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Arte Visual | Janeiro 2010

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA /

Janeiro 2010 Ar te Visual

Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Arte Visual | Janeiro 2010

Janeiro 2010 Ar te Visual Exposições Exposta na Fábrica

Residência epipiderme encontros à volta da performance

oficina epipiderme Pequenas Oficinas WORKSHOP

Artista Residente

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Exposições | Janeiro 2010

Inauguração 07/01 - 19H30 Exposição 07/01 - 31/01/10

Joana villaverde Exposição de Pintura

artzine

Exposição Colectiva de Pintura

Joana Polónia de Barros T C Maria Leonor Borges erritórios

elestes

O Outro Lado - Exposição de fotografia

Joao Paulo Nasri CAFÉ EUROPA - Exposição de Fotografia

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Exposições | Janeiro 2010

Joana villaverde Exposição de Pintura “On doit toujours s’excuser de parler peinture”

Paul Valéry

Sao variações, uma mulher nua, despida, crua, num lado qualquer. São desenhos a pastel sobre papel normalmente de 150 cm X 120cm. Agora a mulher está num espaço sem espaço, não está em lado nenhum. Às vezes parece-me um bicho, outras melhor, uma mulher crua. Quero saber se a posso por em vermelho, se a posso por em azul, se a posso vestir, se ela se zanga, se se ri, se sai do papel e vai por aí a fora, se se transforma. Vou ter que descobrir como ela olha e como é olhada, é vista de onde? Olha para onde? Está sempre em lado nenhum? Vai passar a estar em algum sítio? Tem força para fazer alguma coisa? Faz alguma coisa? “To use again and again the some gestures and forms is not deemed a failure of imagination in a painter (or a choreographer) as it might be in a writer. Repetitiveness seems like intensity. Like purity. Like strength.” Susan Sontag Joana Villaverde, 1970 born in Lisbon, Portugal. Lives and works in Lisbon, Portugal Apoios institucionais 2008 Fundação Calouste Gulbenkian. 2005 Fundação Calouste Gulbenkian. 2000 Fundação Calouste Gulbenkian Exposições individuais (selecção) 2009 “Je vous Garde”, Pavilhão Branco - Museu da Cidade, Lisboa. 2007, Ferro e Fogo, Galeria Formato Comodo, November, Madrid, (cat.). 2006 Casa dos Dias da Agua, December, Lisbon 2006 Casa das Artes de Tavira, July. 2006 Galeria Formato Comodo, , March, Madrid. 2006 Solo, Sala do Veado, Feb., Lisbon 2005 Dentro das Gavetas, drawings, O usuário, Lisbon. 2003 Este Ano, Casa dos Dias da Àgua, with the suport of the Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon. 2003 Identidades-continuação #4, Sociedade Nacional de Belas Artes, curated by João Pinharanda, Lisbon, Cat. 2000 48 desenhos, Lisbon, With the support of the Lisbon Council Exposições colectivas (selecção) 2009 Iniciativa X, ArteContempo – Lisboa, Dezembro. 2008, Iniciativa X, ArteContempo, December,Lisbon. 2007, Iniciativa X, ArteContempo, December,Lisbon. 2006, Iniciativa X, ArteContempo, December,Lisbon. 2006 Scope Art Fair NY, USA. Black & White Gallery, NY. 2006 Espacio Kubiko, Galeria, Madrid. 2005/2006 A invenção do Mundo, Paço Episcopal de Faro, Faro, curated by José António Falcão, Cat. 2004 Arte para Paredes, ind. Participation. Como se Fosse uma Dança, Casa da Animação, Oporto, Cat. 2004 Arte para Paredes, Como se Fosse uma Dança, Cordoaria Nacional, Lisbon, Cat. 1999 Maia Bienal, Curated by António Cerveira Pinto, Oporto. 1999 Ilustration show, Centro Cultural da Malaposta, Loures, Cat. 1998 Projecto Tabaqueira, Antigo Edifício da Tabaqueira. Ind. participation: 5 doors 10 paintings ,Lisbon, Cat. 1997 Ilustration show, Centro Cultural da Malaposta, Loures, Cat Projectos de Arte pública 2004 Uma Estante - Palmela. 2001 Painel de azulejos - Odivelas. http://www.joanavillaverde.com

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A mulher aflita Sobe-se a escadaria da antiga Faculdade de Ciências- junto ao jardim botânico onde tantas vezes brinquei com a minha mãe ou a minha madrinha. Os degraus estão agora encardidos dos passaros e torna-se manifesto que os limpam pouco. Avança-se por velhos corredores, espessos, sem sol, frios. Atravessa-se as salas deo Museu de Historia Natural, onde se acumulam pedras lindissímas. E lá dentro, por fim, encontramos uma mulher. Essa mulher deve-se à pintura, menos às cores do que à dinamica dos traços de Joana Villaverde. É um circulo que está quase a fechar-se, mas que encontra aqui o seu apogeu. Esta mulher, com outros rostos, acompanha o percurso discreto mas incisivo, da artista. Entramos por aquelas paredes repletas de segredos gelados e começamos por ver partes de um rosto, um nariz, uma orelha, vistos de tão perto que se tornam exorbitantes e incomodativos. Mas o que impora é o sentido envolvente das linhas aqui reforçadamente circulares, ali penetrantes e capazes de entararem por um corpo dentro.Até à noite dos corpos. É aqui que um corpo começa a ganhar sentido, quase sempre obsceno, a saír de cena: corpo de boca voraz, corpo onde os outros se podem rever como espelhos que encontram em cada um de nós os espaço que os oprime. É esse aspecto de aflição que emerge nesta mulher que se expõe sem pose. Nalguns quadros vemos uma cabeça demasiado grande sobre um corpo que se vai reduzindo até se apoiar apenas na fragilidade dos pés descalços. Noutras vezes, o calor chega pela violência das cores envolventes. Nenhum erotismo, nenhuma voz que vá além do murmurio. Todas as falas são apenas um movimento dos olhos. São os olhos que nos vêem e emudecem. Neste percurso em que o chamamento de uma mulher vem apenas de um conjunto de traço comprimidos, de paredes vazias onde por vezes ela se encosta ou mesmo se esconde, pressentimos um mundo que está atravancado, mas que cria esse excesso por um escesso de vazio. É uma dimenção politica que se abre no interior dos corpos e nos narra o que os devora. A última imagem é particularmente interessante. Aqui é uma mulher que se enrola no interior de uma moldura e o quadro parece estar ali a esmagar a protagonista. É a a última partícula de um processo em que a pintura exerce todos os seus poderes e a mulher ao deixar-se pintar, aceita a sujeição de um corpo a todas as instancias que a podem submeter, desde os traços e as cores até ao domínio dos espaços, programando o tempo e a vida. É nesta autocritica da pintura (onde um traço estrangula, onde uma voz sussura, a politica dirige, os burocratas concentrcionários territorializam) que Joana Villaverde ultrapassa este ciclo. Eduardo Prado Coelho in público, 27 de Fevereiro 2006 Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


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ArTzine Exposição colectiva de pintura A ArTzine é um projecto iniciado por artistas plásticos e amantes da Arte, defendendo uma estrutura sedimentada na representação da figuração como denominador comum... Na continuidade do trabalho realizado anteriormente (SCRAPP/ Projectos) e em todas as exposições de produção autónoma, mantemos a escolha de locais criteriosamente seleccionados pelas suas características cenográficas, numa estratégia de dignificação das obras envolvidas, de modo a permitir uma sã convivência nos projectos temáticos explorados, que sem fugir ao aspecto comercial, permitem a exposição de obras que habitualmente estariam afastadas destes circuitos. Nas nossas actividades, temos, de igual modo, estabelecido contactos com galerias privadas e instituições públicas, promovendo e estreitando as relações entre artistas e públicos variados, permitindo uma maior divulgação para os artistas residentes neste projecto, bem como os convidados a participar nas nossas exposições.

http://artzine.info Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


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Carlos Farinha Gilberto Gaspar Ilídio Salteiro Luís Herberto Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


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Carlos Farinha ArTzine - Exposição colectiva de pintura

“Não gosto de escolas, não gosto de bandeiras, não gosto de sistemas e não gosto de dogmas; não consigo confinar-me à capelinha do realismo, nem mesmo para ser venerado como seu deus. A única coisa que reconheço na arte é a sinceridade” Gustave Courbet 1819-1877 Escrever sobre pintura atráves de uma citação de um artista do Séc XIX, pode parecer desapropositado, mas não deixa de ser um ponto de vista legitimo e pertinente numa época onde o homen sem orgão é o seu principal referente. A Sinceridade é do meu ponto de vista, uma necessidade que tento reproduzir, nesse mecanismo de representação que é a Pintura, porque a Arte esta umbilicalmente ligada a pintura numa procura legitima do autor de criar uma illução que provoca ou não uma fruição estetica....se consegui ou não apenas o espectador o podera dizer. Como Courbet, não gosto de sistemas e de dogmas, um dele é que não faz sentido pintar no séc. XXI ou que ela tem de ser fragmentada, limpa sem ruido ....para min pintar é um processo e um profundo acto de liberdade e de confiança sobre a eterna indefinida definição da palavra Arte. Carlos Farinha

Carlos Farinha - Santarem, 1971 Licenciado em Artes Plásticas vertente escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade Clássica de Lisboa. Exposições individuais : 2009 “Braço de Prata”, Fábrica Braço de Prata, Lisboa. 2008 “O Mundo a Cabeceira”, Cidadela de Caiscais, Caiscais. 2006 “Animals”, Estúdio da Rosa, Lisboa. 2003 “Pólen”, Malaposta. 1996 “Macelada”-instalação- Sobreira, Formosa. 1993 “Gavetas íntimas”, Museu Municipal de Loures. 1990 “Quando as coisas acontecem” , Escola António Arroio. Prémios: 1996 Menção Honrosa (Pintura) «Prémio Lima de Freitas» do Rotary Clube de Portugal, Cruz Vermelha Portuguesa. 1994: 2º no Prémio “ Fidelidade Jovens Pintores 94», Culturgest e fundação da Cultura. 1993: 3º Prémio de Pintura «JovÁrte 93», Câmara Municipal de Loures. Performances : 2004 “je suis un artiste comtemporain, je ne compte pour rien...”, ZDB. 2004 Canon, macDonald, calsberg, etc...”, Santiago Alquimista. 2003 participação e colaboração na festa vídeo de Nuno Pedrosa, Lux. 2000 NONSTOPOPENINGLISBOA, ZDB. 1999 Deslocação/ armazém, Armazém do ferro, Sensurround. 1999: 5 ans dans une boîte, FBAUL. 1999 I am a artist, FBAUL..

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Gilberto Gaspar ArTzine - Exposição colectiva de pintura

“Ver um Mundo num Grão de Areia E numa Flor Silvestre um Céu, Conter o Infinito na palma da mão E a Eternidade numa hora.” William Blake, Augúrios de Inocência O Verbo, criador, universal faz-nos considerar a Arte não como um privilégio de poucos mas sim uma actividade natural de todo o ser humano. Evoca-se a Natureza e a Arte como uma exigência de relação diatómica sendo esta ligação operante traduzida num impasse. Mostra-nos a Arte na sua limitação, não podendo ela ser uma mimesis em todos os seus aspectos. Uma vez que o homem não é Deus. Será então á sua imagem e semelhança que ele ludibria a razão de um quotidiano prene, surpreso de vida criativa. Tudo pode começar por uma linha, um transbordo de comprometimentos e suportes do ofício, generalidades que se embutem no novelo de incertezas pautadas de sentimentos, gestos, coreografados latentes, marcados por fragmentos, apelando a um universo visceral comum ao sujeito e ao suspeito, de olhares instruídos, sensitivos no seu âmago como se de lições de apetite e desejo se manifestassem, continuamente numa linha sem fim. Gilberto Gaspar

Texto de Autor. Sobre “Da Pintura”, Lisboa, Novembro, 2009

Gilberto Gaspar - Nasceu em Lisboa a 19 de Janeiro de 1964. Curso de Imagem e Comunicação Áudio Visual na Escola António Arroio. Curso de Desenho da Sociedade Nacional de Bela Artes. Frequência do Curso de Artes Plásticas da Escola Superior de Arte e Design das Calda da Rainha. Frequência do 3º ano do curso de Artes Plásticas / derivante de Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Exposições: 2008 «Do Sofá» LM Galeria de Arte Contemporânea, Sintra (colectiva). «Dermorphias II» Kabuki Galery, Lisboa (colectiva). «Exuberante Edição Limitada de Pele» Biblioteca Municipal Dom Dinis,Odivelas (individual). 2007 www.artzine.info, Universidade Lusófona do Porto. Artes Plástica (colectiva.). Artzine/sopa dos Artistas; Mercado Municipal de Odemira (pintura). Centro Cultural de Bragança (Desenho);. ARTzine, apresenta “A Beira dos Caminhos, Museu dos Lanifícios, Covilhã (Desenho/ Pintura/Colectiva), Mousse, Lisboa (Pintura), Galeria Santa Clara, Coimbra (Pintura). 2006 Arte Erótica na Ceutarte; Galeria Ceutarte, Lisboa. ” Mapas de Pele” Estúdio da Rosa, rua da Rosa, 241. Bairro Alto, Lisboa. 2005 www.scrapp.net, Projecto de Artes Plásticas, Lisboa, desenho, escultura, gravura, pintura (colectiva). www.scrapp.net, Projecto de Artes Plásticas, Lisboa.2004 “Eles (Re) criam a Mulher” DDACO Gallery Lisboa, Pintura (colectiva). “Projecto Canibal” Centro Cultural Mala Posta Odivelas, Pintura (individual) 2003-“Não me mate, eu sou apenas o piano” Galeria Exalta Lisboa, Pintura (individual)....

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Ilídio Salteiro ArTzine - Exposição colectiva de pintura TRATADOS DE PINTURA Todos os “objectos” são fabricados pelo homem e o seu fabrico precisa do saber de todos os ramos do conhecimento. O conhecimento das humanidades e o conhecimento das ciências juntam-se para os construírem. Estes “objectos” são tudo aquilo que ajuda o homem a suplantar as forças naturais e desse modo habitar e reinar sobre as outras espécies. De todos eles, uns serão comuns, outros serão sublimes, mas todos cumprem o mesmo devir: auxiliar a sobrevivência do Homem na Natureza... (http://www.arte.com.pt/text/salteiro/tratadopintura.pdf) Ilídio Salteiro

Licenciado em Artes Plásticas-Pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1979. Mestre em História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa em 1987. Doutorado em Belas-Artes Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2006. Está representado em muitas colecções públicas e privadas. Desde os anos 80 que tem participado em projectos de intervenção social, cultural e artística: A Barca – cooperativa de dinamização cultural: uma associação de artistas plásticos. O restauro de uma fragata do Tejo: um projecto de dinamização cultural e artístico das duas margens. Casa de Santa Bárbara de Nexe: um espaço entre Faro e Lisboa designado para produção e a divulgação artística. The Centre of the world is here: um projecto artístico faseado que se iniciou em 2007 com uma primeira parte. Expõe regularmente desde 1979, participando em 1981 na LIS’81-2ª Bienal de Desenho, e em 1986 na III Exposição da Fundação Calouste Gulbenkian entre muitas outras exposições colectivas. Exposições: Cascais, Cidadela, «Pintura» (2008). Galeria Verney, Oeiras, «Perguntas e outras pinturas» (2007). Galeria Municipal de Albufeira, «The centre of the world is here, part one» 2007. Galeria do Ministério das Finanças, em Lisboa, «DORA IVA RITA & ILÍDIO SALTEIRO, modern painting since 1953, pintura 2006» (2006). CSBN Casa de Santa Barbara de Nexe, contemporary art, em Faro, «Pintura Pintura» (2006). Palácio dos Aciprestes, «Pintura», Fundação Marquês de Pombal, Oeiras, (2005). Complexo Cultural da Quinta da Raposa, Mafra, «Pintura e Desenho 1998-2005» (2005). CSBN Casa de Santa Barbara de Nexe, contemporary art, «Retábulos – Natividade, Percursos e Deposição», instalação vídeo de nove fotografias digitais em loop, sobre a integração da arte no espaço de culto cristão (2005). Galeria do Ministério das Finanças, Lisboa (2003). Galeria Domus Varius, Lisboa (2003). Galeria ARC 16, Faro (2003). Casa das Artes, Tavira (2002). Convento de Nossa Senhora da Conceição dos Cardais, Lisboa (2002). Galeria Gymnásio, Lisboa (1998). Galeria da Óptica do Conde Redondo, Lisboa (1994). Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, Alcobaça (1993). Galeria da Câmara Municipal da Amadora (1992). Galeria Casa do Bocage, Setúbal (1992). Galeria Altamira, Lisboa (1991). Galeria Altamira, Lisboa (1989). Galeria 102 CCO, Lisboa (1988). Galeria Escada, Lisboa (1987). Galeria Altamira, Lisboa (1987). Alcobaça (1986). Mosteiro de Alcobaça (1985). Galeria Altamira, Lisboa (1985). Galeria Átrium da Imprensa, Lisboa, (1985). Galeria da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa (1979).

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Luís Herberto ArTzine - Exposição colectiva de pintura “Nós e os Outros”. A Pintura apresentada pela própria pintura... “Nós e os Outros” até poderia ocupar o lugar de uma exposição biográfica, cujas narrativas visuais sucedem a momentos agitados resultantes desta tão dramática arte ... Aqui, é assumida directamente esta relação do acto com a sua representação, tornando-a directamente exposta. Mais que um dejá-vu, é uma narrativa elíptica que se apresenta a si própria como actor e figurante, tornando de igual modo o “espectador” em figurante de um espaço que pode bem ser o próprio atelier (sendo-o claramente), da sua vida social e dos conflitos resultantes. E contudo, a sua reconstrução a partir de momentos de contraste rasgados das memorias e vivências das rotinas... O testemunho visual, pretexto descritivo para o espaço cenográfico, garante-nos a objectividade da composição, em jogos subtis da perspectiva, explorando repetitivamente os locais de configuração e estruturação, construindo, no plano das telas, a afinidade com os modelos, que tanto podem ser ocasionais e derivados de um snapshot instantâneo quer das repetidas sessões de pose e mesmo da apropriação, para o plano da Pintura, de modelos narrativos cinematográficos, como em Va Savoir ou o muito referenciado Le Mépris, nas suas teias de relações pessoais... Por si, as práticas da pintura de cavalete, remontam já a centenas de anos de exploração, antecipando-se em muito, à fotografia ou à cinematografia. E se a imagem renascentista anuncia o futuro do cinema, este seria impensável sem os referentes que a pintura estruturada nos demonstraram, quer através da perspectiva, nas suas componentes geométricas e ópticas, quer através da simbólica ocidental e de todo o desenvolvimento económico e social nos modelos de comportamento. Por outro lado, quer a fotografia ou o cinema, mantêm ainda intactos (apesar das novas possibilidades que os processos digitais permitem), os mecanismos visuais e perceptivos de construção que asseguram a verosimilhança das demonstrações ópticas. É o contexto da imagem que sofre transmutações e alterações,pois se a fotografia admite uma captação objectiva de todo o campo visual,e provoca uma verdadeira intrusão ao espaço quotidiano do espectador, impossibilitando,de certo modo,a fuga à verdade da representação no plano da objectividade figurativa.a representação em pintura oferece-nos o poder da plausibilidade (à falta de outro vocábulo),com toda a síntese formal e construção de relações construtivas ideais para a demonstração visual correspondente. Luís Herberto

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Luís Herberto, nasceu em 1966, em Angra do Heroísmo. 1986/ 90 Escola Secundária António Arroio. 1997/ 98 Licenciatura em Artes Plásticas / Pintura; Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. 2006/ 2008 Doutorando em Ciências da Comunicação/ Universidade da Beira Interior; Orientação de Jorge Bacelar (UBI). 2008 Doutorando em Belas-Artes/ Pintura, Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa; orientação de Ilídio Salteiro (FBAUL) e Jorge Bacelar (ULHT). EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS: 2008 Amuos e Desamores, Cidadela de Cascais; Pintura. 2003 Sonhos Húmidos, Galeria Quadrum, Lisboa; Desenho e Pintura. 2002 Manhattan, Galeria Quadrum, Lisboa; Desenho e Pintura. 1999 Estudos para «Da Virtude», Casa do Corpo Santo, Setúbal; Desenho e Pintura. 1997 Galeria Trema, Lisboa; Desenho e Pintura. 1996 «Da Velhice», Casa do Corpo Santo, Setúbal; Desenho e Pintura EXPOSIÇÕES COLECTIVAS: 2009 Biblioteca de Belém; Pintura. 2008 Galeria LM, Sintra; Pintura. 2007 Galeria Santa Clara, Coimbra; Pintura Mousse, Lisboa; Pintura. Museu de Lanifícios, Covilhã; Desenho e Pintura . Artzine/ Sopa dos Artistas; Mercado Municipal de Odemira; Pintura. Centro Cultural de Bragança; Desenho e Pintura . Universidade Lusófona do Porto; Pintura ...

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Joana Polónia de Barros Territórios Celestes - Exposição de Pintura Nuvens, cumulus, pedaços de terra no céu, memórias de um descuido do olhar. A forma que era já foi…existe agora outra!! É etérea, é matérica, matéria encontrada nos sentidos devolvida à sua essência. É lembrança. É presença! É esta dicotomia de terra/céu que vou explorando nestes trabalhos.

Exposições Individuais 2006 Espaço Goma308, Calçada do Correio Velho, nº 7, Sé de Lisboa Exposições Colectivas 2008 Quintistas Ponto Final, galeria do Casino Estoril. 2007 Finalistas de Pintura da FBAUL, Sociedade Nacional de Belas Artes. Finalistas de Gravura da FBAUL, Fórum Mário Viegas, Santarém. Salão Primavera, Casino Estoril. XIV Bienal de Cerveira, Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira. 2005 3.41, Interpress, Bairro Alto. Obras Seleccionadas 2008 Desenho na 1ª Bienal Internacional do Montijo / Prémio Vespeira

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Maria Leonor Borges O Outro Lado - Exposição de fotografia A série de fotografias que aqui vos apresento tem como tema “O Outro Lado”: dez provas gelatina sal de prata, realizadas em 2009, onde surge sempre um espelho, colocado em diferentes locais e ambientes, de forma a reflectir o céu. “O Outro Lado” baseia-se na ideia de que, por detrás de uma imagem (quer seja pictórica, fotográfica, ou até mesmo especular) existe um mundo, paralelo àquele em que vivemos. Ao fazermos de conta, tal como Alice, descobrimos em cada imagem um universo de sonhos e de fantasia: “Oh, Kitty, era tão bom se pudéssemos passar para o outro lado da Casa do Espelho. Tenho a certeza de que tem coisas tão bonitas lá dentro! Oh, faz de conta que há uma maneira qualquer de passar para lá, Kitty. Faz de conta que o vidro ficou macio como gaze, para nós o podermos atravessar. Ora, até me parece que está a transformar-se numa espécie de névoa! Vai ser muio fácil passar por ele...”* Maria Leonor Borges *Lewis Carroll, Alice do Outro Lado do Espelho, Relógio d`Água, Lisboa, 2000, pág. 159

Maria Leonor Borges, nasceu em 1981, Lisboa. Em 2008 conclui a licenciatura de Artes Plásticas – Pintura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Durante este curso, desenvolveu conhecimentos na área da Fotografia (disciplina tecnológica de três níveis anuais). Actualmente frequenta o curso de Fotografia do Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual). Exposições colectivas: (Re)presentações, Fábrica Braço de Prata, Lisboa, 2007; Finalistas Pintura 2007’08, Galeria Palácio Galveias, Lisboa, 2009.

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Joao Paulo Nasri CAFÉ EUROPA - Exposição de Fotografia De acordo com George Steiner, uma ideia da Europa pode ser construída tendo o conceito do café como pano de fundo. O café onde uma conversa começa ou uma novela acaba. Marcando num mapa do mundo os locais onde existem cafés desenhamos o mapa da Europa. O trabalho apresentado enquadra-se em fotografia artística aproximando-se de uma consciência sociológica. Talvez até um outro olhar à fotografia documental. Usando a técnica digital de dupla exposição, o autor está interessado no espaço gerado entre duas imagens numa mesma fotografia. Este trabalho fotográfico foi realizado entre Lisboa e Istambul (2003-2009), duas capitais europeias que, embora a distância, partilham de uma mesma atmosfera. Nasri documenta situações, experiências e perspectivas. Em Abril de 2006 foi convidado a apresentar este projecto no festival Test7 em Zagreb. Nos últimos anos passou por cidades e instalações: Ljubljana(2007-09), Sarajevo (Festival Internacional Sarajevska Zima 2009). Chega finalmente a Lisboa, na sua terceira e última fase, para depois seguir em 2010 para Istambul enquanto capital europeia da cultura.

João Paulo Nasri. 1980 Born in Lisboa, Portugal. João is documenting situations, experiences and perspectives. In April 2006 he was invited to present his first photography project in the Test7 festival in Zagreb. During the past years Joao has exhibited his works in Ljubljana(2007-09), Porto (2007), Lisbon (Shadow 2009), Sarajevo (Winter Festival 2009) and Berlin (2009). His work is mainly embedded in conceptual art and can be reflected on the art installation that complements the photography work. Joao is today interested on taking the challenge of experimental photography through Lomography and related techniques. Follows a short description: Biography: 2004 Graduated in Mathematics. 2005 President of AEGEE Lisboa, the European Students Forum. 2006 Course on analogical black & white photography. 2007 Member of IRIS, a photography workgroup in Lisboa. 2008 PhD student on Mathematics in Ljubljana, Slovenia. Free Education on photography in Ljubljana, Slovenia Projects: 2005 Um_Bigo Project: international project on documentary photography. 2006 Lomographic Perspectives. 2007 Iris Lisboa: multidisciplinary photography workgroup. NeTejo: views on the river Tagus. 2008 Ti_ule Mizule, experimental photography movement. 2009 Gallery Studio 8 (administration and curation) Solo Exhibitions: 2006 TEST7 Festival, Zagreb, Croatia. 2007 100 + nem -, Porto, Portugal. Interculturalities, by CFRG, Seixal, Portugal 2008 Um_Bigo revisited, Antwerpen, Belgium. Cubix, European Perspectives, Ljubljana, Slovenia. 2009 Sarajevska Zima 2009, Sarajevo, Bosnia & Hercegovina. Café Evropa, Ljubljana, Slovenia. Tokyo Eye, Berlin Porn Film Festival, Berlin, Germany. The Aesthetics of Silence, Sowieso, Berlin, Germany Collective Exhibitions: 2007 Tejo, Almada, Portugal. 2008 NeTejo, an itinerant exhibition, Portugal. 2009 Projecto Sombra, Lisboa, Portugal.

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Exposições | Janeiro 2010

Slovenska 28, Ljubljana, Slovenia.

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Residência | Janeiro 2010

Um projecto urgente de loucura. Um

acto urgente de loucura é o que quatro artistas pretendem realizar no mês de Janeiro no espaço da Fábrica Braço de Prata.

Residência e Exposição De 11 a 31 de Janeiro 2010 Acções na FBP 13, 16, 23 e 27 de Janeiro - 19h30 (Quartas e Domingos) A urgência do acto propulsor que leva ao vértice entre a loucura e a sanidade. O que os artistas pretendem? Levanta-se o gesto de um dos performers, as mãos se torcem, se multiplicam em muitos actos que parecem transmitir a necessidade de abandonar o corpo, ou o espaço que este ocupa. A mulher que se encontra em cena e desenha cegamente, a compor com o corpo também os movimentos que dão origem aos traços que formarão o desenho inesperado, tudo em conjunto, todos participantes de um mesmo “work in progress” dedicado à pesquisa da temática relacionada à loucura e todos os abusos cometidos em nome de uma suposta normalidade, a bem dizer imposta. Leva-se a cabo uma pesquisa mais detalhada do tema no que concerne às pesquisas feitas pelo médico francês J.M. Charcot, o qual concentrou toda sua atenção e interesse no que ele denominava de “crises histéricas” nos seus pacientes – na sua grande maioria mulheres. O peso é perceptível no trabalho destes quatro artistas presentes – há dois artistas que participaram da pesquisa e que por questões geográficas não puderam dar continuidade a esta etapa no Braço de Prata – e uso as palavras ´pesquisa´ e ´etapa´ propositadamente, para que o leitor fique ciente de que é um trabalho em progresso, em trânsito até, visto que os quatro artistas encontram-se neste momento residindo em Lisboa, sítio no qual resolveram intervir e iniciam esta intervenção de modo mais freqüente e esquemático no Braço de Prata – sem contar com as pequenas intervenções urbanas presentes na pesquisa diária que compõe parte do cotidiano destas pessoas; a trabalhar com uma temática extremamente delicada e densa, com o peso extra de fazer um trabalho urgente, de tirar de dentro de si a força e a vontade de produzir arte num mundo em crise, que tanto necessita reflectir sobre as ações das pessoas e as conseqüências que estas trazem Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Residência | Janeiro 2010

para os outros seres. Cada um dos participantes desta pesquisa trabalha com uma linguagem, um meio, embora por vezes estes se cruzem e intercalem visões poéticas. A performer Anajara Laisa Amarante trabalha com os meios da fotografia e da dança. Denomina-se performer, e não fotógrafa ou dançarina, por transitar entre meios e por não ser especializada em nenhum deles – e nem ter a pretensão de, embora, todos nós sabemos muito bem, a vida nos leve a caminhos nunca dantes pensados por nós, mas as imprevisões conduzem a maravilhas e catástrofes. Veja-se o exemplo dos milhares e milhares de pessoas maltratadas no mundo por suas supostas loucuras, ou por tratamentos negados com a subseqüente criação de outros males. A artista utiliza a imagem fotográfica como meio de expressão de como vê o mundo e também de como vê a si mesma. Quase todas as fotos em que aparece (com exceção de três ou quatro em que aparece com outra pessoa na foto) foram tiradas por ela mesma. As fotos dos outros artistas também assina em sua maior parte. Quanto às performances que serão feitas nos dias marcados ainda ao final deste artigo (sendo sempre quartas ou domingos) dará continuidade a um trabalho em progresso, que tem a ver com uma coreografia apresentada sob direção de Sofia Silva, em que a performer escolheu trabalhar a perda de controle. Ao juntar com outros movimentos inspirados pelas diversas víctimas das doenças mentais (e muitas simples simples dissidências do sistema) pretende apresentar a sua idéia do que é o universo da perda de lucidez. Para o músico e performer Blu, da dupla Koll Witz, que esteve recentemente em tour pela Europa (a outra artista não pode estar presente agora), o som também dança, assim como dançam os traços ou as estaticidades e movimentos dos corpos presentes no espaço. Mas o som o faz através da janela acusmática dos auto-falantes / colunas de som que estarão na sala. Blu pensa muito

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Residência | Janeiro 2010 nos ruídos. Para ele, os ruídos são a matéria plástica que, usada na paisagem-sonora, é composta eletroacusticamente. O interesse e meio de intervenção do artista dá-se pela sobreposição de improvisos, dilatando fragmentos de momentos captados transformandos em longos contínuos intercalados por surtos e espasmos sônicos – segundo os conceitos do artista. Além de participar do duo de arte sonora Koll Witz, Blu também trabalha em colaboração com diversos artistas como improvisador multi-instrumentista e compositor eletroacústico. Daka fará a utilização do desenho-cego ou da pintura-cega no trabalho. Segundo as definições da artista, procura utilizar esta técnica neste contexto pelas razões que se seguem: o desenho-cego é um exercício de desenho muito conhecido e utilizado por artistas e estudantes em que consiste desenhar sem olhar para a folha, somente para o modelo, desnudando o gesto e a intuição, o que sobrepõe a expressividade e a carga emocional ao racionalismo do controle do desenho. Como um passo atrás o desenho cego proporciona ao artista uma luta entre o que ele sabe e o que ele agora já não pode prever. O desenho cego é ótimo para entrar em conexão com o lado direito do cérebro que dizem ser a zona responsável pela parte não concreta de nosso raciocínio, pelas intuições e noções de realidade ligadas ao imagético e ao sensitivo. Para ampliar os significados das formas nestes trabalhos em específico sobre a Loucura, a artista utiliza da descrição dos sintomas da Histeria, de seu poder corporal carregado de símbolos, símbolos os quais acusam a cultura e o indivíduo por meio de descargas e crises. Considera a sua carga histórica e cultural, encontrando nela parte do desenvolvimento do pensamento contemporâneo em cultura e em arte. Por meio dela procura fazer relações com etapas da vida humana num conceito universalizante e simbólico. São apresentadas pinturas exploradas pela necessidade de re-significação da imagem. Já para Tizo o movimento é o culme da criação. Pensar no corpo é estar atento as capacidades expressivas do mesmo, estando elas no acto criativo feito presente , ou nas extensões materiais que o artista elabora e dissemina no espaço. “Qualidade da presença”, o corpo é o próprio acto de deslumbrar. Actualmente participa num processo investigativo de arte ,em Lisboa, no Centro em Movimento. A proposta para ocupação do Espaço Braço de Prata, parte desta exploração da presença e do momento presente como leitmotiv da criação. Performance, situação. A pesquisa da iconografia deixada pelas pesquisas de Charcot, se manifesta não enquanto mimese mas sim síntese da realidade.A exploração é a loucura do acto criativo (dos momentos de ruptura, da cisão ) , da arte enquanto possibilidade de um discurso que confronte padrões estanques de comportamento e pensamento, pensando no corpo enquanto esta mídia de arte. Tizo será uma das pessoas a fazer as performances de dança/criação no espaço da Sala Wittgenstein, no Braço de Prata. O artista além de dançarino utiliza outros meios de intervenções no espaço urbano, alguns deles podem ser conferidos no sítio da internet que é referido ao final deste artigo. As pessoas com um tipo de pensamento denominado ´diferente ´ ou ´subversivo´em relação ao pensamento dominante conhecem não de hoje a dificuldade em poderem se expressar de modo livre. Se nós, mesmo entre os pares temos dificuldades em comunicar-se a ponto de haver um verdadeiro entendimento, para entrar em conflicto com pessoas desconhecidas é um passo muito pequeno. Fica-se na zona confortável, mantém-se o espírito calmo se não se reflete sobre os próprios valores para poder compreender os valores dos outros. E a história da loucura na nossa Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Residência | Janeiro 2010

sociedade ocidental muitas vezes passa por este viés, sem mesmo chegar a qualquer diagnóstico físico psiquiátrico, o louco é aquele que discorda – e pior ainda se este louco fosse uma mulher, há tempos atrás.Causa-me até certo receio pensar no que poderia ter-me acontecido se tivesse nascido na época e lugar errados. Penso que eu, como pessoa por vezes subversiva, sendo mulher, teria de adequar-me muito mais do que o tive de fazer, caso não quisesse ser submetida a sessões hostis como através da sugestão reviver traumas acumulados em uma vida densa. Fica então aqui aberto o convite a todos os leitores para que visitem o Braço de Prata e vejam nosso trabalho. A parte da pesquisa dos desenhos ´fixos´e fotografias encontra-se em exposição de 11 à 31 de Janeiro, na sala Wittgenstein. Já as performances ocorrem dias 13,16, 23 e 27, que são quartas e domingos. Tragam seus medos, suas curiosidades e perguntas. Ficaremos contentes de compartilhar os nossos convosco. Artigo: Anajara Laisa Amarante

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epipiderme | Janeiro 2010

epipiderme

encontros à volta da performance 20 de Janeiro 2010, 22H (todas as 3as quartas-feiras do mês) A performance parece propor a participação como valor fulcral, tanto na construção da acção, pedindo uma experiência real ao performer que se afasta da representação do teatro convencional, assim como no apelo a um esforço de atenção e interactividade com o espectador, que pode não ser um sujeito passivo. A performance neste sentido poderá proporcionar também simultaneidade, já que acontece uma espécie de nivelamento entre a vivência proposta pelo artista e a vivência do espectador. Estas questões da participação e da simultaneidade parecem, como problema, desembocar naquilo a que o Filósofo José Gil trata como inscrição, quando fala de Portugal como o país da não-inscrição: “Nisso, como em tantos outros aspectos, o Portugal de hoje prolonga o antigo regime. A não-inscrição não data de agora, é um velho hábito que vem sobretudo da recusa imposta ao indivíduo de se inscrever. Porque inscrever implica acção, afirmação, decisão com os quais o indivíduo conquista autonomia e sentido para a sua existência“, citando a partir do livro: Portugal, Hoje. O medo de existir. A performance parece concentrar-se neste esforço de, em tempo real, produzir um acto capaz de ultrapassar essa espécie de prisão, da repetição do quotidiano, no seu entramado de ligações e necessidades; provocando um rasgo existencial que produza algo mais real e entendível que uma imagem estereotipada e já apreendida do mundo; procura-se na voz e no modo de ver especial de um outro que se dá a conhecer, uma forma de conhecimento. Espera-se com este espaço que este outro se revele e o seu respirar produza uma reacção epidérmica. Lugar de encontro, a Fábrica de Braço de Prata dará a possibilidade de dar visibilidade à prática da performance e à sua fruição por parte de um público variado.

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epipiderme | Janeiro 2010 Andrea Pagnes & Verena Stenke

Gilberto Gaspar

Nuno Oliveira e Margarida Chambel

Tzitzi Barrantes

Programa do dia 20 de Janeiro 2010 Performance: Andrea Pagnes & Verena Stenke (Alemanha) “SPEAK THAT I CAN SEE YOU” Gilberto Gaspar (Portugal)

“Transbordo”

Nuno Oliveira e Margarida Chambel (Portugal)

“Hà muita gente a existir ao mesmo tempo”

Vídeo performance: Tzitzi Barrantes (Colombia)

“A La Espera”

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epipiderme | Janeiro 2010

oficina epipiderme FRAGILE LIMITS - Workshop by Verena

on

Performance Art

Stenke & Andrea Pagnes

(Alemanha)

Dia 18 e 19 de Janeiro 2010, das 19h30 às 23h (7 horas) “Never as Always. Now as Always. Here and now. Where I am, I do not know it, I will never know it. In the silence, you don’t know it, you must go on and, even if I can’t, I’ll go” Samuel Beckett The aim of the FRAGILE LIMITS workshop is to help to transform one self ’s ideas and emotions into a performative, not theatrical, work throughout different exercises. It offers a key to understand how a performance artist can approach through a process of making a performative piece. During the exercises in different conditions the participants are being provided with tools and conceive, create and realize a performance, using mainly the own body as a tool. The exercises are aimed to touch and develop our most human inner sensors in order to activate memories, and to open our perception to transform pure ideas into a concrete, primarily real action. Further, the goal is to get distance from the mere being “virtuous” by establishing, valuating, and energizing the personal action in se. The workshop result will be the presentation of each participant’s performance. It is required to bring comfortable clothes and one object the participant feels related to. Working language is English. Actions and exercises are innovative but inspired by Social Theatre, Grotowski , Stanislavsky, Leclerc, Butoh, Dynamic Breathing and Rebirthing Technique, Panic Theatre/Psicomagia (Jodorowski), Strasberg, Oida and others: Body and Space Emotional Atmosphere Archetypes

Time / Duration Tension and Release Interactivity with the public (in-and outdoor exercises) Rituality Memory activation

Local: Fábrica Braço de Prata, Lisboa Inscrição: epipiderme@gmail.com

Voice / Sound Breath

Preço: 50€ e 35€ (estudante) TM: 91 341 32 83

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epipiderme | Janeiro 2010

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Exposta na Fábrica | Janeiro 2010

Miguel Figueiredo HÁ MATÉRIA NO AR - Exposição de Escultura As vidas e as “coisas” mudam. E este meu último trabalho de escultura representa uma mudança, uma passagem. È a própria matéria que me conduziu a esta mudança. A relação que se criou com o ferro - esta nova matéria – permitiu-me explorar as estruturas, organizando e dispondo, quer pela estética quer pela solidez, varas de ferro. Dependentes e solidárias umas das outras, elas criam um todo, uma forma, ocupada e às vezes comandada por personagens. Embora sólida, a leveza destas formas levou-me a suspendê-las no ar. Com os pés na terra e as estruturas no ar, é fácil apanharmos uma boleia e viajar.

Miguel Figueiredo nasceu em Lisboa em 1962. A base da sua formação como escultor teve especial relevância com os estudos iniciados na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa, em cursos como o Design Gráfico e as Artes da Cerâmica. Durante esse período trabalhou como gráfico, designer e professor de expressão plástica. Em Portugal e em Itália (desde1990) tem desenvolvido o seu trabalho como artista residente em fábricas, ateliers privados e no Museu Nacional do Azulejo em Lisboa entre 92 e 98. Como cenógrafo trabalhou em teatro, cinema e televisão. Realizou exposições individuais em Portugal e Itália. As suas obras foram seleccionadas em diversas exposições colectivas internacionais de escultura. Actualmente é representado pela galeria São Mamede em Lisboa, e em colecções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro. É escultor residente na Fábrica Braço de Prata.

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Exposta na Fábrica | Janeiro 2010

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Pequenas Oficinas | Janeiro 2010

Pequenas Oficinas Oficinas de Artes da Fábrica Braço de Prata

Isabel Sousa Carvalho Ceramista

O projecto “O Colar de Pérolas” da ceramista Isabel Sousa Carvalho volta à Fabrica Braço de Prata às 6as-Feiras e Sábados das 20h00 às 02h00. Desta vez, ocupa uma parte do espaço “Pequenas Oficinas” e apresenta uma proposta diferente:

“Invente a sua Jóia” Encontra à sua disposição, separadores de prata, pedras naturais e semi-preciosas, contas e diversas outras formas em vidro Murano e em Cerâmica (porcelana e grés), com os quais poderá compor a sua Jóia. Após a escolha dos materiais e da composição da peça, a montagem e acabamento são executados pela autora do projecto. (*) (*) Não cabem no âmbito deste projecto ensinamentos sobre joalharia ou venda de peças soltas. Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Pequenas Oficinas | Janeiro 2010

Sexta-Feiras e Sábados das 20h00 às 02h00. www.ocolardeperolas.blogspot.com Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Pequenas Oficinas | Janeiro 2010

Pequenas Oficinas Oficinas de Artes da Fábrica Braço de Prata

Vanda Sousa

29 e 30 de Janeiro 2010 Acessórios de Moda em Feltro Artesanal

Acessórios de moda e objectos para casa para um look personalizado. Ao feltro artesanal pode dar-se qualquer forma e o meu objectivo é experimentar com a capacidade de modelação da lã e com a sua capacidade de se fundir com outros materiais. Fusão é, aliás, uma palavra-chave na feltragem, já que, da lã cardada e tingida, nascem criações sem costuras, mas antes moldadas, levando-me a definir este material como uma espécie de «argila têxtil». Mais recentemente comecei a trabalhar a lã com tecidos (como a seda e o algodão), numa técnica chamada feltro «nuno» (palavra japonesa que significa tecido), procurando juntar as extraordinárias qualidades da lã com as da seda para criar peças simultaneamente resistentes e delicadas, intemporais e únicas.

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Pequenas Oficinas | Janeiro 2010

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WORKSHOP | Janeiro 2010

WORKSHOP

Oficinas de Artes da Fábrica Braço de Prata

Vanda Sousa

16 de Janeiro de 14h30 – 18h30 (Sábado) WORKSHOP DE FELTRAGEM COM ÁGUA E SABÃO NÍVEL 2 CRIAR OBJECTO COM MOLDE (OCO E SEM COSTURAS) – CHAPÉUS Local Fábrica de Braço de Prata Preço 45€ + material. N.º máximo de participantes 8 Requisitos

dominar as técnicas de base da feltragem com água e sabão

Objectivos:

A. aprender a criar um molde tendo em conta a forma final e o tamanho que se pretende. B. aprender a modelar uma peça em feltro a 3 dimensões e oca.

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WORKSHOP | Janeiro 2010

Nota: Os participantes podem optar por trazer a sua própria lã, cardada ou penteada, ou adquirir o material fornecido pela orientadora do curso. Deverá contar-se com cerca de 200 g de lã, o que poderá implicar um custo adicional de 10€. Todos os outros materiais e utensílios necessários ao workshop são fornecidos pela orientadora. A realização destes workshops está prevista para o 3º Sábado de cada mês. Inscrição:

vanda.f.sousa@sapo.pt TM: 96 999 30 44 http://vandasousa.wordpress.com

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Artista Residente | Janeiro 2010

JOANA VILLAVERDE Artista Residente ATELIER JOANA VILLAVERDE Próxima visita do Atelier dia 29 e 30 de Janeiro a noite.

Durante o dia, às horas de expediente normais da vida. Quando a Fábrica ainda está fechada, quando ainda não há pessoas só dois gatos. Estou lá eu fechada no meu buraco, no meu local de trabalho. É durante a noite que a fabrica vive. É para viver também a movida da fábrica que abro o meu atelier dois dias por mês durante um bocadinho da noite. Dar um bocadinho do que posso e do que tenho à Fábrica. Joana Villaverde

jvillaverde@mac.com http://www.joanavillaverde.com http://artnews.org/artist.php?i=2337 Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Artista Residente | Janeiro 2010

MIGUEL FIGUEIREDO Artista Residente «…A escultura de Miguel Figueiredo dá-nos a ver um universo desmembrado.As formas são construídas a partir de procedimentos técnicos diferenciados, delicadamente modeladas no barro com fragmentos e objectos díspares, ora peças de ourivesaria ora desperdícios recuperados, cada peça concentrando em si, sem preconceitos disciplinares, tudo o que se vai descobrindo pelo mundo, sejam matérias ou conceitos, e que o autor intui como necessário para a construção do objecto artístico…» Paulo Henriques (Director. Museu Nacional de Arte Antiga)

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Exposições | Janeiro 2010

apoios & Parcerias Exposições Fábrica Braço de Prata O Espaço Expositivo da Fábrica Braço de Prata Beneficia do Apoio: Divulgação:

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Exposições | Janeiro 2010

A Fábrica Braço de Prata A Fábrica Braço de Prata é um espaço de criação e divulgação cultural. Está instalada no edifício da administração da antiga fábrica de material de guerra, criada em 1908. No início da década de 90, por altura dos grandes projectos em torno da Expo 98, a fábrica foi desactivada. A Livraria Eterno Retorno, em Junho de 2007, no seguimento de um acordo de comodato com a sociedade Obriverca, transforma o antigo edifício num espaço cultural. Em Julho de 2008 a Câmara Municipal de Lisboa reconhece o contributo deste projecto para a cidade. A Fábrica de Braço de Prata acolhe concertos (jazz, música erudita, pop/rock, fado) e exposições de artes plásticas, promove ciclos de conferências, debates, lançamentos de livros, e torna possível nas suas instalações workshops de dança, teatro, artes plásticas, assim como ciclos de cinema, curtas metragens e documentários.

Horário: Quarta e Quinta-feira das 18H00 às 02H00 Sexta-feira e Sábado das 18H00 às 04H00 Domingo das 15H00 às 24H00 Tel: 967 435 743 Geral: fabricabprata@gmail.com Exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com

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A Fábrica Braço de Prata recebe propostas de exposições. Os artistas deverão enviar previamente um projecto e um portefólio em formato digital ou em papel. Após a análise das propostas, será agendada uma reunião. Para qualquer assunto relativo a exposições na Fábrica Braço de Prata: exposicoes.bracodeprata@gmail.com

O conteúdo da informação deste press-release é da responsabilidade dos vários autores. Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com

Exposições Janeiro 2010  

Apresentação das exposições de Artes Visuais da Fábrica Braço de Prata em Janeiro 2010