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VI SALÃO CIENTÍFICO E CULTURAL

Grupo: Oitava maravilha do mundo?

Paraopeba, 17 de agosto de 2012

Equipe: 04. Bryan Cristian Teixeira Silveira


05. Camila Silva Abreu 07. Carolina Ferreira 08. Clara Liz Vieira e Silva 10. Elisson Ferreira Medeiros 14. Joana Letícia França Silva 16. Lara Rhanny Esteves de Avelar 17. Larissa Alécia de Araujo Veiga 18. Larissa Cristina Silva de Jesus 22. Marcus Vinicius J. de O. Silva 23. Maria Eduarda de Castro Figuereido 24. Mariana Amorim Almeida 25. Mateus Macari de Souza 26. Matheus Vieira Alves Teixeira 28. Otavio Cesar Esteves Lopes 31. Roberta Adriane Oliveira Castro 32. Ronaldo Lopes Cunha Junior 35. Válber Lucas Geraldo C. Moreira 38. Izabela Lorrane Barbosa Ribeiro

Trabalho feito para VI Salão Científico e Cultural do Colégio Nossa Senhora do Carmo 2012. O tema do grupo abrange a área de Conhecimentos Gerais.


Professora Coordenadora: Fabiana Aparecida da Fonseca

Justificativa: Escolheu-se o tema “Oitava Maravilha do Mundo?” pelo fato de muitas pessoas não terem conhecimento da existência das sete maravilhas do


mundo. O Grupo irá abordar curiosidades tais como: como é escolhido as sete maravilhas, qual critério utilizado, quem escolhe, quais as sete maravilhas do mundo atual e do mundo antigo. O Titulo escolhido considera que hoje, pode existir uma oitava maravilha que no entanto ainda não foi oficialmente escolhida. Então fica a pergunta: Qual seria a oitava maravilha? Todas essas perguntas serão abordadas longo do trabalho, tentando despertar a curiosidade dos visitantes do salão cientifico.

Introdução: AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO


As sete maravilhas do mundo (também conhecidas como Sete Maravilhas do Mundo Antigo) são uma famosa lista de majestosas obras artísticas e arquitetônicas erguidas durante a Antiguidade Clássica, cuja origem atribui-se a um pequeno poema do poeta grego Antípatro de Sídon. Das sete maravilhas, a única que resiste até hoje praticamente intacta é a Pirâmide de Quéops, construída há quase cinco mil anos. É interessante que na Grécia se encontrava apenas a estátua de Zeus em Olímpia, construída em ouro e marfim com 12 metros de altura. A idéia que se tem dela vem das moedas de Elis onde foi cunhada a figura da estátua de Zeus. 1-

Pirâmide de Quéops

A grande pirâmide de Gizé, única antiga maravilha do mundo ainda existente. Ao contrário do que muitos pensam é apenas a Pirâmide de Quéops (e não todas as três grandes Pirâmides de Gizé) que faz parte da lista original das Sete Maravilhas do Mundo. A Pirâmide de Quéops foi construída há mais de 4500 anos, por volta do ano 2550 a.C., e é também chamada de Grande Pirâmide de Gizé ou apenas Grande Pirâmide. A majestosa construção de 147 metros de altura foi a maior construção feita pelo homem durante mais de quatro mil anos, sendo superada apenas no final do século XIX (precisamente em 1889), com a construção da Torre Eiffel. A Grande Pirâmide de Gizé foi construída como tumba real para o faraó Khufu (que dá nome à pirâmide). O curioso é que a pirâmide de Quéops já era a mais antiga dentre todas as maravilhas do mundo antigo (afinal, na época já fazia mais de dois mil anos que havia sido construída) e é justamente a única que se mantém até hoje. 2. Jardins suspensos da Babilônia Os Jardins Suspensos da Babilônia são as maravilhas menos conhecidas, já que até hoje se encontram poucos relatos e nenhum sítio arqueológico foi encontrado com qualquer vestígio do monumento. O único que pode ser considerado "suspeito" é um poço fora dos padrões que imagina-se ter sido usado para bombear água. Foram construídos por volta de 600 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia - no atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de barro cozido, com terraços sobrepostos onde foram plantadas árvores e flores. Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços subia-se por uma escada de mármore;


entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher, Amitis, saudosa das montanhas do lugar onde nascera. Capital do império caldeu, a Babilônia, sob Nabucodonosor, tornou-se a cidade mais rica do mundo antigo. Vivia do comércio e da navegação, buscando produtos na Arábia e na Índia e exportando lã, cevada e tecidos. Como não dispunham de pedras, os babilônios usavam em suas construções tijolos de barro cozido e azulejos esmaltados. No século V a.C., Heródoto dizia que a Babilônia "ultrapassava em esplendor qualquer cidade do mundo conhecido". Mas em 539 a.C. o império caldeu foi conquistado pelos persas e dois séculos mais tarde passou a ser dominado por Alexandre, o Grande, tornando-se parte da civilização helenística. Depois da morte de Alexandre (323 a.C.), a Babilônia deixou de ser a capital do império. Começou assim sua decadência. Não se sabe quando os jardins foram destruídos; sobre as ruínas da Babilônia ergueu-se, hoje, a cidade de AlHillah, a 160 quilômetros de Bagdá, a capital do Iraque. 3. Templo de Ártemis em Éfeso


O templo de Ártemis em Éfeso, construído para a deusa grega da caça e protetora dos animais selvagens, foi o maior templo do mundo antigo. Localizado em Éfeso, atual Turquia, o templo foi construído em 550 a.C. pelo arquiteto cretense Quersifrão e por seu filho, Metagenes. Depois de concluído virou atração turística com visitantes de diversos lugares entregando oferendas, e foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato, que acreditava que destruindo o templo de Ártemis teria seu nome espalhado por todo o mundo. Sabendo disso, os habitantes da cidade não revelaram seu nome, só conhecido graças ao historiador Strabo. Alexandre ofereceu-se para restaurar o templo, mas ele começou a ser reconstruído só em 323 a.C., ano da morte do macedônio. Mesmo assim, em 262 d.C., ele foi novamente destruído, desta vez por um ataque dos godos. Com a conversão dos cidadãos da região e do mundo ao cristianismo, o templo foi perdendo importância e veio abaixo em 401 d.C; e hoje existe apenas um pilar da construção original em suas ruínas. 4. Mausoléu de Halicarnasso O mausoléu de Halicarnasso foi o suntuoso túmulo que a rainha Artemísia II de Cária mandou construir sobre os restos mortais de seu irmão e marido, o rei Mausolo, em 353 a.C.. Foi construído por dois arquitetos gregos — Sátiro e Pítis — e por quatro escultores gregos — Briáxis, Escopas, Leocarés e Timóteo. Hoje, os fragmentos desse monumento são encontrados no Museu Britânico, em Londres, e em Bodrum, na Turquia. A palavra mausoléu é derivada de Mausolo. 5. Colosso de Rodes O Colosso de Rodes era uma gigantesca estátua do deus grego Hélios colocada na entrada marítima da ilha grega de Rodes. Ela foi finalizada em 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos, tendo 30 metros de altura e setenta toneladas de bronze, de modo que qualquer barco que adentrasse a ilha passaria entre suas pernas, que possuía um pé em cada margem do canal que levava ao porto. Na sua mão direita havia um farol que guiava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguia abraçar o seu polegar. Foi construída


para comemorar a retirada das tropas macedônias que tentavam conquistar a ilha, e o material utilizado para sua confecção foram armas abandonadas pelos macedônios no lugar. Apesar de imponente, ficou em pé durante apenas 55 anos, sendo abalada por um terremoto que a jogou no fundo da baía. Ptolomeu III se ofereceu para reconstruí-la, mas os habitantes da ilha recusaram por achar que haviam ofendido Hélios. E no fundo do mar ainda era tão impressionante que muitos viajaram para vê-la lá em baixo, onde foi esquecida até a chegada dos árabes, que a venderam como sucata. 6. Farol de Alexandria O Farol de Alexandria foi construído a mando de Ptolomeu I no ano 280 a.C. pelo arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido. Era uma torre de mármore situada na ilha de Faros (por isso, "farol"), próxima ao porto de Alexandria, Egito, no alto da qual ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava até 50 km de distância, daí a grande fama e imponência daquele farol. À excepção das pirâmides de Gizé, foi a que mais tempo durou entre as outras maravilhas do mundo, sendo destruída por um terremoto em 1375. Suas ruínas foram encontradas em 1994 por mergulhadores, o que depois foi confirmado por imagens de satélite. 7. Estátua de Zeus A estátua de Zeus em Olímpia foi construída no século V a.C. por Fídias, em homenagem ao rei dos deuses gregos — Zeus. A estátua, construída em ouro e marfim e decorada com pedras preciosas, possuía 12 metros de altura. Após 800 anos foi levada para Constantinopla (hoje Istambul), onde acredita-se ter sido destruída em 462 d.C. por um terremoto. Essa é considerada sua obra-prima. Tanto os gregos amavam seus trabalhos que dizia-se que ele revelava aos homens a imagem dos deuses. Supõese que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura - o equivalente a um prédio


de cinco andares - e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas. Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nice, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes. Origem da lista A origem da lista é duvidosa, normalmente atribuída ao poeta e escritor grego Antípatro de Sídon, que escreveu sobre as estruturas em um poema. Outro documento que contém tal lista é o livro De septem orbis miraculis, do engenheiro grego Philon de Bizâncio. A lista também é conhecida como Ta hepta Thaemata ("as sete coisas dignas de serem vistas"). Os gregos foram os primeiros povos a relacionar as sete maravilhas do mundo entre os anos 150 e 120 a.C.. Extraordinários monumentos e esculturas erguidos pela mão do homem, construídos na antigüidade fascinam por sua majestade, riqueza de detalhes e magnitude até hoje. Podemos imaginar o aspecto que outros monumentos e esculturas tinham a partir de descrições e reproduções estilizadas em moedas.

SETE MARAVILHAS DO MUNDO MODERNO As Novas Sete Maravilhas do Mundo foram escolhidas em concurso informal e popular internacional promovido pela New Open World Foundation, com o lançamento da campanha New 7 Wonder que contou com mais de cem milhões de votos através de telefones celulares e da internet, enviados de todas as partes do mundo e anunciados em 7 de julho de 2007, numa cerimônia em Lisboa, Portugal. O concurso não contou com o apoio da UNESCO, órgão da Organização das Nações Unidas.


1. Taj Mahal O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador mandou

Shah construir

Jahan em

memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal (“A joia do palácio”). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna. Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes. Supõe-se que o imperador pretendia fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início da obra por seus filhos. Origem e inspiração O Imperador Shah Jahan foi um prolífero mecenas, com recursos praticamente ilimitados. Sob a sua tutela construíram-se os palácios e jardins de Shalimar em Lahore, também em honra da sua esposa. Mumtaz Mahal deu ao seu esposo 14 filhos, mas faleceu no último parto e o imperador, desolado, iniciou quase de seguida a construção do Taj como oferta póstuma. Todos os pormenores do edifício mostram a sua natureza romântica e o conjunto promove uma estética esplêndida. Aproveitando uma visita realizada em 1663, o explorador francês François Bemier realizou o seguinte retrato do Taj Mahal e dos motivos do imperador à sua edificação:


[...] Completarei esta carta com uma descrição dos maravilhosos mausoléus que outorgam total superioridade a Angra sobre Deli. Um destes foi erigido por Jehanguyre em honra do seu pai Ckbar, e Shah Jahan construiu outro de extraordinária e celebrada beleza, em memória da sua esposa, de quem de diz que o seu esposo estava tão apaixonado que lhe foi fiel toda a sua vida e, após a sua morte, ficou tão afetado que não tardou em segui-la pela morte. SÍNTESE HISTÓRICA A pouco tempo do término da obra em 1657, Shah Jahan adoeceu gravemente e o seu filho Shah Shuja declarou-se a ele próprio imperador em Bengala, enquanto Murad, com o apoio do seu irmão Aurangzeb, fazia o mesmo em Gujarat. Quando Shah Jadan, caído doente no seu leito, se rendeu aos ataques dos seus filhos, Aurangzeb permitiu-lhe continuar a viver exilado no forte de Agra. A lenda conta que passou o resto dos seus dias observando pela janela o Taj Mahal e, depois da sua morte em 1666, Aurangzeb sepultou-o no mausoléu lado a lado com a esposa, gerando

a

única

ruptura

da

perfeita

simetria

do

conjunto.

Em finais do século XIX vários setores do Taj Mahal estavam muito deteriorados por falta de manutenção e durante a época da rebelião hindu, em 1857, foi arrestado por soldados britânicos e oficias do governo, que lhes arrancavam as pedras embutidas nas paredes e o lápis-lazúli dos muros. Em 1908 completou-se a restauração ordenada pelo vice-rei britânico, Lord Curzon, que também incluiu o grande candelabro da câmara interior segundo o modelo de um similar que se encontrava numa mesquita no Cairo. Curzon ordenou a remodelação dos jardins ao estilo inglês que

ainda

hoje

se

conservam.

Durante o século XX melhorou o cuidado com o monumento. Em 1942 o governo construiu um andaime gigantesco cobrindo a cúpula, prevendo um ataque aéreo da Luftwaffe e, posteriormente, da força aérea japonesa. Esta proteção voltou a erguerse durante as guerras indo-paquistanesas, de 1965 a 1971. As ameaças mais recentes provêm da poluição ambiental nas ribeiras do rio Yamuna e da chuva ácida causada pela refinaria de Muthura. Ambos os problemas são objeto de vários recursos ante a Corte Suprema da Justiça da Índia. Em 1993, foi eleito como Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, e é hoje um importante destino turístico. Recentemente, alguns setores sunitas reclamaram para si a propriedade do edifício, baseando-se de que se trata do


mausoléu de uma mulher desposada por um membro deste culto islâmico. O governo indiano rejeitou a reclamação considerando-a mal fundamentada, já que o Taj Mahal é propriedade de toda a nação indiana. 2.

Chichén Itzá

Chichén Itzá é uma cidade arqueológica maia localizada no estado mexicano de Iucatã. Chichén Itzá, a mais famosa cidade Templo Maia, funcionou como centro político e econômico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitetônico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização mais. O nome Chichén Itzá tem raiz maia e significa “na beirada do poço do povo Itzá”. Estima-se que Chichén Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455. Foi declarada Patrimônio Mundial da UNESCO em 1988. 3.

Petra Petra (do grego “petrus”, pedra; árabe: Bitrã) é um importante

enclave

arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. HISTÓRIA ANTECEDENTES A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pala tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábia e


Damasco (Síria) durante o século VI a.C.,

Edom

foi

colonizada

pelos

Nebateus (uma das tribos árabes), e eles se mudaram. REDESCOBERTA DE PETRA As ruínas de Petra foram objeto de curiosidade a partir da Idade Média, atraindo visitantes como o sultão Baybars do Egito, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brunnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904). PETRA NOS DIAS DE HOJE A 6 de dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. 4. Coliseu O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão latina Colosseum (ou Coliseus, no latim tardio), devido à estátua colossal de Nero, que ficava perto a edificação. Localizado no centro de Roma, é uma exceção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitetônico. Originalmente capaz de albergar perto de 50.000 mil pessoas e com 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos. Foi construído a Este do Fórum romano e demorou entre 8 a 10 anos a ser construído. O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476. O edifício deixou de ser usado para entretenimento no começo da era medieval, mas foi mais tarde usado como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão. Embora esteja agora em ruínas devido a terremotos e pilhagens, o Coliseu sempre foi visto como símbolo do Império Romano, sendo um dos melhores exemplos da sua arquitetura.


Atualmente é uma das maiores atrações turísticas em Roma e ainda tem ligações à igreja, com o Papa a liderar a procissão “O caminho da Cruz” até ao Coliseu todas as sextas feiras santas. UTILIZAÇÕES DO COLSEU O Coliseu era um local onde seriam exibidos toda uma série de espetáculo, inseridos, nos vários tipos de jogos realizados na urbe. Os combates entre gladiadores, chamados muneras, eram sempre pagos por pessoas individuais em busca de prestígio e poder em vez do estado. Outros tipos de espetáculos eram a caça de animais, ou venatio onde eram utilizados animais selvagens importados da África. Os animais mais utilizados eram os grandes felinos como leões, leopardos e panteras, mas aminas como rinocerontes, hipopótamos, elefantes. Girafas, crocodilos e avestruzes eram também utilizados. As caçadas, tal como as representações de batalhas famosas, eram efetuadas em elaborados cenários onde constavam árvores e edifícios movíveis. Estas últimas eram por vezes representadas numa escala gigante; Trajano celebrou a sua vitória em Dácia no ano 107. Com concursos envolvendo 100 mil animais e 10.000 gladiadores no decorrer de 123 dias. Segundo o documentário produzido pelo canal televisivo fechado, History Channel, o Coliseu também era utilizado para a realização das naumaquias, ou batalhas navais. O Coliseu era inundado por dutos subterrâneos alimentados pelos aquedutos que traziam água de longe. Passada esta fase, foi construída uma estrutura, que é a que podemos ver hoje nas ruínas do Coliseu, com altura de um prédio de dois andares, onde no passado se concentravam os gladiadores, feras e todo o pessoal que organizava os duelos que ocorreriam na arena. A arena era como um grande palco, feito de madeira, e se chama Arena, que em italiano significa areia, porque era jogada areia sobre a estrutura de madeira para esconder as imperfeições. Os animais podiam ser inseridos nos duelos a qualquer momento por um esquema de elevadores que surgiam em alguns pontos da arena; o filme “Gladiador” retrata muito bem esta questão dos elevadores. Os estudiosos há pouco tempo, descobriram uma rede de dutos inundados embaixo da arena do Coliseu. Acredita-se que o Coliseu foi construído onde, outrora, foi o lago do Palácio Dourado de Nero.


O imperador Vespasiano escolheu o local da construção para que o mal causado por Nero fosse esquecido por uma construção gloriosa. Sylvae, ou recreações de cenas naturais eram também realizadas no Coliseu. Pintores, técnicos e arquitetos construíram simulações de florestas com árvores e arbustos reais plantados no chão da arena. Animais seriam então introduzidos para dar vida a simulação. Esses cenários podiam servir só para agrado do público ou como pano de fundo para calçadas ou dramas representando episódios da mitologia romana, tão autênticos quanto possível, o ponto de pessoas condenadas fazerem papel de heróis onde eram mortos de maneiras horríveis, mas mitologicamente autênticas como mutilados por animais ou queimados vivos. Embora o Coliseu tenha funcionado até ao século VI da nossa Era, foram proibidos os jogos com mortes humanas desde 404, sendo apenas massacrados animais como elefantes, panteras ou leões. A CONSTRUÇÃO A construção do Coliseu, nome foi iniciado por Vespasiano, nos anos 70 da nossa Era, e finalizado pelo seu filho, Domiciano. O edifício será inaugurado por Tito, em 80, embora apenas tivessem sido finalizados poucos

anos

depois.

Empresa

colossal, este edifício, inicialmente, poderia sustentar no seu interior cerca de 50.000 espectadores, constando de três andares. Aquando do reinado de Alexandre Severo e Gordiano III é ampliado com um quarto andar, podendo suster agora cerca de 90.000 espectadores. A grandiosidade deste monumento testemunha verdadeiramente o poder e esplendor de Roma na época dos Flávios. 5. Machu Picchu Machu Picchu, em quíchua Machu Pikchu, “velha montanha”, também chamada “cidade perdida dos Incas”, é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2.400 metros de altitude no valo do Rio Urubamba, atual Peru. Foi construída, no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, que devido à sua


original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com poucos espaços entre as rochas. Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais. O lugar foi elevado à categoria de Patrimônio Mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interação com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru. Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, porém a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque. O Peru é o berço de uma das civilizações mais interessantes e intrigantes da história, os Incas. Atualmente, as marcas desse incrível povo estão espalhadas pelo país, representadas nas sagradas ruínas de Machu Picchu, nos templos grandiosos e na natureza exuberante de Ica. SUPERFÍCIE O parque arqueológico, urbano e agrícola, de Machu Picchu, ou seja, a cidadela propriamente dita tem uma área de mais ou menos dez hectares. O Santuário histórico de Machu Picchu se estende em uma superfície de 32.592 hectares, 80, 535 acres (325,92 km²), um amplo território da Província de Urubamba no departamento de Cusco. REDESCOBRIMENTO Foi o professor norte-americano Hiran Bingham quem, à frente de uma expedição da Universidade de yale, redescobriu e apresentou ao mundo Machu Picchu em 24 de julho de 1911. Este antropólogo, historiador ou simplesmente, explorador aficionado da arqueologia, realizou uma investigação da zona deposi de haver iniciado os estudos arqueológicos. Bingham criou o nome de “A Cidade Perdida dos Incas” através de seu primeiro livro Lost City ofthe Incas. Porém, naquela época, a meta de Bingham era outra: encontrar a legendária capital dos descendentes dos Incas,


Vilcabamba, tida como baluarte da resistência contra os invasores espanhóis, entre 1536 e 1572. Ao penetrar pelo canyon do Urubamba, Bingham, no desolado sítio de Mandorbamba recebeu do camponês Melchor Arteaga o relato que no alto de serro Machu Picchu existiam abundantes ruínas. Alcançá-la significava subir por uma empinada ladeira coberta de vegetação. Quando Bingham chegou a cidade pela primeira vez, obviamente encontrou a cidade tomada por vegetação nativa eárvore. E também era infestada de víboras. Embora céptico conhecedor dos muitos mitos que existem sobre as cidades perdidas, Bihgham insistiu em ser guiado ao lugar. Chegando ao cume, um dos meninos das famílias de pastores que residiam no local o conduziu aonde, efetivamente, apareciam imponentes construções arqueológicas cobertas pelo manto verde da vegetação tropical e, em evidente estado de abando há muitos séculos. Enquanto inspecionava as ruínas, Bingham, assombrado, anotava em seu diário: “Wouldanyone believe what I have found?” (Acreditará alguém no que encontrei?) Hiram Bingham. Depois desta expedição, Bingham voltou ao lugar em 1912 e, nos anos seguintes (1914

e

1915),

diversos

exploradores

levantaram

mapas

e

exploraram

detalhadamente o local e os arredores. Suas escavações, não muito ortodoxas, em diversos lugares de Machu Picchu, lhe permitiram reunir 555 vasos, aproximadamente 220 objetos de bronze, cobre, prata e de pedra, entre outros materiais. A cerâmica mostra expressões da arte Inca e o mesmo devem dizer-se das peças de metal: braceletes, brincos e prendedores decorados, além de facas e machados. Ainda que não tenham sido encontrados objetos de ouro, o material identificado por Bingham era suficiente para inferir que Machu Picchu remonte aos tempos de esplendor Inca, algo que já evidenciava seu estilo arquitetônico. Bingham reconheceu também outros importantes grupos arqueológicos nas mediações: Sayacmarca, Phuyupatamarca, a fortaleza de Vitcos e importantes trechos de caminhos (Caminho Inca), todos eles interessantes exemplos da arquitetura desse império. Tanto os restos encontrados como as evidencias arquitetônicas levam os investigadores a crer que a cidade de Machu Picchu terminou de ser construída entre o fim do século XV e início do século XVI. FATOS RECENTES


Em 1997 aconteceu um desastre histórico na cidade de Machu Picchu, um incêndio destruiu parte da vegetação da cidade. 6- Cristo Redentor O Cristo Redentor é uma estátua de Jesus Cristo localizada na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Está localizada no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar. De seus 38 metros, oito estão no pedestal. Foi inaugurado as 19:15 do dia 12 de outubro de 1931, depois de cerca de cinco anos de obras. Um símbolo do cristianismo , a estatua se tornou um dos ícones mais reconhecidos internacionalmente de ambos Rio e Brasil. HISTÓRIA A construção de um monumento religioso no local foi sugerida pela primeira vez em 1859, pelo Padre Maria Boss, á Princesa Isabel. No entanto, apenas retomou-se efetivamente a idéia em 1921, quando se iniciavam os preparativos para as comemorações do centenário da Independência. A estrada de rodagem que dá acesso ao local onde hoje se situa o Cristo Redentor foi construída em 1824 no Silvestre. Já a estrada de ferro teve seu primeiro trecho (Cosme Velho-Paineiras) inaugurado em 1884. No ano seguinte, 1885, o segundo trecho foi concluído, completando a ligação com o cume. A ferrovia, que tem 3.800 metros de extensão foi a primeira ser eletrificada no Brasil, em 1906. A construção do Cristo Redentor ainda é considerada um

dos

grandes

capítulos

da

engenharia civil brasileira. O dono do projeto

levou

sua

vida

inteira

construindo a estatua, erguida em concreto armado e revestida de pedra – sabão , originaria do próprio pico do Corcovado. Inauguração Na cerimônia de inauguração, no dia 12 de outubro de 1931, estava previsto

que

a

iluminação

do

monumento seria acionada a partir da cidade de Nápoles, de onde o cientista italiano Guglielmo Marconi emitiria um sinal


elétrico que seria retransmitido para uma antena situada no bairro carioca de Jacarepaguá, via uma estação receptora localizada em Dorchester, Inglaterra. No entanto, o mau tempo impossibilitou a façanha, e a iluminação foi acionada diretamente do local. O sistema de iluminação original foi substituído duas vezes: em 1932 e no ano 2000. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN) em 1937, o monumento passou por obras de recuperação em 1980, quando da visita do papa João Paulo II, e novamente em 1190. Outro conjunto de obras importantes foi feito em 2003, quando foi inaugurado um sistema de escadas rolantes e elevadores para facilitar o acesso à plataforma de onde se eleva a estátua. O monumento é parte construído com Skânska Cement AB, Skâne e o concreto da parte de dentro da estátua, vem de Limhamn, Malmõ, Suécia. E o que é visto externamente é uma cobertura feita de pedra denominada Talco. 7- Muralha da China A chamada Muralha da China, ou Grande Muralha, é uma impressionante estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial. Embora seja comum a idéia de que se trata de uma única estrutura , na realidade consiste em diversas muralhas, construídas por varias dinastias ao longo de cerca de dois milênios. Se , no passado , a sua função foi essencialmente defensiva, no presente constitui um símbolo da China e uma procurada atração turística. As suas diferentes partes distribuem-se entre o Mar Amarelo (litoral Nordeste da China) e o deserto de Góbi e a Mongólia (a Noroeste) . HISTORIA A muralha começou a ser erguida por volta de 220 a.C. por determinação do primeiro imperador chinês , Qin Shihuang (também Qin Shi Huangdi , Chi’in Che Huang Ti, Shih Huang-ti ou Shi Huangdi ou ainda Tchi Huang-ti) . embora a Dinastia Qin (ou Chi’in) não tenha deixado

relatos

sobre

as

técnicas

construtivas que empregou e nem sobre o numero de trabalhadores envolvidos, sabe-se que a obra aproveitou uma serie de fortificações construídas por reinos anteriores, sendo o aparelho dos muros constituído por grandes blocos grandes


blocos de pedra , ligados por argamassa feita d barro. Com aproximadamente três mil quilômetros de extensão , a sua função era a de conter as constantes invasões dos povos ao Norte. Com a morte do imperador Chi’in , iniciou-se na China um período de agitações políticas e de revoltas ,durante o qual os trabalhos na Grande Muralha ficaram paralisados. Coma ascensão da Dinastia Han ao poder, por volta de 205 a.C. , reiniciou-se o crescimento chinês e os trabalhos na muralha foram retomados ao longo dos séculos até ao seu esplendor na Dinastia Ming, pó volta do século XV, quando adquiriu as atuais feições e uma extensão de cerca de sete mil quilômetros , estendendo-se de Shanghai, a leste a Jiayu, a oeste , atravessando quatro províncias ( Hebei , Shaanxi e Gansu ) e duas regiões autônomas (Mongólia e Ningxia ) . A magnitude da obra , entretanto , não impediu as incursões de mongóis , xiambeis e outros povos que ameaçaram o império chinês ao longo de sua historia. Por volta do século XVI perdeu a sua função estratégica , vindo a ser abandonada . No século XX, na década de 1980, Deng Xiaoping priorizou a Grande Muralha como símbolo da China, estimulando uma grande campanha de restauração de diversos trechos que , entretanto , foi questionada. A requalificação do monumento para o turismo sem normas para o seu adequado usufruto, aliado á falta de critérios técnicos para a restauração de alguns trechos (como o próximo a Jiayuguan , no Oeste do pais , onde foi empregado cimento moderno sobre uma estrutura de pedra argamassada , conduzindo ao desabamento de uma torre de seiscentos e trinta anos) , gerou varias criticas por parte de preservacionistas, que estimam que cerca de dois terços do total do monumento estejam em ruínas. Características: Grade Muralha, China: Por não se tratar de uma estrutura única, as características da Grande Muralha variam, de acordo com a região em que os diferentes traços se inscrevem. Por exemplo, perto de Beijing, os muros foram construídos com blocos de pedras de calcário; em outras regiões, pode ser encontrado o granito ou tijolos no aparelho das muralhas; nas regiões mais ocidentais, de desertos onde os materiais são mais escassos, os muros foram construídos com vários elementos, entre os quais faxina (galhos de plantas enfeixados). Em geral os muros apresentam uma largura média


de sete metros na base e de seis metros no topo, alçando-se a uma altura média de sete metros e meio. Além dos muros, em posição dominante sobre os terrenos, a muralha compreende ainda elementos como portas, torres de vigilância e fortes. As torres, cujo numero é estimado por alguns autores em cerca de quarenta mil, permitiam a observação da aproximação e movimentação do inimigo. As sentinelas que as guarneciam serviam-se de um sistema de comunicações que empregava bandeiras coloridas, sinais de fumaça e fogos. De planta quadrada, atingiam até dez metros de altura, divididas internamente. No pavimento inferior podiam ser encontrados alojamentos para os soldados, estábulos para os animais e depósitos de armas e suprimentos. Os fortes guarneciam posições estratégicas, como passos entre as montanhas. Eram dotados de escadas para a infantaria e de rampas para a cavalaria, funcionado como bases de operação. Eram dominados por uma torre de planta quadrada, que se elevava a até doze metros de altura, e defendiam grandes portões de madeira. Maravilhas da Era Medieval 

Stonehenge

Coliseu de Roma

Catacumbas de Kom el Shoqafa

Torre de Porcelana de Nanquim

Muralha da China

Torre de Pisa

Basílica de Santa Sofia

Maravilhas subaquáticas Esta lista de maravilhas subaquáticas é de origem desconhecida, mas tem sido tão frequentemente repetida que adquiriu um grau de notabilidade:[6][7] 

Palau

Barreira de coral de Belize

Grande Barreira de Coral


Erupções subaquáticas

Ilhas Galápagos

Lago Baikal

Corais do Mar Vermelho

Maravilhas naturais 

Cataratas do Iguaçu, no Brasil e Argentina;

Grand Canyon, nos EUA;

Grande Barreira de Coral, na Austrália; 

Monte Everest, na divisa entre Nepal e China;

Aurora boreal, na região polar do planeta;

Vulcão Paricutín, no México;

Cataratas Vitória (Victoria Falls), entre Zâmbia e Zimbábue.

Referências Bibliográficas: http://super.abril.com.br/ciencia/muitas-sete-maravilhas-mundo442729.shtml http://www.brasilescola.com/historia/sete-maravilhas-mundo.htm http://www.suapesquisa.com/pesquisa/sete_maravilhas.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Sete_maravilhas_do_mundo http://www.sohistoria.com.br/curiosidades/seteantigo/


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