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O QUE OS ALUNOS ESCREVEM

O chefe Cordeiro e os seus camaradas No tempo em que os animais falavam… o chefe da quinta, o Cordeiro, num belo dia de primavera, decidiu reunir todos os seus camaradas para um convívio. Carregou num botão, que estava num lugar secreto da quinta, que só ele sabia onde. E de repente, todos os animais da quinta se dirigiram para uma grande eira de rocha plana e dura. Aí, o chefe Cordeiro, que era quem mandava naquela quinta, pediu que se pusessem em fila indiana para cada um mostrar a sua voz. O primeiro a desfilar foi o cabrito, que era o mais novo, e disse: “Mé, mé é é é é e é”. Depois, veio o porco, que fez: “Õe, õe, õe, õe”. A seguir foi o cão, que latiu: “Ão, ão, ão, ão”. Logo depois, foi o gato a fazer: “Miau, miau, miau, miau”. Depois, veio a vaca, que mugiu: “Mu, mu, mu, mu”. Seguiu-se o macaco com: “Uoa, uoa, uoa, uoa”. E, por último, a galinha cacarejou: “Ca- ca-ra-ca-ca”. Depois de todos os animais terem desfilado, o chefe Cordeiro pediu opinião aos animais sobre a fala deles. Os animais disseram que não gostaram de ouvir a voz de alguns colegas e desdenharam deles. Perante tal situação, o chefe Cordeiro disse: - Todos têm uma linda voz! E, por isso, temos de respeitar a voz de cada um. E assim viveram felizes para sempre na quinta. Escola Básica do Douro, 10 de janeiro de 2018 Turma B4 Autores: Gonçalo Santos Inês Cabral Mário Esteves Martim Cordeiro Santiago Sacramento Matilde Constantino


O QUE OS ALUNOS ESCREVEM

A formiga e os seus amigos No tempo em que os animais falavam… numa quinta havia uma formiguinha que andava a recolher alimentos para o inverno. Então a formiga, já muito cansada, decidiu pedir ajuda ao cão, à vaca, ao coelho e à ovelha. - Ó cão, ajudas-me a recolher estas sementes para a minha toca? Já estou tão cansada! - Au, au, au, au! Eu ajudo-te, minha amiga! O cão começou a apanhar as sementes. Entretanto, a formiga foi também pedir ajuda à vaca. - Ajudas-me a recolher estas migalhas? Estou tão cansada! - Mu, mu, mu, mu! Eu tenho muito prazer em ajudar-te a recolher as migalhas. – Respondeu a vaca. Enquanto a vaca recolhia migalhas, a formiga foi pedir ajuda ao coelho. - Ajudas-me a recolher estes grãos de açúcar? Estou tão cansada! - Ih, ih, ih, ih! Claro que te ajudo, minha amiguinha! – Respondeu o coelho. Enquanto o coelho recolhia os grãos de açúcar, a formiga foi pedir ajuda à ovelha. - Ajudas-me a apanhar mel no tronco da árvore? Estou tão cansada! - Mé, mé, mé, mé! Vou ajudar-te e não te vou deixar. – E a abelha começou logo a apanhar as gotas de mel. De repente, apareceu um galo, que queria roubar os mantimentos da formiga e comê-la. Mas os animais da quinta defenderam a formiga. O galo, com medo, foi embora e formiga ficou feliz. Os amigos são muito importantes, porque nos protegem e ajudam nos momentos mais difíceis. Meu dito, meu feito, este conto saiu perfeito. Autores: Adriana Parente Francisco Teixeira Gabriel Braga Iara Ribeiro Martim Lebres

Escola Básica do Douro, 10 de janeiro de 2018


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O QUE OS ALUNOS ESCREVEM

AMIZADE Era uma vez um homem muito pobre que encontrou uma mina onde havia ouro. Ele tentou explora-la, pois pretendia enriquecer, mas isso não aconteceu porque ele precisava de algumas ferramentas para a explorar. Como não possuía os instrumentos necessários para trabalhar na mina, desistiu e partiu para outro lugar. Cansado de tanto caminhar, sentou-se debaixo de uma árvore e adormeceu. Acordou cheio de fome e sede. De repente sente um barulho, alguma coisa se aproximava, era um ganso e um melro. Ganso - Quem és tu? O que estás aqui a fazer sozinho, tão longe da povoação? Homem - Eu vim da mina, mas não consegui chegar até à povoação porque não sei o caminho. Estou cheio de fome e de sede. Melro -Eu posso ajudar-te, vou arranjar uns ovinhos e tu vais come-los. Homem – Só ovinhos é muito pouco! Melro - Também te ensino um lugar onde há frutos silvestres. Homem - Eu estou com muita sede, precisava de água. Ganso - Depois de te teres alimentado eu ensino-te o caminho para a povoação, lá podes arranjar um trabalho e arranjar uma casa para viveres. Homem – Eu aceito e agradeço a vossa ajuda. Árvore - Eu estava tão feliz por ter companhia e vocês já estão a planear partir? Homem - Eu agradeço-te muito a sombra que me proporcionas-te, mas aqui não posso viver. Árvore - Além da sombra também sirvo de casa para as aves, dou frutos que vocês podem saborear. Melro – Pois é árvore, nós aqui temos tudo o que precisamos para viver, alimento, água, \lugar onde fazer os nossos ninhos, mas o nosso amigo tem a sua família e precisa de estar junto dela. Árvore – Compreendo a vossa partida, sejam felizes. Passados uns dias todos partiram em direção à povoação, o homem arranjou um trabalho, arranjou uma casa, a sua família juntou-se a ele e aqui ficaram a viver todos juntos.

EB do Douro

Autoras: Alunas B7 Catarina Teixeira Fabiana Carvalho Paula Cunha Sara Costa


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“Desafios lá para casa” Todos os dias assisto às notícias na televisão e apercebo-me das coisas horríveis que acontecem no nosso país e em todo o mundo. Penso muitas vezes que se eu pudesse, não deixava que nada de mal acontecesse, mas isso seria um sonho! Gostaria de viver num mundo perfeito, mas sei que isso não existe. Se isso fosse possível, haveria paz no mundo e muito amor. Todas as pessoas seriam tratadas com respeito e igualdade, independentemente da raça, da idade, do género, da religião e das suas ideias.

Maria Leonor Dinis Tão EB do DOURO / 4º ano turma B6


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PROJETO “DESAFIOS LÁ PARA CASA” DIA DA POESIA Da minha janela Da minha janela vejo Um pinheiro tão verdinho Que dá sombra a quem passa E é casa de um passarinho.

Da minha janela vejo Os meninos a brincar À escondida e à apanhada A correr e a saltar.

Da minha janela vejo Sozinha a D. Maria A velhinha está cansada Ninguém lhe faz companhia.

Da minha janela vejo A minha mãe a chegar Abro a porta vou aos saltos A correr para a abraçar. Patrícia Verdelho 4º ano Turma B6 da EB do Douro


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“Desafios lá para casa” Olá, eu sou o Ezequiel, nome fictício porque poderá ser assim a história de alguém. Quero hoje falar de um amigo que tem exatamente o mesmo nome que eu – Ezequiel. É meu amigo, mas é muito difícil que ele seja amigo de mais alguém. Podem acreditar, é mesmo verdade! Comigo, o Ezequiel gosta de jogar futebol, de ver os mesmos vídeos na internet, de trocar “cromos”... Com os outros, o Ezequiel é agressivo, dá-lhes murros e pontapés e é frequente ouvirem-se palavrões. Na escola, ele é o último da fila, lugar estratégico para não perturbar as aulas e os outros alunos. Eu acho que ele já não se importa que as notas sejam “Insuf.”, pois sabe que os professores e até os pais não esperam mais dele... Foi sempre um “menino difícil”! Parece que sofre de alguma coisa chamada de “hiperatividade”, mas eu só sei que com ele a bola está sempre em movimento e ganhamos sempre os jogos! Apesar de todos acharem que o Ezequiel não gosta da escola, na realidade o que ele detesta é passar os fins de semana sozinho, pois não tem irmãos e mora numa pequena localidade, onde quase não existem meninos da mesma idade para brincar! Às vezes, todos me questionam porque é que eu o acompanho; porém, gostaria que conseguissem ver que o Ezequiel é um bom colega e que com ele se faz uma verdadeira homenagem à palavra “Amizade”!

Tomás Veiga Peixoto EB do Douro Turma B6

O que os alunos escrevem.  

Textos escritos por alunos do 4º ano da Escola Básica do Douro em Vila Real.

O que os alunos escrevem.  

Textos escritos por alunos do 4º ano da Escola Básica do Douro em Vila Real.

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