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Mês da Fotografia | Novembro 2012

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA /

Mês da Fotogr afia Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


Mês da Fotografia | Novembro 2012

Inauguração 07/11 - 19H00

M ês

da

Exposição 07/11 - 02/12/12

F oto

“O fascínio da OPSIS

Quando a Fotografia encontra o Teatro” Bruno Simão, José Júpiter, Margarida Dias, Pedro Medeiros, Rui Carlos Mateus e Susana Paiva. Exposição Colectiva

“TEMPO DE DES-AMORES” José D Almeida

“TALES OF HOPE” Francisca Ribeiro

“LOOKING FOR A DREAM TALE”

Andreia Neves Nunes, Sofia Calção e Carla Pacheco Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


Mês da Fotografia | Novembro 2012

grafia “Esta é a minha família” Miguel Godinho

“PERIFERIA” Emanuel Brás, Jorge Miguel e João Henriques Exposição colectiva

C o nfe r ê n ci a s - D eb at es - A pr esen ta ções

FEIRA DO LIVRO DE FOTOGRAFIA

30 de Novembro e 1 e 2 de Dezembro E N TRADA L IVRE Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


Mês da Fotografia | Novembro 2012

“real e ficção” Ao longo do mês de Novembro, o Espaço Expositivo da Fábrica Braço de Prata dará uma especial importância à Fotografia. Nesta segunda edição do “Mês da Fotografia” optámos por dar particular atenção ao diálogo entre real e ficção, a partir de olhares subjectivos sobre a dimensão do visível no universo teatral ou de narrativas que revisitam um pictorialismo assente no imaginário e no onírico, sem esquecermos a relação da fotografia com a sua memória ou com o realismo contemporâneo. Serão apresentadas 3 exposições colectivas e 3 exposições individuais, que envolverão 15 autores. No mesmo período decorrerão conversas, comunicações e apresentação de livros relacionados com o universo da fotografia. A 3ª edição da Feira do Livro de Fotografia completará e encerrará o evento.

Que lugar para a Fotografia ? Novembro é o “Mês da Fotografia” em diversas comunidades Europeias. A Fotografia merece um espaço e um tempo de dedicação por parte de diferentes intervenientes, que a mantêm viva e sobre ela reflectem. Partilhamos também esta atitude e aproveitamos para sugerir uma reflexão sobre alguns dados e alguns números. Em 2011, algumas estimativas apontavam para a realização de 500 mil milhões a 750 mil milhões de fotografias a nível mundial; as mesmas estimativas apontam para 600 mil milhões a 850 mil milhões de fotografias em 2012. Esta produção exponencial é um fenómeno vertiginoso, em grande parte relacionado com a evolução da transmissão da imagem. Hoje em dia, a facilidade e a gratuidade da circulação das fotografias na web estimula a actividade de produção e consulta de imagens em todo o mundo. Em cerca de 15 anos, a fotografia de amador e a sua economia passaram de uma norma patrimonial, onde a função principal era a documentação e preservação dos momentos fortes da vida familiar, a uma norma persuasiva, onde a fotografia é utilizada no quotidiano para documentar a vida e alimentar nas redes sociais da web os laços visuais com a comunidade. « O que vocês partilham, são imagens do que vocês são num dado momento no mundo real », afirma Kevin Systrom, co-fundador de Instagram, comprada por mil milhões de dólares pela Facebook no início de 2011. O empresário traduz com lucidez esta mudança de paradigma. A ruptura com a utilização tradicional da fotografia analógica pelo grande público modificou profundamente a relação com a imagem fixa. Em 2011, na Europa ocidental, cerca de 25 % dos fotógrafos que utizavam o sistema digital partilhavam as fotos na rede. Desta « hiper partilha » ( 7 mil milhões de downloads mensais só no Facebook em 2011), os amadores esperam uma gratificação social e, de uma certa forma, a crítica vai permitir uma evolução qualitativa da produção apresentada neste tipo de suportes, o que acaba por estimular de forma inconsciente a produção fotográfica. Esta evolução é acompanhada por uma necessidade de criar narrativa, história. Em sequência, desenvolve-se a edição e produção de álbuns fotográficos personalizados. O segmento do Photobook atinje os 3 milhões de unidades na Europa em 2011 e apresenta uma perspectiva de crescimento extremamente significativa até 2015, embora a procura de ampliação fotográfica de pequena dimensão se retraia. Muito embora a sociedade de informação se tenha desenvolvido com o apoio do uso massivo da fotografia profissional, actualmente os profissionais da imagem fixa sentem-se excluídos do campo económico que eles próprios ajudaram a construir e a valorizar. Nos últimos 5 anos, mais de metade do emprego relacionado com a fotografia profissional desapareceu. Em 2011/12 este grupo de profissionais continua prejudicado pela desregulação

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Mês da Fotografia | Novembro 2012

/ Mês da Fotografia do mercado, que os empobrece e precariza. Com dificuldade em obter rendimento regular e suficiente, o multi-emprego tornou-se a regra para estes autores pouco reconhecidos. O que é verdade para os fotógrafos publicitários aplica-se igualmente aos fotojornalistas. Para poder resistir à oferta da concorrência internacional, as agências de notícias desde há muito alteraram as regras dos direitos de publicação. Este sistema, que contorna os direitos de autor, permite evitar a sobrecarga orçamental na parte relativa à iconografia dos títulos da imprensa, actualmente em grande dificuldade e em crise. Crise da imprensa ou do fotojornalismo ? Afectados pela crise da imprensa escrita e pela baixa remuneração dos sites de informação online, os fotojornalistas vêem-se obrigados a diversificar a sua produção e os modelos económicos. A produção trans-mídia, a realização de filmes vídeo-foto, a realização de workshops, a venda de fotografia nos circuitos da arte, a participação em concursos, a candidatura a bolsas são outras soluções que permitem a sobrevivência de alguns profissionais. Mais recentemente, de forma inovadora, é ao crowdfunding (sistema de financiamente aberto ao cidadão comum através de sites especializados) que recorrem para o financiamento de alguns projectos. Num mundo cada vez mais saturado de imagens, a fotografia continua a sua inexorável progressão nos mercados da arte. A crise não abranda o fenómeno em 2011/ início de 2012, pontualmente até o acelera para novos recordes de valor para a fotografia. A ArtPrice indicou no seu balanço anual de 2011 : « A arte nunca se vendeu tão bem ». Este fenómeno contempla a fotografia sobretudo nos segmentos marchand, galerias, leiloeiras e até nos novos e mais populares canais de venda, como são a loja/galeria e os sites de venda na internet. A fotografia continua a ser um bom investimento especulativo e os profissionais têm noção desta realidade, mesmo se a melhor parte dos negociantes não deixa de lado o factor coup de cœur. Se a cota do artista fotógrafo continua muito incerta fora do circuito clássico do mercado da arte, a existência de outros sistemas de venda de obras fotográficas confirma a procura por parte de um público alargado, que gosta de conviver com obras fotográficas que ame. Esta realidade contribui para o prolongamento da experiência fotográfica. Todos conhecemos de forma objectiva as potencialidades da fotografia para atrair públicos. Alguns dados europeus indicam uma crescente afluência em manifestações relacionadas com o medium. Em França, em 2011, ParisPhoto apresenta mais 52% de visitas e os Encontres d’Arles atingem um recorde de visitantes; no país vizinho, PhotoEspanha, tendo sofrido um corte de 25%, conseguiu atingir 640.000 visitantes no corrente ano. Em território nacional, assistimos a iniciativas valiosas que movem público especializado e não especializado e que, em grande medida, resultam da vontade de alguns indivíduos. Falamos em particular dos Encontros da Imagem, em Braga, e salientamos também um conjunto de propostas significativas direccionadas para diferentes segmentos, tais como a Estação Imagem Mora, o BesPhoto, a Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira, a título de exemplo. Para além dos números, as energias associadas a este tipo de iniciativa permitem continuar a dinamizar e desafiar a prática fotográfica. Continuando a lamentar a falta de um verdadeiro espaço físico público dedicado à fotografia em Lisboa, aqui se deixam alguns exemplos que poderão dar-nos pistas e incentivos para prosseguirmos com os nossos objectivos, sonhos ou paixões, ou seja, para levarmos por diante a prática fotográfica e sua divulgação, crendo, contudo, que só quando deixarmos de trabalhar de forma isolada poderemos ganhar uma massa crítica capaz de reflectir e construir um projecto relevante pela comunidade da fotografia em Lisboa. Fabrice Ziegler Lisboa, 20 Outubro 2012 Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Prado Coelho

“O fascínio da OPSIS

Quando a Fotografia encontra o Teatro” Exposição Colectiva de Fotografia Os antigos gregos referiam-se ao espectáculo e à dimensão do visível que o teatro contempla através da palavra opsis. Embora haja mais teatro para além dela, a opsis é sem dúvida a vertente que melhor o representa como uma força viva, como uma experiência de contacto, mas que, ao mesmo tempo, significa a sua condição efémera. A fotografia partilha com a opsis a ideia de uma ausência, ambas criam uma realidade que é uma representação de coisas ou ideias que só desse modo ganham existência. Perante o teatro, o fotógrafo assume o desafio de limitar a efemeridade das artes de palco e convoca para tal os ar tifícios próprios de quem trabalha com um dispositivo técnico, mas também com a intenção de um olhar que o autoriza a escolher de onde vê, o que inclui e o que exclui da sua imagem. O conjunto de trabalhos que agora se apresentam pretende revelar par te dos segredos que animam o diálogo entre fotógrafos e teatro, quando aqueles tomam este como matéria da sua arte e sucumbem ao fascínio da opsis. Autores presentes: Bruno Simão, José Júpiter, Margarida Dias, Pedro Medeiros, Rui Carlos Mateus e Susana Paiva. Organização: Fábrica do Braço de Prata e Centro de Estudos de Teatro (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Apoio:

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Mês da Fotografia | Novembro 2012

Show Must Go On © Pedro Medeiros | Cortesia: TAGV Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Prado Coelho

“O fascínio da OPSIS

Quando a Fotografia encontra o Teatro”

Atividades paralelas 16 de Novembro | 21H:

Apresentação do livro “Iconografia Teatral - Acervos fotográficos de Walter Pinto e Eugénio Salvador”, da autoria de Filomena Chiaradia, seguido de uma mesa redonda com os fotógrafos autores das imagens da exposição de fotografia. O livro “Iconografia Teatral – acervos fotográficos de Walter Pinto e Eugénio Salvador” reconta, a partir do rico acervo fotográfico do Centro de Documentação da Funarte, a história da Companhia de Revistas Walter Pinto, empresa de produção que reinou nos palcos do Rio de Janeiro, nos anos 1940 e 50, com espetáculos estrelados por ícones do nosso teatro de revista, como Virgínia Lane, Grande Otelo e Oscarito, entre outros. Na obra, Filomena Chiaradia faz, ainda, uma análise comparativa do trabalho do produtor teatral carioca com o de Eugénio Salvador, expoente do teatro de revista português.

Iconografia Teatral - Acervos fotográficos de Walter Pinto e Eugénio Salvador Autor: Filomena Chiaradia Editora: Funarte ISBN: 9788575071410 Apoio:

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Mês da Fotografia | Novembro 2012

23 de Novembro | 21H:

Apresentação dos resultados do projecto OPSIS – base iconográfica de teatro em Portugal online e lançamento de dois volumes de actas de colóquios onde se analisa a relação da imagem com o teatro e a sua história.

http://opsis.fl.ul.pt/ O projecto OPSIS recenseia e estuda imagens relacionadas com o teatro produzido em Portugal, integrando-as numa base de dados, devidamente descritas em ficha própria e acompanhadas de informação relevante para fazer a história do teatro em Portugal. Ao eleger as imagens como instrumento privilegiado de acesso ao estudo da história do teatro, a base de dados OPSIS fomenta o diálogo entre elas como estratégia de interpretação. Desta forma, pretende ser um espaço vivo de análise, gerador de conhecimento, com diferentes níveis de interpelação, que promova o trabalho de colaboração em rede que norteia a investigação contemporânea.

Imagens de uma Ausência - Modos de (re) conhecimento do teatro através da imagem Organização: Filipe Figueiredo, Maria João Brilhante, Paula Magalhães Temas: Teatro, Fotografia, Artes Performativas

Editora: Edições Colibri ISBN: 978-989 689 185-5 Teatro e Imagens Organização: Filipe Figueiredo, Maria João Brilhante, Paula Magalhães Temas: Teatro, Fotografia, Artes Performativas

Editora: Edições Colibri ISBN: 978-989-689-114-5 Apoio:

Organização: Fábrica do Braço de Prata e Centro de Estudos de Teatro (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Kandinsky

José D Almeida “TEMPO DE DES-AMORES” - Fotografia

A pausa estabelecida por um ciclo que se fecha, proporciona ao observador a leitura do “Corpo” invisível do artista. A materialização desse corpo estabelece-se a partir de fragmentos de histórias imaginárias, recriadas através de cenários construídos. Esses cenários serão apropriados por personagens e objectos do espectro da imaginação. Deste modo, a narrativa cénica incorpora-se no espaço e tempo real. Um click capta o momento na frente da objectiva, e nesse mesmo click a “Criatura” por detrás da objectiva também se deixa capturar. Nessa dança encerra-se uma história. José torna-se o narrador das suas histórias feitas de imagens, não se ficando apenas pela realidade aparente da fotografia, mas acrescentando-lhe uma outra dimensão que é a “sua”. Numa fase posterior do processo criativo não menos importante, José por vezes sente a necessidades de des-construir a fotografia. Uma outra imagem surge na sua mente, o real e o fictício aproximam-se de forma mágica. O surrealismo torna-se um denominador comum nas suas fotografias; José agarra aquilo que o realismo lhe transmite e extravasa-o oníricamente, enriquecendo esse realismo com o imaginário. A fotografia artística | criativa é para José o seu “corpo” invisível que ele anseia que seja cada vez mais uma realidade observada... sentida... José provoca a fotografia, da mesma forma que gostaria que esta provocasse ou beliscasse a consciência e sensibilidade de cada um... Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao acto de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos. Ansel Adams Por Maria Salvador, arquitecta José Ð Almeida, artista plástico. Nasceu em olissipo hoje Lisboa, cidade das 7 colinas no ano de 1965 mas sempre se considerou um provinciano, cidadão do mundo e em verdade sem idade, porque a mesma não é um resultado algébrico ou de soma cronológica, mas sim um estado de espírito. Embora seja uma Criatura de sete ofícios, multifacetado, formou-se em design /artes gráficas. (Escola António Arroio) Pintor e fotógrafo autodidacta, expõe desde 2001, já tendo contado com várias exposições colectivas e individuais no âmbito da pintura e do desenho, volta-se e entrega-se presentemente mais à fotografia como amante/amador desta arte onde conta também com algumas exposições e prémios deixando que, este último seja agora o seu meio de eleição, impressões e expressões. A sua pintura é agora construída com luz (fotografia), num irradiar pulsar de ideias, analogias, metáforas e sentimentos... Como dizia F. Pessoa numa nota biográfica em relação à vivência e acto criativo da escrita. O ser poeta e escritor não constitui profissão, mas vocação, assim está ele perante a pintura, o desenho e a fotografia, diria mais encara estes projectos quase como de uma forma catártica, religiosa, numa tentativa existencial de re-ligar-se, re-encontrar-se com o mundo e com o Deus dentro de cada coisa ou Ser, no fundo o almejar e beber do mais puro em nós numa oitava acima da razão, da inteligência. Beber onde a água é mais pura na fonte da Intuição. O seu processo criativo/concepção começa sempre por um fase de encubação onde existe uma pequena ignição, pensamento, provérbio, fonte de inspiração ou nasce pura e simplesmente do nada um respirar do espaço/tempo um deixar fruir e aflorar do pensamento sensação/sentimento ou através de pura intuição, gerando uma predisposição, um espaço aberto que vai crescendo e se preenchendo pela sua ideia final. Com ele um principio, onde as formas do objecto/ideia/ analogia/metáfora ainda estão em terras do inconsciente e se encontram desfocados, com imprecisos contornos. Paulatinamente e como no processo da escrita começa com uma letra, a que se vão somando/agregando outras até a frase se formar inteligível, legível abstracta, concreta ou surreal, até se tornar visível a ideia/ pensamento /sentimento/conceito. O trabalho é o seu maior mestre, A luz a sua grande protagonista, a razão primeira e última, O sacrifício é o seu caminho e a força que pode produzir e se traduzir em resultados gratificantes e têm sempre presente e em consciência que Para chegar ao oásis temos de passar o pelo Deserto.Tal como na pintura cada fotografia é como um filho que alimenta, cria, vê crescer, aprendendo com ele... depois vê o mesmo partir sem nunca se separar verdadeiramente dele.

http://www.josealmeida-photoart.com

jose.almeida.fotografia@gmail.com

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Mês da Fotografia | Novembro 2012

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Kandinsky

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Arendt

Francisca Ribeiro “TALES OF HOPE” - Fotografia

“Talvez o céu seja um mar de água doce e talvez a gente não ande debaixo do céu mas em cima dele; talvez a gente veja as coisas ao contrário e a terra seja como o céu e quando a gente morre, quando a gente morre, talvez caia e se afunde no céu.” José Luis Peixoto A série fotográfica Tales of Hope narra 18 histórias que se desenrolam em paisagens que misturam realidade e ficção, como que avistadas pelas vidraças de uma janela. Numa mistura imperfeita e imprecisa entre a memória feliz e o vazio da sua ausência, desemaranha-se a ilusão da dualidade num baile entre o céu e a terra, entre a luz e escuridão. Contos que procuram esses momentos em que as fronteiras se diluem, em que a autenticidade fala a língua do coração e toca os contornos do ser coletivo. A criação de um espaço no tempo onde tudo é possível, apelando a um viver à altura dos sonhos sonhados.

Francisca Ribeiro nasceu em Lisboa em 1981, licenciou-se em Engenharia Biológica, mas seguiu o seu coração pelos caminhos da fotografia. Estudou esta arte em Lisboa e em Barcelona, cidade onde viveu durante vários anos e onde teve a oportunidade de trabalhar com distintos fotógrafos e desenvolver a sua fotografia de forma individual e como membro de uma associação fotográfica. Aprofundou o potencial terapêutico da fotografia formando-se em arte e terapia, ampliando assim a sua perceção do intangível e da expressão do inconsciente. Desde 2007 participa em exposições individuais e coletivas em Lisboa, várias cidades de Espanha, Bulgária e nos Estados Unidos em São Francisco, onde realizou uma residência artística. Em 2011 acreditou no mudança dos tempos e na arte como mudança, levando-a a dar vida a um projeto de residência para artistas numa casa ancestral, entre campos cultivados e o rio Tejo. Perto da mãe terra sigue criando delicadas colagens digitais de materiais fotográficos, convidando a viajar através de cenários fantásticos e a sonhar.

http:// www.franciscaribeiro.com

http://quintadaspraias.blogspot.pt chica.palomita@gmail.com

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Arendt

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Woolf

“LOOKING FOR A DREAM TALE” Fotografia: Andreia Neves Nunes Toy Fashion: Sofia Calção Curadoria: Carla Pacheco

- Fotografia / Instalação

O projecto que aqui se dá a conhecer vai resultar numa exposição de fotografia, da fotógrafa Andreia Neves Nunes, que irá ser conjugada com objectos de toy fashion de Sofia Calção, com curadoria de Carla Pacheco, e que irá ser exibida na Fábrica do Braço de Prata em Lisboa, entre 7 de Novembro e 23 de Dezembro do corrente ano. Esta abordagem fotográfica insere-se na recente temática artística Toy Photography, que se filia no movimento emergente americano designado por Pop-Surrealism. A Toy Photography é uma abordagem fotográfica contemporânea, que tem como objecto principal o brinquedo, sobretudo o/a boneco/a como materialização, à escala, da representação humana. A iluminação do espaço foi criada exclusivamente para o efeito, e pretende conferir-lhe um ambiente acolhedor. A música, também exclusiva, da autoria de Filipe Felizardo, pretende antes ser envolvente, promover uma abstracção do espaço concreto que nos remete para o mundo paralelo das imagens, sendo o som a linha condutora para essa reduzida dimensão. Este projecto lança questões relativas à identidade, ao “faz de conta”, à ilusão, à personificação de objectos inanimados, sendo possível atribuir-lhe os mais diversos conteúdos. Carla Pacheco Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Woolf

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Woolf

“Blythe”

Boneca criada por Allison Katzman e lançada em 1972 pela Kenner no mercado americano. Dado às suas características pouco comuns para uma boneca de moda na altura, gerou pouco interesse e foi apenas vendida durante um ano. Em 1997 a produtora de televisão e vídeo Gina Ganran começou a utilizar uma Blythe que lhe fora oferecida para treinar técnicas de fotografia, levava-a para todo o lado e tirou centenas de fotos. Em 2000 é editado o seu primeiro livro com esse trabalho “This is Blythe”. Um ano mais tarde a empresa japonesa Takara compra os direitos da boneca e lança uma nova edição normalmente conhecida por Neo Blythe. Desde então a Blythe ganhou uma fiel legião de coleccionadores que a fotografam, criam roupas e acessórios originais para ela e até a customizam, criando novas versões únicas. Já foram também usadas em vários anúncios desde a Sony à linha de Alexander McQueen para a Target.

Carla Pacheco | Curadoria | crl.pacheco@gmail.com Nasceu em Évora em 1978. Fez o curso de História da Arte na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 2007, onde também frequentou o mestrado de Museologia, em 2008. Frequentou outros cursos na mesma instituição de ensino, nomeadamente: o I Curso Monográfico – “História Geral do Azulejo”, pelo docente José Meco, em 2005/2006; o Curso Livre – “Cidades Portuguesas Património da Humanidade”, em 2006 e o Curso Livre – “O Retrato”, em 2007. Frequentou ainda o curso de “Tecnologias de Informação e Comunicação em Ambiente Empresarial”, na variante de Produção Multimédia, no Centro de Formação Profissional de Setúbal. Numa vertente mais prática frequentou o curso de Desenho da SNBA em Lisboa. Embora profissionalmente tenha estado ligada sobretudo à área bancária, já trabalhou como designer de Comunicação numa gráfica, e embora com formação académica teórica, é uma apaixonada por tudo o que se relacione com o contexto artístico, inclusivé é fotografa amadora, ilustradora (tendo participado com Desenhos e Pinturas na Exposição Colectiva de 2004, no Edifício Américo Marinho, no Barreiro) e trabalha actualmente como freelancer.

Andreia Neves Nunes | Fotografia | a2n.mail@gmail.com Nasceu em Lisboa em 1977. Fez um curso de Fotografia e Revelação a Preto e Branco de 1994-95 e de seguida o Curso de Iniciação Cinematográfica. Em 2002 termina o Curso Superior de Design de Comunicação pela E.S.T.A.L. , em 2003 inicia o Curso Avançado de Fotografia na APAF e em 2004 o Curso de Fotografia aplicada nível II no MEF, realizando diversos workshops em ambas as escolas, entre os quais Retrato, Pinhole e Polaroid. Em 2005 faz o Curso de Sistemas Profissionais de Video no IPJ e em 2006 o Workshop de Introdução à Película em Cinema na RESTART. Desde então tem feito diversos workshops dentro das áreas de fotografia e design. Foi assistente de fotografia de Paula Figueiredo para a exposição ‘Ádito’, inserida no evento cultural ‘Lisboa Capital do Nada’. Desde 2002 que trabalha como freelancer em fotografia e design gráfico assim como designer de comunicação em diversos ateliers sediados em Lisboa.

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Mês da Fotografia | Novembro 2012

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Woolf Exposições 2011: ‘Casa’ - Fábrica Braço de Prata, Lisboa. 2010: ‘Uma fotografia, um autor, duas chávenas e uma cafeteira eléctrica’ - Round the Corner’, Lisboa. - 2008: X Edição da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira- Celeiro da Patriarcal, Vila Franca de Xira. 1ª Bienal Internacional de Artes Plásticas - Espaço Bienal, Montijo. 2007: ‘Below the Surface’ - Galeria de Exposições da DGAJ, Lisboa. XIV Bienal de Cerveira - Centro Cultural de Campos, Vila Nova de Cerveira. 2006: ‘Projecto Lisboa’ - Estufa Fria, Lisboa. ‘13 Artistas - Arte Digital’ - Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa. ‘Novas Simbologias - Actuação e Limites’ - Galeria Municipal do Montijo, Montijo. IX Ed. da Bienal de Fotografia - Celeiro da Patriarcal, Vila Franca de Xira. 2005: ‘Arte e Espiritualidade’ - Cordoaria Nacional, Lisboa. - VII Edição da Bienal de Fotografia - Pavilhão Municipal de Exposições, Moita. - VIII Edição da Bienal de Artes Plásticas Cidade do Montijo - Espaço TÓBOM, Montijo. Exposição - ‘Link Bar’, Jardim do Tabaco, Lisboa. Exposição de Final de curso do MEF - Galeria da J.F. de Carnide. 2001: ‘Simples Pecados’ - ‘Simples Pecados’, S. Bento, Lisboa.

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Sofia Calção | Toy Fashion | sofiacalcao@hotmail.com Nasceu em Lisboa em 1980, onde frequentou o ensino secundário na área de Artes. Estudou Desenho, durante dois anos na Sociedade Nacional de Belas Artes. Em 1999 a sua paixão por música falou mais alto e começou a trabalhar na Valentim de Carvalho na área de Música Electrónica e para aprofundar alguns conhecimentos nesta área estudou Som na escola Academia O seu gosto por fotografia levou-a a participar numa Mini Exposição de Polaroids intitulada 5 discos 5 amigos e posteriormente a frequentar o primeiro semestre de Fotografia na AR.CO onde também estudou História de Arte. Em 2003 dedicou mais tempo ao lado profissional como responsável de lojas e numa tent tiva de escape começou a produzir pequenas peças de artesanato urbano e o interesse pelos crafts no geral. Em 2007 saltou da música e cinema para a BD, colaborando um ano numa loja de Banda Desenhada - BD Mania, onde despertou a curiosidade e gosto por Designer Toys e todo o universo da “bonecada” - como lhe chama. Aliando todas estas paixões pelas artes, começou a costurar e a criar peças que um dia sonhou fazer em tamanho real, especialmente para as Blythe que hoje são as suas Modelos em fotografias e inspiração para roupas que fazem o seu dia a dia parecer um sonho encantado de bonecas.

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Mês da Fotografia | Novembro 2012

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Antes-Sala Wittgenstein - 1ª Andar

Miguel Godinho “Esta é a minha família” O meu trabalho é normalmente apresentado em fotografia, vídeo e livro. Comecei por realizar os trabalhos em torno da família em 2005. Continuo a desenvolver a mesma ideia de trabalho mas actualmente utilizo fotografias danificadas (arquivo), que são uma recolha de fotografias da minha família, desde a infância da minha mãe, casamentos, baptizados, viagens em Portugal e ilhas – Açores e Madeira. Também utilizo fotografias tiradas por mim, que não fazem parte do arquivo anteriormente referido. Relativamente às fotografias danificadas, decidi aproveitar as imagens fixadas nas costas do papel fotográfico. Este resultado deve-se ao facto de duas folhas de papel coladas uma na outra, criarem uma imagem que não é causada pelo Homem, mas sim pela passagem do tempo e grande parte, devido à falta de cuidados a ter com a qualidade das fotografias. Porém, decidi utilizar as costas das fotografias porque a deterioração das mesmas são uma metáfora da situação em que vivíamos. Em 1990, ganhámos a sorte grande, o primeiro prémio da Lotaria clássica no dia dos Reis. Tinha o meu irmão um ano de idade. Os meus Pais decidiram viajar pelo nosso País. Açores e Madeira foram as ilhas escolhidas para usufruir do sossego. Como o dinheiro foi feito para gastar e não para investir, com o tempo ficámos a “zeros”. Mudámos da Amora para a Amadora. Em casa, chovia humidade, humidade essa que danificou todas as fotografias que tínhamos e ficaram: com fungos, manchas que as tornavam difíceis de aproveitar e até mesmo de as ver. Miguel Godinho 2011

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Mês da Fotografia | Novembro 2012

Miguel Godinho, 1984, Lisboa Educação: Pós-graduação - Fotografia, Projecto e Arte Contemporânea, IPA e Atelier de Lisboa, 2010. Construção de um livro de fotografia, Atelier de Lisboa Com José Pedro Cortes, 2010. Ar.Co. – Centro de Arte & Comunicação Visual, com Manuel Castro Caldas, João Paulo Serafim, Sérgio Mah, Daniel Malhão, convidados, desde 2007. Kameraphoto, digitalização de imagens dos fotógrafos do colectivo Kameraphoto, 2008 / 2009. Workshop Organização e Disponibilização de informação em Arquivos Fotográficos - Centro Português de Fotografia, Lisboa, 2007. Módulo de Formação de curta duração no domínio: Fotografia Digital, Escola Secundária Artística António Arroio, 2005. Curso de Arte e Tecnologias de Comunicação Audiovisual, Escola Secundária Artística António Arroio, 2003 Exposição individual: Mimesis, Fnac Itália Nápoles, 2011. Entre nós, espaço Round the Corner,Teatro da Trindade, 2010. Mimesis, Fnac Alfragide, Novo talento Fnac fotografia 09, 2010. Mimesis, Fnac Vasco da Gama, Novo talento Fnac fotografia 09, 2010. Mimesis, Fnac Colombo, Novo talento Fnac fotografia 09, 2010. Nature, Kgaleria, Lisboa, 2008 Exposição Colectiva: Esta é a minha família, Finalista Pós-graduação - Fotografia, Projecto e Arte Contemporânea, 2011. Entre nós, Seleccionado para os encontros de imagem 2010 Braga, Mosteiro de Tibães, 2010. Um Pássaro Comum, Atelier DMF, Colectivo Le Journal de La Maison, 2010. Mimesis, Novos Criadores, Junho das Artes, Identidade e Simulacro, Galeria Casa do Pelourinho, Óbidos, Curador Luís Serpa, 2009. Nature I, Finalista do Curso Regular de Fotografia do Ar.Co. – Centro de Arte & Comunicação Visual, Lisboa, 2008. Subway, Concurso Jovem Aposta em ti, Prémio de Fotografia, Amadora, 2006 Prémios: Vencedor Novo Talento Fnac Fotografia 2009. Novos Criadores, Junho das Artes, Identidade e Simulacro, Galeria Casa do Pelourinho, Óbidos, Curador Luís Serpa, 2009 Publicação / Catálogo: A natureza dos dias, Pedro Faro, «L+Arte», Março, 2010. Um olhar crítico sobre a sociedade, Gabriela Lourenço, “visão” nº881, 2010. Identidade e Simulacro, Junho das Artes, Óbidos Patrmonium, emm, 2009 (cat.). Concurso Jovem Aposta em ti, Prémio de Fotografia, Câmara Municipal da Amadora, 2006 (cat.).

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“ P E R I F E R I A ” - Exposição colectiva de Fotografia com Emanuel Brás, Jorge Miguel e João Henriques

Emanuel Brás “envoltório, 2003-04” A série envoltório é sobre a expansão da cidade de Coimbra, e do modo como esta se implementa no antigo espaço rural, envolvente. Trata-se de uma série de 4 fotografias, exposta apenas uma vez, na Livraria XM, Coimbra, em Julho de 2004.

Born in Coimbra, Portugal, 1967. Graduated in Philosophy by Universidade de Coimbra, he took is masters degree in Image and Communication at Goldsmiths College, in London. He started his individual exhibitions in 1997. He is represented in several national collections, such as BESart and Colecção Nacional de Fotografia/Centro Português de Fotografia. He teaches at Escola Superior de Artes e Design in Caldas da Rainha.

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Wittgenstein - 1ª Andar

Jorge Miguel “Hortas Urbanas” “Hortas Urbanas é um projeto que abrange diferentes áreas, como a urbanização, meio ambiente e diversidade cultural. Este projecto debruças-se na «luta» dos espaços rurais em redor de Lisboa. A maioria das pessoas que aqui habitam recusam-se a viver no conceito cosmopolita das grandes cidades. Preferindo estar rodeados pela estrada, em detrimento de se afastarem destes «abrigos». É como uma realidade paralela dentro da cidade, que tem um ritmo e tempo diferente. Quase como uma bolha de natureza. Este projecto procura levantar questões sobre o nosso lugar na cidade e a nossa identidade nos dias de hoje.”

Jorge Miguel, Born 1985 in Lisbon, Portugal Education 2008 Escola Superior de Tecnologia de Tomar, Photography, BA. 2011 Projeto e Arte Contemporânea, Atelier de Lisboa, Photography, AD Solo exhibitions 2012 «Encontros da Imagem» ‘Mó’ Braga, Portugal Group exhibitions 2011 «Quinze Ensaios» Plataforma Revólver - Lisboa, Portugal. 2010 «XI Bienal de Fotografia» de Vila Franca de Xira - Vila Franca de Xira, Portugal. 2008 «Curso Superior de Fotografia», Centro de Arte e Imagem, Tomar - Tomar, Portugal. 2007 «Curso Superior de Fotografia», Centro Português de Fotografia - Porto, Portugal Grant and Awards 2011 Shortlisted Encontros da Imagem 2011- Braga, Portugal. 2012 Shortlisted Carpediem Art e Pesquisa, Portfolio Review-Lisboa, Portugal Professional Activity 2010/2011 Lecturer of photography, EPAD, Escola Profissional de Artes, Tecnologias e Desporto - Lisboa, Portugal

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Mês da Fotografia | Novembro 2012 Sala Wittgenstein - 1ª Andar

João Henriques “180 graus ” Imagens construídas a partir da noção de oposição, que resulta amiúde em confronto e afastamento ou polarização, mas cujo propósito evolucionário parece ser o da transcendência, através do diálogo entre pólos opostos. Relato sobre a especificidade da relação com o lugar onde habito - Torres Vedras – um sentimento subjectivo expresso através de uma topografia antagónica que invoca rejeição ou resistência, mas que aspira à integração pelo desenvolvimento de um olhar de desapego e equanimidade, em que o belo ou o feio não existem senão como escolhas, estimuladas por conceitos, ideias, sentimentos. Questionando noções modernistas da recepção da paisagem e da mesma como metáfora visual para as emoções do autor, pretende-se contudo ir além do virtuosismo, do formalismo estético e da auto-reflexão, sem contudo perder de vista esses conceitos. Valoriza-se também o carácter referencial objectivo das imagens para invocar a reflexão acerca do modo como colectivamente se constrói e transforma a paisagem, o território, o planeta.

João Henriques, Tomar, Portugal, 1967. Publicações/Published 2010 - Catálogo da série «180 graus», 44 pp., 36 imagens a cores, 20.5x20cm, Edição Cooperativa Comunicação e Cultura de Torres Vedras. Catálogo da série «Id», 48 pp., 27 imagens a cores, 19,8x21,7cm, Edição Câmara Municipal de Tomar. Catálogo «Encontros da Imagem 2010», Edição Encontros da Imagem, Braga Exposição individual: 2012 - Id, Centro Cultural Emmérico Nunes, Sines. 2011 - Id, SASLBM, Soc Adv., Torres Vedras. - 180º, Convento dos Capuchos, no âmbito do Mês da Fotografia de Almada. - Id, Palácio da Independência, Lisboa. 2010 - 180º, Museu Pio XII, no âmbito da 20ª edição dos Encontros da Imagem de Braga. - Id, Casa dos Cubos - Tomar. - 180º, Cooperativa Comunicação e Cultura - Torres Vedras Exposição Colectiva: 2007 - Traços de Identidade II, Galeria Municipal de Torres Vedras Outros 2012 - Outubro, Conversas à volta da Fotografia «Novos Valores da Produção Contemporânea», Livraria Sá da Costa, Lisboa. 2011 - Projecto Solar, iniciativa da Estufa - Plataforma Cultural, apresentação de trabalho,Torres Vedras. - Encontros de Fotografia, iniciativa do Movimento de Expressão Fotográfica, apresentação de trabalho, Lisboa. 2010 - Projecto Antisepsys, integrado no colectivo Facção Canalha, Cooperativa Comunicação e Cultura - Torres Vedras. - Kaunas Photo Nights, Portuguese and Brasilian Photography, Lituania . 2009 - Emergentes ‘09, Encontros da Imagem – Braga

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FEIRA DO LIVRO DE FOTOGRAFIA 30 de Novembro e 1 e 2 de Dezembro Horário: Sexta-feira de 17h à 22h Sábado e Domingo, 15h até 21h Entrada Livre

O livro de fotografia é desde sempre um objecto importante associado ao meio fotográfico, não só como meio de divulgação mas também como objecto artístico.Dado o crescente interesse do público pelos livros de fotografia e o reconhecimento do seu valor no mercado internacional (em paralelo com o mercado da fotografia), pensamos ser importante reunir em Lisboa, de forma regular, um conjunto de fotógrafos, editores, livrarias, alfarrabistas e galerias com edições que dêem a conhecer algumas das novidades e os clássicos que existem nesta área. Queremos desta forma divulgar e abrir o mercado das edições fotográficas, criando também uma plataforma para um diálogo sobre este meio específico dentro da fotografia, cruzando-o com áreas como o design, as artes plásticas, o jornalismo, o cinema ou a edição em geral. Este ano, em continuidade do ano passado, daremos um destaque especial aos projectos de edição, através da apresentação de maquetas e edições únicas. Uma nova componente dará entrada nesta feira. Disponibilizaremos um espaço para os portadores de livros usados, que, desta forma, os poderão vender ou trocar. Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


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Memorabilia © José Jupiter | Mala Voadora Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes@bracodeprata.com | http://exposicoesfbp.blogspot.com | www.bracodeprata.com


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apoios & Parcerias Exposições Fábrica Braço de Prata O Espaço Expositivo da Fábrica Braço de Prata Beneficia do Apoio: Divulgação:

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A Fábrica Braço de Prata Antes um local onde se fabricava material de guerra. Agora o lugar onde se fabricam conceitos, discutem ideias e se respira arte. 4 salas de livraria,3 salas de concertos, 5 salas de exposição, 3 bares, um sem fim de propostas integrado num único espaço, onde se pode vir sem ser preciso consultar a programação. Música ao vivo, lançamentos de livros, exposições de arte, ciclos de cinema, tertúlias, conferências, workshops, performance, dança e teatro, são algumas propostas que encontra regularmente na Fábrica Braço de Prata. Atrás de cada porta um acontecimento; neste que é o mais improvável espaço cultural da cidade de Lisboa.

Horário de Setembro: Quarta-feira à Quinta-feira das 20H00 às 02H00 / Sexta-feira e Sábado das 20H00 às 04H00 Geral: fabrica@bracodeprata.com

Exposições: exposicoes@bracodeprata.com

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Mês da Fotografia - 2012