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Artes Visuais | Novembro 2010

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA / Novembro 2010 Artes Visuais

Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


Artes Visuais | Novembro 2010

Novembro 2010 Artes Visuais Exposições Residência epipiderme encontros à volta da performance Pequenas Oficinas

Workshop

Espaços do Desenho Drawing Spaces Artista Residente A Fábrica Braço de Prata recebe propostas de exposições. Os artistas deverão enviar previamente um projecto e um portefólio em formato digital ou em papel. Após a análise das propostas, será agendada uma reunião.

Para qualquer assunto relativo a exposições na Fábrica Braço de Prata: exposicoes.bracodeprata@gmail.com Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


Exposições | Novembro 2010

Inauguração 04/11 - 19H30 Exposição 04/11 - 28/11/10

Artur Madeira

Paisagens “Rurbanas” - Desenho

M arco Fidalgo “S C ”-T J“PoanaR Hamrol ”- T inais

ontrários

aisagens

écnica mista

eminiscentes

écnica mista

“Não fiques assim tão longe II Acto” Os Suspeitos

Colectivo - Fotografia

Exposição 04/11 - 12/12/10

Continuam Stéphane Rouault “Je te vois, rose...” Site-Specific Paula Prates Intervenção pictórica - Site-Specific Aureliano de Aguiar Escultura Street Art Colectivo: Skran, Ayer, Hesp, Frame01, Erom, Keims Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


Exposições | Novembro 2010

Artur Madeira

Paisagens “Rurbanas” - Desenho A exposição consta de um conjunto de desenhos que pretende retratar uma determinada atmosfera existente em Lisboa, em que se misturam, na paisagem de fácies urbano, expectável na cidade, desconcertantes traços profundamente rurais. Há algo de profundamente rural que paira na cidade. Às vezes muito escondido pela degradação e o abandono. Mas muitas casas que poderiam existir algures no campo, sedes de uma qualquer propriedade agrícola, conservam uma aura e uma personalidade, que nos atraem. Bairros possuem hortas, que ocuparam a várzea. São informais, orgânicas, mas têm um mapa organizado por quem as cultiva, resultado de acordos feitos ao longo dos anos, décadas, em que se regateou espaço para cultivar a couve portuguesa, as favas, as alfaces… Os “bidons”, que deixaram de ser de chapa e passaram a ser de plástico, mantêm o colorido, marcando a paisagem e denunciando a “divisão da propriedade”. São os reservatórios de água de cada courela. As casas antigas soçobram ao lado das avenidas, de esguelha, por vezes à sombra de depósitos de contentores com 4 ou 5 andares, que ali aterraram. Freguesias citadinas desvendam estes segredos, sendo que os “graffiti” percorrem paisagens sobrantes, marcando-as e trazendo para o presente fantasmas dos tempos rurais. Estas casas, estes edifícios, estes muros antigos bradam por nova vida e foi isso que motivou esta exposição e a necessidade de partilhar estas imagens a preto e branco de paisagens antigas, com todos aqueles que certamente todos os dias passam por elas e que geralmente nelas não reparam. Lisboa, 26 de Outubro de 2010 8 Desenhos a grafite com as dimensões 50x65cm Artur José Canal Madeira, nascido em 20/06/1964 no concelho de Faro, desde sempre se interessou pelas coisas dos riscos, formouse em arquitectura paisagista, profissão que exerce há 23 anos. Nos intervalos tem-se dedicado ao estudo do desenho, frequentou o curso de desenho da Sociedade Nacional de Belas Artes e realizou em 2003 uma exposição na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro.

madeira.artur@gmail.com Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


Exposições | Novembro 2010

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Exposições | Novembro 2010

Marco Fidalgo “Sinais Contrários” - Desenho

Terra, paisagem, território, mapa, percurso, quotidiano – derivas que me conduzem num desenho. Daqui surgem imagens que induzem por si só, à representação de um dado processo. Tendem inevitavelmente para a experimentação, através de linhas e formas provenientes de um universo pessoal interpretativo, envolvendo quase sempre um carácter de sobreposição ou formulando sistemas de deriva e acentuação que tendem para a transgressão representacional. As ideias, representações prévias, que sendo subordinadas á prática do desenho, invocam através de um carácter manipulador da acção, um comportamento restaurado enraizado na norma; no comum - no quotidiano. Por vezes, é como que criado um paralelismo, uma segunda camada significante que se instalará permanentemente no discurso vasto da invocação. As imagens da exposição «Sinais Contrários» são como as mais puras manifestações que sempre transbordam da suposta realidade. Derivam do quotidiano mais comum, envolto na espuma fina e claustrofóbica onde nos indicam estar(!), para um outro lugar - o da metáfora, aqui materializado pelo desenho. Trata-se de um processo que se estabelece sempre em trânsito, e a sua visibilidade surge na passagem estreita que se dá entre a desmontagem de significantes. É aqui que o desenho tomará posse do signo, escavando-o no seu carácter mais funcional, e apoderando-se da sua carga denotativa mais pura. É esta relação de pura exploração que possibilita a transferência do poder intrínseco do signo para uma outra imagem, que, subtilmente transformada é depois embebida de novas e múltiplas conotações, podendo afirmar-se como alegoria da contradição. Marco Fidalgo Marco Fidalgo nasceu na cidade de Setúbal a 26 Junho 1976. Em 1997 finaliza um Bacharelato em design de Comunicação, desenvolvendo como criativo, e a partir desta data, trabalho profissional em diversos ateliers da área espalhados pelo país. A partir de 2000 até à actualidade, desenvolve trabalho gráfico em atelier formado por si, em simultâneo com o aprofundar de conhecimentos no campo das Artes Plásticas. Em 2008 finaliza a Licenciatura em Artes Plásticas - Escultura, coincidindo com a frequência no primeiro ano do mestrado em Teoria e Práticas do Desenho da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Expõe activamente o seu trabalho desde 2001, na forma individual e colectiva. 1997 Bacharelato em Design Comunicação, Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Portalegre; 2008 Licenciatura em Artes Plásticas - Escultura Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Exposições: 2001 Colectiva; curso pintura da Cooperativa Árvore (Casa da Cultura de Arganil; Quinta das Enfias, Braga; Cooperativa Árvore) 2002 Colectiva de Artes Plásticas, Prémio Henrique Silva. 2005 Individual Desenho, Espaço Oficinal Rua Bonfim 255, Porto. 2006 Colectiva Alunos da Tecnologia Desenho, Faculdade Belas Artes Porto; Colectiva Escultura, “Entre”, CACE Cultural do Porto; Colectiva, “More or less”, Museu da Ciência e da Indústria, Porto; Colectiva, Espaço de Intervenção Cultural Maus Hábitos, Porto; Colectiva Jovens Escultores 2006, Centro de Arte de Matosinhos - Museu da Quinta de Santiago, Matosinhos. 2007 Colectiva Projecto “Part-Time I”, Galeria JUP, Rua Miguel Bombarda, Porto; Colectiva Projecto “Part-Time II”, Paços Manuel, Rua de Paços Manuel, Porto; I.M.A.N. ,Festival de Arte e Multimedia, Projecto Condomínio Fechado, Casa das Artes, Famalicão; Colectiva, Projecto Condomínio Fechado, Galeria Serv’Artes, Porto; Colectiva Escultura, Espaço Oficinal Rua Bonfim 255, Porto; Colectiva, Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira. 2008 Individual, Forum Municipal da Cidade da Maia; Individual, Galeria Parábola; Colectiva Desenho, «Desenho: igual e de outra maneira», Centro de Arte, S.João da Madeira. 2009 Colectiva Desenho, «Espaços / Corpo», Projecto Drawing Spaces – Work in Progress – Fábrica do Braço de Prata, Lisboa; Colectiva Desenho, «O Desenho em Reserva», Reitoria da Universidade do Porto – Porto. 2010 Residência Artística, Projecto “AMO-TE», Oficinas do Convento – Montemor-o-Novo; Exhibit D, Galeria dos Leões, Porto; 1º Simpósio de Escultura em Gesso Cartonado,Projecto “Nova Casota Portuguesa»; Individual Desenho, «Sinais Contrários», Tabacaria, Galeria de Desenho – Espaço Campanhã, Porto Prémios, Concursos: 1997 1º Prémio Concurso Imagem Gráfica NACEPOR, Instituto de Emprego e Formação Profissional - Portalegre; 2001 3º Prémio 1º Concurso de Arte, Vigararia Episcopal - Vila Real; 2010 Vencedor do Concurso para Residência Artística na Categoria de Poesia Visual; Oficinas do Convento, Montemor-o-Novo

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Exposições | Novembro 2010

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Exposições | Novembro 2010

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Exposições | Novembro 2010 Vem por aqui! – Dizem-me alguns com os olhos doces. (1) A paisagem já não é nossa, está longe de nós, subsiste, isolada de tudo e de todos. Talvez nos estejamos a isolar dela, dos outros e de nós mesmos. Lutamos todos os dias por que nos deixem em paz, que nos deixem estar sós, que escolham por nós! Direita ou, esquerda? Lutamos pelo esquecimento qual cinderelas adormecidas na vida, na sociedade e no mundo. Alheios ao bulício do dia a dia, afastamos os olhos do tempo e trancamos a coragem em casa. Não vá ela causar problemas! Que será feito dos velhos e destemidos descobridores? Que será feito das novas rotas e dos novos mundos? Onde parará hoje, a herança ancestral do “Novo Reino que tanto sublimaram” ? (2) Estamos entregues nas mãos do outro, nas escolhas do outro, assumimos o comodismo em detrimento do exercício consciente do livre arbítrio. Cristalizamos a sensibilidade emocional, na esperança de despistar o sofrimento e a fluidez do tempo e, da vida. Preferimos o jardim secreto, em detrimento da beira-mar, do rebentamento das ondas, enfim, da exaltação da vida. Observamos o chão com olhos de idólatra, com uma nostalgia perene, um sentimento de apoio eterno, isento de culpa ou consciência humana. Captamos a consistência da matéria, sabendo que enquanto idólatras, nunca herdaremos o verdadeiro Reino dos Céus. Poderíamos estar a falar de política... mas não, estamos a falar de nós. De quem somos, de como somos, aliás, do Homem em que nos tornamos. Não somos partidários, não deixamos que decidam por nós! Somos revolucionários, somos diferentes, somos únicos, originais, clandestinos... caminhamos hirtos e orgulhosos, ...somos tudo aquilo que os outros nos deixam ser, tudo aquilo que não reconhecem que somos, mas que nos torna tão profundamente iguais. Marco Fidalgo desafia-nos com uma realidade que se revela dual. Num tom que deambula entre o sarcasmo e a consciência dura da realidade social em que vivemos, explora novas possibilidades de construção de significantes que resistam à convencionalidade dos seus possíveis significados. Questiona toda uma sociedade baseada em ícones, poder capital e máscaras carnavalescas, através do recurso a uma linguagem metafórica de grande acutilância intelectual e emocional. Enfrenta-nos com uma realidade desfocada algures entre a politica e o social, entre o partido e a arte, entre a esquerda e a direita, entre o obrigatório ou, o necessário. Desdramatiza a realidade, descodificando-a com base na sua própria vivência do dia a dia e numa inquestionável joie de vivre. 29 de Junho de 2010 - Fernando Almeida (1) Cântico Negro, José Régio (2) Lusíadas, Luís de Camões

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Exposições | Novembro 2010

Joana Hamrol

“Paisagens Reminiscentes” - Ilustração e Desenho O Mar é avistado, respiramos a sua aura. Há uma extracção, um prolongamento proveniente de um projecto que fora realizado anteriormente no âmbito da Ilustração. Ao ter dado este Projecto(1) como terminado, algumas reminiscências perduraram – são memórias de memórias de representações à beira-mar, são paisagens marítimas em continuidade. Nesta apresentação predomina uma ambiência paisagística que passa tanto pelo abstraccionismo, como pelo figurativo e naturalismo. Elas tentam tranquilizar o espectador num ou em vários momentos, momentos estes que se transformam, desaparecem e/ou constroem passagens para a ilustração seguinte. É um projecto em constante modificação e evolução, as paisagens transformam-se e imaginam-se; todas elas nascem dum círculo criativo em que a memória, cada vez mais, se deturpa e se afasta da ideia original de uma paisagem marítima convencional. (1) A Desintegração Humana Sobre uma Memória à Beira-Mar, realizado entre 2008 e 2009.

Joana Hamrol. Reside em Lisboa. Concluiu em 2008 a Licenciatura de Artes-Plásticas - Pintura, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Frequentou os cursos livres de História da Ilustração e Animação Digital, ambos pertencentes ao CIEM, da F.B.A.U.L. Participou no projecto de pintura colectiva de um painel memorial às vítimas da PIDE, Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória. Os trabalhos que desenvolve passam, essencialmente, pelo retrato e pela pintura inseridos numa vertente hiper-realista/realista/figurativa, a óleo e/ou acrílico. No Desenho os projectos assumem um valor mais ilustrativo na medida em que existe uma união do figurativo visual com o abstraccionismo. Exposições Colectivas: 2009 - Espaços/Matéria, integrada no projecto Work in Progress, Espaços do Desenho, Fábrica Braço de Prata; - Menção Honrosa no XXII Salão de Primavera, Prémio Rainha Isabel de Bragança, Casino Estoril; - Finalistaspintura 2007’08, Exposição dos Finalistas de Pintura, Galeria do Palácio das Galveias, Lisboa; - 15ª Exposição Internacional de Artes-Plásticas de Vendas Novas, Vendas Novas; 2010 - Exposição Internacional de Arte Contemporânea (Exposición Internacional de Arte Contemporâneo), Vive-Arte, Galería de Arte Sala-Taller María Nieves Martín, Villafranca de Los Barros (Extremadura – Espanha). Foi seleccionada com uma das suas obras para o Salão Europeu de Jovens Criadores 2009/2011 – JCE Biennal - Jeune Creation Europenne, Biennale of Contemporary Art, inaugurada em Montrouge, França; - XXIII Salão de Outono, Prémio Rainha Isabel de Bragança, Galeria do Casino Estoril. Exposição BOOMSHIRT, Estoril FashionArt Festival, Lisboa.

landless_jh@hotmail.com Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


Exposições | Novembro 2010

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Exposições | Nov/Dez 2010

“Não

fiques assim tão longe

- II Acto”

Os Suspeitos Colectivo - Fotografia (4 de Novembro a 12 de Dezembro)

Uma fábrica de armamento, desactivada desde a década de 90, converte-se numa fábrica de cultura e, arriscamos, num local único que congrega a experimentação, a partilha e o sonho de realização artística. Na continuação do projecto que tem vindo a ser desenvolvido e que agora conhece o seu II Acto, os suspeitos, trabalharam fotograficamente e em exclusivo neste espaço multifacetado, ensaiando diferentes olhares e apresentando propostas criativas tão diversificadas como a sensibilidade particular dos seus autores. A descoberta deste lugar singular é o desafio proposto para que, partilhando uma intimidade, não fiquemos assim tão longe da Fábrica Braço de Prata.

Os suspeitos são: Gualter Franco, Helena Castro Esteves, Hugo Rodrigues Cunha, Isaac Pereira, João Gaspar, João Miguel Baptista, Maria Lopes, Rui Velindro e Vera Bello.

apoios

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Exposições | Nov/Dez 2010

Gualter Franco Há cerca de dois anos, ando a desenvolver um projecto em torno do conceito “estranho”. Uso a auto-representação para criar séries e variações do tema. Esta série especial teve como cenário de fundo uma parede do Braço de Prata. Gualter Franco é professor de Matemática e Ciências da Natureza. Concluiu este ano, o curso de Fotografia Aplicada a Projectos do Ar.Co e publicou, em 2008, o seu primeiro livro de poesia, Ninguém Pelas Ondas do Mar Entrando. Colabora com a Extreme Minds (www.ext-minds. com/index.php), que aposta em novos talentos. Em ambos, mostra algum do seu trabalho nas áreas da Literatura e da Fotografia.

“Os Suspeitos”

gualterfranco@gmail.com

www.gualterfranco.com

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Exposições | Nov/Dez 2010

Hugo Rodrigues Cunha Escala Intervir no local usando o que está e lembrando o que foi e o que é. A pólvora esgotou-se com o tempo. No seu lugar vão aparecendo muitas coisas. Metade de um dos muitos edifícios transforma-se numa outra Fábrica. Do todo ficou 1/300. Hugo Rodrigues Cunha nasceu em Lisboa em 1974. É Professor e Fotógrafo. Licenciado em Ensino da Física e de Química, estudou fotografia no Ar.Co e no Atelier de Lisboa. É membro do colectivo Le Journal de la Maison (LJM). Foi seleccionado para leitura crítica de portfólios nos Emergentes09’ (Encontros da Imagem - Braga) e para a Bienal de Arte Jovens VaLoures 2009. Expôs individualmente em Alenquer e em diversas lojas FNAC e juntamente com Cláudia Cardoso na Livraria Fonte de Letras em Montemor-o-Novo. Participou ainda nas exposições do colectivo LJM na Livraria Trama (Lisboa) e no Pavilhão 28 do Hospital Júlio de Matos. Em 2008 ganhou o Prémio “Novos Talentos FNAC- Fotografia” com o trabalho Um Ponto Exacto para Ver.

“Os Suspeitos”

hugorodriguescunha@gmail.com

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Exposições | Nov/Dez 2010

Isaac Pereira Regresso Tu e eu. Um corpo, uma máscara. Um regresso é sempre uma eterna partida. Um destino, uma canseira, depois de já ter dito Não. Regressar: tornar possível o que se afasta. Fugir às garras do outro, libertar-se do olhar do outro, partindo de si. 1966. Qualificações: Desformatado. Viandante. Observador ocioso. Curador das próprias feridas.

“Os Suspeitos”

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Exposições | Nov/Dez 2010

João Gaspar Rote Fabrik No silêncio da noite, um assassino ataca. Secretamente entre olhadelas furtivas e um cigarro, o criminoso antecipa o momento da estocada. A incauta vítima cai ao chão com uma pancada surda. O corpo é arrastado escada acima para o segundo piso. A arma é descartada, as impressões digitais apagadas... ...o seu rasto fica guardado à sombra da Suspeita... Amadora, Portugal, 1984. Ar.co-Centro de Arte & Comunicação Visual, frequenta o curso de fotografia desde 2007. Realizou um estágio curricular no jornal Público.

“Os Suspeitos”

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Exposições | Nov/Dez 2010

João Miguel Baptista Comecei por ser um estranho. Um visitante. Uma expectativa. Pacientemente cheguei onde queria. Senti o que este lugar representava para mim. Hoje posso dizer: eu também pertenço aqui. João Miguel Baptista (Lisboa, 1966), licenciou-se em Sociologia na Universidade da Beira-Interior. Durante 15 anos trabalhou em projectos de formação e internacionalização dirigidos aos PALOP na Associação Industrial Portuguesa e posteriormente no portal internet desta instituição. Em 2007 altera a sua vida profissional, efectua diversas experimentações – cursos de empreendedorismo no GANEC, escrita criativa na Companhia do Eu, realização de rádio na Universidade Autónoma de Lisboa e inicia fotografia no Ar.co, onde concluiu o FAP - Fotografia Aplicada e Projectos. Em 2010 como complemento à formação já adquirida efectuou o curso – Construção de um Livro de Fotografia no Atelier de Lisboa, do qual resultou o livro “my frontiers” que será editado em 2010.

“Os Suspeitos”

www.joaomiguelbaptista.com

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Exposições | Nov/Dez 2010

Rui Velindro Spatia Percorre a Fábrica Braço de Prata, observa o sítio, imagina como era e como é. Pensa no que vês; olha como os artistas de agora complementaram os mestres de antigamente. Vê as imperfeições, o antigo debaixo do que foi pintado de novo, procura a história do edifício através do teu olhar e confronta-a com o presente. Junta os dois espaços temporais usando a tua imaginação. Procura...procura...procura: o estético, o perfeito ou o imperfeito, um sentido, o abstracto... Respira o espaço observa a passagem do tempo. Assim, vês o que vejo. Rui Velindro, Coimbra 1981. Assimilou a magia da fotografia analógica a partir dos 14 anos, desde ai frequentou vários cursos e workshops. Concluiu recentemente o seu percurso como aprendiz no Ar.Co. Ao longo dos anos tem participado em diversas exposições. Actualmente vive da fotografia.

“Os Suspeitos”

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velindro@gmail.com

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Exposições | Nov/Dez 2010

Helena Castro Esteves / Maria Lopes / Vera Bello

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Exposições | Nov/Dez 2010

Helena Castro Esteves / Maria Lopes / Vera Bello Uma casa, um baú de momentos que já existiram, que alguém viveu e que desapareceram. Uma casa que como todas as outras conta muitas histórias. A que vos vamos contar é aquela onde habitam personagens que até agora só viviam no imaginário de cada uma. Essas personagens têm cor, forma e mais forte do que tudo isso que é visível, têm um mundo que lhes pertence, mundo que em cada passo se revela. Revela-se no seu confronto fisico em cada sala, na subida de um escadaria, na pausa feita em espaço aberto, longe ou perto, mas sempre atravessadas pela ligação da emoção que deixam escapar. O que querem elas dizer? O que são. E como são? Estando. É nesse fazer que sempre precede o Ser, que as vamos encontrar deambulando de olhos abertos ou fechados, sisudas ou atentas em caminho aberto pela Casa.

Helena Castro Esteves Helena Castro Esteves nasceu em Lisboa e desde cedo mostrou interesse e curiosidade pela fotografia. Após uma instrução mais convencional, iniciou a sua formação como fotógrafa no Ar.Co no ano de 2007, onde actualmente frequenta o Curso Avançado de Fotografia. O seu percurso tem-se pautado por trabalhos que retratam os seus interesses, nomeadamente, as pessoas nos mais diferenciados contextos. Assim, tem eternizado momentos como as relações em família, as relações de amizade, as relações consigo própria (auto-retrato/representação).

helena_lk@hotmail.com

Maria Lopes Maria Lopes nasceu em Luanda (Angola) em 1976. Em 1981 muda-se para Portugal com a família indo viver para Malta, aldeia que pertence ao concelho de Vila do Conde. No entanto, é no Porto que frequenta o liceu, estabelecendo com a cidade uma forte relação de proximidade. Entre 1995-2000 realiza o curso de Arquitectura Paisagista na Universidade de Évora, tendo frequentado o programa Erasmus em 2000 na Universidade de Wageningen (Holanda). Em 2000 muda-se para Lisboa, onde vive e exerce a profissão como paisagista. Em 2007 inicia os seus estudos de Fotografia no Ar.Co-Centro de Arte e Comunicação, onde actualmente frequenta o Curso Avançado de Fotografia.

smlxlxxl@gmail.com

Vera Bello Vera Bello nasceu a 28 de Junho de 1983 em Lisboa. Sempre aí residiu onde intercalou com outras cidades, quer em meses de Verão, quer na altura do ano de festas e feriados. Gostou em especial da Alemanha. Provém de uma Família de origem do Norte e Ribatejo. É a quarta mais nova de cinco irmãos, de Pai e Mãe igual. É licenciada em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa e o tem o curso de fotografia do Ar.Co. Encontra-se a frequentar o Kmaster da Kameraphoto. Interessa-se por Filosofia, Fotografia, Música e Dança. E crianças. Estuda e trabalha em Lisboa. Quer sair de Portugal e depois voltar.

vera_bello@hotmail.com

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Exposições | Nov/Dez 2010

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Performance Art | Novembro 2010

epipiderme encontros à volta da performance

12

Programa 17 de Novembro 2010 (21H30) 3 Performances e 1 Vídeo performance A performance parece propor a participação como valor fulcral, tanto na construção da acção, pedindo uma experiência real ao performer que se afasta da representação do teatro convencional, assim como no apelo a um esforço de atenção e interactividade com o espectador, que pode não ser um sujeito passivo. A performance neste sentido poderá proporcionar também simultaneidade, já que acontece uma espécie de nivelamento entre a vivência proposta pelo artista e a vivência do espectador. Estas questões da participação e da simultaneidade parecem, como problema, desembocar naquilo a que o Filósofo José Gil trata como inscrição, quando fala de Portugal como o país da não-inscrição: “Nisso, como em tantos outros aspectos, o Portugal de hoje prolonga o antigo regime. A não-inscrição não data de agora, é um velho hábito que vem sobretudo da recusa imposta ao indivíduo de se inscrever. Porque inscrever implica acção, afirmação, decisão com os quais o indivíduo conquista autonomia e sentido para a sua existência.”, citando a partir do livro: Portugal, Hoje. O medo de existir. A performance parece concentrar-se neste esforço de, em tempo real, produzir um acto capaz de ultrapassar essa espécie de prisão, da repetição do quotidiano, no seu entramado de ligações e necessidades; provocando um rasgo existencial que produza algo mais real e entendível que uma imagem estereotipada e já apreendida do mundo; procura-se na voz e no modo de ver especial de um outro que se dá a conhecer, uma forma de conhecimento. Espera-se com este espaço que este outro se revele e o seu respirar produza uma reacção epidérmica. Programação e Produção Nuno Oliveira, Fabrice Ziegler, Margarida Chambel e Carlos Farinha Informações: Rua da Palma 219, 5º ESQ 1100-391 Lisboa Portugal epipiderme@gmail.com Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


Performance Art | Novembro 2010

Roxana Popelka (Madrid)

apoios & Parcerias

Lugar de encontro, a Fábrica Braço de Prata dá a possibilidade de dar visibilidade à prática da performance e à sua fruição por parte de um público variado. Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Apoio à deslocação dos artistas:

Apoio especial:

Apoio de outros festivais:

Cedência de espaço / Apoio técnico:

Apoio à divulgação:

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Site-specific | Novembro 2010

Stéphane Rouault “Je te vois, rose...” Site-Specific

“Je te vois, rose, livre entrebâillé, qui contient tant de pages de bonheur détaillé qu’on ne lira jamais. Livre-mage, qui s’ouvre au vent et qui peut être lu les yeux fermés ..., dont les papillons sortent confus d’avoir eu les mêmes idées. Rainer Maria Rilke INTENÇÃO No seio da Fábrica Braço de Prata, o espaço Rilke é um espaço sem função particular aparente. Faz a ligação entre um vestíbulo e um corredor. É um espaço quase quadrado, duma altura de 5 metros e iluminado por uma grande janela. O objectivo da intervenção é trabalhar a luz natural de maneira a obter um espaço gradualmente colorido em cor-de-rosa a medida que o olhar sobe. MATERIAL O material utilizado é o Post-it, quadrado de papel colorido, símbolo do nosso tempo. Colável, descolável, novamente colável, descartável. Objecto familiar e utilitário, o Post-it adquire, quando virgem de qualquer inscrição, combinado com outros e afixado duravelmente na parede – ou seja desviado da sua função original – uma nova dimensão em termos de perenidade e sensações.Torna-se uma fonte de luz.Tal como um vitral, por exemplo. PROJECTO A intervenção consiste em decorar de Post-its as paredes do espaço Rilke, começando a uma altura de 2 metros e indo até o tecto. Post-its dispostos num conjunto de filas de diversas larguras seguindo a progressão duma sequência de Fibonacci* (1 – 1 – 2 – 3 – 5 – 8 – 13) de maneira a originar uma progressão do olhar para o alto. A intervenção consiste também em decorar de Post-its os vidros da janela que ilumina este espaço. O visitante ficará assim imerso num espaço colorido propício à pura sensação visual, à contemplação e à reflexão. *A sequência de Fibonacci é ligada ao número de ouro, símbolo de harmonia. FICHA TÉCNICA: 105 pacotes de Post-its cor-de-rosa Cola de papel de parede 1 andaime 1 mês de afixação (Setembro de 2010)

srouault@yahoo.com

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Site-specific | Novembro 2010

Paula Prates Intervenção pictórica

O espectador assiste a uma sorte de deriva, tudo isto porque não existe um centro na obra; todos os ângulos e direcções são válidos à hora de assaltar a exegese dos trabalhos de Paula Prates. Estes contradizem o dirigido, dificultam a visão fácil e multiplicam as possibilidades do que, em princípio, nos resultaria familiar. A peça apresentada, seguramente objecto, seguramente desenho, compõem-se por uma estrutura modular de madeira que suporta a intervenção pictórica. Esta inicia-se como uma pintura/desenho em grande escala que termina para deixar a própria estrutura visível, deixando a sua função de mero suporte e passando a adquirir presença na obra. Para além disso, começa a “espalhar-se” pela sala, como que de uma contaminação se tratasse. É um exemplo de expansão em direcção ao escultórico e arquitectónico, ultrapassando a sua inevitável bidimensionalidade. Assim, a pintura, o desenho, ou como o queiramos definir, torna-se espaço físico. “Porque hoje não é necessário expressar-se no quadro e penso inevitavelmente em Rosalind Krauss quando afirma que à medida que a fronteira entre o de dentro (a pintura) e o de fora (a moldura) começa a se apagar e romper, cabe a possibilidade de perceber até que ponto a “pintura como unidade” é uma categoria artificial, construída sobre a base do desejo, muito semelhante à “edição original”. Neste terreno indefinido e submetidos a esse grau de imprecisão, movemo-nos ao enfrentarmos propostas como a de Paula Prates, dessas que tratam de construir um novo olhar com o apoio da especulação espacial.” Paula Prates

PAULA PRATES (Almada, 1975). Vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa em 2000 e tirou o Mestrado em Artes Plásticas pela Central Saint Martins, College of Art and Design de Londres em 2003. Actualmente é representada em Lisboa pela Galeria Sopro. Expõe regularmente desde os finais dos anos 90. As suas exposições individuais foram, em 2006, “Good Time”, sala Zoom, na Galeria Carlos Carvalho, em 2008 “a different view” no Voyeur Project View, sala Peep-Hole e em 2009 “o caos-nuvem” na Galeria Sopro. Participou em diversas exposições colectivas, das quais se destacam “Paula Prates e Marta Ramos” (Galeria Minimal, Porto, 2002), “Touch & Go” (Space 44, Londres, 2003), “E=mc_” (Museu Nacional da Ciência e da Técnica, Coimbra, 2005), “Paisagens e Arquitecturas” (Galeria Sete, Coimbra, 2005), “Private Office” (Espaço Avenida, Lisboa, 2007), “Estruturas 1:1” (Sala do Veado – Museu Nacional de História Natural, Lisboa, 2009), “Drawing by Numbers” (Espaço Avenida 211, Lisboa, 2009),“White Garden” (Pavilhão 28, Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, Lisboa, 2010) e “Sala do Veado - Cabinet d’Amateur – 1990/2010, Lisboa, 2010). Recebeu em 2008 uma Menção Honrosa em Desenho, na 1.ª Bienal Internacional de Artes Plásticas - IX Prémio Vespeira. È também sócia fundadora da recente associação de artistas Base Curva da qual é actualmente Vice-Presidente.

paulaprates@hotmail.com Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


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Exposições | Novembro 2010

Aureliano de Aguiar Escultura

“São trabalhos magníficos que desafiam o futuro, o que só é possível quando a arte carrega uma modernidade que extravasa os limites do instantâneo, da inserção numa corrente ou numa escola, balizadas por linhas de força conjunturais. Parabéns. Acertei na magnitude do teu sorriso. É uma epifania de quem olha para as tuas obras e mastiga um grama de absoluto.” Joaquim Almeida

Aureliano de Aguiar escultor nasce em Lisboa em 1961. Desde sempre revelou forte vocação para expressões artísticas, elegendo a escultura e dedicando-se a esta a tempo inteiro a partir de 1987. Na sua actual residência no centro de Portugal, onde habita desde 1992, escolheu o ferro como forma de declaração preferencial, criando um estilo que o identifica imediatamente sem nenhuma gota de dúvida. Tem obra pública com impacto nacional em sítios como Guimarães, Odemira, Vila Nova de Milfontes, Almodôvar, Lousã e Águeda. Realizou inumeráveis exposições colectivas e individuais em vários países. O seu cérebro inspira-se no ar que respira, na água que bebe, no fogo que lhe aquece e na terra que lhe acolhe. Os seus pensamentos passam por estados sólidos, gasosos, liquidos e desconhecidos. Ganhou, pelo segundo ano consecutivo, o Prémio Utopia de Arte Fantástica de Portugal. As suas obras têm o poder universal duma linguagem artística que conduz ao conhecimento, a novas formas de comunicar com o mundo e a novas formas de existência. Usando e reusando na criação das suas esculturas literalmente toneladas de peças metálicas cuidadosamente escolhidas e coleccionadas ao longo de muito tempo no país inteiro, reciclando matéria-prima bem como ideias, conceitos, formas e símbolos dos tais poderes establecidos - tornando um melhor mundo num desenlace esperado absolutamente inevitável. ArtSpaceHotel, Kai Vieweg: kaivieweg@artspacehotel.com

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Exposições | Novembro 2010

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Exposições | Novembro 2010

Street Art Seis artistas vão ocupar espaços exteriores da Fábrica Braço de Prata e criar um cenário próprio . Somos um grupo de street artist´s oriundos de Almada. A nossa ideia é transmitir o valor da individualidade, original, valorizar o ser enquanto único. Ir contra a mecanização do ser humano, contra a repetição. O graffiti assenta nisso mesmo, é sempre um trabalho feito único, original, individual. Dia 2 de Setembro será um prólogo do que será feito em Janeiro de 2011 na FBP. Mostrando o graffiti na sua vertente mais pura com pintura de murais, dando a conhecer um pouco do trabalho dos artistas presentes na exposição. Os Artistas:

Skran Ayer Hesp Frame01 Erom keims

Skran - http://skran.carbonmade.com/ Ayer - http://www.facebook.com/reqs.php#!/photo.php?pid=77915&id=100000976574301 Hesp - http://www.facebook.com/album.php?aid=-3&id=1582210962#!/photo.php?pid=30372324&id=1582210962 Frame01 - http://www.facebook.com/photos.php?&id=748230873&s=24&hash=59a94de7090d2f5ac3ce1e3b52f79aed#!/photo.php?pid=1043295&id=748230873 Erom - http://www.facebook.com/reqs.php#!/photo.php?pid=243173&id=100000232274498 keims - http://www.facebook.com/profile.php?id=100000232274498#!/photo.php?pid=31137566&id=1307120577 Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal Info exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com | 938 424 409


Exposições | Novembro 2010

Skran

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Pequenas Oficinas | Novembro 2010

Pequenas Oficinas Oficinas de Artes da Fábrica Braço de Prata

Isabel Sousa Carvalho Ceramista

www.ocolardeperolas.blogspot.com

Isabel Orfão Vitrofusão

http://vidroseceramica.blogspot.com

Sexta-Feiras e Sábados das 20h00 às 02h00.

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Pequenas Oficinas | Novembro 2010

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Workshop | Novembro 2010

Workshop

Oficinas de Artes na Fábrica Braço de Prata

David Meehan

77 de Novembro de 15h00 – 18h30 (Sábado) ‘Desenhar Cara á Cara’ Workshop Desenhar Caras com Música Tempo: 60 minutos - 150 minutos Objectivo: Desenhar, desenhar, desenhar! Para dar aos participantes a oportunidade de confiança para desenhar, independentemente da sua capacidade e formação. O único requisito fundamental é o entusiasmo. Os actividades são mais simples e barato quanto possível, tornando-a acessível ao maior número possível.

Equipamentos: Fotos: fotos das caras mais variedade posivel de idades / raças diferentes / pin-ups / ‘pessoa na rua’, etc. Participantes mudar mais posivel as fotos (Por exemplo, depois de desenhar um bebê negro podiam escolher uma dama branca de 90 anso etc) Quando posivel as participantes trazem 1 ou 2 fotos de casa para usam no workshop. Papel:Variados como pos. -, fotocópia A4 e ‘papel’ bom, também envelopes velhos, etc, Lápis: Grafite, carvão, lápis de cor, senti dicas, etc etc

Desenhos Objectivo: caras de 1 minuto, rápido mas reconhecível. Após essa atividade eu ter uma conversa sobre o que chama o profissional / para se divertir etc 2 Pernas para Ar:As participantes desenhar Á partir dos fotos virado pernas para ar Objetivo: Isso é uma boa maneira de melhorar o conhecimento de proporção mas também é bem é uma boa diversão! 3 Não consigo tirar meus olhos de Ti! Os participantes escolhem um par, e cada par esta apaixonado um de outro.As participantes olhar directamente para a sua par, e enquanto desenho não pode olhar para a papel ( só quando tirar á lápis de papel pode olha ao papel) Sugestão musical: «amor» de Cotton Club / Flower Duet. Objectivo: Este é um bom exercício para fazer o que encoraja a olhar para a pessoa / objecto quanto o papel. (Muitas Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Workshop | Novembro 2010 vezes olhamos demais para o papel, em vez de modelo / objecto 4 Desenhar ao ritmo: Com a rápida forte participantes música rítmica desenhar linhas rápido curto alguns sons fortes tambores. Objectivo: Sentir e transmitir a energia de 1 (esperemos positiva!) 5 Rabisco e ondas longe: Semelhante ao da actividade anterior, mas agora desenho dos fluxos e roda a música Objectivo: Sentir e transmitir a energia também contraste 2 / compare música calma, com uma música rítmica forte 6 Ficando mais Quente: Os participantes têm de manter seus lápis no papel. A música começa lenta, mas gradualmente fica mais rápido. Objectivo: Sentir e transmitir a energia também contraste 3 / compare música calma, com uma música rítmica forte Após essa actividade, se houver tempo e interesse participantes olhar para uma variedade de desenhos de rostos (tão variados quanto pos. Partir do «grandes artistas» para crianças, adultos ‘sem talento óbvio’ desenho grande, alguém com problemas mentais etc)) e Discussão sobre quais seriam escolher e por quê. Além disso, se os participantes têm alguma idéia de qual a música que o artista poderia ter estado a ouvir enquanto desenha. ... Mas preste atenção se ele vai dar uma pausa bem merecida ou se houver o perigo de que vai quebrar o ritmo de actividade! 7 Auto-retrato: Feche os olhos e sentir a sua própria cara – as suas olhos, ouvidos, boca, nariz, cabelos, etc Objectivo: assim como a vista, se você sente o objecto que estar desenhar pode realmente ajudar 8 Finale: Mural: Um gigante papel de parede. O tema: Caras. Objectivo:Trabalho em conjunto.

Inscrição:

meehan99@gmail.com TM: 96 527 75 10 www.meehan.no.sapo.pt

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Workshop | Novembro 2010

Workshop

Oficinas de Artes na Fábrica Braço de Prata

Vanda Sousa

23 de Outubro de 14h30 – 18h30 (Sábado) NÍVEL 2 WORKSHOP DE FELTRAGEM COM ÁGUA E SABÃO CRIAR OBJECTO COM MOLDE (OCO E SEM COSTURAS) Vamos descobrir como, a partir do mesmo molde, podemos criar peças aparentemente tão diferentes como um chapéu, uma mala ou uma almofada. O desafio será conseguir peças originais e únicas, partindo dos mesmos conceitos de base e explorando as mais diversas técnicas de modelagem e decoração do feltro.

Local Fábrica de Braço de Prata Preço 45€ + material N.º máximo de participantes 8

Os participantes podem optar por trazer a sua própria lá, cardada ou penteada, ou adquirir o material fornecido pela orientadora do curso. Para obter informações mais detalhadas sobre o material (quantidades necessárias, preços, ...), é favor enviar um email para vanda.f.sousa@sapo.pt. Todos os outros materiais e utensílios necessários para o workshop são fornecidos pela orientadora. Requisitos: Objectivos:

Dominar as técnicas de base de feltragem com água e sabão. Aprender a criar um molde, tendo em conta a forma e as dimensões finais que se pretendem. Aprender a modelar uma peça em feltro a 3 dimensões e oca. Conhecer várias modos de decorar as superfícies de feltro.dos pela orientadora.

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Workshop | Novembro 2010

Nota: descontos de 20% para os colaboradores da Fábrica do Braço de Prata.

Inscrição:

vanda.f.sousa@sapo.pt TM: 96 999 30 44 http://vandasousa.wordpress.com

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Drawing Spaces | Novembro 2010

Espaços do Desenho Drawing Spaces A Associação Espaços do Desenho é uma associação sem fins lucrativos com sede na sala do Espaços do Desenho (rés do chão) na Fábrica Braço de Prata. Esta associação tem como objectivo promover actividades culturais, em particular, práticas investigativas em torno do desenho. A sua programação para o ano de 2009-2010 contempla colaborações entre artistas e investigadores Portugueses e Internacionais; um ciclo de 12 residências artísticas e exposições; um conjunto de tertúlias, conferências e debates; e diversas actividades relacionadas com o tema do desenho.

Morada Direcção

Fábrica Braço de Prata Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1 1950-128 Lisboa Teresa Carneiro

Horário

Quarta a Sábado: 19 - 23 h.

http://drawingspacespt.weebly.com drawingspaces@googlemail.com

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Drawing Spaces | Novembro 2010

“...o desenho ganhou pernas e saiu a correr pela rua da mercearia...“ Joa Gridefonte (João Dias) 13 – 23 de Outubro de 2010 PROGRAMA Residência Aberta: 13 a 23 de Outubro, de Quarta-feira a Sábado, das 19h às 23h Inauguração/Apresentação do Projecto: sábado, 23 de Outubro, 21.30h “...o desenho ganhou pernas e saiu a correr pela rua da mercearia...“ Um certo personagem levanta-se de manhã , escova os dentes, toma o pequeno almoço e vai ás compras, apanha o autocarro, vai ao parque encontra os amigos...em todos os espaços as direcções ocupadas pelo seu corpo interagem com os contextos circundantes, espalham-se, aglomeram-se, brincam, criam nichos...movem-se com ele. “Este projecto surge na sequência de uma investigação sobre a materialização do desenho, no que diz respeito ao modo como o desenho se pode tornar palpável, criando novas leituras da realidade. Mais concretamente, procurarei a partir deste trabalho desenvolver características humanas, físicas e psicológicas dentro do desenho, para que este possa integrar a nossa realidade com forma e personalidade própria. Será realizado um casting - “Casting para saber quais as potencialidades de alguém se tornar um bom desenho” – aos residentes da Mansão D. Pedro IV, Marvila (vizinhos da Fábrica Braço Fábrica Braço de Prata | Exposições | Rua da Fábrica do Material de Guerrra, nº1, 1950-128 Lisboa Portugal exposicoes.bracodeprata@gmail.com | www.bracodeprata.com


Drawing Spaces | Novembro 2010 de Prata), através do qual serão seleccionados 3 a 4 participantes com os quais proponho desenvolver, com cada um, uma linguagem de desenho independente. Todas a propostas serão desenvolvidas entre o espaço de residência da Espaços do Desenho na Fábrica Braço de Prata e a Mansão D.Pedro IV incluindo espaços interiores, exteriores e circundantes. O desenho irá definir-se aqui pela estratégia de abordagem às interacções e ideias, podendo reflectir-se sob inúmeras formas e materiais; as diferentes propostas integrarão desenho, fotografia, escultura, instalação, vídeo e performance. Irei ainda utilizar “ferramentas” criadas por mim, como uma máquina fotográfica Polaroid adaptada, uma máquina fotográfica de 35mm adaptada para médio formato e uma camera de filmar que permite desenhar na imagem em tempo real, fazer animação em tempo real e outras experiências...” Joa Gridefonte

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Drawing Spaces | Novembro 2010

João Dias/Joa Gridfonte Nasceu em Portugal 1983. Vive e trabalha entre Lisboa e Berlin deste 2008 Licenciou-se pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em Artes Plásticas- Pintura. Participou em muitas exposições colectivas e realizou exposições individuais, tais como Living Draw Stephanstraße Berlin, Inside Drawing Lagar de Azeite, Oeiras, Espaço Arriscado Centro Cultural Mestre José Rodriges. Esteve representado na Feira de Arte de Lisboa de 2007 a 2009. Recebeu a medalha de Ouro do Prémio Infante D. Henrique. Foi para Berlin explorar um novo corpo trabalho, num novo contexto de estímulos. Prendeu-se com a tensão psicológica do individuo dentro do desenho. Mais especificamente com a instalação de desenho. O seu trabalho inclui a documentação do processo em fotografia, e vídeo, exploração de instalações de desenho com performers, bailarinos e actores. Realizou várias curtas metragens de exploração e interacção, como as obras “Living Draw”, “Living Draw-Daniela Lehmann”, “Inside Drawing” e “There is a Man inside my drawing”. Leccionou duas palestras na Universidade de Belas Artes, para o ultimo ano de desenho, e posteriormente para o mestrado de desenho. Nestes seminários abordou o processo de criação e desenvolvimento do desenho, assim como a sua presença e materialização. Debateu ainda o desenho como linguagem base de desenvolvimento de ideias. Em 2009 recebeu a bolsa do programa Inovart, que lhe permitiu desenvolver o projecto Bridge on a wall e AADK (Aktuelle Architektur der Kultur) em Berlim, ambos com base em plataformas de interacção artística multidisciplinar. Este trabalho foi desenvolvido com especial interesse pela dramaturgia, e a forma de estruturação da performance. Desenvolveu ainda um novo corpo de trabalho em parceria com Abraham Hurtado Drawing/Performance que explora linguagens plásticas entre o desenho e a performance através de uma residência no Centro Parraga (Múrcia). O seu mais recente projecto desenrola-se em torno de uma câmara de filmar construída para a manipulação de características plásticas da imagem. Neste momento está a desenvolver uma longa metragem através deste “objecto”.

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Artista Residente | Novembro 2010

JOANA VILLAVERDE Artista Residente ATELIER JOANA VILLAVERDE Próxima visita do Atelier em Fevereiro de 2011.

Durante o dia, às horas de expediente normais da vida. Quando a Fábrica ainda está fechada, quando ainda não há pessoas. Estou lá eu fechada no meu buraco, no meu local de trabalho. É durante a noite que a fabrica vive. É para viver também a movida da fábrica que abro o meu atelier dois dias por mês durante um bocadinho da noite. Dar um bocadinho do que posso e do que tenho à Fábrica. Joana Villaverde

jvillaverde@mac.com http://www.joanavillaverde.com http://artnews.org/artist.php?i=2337

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Artista Residente | Novembro 2010

Joana Villaverde em residência na LOCATION ONE NYC

29-08-2010 / 31-01-2011

Aqui vou manter a minha relação epistolar com a fabrica, envio cartas, as minhas, as vossas, as que me tenham sido enviadas. e as que me apeteça inventar. cartas.

Apoio à residência da artista:

Aqui vai, isto e o inicio da coisa.Vamos lá ver como acaba. Beijinhos desde o outro lado do oceano...

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Artista Residente | Novembro 2010

MIGUEL FIGUEIREDO Artista Residente «…A escultura de Miguel Figueiredo dá-nos a ver um universo desmembrado.As formas são construídas a partir de procedimentos técnicos diferenciados, delicadamente modeladas no barro com fragmentos e objectos díspares, ora peças de ourivesaria ora desperdícios recuperados, cada peça concentrando em si, sem preconceitos disciplinares, tudo o que se vai descobrindo pelo mundo, sejam matérias ou conceitos, e que o autor intui como necessário para a construção do objecto artístico…» Paulo Henriques

Próxima exposição individual na FBP: Dezembro de 2010.

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Exposições | Novembro 2010

apoios & Parcerias Exposições Fábrica Braço de Prata O Espaço Expositivo da Fábrica Braço de Prata Beneficia do Apoio: Divulgação:

Apoio:

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Exposições | Novembro 2010

A Fábrica Braço de Prata A Fábrica Braço de Prata é um espaço de criação e divulgação cultural. Está instalada no edifício da administração da antiga fábrica de material de guerra, criada em 1908. No início da década de 90, por altura dos grandes projectos em torno da Expo 98, a fábrica foi desactivada. A Livraria Eterno Retorno, em Junho de 2007, no seguimento de um acordo de comodato com a sociedade Obriverca, transforma o antigo edifício num espaço cultural. Em Julho de 2008 a Câmara Municipal de Lisboa reconhece o contributo deste projecto para a cidade. A Fábrica de Braço de Prata acolhe concertos (jazz, música erudita, pop/rock, fado) e exposições de artes plásticas, promove ciclos de conferências, debates, lançamentos de livros, e torna possível nas suas instalações workshops de dança, teatro, artes plásticas, assim como ciclos de cinema, curtas metragens e documentários.

Horário: Terça-feira à Quinta-feira das 18H00 às 02H00 / Sexta-feira e Sábado das 18H00 às 04H00 Domingo das 15H00 às 24H00 Geral: fabricabprata@gmail.com / Exposições: exposicoes.bracodeprata@gmail.com

www.bracodeprata.com

O conteúdo da informação deste press-release é da responsabilidade dos vários autores.

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Exposições Novembro 2010  

Apresentação das exposições de Artes Visuais da Fábrica Braço de Prata em Novembro 2010

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