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R EV I S T A S E OV i S t a s eo f fl i n e .

A sp r i n c i p a i sn o t í c i a sp u b l i c a d a sn op o r t a l v e g e t a r i a n oV i S t a s en o sú l t i mo sme s e s .

D i s t r i b u i ç ã og r a t u i t a•V e n d ap r o i b i d a .

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T o d a sa sn o t í c i a sa q u i l i s t a d a ss ã op a r t ed op o r t a l v e g e t a r i a n oV i S t a s e( www. v i s t a s e . c o m. b r ) ep o d e m s e rd i s t r i b u í d a sl i v r e me n t e , d e s d eq u ec i t a d aaf o n t e .


Alimentação vegetariana estrita reduz risco de catarata em até 40%, segundo especialista | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/alimentacao- vegetariana- estrita- reduz - risco- de- catarata- em- ate- 40- segundo- especialista/ March 6, 2013

Enxergue um mundo melhor Mais uma boa notícia para quem tem uma alimentação sem nada de origem animal. Segundo entrevista do oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, de São Paulo, à Revista Runners (Editora Abril), uma alimentação vegetariana estrita, aquela utilizada por veganos, é excelente também para os olhos. “Frutas de várias cores e verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres.” – Garante o médico. Renato alerta para o uso do sal, que deve ser moderado: “Não adianta comer mais frutas e verduras sem reduzir drasticamente a ingestão de sal. O sódio pode colocar tudo a perder quando ingerido em altas quantidades, levando ao desenvolvimento de catarata. Por isso é tão importante ficar de olho nas embalagens e preferir comprar alimentos prontos com baixa quantidade de sódio”. Segundo o oftalmologista, é importante também incluir uma boa fonte de ômega-3 na alimentação. O médico, que não é vegetariano, cita os peixes como fonte deste nutriente. Nós, do ViSta-se, indicamos a linhaça como excelente fonte de ômega-3, com a grande vantagem de não ter colesterol e ser livre de crueldade.


3 motivos para ser contra testes em animais | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/3- motivos- para- ser- contra- testes- em- animais/

March 6, 2013

Cruel, arcaica e inef icient e: est a é a indúst ria bilionária dos t est es em animais São cada vez mais comuns as manifestações públicas e organizadas de repúdio aos testes em animais. Na Itália, milhares de pessoas foram às ruas e conseguiram fechar um biotério (lugar que “fabrica” animais) com mais de 2.500 cães da raça Beagle que seriam usados para testes farmacêuticos (lembre do caso). Aqui no Brasil, um forte grupo está organizado para protestar contra o Instituto Royal, localizado em São Roque-SP, que tortura atualmente cerca de 60 Beagles (lembre o caso). Logo após este grande protesto em São Roque que, segundo os ativistas, foi apenas o primeiro, o ativista e presidente da ONG VEDDAS George Guimarães falou por mais de 20 minutos ao vivo sobre o assunto na Record News (assista). Há anos, um vídeo documentário do Instituto Nina Rosa, de São Paulo, denuncia os testes em animais. O documentário chama-se “Não Matarás” e está disponível gratuitamente no Youtube (assista aqui). Estes são apenas alguns exemplos. Fica claro que não há mais espaço para este tipo de atividade na época em que estamos. Entenda:

1. Testes em animais são extremamente cruéis Para testar drogas e insumos para a indústria, bilhões de animais – principalmente roedores, cães, gatos e primatas – são trancados em laboratórios anualmente e submetidos à práticas dolorosas. Inserção de substâncias tóxicas em seus olhos, inalação forçada de fumaça e implantação de eletrodos em seu cérebro são apenas algumas destas práticas. Via de regra, são utilizados animais de pequeno porte e dóceis, para facilitar o manejo dentro dos institutos de pesquisa. Neste cenário, a raça Beagle, infelizmente, se encaixa perfeitamente e são eles os preferidos dos vivisseccionistas (o que é um vivisseccionista?).

2. Testes em animais atrasam o desenvolvimento da ciência Em todo o mundo, especialistas se dividem sobre o papel dos testes em animais no progresso científico. De um lado, há os que dizem que não há condições de haver novas descobertas importantes para a saúde humana sem este tipo de prática. Por outro lado, existe o grupo dos que dizem que os testes animais impedem que a ciência evolua, mantendo-a em um ciclo arcaico de práticas sem razão. Um destes entusiastas do fim dos testes em animais é o médico norte-americano Ray Greek que, em 2010, disse à Revista Veja (leia):

“As drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro.”


Ray afirma que os testes são uma falácia e que atrasam a ciência. Ele é voluntário para testes em humanos, desde que observados todos os pré-requisitos de segurança.

3. Testes em animais são inef icientes Grupos de cientistas favoráveis à testes sem animais usualmente citam o lucro da indústria como principal causador de sua permanência no meio acadêmico e farmacêutico. Fica claro que há uma economia dependente dos bilhões de dólares investidos por ano neste mercado. Porém, este dinheiro não está sendo aplicado para o bem das pessoas. O médico Ray Greek, ainda em entrevista à Revista Veja, em 2010, afirmou: “A indústria farmacêutica já divulgou que os remédios normalmente funcionam em 50% da população. É uma média. Algumas drogas funcionam em 10% da população, outras 80%. Mas isso tem a ver com a diferença entre os seres humanos. Então, nesse momento, não temos milhares de remédios que funcionam em todas as pessoas e são seguros. Na verdade, você tem remédios que não funcionam para algumas pessoas e ao mesmo tempo não são seguros para outras. A grande maioria dos remédios que existe no mercado são cópias de drogas que já existem, por isso já sabemos os efeitos sem precisar testar em animais. Outras drogas que foram descobertas na natureza e já são usadas por muitos anos foram testadas em animais apenas como um adendo. Além disso, muitos remédios que temos hoje foram testados em animais, falharam nos testes, mas as empresas decidiram comercializar assim mesmo e o remédio foi um sucesso. Então, a noção de que os remédios funcionam por causa de testes com animais é uma falácia.” Se ainda assim você t em dúvidas, veja: Denúncia feita em 2009 pela PETA, ONG norte-americana, contra a indústria de alimentos para pets IAMS (Eukanuba). No vídeo abaixo, cenas dos experimentos feitos em cães da raça Beagle. ATENÇÃO! Cenas fortes. Há alt ernat ivas Estudante, não quer matar animais em seu curso? Conheça a objeção de consciência: www.1rnet.org/objetando.htm. Consumidor, saiba o que coloca no carrinho e como foi produzido. O site PEA (Projeto de Esperança Animal) mantém aquela que é hoje a lista mais atualizada de empresas brasileiras que testam e de empresas que não testam em animais (consulte). Certamente, vai ajudar você a fazer melhores escolhas. Caso o produto em que você está interessado seja importado ou de uma empresa multinacional, acesse a lista mundial da PETA, aqui. Manifeste-se, ainda que seja em um e-mail ou telefonema para a empresa que fabrica seu produto favorito. Eles precisam saber que você não concorda com testes em animais. Assim, ou eles se adaptam ao novo mercado, ou o mercado descartará os produtos deles.

Acesse e divulgue: www.vista-se.com.br/testes


Brasileira JBS-Friboi, maior matadouro de animais do mundo, é condenada novamente por trabalho escravo | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/brasileira- jbs- friboi- maior- matadouro- de- animais- do- mundo- e- condenada- novamente- portrabalho- escravo/ March 6, 2013

Ele t eve a ideia de mat ar animais para vender e f oi além Fundada em 1953 por José Batista Sobrinho (JBS), a JBS-Friboi foi a primeira empresa a se estabelecer como frigorífico no Brasil. No ano de sua fundação, era apenas um açougue e uma unidade de abate com capacidade de 5 bois mortos por dia, na cidade de Anápolis-GO. Hoje, é a empresa que mais mata animais no mundo, presente nos 5 continentes. Além dos matadouros, a JBS tem algumas divisões e está presente em outros mercados ligados ao seu, como no caso da “JBS Envoltórios”, que “realiza a seleção e calibração de tripas resultantes do abate de bovinos para atender o mercado de invólucros de embutidos, como mortadelas, salames, lingüiças, salsichas, entre outros”, como se orgulha em seu site. A empresa também está envolvida na exploração e morte de milhões de vacas leiteiras ao ano, já que também comercializa produtos derivados de leite como cream cheese e requeijão, que são exportados para Europa e para alguns países da África. Nos últimos anos, a JBS se envolveu também com abate de frangos, porcos e desenvolvimento de tecnologia de confinamento de bovinos, entre outras coisas. A tecnologia de confinamento fará, em breve, com que a pecuária bovina brasileira seja semelhante à criação suína, ou seja, os animais serão criados imóveis ou em espaços significativamente reduzidos para possibilitar o aumento da produção, à medida que a demanda por carne e derivados sobe nas mesas dos países emergentes. Não bastassem os rios de sangue que a empresa fundada por José Batista provoca, ela ainda é uma das campeãs brasileiras no quesito trabalho escravo. Desta vez, a unidade de Vilhena (RO) foi condenada a pagar R$ 3 milhões em indenizações aos seus colaboradores. O Ministério Público do Trabalho (MPT) já havia condenado a unidade de Barra do Garças (MT) a pagar R$ 1 milhão por sonegar direitos básicos aos seus funcionários, em setembro deste ano. Triste é saber que o governo brasileiro acha a pecuária um grande negócio, apoiando com um Ministério quase exclusivamente dedicado a ela, investindo bilhões de reais através do BNDES e não levando em consideração os prejuízos ambientais, éticos e também na área da saúde,


através dos milhares de funcionários deste setor que chegam ao SUS e ao INSS. De milhão em milhão, a JBS, bem como os outros matadouros do Brasil, somam multas que praticamente não ferem seu capital e seguem em seu negócio bilionário e cruel. Por ano, a JBSFriboi fatura mais de R$ 51 bilhões matando animais, desrespeitando trabalhadores e destruindo áreas de floresta para fazer pasto. Não apoie empresas como a JBS-Friboi, seja vegana(o). Saiba como começar em www.sejavegano.com.br.


Carne de cavalo é descoberta em hambúrgueres bovinos e causa repulsa nos consumidores | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/carne- de- cavalo- e- descoberta- em- hamburgueres- bovinos- e- causa- repulsa- nosconsumidores/ March 6, 2013

Mais um exemplo de que o ser humano não ent endeu ainda que t odos os animais sent em dor e sof rem como nós A Tesco, principal rede de supermercados do Reino Unido, retirou voluntariamente 900 milhões de reais em hambúrgueres de suas lojas esta semana. Autoridades sanitárias da Irlanda detectaram DNA de cavalos e porcos em hambúrgueres de carne de bois vendidos nas lojas da Tesco e em outros supermercados da Irlanda e da Inglaterra. Segundo a “Food Safety Authority of Ireland”, os hambúrgueres avaliados continham 27% de carne de cavalo e cerca de 23% de carne de porco, mas eram vendidos como bovinos. Como equinos não são considerados comida em muitos países, embora sejam idênticos a porcos e a bois em sua capacidade de sentir dor, a notícia foi parar em todos os principais jornais do mundo e a empresa rapidamente mandou retirar os produtos de suas lojas e pediu desculpas aos clientes, para evitar maiores prejuízos à imagem da marca. O Brasil é um dos maiores export adores de carne de cavalo O que muita gente não sabe é que o Brasil é um dos maiores nomes mundiais em mortes de cavalos para consumo. Há mais de 50 anos, uma empresa localizada em Araguari, Minas Gerais, compra cavalos que não servem mais para o trabalho forçado, mata e vende os corpos em pedaços, principalmente para o mercado Europeu. Ironicamente, o nome da empresa é “Frigoífico Prosperidad”. O matadouro mantém uma marca de carnes de cavalo chamada “Fava” e tem parcerias sólidas com a prefeitura da cidade de Araguari, município que fica a 671 km de Belo Horizonte e tem pouco mais de 100 mil habitantes. Em seu site (), a empresa explica detalhadamente todos os procedimentos e alega que a carne de cavalo é saborosa e saudável. No Youtube é possível assistir a um vídeo que mostra a empresa por dentro (assista aqui).


Não concorda com a exploração e mort e de animais? Dê uma chance ao veganismo Milhões de pessoas em todo o mundo têm se dado conta de que não é necessário comer animais para ter uma vida saudável. Na verdade, pesquisas mostram que uma alimentação livre de proteínas de origem animal e gordura saturada garante uma vida mais longa e mais saudável. Entenda mais sobre a filosofia de vida chamada “veganismo”: www.sejavegano.com.br.


Dietas por tipo sanguíneo e vegetarianismo | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/dietas- por- tipo- sanguineo- e- vegetarianismo/

March 6, 2013

Segundo nut ricionist a veget ariana, não há nenhuma relação ent re o t ipo sanguíneo e dif iculdades de absorção de nut rient es provenient es de aliment os de origem veget al Muito se fala sobre as dietas baseadas em tipos de sangue e também que certos grupos sanguíneos não poderiam ou deveriam ter uma alimentação sem produtos de origem animal, por supostas deficiências de absorção presentes nestas pessoas. Recentemente, uma matéria assinada pela terapeuta ortomolecular Emília Pinheiro e publicada no site “Educação Física.com.br” chamou nossa atenção. No texto, Emília, que atende em Maringá, afirma que indivíduos com sangue tipo O ou B devem consumir carne para não ter dificuldades em se manter saudáveis. Mais que isso, ela diz que vegetarianos com sangue tipo O ou B podem ter problemas cardiovasculares, ter mais chances de ter diabetes e ter mais facilidade para engordar (). As declarações da terapeuta são tão diferentes dos mais recentes estudos sobre o consumo de produtos de origem animal que pedimos a opinião da nutricionista Ana Ceregatti (CRN 4816) sobre o caso. Ana é especializada em dietas vegetarianas e atende em consultório na cidade de Campinas-SP (). Segundo Ana, as declarações da terapeuta ortomolecular Emília Pinheiro são questionáveis. Mais que isso, a nutricionista afirma que qualquer pessoa pode se abster de produtos de origem animal sem danos à saúde, desde que, é claro, tenha uma alimentação balanceada e não baseada em fast food. Acompanhe abaixo a opinião da nutricionista Ana Ceregatti sobre a matéria do site “Educação Física.com.br”: “Segundo informações da Pubmed, uma das maiores bibliotecas científicas que temos, o que a terapeuta ortomolecular Emília Pinheiro diz sobre alterações nos níveis da fosfatase alcalina intestinal (FAI) de acordo com o tipo sanguíneo procede, mas não aponta as proteínas animais diretamente. Os poucos estudos que encontrei falam que os níveis de FAI são mesmo diferentes entre os tipos sanguíneos e que mais estudos são necessários


para avaliar o impacto disso na dieta. Daí a afirmar que existe uma relação direta com as proteínas animais existe uma grande diferença. As proteínas animais são totalmente dispensáveis ao homem e tudo o que precisamos pode ser encontrado em fontes vegetais, sem prejuízo à saúde, desde que a dieta seja bem planejada (ser vegano comendo junk food não dá!).”


Em novo estudo, ONU recomenda novamente a alimentação vegana para a proteção do meio ambiente | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/em- novo- estudo- onu- recomenda- novamente- a- alimentacao- vegana- para- a- protecao- domeio- ambiente/ March 6, 2013

Mais uma vez, ONU af irma que uma aliment ação sem produt os de origem animal é melhor para o planet a A ONU (Organização das Nações Unidas), através do UNEP (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente / PNUMA), divulgou nesta segunda-feira (18) o mais novo relatório ambiental da instituição. O estudo, intitulado “Our Nutrition World” (Nosso Mundo de Nutrientes), foi lançado em um fórum internacional sobre meio ambiente em Nairóbi, no Kênia. Liderado pelo professor Mark Sutton, o material foi desenvolvido por 50 especialistas de 14 países diferentes. Os cientistas da ONU chamam a atenção para o crescimento do consumo de carne e produtos lácteos, principalmente na Ásia e na América Latina. Esse crescimento tem sobrecarregado ainda mais nosso planeta, com demandas enormes de água potável e espaço para criação de animais. Mais uma vez f ica claro que a pecuária não é uma f orma sust ent ável de produzir aliment os Os especialistas dizem também que a poluição por fertilizantes está colocando em risco a vida das pessoas e o meio ambiente. Mais de 80% do nitrogênio e fósforo utilizados em fertilizantes é consumido pelo gado. As enormes plantações de soja que devastam a Amazônia brasileira, por exemplo, vão parar nas rações de animais criados em sistema de confinamento na Europa e na Ásia e é assim que os animais acabam consumindo os agentes tóxicos. Para os cientistas que participaram da elaboração do “Our Nutrition World”, se quisermos preservar o meio ambiente e nossa saúde, o mínimo que deveríamos fazer enquanto sociedade é comer metade da carne que consumimos hoje, tendo como ideal uma alimentação


livre de proteínas de origem animal. O novo relatório foi endossado por Achim Steiner, Sub-Secretário Geral e Diretor Executivo das Nações Unidas, que disse: “As nossas decisões diárias podem fazer a diferença.” Em 2010, a ONU já havia recomendado uma alimentação vegana para o combate à devastação do meio ambiente (leia aqui). No novo relatório, três anos depois, A Organização das Nações Unidas reafirma sua posição quanto a isso.


Estudo aponta que uma alimentação vegana pode prevenir a doença ou ajudar na luta contra o câncer | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/novo- estudo- aponta- que- uma- alimentacao- vegana- pode- prevenir- e- ate- ajudar- na- lutacontra- o- cancer/ March 6, 2013

O poder da aliment ação na prevenção e lut a cont ra o câncer O estudo “Vegetarian Diet and The Incidence of Cancer in a Low-Risk Population” (Dietas Vegetarianas e a Incidência de Câncer em uma População de Baixo Risco), realizado pela Universidade de Loma Linda, nos EUA, foi encomendado pelo “Instituto Nacional do Câncer” e avaliou cerca de 70.000 pessoas. Segundo o estudo, publicado na “Biblioteca Nacional de Medicina” dos EUA (veja aqui, em inglês), foram observadas quase 3.000 incidências de câncer no grupo. O principal fator das alterações celulares, segundo a publicação, é o IGF-1, um hormônio conhecido como “Hormônio do Crescimento”. O IGF-1, que potencializa a divisão celular, pode elevar o risco do desenvolvimento de câncer e o aumento dos níveis de IGH-1 no sangue está diretamente ligado à ingestão de proteínas de origem animal como carnes, laticínios e ovos. No estudo, cientistas colocaram amostras de sangue dos voluntários em placas de petri e observaram onde as células cancerígenas se multiplicavam mais. As amostras de sangue das pessoas que comiam carne, laticínios e ovos foi onde as células do câncer mais se desenvolveram (devido ao IGF-1 elevado). Os ovolactovegetarianos, que não consomem


carnes mas consomem laticínios e ovos, levaram alguma vantagem sobre o grupo dos que consomem todos os tipos de proteínas animais, mas as melhores respostas estavam nas amostras sanguíneas dos veganos, que não consomem nenhum produto de origem animal. Nas mulheres, por exemplo, a incidência de cânceres tipicamente femininos como o de mama, de cólo do útero e de ovários foi 34% menor do que nos outros grupos. Ainda segundo o estudo da Universidade de Loma Linda, os níveis de IGF-1 começam a baixar no sangue com apenas 2 semanas de uma alimentação vegana, o que pode ajudar quem já desenvolveu a doença a lutar contra ela. Previna sua família contra o câncer, conheça o veganismo: www.sejavegano.com.br.


Estudo britânico conlcui que vegetarianos têm 32% menos chance de desenvolver problemas cardiovasculares | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/estudo- britanico- conlcui- que- vegetarianos- tem- 32- menos- chance- de- desenvolverproblemas- cardiovasculares/ March 6, 2013

Ser veget ariano é melhor para a saúde Certamente você já ouviu a frase “você é o que você come!” e, a cada dia, estudos comprovam que esta expressão é verdadeira. Um estudo publicado nesta quarta-feira (30) pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, afirma que pessoas que não comem nenhum tipo de carne têm 32% menos chances de sofrer de doenças relacionadas ao coração. Embora tenha sido produzido no Reino Unido, com entrevistas e acompanhamento de mais de 45.000 voluntários durante 12 anos, os resultados foram publicados na revista American Journal of Clinical Nutrition, dos EUA. No final de 2012, um amplo estudo norte-americano com mais de 70.000 pessoas já havia apontado que uma alimentação livre de produtos de origem animal protege o corpo humano contra diversos tipos de câncer e outras doenças (veja aqui). A pesquisa mais recente é o maior estudo já realizado no Reino Unido sobre comparação de pessoas que comem carne e pessoas que não comem carne e foi coordenada por Tim Key, diretor adjunto da Unidade de Epidemiologia do Câncer da Universidade de Oxford. Um ponto a ser observado neste novo material, é o fato de os cientistas destacarem que as carnes provenientes de peixes não estão fora da lista de alimentos prejudiciais à saúde. Segundo os pesquisadores britânicos, pessoas que comem carnes e peixes estão no grupo das que estão mais suscetíveis à doenças do coração.


Além de diminuir em 32% os riscos de problemas cardiovasculares, uma alimentação livre de ingredientes de origem animal diminui também os níveis de diabetes, colesterol e ajuda a regular a pressão arterial. O estudo mostrou também que os vegetarianos têm, em média, um índice de massa corporal (IMC) menor, o que proporciona uma melhor qualidade de vida. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte nos países desenvolvidos, o que certamente está ligado ao fato destes países consumirem muito mais alimentos de origem animal como carnes, laticínios e ovos do que países mais pobres.


Estudo da USP conclui que o brasileiro come menos da metade das porções de frutas, verduras e hortaliças que deveria | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/estudo- da- usp- conclui- que- o- brasileiro- come- menos- da- metade- das- porcoes- de- frutasverduras- e- hortalicas- que- deveria/ March 6, 2013

Populações de baixa renda t êm mais dif iculdade no acesso a aliment os saudáveis Segundo um novo estudo da Universidade de São Paulo (USP), a população brasileira consome uma quantidade bem menor que a recomendada de alimentos ricos em carotenóides, substâncias antioxidantes presentes em frutas, hortaliças e legumes que previnem doenças crônicas como problemas de coração e até o câncer. Segundo Rodrigo Dantas Amâncio, mestre em ciência e tecnologia de alimentos e um dos coordenadores da pesquisa, o Brasil está em uma situação peculiar. Ao mesmo tempo que temos problemas de sobrepeso e obesidade, temos dificuldades relacionadas à desnutrição. “Em 2008 e 2009, os índices de déficit de peso reduziram drasticamente e a obesidade dobrou na população adulta feminina e está quatro vezes maior na população masculina adulta, se comparados com dados da década de 1970″, revela o pesquisador. O brasileiro está conseguindo se alimentar mais, mas não necessariamente melhor. “Os níveis prudentes de ingestão de carotenoides totais são de 9.000 a 18.000 microgramas por dia. A pesquisa revelou que a média de consumo nacional foi de 4.117 microgramas por dia, abaixo dos valores preconizados como seguros”, alerta Rodrigo. Um prato de salada de agrião, brócolis e cenoura com uma fruta como manga ou pêssego de sobremesa já garante a ingestão necessária de carotenóides. A pesquisa abordou também faixa etária e condição social. Jovens entre 10 e 19 anos fazem parte do grupo das pessoas que menos consomem hortaliças, frutas e verduras. Pessoas consideradas obesas (aquelas em que o IMC é maior ou igual a 30) são as mais propensas a desenvolver doenças por falta de uma alimentação saudável. A pesquisa revelou também que pessoas de baixa renda conseguem comprar alimentos pouco saudáveis, com muito açúcar e gordura por valores menores do que alimentos frescos e


saudáveis. O estudo comprova ainda que a alimentação ruim é mais viável e disponível do que a boa. Políticas públicas para mudar este quadro se fazem necessárias urgentemente no país. Tomate, cenoura, acerola, manga, goiaba, mamão, abóbora, cajá, agrião, couve, alface e milho são apenas alguns dos alimentos ricos em carotenóides que devem fazer parte de uma alimentação saudável. A pesquisa foi realizada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e analisou mais de 34 mil casos de pessoas com idade a partir de 10 anos. Os dados foram obtidos em uma parceria do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com o Ministério da Saúde.


Estudo mostra que o consumo de vegetais ricos em ferro ajuda a combater os sintomas da TPM | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/estudo- mostra- que- o- consumo- de- vegetais- ricos- em- ferro- ajuda- a- combater- os- sintomasda- tpm/ March 6, 2013

Saiba como evit ar os sint omas da TPM apenas com a aliment ação corret a A Tensão Pré-Menstrual (TPM) é uma fase de alguns dias em que, por questões hormonais, algumas mulheres ficam em um estado de irritabilidade e ansiedade acentuado. O problema é tão comum e pode ser tão grave em algumas mulheres que a TPM é usada por alguns advogados para tentar diminuir a pena de mulheres que cometem crimes. Além dos problemas mais conhecidos, a TPM é capaz, inclusive, de desencadear sintomas graves de depressão. Um estudo publicado nesta terça-feira (26), realizado pela Universidade de Harvard e pela Universidade de Massachusetts e publicado no site Science Daily (leia aqui, em inglês), demonstrou que mulheres que consomem vegetais ricos em ferro tendem a ter os sintomas da TPM abrandados ou até ficarem livres deles. O estudo acompanhou mais de 3.000 mulheres por 10 anos e concluiu que mulheres que usam suplementação de ferro indicada por médicos também têm os mesmos benefícios que aquelas que consomem vegetais ricos em ferro. No entanto, o excesso de ferro no organismo, normalmente ocasionado por automedicação, pode ser muito arriscado. Portanto, não suplemente ferro por conta própria em hipótese alguma. Nada de carne: o f erro que ajuda nest e caso é o não-heme, de origem veget al “Descobrimos que as mulheres que consumiram mais ferro não-heme, a forma encontrada principalmente em alimentos de origem vegetal e em suplementos, tinham um risco 30 a 40 por cento menor de desenvolver TPM do que as mulheres que consumiram a menor quantidade de ferro não-heme.” – Bertone-Johnson, uma das responsáveis pelo estudo. O que comer para evit ar os sint omas da TPM A tabela abaixo foi elaborada pela nutricionista vegana Astrid Pfeiffer, autora do livro “A


cozinha vegetariana de Astrid Pfeiffer” () e foi publicada no site do programa “Perdas & Ganhos”, do canal GNT (). Ela mostra os alimentos de origem vegetal que mais contém ferro.


Histórico: União Europeia proíbe comercialização de cosméticos testados em animais | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/historico- uniao- europeia- proibe- comercializ acao- de- cosmeticos- testados- em- animais/ March 6, 2013

O começo do f im dos t est es em animais no mundo int eiro A partir de 11 de março de 2013, qualquer empresa cosmética que queira vender em algum dos 27 Estados-membros da União Europeia terá que comercializar produtos livres de testes em animais. Não serão aceitos produtos testados em nenhum lugar do mundo. A decisão foi confirmada em uma carta recente do novo comissário europeu da Saúde e Defesa do Consumidor, Tonio Borg, e contempla 20 anos de campanhas de ONGs em favor dos animais, como a BUAV (fundadora da Cruelty Free International). A notícia deve mexer com os rumos de empresas que testam em animais e não querem perder mercado e também com aquelas que não testavam e passaram a fazê-lo para entrar no mercado chinês, que ainda exige as experiências em animais para produtos de beleza e higiene. É o caso das conhecidas M.A.C. e L´Occitane que, hoje, estão na lista das empresas que testam em animais. A partir de 11 de março, se elas quiserem manter a postura de testar em animais e vender na China, não poderão vender mais para nenhum consumidor da União Europeia. Ativistas pelos Direitos Animais do mundo inteiro esperam que, com a decisão, o resto do mundo entenda que os testes em animais não têm mais espaço nos dias de hoje.


Médica pediatra fala sobre maternidade vegana | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/medica- pediatra- fala- sobre- maternidade- vegana/

March 6, 2013

Mãe coruja, esposa e vegana. Conf ira o papo com a médica pediat ra Tat i Balleroni CRM(SP) 109241 O maior presente que uma mãe pode dar a seu filho é a saúde. Por isso, o ViSta-se entrevistou a mamãe de primeira viagem Tati Balleroni, que anda curtindo muito a vinda do Mateus, que tem apenas 6 meses de vida. Se a alimentação de uma pessoa vegana adulta já é constantemente questionada, alimentar um bebê sem nenhum ingrediente de origem animal pode ser ainda mais complicado, do ponto de vista social. Felizmente, a complicação fica por aí. Confira as dicas da Tati para uma gestação e infância perfeitas. ViSt a-se: Há quant o t empo você é vegana? Tati Balleroni: Sou vegana há 4 anos. Há quant o t empo você é médica e onde se f ormou? Onde você nasceu e onde at ende hoje? Eu completo 10 anos de formada no próximo mês. Me formei na Faculdade de Medicina de Marilia (FAMEMA). Eu nasci em São Paulo-SP, mas minha família mudou-se para o interior quando eu tinha 8 anos. Atualmente, desacelerei bastante meu ritmo de trabalho devido ao meu filho Mateus estar com 6 meses ainda. Tenho me dedicado bastante à maternidade. Trabalho na UTI Neonatal do Hospital ABHU em Marilia-SP. Você indica aliment ação livre de aliment os de origem animal a pacient es que não são veganos? Se sim, explica a eles por quê? Qual a reação deles? Sim, se percebo que as famílias são abertas a essa abordagem. Ainda existe muito preconceito e dúvidas das pessoas em relação ao veganismo, mas tenho percebido uma tendência à melhor aceitação nos últimos anos. Nas consult as do dia-a-dia, exist em dúvidas das mães sobre o veganismo? Atualmente não estou atendendo no consultório, mas ainda oriento algumas famílias que são veganas e alguns pais que ficam preocupados porque os filhos decidiram parar de comer carne. Como é, para sua f amília, saber que você t eve uma gravidez vegana e vai criar seu f ilho (cit e o nome dele) dent ro da f ilosof ia vegana? Mesmo como médica, você t em alguma objeção f amiliar? A minha familia foi bem tranquila em relação à minha gestação ter sido vegana. Quanto à criação do Mateus na filosofia vegana, fomos questionados algumas vezes em relação a isso. Porém, sempre deixamos clara a nossa postura de que ele seria criado dentro do veganismo. Para nós, não faz o menor sentido nosso filho ser criado fora do contexto da filosofia vegana.


Vivemos aquilo que acreditamos e nunca cogitamos deixar de transmitir nossos valores ao nosso próprio filho! Mesmo sendo médica pediatra já fui questionada sim. Inúmeras vezes. Por exemplo, em relação à introdução da alimentação complementar, sobre como eu faria isso sem a carne.

“E assim optamos pelo veganismo juntos, no mesmo dia!” Seu marido é vegano? Como lidam com isso? O Marcelo, meu marido, é vegano. Oito meses antes do nosso casamento, após a morte do nosso cachorrinho, ele se questionou: como posso amar tanto os animais e comê-los? Ele já tinha tentado ser vegetariano por volta dos 7 anos e novamente na adolescência, porém, não tinha encontrado apoio. Eu era ovolactovegetariana há alguns anos. Porém, não conhecia nenhum vegetariano, não tinha nada de informação. Para mim foi tudo muito instintivo. Quando tomei conhecimento da crueldade ligada ao consumo de ovos e laticínios, decidi pelo veganismo no mesmo momento. Já éramos casados e então comuniquei ao Marcelo que estava me tornando vegana a partir daquele momento. Ele me perguntou o motivo, expliquei a ele sobre o que tinha lido. Ele me respondeu que se tornaria junto comigo. E assim optamos pelo veganismo juntos, no mesmo dia! O que você indica a mães que não t êm a sort e de cont ar com uma pediat ra vegana? Exist e algum t ext o, art igo ou manif est o que essa mãe pode levar ao seu pediat ra para que ele t enha cert eza que a aliment ação vegana é saudável para a criança? Na verdade eu diria a elas para que busquem o máximo de informação possível! Infelizmente, ainda há muitos profissionais despreparados para orientar uma dieta vegana e muitas vezes, por falta de conhecimento, acabam dizendo que não é possível, que é prejudicial e coisas desse tipo. Existe, por exemplo, um documento da Associação Dietética Americana, dos EUA, com um posicionamento em relação às dietas vegetarianas que diz que uma dieta vegetariana bem planejada, incluindo a vegana, são apropriadas para os indivíduos em todas as fases da vida como gestação, lactação, infância, adolescência e para atletas.

Na gravidez, exist e algum exame específ ico que a mamãe vegana não pode esquecer de pedir e que os médicos normalment e não at ent am para ele? Uma gestante vegana necessita de um acompanhamento pré-natal adequado como qualquer outra gestante e não existe nenhum exame especial que deva ser realizado especialmente por gestantes veganas.

“Procure manter uma alimentação equilibrada que inclua uma variedade de cereais, leguminosas, verduras, legumes, frutas e oleaginosas.”


O que uma mãe vegana não pode deixar de saber para uma gravidez e uma inf ância saudáveis? Com um bebê em formação, as necessidades diárias de alguns nutrientes encontram-se elevadas. Estar atenta a essas necessidades e buscar atendê-las através da alimentação é um dos passos para uma gestação saudável. Procure manter uma alimentação equilibrada que inclua uma variedade de cereais, leguminosas, verduras, legumes, frutas e oleaginosas. Evite alimentos industrializados, sal e açúcar em excesso. É importante incluir uma fonte de ômega-3, como por exemplo linhaça ou chia. No caso das veganas, é essencial a suplementação da vitamina B12 na gestação e enquanto se estiver amamentando; inclusive as necessidades diárias dessas vitaminas estão aumentadas durante esses períodos. Outras suplementações (como por exemplo ferro, cálcio, zinco, vitamina D, ácido fólico, etc) devem ser individualizadas e só devem ser realizadas sob orientação de um médico ou nutricionista. Converse com seu médico sobre as atividades físicas que podem ser realizadas por você na gestação. As faixas de ganhos de peso são individualizadas, esteja atenta à indicada a você e procure não ganhar pouco peso e tampouco ganhar de forma excessiva. Uma infância saudável se inicia com o aleitamento materno, que deve ser exclusivo durante os primeiros 6 meses de vida do bebê. Nessa fase, não se deve ser oferecido água, chás ou qualquer outro alimento. Aos 6 meses inicia-se a introdução na alimentação complementar, de forma lenta e gradual, mantendo-se o aleitamento materno até 2 anos ou mais. O leite materno é o principal alimento no primeiro ano de vida.

“Deve-se evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas.” É importante que a criança receba uma alimentação variada. o consumo diário de verduras, legumes e frutas deve ser encorajado. Deve-se evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida e, mesmo conforme a criança cresce, o consumo destes alimentos deve ser realizado de forma esporádica e não habitual. Utilizar sal com moderação. Da mesma maneira que na gestação e lactação, bebês e crianças veganas devem receber suplementação de vitamina B12. Outras suplementações devem ser individualizadas e realizadas apenas por orientação de medico ou nutricionista. A vida da vegana Tat i Ghizellini Balleroni / CRM(SP) 109241 Nasci em São Paulo e nos mudamos para o interior quando eu tinha 8 anos. Aos 17 anos entrei na faculdade e vim pra Marília estudar. No quinto ano de faculdade conheci meu marido. Fiz residência em pediatria na mesma faculdade em que me formei e optei por permanecer em Marília. A maternidade me fez desacelerar o meu ritmo de trabalho, permaneci em casa durante 5 meses amamentando. Retornei ao trabalho em períodos curtos e em carga horária semanal pequena para que o Mateus pudesse continuar recebendo apenas leite materno. Quando estou trabalhando, ele recebe leite materno ordenhado no copo. Agora que ele completou 6 meses, iniciamos a introdução da alimentação complementar (vegana é claro!) e o suplemento de vitamina B12. Atualmente integro a equipe da UTI Neonatal do Hospital ABHU, onde trabalho há quase 8 anos. Amo a pediatria de forma incondicional!


O consumo de carnes e queijos está ligado à rinite alérgica, asma e eczema, segundo novo estudo | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/o- consumo- de- carnes- e- queijos- esta- ligado- a- rinite- alergica- asma- e- ecz ema- segundonovo- estudo/ March 6, 2013

Est udo com meio milhão de pessoas apont a que a gordura sat urada de ingredient es animais em fast food est á ligada à rinit e alérgica, eczema e à asma O novo estudo, resultado de pesquisas de universidades e centros médicos de 5 países e com dados de 51 nações, incluindo o Brasil, aponta uma ligação clara entre o consumo de gordura saturada e doenças respiratórias como a rinite alérgica e asma e também doenças de pele como o eczema, que ocasiona manchas avermelhadas pelo corpo. A gordura saturada, encontrada em alimentos de origem animal comuns em lanchonetes como as carnes e os queijos, é conhecida por afetar a imunidade e expor o organismo à diversas doenças. At é 39% mais chances de t er asma de f orma crônica Com a análise de mais de 500.000 crianças e adolescentes, os cientistas concluíram que o consumo de três ou mais vezes por semana de alimentos como os das lanchonetes de fast food aumenta em até 39% o risco do desenvolvimento de uma forma crônica de asma. Os problemas são os mesmos entre homens e mulheres. As f rut as e a prot eção da imunidade O mesmo estudo apontou um efeito inverso quando o consumo de três ou mais porções por semana é de frutas. Segundo o material, as frutas têm um papel fundamental na manutenção da imunidade por seus antioxidantes e outros componentes benéficos à saúde. As informações estão em uma matéria que foi ao ar na manhã desta terça-feira (15) no jornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo de Televisão. Prot eja sua f amília


Uma alimentação vegana e integral, baseada em frutas, hortaliças, legumes e grãos pode proteger sua família de diversas doenças e ainda é ética e ecológica. Aprenda mais sobre o veganismo: www.sejavegano.com.br.


Paella Vegana | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/paella- vegana- 2/

March 6, 2013

Ingredient es . 1/3 de xícara (chá) de azeite . 1 cebola picada . 2 dentes de alho picados . 2 talos de salsão picados . 2 cenouras cortadas em cubo . 1 abobrinha cortada em cubos . 1 pimentão vermelho sem sementes picado . 1 xícara (chá) de arroz . 3 xícaras (chá) de caldo de legumes . 1 colher (café) de açafrão . 1/2 xícara (chá) de vinho branco . 2 tomates sem pele e sem sementes picados . Ervas frescas a gosto Modo de Preparo Em uma frigideira grande aqueça o azeite. Frite a cebola, o alho e junte o restante dos vegetais até o pimentão e misture. Adicione o arroz, o caldo de legumes e o açafrão. Quando começar a secar, adicione o vinho, o tomate e as ervas. Cozinhe por mais dois minutos e sirva em seguida. Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos) Rendiment o: 4 porções Dif iculdade: Fácil Fonte: M de Mulher


Palmito na Moranga | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/palmito- na- moranga/

March 6, 2013

Ingredient es: - 1 moranga grande - 1 vidro de palmito grande 550 g (corte os palmitos em rodelas) - 200 ml de leite de côco - 1 caixinha de creme de leite de soja - 1 cebola grande picadinha - 2 tomates picados sem pele - 5 dentes de alho picados - 3 colheres de sopa de farinha de trigo - 1 caldo de legumes - Azeite - Cebolinha a gosto - Sal Modo de f azer: 1 – Retire a tampa da moranga e as sementes, passe sal por dentro. É possível cozinhá-la de duas maneiras: A – Envolva a moranga no filme plástico e leve ao microondas até ficar macia; B – Envolva a moranga no papel alumínio e leve ao forno até ficar macia. Após cozinhar a moranga, reserve. 2 – Dissolva as 3 colheres de sopa de farinha de trigo no leite de côco e reserve. 3 – Em uma panela grande, refogue no azeite o alho e a cebola, quando dourar, acrescente os tomates picados e deixe dissolver. Coloque o palmito cortado em rodelas e o caldo de legumes. 4 – Acrescente aos poucos o leite de côco com a farinha dissolvida e mexa bem. Adicione o creme de leite de soja. Verifique o sal e reserve.


5 – Delicadamente, coloque o creme de palmito dentro da moranga, salpique cebolinha picada e sirva com arroz branco. Adaptado de “Receitas do Boi“.


Seara condenada novamente por más condições de trabalho | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/seara- condenada- novamente- por- mas- condicoes- de- trabalho/

March 6, 2013

Exploração animal, exploração humana Seara, a marca mais forte do Grupo Marfrig, um dos maiores frigoríficos do Brasil, foi condenada a pagar mais de R$ 35 milhões em 2 ações trabalhistas recentes. A patrocinadora da Seleção Brasileira de Futebol e da Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil, terá que doar R$ 10 milhões para entidades da cidade de Sidrolândia, Mato Grosso do Sul e pagará R$ 25 milhões em multas na cidade de Forquilhinha (a 207 km de Florianópolis). Em ambos os casos, a justiça entendeu que a empresa não oferece condições mínimas aos trabalhadores, expondo seus funcionários a jornadas de trabalho inadequadas e a baixas temperaturas sem equipamentos apropriados. Conf ira as marcas que f azem part e do Grupo Marf rig

A empresa que gasta rios de dinheiro para fortalecer sua marca junto a atividades esportivas, ganha seus recursos matando animais e maltratando funcionários em pequenas cidades Brasil afora.


Vegetarianos vivem mais do que quem come carne, conclui estudo de uma universidade norte-americana | ViSta-se http://vista- se.com.br/redesocial/vegetarianos- vivem- mais- do- quem- come- carne- conclui- estudo- de- universidade- norteamericana/ March 6, 2013

Em média, homens veget arianos vivem quase 10 anos a mais que homens que comem carne A fonte da juventude está em sua mesa, segundo um estudo da Universidade de Loma Linda, na Califórnia (EUA). A pesquisa vem sendo feita desde os anos 50 com mais de 96 mil pessoas dos EUA e Canadá que frequentam a ingreja Adventista do Sétimo Dia. Os fiéis desta igreja são encorajados a adotar uma alimentação livre de carne e notou-se bons resultados na longevidade deste grupo ao longo dos anos. O estudo, denominado ”Adventist Health Study” (Estudo da Saúde Adventista - página original, em inglês) , indica que uma alimentação vegetariana previne doenças crônicas como alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares, colocando os vegetarianos à frente na expectativa de vida em relação às pessoas que comem carne. Homens e mulheres com mais t empo para curt ir a vida Ainda segundo o estudo norte-americano, homens vegetarianos vivem, em média, 83,3 anos, o que corresponde a 9,5 anos a mais do que os homens que comem carne. As mulheres vegetarianas vivem, em média, 85,7 anos, o equivalente a 6 anos mais do que as mulheres que não seguem uma alimentação vegetariana. Os números estão a favor dos vegetarianos por conta da quantidade de antioxidantes, fibras e outros componentes saudáveis que uma alimentação vegetariana balanceada pode proporcionar. Por prevenir muitas doenças consideradas comuns na melhor idade como o diabetes, o excesso de colesterol e as doenças do coração, a alimentação vegetariana pode garantir não só mais anos de vida, mas também mais tranquilidade, saúde e disposição para aproveitar esse tempo a mais.


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REVISTA-SE #01  

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