que prendem o olhar e remetem à hipnoze. Como as formas espiraladas já eram intrínsecas ao duplo conceito da The Lírius (delírios), os rotoreliefs do Duchamp foram a inspiração que faltava para refinar a ideia.

8


projeto the lírius itinerante A The Lírius vai até você!

Emilyn Nazário

Por meio de formação acústica, o projeto visa levar o nome da banda para locais públicos, tais como praças e parques. Para estrear, a banda fez uma visita ao parque Villa-Lobos, no dia 4 de agosto de 2013, e apresentou seu trabalho para quem estivesse passando por lá. Além de divulgar o trabalho, é uma maneira de estreitar o contato com o público.

9


divulgação própria Outro ponto interessante da banda, que busca agregar uma visão empreendedora ao projeto, é a divulgação feita pelo Fabio, a fim de criar uma identidade própria para a The Lírius. A seguir, o flyer comemorativo de um ano de nova formação, no qual é possível ver toda a produção entre 2013 e 2014:

10


fotografias As imagens a seguir foram feitas pelo designer AndrĂŠ Stefanini no dia 12 de junho de 2013 na final do Fusa Recs Fest.


É uma ideia na cabeça, momento breve e singular desejo de totalidade que leva pra qualquer lugar! (Trecho da música Epifania)


mas, tudo bem, eu vou seguir o meu caminho sozinho eu sei que nĂŁo vou estar (Trecho da mĂşsica Te entender)


Vejo as coisas fluindo e sigo meu caminho (Trecho da mĂşsica Ventos do oeste)


ouvir as ideias latentes que em mim contém e com a mente aberta, eu sei que vou mais além (Trecho da música Convencional)


esta jaula é tão pequena mas as portas estão abertas (Trecho da música Cadê minha liberdade?)


lá onde eu trabalho, sou quase um escravo e sou subestimado porque não uso terno e gravata (Trecho da música Assalariado blues)


hĂĄ quanto tempo tento e sinto um desejo de concretizar, de realizar (Trecho da mĂşsica Concretizar)


/bandaTheLirius Contatos para shows: 98942-3915 (Fabio Oliveira) 98767-2003 (Pedro Oliveira) bandathelirius@gmail.com


Release banda The Lirius