Page 1

R$ 35,00 0 2 0 0 9> 9 770104 323008

Julho/2009|www.exame.com.br

EXAME MELHORES E MAIORES | Julho/2009

As

maiores empresas do Brasil E mais: As 400 maiores companhias do agronegócio O perfil dos 100 maiores grupos do país Ranking das maiores instituições financeiras


RICARDO CORREA

| SUMÁRIO | SUMÁRIO

54

Fábrica da Termomecânica: a siderúrgica paulista teve a

melhor liquidez geral entre as 500 maiores do país

13 Carta ao Leitor 16 Portal EXAME

Critérios

23 Roteiro 24 Indicadores 30 Desempenho

Análise

38 Balanço das 500 Em 2008, as empresas brasileiras viveram duas fases bem distintas: nove meses de expansão seguidos de três meses de crise

Negócios

54 Destaque do Ano Quem se sobressaiu pela liquidez geral,

pela taxa de crescimento e pela contratação de novos empregados 66 Maiores Grupos Uma radiografia dos 100 maiores grupos do país por vendas 110 Bolsa As empresas com os melhores e piores desempenhos na bolsa de valores em 2008 120 Agronegócio Apesar da queda dos preços no final de 2008, os negócios do campo ainda têm boas perspectivas em 2009 134 Exportação Pesquisa exclusiva aponta quais são os mercados mais

promissores para o agronegócio brasileiro nos próximos anos

145 168 181 196

Balanço geral

500 maiores Melhores e Piores 1 000 Maiores 50 Maiores Empresas Estatais 198 50 Maiores Empresas Privadas 200 50 Maiores do Comércio 202 50 Maiores da Indústria 204 50 Maiores Serviços 206 50 Maiores Mundo Digital 208 50 Maiores Exportadoras 212 100 Maiores Capital Aberto

4 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

sumario1.indd 1

7/2/09 11:10:45 PM


CRISTIANO MARIZ

| SUMÁRIO

120

Fazenda de cana em Tocantins: o agronegócio enfrenta novos desafios em 2009

Finanças

218 Bancos O ano de 2008 foi marcado pela consolidação do setor bancário brasileiro, com nova onda de fusões e aquisições 220 50 Maiores Bancos 222 50 Maiores Seguradoras 226 Os Destaques do Mercado Financeiro

Indicadores setoriais

238 Bancos 242 Maiores Empresas Estrangeiras 248 252 256 260

As melhores do setor

Atacado BR Distribuidora Autoindústria Suspensys Bens de Capital Atlas Schindler Bens de Consumo Natura

264 268 272 276

Eletroeletrônico Prysmian Energia AES Tietê Farmacêutico Roche Indústria da Construção Engevix 280 Indústria Digital UOL 286 Mineração CBMM 290 Papel e Celulose Santher 294 Química e Petroquímica Fosfertil 298 Serviços Visanet 304 Siderurgia e Metalurgia CSN 308 Telecomunicações Telefônica 312 Têxteis Beira Rio 316 Transporte Localiza 322 Varejo B2W

Regiões e estados

330 Indicadores dos Estados 338 100 Maiores do Centro-Oeste

344 100 Maiores do Norte/Nordeste 348 100 Maiores do Sul

Agronegócio

354 Conceitos e Critérios 356 As 400 Maiores 372 50 Maiores em Crescimento 374 50 Maiores em Lucro 376 50 Maiores em Ativo Total 378 50 Maiores Empregadoras 380 50 Maiores do Sul 382 50 Maiores do Sudeste 384 50 Maiores do Centro-Oeste/ Norte/Nordeste 388 A Melhor do Ano: Camil 390 As Melhores por Setor 404 Índice das Empresas

6 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

sumario1.indd Sec1:2

7/2/09 11:11:11 PM


Fundador: VICTOR CIVITA

(1907-1990) Editor: Roberto Civita Presidente Executivo: Jairo Mendes Leal Conselho Editorial: Roberto Civita (Presidente), Thomaz Souto Corrêa (Vice-Presidente),

Diretora de Redação Cláudia Vassallo

Editor Executivo

Giancarlo Civita, Jairo Mendes Leal, José Roberto Guzzo Diretor de Assinaturas: Fernando Costa Diretora de Mídia Digital: Fabiana Zanni Diretor de Planejamento e Controle: Auro Luís de Iasi Diretora-Geral de Publicidade: Thais Chede Soares Diretor-Geral de Publicidade Adjunto: Rogerio Gabriel Comprido Diretor de RH e Administração: Dimas Mietto Diretor de Serviços Editoriais: Alfredo Ogawa Diretor Editorial: José Roberto Guzzo Diretor-Superintendente: Alexandre Caldini

Sérgio Ruiz Luz

Edição Ernesto Yoshida

Reportagem

Ana Luiza Daltro, Eliza Kobayashi, Felipe Carneiro, Giuliana Napolitano, João Werner Grando, José Roberto Caetano, Juliana Borges, Kátia Kazedani, Leandro Steiw, Luciene Antunes, Luci Gomes, Luís Artur Nogueira, Luiza Dalmazo, Malu Gaspar, Márcia Pinheiro, Maurício Oliveira, Melina Costa, Nelson Rocco, Raquel Grisotto, Roseli Loturco, Tatiana Gianini, Tiago Maranhão, Vladimir Brandão

Arte

Editor de Arte: Ricardo Godeguez Designers: Alessandra Silveira, Maria Eugenia Ribeiro, Osmar Vieira, Rita Ralha Nogueira

Fotografia

Editor: Germano Lüders Pesquisa de Imagem: Vivian Pacheco, Viviane Andrade

Revisão

Coordenação: Ivana Traversim Revisores: Eduardo Teixeira Gonzaga, Maria do Rosário Sousa, Maurício José de Oliveira, Rachel Reis, Regina Pereira, Ruth Figueiredo, Walter Farro, Wilca Rocha Nunes

Tratamento de Imagem

Coordenação: Leandro Fonseca Equipe: André Chagas, Carlos Pedretti, Julio Gomes

Análises Financeiras

Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), da Universidade de São Paulo Equipe Responsável: L. Nelson Carvalho (coordenador-geral), Ariovaldo dos Santos (coordenador técnico), Fernanda Furuta, Jorge de Souza Bispo, Patrícia dos Santos Vieira (analistas seniores), Nivaldo Gomes Lamac (análise e programação), Eliene Angela Azevedo Silva (chefe de equipe) Equipe Técnica: Aureluce de Oliveira Moraes, Carolina de Oliveira Bianchi, Douglas Lopes Funai, Guilherme Zuppo Ventura Diaz, José Mateus Marques Camara, Luigi Varella Fiorito, Marcella Cosme Pereira dos Santos, Maria Clara Watanabe, Maria Elisabete de Carvalho, Paulo Dal Soo Kim, Sueli Aparecida Fareto de Oliveira, Vivian Ângela Souza Pinto, Viviane dos Santos Lima

expMM.indd 1

Diretora de Redação: Cláudia Vassallo Redator-Chefe: André Lahóz Editores Executivos: Cristiane Correa, Maurício Lima, Sérgio Ruiz Luz, Sérgio Teixeira Jr. Editores: Cristiane Mano, Daniel Hessel Teich, Eduardo Salgado, José Roberto Caetano, Marcelo Ragazzi Onaga, Maria Luisa Mendes, Tiago Lethbridge Subeditores e Repórteres: Ana Luiza Herzog, Camila Fusco, Carolina Meyer, Daniella Camargos, Denise Carvalho, Fabiane Stefano, Felipe Carneiro, Giuliana Napolitano, Guilherme Fogaça, Lucas Amorim, Luciene Antunes, Luiza Dalmazo, Melina Costa, Roberta Paduan, Tatiana Gianini, Tiago Maranhão Estagiária: Mariana Barboza Sucursais: Angela Pimenta (Brasília), Malu Gaspar, Renata Agostini (Rio de Janeiro) Revisão: Ivana Luiza Traversin (chefe), Eduardo Teixeira Gonzaga, Regina Pereira Diretora de Arte: Roseli de Almeida Editora de Arte: Cláudia Calenda Designers: Helton Meschine Costa, Jean Takada, Maria do Carmo Benicchio, Marta Teixeira, Simone Spitzcovsky Edições Especiais: Ricardo Godeguez (editor de arte), Alessandra Silveira, Rita Ralha (designers) Estagiária: Victoria Andreoli CTI: Leandro Almario Fonseca (chefe), André Chagas, Carlos Alberto Pedretti, Julio Gomes Fotografia: Germano Lüders (editor), Pedro Strelkow (subeditor),

Iara Brezeguello, Natália Parizotto, Vivian Pacheco (pesquisadoras), Aline Rocha (estagiária) Portal EXAME Gerente de Produto: Osmar Lazarini Editor: João Sandrini Repórteres: Francine De Lorenzo, Márcio Juliboni, Marcio Orsolini, Peri de Castro Dias Estagiários: Elea Almeida, Verena Souza Webdesigners: Fábio Teixeira, Giuliano Muccioli Webmaster: Marcus Cruz www.exame.com.br

Serviços Editoriais Apoio Editorial: Carlos Grassetti (arte), Luiz Iria (infografia) Apoio Técnico e Difusão: Bia Mendes Dedoc e Abril Press: Grace de Souza Treinamento Editorial: Edward Pimenta

Publicidade Centralizada Diretores: Marcos Peregrina Gomez, Mariane Ortiz, Robson Monte, Sandra Sampaio Executivos de Negócio: Ana Paula Teixeira, Daniela Serafim, Eliane Pinho, Emiliano Hansenn, Karine Thomaz, Luciano Almeida,

Marcelo Cavalheiro, Marcelo Pezzato, Marcio Bezerra, Maria Lucia Strotbek, Pedro Bonaldi, Renata Mioli, Rodrigo Toledo, Selma Costa, Sueli Fender, Susana Vieira Diretor de Publicidade Regional: Jacques Baisi Ricardo Diretor de Publicidade Rio de Janeiro: Paulo Renato Simões Gerente de Vendas: Edson Melo Executivos de Negócio: Ailze Cunha, Leda Costa (RJ) Publicidade Núcleo Negócios Gerente: Francisco Barbeiro Neto Executivos de Negócio: André Cecci, Andréa Balsi, Débora Manzano, Fernando Rodrigues, Jorge Hidalgo, Léa Moreira, Edvaldo Silva, Jussara Dimes Costa, Mauro Vandromel, Thais Alfaya Coordenadora: Christina Pessoa (RJ) Planejamento, Controle e Operações Gerente: Victor Zockun Consultor: Virginia Oshiro Processos: Agnaldo Gama, Clélio Antônio, Valdir Bertholin, Wagner Cardoso Eventos e Circulação Gerente de Marketing: Viviane Ribeiro Gerente de Publicações: Lilian Dutra Analista de Marketing: Ana Laura Tonin Estagiário: Mateus David Oliveira Projetos Especiais: Patrícia Steward, Edison Diniz Gerente de Eventos: Shirley Nakasone Coordenadora de Eventos: Carolina Fioresi, Bruna Veratti, Ligia Cano Assinaturas Operações de Atendimento ao Consumidor: Malvina Galatovic

RH Diretora: Claudia Ribeiro Consultora: Marizete Ambran Em São Paulo: Redação e Correspondência: Av. das Nações Unidas, 7221, 20o andar, Pinheiros, São Paulo, SP, CEP 05425-902, tel. (11) 3037-2000 Publicidade São Paulo www.publiabril.com.br Classificados 0800-7012066, Grande São Paulo, tel. (11) 3037-2700 ESCRITÓRIOS E REPRESENTANTES DE PUBLICIDADE NO BRASIL: Central-SP tel. (11) 3037-6564; Bauru Gnottos Mídia Representações Comerciais, tel. (14) 3227-0378; Belém Xingu - Consutoria e Serv. Comunic., tel. (91) 3222-2303; Belo Horizonte Escritório, tel. (31) 3282-0630, Cross Mídia Representações, tel. (31) 2511-7612; Triângulo Mineiro F&C Campos Consultoria e Assessoria Ltda., tel. (16) 3620-2702; Blumenau M. Marchi Representações, tel. (47) 3329-3820; Brasília Escritório, tel. (61) 3315-7554, Representante Carvalhaw Marketing Ltda., tel. (61) 3426-7342; Campinas CZ Press Com. e Representações, tel. (19) 3251-2007; Campo Grande DM Comunicação & Marketing, tel. (67) 8125-2828; Cuiabá Agronegócios Representações Comerciais, tel. (65) 8403-0616; Curitiba Escritório, tel. (41) 3250-8000, Representante Via Mídia Projetos Editoriais Marketing e Repres. Ltda., tel. (41) 3234-1224; Florianópolis Interação Publicidade Ltda., tel. (48) 3232-1617; Fortaleza Midiasolution Repres. e Negoc., tel. (85) 3264-3939; Goiânia Middle West Representações Ltda., tel. (62) 3215-5158; Manaus Paper Comunicações, tel. (92) 3656-7588; Maringá Atitude de Comunicação e Representação, tel. (44) 3028-6969; Porto Alegre Escritório, tel. (51) 3327-2850, Representante Print Sul Veículos de Comunicação Ltda., tel. (51) 3328-1344; Recife MultiRevistas Publicidade Ltda., tel. (81) 3327-1597; Ribeirão Preto Gnottos Mídia Representações Comerciais, tel. (16) 3911-3025; Rio de Janeiro Escritório, tel. (21) 2546-8282; Salvador AGMN Consultoria Public. e Representação, tel. (71) 3311-4999, São Paulo Midia Company, tel. (11) 3022-7177; Vitória Zambra Marketing Representações, tel. (27) 3315-6952. PUBLICAÇÕES DA EDITORA ABRIL: Almanaque Abril, Ana Maria, Arquitetura e Construção, Atividades, Aventuras na História, Boa Forma, Bons Fluidos, Bravo!, Capricho,

Casa Claudia, Claudia, Contigo!, Disney, Elle, Estilo, Exame, Exame PME, Gloss, Guia do Estudante, Guias Quatro Rodas, Info Corporate, Info, Loveteen, Manequim, Manequim Noiva, Men’s Health, Minha Novela, Mundo Estranho, National Geographic, Nova, Placar, Playboy, Quatro Rodas, Recreio, Revista A, Runner’s World, Saúde!, Sou Mais Eu!, Superinteressante, Tititi, Veja, Veja Rio, Veja São Paulo, Vejas Regionais, Viagem e Turismo, Vida Simples, Vip, Viva!Mais, Você RH, Você S/A, Women’s Health Fundação Victor Civita: Nova Escola INTERNATIONAL ADVERTISING SALES REPRESENTATIVES Coordinator for International Advertising: Global Advertising, Inc., 218 Olive Hill Lane, Woodside, California 94062. UNITED STATES: World Media Inc. (Conover Brown), 19 West 36th Street, 7th Floor, New York, New York 10018, tel. (212) 213-8383, fax (212) 213-8836; Charney/Palacios & Co., 9200 So. Dadeland Blvd, Suite 307, Miami, Florida 33156, tel. (305) 670-9450, fax (305) 670-9455. JAPAN: Shinano Internation, Inc., Akasaka Kyowa Bldg. 2F, 1-6-14 Akasaka, Minato-ku, Tokyo 107-0052, tel. 81-3-3584-6420, fax 81-3-3505-5628. TAIWAN: Lewis Int’l Media Service Co. Ltd. Floor 11-14 no 46, Sec. 2 Tun Hua South Road Taipei, tel. (02) 707-5519, fax (02) 709-8348. EXAME MELHORES E MAIORES 2009 (ISSN 977010432300802009), ano 35, é uma publicação anual da Editora Abril S.A. Edições anteriores: venda exclusiva em bancas, ao preço da última edição mais despesa de remessa. Solicite ao jornaleiro. Distribuída em todo o país pela Dinap S.A. Distribuidora Nacional de Publicações, São Paulo. EXAME não admite publicidade redacional.

Serviço ao Assinante: Grande São Paulo: (11) 5087-2112 Demais localidades: 0800-7752112 www.abrilsac.com Para assinar: Grande São Paulo: (11) 3347-2121 Demais localidades: 0800-7752828 www.assineabril.com.br IMPRESSA NA DIVISÃO GRÁFICA DA EDITORA ABRIL S.A.

Av. Otaviano Alves de Lima, 4400, Freguesia do Ó, CEP 02909-900, São Paulo, SP

Presidente do Conselho de Administração: Roberto Civita Presidente Executivo: Giancarlo Civita Vice-Presidentes: Arnaldo Tibyriçá, Douglas Duran, Marcio Ogliara, Sidnei Basile www.abril.com.br

7/3/09 12:50:51 AM


| CARTA AO LEITOR

Uma edição histórica possível que 2008 passe para a história como o período em que vivemos vários anos em apenas um. Foram tempos de euforia e medo, de prosperidade e destruição inédita de riqueza, de crescimento acelerado e quedas vertiginosas, de celebração de sucessos e constatação de enormes erros. Em 2008, o mundo foi testemunha de fatos até então considerados inimagináveis. E todos nós — homens e mulheres que ajudam a mover as engrenagens da economia — tivemos o privilégio de ser, ao mesmo tempo, espectadores e protagonistas desse momento histórico. Esta 36a edição de MELHORES E MAIORES, de EXAME, nasceu com a missão de fazer jus à importância representada pelo ano de 2008. Os milhares de dados e cifras que compõem o coração do anuário refletem com exatidão a forma como as grandes empresas — e como o próprio país — reagiram a uma das maiores crises econômicas já enfrentadas pelo capitalismo moderno. O conjunto de resultados realça as profundas mudanças pelas quais o Brasil passou nas últimas décadas. Fomos atingidos, sim — e não poderia ser diferente numa economia que cada vez mais se abre para o mundo. Mas, diante dos golpes, demonstramos uma capacidade surpreendente de resistência. No ano que deu à luz uma das piores crises já vistas, o faturamento conjunto das

É

ao leitor.indd Sec1:1

500 maiores empresas brasileiras cresceu 5% em termos reais sobre os resultados espetaculares de 2007. O número de empregos gerados por essas mesmas companhias aumentou 16,5%. Em meio à tempestade, o Brasil, seu mercado interno e suas empresas subiram de patamar. E chamaram a atenção do resto do mundo. Esta edição também é especial pelas inovações editoriais que traz consigo. Pela primeira vez, o anuário incorpora o ranking das 400 maiores empresas do agronegócio brasileiro, um setor que representa 25% do PIB e que cada vez mais cresce em importância econômica. Doze companhias foram apontadas como as melhores em cada segmento do setor e uma delas foi escolhida como A Empresa do Ano do Agronegócio. Uma nova seção traz o perfil dos 100 maiores grupos empresariais em atuação no Brasil. As informações e reportagens que a compõem são acompanhadas por um primoroso ensaio fotográfico assinado pelo editor de fotografia Germano Lüders. A gigantesca tarefa de tornar o 36o número de MELHORES E MAIORES uma edição digna do ano histórico que foi 2008 coube ao editor executivo Sérgio Ruiz Luz, ao editor de arte Ricardo Godeguez e às equipes de repórteres, editores, designers, revisores e fotógrafos coordenadas por eles. Há 36 anos, tirar a publicação do plano das ideias e dos números brutos e transformá-la no anuário que agora você tem em mãos é um dos grandes desafios da equipe de EXAME. Neste ano, esse desafio foi ainda maior. E não poderia ter sido diferente.

Cláudia Vassallo • Diretora de Redação

7/3/09 12:33:44 AM


| WWW.MELHORESEMAIORES.COM.BR

Melhores e Maiores na internet versão online de A MELHORES E MAIORES, o mais importante ranking de empresas do país, passou por uma importante reformulação. A partir de agora, as consultas ao serviço são gratuitas e podem ser feitas por qualquer internauta. Em www.melhoresemaiores. com.br, você vai encontrar as principais informações desta edição, além de todos os levantamentos realizados desde 1995. Em MELHORES E MAIORES online você pode consultar todos os 26 indicadores coletados nas últimas 14 edições do levantamento anual — as informações foram atualizadas para valores de 31 de dezembro de 2008. Outra funcionalidade de MM online é a comparação do desempenho de uma ou mais empresas. Além de todas as informações dos balanços, MM online traz os principais destaques das ações das companhias de capital aberto — e acesso direto às informações completas da Central do Investidor. Veja no quadro ao lado as principais novidades do serviço. Se você comprou esta edição na banca, para ler as matérias no site, digite a palavra-chave acra

Perfil da empresa Veja um perfil completo das principais companhias pesquisadas em MELHORES E MAIORES. Se a empresa tem papéis negociados em bolsa, também é exibida a informação mais recente sobre seu desempenho na Bovespa. O quadro traz o valor da última negociação, o volume de negócios e o valor de mercado da companhia. Há também um link direto para a Central do Investidor.

Destaques Leia em MELHORES E MAIORES online as reportagens e os infográficos publicados na edição impressa do anuário. As reportagens fazem um balanço do ano de 2008 para as empresas brasileiras e contam a história das melhores de cada setor.

Empresas e setores

Busca avançada Ao clicar nesta caixa, serão exibidas as opções de busca avançada. Elas permitem ampliar os parâmetros de pesquisa e são um componente essencial para garantir que você encontre as informações que está procurando.

Navegue pelas informações deste e dos últimos 14 anos usando as abas. Você pode optar pela visualização das maiores empresas, das melhores ou do setor. Se quiser fazer a busca por uma companhia específica, utilize a ferramenta de busca.

Detalhes e histórico

Filtros de busca Você pode ordenar as listagens exibidas em MELHORES E MAIORES de diversas maneiras. Use os filtros para visualizar, por exemplo, quais empresas tiveram mais lucro em um determinado ano. Você também pode restringir a busca por um setor ou pelo nome da companhia.

Gráficos e comparativos As empresas selecionadas para comparação serão exibidas nesta caixa. Você pode incluir ou excluir companhias ou partir diretamente para a comparação dos dados, que pode ser feita com os números ou em forma de gráficos interativos.

Para conhecer as informações detalhadas de cada empresa, use os ícones de navegação. Clicando na lupa, você tem as informações do perfil da empresa. Clicando no livro, é possível acompanhar o histórico da empresa nos anos em que ela tiver sido classificada no ranking.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 17

PortalMM2009.indd 1-2

7/3/09 12:30:26 AM


| WWW.MELHORESEMAIORES.COM.BR

Melhores e Maiores na internet versão online de A MELHORES E MAIORES, o mais importante ranking de empresas do país, passou por uma importante reformulação. A partir de agora, as consultas ao serviço são gratuitas e podem ser feitas por qualquer internauta. Em www.melhoresemaiores. com.br, você vai encontrar as principais informações desta edição, além de todos os levantamentos realizados desde 1995. Em MELHORES E MAIORES online você pode consultar todos os 26 indicadores coletados nas últimas 14 edições do levantamento anual — as informações foram atualizadas para valores de 31 de dezembro de 2008. Outra funcionalidade de MM online é a comparação do desempenho de uma ou mais empresas. Além de todas as informações dos balanços, MM online traz os principais destaques das ações das companhias de capital aberto — e acesso direto às informações completas da Central do Investidor. Veja no quadro ao lado as principais novidades do serviço. Se você comprou esta edição na banca, para ler as matérias no site, digite a palavra-chave acra

Perfil da empresa Veja um perfil completo das principais companhias pesquisadas em MELHORES E MAIORES. Se a empresa tem papéis negociados em bolsa, também é exibida a informação mais recente sobre seu desempenho na Bovespa. O quadro traz o valor da última negociação, o volume de negócios e o valor de mercado da companhia. Há também um link direto para a Central do Investidor.

Destaques Leia em MELHORES E MAIORES online as reportagens e os infográficos publicados na edição impressa do anuário. As reportagens fazem um balanço do ano de 2008 para as empresas brasileiras e contam a história das melhores de cada setor.

Empresas e setores

Busca avançada Ao clicar nesta caixa, serão exibidas as opções de busca avançada. Elas permitem ampliar os parâmetros de pesquisa e são um componente essencial para garantir que você encontre as informações que está procurando.

Navegue pelas informações deste e dos últimos 14 anos usando as abas. Você pode optar pela visualização das maiores empresas, das melhores ou do setor. Se quiser fazer a busca por uma companhia específica, utilize a ferramenta de busca.

Detalhes e histórico

Filtros de busca Você pode ordenar as listagens exibidas em MELHORES E MAIORES de diversas maneiras. Use os filtros para visualizar, por exemplo, quais empresas tiveram mais lucro em um determinado ano. Você também pode restringir a busca por um setor ou pelo nome da companhia.

Gráficos e comparativos As empresas selecionadas para comparação serão exibidas nesta caixa. Você pode incluir ou excluir companhias ou partir diretamente para a comparação dos dados, que pode ser feita com os números ou em forma de gráficos interativos.

Para conhecer as informações detalhadas de cada empresa, use os ícones de navegação. Clicando na lupa, você tem as informações do perfil da empresa. Clicando no livro, é possível acompanhar o histórico da empresa nos anos em que ela tiver sido classificada no ranking.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 17

PortalMM2009.indd 1-2

7/3/09 12:30:26 AM


CRITÉRIOS | Roteiro

Como usar E

Um guia para o leitor de MELHORES E MAIORES percorrer a edição sta edição de MELHORES E MAIORES foi feita com a avaliação dos dados de mais de 3 500 empresas, além dos maiores grupos privados do país. O conjunto compreende todas as que publicaram demonstrações contábeis no Diário Oficial dos estados até o dia 15 de maio de 2009. Também estão incluídas as companhias limitadas que enviaram seus resultados para análise de MELHORES E MAIORES e responderam aos questionários. Foram consideradas, ainda, empresas de porte significativo e bem conhecidas no mercado, que preferem não divulgar resultados, mas tiveram o faturamento estimado por nossos analistas. Por considerar que a transparência e o esforço para oferecer a informação mais correta também são fatores de excelência empresarial, priorizamos as demonstrações que consideram os efeitos da inflação em seus resultados. Esses efeitos, cuja consideração foi vedada para fins societários e fiscais desde a Lei no 9.249/95, continuam sendo significativos, a ponto de, em alguns casos, transformar lucros em prejuízos ou vice-versa. MELHORES E MAIORES tem por objetivo medir o desempenho das empresas individualmente. Por esse motivo, tomamos como base as demonstrações individuais, e não as consolidadas. Porém, com caráter apenas indicativo, a edição também traz os resultados dos 100 maiores grupos empresariais do país. Para elaborar a lista das 500 maiores empresas e mais uma lista complementar com outras 500 empresas, totalizando 1 000, o critério de classificação utilizado é o da receita de vendas (faturamento bruto), um indicador da contribuição da empresa para a sociedade em termos de produtos e serviços oferecidos no ano anterior. Todos os valores publi-

cados estão ajustados — considerando a variação da inflação — para o dia 31 de dezembro de 2008. Essa padronização evita que sejam prejudicadas ou beneficiadas empresas cujo fechamento do balanço ocorra em data anterior ou posterior às da maioria. Ao lado das receitas de vendas, são fornecidas no ranking das 500 maiores informações como lucro ou prejuízo, patri-

Quem está em MELHORES E MAIORES Constam desta edição as empresas que se enquadram nos seguintes critérios:

uma das 1 000 maiores • Ser empresas privadas ou estatais do país, o que implica ter um faturamento anual superior a 125,6 milhões de dólares. uma das 50 maiores empresas • Ser privadas, uma das 50 maiores empresas estatais, uma das 50 maiores do mundo digital, um dos 50 maiores bancos ou uma das 50 maiores seguradoras. uma das 50 maiores indústrias, 50 • Ser maiores do comércio, 50 maiores de serviços e 50 maiores exportadoras. Ser uma das dez maiores ou das 15 melhores empresas do seu respectivo setor. um dos 100 maiores conglomerados • Ser ou grupos empresariais. uma das 100 maiores empresas • Ser das regiões Centro-Oeste, Norte-Nordeste ou Sul

mônio, crescimento das vendas, rentabilidade, liquidez, endividamento, riqueza gerada e riqueza criada por empregado. Na lista complementar, que só contempla as empresas que disponibilizaram suas demonstrações contábeis, as informações, além das vendas, são as seguintes: crescimento de vendas, sede, setor, valor das exportações e respectivo percentual sobre as vendas, número de empregados e controle acionário. Também é possível identificar mudanças de posição nas listas e a entrada de novas empresas. As comparações feitas com o desempenho em anos anteriores não são prejudicadas porque foram efetuados ajustes dos valores que eliminam distorções causadas pela inflação ou oscilações do câmbio. A seção Indicadores detalha os critérios de atualização adotados para os itens vendas em dólares e crescimento das vendas. A mesma seção também explica o critério de Excelência Empresarial, criado para identificar as empresas de melhor desempenho em 18 setores. As 18 melhores nos setores são então submetidas a um julgamento editorial e jornalístico para a escolha da Empresa do Ano. MELHORES E MAIORES apresenta diversas outras listas de empresas, organizadas por setor da economia, região do país, estado, origem do capital e uma série de comparações de desempenho: maiores por patrimônio, maiores lucros, maiores prejuízos, as que mais cresceram, as que mais encolheram, as mais e as menos rentáveis, as mais e as menos endividadas, as de maior liquidez, as maiores por capital circulante, as maiores empregadoras, as maiores por receita líquida, as que entraram no vermelho, as que saíram do vermelho, as que mais pagaram impostos, as que mais pagaram salários, as que mais criaram riqueza e as maiores criadoras de riqueza por empregado.

Para ser objeto de análise, companhias limitadas devem enviar, até o dia 30 de abril, suas demonstrações contábeis, acompanhadas de parecer dos auditores independentes, para: EXAME/MELHORES E MAIORES, Caixa Postal 61545, CEP 05424-970, São Paulo, SP, fax (11) 3816-2453. 2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 23

Roteiro.indd 1

7/2/09 11:13:13 PM


GERMANO LÜDERS

CRITÉRIOS | Indicadores

Linha de produção da Fiat em Betim, em Minas Gerais: liderança na autoindústria

A lista de conceitos desta

MELHORES E MAIORES

Os valores usados nas tabelas publicadas em MELHORES E MAIORES são expressos em dólares de dezembro de 2008 para facilitar as comparações internacionais e permitir a produção de séries históricas. Os indicadores utilizados para a análise de desempenho e os termos contábeis adotados estão explicados a seguir

Ativo total ajustado

É o total dos recursos que estão à disposição da empresa. As duplicatas descontadas não são deduzidas do ativo circulante. São reclassificadas no passivo circulante. Essa opção se justifica porque na maioria dos casos as duplicatas descontadas constituem um empréstimo com garantia, e não uma operação de cessão de crédito. O valor é ajustado para reconhecer os efeitos inflacionários que as empresas deixaram, por imposição legal,

24 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

indicadores.indd 1

7/3/09 12:35:37 AM


CRITÉRIOS | Indicadores de considerar nas demonstrações contábeis. O valor do ativo total ajustado pode ser obtido dividindo-se o patrimônio líquido ajustado pelo endividamento geral, subtraído de 100.

Capital circulante líquido

Representa o total de recursos de curto prazo disponíveis para financiamento das atividades da empresa. É medido pela diferença entre o ativo e o passivo circulantes.

Controle acionário

Indica o país de origem do acionista controlador. Empresas multinacionais controladas por holding constituída no Brasil são classificadas pelo país de origem do acionista controlador final.

Crescimento das vendas

Mostra a evolução da receita bruta de vendas em reais, descontada a inflação média apontada pelo IGP-M. As empresas que não publicaram demonstrações contábeis com correção monetária integral tiveram suas vendas atualizadas. Os valores foram convertidos para moeda de 31 de dezembro de 2008. A seguir, alguns exemplos: A | Receita de vendas de 500 000 reais no exercício encerrado em 31/12/07. B | Receita de vendas de 700 000 reais no exercício encerrado em 31/12/08. C | Multiplicar 500 000 reais por 1,1546, que representa a variação acumulada do IGP-M médio de 2007 mais a do ano de 2008. D| Multiplicar 700 000 reais por 1,0318, que representa a variação média do IGP-M no ano de 2008. Não é correto calcular o crescimento real das vendas apenas dividindo-se os valores em dólares publicados nesta e na edição anterior. Esse procedimento equivaleria a ignorar as variações de câmbio e também a inflação americana durante o ano de 2008. Para a elaboração dos quadros de maiores crescimentos ou retrações de vendas (da seção Melhores e Piores), foram consideradas, dentre a lista das 500 maiores empresas, apenas aquelas que tornaram disponíveis as demonstrações contábeis.

Ebitda

Abreviatura da expressão em inglês Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization, que significa lucro antes de descontar os juros, os impostos sobre o lucro, a depreciação e a amortização. Em essência, corresponde ao caixa gerado pela operação da empresa.

Empregados

Número de funcionários na data de fechamento do balanço, normalmente 31 de dezembro.

Endividamento a longo prazo

Indica o quanto a empresa está comprometida com dívidas de longo prazo. É expresso em porcentagem, em relação ao ativo total ajustado.

Endividamento geral

É a soma do passivo circulante (isto é, dívidas e obrigações de curto prazo, incluindo-se as duplicatas descontadas) com o exigível a longo prazo. O resultado é mostrado em porcentagem, em relação ao ativo total ajustado, e representa a participação de recursos financiados por terceiros na operação da empresa. É um bom indicador de risco do negócio.

Excelência empresarial

Indicador criado por MELHORES E MAIORES. É obtido pela soma de pontos ponderados conseguidos pelas empresas em cada um destes cinco indicadores de desempenho: crescimento das vendas (peso 10), liderança de mercado (peso 20), liquidez corrente (peso 25), rentabilidade do patrimônio (peso 30) e riqueza criada por empregado (peso 15). Com relação ao quesito rentabilidade, são atribuídos pontos apenas às empresas cujos índices sejam positivos. Em cada indicador, a escala de pontos iniciais vai de 10, para o primeiro colocado, a 1, para o décimo. Assim, o primeiro colocado em rentabilidade obtém 300 pontos, ou seja, os 10 pontos iniciais vezes o peso 30. O maior peso atribuído aos itens “rentabilidade do patrimônio” e “liquidez

corrente” deve-se à premissa clássica de que a função primária de uma empresa é a busca do lucro para a criação de valor, além do equilíbrio financeiro. Os itens “crescimento das vendas” e “riqueza por empregado” são considerados indicadores importantes da capacidade de geração de emprego e de renda. Além dos pontos obtidos nesses cinco indicadores, a empresa pode somar bônus por ter se destacado em outro anuário de EXAME. Cada uma das 20 empresas-modelo do Guia EXAME de Sustentabilidade ganha 50 pontos. As dez primeiras listadas no Guia EXAME — As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar também levam 50 pontos e as outras 140 incluídas recebem 25 pontos. As empresas que não enviaram demonstrações contábeis não têm direito a bônus. Em caso de empate entre duas empresas, prevalece a que mais pontuou no quesito rentabilidade. Todas as concorrentes são selecionadas entre as 500 maiores empresas. Em setores pouco competitivos, também são consideradas as empresas constantes da lista complementar (de 501 a 1 000).

Exigível a longo prazo

É um indicador derivado, obtido da multiplicação do ativo total ajustado pelo índice de endividamento a longo prazo, sendo o resultado dividido por 100.

Exigível total

É um indicador derivado, obtido da multiplicação do ativo total ajustado pelo endividamento geral, sendo o resultado dividido por 100.

Exportação

É a parcela das vendas realizadas para o exterior, obtida a partir das demonstrações contábeis publicadas ou das respostas a nossos questionários.

Giro do ativo

É a receita bruta de vendas dividida pelo ativo total ajustado. Mede a eficiência operacional da empresa e deve ser comparado com a margem de lucro sobre vendas.

26 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

indicadores.indd Sec1:2

7/3/09 12:35:48 AM


CRITÉRIOS | Indicadores Impostos sobre vendas

Inclui apenas os impostos incidentes diretamente sobre as vendas, tais como IPI, ICMS, ISS, PIS e Cofins e outros de atividades específicas.

depois de descontados o imposto de renda e a contribuição social e ajustados os juros sobre o capital próprio, considerados como despesas financeiras.

Produtividade Margem das vendas

Liderança de mercado

Expressa em porcentagem a participação da empresa no seu setor. É calculada dividindo-se as vendas da empresa pela soma das vendas das empresas do mesmo setor pesquisadas pela revista.

É a divisão do lucro líquido ajustado pelas vendas, expressa em porcentagem.

Mediana

É o ativo circulante dividido pelo passivo circulante.

A | Do setor: calculada com base nas empresas classificadas entre as 500 maiores ou as que figurem na lista complementar (de 501 a 1 000) para os setores de menor competição. B | Do estado: calculada com base nas empresas que tenham faturamento superior a 24 milhões de dólares.

Liquidez geral

Nome das empresas

Liquidez corrente

Mostra a relação entre os recursos da empresa que não estão “imobilizados” e o total de sua dívida. É calculada pela divisão da soma do ativo circulante com o realizável a longo prazo e sem as duplicatas descontadas pela soma do exigível total com as duplicatas descontadas. Dessa divisão, obtém-se um índice. Se o índice for menor que 1, conclui-se que a empresa, para manter a solvência, dependerá de lucros futuros, renegociação das dívidas ou venda de ativos.

Lucro líquido ajustado

É o lucro líquido apurado depois de reconhecidos os efeitos da inflação nas demonstrações contábeis. Algumas empresas, mesmo sem exigência legal, calcularam e divulgaram esses efeitos mediante demonstrações complementares, notas explicativas ou resposta ao questionário elaborado por MELHORES E MAIORES. Para as empresas que não fizeram tal divulgação, os efeitos foram calculados. Nesse valor estão ajustados os juros sobre o capital próprio, considerados como despesas financeiras.

Lucro líquido legal

É o resultado nominal do exercício, apurado de acordo com as regras legais (sem considerar os efeitos da inflação),

torcida pela ausência de correção monetária desde 1996.

É o nome mais conhecido da empresa, que nem sempre coincide com sua razão social. No índice, ao final desta edição, o leitor encontra a informação mais detalhada.

Passivo circulante

É um indicador obtido da multiplicação do ativo total ajustado pela diferença entre o endividamento geral e o endividamento a longo prazo. O resultado final é dividido por 100.

Patrimônio líquido ajustado

É o patrimônio líquido legal atualizado pelos efeitos da inflação. Também essa informação foi dada por parte das empresas, mesmo sem exigência legal. Para as empresas que não fizeram tal divulgação, os efeitos foram calculados pela revista, considerando-se, inclusive, os impostos.

Patrimônio líquido legal

É a soma do capital, das reservas e dos ajustes de avaliação patrimonial, menos a soma do capital a integralizar, das ações em tesouraria e dos prejuízos acumulados, sem considerar os efeitos da inflação. Mede a riqueza da empresa, embora dis-

É calculada dividindo-se o total das vendas em dólares pelo valor do ativo total ajustado, considerando-se apenas os valores relativos às empresas que disponibilizam as demonstrações contábeis.

Receita líquida

É calculada pela diferença aritmética entre o valor das vendas, deduzidas das devoluções e abatimentos, e os impostos sobre vendas. Esse valor só é apresentado para as empresas que disponibilizaram suas demonstrações contábeis.

Rentabilidade do patrimônio

Mede o retorno do investimento para os acionistas. Resulta da divisão dos lucros líquidos, legal e ajustado, pelos respectivos patrimônios líquidos, legal e ajustado. O produto é multiplicado por 100 para ser expresso em porcentagem. Para o cálculo, consideram-se como patrimônio os dividendos distribuídos no exercício e os juros sobre o capital próprio.

Riqueza criada

Representa a contribuição da empresa na formação do produto interno bruto do país, já deduzida a depreciação.

Riqueza por empregado

É o total da riqueza criada pela empresa dividido pela média aritmética do número de empregados, sem levar em conta eventuais serviços terceirizados. Serve para indicar a produtividade dos trabalhadores e a contribuição média de cada um na riqueza gerada pela empresa.

Vendas em dólares

Foram apuradas com base nas vendas em reais, atualizadas para a moeda de poder aquisitivo de 31 de dezembro de 2008, convertidas pela taxa de dólar do Banco Central na data, que era 2,3370 reais.

28 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

indicadores.indd Sec2:3

7/3/09 12:35:58 AM


CRITÉRIOS | Desempenho

A escolha das melhores

Confira os critérios empregados no cálculo da pontuação que determina as empresas campeãs em cada setor

25 PESO

Liquidez corrente

Indica se a empresa apresenta ou não boa saúde financeira, ou seja, se está operando com segurança no curto prazo ou dentro de seu ciclo operacional.

Responsabilidade premiada As empresas destacadas nas edições mais recentes dos guias publicados por EXAME GUIA EXAME DE SUSTENTABILIDADE Empresas-modelo Natura AES Tietê Amanco Anglo American

Basf Bradesco Coelba CPFL

Elektro Energias do Brasil Itaú Masisa

Perdigão Philips Promon Real

Serasa Suzano Usiminas Wal-Mart

GUIA EXAME VOCÊ S/A AS 150 MELHORES EMPRESAS PARA VOCÊ TRABALHAR As 10 melhores Volvo Chemtech

Masa Caterpillar

Landis+Gyr Laboratório Sabin

ArcelorMittal Brasil Albras Promon Serasa

OUTRAS DESTACADAS ENTRE AS 150 MELHORES PARA TRABALHAR

30

RICARDO OLIVEIRA

PESO

Fábrica da Philips: empresa está entre as maiores da Região Norte

O

ranking de MELHORES E MAIORES não é uma escolha arbitrária da redação da revista EXAME nem da equipe técnica que assessora a publicação e analisa as demonstrações contábeis enviadas pelas empresas. As melhores empresas identificadas em 18 setores da economia despontam pelo sucesso que obtiveram na condução de seus negócios e na disputa de mercado com as concorrentes no ano que passou comparativamente ao exercício anterior. O critério para avaliar o sucesso é basicamente uma comparação dos resultados obtidos em termos de crescimento, rentabilidade, saúde financeira, participação de mercado e produtividade por empregado. A equipe de MELHORES E MAIORES faz os cálculos que permitem classificar as concorrentes em cada setor e identificar a de melhor desempenho ponderado nesse conjunto de indicadores. A metodologia de cálculo consiste em atribuir pontos pelo desempenho relativo em cada indicador — 10 para o primeiro lugar, 9 para o segundo, e assim sucessivamente até o décimo, que fica com 1 ponto. Os pontos, por sua vez, são multiplicados por um peso atribuído a cada indicador. Adicionalmente, a empresa pode receber um bônus de pontos por ter figurado em outros guias publicados por EXAME. Os indicadores de desempenho e seus respectivos pesos são os seguintes:

10 PESO

Crescimento das vendas

Retrata o dinamismo da empresa no ano analisado: se aumentou ou diminuiu sua participação no mercado e sua capacidade de, expandindo-se, gerar novos empregos.

20 PESO

Liderança de mercado

Compara as participações de mercado que as empresas pesquisadas pela revista detêm no setor em que atuam e estabelece uma classificação entre elas em termos percentuais.

Rentabilidade do patrimônio

Mede a eficiência da empresa, o controle de custos e o aproveitamento das oportunidades que surgem no mundo dos negócios, sendo um dos principais componentes da geração de valor para os acionistas. Recebem pontos apenas as empresas cujo índice de rentabilidade tenha sido positivo no ano considerado. A rentabilidade do patrimônio é utilizada como critério de desempate entre empresas que apresentem o mesmo número de pontos no desempenho geral.

criada por empregado 15 Riqueza

PESO

Mede quanto a empresa produz de riqueza em relação ao número de empregados, independentemente do volume total de vendas ou da margem de lucro.

Bônus Além da pontuação obtida nos indicadores de desempenho, recebe 50 pontos cada uma das vinte empresas-modelo da última edição do Guia EXAME de Sustentabilidade; outros 50 pontos são atribuídos a cada uma das dez primeiras listadas no último Guia EXAME — As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar; e 25 pontos são somados para cada uma das demais destacadas. As empresas que não publicam ou não enviam demonstrações contábeis não fazem jus a esse bônus.

3M Accenture Accor AES Sul AES Tietê Affinia Agro Amazônia Sistemas Mecanizados Ale Algar Amanco AmBev Ampla AON Apsen ArvinMeritor Associação Comercial de São Paulo Balaroti Banco BMG Banco Itaú Banco Real Banco Votorantim Basf Bicbanco Bradesco Brascabos Brasil, Salomão e Matthes Brasilata BV Financeira Carbocloro Cargill Casa Sol Case New Holland Cecrisa Cemar Legrand

Central Nacional Unimed Certel Citi Coelce Copacol Copagaz CPFL CTA-Continental Diageo Dow Brasil DuPont Electrolux Eletronorte Regional de Tucuruí Embraco Eurofarma Festo GE Genzyme Grupo Gerdau Grupo Ouro Fino Herbarium Hospital Brasília Hospital São Leopoldo HP Brasil Icec Iesa Óleo & Gás Ihara Intelbras International Paper Irizar Itaucred Veículos Jaguaré JBR Engenharia Kaizen Kodak Leucotron

Lojas Colombo Lojas Renner Losango Magazine Luiza Mantecorp Martin-Brower Mattel McDonald’s Medley Metal Ar Microsoft Milenia Agrociências Monsanto Móveis Gazin MTP Tubos Nasajon Sistemas Nextel Nivea Novo Nordisk Odontoprev Oi Painco Patrus Pellegrino Perkins Phito Fórmulas Plascar Pormade PPE Fios Esmaltados Prudential Publicar Randon Recofarma Rhede Transformadores Rohm and Haas RPM Saga

Sama Sanofi-Aventis São Bernardo Apart Hospital São Bernardo Saúde Sicredi Springer Syngenta Proteção de Cultivos Syngenta Seeds Taií Tecfil Techint Tecnisa TenarisConfab Tigre U&M Mineração e Construção Ultragaz Unibanco Unimed Cuiabá Unimed Missões Unimed Seguros Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo Unimed Volta Redonda Unisc Univille Valeo Valesul Viapar Visa Vale Visanet Vivo Whirlpool Zanzini Móveis Zema

30 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Desempenho.indd 1-2

7/3/09 12:34:41 AM


CRITÉRIOS | Desempenho

A escolha das melhores

Confira os critérios empregados no cálculo da pontuação que determina as empresas campeãs em cada setor

25 PESO

Liquidez corrente

Indica se a empresa apresenta ou não boa saúde financeira, ou seja, se está operando com segurança no curto prazo ou dentro de seu ciclo operacional.

Responsabilidade premiada As empresas destacadas nas edições mais recentes dos guias publicados por EXAME GUIA EXAME DE SUSTENTABILIDADE Empresas-modelo Natura AES Tietê Amanco Anglo American

Basf Bradesco Coelba CPFL

Elektro Energias do Brasil Itaú Masisa

Perdigão Philips Promon Real

Serasa Suzano Usiminas Wal-Mart

GUIA EXAME VOCÊ S/A AS 150 MELHORES EMPRESAS PARA VOCÊ TRABALHAR As 10 melhores Volvo Chemtech

Masa Caterpillar

Landis+Gyr Laboratório Sabin

ArcelorMittal Brasil Albras Promon Serasa

OUTRAS DESTACADAS ENTRE AS 150 MELHORES PARA TRABALHAR

30

RICARDO OLIVEIRA

PESO

Fábrica da Philips: empresa está entre as maiores da Região Norte

O

ranking de MELHORES E MAIORES não é uma escolha arbitrária da redação da revista EXAME nem da equipe técnica que assessora a publicação e analisa as demonstrações contábeis enviadas pelas empresas. As melhores empresas identificadas em 18 setores da economia despontam pelo sucesso que obtiveram na condução de seus negócios e na disputa de mercado com as concorrentes no ano que passou comparativamente ao exercício anterior. O critério para avaliar o sucesso é basicamente uma comparação dos resultados obtidos em termos de crescimento, rentabilidade, saúde financeira, participação de mercado e produtividade por empregado. A equipe de MELHORES E MAIORES faz os cálculos que permitem classificar as concorrentes em cada setor e identificar a de melhor desempenho ponderado nesse conjunto de indicadores. A metodologia de cálculo consiste em atribuir pontos pelo desempenho relativo em cada indicador — 10 para o primeiro lugar, 9 para o segundo, e assim sucessivamente até o décimo, que fica com 1 ponto. Os pontos, por sua vez, são multiplicados por um peso atribuído a cada indicador. Adicionalmente, a empresa pode receber um bônus de pontos por ter figurado em outros guias publicados por EXAME. Os indicadores de desempenho e seus respectivos pesos são os seguintes:

10 PESO

Crescimento das vendas

Retrata o dinamismo da empresa no ano analisado: se aumentou ou diminuiu sua participação no mercado e sua capacidade de, expandindo-se, gerar novos empregos.

20 PESO

Liderança de mercado

Compara as participações de mercado que as empresas pesquisadas pela revista detêm no setor em que atuam e estabelece uma classificação entre elas em termos percentuais.

Rentabilidade do patrimônio

Mede a eficiência da empresa, o controle de custos e o aproveitamento das oportunidades que surgem no mundo dos negócios, sendo um dos principais componentes da geração de valor para os acionistas. Recebem pontos apenas as empresas cujo índice de rentabilidade tenha sido positivo no ano considerado. A rentabilidade do patrimônio é utilizada como critério de desempate entre empresas que apresentem o mesmo número de pontos no desempenho geral.

criada por empregado 15 Riqueza

PESO

Mede quanto a empresa produz de riqueza em relação ao número de empregados, independentemente do volume total de vendas ou da margem de lucro.

Bônus Além da pontuação obtida nos indicadores de desempenho, recebe 50 pontos cada uma das vinte empresas-modelo da última edição do Guia EXAME de Sustentabilidade; outros 50 pontos são atribuídos a cada uma das dez primeiras listadas no último Guia EXAME — As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar; e 25 pontos são somados para cada uma das demais destacadas. As empresas que não publicam ou não enviam demonstrações contábeis não fazem jus a esse bônus.

3M Accenture Accor AES Sul AES Tietê Affinia Agro Amazônia Sistemas Mecanizados Ale Algar Amanco AmBev Ampla AON Apsen ArvinMeritor Associação Comercial de São Paulo Balaroti Banco BMG Banco Itaú Banco Real Banco Votorantim Basf Bicbanco Bradesco Brascabos Brasil, Salomão e Matthes Brasilata BV Financeira Carbocloro Cargill Casa Sol Case New Holland Cecrisa Cemar Legrand

Central Nacional Unimed Certel Citi Coelce Copacol Copagaz CPFL CTA-Continental Diageo Dow Brasil DuPont Electrolux Eletronorte Regional de Tucuruí Embraco Eurofarma Festo GE Genzyme Grupo Gerdau Grupo Ouro Fino Herbarium Hospital Brasília Hospital São Leopoldo HP Brasil Icec Iesa Óleo & Gás Ihara Intelbras International Paper Irizar Itaucred Veículos Jaguaré JBR Engenharia Kaizen Kodak Leucotron

Lojas Colombo Lojas Renner Losango Magazine Luiza Mantecorp Martin-Brower Mattel McDonald’s Medley Metal Ar Microsoft Milenia Agrociências Monsanto Móveis Gazin MTP Tubos Nasajon Sistemas Nextel Nivea Novo Nordisk Odontoprev Oi Painco Patrus Pellegrino Perkins Phito Fórmulas Plascar Pormade PPE Fios Esmaltados Prudential Publicar Randon Recofarma Rhede Transformadores Rohm and Haas RPM Saga

Sama Sanofi-Aventis São Bernardo Apart Hospital São Bernardo Saúde Sicredi Springer Syngenta Proteção de Cultivos Syngenta Seeds Taií Tecfil Techint Tecnisa TenarisConfab Tigre U&M Mineração e Construção Ultragaz Unibanco Unimed Cuiabá Unimed Missões Unimed Seguros Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo Unimed Volta Redonda Unisc Univille Valeo Valesul Viapar Visa Vale Visanet Vivo Whirlpool Zanzini Móveis Zema

30 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Desempenho.indd 1-2

7/3/09 12:34:41 AM


JEFFERSON COPPOLA/FOLHA IMAGEM

NONONONONO | Nononononononon

Ajuda providencial O programa de redução de impostos ajudou a recuperar as vendas do setor automotivo, que estavam em queda desde o final de 2008. Em junho deste ano, as montadoras venderam quase 300 000 unidades, um recorde histórico

DOIS ANO S EM UM As grandes empresas registraram vendas recordes nos primeiros três No balanço final, passaram pela prova de fogo, fechando o ano com um

DOIS ANOS EM UM.indd 1-2

trimestres e sofreram muito com a crise nos últimos meses de 2008. crescimento de 5% | Luciene Antunes e José Roberto Caetano

7/3/09 2:26:01 AM


JEFFERSON COPPOLA/FOLHA IMAGEM

NONONONONO | Nononononononon

Ajuda providencial O programa de redução de impostos ajudou a recuperar as vendas do setor automotivo, que estavam em queda desde o final de 2008. Em junho deste ano, as montadoras venderam quase 300 000 unidades, um recorde histórico

DOIS ANO S EM UM As grandes empresas registraram vendas recordes nos primeiros três No balanço final, passaram pela prova de fogo, fechando o ano com um

DOIS ANOS EM UM.indd 1-2

trimestres e sofreram muito com a crise nos últimos meses de 2008. crescimento de 5% | Luciene Antunes e José Roberto Caetano

7/3/09 2:26:01 AM


ANÁLISE | Balanço das 500

HELMUT BAPTISTA/TYBA

O

Um cenário turbulento As grandes exportadoras brasileiras, como a mineradora Vale, estão no grupo das empresas que mais sofreram com a desaceleração global dos negócios em 2008

ano de 2008 vai entrar para a história das grandes companhias brasileiras. Ao longo de 12 meses, muitas delas viveram a experiência de ir repentinamente da euforia à depressão. Os primeiros três trimestres foram dignos de entusiasmo, com o PIB apresentando um aquecimento progressivo. No terceiro, o crescimento alcançou 6,8% sobre o mesmo período de 2007, taxa que não se via desde o segundo trimestre de 2004. Então, no final de setembro, a crise global atingiu a economia brasileira de forma mais violenta do que o previsto inicialmente. Nos meses de outubro, novembro e dezembro, o desempenho de muitos setores — sobretudo aqueles voltados para o mercado internacional — embicou para baixo, e o PIB do último trimestre do ano fechou com queda de 3,6% em relação aos três meses anteriores. A crise econômica mundial poderia ter sido catastrófica para o Brasil. Não foi. O país, seu mercado interno e suas empresas demonstraram uma resistência que surpreendeu o mundo. “Foi um enorme teste de fogo”, diz o italiano Virgilio Cerutti, executivo que assumiu a presidência da fabricante de autopeças Magneti Marelli para a América Latina em junho do ano passado. “Quando cheguei, me disseram que as mudanças acontecem muito rapidamente no Brasil, mas eu não poderia imaginar que fosse tanto assim.” O desempenho da Magneti Marelli (no 262) é exemplar para ilustrar a inversão de tendência que se viu no último trimestre do ano passado. Segundo Ce-

rutti, antes de a quebradeira começar nos Estados Unidos e contaminar o resto do mundo, a unidade brasileira da empresa registrava aumento de vendas de quase 40% em relação a 2007. No último trimestre, a média de faturamento mensal caiu 70% em comparação com o registrado em setembro, o último mês de pujança. O efeito desses três meses tão deprimidos levou a Magneti Marelli a terminar 2008 com faturamento de 704 milhões de dólares, apenas 1% acima do resultado do ano anterior, mas ainda assim com lucro de 21 milhões de dólares. Para outras empresas, porém, a reversão significou ver esvair a rentabilidade. “Foram três meses de pesadelo”,

Apesar da crise, No ano passado, as 500 maiores empresas

um saldo positivo do Brasil registraram novos recordes de vendas, valor de ativos, exportações e empregos. Mas os efeitos da crise global,

que se fizeram sentir no país no último

trimestre de 2008, afetaram a lucratividade das companhias. A desaceleração também se refletiu na queda de impostos pagos VENDAS DAS 500

A FATIA DE CADA UM

(em bilhões de dólares)

900

21% 600

Estatais

552

600

NÚMERO DE EMPREGADOS

ATIVOS

(em bilhões de dólares)

Participação das empresas estrangeiras, brasileiras e estatais no total de vendas das maiores

642 650 627

687 710

751

808 846

900

743

691 692 679

600

680 631 659

738 772

844

1 555 405 1 708 132 1 646 749 1 697 487 1 682 050 1 821 752 1 877 655 1 946 265 2 278 712 2 654 346

99 00 01 02 03 04

300

300

05 06 07

0

37%

42%

Nacionais

99

Estrangeiras

NÚMERO DE EMPRESAS

00

01

02

03

04

Variação 2007/2008

05

Estatais

99

00

01

02

03

04

05

06

07

08

60

120

Variação 2007/2008

36

52

39

36

80

78

86

86

89

87

97 102

110

120 117

85

89

84

60 40 20

3 00

% do total das vendas 100

88

80

40

18

-5 99

em bilhões de dólares 100

27

0

16,5%

EXPORTAÇÕES DAS 500

(em bilhões de dólares)

47

08

9%

IMPOSTOS PAGOS PELAS 500

20

37

0

Variação 2007/2008

(em bilhões de dólares)

272

Nacionais Estrangeiras

08

LUCRO DAS 500

40

191

07

5%

45

272

06

01

02

03

Variação 2007/2008

04

05

06

07

-31,5%

08

0

99

00

01

02

03

Variação 2007/2008

04

05

06

07

-2,5%

08

0

23% 2004

22,5% 2005

22% 2006

Variação 2007/2008

21% 2007

21% 2008

12%

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 41

DOIS ANOS EM UM.indd 3-4

7/3/09 2:53:54 AM


ANÁLISE | Balanço das 500

HELMUT BAPTISTA/TYBA

O

Um cenário turbulento As grandes exportadoras brasileiras, como a mineradora Vale, estão no grupo das empresas que mais sofreram com a desaceleração global dos negócios em 2008

ano de 2008 vai entrar para a história das grandes companhias brasileiras. Ao longo de 12 meses, muitas delas viveram a experiência de ir repentinamente da euforia à depressão. Os primeiros três trimestres foram dignos de entusiasmo, com o PIB apresentando um aquecimento progressivo. No terceiro, o crescimento alcançou 6,8% sobre o mesmo período de 2007, taxa que não se via desde o segundo trimestre de 2004. Então, no final de setembro, a crise global atingiu a economia brasileira de forma mais violenta do que o previsto inicialmente. Nos meses de outubro, novembro e dezembro, o desempenho de muitos setores — sobretudo aqueles voltados para o mercado internacional — embicou para baixo, e o PIB do último trimestre do ano fechou com queda de 3,6% em relação aos três meses anteriores. A crise econômica mundial poderia ter sido catastrófica para o Brasil. Não foi. O país, seu mercado interno e suas empresas demonstraram uma resistência que surpreendeu o mundo. “Foi um enorme teste de fogo”, diz o italiano Virgilio Cerutti, executivo que assumiu a presidência da fabricante de autopeças Magneti Marelli para a América Latina em junho do ano passado. “Quando cheguei, me disseram que as mudanças acontecem muito rapidamente no Brasil, mas eu não poderia imaginar que fosse tanto assim.” O desempenho da Magneti Marelli (no 262) é exemplar para ilustrar a inversão de tendência que se viu no último trimestre do ano passado. Segundo Ce-

rutti, antes de a quebradeira começar nos Estados Unidos e contaminar o resto do mundo, a unidade brasileira da empresa registrava aumento de vendas de quase 40% em relação a 2007. No último trimestre, a média de faturamento mensal caiu 70% em comparação com o registrado em setembro, o último mês de pujança. O efeito desses três meses tão deprimidos levou a Magneti Marelli a terminar 2008 com faturamento de 704 milhões de dólares, apenas 1% acima do resultado do ano anterior, mas ainda assim com lucro de 21 milhões de dólares. Para outras empresas, porém, a reversão significou ver esvair a rentabilidade. “Foram três meses de pesadelo”,

Apesar da crise, No ano passado, as 500 maiores empresas

um saldo positivo do Brasil registraram novos recordes de vendas, valor de ativos, exportações e empregos. Mas os efeitos da crise global,

que se fizeram sentir no país no último

trimestre de 2008, afetaram a lucratividade das companhias. A desaceleração também se refletiu na queda de impostos pagos VENDAS DAS 500

A FATIA DE CADA UM

(em bilhões de dólares)

900

21% 600

Estatais

552

600

NÚMERO DE EMPREGADOS

ATIVOS

(em bilhões de dólares)

Participação das empresas estrangeiras, brasileiras e estatais no total de vendas das maiores

642 650 627

687 710

751

808 846

900

743

691 692 679

600

680 631 659

738 772

844

1 555 405 1 708 132 1 646 749 1 697 487 1 682 050 1 821 752 1 877 655 1 946 265 2 278 712 2 654 346

99 00 01 02 03 04

300

300

05 06 07

0

37%

42%

Nacionais

99

Estrangeiras

NÚMERO DE EMPRESAS

00

01

02

03

04

Variação 2007/2008

05

Estatais

99

00

01

02

03

04

05

06

07

08

60

120

Variação 2007/2008

36

52

39

36

80

78

86

86

89

87

97 102

110

120 117

85

89

84

60 40 20

3 00

% do total das vendas 100

88

80

40

18

-5 99

em bilhões de dólares 100

27

0

16,5%

EXPORTAÇÕES DAS 500

(em bilhões de dólares)

47

08

9%

IMPOSTOS PAGOS PELAS 500

20

37

0

Variação 2007/2008

(em bilhões de dólares)

272

Nacionais Estrangeiras

08

LUCRO DAS 500

40

191

07

5%

45

272

06

01

02

03

Variação 2007/2008

04

05

06

07

-31,5%

08

0

99

00

01

02

03

Variação 2007/2008

04

05

06

07

-2,5%

08

0

23% 2004

22,5% 2005

22% 2006

Variação 2007/2008

21% 2007

21% 2008

12%

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 41

DOIS ANOS EM UM.indd 3-4

7/3/09 2:53:54 AM


312,4

ANÁLISE | Balanço das 500 Como se comportaram os setores Em 2008, os setores mais dependentes dos mercados externos sentiram mais os impactos da crise, especialmente

155,5

com a queda dos lucros. A maioria, no entanto, fechou o ano com recorde de vendas 71,5 17,3

32,6 12,8

8,6

8,5

6,4

5

4,4

2,4

1,3

1,1

0,1

-0,2

-0,5

VENDAS

9

5,5

-0,2

-7,5

-13

-21,6 -23,2

-32

-39,7 -54,8 -56,9 -96,8 -101,3 -106 -171,6 -190,1 -300,8

LUCROS

Variação % em relação aos resultados de 2007

Variação % em relação aos resultados de 2007

Se rvi ço s Be ns de co ns Au um to ind o ús tri Sid a .e me tal ur En gia erg ia Ele tro ele trô Tra nic ns o po rte At ac ad o Pa pe le ce lul Te os lec e om un i ca Fa çõ rm es ac êu t i c Co o mu nic aç Qu õe s ím .e pe tro Tê qu xte ím is . Ind ús tri ad igi tal

Ind .d ac on str Be uç ns ão de ca pit Di al ve rso s Mi ne raç ão Pr od .a gr op ec Va uá rej ria o

11,5

-10,1 -10,3 -17,9 -32,8

diz o mexicano Patricio Mendizábal, presidente da operação brasileira da Mabe (nos 508 e 587), dona das marcas GE e Dako de eletrodomésticos. Depois de um primeiro semestre promissor, a empresa fechou o ano com receita de 606,5 milhões de dólares, queda de 6,7% em relação a 2007. Os números apresentados nesta edição de MELHORES E MAIORES mostram que, em maior ou menor grau, o choque da súbita passagem de um momento favorável para outro de adversidade foi sentido pela maioria das empresas. No conjunto, as 500 maiores companhias da indústria, do comércio e de serviços em atividade no país registraram em 2008 receita de 846 bilhões de dólares, cifra ainda 5% maior que a de 2007, que já havia sido um ano excepcional para a economia brasileira. Outros indicadores, como o total de empregados (aumento de 16,5%) e o valor das exportações (elevação de 12%), continuaram positivos, mantendo a tendência dos últimos anos. O impacto da crise foi sentido nos lucros das 500, que apresentaram queda de 31,5%. Por esses e outros números fica evidente que, não fosse a mudança de circunstâncias — uma mudança nada trivial,

por se tratar da maior contração da economia mundial registrada em 80 anos —, as empresas e, por consequência, a economia brasileira poderiam celebrar um ano brilhante. No balanço final de 2008, o país ainda apresentou crescimento de 5,1%, acumulando o segundo ano consecutivo com taxa acima de 5 pontos per-

Apesar da crise no último trimestre, as maiores empresas brasileiras aumentaram em quase 20% a força de trabalho em 2008 centuais. E, ao que tudo indica, tem chance de encerrar 2009 com algum crescimento — ou, na pior das hipóteses, com uma pequena queda —, resultado que pode ser considerado vitorioso diante do previsto para as economias mais desenvolvidas. “O Brasil sofreu efeitos importantes, como queda de exportações, dos

investimentos e restrição de crédito, mas são reflexos periféricos, todos originados lá fora”, diz o economista Claudio Haddad, presidente da escola de negócios Insper, ex-Ibmec São Paulo. Para as empresas, o impacto da turbulência no Brasil ficou longe do sentido pelas companhias na Europa, no Japão e nos Estados Unidos, o epicentro da crise, onde o PIB avançou apenas 1,1%. O ano de 2008 foi o pior na história de quase seis décadas da Fortune 500, a mais respeitada publicação sobre o ambiente corporativo americano. Lá, o lucro somado das maiores empresas caiu 85% em comparação com o obtido em 2007. A seguradora AIG teve um prejuízo de 99 bilhões de dólares, a maior perda já registrada pelo anuário. Outras 11 companhias se juntaram ao grupo dos 25 maiores prejuízos publicados pela revista em 55 anos. Ícones como as montadoras General Motors, Ford e Chrysler ruíram. Diferentemente do que aconteceu no Brasil, a economia americana já estava em recessão moderada desde janeiro de 2008 e enfraqueceu ainda mais a partir de junho, quando subiu o nível de inadimplência e grande parte das hipotecas de imóveis começou a ser renegociada.

Fa rm ac êu tic Mi o ne raç ão Ele tro ele trô Pr nic od o .a gr op Tê ec uá xte ria is Be ns de co ns Tra um ns o po rte Qu ím .e pe tro Pa qu pe ím le . ce lul os e

18,8

At ac ad o

19,9

Ind ús tri ad igi Di tal ve rso s En erg ia Se rvi ço s Ind .d ac on str Te uç lec ão om un ica Co çõ mu es nic aç õe Be s ns de ca pit Au al to ind ús tri Sid a .e me tal Va ur gia rej o

22,9

Os campeões de 2008 As empresas que se destacaram no ano passado, segundo vários indicadores DEZ COM MAIOR RECEITA

DEZ COM MAIOR LUCRO

DEZ COM MAIOR CRESCIMENTO

DEZ MAIS RENTÁVEIS(1)

(em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

(em %)

(em %)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras BR Distribuidora Vale Volkswagen Fiat AmBev General Motors Shell Bunge Alimentos Carrefour

92 409,2 28 888,0 15 296,8 14 414,3 11 452,0 11 239,3 10 731,5 10 191,0 10 112,4 9 978,9

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras Vale CSN Telefônica Usiminas Fiat ArcelorMittal AmBev Visanet Chesf

14 124,3 4 772,0 1 644,7 1 046,5 828,7 803,7 701,4 667,6 626,7 624,5

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Trop CEG Rio Granol Vale Manganês Americel Galvão Avipal-NE Carioca Engenharia EIT Ferbasa

125,5 117,3 87,7 82,4 77,3 72,7 71,1 68,8 68,5 67,1

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

99,1 81,2 72,6 70,3 69,9 68,4 66,8 60,9 60,0 59,9

CPFL Brasil Cálamo Editora Abril Redecard Visanet Mantecorp Logística Trop Nibrasco AutoBan AES Tietê

DEZ QUE MAIS PAGARAM SALÁRIOS

DEZ QUE PAGARAM MAIS IMPOSTOS

DEZ QUE MAIS EMPREGARAM

DEZ QUE MAIS EXPORTARAM

(em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

(em número de empregados)

(em milhões de dólares)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras E.C.T. Odebrecht Tenaris Confab Volkswagen General Motors Embraer TAM Sadia Pão de Açúcar

4 000,3 2 001,9 1 238,1 954,3 927,3 896,3 782,7 652,7 586,9 495,2

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras BR Distribuidora AmBev Fiat Telemar Souza Cruz Telefônica Vivo Brasil Telecom Refap

20 553,1 5 148,8 3 720,4 2 836,1 2 696,8 2 551,7 2 466,4 1 777,7 1 696,1 1 545,4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

E.C.T. Odebrecht Wal-Mart Contax Atento Pão de Açúcar Carrefour Sadia Petrobras JBS

112 331 81 991 75 000 74 499 73 000 70 656 65 144 60 641 55 199 55 000

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras Vale Bunge Alimentos Embraer Cargill Sadia Volkswagen Samarco Gerdau Açominas LDC

15 651,2 11 065,5 6 227,1 4 648,6 4 093,7 2 112,1 1 954,5 1 866,9 1 666,0 1 645,5

(1) Rentabilidade sobre o patrimônio

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 43

DOIS ANOS EM UM.indd 5-6

7/3/09 2:26:38 AM


312,4

ANÁLISE | Balanço das 500 Como se comportaram os setores Em 2008, os setores mais dependentes dos mercados externos sentiram mais os impactos da crise, especialmente

155,5

com a queda dos lucros. A maioria, no entanto, fechou o ano com recorde de vendas 71,5 17,3

32,6 12,8

8,6

8,5

6,4

5

4,4

2,4

1,3

1,1

0,1

-0,2

-0,5

VENDAS

9

5,5

-0,2

-7,5

-13

-21,6 -23,2

-32

-39,7 -54,8 -56,9 -96,8 -101,3 -106 -171,6 -190,1 -300,8

LUCROS

Variação % em relação aos resultados de 2007

Variação % em relação aos resultados de 2007

Se rvi ço s Be ns de co ns Au um to ind o ús tri Sid a .e me tal ur En gia erg ia Ele tro ele trô Tra nic ns o po rte At ac ad o Pa pe le ce lul Te os lec e om un i ca Fa çõ rm es ac êu t i c Co o mu nic aç Qu õe s ím .e pe tro Tê qu xte ím is . Ind ús tri ad igi tal

Ind .d ac on str Be uç ns ão de ca pit Di al ve rso s Mi ne raç ão Pr od .a gr op ec Va uá rej ria o

11,5

-10,1 -10,3 -17,9 -32,8

diz o mexicano Patricio Mendizábal, presidente da operação brasileira da Mabe (nos 508 e 587), dona das marcas GE e Dako de eletrodomésticos. Depois de um primeiro semestre promissor, a empresa fechou o ano com receita de 606,5 milhões de dólares, queda de 6,7% em relação a 2007. Os números apresentados nesta edição de MELHORES E MAIORES mostram que, em maior ou menor grau, o choque da súbita passagem de um momento favorável para outro de adversidade foi sentido pela maioria das empresas. No conjunto, as 500 maiores companhias da indústria, do comércio e de serviços em atividade no país registraram em 2008 receita de 846 bilhões de dólares, cifra ainda 5% maior que a de 2007, que já havia sido um ano excepcional para a economia brasileira. Outros indicadores, como o total de empregados (aumento de 16,5%) e o valor das exportações (elevação de 12%), continuaram positivos, mantendo a tendência dos últimos anos. O impacto da crise foi sentido nos lucros das 500, que apresentaram queda de 31,5%. Por esses e outros números fica evidente que, não fosse a mudança de circunstâncias — uma mudança nada trivial,

por se tratar da maior contração da economia mundial registrada em 80 anos —, as empresas e, por consequência, a economia brasileira poderiam celebrar um ano brilhante. No balanço final de 2008, o país ainda apresentou crescimento de 5,1%, acumulando o segundo ano consecutivo com taxa acima de 5 pontos per-

Apesar da crise no último trimestre, as maiores empresas brasileiras aumentaram em quase 20% a força de trabalho em 2008 centuais. E, ao que tudo indica, tem chance de encerrar 2009 com algum crescimento — ou, na pior das hipóteses, com uma pequena queda —, resultado que pode ser considerado vitorioso diante do previsto para as economias mais desenvolvidas. “O Brasil sofreu efeitos importantes, como queda de exportações, dos

investimentos e restrição de crédito, mas são reflexos periféricos, todos originados lá fora”, diz o economista Claudio Haddad, presidente da escola de negócios Insper, ex-Ibmec São Paulo. Para as empresas, o impacto da turbulência no Brasil ficou longe do sentido pelas companhias na Europa, no Japão e nos Estados Unidos, o epicentro da crise, onde o PIB avançou apenas 1,1%. O ano de 2008 foi o pior na história de quase seis décadas da Fortune 500, a mais respeitada publicação sobre o ambiente corporativo americano. Lá, o lucro somado das maiores empresas caiu 85% em comparação com o obtido em 2007. A seguradora AIG teve um prejuízo de 99 bilhões de dólares, a maior perda já registrada pelo anuário. Outras 11 companhias se juntaram ao grupo dos 25 maiores prejuízos publicados pela revista em 55 anos. Ícones como as montadoras General Motors, Ford e Chrysler ruíram. Diferentemente do que aconteceu no Brasil, a economia americana já estava em recessão moderada desde janeiro de 2008 e enfraqueceu ainda mais a partir de junho, quando subiu o nível de inadimplência e grande parte das hipotecas de imóveis começou a ser renegociada.

Fa rm ac êu tic Mi o ne raç ão Ele tro ele trô Pr nic od o .a gr op Tê ec uá xte ria is Be ns de co ns Tra um ns o po rte Qu ím .e pe tro Pa qu pe ím le . ce lul os e

18,8

At ac ad o

19,9

Ind ús tri ad igi Di tal ve rso s En erg ia Se rvi ço s Ind .d ac on str Te uç lec ão om un ica Co çõ mu es nic aç õe Be s ns de ca pit Au al to ind ús tri Sid a .e me tal Va ur gia rej o

22,9

Os campeões de 2008 As empresas que se destacaram no ano passado, segundo vários indicadores DEZ COM MAIOR RECEITA

DEZ COM MAIOR LUCRO

DEZ COM MAIOR CRESCIMENTO

DEZ MAIS RENTÁVEIS(1)

(em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

(em %)

(em %)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras BR Distribuidora Vale Volkswagen Fiat AmBev General Motors Shell Bunge Alimentos Carrefour

92 409,2 28 888,0 15 296,8 14 414,3 11 452,0 11 239,3 10 731,5 10 191,0 10 112,4 9 978,9

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras Vale CSN Telefônica Usiminas Fiat ArcelorMittal AmBev Visanet Chesf

14 124,3 4 772,0 1 644,7 1 046,5 828,7 803,7 701,4 667,6 626,7 624,5

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Trop CEG Rio Granol Vale Manganês Americel Galvão Avipal-NE Carioca Engenharia EIT Ferbasa

125,5 117,3 87,7 82,4 77,3 72,7 71,1 68,8 68,5 67,1

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

99,1 81,2 72,6 70,3 69,9 68,4 66,8 60,9 60,0 59,9

CPFL Brasil Cálamo Editora Abril Redecard Visanet Mantecorp Logística Trop Nibrasco AutoBan AES Tietê

DEZ QUE MAIS PAGARAM SALÁRIOS

DEZ QUE PAGARAM MAIS IMPOSTOS

DEZ QUE MAIS EMPREGARAM

DEZ QUE MAIS EXPORTARAM

(em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

(em número de empregados)

(em milhões de dólares)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras E.C.T. Odebrecht Tenaris Confab Volkswagen General Motors Embraer TAM Sadia Pão de Açúcar

4 000,3 2 001,9 1 238,1 954,3 927,3 896,3 782,7 652,7 586,9 495,2

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras BR Distribuidora AmBev Fiat Telemar Souza Cruz Telefônica Vivo Brasil Telecom Refap

20 553,1 5 148,8 3 720,4 2 836,1 2 696,8 2 551,7 2 466,4 1 777,7 1 696,1 1 545,4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

E.C.T. Odebrecht Wal-Mart Contax Atento Pão de Açúcar Carrefour Sadia Petrobras JBS

112 331 81 991 75 000 74 499 73 000 70 656 65 144 60 641 55 199 55 000

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Petrobras Vale Bunge Alimentos Embraer Cargill Sadia Volkswagen Samarco Gerdau Açominas LDC

15 651,2 11 065,5 6 227,1 4 648,6 4 093,7 2 112,1 1 954,5 1 866,9 1 666,0 1 645,5

(1) Rentabilidade sobre o patrimônio

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 43

DOIS ANOS EM UM.indd 5-6

7/3/09 2:26:38 AM


ANÁLISE | Balanço das 500 O estrago do último trimestre No ano passado, as empresas brasileiras conheceram duas

A restrição ao crédito e o esfriamento do comércio exterior foram os dois principais meios pelos quais a crise dos países desenvolvidos chegou ao Brasil. Num primeiro momento, com o corte de linhas internacionais de financiamento e o aumento da cautela dos bancos locais, até mesmo grandes empresas no país tiveram problemas de liquidez, com dificuldade para obter capital de giro. Estragos financeiros mais sérios ocorreram apenas de forma localizada, abatendo quem havia feito apostas em operações de derivativos sem levar em conta a possibilidade de uma virada no câmbio — que ocorreu com uma desvalorização do real frente ao dólar. Mas, enquanto nos Estados Unidos o governo se desdobrou em

realidades distintas. Foram nove meses de forte demanda doméstica e externa e um último trimestre de desaceleração RECEITA DAS 100 MAIORES EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO POR TRIMESTRE/2008

VARIAÇÃO DO PIB EM % Variação em relação ao trimestre anterior Variação em relação a igual trimestre do ano anterior

(em bilhões de reais)

6,81

6,2

6,13 1,91

1,62

1O trimestre

2O trimestre

1,37 1,28

196 221 247 229 1O trimestre

2O trimestre

3O trimestre 4O trimestre

-3 65 3O trimestre 4O trimestre

PRODUÇÃO INDUSTRIAL

VENDA DE VEÍCULOS NOVOS

% em relação ao mesmo mês do ano anterior

(em mil unidades)

15,0

Total em 2007: 2 462

8,5

Total em 2008: 2 820

300

7,5 250

0

194

200

-7,5

-14,5 jan/2008

150

dez

jan/2008

dez

FLUXO CAMBIAL

INVEST. ESTRANGEIROS DIRETOS

Entrada de dólares no país (em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

Total em 2007:

87 454

Total em 2008: -983

Total em 2007: 34 585

8 000

10 000

4 000

8 000 6 000

0 -4 000

MARCELO ALMEIDA

-15,0

A taxa de crescimento das 500 maiores companhias brasileiras em 2008 foi mais de cinco vezes superior à das 500 maiores americanas

215

Total em 2008: 45 058

8 115 4 826

4 000

-2 357

-6 373

Desaceleração dos negócios

2 000

Depois de anos de recordes sucessivos, as vendas de várias empresas ligadas ao setor de eletroeletrônicos recuaram em 2008. Na fabricante de computadores Positivo (foto), a queda de receita foi de quase 5% em relação a 2007

0

-8 000

jan/2008

dez

jan/2008

dez

ALGUMAS DAS MAIORES QUEDAS NO QUARTO TRIMESTRE DE 2008

EXPORTAÇÕES (em bilhões de dólares) Total em 2007: 161

Total em 2008: 198

Caraíba

20 Faturamento (em milhões de reais)

15

800

Paranapanema

Petrobras

Quattor Petroquímica

1 200

80 000

600

60 000

600 800

14

13

400

10

jan/2008

Total em 2008: 3 215

350

% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

97 jan/2008

dez

331

379

0

1 019

981

960

521

493

0

46 892 54 570 67 460 46 197 42 596

0

80

80

80

60

60

40

40

-40

50

679

60

-20

150

702

80

0

250

760

60 20

254

20 000

200 0

(em mil unidades)

200

400

dez

PRODUÇÃO DE VEÍCULOS Total em 2007: 2 971

400 40 000

-60

10%

20

20

0

-22%

-8%

0

-20

-47%

-50%

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

-17%

-40 -60

52%

40

14% -5%

-20

-46%

-52%

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

21%

31%

510

489

343

323

-29%

-27%

-26%

-34%

-28%

40 20

2%

0

-9%

-40 -60

449

-20 -40

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

-60

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

medidas de salvamento, aqui casos como o da Aracruz (no 161) e o da Sadia (no 33), cuja soma dos prejuízos em 2008 chegou a 3,4 bilhões de dólares por causa de operações equivocadas no mercado financeiro, foram resolvidos no âmbito do mercado — ambas foram incorporadas por concorrentes. As empresas exportadoras, especialmente de produtos manufaturados e de minérios, estiveram entre as que sofreram mais. As vendas de automóveis, calçados e têxteis, entre outros produtos, fecharam o ano em queda, devido à redução generalizada da demanda no mundo. No setor de minérios, a Vale (no 3) perdeu tanto em volume de vendas para a China quanto em preço, após anos de seguidos aumentos. A baixa de preços também afetou no final do ano alguns produtos do agronegócio, mas em menor grau. A Amaggi (no 114), uma das maiores produtoras de soja do país, faturou 1,6

Fontes: Economática, IBGE – Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física, Anfavea, Banco Central do Brasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 45

DOIS ANOS EM UM.indd 7-8

7/3/09 2:54:38 AM


ANÁLISE | Balanço das 500 O estrago do último trimestre No ano passado, as empresas brasileiras conheceram duas

A restrição ao crédito e o esfriamento do comércio exterior foram os dois principais meios pelos quais a crise dos países desenvolvidos chegou ao Brasil. Num primeiro momento, com o corte de linhas internacionais de financiamento e o aumento da cautela dos bancos locais, até mesmo grandes empresas no país tiveram problemas de liquidez, com dificuldade para obter capital de giro. Estragos financeiros mais sérios ocorreram apenas de forma localizada, abatendo quem havia feito apostas em operações de derivativos sem levar em conta a possibilidade de uma virada no câmbio — que ocorreu com uma desvalorização do real frente ao dólar. Mas, enquanto nos Estados Unidos o governo se desdobrou em

realidades distintas. Foram nove meses de forte demanda doméstica e externa e um último trimestre de desaceleração RECEITA DAS 100 MAIORES EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO POR TRIMESTRE/2008

VARIAÇÃO DO PIB EM % Variação em relação ao trimestre anterior Variação em relação a igual trimestre do ano anterior

(em bilhões de reais)

6,81

6,2

6,13 1,91

1,62

1O trimestre

2O trimestre

1,37 1,28

196 221 247 229 1O trimestre

2O trimestre

3O trimestre 4O trimestre

-3 65 3O trimestre 4O trimestre

PRODUÇÃO INDUSTRIAL

VENDA DE VEÍCULOS NOVOS

% em relação ao mesmo mês do ano anterior

(em mil unidades)

15,0

Total em 2007: 2 462

8,5

Total em 2008: 2 820

300

7,5 250

0

194

200

-7,5

-14,5 jan/2008

150

dez

jan/2008

dez

FLUXO CAMBIAL

INVEST. ESTRANGEIROS DIRETOS

Entrada de dólares no país (em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

Total em 2007:

87 454

Total em 2008: -983

Total em 2007: 34 585

8 000

10 000

4 000

8 000 6 000

0 -4 000

MARCELO ALMEIDA

-15,0

A taxa de crescimento das 500 maiores companhias brasileiras em 2008 foi mais de cinco vezes superior à das 500 maiores americanas

215

Total em 2008: 45 058

8 115 4 826

4 000

-2 357

-6 373

Desaceleração dos negócios

2 000

Depois de anos de recordes sucessivos, as vendas de várias empresas ligadas ao setor de eletroeletrônicos recuaram em 2008. Na fabricante de computadores Positivo (foto), a queda de receita foi de quase 5% em relação a 2007

0

-8 000

jan/2008

dez

jan/2008

dez

ALGUMAS DAS MAIORES QUEDAS NO QUARTO TRIMESTRE DE 2008

EXPORTAÇÕES (em bilhões de dólares) Total em 2007: 161

Total em 2008: 198

Caraíba

20 Faturamento (em milhões de reais)

15

800

Paranapanema

Petrobras

Quattor Petroquímica

1 200

80 000

600

60 000

600 800

14

13

400

10

jan/2008

Total em 2008: 3 215

350

% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

97 jan/2008

dez

331

379

0

1 019

981

960

521

493

0

46 892 54 570 67 460 46 197 42 596

0

80

80

80

60

60

40

40

-40

50

679

60

-20

150

702

80

0

250

760

60 20

254

20 000

200 0

(em mil unidades)

200

400

dez

PRODUÇÃO DE VEÍCULOS Total em 2007: 2 971

400 40 000

-60

10%

20

20

0

-22%

-8%

0

-20

-47%

-50%

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

-17%

-40 -60

52%

40

14% -5%

-20

-46%

-52%

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

21%

31%

510

489

343

323

-29%

-27%

-26%

-34%

-28%

40 20

2%

0

-9%

-40 -60

449

-20 -40

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

-60

1O trim 2O trim 3O trim 4O trim 1O trim 2008 2008 2008 2008 2009

medidas de salvamento, aqui casos como o da Aracruz (no 161) e o da Sadia (no 33), cuja soma dos prejuízos em 2008 chegou a 3,4 bilhões de dólares por causa de operações equivocadas no mercado financeiro, foram resolvidos no âmbito do mercado — ambas foram incorporadas por concorrentes. As empresas exportadoras, especialmente de produtos manufaturados e de minérios, estiveram entre as que sofreram mais. As vendas de automóveis, calçados e têxteis, entre outros produtos, fecharam o ano em queda, devido à redução generalizada da demanda no mundo. No setor de minérios, a Vale (no 3) perdeu tanto em volume de vendas para a China quanto em preço, após anos de seguidos aumentos. A baixa de preços também afetou no final do ano alguns produtos do agronegócio, mas em menor grau. A Amaggi (no 114), uma das maiores produtoras de soja do país, faturou 1,6

Fontes: Economática, IBGE – Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física, Anfavea, Banco Central do Brasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 45

DOIS ANOS EM UM.indd 7-8

7/3/09 2:54:38 AM


ANÁLISE | Balanço das 500

Das 35 empresas do setor de serviços classificadas entre as 500 maiores do país, apenas cinco tiveram prejuízo em 2008 lucro de 230 milhões de dólares. “Dos nossos 8,5 milhões de novos clientes, 3 milhões foram conquistados justamente no último trimestre de 2008”, diz João Cox, presidente da Claro. O comércio varejista obteve alta de vendas de 13% em relação a 2007, mas lucrou 23% menos. “Nesse setor, mais heterogêneo, as variações se explicam em parte pelos diferentes impactos sobre cada segmento”, diz Alexandre Andrade, analista de varejo da consultoria Tendências. Em períodos de crise e de incerteza em relação ao futuro, o con-

No centro da crise As empresas americanas sofreram mais com a crise em 2008 do que as brasileiras

(1)

500 MELHORES E MAIORES(2)

FORTUNE 500(3)

(dezembro de 2008)

(dezembro de 2008)

846 36 -14

vendas

lucro

prejuízo

10688 99 -519

bilhões de dólares

vendas

bilhões de dólares

lucro

bilhões de dólares

prejuízo

bilhões de dólares bilhões de dólares bilhões de dólares

OBSERVAÇÃO A soma das perdas das 500 maiores empresas do Brasil em 2008 é menor que o prejuízo da Ford nos Estados Unidos no ano passado

OBSERVAÇÃO Dos 25 maiores prejuízos da história das 500 maiores companhias americanas registradas pela Fortune, 11 ocorreram em 2008

VARIAÇÃO PERCENTUAL 2007/2008

VARIAÇÃO PERCENTUAL 2007/2008

5

0,8

Vendas

Vendas

-31,5

Q. SAKAMAKI/REDUX

bilhão de dólares, 64% mais que no ano anterior. “No final de 2008, praticamente 90% de nossa meta de comercialização já estava concluída, com preços altos porque vendemos mais cedo a produção”, diz Pedro Jacyr Bongiolo, presidente do grupo Amaggi. Uma vantagem do Brasil foi a resistência de seu mercado interno. Afora algumas perdas mais contundentes em empresas industriais e exportadoras, como se deu na Embraer (no 38), que demitiu 4 200 funcionários ao sofrer corte imediato de 30% nas encomendas de aviões, a renda e o emprego foram preservados. Isso explica o bom desempenho de setores mais diretamente ligados ao mercado doméstico, como os de energia, construção, comércio varejista, bens de consumo e telecomunicações. Das 35 empresas do setor de serviços listadas entre as 500 maiores do país, apenas cinco reportaram prejuízo em 2008. No conjunto, o faturamento dessas empresas evoluiu 9% em relação aos resultados alcançados em 2007. A operadora de telefonia celular Claro (no 28) faturou 5,7 bilhões de dólares no ano passado, montante 5,2% maior que o de 2007, e teve

Lucro

O furacão americano

Lucro

O turbilhão financeiro dos Estados Unidos, que derrubou gigantes como a seguradora AIG (foto), mergulhou o país na recessão em 2008. No Brasil, os efeitos da crise derrubaram os lucros das empresas em 30% no ano passado

-84,7 Lucro

OS DEZ MAIORES PREJUÍZOS NO BRASIL

OS DEZ MAIORES PREJUÍZOS NOS ESTADOS UNIDOS

z cru Ara

ia Sad

sp Ce

P VC

TAM

ap Ref rte ono r t e El ig Var

c p e rs G) ch ps r Ma Ma rou (AI hili oto Lyn p oto die itig oP u nie lM rill c d o C a n r r r e o a e r e n rd M G F F M n l o o e F a C n r G rne atio Wa ern t e n I Tim CBS an eric m A

Empresa

Posição no ranking das 500

245O

Posição no ranking das 500

161O

33O

16O

141O

155O

37O

26O

85O

159O

340O

Faturamento (em milhões de dólares)

11 104 22 652 12 302 148 979 112 372 16 784 230 764 146 277 46 984 13 950

Faturamento (em milhões de dólares)

1 161

5 007

7 162

1 326

1 200

4 770

5 948

2 035

1 170

539

Empresa

112O

220O

6O

12O

150O

Prejuízo (em milhões de dólares)

-30 860 -27 684 -27 612

50 000

-58 707

4O

7O

48O

186O

-16 998 -14 672 -13 402 -11 673

N VM

Prejuízo (em milhões de dólares)

-421 1 000

-50 119 -1 357 2 000

100 000

-99 289

m ske Bra

-2 060

-1 084 -1 013

-866

-856

-822

-757

-334

sumidor se retrai. Os primeiros produtos afetados pela cautela são os fortemente dependentes de crédito, como automóveis e imóveis. Nesses dois casos, o governo agiu como bombeiro, reduzindo impostos dos carros e de materiais de construção e lançando um pacote de incentivo imobiliário, o programa Minha Casa, Minha Vida. Segmentos que não foram alvo de bondades sentiram. A Renner (no 149), uma das maiores redes de lojas de roupas do país, precisou se adaptar ao novo ambiente. “No final de 2008, fomos atingidos pela primeira onda de impacto da crise, gerada por uma queda da confiança do consumidor no futuro”, afirma José Galló, presidente da Renner. “Partimos para ações estratégicas de defesa, com a redução de despesas e a revisão de contratos e do plano de expansão.” De acordo com ele, o plano de abrir 15 lojas em 2009, como a

(1) O ranking da revista americana inclui instituições financeiras (2) 91 empresas terminaram 2008 no vermelho entre as 500 maiores brasileiras (3) 128 empresas terminaram 2008 no vermelho entre as 500 americanas Fontes: Fortune 500 e MELHORES E MAIORES

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 47

DOIS ANOS EM UM.indd 9-10

7/3/09 2:55:18 AM


ANÁLISE | Balanço das 500

Das 35 empresas do setor de serviços classificadas entre as 500 maiores do país, apenas cinco tiveram prejuízo em 2008 lucro de 230 milhões de dólares. “Dos nossos 8,5 milhões de novos clientes, 3 milhões foram conquistados justamente no último trimestre de 2008”, diz João Cox, presidente da Claro. O comércio varejista obteve alta de vendas de 13% em relação a 2007, mas lucrou 23% menos. “Nesse setor, mais heterogêneo, as variações se explicam em parte pelos diferentes impactos sobre cada segmento”, diz Alexandre Andrade, analista de varejo da consultoria Tendências. Em períodos de crise e de incerteza em relação ao futuro, o con-

No centro da crise As empresas americanas sofreram mais com a crise em 2008 do que as brasileiras

(1)

500 MELHORES E MAIORES(2)

FORTUNE 500(3)

(dezembro de 2008)

(dezembro de 2008)

846 36 -14

vendas

lucro

prejuízo

10688 99 -519

bilhões de dólares

vendas

bilhões de dólares

lucro

bilhões de dólares

prejuízo

bilhões de dólares bilhões de dólares bilhões de dólares

OBSERVAÇÃO A soma das perdas das 500 maiores empresas do Brasil em 2008 é menor que o prejuízo da Ford nos Estados Unidos no ano passado

OBSERVAÇÃO Dos 25 maiores prejuízos da história das 500 maiores companhias americanas registradas pela Fortune, 11 ocorreram em 2008

VARIAÇÃO PERCENTUAL 2007/2008

VARIAÇÃO PERCENTUAL 2007/2008

5

0,8

Vendas

Vendas

-31,5

Q. SAKAMAKI/REDUX

bilhão de dólares, 64% mais que no ano anterior. “No final de 2008, praticamente 90% de nossa meta de comercialização já estava concluída, com preços altos porque vendemos mais cedo a produção”, diz Pedro Jacyr Bongiolo, presidente do grupo Amaggi. Uma vantagem do Brasil foi a resistência de seu mercado interno. Afora algumas perdas mais contundentes em empresas industriais e exportadoras, como se deu na Embraer (no 38), que demitiu 4 200 funcionários ao sofrer corte imediato de 30% nas encomendas de aviões, a renda e o emprego foram preservados. Isso explica o bom desempenho de setores mais diretamente ligados ao mercado doméstico, como os de energia, construção, comércio varejista, bens de consumo e telecomunicações. Das 35 empresas do setor de serviços listadas entre as 500 maiores do país, apenas cinco reportaram prejuízo em 2008. No conjunto, o faturamento dessas empresas evoluiu 9% em relação aos resultados alcançados em 2007. A operadora de telefonia celular Claro (no 28) faturou 5,7 bilhões de dólares no ano passado, montante 5,2% maior que o de 2007, e teve

Lucro

O furacão americano

Lucro

O turbilhão financeiro dos Estados Unidos, que derrubou gigantes como a seguradora AIG (foto), mergulhou o país na recessão em 2008. No Brasil, os efeitos da crise derrubaram os lucros das empresas em 30% no ano passado

-84,7 Lucro

OS DEZ MAIORES PREJUÍZOS NO BRASIL

OS DEZ MAIORES PREJUÍZOS NOS ESTADOS UNIDOS

z cru Ara

ia Sad

sp Ce

P VC

TAM

ap Ref rte ono r t e El ig Var

c p e rs G) ch ps r Ma Ma rou (AI hili oto Lyn p oto die itig oP u nie lM rill c d o C a n r r r e o a e r e n rd M G F F M n l o o e F a C n r G rne atio Wa ern t e n I Tim CBS an eric m A

Empresa

Posição no ranking das 500

245O

Posição no ranking das 500

161O

33O

16O

141O

155O

37O

26O

85O

159O

340O

Faturamento (em milhões de dólares)

11 104 22 652 12 302 148 979 112 372 16 784 230 764 146 277 46 984 13 950

Faturamento (em milhões de dólares)

1 161

5 007

7 162

1 326

1 200

4 770

5 948

2 035

1 170

539

Empresa

112O

220O

6O

12O

150O

Prejuízo (em milhões de dólares)

-30 860 -27 684 -27 612

50 000

-58 707

4O

7O

48O

186O

-16 998 -14 672 -13 402 -11 673

N VM

Prejuízo (em milhões de dólares)

-421 1 000

-50 119 -1 357 2 000

100 000

-99 289

m ske Bra

-2 060

-1 084 -1 013

-866

-856

-822

-757

-334

sumidor se retrai. Os primeiros produtos afetados pela cautela são os fortemente dependentes de crédito, como automóveis e imóveis. Nesses dois casos, o governo agiu como bombeiro, reduzindo impostos dos carros e de materiais de construção e lançando um pacote de incentivo imobiliário, o programa Minha Casa, Minha Vida. Segmentos que não foram alvo de bondades sentiram. A Renner (no 149), uma das maiores redes de lojas de roupas do país, precisou se adaptar ao novo ambiente. “No final de 2008, fomos atingidos pela primeira onda de impacto da crise, gerada por uma queda da confiança do consumidor no futuro”, afirma José Galló, presidente da Renner. “Partimos para ações estratégicas de defesa, com a redução de despesas e a revisão de contratos e do plano de expansão.” De acordo com ele, o plano de abrir 15 lojas em 2009, como a

(1) O ranking da revista americana inclui instituições financeiras (2) 91 empresas terminaram 2008 no vermelho entre as 500 maiores brasileiras (3) 128 empresas terminaram 2008 no vermelho entre as 500 americanas Fontes: Fortune 500 e MELHORES E MAIORES

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 47

DOIS ANOS EM UM.indd 9-10

7/3/09 2:55:18 AM


ANÁLISE | Balanço das 500 Sinais de retomada à vista

Renner fez no ano passado, foi ajustado para oito inaugurações. Ao final do primeiro semestre de 2009, boa parte do cenário sombrio da virada do ano já havia se dissipado. “O contágio da crise na economia brasileira se mostrou temporário”, afirma a economista brasileira Marcelle Chauvet, professora na Universidade da Califórnia. Empresas que haviam sofrido retração voltaram a trabalhar com a perspectiva de crescimento. “Com a redução do IPI nos nossos produtos, maio de 2009 foi o melhor maio de nossa história em vendas”, diz Mendizábal, da Mabe. No dia 30 de junho, a empresa mexicana anunciou a

Nos últimos meses, vários setores da economia brasileira voltaram a registrar números positivos. Com isso, os analistas revisaram para cima as projeções do balanço do país em 2009 e dão como certa a retomada de um ritmo mais forte de crescimento a partir de 2010 CRESCIMENTO DO PIB

VOLUME DE VENDAS NO VAREJO

(em %)

(Variação anual em %)

6

GERAL

4

9,7

3,2 2,2(1) 2

4,8 2005

9,1

6,2 2006

2,2(1) 2007

2008

2009

(1)

3,3

2010

COMBUSTÍVEIS

0,5

A força do mercado interno

Em 2008, as vendas domésticas no país foram responsáveis pelo bom desempenho de setores como os de construção e bens de consumo

No setor de minérios, a Vale perdeu tanto em volume de vendas para a China quanto em preço, após anos de seguidos aumentos

0

2005

2006

2007

2008

2009

2010

9,3 5,1

2,2(1)

2,7(1)

PRODUÇÃO INDUSTRIAL % em relação ao mesmo mês do ano anterior

36(1)

40

30

-7,4

-8

2005

2006

2007

2008

2009

2010

SUPERMERCADOS

20

10

7,7 2,1

0

2005

-10

2006

6,8 2007

5,3 2008

2,7(1)

3(1)

2009

2010

-17 TECIDOS E VESTUÁRIOS

-20

jan/2009

dez

10,6 EXPORTAÇÕES 5,9

(em bilhões de dólares)

4,8

1,9

197,94

-4,2(1) 172,73(2)

160,65

1,8 (1)

2005

2006

2007

2008

2009

2010

159,03(2) ELETRODOMÉSTICOS

16

15,4

15,1

10,2 1,8 (1) 2006

2007

2008

2009

2010

Fontes: Banco Central e IBGE - Pesquisa Mensal do Comércio

2005

2006

2007

2008

2009

3,5 (1) 2010

ALEXANDRE BATTIBUGLI

137,47

compra das fábricas da concorrente BSH Continental no Brasil. No mesmo mês, a indústria automotiva registrou vendas de quase 300 000 carros, número que representou um recorde na história de médias de vendas mensais e um crescimento de mais de 4% em relação ao mesmo período de 2008. Cerutti, da Magnetti Marelli, afirma que teve sua segunda surpresa com o Brasil. Segundo ele, o faturamento da empresa, com a mesma velocidade com que caiu no final do ano passado, vem se recuperando desde fevereiro. “É um daqueles cenários em ‘V’ perfeitos, que a gente acha que só existem nos manuais de finanças. Nós só caímos até fevereiro e só subimos desde então”, diz Cerutti. A recuperação da Magneti Marelli ainda não é plena porque 20% de seu faturamento depende de exportações, principalmente para Estados Unidos e Europa. Ou seja, para completar, só falta o mundo desenvolvido engatar uma marcha mais forte. Com reportagem de Felipe Carneiro e Tiago Maranhão

(1) Projeção RC Consultores (2) Consenso de Projeções CEIC Data

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 49

DOIS ANOS EM UM.indd 11-12

7/3/09 2:27:34 AM


ANÁLISE | Balanço das 500 Sinais de retomada à vista

Renner fez no ano passado, foi ajustado para oito inaugurações. Ao final do primeiro semestre de 2009, boa parte do cenário sombrio da virada do ano já havia se dissipado. “O contágio da crise na economia brasileira se mostrou temporário”, afirma a economista brasileira Marcelle Chauvet, professora na Universidade da Califórnia. Empresas que haviam sofrido retração voltaram a trabalhar com a perspectiva de crescimento. “Com a redução do IPI nos nossos produtos, maio de 2009 foi o melhor maio de nossa história em vendas”, diz Mendizábal, da Mabe. No dia 30 de junho, a empresa mexicana anunciou a

Nos últimos meses, vários setores da economia brasileira voltaram a registrar números positivos. Com isso, os analistas revisaram para cima as projeções do balanço do país em 2009 e dão como certa a retomada de um ritmo mais forte de crescimento a partir de 2010 CRESCIMENTO DO PIB

VOLUME DE VENDAS NO VAREJO

(em %)

(Variação anual em %)

6

GERAL

4

9,7

3,2 2,2(1) 2

4,8 2005

9,1

6,2 2006

2,2(1) 2007

2008

2009

(1)

3,3

2010

COMBUSTÍVEIS

0,5

A força do mercado interno

Em 2008, as vendas domésticas no país foram responsáveis pelo bom desempenho de setores como os de construção e bens de consumo

No setor de minérios, a Vale perdeu tanto em volume de vendas para a China quanto em preço, após anos de seguidos aumentos

0

2005

2006

2007

2008

2009

2010

9,3 5,1

2,2(1)

2,7(1)

PRODUÇÃO INDUSTRIAL % em relação ao mesmo mês do ano anterior

36(1)

40

30

-7,4

-8

2005

2006

2007

2008

2009

2010

SUPERMERCADOS

20

10

7,7 2,1

0

2005

-10

2006

6,8 2007

5,3 2008

2,7(1)

3(1)

2009

2010

-17 TECIDOS E VESTUÁRIOS

-20

jan/2009

dez

10,6 EXPORTAÇÕES 5,9

(em bilhões de dólares)

4,8

1,9

197,94

-4,2(1) 172,73(2)

160,65

1,8 (1)

2005

2006

2007

2008

2009

2010

159,03(2) ELETRODOMÉSTICOS

16

15,4

15,1

10,2 1,8 (1) 2006

2007

2008

2009

2010

Fontes: Banco Central e IBGE - Pesquisa Mensal do Comércio

2005

2006

2007

2008

2009

3,5 (1) 2010

ALEXANDRE BATTIBUGLI

137,47

compra das fábricas da concorrente BSH Continental no Brasil. No mesmo mês, a indústria automotiva registrou vendas de quase 300 000 carros, número que representou um recorde na história de médias de vendas mensais e um crescimento de mais de 4% em relação ao mesmo período de 2008. Cerutti, da Magnetti Marelli, afirma que teve sua segunda surpresa com o Brasil. Segundo ele, o faturamento da empresa, com a mesma velocidade com que caiu no final do ano passado, vem se recuperando desde fevereiro. “É um daqueles cenários em ‘V’ perfeitos, que a gente acha que só existem nos manuais de finanças. Nós só caímos até fevereiro e só subimos desde então”, diz Cerutti. A recuperação da Magneti Marelli ainda não é plena porque 20% de seu faturamento depende de exportações, principalmente para Estados Unidos e Europa. Ou seja, para completar, só falta o mundo desenvolvido engatar uma marcha mais forte. Com reportagem de Felipe Carneiro e Tiago Maranhão

(1) Projeção RC Consultores (2) Consenso de Projeções CEIC Data

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 49

DOIS ANOS EM UM.indd 11-12

7/3/09 2:27:34 AM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

Onde o caixa é mesmo rei

A siderúrgica Termomecânica, do ABC paulista, foi a empresa que obteve o maior índice de liquidez geral no ano passado entre as 500 maiores do Brasil índice de liquidez geral é um dos melhores termômetros da saúde de uma empresa. Quando esse número está abaixo de 1, significa que a companhia dependerá do volume de lucros futuros ou de operações de emergência, como a venda de ativos, para se manter em estado de solvência. Em poucas palavras, trata-se de quanto uma empresa tem em caixa, algo repentinamente valorizado com a recente crise financeira global. Entre as grandes empresas do país, a siderúrgica Termomecânica, do ABC paulista, é a que obteve o melhor índice de liquidez geral em 2008: 12,5, quase o triplo do resultado obtido pela segunda colocada nesse ranking, a Ferbasa, uma siderúrgica baiana. Especializada na transformação de metais, como cobre, em produtos acabados, a Termomecânica faz parte há mais de três décadas do ranking das 500 maiores empresas de MELHORES E MAIORES. A seguir, alguns números referentes à história da companhia e a seus resultados em 2008.

O

200 50 540

DÓLARES Esta modesta quantia era

o capital da Termomecânica quando a empresa foi fundada, em 1942, num galpão no bairro da Mooca, na zona leste da cidade de São Paulo. Atualmente, a empresa tem três unidades, 150 000 metros quadrados de área construída e 2 000 funcionários.

MILHÕES DE DÓLARES Foi o investimen-

to feito pela Termomecânica em seu parque industrial, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para modernizar as instalações de suas fábricas e adquirir novas máquinas e equipamentos em 2008. Com isso, sua capacidade de produção aumentou 30%.

receita obtida pela Termomecânica em 2008. Entre as empresas do setor de siderurgia e metalurgia, a que obteve o maior faturamento no ano passado foi a CSN — 6,1 bilhões de dólares.

RICARDO CORREA

MILHÕES DE DÓLARES Total da

Fábrica da Termomecânica, em São Bernardo do Campo: quase o triplo da liquidez geral obtida pela segunda mais bem colocada nesse ranking

54 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 1-2

7/2/09 7:38:08 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

Onde o caixa é mesmo rei

A siderúrgica Termomecânica, do ABC paulista, foi a empresa que obteve o maior índice de liquidez geral no ano passado entre as 500 maiores do Brasil índice de liquidez geral é um dos melhores termômetros da saúde de uma empresa. Quando esse número está abaixo de 1, significa que a companhia dependerá do volume de lucros futuros ou de operações de emergência, como a venda de ativos, para se manter em estado de solvência. Em poucas palavras, trata-se de quanto uma empresa tem em caixa, algo repentinamente valorizado com a recente crise financeira global. Entre as grandes empresas do país, a siderúrgica Termomecânica, do ABC paulista, é a que obteve o melhor índice de liquidez geral em 2008: 12,5, quase o triplo do resultado obtido pela segunda colocada nesse ranking, a Ferbasa, uma siderúrgica baiana. Especializada na transformação de metais, como cobre, em produtos acabados, a Termomecânica faz parte há mais de três décadas do ranking das 500 maiores empresas de MELHORES E MAIORES. A seguir, alguns números referentes à história da companhia e a seus resultados em 2008.

O

200 50 540

DÓLARES Esta modesta quantia era

o capital da Termomecânica quando a empresa foi fundada, em 1942, num galpão no bairro da Mooca, na zona leste da cidade de São Paulo. Atualmente, a empresa tem três unidades, 150 000 metros quadrados de área construída e 2 000 funcionários.

MILHÕES DE DÓLARES Foi o investimen-

to feito pela Termomecânica em seu parque industrial, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, para modernizar as instalações de suas fábricas e adquirir novas máquinas e equipamentos em 2008. Com isso, sua capacidade de produção aumentou 30%.

receita obtida pela Termomecânica em 2008. Entre as empresas do setor de siderurgia e metalurgia, a que obteve o maior faturamento no ano passado foi a CSN — 6,1 bilhões de dólares.

RICARDO CORREA

MILHÕES DE DÓLARES Total da

Fábrica da Termomecânica, em São Bernardo do Campo: quase o triplo da liquidez geral obtida pela segunda mais bem colocada nesse ranking

54 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 1-2

7/2/09 7:38:08 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

Crescimento de 125% Em 2008, o faturamento da importadora capixaba Trop foi o que mais cresceu entre as 500 maiores empresas do país

Máquinas importadas pela Trop: na carona da euforia no mercado de construção civil

capixaba Trop, subsidiária da empresa de comércio exterior Comexport, estava no lugar certo e na hora certa em 2008: o setor de importações. Em relação ao ano anterior, as importações brasileiras cresceram 44% e atingiram a cifra recorde de 173 bilhões de dólares. Foi uma alta muito mais acelerada do que a das exportações, que subiram 23%, para 198 bilhões de dólares, também um valor inédito. A Trop é especializada em trazer para o país máquinas pesadas, como escavadeiras, usadas principalmente na construção civil, um setor de atividade efervescente durante quase todo o ano de 2008. O crescimento geral da construção civil, com uma enxurrada de novos lançamentos, alvarás liberados e aumento de créditos concedidos, foi de 50%. Graças ao bom momento de alguns de seus principais clientes, a Trop terminou 2008 com faturamento de 473,5 milhões de dólares. Houve também reflexos na rentabilidade. A empresa também figura entre as dez primeiras no ranking de rentabilidade das 500 maiores companhias do Brasil (66% de alta na relação entre lucro e patrimônio). Abaixo, mais alguns números referentes à companhia.

A

11,4 225 1,6

MILHÕES DE DÓLARES Esse foi o lu-

cro da Trop em 2008, quase 40% mais do que em 2007. Trata-se do melhor resultado nos 13 anos de história da empresa.

% Esse foi o crescimento no valor das

importações de máquinas pesadas para a construção civil da Trop em 2008, seguido por alta de 58% nas importações da indústria têxtil e de 27% nas de equipamentos ferroviários.

TOM BOECHAT

MILHÃO DE DÓLARES O valor se refere à ri-

56 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 3-4

queza média criada por cada um dos 88 empregados da Trop em 2008. É o sexto melhor resultado nesse quesito entre as 500 maiores empresas do país, à frente de companhias como as estatais BR Distribuidora (1,3 milhão de dólares) e Petrobras (967 000 dólares).

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 57

7/2/09 7:38:31 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

Crescimento de 125% Em 2008, o faturamento da importadora capixaba Trop foi o que mais cresceu entre as 500 maiores empresas do país

Máquinas importadas pela Trop: na carona da euforia no mercado de construção civil

capixaba Trop, subsidiária da empresa de comércio exterior Comexport, estava no lugar certo e na hora certa em 2008: o setor de importações. Em relação ao ano anterior, as importações brasileiras cresceram 44% e atingiram a cifra recorde de 173 bilhões de dólares. Foi uma alta muito mais acelerada do que a das exportações, que subiram 23%, para 198 bilhões de dólares, também um valor inédito. A Trop é especializada em trazer para o país máquinas pesadas, como escavadeiras, usadas principalmente na construção civil, um setor de atividade efervescente durante quase todo o ano de 2008. O crescimento geral da construção civil, com uma enxurrada de novos lançamentos, alvarás liberados e aumento de créditos concedidos, foi de 50%. Graças ao bom momento de alguns de seus principais clientes, a Trop terminou 2008 com faturamento de 473,5 milhões de dólares. Houve também reflexos na rentabilidade. A empresa também figura entre as dez primeiras no ranking de rentabilidade das 500 maiores companhias do Brasil (66% de alta na relação entre lucro e patrimônio). Abaixo, mais alguns números referentes à companhia.

A

11,4 225 1,6

MILHÕES DE DÓLARES Esse foi o lu-

cro da Trop em 2008, quase 40% mais do que em 2007. Trata-se do melhor resultado nos 13 anos de história da empresa.

% Esse foi o crescimento no valor das

importações de máquinas pesadas para a construção civil da Trop em 2008, seguido por alta de 58% nas importações da indústria têxtil e de 27% nas de equipamentos ferroviários.

TOM BOECHAT

MILHÃO DE DÓLARES O valor se refere à ri-

56 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 3-4

queza média criada por cada um dos 88 empregados da Trop em 2008. É o sexto melhor resultado nesse quesito entre as 500 maiores empresas do país, à frente de companhias como as estatais BR Distribuidora (1,3 milhão de dólares) e Petrobras (967 000 dólares).

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 57

7/2/09 7:38:31 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

11 contratações por dia A Tam aumentou seu quadro de funcionários em 20% ao longo de 2008 — é a empresa que mais contratou entre as 50 maiores do país ano de 2008 foi especialmente cruel com as companhias aéreas. A escalada do preço do petróleo para o ápice de 140 dólares o barril e a crise financeira elevaram as tarifas e afugentaram os passageiros. Em todo o mundo, mais de 30 empresas de aviação fecharam suas portas e cerca de 400 000 pessoas que trabalhavam no setor perderam o emprego, de acordo com a International Air Transport Association. Em meio à conturbação, a TAM, maior empresa aérea brasileira, cresceu em 2008. Seu faturamento chegou a cerca de 5 bilhões de dólares, 17% mais que em 2007. Para dar conta do volume de operações, a companhia aumentou seu quadro de funcionários em 20%, chegando a um total de 24 500 empregados em 2008, o que fez dela a empresa que mais contratou entre as 50 maiores do país. A seguir, algumas informações sobre a força de trabalho da TAM.

O

Aviões da TAM no Aeroporto de Guarulhos: a companhia aérea

está entre as dez empresas que mais pagaram salários no Brasil em 2008

4000 653 9800

NOVOS FUNCIONÁRIOS

Esse é o total de pessoas contratadas pela TAM em 2008, o que dá uma média de 333 por mês, ou 11 por dia. E representa um crescimento de 20% em relação ao ano anterior.

MILHÕES DE DÓLARES Esse foi o

REAIS Esse é o salário médio

de um piloto da TAM. Os rendimentos dos comandantes mais experientes podem ultrapassar os 20 000 reais. Um copiloto recebe em média 5 800 reais, enquanto um comissário de bordo e uma aeromoça ganham em média 2 400 reais.

58 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 5-6

MÁRCIO JUMPEI/DIVULGAÇÃO

valor total de salários pagos pela TAM em 2008, o que coloca a companhia aérea na oitava posição entre as empresas que mais pagaram salários no Brasil no ano passado. Sua média salarial é 2 200 dólares por mês por funcionário. A companhia que mais pagou salários no ano passado foi a Petrobras (4 bilhões de dólares).

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 59

7/2/09 7:38:50 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

11 contratações por dia A Tam aumentou seu quadro de funcionários em 20% ao longo de 2008 — é a empresa que mais contratou entre as 50 maiores do país ano de 2008 foi especialmente cruel com as companhias aéreas. A escalada do preço do petróleo para o ápice de 140 dólares o barril e a crise financeira elevaram as tarifas e afugentaram os passageiros. Em todo o mundo, mais de 30 empresas de aviação fecharam suas portas e cerca de 400 000 pessoas que trabalhavam no setor perderam o emprego, de acordo com a International Air Transport Association. Em meio à conturbação, a TAM, maior empresa aérea brasileira, cresceu em 2008. Seu faturamento chegou a cerca de 5 bilhões de dólares, 17% mais que em 2007. Para dar conta do volume de operações, a companhia aumentou seu quadro de funcionários em 20%, chegando a um total de 24 500 empregados em 2008, o que fez dela a empresa que mais contratou entre as 50 maiores do país. A seguir, algumas informações sobre a força de trabalho da TAM.

O

Aviões da TAM no Aeroporto de Guarulhos: a companhia aérea

está entre as dez empresas que mais pagaram salários no Brasil em 2008

4000 653 9800

NOVOS FUNCIONÁRIOS

Esse é o total de pessoas contratadas pela TAM em 2008, o que dá uma média de 333 por mês, ou 11 por dia. E representa um crescimento de 20% em relação ao ano anterior.

MILHÕES DE DÓLARES Esse foi o

REAIS Esse é o salário médio

de um piloto da TAM. Os rendimentos dos comandantes mais experientes podem ultrapassar os 20 000 reais. Um copiloto recebe em média 5 800 reais, enquanto um comissário de bordo e uma aeromoça ganham em média 2 400 reais.

58 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 5-6

MÁRCIO JUMPEI/DIVULGAÇÃO

valor total de salários pagos pela TAM em 2008, o que coloca a companhia aérea na oitava posição entre as empresas que mais pagaram salários no Brasil no ano passado. Sua média salarial é 2 200 dólares por mês por funcionário. A companhia que mais pagou salários no ano passado foi a Petrobras (4 bilhões de dólares).

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 59

7/2/09 7:38:50 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

De volta à elite Em 2008, a subsidiária brasileira do Carrefour faturou quase 10 bilhões de dólares e retornou à lista das dez maiores empresas do país om a compra do grupo Atacadão, em abril de 2007, a rede francesa Carrefour assumiu a dianteira do mercado de varejo brasileiro. A empresa sustentou essa posição em 2008, chegando a um faturamento próximo a 10 bilhões de dólares e só perderia a liderança entre os varejistas em junho de 2009, quando o grupo Pão de Açúcar anunciou a compra da rede de eletroeletrônicos Ponto Frio. Graças ao crescimento de sua receita, o Carrefour voltou a integrar o grupo das dez maiores companhias do país, algo que não ocorria desde 1994. No primeiro trimestre de 2009, o Carrefour registrou um crescimento na receita de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. O Pão de Açúcar alcançou uma taxa um pouco menor, 9,4%. Mas os números vigorosos das duas principais redes de supermercados do país dão um pouco da dimensão da importância do mercado interno para a economia brasileira. A seguir, alguns números sobre a operação do Carrefour no Brasil.

C

552 400

LOJAS Era o número de pontos de venda

que o grupo tinha no país até o final de junho, incluindo Hipermercados Carrefour (115), Carrefour Bairro (39), Dia% (330) e Atacadão (58), além de dez unidades da rede Gimenes. O Carrefour tem ainda outras 293 unidades de serviços: Carrefour Express (oito), Postos Carrefour (92), Turismo (17), Drogarias (139) e Serviços Digitais (37).

MILHÕES DE DÓLARES Foi o

Loja do Carrefour em São Paulo:

a rede obteve no ano passado um faturamento próximo a 10 bilhões de dólares

DANIELA TOVIANSKY

investimento realizado pelo Carrefour para a abertura de novas lojas e unidades de serviços, a compra de terrenos e a modernização da rede em 2008. O mesmo valor será investido em 2009 e 2010. Com a aplicação desses recursos, a rede varejista pretende reforçar sua presença no mercado brasileiro com a abertura de novas lojas Carrefour Bairro, espalhadas principalmente pela Região Sudeste.

o-

3

LUGAR É a posição que a operação brasileira do

Carrefour ocupa entre os mais de 30 países nos quais a rede de supermercados está presente, ficando atrás apenas da matriz, na França, e da operação na Espanha e à frente de mercados importantes para o grupo, como Bélgica e Itália.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 61

destaques ano.indd 7-8

7/2/09 7:39:08 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

De volta à elite Em 2008, a subsidiária brasileira do Carrefour faturou quase 10 bilhões de dólares e retornou à lista das dez maiores empresas do país om a compra do grupo Atacadão, em abril de 2007, a rede francesa Carrefour assumiu a dianteira do mercado de varejo brasileiro. A empresa sustentou essa posição em 2008, chegando a um faturamento próximo a 10 bilhões de dólares e só perderia a liderança entre os varejistas em junho de 2009, quando o grupo Pão de Açúcar anunciou a compra da rede de eletroeletrônicos Ponto Frio. Graças ao crescimento de sua receita, o Carrefour voltou a integrar o grupo das dez maiores companhias do país, algo que não ocorria desde 1994. No primeiro trimestre de 2009, o Carrefour registrou um crescimento na receita de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. O Pão de Açúcar alcançou uma taxa um pouco menor, 9,4%. Mas os números vigorosos das duas principais redes de supermercados do país dão um pouco da dimensão da importância do mercado interno para a economia brasileira. A seguir, alguns números sobre a operação do Carrefour no Brasil.

C

552 400

LOJAS Era o número de pontos de venda

que o grupo tinha no país até o final de junho, incluindo Hipermercados Carrefour (115), Carrefour Bairro (39), Dia% (330) e Atacadão (58), além de dez unidades da rede Gimenes. O Carrefour tem ainda outras 293 unidades de serviços: Carrefour Express (oito), Postos Carrefour (92), Turismo (17), Drogarias (139) e Serviços Digitais (37).

MILHÕES DE DÓLARES Foi o

Loja do Carrefour em São Paulo:

a rede obteve no ano passado um faturamento próximo a 10 bilhões de dólares

DANIELA TOVIANSKY

investimento realizado pelo Carrefour para a abertura de novas lojas e unidades de serviços, a compra de terrenos e a modernização da rede em 2008. O mesmo valor será investido em 2009 e 2010. Com a aplicação desses recursos, a rede varejista pretende reforçar sua presença no mercado brasileiro com a abertura de novas lojas Carrefour Bairro, espalhadas principalmente pela Região Sudeste.

o-

3

LUGAR É a posição que a operação brasileira do

Carrefour ocupa entre os mais de 30 países nos quais a rede de supermercados está presente, ficando atrás apenas da matriz, na França, e da operação na Espanha e à frente de mercados importantes para o grupo, como Bélgica e Itália.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 61

destaques ano.indd 7-8

7/2/09 7:39:08 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

Uma expansão de 50% A Bunge Alimentos foi a empresa com maior crescimento de vendas em 2008 entre as 50 maiores do país grupo Bunge, um dos maiores do país, é formado por 23 empresas e faturou no ano passado 14 bilhões de dólares. A empresa responsável pela maior parte desse resultado foi a Bunge Alimentos. Suas vendas em 2008 totalizaram 10 bilhões de dólares, ou 70% da receita da holding. O resultado representou um crescimento de 50% sobre o resultado de 2007, a maior taxa registrada entre as 50 maiores empresas do país. Companhia fundada em 1818, na Holanda, e instalada no Brasil desde 1905, a Bunge Alimentos é líder no comércio de grãos (principalmente soja), além de ocupar o primeiro lugar na fabricação de farinhas de trigo e misturas para outras indústrias. Nascida de uma parceria com a Moinho Santista, na cidade paulista de Santos, a Bunge Alimentos tem hoje unidades espalhadas por 15 estados brasileiros, que empregam 5 400 funcionários. Abaixo, outros números da operação.

O

24 76 30

Fábrica da Bunge Alimentos:

a empresa é responsável por 70% do faturamento do grupo Bunge no país

MILHÕES DE TONELADAS É quanto a

Bunge Alimentos comercializou no ano passado, entre toneladas de grãos, óleos vegetais, margarinas e outros produtos. A logística de distribuição e armazenamento de todo esse volume passa por 167 unidades, estrategicamente localizadas de forma a atender as operações da empresa em 15 estados brasileiros.

VARIEDADES DE ALIMENTOS É o portfó-

PAÍSES É o total de mercados para onde a

Bunge Alimentos exporta seus produtos. As vendas internacionais somaram quase 7 bilhões de dólares em 2008, o que faz da empresa a maior exportadora do agronegócio nacional e a quarta maior do país no ranking geral. Entre os principais destinos das embarcações da companhia estão Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha, China e Japão.

62 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 9-10

CLÓVIS FERREIRA/DIVULGAÇÃO

lio de produtos da Bunge. Entre os principais estão trigo, soja, milho, algodão, farelos para ração animal e ainda 26 marcas que vão diretamente para a mesa do consumidor, como a margarina Delícia e o azeite Andorinha.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 63

7/2/09 9:54:24 PM


NEGÓCIOS | Destaques do ano

Uma expansão de 50% A Bunge Alimentos foi a empresa com maior crescimento de vendas em 2008 entre as 50 maiores do país grupo Bunge, um dos maiores do país, é formado por 23 empresas e faturou no ano passado 14 bilhões de dólares. A empresa responsável pela maior parte desse resultado foi a Bunge Alimentos. Suas vendas em 2008 totalizaram 10 bilhões de dólares, ou 70% da receita da holding. O resultado representou um crescimento de 50% sobre o resultado de 2007, a maior taxa registrada entre as 50 maiores empresas do país. Companhia fundada em 1818, na Holanda, e instalada no Brasil desde 1905, a Bunge Alimentos é líder no comércio de grãos (principalmente soja), além de ocupar o primeiro lugar na fabricação de farinhas de trigo e misturas para outras indústrias. Nascida de uma parceria com a Moinho Santista, na cidade paulista de Santos, a Bunge Alimentos tem hoje unidades espalhadas por 15 estados brasileiros, que empregam 5 400 funcionários. Abaixo, outros números da operação.

O

24 76 30

Fábrica da Bunge Alimentos:

a empresa é responsável por 70% do faturamento do grupo Bunge no país

MILHÕES DE TONELADAS É quanto a

Bunge Alimentos comercializou no ano passado, entre toneladas de grãos, óleos vegetais, margarinas e outros produtos. A logística de distribuição e armazenamento de todo esse volume passa por 167 unidades, estrategicamente localizadas de forma a atender as operações da empresa em 15 estados brasileiros.

VARIEDADES DE ALIMENTOS É o portfó-

PAÍSES É o total de mercados para onde a

Bunge Alimentos exporta seus produtos. As vendas internacionais somaram quase 7 bilhões de dólares em 2008, o que faz da empresa a maior exportadora do agronegócio nacional e a quarta maior do país no ranking geral. Entre os principais destinos das embarcações da companhia estão Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha, China e Japão.

62 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

destaques ano.indd 9-10

CLÓVIS FERREIRA/DIVULGAÇÃO

lio de produtos da Bunge. Entre os principais estão trigo, soja, milho, algodão, farelos para ração animal e ainda 26 marcas que vão diretamente para a mesa do consumidor, como a margarina Delícia e o azeite Andorinha.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 63

7/2/09 9:54:24 PM


ESPECIAL | Grupos

Consolidação acelerada

Os maiores entre os maiores Juntos, os 100 grandes grupos brasileiros cresceram 22% em 2008. Além de funcionar como motores da economia nacional, eles resumem as grandes tendências, fortalezas e fraquezas do nosso capitalismo

O grupo SulAmérica faz parte de um mercado que vem se consolidando desde o final da década de 90. Na época, existiam no Brasil 2 300 operadoras de planos de saúde. Hoje, são 1 500 Os principais executivos da SulAmérica da esq. para a dir., em primeiro plano: Patrick Larragoiti Lucas,

presidente da empresa; Maria Helena Monteiro, vp rh e administrativo; Carlos Almeida, vp resseguro. da esq. para a dir., em segundo plano: Gabriel Portella, vp saúde; Marcus Vinicius Martins, vp vendas e marketing; Sérgio Borriello, vp financeiro e jurídico. da esq. para a dir., ao fundo: Marcelo Mello, vp gestão de ativos; Oswaldo Mario Azevedo, vp ouvidoria e rel. instituc.; Carlos Trindade, vp ramos elementares; Arthur Farme, vp corp. e de rel. invest.; Renato Russo, vp vida e previdência; Luis Furtado, vp tecnologia e sistemas

Márcia Pinheiro e Juliana Borges | Fotos Germano Lüders 66 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 67

7/3/09 12:27:51 AM


ESPECIAL | Grupos

Consolidação acelerada

Os maiores entre os maiores Juntos, os 100 grandes grupos brasileiros cresceram 22% em 2008. Além de funcionar como motores da economia nacional, eles resumem as grandes tendências, fortalezas e fraquezas do nosso capitalismo

O grupo SulAmérica faz parte de um mercado que vem se consolidando desde o final da década de 90. Na época, existiam no Brasil 2 300 operadoras de planos de saúde. Hoje, são 1 500 Os principais executivos da SulAmérica da esq. para a dir., em primeiro plano: Patrick Larragoiti Lucas,

presidente da empresa; Maria Helena Monteiro, vp rh e administrativo; Carlos Almeida, vp resseguro. da esq. para a dir., em segundo plano: Gabriel Portella, vp saúde; Marcus Vinicius Martins, vp vendas e marketing; Sérgio Borriello, vp financeiro e jurídico. da esq. para a dir., ao fundo: Marcelo Mello, vp gestão de ativos; Oswaldo Mario Azevedo, vp ouvidoria e rel. instituc.; Carlos Trindade, vp ramos elementares; Arthur Farme, vp corp. e de rel. invest.; Renato Russo, vp vida e previdência; Luis Furtado, vp tecnologia e sistemas

Márcia Pinheiro e Juliana Borges | Fotos Germano Lüders 66 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 67

7/3/09 12:27:51 AM


ESPECIAL | Grupos

Tradição no comando

Os oito membros do conselho do Bradesco são os guardiões da cultura corporativa. O banco encabeça um grupo formado por 165 empresas, com receitas totais de 41,5 bilhões de dólares em 2008 O conselho de administração do Bradesco da esq. para a dir., sentados: Antonio Bornia,

vice-presidente do conselho; Denise Aguiar Alvarez, membro do conselho; Lazaro de Mello Brandão, presidente do conselho; Luiz Carlos Trabuco Cappi, membro do conselho e presidente executivo. da esq. para a dir., em pé: Marcio Cypriano, membro do conselho; Mario Teixeira Junior, membro do conselho; João Aguiar Alvarez, membro do conselho; Carlos Alberto Rodrigues Guilherme, membro do conselho

68 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 3-4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 69

7/3/09 12:17:34 AM


ESPECIAL | Grupos

Tradição no comando

Os oito membros do conselho do Bradesco são os guardiões da cultura corporativa. O banco encabeça um grupo formado por 165 empresas, com receitas totais de 41,5 bilhões de dólares em 2008 O conselho de administração do Bradesco da esq. para a dir., sentados: Antonio Bornia,

vice-presidente do conselho; Denise Aguiar Alvarez, membro do conselho; Lazaro de Mello Brandão, presidente do conselho; Luiz Carlos Trabuco Cappi, membro do conselho e presidente executivo. da esq. para a dir., em pé: Marcio Cypriano, membro do conselho; Mario Teixeira Junior, membro do conselho; João Aguiar Alvarez, membro do conselho; Carlos Alberto Rodrigues Guilherme, membro do conselho

68 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 3-4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 69

7/3/09 12:17:34 AM


ESPECIAL | Grupos

O

s grandes grupos privados formam o coração do organismo empresarial brasileiro. A partir de uma análise de fatores como perfil, saúde financeira e ritmo de evolução desses conglomerados, é possível auscultar o ritmo da economia do país, as grandes tendências dos negócios, as fortalezas — e fraquezas — do capitalismo nacional. No ano passado, de acordo com o levantamento de MELHORES E MAIORES, os 100 maiores grupos empresariais com atuação no Brasil faturaram juntos 594 bilhões de dólares, um crescimento de 22% em relação a 2007. É um volume de dinheiro equivalente a pouco menos da metade de toda a riqueza produzida no Brasil num ano e mais que o PIB inteiro de países como Argentina, Suíça e Arábia Saudita. No conjunto, os lucros dos maiores conglomerados nacionais atingiram a marca de 27 bilhões de dólares em 2008, superior a tudo o que é produzido num ano em um estado como Mato Grosso do Sul. Nesse ranking, destacaram-se em 2008 organizações como o Bradesco (dono da maior receita — 41,5 bilhões de dólares), a Vale (campeã em lucros, com a marca de 9,1 bilhões de dólares) e a Itaúsa, controladora dos bancos Itaú e Unibanco (primeira colocada no ranking de empregadoras, com mais de 120 000 funcionários).

De carona na globalização

A gaúcha Marcopolo tem fábricas em nove países, entre eles Argentina, Índia e China. Para alguns clientes, como os russos, são produzidos ônibus com chapas reforçadas para suportar temperaturas de até 20 graus negativos O conselho de administração da Marcopolo

TAMIRES KOPP

da esq. para a dir.: Paulo Vasconcelos, conselheiro de administração;

Mauro Bellini, conselheiro de administração; Valter Gomes Pinto, conselheiro de administração; José Fernandes Martins (embaixo), vice-presidente do conselho de administração; Fuad Jorge Noman Filho (em cima), conselheiro de administração; Clovis Benoni Meurer, conselheiro de administração; Paulo Bellini (ao volante), presidente do conselho de administração

70 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 5-6

A importância desse conjunto de empresas no mercado de trabalho é visível na forma de números. Juntos, os 100 maiores grupos empregaram no ano passado 1,9 milhão de funcionários — o equivalente a quase 20% do mercado de trabalho formal. E a expansão recente dos negócios vem sendo acompanhada de mais contratações — 70% deles aumentaram o quadro de funcionários em 2008. O conjunto de empresas sob a marca Telefônica é um exemplo. No ano passado, foram contratadas quase 6 000 pessoas. Boa parte delas ingressou nos quadros da Atento, empresa do grupo especializada na prestação de serviços de call center, dona de um faturamento de 770 milhões de dólares. “Considerando a desaceleração produzida pela crise no último trimestre de 2008, o desempenho geral dessas gigantes foi muito bom”, afirma Carlos Arruda, professor da escola de negócios da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte. Quando se olha de perto a teia de negócios que formam essa centena de grandes conglomerados, ficam claras algumas das vocações do capitalismo brasileiro. O Brasil desponta hoje como o centro financeiro da América Latina. Entre os quatro primeiros colocados da lista dos principais grupos, três estão alicerçados no mercado financeiro — Bradesco, Itaúsa e Santander. Considerando os setores que concentraram a maior parte das receitas dos grandes conglomerados em 2008, o financeiro aparece em primeiro lugar, com participação de 20%, seguida por bens de consumo e siderurgia e metalurgia, com 11,2% e 10,8%, respectivamente (veja quadro na pág. 73).

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 71

7/3/09 12:18:08 AM


ESPECIAL | Grupos

O

s grandes grupos privados formam o coração do organismo empresarial brasileiro. A partir de uma análise de fatores como perfil, saúde financeira e ritmo de evolução desses conglomerados, é possível auscultar o ritmo da economia do país, as grandes tendências dos negócios, as fortalezas — e fraquezas — do capitalismo nacional. No ano passado, de acordo com o levantamento de MELHORES E MAIORES, os 100 maiores grupos empresariais com atuação no Brasil faturaram juntos 594 bilhões de dólares, um crescimento de 22% em relação a 2007. É um volume de dinheiro equivalente a pouco menos da metade de toda a riqueza produzida no Brasil num ano e mais que o PIB inteiro de países como Argentina, Suíça e Arábia Saudita. No conjunto, os lucros dos maiores conglomerados nacionais atingiram a marca de 27 bilhões de dólares em 2008, superior a tudo o que é produzido num ano em um estado como Mato Grosso do Sul. Nesse ranking, destacaram-se em 2008 organizações como o Bradesco (dono da maior receita — 41,5 bilhões de dólares), a Vale (campeã em lucros, com a marca de 9,1 bilhões de dólares) e a Itaúsa, controladora dos bancos Itaú e Unibanco (primeira colocada no ranking de empregadoras, com mais de 120 000 funcionários).

De carona na globalização

A gaúcha Marcopolo tem fábricas em nove países, entre eles Argentina, Índia e China. Para alguns clientes, como os russos, são produzidos ônibus com chapas reforçadas para suportar temperaturas de até 20 graus negativos O conselho de administração da Marcopolo

TAMIRES KOPP

da esq. para a dir.: Paulo Vasconcelos, conselheiro de administração;

Mauro Bellini, conselheiro de administração; Valter Gomes Pinto, conselheiro de administração; José Fernandes Martins (embaixo), vice-presidente do conselho de administração; Fuad Jorge Noman Filho (em cima), conselheiro de administração; Clovis Benoni Meurer, conselheiro de administração; Paulo Bellini (ao volante), presidente do conselho de administração

70 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 5-6

A importância desse conjunto de empresas no mercado de trabalho é visível na forma de números. Juntos, os 100 maiores grupos empregaram no ano passado 1,9 milhão de funcionários — o equivalente a quase 20% do mercado de trabalho formal. E a expansão recente dos negócios vem sendo acompanhada de mais contratações — 70% deles aumentaram o quadro de funcionários em 2008. O conjunto de empresas sob a marca Telefônica é um exemplo. No ano passado, foram contratadas quase 6 000 pessoas. Boa parte delas ingressou nos quadros da Atento, empresa do grupo especializada na prestação de serviços de call center, dona de um faturamento de 770 milhões de dólares. “Considerando a desaceleração produzida pela crise no último trimestre de 2008, o desempenho geral dessas gigantes foi muito bom”, afirma Carlos Arruda, professor da escola de negócios da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte. Quando se olha de perto a teia de negócios que formam essa centena de grandes conglomerados, ficam claras algumas das vocações do capitalismo brasileiro. O Brasil desponta hoje como o centro financeiro da América Latina. Entre os quatro primeiros colocados da lista dos principais grupos, três estão alicerçados no mercado financeiro — Bradesco, Itaúsa e Santander. Considerando os setores que concentraram a maior parte das receitas dos grandes conglomerados em 2008, o financeiro aparece em primeiro lugar, com participação de 20%, seguida por bens de consumo e siderurgia e metalurgia, com 11,2% e 10,8%, respectivamente (veja quadro na pág. 73).

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 71

7/3/09 12:18:08 AM


ESPECIAL | Grupos O ranking dos conglomerados Os grupos que se destacaram em 2008 de acordo com alguns dos principais indicadores OS MAIORES EM RECEITA (em bilhões de dólares)

41,5 41,3 32,3 23,6 21 Bradesco Itaúsa

Vale

Santander Gerdau

OS MAIORES EM LUCRO (em bilhões de dólares)

1O 2O 3O 4O 5O

9 100 3 200 2 100 1 380 1 310

Vale Bradesco Gerdau Usiminas AmBev

OS MAIORES EM NÚMERO DE EMPRESAS

333

Itaúsa

232

Camargo Corrêa

165

204

Bradesco

Odebrecht

Cultura nacional

Resultado da fusão entre Brahma e Antarctica, a AmBev é hoje parte da maior cervejaria mundial, a InBev. Os brasileiros são maioria entre os líderes do grupo

OS MAIORES EM NÚMERO DE EMPREGADOS

Os principais diretores da AmBev

72 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 7-8

82 300

84 000

86 600

Je re iss at i Te le fô ni ca

87 650

Br ad es co

Od eb re ch t

Ita ús a

marketing; Ricardo Moreira, diretor para américa latina hispânica; Michel Dimitrius, diretor de refrigerantes; Nelson Jamel, diretor financeiro e relação com investidores. da esq. para a dir., sentados: João Castro Neves, presidente; Victorio de Marchi, copresidente do conselho de administração; Milton Seligman, diretor de relações corporativas

122 400

da esq. para a dir., em pé: Carlos Lisboa, diretor de

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 73

7/3/09 1:52:57 AM


ESPECIAL | Grupos O ranking dos conglomerados Os grupos que se destacaram em 2008 de acordo com alguns dos principais indicadores OS MAIORES EM RECEITA (em bilhões de dólares)

41,5 41,3 32,3 23,6 21 Bradesco Itaúsa

Vale

Santander Gerdau

OS MAIORES EM LUCRO (em bilhões de dólares)

1O 2O 3O 4O 5O

9 100 3 200 2 100 1 380 1 310

Vale Bradesco Gerdau Usiminas AmBev

OS MAIORES EM NÚMERO DE EMPRESAS

333

Itaúsa

232

Camargo Corrêa

165

204

Bradesco

Odebrecht

Cultura nacional

Resultado da fusão entre Brahma e Antarctica, a AmBev é hoje parte da maior cervejaria mundial, a InBev. Os brasileiros são maioria entre os líderes do grupo

OS MAIORES EM NÚMERO DE EMPREGADOS

Os principais diretores da AmBev

72 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 7-8

82 300

84 000

86 600

Je re iss at i Te le fô ni ca

87 650

Br ad es co

Od eb re ch t

Ita ús a

marketing; Ricardo Moreira, diretor para américa latina hispânica; Michel Dimitrius, diretor de refrigerantes; Nelson Jamel, diretor financeiro e relação com investidores. da esq. para a dir., sentados: João Castro Neves, presidente; Victorio de Marchi, copresidente do conselho de administração; Milton Seligman, diretor de relações corporativas

122 400

da esq. para a dir., em pé: Carlos Lisboa, diretor de

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 73

7/3/09 1:52:57 AM


ESPECIAL | Grupos “Ter uma área bancária desenvolvida é uma característica de economias emergentes de fôlego”, diz Ricardo Almeida, professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa, novo nome do Ibmec São Paulo. “Foi a agressividade e a sofisticação dos bancos e do mercado de capitais que possibilitaram, por exemplo, a recente onda de IPOs no Brasil.” Da mesma forma, a grande presença de grupos ligados à produção de commodities já não é considerada como um sinal de fraqueza de nosso ambiente de negócios. Nos últimos anos, ficou claro que um mundo em crescimento precisa de matérias-primas que o Brasil pode produzir e vender. O problema, portanto, não

Mais de 70% dos maiores grupos brasileiros aumentaram seus quadros de funcionários em 2008 é o que temos — mas o que não temos. “Diferentemente de economias como a americana, não produzimos aqui empresas como Microsoft, Google e Dell”, diz o professor Arruda, da Dom Cabral. “Setores baseados no conhecimento e na produção de tecnologia ainda não são fortes no Brasil.” A área de saúde, uma das que mais crescem no mundo, é parcialmente representada na lista dos grandes grupos do Brasil por apenas um dos elos da cadeia: as seguradoras e empresas de planos de saúde. Fazem parte do ranking SulAmérica, Porto Seguro, Amil e Mapfre Seguros. “Esse é um mercado em fase de amadurecimento no Brasil”, diz Patrick de Larragoiti Lucas, presidente da SulAmérica. O final dos anos 90 marcou o início do processo de consolidação do setor, com a entrada em vigor da nova lei dos planos e seguros de saúde. Existiam na época 2 300 operadoras no mercado. Hoje, são 1 500 empresas. Nas últimas duas décadas, o Brasil passou por um profundo processo de abertura, que trouxe consigo empresas e investidores internacionais. Em 2008, os investimentos estrangeiros diretos atingiram 45 bilhões de dólares. Nos primeiros quatro meses de 2009, chegaram a quase 9 bilhões de dólares. Hoje, 40% dos maiores conglomerados atuantes no país

74 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 9-10

Mais empregos

O grupo Telefônica foi um dos que mais contrataram em 2008, aumentando em quase 7% sua força de trabalho. Boa parte dos novos empregados reforçou o time da Atento, braço dedicado aos serviços de call center Os principais executivos da Telefônica da esq. para a dir.: Clóvis Travassos, diretor-geral da

t-gestiona; Paulo Castro, presidente do terra; Salvatore Capaldo, diretor-geral da telefônica engenharia de segurança; Antonio Carlos Valente, presidente do grupo telefônica no brasil e também presidente da telefônica operadora de telefonia fixa; Agnaldo Calbucci, presidente da atento; Victor Garcia, diretor-geral da telefônica pesquisa e desenvolvimento

A consolidação dos gigantes Receita

lucro Número de empregados

594 27 1,9

bilhões de dólares

Alguns dos principais números dos 100 maiores grupos brasileiros em 2008

Setores que concentram a maior parte da receita dos grupos 19,8%

FINANCEIRO

11,2% 10,8% 10,6%

BENS DE CONSUMO SIDERURGIA E METALURGIA

bilhões de dólares

TELECOMUNICAÇÕES

5,4% 5,3%

MINERAÇÃO VAREJO QUÍMICA E PETROQUÍMICA ENERGIA PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA

milhão

ATACADO OUTROS

4,6% 4,4% 4,3%

3,8% 19,8% 2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 75

7/3/09 1:53:17 AM


ESPECIAL | Grupos “Ter uma área bancária desenvolvida é uma característica de economias emergentes de fôlego”, diz Ricardo Almeida, professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa, novo nome do Ibmec São Paulo. “Foi a agressividade e a sofisticação dos bancos e do mercado de capitais que possibilitaram, por exemplo, a recente onda de IPOs no Brasil.” Da mesma forma, a grande presença de grupos ligados à produção de commodities já não é considerada como um sinal de fraqueza de nosso ambiente de negócios. Nos últimos anos, ficou claro que um mundo em crescimento precisa de matérias-primas que o Brasil pode produzir e vender. O problema, portanto, não

Mais de 70% dos maiores grupos brasileiros aumentaram seus quadros de funcionários em 2008 é o que temos — mas o que não temos. “Diferentemente de economias como a americana, não produzimos aqui empresas como Microsoft, Google e Dell”, diz o professor Arruda, da Dom Cabral. “Setores baseados no conhecimento e na produção de tecnologia ainda não são fortes no Brasil.” A área de saúde, uma das que mais crescem no mundo, é parcialmente representada na lista dos grandes grupos do Brasil por apenas um dos elos da cadeia: as seguradoras e empresas de planos de saúde. Fazem parte do ranking SulAmérica, Porto Seguro, Amil e Mapfre Seguros. “Esse é um mercado em fase de amadurecimento no Brasil”, diz Patrick de Larragoiti Lucas, presidente da SulAmérica. O final dos anos 90 marcou o início do processo de consolidação do setor, com a entrada em vigor da nova lei dos planos e seguros de saúde. Existiam na época 2 300 operadoras no mercado. Hoje, são 1 500 empresas. Nas últimas duas décadas, o Brasil passou por um profundo processo de abertura, que trouxe consigo empresas e investidores internacionais. Em 2008, os investimentos estrangeiros diretos atingiram 45 bilhões de dólares. Nos primeiros quatro meses de 2009, chegaram a quase 9 bilhões de dólares. Hoje, 40% dos maiores conglomerados atuantes no país

74 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 9-10

Mais empregos

O grupo Telefônica foi um dos que mais contrataram em 2008, aumentando em quase 7% sua força de trabalho. Boa parte dos novos empregados reforçou o time da Atento, braço dedicado aos serviços de call center Os principais executivos da Telefônica da esq. para a dir.: Clóvis Travassos, diretor-geral da

t-gestiona; Paulo Castro, presidente do terra; Salvatore Capaldo, diretor-geral da telefônica engenharia de segurança; Antonio Carlos Valente, presidente do grupo telefônica no brasil e também presidente da telefônica operadora de telefonia fixa; Agnaldo Calbucci, presidente da atento; Victor Garcia, diretor-geral da telefônica pesquisa e desenvolvimento

A consolidação dos gigantes Receita

lucro Número de empregados

594 27 1,9

bilhões de dólares

Alguns dos principais números dos 100 maiores grupos brasileiros em 2008

Setores que concentram a maior parte da receita dos grupos 19,8%

FINANCEIRO

11,2% 10,8% 10,6%

BENS DE CONSUMO SIDERURGIA E METALURGIA

bilhões de dólares

TELECOMUNICAÇÕES

5,4% 5,3%

MINERAÇÃO VAREJO QUÍMICA E PETROQUÍMICA ENERGIA PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA

milhão

ATACADO OUTROS

4,6% 4,4% 4,3%

3,8% 19,8% 2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 75

7/3/09 1:53:17 AM


ESPECIAL | Grupos Os mais globalizados Vale

grupo: Total de países onde está presente:

A área de atuação dos grupos brasileiros com maior presença no exterior

32 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 80% (1)

Weg

grupo: Total de países onde está presente:

23 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 40% (1)

Alemanha Noruega Cazaquistão

Inglaterra

Canadá

Alemanha

França

Mongólia

Inglaterra Coreia do Sul

Suíça

Estados Unidos

Taiwan

Omã

Índia

Colômbia

Congo

Venezuela

Índia Emirados Árabes

Singapura

Singapura Moçambique

Namíbia Chile

Japão

China Espanha

Colômbia

Indonésia

Itália

Portugal

México

Tailândia

Angola

Peru

Estados Unidos

Filipinas

Guiné

Rússia

França

Japão

China Barbados

Suécia

Bélgica

Austrália

África do Sul

Argentina

África do Sul

Argentina

Chile

Austrália

Nova Caledônia

Itaúsa

grupo: Total de países onde está presente:

23 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 6% (1)

Inglaterra

Bélgica

França Estados Unidos

Antilhas Holandesas

Costa Rica

Espanha Japão

Espanha

Antígua

México Emirados Arabes

Venezuela

Equador

República Dominicana

China Ilhas Cayman

México

Luxemburgo Itália

Portugal

Bahamas

Andrade Gutierrez 21 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 40%

grupo: Total de países onde está presente:

Mauritânia

Peru Uruguai

Chile

Argentina

Guiné Equatorial

Bolívia

Paraguai

Grécia Argélia Camarões

Venezuela Equador

Colômbia

Chile

Portugal

Congo Angola

Argentina

(1) Inclui exportações

são de capital estrangeiro. A multinacional com maior presença no mercado brasileiro é o grupo espanhol Santander, que em 2000 arrematou o Banespa e há cerca de dois anos comprou o banco Real, operação brasileira do holandês ABN-Amro. Em seguida, vem a cervejaria AmBev. Resultado da fusão entre Brahma e Antarctica, em 2004, a AmBev se uniu aos belgas da Interbrew, formando a InBev, a maior cervejaria do mundo. No ano passado, numa operação que surpreendeu o mundo, a InBev — gerida majoritaria-

76 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 11-12

mente por executivos brasileiros — adquiriu a Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, um dos ícones do mercado de consumo americano. O processo de expansão internacional da AmBev se repetiu, por meio de estratégias diferentes, em um número crescente de grupos brasileiros. Nos últimos anos, o mundo assistiu à formação de multinacionais verde-amarelas que saíam em busca de mercados ou de bases de produção mais competitivas. Entre os grandes grupos brasileiros globalizados,

Os grupos brasileiros lucraram 27 bilhões de dólares no ano passado, mais que o PIB do estado de Mato Grosso do Sul

a Vale aparece como destaque. A mineradora tem negócios em mais de 30 países. Suas operações internacionais, aliadas às exportações, foram responsáveis no ano passado por 20% da receita de 32,3 bilhões de dólares. No setor de mineração, escala e abrangência global se tornaram pré-requisitos para a sobrevivência. Essa configuração cobrou seu preço após o estouro da crise mundial. Altamente dependente do mercado externo, a Vale foi um dos conglomerados brasileiros que mais sofreram nos últimos meses. Ser

global — é bom que se diga — ficou mais difícil para quase todas as multinacionais brasileiras. Entre elas estão a catarinense Weg, uma das maiores fabricantes de motores elétricos do mundo, e a fabricante de ônibus gaúcha Marcopolo. Ambas surgiram como empreendimentos familiares, atingiram patamares competitivos mundiais e se sobressaíram diante de concorrentes de todos os pontos do planeta. O passo natural que se seguiu foi a internacionalização. Tudo correu bem nos tempos de bonança. Com a crise in-

ternacional, esses grupos estão aprendendo a lidar com desafios econômicos que vão muito além de nossas fronteiras. Não é uma situação confortável. Mas os empresários brasileiros sabem que a internacionalização é um processo sem volta e que o atual quadro de desaceleração da economia mundial não durará para sempre. Ao longo dos últimos anos, a Marcopolo se instalou em oito países — entre eles Argentina, Rússia e Índia. Assim como a internacionalização, a diversificação dos negócios funcionou

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 77

7/3/09 1:26:40 AM


ESPECIAL | Grupos Os mais globalizados Vale

grupo: Total de países onde está presente:

A área de atuação dos grupos brasileiros com maior presença no exterior

32 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 80% (1)

Weg

grupo: Total de países onde está presente:

23 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 40% (1)

Alemanha Noruega Cazaquistão

Inglaterra

Canadá

Alemanha

França

Mongólia

Inglaterra Coreia do Sul

Suíça

Estados Unidos

Taiwan

Omã

Índia

Colômbia

Congo

Venezuela

Índia Emirados Árabes

Singapura

Singapura Moçambique

Namíbia Chile

Japão

China Espanha

Colômbia

Indonésia

Itália

Portugal

México

Tailândia

Angola

Peru

Estados Unidos

Filipinas

Guiné

Rússia

França

Japão

China Barbados

Suécia

Bélgica

Austrália

África do Sul

Argentina

África do Sul

Argentina

Chile

Austrália

Nova Caledônia

Itaúsa

grupo: Total de países onde está presente:

23 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 6% (1)

Inglaterra

Bélgica

França Estados Unidos

Antilhas Holandesas

Costa Rica

Espanha Japão

Espanha

Antígua

México Emirados Arabes

Venezuela

Equador

República Dominicana

China Ilhas Cayman

México

Luxemburgo Itália

Portugal

Bahamas

Andrade Gutierrez 21 | Participação das operações no exterior sobre a receita do grupo em 2008 : 40%

grupo: Total de países onde está presente:

Mauritânia

Peru Uruguai

Chile

Argentina

Guiné Equatorial

Bolívia

Paraguai

Grécia Argélia Camarões

Venezuela Equador

Colômbia

Chile

Portugal

Congo Angola

Argentina

(1) Inclui exportações

são de capital estrangeiro. A multinacional com maior presença no mercado brasileiro é o grupo espanhol Santander, que em 2000 arrematou o Banespa e há cerca de dois anos comprou o banco Real, operação brasileira do holandês ABN-Amro. Em seguida, vem a cervejaria AmBev. Resultado da fusão entre Brahma e Antarctica, em 2004, a AmBev se uniu aos belgas da Interbrew, formando a InBev, a maior cervejaria do mundo. No ano passado, numa operação que surpreendeu o mundo, a InBev — gerida majoritaria-

76 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 11-12

mente por executivos brasileiros — adquiriu a Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, um dos ícones do mercado de consumo americano. O processo de expansão internacional da AmBev se repetiu, por meio de estratégias diferentes, em um número crescente de grupos brasileiros. Nos últimos anos, o mundo assistiu à formação de multinacionais verde-amarelas que saíam em busca de mercados ou de bases de produção mais competitivas. Entre os grandes grupos brasileiros globalizados,

Os grupos brasileiros lucraram 27 bilhões de dólares no ano passado, mais que o PIB do estado de Mato Grosso do Sul

a Vale aparece como destaque. A mineradora tem negócios em mais de 30 países. Suas operações internacionais, aliadas às exportações, foram responsáveis no ano passado por 20% da receita de 32,3 bilhões de dólares. No setor de mineração, escala e abrangência global se tornaram pré-requisitos para a sobrevivência. Essa configuração cobrou seu preço após o estouro da crise mundial. Altamente dependente do mercado externo, a Vale foi um dos conglomerados brasileiros que mais sofreram nos últimos meses. Ser

global — é bom que se diga — ficou mais difícil para quase todas as multinacionais brasileiras. Entre elas estão a catarinense Weg, uma das maiores fabricantes de motores elétricos do mundo, e a fabricante de ônibus gaúcha Marcopolo. Ambas surgiram como empreendimentos familiares, atingiram patamares competitivos mundiais e se sobressaíram diante de concorrentes de todos os pontos do planeta. O passo natural que se seguiu foi a internacionalização. Tudo correu bem nos tempos de bonança. Com a crise in-

ternacional, esses grupos estão aprendendo a lidar com desafios econômicos que vão muito além de nossas fronteiras. Não é uma situação confortável. Mas os empresários brasileiros sabem que a internacionalização é um processo sem volta e que o atual quadro de desaceleração da economia mundial não durará para sempre. Ao longo dos últimos anos, a Marcopolo se instalou em oito países — entre eles Argentina, Rússia e Índia. Assim como a internacionalização, a diversificação dos negócios funcionou

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 77

7/3/09 1:26:40 AM


ESPECIAL | Grupos como um dos motores da expansão dos grandes grupos brasileiros nas últimas décadas. O Bradesco, que começou como uma pequena casa bancária fundada em 1943 na cidade paulista de Marília, transformou-se num grupo formado por 165 empresas. Além do terceiro maior banco privado do país, há seguradoras, corretoras e empresas de leasing, entre outros negócios. A tarefa de administrar essa estrutura complexa é facilitada, em parte, pela formação de lideranças internas, que funcionam como guardiãs da forte cultura corporativa. O conselho de administração do Bradesco é uma das manifestações dessa forma de agir. O grupo é formado por oito executivos que têm,

Cerca de 60% dos maiores conglomerados em atuação no país são controlados por brasileiros

Gigante brasileira

Criada em 1961 por um eletricista, um administrador de empresas e um mecânico na pequena cidade de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, a Weg tornou-se uma multinacional brasileira com vendas anuais acima de 2 bilhões de dólares O conselho de administração da Weg Da esq. para a dir.: Nildemar Secches, conselheiro;

Gerd Edgar Baumer, vice-presidente do conselho; Decio da Silva, presidente do conselho; Moacyr Sens, conselheiro; Ana Teresa Meirelles, conselheira; Martin Werninghaus, conselheiro; e Miriam Voigt Schuwartz, conselheira

78 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 13-14

em média, 40 anos de trabalho na organização. O presidente do conselho, Lázaro de Mello Brandão, de 83 anos, comandou o Bradesco por quase duas décadas, sucedendo o fundador, o lendário Amador Aguiar. O atual presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, de 47 anos, começou a trabalhar na organização no final da década de 70, como escriturário. “Os executivos do Bradesco costumam ser funcionários experimentados, com tempo de carreira suficiente para terem contato com as mais diferentes áreas e funções”, afirma Trabuco. As reuniões do conselho de administração acontecem semanalmente, todas as segundasfeiras, e se iniciam religiosamente às 8 horas da manhã. Na sala sobriamente decorada, destaca-se um painel de 7 metros quadrados do pintor Fúlvio Pennachi retratando o ciclo do café. Não deixa de ser uma ironia a presença dessa pintura no principal salão do Bradesco. O crash de 1929 precipitou o fim de um período em que a economia brasileira foi baseada na lavoura. Com a queda abrupta de preços do café, o Brasil teve de buscar alternativas para sua economia. As mudanças incluíram o desenvolvimento da indústria, o que criou as bases para o nascimento dos primeiros grandes grupos privados do país.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 79

7/3/09 1:53:35 AM


ESPECIAL | Grupos como um dos motores da expansão dos grandes grupos brasileiros nas últimas décadas. O Bradesco, que começou como uma pequena casa bancária fundada em 1943 na cidade paulista de Marília, transformou-se num grupo formado por 165 empresas. Além do terceiro maior banco privado do país, há seguradoras, corretoras e empresas de leasing, entre outros negócios. A tarefa de administrar essa estrutura complexa é facilitada, em parte, pela formação de lideranças internas, que funcionam como guardiãs da forte cultura corporativa. O conselho de administração do Bradesco é uma das manifestações dessa forma de agir. O grupo é formado por oito executivos que têm,

Cerca de 60% dos maiores conglomerados em atuação no país são controlados por brasileiros

Gigante brasileira

Criada em 1961 por um eletricista, um administrador de empresas e um mecânico na pequena cidade de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, a Weg tornou-se uma multinacional brasileira com vendas anuais acima de 2 bilhões de dólares O conselho de administração da Weg Da esq. para a dir.: Nildemar Secches, conselheiro;

Gerd Edgar Baumer, vice-presidente do conselho; Decio da Silva, presidente do conselho; Moacyr Sens, conselheiro; Ana Teresa Meirelles, conselheira; Martin Werninghaus, conselheiro; e Miriam Voigt Schuwartz, conselheira

78 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Ensaiook.indd 13-14

em média, 40 anos de trabalho na organização. O presidente do conselho, Lázaro de Mello Brandão, de 83 anos, comandou o Bradesco por quase duas décadas, sucedendo o fundador, o lendário Amador Aguiar. O atual presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, de 47 anos, começou a trabalhar na organização no final da década de 70, como escriturário. “Os executivos do Bradesco costumam ser funcionários experimentados, com tempo de carreira suficiente para terem contato com as mais diferentes áreas e funções”, afirma Trabuco. As reuniões do conselho de administração acontecem semanalmente, todas as segundasfeiras, e se iniciam religiosamente às 8 horas da manhã. Na sala sobriamente decorada, destaca-se um painel de 7 metros quadrados do pintor Fúlvio Pennachi retratando o ciclo do café. Não deixa de ser uma ironia a presença dessa pintura no principal salão do Bradesco. O crash de 1929 precipitou o fim de um período em que a economia brasileira foi baseada na lavoura. Com a queda abrupta de preços do café, o Brasil teve de buscar alternativas para sua economia. As mudanças incluíram o desenvolvimento da indústria, o que criou as bases para o nascimento dos primeiros grandes grupos privados do país.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 79

7/3/09 1:53:35 AM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

|1 - 4

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

3 Bradesco(2) Osasco, SP

Brasileiro

2

2 Itaúsa(2) São Paulo, SP

Brasileiro

41 384 509

1 155 190

7 099 677

122 388

56,9%

3

1 Vale(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

32 315 114

9 105 263

41 195 978

62 490

9,5%

Espanhol

23 658 607

676 343

20 862 883

53 349

NI

1

4

15 Santander(2) São Paulo, SP

41 524 273

3 260 692

14 658 341

86 622

4,7%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

% foi o percentual de aumento do número de funcionários do grupo Itaúsa no ano passado

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

(em %)

165 Financeiro Outros

65% 35%

CONTROLADAS: Áurea Seguros, Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação, Banco (Alvorada, Bankpar, Bradesco BBI, Bradesco Cartões, Boavista Interatlântico, Finasa BMC), Bankpar Arrendamento Mercantil, Bradesco (Adm. de Consórcios, Leasing, Saúde, Seguros, Vida e Previdência, Capitalização, Auto/RE Companhia de Seguros, Argentina de Seguros, Corretora de Títulos e Valores Mobiliários), Alvorada, Bankpar, Bram, Ágora, Visanet, Atlântica (Seguros, Capitalização)

Brasil, Argentina, Reino Unido, Estados Unidos, Luxemburgo, Inglaterra, Japão e China

Cidade de Deus - Cia. Cial de Participações Fundação Bradesco Banco Espírito Santo S.A. Outros

95,34% 2,08% 1,66% 0,92%

CONTROLADAS: Banco Itaú (Argentina S.A., BBA S.A., Chile S.A., Europa Luxembourg S.A., Europa S.A., Uruguay S.A.), Afinco Américas Madeira, SGPS, Sociedade Unipessoal Ltda., Banco Fiat S.A., Banco Itaubank S.A., Banco Itaucard S.A., Banco Itaucred Financiamentos S.A., Banco Itauleasing S.A., BIU Participações S.A., Cia. Itaú de Capitalização, FAI - Financeira Americanas Itaú S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, Fiat Administradora de Consórcios Ltda., Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, Itaú Administradora de Consórcio Ltda., Itaú Banck Ltda., Itaú Corretora de Valores S.A., Itaú Seguros S.A., Itaú Unibanco Banco Múltiplo S.A., Itaú Vida e Previdência S.A., Itaú XL Seguros Corporativos S.A., Itaubank Leasing S.A. Arrendamento Mercantil, Itaúsa Export S.A., Iupar - Itaú Unibanco Participações S.A., Oca Casa Financeira S.A., Orbitall Serviços e Processamento de Informações Comerciais S.A., Redecard S.A., Unibanco - União de Bancos Brasileiros S.A., Unibanco Holding S.A., Unibanco Cayman Bank Ltd., Unibanco Companhia de Capitalização S.A., Unibanco Participações Societárias S.A., Unibanco Seguros S.A., UnibancoVida e Previdência S.A., Unicard Banco Múltiplo S.A., Área Industrial Duratex S.A., Elekeiroz S.A., Itaúsa Empreendimentos S.A., Itautec S.A. COLIGADAS: Banco BPI S.A., Allianz Seguros S.A., Delle Holding S.A., Serasa S.A.

Brasil, Estados Unidos, Ilhas Cayman, Portugal, Luxemburgo, Argentina, Uruguai, Paraguai, Japão, Chile, China, Reino Unido, Antilhas Holandesas, Emirados Árabes, Costa Rica, Itália, França, México, Bélgica, Venezuela, Equador, Espanha e Colômbia

NI

NI Mineração Transporte Energia Outros

92% 4% 1% 3%

CONTROLADAS: Albras, Alunorte, Belém - Adm. e Part., Cadam, Kobrasco, Hispanobrás, Itabrasco, Nibrasco, CPBS, Ferro Gusa Carajás, Ferrovia Norte-Sul, Log-In, MSG, Mineração Rio do Norte, Mineração Tacumã, MBR, MRS, Samarco Mineração, Salobo Metais, Valesul (Alumínio, Australia , Inco, Overseas), Vale Manganês, Vale International, Urucum Mineração, Brasilux, Cadam, Docepar, Diamond Coal, Ferrovia Centro, Florestas Rio Doce S.A. COLIGADAS: Baovale Mineração, Califórnia Steel Industries, Inc., Kobrasco, Hispanobrás, Itabrasco, Nibrasco, Minas da Serra Geral S.A.-MSG, Mineração Rio do Norte, MRS Logística, Samarco Mineração.

Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Barbados, Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Namíbia, Angola, Moçambique, Congo, Guiné, Omã, França, Suíça, Reino Unido, Alemanha, Cazaquistão, Índia, Mongólia, China, Tailândia, Coréia do Sul, Japão, Taiwan, Filipinas, Singapura, Indonésia, Nova Caledônia, Austrália e Noruega

Valepar BNDESPAR

52,70% 6,70%

41 Financeiro

100%

Sterrebeeck B.V. Grupo Empresarial Santander S.L. Outros

56,80%

333 Financeiro Ind. da construção Eletroeletrônico Quím. e petroq.

CONTROLADAS: Santander Brasil, Santander (Asset Management DTVM, Distrib. 42 países, entre eles, Brasil, Estados Unidos, de Tít. e Valores Mobil., Corretora de Câmbio e Títulos, Serv. Tec., Adm. e de Portugal, Argentina, México e Colômbia Corretagem de Seg., Investimentos em Partic., Adm. de Consórcios), Banco (Santander, ABN Amro, de Pernambuco, Sudameris), Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento, Companhia Real DTVM, ABN Amro (Arrendamento Mercantil, Administradora de Cartões de Crédito, Advisory Services, Securities Corretora de Valores Mobiliários, Real Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários, Administradora de Consórcio, Brasil Participações e Investimentos), Sudameris Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, Real (Leasing, Microcrédito, Corretora de Seguros, Argentina, Capitalização, CHP), Fonet Brasil, Webmotors, REB Empreendimentos e Administradora de Bens, Companhia Arrendamento Mercantil Renault do Brasil, Companhia de Crédito, Financiamento e Investimentos Renault do Brasil, Credicenter Empreendimentos e Promoções, Cruzeiro Factoring Comercial. Controlada em conjunto: Visanet, Celta Holding, Araguari Real Estate Holding LLC, Real Tókio Marine Vida e Previdência, Tecban, CBSS, Cibrasec, Norchem Participações e Consultoria, Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP, Diamond Finance Promotora de Vendas. COLIGADAS: Norchem Holding e Negócios

24,12% 8,58% 2,50% 64,80%

|1 - 4

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo espanhol obteve no Brasil em 2008 um faturamento de 23,6 bilhões de dólares e um lucro de 676 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

57

4O– SANTANDER

41,10% 2,10%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

80 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 81

7/2/09 7:48:20 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

|1 - 4

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

3 Bradesco(2) Osasco, SP

Brasileiro

2

2 Itaúsa(2) São Paulo, SP

Brasileiro

41 384 509

1 155 190

7 099 677

122 388

56,9%

3

1 Vale(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

32 315 114

9 105 263

41 195 978

62 490

9,5%

Espanhol

23 658 607

676 343

20 862 883

53 349

NI

1

4

15 Santander(2) São Paulo, SP

41 524 273

3 260 692

14 658 341

86 622

4,7%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

% foi o percentual de aumento do número de funcionários do grupo Itaúsa no ano passado

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

(em %)

165 Financeiro Outros

65% 35%

CONTROLADAS: Áurea Seguros, Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação, Banco (Alvorada, Bankpar, Bradesco BBI, Bradesco Cartões, Boavista Interatlântico, Finasa BMC), Bankpar Arrendamento Mercantil, Bradesco (Adm. de Consórcios, Leasing, Saúde, Seguros, Vida e Previdência, Capitalização, Auto/RE Companhia de Seguros, Argentina de Seguros, Corretora de Títulos e Valores Mobiliários), Alvorada, Bankpar, Bram, Ágora, Visanet, Atlântica (Seguros, Capitalização)

Brasil, Argentina, Reino Unido, Estados Unidos, Luxemburgo, Inglaterra, Japão e China

Cidade de Deus - Cia. Cial de Participações Fundação Bradesco Banco Espírito Santo S.A. Outros

95,34% 2,08% 1,66% 0,92%

CONTROLADAS: Banco Itaú (Argentina S.A., BBA S.A., Chile S.A., Europa Luxembourg S.A., Europa S.A., Uruguay S.A.), Afinco Américas Madeira, SGPS, Sociedade Unipessoal Ltda., Banco Fiat S.A., Banco Itaubank S.A., Banco Itaucard S.A., Banco Itaucred Financiamentos S.A., Banco Itauleasing S.A., BIU Participações S.A., Cia. Itaú de Capitalização, FAI - Financeira Americanas Itaú S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, Fiat Administradora de Consórcios Ltda., Financeira Itaú CBD S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, Itaú Administradora de Consórcio Ltda., Itaú Banck Ltda., Itaú Corretora de Valores S.A., Itaú Seguros S.A., Itaú Unibanco Banco Múltiplo S.A., Itaú Vida e Previdência S.A., Itaú XL Seguros Corporativos S.A., Itaubank Leasing S.A. Arrendamento Mercantil, Itaúsa Export S.A., Iupar - Itaú Unibanco Participações S.A., Oca Casa Financeira S.A., Orbitall Serviços e Processamento de Informações Comerciais S.A., Redecard S.A., Unibanco - União de Bancos Brasileiros S.A., Unibanco Holding S.A., Unibanco Cayman Bank Ltd., Unibanco Companhia de Capitalização S.A., Unibanco Participações Societárias S.A., Unibanco Seguros S.A., UnibancoVida e Previdência S.A., Unicard Banco Múltiplo S.A., Área Industrial Duratex S.A., Elekeiroz S.A., Itaúsa Empreendimentos S.A., Itautec S.A. COLIGADAS: Banco BPI S.A., Allianz Seguros S.A., Delle Holding S.A., Serasa S.A.

Brasil, Estados Unidos, Ilhas Cayman, Portugal, Luxemburgo, Argentina, Uruguai, Paraguai, Japão, Chile, China, Reino Unido, Antilhas Holandesas, Emirados Árabes, Costa Rica, Itália, França, México, Bélgica, Venezuela, Equador, Espanha e Colômbia

NI

NI Mineração Transporte Energia Outros

92% 4% 1% 3%

CONTROLADAS: Albras, Alunorte, Belém - Adm. e Part., Cadam, Kobrasco, Hispanobrás, Itabrasco, Nibrasco, CPBS, Ferro Gusa Carajás, Ferrovia Norte-Sul, Log-In, MSG, Mineração Rio do Norte, Mineração Tacumã, MBR, MRS, Samarco Mineração, Salobo Metais, Valesul (Alumínio, Australia , Inco, Overseas), Vale Manganês, Vale International, Urucum Mineração, Brasilux, Cadam, Docepar, Diamond Coal, Ferrovia Centro, Florestas Rio Doce S.A. COLIGADAS: Baovale Mineração, Califórnia Steel Industries, Inc., Kobrasco, Hispanobrás, Itabrasco, Nibrasco, Minas da Serra Geral S.A.-MSG, Mineração Rio do Norte, MRS Logística, Samarco Mineração.

Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Barbados, Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Namíbia, Angola, Moçambique, Congo, Guiné, Omã, França, Suíça, Reino Unido, Alemanha, Cazaquistão, Índia, Mongólia, China, Tailândia, Coréia do Sul, Japão, Taiwan, Filipinas, Singapura, Indonésia, Nova Caledônia, Austrália e Noruega

Valepar BNDESPAR

52,70% 6,70%

41 Financeiro

100%

Sterrebeeck B.V. Grupo Empresarial Santander S.L. Outros

56,80%

333 Financeiro Ind. da construção Eletroeletrônico Quím. e petroq.

CONTROLADAS: Santander Brasil, Santander (Asset Management DTVM, Distrib. 42 países, entre eles, Brasil, Estados Unidos, de Tít. e Valores Mobil., Corretora de Câmbio e Títulos, Serv. Tec., Adm. e de Portugal, Argentina, México e Colômbia Corretagem de Seg., Investimentos em Partic., Adm. de Consórcios), Banco (Santander, ABN Amro, de Pernambuco, Sudameris), Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento, Companhia Real DTVM, ABN Amro (Arrendamento Mercantil, Administradora de Cartões de Crédito, Advisory Services, Securities Corretora de Valores Mobiliários, Real Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários, Administradora de Consórcio, Brasil Participações e Investimentos), Sudameris Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, Real (Leasing, Microcrédito, Corretora de Seguros, Argentina, Capitalização, CHP), Fonet Brasil, Webmotors, REB Empreendimentos e Administradora de Bens, Companhia Arrendamento Mercantil Renault do Brasil, Companhia de Crédito, Financiamento e Investimentos Renault do Brasil, Credicenter Empreendimentos e Promoções, Cruzeiro Factoring Comercial. Controlada em conjunto: Visanet, Celta Holding, Araguari Real Estate Holding LLC, Real Tókio Marine Vida e Previdência, Tecban, CBSS, Cibrasec, Norchem Participações e Consultoria, Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP, Diamond Finance Promotora de Vendas. COLIGADAS: Norchem Holding e Negócios

24,12% 8,58% 2,50% 64,80%

|1 - 4

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo espanhol obteve no Brasil em 2008 um faturamento de 23,6 bilhões de dólares e um lucro de 676 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

57

4O– SANTANDER

41,10% 2,10%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

80 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 81

7/2/09 7:48:20 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 5 - 11

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

% é a fatia de participação do setor de siderurgia e metalurgia no faturamento do grupo Votorantim

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

5

6 Gerdau(2) Porto Alegre, RS

Brasileiro

21 056 512

2 115 917

8 629 226

46 217

25,2%

79 Sider. e metalurgia

100%

6

5 Votorantim(2) São Paulo, SP

Brasileiro

19 193 687

6 080

10 239 827

61 767

10%

68 Sider. e metalurgia Ind. construção Financeiro Papel e celulose Energia Prod. agropecuária Quím. e petroq. Outros

29% 26% 25% 9% 5% 3% 1% 2%

7

7 Odebrecht(2) Salvador, BA

Brasileiro

18 187 342

-357 753

944 956

87 643

48,6%

56% 41% 3%

8

4 AmBev(2) São Paulo, SP

Belga

17 821 707

1 309 157

7 393 282

39 301

8,3%

44 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: AmBev (Bebidas, International), Anep, Dahlen, BSA Bebidas, Goldensand, Fratelli Vita, Malteria Pampa, Arosuco, Eagle, Lambic, Fazenda do Poço, Labatt, Agrega, Hohneck

9

11 Telefônica(2) São Paulo, SP

Espanhol

16 154 335

NI

NI

82 288

6,9%

11 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: Atento Brasil, Telecomunicações de São Paulo, Telefônica Engenharia de Segurança do Brasil, Telefônica Pesquisa e Desenvolvimento do Brasil, Terra Networks Brasil, Vivo Participações

Brasil, Espanha, Marrocos, Argentina, Chile, Peru, Venezuela, Colômbia, Equador, El Salvador, Porto Rico, Estados Unidos, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Uruguai, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, China e Itália

Telefônica S.A. Acionistas Minoritários Ações em Tesouraria

87,95% 11,98% 0,08%

10

• Bunge(2) São Paulo, SP

Holandês

14 113 643

NI

NI

9 187

5,7%

23 Bens de consumo Quím. e petroq.

73,5% 26,5%

CONTROLADAS: Ouro Verde, Serrana, Bunge (Fertilizantes Participation Limited, Food Service, Paraguay, Alimentos Holding B.V), Macra, Cavel, Terminal de Granéis do Guarujá, Cereol, Serra do Lopo, Madryn, Pico da Caledônia, Santista Export. COLIGADAS: Bunge (Paraguai, Argentina), Ind. de Fosfatados Catarinense, Ind. de Fertilizantes de Cubatão, Ceval, Gardone.

30 países, entre eles, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Argentina, China e Índia

Bunge Brasil Holding BV Bunge Cooperatief UA

99,99% 0,01%

11

21 JBS(3) São Paulo, SP

Brasileiro

13 813 803

11 099

2 624 908

NI

NI

NI Prod. agropecuária

100%

CONTROLADAS: JBS, JBS (Embalagens Metálicas, Holding Internacional, Global (Dinamarca), USA, Confinamento, Global), Mouran Alimentos, SB Holdings

Brasil, Estados Unidos, Itália, Argentina

J&F Participações S.A. Minoritários Prot - FIP BNDES Participações S.A. BNDESPAR ZMF Fundo de Investimento em Participações Ações em Tesouraria

44,00% 20,20% 14,30%

204 Quím. e petroq. Ind. construção Outros

CONTROLADAS: Gerdau (Açominas, International Empreendimentos, Aços Longos, Aços Especiais, Comercial de Aços, América Latina Part., GTL, North America, Steel, Axol), Itaguaí Com., Imp. e Exp. COLIGADAS: Gallatin Steel Company, Bradley Steel Processors, MRM Guide Rail, Estructurales Corsa S.A.P.I. de C.V., SJK Steel Plant Limited, Dona Francisca Energética, Armacero Industrial y Comercial, Multisteel Business Holding Corp. e Subsidiárias, Corsa Controladora S.A. de C.V., Corporacion Centro Americana del Acero

Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Guatemala, República Dominicana, Venezuela, Colômbia, Peru, Chile, Argentina, Uruguai, Espanha, Índia

Metalúrgica Gerdau S.A. BNDES Participações Ações em Tesouraria Outros

45,38% 3,50% 0,76% 50,36%

CONTROLADAS: Votocel, Votorantim (Energia, Cimentos, Invest. Industriais, Brasil, Argentina, Austrália, Bahamas, Bélgica, Invest. Internacionais, Finanças, Metais, Novos Negócios, Cement North America, Bolívia, Canadá, Chile, China, Colômbia, Estados Internacional Holding, Comércio e Indústria, Celulose e Papel Gmbtt, Over- Trad. Oper Unidos, Reino Unido, Peru III), Banco Votorantim, Cia. Brasileira de Alumínio, Citrovita (Agro Industrial, Agro Pecuária), Hailstone, Calmit, Calsete, CPT, Santa Maria, Santa Helena

Hejoassu Administração S.A.

98,58%

CONTROLADAS: Braskem, Construtora Norberto Odebrecht, OCS, CBPO (Engenharia, Engenharia Venezuela), ETH Bioenergia, Odebrecht (Investimentos, Engenharia Ambiental, Óleo e Gás, Empreendimentos Imobiliários, Construction, Angola Projectos), Bento Pedroso

Kieppe Participações

61,35%

Brasil, Venezuela, Angola, República Dominicana, México, Emirados Árabes, Bolívia, Argentina, Peru, Panamá, Portugal, Estados Unidos, República do Djibuti, Inglaterra, Líbia, Libéria, Moçambique

| 5 - 11

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo fechou 2008 com faturamento de aproximadamente 18 bilhões de dólares e um lucro de 1,3 bilhão de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

29

8O– AMBEV

Interbrew International B.V. 53,30% Fundação Antonio e Helena Zerrenner INB 9,33% Ambrew S.A. 7,88% The Bank of New York - ADR 7,46% Inbev Partic. Societárias Ltda. 0,48% Outros Acionistas Escriturais 21,55%

13,00% 6,10% 2,40%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

82 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 3-4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 83

7/2/09 7:48:45 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 5 - 11

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

% é a fatia de participação do setor de siderurgia e metalurgia no faturamento do grupo Votorantim

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

5

6 Gerdau(2) Porto Alegre, RS

Brasileiro

21 056 512

2 115 917

8 629 226

46 217

25,2%

79 Sider. e metalurgia

100%

6

5 Votorantim(2) São Paulo, SP

Brasileiro

19 193 687

6 080

10 239 827

61 767

10%

68 Sider. e metalurgia Ind. construção Financeiro Papel e celulose Energia Prod. agropecuária Quím. e petroq. Outros

29% 26% 25% 9% 5% 3% 1% 2%

7

7 Odebrecht(2) Salvador, BA

Brasileiro

18 187 342

-357 753

944 956

87 643

48,6%

56% 41% 3%

8

4 AmBev(2) São Paulo, SP

Belga

17 821 707

1 309 157

7 393 282

39 301

8,3%

44 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: AmBev (Bebidas, International), Anep, Dahlen, BSA Bebidas, Goldensand, Fratelli Vita, Malteria Pampa, Arosuco, Eagle, Lambic, Fazenda do Poço, Labatt, Agrega, Hohneck

9

11 Telefônica(2) São Paulo, SP

Espanhol

16 154 335

NI

NI

82 288

6,9%

11 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: Atento Brasil, Telecomunicações de São Paulo, Telefônica Engenharia de Segurança do Brasil, Telefônica Pesquisa e Desenvolvimento do Brasil, Terra Networks Brasil, Vivo Participações

Brasil, Espanha, Marrocos, Argentina, Chile, Peru, Venezuela, Colômbia, Equador, El Salvador, Porto Rico, Estados Unidos, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Uruguai, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, China e Itália

Telefônica S.A. Acionistas Minoritários Ações em Tesouraria

87,95% 11,98% 0,08%

10

• Bunge(2) São Paulo, SP

Holandês

14 113 643

NI

NI

9 187

5,7%

23 Bens de consumo Quím. e petroq.

73,5% 26,5%

CONTROLADAS: Ouro Verde, Serrana, Bunge (Fertilizantes Participation Limited, Food Service, Paraguay, Alimentos Holding B.V), Macra, Cavel, Terminal de Granéis do Guarujá, Cereol, Serra do Lopo, Madryn, Pico da Caledônia, Santista Export. COLIGADAS: Bunge (Paraguai, Argentina), Ind. de Fosfatados Catarinense, Ind. de Fertilizantes de Cubatão, Ceval, Gardone.

30 países, entre eles, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Argentina, China e Índia

Bunge Brasil Holding BV Bunge Cooperatief UA

99,99% 0,01%

11

21 JBS(3) São Paulo, SP

Brasileiro

13 813 803

11 099

2 624 908

NI

NI

NI Prod. agropecuária

100%

CONTROLADAS: JBS, JBS (Embalagens Metálicas, Holding Internacional, Global (Dinamarca), USA, Confinamento, Global), Mouran Alimentos, SB Holdings

Brasil, Estados Unidos, Itália, Argentina

J&F Participações S.A. Minoritários Prot - FIP BNDES Participações S.A. BNDESPAR ZMF Fundo de Investimento em Participações Ações em Tesouraria

44,00% 20,20% 14,30%

204 Quím. e petroq. Ind. construção Outros

CONTROLADAS: Gerdau (Açominas, International Empreendimentos, Aços Longos, Aços Especiais, Comercial de Aços, América Latina Part., GTL, North America, Steel, Axol), Itaguaí Com., Imp. e Exp. COLIGADAS: Gallatin Steel Company, Bradley Steel Processors, MRM Guide Rail, Estructurales Corsa S.A.P.I. de C.V., SJK Steel Plant Limited, Dona Francisca Energética, Armacero Industrial y Comercial, Multisteel Business Holding Corp. e Subsidiárias, Corsa Controladora S.A. de C.V., Corporacion Centro Americana del Acero

Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Guatemala, República Dominicana, Venezuela, Colômbia, Peru, Chile, Argentina, Uruguai, Espanha, Índia

Metalúrgica Gerdau S.A. BNDES Participações Ações em Tesouraria Outros

45,38% 3,50% 0,76% 50,36%

CONTROLADAS: Votocel, Votorantim (Energia, Cimentos, Invest. Industriais, Brasil, Argentina, Austrália, Bahamas, Bélgica, Invest. Internacionais, Finanças, Metais, Novos Negócios, Cement North America, Bolívia, Canadá, Chile, China, Colômbia, Estados Internacional Holding, Comércio e Indústria, Celulose e Papel Gmbtt, Over- Trad. Oper Unidos, Reino Unido, Peru III), Banco Votorantim, Cia. Brasileira de Alumínio, Citrovita (Agro Industrial, Agro Pecuária), Hailstone, Calmit, Calsete, CPT, Santa Maria, Santa Helena

Hejoassu Administração S.A.

98,58%

CONTROLADAS: Braskem, Construtora Norberto Odebrecht, OCS, CBPO (Engenharia, Engenharia Venezuela), ETH Bioenergia, Odebrecht (Investimentos, Engenharia Ambiental, Óleo e Gás, Empreendimentos Imobiliários, Construction, Angola Projectos), Bento Pedroso

Kieppe Participações

61,35%

Brasil, Venezuela, Angola, República Dominicana, México, Emirados Árabes, Bolívia, Argentina, Peru, Panamá, Portugal, Estados Unidos, República do Djibuti, Inglaterra, Líbia, Libéria, Moçambique

| 5 - 11

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo fechou 2008 com faturamento de aproximadamente 18 bilhões de dólares e um lucro de 1,3 bilhão de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

29

8O– AMBEV

Interbrew International B.V. 53,30% Fundação Antonio e Helena Zerrenner INB 9,33% Ambrew S.A. 7,88% The Bank of New York - ADR 7,46% Inbev Partic. Societárias Ltda. 0,48% Outros Acionistas Escriturais 21,55%

13,00% 6,10% 2,40%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

82 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 3-4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 83

7/2/09 7:48:45 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 12 - 20

2008 2007

12

12 Ultrapar(2) São Paulo, SP

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

Brasileiro

13 126 757

166 996

1 989 763

9 496

-1,6%

40 Varejo Quím. e petroq. Serviços

22 Telecomunicações

13

9 Telemar Participações(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

13 076 088

-3 105

1 053 398

10 992

10,5%

14

• Shell(2) Rio de Janeiro, RJ

Anglo-holandês

11 283 665

NI

NI

1 966

-3,1%

(2)

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

6 Atacado

91% 8% 1%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

mil foi o total de funcionários do grupo Usiminas em 2008, 19% mais que em 2007

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Ultracargo-Operações Logísticas e Part., Oxiteno Ind. e Comércio, Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga, Refinaria de Petróleo Riograndense, Sociedade Brasileira de Participações COLIGADAS: Transportadora Sul Brasileira de Gás, Oxicap Indústria de Gases, Química da Bahia Indústria e Comércio

Brasil, Argentina, México, Estados Unidos, Venezuela e Bélgica

Ultra S.A. Participações 23,99% Caixa de Prev. Fun. BB 8,77% Parth Investimentos Company 7,87% Monteiro Aranha S.A. 4,57% Dodge & Cox INC 3,32% Ações em Tesouraria 1,70% Outros 49,78%

100%

CONTROLADA: Tele Norte Leste Participações S.A.

Brasil

BNDES Participações S.A. 31,38% FIAGO Participações S.A. 24,95% LF Tel S.A. 19,33% AG Telecom Participações S.A. 12,88% Luxemburgo Participações S.A. 6,44% Fundação Atlântico de Seguridade Social 5,02%

100%

CONTROLADAS: Petróleo Sabbá, Fusus, Icolub, Janari, Shell Centro de Serviços Compartilhados COLIGADAS: Centro Oeste Gás e Serviços, GNL do Nordeste

Brasil, Reino Unido, Europa, Estados Unidos, Barbados

Shell Brazil Holdings BV Vasco Augusto da Fonseca Dias Junior

99,99% 0,01%

15

13 ArcelorMittal Brasil Belo Horizonte, MG

Inglês

10 983 781

609 921

6 714 502

18 950

17,1%

20 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: Acindar (Indústria Argentina de Aceros), Belgo Mineira (Uruguay, Brasil, Argentina, Costa Rica, Holanda, Comercial Exportadora, Engenharia), Itaúna Siderúrgica, Belgopar, BMB, Belgo Bermudas Bekaert (Arames, Nordeste), ArcelorMittal (Sistemas, Florestas, Costa Rica, Tubarão), PBM, BEMEX Internacional, Sol Coqueiro Tubarão, CST (Com. Exterior, Corporation)

Arcelor Spain Holding AS AM Sociedad Brasil S.L. ArcelorMittal France Aceralia Construcciones S.L. Arcelor Luxemburg Sidarfin NV

49,91% 29,29% 15,27% 5,04% 0,40% 0,09%

16

27 Vicunha Siderurgia(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

10 964 097

854 517

1 569 984

11 361

10%

3 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: CSN (Energy, Export, Overseas, Panamá, Steel, Aços Longos, Cimentos, Gestão de Recursos Financeiros, Energia), Arame Corporation, Tubb S.A., International Charitable Corporation, Galva SUD, Sepetiba Tecon, Pelotização Nacional, Nacional Siderurgia, Estanho Rondônia, Cia. Metalic Nordeste, Companhia Metalúrgica Prada, Inal Nordeste, Congonhas Minérios, Indústria Nacional de Aços Laminados - Inal, Nacional Minérios

Brasil, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Ilhas Cayman, Inglaterra, Luxemburgo, Malta, Panamá, Portugal

Vicunha Aços S.A. Outros

99,99% 0,01%

Francês

10 525 019

NI

NI

65 144

10,4%

15 Varejo Atacado Outros

CONTROLADAS: Carrefour Com. de Alimentos, Atacadão, Banco Carrefour e Dia%

34 países, entre eles, Brasil, Espanha, França, China, Polônia, Itália, Portugal

NI

9 406 570

1 379 732

6 430 870

29 784

18,8%

15 Sider. e metalurgia Bens de capital Mineração

CONTROLADAS: Cia. Siderúrgica Paulista - Cosipa, Usiminas Mecânica S.A., Usiminas International Ltda., Usiminas Commercial Ltda., Usimpex Industrial S.A., Modal Terminal de Cargas, Terminal Sarzedo, Usiparts S.A. - Sistemas Automotivos, Rio Negro Comércio e Indústria de Aço, Fasal S.A. Com. Ind. de Produtos Siderúrgicos, Unigal Ltda., Usiminas Europa S.A., Usiroll - Usiminas Court Tecn. em Acab. Superf. Ltda. COLIGADAS: MRS Logística S.A., Fundo Imobiliário - Minas Industrial

Brasil

Nippon Usiminas Co Ltd. Votorantim Participações S.A. Previ Caixa Prev. Funcionários do Banco do Brasil Caixa dos Empregados da Usiminas Camargo Corrêa Cimento S.A. Cia. Vale do Rio Doce - Vale

17

18

• Carrefour(1) São Paulo, SP

14 Usiminas(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

58,77% 33,53% 7,70% 91% 7% 2%

| 12 - 20

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo, de origem anglo-holandesa, obteve no ano passado uma receita no Brasil de 11,2 bilhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

30

14O– SHELL

21,60% 11,60% 10,40% 10,10% 7,90% 5,90%

19

17 Pão de Açúcar(2) São Paulo, SP

Franco-brasileiro

9 262 358

111 436

2 313 956

70 656

6,8%

9 Varejo

100%

CONTROLADAS: Sendas Distribuidora, Xantocarpa Participações, Novasoc, P.A. Publicidade, Sé Supermercados, Barcelona Com. Varejista e Atacadista, Pão de Açúcar Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios, PAFIDC, CBD Holland COLIGADAS: Saper Participações, Miravalles Empreendimentos e Participações

Brasil

Wilkes Participações S.A. 27,80% Sudaco Participações Ltda. 12,17% Onyx 2006 Participações Ltda. 8,73% Casino Guichard Perrachon 2,38% Outros 48,92%

20

18 TIM Brasil 2) Rio de Janeiro, RJ

Italiano

8 692 125

17 249

2 606 197

10 300

2,6%

5 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: TIM (Participações, Celular, Nordeste)

Brasil

Telecom Italia International

100,00%

COLIGADA: TI Audit Latam 1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

84 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 5-6

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 85

7/2/09 7:49:03 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 12 - 20

2008 2007

12

12 Ultrapar(2) São Paulo, SP

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

Brasileiro

13 126 757

166 996

1 989 763

9 496

-1,6%

40 Varejo Quím. e petroq. Serviços

22 Telecomunicações

13

9 Telemar Participações(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

13 076 088

-3 105

1 053 398

10 992

10,5%

14

• Shell(2) Rio de Janeiro, RJ

Anglo-holandês

11 283 665

NI

NI

1 966

-3,1%

(2)

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

6 Atacado

91% 8% 1%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

mil foi o total de funcionários do grupo Usiminas em 2008, 19% mais que em 2007

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Ultracargo-Operações Logísticas e Part., Oxiteno Ind. e Comércio, Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga, Refinaria de Petróleo Riograndense, Sociedade Brasileira de Participações COLIGADAS: Transportadora Sul Brasileira de Gás, Oxicap Indústria de Gases, Química da Bahia Indústria e Comércio

Brasil, Argentina, México, Estados Unidos, Venezuela e Bélgica

Ultra S.A. Participações 23,99% Caixa de Prev. Fun. BB 8,77% Parth Investimentos Company 7,87% Monteiro Aranha S.A. 4,57% Dodge & Cox INC 3,32% Ações em Tesouraria 1,70% Outros 49,78%

100%

CONTROLADA: Tele Norte Leste Participações S.A.

Brasil

BNDES Participações S.A. 31,38% FIAGO Participações S.A. 24,95% LF Tel S.A. 19,33% AG Telecom Participações S.A. 12,88% Luxemburgo Participações S.A. 6,44% Fundação Atlântico de Seguridade Social 5,02%

100%

CONTROLADAS: Petróleo Sabbá, Fusus, Icolub, Janari, Shell Centro de Serviços Compartilhados COLIGADAS: Centro Oeste Gás e Serviços, GNL do Nordeste

Brasil, Reino Unido, Europa, Estados Unidos, Barbados

Shell Brazil Holdings BV Vasco Augusto da Fonseca Dias Junior

99,99% 0,01%

15

13 ArcelorMittal Brasil Belo Horizonte, MG

Inglês

10 983 781

609 921

6 714 502

18 950

17,1%

20 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: Acindar (Indústria Argentina de Aceros), Belgo Mineira (Uruguay, Brasil, Argentina, Costa Rica, Holanda, Comercial Exportadora, Engenharia), Itaúna Siderúrgica, Belgopar, BMB, Belgo Bermudas Bekaert (Arames, Nordeste), ArcelorMittal (Sistemas, Florestas, Costa Rica, Tubarão), PBM, BEMEX Internacional, Sol Coqueiro Tubarão, CST (Com. Exterior, Corporation)

Arcelor Spain Holding AS AM Sociedad Brasil S.L. ArcelorMittal France Aceralia Construcciones S.L. Arcelor Luxemburg Sidarfin NV

49,91% 29,29% 15,27% 5,04% 0,40% 0,09%

16

27 Vicunha Siderurgia(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

10 964 097

854 517

1 569 984

11 361

10%

3 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: CSN (Energy, Export, Overseas, Panamá, Steel, Aços Longos, Cimentos, Gestão de Recursos Financeiros, Energia), Arame Corporation, Tubb S.A., International Charitable Corporation, Galva SUD, Sepetiba Tecon, Pelotização Nacional, Nacional Siderurgia, Estanho Rondônia, Cia. Metalic Nordeste, Companhia Metalúrgica Prada, Inal Nordeste, Congonhas Minérios, Indústria Nacional de Aços Laminados - Inal, Nacional Minérios

Brasil, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Ilhas Cayman, Inglaterra, Luxemburgo, Malta, Panamá, Portugal

Vicunha Aços S.A. Outros

99,99% 0,01%

Francês

10 525 019

NI

NI

65 144

10,4%

15 Varejo Atacado Outros

CONTROLADAS: Carrefour Com. de Alimentos, Atacadão, Banco Carrefour e Dia%

34 países, entre eles, Brasil, Espanha, França, China, Polônia, Itália, Portugal

NI

9 406 570

1 379 732

6 430 870

29 784

18,8%

15 Sider. e metalurgia Bens de capital Mineração

CONTROLADAS: Cia. Siderúrgica Paulista - Cosipa, Usiminas Mecânica S.A., Usiminas International Ltda., Usiminas Commercial Ltda., Usimpex Industrial S.A., Modal Terminal de Cargas, Terminal Sarzedo, Usiparts S.A. - Sistemas Automotivos, Rio Negro Comércio e Indústria de Aço, Fasal S.A. Com. Ind. de Produtos Siderúrgicos, Unigal Ltda., Usiminas Europa S.A., Usiroll - Usiminas Court Tecn. em Acab. Superf. Ltda. COLIGADAS: MRS Logística S.A., Fundo Imobiliário - Minas Industrial

Brasil

Nippon Usiminas Co Ltd. Votorantim Participações S.A. Previ Caixa Prev. Funcionários do Banco do Brasil Caixa dos Empregados da Usiminas Camargo Corrêa Cimento S.A. Cia. Vale do Rio Doce - Vale

17

18

• Carrefour(1) São Paulo, SP

14 Usiminas(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

58,77% 33,53% 7,70% 91% 7% 2%

| 12 - 20

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo, de origem anglo-holandesa, obteve no ano passado uma receita no Brasil de 11,2 bilhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

30

14O– SHELL

21,60% 11,60% 10,40% 10,10% 7,90% 5,90%

19

17 Pão de Açúcar(2) São Paulo, SP

Franco-brasileiro

9 262 358

111 436

2 313 956

70 656

6,8%

9 Varejo

100%

CONTROLADAS: Sendas Distribuidora, Xantocarpa Participações, Novasoc, P.A. Publicidade, Sé Supermercados, Barcelona Com. Varejista e Atacadista, Pão de Açúcar Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios, PAFIDC, CBD Holland COLIGADAS: Saper Participações, Miravalles Empreendimentos e Participações

Brasil

Wilkes Participações S.A. 27,80% Sudaco Participações Ltda. 12,17% Onyx 2006 Participações Ltda. 8,73% Casino Guichard Perrachon 2,38% Outros 48,92%

20

18 TIM Brasil 2) Rio de Janeiro, RJ

Italiano

8 692 125

17 249

2 606 197

10 300

2,6%

5 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: TIM (Participações, Celular, Nordeste)

Brasil

Telecom Italia International

100,00%

COLIGADA: TI Audit Latam 1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

84 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 5-6

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 85

7/2/09 7:49:03 PM


| GRUPOS VENDAS GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil 2008)

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

21

22 HSBC Bank(2) Curitiba, PR

Inglês

8 085 725

579 622

2 587 112

25 122

-7,0%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

30 Financeiro

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

foi a taxa de aumento do número de funcionários do grupo Brasil Telecom no ano passado

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: HSBC Bank (Brasil) S.A. – Banco Múltiplo (empresa líder do 86 países, entre eles Brasil, Reino Unido, China, Conglomerado), Agência Grand Cayman – HSBC Bank (Brasil), HSBC Corretora México, Índia de Títulos e Valores Mobiliários S.A., HSBC Finance (Brasil) S.A. – Banco Múltiplo, HSBC Leasing Arrendamento Mercantil (Brasil) S.A., HSBC (Brasil) Consórcio Ltda., HSBC Seguros (Brasil) S.A., HSBC Capitalização (Brasil) S.A., HSBC Vida e Previdência (Brasil) S.A., HSBC Empresa de Capitalização (Brasil) S.A., HSBC Software Development (Brasil) – Prestação de Serviços Tecnológicos Ltda., Ametista Administração de Bens Ltda., Boaventura Administração Ltda., Estrela Guia Administração Ltda., Jasmin Administração de Bens Ltda., Lírio Administração de Bens Ltda., Monte Alegre Administração de Bens Ltda., Serra Azul Administração de Bens Ltda., HSBC Administração de Serviços para Fundos de Pensão (Brasil) Ltda., HSBC Private Equity Latin America (Brasil) Ltda., HSBC Assistência Previdenciária, HSBC Gestão de Recursos Ltda., Valeu Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros, Losango Promoções de Vendas Ltda., Credival – Participações, Administração e Assessoria Ltda., Francinvest Investimentos e Participações Ltda., Fundação Cultural CCF Brasil, HSBC Corretora de Seguros (Brasil) S.A., HSBC Serviços e Participações Ltda., Instituto HSBC Solidariedade

HSBC Latin America Holdings (UK) Limited

100%

CONTROLADAS: Bompreço, Sonae, Wal-Mart Brasil

Brasil, Estados Unidos, Argentina, Canadá, Chile, China, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Índia, Japão, México, Nicarágua, Porto Rico, Reino Unido

NI

MAIORES | GRUPOS

| 21 - 24

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

20

%

100,00%

MAIORES | GRUPOS

M A IOR E S

O grupo americano faturou no Brasil no ano passado quase 8 bilhões de dólares e empregou no país mais de 70 000 pessoas

22

• Wal-Mart(1) Barueri, SP

Americano

7 904 867

NI

NI

74 456

9,7%

23

23 Cargill(2) São Paulo, SP

Americano

7 657 252

-163 979

122 219

5 631

1,1%

14 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Cargill (Agrícola, Specialties, Prolease, Archimedes, Nassau Limited, Agro, Holding Participações Comercializadora de Energia), Casa & BSL, Olavo Bilac Empr. Imob., Innovatti, Teag, Seara, Armazéns Gerais Cargill

Brasil, Estados Unidos, México, Argentina, Colômbia, Uruguai, Peru, Equador, França, Bolívia, Venezuela, Paraguai, Espanha, Alemanha, Itália, Costa do Marfim, Japão, Argélia, Angola, Arábia Saudita, Áustria, Austrália, Bangladesh, Bélgica, Bulgária, Camarões, China, Colômbia, Romênia, Cuba, Dinamarca, República Dominicana, Egito, Inglaterra, França, Alemanha, Grécia, Holanda, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irã, Irlanda, Itália, Líbia, Malásia, Malta, Marrocos, Montenegro, Moçambique, Coréia do Norte, Paquistão, Polônia, Portugal, África do Sul, Senegal, Eslovênia, Coréia do Sul, Espanha, Suíça, Taiwan, Tailândia, Trinidad e Tobago, Tunísia, Emirados Árabes, Reino Unido, Vietnã

Cargill, Incorporated Fundação Cargill

98,46% 1,54%

24

20 Brasil Telecom Participações(2) Brasília, DF

Brasileiro

7 552 763

334 705

2 466 244

20 451

22,0%

15 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: Brasil Telecom, Nova Tarrafa (Inc., Partic.), 14 Brasil Telecom Celular, Vant, BrT (Comunicação Multimídia, Serviços de Internet, Card, Call Center, Cabos Submarinos) COLIGADAS: Brasil Telecom Comunicação Multimídia Ltda., BrT Serviços de Internet S.A., Vant Telecomunicações S.A., Brasil Telecom Cabos Submarinos Ltda., Brasil Telecom Call Center S.A., 14 Brasil Telecom Celular S.A., BRT Card Serviços Financeiros Ltda., Internet Group Cayman Limited, Brasil Telecom Subsea Cable Systems Ltda., Agência O Jornal da Internet Ltda., IG Participações S.A., Brasil Telecom of America Inc., Brasil Telecom de Venezuela S.A., Brasil Telecom de Colombia E.U., Internet Group do Brasil S.A.

Brasil

Copart 1 Participações S.A. Solpart Participações S.A.

21,06% 18,93%

3 Varejo

| 21 - 24

22O– WAL-MART

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

86 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 7-8

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 87

7/2/09 7:49:21 PM


| GRUPOS VENDAS GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil 2008)

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

21

22 HSBC Bank(2) Curitiba, PR

Inglês

8 085 725

579 622

2 587 112

25 122

-7,0%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

30 Financeiro

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

foi a taxa de aumento do número de funcionários do grupo Brasil Telecom no ano passado

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: HSBC Bank (Brasil) S.A. – Banco Múltiplo (empresa líder do 86 países, entre eles Brasil, Reino Unido, China, Conglomerado), Agência Grand Cayman – HSBC Bank (Brasil), HSBC Corretora México, Índia de Títulos e Valores Mobiliários S.A., HSBC Finance (Brasil) S.A. – Banco Múltiplo, HSBC Leasing Arrendamento Mercantil (Brasil) S.A., HSBC (Brasil) Consórcio Ltda., HSBC Seguros (Brasil) S.A., HSBC Capitalização (Brasil) S.A., HSBC Vida e Previdência (Brasil) S.A., HSBC Empresa de Capitalização (Brasil) S.A., HSBC Software Development (Brasil) – Prestação de Serviços Tecnológicos Ltda., Ametista Administração de Bens Ltda., Boaventura Administração Ltda., Estrela Guia Administração Ltda., Jasmin Administração de Bens Ltda., Lírio Administração de Bens Ltda., Monte Alegre Administração de Bens Ltda., Serra Azul Administração de Bens Ltda., HSBC Administração de Serviços para Fundos de Pensão (Brasil) Ltda., HSBC Private Equity Latin America (Brasil) Ltda., HSBC Assistência Previdenciária, HSBC Gestão de Recursos Ltda., Valeu Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros, Losango Promoções de Vendas Ltda., Credival – Participações, Administração e Assessoria Ltda., Francinvest Investimentos e Participações Ltda., Fundação Cultural CCF Brasil, HSBC Corretora de Seguros (Brasil) S.A., HSBC Serviços e Participações Ltda., Instituto HSBC Solidariedade

HSBC Latin America Holdings (UK) Limited

100%

CONTROLADAS: Bompreço, Sonae, Wal-Mart Brasil

Brasil, Estados Unidos, Argentina, Canadá, Chile, China, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Índia, Japão, México, Nicarágua, Porto Rico, Reino Unido

NI

MAIORES | GRUPOS

| 21 - 24

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

20

%

100,00%

MAIORES | GRUPOS

M A IOR E S

O grupo americano faturou no Brasil no ano passado quase 8 bilhões de dólares e empregou no país mais de 70 000 pessoas

22

• Wal-Mart(1) Barueri, SP

Americano

7 904 867

NI

NI

74 456

9,7%

23

23 Cargill(2) São Paulo, SP

Americano

7 657 252

-163 979

122 219

5 631

1,1%

14 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Cargill (Agrícola, Specialties, Prolease, Archimedes, Nassau Limited, Agro, Holding Participações Comercializadora de Energia), Casa & BSL, Olavo Bilac Empr. Imob., Innovatti, Teag, Seara, Armazéns Gerais Cargill

Brasil, Estados Unidos, México, Argentina, Colômbia, Uruguai, Peru, Equador, França, Bolívia, Venezuela, Paraguai, Espanha, Alemanha, Itália, Costa do Marfim, Japão, Argélia, Angola, Arábia Saudita, Áustria, Austrália, Bangladesh, Bélgica, Bulgária, Camarões, China, Colômbia, Romênia, Cuba, Dinamarca, República Dominicana, Egito, Inglaterra, França, Alemanha, Grécia, Holanda, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irã, Irlanda, Itália, Líbia, Malásia, Malta, Marrocos, Montenegro, Moçambique, Coréia do Norte, Paquistão, Polônia, Portugal, África do Sul, Senegal, Eslovênia, Coréia do Sul, Espanha, Suíça, Taiwan, Tailândia, Trinidad e Tobago, Tunísia, Emirados Árabes, Reino Unido, Vietnã

Cargill, Incorporated Fundação Cargill

98,46% 1,54%

24

20 Brasil Telecom Participações(2) Brasília, DF

Brasileiro

7 552 763

334 705

2 466 244

20 451

22,0%

15 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: Brasil Telecom, Nova Tarrafa (Inc., Partic.), 14 Brasil Telecom Celular, Vant, BrT (Comunicação Multimídia, Serviços de Internet, Card, Call Center, Cabos Submarinos) COLIGADAS: Brasil Telecom Comunicação Multimídia Ltda., BrT Serviços de Internet S.A., Vant Telecomunicações S.A., Brasil Telecom Cabos Submarinos Ltda., Brasil Telecom Call Center S.A., 14 Brasil Telecom Celular S.A., BRT Card Serviços Financeiros Ltda., Internet Group Cayman Limited, Brasil Telecom Subsea Cable Systems Ltda., Agência O Jornal da Internet Ltda., IG Participações S.A., Brasil Telecom of America Inc., Brasil Telecom de Venezuela S.A., Brasil Telecom de Colombia E.U., Internet Group do Brasil S.A.

Brasil

Copart 1 Participações S.A. Solpart Participações S.A.

21,06% 18,93%

3 Varejo

| 21 - 24

22O– WAL-MART

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

86 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 7-8

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 87

7/2/09 7:49:21 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 25 - 31

2008 2007

25

26

24 Camargo Corrêa Controladas(2) São Paulo, SP

• Claro Telecom(2) São Paulo, SP

Brasileiro

Mexicano

6 910 961

6 692 876

237 626

418. 011

3 026 324

3 190 340

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

54 320

9 296

-4,4%

7,4%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

232 Ind. da construção Bens de consumo Energia Sider. e metalurgia Serviços Transporte Bens de capital

55% 13% 13% 8% 6% 4% 1%

3 Telecomunicações

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

empresas fazem parte do grupo Embraer, que faturou mais de 5 bilhões de dólares no ano passado

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Camargo Corrêa (Cimentos, Desenvolvimento Imobiliário, Investimentos em Infraestrutura, Energia), Cavo Serviços e Saneamento, São Paulo Alpargatas, Construções e Comércio Camargo Corrêa COLIGADAS: Investimentos Itaú, CPFL Energia e Tavex Algodonera, Usinas Sid. Minas Gerais, VBC Energia, Baesa Energética Barra Grande, Companhia de Concessões Rodoviárias

Brasil, Angola, Argentina, Bolívia, Chile, Participações Morro Colômbia, Equador, Estados Unidos, Honduras, Vermelho S.A. Moçambique, Panamá, Paraguai, Peru, Outros Suriname, Uruguai e Venezuela

99,99% 0,01%

CONTROLADAS: Claro, Americel, Alecan Telecomunicações

Brasil

87,69%

AMOV I, S.A. de C.V. AM Telecom Americas S.A. de C.V. (MX)

12,31%

27

26 Embrapar(2) Rio de Janeiro, RJ

Mexicano

5 996 399

262 175

3 572 193

16 286

1,5%

8 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: Embratel Participações, Star One, Brasil Center, Click21, Via Embratel, Primesys, Embratel TV Sat, Telmex do Brasil COLIGADAS: Net Serviços de Comunicação S.A. e GB Empreendimentos e Participações S.A.

Brasil

Telmex Solutions Telecomunicações Ltda. 75,15% Consertel - Controladora de Serviços de Telecomunicações 22,86% Outros 1,99%

28

34 Perdigão(2) São Paulo, SP

Brasileiro

5 845 006

23 266

1 758 929

59 008

31,9%

34 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Perdigão (Export , Agroindustrial, Trading, International, UK, France SARL, Holland B.V., Nihon K.K., Hungary) , PDF Participações , Avipal (Nordeste, Construtora Incorporadora, Centro-Oeste, Alimentos, Estabelecimientos Levino Zaccardo y Cia), UP Alimentos, PSA Participações, Sino dos Alpes Alimentos, Crosban Holdings GMBH, Perdix International Foods Com. Internacional, Plusfood UK, Acheron Beteilingung-sverwaltung GMBH, BFF International, Highline International, Plusfood Groep B.V., Plusfood B.V., Plusfood Constanta SRL, Plusfood Finance UK Ltd., Fribo Foods Ltd, Plusfood France SARL, Plusfood Iberia SL e Plusfood Itália

Brasil, Caiman, Reino Unido, Holanda, Rússia, Japão, Portugal, Singapura, Hungria, Áustria, Romênia, Itália, Emirados Árabes Unidos e Argentina

Caixa de Previ. dos Func. do Banco do Brasil 14,16% Fundação Petrobras de Seguridade Social - Petros 12,04% Fundo Bird 7,26% Fundação Sistel de Seguridade Social 4,00% Fundação Vale do Rio Doce de Seg. Social - Valia 3,72% FPRV1 Sabiá FIM Previdenciário 1,10% Real Grand. Fundo de Previdência e Assistência Social 1,01% Outros 56,71%

29

25 Brasiliana(2) São Paulo, SP

Amer./Brasileiro

5 682 973

269 059

1 721 618

4 836

-0,5%

9 Energia Telecomunicações

99% 1%

CONTROLADAS: AES (Elpa, Eletropaulo, Uruguaiana, Communications, Infoenergy,Minas PCH, Rio PCH), Eletropaulo, Telecomunicações COLIGADA: AES Sul S.A.

Brasil

AES Corporation (através da AES Holding Brasil Ltd. BNDES Participações (BNDESPar)

50,00% 32,67% 14,12% 10,41% 0,30%

(2)

30

30 Sadia Concórdia, SC

Brasileiro

5 414 343 -1 063 258

31

28 Embraer(2) São José dos Campos, SP

Brasileiro

5 296 154

183 462

175 817

62 756

17,7%

24 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Sadia ( International, GmbH, Industrial, Overseas), Rezende (Óleo, Marketing e Comunicações), Concórdia, Big Foods Ind de Prod. Alimentícios, Baumhardt COLIGADA: K&S Alimento

Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Panamá, Portugal, Áustria, Alemanha, Holanda, Japão e Rússia

Grupo do “Acordo de Acionistas” Sunflower Participações S.A. Old Participações Ltda. Previ

2 554 784

23 509

16,5%

33 Autoindústria

100%

CONTROLADAS: Eleb Equipamentos, ECC Leasing, Embraer (Asia Pacific PTE, Aircraft Customer Services, Aviation International), Ogma - Indústria Aeronáutica de Portugal

Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China, Singapura

Caixa de Previdência dos Funcionários do BB Janus Capital Management Cia. Bozano Oppenheimer Fund´s Thounburg Investment Management’s BNDES Participações S.A. BNDESPar

| 25 - 31

VENDAS (em US$ mil 2008)

A receita desse grupo brasileiro em 2008 foi de 5,8 bilhões de dólares e o lucro de 23 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

33

28O– PERDIGÃO

50,00%

13,92% 10,24% 7,85% 6,04% 5,09% 5,05%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

88 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 9-10

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 89

7/2/09 7:49:42 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 25 - 31

2008 2007

25

26

24 Camargo Corrêa Controladas(2) São Paulo, SP

• Claro Telecom(2) São Paulo, SP

Brasileiro

Mexicano

6 910 961

6 692 876

237 626

418. 011

3 026 324

3 190 340

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

54 320

9 296

-4,4%

7,4%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

232 Ind. da construção Bens de consumo Energia Sider. e metalurgia Serviços Transporte Bens de capital

55% 13% 13% 8% 6% 4% 1%

3 Telecomunicações

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

empresas fazem parte do grupo Embraer, que faturou mais de 5 bilhões de dólares no ano passado

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Camargo Corrêa (Cimentos, Desenvolvimento Imobiliário, Investimentos em Infraestrutura, Energia), Cavo Serviços e Saneamento, São Paulo Alpargatas, Construções e Comércio Camargo Corrêa COLIGADAS: Investimentos Itaú, CPFL Energia e Tavex Algodonera, Usinas Sid. Minas Gerais, VBC Energia, Baesa Energética Barra Grande, Companhia de Concessões Rodoviárias

Brasil, Angola, Argentina, Bolívia, Chile, Participações Morro Colômbia, Equador, Estados Unidos, Honduras, Vermelho S.A. Moçambique, Panamá, Paraguai, Peru, Outros Suriname, Uruguai e Venezuela

99,99% 0,01%

CONTROLADAS: Claro, Americel, Alecan Telecomunicações

Brasil

87,69%

AMOV I, S.A. de C.V. AM Telecom Americas S.A. de C.V. (MX)

12,31%

27

26 Embrapar(2) Rio de Janeiro, RJ

Mexicano

5 996 399

262 175

3 572 193

16 286

1,5%

8 Telecomunicações

100%

CONTROLADAS: Embratel Participações, Star One, Brasil Center, Click21, Via Embratel, Primesys, Embratel TV Sat, Telmex do Brasil COLIGADAS: Net Serviços de Comunicação S.A. e GB Empreendimentos e Participações S.A.

Brasil

Telmex Solutions Telecomunicações Ltda. 75,15% Consertel - Controladora de Serviços de Telecomunicações 22,86% Outros 1,99%

28

34 Perdigão(2) São Paulo, SP

Brasileiro

5 845 006

23 266

1 758 929

59 008

31,9%

34 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Perdigão (Export , Agroindustrial, Trading, International, UK, France SARL, Holland B.V., Nihon K.K., Hungary) , PDF Participações , Avipal (Nordeste, Construtora Incorporadora, Centro-Oeste, Alimentos, Estabelecimientos Levino Zaccardo y Cia), UP Alimentos, PSA Participações, Sino dos Alpes Alimentos, Crosban Holdings GMBH, Perdix International Foods Com. Internacional, Plusfood UK, Acheron Beteilingung-sverwaltung GMBH, BFF International, Highline International, Plusfood Groep B.V., Plusfood B.V., Plusfood Constanta SRL, Plusfood Finance UK Ltd., Fribo Foods Ltd, Plusfood France SARL, Plusfood Iberia SL e Plusfood Itália

Brasil, Caiman, Reino Unido, Holanda, Rússia, Japão, Portugal, Singapura, Hungria, Áustria, Romênia, Itália, Emirados Árabes Unidos e Argentina

Caixa de Previ. dos Func. do Banco do Brasil 14,16% Fundação Petrobras de Seguridade Social - Petros 12,04% Fundo Bird 7,26% Fundação Sistel de Seguridade Social 4,00% Fundação Vale do Rio Doce de Seg. Social - Valia 3,72% FPRV1 Sabiá FIM Previdenciário 1,10% Real Grand. Fundo de Previdência e Assistência Social 1,01% Outros 56,71%

29

25 Brasiliana(2) São Paulo, SP

Amer./Brasileiro

5 682 973

269 059

1 721 618

4 836

-0,5%

9 Energia Telecomunicações

99% 1%

CONTROLADAS: AES (Elpa, Eletropaulo, Uruguaiana, Communications, Infoenergy,Minas PCH, Rio PCH), Eletropaulo, Telecomunicações COLIGADA: AES Sul S.A.

Brasil

AES Corporation (através da AES Holding Brasil Ltd. BNDES Participações (BNDESPar)

50,00% 32,67% 14,12% 10,41% 0,30%

(2)

30

30 Sadia Concórdia, SC

Brasileiro

5 414 343 -1 063 258

31

28 Embraer(2) São José dos Campos, SP

Brasileiro

5 296 154

183 462

175 817

62 756

17,7%

24 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Sadia ( International, GmbH, Industrial, Overseas), Rezende (Óleo, Marketing e Comunicações), Concórdia, Big Foods Ind de Prod. Alimentícios, Baumhardt COLIGADA: K&S Alimento

Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Panamá, Portugal, Áustria, Alemanha, Holanda, Japão e Rússia

Grupo do “Acordo de Acionistas” Sunflower Participações S.A. Old Participações Ltda. Previ

2 554 784

23 509

16,5%

33 Autoindústria

100%

CONTROLADAS: Eleb Equipamentos, ECC Leasing, Embraer (Asia Pacific PTE, Aircraft Customer Services, Aviation International), Ogma - Indústria Aeronáutica de Portugal

Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China, Singapura

Caixa de Previdência dos Funcionários do BB Janus Capital Management Cia. Bozano Oppenheimer Fund´s Thounburg Investment Management’s BNDES Participações S.A. BNDESPar

| 25 - 31

VENDAS (em US$ mil 2008)

A receita desse grupo brasileiro em 2008 foi de 5,8 bilhões de dólares e o lucro de 23 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

33

28O– PERDIGÃO

50,00%

13,92% 10,24% 7,85% 6,04% 5,09% 5,05%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

88 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 9-10

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 89

7/2/09 7:49:42 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

| 32 - 40

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

foi a taxa de aumento no ano passado do número de empregados do grupo Andrade Gutierrez

32

33 Andrade Gutierrez(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

5 221 327

106 667

1 433 468

11 721

42,3%

6 Telecomunicações Ind. da construção Serviços Outros

39,0% 36,9% 23,8% 0,3%

CONTROLADAS: Construtora Andrade Gutierrez, Andrade Gutierrez (Participações, Capital, Contractors, Angra Partners), Excelsa (Adm. e Part.)

Brasil, Argentina, Angola, Argélia, Bolívia, Camarões, Colômbia, Chile, Congo, Equador, Espanha, Guiné Equatorial, Grécia, Mauritânia, México, Peru, Portugal, República Dominicana, Venezuela, Antígua

MAIORES | GRUPOS

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

%

33

29 Souza Cruz(2) Rio de Janeiro, RJ

Inglês

4 905 636

534 703

910 697

7 039

-2,7%

4 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Souza Cruz Trading, Yolanda Particip.

55 países, entre eles Brasil, Argentina, British A.T. Company Nerd B.V. 75,26% Austrália, Estados Unidos, Bélgica, Canadá, China, Colômbia, Dinamarca, Egito, El Salvador, França, Finlândia, Alemanha, Guatemala, Honduras, Indonésia, Emirados Árabes, Itália

32 TAM(2) São Paulo, SP

Brasileiro

4 888 245

-581 988

268 772

24 389

19,2%

Anglo-holandês

4 840 621

NI

NI

12 000

0%

Brasileiro

4 834 758

360 887

1 765 634

4 776

1,3%

34

35

36

• Unilever Brasil(1) São Paulo, SP

31 Safra(2) São Paulo, SP

COLIGADAS: Yolanda Netherlands B.V., Souza Cruz Overseas

37

35 Lojas Americanas(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

4 253 637

49 888

137 562

16 000

2,6%

38

36 Organizações Globo(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

4 088 737

NI

NI

NI

NI

39

43 Louis Dreyfus(2) São Paulo, SP

Francês

4 081 113

-27 929

593 965

19 683

-8,8%

37 Whirlpool(2) São Paulo, SP

Americano

40

7 Transporte

100%

CONTROLADAS: TAM (Linhas Aéreas, Airlines, Participações, Viagens, Capital, Financial 1, Financial 2)

Brasil, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Alemanha, Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Peru, Chile, Espanha

TEP Participações Agropecuária Nova Fronteira Outros

NI Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Unilever Brasil, Unilever Brasil Alimentos, Unilever Brasil Higiene Pessoal e Limpeza, Unilever Brasil Gelados do Nordeste, Unilever Brasil Nordeste Produtos de Limpeza COLIGADAS: ITB - Ice Tea do Brasil (joint venture com a AmBev) / UP! Alimentos (joint venture com a Perdigão)

100 países, entre eles Brasil, Estados Unidos, Inglaterra

NI

17 Financeiro

100%

CONTROLADAS: Banco Safra, Safra (DTVM, Leasing, CVC, Vida e Previdência, Seguros Brasil Gerais, Cia. Securitizadora), Elong, Banco Safra de Investimentos, Sercom Com. e Serv., Banco J. Safra, Pastoril Agropecuária Couto Magalhães, Aratu, Berillo, Taquari

Joseph Yacoub Safra JS Administração de Recursos S.A. Outros

98,4% 1,6%

CONTROLADAS: Lojas Americanas (Amazônia, Home Shopping), B2W - Companhia Global de Varejo, BWU Comércio e Entretenimento, Vitória Participações, Facilita (Promotora, Serviços e Propaganda), Posto Vicom, Submarino (Viagens e Turismo, Finance Promotora de Crédito), ST Importações, 8M Participações, FAI, Ingresso.com COLIGADAS: São Carlos Empreendimentos e Participações

Brasil

Velame Administração de Recursos e Participações 17,70% Cia. Brasileira de Varejo 16,64% Oppenheimer Developing Markets Funds 3,48% Carlos Alberto da Veiga Sicupira 3,21% Tobias Cepelowicz 2,40% S-Velame Administração de Recursos e Participações 1,62% Dreaming Spires 1,43% Volker 1,42%

100%

CONTROLADAS: Globo Comunicação e Participações, Infoglobo Comunicações, Editora Globo, Globosat Programadora, Agência O Globo Serviços de Imprensa, Diário de São Paulo COLIGADAS: Canal Brasil, NET Serviços de Comunicação, PB Brasil Entretenimento, Telecine Programação de Filmes, USA Brasil Programadora, Sky Brasil Serviços, Valor Econômico, Zap

Brasil, Inglaterra, Estados Unidos

José Roberto Marinho João Roberto Marinho Roberto Irineu Marinho

CONTROLADAS: Louis Dreyfus Commodities (Agroindustrial, Bioenergia), Coimbra

Mais de 50 países, entre eles Brasil, Estados Unidos, Argentina, França, Suíça, China

Louis Dreyfus Commodities B.V.

15 Varejo Financeiro

104 Comunicações

17 Prod. agropecuária

100%

Frutesp 3 791 666

283 621

672 823

15 784

-3,5%

Administradora São Miguel Ltda. 33,34% Administradora Sant’Ana Ltda. 33,33% Administradora Santo Estevão S.A. 33,33%

14 Eletroeletrônico

100%

CONTROLADAS: Brastemp da Amazônia, Consórcio Nacional Brastemp, Beijing 170 países, entre eles Brasil, Argentina, Chile, Embraco, Ealing Compañia de Gestiones y Participaciones, Embraco (México, North México, China, Estados Unidos, Uruguai America, México Servicios), Latin America, Whirlpool (Argentina, Chile), Mlog Armazém, Qingadao, BUD Comércio de Eletrodomésticos

Whirlpool do Brasil Ltda. Brasmotor S.A. Outros

46,20% 0,05% 53,75%

| 32 - 40

VENDAS (em US$ mil 2008)

A receita do grupo em 2008 foi de quase 5 bilhões de dólares, sendo que 100% dela foi obtida com bens de consumo

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

40

33O– SOUZA CRUZ

94,02% 5,89% 0,09%

33,33% 33,33% 33,33%

100,00% 49,94% 44,23% 5,83%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

90 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 11-12

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 91

7/2/09 7:49:54 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

| 32 - 40

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

foi a taxa de aumento no ano passado do número de empregados do grupo Andrade Gutierrez

32

33 Andrade Gutierrez(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

5 221 327

106 667

1 433 468

11 721

42,3%

6 Telecomunicações Ind. da construção Serviços Outros

39,0% 36,9% 23,8% 0,3%

CONTROLADAS: Construtora Andrade Gutierrez, Andrade Gutierrez (Participações, Capital, Contractors, Angra Partners), Excelsa (Adm. e Part.)

Brasil, Argentina, Angola, Argélia, Bolívia, Camarões, Colômbia, Chile, Congo, Equador, Espanha, Guiné Equatorial, Grécia, Mauritânia, México, Peru, Portugal, República Dominicana, Venezuela, Antígua

MAIORES | GRUPOS

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

%

33

29 Souza Cruz(2) Rio de Janeiro, RJ

Inglês

4 905 636

534 703

910 697

7 039

-2,7%

4 Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Souza Cruz Trading, Yolanda Particip.

55 países, entre eles Brasil, Argentina, British A.T. Company Nerd B.V. 75,26% Austrália, Estados Unidos, Bélgica, Canadá, China, Colômbia, Dinamarca, Egito, El Salvador, França, Finlândia, Alemanha, Guatemala, Honduras, Indonésia, Emirados Árabes, Itália

32 TAM(2) São Paulo, SP

Brasileiro

4 888 245

-581 988

268 772

24 389

19,2%

Anglo-holandês

4 840 621

NI

NI

12 000

0%

Brasileiro

4 834 758

360 887

1 765 634

4 776

1,3%

34

35

36

• Unilever Brasil(1) São Paulo, SP

31 Safra(2) São Paulo, SP

COLIGADAS: Yolanda Netherlands B.V., Souza Cruz Overseas

37

35 Lojas Americanas(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

4 253 637

49 888

137 562

16 000

2,6%

38

36 Organizações Globo(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

4 088 737

NI

NI

NI

NI

39

43 Louis Dreyfus(2) São Paulo, SP

Francês

4 081 113

-27 929

593 965

19 683

-8,8%

37 Whirlpool(2) São Paulo, SP

Americano

40

7 Transporte

100%

CONTROLADAS: TAM (Linhas Aéreas, Airlines, Participações, Viagens, Capital, Financial 1, Financial 2)

Brasil, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Alemanha, Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Peru, Chile, Espanha

TEP Participações Agropecuária Nova Fronteira Outros

NI Bens de consumo

100%

CONTROLADAS: Unilever Brasil, Unilever Brasil Alimentos, Unilever Brasil Higiene Pessoal e Limpeza, Unilever Brasil Gelados do Nordeste, Unilever Brasil Nordeste Produtos de Limpeza COLIGADAS: ITB - Ice Tea do Brasil (joint venture com a AmBev) / UP! Alimentos (joint venture com a Perdigão)

100 países, entre eles Brasil, Estados Unidos, Inglaterra

NI

17 Financeiro

100%

CONTROLADAS: Banco Safra, Safra (DTVM, Leasing, CVC, Vida e Previdência, Seguros Brasil Gerais, Cia. Securitizadora), Elong, Banco Safra de Investimentos, Sercom Com. e Serv., Banco J. Safra, Pastoril Agropecuária Couto Magalhães, Aratu, Berillo, Taquari

Joseph Yacoub Safra JS Administração de Recursos S.A. Outros

98,4% 1,6%

CONTROLADAS: Lojas Americanas (Amazônia, Home Shopping), B2W - Companhia Global de Varejo, BWU Comércio e Entretenimento, Vitória Participações, Facilita (Promotora, Serviços e Propaganda), Posto Vicom, Submarino (Viagens e Turismo, Finance Promotora de Crédito), ST Importações, 8M Participações, FAI, Ingresso.com COLIGADAS: São Carlos Empreendimentos e Participações

Brasil

Velame Administração de Recursos e Participações 17,70% Cia. Brasileira de Varejo 16,64% Oppenheimer Developing Markets Funds 3,48% Carlos Alberto da Veiga Sicupira 3,21% Tobias Cepelowicz 2,40% S-Velame Administração de Recursos e Participações 1,62% Dreaming Spires 1,43% Volker 1,42%

100%

CONTROLADAS: Globo Comunicação e Participações, Infoglobo Comunicações, Editora Globo, Globosat Programadora, Agência O Globo Serviços de Imprensa, Diário de São Paulo COLIGADAS: Canal Brasil, NET Serviços de Comunicação, PB Brasil Entretenimento, Telecine Programação de Filmes, USA Brasil Programadora, Sky Brasil Serviços, Valor Econômico, Zap

Brasil, Inglaterra, Estados Unidos

José Roberto Marinho João Roberto Marinho Roberto Irineu Marinho

CONTROLADAS: Louis Dreyfus Commodities (Agroindustrial, Bioenergia), Coimbra

Mais de 50 países, entre eles Brasil, Estados Unidos, Argentina, França, Suíça, China

Louis Dreyfus Commodities B.V.

15 Varejo Financeiro

104 Comunicações

17 Prod. agropecuária

100%

Frutesp 3 791 666

283 621

672 823

15 784

-3,5%

Administradora São Miguel Ltda. 33,34% Administradora Sant’Ana Ltda. 33,33% Administradora Santo Estevão S.A. 33,33%

14 Eletroeletrônico

100%

CONTROLADAS: Brastemp da Amazônia, Consórcio Nacional Brastemp, Beijing 170 países, entre eles Brasil, Argentina, Chile, Embraco, Ealing Compañia de Gestiones y Participaciones, Embraco (México, North México, China, Estados Unidos, Uruguai America, México Servicios), Latin America, Whirlpool (Argentina, Chile), Mlog Armazém, Qingadao, BUD Comércio de Eletrodomésticos

Whirlpool do Brasil Ltda. Brasmotor S.A. Outros

46,20% 0,05% 53,75%

| 32 - 40

VENDAS (em US$ mil 2008)

A receita do grupo em 2008 foi de quase 5 bilhões de dólares, sendo que 100% dela foi obtida com bens de consumo

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

40

33O– SOUZA CRUZ

94,02% 5,89% 0,09%

33,33% 33,33% 33,33%

100,00% 49,94% 44,23% 5,83%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

90 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 11-12

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 91

7/2/09 7:49:54 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 41 - 48

2008 2007

41

• Portugal Telecom(2) São Paulo, SP

Português

3 701 051

NI

NI

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

19 920

16,7%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

NI Serviços

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: Portugal Telecom Brasil, Vivo Participações, Mobitel, PT Inovação

Brasil COLIGADA: UOL

42

43

• Bracol(3) Lins, SP 39 SulAmérica S.A.(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

3 657 480

444 401

1 554 508

31 369

1%

Brasileiro

3 342 232

177 981

978 022

5 506

-1,4%

38 Endesa Brasil(2) Niterói, RJ

Espanhol

40 Energias do Brasil(2) São Paulo, SP

Português

46

61 Unipar(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

3 113 489

-65 174

441 679

47

41 Citibank(2) São Paulo, SP

Americano

3 010 647

573 195

1 891 496

6 099

12,6%

48

68 Marfrig(2) Santo André, SP

Brasileiro

3 008 829

-15 190

1 168 101

39 219

99,6%

44

45

3 256 118

3 192 007

243 979

166 358

2 542 946

1 671 929

2 806

-3,4%

2 343 -19,8%

32 Prod. agronegócio Outros 17 Serviços Financeiro

7 Energia

23 Energia

90% 10% 99,7% 0,3%

100%

100%

CONTROLADAS: Bertin, Bertin Corp., Mafrip - Matadouro Frigorífico Rio Pardo

6 Quím. e petroq.

foi o total de funcionários do grupo Citibank no Brasil em 2008, 13% mais que em 2007

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Portugal, Brasil, Marrocos, Angola, Macau, Namíbia, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor

Telefonica 10,00% Brandes Investments Partners 9,48% Grupo Espírito Santo 9,34% Grupo Caixa Geral de Depósitos 7,28% Ongoing Strategy Investments 5,35% BBVA 2,58% Grupo Barclays 2,54% Controlinvest Comunicações 2,17% Taube Hodson Stonex Partners 2,06% Grupo Visabeira 2,01% Ontario Teachers’ Pension Plan Board 2,00%

Brasil, Estados Unidos, China, Rússia, Itália, Irã, Angola, Hong Kong, Bélgica, Reino Unido, Emirados Árabes, Alemanha, Suíça

NI

CONTROLADAS: Saepar Serv. e Partic., Sul América Cia. Nacional de Seguros, Sul Brasil América (Seguros de Vida e Previdência, de Seguro Saúde, Cia. de Seguros Gerais, Investimentos e Participações, Seguro Saúde, Investimentos, DTVM, Clube Sul América Participações Saúde, Vida e Previdência, Serviços de Saúde, International Limited), Cival Reinsurance Company, Executivos S.A. Adm. e Promoção de Seguros

Sulasapar Participações S.A. ING Insurance International B.V.

CONTROLADAS: Endesa (Cien, Fortaleza, Cachoeira), Investluz, Ampla (Energia e Serviços, Investimentos e Serviços), Coelce

Brasil

Empresa Nacional de Eletricidad S.A. Endesa Latinoamérica S.A. Enersis S.A. Chilectra S.A. Chilectra Inversud S.A. Edegel S.A. IFC

CONTROLADAS: EDP (Energias do Brasil, Lajeado), Bandeirantes, Escelsa, Enercouto

Brasil

EDP - Energias de Portugal S.A. 25,02% Energias de Portugal Investments and Services, Soc. 24,08% Balwerk - Econômica e Particip., Soc Unipessoal Lt. 15,70%

COLIGADA: EDP Renováveis Brasil

2 366 -18,7%

mil

32,88% 21,21%

35,29% 27,71% 21,46% 4,53% 4,23% 4,07% 2,70%

100%

CONTROLADAS: Unipar Comercial, Unipar, Quattor, Polibutenos, Carbocloro

Brasil, Ilhas Virgens Britânicas

Vila Velha S.A. Adm. e Partic. 19,12% Victor Adler 11,26% Luiz Barsi Filho 5,37% G.A.S. Fundo de Investimento 2,89% CSHG Verde Master Fundo de Investimento 1,67% Maria Cecília S.S. Geyer 0,48% Outros 59,22%

10 Financeiro

100%

CONTROLADAS: Banco Citibank, Citibank (Leasing, DTVM, Companhia Hipotecária, Corretora de Seguros), Citigroup Global Markets Brasil CCTVM, Banco Citicards, Redecard, Credicard Administração

Mais de 140 países, entre eles, Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, China, Japão

NI

57 Prod. agropecuária

100%

CONTROLADAS: Argentine Breeders & Packers, Frigoclass Alim., Marfrig Chile, Inaler, União Européia, Rússia, América Central, Frigorífico Tacuarembó, Weston Importers, Masplen Limited, Prestcott Intern., América do Sul, Ásia, Nafta, África Secculum Partic., União Frederiquense, Quickfood, Estabelecimentos Colonia

MMS Participações S.A. BNDES Participações S.A. OSI Intern. Holding Limites

| 41 - 48

VENDAS (em US$ mil 2008)

Esse grupo brasileiro obteve em 2008 uma receita de 3,3 bilhões de dólares e um lucro de 178 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

6

43O– SULAMÉRICA

50,44% 14,66% 7,51%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

92 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 13-14

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 93

7/2/09 7:50:30 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 41 - 48

2008 2007

41

• Portugal Telecom(2) São Paulo, SP

Português

3 701 051

NI

NI

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

19 920

16,7%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

NI Serviços

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: Portugal Telecom Brasil, Vivo Participações, Mobitel, PT Inovação

Brasil COLIGADA: UOL

42

43

• Bracol(3) Lins, SP 39 SulAmérica S.A.(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

3 657 480

444 401

1 554 508

31 369

1%

Brasileiro

3 342 232

177 981

978 022

5 506

-1,4%

38 Endesa Brasil(2) Niterói, RJ

Espanhol

40 Energias do Brasil(2) São Paulo, SP

Português

46

61 Unipar(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

3 113 489

-65 174

441 679

47

41 Citibank(2) São Paulo, SP

Americano

3 010 647

573 195

1 891 496

6 099

12,6%

48

68 Marfrig(2) Santo André, SP

Brasileiro

3 008 829

-15 190

1 168 101

39 219

99,6%

44

45

3 256 118

3 192 007

243 979

166 358

2 542 946

1 671 929

2 806

-3,4%

2 343 -19,8%

32 Prod. agronegócio Outros 17 Serviços Financeiro

7 Energia

23 Energia

90% 10% 99,7% 0,3%

100%

100%

CONTROLADAS: Bertin, Bertin Corp., Mafrip - Matadouro Frigorífico Rio Pardo

6 Quím. e petroq.

foi o total de funcionários do grupo Citibank no Brasil em 2008, 13% mais que em 2007

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Portugal, Brasil, Marrocos, Angola, Macau, Namíbia, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor

Telefonica 10,00% Brandes Investments Partners 9,48% Grupo Espírito Santo 9,34% Grupo Caixa Geral de Depósitos 7,28% Ongoing Strategy Investments 5,35% BBVA 2,58% Grupo Barclays 2,54% Controlinvest Comunicações 2,17% Taube Hodson Stonex Partners 2,06% Grupo Visabeira 2,01% Ontario Teachers’ Pension Plan Board 2,00%

Brasil, Estados Unidos, China, Rússia, Itália, Irã, Angola, Hong Kong, Bélgica, Reino Unido, Emirados Árabes, Alemanha, Suíça

NI

CONTROLADAS: Saepar Serv. e Partic., Sul América Cia. Nacional de Seguros, Sul Brasil América (Seguros de Vida e Previdência, de Seguro Saúde, Cia. de Seguros Gerais, Investimentos e Participações, Seguro Saúde, Investimentos, DTVM, Clube Sul América Participações Saúde, Vida e Previdência, Serviços de Saúde, International Limited), Cival Reinsurance Company, Executivos S.A. Adm. e Promoção de Seguros

Sulasapar Participações S.A. ING Insurance International B.V.

CONTROLADAS: Endesa (Cien, Fortaleza, Cachoeira), Investluz, Ampla (Energia e Serviços, Investimentos e Serviços), Coelce

Brasil

Empresa Nacional de Eletricidad S.A. Endesa Latinoamérica S.A. Enersis S.A. Chilectra S.A. Chilectra Inversud S.A. Edegel S.A. IFC

CONTROLADAS: EDP (Energias do Brasil, Lajeado), Bandeirantes, Escelsa, Enercouto

Brasil

EDP - Energias de Portugal S.A. 25,02% Energias de Portugal Investments and Services, Soc. 24,08% Balwerk - Econômica e Particip., Soc Unipessoal Lt. 15,70%

COLIGADA: EDP Renováveis Brasil

2 366 -18,7%

mil

32,88% 21,21%

35,29% 27,71% 21,46% 4,53% 4,23% 4,07% 2,70%

100%

CONTROLADAS: Unipar Comercial, Unipar, Quattor, Polibutenos, Carbocloro

Brasil, Ilhas Virgens Britânicas

Vila Velha S.A. Adm. e Partic. 19,12% Victor Adler 11,26% Luiz Barsi Filho 5,37% G.A.S. Fundo de Investimento 2,89% CSHG Verde Master Fundo de Investimento 1,67% Maria Cecília S.S. Geyer 0,48% Outros 59,22%

10 Financeiro

100%

CONTROLADAS: Banco Citibank, Citibank (Leasing, DTVM, Companhia Hipotecária, Corretora de Seguros), Citigroup Global Markets Brasil CCTVM, Banco Citicards, Redecard, Credicard Administração

Mais de 140 países, entre eles, Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, China, Japão

NI

57 Prod. agropecuária

100%

CONTROLADAS: Argentine Breeders & Packers, Frigoclass Alim., Marfrig Chile, Inaler, União Européia, Rússia, América Central, Frigorífico Tacuarembó, Weston Importers, Masplen Limited, Prestcott Intern., América do Sul, Ásia, Nafta, África Secculum Partic., União Frederiquense, Quickfood, Estabelecimentos Colonia

MMS Participações S.A. BNDES Participações S.A. OSI Intern. Holding Limites

| 41 - 48

VENDAS (em US$ mil 2008)

Esse grupo brasileiro obteve em 2008 uma receita de 3,3 bilhões de dólares e um lucro de 178 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

6

43O– SULAMÉRICA

50,44% 14,66% 7,51%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

92 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 13-14

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 93

7/2/09 7:50:30 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 49 - 56

2008 2007

49

50

51

52

53

54

55

56

50 Gol(2) São Paulo, SP

Brasileiro

51 Renault(2) São José dos Pinhais, PR

Francês

45 521 Participações(3) Rio de Janeiro, RJ • Ale(2) Natal, RN

49 Rede(2) São Paulo, SP

2 962 978

2 790 092

-592 530

15 003

558 000

558 201

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

15 911

4 578

1,2%

-0,2%

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

5 Transporte

2 Autoindústria

100%

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: VRG Linhas Aéreas, GAC, Gol Finance Cayman, Sky Finance

CONTROLADAS: Renault (do Brasil, do Brasil Comércio e Participações Ltda.)

foi a fatia de participação do setor de bens de capital da receita do grupo Weg em 2008

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Fundo de Investimento em Partic Asas Ações em tesouraria Outros

108 países, entre eles, Brasil, França, Alemanha, Cofal - Comp. Fincanciere Itália, Reino Unido, Espanha, Argentina, Chile pour l’Amerique Latine Renault SAS Fundo de Desenvolvimento Econômico - PR

Brasileiro

2 748 396

288 181

1 214 126

NI

NI

NI Energia

100%

CONTROLADAS: 521 Participações, CPFL Energia, Neoenergia, Itapebi

Brasil

NI

Brasileiro

2 737 173

-233

50 564

946

31,4%

3 Atacado

100%

CONTROLADAS: Alecred, Polipetro, Ale Combustíveis

Brasil

Tas Participações S.A. Ale Participações Societárias Ltda.

Brasileiro

2 697 931

87 864

485 386

6 368

15,1%

55 Weg(2) Jaraguá do Sul, SC

Brasileiro

44 Dow(2) São Paulo, SP

Americano

2 637 810

-2 791

761 294

2 324

14,7%

Brasileiro

2 454 217

248 123

1 158 837

29 873

16,5%

• Queiroz Galvão(2) Rio de Janeiro, RJ

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

%

2 641 184

239 795

932 212

21 815

11,8%

13 Energia

100%

CONTROLADAS: Centrais Elétricas Matogrossenses, Centrais Elétricas do Pará, Companhia de Energia Elétrica do Estado de Tocantins, Empresa Energética do Mato Grosso do Sul, Caiuá Distribuição de Energia do Vale Paranapanema, Companhia Nacional de Energia Elétrica, Empresa Elétrica Bragantina, Companhia Força e Luz do Oeste, Tangará Energia, Rede Comercializadora de Serviços, Rede Eletricidade e Serviços, Juruena Energia

Brasil

Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. BNDES Participações S.A. - BNDESPar Denerge Desenvolvimento Energético S.A. Outros

CONTROLADAS: Weg (Equipamentos Elétricos, Exportadora, Indústrias, Chile, Colômbia, Equipamentos Elétricos, Amazonia, Automação, Itajaia Equipamentos Elétricos, Indústrias Venezuela, México, Transformadores México, Electric Corp, Overseas, Europe, France, Germany, Iberia, Electric Motors, Italia, Euro Ind. Eletricas, Scandinavia, Austrália, Electric India, Electric Motors Japan, Nantong Electric Mortors, Singapore, Middle East, Industrie India), Trafo Equip. Elétricos, Hidráulica Indl, Nantong Testing Station COLIGADA: Voltran

Brasil, Chile, Colômbia, Argentina, Venezuela, México, Estados Unidos, Bélgica, França, Alemanha, Inglaterra, Itália, Suécia, Austrália, Índia, Japão, China, Singapura, Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Rússia, Portugal, Espanha

80,29% 19,56% 0,15%

50,00% 50,00%

55,00% 25,30% 15,62% 4,08%

34 Bens de capital Energia Eletroeletrônico Quím. e petroq.

55% 27% 13% 5%

8 Quím. e petroq.

100%

CONTROLADAS: Dow (Brasil, Sudeste, Agrosciences Industrial, Especialidades Química, Banco Composta de Engenharia), Keytil, Agromem Tecnologia, Dopec Indústria e Comércio

Brasil, Estados Unidos, Argentina, Japão, China, The Dow Chemical Company 100,00% Chile, Colômbia, Peru, Austrália, Bélgica, Índia, México, Paraguai, Venezuela, Suíça, Itália, Países Baixos

50% 31% 10% 8% 1%

CONTROLADAS: Construtora Queiroz Galvão, Queiros Galvão Participações e Concessões S.A., Vital Engenharia Ambiental S.A., Queiroz Galvão Indústria e Agropecuária S.A., Queiroz Galvão Óleo e Gás S.A. COLIGADAS: Cia. Siderúrgica Vale do Pindaré, Cosima, Siderúrgica do Maranhão, Agropecuária Rio Aratau, Potiporã Alimentos, Energia Verde Produção Rural, Pedreira Guarany, Intersur Concesiones, Construtora SUR, Queiroz Galvão (Alimentos, Empreendimentos, Desenvolvimento Imobiliário, Serviços Especiais de Engenharia, International, Bolívia, Peru, Chile, Líbia, Angola, Nicaragua, Importação e Exportação, Engenharia, Petro, Rodovias) Construtora Recife, NEDL Construções de Dutos do Nordeste, Estaleiro Atlântico Sul, Alfasete Sociedade, RG Sul Participações, Ecourbis Ambiental, Quebec, EOl Energy, Locav Águas do Paraíba, Concessionária do Juturnaíba, Saneamento Ambiental Águas do Brasil, Rodovias Integradas do Pará

Brasil, Chile, Peru, Nicarágua, Angola, Líbia

55 Ind. da construção Serviços Energia Sider. e metalurgia Prod. agropecuária

Weg Participações e Serviços S.A. Werner Ricardo Voigt e Família Eggon João da Silva e Família Lilian Werninghaus e Família Outros

73,13% 0,78% 26,09%

Carmem Lúcia Galvão de S. Leão Ricardo de Queiroz Galvão Suzana de Queiroz Galvão Cristina de Queiroz Galvão Antonio Augusto de Queiroz Galvão Maria Dulce de Queiroz Galvão Maurício José de Queiroz Galvão Fernando de Queiroz Galvão Marcos de Queiroz Galvão Carlos de Queiroz Galvão Roberto Queiroz Galvão

| 49 - 56

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo é formado por cinco empresas e terminou 2008 com patrimônio legal de 558 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

55

49O– GOL

51,14% 6,02% 5,84% 2,63% 34,37%

9,09% 9,09% 9,09% 9,09% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

94 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 15-16

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 95

7/2/09 7:50:51 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 49 - 56

2008 2007

49

50

51

52

53

54

55

56

50 Gol(2) São Paulo, SP

Brasileiro

51 Renault(2) São José dos Pinhais, PR

Francês

45 521 Participações(3) Rio de Janeiro, RJ • Ale(2) Natal, RN

49 Rede(2) São Paulo, SP

2 962 978

2 790 092

-592 530

15 003

558 000

558 201

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

15 911

4 578

1,2%

-0,2%

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

5 Transporte

2 Autoindústria

100%

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: VRG Linhas Aéreas, GAC, Gol Finance Cayman, Sky Finance

CONTROLADAS: Renault (do Brasil, do Brasil Comércio e Participações Ltda.)

foi a fatia de participação do setor de bens de capital da receita do grupo Weg em 2008

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Fundo de Investimento em Partic Asas Ações em tesouraria Outros

108 países, entre eles, Brasil, França, Alemanha, Cofal - Comp. Fincanciere Itália, Reino Unido, Espanha, Argentina, Chile pour l’Amerique Latine Renault SAS Fundo de Desenvolvimento Econômico - PR

Brasileiro

2 748 396

288 181

1 214 126

NI

NI

NI Energia

100%

CONTROLADAS: 521 Participações, CPFL Energia, Neoenergia, Itapebi

Brasil

NI

Brasileiro

2 737 173

-233

50 564

946

31,4%

3 Atacado

100%

CONTROLADAS: Alecred, Polipetro, Ale Combustíveis

Brasil

Tas Participações S.A. Ale Participações Societárias Ltda.

Brasileiro

2 697 931

87 864

485 386

6 368

15,1%

55 Weg(2) Jaraguá do Sul, SC

Brasileiro

44 Dow(2) São Paulo, SP

Americano

2 637 810

-2 791

761 294

2 324

14,7%

Brasileiro

2 454 217

248 123

1 158 837

29 873

16,5%

• Queiroz Galvão(2) Rio de Janeiro, RJ

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

%

2 641 184

239 795

932 212

21 815

11,8%

13 Energia

100%

CONTROLADAS: Centrais Elétricas Matogrossenses, Centrais Elétricas do Pará, Companhia de Energia Elétrica do Estado de Tocantins, Empresa Energética do Mato Grosso do Sul, Caiuá Distribuição de Energia do Vale Paranapanema, Companhia Nacional de Energia Elétrica, Empresa Elétrica Bragantina, Companhia Força e Luz do Oeste, Tangará Energia, Rede Comercializadora de Serviços, Rede Eletricidade e Serviços, Juruena Energia

Brasil

Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. BNDES Participações S.A. - BNDESPar Denerge Desenvolvimento Energético S.A. Outros

CONTROLADAS: Weg (Equipamentos Elétricos, Exportadora, Indústrias, Chile, Colômbia, Equipamentos Elétricos, Amazonia, Automação, Itajaia Equipamentos Elétricos, Indústrias Venezuela, México, Transformadores México, Electric Corp, Overseas, Europe, France, Germany, Iberia, Electric Motors, Italia, Euro Ind. Eletricas, Scandinavia, Austrália, Electric India, Electric Motors Japan, Nantong Electric Mortors, Singapore, Middle East, Industrie India), Trafo Equip. Elétricos, Hidráulica Indl, Nantong Testing Station COLIGADA: Voltran

Brasil, Chile, Colômbia, Argentina, Venezuela, México, Estados Unidos, Bélgica, França, Alemanha, Inglaterra, Itália, Suécia, Austrália, Índia, Japão, China, Singapura, Emirados Árabes Unidos, África do Sul, Rússia, Portugal, Espanha

80,29% 19,56% 0,15%

50,00% 50,00%

55,00% 25,30% 15,62% 4,08%

34 Bens de capital Energia Eletroeletrônico Quím. e petroq.

55% 27% 13% 5%

8 Quím. e petroq.

100%

CONTROLADAS: Dow (Brasil, Sudeste, Agrosciences Industrial, Especialidades Química, Banco Composta de Engenharia), Keytil, Agromem Tecnologia, Dopec Indústria e Comércio

Brasil, Estados Unidos, Argentina, Japão, China, The Dow Chemical Company 100,00% Chile, Colômbia, Peru, Austrália, Bélgica, Índia, México, Paraguai, Venezuela, Suíça, Itália, Países Baixos

50% 31% 10% 8% 1%

CONTROLADAS: Construtora Queiroz Galvão, Queiros Galvão Participações e Concessões S.A., Vital Engenharia Ambiental S.A., Queiroz Galvão Indústria e Agropecuária S.A., Queiroz Galvão Óleo e Gás S.A. COLIGADAS: Cia. Siderúrgica Vale do Pindaré, Cosima, Siderúrgica do Maranhão, Agropecuária Rio Aratau, Potiporã Alimentos, Energia Verde Produção Rural, Pedreira Guarany, Intersur Concesiones, Construtora SUR, Queiroz Galvão (Alimentos, Empreendimentos, Desenvolvimento Imobiliário, Serviços Especiais de Engenharia, International, Bolívia, Peru, Chile, Líbia, Angola, Nicaragua, Importação e Exportação, Engenharia, Petro, Rodovias) Construtora Recife, NEDL Construções de Dutos do Nordeste, Estaleiro Atlântico Sul, Alfasete Sociedade, RG Sul Participações, Ecourbis Ambiental, Quebec, EOl Energy, Locav Águas do Paraíba, Concessionária do Juturnaíba, Saneamento Ambiental Águas do Brasil, Rodovias Integradas do Pará

Brasil, Chile, Peru, Nicarágua, Angola, Líbia

55 Ind. da construção Serviços Energia Sider. e metalurgia Prod. agropecuária

Weg Participações e Serviços S.A. Werner Ricardo Voigt e Família Eggon João da Silva e Família Lilian Werninghaus e Família Outros

73,13% 0,78% 26,09%

Carmem Lúcia Galvão de S. Leão Ricardo de Queiroz Galvão Suzana de Queiroz Galvão Cristina de Queiroz Galvão Antonio Augusto de Queiroz Galvão Maria Dulce de Queiroz Galvão Maurício José de Queiroz Galvão Fernando de Queiroz Galvão Marcos de Queiroz Galvão Carlos de Queiroz Galvão Roberto Queiroz Galvão

| 49 - 56

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo é formado por cinco empresas e terminou 2008 com patrimônio legal de 558 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

55

49O– GOL

51,14% 6,02% 5,84% 2,63% 34,37%

9,09% 9,09% 9,09% 9,09% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89% 8,89%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

94 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 15-16

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 95

7/2/09 7:50:51 PM


ORDEM

GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 57 - 63

2008 2007

57

58

53 Porto Seguro(2) São Paulo, SP

57 Schincariol(2) Itu, SP

Brasileiro

Brasileiro

2 390 891

2 262 473

124 166

-56 684

840. 440

460 587

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

7 270

10 640

2,0%

-1,8%

59

60 Natura(2) Itapecerica da Serra, SP

Brasileiro

2 230 523

221 699

298 854

5 698

-3,7%

60

54 Makro(2) São Paulo, SP

Holandês

2 225 251

42 617

181 870

5 624

20,0%

61

48 ArcelorMittal Inox(3) Belo Horizonte, MG

Inglês

2 190 821

14 758

682 430

NI

NI

62

84 Caixa Seguros(2) Brasília, DF

Francês

2 171 452

272 874

716 899

740

-1,1%

63

80 Jereissati(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 168 471

8. 335

355. 657

84 000

18,3%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

16 Serviços 95,38% Prestadoras de serviços e consórcios de bens 3,08% Financeiro 1,54%

21 Bens de consumo

24 Bens de consumo

5 Atacado NI Sider. e metalurgia 5 Serviços 37 Telecomunicações Outros

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: Porto Seguro, Porto Seguro (Cia. de Seguros Gerais, Segura Saúde, Vida e Previdência, Seguros Del Uruguay, Adm. de Consórcios, Proteção e Monitoramento, Serviços, Atendimento), Azul Cia. de Seguros Gerais, Portoseg, Portopar, Portomed, Portoserv, Integração Assessoria e Informática, Crediporto Promotora de Serviços

CONTROLADAS: Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes, Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes (do Nordeste, de Alagoas), Cia. de Bebidas do Rio de Janeiro, GEF Concentrados, Cervejaria Baden Baden, Schincariol (Logística e Distribuição, Agropecuária, Empresa de Mineração, International Trading e Serviços), Schimar, Codam, MS, Mango COLIGADAS: Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes (do Norte/Nordeste, do MS, de Alagoas), Schincariol (Logística e Distribuição, Empresa de Mineração), Codam, Schincariol Participações e Representações, Ind. de Bebidas Igarassu, Sonar, Creme, Cervejaria Sudtrack

% foi a taxa de aumento da equipe de funcionários da rede atacadista Makro no ano passado

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

Brasil, Uruguai

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Pares Empreend. e Participações S.A. Rosag Empreend. e Participações S.A. Credit Suisse Hedging-Griffo Tarpon Investimentos S.A. Rosas Empreend. e Participações Ltda. Outros

Brasil

Aleadri Schini Participações e Representações Ltda. Jadangil Participações e Representações Ltda.

40,76% 15,68% 10,58% 7,50% 5,96% 19,52% 50,45% 49,55%

100%

CONTROLADAS: Indústria e Comércio de Cosméticos Natura, Natura Cosméticos S.A. Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, (Chile, Peru, Natura Argentina), Natura Brasil Cosmética, Portugal, Natura Inovação Estados Unidos, França, Holanda, México, Peru, e Tecnologia de Produtos, Natura Europa SAS, Natura Cosméticos y Servicios Portugal, Venezuela de Mexico, Natura Cosméticos de Mexico, S.A. de C.V., Natura Distribuidora de Mexico, Natura Cosméticos (Venezuela, Colômbia), Natura Cosmetics USA Co., Flora Medicinal J. Monteiro da Silva, Natura Cosméticos España S.L. - Espanha, Natura (Brasil) International B.V. - Holanda COLIGADAS: Natura Logística e Serviços Ltda., Ybios S.A. (consolidação proporcional – controle conjunto), Natura Innovation et Technologie de Produits SAS - França, Natura Brasil Inc. (EUA - Delaware), Natura International Inc. (EUA - Nova York), Natura Worldwide Trading Company (Costa Rica)

Lisis Participações S.A. Utopia Participações S.A. Passos Participações S.A. ANP Participações S.A. RM Futura Participações S.A. Outros

28,18% 26,89% 6,64% 6,63% 4,67% 26,99%

100%

CONTROLADAS: Makro, SP Particip., NNC Particip., SS Particip., EZFood Serviços

Brasil

SHV Holdings NV

99,94%

100%

CONTROLADAS: Acesita (Serviços Com. Ind. e Part., International, Holding BV)

Brasil

NI

100%

CONTROLADAS: Caixa (Seguradora, Capitalização, Vida e Previdência, Consórcios), Caixa Seguros Assessoria e Consultoria

Brasil

CNP Assurances Caixa Econômica Federal

CONTROLADAS: Jereissati, La Fonte Telecom, Iguatemi Empresa de Shopping

Brasil

Socied. Fiduciária Brasil. Negócios e Partic. Ltda. Caixa de Previdência do Banco do Brasil Fundação Atlântico de Seguridade Social Southmall Holdings Ltda. JP Sul Participações e Representações Comerciais S.A. Ações em Tesouraria Demais acionistas

95,6% 4,4%

Centers

| 57 - 63

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo fechou o ano passado com uma receita de 2,3 bilhões de dólares e um lucro de 124 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

20

57O– PORTO SEGURO

51,00% 48,00% 29,33% 17,55% 12,99% 9,17%

4,39% 0,74% 25,83%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

96 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 17-18

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 97

7/2/09 7:51:14 PM


ORDEM

GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 57 - 63

2008 2007

57

58

53 Porto Seguro(2) São Paulo, SP

57 Schincariol(2) Itu, SP

Brasileiro

Brasileiro

2 390 891

2 262 473

124 166

-56 684

840. 440

460 587

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

7 270

10 640

2,0%

-1,8%

59

60 Natura(2) Itapecerica da Serra, SP

Brasileiro

2 230 523

221 699

298 854

5 698

-3,7%

60

54 Makro(2) São Paulo, SP

Holandês

2 225 251

42 617

181 870

5 624

20,0%

61

48 ArcelorMittal Inox(3) Belo Horizonte, MG

Inglês

2 190 821

14 758

682 430

NI

NI

62

84 Caixa Seguros(2) Brasília, DF

Francês

2 171 452

272 874

716 899

740

-1,1%

63

80 Jereissati(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 168 471

8. 335

355. 657

84 000

18,3%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

16 Serviços 95,38% Prestadoras de serviços e consórcios de bens 3,08% Financeiro 1,54%

21 Bens de consumo

24 Bens de consumo

5 Atacado NI Sider. e metalurgia 5 Serviços 37 Telecomunicações Outros

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: Porto Seguro, Porto Seguro (Cia. de Seguros Gerais, Segura Saúde, Vida e Previdência, Seguros Del Uruguay, Adm. de Consórcios, Proteção e Monitoramento, Serviços, Atendimento), Azul Cia. de Seguros Gerais, Portoseg, Portopar, Portomed, Portoserv, Integração Assessoria e Informática, Crediporto Promotora de Serviços

CONTROLADAS: Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes, Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes (do Nordeste, de Alagoas), Cia. de Bebidas do Rio de Janeiro, GEF Concentrados, Cervejaria Baden Baden, Schincariol (Logística e Distribuição, Agropecuária, Empresa de Mineração, International Trading e Serviços), Schimar, Codam, MS, Mango COLIGADAS: Primo Schincariol Ind. de Cervejas e Refrigerantes (do Norte/Nordeste, do MS, de Alagoas), Schincariol (Logística e Distribuição, Empresa de Mineração), Codam, Schincariol Participações e Representações, Ind. de Bebidas Igarassu, Sonar, Creme, Cervejaria Sudtrack

% foi a taxa de aumento da equipe de funcionários da rede atacadista Makro no ano passado

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

Brasil, Uruguai

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Pares Empreend. e Participações S.A. Rosag Empreend. e Participações S.A. Credit Suisse Hedging-Griffo Tarpon Investimentos S.A. Rosas Empreend. e Participações Ltda. Outros

Brasil

Aleadri Schini Participações e Representações Ltda. Jadangil Participações e Representações Ltda.

40,76% 15,68% 10,58% 7,50% 5,96% 19,52% 50,45% 49,55%

100%

CONTROLADAS: Indústria e Comércio de Cosméticos Natura, Natura Cosméticos S.A. Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, (Chile, Peru, Natura Argentina), Natura Brasil Cosmética, Portugal, Natura Inovação Estados Unidos, França, Holanda, México, Peru, e Tecnologia de Produtos, Natura Europa SAS, Natura Cosméticos y Servicios Portugal, Venezuela de Mexico, Natura Cosméticos de Mexico, S.A. de C.V., Natura Distribuidora de Mexico, Natura Cosméticos (Venezuela, Colômbia), Natura Cosmetics USA Co., Flora Medicinal J. Monteiro da Silva, Natura Cosméticos España S.L. - Espanha, Natura (Brasil) International B.V. - Holanda COLIGADAS: Natura Logística e Serviços Ltda., Ybios S.A. (consolidação proporcional – controle conjunto), Natura Innovation et Technologie de Produits SAS - França, Natura Brasil Inc. (EUA - Delaware), Natura International Inc. (EUA - Nova York), Natura Worldwide Trading Company (Costa Rica)

Lisis Participações S.A. Utopia Participações S.A. Passos Participações S.A. ANP Participações S.A. RM Futura Participações S.A. Outros

28,18% 26,89% 6,64% 6,63% 4,67% 26,99%

100%

CONTROLADAS: Makro, SP Particip., NNC Particip., SS Particip., EZFood Serviços

Brasil

SHV Holdings NV

99,94%

100%

CONTROLADAS: Acesita (Serviços Com. Ind. e Part., International, Holding BV)

Brasil

NI

100%

CONTROLADAS: Caixa (Seguradora, Capitalização, Vida e Previdência, Consórcios), Caixa Seguros Assessoria e Consultoria

Brasil

CNP Assurances Caixa Econômica Federal

CONTROLADAS: Jereissati, La Fonte Telecom, Iguatemi Empresa de Shopping

Brasil

Socied. Fiduciária Brasil. Negócios e Partic. Ltda. Caixa de Previdência do Banco do Brasil Fundação Atlântico de Seguridade Social Southmall Holdings Ltda. JP Sul Participações e Representações Comerciais S.A. Ações em Tesouraria Demais acionistas

95,6% 4,4%

Centers

| 57 - 63

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo fechou o ano passado com uma receita de 2,3 bilhões de dólares e um lucro de 124 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

20

57O– PORTO SEGURO

51,00% 48,00% 29,33% 17,55% 12,99% 9,17%

4,39% 0,74% 25,83%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

96 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 17-18

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 97

7/2/09 7:51:14 PM


ORDEM

GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 64 - 69

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

56 Ponto Frio(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

65

64 Suzano Holding(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 067 766

-61 252

501 907

3 588

-0,4%

66

66 Siemens(2) São Paulo, SP

Alemão

2 064 436

NI

NI

9 030

67

95 Amil(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

2 036 605

92 813

510 307

10 778

64

2 134 447

7 086

319 080

12 129

15,2%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

essa foi a fatia de participação do setor financeiro na receita do grupo Silvio Santos no ano passado

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

92% 6% 2%

CONTROLADAS: Globex (Adm. e Serviços, Factoring Comercial, Administração de Consórcios), Ponto Frio Adm. e Importação de Bens, Ponto Frio.com Comércio Eletrônico, Pontocred Negócios de Varejo, Banco Investcred Unibanco COLIGADAS: E-HUB Consultoria, Participações e Com.

Brasil

18 Papel e celulose

100%

CONTROLADAS: Suzano (Papel e Celulose, America, Trading, Europe), Bahia Sul Holdings, Com. e Agríc. Paineiras, Stenfar, Sun Paper, Asapir, Onduman, Buram, Grasdate, Vanua, Premesa, Nemonorte, Nemopar, Nemopar Investimentos

Brasil, Argentina, Inglaterra, Estados Unidos, Ilhas Cayman, Áustria, Suíça

Fanny Feffer Betty Vaidergorn Feffer Daniel Feffer David Feffer Jorge Feffer Ruben Feffer

27,3%

18 Energia Eletroeletrônico Outros

49,65% 31,00% 19,35%

CONTROLADAS: Siemens (Eletroeletrônica, Security Services, Iriel, VAI Ingdesia, Consultoria), TurboCare, Trench Brazil, VAT Schneider Ten Serv., SH Diagnóstico, Chemtech Serv., USF Water&Wastew, OSRAM BRA Lamp. Elét., UGS S., Morgan Brasil, S’VAi Mt Ltda., VAT A., S’EAS

Brasil

Siemens AG

31,8%

18 Serviços

68

63 Silvio Santos(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 023 154

30 132

681 106

6 573 -33,0%

69

65 Casas Pernambucanas(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 005 184

22 978

191 273

15 105 -13,2%

9 Varejo Financeiro Serviços

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

%

47 Financeiro Comunicações Varejo Bens de consumo Serviços Ind. da construção Outros

8 Varejo Financeiro Outros

100%

Ponto Frio Administração e Importação de Bens

100,00%

26,42% 22,44% 12,27% 12,24% 12,24% 12,24% 100,00%

CONTROLADAS: Amil (Participações, Internacional), Amico Saúde, Promarket Brasil Propaganda e Marketing Ltda., Amil Planos por Administração Ltda., Aeromil Táxi Aéreo Ltda., Cemed Care - Empresa de Atendimento Clínico Geral Ltda., Bosque Medical Center S.A., Organização Médica Clinihauer Ltda., Orion Participações e Administração Ltda., Casa de Saúde São José Ltda., Imed Star-Serviços Médicos e Odontológicos Ltda., Life System Assistência Médica Ltda., Emed-Serviços Médicos Hospitalares Ltda., Hospital Metropolitano S.A., Life System Serviços Médicos Ambulatoriais e Diagnósticos Ltda., Hospital e Maternidade Ipiranga de Mogi das Cruzes S.A., Sistema Ipiranga de Assistência Médica Ltda., Casa de Saúde Santa Lúcia S.A.

JPLSPE Empreendimentos e Participações S.A. Capital Research and Management Company

73,10% 18,31% 4,92% 1,62% 1,35% 0,55% 0,15%

CONTROLADAS: Silvio Santos, Sisan, Teatro, GSS, Telesisan, Shopping Bela Vista, Brasil, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Cayman Hotel Jequiti, Oscar Freire, Galeno de Almeida, Ricardo Batista, Televisão Alphaville, BF Utilidades, Liderança, Promolider, SSR (Comércio de Cosméticos, Industrial), TV SBT, SBC, TVSBT (CN 11, CN 5, CN 5 Belém, CN 3 Friburgo), TV (Jaú, Brasília, Ribeirão Preto, Teófilo Otoni, Jaraguá, Anhanguera, Vale do Paraíba), Central SBT, SBT Internat. (Corp., Ltda.), Banco Panamericano, Panamericano (TIT/VAL, Administração, Serviços, Arrendamento), SSF Fomento, Panseg, Panamericana de Seguros, Pericia, Companhia Nacional Panamericano, VIM, VIP, MOT COLIGADAS: TVSBT Canal 4 de São Paulo S.A., TVSBT Canal 11 do Rio de Janeiro Ltda., TV Studios de Brasília Ltda., TVSBT Canal 3 de Nova Friburgo Ltda., TVSBT Canal 5 de Porto Alegre S.A., TVSBT Canal 5 de Belém S.A., Televisão Studios de Jaú S.A., Televisão Studios Anhanguera Ltda., Televisão Studios Jaraguá Ltda., Televisão Cidade S.A.

Senor Abravanel Henrique Abravanel

86,86% 12,87% 0,27%

CONTROLADAS: Pernambucanas (Financiadora DTVM), Hotel Jatiúca, Muricy Sociedade Comercial, Lundserv Adm. de Cartões de Crédito e Serviços, Tropicana de Hotéis e Turismos

Nova Pirajuí Administração S.A. Nopasa 49,98% Rumisa S.A. 16,66% Tabu Participações e Investimento S.A. 16,67% Alphalund Companhia de Participações e Investimentos 16,67% Zodiac Empreendimentos e Participação Ltda. 0,02%

Brasil

| 64 - 69

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo obteve em 2008 uma receita de 2,1 bilhões de dólares, sendo que mais de 90% desse faturamento veio do varejo

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

70

64O– PONTO FRIO

63,86% 5,00%

97,94% 2,06%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

98 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 19-20

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 99

7/2/09 7:51:43 PM


ORDEM

GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 64 - 69

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

56 Ponto Frio(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

65

64 Suzano Holding(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 067 766

-61 252

501 907

3 588

-0,4%

66

66 Siemens(2) São Paulo, SP

Alemão

2 064 436

NI

NI

9 030

67

95 Amil(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

2 036 605

92 813

510 307

10 778

64

2 134 447

7 086

319 080

12 129

15,2%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

essa foi a fatia de participação do setor financeiro na receita do grupo Silvio Santos no ano passado

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

92% 6% 2%

CONTROLADAS: Globex (Adm. e Serviços, Factoring Comercial, Administração de Consórcios), Ponto Frio Adm. e Importação de Bens, Ponto Frio.com Comércio Eletrônico, Pontocred Negócios de Varejo, Banco Investcred Unibanco COLIGADAS: E-HUB Consultoria, Participações e Com.

Brasil

18 Papel e celulose

100%

CONTROLADAS: Suzano (Papel e Celulose, America, Trading, Europe), Bahia Sul Holdings, Com. e Agríc. Paineiras, Stenfar, Sun Paper, Asapir, Onduman, Buram, Grasdate, Vanua, Premesa, Nemonorte, Nemopar, Nemopar Investimentos

Brasil, Argentina, Inglaterra, Estados Unidos, Ilhas Cayman, Áustria, Suíça

Fanny Feffer Betty Vaidergorn Feffer Daniel Feffer David Feffer Jorge Feffer Ruben Feffer

27,3%

18 Energia Eletroeletrônico Outros

49,65% 31,00% 19,35%

CONTROLADAS: Siemens (Eletroeletrônica, Security Services, Iriel, VAI Ingdesia, Consultoria), TurboCare, Trench Brazil, VAT Schneider Ten Serv., SH Diagnóstico, Chemtech Serv., USF Water&Wastew, OSRAM BRA Lamp. Elét., UGS S., Morgan Brasil, S’VAi Mt Ltda., VAT A., S’EAS

Brasil

Siemens AG

31,8%

18 Serviços

68

63 Silvio Santos(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 023 154

30 132

681 106

6 573 -33,0%

69

65 Casas Pernambucanas(2) São Paulo, SP

Brasileiro

2 005 184

22 978

191 273

15 105 -13,2%

9 Varejo Financeiro Serviços

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

%

47 Financeiro Comunicações Varejo Bens de consumo Serviços Ind. da construção Outros

8 Varejo Financeiro Outros

100%

Ponto Frio Administração e Importação de Bens

100,00%

26,42% 22,44% 12,27% 12,24% 12,24% 12,24% 100,00%

CONTROLADAS: Amil (Participações, Internacional), Amico Saúde, Promarket Brasil Propaganda e Marketing Ltda., Amil Planos por Administração Ltda., Aeromil Táxi Aéreo Ltda., Cemed Care - Empresa de Atendimento Clínico Geral Ltda., Bosque Medical Center S.A., Organização Médica Clinihauer Ltda., Orion Participações e Administração Ltda., Casa de Saúde São José Ltda., Imed Star-Serviços Médicos e Odontológicos Ltda., Life System Assistência Médica Ltda., Emed-Serviços Médicos Hospitalares Ltda., Hospital Metropolitano S.A., Life System Serviços Médicos Ambulatoriais e Diagnósticos Ltda., Hospital e Maternidade Ipiranga de Mogi das Cruzes S.A., Sistema Ipiranga de Assistência Médica Ltda., Casa de Saúde Santa Lúcia S.A.

JPLSPE Empreendimentos e Participações S.A. Capital Research and Management Company

73,10% 18,31% 4,92% 1,62% 1,35% 0,55% 0,15%

CONTROLADAS: Silvio Santos, Sisan, Teatro, GSS, Telesisan, Shopping Bela Vista, Brasil, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Cayman Hotel Jequiti, Oscar Freire, Galeno de Almeida, Ricardo Batista, Televisão Alphaville, BF Utilidades, Liderança, Promolider, SSR (Comércio de Cosméticos, Industrial), TV SBT, SBC, TVSBT (CN 11, CN 5, CN 5 Belém, CN 3 Friburgo), TV (Jaú, Brasília, Ribeirão Preto, Teófilo Otoni, Jaraguá, Anhanguera, Vale do Paraíba), Central SBT, SBT Internat. (Corp., Ltda.), Banco Panamericano, Panamericano (TIT/VAL, Administração, Serviços, Arrendamento), SSF Fomento, Panseg, Panamericana de Seguros, Pericia, Companhia Nacional Panamericano, VIM, VIP, MOT COLIGADAS: TVSBT Canal 4 de São Paulo S.A., TVSBT Canal 11 do Rio de Janeiro Ltda., TV Studios de Brasília Ltda., TVSBT Canal 3 de Nova Friburgo Ltda., TVSBT Canal 5 de Porto Alegre S.A., TVSBT Canal 5 de Belém S.A., Televisão Studios de Jaú S.A., Televisão Studios Anhanguera Ltda., Televisão Studios Jaraguá Ltda., Televisão Cidade S.A.

Senor Abravanel Henrique Abravanel

86,86% 12,87% 0,27%

CONTROLADAS: Pernambucanas (Financiadora DTVM), Hotel Jatiúca, Muricy Sociedade Comercial, Lundserv Adm. de Cartões de Crédito e Serviços, Tropicana de Hotéis e Turismos

Nova Pirajuí Administração S.A. Nopasa 49,98% Rumisa S.A. 16,66% Tabu Participações e Investimento S.A. 16,67% Alphalund Companhia de Participações e Investimentos 16,67% Zodiac Empreendimentos e Participação Ltda. 0,02%

Brasil

| 64 - 69

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo obteve em 2008 uma receita de 2,1 bilhões de dólares, sendo que mais de 90% desse faturamento veio do varejo

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

70

64O– PONTO FRIO

63,86% 5,00%

97,94% 2,06%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

98 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 19-20

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 99

7/2/09 7:51:43 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 70 - 75

2008 2007

70

71

52 Paranapanema(2) Santo André, SP

• Kraft Foods(2) Curitiba, PR

Brasileiro

Americano

1 902 911

1 894 476

56 917

116 998

510 582

170 051

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

2 378 -27,7%

8 779

0,4%

72

67 Bradespar(3) São Paulo, SP

Brasileiro

1 877 641

481 930

2 112 012

NI

NI

73

74 Randon(2) Caxias do Sul, RS

Brasileiro

1 811 924

98 892

336 962

9 434

5,0%

74

75

78 Mosaic(2) São Paulo, SP

Americano

72 Tractebel Energia(2) Florianópolis, SC

Belga

1 804 956

-81 525

174 092

1 018

-4,7%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

4 Quím. e petroq. Energia Autoindústria Ind. da construção Eletroeletrônico Outros

28,29% 15,71% 11,46% 10,53% 7,56% 26,45%

3 Bens de consumo

100%

2 Mineração

19 Autoindústria Serviços

5 Quím. e petroq.

100%

98,53% 1,47%

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: Caraíba Metais, Eluma, Cibrafértil

CONTROLADAS: Lacta Alimentos, Pilar, K&S Alimentos

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

Brasil, Estados Unidos

477 173

1 361 005

984

5,0%

21 Energia

100%

foi a taxa de participação do setor de química e petroquímica na receita da Paranapanema em 2008

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Previ BNDES Participações BNDESPar Fundação Petrobras de Seguridade Social - Petros Banco UBS Pactual Banco Santander

24,37% 17,52% 12,01% 10,32% 5,68%

Brasil, Argentina, Chile, China, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Peru, Polônia, República Dominicana, África do Sul, Espanha, Portugal, Suíça, Uruguai, Venezuela

Kraft Foods LA MB Holdings B.V. Kraft Food LA NMB B.V.

CONTROLADAS: Antares Holdings Ltda. e Valepar S.A.

Brasil

Cidade de Deus- Cia. Comercial de Participações 12,92% Hedging Griffo ( Fundos) 6,85% NCF Participações S.A. 6,80% Fundação Bradesco 5,83% Geração Futuro Corretora de Valores S.A. 5,25% Schroder (Fundos) 4,33% BlackRock, Inc 3,59% Fundo Pensões do Banco Espírito Santo 1,89% Nova Cidade de Deus Participações S.A. 0,65%

CONTROLADAS: Randon, Randon (Veículos, Argentina, Administradora de Consórcios, Middle East, Implementos para Transp., Automotive, North America), Suspensys, Jost Brasil, Master, Fras-le S.A., Castertech

Brasil, Argentina, Estados Unidos, China

DRAMD Participações e Administração Ltda. PREVI - Caixa de Prev. Func. do Banco do Brasil Fundos de Investimento Itaú Fundos Credit Suisse Hedging Griffo

CONTROLADAS: Fospar, Mosaic

Brasil

COLIGADAS: Fertifos Administração e Participação, Fertilizantes Fosfatados, IFC Indústria de Fertilizantes Cubatão

1 788 418

%

CONTROLADAS: Tractebel (Energias Renov., Energia Com.), Épsilon Participações, Itá Brasil Energ., Machadinho Energ., CESS, Delta Energética, Lages Bioenergética, Energia América do Sul, Gama Partic., Lagoa Formosa Bioenergética COLIGADAS: Tractebel Energia, controladora da Gama Partic. (contr. da Ibitiúva Bioenerg., Tupan Energia Elétrica, Hidropower Energ., Hid. Areia Branca, Ecoenergy Brasil, Eólica Pedra do Sal, Eólica Beberibe) Energia América do Sul (contr. da Ponte de Pedra Energ.), Épsilon Partic., Tractebel Energias Renov., Delta Energética, Cia. Energética São Salvador, Lages Bioenerg., Itá Energ., Tractebel Energia Com., Machadinho Energética, Lagoa Formosa Bioenerg., Seival Partic., Usina Term. Seival

Casa 2 LLC Casa 3 LLC Casa 4 LLC Mosaic Canada Casa 14 LLC Casa 15 LLC Casa 16 LLC GDF Suez Energy Latin America Participações Ltda. Banco Clássico S.A. BNDES Participações S.A. BNDESPar União Federal Outros

99,96% 0,04%

| 70 - 75

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo americano faturou no Brasil em 2008 quase 2 bilhões de dólares e lucrou mais de 100 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

30

71O– KRAFT FOODS

40,43% 8,74% 1,75% 1,06% 23,68% 23,68% 23,68% 21,58% 2,37% 2,37% 2,63% 68,71% 10,00% 2,13% 1,90% 17,26%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

100 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 21-22

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 101

7/2/09 7:52:01 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 70 - 75

2008 2007

70

71

52 Paranapanema(2) Santo André, SP

• Kraft Foods(2) Curitiba, PR

Brasileiro

Americano

1 902 911

1 894 476

56 917

116 998

510 582

170 051

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

2 378 -27,7%

8 779

0,4%

72

67 Bradespar(3) São Paulo, SP

Brasileiro

1 877 641

481 930

2 112 012

NI

NI

73

74 Randon(2) Caxias do Sul, RS

Brasileiro

1 811 924

98 892

336 962

9 434

5,0%

74

75

78 Mosaic(2) São Paulo, SP

Americano

72 Tractebel Energia(2) Florianópolis, SC

Belga

1 804 956

-81 525

174 092

1 018

-4,7%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

4 Quím. e petroq. Energia Autoindústria Ind. da construção Eletroeletrônico Outros

28,29% 15,71% 11,46% 10,53% 7,56% 26,45%

3 Bens de consumo

100%

2 Mineração

19 Autoindústria Serviços

5 Quím. e petroq.

100%

98,53% 1,47%

100%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

CONTROLADAS: Caraíba Metais, Eluma, Cibrafértil

CONTROLADAS: Lacta Alimentos, Pilar, K&S Alimentos

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

Brasil, Estados Unidos

477 173

1 361 005

984

5,0%

21 Energia

100%

foi a taxa de participação do setor de química e petroquímica na receita da Paranapanema em 2008

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Previ BNDES Participações BNDESPar Fundação Petrobras de Seguridade Social - Petros Banco UBS Pactual Banco Santander

24,37% 17,52% 12,01% 10,32% 5,68%

Brasil, Argentina, Chile, China, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Peru, Polônia, República Dominicana, África do Sul, Espanha, Portugal, Suíça, Uruguai, Venezuela

Kraft Foods LA MB Holdings B.V. Kraft Food LA NMB B.V.

CONTROLADAS: Antares Holdings Ltda. e Valepar S.A.

Brasil

Cidade de Deus- Cia. Comercial de Participações 12,92% Hedging Griffo ( Fundos) 6,85% NCF Participações S.A. 6,80% Fundação Bradesco 5,83% Geração Futuro Corretora de Valores S.A. 5,25% Schroder (Fundos) 4,33% BlackRock, Inc 3,59% Fundo Pensões do Banco Espírito Santo 1,89% Nova Cidade de Deus Participações S.A. 0,65%

CONTROLADAS: Randon, Randon (Veículos, Argentina, Administradora de Consórcios, Middle East, Implementos para Transp., Automotive, North America), Suspensys, Jost Brasil, Master, Fras-le S.A., Castertech

Brasil, Argentina, Estados Unidos, China

DRAMD Participações e Administração Ltda. PREVI - Caixa de Prev. Func. do Banco do Brasil Fundos de Investimento Itaú Fundos Credit Suisse Hedging Griffo

CONTROLADAS: Fospar, Mosaic

Brasil

COLIGADAS: Fertifos Administração e Participação, Fertilizantes Fosfatados, IFC Indústria de Fertilizantes Cubatão

1 788 418

%

CONTROLADAS: Tractebel (Energias Renov., Energia Com.), Épsilon Participações, Itá Brasil Energ., Machadinho Energ., CESS, Delta Energética, Lages Bioenergética, Energia América do Sul, Gama Partic., Lagoa Formosa Bioenergética COLIGADAS: Tractebel Energia, controladora da Gama Partic. (contr. da Ibitiúva Bioenerg., Tupan Energia Elétrica, Hidropower Energ., Hid. Areia Branca, Ecoenergy Brasil, Eólica Pedra do Sal, Eólica Beberibe) Energia América do Sul (contr. da Ponte de Pedra Energ.), Épsilon Partic., Tractebel Energias Renov., Delta Energética, Cia. Energética São Salvador, Lages Bioenerg., Itá Energ., Tractebel Energia Com., Machadinho Energética, Lagoa Formosa Bioenerg., Seival Partic., Usina Term. Seival

Casa 2 LLC Casa 3 LLC Casa 4 LLC Mosaic Canada Casa 14 LLC Casa 15 LLC Casa 16 LLC GDF Suez Energy Latin America Participações Ltda. Banco Clássico S.A. BNDES Participações S.A. BNDESPar União Federal Outros

99,96% 0,04%

| 70 - 75

VENDAS (em US$ mil 2008)

O grupo americano faturou no Brasil em 2008 quase 2 bilhões de dólares e lucrou mais de 100 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

30

71O– KRAFT FOODS

40,43% 8,74% 1,75% 1,06% 23,68% 23,68% 23,68% 21,58% 2,37% 2,37% 2,63% 68,71% 10,00% 2,13% 1,90% 17,26%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

100 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 21-22

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 101

7/2/09 7:52:01 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 76 - 85

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

76

62 Cosan(2) Piracicaba, SP

Brasileiro

1 770 615

-21 776

1 515 939

45 249

27,1%

77

71 Klabin(2) São Paulo, SP

Brasileiro

1 717 220

-149 185

961 496

7 498

1,5%

78

79 Mapfre Seguros(2) São Paulo, SP

Espanhol

1 676 696

56 751

431 729

2 510

13,8%

79

69 Almart(3) Uberlândia, MG

Brasileiro

1 642 315

22 769

68 528

NI

NI

80

58 Wembley(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

1 594 354

11 380

201 608

81

73 Electrolux(3) Curitiba, PR

Sueco

1 559 520

35 754

157 444

NI

NI

Americano

1 554 324

NI

NI

4 036

11,3%

82

83

• AGCO South America(2) Canoas, RS 77 V & M do Brasil(2) Belo Horizonte, MG

14 000 -16,4%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

14 Bens de consumo Energia Varejo Serviços Outros

da receita de 1,7 bilhão de dólares do grupo Klabin no ano passado veio do setor de papel e celulose

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Cosan, Cosan (Operadora Portuária, Distribuidora de Combustíveis, Bioenergia, International Universal Corporation, Finance Limited, Centroeste S.A. Açúcar e Álcool), Adm. de Participações Aguassanta, Usina da Barra S.A. Açúcar e Álcool, Grançucar S.A. Refinadora de Açúcar, BNT Agrícola Ltda., Benacol Açúcar e Álcool S.A., Agrícola Ponte Alta S.A. COLIGADAS: Usina Santa Luíza S.A., Vertical UK LLP

Brasil

Cosan Limited Outros

62,80% 37,20%

CONTROLADAS: Klabin (Argentina, Trade, do Paraná Produtos Florestais), Ikapê Empreendimentos, Antas Serviços Florestais, Centaurus Holding, Renascença Participações, Timber

Brasil, Argentina, Inglaterra

Klabin Irmãos & Cia. BNDES Participações S.A. BNDESPAR Monteiro Aranha S.A.

21,00% 20,00% 10,00%

CONTROLADAS: Mapfre (Nossa Caixa Vida e Previdência, Riscos Especiais Seguradora, Capitalização, Participações), Vida e Seguradora, GVH, Detectar Desenvolveminto de Técnicas para Transferência e Administração Risco COLIGADAS: Mapfre (Vera Cruz Vida e Previdência S.A., Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, Segurados de Garantias e Crédito, Seguradora de Crédito a Exportação), Vera Cruz Consultoria Técnica e Administração de Fundos

Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Porto Rico, Chile, Irlanda, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Bélgica, Luxemburgo, Itália, Hungria, Polônia, Rússia, Turquia, Grécia, Argélia, Tunísia, Egito, China, India, Filipinas, Venezuela, Colômbia, Equador, Perú, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Argentina, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Reino da Jordânia, Bahrein, Emirados Arabes, Omã

Mapfre América S.A.

90,21%

NI NI NI NI NI

CONTROLADAS: Martins (Comércio e Serviços de Distribuição, Participações, Overseas, Agropecuária), Smart Varejos, Ypê Madeiras, Metalgrampo

Brasil

NI

100%

CONTROLADAS: Companhia de Tecidos Norte de Minas - Coteminas, Empresa Nacional de Comércio, Rédito e Participações S.A. - Encopar, Oxford Comércio e Participações S.A., Wembley Palace Hotel Ltda, Econorte Empresa Construtora Norte de Minas Ltda, Ecopar - Empresa de Comércio e Participações Ltda., Holtex Inc. COLIGADA: Cia. de Fiação e Tecidos Cedro Cachoeira

Brasil, Argentina, Estados Unidos, Canadá, México

José Alencar Gomes da Silva Comércio, Participações 95,87%

NI Eletroeletrônico

100%

CONTROLADAS: Electrolux (da Amazônia, do Brasil)

Brasil

NI

6 Autoindústria

100%

CONTROLADAS: AGCO do Brasil Comércio e Industrial, Valtra do Brasil, AGCO Argentina

Brasil, Argentina

AGCO Corporation

Brasil

Vallourec & Mannesmann Tubes 99,4% Outros 0,6%

7 Papel e celulose Prod. agropecuária

13 Financeiro

NI Atacado Varejo Prod. agropecuária Serviços Financeiro 8 Têxteis

47,49% 41,11% 6,49% 1,64% 3,27%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

%

94% 6%

100%

| 76 - 85

VENDAS (em US$ mil 2008)

A empresa obteve no ano passado um faturamento de 1,6 bilhão de dólares e lucro de 11 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

95

80O– WEMBLEY

100,00%

COLIGADA: Banco De Lage Landen Brasil

Francês

1 543 306

214.667

495 010

5 633

4,8%

3 Sider. e metalurgia Mineração Outros

93% 3% 4%

CONTROLADAS: V&M (Mineração, Florestal) COLIGADA: Tubos Soldados Atlântico

84

• SHV Gas(2) Betim, MG

Holandês

1 535 700

NI

NI

3 383

-6,0%

4 Atacado

100%

CONTROLADAS: Minasgas S.A. Indústria e Comércio, Qualival Indústria e Comércio e Manutenção Industrial, Betingas Armazenadora

Brasil, Holanda

SHV Calor Latin America BV SHV Nerderland BV

99,99% 0,01%

85

• Equatorial Energia(2) São Luís, MA

Brasileiro

1 533 775

128 418

471 171

1 291

6,4%

3 Energia

100%

CONTROLADAS: Equatorial Energia, Cemar, RME, Geranorte

Brasil

PCP Latim America Power S.A. Outros

55,54% 44,46%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

102 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 23-24

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 103

7/2/09 7:52:42 PM


GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 76 - 85

2008 2007

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

76

62 Cosan(2) Piracicaba, SP

Brasileiro

1 770 615

-21 776

1 515 939

45 249

27,1%

77

71 Klabin(2) São Paulo, SP

Brasileiro

1 717 220

-149 185

961 496

7 498

1,5%

78

79 Mapfre Seguros(2) São Paulo, SP

Espanhol

1 676 696

56 751

431 729

2 510

13,8%

79

69 Almart(3) Uberlândia, MG

Brasileiro

1 642 315

22 769

68 528

NI

NI

80

58 Wembley(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

1 594 354

11 380

201 608

81

73 Electrolux(3) Curitiba, PR

Sueco

1 559 520

35 754

157 444

NI

NI

Americano

1 554 324

NI

NI

4 036

11,3%

82

83

• AGCO South America(2) Canoas, RS 77 V & M do Brasil(2) Belo Horizonte, MG

14 000 -16,4%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

14 Bens de consumo Energia Varejo Serviços Outros

da receita de 1,7 bilhão de dólares do grupo Klabin no ano passado veio do setor de papel e celulose

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Cosan, Cosan (Operadora Portuária, Distribuidora de Combustíveis, Bioenergia, International Universal Corporation, Finance Limited, Centroeste S.A. Açúcar e Álcool), Adm. de Participações Aguassanta, Usina da Barra S.A. Açúcar e Álcool, Grançucar S.A. Refinadora de Açúcar, BNT Agrícola Ltda., Benacol Açúcar e Álcool S.A., Agrícola Ponte Alta S.A. COLIGADAS: Usina Santa Luíza S.A., Vertical UK LLP

Brasil

Cosan Limited Outros

62,80% 37,20%

CONTROLADAS: Klabin (Argentina, Trade, do Paraná Produtos Florestais), Ikapê Empreendimentos, Antas Serviços Florestais, Centaurus Holding, Renascença Participações, Timber

Brasil, Argentina, Inglaterra

Klabin Irmãos & Cia. BNDES Participações S.A. BNDESPAR Monteiro Aranha S.A.

21,00% 20,00% 10,00%

CONTROLADAS: Mapfre (Nossa Caixa Vida e Previdência, Riscos Especiais Seguradora, Capitalização, Participações), Vida e Seguradora, GVH, Detectar Desenvolveminto de Técnicas para Transferência e Administração Risco COLIGADAS: Mapfre (Vera Cruz Vida e Previdência S.A., Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, Segurados de Garantias e Crédito, Seguradora de Crédito a Exportação), Vera Cruz Consultoria Técnica e Administração de Fundos

Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Porto Rico, Chile, Irlanda, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Portugal, Bélgica, Luxemburgo, Itália, Hungria, Polônia, Rússia, Turquia, Grécia, Argélia, Tunísia, Egito, China, India, Filipinas, Venezuela, Colômbia, Equador, Perú, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Argentina, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Reino da Jordânia, Bahrein, Emirados Arabes, Omã

Mapfre América S.A.

90,21%

NI NI NI NI NI

CONTROLADAS: Martins (Comércio e Serviços de Distribuição, Participações, Overseas, Agropecuária), Smart Varejos, Ypê Madeiras, Metalgrampo

Brasil

NI

100%

CONTROLADAS: Companhia de Tecidos Norte de Minas - Coteminas, Empresa Nacional de Comércio, Rédito e Participações S.A. - Encopar, Oxford Comércio e Participações S.A., Wembley Palace Hotel Ltda, Econorte Empresa Construtora Norte de Minas Ltda, Ecopar - Empresa de Comércio e Participações Ltda., Holtex Inc. COLIGADA: Cia. de Fiação e Tecidos Cedro Cachoeira

Brasil, Argentina, Estados Unidos, Canadá, México

José Alencar Gomes da Silva Comércio, Participações 95,87%

NI Eletroeletrônico

100%

CONTROLADAS: Electrolux (da Amazônia, do Brasil)

Brasil

NI

6 Autoindústria

100%

CONTROLADAS: AGCO do Brasil Comércio e Industrial, Valtra do Brasil, AGCO Argentina

Brasil, Argentina

AGCO Corporation

Brasil

Vallourec & Mannesmann Tubes 99,4% Outros 0,6%

7 Papel e celulose Prod. agropecuária

13 Financeiro

NI Atacado Varejo Prod. agropecuária Serviços Financeiro 8 Têxteis

47,49% 41,11% 6,49% 1,64% 3,27%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

%

94% 6%

100%

| 76 - 85

VENDAS (em US$ mil 2008)

A empresa obteve no ano passado um faturamento de 1,6 bilhão de dólares e lucro de 11 milhões de dólares

MAIORES | GRUPOS

| GRUPOS M A IOR E S

95

80O– WEMBLEY

100,00%

COLIGADA: Banco De Lage Landen Brasil

Francês

1 543 306

214.667

495 010

5 633

4,8%

3 Sider. e metalurgia Mineração Outros

93% 3% 4%

CONTROLADAS: V&M (Mineração, Florestal) COLIGADA: Tubos Soldados Atlântico

84

• SHV Gas(2) Betim, MG

Holandês

1 535 700

NI

NI

3 383

-6,0%

4 Atacado

100%

CONTROLADAS: Minasgas S.A. Indústria e Comércio, Qualival Indústria e Comércio e Manutenção Industrial, Betingas Armazenadora

Brasil, Holanda

SHV Calor Latin America BV SHV Nerderland BV

99,99% 0,01%

85

• Equatorial Energia(2) São Luís, MA

Brasileiro

1 533 775

128 418

471 171

1 291

6,4%

3 Energia

100%

CONTROLADAS: Equatorial Energia, Cemar, RME, Geranorte

Brasil

PCP Latim America Power S.A. Outros

55,54% 44,46%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

102 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 23-24

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 103

7/2/09 7:52:42 PM


M A IOR E S VENDAS GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil 2008)

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 86 - 89

2008 2007

86

87

89 Rodobens/Verdi(2) São José do Rio Preto, SP

94 Yara Brasil Fertilizantes(2) Porto Alegre, RS

Brasileiro

1 474 810

69 242

444 133

É um dos grupos com maior presença no exterior. Ele possui negócios em mais de 30 países e faturou 1,4 bilhão de dólares em 2008 NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

6 624

20,0%

Norueguês

1 471 000

-152 715

86 961

1 109

-6,2%

88

• Abril(2) São Paulo, SP

Brasileiro

1 464 509

118 336

99 979

6 996

32,6

89

• Dias Branco(2) Eusébio, CE

Brasileiro

1 379 819

91 667

516 627

11 341

20,1%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

52 Bens de capital Serviços Bens de consumo Financeiro

2 Quím. e petroq.

13 Comunicações Transporte Atacado

7 Bens de consumo

63,87% 16,78% 16,20% 3,15%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

20

% foi a taxa de crescimento da força de trabalho do grupo Rodobens, que tem forte atuação no setor de bens de capital

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Banco Rodobens, Rodobens Adm. de Consórcios, Portobens Adm. Consórcios, Rodobens (Transporte Adm. e Corretora de Seguros, Prest. de Serv. de Ger. de Riscos, Rodocohn Adm. e Corretora de Seg., Agropecuária Capitão Verdi, Agroverdi, Ativos, Adm. Carteira VM, Autom. Fangio, Cuiabá Diesel, Daihatsu do Brasil, Delta (Autom, Veíc), DM Motors do Brasil, Fluxo Com. Elet. de Veíc., Green (Belém, Salvador, Star), Itabens, NE, Aut. Norasa, Pará, Automóveis, Postiba, Promoverdi, Rio (Bahia, Campos), Rodobens (Agrícola e Pecuária, Caminhões, Comércio, Comunicação, Corporativa, Loc. Im., Loc. Veículos, Locadora Veículos, Logística e Distr. Trading, Vehículos), WV, Rodobens Adm. e Corret. Seg., Prestacon Adm. Corret. Seg. Rodobens Adm. Corret. Prev. Privada

Brasil, Argentina

Waldemar Verdo Junior Waldemar Oliveira Verdi Ena Lucia Escobar Verdi Caldeira Alessandra Escobar Verdo Keinert Beny Maria Verdi Haddad Rosy Lavina Rouquette Verdi Ações em Tesouraria

43,10% 18,20%

100%

CONTROLADAS: Agrofértil S.A. Indústria e Comércio de Fertilizantes, IFC Indústria de Fertilizantes de Cubatão S.A. COLIGADAS: Fertilizantes Fosfatados S.A. Fosfertil, Fertifós Administração e Participação S.A.

Brasil, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Fertilizer Holdings S.A. Camarões, Canadá, China, Colômbia, Costa Rica, Banco do Brasil S.A. Costa do Marfim, República Tcheca, Dinamarca, Equador, Egito, Estônia, Finlândia, França, Gana, Grécia, Guatemala, Hungria, Indonésia, Iran, Itália, Japão, Kenya, Letônia, Lituânia, Malásia, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Philipinas, Polônia, Catar, Rússia, Singapura, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Tanzânia, Tailândia, Trinidad e Tobago, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos, Vietnã, Líbia

98,32% 0,66%

64,5% 23,4% 12,1%

CONTROLADAS: Abril (Comunicações, Educação, Marcas, Musiclub), Canais Abril de Televisão, Casa Cor Promoções e Comercial, Editora Abril, Redtree Participações, Usina do Som Brasil, Webco Internet, Nimbuzz Brasil, Violettree Participações COLIGADAS: Editora Abril, Abril (Gráfica, Investiments, Jovem Investiments, Vídeo da Amazônia, Comunicações, Educação, Marcas, Musiclub), Distmag, Editora Novo Continente, Magazine Express, Importadora e Exportadora de Revistas, SCP, ATB, Beigetree Participações, AR&T, Editora Scipione, Canais Abril de Televisão, Casa Cor Promoções e Comercial, Nimbuzz Brasil, Redtree Participações, DGB, Dinap, Fernando Chinaglia Comercial e Distribuidora, Treelog, Usina do Som Brasil, Violettree Participações, Webco Internet

Brasil

Família Civita Naspers

70,00% 30,00%

100%

CONTROLADAS: Adria Alimentos do Brasil, M. Dias Branco (International Trading, International Trading Uruguay, Argentina), Ind. de Alimentos Bomgosto, Tergran Terminal de Grãos de Fortaleza

Brasil, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Chile e outros

Dibra Fundo de Investimentos em Participações Francisco Ivens de S. Dias Branco Junior Francisco Claudio S. Leão Dias Branco Francisco Marcos S. Leão Dias Branco Maria das Graças Dias Branco da Escossia Maria Regina S. Leão Dias Branco Ximenes Selma de Sa Vidal Dias Branco Neide Vidal de Sa Dias Brfanco Marcia Maria Silvestre Dias Branco Outros

14,98% 14,98% 4,28% 4,28% 0,16%

| 86 - 89

| GRUPOS

MAIORES | GRUPOS

87O– YARA FERTILIZANTES

68,41% 3,00% 2,00% 2,00% 2,00% 2,00% 1,80% 0,80% 0,70% 17,29%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

104 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 25-26

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 105

7/2/09 7:53:13 PM


M A IOR E S VENDAS GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil 2008)

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 86 - 89

2008 2007

86

87

89 Rodobens/Verdi(2) São José do Rio Preto, SP

94 Yara Brasil Fertilizantes(2) Porto Alegre, RS

Brasileiro

1 474 810

69 242

444 133

É um dos grupos com maior presença no exterior. Ele possui negócios em mais de 30 países e faturou 1,4 bilhão de dólares em 2008 NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

6 624

20,0%

Norueguês

1 471 000

-152 715

86 961

1 109

-6,2%

88

• Abril(2) São Paulo, SP

Brasileiro

1 464 509

118 336

99 979

6 996

32,6

89

• Dias Branco(2) Eusébio, CE

Brasileiro

1 379 819

91 667

516 627

11 341

20,1%

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

52 Bens de capital Serviços Bens de consumo Financeiro

2 Quím. e petroq.

13 Comunicações Transporte Atacado

7 Bens de consumo

63,87% 16,78% 16,20% 3,15%

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

20

% foi a taxa de crescimento da força de trabalho do grupo Rodobens, que tem forte atuação no setor de bens de capital

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

CONTROLADAS: Banco Rodobens, Rodobens Adm. de Consórcios, Portobens Adm. Consórcios, Rodobens (Transporte Adm. e Corretora de Seguros, Prest. de Serv. de Ger. de Riscos, Rodocohn Adm. e Corretora de Seg., Agropecuária Capitão Verdi, Agroverdi, Ativos, Adm. Carteira VM, Autom. Fangio, Cuiabá Diesel, Daihatsu do Brasil, Delta (Autom, Veíc), DM Motors do Brasil, Fluxo Com. Elet. de Veíc., Green (Belém, Salvador, Star), Itabens, NE, Aut. Norasa, Pará, Automóveis, Postiba, Promoverdi, Rio (Bahia, Campos), Rodobens (Agrícola e Pecuária, Caminhões, Comércio, Comunicação, Corporativa, Loc. Im., Loc. Veículos, Locadora Veículos, Logística e Distr. Trading, Vehículos), WV, Rodobens Adm. e Corret. Seg., Prestacon Adm. Corret. Seg. Rodobens Adm. Corret. Prev. Privada

Brasil, Argentina

Waldemar Verdo Junior Waldemar Oliveira Verdi Ena Lucia Escobar Verdi Caldeira Alessandra Escobar Verdo Keinert Beny Maria Verdi Haddad Rosy Lavina Rouquette Verdi Ações em Tesouraria

43,10% 18,20%

100%

CONTROLADAS: Agrofértil S.A. Indústria e Comércio de Fertilizantes, IFC Indústria de Fertilizantes de Cubatão S.A. COLIGADAS: Fertilizantes Fosfatados S.A. Fosfertil, Fertifós Administração e Participação S.A.

Brasil, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Fertilizer Holdings S.A. Camarões, Canadá, China, Colômbia, Costa Rica, Banco do Brasil S.A. Costa do Marfim, República Tcheca, Dinamarca, Equador, Egito, Estônia, Finlândia, França, Gana, Grécia, Guatemala, Hungria, Indonésia, Iran, Itália, Japão, Kenya, Letônia, Lituânia, Malásia, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Philipinas, Polônia, Catar, Rússia, Singapura, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Tanzânia, Tailândia, Trinidad e Tobago, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos, Vietnã, Líbia

98,32% 0,66%

64,5% 23,4% 12,1%

CONTROLADAS: Abril (Comunicações, Educação, Marcas, Musiclub), Canais Abril de Televisão, Casa Cor Promoções e Comercial, Editora Abril, Redtree Participações, Usina do Som Brasil, Webco Internet, Nimbuzz Brasil, Violettree Participações COLIGADAS: Editora Abril, Abril (Gráfica, Investiments, Jovem Investiments, Vídeo da Amazônia, Comunicações, Educação, Marcas, Musiclub), Distmag, Editora Novo Continente, Magazine Express, Importadora e Exportadora de Revistas, SCP, ATB, Beigetree Participações, AR&T, Editora Scipione, Canais Abril de Televisão, Casa Cor Promoções e Comercial, Nimbuzz Brasil, Redtree Participações, DGB, Dinap, Fernando Chinaglia Comercial e Distribuidora, Treelog, Usina do Som Brasil, Violettree Participações, Webco Internet

Brasil

Família Civita Naspers

70,00% 30,00%

100%

CONTROLADAS: Adria Alimentos do Brasil, M. Dias Branco (International Trading, International Trading Uruguay, Argentina), Ind. de Alimentos Bomgosto, Tergran Terminal de Grãos de Fortaleza

Brasil, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Chile e outros

Dibra Fundo de Investimentos em Participações Francisco Ivens de S. Dias Branco Junior Francisco Claudio S. Leão Dias Branco Francisco Marcos S. Leão Dias Branco Maria das Graças Dias Branco da Escossia Maria Regina S. Leão Dias Branco Ximenes Selma de Sa Vidal Dias Branco Neide Vidal de Sa Dias Brfanco Marcia Maria Silvestre Dias Branco Outros

14,98% 14,98% 4,28% 4,28% 0,16%

| 86 - 89

| GRUPOS

MAIORES | GRUPOS

87O– YARA FERTILIZANTES

68,41% 3,00% 2,00% 2,00% 2,00% 2,00% 1,80% 0,80% 0,70% 17,29%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

104 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 25-26

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 105

7/2/09 7:53:13 PM


M A IOR E S VENDAS GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil 2008)

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

O grupo encabeçado pela construtora aumentou em 85% sua força de trabalho no ano passado

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 90 - 100

2008 2007

90

• Fertipar(2) Curitiba, PR

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

de dólares foi o lucro do grupo Confab, do ABC paulista, que atua no setor de siderurgia e metalurgia

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Brasileiro

1 378 603

-51 684

106 217

1 655

10,3%

Brasileiro

1 343 032

57 529

292 473

13 364

8,0%

Inglês

1 331 301

NI

NI

1 431

12,1%

7 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: Rexam (do Brasil, Beverage Can South America, Amazônia, Indústria Brasil, Argentina, Chile e Comércio de Latas e Tampas, Chile, Argentina, Uruguay)

Rexam Overseas

96 Confab(2) São Caetano do Sul, SP

Brasileiro

1 329 336

217 411

531 846

2 617

9,8%

6 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: Confab (Montagens, Revestimentos, Trading), Siat, Socotherm Brasil Brasil

Siderca S.A.I.C.

94

93 Banco BMG(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

1 326 455

103 016

863 232

95

92 Algar(2) Uberlândia, MG

Brasileiro

1 322 245

297

143 452

15 362

9,0%

91

87 Marcopolo(2) Caxias do Sul, RS

92

• Rexam(2) Rio de Janeiro, RJ

93

633 -32,1%

• Magneti Marelli(2) Hortolândia, SP

Italiano

1 321 373

NI

NI

7 650

9,2%

97

• Cyrela Brazil Realty(2) São Paulo, SP

Brasileiro

1 318 569

118 831

907 552

1 282

85,3%

98

99 Fibra(3) São Paulo, SP

Brasileiro

1 313 095

43 841

324 269

NI

NI

99

83 Profarma(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

1 306 201

13 539

200 017

2 003

-0,3%

Rhodia(2) São Paulo, SP

12 Transporte Financeiro

100%

CONTROLADAS: Fertigran Fertilizantes Vale do Rio Grande, Fertilizantes Piratini, Fertilizantes do N ordeste, Fertipar Fertilizantes do Nordeste, Fertipar Sudoeste e Corretivos Agricolas, Fertipar Bandeirantes, Fertial Fertilzantes de Alagoas COLIGADA: Fospar

Brasil

Alceu Elias Feldmann

90,00%

99% 1%

CONTROLADAS: Marcopolo, Marcopolo (South Africa, Ind. de Carroçarias), Ciferal, Polomex, Banco Moneo COLIGADAS: Superpolo, San Marino, Russian Busses, Tata, GBB, Loma Hermosa

Brasil, Argentina, África do Sul, China, Paulo Bellini 18,58% Colômbia, Egito, Índia, México, Portugal, Rússia HSBC Global Investment Funds 6,72% Fundo BCO Central Prev. Privada - Centrus 5,79% Franklin Templ Inv Funds 4,84% 100,00% 38,99%

COLIGADAS: Tenaris Confab Hastes de Bombeio, Siat

96

100

8 Quím. e petroq.

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

220

milhões

5 Financeiro Outros

99,94% 0,06%

20 Telecomunicações 56,17% Prod. agropecuária 38,9% Serviços 4,93%

CONTROLADAS: Banco BMG S.A., BMG Leasing S.A., Arrendamento Mercantil, BMG Bank (Cayman) Ltd., BMG Factoring Ltda e MVR Participações S.A.

Brasil, Estados Unidos, Ilhas Cayman

Investidores Pessoas Físicas (Família Pentagna Guimarães) 93,74% Empresa Agrícola Santa Angélica Ltda. 4,43% Outros 1,83%

CONTROLADAS: Algar, Cia. de Telecom. do Brasil Central, Telecomunicações, Algar (Tecn. e Consult., Agroalimentar, Aviation), ABC (Agropec. Brasil Norte, Agricultura e Pecuária, Ind. e Comércio), Space (Empreend., Tecnologia, Vigilância), Rio Quente Empreend. e Part., Sabe Partic., CTBC (Celular, Multimídia, Torres Telecom.), Engeset, Image Telecom TV Vídeo Cabo, Cia. Adm. Terminais Urbanos, Centros Comerciais

Brasil

Arvore S.A.

100%

CONTROLADAS: Magneti Marelli (Cofap, Sistemas Automotivos, Cofap Autopeças do 18 países, entre eles, Brasil, Argentina, Estados Brasil Ind. e Comércio), Ergom, Kadron Unidos, México, Itália, China COLIGADAS: Magneti Marelli (North America, Comandos Mecânicos, Repuestos, Conjuntos de Escapes), Endurance Magneti Marelli Shock Absorbers

Magnetti Marelli S.p.A.(Cofap) 99,62%

8 Ind. da construção

100%

CONTROLADAS: Cury, Cytec+, Plano&Plano, MAC, SKR, Lucio, IRSA, Lider, Cyrela

Elie Horn 30,20% Janus Capital Management LLC 7,90% Eirenor Sociedad Anonima 6,20% Sloane Robinson LLP 5,00% EH Capital Management 2,10%

NI Financeiro

100%

CONTROLADAS: Fibra (Asset Management DTVM, Projetos e Consultoria Econômica, Brasil Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros, Cia. Securitizadora de Créditos Imobiliários), GVI Promotora de Vendas, CredFibra

NI

5 Atacado

100%

CONTROLADAS: Farmadacta, Locafarma, Promovendas, Promovac

Brasil

BMK Participações S.A. 50,90% Fidelity Management and Research Company 11,80% HSBC Investments Gestão de Recursos Ltda. 10,40% T. Rowe Prince International Inc. 5,05% Ações em Tesouraria 1,35% Outros Acionistas 20,50%

Brasil

Rhodia S.A.

COLIGADA: Interagile

Francês

1 266 672

NI

NI

2 932

-2,7%

100,00%

6 Autoindústria

Brasil, Argentina e Bahamas

8 Quím. e petroq. Têxteis Outros

65% 10% 25%

CONTROLADAS: Alaver, Rhodia (Energy Brasil, Poliamida Brasil, Poliamida e Especialidades) Zamin Company, Fiopart Part. Serv. Com. de Fios Têxteis e Ind., Rhopart Participações Serv. e Com.

| 90 - 100

| GRUPOS

MAIORES | GRUPOS

97O– CYRELA

100%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

106 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 27-28

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 107

7/2/09 7:53:36 PM


M A IOR E S VENDAS GRUPO PRIVADO SEDE DO GRUPO NO BRASIL

ORDEM

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil 2008)

LUCRO LEGAL (em US$ mil 2008)

O grupo encabeçado pela construtora aumentou em 85% sua força de trabalho no ano passado

PATRIMÔNIO LEGAL (em US$ mil 2008)

MAIORES | GRUPOS

| 90 - 100

2008 2007

90

• Fertipar(2) Curitiba, PR

NÚMERO DE EMPREGADOS EM 2008 E VARIAÇÃO EM RELAÇÃO A 2007 (em %)

NÚMERO TOTAL DE EMPRESAS DO GRUPO

SETORES DE ATUAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE CADA UM DELES NO TOTAL DA RECEITA DO GRUPO

de dólares foi o lucro do grupo Confab, do ABC paulista, que atua no setor de siderurgia e metalurgia

PAÍSES ONDE O GRUPO MANTÉM OPERAÇÕES

PARTICIPAÇÃO DOS PRINCIPAIS ACIONISTAS NO TOTAL DO GRUPO

Brasileiro

1 378 603

-51 684

106 217

1 655

10,3%

Brasileiro

1 343 032

57 529

292 473

13 364

8,0%

Inglês

1 331 301

NI

NI

1 431

12,1%

7 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: Rexam (do Brasil, Beverage Can South America, Amazônia, Indústria Brasil, Argentina, Chile e Comércio de Latas e Tampas, Chile, Argentina, Uruguay)

Rexam Overseas

96 Confab(2) São Caetano do Sul, SP

Brasileiro

1 329 336

217 411

531 846

2 617

9,8%

6 Sider. e metalurgia

100%

CONTROLADAS: Confab (Montagens, Revestimentos, Trading), Siat, Socotherm Brasil Brasil

Siderca S.A.I.C.

94

93 Banco BMG(2) Belo Horizonte, MG

Brasileiro

1 326 455

103 016

863 232

95

92 Algar(2) Uberlândia, MG

Brasileiro

1 322 245

297

143 452

15 362

9,0%

91

87 Marcopolo(2) Caxias do Sul, RS

92

• Rexam(2) Rio de Janeiro, RJ

93

633 -32,1%

• Magneti Marelli(2) Hortolândia, SP

Italiano

1 321 373

NI

NI

7 650

9,2%

97

• Cyrela Brazil Realty(2) São Paulo, SP

Brasileiro

1 318 569

118 831

907 552

1 282

85,3%

98

99 Fibra(3) São Paulo, SP

Brasileiro

1 313 095

43 841

324 269

NI

NI

99

83 Profarma(2) Rio de Janeiro, RJ

Brasileiro

1 306 201

13 539

200 017

2 003

-0,3%

Rhodia(2) São Paulo, SP

12 Transporte Financeiro

100%

CONTROLADAS: Fertigran Fertilizantes Vale do Rio Grande, Fertilizantes Piratini, Fertilizantes do N ordeste, Fertipar Fertilizantes do Nordeste, Fertipar Sudoeste e Corretivos Agricolas, Fertipar Bandeirantes, Fertial Fertilzantes de Alagoas COLIGADA: Fospar

Brasil

Alceu Elias Feldmann

90,00%

99% 1%

CONTROLADAS: Marcopolo, Marcopolo (South Africa, Ind. de Carroçarias), Ciferal, Polomex, Banco Moneo COLIGADAS: Superpolo, San Marino, Russian Busses, Tata, GBB, Loma Hermosa

Brasil, Argentina, África do Sul, China, Paulo Bellini 18,58% Colômbia, Egito, Índia, México, Portugal, Rússia HSBC Global Investment Funds 6,72% Fundo BCO Central Prev. Privada - Centrus 5,79% Franklin Templ Inv Funds 4,84% 100,00% 38,99%

COLIGADAS: Tenaris Confab Hastes de Bombeio, Siat

96

100

8 Quím. e petroq.

PRINCIPAIS CONTROLADAS E COLIGADAS

220

milhões

5 Financeiro Outros

99,94% 0,06%

20 Telecomunicações 56,17% Prod. agropecuária 38,9% Serviços 4,93%

CONTROLADAS: Banco BMG S.A., BMG Leasing S.A., Arrendamento Mercantil, BMG Bank (Cayman) Ltd., BMG Factoring Ltda e MVR Participações S.A.

Brasil, Estados Unidos, Ilhas Cayman

Investidores Pessoas Físicas (Família Pentagna Guimarães) 93,74% Empresa Agrícola Santa Angélica Ltda. 4,43% Outros 1,83%

CONTROLADAS: Algar, Cia. de Telecom. do Brasil Central, Telecomunicações, Algar (Tecn. e Consult., Agroalimentar, Aviation), ABC (Agropec. Brasil Norte, Agricultura e Pecuária, Ind. e Comércio), Space (Empreend., Tecnologia, Vigilância), Rio Quente Empreend. e Part., Sabe Partic., CTBC (Celular, Multimídia, Torres Telecom.), Engeset, Image Telecom TV Vídeo Cabo, Cia. Adm. Terminais Urbanos, Centros Comerciais

Brasil

Arvore S.A.

100%

CONTROLADAS: Magneti Marelli (Cofap, Sistemas Automotivos, Cofap Autopeças do 18 países, entre eles, Brasil, Argentina, Estados Brasil Ind. e Comércio), Ergom, Kadron Unidos, México, Itália, China COLIGADAS: Magneti Marelli (North America, Comandos Mecânicos, Repuestos, Conjuntos de Escapes), Endurance Magneti Marelli Shock Absorbers

Magnetti Marelli S.p.A.(Cofap) 99,62%

8 Ind. da construção

100%

CONTROLADAS: Cury, Cytec+, Plano&Plano, MAC, SKR, Lucio, IRSA, Lider, Cyrela

Elie Horn 30,20% Janus Capital Management LLC 7,90% Eirenor Sociedad Anonima 6,20% Sloane Robinson LLP 5,00% EH Capital Management 2,10%

NI Financeiro

100%

CONTROLADAS: Fibra (Asset Management DTVM, Projetos e Consultoria Econômica, Brasil Cia. Securitizadora de Créditos Financeiros, Cia. Securitizadora de Créditos Imobiliários), GVI Promotora de Vendas, CredFibra

NI

5 Atacado

100%

CONTROLADAS: Farmadacta, Locafarma, Promovendas, Promovac

Brasil

BMK Participações S.A. 50,90% Fidelity Management and Research Company 11,80% HSBC Investments Gestão de Recursos Ltda. 10,40% T. Rowe Prince International Inc. 5,05% Ações em Tesouraria 1,35% Outros Acionistas 20,50%

Brasil

Rhodia S.A.

COLIGADA: Interagile

Francês

1 266 672

NI

NI

2 932

-2,7%

100,00%

6 Autoindústria

Brasil, Argentina e Bahamas

8 Quím. e petroq. Têxteis Outros

65% 10% 25%

CONTROLADAS: Alaver, Rhodia (Energy Brasil, Poliamida Brasil, Poliamida e Especialidades) Zamin Company, Fiopart Part. Serv. Com. de Fios Têxteis e Ind., Rhopart Participações Serv. e Com.

| 90 - 100

| GRUPOS

MAIORES | GRUPOS

97O– CYRELA

100%

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil

106 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES GRUPOS LA.indd 27-28

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 107

7/2/09 7:53:36 PM


NEGÓCIOS | Mercado de capitais Um passo atrás

Ações em queda, menos negócios e saída de dólares foram as marcas da Bovespa em 2008. Houve uma recuperação na maior parte dos indicadores nos primeiros meses de 2009, mas é impossível prever o comportamento do mercado para o restante do ano

O ponto mais sensível da economia

ÍNDICE BOVESPA (em pontos)(1)

62 815 64 490

73 516

63 396 40 244 36 234 29 435

jan 2008

mar

mai

jul

out

jan 2009

51 514

mar

jun

4,9

5,4(2)

VOLUME DE NEGÓCIOS (média diária, em bilhões de reais)

Depois de terminar o ano passado com a maior desvalorização desde 1990, a Bovespa se recupera e abre espaço para que as empresas voltem a lançar ações no mercado | Giuliana Napolitano

6

7 5,6

4,8 5,3

3,8 4,1

0 jan mar 2008

mai

ago

out

dez

fev 2009

abr

jun

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO (saldo, em bilhões de reais)

1,8

5,9

9,1 1,8 -4,2 -24,6

2004

2005

2006

2007

2008

2009(3)

ABERTURAS DE CAPITAL (em números) 64

Obras de shopping center em São Paulo:

o setor de construção civil teve um dos piores desempenhos da Bovespa em 2008

26 7

9

0 2004

2005

4 2006

2007

2008

1 2009(4)

As maiores baixas El et ro Co elet ns rôn t Pa ruç icos pe ão l e ci v M ine celu il ra los Tr çã e an o s M por áq te u s Tê inas xt il Ve ícu Co los e m é pe Pe rcio ças tró Qu leo ím e g á Si icos s de ru rg ia

O desempenho das ações de alguns dos principais setores em 2008 (em%)

LIA LUBAMBO

-52 -52 -51 -51 -51 -72 -71

-46 -46 -45 -44

-67

(1) Dados do início de cada mês, exceto maio de 2008 (dia 20), outubro de 2008 (dia 27) e junho de 2009 (dia 25) (2) Até dia 24 (3) Até 22 de junho (4) Considera a oferta da Visanet Fontes: Bovespa e Economática

110 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Bolsa.indd 1-2

7/2/09 11:15:34 PM


NEGÓCIOS | Mercado de capitais Um passo atrás

Ações em queda, menos negócios e saída de dólares foram as marcas da Bovespa em 2008. Houve uma recuperação na maior parte dos indicadores nos primeiros meses de 2009, mas é impossível prever o comportamento do mercado para o restante do ano

O ponto mais sensível da economia

ÍNDICE BOVESPA (em pontos)(1)

62 815 64 490

73 516

63 396 40 244 36 234 29 435

jan 2008

mar

mai

jul

out

jan 2009

51 514

mar

jun

4,9

5,4(2)

VOLUME DE NEGÓCIOS (média diária, em bilhões de reais)

Depois de terminar o ano passado com a maior desvalorização desde 1990, a Bovespa se recupera e abre espaço para que as empresas voltem a lançar ações no mercado | Giuliana Napolitano

6

7 5,6

4,8 5,3

3,8 4,1

0 jan mar 2008

mai

ago

out

dez

fev 2009

abr

jun

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO (saldo, em bilhões de reais)

1,8

5,9

9,1 1,8 -4,2 -24,6

2004

2005

2006

2007

2008

2009(3)

ABERTURAS DE CAPITAL (em números) 64

Obras de shopping center em São Paulo:

o setor de construção civil teve um dos piores desempenhos da Bovespa em 2008

26 7

9

0 2004

2005

4 2006

2007

2008

1 2009(4)

As maiores baixas El et ro Co elet ns rôn t Pa ruç icos pe ão l e ci v M ine celu il ra los Tr çã e an o s M por áq te u s Tê inas xt il Ve ícu Co los e m é pe Pe rcio ças tró Qu leo ím e g á Si icos s de ru rg ia

O desempenho das ações de alguns dos principais setores em 2008 (em%)

LIA LUBAMBO

-52 -52 -51 -51 -51 -72 -71

-46 -46 -45 -44

-67

(1) Dados do início de cada mês, exceto maio de 2008 (dia 20), outubro de 2008 (dia 27) e junho de 2009 (dia 25) (2) Até dia 24 (3) Até 22 de junho (4) Considera a oferta da Visanet Fontes: Bovespa e Economática

110 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Bolsa.indd 1-2

7/2/09 11:15:34 PM


NEGÓCIOS | Mercado de capitais

F

oi na bolsa de valores que a crise mundial se fez primeiro presente no Brasil. Tão logo ficou claro que a quebra do Lehman Brothers não seria um caso isolado, as ações das empresas brasileiras iniciaram uma vertiginosa trajetória de queda, que se estendeu até o final de 2008. Num ano que tinha tudo para acabar brilhantemente, o Índice Bovespa caiu 41% em 12 meses. Foi seu pior desempenho em 18 anos. Quase 20 empresas, entre as mais negociadas do pregão, viram o preço de suas ações cair mais de 80% e outras 40 terminaram o ano com uma cotação valendo de 60% a 80% menos. Foi o bastante para que o valor de alguns papéis não pagasse nem um cafezinho — uma ação da produtora de combustíveis Ecodiesel, por exemplo, estava cotada a 50 centavos no fim de 2008. “A sensação de muita gente era que o mundo ia acabar”, diz Marcelo Kayath, diretor do Credit Suisse. O mundo não só não acabou como a bolsa voltou a subir — e num ritmo tenas de bilhões de dólares dos pacotes mais acelerado do que a maioria dos de ajuda governamentais. Isso fez com analistas esperava. O Ibovespa che- que os dólares voltassem a fluir para as bolsas de países como Brasil, China e Íngou a 25 de junho com alta de 37%.

112 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Bolsa.indd 3-4

dia. Para as empresas brasileiras, a melhor notícia é que a volta do capital externo reativou o mercado de aberturas de capital e ofertas de ações, importantes fontes de financiamento. Em junho, a processadora de operações de cartões Visanet concluiu o maior IPO da Bovespa e do mundo neste ano ao captar 8,4 bilhões de reais (até o fechamento desta edição, as ações da companhia não haviam estreado no pregão). Fora isso, seis empresas abertas anunciaram a intenção de lançar novas ações. Muitos analistas costumam dizer que o mercado de capitais antecipa os movimentos da economia. Se isso for mesmo verdade, o horizonte para o Brasil é mais claro do que para a maioria dos outros países.

Fuga dos emergentes

As bolsas dos países em desenvolvimento tiveram um desempenho pior que a dos ricos em 2008 (em %)(1)

Operadores na bolsa da Rússia:

-32 -39 -43 -42 -41 -40 -52 -72 -71

(1) Em moeda local. Os índices usados para medir o desempenho das bolsas foram: CAC (França), DAX (Alemanha), FTSE 100 (Inglaterra), Ibovespa (Brasil), Nikkei (Japão), RTS (Rússia), Sensex (Índia), S&P 500 (EUA), SSE (China) Fonte: Thomson Reuters

ALEXEY KUZMICHEV/AGENCY.PHOTOGRAPHER.RU

Rú ss ia Ch ina Ín di a Fr an ça Ja pã o BR AS I Al L em an Es ha ta do Ing s Un lat ido er ra s

Por enquanto, nenhum analista ou gestor de recursos se arrisca a dizer se essa recuperação é só um movimento de curtíssimo prazo ou se pode ser parte de uma valorização mais duradoura. Os desdobramentos da crise mundial — que estão menos dramáticos, mas continuam relevantes — ainda ditam o comportamento da Bovespa, como ocorreu no último trimestre de 2008. “O crédito secou, ninguém sabia qual seria o futuro do sistema financeiro e como as economias reagiriam”, diz Álvaro Marangoni, diretor da corretora do Morgan Stanley. No auge do pessimismo, o Morgan previu que o PIB brasileiro teria uma retração de 4,5% em 2009. (Recentemente, a estimativa foi revisada para uma queda de 1%.) Apesar de a crise ter sido originada nos países desenvolvidos — com os empréstimos imobiliários de altíssimo risco e o precário controle de risco de muitos bancos —, foram as bolsas dos emergentes que mais sofreram em 2008 (veja o quadro ao lado). “Os investidores queriam fugir do risco e os mercados emergentes sempre foram mais voláteis. Por paradoxal que pareça, eles buscaram segurança nos Estados Unidos e na Europa”, diz Young Hwan Kim, chefe de investimentos no Brasil da Mirae, gestora coreana que, em 2008, possuía a maior carteira de ações de empresas de países emergentes, com 54 bilhões de dólares investidos. O humor dos investidores só melhorou no fim do primeiro trimestre deste ano, à medida que começaram a ser sentidos na economia os efeitos da injeção de cen-

no primeiro momento da crise, o capital fugiu dos mercados emergentes — agora, está de volta

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 113

7/2/09 11:16:01 PM


NEGÓCIOS | Mercado de capitais

F

oi na bolsa de valores que a crise mundial se fez primeiro presente no Brasil. Tão logo ficou claro que a quebra do Lehman Brothers não seria um caso isolado, as ações das empresas brasileiras iniciaram uma vertiginosa trajetória de queda, que se estendeu até o final de 2008. Num ano que tinha tudo para acabar brilhantemente, o Índice Bovespa caiu 41% em 12 meses. Foi seu pior desempenho em 18 anos. Quase 20 empresas, entre as mais negociadas do pregão, viram o preço de suas ações cair mais de 80% e outras 40 terminaram o ano com uma cotação valendo de 60% a 80% menos. Foi o bastante para que o valor de alguns papéis não pagasse nem um cafezinho — uma ação da produtora de combustíveis Ecodiesel, por exemplo, estava cotada a 50 centavos no fim de 2008. “A sensação de muita gente era que o mundo ia acabar”, diz Marcelo Kayath, diretor do Credit Suisse. O mundo não só não acabou como a bolsa voltou a subir — e num ritmo tenas de bilhões de dólares dos pacotes mais acelerado do que a maioria dos de ajuda governamentais. Isso fez com analistas esperava. O Ibovespa che- que os dólares voltassem a fluir para as bolsas de países como Brasil, China e Íngou a 25 de junho com alta de 37%.

112 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Bolsa.indd 3-4

dia. Para as empresas brasileiras, a melhor notícia é que a volta do capital externo reativou o mercado de aberturas de capital e ofertas de ações, importantes fontes de financiamento. Em junho, a processadora de operações de cartões Visanet concluiu o maior IPO da Bovespa e do mundo neste ano ao captar 8,4 bilhões de reais (até o fechamento desta edição, as ações da companhia não haviam estreado no pregão). Fora isso, seis empresas abertas anunciaram a intenção de lançar novas ações. Muitos analistas costumam dizer que o mercado de capitais antecipa os movimentos da economia. Se isso for mesmo verdade, o horizonte para o Brasil é mais claro do que para a maioria dos outros países.

Fuga dos emergentes

As bolsas dos países em desenvolvimento tiveram um desempenho pior que a dos ricos em 2008 (em %)(1)

Operadores na bolsa da Rússia:

-32 -39 -43 -42 -41 -40 -52 -72 -71

(1) Em moeda local. Os índices usados para medir o desempenho das bolsas foram: CAC (França), DAX (Alemanha), FTSE 100 (Inglaterra), Ibovespa (Brasil), Nikkei (Japão), RTS (Rússia), Sensex (Índia), S&P 500 (EUA), SSE (China) Fonte: Thomson Reuters

ALEXEY KUZMICHEV/AGENCY.PHOTOGRAPHER.RU

Rú ss ia Ch ina Ín di a Fr an ça Ja pã o BR AS I Al L em an Es ha ta do Ing s Un lat ido er ra s

Por enquanto, nenhum analista ou gestor de recursos se arrisca a dizer se essa recuperação é só um movimento de curtíssimo prazo ou se pode ser parte de uma valorização mais duradoura. Os desdobramentos da crise mundial — que estão menos dramáticos, mas continuam relevantes — ainda ditam o comportamento da Bovespa, como ocorreu no último trimestre de 2008. “O crédito secou, ninguém sabia qual seria o futuro do sistema financeiro e como as economias reagiriam”, diz Álvaro Marangoni, diretor da corretora do Morgan Stanley. No auge do pessimismo, o Morgan previu que o PIB brasileiro teria uma retração de 4,5% em 2009. (Recentemente, a estimativa foi revisada para uma queda de 1%.) Apesar de a crise ter sido originada nos países desenvolvidos — com os empréstimos imobiliários de altíssimo risco e o precário controle de risco de muitos bancos —, foram as bolsas dos emergentes que mais sofreram em 2008 (veja o quadro ao lado). “Os investidores queriam fugir do risco e os mercados emergentes sempre foram mais voláteis. Por paradoxal que pareça, eles buscaram segurança nos Estados Unidos e na Europa”, diz Young Hwan Kim, chefe de investimentos no Brasil da Mirae, gestora coreana que, em 2008, possuía a maior carteira de ações de empresas de países emergentes, com 54 bilhões de dólares investidos. O humor dos investidores só melhorou no fim do primeiro trimestre deste ano, à medida que começaram a ser sentidos na economia os efeitos da injeção de cen-

no primeiro momento da crise, o capital fugiu dos mercados emergentes — agora, está de volta

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 113

7/2/09 11:16:01 PM


A MELHOR | TÊXTEIS Os números do setor Crescimento

Aumento de vendas no ano, já descontada a inflação — em % 1 Guararapes 2 Beira Rio 3 Hering 4 Lupo 5 Cedro e Cachoeira 6 Cremer 7 Santanense 8 Karsten 9 São Paulo Alpargatas 10 Dass-Sport & Style Mediana: 19 empresas

29,6 28,6 24,5 9,3 8,7 4,2 1,8 -0,8 -1,0 -4,2 -4,2

Liderança de mercado

Mercado conquistado nas vendas das maiores — em %

CLAYTON DE SOUZA/AE

1 São Paulo Alpargatas 2 Grendene 3 Vicunha 4 Coteminas 5 Guararapes 6 Tavex 7 Hering 8 Beira Rio 9 Cremer 10 Lupo Mediana: 20 empresas

Desfile da SP Fashion Week: para enfrentar a concorrência que vem do exterior, o setor têxtil investe em produtos mais sofisticados

foi a melhor do setor. O sucesso da estratégia centrada nas vendas domésticas tem permitido a expansão dos negócios. Em 2007, a Beira Rio inaugurou uma fábrica no município gaúcho de Mato Leitão, assumindo as instalações da Dilly, fabricante de calçados esportivos para exportação que havia fechado a unidade e demitido 300 pessoas. No ano passado, a Beira Rio abriu mais uma fábrica, em Teutônia, também no interior gaúcho.

As maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

São Paulo Alpargatas Grendene Vicunha Coteminas Guararapes Tavex Hering Beira Rio Cremer Lupo

772,2 670,4 605,6 581,5 426,1 317,9 279,2 258,9 183,6 173,7

Para as duas unidades, contratou 950 funcionários. No total, a empresa emprega 5 400 pessoas em oito fábricas, todas no Rio Grande do Sul. A Beira Rio faz calçados sintéticos, divididos em quatro marcas. Uma das principais é a Beira Rio, que reúne modelos de estilo casual. A Vizzano, outra linha da empresa, lança produtos um pouco mais sofisticados. Há ainda a Moleka e a Molekinha, voltadas para jovens e crianças. “Nossos produtos geram uma percepção de valor para as clientes superior ao seu custo”, diz Argenta. As campanhas das últimas coleções das marcas Beira Rio tiveram como garotas-propaganda as apresentadoras Angélica e Ana Hickmann e a modelo Natália Anderle, miss Brasil 2008. “Tão importante quanto as estratégias de marketing é a política de parceria com os lojistas, de modo a garantir que os calçados estejam bem posicionados nas vitrines dos 18 000 pontos de venda no país”, diz Argenta.

13,4 11,7 10,5 10,1 7,4 5,5 4,9 4,5 3,2 3,0 3,0

Liquidez corrente

Reais realizáveis para cada real de dívida no curto prazo — em número de índice 1 Cremer 2 Dakota-NE 3 Grendene 4 Beira Rio 5 Guararapes 6 Lupo 7 São Paulo Alpargatas 8 Santanense 9 Arezzo 10 Coteminas Mediana: 20 empresas

6,47 5,91 5,61 3,99 3,38 3,21 3,08 2,47 2,21 2,21 2,14

Rentabilidade

Retorno do investimento obtido no ano — em % 1 Beira Rio 2 Lupo 3 Arezzo 4 Tavex 5 Santanense 6 Hering 7 Guararapes 8 São Paulo Alpargatas 9 Pettenati 10 Dass-Sport & Style Mediana: 18 empresas

22,5 20,2 18,0 14,3 11,9 11,4 9,7 9,1 8,9 8,7 8,8

Riqueza/Empregado Riqueza criada por empregado — em US$ 1 Arezzo 2 Pettenati 3 Hering 4 Lupo 5 São Paulo Alpargatas 6 Cedro e Cachoeira 7 Karsten 8 Santanense 9 Cremer 10 Vicunha Mediana: 16 empresas

87 116 33 995 27 807 25 740 23 705 21 412 20 990 20 802 15 693 15 601 18 248

314 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

TEXTEIS - BEIRA RIO.indd 3

6/30/09 8:30:35 PM


NEGÓCIOS | Mercado de capitais Empresa

Abyara

Inpar

Ecodiesel

Tenda

BR Brokers

MPX

MMX

Plascar

Agra

Positivo

Construção civil

Combustíveis

Construção civil

Construção civil

Energia elétrica

Mineração

Veículos e peças

Construção civil

Eletroeletrônicos

Setor

Construção civil Valor de mercado(2)

33

67

milhões de dólares

milhões de dólares

Endividada e com problemas de fluxo de caixa, a companhia esteve perto de quebrar em 2008, segundo executivos do setor. Uma das estratégias para levantar capital era fazer uma nova oferta de ações, mas a crise mundial brecou os planos. Neste ano, a Abyara foi vendida para o empresário espanhol Enrique Bañuelos.

Outra incorporadora que passou por um período complicado em 2008, em razão da piora das perspectivas para o mercado imobiliário e da falta de crédito. A situação da empresa se ajustou no fim do ano, com a venda de empreendimentos e uma nova injeção de recursos. Também houve demissões, cancelamento de obras e adiamento de projetos.

32

milhões de dólares Engessada por um acordo que a obrigava a vender biodiesel a preços fixos no início de 2008, a companhia sofreu com a alta dos preços de matériasprimas como a soja e a mamona. Para contornar o problema, tomou empréstimos, o que elevou seu endividamento. A empresa fechou o ano com prejuízo de 197 milhões de reais.

199

116

409

361

100

milhões de dólares

milhões de dólares

milhões de dólares

milhões de dólares

milhões de dólares

Resultados piores que o esperado, necessidade de capital e problemas na entrega dos empreendimentos colocaram a Tenda na lista negra dos analistas em meados de 2008 (no início do ano, a empresa era uma das estrelas do mercado). Só em agosto, os papéis da incorporadora caíram 65% — depois disso, ela foi comprada pela Gafisa.

A redução dos lançamentos de imóveis em 2008, em razão da crise econômica, prejudicou os resultados de imobiliárias como a BR Brokers — que abriu o capital em 2007. Holding de corretoras, formada por 23 subsidiárias, a empresa foi obrigada a cortar custos e a fazer demissões para se ajustar ao novo cenário.

Apesar de a companhia fazer parte de um dos setores que menos sofreram com a crise, o fato de precisar de pesados aportes de capital para crescer tornou sua ação arriscada e afugentou investidores. Controlada pelo empresário Eike Batista, a MPX abriu o capital em dezembro de 2007 — e suas ações caíram mais de 70% de lá até junho deste ano.

Crise e necessidade de financiamento costumam não combinar — e foi isso que prejudicou empresas que precisam de investimentos, como a MMX. No ano passado, a mineradora, que faz parte do grupo de Eike Batista, suspendeu projetos e investimentos. Os resultados também foram prejudicados pela queda dos preços das commodities.

A queda abrupta da venda de veículos no país no fim de 2008 prejudicou muito os resultados da Plascar, que é a maior fabricante brasileira de peças plásticas para automóveis. O fato de suas ações serem pouco negociadas na bolsa de valores também contribuiu para afastar investidores estrangeiros, preocupados em ter uma liquidez rápida.

184

milhões de dólares Em outubro, a Cyrela anunciou que não compraria mais a Agra — desfazendo um acordo fechado apenas três meses antes. No dia em que a informação foi divulgada, os papéis da Agra caíram impressionantes 82%, para cerca de 1 real — e, até junho deste ano, não haviam retomado o patamar anterior.

254

milhões de dólares A fabricante paranaense de computadores sofreu com a alta do dólar — que aumentou seus custos — e com a elevação do imposto para computadores produzidos fora do estado de São Paulo, o que reduziu a presença da Positivo na região. Além disso, os boatos sobre uma venda para empresas estrangeiras fizeram a ação oscilar.

Valorização

-87% -89% -91% -91% -93% (1) Em reais. Considera as ações que negociaram, em média, mais de 1 milhão de reais por dia em 2008 (2) Em 31/12/2008 Fonte: Economática

116 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Bolsa.indd 7-8

-86% -86%

-85% -85%

10

-84%

AÇÕES DA BOVESPA

QUE MAIS

CAEMÍ RAM

(1)

2008

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 117

6/26/09 11:14:21 PM


NEGÓCIOS | Mercado de capitais Empresa

Abyara

Inpar

Ecodiesel

Tenda

BR Brokers

MPX

MMX

Plascar

Agra

Positivo

Construção civil

Combustíveis

Construção civil

Construção civil

Energia elétrica

Mineração

Veículos e peças

Construção civil

Eletroeletrônicos

Setor

Construção civil Valor de mercado(2)

33

67

milhões de dólares

milhões de dólares

Endividada e com problemas de fluxo de caixa, a companhia esteve perto de quebrar em 2008, segundo executivos do setor. Uma das estratégias para levantar capital era fazer uma nova oferta de ações, mas a crise mundial brecou os planos. Neste ano, a Abyara foi vendida para o empresário espanhol Enrique Bañuelos.

Outra incorporadora que passou por um período complicado em 2008, em razão da piora das perspectivas para o mercado imobiliário e da falta de crédito. A situação da empresa se ajustou no fim do ano, com a venda de empreendimentos e uma nova injeção de recursos. Também houve demissões, cancelamento de obras e adiamento de projetos.

32

milhões de dólares Engessada por um acordo que a obrigava a vender biodiesel a preços fixos no início de 2008, a companhia sofreu com a alta dos preços de matériasprimas como a soja e a mamona. Para contornar o problema, tomou empréstimos, o que elevou seu endividamento. A empresa fechou o ano com prejuízo de 197 milhões de reais.

199

116

409

361

100

milhões de dólares

milhões de dólares

milhões de dólares

milhões de dólares

milhões de dólares

Resultados piores que o esperado, necessidade de capital e problemas na entrega dos empreendimentos colocaram a Tenda na lista negra dos analistas em meados de 2008 (no início do ano, a empresa era uma das estrelas do mercado). Só em agosto, os papéis da incorporadora caíram 65% — depois disso, ela foi comprada pela Gafisa.

A redução dos lançamentos de imóveis em 2008, em razão da crise econômica, prejudicou os resultados de imobiliárias como a BR Brokers — que abriu o capital em 2007. Holding de corretoras, formada por 23 subsidiárias, a empresa foi obrigada a cortar custos e a fazer demissões para se ajustar ao novo cenário.

Apesar de a companhia fazer parte de um dos setores que menos sofreram com a crise, o fato de precisar de pesados aportes de capital para crescer tornou sua ação arriscada e afugentou investidores. Controlada pelo empresário Eike Batista, a MPX abriu o capital em dezembro de 2007 — e suas ações caíram mais de 70% de lá até junho deste ano.

Crise e necessidade de financiamento costumam não combinar — e foi isso que prejudicou empresas que precisam de investimentos, como a MMX. No ano passado, a mineradora, que faz parte do grupo de Eike Batista, suspendeu projetos e investimentos. Os resultados também foram prejudicados pela queda dos preços das commodities.

A queda abrupta da venda de veículos no país no fim de 2008 prejudicou muito os resultados da Plascar, que é a maior fabricante brasileira de peças plásticas para automóveis. O fato de suas ações serem pouco negociadas na bolsa de valores também contribuiu para afastar investidores estrangeiros, preocupados em ter uma liquidez rápida.

184

milhões de dólares Em outubro, a Cyrela anunciou que não compraria mais a Agra — desfazendo um acordo fechado apenas três meses antes. No dia em que a informação foi divulgada, os papéis da Agra caíram impressionantes 82%, para cerca de 1 real — e, até junho deste ano, não haviam retomado o patamar anterior.

254

milhões de dólares A fabricante paranaense de computadores sofreu com a alta do dólar — que aumentou seus custos — e com a elevação do imposto para computadores produzidos fora do estado de São Paulo, o que reduziu a presença da Positivo na região. Além disso, os boatos sobre uma venda para empresas estrangeiras fizeram a ação oscilar.

Valorização

-87% -89% -91% -91% -93% (1) Em reais. Considera as ações que negociaram, em média, mais de 1 milhão de reais por dia em 2008 (2) Em 31/12/2008 Fonte: Economática

116 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Bolsa.indd 7-8

-86% -86%

-85% -85%

10

-84%

AÇÕES DA BOVESPA

QUE MAIS

CAEMÍ RAM

(1)

2008

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 117

6/26/09 11:14:21 PM


ANÁLISE | Agronegócio

A máquina do campo segue crescendo. Mas até quando? O agronegócio registrou novos recordes no ano passado e, em 2009, mesmo com um cenário internacional ainda nebuloso, deve ir bem. Mas sua expansão sustentável depende do combate a problemas que estão mais próximos do que se imagina

EDWARD PARKER/ALAMY / OTHERIMAGES

Maurício Oliveira e Luciene Antunes

Campo de soja em Goiás:

25% do PIB brasileiro é gerado pelo agronegócio

120 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 121

6/26/09 10:01:33 PM


ANÁLISE | Agronegócio

A máquina do campo segue crescendo. Mas até quando? O agronegócio registrou novos recordes no ano passado e, em 2009, mesmo com um cenário internacional ainda nebuloso, deve ir bem. Mas sua expansão sustentável depende do combate a problemas que estão mais próximos do que se imagina

EDWARD PARKER/ALAMY / OTHERIMAGES

Maurício Oliveira e Luciene Antunes

Campo de soja em Goiás:

25% do PIB brasileiro é gerado pelo agronegócio

120 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 121

6/26/09 10:01:33 PM


ANÁLISE |Agronegócio

Onde estão as principais culturas primeira lição que qualquer pequeno produtor rural aprende é que os lucros com a atividade no campo estão sujeitos a altos e baixos, dependendo do que vem do céu e dos humores do mercado. O setor do agronegócio brasileiro, de certa forma, vinha contrariando essa regra básica. Nos últimos anos, foi como se a atividade no país só tivesse encontrado tempo bom. Nesse período mágico, graças a fatores como o crescimento da demanda por alimentos de países emergentes como Índia e China, o setor bateu recordes sucessivos de crescimento da produção e das exportações. O cenário beneficiou também toda a imensa cadeia que gira em torno do agronegócio e que inclui empresas produtoras de fertilizantes, indústrias de transformação de matérias-primas, tradings responsáveis pela intermediação das vendas ao exterior e fabricantes de máquinas e equipamentos. A crise financeira mundial, cujos efeitos começaram a se refletir com mais nitidez no Brasil no último trimestre do ano passado, parecia ter o potencial de reverter o quadro positivo. As turbulências econômicas, porém, não foram suficientes para desmontar o setor em 2008. “Ocorreu uma desaceleração no segundo semestre, mas não a ponto de prejudicar a receita do campo”, afirma o economista Fábio Silveira, da RC Consultores. Com isso, o conjunto de números gerados pelo agronegócio no ano passado ainda foi positivo. A maior safra de grãos de todos os tempos atingiu 144,1 milhões de toneladas, crescimento de 9,4% em comparação à safra anterior, maior salto percentual registrado nos últimos cinco anos. No caso da canade-açúcar, o incremento foi ainda maior: de 559,4 milhões de toneladas para 653,3 milhões de toneladas, um acréscimo de 17%. As exOs números e estatísticas que fazem do setor um dos mais importantes portações do agronegócio, também da economia nacional recordes, chegaram a 72 bilhões de dólares, 22,9% mais do que no ano O AGRONEGÓCIO É RESPONSÁVEL NO BRASIL POR... BALANÇA COMERCIAL anterior. O superávit da balança comercial do setor — diferença enO Brasil tem superávit no comércio tre o que foi vendido e o que foi exterior graças ao agronegócio (em bilhões de dólares) comprado pelo país — chegou a inéditos 60 bilhões de dólares, impulDemais produtos Agronegócio % sionado em boa medida pela alta % % dos preços em dólar. do PIB das dos empregos EXPORTAÇÕES

O peso do agronegócio

36

16

exportações

com carteira assinada

25

126

72

PARTICIPAÇÃO DO AGRONEGÓCIO NO PIB DE ALGUNS ESTADOS BRASILEIROS Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Santa Catarina Rio Grande do Sul Paraná Pará Rondônia Paraíba Tocantins Minas Gerais São Paulo Rio de Janeiro

77% 70% 56% 52% 45% 45% 44% 41% 38% 34% 24% 24% 7%

IMPORTAÇÕES

161 12 SALDO

60 -35

SALDO DO BRASIL

25

bilhões de dólares

Para o conjunto das 400 maiores empresas do agronegócio do país, o ano de 2008 trouxe um crescimento de receita de 10%, segundo o levantamento desta edição do anuário MELHORES E MAIORES. O faturamento total chegou a 167 bilhões de dólares. No grupo das 400 maiores do setor, estão as subsidiárias de multinacionais como a holandesa Bunge e a americana Cargill, grandes grupos nacionais que tomaram corpo nos últimos anos, caso dos frigoríficos JBS e Bertin, e uma série de companhias pouco conhecidas fora do universo do agronegócio, mas com faturamento respeitável. Um exemplo é a Tortuga, empresa familiar fundada nos anos 50 em São Paulo e que domina hoje o mercado de

Duas ou mais culturas Cana-de-açúcar Laranja Madeira (2) Pecuária, carnes e leite Grãos Café

Extensão (em milhões de hectares) Soja Milho Cana-de-açúcar Feijão Arroz Café Mandioca Trigo Algodão Laranja

26 14 7 4 3 2 2 2 1 1

(1) Considera somente os municípios com alta produção (2) Madeira de florestas cultivadas Fontes: Ministério da Agricultura, SIF, Sindifer, Abipa, MBAgro, com elaboração MBAgro

(1)

Fontes: Cepea/Esalq, AgroStat Brasil a partir de dados da Secex/MDIC, IBGE - Cadastro Central de Empresas (2006), Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (2005)

122 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 3-4

6/26/09 10:02:20 PM


ANÁLISE |Agronegócio

Onde estão as principais culturas primeira lição que qualquer pequeno produtor rural aprende é que os lucros com a atividade no campo estão sujeitos a altos e baixos, dependendo do que vem do céu e dos humores do mercado. O setor do agronegócio brasileiro, de certa forma, vinha contrariando essa regra básica. Nos últimos anos, foi como se a atividade no país só tivesse encontrado tempo bom. Nesse período mágico, graças a fatores como o crescimento da demanda por alimentos de países emergentes como Índia e China, o setor bateu recordes sucessivos de crescimento da produção e das exportações. O cenário beneficiou também toda a imensa cadeia que gira em torno do agronegócio e que inclui empresas produtoras de fertilizantes, indústrias de transformação de matérias-primas, tradings responsáveis pela intermediação das vendas ao exterior e fabricantes de máquinas e equipamentos. A crise financeira mundial, cujos efeitos começaram a se refletir com mais nitidez no Brasil no último trimestre do ano passado, parecia ter o potencial de reverter o quadro positivo. As turbulências econômicas, porém, não foram suficientes para desmontar o setor em 2008. “Ocorreu uma desaceleração no segundo semestre, mas não a ponto de prejudicar a receita do campo”, afirma o economista Fábio Silveira, da RC Consultores. Com isso, o conjunto de números gerados pelo agronegócio no ano passado ainda foi positivo. A maior safra de grãos de todos os tempos atingiu 144,1 milhões de toneladas, crescimento de 9,4% em comparação à safra anterior, maior salto percentual registrado nos últimos cinco anos. No caso da canade-açúcar, o incremento foi ainda maior: de 559,4 milhões de toneladas para 653,3 milhões de toneladas, um acréscimo de 17%. As exOs números e estatísticas que fazem do setor um dos mais importantes portações do agronegócio, também da economia nacional recordes, chegaram a 72 bilhões de dólares, 22,9% mais do que no ano O AGRONEGÓCIO É RESPONSÁVEL NO BRASIL POR... BALANÇA COMERCIAL anterior. O superávit da balança comercial do setor — diferença enO Brasil tem superávit no comércio tre o que foi vendido e o que foi exterior graças ao agronegócio (em bilhões de dólares) comprado pelo país — chegou a inéditos 60 bilhões de dólares, impulDemais produtos Agronegócio % sionado em boa medida pela alta % % dos preços em dólar. do PIB das dos empregos EXPORTAÇÕES

O peso do agronegócio

36

16

exportações

com carteira assinada

25

126

72

PARTICIPAÇÃO DO AGRONEGÓCIO NO PIB DE ALGUNS ESTADOS BRASILEIROS Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Santa Catarina Rio Grande do Sul Paraná Pará Rondônia Paraíba Tocantins Minas Gerais São Paulo Rio de Janeiro

77% 70% 56% 52% 45% 45% 44% 41% 38% 34% 24% 24% 7%

IMPORTAÇÕES

161 12 SALDO

60 -35

SALDO DO BRASIL

25

bilhões de dólares

Para o conjunto das 400 maiores empresas do agronegócio do país, o ano de 2008 trouxe um crescimento de receita de 10%, segundo o levantamento desta edição do anuário MELHORES E MAIORES. O faturamento total chegou a 167 bilhões de dólares. No grupo das 400 maiores do setor, estão as subsidiárias de multinacionais como a holandesa Bunge e a americana Cargill, grandes grupos nacionais que tomaram corpo nos últimos anos, caso dos frigoríficos JBS e Bertin, e uma série de companhias pouco conhecidas fora do universo do agronegócio, mas com faturamento respeitável. Um exemplo é a Tortuga, empresa familiar fundada nos anos 50 em São Paulo e que domina hoje o mercado de

Duas ou mais culturas Cana-de-açúcar Laranja Madeira (2) Pecuária, carnes e leite Grãos Café

Extensão (em milhões de hectares) Soja Milho Cana-de-açúcar Feijão Arroz Café Mandioca Trigo Algodão Laranja

26 14 7 4 3 2 2 2 1 1

(1) Considera somente os municípios com alta produção (2) Madeira de florestas cultivadas Fontes: Ministério da Agricultura, SIF, Sindifer, Abipa, MBAgro, com elaboração MBAgro

(1)

Fontes: Cepea/Esalq, AgroStat Brasil a partir de dados da Secex/MDIC, IBGE - Cadastro Central de Empresas (2006), Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (2005)

122 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 3-4

6/26/09 10:02:20 PM


ANÁLISE |Agronegócio

DIVULGAÇÃO

Onde estão as principais empresas

A última edição da Agrishow:

o setor de máquinas e equipamentos bateu recordes de vendas no ano passado, mas sofreu com os efeitos da crise nos primeiros meses de 2009

O setor do agronegócio gera por ano no Brasil uma riqueza de...

400

bilhões de dólares...

...número maior que o PIB da

Argentina

Esmagadoras de laranja Esmagadoras de soja Processadoras/indústria de madeira Sucroalcooleiras Sucroalcooleiras laranja

Fontes: Ministério da Agricultura, SIF, Sindifer, Abipa, MBAgro, com elaboração MBAgro

A participação brasileira nas vendas globais de produtos do agronegócio é de 7%, quase o dobro do total registrado há oito anos rações para animais no Brasil. De suas quatro fábricas (duas em São Paulo, uma em Minas Gerais e outra no Ceará), saem cerca de 150 tipos de produtos — desde complexos de vitaminas para aves até suplementos minerais para o gado. No ano passado, a Tortuga faturou 340 milhões de dólares, um crescimento de 31% em relação a 2007. Os números — sobretudo os de rentabilidade — poderiam ter sido muito melhores se a mudança no clima da economia mundial, após setembro de 2008, não tivesse exposto o risco que algumas das maiores empresas brasileiras do agronegócio estavam correndo. Aracruz, Sadia e VCP registraram prejuízos bilionários resultantes de apostas em operações de derivativos e contribuíram significativamente para as perdas de 5,4 bilhões de dólares acumuladas pelo setor no ano passado. Excluindo-se os resultados dessas três empresas, o prejuízo das 400 maiores companhias de agronegócio do país cai para 1,1 bilhão de dólares. “Analisar o agronegócio brasileiro hoje não

significa mais considerar se ocorreu El Niño ou uma seca na Argentina. Agora tudo está atrelado aos mercados financeiros”, afirma Silveira, da RC Consultores. A crise internacional também levou ao aumento dos custos. “O preço de algumas matérias-primas importantes para o setor, como o petróleo, utilizado na cadeia de adubos e fertilizantes, disparou”, afirma Amaryllis Romano, economista especializado em agronegócio da consultoria Tendências. “O mesmo aconteceu com os custos de transporte.”

Retração do mercado Seria ingênuo esperar que, diante desse cenário, os números fossem bons para o agronegócio brasileiro nos primeiros meses de 2009. O movimento foi de retração após anos espetaculares. Um exemplo disso é a indústria de máquinas e equipamentos agrícolas. Entre 2005 e 2008, as vendas só cresceram, atingindo o recorde de 54 421 unidades comercializadas no país. Nos primeiros meses de

2009, porém, a situação mudou. “A indústria de máquinas e tratores estava preparada para um crescimento de 30% em relação ao ano passado, só que ocorreu o oposto”, diz Milton Rego, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com estoques altos, fabricantes como a John Deere paralisaram suas atividades e deram férias coletivas aos trabalhadores. Seria obtuso, porém, achar que esse cenário sombrio duraria para sempre. Recentemente, a indústria voltou a vender e fábricas foram reabertas. Assim, os números previstos pelos especialistas para 2009 precisam ser vistos em perspectiva. O setor de máquinas e equipamentos deve fechar o ano com 47 000 unidades comercializadas, uma redução de 14% em relação ao número de 2008. Na produção agrícola, as projeções apontam para um cenário parecido. De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a próxima safra de grãos deve chegar a 137 milhões de toneladas, ou 5% menos que

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 125

O peso do agrodef.indd 5-6

6/26/09 10:02:48 PM


ANÁLISE |Agronegócio

DIVULGAÇÃO

Onde estão as principais empresas

A última edição da Agrishow:

o setor de máquinas e equipamentos bateu recordes de vendas no ano passado, mas sofreu com os efeitos da crise nos primeiros meses de 2009

O setor do agronegócio gera por ano no Brasil uma riqueza de...

400

bilhões de dólares...

...número maior que o PIB da

Argentina

Esmagadoras de laranja Esmagadoras de soja Processadoras/indústria de madeira Sucroalcooleiras Sucroalcooleiras laranja

Fontes: Ministério da Agricultura, SIF, Sindifer, Abipa, MBAgro, com elaboração MBAgro

A participação brasileira nas vendas globais de produtos do agronegócio é de 7%, quase o dobro do total registrado há oito anos rações para animais no Brasil. De suas quatro fábricas (duas em São Paulo, uma em Minas Gerais e outra no Ceará), saem cerca de 150 tipos de produtos — desde complexos de vitaminas para aves até suplementos minerais para o gado. No ano passado, a Tortuga faturou 340 milhões de dólares, um crescimento de 31% em relação a 2007. Os números — sobretudo os de rentabilidade — poderiam ter sido muito melhores se a mudança no clima da economia mundial, após setembro de 2008, não tivesse exposto o risco que algumas das maiores empresas brasileiras do agronegócio estavam correndo. Aracruz, Sadia e VCP registraram prejuízos bilionários resultantes de apostas em operações de derivativos e contribuíram significativamente para as perdas de 5,4 bilhões de dólares acumuladas pelo setor no ano passado. Excluindo-se os resultados dessas três empresas, o prejuízo das 400 maiores companhias de agronegócio do país cai para 1,1 bilhão de dólares. “Analisar o agronegócio brasileiro hoje não

significa mais considerar se ocorreu El Niño ou uma seca na Argentina. Agora tudo está atrelado aos mercados financeiros”, afirma Silveira, da RC Consultores. A crise internacional também levou ao aumento dos custos. “O preço de algumas matérias-primas importantes para o setor, como o petróleo, utilizado na cadeia de adubos e fertilizantes, disparou”, afirma Amaryllis Romano, economista especializado em agronegócio da consultoria Tendências. “O mesmo aconteceu com os custos de transporte.”

Retração do mercado Seria ingênuo esperar que, diante desse cenário, os números fossem bons para o agronegócio brasileiro nos primeiros meses de 2009. O movimento foi de retração após anos espetaculares. Um exemplo disso é a indústria de máquinas e equipamentos agrícolas. Entre 2005 e 2008, as vendas só cresceram, atingindo o recorde de 54 421 unidades comercializadas no país. Nos primeiros meses de

2009, porém, a situação mudou. “A indústria de máquinas e tratores estava preparada para um crescimento de 30% em relação ao ano passado, só que ocorreu o oposto”, diz Milton Rego, vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com estoques altos, fabricantes como a John Deere paralisaram suas atividades e deram férias coletivas aos trabalhadores. Seria obtuso, porém, achar que esse cenário sombrio duraria para sempre. Recentemente, a indústria voltou a vender e fábricas foram reabertas. Assim, os números previstos pelos especialistas para 2009 precisam ser vistos em perspectiva. O setor de máquinas e equipamentos deve fechar o ano com 47 000 unidades comercializadas, uma redução de 14% em relação ao número de 2008. Na produção agrícola, as projeções apontam para um cenário parecido. De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a próxima safra de grãos deve chegar a 137 milhões de toneladas, ou 5% menos que

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 125

O peso do agrodef.indd 5-6

6/26/09 10:02:48 PM


ANÁLISE |Agronegócio Menos euforia O ano passado foi positivo para o agronegócio brasileiro, com aumento de indicadores como a receita das grandes empresas, a produção de grãos e as exportações. A crise financeira, porém, irá interromper em 2009 um longo ciclo de crescimento do setor EMPRESAS O faturamento das 400 maiores companhias do agronegócio cresceu em 2008... (em bilhões de dólares)

...mas o lucro caiu (em bilhões de dólares)

160

5,0

80

0

167

153

0

2007

4,5 -5,4

-5,0

2008

VARIAÇÃO

2007

10%

VARIAÇÃO

2008

-220%

CARLOS SILVA / REVISTA BRASILEIROS

Os prejuízos com operações de derivativos de empresas como Sadia, Aracruz e VCP e a queda nas operações de grandes exportadores comprometeram o lucro das 400 maiores companhias do agronegócio

Embarque de bois vivos no Pará com destino ao Líbano: o Brasil é o maior exportador do mundo de carne vermelha e de frango

OS 10 MAIORES LUCROS EM 2008

OS 10 MAIORES PREJUÍZOS EM 2008

(em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

470 280 250 135 100 89 88 82 78,5 59

Souza Cruz Fosfertil Bracol Anglo American - Copebrás Kraft Foods Duratex Cenibra Basf Ultrafértil Garoto

-2 060 -1 360 -870 -235 -203 -194 -186 -175 -173 -172

Aracruz Sadia VCP Bertin DuPont Cargill Jari Heringer Yara Suzano

OBSERVAÇÃO Excluindo os resultados da Aracruz, da Sadia e da VCP, empresas que tiveram as maiores perdas com operações de derivativos, o prejuízo das 400 maiores do agronegócio cai para 1,1 bilhão de dólares PRODUÇÃO DE GRÃOS

Em 2008, a maior safra de grãos de todos os tempos atingiu 144,1 milhões de toneladas, um crescimento de 9,5% em comparação à safra anterior a do período 2007/2008. E a explicação para a queda está menos em possíveis efeitos da crise e mais na estiagem que atingiu os estados do Rio Grande do Sul, do Paraná e de Mato Grosso do Sul e prejudicou as safras de soja e milho. Vários especialistas apostam numa virada para o agronegócio brasileiro já no segundo semestre de 2009. Num cenário mais benigno, com a recuperação da economia dos Estados Unidos e a re-

tomada do ritmo forte de crescimento da China, as exportações brasileiras devem fechar o ano com 58 bilhões de dólares, ou 20% menos que 2008, o que está longe de ser um resultado calamitoso, diante das dificuldades enfrentadas pelo setor nos últimos meses (veja quadros na página ao lado). “A crise foi muito mais cruel com os concorrentes dos países do hemisfério norte, onde há uma tendência forte de redução das áreas

plantadas”, afirma Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getulio Vargas. “Se a demanda internacional por alimentos continuar crescendo, o Brasil tem todas as condições para conquistar mercados e ampliar as exportações do agronegócio.” Entre as grandes potências agrícolas do mundo, o Brasil é o que tem hoje o menor custo de produção, fruto de um

(em milhões de toneladas por safra)

conjunto favorável de vantagens naturais — clima, abundância de terras — e de desenvolvimento de tecnologia no campo. Nos últimos dez anos, enquanto a área plantada no país crescia 34%, a produção de grãos aumentou 87%. Há anos, a soja brasileira se destaca no mercado internacional. E em produtos como a carne bovina, nossos maiores concorrentes — Austrália e Estados Unidos — cobram preços quase duas vezes maiores. Essa competitividade sustenta o avanço brasileiro no mercado internacional de commodities agrícolas. Enquanto a participação brasileira no comércio mundial está praticamente estagnada na casa de 1% desde os anos 70, a fatia nacional nas

83 1999/ 2000

100

97

2000/ 2001

2001/ 2002

123

119

115

122,5

132

144

137(1)

2002/ 2003

2003/ 2004

2004/ 2005

2005/ 2006

2006/ 2007

2007/ 2008

2008/ 2009

EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DO AGRONEGÓCIO (em bilhões de dólares por ano)

23

21,5 20,5

1997

1998

1999

24

25

39

21

31

44

2000

2001

2002

2003

2004

2005

49,5 2006

72

58

2007

2008

58(1)

2009

VENDAS DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (em unidades por ano)

42 568 37 995 37 790 38 337 31 062 35 523 23 222 25 672 2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

54 421 47 000(1) 2008

2009

(1) Estimativa Fontes: Fipecaf, Conab, AgroStat Brasil a partir de dados da Secex/MDIC, Anfavea e RC Consultores

126 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 7-8

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 127

6/26/09 10:04:01 PM


ANÁLISE |Agronegócio Menos euforia O ano passado foi positivo para o agronegócio brasileiro, com aumento de indicadores como a receita das grandes empresas, a produção de grãos e as exportações. A crise financeira, porém, irá interromper em 2009 um longo ciclo de crescimento do setor EMPRESAS O faturamento das 400 maiores companhias do agronegócio cresceu em 2008... (em bilhões de dólares)

...mas o lucro caiu (em bilhões de dólares)

160

5,0

80

0

167

153

0

2007

4,5 -5,4

-5,0

2008

VARIAÇÃO

2007

10%

VARIAÇÃO

2008

-220%

CARLOS SILVA / REVISTA BRASILEIROS

Os prejuízos com operações de derivativos de empresas como Sadia, Aracruz e VCP e a queda nas operações de grandes exportadores comprometeram o lucro das 400 maiores companhias do agronegócio

Embarque de bois vivos no Pará com destino ao Líbano: o Brasil é o maior exportador do mundo de carne vermelha e de frango

OS 10 MAIORES LUCROS EM 2008

OS 10 MAIORES PREJUÍZOS EM 2008

(em milhões de dólares)

(em milhões de dólares)

470 280 250 135 100 89 88 82 78,5 59

Souza Cruz Fosfertil Bracol Anglo American - Copebrás Kraft Foods Duratex Cenibra Basf Ultrafértil Garoto

-2 060 -1 360 -870 -235 -203 -194 -186 -175 -173 -172

Aracruz Sadia VCP Bertin DuPont Cargill Jari Heringer Yara Suzano

OBSERVAÇÃO Excluindo os resultados da Aracruz, da Sadia e da VCP, empresas que tiveram as maiores perdas com operações de derivativos, o prejuízo das 400 maiores do agronegócio cai para 1,1 bilhão de dólares PRODUÇÃO DE GRÃOS

Em 2008, a maior safra de grãos de todos os tempos atingiu 144,1 milhões de toneladas, um crescimento de 9,5% em comparação à safra anterior a do período 2007/2008. E a explicação para a queda está menos em possíveis efeitos da crise e mais na estiagem que atingiu os estados do Rio Grande do Sul, do Paraná e de Mato Grosso do Sul e prejudicou as safras de soja e milho. Vários especialistas apostam numa virada para o agronegócio brasileiro já no segundo semestre de 2009. Num cenário mais benigno, com a recuperação da economia dos Estados Unidos e a re-

tomada do ritmo forte de crescimento da China, as exportações brasileiras devem fechar o ano com 58 bilhões de dólares, ou 20% menos que 2008, o que está longe de ser um resultado calamitoso, diante das dificuldades enfrentadas pelo setor nos últimos meses (veja quadros na página ao lado). “A crise foi muito mais cruel com os concorrentes dos países do hemisfério norte, onde há uma tendência forte de redução das áreas

plantadas”, afirma Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getulio Vargas. “Se a demanda internacional por alimentos continuar crescendo, o Brasil tem todas as condições para conquistar mercados e ampliar as exportações do agronegócio.” Entre as grandes potências agrícolas do mundo, o Brasil é o que tem hoje o menor custo de produção, fruto de um

(em milhões de toneladas por safra)

conjunto favorável de vantagens naturais — clima, abundância de terras — e de desenvolvimento de tecnologia no campo. Nos últimos dez anos, enquanto a área plantada no país crescia 34%, a produção de grãos aumentou 87%. Há anos, a soja brasileira se destaca no mercado internacional. E em produtos como a carne bovina, nossos maiores concorrentes — Austrália e Estados Unidos — cobram preços quase duas vezes maiores. Essa competitividade sustenta o avanço brasileiro no mercado internacional de commodities agrícolas. Enquanto a participação brasileira no comércio mundial está praticamente estagnada na casa de 1% desde os anos 70, a fatia nacional nas

83 1999/ 2000

100

97

2000/ 2001

2001/ 2002

123

119

115

122,5

132

144

137(1)

2002/ 2003

2003/ 2004

2004/ 2005

2005/ 2006

2006/ 2007

2007/ 2008

2008/ 2009

EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DO AGRONEGÓCIO (em bilhões de dólares por ano)

23

21,5 20,5

1997

1998

1999

24

25

39

21

31

44

2000

2001

2002

2003

2004

2005

49,5 2006

72

58

2007

2008

58(1)

2009

VENDAS DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS (em unidades por ano)

42 568 37 995 37 790 38 337 31 062 35 523 23 222 25 672 2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

54 421 47 000(1) 2008

2009

(1) Estimativa Fontes: Fipecaf, Conab, AgroStat Brasil a partir de dados da Secex/MDIC, Anfavea e RC Consultores

126 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 7-8

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 127

6/26/09 10:04:01 PM


ANÁLISE |Agronegócio

Onde estão alguns dos principais limites

Os limites da expansão

Ocupação de fazenda da Aracruz por integrantes do MST: contra a

Um estudo recente da Embrapa mostra que, se as leis existentes fossem cumpridas à risca, não haveria mais espaço para aumentar a área da produção agropecuária no país. O problema pode ainda piorar por causa de novas demandas que estão em discussão

agricultura de larga escala

A SITUAÇÃO ATUAL Unidades de conservação e terras indígenas

230 milhões de hectares Reservas legais

268 milhões de hectares Áreas de preservação permanente (topo de morro, margem de rio)

114 milhões de hectares

AS NOVAS DEMANDAS Assentamento e reforma agrária

160 milhões de hectares Criação e ampliação de reservas indígenas

10 milhões de hectares

MAURO VIEIRA/AG. RBS/FOLHA IMAGEM

Áreas de quilombolas

vendas globais de produtos do campo quase dobrou apenas nos últimos oito anos, atingindo 7% de participação. Um estudo recente do Ministério da Agricultura mostra que o país pode ainda multiplicar as receitas com exportações de produtos agrícolas aos principais mercados internacionais, como a China e a Rússia (veja reportagem na pág. 134). Para a economia doméstica, o agronegócio adquiriu proporções grandiosas com o avanço nas últimas décadas. O setor é responsável hoje por dois em cada dez empregos com carteira assinada no país. E a qualificação dos trabalhadores do campo aumenta à medida que mais

128 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 9-10

tecnologia e profissionalização chegam ao setor. O agronegócio tem participação de mais de 50% no PIB de estados como Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina. No âmbito nacional, o setor responde por 25% do PIB e gera por ano uma riqueza de aproximadamente 400 bilhões de dólares, valor superior a tudo o que é produzido pela economia argentina. Entre os grandes produtores, teoricamente, o Brasil é o que possui um dos maiores potenciais do mundo para a expansão da agricultura. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, o país tem 250 milhões de hectares de área utilizados para algum tipo de atividade no cam-

CONCLUSÃO Se todas essas leis fossem aplicadas hoje, sobraria apenas 30% do território disponível para a agricultura. Como a produção do agronegócio já ocupa 30% das terras do país, não teríamos mais nenhuma área para expansão

po (lavoura e pastagem). Não há um consenso entre os especialistas em relação ao total de terras ainda disponíveis para a agricultura. Segundo a estimativa mais otimista, feita pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o Brasil teria ainda 150 milhões de hectares a explorar. É uma vantagem e tanto frente aos principais concorrentes. Os Estados Unidos possuem metade dessa área para expandir sua produção. Apesar de uma clara vocação natural para o agronegócio, porém, o Brasil muitas vezes parece jogar contra os interesses do setor. “O país tem uma relação estranha com o agronegócio”, afirma o econo-

Fontes: Embrapa Monitoramento por Satélite e IBGE

612 milhões de hectares, ou 70% do território brasileiro

Terras indígenas Unidade de conservação estadual Unidade de conservação federal

25 milhões de hectares 195 milhões de hectares, o

equivalente à área do México

Com estoques altos, os fabricantes de equipamentos e máquinas agrícolas sofreram no início de 2009 com a queda nas vendas mista e engenheiro agrônomo Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro, uma das mais respeitadas consultorias do país nessa área (veja artigo na pág. 131). “A imagem dos produtores rurais ainda é muito distorcida.” Para alguns setores da sociedade civil, como é o caso de várias ONGs ligadas ao movimento ambiental, os fazendeiros representam a vanguarda do atraso. Segundo um relatório recente

do Greenpeace, uma das entidades mais atuantes no Brasil, os criadores de gado da Amazônia estão entre os maiores responsáveis pelo desmatamento mundial. Movimentos mais radicais, como o MST, promovem invasões nas áreas ocupadas por grandes indústrias do agronegócio, em protesto contra o que chamam de estragos promovidos pela agricultura em larga escala.

O poder público não apenas falha em coibir os abusos — incluindo os de alguns ruralistas — como também tem se mostrado omisso na missão de formular políticas capazes de conciliar os interesses importantes em jogo para o país. Exemplo disso é a confusão criada pelas legislações federal e estaduais, que coloca em risco o aproveitamento do potencial brasileiro no agronegócio. Nas

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 129

6/26/09 10:04:20 PM


ANÁLISE |Agronegócio

Onde estão alguns dos principais limites

Os limites da expansão

Ocupação de fazenda da Aracruz por integrantes do MST: contra a

Um estudo recente da Embrapa mostra que, se as leis existentes fossem cumpridas à risca, não haveria mais espaço para aumentar a área da produção agropecuária no país. O problema pode ainda piorar por causa de novas demandas que estão em discussão

agricultura de larga escala

A SITUAÇÃO ATUAL Unidades de conservação e terras indígenas

230 milhões de hectares Reservas legais

268 milhões de hectares Áreas de preservação permanente (topo de morro, margem de rio)

114 milhões de hectares

AS NOVAS DEMANDAS Assentamento e reforma agrária

160 milhões de hectares Criação e ampliação de reservas indígenas

10 milhões de hectares

MAURO VIEIRA/AG. RBS/FOLHA IMAGEM

Áreas de quilombolas

vendas globais de produtos do campo quase dobrou apenas nos últimos oito anos, atingindo 7% de participação. Um estudo recente do Ministério da Agricultura mostra que o país pode ainda multiplicar as receitas com exportações de produtos agrícolas aos principais mercados internacionais, como a China e a Rússia (veja reportagem na pág. 134). Para a economia doméstica, o agronegócio adquiriu proporções grandiosas com o avanço nas últimas décadas. O setor é responsável hoje por dois em cada dez empregos com carteira assinada no país. E a qualificação dos trabalhadores do campo aumenta à medida que mais

128 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 9-10

tecnologia e profissionalização chegam ao setor. O agronegócio tem participação de mais de 50% no PIB de estados como Goiás, Mato Grosso e Santa Catarina. No âmbito nacional, o setor responde por 25% do PIB e gera por ano uma riqueza de aproximadamente 400 bilhões de dólares, valor superior a tudo o que é produzido pela economia argentina. Entre os grandes produtores, teoricamente, o Brasil é o que possui um dos maiores potenciais do mundo para a expansão da agricultura. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, o país tem 250 milhões de hectares de área utilizados para algum tipo de atividade no cam-

CONCLUSÃO Se todas essas leis fossem aplicadas hoje, sobraria apenas 30% do território disponível para a agricultura. Como a produção do agronegócio já ocupa 30% das terras do país, não teríamos mais nenhuma área para expansão

po (lavoura e pastagem). Não há um consenso entre os especialistas em relação ao total de terras ainda disponíveis para a agricultura. Segundo a estimativa mais otimista, feita pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o Brasil teria ainda 150 milhões de hectares a explorar. É uma vantagem e tanto frente aos principais concorrentes. Os Estados Unidos possuem metade dessa área para expandir sua produção. Apesar de uma clara vocação natural para o agronegócio, porém, o Brasil muitas vezes parece jogar contra os interesses do setor. “O país tem uma relação estranha com o agronegócio”, afirma o econo-

Fontes: Embrapa Monitoramento por Satélite e IBGE

612 milhões de hectares, ou 70% do território brasileiro

Terras indígenas Unidade de conservação estadual Unidade de conservação federal

25 milhões de hectares 195 milhões de hectares, o

equivalente à área do México

Com estoques altos, os fabricantes de equipamentos e máquinas agrícolas sofreram no início de 2009 com a queda nas vendas mista e engenheiro agrônomo Alexandre Mendonça de Barros, da MB Agro, uma das mais respeitadas consultorias do país nessa área (veja artigo na pág. 131). “A imagem dos produtores rurais ainda é muito distorcida.” Para alguns setores da sociedade civil, como é o caso de várias ONGs ligadas ao movimento ambiental, os fazendeiros representam a vanguarda do atraso. Segundo um relatório recente

do Greenpeace, uma das entidades mais atuantes no Brasil, os criadores de gado da Amazônia estão entre os maiores responsáveis pelo desmatamento mundial. Movimentos mais radicais, como o MST, promovem invasões nas áreas ocupadas por grandes indústrias do agronegócio, em protesto contra o que chamam de estragos promovidos pela agricultura em larga escala.

O poder público não apenas falha em coibir os abusos — incluindo os de alguns ruralistas — como também tem se mostrado omisso na missão de formular políticas capazes de conciliar os interesses importantes em jogo para o país. Exemplo disso é a confusão criada pelas legislações federal e estaduais, que coloca em risco o aproveitamento do potencial brasileiro no agronegócio. Nas

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 129

6/26/09 10:04:20 PM


DIVULGAÇÃO

ANÁLISE |Agronegócio Alexandre Mendonça de Barros Engenheiro agrônomo, economista e sócio da consultoria MB Agro

Podemos ser muito maiores

Colheita de arroz no interior gaúcho:

para alguns estados, o agronegócio representa mais de 50% do PIB

Segundo estimativa feita pela Organização das Nações Unidas, o Brasil teria ainda 150 milhões de hectares para explorar, entre pastagens e lavouras últimas décadas, houve farta concessão de terras a unidades de conservação ambiental e a minorias como índios e quilombolas. Um estudo recente da Embrapa mostra que essa política criou uma situação esdrúxula. O trabalho, de autoria do técnico Evaristo Eduardo de Miranda, mapeou todas as áreas vetadas à agricultura hoje no Brasil pela atual legislação. A conclusão foi que, aplicadas à risca todas as leis vigentes, teríamos disponíveis para agricultura um total de aproximadamente 250 milhões de hectares, ou 30% do território nacional. Como é esse exatamente o total hoje já ocupado por lavouras e pastagens, o país não teria mais margem alguma para expandir a produção. Os números do estudo sugerem que não há 1 metro sequer hoje sobrando no Brasil

130 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 11-12

para a expansão da agricultura — o que não é verdade. Há grande quantidade de terra utilizada de forma irregular por empresas e produtores rurais, embora ninguém tenha conseguido quantificála. “O estudo da Embrapa tem o mérito de mostrar que há uma enorme falta de coordenação entre as políticas agrícolas, ambientais e de desenvolvimento no país”, afirma José Garcia Gasques, coordenador de planejamento estratégico do Ministério da Agricultura. Proteger o meio ambiente, a Amazônia e as minorias são atitudes legítimas, desejáveis e necessárias. No Brasil de hoje, porém, o discurso vai muito além da prática. Apesar de contarmos com uma das legislações mais restritivas do mundo, a ocupação irregular prossegue e o Estado é ausente em regiões que deveriam ser

protegidas. A lei é aplicada de forma desigual — e onde os problemas costumam ser menos críticos. “Não há bandidos nem mocinhos nessa questão”, afirma André Nassar, diretor-geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). “A atual legislação impede um debate sério de como conciliar a preservação de biomas importantes com a necessidade de crescimento econômico.” Eis aí uma questão fundamental para garantir a continuidade do sucesso brasileiro no campo. Num mundo que cresce numa velocidade menor, é esperado que o protecionismo aumente e a competição pelos principais mercados fique mais feroz. Nesse cenário, seria bom o Brasil se entender com o próprio Brasil a respeito do que desejamos para o futuro do agronegócio.

JEFFERSON BERNARDES/PREVIEW.COM

Há um enorme potencial de crescimento do agronegócio brasileiro. Mas, antes, o setor terá de vencer as barreiras impostas pelo próprio país

inalmente, a cada dia cresce entre a sociedade brasileira a percepção de que o setor agrícola representa uma parcela expressiva do emprego, da produção e do nosso comércio exterior. Impressionam a robustez e a consistência das vendas internacionais de produtos agrícolas: o Brasil é hoje o maior exportador de carne vermelha, carne de frango (24% e 39% do total exportado no mundo), açúcar, álcool, suco de laranja, café e tabaco. É o segundo maior exportador de soja e derivados; e o terceiro de milho e suínos. Internamente, o agronegócio responde por 16% dos empregos formais e por um quarto da renda nacional. Essa posição de vanguarda na economia brasileira foi conquistada, em parte, por grandes vantagens naturais. Entretanto, a produção em condições tropicais só foi possível graças a um intenso e sistemático progresso tecnológico. As pesquisas básicas e aplicadas desenvolvidas pelos centros de pesquisa públicos e privados, universidades e empresas geraram um fluxo de conhecimento e de tecnologias que permitiram ao país dominar a produção em nossas condições. A geração de conhecimento contou ainda com um permanente empreendedorismo por parte dos produtores agrícolas, que, em muitas regiões, constituíram associações para debater e desenvolver técnicas para elevar a produtividade. Todo esse processo fez da agricultura brasileira a de mais baixo custo entre as grandes no mundo e a única agropecuária de larga escala conduzida em ambiente tropical. Mas, apesar das grandes conquistas alcançadas até aqui, é preciso reconhecer que nosso agronegócio é ainda pequeno perto de seu potencial e mesmo de nossos principais concorrentes. Em termos de área plantada, os dados da FAO referentes a 2007 apontam para um total de 170 milhões de hectares nos Estados Unidos, 159 milhões na Índia e 140 milhões na China. No Brasil, as estatísticas da FAO registravam 59,5 milhões de hectares no mesmo ano. Os dados do IBGE apontam que atualmente a área plantada alcança 77 milhões de hectares. O Brasil apresenta ainda cerca de 172 milhões de hectares de pastagens. Com base nesses números, é pos-

F

sível concluir que o país pode alcançar volumes de produção de grãos, carnes e demais produtos compatíveis com as maiores economias no mundo, seja com elevação da produtividade, seja com a incorporação de áreas de pastagens. Há muito que andar. Podemos ser muito maiores do que somos hoje. O agronegócio pode ser um importante motor para o desenvolvimento da economia brasileira. Mas o lado urbano brasileiro tem dificuldade em enxergar esse potencial. Na maioria das vezes, as análises caracterizam a agricultura como devastadora, de alto impacto ambiental. Nossos agricultores são vistos e caracterizados como antiquados, dependentes de recursos públicos e de pouca responsabilidade ambiental. Para muitos, o Brasil se transforma em um grande canavial, ainda que a área plantada com essa cultura tenha aumentado apenas 3 milhões de hectares na última década e que a produção de álcool tenha substituído o consumo de gasolina e sua consequente adição de carbono ao meio ambiente. Muitos intelectuais e economistas acreditam que a agricultura constitui um elemento de restrição ao crescimento da indústria, dado seu potencial exportador e de consequente valorização do câmbio, o que retiraria competitividade da produção industrial. Todos esses argumentos estão desconectados da realidade. Do ponto de vista ambiental, é perfeitamente possível elevar a produção sem desmatar um único hectare. Agricultura moderna e meio ambiente não são entidades antagônicas. O aumento da produtividade é justamente uma das marcas registradas da agricultura brasileira. Quanto à dicotomia entre os interesses do campo e os da indústria, o argumento é antigo e não compatível com o desenvolvimento econômico do pós-guerra. Nossa agricultura se industrializou fortemente nas últimas décadas. O agronegócio consiste na integração entre agricultura e indústria, tendo por base a matéria-prima agrícola. É possível conciliar agricultura com meio ambiente. É preciso reconhecer a íntima relação entre agricultura e indústria. O desenvolvimento brasileiro dependerá do bom encaminhamento dessas relações.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 131

6/26/09 10:04:37 PM


DIVULGAÇÃO

ANÁLISE |Agronegócio Alexandre Mendonça de Barros Engenheiro agrônomo, economista e sócio da consultoria MB Agro

Podemos ser muito maiores

Colheita de arroz no interior gaúcho:

para alguns estados, o agronegócio representa mais de 50% do PIB

Segundo estimativa feita pela Organização das Nações Unidas, o Brasil teria ainda 150 milhões de hectares para explorar, entre pastagens e lavouras últimas décadas, houve farta concessão de terras a unidades de conservação ambiental e a minorias como índios e quilombolas. Um estudo recente da Embrapa mostra que essa política criou uma situação esdrúxula. O trabalho, de autoria do técnico Evaristo Eduardo de Miranda, mapeou todas as áreas vetadas à agricultura hoje no Brasil pela atual legislação. A conclusão foi que, aplicadas à risca todas as leis vigentes, teríamos disponíveis para agricultura um total de aproximadamente 250 milhões de hectares, ou 30% do território nacional. Como é esse exatamente o total hoje já ocupado por lavouras e pastagens, o país não teria mais margem alguma para expandir a produção. Os números do estudo sugerem que não há 1 metro sequer hoje sobrando no Brasil

130 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

O peso do agrodef.indd 11-12

para a expansão da agricultura — o que não é verdade. Há grande quantidade de terra utilizada de forma irregular por empresas e produtores rurais, embora ninguém tenha conseguido quantificála. “O estudo da Embrapa tem o mérito de mostrar que há uma enorme falta de coordenação entre as políticas agrícolas, ambientais e de desenvolvimento no país”, afirma José Garcia Gasques, coordenador de planejamento estratégico do Ministério da Agricultura. Proteger o meio ambiente, a Amazônia e as minorias são atitudes legítimas, desejáveis e necessárias. No Brasil de hoje, porém, o discurso vai muito além da prática. Apesar de contarmos com uma das legislações mais restritivas do mundo, a ocupação irregular prossegue e o Estado é ausente em regiões que deveriam ser

protegidas. A lei é aplicada de forma desigual — e onde os problemas costumam ser menos críticos. “Não há bandidos nem mocinhos nessa questão”, afirma André Nassar, diretor-geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). “A atual legislação impede um debate sério de como conciliar a preservação de biomas importantes com a necessidade de crescimento econômico.” Eis aí uma questão fundamental para garantir a continuidade do sucesso brasileiro no campo. Num mundo que cresce numa velocidade menor, é esperado que o protecionismo aumente e a competição pelos principais mercados fique mais feroz. Nesse cenário, seria bom o Brasil se entender com o próprio Brasil a respeito do que desejamos para o futuro do agronegócio.

JEFFERSON BERNARDES/PREVIEW.COM

Há um enorme potencial de crescimento do agronegócio brasileiro. Mas, antes, o setor terá de vencer as barreiras impostas pelo próprio país

inalmente, a cada dia cresce entre a sociedade brasileira a percepção de que o setor agrícola representa uma parcela expressiva do emprego, da produção e do nosso comércio exterior. Impressionam a robustez e a consistência das vendas internacionais de produtos agrícolas: o Brasil é hoje o maior exportador de carne vermelha, carne de frango (24% e 39% do total exportado no mundo), açúcar, álcool, suco de laranja, café e tabaco. É o segundo maior exportador de soja e derivados; e o terceiro de milho e suínos. Internamente, o agronegócio responde por 16% dos empregos formais e por um quarto da renda nacional. Essa posição de vanguarda na economia brasileira foi conquistada, em parte, por grandes vantagens naturais. Entretanto, a produção em condições tropicais só foi possível graças a um intenso e sistemático progresso tecnológico. As pesquisas básicas e aplicadas desenvolvidas pelos centros de pesquisa públicos e privados, universidades e empresas geraram um fluxo de conhecimento e de tecnologias que permitiram ao país dominar a produção em nossas condições. A geração de conhecimento contou ainda com um permanente empreendedorismo por parte dos produtores agrícolas, que, em muitas regiões, constituíram associações para debater e desenvolver técnicas para elevar a produtividade. Todo esse processo fez da agricultura brasileira a de mais baixo custo entre as grandes no mundo e a única agropecuária de larga escala conduzida em ambiente tropical. Mas, apesar das grandes conquistas alcançadas até aqui, é preciso reconhecer que nosso agronegócio é ainda pequeno perto de seu potencial e mesmo de nossos principais concorrentes. Em termos de área plantada, os dados da FAO referentes a 2007 apontam para um total de 170 milhões de hectares nos Estados Unidos, 159 milhões na Índia e 140 milhões na China. No Brasil, as estatísticas da FAO registravam 59,5 milhões de hectares no mesmo ano. Os dados do IBGE apontam que atualmente a área plantada alcança 77 milhões de hectares. O Brasil apresenta ainda cerca de 172 milhões de hectares de pastagens. Com base nesses números, é pos-

F

sível concluir que o país pode alcançar volumes de produção de grãos, carnes e demais produtos compatíveis com as maiores economias no mundo, seja com elevação da produtividade, seja com a incorporação de áreas de pastagens. Há muito que andar. Podemos ser muito maiores do que somos hoje. O agronegócio pode ser um importante motor para o desenvolvimento da economia brasileira. Mas o lado urbano brasileiro tem dificuldade em enxergar esse potencial. Na maioria das vezes, as análises caracterizam a agricultura como devastadora, de alto impacto ambiental. Nossos agricultores são vistos e caracterizados como antiquados, dependentes de recursos públicos e de pouca responsabilidade ambiental. Para muitos, o Brasil se transforma em um grande canavial, ainda que a área plantada com essa cultura tenha aumentado apenas 3 milhões de hectares na última década e que a produção de álcool tenha substituído o consumo de gasolina e sua consequente adição de carbono ao meio ambiente. Muitos intelectuais e economistas acreditam que a agricultura constitui um elemento de restrição ao crescimento da indústria, dado seu potencial exportador e de consequente valorização do câmbio, o que retiraria competitividade da produção industrial. Todos esses argumentos estão desconectados da realidade. Do ponto de vista ambiental, é perfeitamente possível elevar a produção sem desmatar um único hectare. Agricultura moderna e meio ambiente não são entidades antagônicas. O aumento da produtividade é justamente uma das marcas registradas da agricultura brasileira. Quanto à dicotomia entre os interesses do campo e os da indústria, o argumento é antigo e não compatível com o desenvolvimento econômico do pós-guerra. Nossa agricultura se industrializou fortemente nas últimas décadas. O agronegócio consiste na integração entre agricultura e indústria, tendo por base a matéria-prima agrícola. É possível conciliar agricultura com meio ambiente. É preciso reconhecer a íntima relação entre agricultura e indústria. O desenvolvimento brasileiro dependerá do bom encaminhamento dessas relações.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 131

6/26/09 10:04:37 PM


AGRONEGÓCIO | Exportação

Novas fronteiras para o Brasil

Supermercado na cidade de Shijiazhuang:

em 2008, a China tornou-se o maior importador de produtos do agronegócio brasileiro

134 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 1-2

ZHANG WEI/AFP

As vendas do agronegócio brasileiro no exterior mais que triplicaram nos últimos anos. Um estudo inédito mostra que ainda há muito espaço para crescer | Ernesto Yoshida

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 135

6/26/09 10:28:27 PM


AGRONEGÓCIO | Exportação

Novas fronteiras para o Brasil

Supermercado na cidade de Shijiazhuang:

em 2008, a China tornou-se o maior importador de produtos do agronegócio brasileiro

134 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 1-2

ZHANG WEI/AFP

As vendas do agronegócio brasileiro no exterior mais que triplicaram nos últimos anos. Um estudo inédito mostra que ainda há muito espaço para crescer | Ernesto Yoshida

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 135

6/26/09 10:28:27 PM


AGRONEGÓCIO | Exportação O Brasil nos principais mercados

Um estudo inédito do Ministério da Agricultura mostra a participação do país nas compras de alguns dos maiores importadores do agronegócio e a fatia que nossos produtos podem ganhar nos próximos anos nesses mercados(1) A fatia brasileira no total das compras dos maiores importadores(1)

Demais fornecedores

35

BRASIL

Bilhões de dólares

30

25% BRASIL

25 20

44% 15 10

lia Ar gé

g Ko n

to

Ho ng

Eg i

Ár ab ia Sa ud ita

né do In

Irã

3% Ta iw an

sia

dá Ca

do

na

Su

l

ico M

éx

ss ia Rú

Ch in Es a ta do sU nid os

o pã Ja

19%

Quanto o Brasil detém nos mercados dos cinco maiores compradores mundiais de cada produto

1 000

2,0

600

1,5

450

1,0

40%

300

47% 78%

0,5

0%

0%

0%

41% 0

96%

1%

Ar áb Kon ia g Sa ud ita Ja pã o

a

ng

in

ss ia Rú 1 500

25

1 250

20

1 000

78%

750

33% 62%

10

Es ta do Un s U ião nid Eu os ro pe ia Ca na dá Ja pã Ja o m aic a

150

SUCO DE LARANJA

15

52%

2%

0

(em mil toneladas)

30

1,5

450

0%

(em milhões de toneladas)

2,0

600

0%

SOJA EM GRÃOS

(em milhões de litros)

750

0%

0

ETANOL

(em mil toneladas)

0

5%

Ho

ião

CARNE SUÍNA(4)

21% 29% 15%

0

16%

500

5

9%

0

0%

60%

37% 90%

250 0

0%

1%

Es ta do Un s U ião nid Eu os ro pe ia Ca na dá Ja pã o Rú ss ia

0%

94%

63%

250

Ja pã o M éx i Ta co ilâ nd ia

5%

60%

150

do s ss ia Un Ja ião pã Eu o ro pe ia M éx ico

13%

Rú s Eu sia Es r o ta do peia sU ni do In do s né sia Ja pã o

0

0,5

ião Es Eur o ta do pei sU a ni do s Ja pã o Ca na dá Su íça

26%

Un

1,0

86%

500

300

29%

1,0

750

61%

i Eu na ro pe ia

2,0

1 250

750

ão

3,0

900

2,5

ni

4,0

(em mil toneladas)

3,0

Ch

88%

CARNE DE FRANGO(4)

(em mil toneladas)

Un i

5,0

tornou a vida dos exportadores de commodities agrícolas mais difícil, é verdade. Mas esse é um quadro momentâneo do setor. A tendência, vista com quase unanimidade por especialistas de todo o mundo, é de expansão global do agronegócio brasileiro. Essa tendência fica evidente num estudo inédito elaborado pelo Ministério da Agricultura sobre o potencial de avanço das exportações nos próximos anos. O trabalho cruza a lista dos principais importadores mundiais de produtos agrícolas com a participação brasileira nesses mesmos mercados. Na China, o maior entre os países emergentes, a presença brasileira é de apenas 22% (veja quadro ao lado). Em outros países, a participação é ainda menor, caso do México (1%) e de Taiwan (3%). Os técnicos do Ministério da Agricultura também fizeram um estudo mostrando as fatias que nossos produtos mais competitivos detêm nos grandes mer-

CARNE BOVINA(4)

(em milhões de toneladas)

Ch

CAFÉ(3)

Es ta do sU

AÇÚCAR(2)

(em milhões de toneladas)

Ja pã o Rú Co ss re ia Es ia d oS ta do s U ul n Ho idos ng Ko ng

triplicaram — e o Brasil voltou a ser encarado como uma espécie de celeiro do mundo. Atualmente, o país detém 7% do mercado global de commodities agropecuárias, quase o dobro da taxa registrada no início da década. Segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil é o terceiro maior exportador internacional do agronegócio, atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos. A lista de produtos vendidos pelos produtores brasileiros é extensa — cerca de 330 itens. E em várias dessas categorias — caso de laranja, soja e frango — o país figura como líder mundial em exportações. A recente crise mundial

7%

8%

36%

29%

70%

O potencial a explorar

Un

um planeta de 6 bilhões de habitantes e que continua a crescer aceleradamente, o agronegócio desponta como um dos setores prioritários da economia mundial. Nos recentes anos de prosperidade, grupos de vários milhões de pessoas passaram a fazer parte do mercado de consumo, demandando — antes de qualquer outro bem — alimento. Foi o que bastou para que uma das vocações naturais do Brasil — a produção agrícola — despontasse como uma força de nosso capitalismo. Hoje, nenhum outro setor da economia brasileira é tão global e tem uma participação tão grande na pauta de exportações. Em 2000, o Brasil colheu pouco mais de 20 bilhões de dólares com a venda de produtos agrícolas, destinados a 186 países. De lá para cá, esse volume aumentou de forma rápida e consistente, até atingir em 2008 a marca recorde de 72 bilhões de dólares em exportações para 223 países. Em apenas oito anos, as exportações nacionais mais que

10%

1%

0 Un ião Eu ro pe ia

Usina de etanol no Kansas:

os principais produtos agrícolas brasileiros têm participação de quase 20% no mercado americano

42%

43%

18%

Co re ia

22%

8% CHARLIE RIEDEL/AP PHOTO

N

5

(1) Considera 11 dos principais produtos exportados pelo Brasil: açúcar, café, carne bovina, suína, de frango e de peru, etanol, fumo, milho, soja e suco de laranja. Exclui o comércio interno entre os 27 membros da União Europeia (2) Açúcar bruto e refinado (3) Exclui café torrado e solúvel (4) Exclui as carnes processadas Fontes: TradeMap e Comtrade/ONU Elaboração: DPI/SRI/Mapa. Dados de 2007

136 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 3-4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 137

6/26/09 9:48:25 PM


AGRONEGÓCIO | Exportação O Brasil nos principais mercados

Um estudo inédito do Ministério da Agricultura mostra a participação do país nas compras de alguns dos maiores importadores do agronegócio e a fatia que nossos produtos podem ganhar nos próximos anos nesses mercados(1) A fatia brasileira no total das compras dos maiores importadores(1)

Demais fornecedores

35

BRASIL

Bilhões de dólares

30

25% BRASIL

25 20

44% 15 10

lia Ar gé

g Ko n

to

Ho ng

Eg i

Ár ab ia Sa ud ita

né do In

Irã

3% Ta iw an

sia

dá Ca

do

na

Su

l

ico M

éx

ss ia Rú

Ch in Es a ta do sU nid os

o pã Ja

19%

Quanto o Brasil detém nos mercados dos cinco maiores compradores mundiais de cada produto

1 000

2,0

600

1,5

450

1,0

40%

300

47% 78%

0,5

0%

0%

0%

41% 0

96%

1%

Ar áb Kon ia g Sa ud ita Ja pã o

a

ng

in

ss ia Rú 1 500

25

1 250

20

1 000

78%

750

33% 62%

10

Es ta do Un s U ião nid Eu os ro pe ia Ca na dá Ja pã Ja o m aic a

150

SUCO DE LARANJA

15

52%

2%

0

(em mil toneladas)

30

1,5

450

0%

(em milhões de toneladas)

2,0

600

0%

SOJA EM GRÃOS

(em milhões de litros)

750

0%

0

ETANOL

(em mil toneladas)

0

5%

Ho

ião

CARNE SUÍNA(4)

21% 29% 15%

0

16%

500

5

9%

0

0%

60%

37% 90%

250 0

0%

1%

Es ta do Un s U ião nid Eu os ro pe ia Ca na dá Ja pã o Rú ss ia

0%

94%

63%

250

Ja pã o M éx i Ta co ilâ nd ia

5%

60%

150

do s ss ia Un Ja ião pã Eu o ro pe ia M éx ico

13%

Rú s Eu sia Es r o ta do peia sU ni do In do s né sia Ja pã o

0

0,5

ião Es Eur o ta do pei sU a ni do s Ja pã o Ca na dá Su íça

26%

Un

1,0

86%

500

300

29%

1,0

750

61%

i Eu na ro pe ia

2,0

1 250

750

ão

3,0

900

2,5

ni

4,0

(em mil toneladas)

3,0

Ch

88%

CARNE DE FRANGO(4)

(em mil toneladas)

Un i

5,0

tornou a vida dos exportadores de commodities agrícolas mais difícil, é verdade. Mas esse é um quadro momentâneo do setor. A tendência, vista com quase unanimidade por especialistas de todo o mundo, é de expansão global do agronegócio brasileiro. Essa tendência fica evidente num estudo inédito elaborado pelo Ministério da Agricultura sobre o potencial de avanço das exportações nos próximos anos. O trabalho cruza a lista dos principais importadores mundiais de produtos agrícolas com a participação brasileira nesses mesmos mercados. Na China, o maior entre os países emergentes, a presença brasileira é de apenas 22% (veja quadro ao lado). Em outros países, a participação é ainda menor, caso do México (1%) e de Taiwan (3%). Os técnicos do Ministério da Agricultura também fizeram um estudo mostrando as fatias que nossos produtos mais competitivos detêm nos grandes mer-

CARNE BOVINA(4)

(em milhões de toneladas)

Ch

CAFÉ(3)

Es ta do sU

AÇÚCAR(2)

(em milhões de toneladas)

Ja pã o Rú Co ss re ia Es ia d oS ta do s U ul n Ho idos ng Ko ng

triplicaram — e o Brasil voltou a ser encarado como uma espécie de celeiro do mundo. Atualmente, o país detém 7% do mercado global de commodities agropecuárias, quase o dobro da taxa registrada no início da década. Segundo dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil é o terceiro maior exportador internacional do agronegócio, atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos. A lista de produtos vendidos pelos produtores brasileiros é extensa — cerca de 330 itens. E em várias dessas categorias — caso de laranja, soja e frango — o país figura como líder mundial em exportações. A recente crise mundial

7%

8%

36%

29%

70%

O potencial a explorar

Un

um planeta de 6 bilhões de habitantes e que continua a crescer aceleradamente, o agronegócio desponta como um dos setores prioritários da economia mundial. Nos recentes anos de prosperidade, grupos de vários milhões de pessoas passaram a fazer parte do mercado de consumo, demandando — antes de qualquer outro bem — alimento. Foi o que bastou para que uma das vocações naturais do Brasil — a produção agrícola — despontasse como uma força de nosso capitalismo. Hoje, nenhum outro setor da economia brasileira é tão global e tem uma participação tão grande na pauta de exportações. Em 2000, o Brasil colheu pouco mais de 20 bilhões de dólares com a venda de produtos agrícolas, destinados a 186 países. De lá para cá, esse volume aumentou de forma rápida e consistente, até atingir em 2008 a marca recorde de 72 bilhões de dólares em exportações para 223 países. Em apenas oito anos, as exportações nacionais mais que

10%

1%

0 Un ião Eu ro pe ia

Usina de etanol no Kansas:

os principais produtos agrícolas brasileiros têm participação de quase 20% no mercado americano

42%

43%

18%

Co re ia

22%

8% CHARLIE RIEDEL/AP PHOTO

N

5

(1) Considera 11 dos principais produtos exportados pelo Brasil: açúcar, café, carne bovina, suína, de frango e de peru, etanol, fumo, milho, soja e suco de laranja. Exclui o comércio interno entre os 27 membros da União Europeia (2) Açúcar bruto e refinado (3) Exclui café torrado e solúvel (4) Exclui as carnes processadas Fontes: TradeMap e Comtrade/ONU Elaboração: DPI/SRI/Mapa. Dados de 2007

136 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 3-4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 137

6/26/09 9:48:25 PM


AGRONEGÓCIO | Exportação Exportações crescentes

cados. A carne de frango brasileira, por exemplo, que custa 40% menos que a de concorrentes como os Estados Unidos, representa apenas 16% do mercado da Rússia, um dos maiores consumidores mundiais do produto. “Esse mapeamento permitirá um investimento na expansão de nossos negócios entre esses grandes importadores”, afirma.

A evolução das vendas de produtos brasileiros do agronegócio para alguns dos principais mercados emergentes 7 931 (em milhões de dólares)

CHINA 3 000

3 100

2004

2005

3 800

2006

2007

3 140

3 390

2006

2007

RÚSSIA 2 720

4 670

Protecionismo

2008

Os países ricos estão entre os maiores importadores mundiais dos produtos que lideram a pauta de exportações do Brasil. Juntos, a União Europeia, os Estados Unidos, o Japão e o Canadá compram mais de 65 bilhões de dólares anuais de produtores brasileiros. São mercados nos quais o país possui participação significativa em vários segmentos. Em soja em grão e carne bovina, a fatia brasileira nas importações da União Europeia chega a 62% e 60%, respectivamente. O quadro poderia ser ainda melhor se não fosse o protecionismo. De acordo com a OCDE, que reúne 30 das maiores economias do mundo, em 2007 o subsídio dado por esses países à agricultura atingiu 365 bilhões de dólares — a cada dia, os contribuintes pagam 1 bilhão de dólares para sustentar a ineficiência dos produtores agrícolas locais. O Brasil é um dos líderes do grupo de países que vêm tentando, via negocia-

4 200

1 540 2004

2005

VENEZUELA

2 430

333

410

670

2004

2005

2006

1 150 2007

ARÁBIA SAUDITA 608 2004

805

836

2005

2006

2007

2004

618

641

2005

2006

EGITO 380 2004

850

687

770

2006

2007

2008

383

428

2006

2007

ARGÉLIA 292

2004

2005

1 000

2008

822

261

2008

2007

507 2005

2008

1 430 985

COREIA DO SUL 500

2008

Fábrica da Sadia em Kaliningrado:

movimento global interrompido pela crise dos derivativos

Se as vendas de carne suína brasileira fossem liberadas na China, o país poderia exportar por ano 260 milhões de dólares do produto

547 2008

INDONÉSIA 414

252

280

294

2004

2005

2006

2007

500 2008

MARROCOS 282

272

290

2004

2005

2006

2007

2008

375

396

2007

2008

MALÁSIA 460 221

2004

2005

2006

138 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 5-6

ALEXANDER GRONSKY/AGENCY RU

406

255

155

dustrializados, o Brasil deve se voltar cada vez mais para as economias emergentes. O alvo mais cobiçado é a China. Desde o início da década, o país asiático aumentou 14 vezes as compras do agronegócio brasileiro — de 562 milhões de dólares, em 2000, para 7,9 bilhões, em 2008. No ano passado, a China assumiu, pela primeira vez, a posição de maior importador do agronegócio brasileiro, com a compra de 11% de tudo o que os produtores nacionais exportaram. Os negócios com a China ainda estão concentrados na soja e em seus derivados. Mas, aos poucos, outros mercados começam a se abrir. Em dezembro de 2008, os chineses anunciaram a permissão para a importação de carne de frango brasileira. Cinco meses depois, durante uma visita do presidente Lula à China, o acordo foi efetivado. Apesar da vitória nesse campo, a diplomacia do Itamaraty fracassou num dos grandes objetivos da viagem: a queda das barreiras sanitárias que impedem a venda de carne suína brasileira aos chineses. De acordo com cálculos de produtores do setor, o Brasil poderia exportar 260 milhões de dólares por ano de carne suína para a China — o produto ficaria, dessa forma, atrás apenas de minério, soja, petróleo, couro e produtos químicos na pauta de exportação para o país. As barreiras também são enormes nos dois outros grandes mercados emer-

ções multilaterais no âmbito da Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio, reduzir os subsídios agrícolas e obter maior acesso aos mercados desenvolvidos. Os resultados, porém, são ínfimos. “É pouco provável que os europeus abram mão de seu sistema de subsídios aos produtores domésticos e das tarifas de importação para permitir uma enxurrada de produtos mais baratos”, diz Emma Cardy-Brown, consultora britânica de agronegócios. Com as dificuldades de ampliar sua presença nos mercados dos países in-

gentes mundiais — a Índia e a Rússia. Os indianos têm grande demanda por trigo, arroz e pescados, produtos que não fazem parte da lista de exportações brasileiras. Os russos são os clientes ideais. Têm grande demanda por carne bovina, por exemplo, item no qual o Brasil é altamente competitivo. A Rússia, porém, adota o sistema de cotas geográficas para as importações de carne, que dão tratamentos especiais a fornecedores dos Estados Unidos e da União Europeia. “A Rússia ainda vive uma fase de transição. Todos os meca-

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 139

6/26/09 9:48:44 PM


AGRONEGÓCIO | Exportação Exportações crescentes

cados. A carne de frango brasileira, por exemplo, que custa 40% menos que a de concorrentes como os Estados Unidos, representa apenas 16% do mercado da Rússia, um dos maiores consumidores mundiais do produto. “Esse mapeamento permitirá um investimento na expansão de nossos negócios entre esses grandes importadores”, afirma.

A evolução das vendas de produtos brasileiros do agronegócio para alguns dos principais mercados emergentes 7 931 (em milhões de dólares)

CHINA 3 000

3 100

2004

2005

3 800

2006

2007

3 140

3 390

2006

2007

RÚSSIA 2 720

4 670

Protecionismo

2008

Os países ricos estão entre os maiores importadores mundiais dos produtos que lideram a pauta de exportações do Brasil. Juntos, a União Europeia, os Estados Unidos, o Japão e o Canadá compram mais de 65 bilhões de dólares anuais de produtores brasileiros. São mercados nos quais o país possui participação significativa em vários segmentos. Em soja em grão e carne bovina, a fatia brasileira nas importações da União Europeia chega a 62% e 60%, respectivamente. O quadro poderia ser ainda melhor se não fosse o protecionismo. De acordo com a OCDE, que reúne 30 das maiores economias do mundo, em 2007 o subsídio dado por esses países à agricultura atingiu 365 bilhões de dólares — a cada dia, os contribuintes pagam 1 bilhão de dólares para sustentar a ineficiência dos produtores agrícolas locais. O Brasil é um dos líderes do grupo de países que vêm tentando, via negocia-

4 200

1 540 2004

2005

VENEZUELA

2 430

333

410

670

2004

2005

2006

1 150 2007

ARÁBIA SAUDITA 608 2004

805

836

2005

2006

2007

2004

618

641

2005

2006

EGITO 380 2004

850

687

770

2006

2007

2008

383

428

2006

2007

ARGÉLIA 292

2004

2005

1 000

2008

822

261

2008

2007

507 2005

2008

1 430 985

COREIA DO SUL 500

2008

Fábrica da Sadia em Kaliningrado:

movimento global interrompido pela crise dos derivativos

Se as vendas de carne suína brasileira fossem liberadas na China, o país poderia exportar por ano 260 milhões de dólares do produto

547 2008

INDONÉSIA 414

252

280

294

2004

2005

2006

2007

500 2008

MARROCOS 282

272

290

2004

2005

2006

2007

2008

375

396

2007

2008

MALÁSIA 460 221

2004

2005

2006

138 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 5-6

ALEXANDER GRONSKY/AGENCY RU

406

255

155

dustrializados, o Brasil deve se voltar cada vez mais para as economias emergentes. O alvo mais cobiçado é a China. Desde o início da década, o país asiático aumentou 14 vezes as compras do agronegócio brasileiro — de 562 milhões de dólares, em 2000, para 7,9 bilhões, em 2008. No ano passado, a China assumiu, pela primeira vez, a posição de maior importador do agronegócio brasileiro, com a compra de 11% de tudo o que os produtores nacionais exportaram. Os negócios com a China ainda estão concentrados na soja e em seus derivados. Mas, aos poucos, outros mercados começam a se abrir. Em dezembro de 2008, os chineses anunciaram a permissão para a importação de carne de frango brasileira. Cinco meses depois, durante uma visita do presidente Lula à China, o acordo foi efetivado. Apesar da vitória nesse campo, a diplomacia do Itamaraty fracassou num dos grandes objetivos da viagem: a queda das barreiras sanitárias que impedem a venda de carne suína brasileira aos chineses. De acordo com cálculos de produtores do setor, o Brasil poderia exportar 260 milhões de dólares por ano de carne suína para a China — o produto ficaria, dessa forma, atrás apenas de minério, soja, petróleo, couro e produtos químicos na pauta de exportação para o país. As barreiras também são enormes nos dois outros grandes mercados emer-

ções multilaterais no âmbito da Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio, reduzir os subsídios agrícolas e obter maior acesso aos mercados desenvolvidos. Os resultados, porém, são ínfimos. “É pouco provável que os europeus abram mão de seu sistema de subsídios aos produtores domésticos e das tarifas de importação para permitir uma enxurrada de produtos mais baratos”, diz Emma Cardy-Brown, consultora britânica de agronegócios. Com as dificuldades de ampliar sua presença nos mercados dos países in-

gentes mundiais — a Índia e a Rússia. Os indianos têm grande demanda por trigo, arroz e pescados, produtos que não fazem parte da lista de exportações brasileiras. Os russos são os clientes ideais. Têm grande demanda por carne bovina, por exemplo, item no qual o Brasil é altamente competitivo. A Rússia, porém, adota o sistema de cotas geográficas para as importações de carne, que dão tratamentos especiais a fornecedores dos Estados Unidos e da União Europeia. “A Rússia ainda vive uma fase de transição. Todos os meca-

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 139

6/26/09 9:48:44 PM


MUNISH SHARMA/REUTERS

AGRONEGÓCIO | Exportação

Cultivo de flores na Índia:

apesar de ser grandes importadores de commodities, os indianos têm pouco interesse pelos produtos brasileiros

As exportações brasileiras para os países do Oriente Médio estão entre as que mais cresceram, proporcionalmente, nos últimos anos nismos dos tempos da política centralizada ainda persistem, de uma forma ou de outra. As pessoas e os hábitos não desaparecem da noite para o dia”, diz Evandro Miessi, superintendente da divisão de carnes do frigorífico Bertin, que exporta em torno de 8 000 toneladas mensais de carne bovina para os russos. Uma alternativa para contornar as barreiras é a abertura de operações

140 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 7-8

locais. No final de 2007, a Sadia — hoje parte da Brasil Foods — inaugurou uma fábrica no enclave russo de Kaliningrado. Após os enormes prejuízos da Sadia com operações de derivativos, a fábrica teve de ser vendida aos sócios locais. É evidente que uma participação relevante nos maiores mercados consumidores do mundo é vital para o agronegócio brasileiro. Enquanto as barrei-

ras protecionistas não caem, porém, é possível explorar outros caminhos. Hoje, os frigoríficos brasileiros vendem seus produtos para mais de 150 países. Desde 2005, as exportações para nações como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Argélia e Egito não param de crescer. Muitos frigoríficos se adaptaram para fazer o abate halal — realizado segundo os rituais islâmicos, que im-

põem uma série de exigências, como o abate do animal com a face voltada para Meca. Graças a esse tipo de adaptação ao mercado islâmico, os produtores brasileiros de carne bovina conquistaram 91% das vendas na Argélia, 98% no Egito e 100% no Irã. O aumento formidável nos preços das commodities, ocorrido até o ano passado, foi um fator determinante para os recentes bons resultados do agronegócio brasileiro. Com a crise global, as cotações iniciaram um movimento de montanha-russa. Caíram drasticamente no final de 2008 e voltaram a subir conforme os estoques internacionais de

alimentos chegavam ao fim. Elas voltarão ao patamar anterior? Dificilmente, dizem os especialistas. “A exemplo do que ocorreu no mercado imobiliário, houve uma bolha de preços nas commodities agrícolas”, afirma o economista Fábio Silveira, da RC Consultores, empresa especializada em análises do mercado do agronegócio. Nesse novo cenário, tão importante quanto remover os obstáculos ao livre comércio é se preocupar com a busca contínua da eficiência. Estradas decrépitas e portos abarrotados são poderosos venenos para a competitividade internacional do agronegócio brasileiro. “Nos tempos

em que todos estavam comprando e os preços subiam a cada dia, esse tipo de deficiência não pesava tanto no resultado final da operação”, afirma Liones Severo, gerente comercial da Chinatex, a maior importadora de soja brasileira no mundo. “Agora, considerando um novo cenário, muito mais disputado entre os exportadores internacionais, as falhas de infraestrutura significarão prejuízo.” É a lição de casa que o Brasil precisa fazer com urgência para poder conquistar novas fronteiras no comércio mundial do agronegócio. Com reportagem de Ana Luiza Daltro

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 141

6/26/09 9:48:59 PM


MUNISH SHARMA/REUTERS

AGRONEGÓCIO | Exportação

Cultivo de flores na Índia:

apesar de ser grandes importadores de commodities, os indianos têm pouco interesse pelos produtos brasileiros

As exportações brasileiras para os países do Oriente Médio estão entre as que mais cresceram, proporcionalmente, nos últimos anos nismos dos tempos da política centralizada ainda persistem, de uma forma ou de outra. As pessoas e os hábitos não desaparecem da noite para o dia”, diz Evandro Miessi, superintendente da divisão de carnes do frigorífico Bertin, que exporta em torno de 8 000 toneladas mensais de carne bovina para os russos. Uma alternativa para contornar as barreiras é a abertura de operações

140 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

Exportação.indd 7-8

locais. No final de 2007, a Sadia — hoje parte da Brasil Foods — inaugurou uma fábrica no enclave russo de Kaliningrado. Após os enormes prejuízos da Sadia com operações de derivativos, a fábrica teve de ser vendida aos sócios locais. É evidente que uma participação relevante nos maiores mercados consumidores do mundo é vital para o agronegócio brasileiro. Enquanto as barrei-

ras protecionistas não caem, porém, é possível explorar outros caminhos. Hoje, os frigoríficos brasileiros vendem seus produtos para mais de 150 países. Desde 2005, as exportações para nações como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Argélia e Egito não param de crescer. Muitos frigoríficos se adaptaram para fazer o abate halal — realizado segundo os rituais islâmicos, que im-

põem uma série de exigências, como o abate do animal com a face voltada para Meca. Graças a esse tipo de adaptação ao mercado islâmico, os produtores brasileiros de carne bovina conquistaram 91% das vendas na Argélia, 98% no Egito e 100% no Irã. O aumento formidável nos preços das commodities, ocorrido até o ano passado, foi um fator determinante para os recentes bons resultados do agronegócio brasileiro. Com a crise global, as cotações iniciaram um movimento de montanha-russa. Caíram drasticamente no final de 2008 e voltaram a subir conforme os estoques internacionais de

alimentos chegavam ao fim. Elas voltarão ao patamar anterior? Dificilmente, dizem os especialistas. “A exemplo do que ocorreu no mercado imobiliário, houve uma bolha de preços nas commodities agrícolas”, afirma o economista Fábio Silveira, da RC Consultores, empresa especializada em análises do mercado do agronegócio. Nesse novo cenário, tão importante quanto remover os obstáculos ao livre comércio é se preocupar com a busca contínua da eficiência. Estradas decrépitas e portos abarrotados são poderosos venenos para a competitividade internacional do agronegócio brasileiro. “Nos tempos

em que todos estavam comprando e os preços subiam a cada dia, esse tipo de deficiência não pesava tanto no resultado final da operação”, afirma Liones Severo, gerente comercial da Chinatex, a maior importadora de soja brasileira no mundo. “Agora, considerando um novo cenário, muito mais disputado entre os exportadores internacionais, as falhas de infraestrutura significarão prejuízo.” É a lição de casa que o Brasil precisa fazer com urgência para poder conquistar novas fronteiras no comércio mundial do agronegócio. Com reportagem de Ana Luiza Daltro

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 141

6/26/09 9:48:59 PM


MAIOR ES EMPRESAS As próximas páginas trazem a lista das 500 maiores companhias do país em vendas. Juntas, elas faturaram 846 bilhões de dólares em 2008, um crescimento de 5% em relação a 2007. Veja também quais foram as empresas mais rentáveis, as maiores em patrimônio, as que mais pagaram impostos e salários, as maiores em receitas líquidas, as que mais criaram riqueza, as mais endividadas, as que entraramno vermelho, as que mais encolheram e as que tiveram os maiores prejuízos, entre outros destaques.

500.indd 2

6/26/09 9:53:17 PM


A companhia faturou 15 bilhões de dólares em 2008, o que representou um crescimento de 35% em sua receita

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | VENDAS

1 2 5 3 7 4 8 11 14 21 6 9 10 12 29 13 18 15 25 19 24 16 28 17 44 22 20 27 26 38 23 32 36 31 45 34 39 37 35 33 30 43 42 47 49 54 58 41 57 46

Petrobras2,6, Rio de Janeiro, RJ BR Distribuidora2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Vale2,6, Rio de Janeiro, RJ Volkswagen2, São Bernardo do Campo, SP Fiat2,6, Betim, MG Ambev2,6,B, São Paulo, SP General Motors1, São Caetano do Sul, SP Shell2,6, Rio de Janeiro, RJ Bunge Alimentos2,6, Gaspar, SC Carrefour2, São Paulo, SP Ipiranga3,6, Rio de Janeiro, RJ Telefônica2,6, São Paulo, SP Telemar2,6,B, Rio de Janeiro, RJ Vivo2,6,B, Londrina, PR Wal-Mart2,B, Barueri, SP Braskem2,6, Camaçari, BA Pão de Açúcar2,6, São Paulo, SP Brasil Telecom3,6, Brasília, DF Cargill2,6,B, São Paulo, SP TIM Celular3,6, São Paulo, SP CSN2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Ford1, São Bernardo do Campo, SP Mercedes-Benz2, São Bernardo do Campo, SP Casas Bahia1, São Caetano do Sul, SP ArcelorMittal2,6,B, Belo Horizonte, MG Refap2,6, Canoas, RS Texaco1, Rio de Janeiro, RJ Claro2,6, São Paulo, SP Embratel2,6, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Aços Longos2,6,B, Rio de Janeiro, RJ AES Eletropaulo2,6,8, São Paulo, SP Usiminas2,6,8,B, Belo Horizonte, MG Sadia2,6, Concórdia, SC Souza Cruz2,6, Rio de Janeiro, RJ Eletrobrás3,6, Brasília, DF E.C.T.2,6, Brasília, DF TAM2,6, São Paulo, SP Embraer2,6, São José dos Campos, SP Esso1, Rio de Janeiro, RJ Unilever2, São Paulo, SP Cemig Distribuição2,6, Belo Horizonte, MG Moto Honda2, Manaus, AM Cosipa2,6, São Paulo, SP Toyota1, São Bernardo do Campo, SP Perdigão Agroindustrial2, São Paulo, SP Bunge Fertilizantes2,6, São Paulo, SP Honda Automóveis2, Sumaré, SP Light Sesa2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Itaipu Binacional2, Brasília, DF ArcelorMittal Tubarão2,6, Serra, ES

Energia Atacado Mineração Autoindústria Autoindústria Bens de Consumo Autoindústria Atacado Bens de Consumo Varejo Atacado Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Varejo Química e Petroquímica Varejo Telecomunicações Bens de Consumo Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Autoindústria Varejo Siderurgia e Metalurgia Química e Petroquímica Atacado Telecomunicações Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Energia Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Bens de Consumo Energia Serviços Transporte Autoindústria Atacado Bens de Consumo Energia Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Bens de Consumo Química e Petroquímica Autoindústria Energia Energia Siderurgia e Metalurgia

92 409,2 28 888,0 15 296,8 14 414,3 11 452,0 11 239,3 10 731,5 10 191,0 10 112,4 9 978,9 9 854,1 9 652,9 9 141,0 8 823,6 7 528,5 7 161,6 6 411,0 6 393,1 6 207,8 6 206,3 6 155,8 6 128,5 6 111,9 6 039,7 5 954,9 5 948,2 5 867,4 5 657,5 5 590,8 5 365,0 5 218,3 5 096,6 5 007,2 4 869,3 4 852,6 4 804,5 4 770,1 4 765,3 4 658,5 4 569,7 4 451,6 3 903,6 3 874,8 3 848,1 3 776,7 3 650,0 3 521,2 3 505,5 3 423,8 3 390,3

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

9,8 11,4 34,8 NA 1,4 -10,6 NA 6,7 49,6 NA -13,1 -4,4 -9,3 1,2 NA -16,4 1,5 -4,7 13,3 -1,1 11,7 NA NA NA NA 2,9 NA 5,2 3,1 25,8 -6,6 4,8 11,1 -0,2 30,0 0,3 16,7 5,5 NA NA -9,0 NA 0,4 NA NA 26,0 NA -9,7 NA -3,4

14 124,3 442,1 4 772,0 NI 803,7 667,6 NI -259,8 -10,3 NI 79,2 1 046,5 354,9 524,0 NI -1 084,3 81,1 444,0 -193,7 40,4 1 644,7 NI NI NI 701,4 -822,4 NI 229,6 257,2 576,3 561,2 828,7 -1 356,9 470,5 184,3 298,9 -855,8 167,4 NI NI 315,9 NI 548,2 NI NI -64,7 NI 423,5 NI 347,8

15 605,3 551,6 9 105,3 NI 801,6 1 309,1 NI -209,9 0,9 NI 137,2 1 035,5 650,6 425,4 NI -1 072,7 111,4 440,7 -164,0 78,7 2 000,7 NI NI NI 1 100,2 -608,4 NI 442,1 295,4 621,6 439,5 1 390,2 -1 067,1 518,7 2 625,8 342,8 -584,0 175,2 NI NI 303,5 NI 512,3 NI NI 80,8 NI 392,9 NI 496,3

64 055,1 3 231,8 42 919,4 NI 658,7 7 544,5 NI 1 062,6 1 000,2 NI 1 115,5 4 629,4 4 535,8 3 315,4 NI 1 830,3 2 452,9 2 818,7 152,2 3 555,4 3 289,4 NI NI NI 6 970,9 221,9 NI 3 642,0 3 363,6 2 467,5 1 875,2 6 600,9 220,8 760,7 36 638,9 1 385,0 284,3 2 647,3 NI NI 1 193,2 NI 2 348,7 NI NI 1 045,1 NI 1 205,0 NI 310,7

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

61 639,3 3 157,3 41 196,0 NI 602,4 7 393,3 NI 923,3 934,2 NI 1 095,2 4 298,5 4 272,3 3 045,5 NI 1 579,8 2 314,0 2 670,5 122,2 3 332,8 2 887,7 NI NI NI 6 731,2 99,4 NI 3 332,2 3 156,0 2 359,6 1 648,9 6 465,9 119,0 737,4 36 636,0 1 328,5 255,2 2 585,9 NI NI 1 059,5 NI 2 195,2 NI NI 1 014,6 NI 1 043,8 NI 112,7

20,7 12,1 10,5 NI NA 7,5 NI -24,4 -1,0 NI 6,9 18,2 5,2 15,1 NI -59,2 3,3 15,0 -127,2 1,1 40,0 NI NI NI 8,3 -370,6 NI 6,2 7,5 21,2 24,2 11,7 -516,8 36,9 0,5 19,3 -301,0 6,1 NI NI 21,4 NI 21,8 NI NI -6,0 NI 30,0 NI NA

LEGAL (em %)

LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ (em nO LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) índice) milhões) GADOS milhões) (em US$ (em %) milhões)

23,7 -25 863,1 15,4 1 604,3 20,9 3 528,0 NI NI NA -207,6 14,9 -2 004,9 NI NI -22,7 -162,8 0,1 -324,1 NI NI 12,2 440,2 19,2 201,7 9,9 2 103,6 13,3 114,5 NI NI -67,9 30,1 4,8 411,6 15,7 -140,4 -134,2 258,2 2,3 -301,7 53,9 2 808,0 NI NI NI NI NI NI 13,4 357,7 -612,0 -1 073,2 NI NI 13,0 -926,7 9,2 -119,9 23,8 -208,4 21,0 154,5 20,0 2 166,5 -663,6 -833,9 41,4 265,0 7,0 4 937,7 23,0 32,9 -228,9 -294,8 6,5 1 418,5 NI NI NI NI 22,6 321,4 NI NI 21,7 704,0 NI NI NI NI 7,8 -711,5 NI NI 31,4 485,1 NI NI NA NA

milhões)

0,94 1,85 0,44 NI 0,77 0,47 NI 0,50 0,95 NI 1,40 0,74 0,57 0,79 NI 0,52 0,87 0,72 0,56 0,65 0,59 NI NI NI 0,55 0,37 NI 0,60 0,81 0,81 0,62 1,01 0,63 0,78 2,74 1,37 0,41 1,02 NI NI 0,72 NI 0,93 NI NI 1,15 NI 0,82 NI NA

53,1 37,5 43,6 NI 79,6 47,0 NI 74,8 76,8 NI 43,9 47,5 71,9 59,9 NI 82,3 50,7 60,7 92,5 48,8 80,5 NI NI NI 52,7 91,7 NI 48,6 42,6 43,6 68,4 34,1 96,0 64,7 22,0 53,7 94,8 67,2 NI NI 72,3 NI 46,1 NI NI 71,9 NI 69,9 NI 26,8

18,1 50 962,1 10,3 4 752,7 33,0 8 184,4 NI NI 34,9 3 066,7 20,3 4 939,2 NI NI 52,3 687,7 16,2 975,3 NI NI 28,4 437,2 21,3 4 663,2 52,0 4 354,3 24,4 3 275,4 NI NI 48,9 26,7 27,5 1 102,7 33,6 3 313,9 55,3 778,0 14,7 1 858,9 61,4 4 627,3 NI NI NI NI NI NI 35,6 819,5 23,8 720,2 NI NI 10,3 NI 14,2 2 303,3 13,0 2 576,4 42,2 2 460,9 24,7 1 850,6 46,0 1 298,3 32,8 3 410,4 15,6 254,8 23,7 3 150,9 63,5 1 727,8 30,1 974,0 NI NI NI NI 38,1 2 692,0 NI NI 23,3 1 519,0 NI NI NI NI 5,0 407,2 NI NI 47,7 1 796,2 NI NI 20,5 919,1

55 199 3 541 37 887 22 018 14 097 18 695 23 705 1 630 5 389 65 144 NI 5 617 10 982 5 826 75 000 4 773 70 656 NI 5 631 NI 11 361 10 230 14 000 NI 9 328 832 NI 8 088 7 373 11 232 4 141 10 338 60 641 7 039 1 182 112 331 23 705 20 608 NI 12 000 8 031 10 688 5 738 3 290 42 853 3 181 3 559 3 436 3 255 166

967,0 1 330,4 229,6 NI 206,9 248,1 NI 430,1 181,9 NI NI 712,8 416,3 573,3 NI 6,5 16,1 NI 138,9 NI 427,9 NI NI NI 118,7 889,1 NI NI 319,1 233,8 587,2 199,8 22,8 477,8 240,9 28,5 79,8 47,8 NI NI 329,3 NI 267,5 NI NI 126,4 NI 508,6 NI 411,0

4 000,3 249,7 NI 927,3 309,0 284,0 896,3 140,6 130,2 NI NI 304,6 NI 216,2 NI 228,6 495,2 NI 157,7 NI 290,0 NI NI NI 270,6 57,3 NI NI 284,3 329,3 215,5 261,1 586,9 230,2 NI 2 001,9 652,7 782,7 NI NI 332,1 NI 179,1 NI 379,2 125,9 NI 82,9 256,9 163,0

20 553,1 26 091,2 5 148,8 820,3 686,1 7 542,1 3 306,5 NI 2 836,1 1 266,6 3 720,4 1 894,6 2 373,6 NI 566,0 374,2 489,6 370,8 NI NI 222,6 219,7 2 466,4 2 708,4 2 696,8 2 109,9 1 777,7 1 843,9 NI NI 1 491,9 655,1 883,5 407,8 1 696,1 1 674,3 337,1 322,8 1 361,7 862,5 1 377,3 2 106,5 NI NI 1 112,7 NI NI NI 1 084,6 1 414,6 1 545,4 -157,7 NI NI 1 181,6 946,1 1 463,6 884,4 999,0 1 296,5 1 448,8 725,7 1 174,5 1 225,8 518,0 253,5 2 551,7 670,5 NI 460,6 186,9 543,6 137,9 480,2 4,3 571,3 NI NI NI NI 1 385,7 705,3 NI NI 887,4 1 179,4 493,8 NI 386,2 NI 76,0 390,4 NI NI 1 240,2 562,3 NI NI 520,4 926,2

% da receita da Bunge Alimentos foi obtida com exportações, o equivalente a 6,2 bilhões de dólares EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

15 651,2 719,9 11 065,5 1 954,5 826,4 11,7 1 387,5 880,9 6 227,1 NI 806,6 NI 4 093,7 NI 426,7 NI 1 565,2 NI 1 153,8 504,2 NI 417,0 379,5 2 112,1 481,4 NI 1 414,8 4 648,6 NI NI 628,2 499,4 1 575,7 110,5 NI 179,7 1 274,2

16,9 2,5 72,3 13,6 7,2 0,1 12,9 8,6 61,6 NI 11,3 NI 65,9 NI 6,9 NI 25,6 NI 19,4 8,5 NI 7,8 7,4 42,2 9,9 NI 29,7 97,6 NI NI 16,2 13,0 41,7 3,0 NI 5,2 37,6

Estatal Estatal Brasileiro Alemão Italiano Belga Americano Anglo-holandês Holandês Francês Brasileiro Espanhol Brasileiro Luso-espanhol Americano Brasileiro Franco-brasileiro Brasileiro Americano Italiano Brasileiro Americano Alemão Brasileiro Anglo/Indiano Estatal Americano Mexicano Mexicano Brasileiro Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Inglês Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Anglo-holandês Estatal Japonês Brasileiro Japonês Brasileiro Holandês Japonês Brasileiro Estatal Inglês

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

| 1 - 50

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

62

3O– VALE

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

146 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 001-050 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 147

6/26/09 8:13:17 PM


A companhia faturou 15 bilhões de dólares em 2008, o que representou um crescimento de 35% em sua receita

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | VENDAS

1 2 5 3 7 4 8 11 14 21 6 9 10 12 29 13 18 15 25 19 24 16 28 17 44 22 20 27 26 38 23 32 36 31 45 34 39 37 35 33 30 43 42 47 49 54 58 41 57 46

Petrobras2,6, Rio de Janeiro, RJ BR Distribuidora2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Vale2,6, Rio de Janeiro, RJ Volkswagen2, São Bernardo do Campo, SP Fiat2,6, Betim, MG Ambev2,6,B, São Paulo, SP General Motors1, São Caetano do Sul, SP Shell2,6, Rio de Janeiro, RJ Bunge Alimentos2,6, Gaspar, SC Carrefour2, São Paulo, SP Ipiranga3,6, Rio de Janeiro, RJ Telefônica2,6, São Paulo, SP Telemar2,6,B, Rio de Janeiro, RJ Vivo2,6,B, Londrina, PR Wal-Mart2,B, Barueri, SP Braskem2,6, Camaçari, BA Pão de Açúcar2,6, São Paulo, SP Brasil Telecom3,6, Brasília, DF Cargill2,6,B, São Paulo, SP TIM Celular3,6, São Paulo, SP CSN2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Ford1, São Bernardo do Campo, SP Mercedes-Benz2, São Bernardo do Campo, SP Casas Bahia1, São Caetano do Sul, SP ArcelorMittal2,6,B, Belo Horizonte, MG Refap2,6, Canoas, RS Texaco1, Rio de Janeiro, RJ Claro2,6, São Paulo, SP Embratel2,6, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Aços Longos2,6,B, Rio de Janeiro, RJ AES Eletropaulo2,6,8, São Paulo, SP Usiminas2,6,8,B, Belo Horizonte, MG Sadia2,6, Concórdia, SC Souza Cruz2,6, Rio de Janeiro, RJ Eletrobrás3,6, Brasília, DF E.C.T.2,6, Brasília, DF TAM2,6, São Paulo, SP Embraer2,6, São José dos Campos, SP Esso1, Rio de Janeiro, RJ Unilever2, São Paulo, SP Cemig Distribuição2,6, Belo Horizonte, MG Moto Honda2, Manaus, AM Cosipa2,6, São Paulo, SP Toyota1, São Bernardo do Campo, SP Perdigão Agroindustrial2, São Paulo, SP Bunge Fertilizantes2,6, São Paulo, SP Honda Automóveis2, Sumaré, SP Light Sesa2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Itaipu Binacional2, Brasília, DF ArcelorMittal Tubarão2,6, Serra, ES

Energia Atacado Mineração Autoindústria Autoindústria Bens de Consumo Autoindústria Atacado Bens de Consumo Varejo Atacado Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Varejo Química e Petroquímica Varejo Telecomunicações Bens de Consumo Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Autoindústria Varejo Siderurgia e Metalurgia Química e Petroquímica Atacado Telecomunicações Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Energia Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Bens de Consumo Energia Serviços Transporte Autoindústria Atacado Bens de Consumo Energia Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Bens de Consumo Química e Petroquímica Autoindústria Energia Energia Siderurgia e Metalurgia

92 409,2 28 888,0 15 296,8 14 414,3 11 452,0 11 239,3 10 731,5 10 191,0 10 112,4 9 978,9 9 854,1 9 652,9 9 141,0 8 823,6 7 528,5 7 161,6 6 411,0 6 393,1 6 207,8 6 206,3 6 155,8 6 128,5 6 111,9 6 039,7 5 954,9 5 948,2 5 867,4 5 657,5 5 590,8 5 365,0 5 218,3 5 096,6 5 007,2 4 869,3 4 852,6 4 804,5 4 770,1 4 765,3 4 658,5 4 569,7 4 451,6 3 903,6 3 874,8 3 848,1 3 776,7 3 650,0 3 521,2 3 505,5 3 423,8 3 390,3

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

9,8 11,4 34,8 NA 1,4 -10,6 NA 6,7 49,6 NA -13,1 -4,4 -9,3 1,2 NA -16,4 1,5 -4,7 13,3 -1,1 11,7 NA NA NA NA 2,9 NA 5,2 3,1 25,8 -6,6 4,8 11,1 -0,2 30,0 0,3 16,7 5,5 NA NA -9,0 NA 0,4 NA NA 26,0 NA -9,7 NA -3,4

14 124,3 442,1 4 772,0 NI 803,7 667,6 NI -259,8 -10,3 NI 79,2 1 046,5 354,9 524,0 NI -1 084,3 81,1 444,0 -193,7 40,4 1 644,7 NI NI NI 701,4 -822,4 NI 229,6 257,2 576,3 561,2 828,7 -1 356,9 470,5 184,3 298,9 -855,8 167,4 NI NI 315,9 NI 548,2 NI NI -64,7 NI 423,5 NI 347,8

15 605,3 551,6 9 105,3 NI 801,6 1 309,1 NI -209,9 0,9 NI 137,2 1 035,5 650,6 425,4 NI -1 072,7 111,4 440,7 -164,0 78,7 2 000,7 NI NI NI 1 100,2 -608,4 NI 442,1 295,4 621,6 439,5 1 390,2 -1 067,1 518,7 2 625,8 342,8 -584,0 175,2 NI NI 303,5 NI 512,3 NI NI 80,8 NI 392,9 NI 496,3

64 055,1 3 231,8 42 919,4 NI 658,7 7 544,5 NI 1 062,6 1 000,2 NI 1 115,5 4 629,4 4 535,8 3 315,4 NI 1 830,3 2 452,9 2 818,7 152,2 3 555,4 3 289,4 NI NI NI 6 970,9 221,9 NI 3 642,0 3 363,6 2 467,5 1 875,2 6 600,9 220,8 760,7 36 638,9 1 385,0 284,3 2 647,3 NI NI 1 193,2 NI 2 348,7 NI NI 1 045,1 NI 1 205,0 NI 310,7

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

61 639,3 3 157,3 41 196,0 NI 602,4 7 393,3 NI 923,3 934,2 NI 1 095,2 4 298,5 4 272,3 3 045,5 NI 1 579,8 2 314,0 2 670,5 122,2 3 332,8 2 887,7 NI NI NI 6 731,2 99,4 NI 3 332,2 3 156,0 2 359,6 1 648,9 6 465,9 119,0 737,4 36 636,0 1 328,5 255,2 2 585,9 NI NI 1 059,5 NI 2 195,2 NI NI 1 014,6 NI 1 043,8 NI 112,7

20,7 12,1 10,5 NI NA 7,5 NI -24,4 -1,0 NI 6,9 18,2 5,2 15,1 NI -59,2 3,3 15,0 -127,2 1,1 40,0 NI NI NI 8,3 -370,6 NI 6,2 7,5 21,2 24,2 11,7 -516,8 36,9 0,5 19,3 -301,0 6,1 NI NI 21,4 NI 21,8 NI NI -6,0 NI 30,0 NI NA

LEGAL (em %)

LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ (em nO LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) índice) milhões) GADOS milhões) (em US$ (em %) milhões)

23,7 -25 863,1 15,4 1 604,3 20,9 3 528,0 NI NI NA -207,6 14,9 -2 004,9 NI NI -22,7 -162,8 0,1 -324,1 NI NI 12,2 440,2 19,2 201,7 9,9 2 103,6 13,3 114,5 NI NI -67,9 30,1 4,8 411,6 15,7 -140,4 -134,2 258,2 2,3 -301,7 53,9 2 808,0 NI NI NI NI NI NI 13,4 357,7 -612,0 -1 073,2 NI NI 13,0 -926,7 9,2 -119,9 23,8 -208,4 21,0 154,5 20,0 2 166,5 -663,6 -833,9 41,4 265,0 7,0 4 937,7 23,0 32,9 -228,9 -294,8 6,5 1 418,5 NI NI NI NI 22,6 321,4 NI NI 21,7 704,0 NI NI NI NI 7,8 -711,5 NI NI 31,4 485,1 NI NI NA NA

milhões)

0,94 1,85 0,44 NI 0,77 0,47 NI 0,50 0,95 NI 1,40 0,74 0,57 0,79 NI 0,52 0,87 0,72 0,56 0,65 0,59 NI NI NI 0,55 0,37 NI 0,60 0,81 0,81 0,62 1,01 0,63 0,78 2,74 1,37 0,41 1,02 NI NI 0,72 NI 0,93 NI NI 1,15 NI 0,82 NI NA

53,1 37,5 43,6 NI 79,6 47,0 NI 74,8 76,8 NI 43,9 47,5 71,9 59,9 NI 82,3 50,7 60,7 92,5 48,8 80,5 NI NI NI 52,7 91,7 NI 48,6 42,6 43,6 68,4 34,1 96,0 64,7 22,0 53,7 94,8 67,2 NI NI 72,3 NI 46,1 NI NI 71,9 NI 69,9 NI 26,8

18,1 50 962,1 10,3 4 752,7 33,0 8 184,4 NI NI 34,9 3 066,7 20,3 4 939,2 NI NI 52,3 687,7 16,2 975,3 NI NI 28,4 437,2 21,3 4 663,2 52,0 4 354,3 24,4 3 275,4 NI NI 48,9 26,7 27,5 1 102,7 33,6 3 313,9 55,3 778,0 14,7 1 858,9 61,4 4 627,3 NI NI NI NI NI NI 35,6 819,5 23,8 720,2 NI NI 10,3 NI 14,2 2 303,3 13,0 2 576,4 42,2 2 460,9 24,7 1 850,6 46,0 1 298,3 32,8 3 410,4 15,6 254,8 23,7 3 150,9 63,5 1 727,8 30,1 974,0 NI NI NI NI 38,1 2 692,0 NI NI 23,3 1 519,0 NI NI NI NI 5,0 407,2 NI NI 47,7 1 796,2 NI NI 20,5 919,1

55 199 3 541 37 887 22 018 14 097 18 695 23 705 1 630 5 389 65 144 NI 5 617 10 982 5 826 75 000 4 773 70 656 NI 5 631 NI 11 361 10 230 14 000 NI 9 328 832 NI 8 088 7 373 11 232 4 141 10 338 60 641 7 039 1 182 112 331 23 705 20 608 NI 12 000 8 031 10 688 5 738 3 290 42 853 3 181 3 559 3 436 3 255 166

967,0 1 330,4 229,6 NI 206,9 248,1 NI 430,1 181,9 NI NI 712,8 416,3 573,3 NI 6,5 16,1 NI 138,9 NI 427,9 NI NI NI 118,7 889,1 NI NI 319,1 233,8 587,2 199,8 22,8 477,8 240,9 28,5 79,8 47,8 NI NI 329,3 NI 267,5 NI NI 126,4 NI 508,6 NI 411,0

4 000,3 249,7 NI 927,3 309,0 284,0 896,3 140,6 130,2 NI NI 304,6 NI 216,2 NI 228,6 495,2 NI 157,7 NI 290,0 NI NI NI 270,6 57,3 NI NI 284,3 329,3 215,5 261,1 586,9 230,2 NI 2 001,9 652,7 782,7 NI NI 332,1 NI 179,1 NI 379,2 125,9 NI 82,9 256,9 163,0

20 553,1 26 091,2 5 148,8 820,3 686,1 7 542,1 3 306,5 NI 2 836,1 1 266,6 3 720,4 1 894,6 2 373,6 NI 566,0 374,2 489,6 370,8 NI NI 222,6 219,7 2 466,4 2 708,4 2 696,8 2 109,9 1 777,7 1 843,9 NI NI 1 491,9 655,1 883,5 407,8 1 696,1 1 674,3 337,1 322,8 1 361,7 862,5 1 377,3 2 106,5 NI NI 1 112,7 NI NI NI 1 084,6 1 414,6 1 545,4 -157,7 NI NI 1 181,6 946,1 1 463,6 884,4 999,0 1 296,5 1 448,8 725,7 1 174,5 1 225,8 518,0 253,5 2 551,7 670,5 NI 460,6 186,9 543,6 137,9 480,2 4,3 571,3 NI NI NI NI 1 385,7 705,3 NI NI 887,4 1 179,4 493,8 NI 386,2 NI 76,0 390,4 NI NI 1 240,2 562,3 NI NI 520,4 926,2

% da receita da Bunge Alimentos foi obtida com exportações, o equivalente a 6,2 bilhões de dólares EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

15 651,2 719,9 11 065,5 1 954,5 826,4 11,7 1 387,5 880,9 6 227,1 NI 806,6 NI 4 093,7 NI 426,7 NI 1 565,2 NI 1 153,8 504,2 NI 417,0 379,5 2 112,1 481,4 NI 1 414,8 4 648,6 NI NI 628,2 499,4 1 575,7 110,5 NI 179,7 1 274,2

16,9 2,5 72,3 13,6 7,2 0,1 12,9 8,6 61,6 NI 11,3 NI 65,9 NI 6,9 NI 25,6 NI 19,4 8,5 NI 7,8 7,4 42,2 9,9 NI 29,7 97,6 NI NI 16,2 13,0 41,7 3,0 NI 5,2 37,6

Estatal Estatal Brasileiro Alemão Italiano Belga Americano Anglo-holandês Holandês Francês Brasileiro Espanhol Brasileiro Luso-espanhol Americano Brasileiro Franco-brasileiro Brasileiro Americano Italiano Brasileiro Americano Alemão Brasileiro Anglo/Indiano Estatal Americano Mexicano Mexicano Brasileiro Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Inglês Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Anglo-holandês Estatal Japonês Brasileiro Japonês Brasileiro Holandês Japonês Brasileiro Estatal Inglês

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

| 1 - 50

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

62

3O– VALE

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

146 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 001-050 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 147

6/26/09 8:13:17 PM


1,1

A empresa obteve em 2008 uma receita de 2 bilhões de dólares e um lucro de 112 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 51 - 100 MAIORES | VENDAS

62 56 84 50 52 48 59 51 53 65 60 317 61 69 105 79 76 68 77 · 66 83 85 70 130 116 81 88 67 64 72 93 75 63 73 82 78 119 104 128 80 55 174 148 99 92 91 87 143 89

Peugeot Citroën2, Rio de Janeiro, RJ Oi2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Açominas3,6, Ouro Branco, MG Sabesp2,6, São Paulo, SP Whirlpool2,6,B, São Paulo, SP CPFL - Paulista2,6,8,B, Campinas, SP Furnas2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Nestlé1, São Paulo, SP Copel DIS2,6,8, Curitiba, PR Renault2,6, São José dos Pinhais, PR Ale2,6,B, Natal, RN Bertin2,6, Lins, SP Globo2,6, Rio de Janeiro, RJ Chesf2,6,8, Recife, PE Nokia2, Manaus, AM LDC2,6, São Paulo, SP JBS3,6,8, São Paulo, SP Basf2,6,B, São Paulo, SP ADM1, São Paulo, SP Votorantim Cimentos2,6, Votorantim, SP TIM-NE3,6, Jaboatão dos Guararapes, PE Comgás3,6,8, São Paulo, SP Samsung1,6, Manaus, AM Makro2,6, São Paulo, SP Case New Holland1,B, Contagem, MG Odebrecht2,6, Rio de Janeiro, RJ Lojas Americanas2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Suzano2,6,B, Salvador, BA Robert Bosch2, Campinas, SP Celesc Distribuição2,6, Florianópolis, SC Copersucar2,6,7, São Paulo, SP Volvo2,B, Curitiba, PR Coelba2,6,8,B, Salvador, BA ArcelorMittal Inox3,6, Belo Horizonte, MG Eletronorte2,6,B, Brasília, DF Natura2,6,B, Itapecerica da Serra, SP HP1,B, Barueri, SP Mitsubishi Motors2, São Paulo, SP Coamo2, Campo Mourão, PR Camargo Corrêa2,6, São Paulo, SP Ponto Frio2,6, Rio de Janeiro, RJ IBM1, São Paulo, SP Americel2,6,8, Brasília, DF Samarco2,6,8, Belo Horizonte, MG B2W2,6,8, Osasco, SP Kraft Foods2,6, Curitiba, PR Casas Pernambucanas-SP2,6, São Paulo, SP Transpetro2,6, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Comercial de Aços2,6, Porto Alegre, RS Pirelli Pneus1, Feira de Santana, BA

Autoindústria Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Serviços Eletroeletrônico Energia Energia Bens de Consumo Energia Autoindústria Atacado Bens de Consumo Comunicações Energia Eletroeletrônico Produção Agropecuária Bens de Consumo Química e Petroquímica Produção Agropecuária Indústria da Construção Telecomunicações Energia Eletroeletrônico Atacado Autoindústria Indústria da Construção Varejo Papel e Celulose Autoindústria Energia Energia Autoindústria Energia Siderurgia e Metalurgia Energia Bens de Consumo Indústria Digital Autoindústria Produção Agropecuária Indústria da Construção Varejo Indústria Digital Telecomunicações Mineração Varejo Bens de Consumo Varejo Transporte Siderurgia e Metalurgia Autoindústria

3 341,3 3 320,3 3 287,1 3 037,1 2 991,2 2 965,2 2 804,0 2 797,8 2 781,8 2 704,5 2 700,3 2 691,5 2 676,9 2 504,9 2 468,7 2 464,8 2 396,4 2 390,4 2 353,7 2 283,7 2 257,4 2 229,0 2 218,7 2 216,7 2 213,5 2 172,9 2 168,7 2 166,8 2 164,1 2 128,5 2 087,8 2 087,2 2 067,6 2 040,6 2 035,0 2 032,1 2 031,3 2 023,8 2 007,9 1 984,6 1 982,9 1 954,0 1 925,6 1 888,6 1 870,6 1 802,8 1 792,6 1 791,2 1 776,5 1 732,0

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

NI 261,5 144,9 301,8 283,9 252,6 194,5 NI 232,9 15,0 -0,2 -291,8 202,6 615,0 NI 14,1 11,1 108,2 NI 234,3 259,0 220,0 67,2 42,6 NI 252,0 49,9 -186,0 NI 56,8 -0,3 NI 348,7 16,4 -1 037,5 225,0 NI NI 135,1 129,3 7,1 NI 57,1 453,5 33,1 117,0 23,0 162,2 53,2 NI

NI 3 936,5 1 892,8 4 834,7 696,0 534,8 6 370,8 NI 1 783,5 603,6 57,7 1 469,6 1 533,9 6 053,4 NI 606,0 2 673,6 627,8 NI 1 329,4 1 202,9 565,6 257,0 185,4 NI 1 083,0 165,8 1 808,3 NI 665,0 120,2 NI 1 500,5 757,2 3 144,2 305,5 NI NI 732,6 665,3 325,7 NI 474,1 359,6 107,8 181,6 202,1 869,2 298,4 NI

NI 3 768,5 1 726,1 4 360,1 672,8 466,6 5 902,5 NI 1 694,0 558,2 50,6 1 357,3 1 438,9 5 532,3 NI 594,0 2 624,9 611,4 NI 1 302,3 1 135,5 486,6 250,9 177,8 NI 1 074,1 137,6 1 615,3 NI 612,8 118,5 NI 1 385,1 691,4 2 648,1 304,3 NI NI 721,7 651,7 319,1 NI 445,3 254,2 95,5 170,1 191,3 839,0 295,5 NI

2008 2007

51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

LUCRO

CRESCIMENTO

NA 18,2 31,8 -4,7 0,4 -12,6 2,0 NA -5,0 13,8 -1,6 NA 1,2 7,7 NA 18,6 9,2 2,8 NA 31,1 -4,7 11,2 12,3 -2,0 NA NA 6,7 15,7 NA -10,7 -5,7 NA -6,0 -16,9 -7,6 0,7 NA NA 22,3 46,3 -3,9 NA 77,3 NA 11,6 0,3 -3,1 -4,8 44,7 NA

NI 202,6 158,9 492,6 184,3 297,0 211,6 NI 202,0 65,4 1,0 -234,9 159,3 624,5 NI -58,7 -91,6 81,9 NI 171,6 156,7 258,1 -37,0 32,4 NI 63,9 66,5 -172,5 NI 76,9 -11,6 NI 301,2 -62,8 -757,5 191,8 NI NI 111,2 112,6 -15,7 NI 41,5 465,6 37,1 98,8 13,5 146,3 37,9 NI

NI 5,1 7,5 9,9 18,3 37,7 3,3 NI 10,9 NA 1,6 -16,0 8,7 9,9 NI -9,2 -3,4 12,4 NI 9,2 12,3 35,2 -14,4 15,9 NI 5,4 37,2 -9,5 NI 11,3 -9,0 NI 16,9 -5,0 -24,1 36,9 NI NI 14,5 16,2 -4,8 NI 8,0 NA 32,1 29,6 6,4 NA 11,9 NI

LEGAL (em %)

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

NI 6,9 7,5 6,7 28,8 35,1 3,2 NI 13,2 NA -0,4 -21,5 11,7 10,7 NI 2,3 0,4 16,8 NI 12,8 21,4 33,6 NA 21,8 NI 21,3 33,1 -11,5 NI 9,0 -0,2 NI 20,9 1,4 -39,2 43,4 NI NI 17,8 18,9 2,2 NI 11,7 NA 32,1 36,3 11,5 16,8 16,9 NI

NI 925,8 -1 696,4 -334,7 125,9 -155,7 -93,6 NI 205,2 181,7 54,2 851,4 559,5 53,8 NI 124,6 497,0 394,0 NI -185,7 274,9 -161,4 177,9 -85,6 NI 461,9 72,8 891,7 NI 204,1 -56,5 NI 79,6 226,5 69,8 -18,3 NI NI 560,5 227,9 140,3 NI 41,2 -536,1 146,6 87,3 61,0 281,6 246,9 NI

milhões)

NI 1,61 0,71 0,43 1,06 0,73 0,61 NI 1,33 0,90 0,77 0,73 0,99 0,35 NI 0,85 0,91 1,37 NI 0,20 1,20 0,47 1,21 0,81 NI 2,14 0,64 0,60 NI 0,85 0,95 NI 0,72 0,56 0,23 0,80 NI NI 1,71 1,46 1,29 NI 1,00 0,38 0,87 1,01 0,96 1,35 2,30 NI

NI 27,3 67,4 48,2 55,3 77,0 32,2 NI 37,8 57,6 86,9 65,8 54,7 31,5 NI 69,2 46,8 59,2 NI 66,1 46,5 69,1 69,6 69,0 NI 37,4 90,3 68,6 NI 59,4 93,9 NI 43,7 63,7 62,3 58,9 NI NI 49,4 47,7 60,4 NI 56,3 85,6 88,8 71,2 74,2 39,4 39,3 NI

NI 13,2 21,0 34,3 13,6 42,1 21,0 NI 21,0 20,4 51,6 42,0 27,3 22,2 NI 26,8 29,1 12,8 NI 50,9 8,5 29,8 13,5 3,1 NI 13,7 40,1 51,8 NI 33,7 58,4 NI 26,3 49,3 51,6 12,7 NI NI 9,0 13,6 11,7 NI 6,0 38,2 28,9 27,2 18,8 6,4 0,8 NI

NI NI 1 259,3 1 793,5 983,6 1 386,1 929,8 NI 1 533,2 NI 99,5 706,7 NI 1 642,5 NI NI 375,8 632,4 NI NI 795,7 575,2 873,3 162,6 NI 785,2 510,5 620,7 NI 1 099,9 NI NI 1 207,8 600,4 623,1 653,3 NI NI 228,2 1 021,7 473,4 NI 565,7 974,0 190,8 462,7 413,3 1 123,0 547,9 NI

4 073 NI 6 224 16 649 15 784 3 127 4 724 NI 6 508 4 501 862 29 607 NI 5 535 1 700 1 986 55 000 3 496 NI 7 020 NI 952 2 779 5 624 3 714 81 991 13 459 3 540 10 646 3 863 175 2 919 2 646 NI 3 725 1 558 2 745 1 997 4 423 26 151 12 129 17 400 1 208 2 032 1 435 8 779 14 851 6 420 1 835 NI

NI NI 201,7 107,1 61,2 450,4 200,9 NI 236,2 NI 125,8 25,7 NI 294,0 NI NI 7,5 190,4 NI NI NI 635,2 358,8 31,5 NI 12,2 38,2 175,2 NI 282,4 NI NI 450,2 NI 169,8 407,3 NI NI 53,1 39,7 41,8 NI 474,2 516,0 147,6 52,8 25,8 182,2 316,1 NI

NI NI 183,3 485,5 132,3 100,8 283,8 NI 196,0 NI 22,4 249,9 NI 189,0 NI 49,7 NI 206,1 NI 100,9 NI NI 61,0 72,1 NI 1 238,1 92,7 134,9 316,3 151,8 14,7 NI 64,5 NI 269,9 63,4 NI NI 68,3 491,1 122,3 NI NI 60,4 25,3 153,9 181,9 336,1 29,0 NI

NI NI 369,1 216,3 859,5 1 035,2 135,8 NI 931,0 618,2 43,9 263,8 114,3 221,1 NI 122,7 143,7 379,7 NI 636,5 418,9 457,5 331,8 256,2 NI 102,2 422,2 250,6 393,6 632,6 180,9 NI 592,0 NI 167,6 330,8 376,0 NI 51,8 133,4 425,4 NI 391,9 NI 309,2 264,8 383,2 248,1 422,1 NI

bilhão foi o total das exportações do frigorífico Bertin em 2008, o equivalente a 41,6% de sua receita EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

NI 726,6 815,2 1 215,3 380,3 432,2 638,4 NI 337,0 187,3 45,6 250,6 516,8 1 321,1 NI 23,9 163,4 248,9 NI 475,9 508,2 442,9 98,7 61,4 NI 256,4 220,3 597,2 NI 171,9 NI NI 520,8 495,5 409,8 303,5 NI NI 121,0 110,7 26,2 NI 173,5 1 092,7 194,0 112,3 31,5 352,5 83,4 NI

NI 1 666,0 NI 302,6 1 119,8 13,0 NI 1 645,5 1 076,6 286,4 NI 5,1 NI NI 142,4 NI 576,5 1 087,6 567,7 845,0 NI 315,6 37,4 NI 413,3 57,9 400,0 1 866,9 0,1 28,6 2,0 NI

NI 50,7 NI 11,2 41,6 0,5 NI 66,8 44,9 12,0 NI 0,2 NI NI 6,4 NI 26,5 50,2 26,2 40,5 NI 15,5 1,8 NI 20,6 2,9 20,5 98,9 0,0 1,6 0,1 NI

Francês Brasileiro Brasileiro Estatal Americano Brasileiro Estatal Suíço Estatal Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Finlandês Francês Brasileiro Alemão Americano Brasileiro Italiano Inglês Coreano Holandês Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Estatal Brasileiro Sueco Brasileiro Inglês Estatal Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Mexicano Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Estatal Brasileiro Italiano

51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

| 51 - 100

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

90O– CAMARGO CORRÊA

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

148 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 051-100 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 149

6/26/09 8:14:13 PM


1,1

A empresa obteve em 2008 uma receita de 2 bilhões de dólares e um lucro de 112 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 51 - 100 MAIORES | VENDAS

62 56 84 50 52 48 59 51 53 65 60 317 61 69 105 79 76 68 77 · 66 83 85 70 130 116 81 88 67 64 72 93 75 63 73 82 78 119 104 128 80 55 174 148 99 92 91 87 143 89

Peugeot Citroën2, Rio de Janeiro, RJ Oi2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Açominas3,6, Ouro Branco, MG Sabesp2,6, São Paulo, SP Whirlpool2,6,B, São Paulo, SP CPFL - Paulista2,6,8,B, Campinas, SP Furnas2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Nestlé1, São Paulo, SP Copel DIS2,6,8, Curitiba, PR Renault2,6, São José dos Pinhais, PR Ale2,6,B, Natal, RN Bertin2,6, Lins, SP Globo2,6, Rio de Janeiro, RJ Chesf2,6,8, Recife, PE Nokia2, Manaus, AM LDC2,6, São Paulo, SP JBS3,6,8, São Paulo, SP Basf2,6,B, São Paulo, SP ADM1, São Paulo, SP Votorantim Cimentos2,6, Votorantim, SP TIM-NE3,6, Jaboatão dos Guararapes, PE Comgás3,6,8, São Paulo, SP Samsung1,6, Manaus, AM Makro2,6, São Paulo, SP Case New Holland1,B, Contagem, MG Odebrecht2,6, Rio de Janeiro, RJ Lojas Americanas2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Suzano2,6,B, Salvador, BA Robert Bosch2, Campinas, SP Celesc Distribuição2,6, Florianópolis, SC Copersucar2,6,7, São Paulo, SP Volvo2,B, Curitiba, PR Coelba2,6,8,B, Salvador, BA ArcelorMittal Inox3,6, Belo Horizonte, MG Eletronorte2,6,B, Brasília, DF Natura2,6,B, Itapecerica da Serra, SP HP1,B, Barueri, SP Mitsubishi Motors2, São Paulo, SP Coamo2, Campo Mourão, PR Camargo Corrêa2,6, São Paulo, SP Ponto Frio2,6, Rio de Janeiro, RJ IBM1, São Paulo, SP Americel2,6,8, Brasília, DF Samarco2,6,8, Belo Horizonte, MG B2W2,6,8, Osasco, SP Kraft Foods2,6, Curitiba, PR Casas Pernambucanas-SP2,6, São Paulo, SP Transpetro2,6, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Comercial de Aços2,6, Porto Alegre, RS Pirelli Pneus1, Feira de Santana, BA

Autoindústria Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Serviços Eletroeletrônico Energia Energia Bens de Consumo Energia Autoindústria Atacado Bens de Consumo Comunicações Energia Eletroeletrônico Produção Agropecuária Bens de Consumo Química e Petroquímica Produção Agropecuária Indústria da Construção Telecomunicações Energia Eletroeletrônico Atacado Autoindústria Indústria da Construção Varejo Papel e Celulose Autoindústria Energia Energia Autoindústria Energia Siderurgia e Metalurgia Energia Bens de Consumo Indústria Digital Autoindústria Produção Agropecuária Indústria da Construção Varejo Indústria Digital Telecomunicações Mineração Varejo Bens de Consumo Varejo Transporte Siderurgia e Metalurgia Autoindústria

3 341,3 3 320,3 3 287,1 3 037,1 2 991,2 2 965,2 2 804,0 2 797,8 2 781,8 2 704,5 2 700,3 2 691,5 2 676,9 2 504,9 2 468,7 2 464,8 2 396,4 2 390,4 2 353,7 2 283,7 2 257,4 2 229,0 2 218,7 2 216,7 2 213,5 2 172,9 2 168,7 2 166,8 2 164,1 2 128,5 2 087,8 2 087,2 2 067,6 2 040,6 2 035,0 2 032,1 2 031,3 2 023,8 2 007,9 1 984,6 1 982,9 1 954,0 1 925,6 1 888,6 1 870,6 1 802,8 1 792,6 1 791,2 1 776,5 1 732,0

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

NI 261,5 144,9 301,8 283,9 252,6 194,5 NI 232,9 15,0 -0,2 -291,8 202,6 615,0 NI 14,1 11,1 108,2 NI 234,3 259,0 220,0 67,2 42,6 NI 252,0 49,9 -186,0 NI 56,8 -0,3 NI 348,7 16,4 -1 037,5 225,0 NI NI 135,1 129,3 7,1 NI 57,1 453,5 33,1 117,0 23,0 162,2 53,2 NI

NI 3 936,5 1 892,8 4 834,7 696,0 534,8 6 370,8 NI 1 783,5 603,6 57,7 1 469,6 1 533,9 6 053,4 NI 606,0 2 673,6 627,8 NI 1 329,4 1 202,9 565,6 257,0 185,4 NI 1 083,0 165,8 1 808,3 NI 665,0 120,2 NI 1 500,5 757,2 3 144,2 305,5 NI NI 732,6 665,3 325,7 NI 474,1 359,6 107,8 181,6 202,1 869,2 298,4 NI

NI 3 768,5 1 726,1 4 360,1 672,8 466,6 5 902,5 NI 1 694,0 558,2 50,6 1 357,3 1 438,9 5 532,3 NI 594,0 2 624,9 611,4 NI 1 302,3 1 135,5 486,6 250,9 177,8 NI 1 074,1 137,6 1 615,3 NI 612,8 118,5 NI 1 385,1 691,4 2 648,1 304,3 NI NI 721,7 651,7 319,1 NI 445,3 254,2 95,5 170,1 191,3 839,0 295,5 NI

2008 2007

51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

LUCRO

CRESCIMENTO

NA 18,2 31,8 -4,7 0,4 -12,6 2,0 NA -5,0 13,8 -1,6 NA 1,2 7,7 NA 18,6 9,2 2,8 NA 31,1 -4,7 11,2 12,3 -2,0 NA NA 6,7 15,7 NA -10,7 -5,7 NA -6,0 -16,9 -7,6 0,7 NA NA 22,3 46,3 -3,9 NA 77,3 NA 11,6 0,3 -3,1 -4,8 44,7 NA

NI 202,6 158,9 492,6 184,3 297,0 211,6 NI 202,0 65,4 1,0 -234,9 159,3 624,5 NI -58,7 -91,6 81,9 NI 171,6 156,7 258,1 -37,0 32,4 NI 63,9 66,5 -172,5 NI 76,9 -11,6 NI 301,2 -62,8 -757,5 191,8 NI NI 111,2 112,6 -15,7 NI 41,5 465,6 37,1 98,8 13,5 146,3 37,9 NI

NI 5,1 7,5 9,9 18,3 37,7 3,3 NI 10,9 NA 1,6 -16,0 8,7 9,9 NI -9,2 -3,4 12,4 NI 9,2 12,3 35,2 -14,4 15,9 NI 5,4 37,2 -9,5 NI 11,3 -9,0 NI 16,9 -5,0 -24,1 36,9 NI NI 14,5 16,2 -4,8 NI 8,0 NA 32,1 29,6 6,4 NA 11,9 NI

LEGAL (em %)

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

NI 6,9 7,5 6,7 28,8 35,1 3,2 NI 13,2 NA -0,4 -21,5 11,7 10,7 NI 2,3 0,4 16,8 NI 12,8 21,4 33,6 NA 21,8 NI 21,3 33,1 -11,5 NI 9,0 -0,2 NI 20,9 1,4 -39,2 43,4 NI NI 17,8 18,9 2,2 NI 11,7 NA 32,1 36,3 11,5 16,8 16,9 NI

NI 925,8 -1 696,4 -334,7 125,9 -155,7 -93,6 NI 205,2 181,7 54,2 851,4 559,5 53,8 NI 124,6 497,0 394,0 NI -185,7 274,9 -161,4 177,9 -85,6 NI 461,9 72,8 891,7 NI 204,1 -56,5 NI 79,6 226,5 69,8 -18,3 NI NI 560,5 227,9 140,3 NI 41,2 -536,1 146,6 87,3 61,0 281,6 246,9 NI

milhões)

NI 1,61 0,71 0,43 1,06 0,73 0,61 NI 1,33 0,90 0,77 0,73 0,99 0,35 NI 0,85 0,91 1,37 NI 0,20 1,20 0,47 1,21 0,81 NI 2,14 0,64 0,60 NI 0,85 0,95 NI 0,72 0,56 0,23 0,80 NI NI 1,71 1,46 1,29 NI 1,00 0,38 0,87 1,01 0,96 1,35 2,30 NI

NI 27,3 67,4 48,2 55,3 77,0 32,2 NI 37,8 57,6 86,9 65,8 54,7 31,5 NI 69,2 46,8 59,2 NI 66,1 46,5 69,1 69,6 69,0 NI 37,4 90,3 68,6 NI 59,4 93,9 NI 43,7 63,7 62,3 58,9 NI NI 49,4 47,7 60,4 NI 56,3 85,6 88,8 71,2 74,2 39,4 39,3 NI

NI 13,2 21,0 34,3 13,6 42,1 21,0 NI 21,0 20,4 51,6 42,0 27,3 22,2 NI 26,8 29,1 12,8 NI 50,9 8,5 29,8 13,5 3,1 NI 13,7 40,1 51,8 NI 33,7 58,4 NI 26,3 49,3 51,6 12,7 NI NI 9,0 13,6 11,7 NI 6,0 38,2 28,9 27,2 18,8 6,4 0,8 NI

NI NI 1 259,3 1 793,5 983,6 1 386,1 929,8 NI 1 533,2 NI 99,5 706,7 NI 1 642,5 NI NI 375,8 632,4 NI NI 795,7 575,2 873,3 162,6 NI 785,2 510,5 620,7 NI 1 099,9 NI NI 1 207,8 600,4 623,1 653,3 NI NI 228,2 1 021,7 473,4 NI 565,7 974,0 190,8 462,7 413,3 1 123,0 547,9 NI

4 073 NI 6 224 16 649 15 784 3 127 4 724 NI 6 508 4 501 862 29 607 NI 5 535 1 700 1 986 55 000 3 496 NI 7 020 NI 952 2 779 5 624 3 714 81 991 13 459 3 540 10 646 3 863 175 2 919 2 646 NI 3 725 1 558 2 745 1 997 4 423 26 151 12 129 17 400 1 208 2 032 1 435 8 779 14 851 6 420 1 835 NI

NI NI 201,7 107,1 61,2 450,4 200,9 NI 236,2 NI 125,8 25,7 NI 294,0 NI NI 7,5 190,4 NI NI NI 635,2 358,8 31,5 NI 12,2 38,2 175,2 NI 282,4 NI NI 450,2 NI 169,8 407,3 NI NI 53,1 39,7 41,8 NI 474,2 516,0 147,6 52,8 25,8 182,2 316,1 NI

NI NI 183,3 485,5 132,3 100,8 283,8 NI 196,0 NI 22,4 249,9 NI 189,0 NI 49,7 NI 206,1 NI 100,9 NI NI 61,0 72,1 NI 1 238,1 92,7 134,9 316,3 151,8 14,7 NI 64,5 NI 269,9 63,4 NI NI 68,3 491,1 122,3 NI NI 60,4 25,3 153,9 181,9 336,1 29,0 NI

NI NI 369,1 216,3 859,5 1 035,2 135,8 NI 931,0 618,2 43,9 263,8 114,3 221,1 NI 122,7 143,7 379,7 NI 636,5 418,9 457,5 331,8 256,2 NI 102,2 422,2 250,6 393,6 632,6 180,9 NI 592,0 NI 167,6 330,8 376,0 NI 51,8 133,4 425,4 NI 391,9 NI 309,2 264,8 383,2 248,1 422,1 NI

bilhão foi o total das exportações do frigorífico Bertin em 2008, o equivalente a 41,6% de sua receita EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

NI 726,6 815,2 1 215,3 380,3 432,2 638,4 NI 337,0 187,3 45,6 250,6 516,8 1 321,1 NI 23,9 163,4 248,9 NI 475,9 508,2 442,9 98,7 61,4 NI 256,4 220,3 597,2 NI 171,9 NI NI 520,8 495,5 409,8 303,5 NI NI 121,0 110,7 26,2 NI 173,5 1 092,7 194,0 112,3 31,5 352,5 83,4 NI

NI 1 666,0 NI 302,6 1 119,8 13,0 NI 1 645,5 1 076,6 286,4 NI 5,1 NI NI 142,4 NI 576,5 1 087,6 567,7 845,0 NI 315,6 37,4 NI 413,3 57,9 400,0 1 866,9 0,1 28,6 2,0 NI

NI 50,7 NI 11,2 41,6 0,5 NI 66,8 44,9 12,0 NI 0,2 NI NI 6,4 NI 26,5 50,2 26,2 40,5 NI 15,5 1,8 NI 20,6 2,9 20,5 98,9 0,0 1,6 0,1 NI

Francês Brasileiro Brasileiro Estatal Americano Brasileiro Estatal Suíço Estatal Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Finlandês Francês Brasileiro Alemão Americano Brasileiro Italiano Inglês Coreano Holandês Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Estatal Brasileiro Sueco Brasileiro Inglês Estatal Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Mexicano Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Estatal Brasileiro Italiano

51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

| 51 - 100

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

90O– CAMARGO CORRÊA

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

148 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 051-100 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 149

6/26/09 8:14:13 PM


64

Em 2008, a companhia faturou 1,2 bilhão de dólares e obteve um lucro de 60 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 101 - 150 MAIORES | VENDAS

103 100 95 102 112 107 94 189 74 98 162 96 164 194 141 111 124 109 139 108 127 122 90 118 113 · 125 131 123 126 115 129 158 120 168 172 117 97 154 106 133 114 178 136 145 110 144 190 140 135

Klabin2,6, São Paulo, SP Ampla2,6,8,B, Niterói, RJ Ipiranga Distribuidora1, Porto Alegre, RS Cemig GT2,6, Belo Horizonte, MG Bayer2,6, São Paulo, SP Weg Equipamentos2,6, Jaraguá do Sul, SC Elektro2,6,8,B, Campinas, SP Andrade Gutierrez2,6, São Paulo, SP Quattor Químicos3,6, Santo André, SP Grupo Martins2,6, Uberlândia, MG Heringer3,6,8, Viana, ES CBA3,6, São Paulo, SP LG3, Taubaté, SP Amaggi2,6, Rondonópolis, MT MRS2,6, Rio de Janeiro, RJ Celpe3,6,8, Recife, PE Siemens1, São Paulo, SP Sendas3,6, São João de Meriti, RJ Syngenta3,6,B, São Paulo, SP Goodyear1, São Paulo, SP Cedae2, Rio de Janeiro, RJ DuPont3,6,B, Barueri, SP Dow3,6,B, São Paulo, SP Liquigás2,6,8, São Paulo, SP SHV Gás2,6, Betim, MG Ambev Bebidas2,6, Jaguariúna, SP V&M2,6, Belo Horizonte, MG Visanet2,6,B, Barueri, SP Electrolux3,6,B, Curitiba, PR Alunorte2,6,8, Barcarena, PA Atacadão1, São Paulo, SP Johnson & Johnson2, São Paulo, SP Amil2,6, Rio de Janeiro, RJ Tractebel Energia2,6, Florianópolis, SC Seara2,6, Itajaí, SC Yara2,6, Porto Alegre, RS Celg3,6,8, Goiânia, GO Caraíba2,6,8, Dias d’Ávila, BA Pepsico2, São Paulo, SP Alcoa3,6, Poços de Caldas, MG Cesp2,6, São Paulo, SP Bandeirante2,6,8, São Paulo, SP CBMM3,6, Araxá, MG Profarma2,6, Rio de Janeiro, RJ Aços Villares3,6, São Paulo, SP CPFL - Piratininga2,6, Campinas, SP White Martins-SE2, Rio de Janeiro, RJ Mosaic2,6, São Paulo, SP Renner2,6,B, Porto Alegre, RS Panarello1, Goiânia, GO

Papel e Celulose Energia Atacado Energia Química e Petroquímica Bens de Capital Energia Indústria da Construção Química e Petroquímica Atacado Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Indústria Digital Atacado Transporte Energia Eletroeletrônico Varejo Química e Petroquímica Autoindústria Serviços Química e Petroquímica Química e Petroquímica Energia Energia Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Serviços Eletroeletrônico Mineração Varejo Bens de Consumo Serviços Energia Bens de Consumo Química e Petroquímica Energia Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Energia Energia Mineração Atacado Siderurgia e Metalurgia Energia Química e Petroquímica Química e Petroquímica Varejo Atacado

1 707,1 1 704,3 1 700,9 1 687,2 1 671,9 1 654,6 1 652,0 1 651,3 1 646,5 1 615,1 1 603,7 1 592,4 1 574,8 1 557,1 1 510,8 1 510,6 1 501,7 1 492,6 1 483,8 1 465,5 1 465,0 1 462,2 1 459,3 1 458,3 1 452,6 1 444,9 1 435,6 1 421,5 1 413,3 1 392,9 1 376,7 1 376,7 1 376,4 1 371,3 1 368,8 1 351,9 1 337,6 1 336,3 1 331,2 1 328,5 1 326,4 1 321,6 1 320,0 1 294,1 1 292,2 1 291,1 1 284,6 1 271,8 1 258,6 1 250,1

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

3,4 1,6 NA 1,2 12,1 3,3 -6,7 63,1 -25,2 -4,0 40,8 -8,6 NA 64,0 21,5 -2,2 NA -5,9 17,4 NA NA 3,2 -21,5 -0,4 -4,0 NA 4,6 8,6 0,7 1,5 NA NA 16,8 -4,5 23,2 24,3 -9,2 -22,9 NA -16,9 2,3 -12,2 23,8 1,8 4,2 -17,7 NA 29,5 0,4 NA

-104,6 161,3 NI 454,9 34,8 166,8 180,2 5,9 42,0 10,2 -175,4 209,3 NI 25,0 338,3 184,1 NI 5,9 56,5 NI NI -203,5 24,1 22,4 11,3 139,2 190,0 626,7 25,2 112,0 NI NI 47,0 461,7 -22,6 -173,0 -84,1 -6,5 NI -7,0 -1 013,5 96,1 522,9 -4,1 161,8 113,7 NI -101,1 59,8 NI

-149,2 120,4 NI 421,8 78,3 201,1 167,6 87,9 7,2 15,8 -108,3 285,5 2,8 28,6 283,8 199,5 NI -11,0 105,1 NI NI -174,4 7,2 25,4 14,4 137,1 214,7 596,4 35,8 103,2 NI NI 61,6 477,2 -31,0 -152,7 -104,5 5,2 NI 46,9 -1 006,3 88,0 458,8 13,5 167,6 95,0 NI -81,5 69,5 NI

1 078,0 878,4 NI 1 641,7 480,0 656,9 520,0 1 198,7 440,8 75,2 109,3 2 434,5 NI 158,4 735,5 694,5 NI 8,9 589,7 NI NI 343,5 697,0 218,4 259,8 230,4 512,6 78,1 165,1 2 017,8 NI NI 252,0 1 444,4 199,2 93,5 350,3 385,4 NI 1 192,9 3 938,1 413,4 444,2 200,8 429,6 224,9 NI 177,9 315,6 NI

961,5 785,0 NI 1 489,6 471,4 636,3 472,0 1 193,1 376,6 72,4 101,5 2 318,8 290,6 151,0 664,0 645,5 NI -9,4 586,5 NI NI 328,7 683,4 208,9 241,5 230,4 495,0 68,1 157,4 1 856,9 NI NI 243,3 1 361,0 181,5 87,0 281,8 368,0 NI 1 141,9 3 382,3 376,0 426,8 200,0 409,1 194,7 NI 174,1 304,4 NI

-9,3 -14,7 17,6 14,6 NI NI 24,4 24,7 6,9 15,8 22,1 27,3 26,6 26,6 0,5 7,0 9,4 1,9 9,9 15,7 -160,5 -106,7 7,6 10,8 NA 1,0 15,4 18,5 NA 35,5 21,7 24,9 NI NI NA NA 9,0 16,9 NI NI NI NI NA -53,1 3,3 1,0 9,7 11,4 4,1 5,7 NA 59,5 29,0 33,7 69,9 67,3 13,8 20,4 NA 5,5 NI NI NI NI 18,6 25,3 26,1 28,3 -11,3 -17,1 -185,0 -175,6 -24,0 -37,1 -1,7 1,4 NI NI -0,6 3,8 -25,6 -29,5 17,4 17,1 53,1 47,4 -2,0 6,7 33,7 36,5 35,5 32,7 NI NI -52,7 -43,4 17,8 21,5 NI NI

2008 2007

101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150

LUCRO

CRESCIMENTO

LEGAL (em %)

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

988,4 202,9 NI -52,1 486,3 465,0 -63,9 418,6 69,7 -0,5 -96,7 340,1 111,7 250,5 -118,1 131,6 NI -218,9 504,2 NI NI 436,2 -80,8 58,8 24,0 -33,9 34,0 -90,5 84,0 300,1 NI NI 77,1 -242,1 -84,1 -79,3 -736,5 416,2 NI -29,8 -329,4 -70,5 270,5 238,5 233,2 -49,5 NI -100,3 141,7 NI

milhões)

0,64 0,67 NI 0,42 1,36 1,17 0,72 1,93 0,28 1,00 0,93 1,04 1,13 0,99 0,57 0,89 NI 0,62 1,89 NI NI 0,97 1,25 1,39 0,89 1,20 1,06 0,93 0,92 0,53 NI NI 1,14 0,40 0,77 0,86 0,66 1,20 NI 0,42 0,25 0,77 1,23 1,96 1,28 0,64 NI 0,87 1,32 NI

70,9 59,7 NI 52,7 64,3 62,4 61,0 46,7 72,9 80,3 86,7 32,6 55,5 85,8 65,0 58,2 NI 98,7 50,6 NI NI 76,8 49,2 33,6 39,4 59,2 49,1 91,7 67,6 35,4 NI NI 55,7 49,1 75,1 89,2 87,6 64,0 NI 56,8 51,3 62,5 57,4 49,0 49,9 75,4 NI 79,5 54,1 NI

60,5 38,8 NI 31,0 26,7 20,2 28,7 28,7 58,4 8,0 1,0 13,7 10,5 24,0 36,7 34,9 NI 36,0 2,7 NI NI 51,6 16,2 12,4 17,5 0,4 6,3 15,4 25,8 29,6 NI NI 11,0 27,9 17,4 9,4 39,6 33,0 NI 45,0 41,8 24,7 15,0 14,9 20,0 38,8 NI 1,4 5,9 NI

356,6 937,4 NI 1 317,1 NI 635,1 819,3 602,4 NI 71,2 18,8 493,7 NI 281,7 918,3 835,0 NI NI 337,6 NI NI NI NI 182,4 349,5 NI 587,2 958,4 NI 271,8 NI NI 202,9 1 003,4 NI -98,2 681,5 56,8 NI 272,0 -184,1 583,3 NI 131,0 525,2 570,6 NI 22,4 456,2 NI

7 318 1 298 NI 2 166 3 657 14 280 2 678 11 644 NI 4 885 1 916 NI 2 401 938 3 594 1 747 5 298 NI 1 002 NI 7 387 2 631 NI 3 474 3 383 4 685 4 361 1 174 NI 1 580 NI NI 3 868 941 20 693 1 109 2 699 895 7 674 4 023 1 321 1 068 NI 2 003 NI 1 191 3 591 814 9 647 NI

49,3 698,8 NI 593,0 NI 45,3 305,3 60,8 NI 15,6 8,9 NI NI 333,6 259,8 478,7 NI NI 361,1 NI NI NI NI 53,1 100,1 NI 134,0 889,9 NI 173,4 NI NI 62,5 1 080,1 NI -87,9 249,8 61,8 NI 66,1 -136,9 555,7 NI 65,3 NI 484,2 NI 26,5 48,5 NI

153,6 33,7 NI 115,4 190,5 208,4 74,6 282,3 NI 57,3 28,0 NI NI 14,4 84,7 46,7 NI NI 98,6 NI 253,5 NI NI 73,4 78,3 30,2 128,9 43,3 NI 26,6 NI NI 81,5 61,0 149,5 35,2 NI 7,8 NI 139,0 72,2 31,4 NI 24,4 NI 40,6 NI 34,3 106,3 NI

% foi o crescimento de vendas da Amaggi em 2008. As exportações responderam por 75,3% da receita EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

322,9 516,9 NI 296,8 139,8 224,1 431,7 76,9 455,9 235,3 NI 266,2 297,0 26,3 198,1 NI NI 194,5 NI NI 113,9 167,3 283,8 162,9 356,5 371,6 277,1 145,0 NI 34,9 NI NI 20,5 116,7 70,4 26,6 NI 123,6 244,8 NI 181,4 301,2 19,2 150,4 272,8 436,6 NI 42,0 298,1 NI

218,5 301,9 NI 837,4 130,6 351,9 322,8 97,7 81,4 -12,1 38,3 344,2 NI 230,0 575,1 296,0 NI 84,7 314,6 NI NI NI 100,7 64,4 82,0 NI 379,9 781,9 44,7 333,6 NI NI 104,2 799,5 94,6 -13,6 78,0 19,7 NI 198,0 620,8 171,7 811,8 9,9 280,1 179,2 NI -10,6 182,7 NI

348,6 NI 65,3 584,8 477,6 102,7 NI 345,1 NI 1 172,7 NI NI NI NI NI 56,9 107,3 181,3 NI 1 089,6 NI NI 944,4 34,0 NI 772,5 10,8 NI 1 239,2 208,0 NI 34,1 NI

20,4 NI 3,9 35,3 28,9 6,2 NI 21,7 NI 75,3 NI NI NI NI NI 3,9 7,4 12,6 NI 78,2 NI NI 69,0 2,5 NI 57,8 0,8 NI 93,9 16,1 NI 2,7 NI

Brasileiro Espanhol Brasileiro Estatal Alemão Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Coreano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Suíço Americano Estatal Americano Americano Estatal Holandês Belga Francês Brasileiro Sueco Brasileiro Francês Americano Brasileiro Franco-belga Americano Norueguês Estatal Brasileiro Americano Americano Estatal Português Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Americano Americano Pulverizado Brasileiro

101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150

| 101 - 150

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

149O– RENNER

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

150 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 101-150 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 151

6/26/09 8:14:49 PM


64

Em 2008, a companhia faturou 1,2 bilhão de dólares e obteve um lucro de 60 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 101 - 150 MAIORES | VENDAS

103 100 95 102 112 107 94 189 74 98 162 96 164 194 141 111 124 109 139 108 127 122 90 118 113 · 125 131 123 126 115 129 158 120 168 172 117 97 154 106 133 114 178 136 145 110 144 190 140 135

Klabin2,6, São Paulo, SP Ampla2,6,8,B, Niterói, RJ Ipiranga Distribuidora1, Porto Alegre, RS Cemig GT2,6, Belo Horizonte, MG Bayer2,6, São Paulo, SP Weg Equipamentos2,6, Jaraguá do Sul, SC Elektro2,6,8,B, Campinas, SP Andrade Gutierrez2,6, São Paulo, SP Quattor Químicos3,6, Santo André, SP Grupo Martins2,6, Uberlândia, MG Heringer3,6,8, Viana, ES CBA3,6, São Paulo, SP LG3, Taubaté, SP Amaggi2,6, Rondonópolis, MT MRS2,6, Rio de Janeiro, RJ Celpe3,6,8, Recife, PE Siemens1, São Paulo, SP Sendas3,6, São João de Meriti, RJ Syngenta3,6,B, São Paulo, SP Goodyear1, São Paulo, SP Cedae2, Rio de Janeiro, RJ DuPont3,6,B, Barueri, SP Dow3,6,B, São Paulo, SP Liquigás2,6,8, São Paulo, SP SHV Gás2,6, Betim, MG Ambev Bebidas2,6, Jaguariúna, SP V&M2,6, Belo Horizonte, MG Visanet2,6,B, Barueri, SP Electrolux3,6,B, Curitiba, PR Alunorte2,6,8, Barcarena, PA Atacadão1, São Paulo, SP Johnson & Johnson2, São Paulo, SP Amil2,6, Rio de Janeiro, RJ Tractebel Energia2,6, Florianópolis, SC Seara2,6, Itajaí, SC Yara2,6, Porto Alegre, RS Celg3,6,8, Goiânia, GO Caraíba2,6,8, Dias d’Ávila, BA Pepsico2, São Paulo, SP Alcoa3,6, Poços de Caldas, MG Cesp2,6, São Paulo, SP Bandeirante2,6,8, São Paulo, SP CBMM3,6, Araxá, MG Profarma2,6, Rio de Janeiro, RJ Aços Villares3,6, São Paulo, SP CPFL - Piratininga2,6, Campinas, SP White Martins-SE2, Rio de Janeiro, RJ Mosaic2,6, São Paulo, SP Renner2,6,B, Porto Alegre, RS Panarello1, Goiânia, GO

Papel e Celulose Energia Atacado Energia Química e Petroquímica Bens de Capital Energia Indústria da Construção Química e Petroquímica Atacado Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Indústria Digital Atacado Transporte Energia Eletroeletrônico Varejo Química e Petroquímica Autoindústria Serviços Química e Petroquímica Química e Petroquímica Energia Energia Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Serviços Eletroeletrônico Mineração Varejo Bens de Consumo Serviços Energia Bens de Consumo Química e Petroquímica Energia Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Energia Energia Mineração Atacado Siderurgia e Metalurgia Energia Química e Petroquímica Química e Petroquímica Varejo Atacado

1 707,1 1 704,3 1 700,9 1 687,2 1 671,9 1 654,6 1 652,0 1 651,3 1 646,5 1 615,1 1 603,7 1 592,4 1 574,8 1 557,1 1 510,8 1 510,6 1 501,7 1 492,6 1 483,8 1 465,5 1 465,0 1 462,2 1 459,3 1 458,3 1 452,6 1 444,9 1 435,6 1 421,5 1 413,3 1 392,9 1 376,7 1 376,7 1 376,4 1 371,3 1 368,8 1 351,9 1 337,6 1 336,3 1 331,2 1 328,5 1 326,4 1 321,6 1 320,0 1 294,1 1 292,2 1 291,1 1 284,6 1 271,8 1 258,6 1 250,1

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

3,4 1,6 NA 1,2 12,1 3,3 -6,7 63,1 -25,2 -4,0 40,8 -8,6 NA 64,0 21,5 -2,2 NA -5,9 17,4 NA NA 3,2 -21,5 -0,4 -4,0 NA 4,6 8,6 0,7 1,5 NA NA 16,8 -4,5 23,2 24,3 -9,2 -22,9 NA -16,9 2,3 -12,2 23,8 1,8 4,2 -17,7 NA 29,5 0,4 NA

-104,6 161,3 NI 454,9 34,8 166,8 180,2 5,9 42,0 10,2 -175,4 209,3 NI 25,0 338,3 184,1 NI 5,9 56,5 NI NI -203,5 24,1 22,4 11,3 139,2 190,0 626,7 25,2 112,0 NI NI 47,0 461,7 -22,6 -173,0 -84,1 -6,5 NI -7,0 -1 013,5 96,1 522,9 -4,1 161,8 113,7 NI -101,1 59,8 NI

-149,2 120,4 NI 421,8 78,3 201,1 167,6 87,9 7,2 15,8 -108,3 285,5 2,8 28,6 283,8 199,5 NI -11,0 105,1 NI NI -174,4 7,2 25,4 14,4 137,1 214,7 596,4 35,8 103,2 NI NI 61,6 477,2 -31,0 -152,7 -104,5 5,2 NI 46,9 -1 006,3 88,0 458,8 13,5 167,6 95,0 NI -81,5 69,5 NI

1 078,0 878,4 NI 1 641,7 480,0 656,9 520,0 1 198,7 440,8 75,2 109,3 2 434,5 NI 158,4 735,5 694,5 NI 8,9 589,7 NI NI 343,5 697,0 218,4 259,8 230,4 512,6 78,1 165,1 2 017,8 NI NI 252,0 1 444,4 199,2 93,5 350,3 385,4 NI 1 192,9 3 938,1 413,4 444,2 200,8 429,6 224,9 NI 177,9 315,6 NI

961,5 785,0 NI 1 489,6 471,4 636,3 472,0 1 193,1 376,6 72,4 101,5 2 318,8 290,6 151,0 664,0 645,5 NI -9,4 586,5 NI NI 328,7 683,4 208,9 241,5 230,4 495,0 68,1 157,4 1 856,9 NI NI 243,3 1 361,0 181,5 87,0 281,8 368,0 NI 1 141,9 3 382,3 376,0 426,8 200,0 409,1 194,7 NI 174,1 304,4 NI

-9,3 -14,7 17,6 14,6 NI NI 24,4 24,7 6,9 15,8 22,1 27,3 26,6 26,6 0,5 7,0 9,4 1,9 9,9 15,7 -160,5 -106,7 7,6 10,8 NA 1,0 15,4 18,5 NA 35,5 21,7 24,9 NI NI NA NA 9,0 16,9 NI NI NI NI NA -53,1 3,3 1,0 9,7 11,4 4,1 5,7 NA 59,5 29,0 33,7 69,9 67,3 13,8 20,4 NA 5,5 NI NI NI NI 18,6 25,3 26,1 28,3 -11,3 -17,1 -185,0 -175,6 -24,0 -37,1 -1,7 1,4 NI NI -0,6 3,8 -25,6 -29,5 17,4 17,1 53,1 47,4 -2,0 6,7 33,7 36,5 35,5 32,7 NI NI -52,7 -43,4 17,8 21,5 NI NI

2008 2007

101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150

LUCRO

CRESCIMENTO

LEGAL (em %)

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

988,4 202,9 NI -52,1 486,3 465,0 -63,9 418,6 69,7 -0,5 -96,7 340,1 111,7 250,5 -118,1 131,6 NI -218,9 504,2 NI NI 436,2 -80,8 58,8 24,0 -33,9 34,0 -90,5 84,0 300,1 NI NI 77,1 -242,1 -84,1 -79,3 -736,5 416,2 NI -29,8 -329,4 -70,5 270,5 238,5 233,2 -49,5 NI -100,3 141,7 NI

milhões)

0,64 0,67 NI 0,42 1,36 1,17 0,72 1,93 0,28 1,00 0,93 1,04 1,13 0,99 0,57 0,89 NI 0,62 1,89 NI NI 0,97 1,25 1,39 0,89 1,20 1,06 0,93 0,92 0,53 NI NI 1,14 0,40 0,77 0,86 0,66 1,20 NI 0,42 0,25 0,77 1,23 1,96 1,28 0,64 NI 0,87 1,32 NI

70,9 59,7 NI 52,7 64,3 62,4 61,0 46,7 72,9 80,3 86,7 32,6 55,5 85,8 65,0 58,2 NI 98,7 50,6 NI NI 76,8 49,2 33,6 39,4 59,2 49,1 91,7 67,6 35,4 NI NI 55,7 49,1 75,1 89,2 87,6 64,0 NI 56,8 51,3 62,5 57,4 49,0 49,9 75,4 NI 79,5 54,1 NI

60,5 38,8 NI 31,0 26,7 20,2 28,7 28,7 58,4 8,0 1,0 13,7 10,5 24,0 36,7 34,9 NI 36,0 2,7 NI NI 51,6 16,2 12,4 17,5 0,4 6,3 15,4 25,8 29,6 NI NI 11,0 27,9 17,4 9,4 39,6 33,0 NI 45,0 41,8 24,7 15,0 14,9 20,0 38,8 NI 1,4 5,9 NI

356,6 937,4 NI 1 317,1 NI 635,1 819,3 602,4 NI 71,2 18,8 493,7 NI 281,7 918,3 835,0 NI NI 337,6 NI NI NI NI 182,4 349,5 NI 587,2 958,4 NI 271,8 NI NI 202,9 1 003,4 NI -98,2 681,5 56,8 NI 272,0 -184,1 583,3 NI 131,0 525,2 570,6 NI 22,4 456,2 NI

7 318 1 298 NI 2 166 3 657 14 280 2 678 11 644 NI 4 885 1 916 NI 2 401 938 3 594 1 747 5 298 NI 1 002 NI 7 387 2 631 NI 3 474 3 383 4 685 4 361 1 174 NI 1 580 NI NI 3 868 941 20 693 1 109 2 699 895 7 674 4 023 1 321 1 068 NI 2 003 NI 1 191 3 591 814 9 647 NI

49,3 698,8 NI 593,0 NI 45,3 305,3 60,8 NI 15,6 8,9 NI NI 333,6 259,8 478,7 NI NI 361,1 NI NI NI NI 53,1 100,1 NI 134,0 889,9 NI 173,4 NI NI 62,5 1 080,1 NI -87,9 249,8 61,8 NI 66,1 -136,9 555,7 NI 65,3 NI 484,2 NI 26,5 48,5 NI

153,6 33,7 NI 115,4 190,5 208,4 74,6 282,3 NI 57,3 28,0 NI NI 14,4 84,7 46,7 NI NI 98,6 NI 253,5 NI NI 73,4 78,3 30,2 128,9 43,3 NI 26,6 NI NI 81,5 61,0 149,5 35,2 NI 7,8 NI 139,0 72,2 31,4 NI 24,4 NI 40,6 NI 34,3 106,3 NI

% foi o crescimento de vendas da Amaggi em 2008. As exportações responderam por 75,3% da receita EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

322,9 516,9 NI 296,8 139,8 224,1 431,7 76,9 455,9 235,3 NI 266,2 297,0 26,3 198,1 NI NI 194,5 NI NI 113,9 167,3 283,8 162,9 356,5 371,6 277,1 145,0 NI 34,9 NI NI 20,5 116,7 70,4 26,6 NI 123,6 244,8 NI 181,4 301,2 19,2 150,4 272,8 436,6 NI 42,0 298,1 NI

218,5 301,9 NI 837,4 130,6 351,9 322,8 97,7 81,4 -12,1 38,3 344,2 NI 230,0 575,1 296,0 NI 84,7 314,6 NI NI NI 100,7 64,4 82,0 NI 379,9 781,9 44,7 333,6 NI NI 104,2 799,5 94,6 -13,6 78,0 19,7 NI 198,0 620,8 171,7 811,8 9,9 280,1 179,2 NI -10,6 182,7 NI

348,6 NI 65,3 584,8 477,6 102,7 NI 345,1 NI 1 172,7 NI NI NI NI NI 56,9 107,3 181,3 NI 1 089,6 NI NI 944,4 34,0 NI 772,5 10,8 NI 1 239,2 208,0 NI 34,1 NI

20,4 NI 3,9 35,3 28,9 6,2 NI 21,7 NI 75,3 NI NI NI NI NI 3,9 7,4 12,6 NI 78,2 NI NI 69,0 2,5 NI 57,8 0,8 NI 93,9 16,1 NI 2,7 NI

Brasileiro Espanhol Brasileiro Estatal Alemão Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Coreano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Suíço Americano Estatal Americano Americano Estatal Holandês Belga Francês Brasileiro Sueco Brasileiro Francês Americano Brasileiro Franco-belga Americano Norueguês Estatal Brasileiro Americano Americano Estatal Português Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Americano Americano Pulverizado Brasileiro

101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150

| 101 - 150

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

149O– RENNER

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

150 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 101-150 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 151

6/26/09 8:14:49 PM


28

A empresa obteve no ano passado uma receita de 987 milhões de dólares e um lucro de 30,6 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 151 - 200 MAIORES | VENDAS

228 153 156 121 132 237 169 138 461 151 142 180 150 187 166 165 159 152 225 185 163 149 171 176 177 147 179 170 207 181 161 184 173 137 229 196 183 222 155 186 191 192 202 195 · 264 206 219 198 182

Queiroz Galvão2,6, Rio de Janeiro, RJ Coelce3,6,8,B, Fortaleza, CE Sanofi-Aventis1,B, São Paulo, SP Rhodia2, São Paulo, SP VCP2,6, São Paulo, SP Imcopa3,6, Araucária, PR Aurora2,6, Chapecó, SC Magazine Luiza1,B, Franca, SP Varig3,6, Rio de Janeiro, RJ Ultragaz3,6,B, São Paulo, SP Aracruz2,6, Aracruz, ES Caterpillar1,B, Piracicaba, SP RGE2,6, Caxias do Sul, RS Tenaris Confab2,6,B, São Caetano do Sul, SP Infraero2,6,8, Brasília, DF Lojas Riachuelo2,6, São Paulo, SP Novartis2,6, São Paulo, SP Brasil Telecom Celular1, Brasília, DF CEG2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Sotreq2,6, Sumaré, SP Eaton1, Valinhos, SP Novelis2, São Paulo, SP Aliança2, São Paulo, SP Spal3,6, São Paulo, SP Duratex2,6, São Paulo, SP Quattor3,6, São Paulo, SP CEEE2,6,8, Porto Alegre, RS Telemig Celular2,6, Belo Horizonte, MG Delphi2, São Caetano do Sul, SP Avon1, São Paulo, SP LG-AM3,6, Manaus, AM Copasa2,6,8, Belo Horizonte, MG Dow Brasil Sudeste1, São Paulo, SP Marfrig2,6, Santo André, SP Frigorífico Minerva3,6, Barretos, SP Redecard2,6, Barueri, SP Positivo2,6,8, Curitiba, PR Ultrafértil3, Cubatão, SP Albras2,6,8,B, Barcarena, PA AES Sul2,6,8,B, Porto Alegre, RS BBA2,6, Contagem, MG MWM Internacional Motores1, São Paulo, SP Monsanto1,B, São Paulo, SP Procter & Gamble3,6, Manaus, AM Dedini2,6, Piracicaba, SP Caramuru Alimentos2,6, Itumbiara, GO McDonald’s1,B, Barueri, SP AGCO1, Canoas, RS Cummins2, Guarulhos, SP Rio de Janeiro Refrescos1, Rio de Janeiro, RJ

Indústria da Construção Energia Farmacêutico Química e Petroquímica Papel e Celulose Bens de Consumo Bens de Consumo Varejo Transporte Energia Papel e Celulose Autoindústria Energia Siderurgia e Metalurgia Serviços Varejo Farmacêutico Telecomunicações Energia Varejo Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Transporte Bens de Consumo Indústria da Construção Química e Petroquímica Energia Telecomunicações Autoindústria Bens de Consumo Eletroeletrônico Serviços Química e Petroquímica Produção Agropecuária Bens de Consumo Serviços Indústria Digital Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Energia Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Química e Petroquímica Bens de Consumo Bens de Capital Produção Agropecuária Varejo Autoindústria Autoindústria Bens de Consumo

1 246,5 1 230,2 1 228,9 1 203,1 1 200,4 1 197,3 1 186,4 1 176,8 1 169,9 1 164,4 1 160,6 1 154,6 1 139,6 1 131,8 1 129,7 1 120,6 1 115,5 1 110,2 1 108,9 1 104,8 1 103,8 1 091,1 1 084,3 1 083,3 1 074,5 1 057,1 1 052,9 1 036,1 1 034,7 1 021,4 1 018,7 1 017,4 1 017,0 1 015,5 1 014,7 1 012,9 987,1 975,3 968,0 967,4 961,5 959,9 954,8 953,2 950,8 949,3 940,5 932,6 921,9 916,4

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

53,5 -2,3 NA NA -7,5 17,5 7,6 NA NA -3,7 -6,5 NA -6,0 11,4 1,3 -0,7 -4,5 NA 34,6 7,9 NA NA NA 0,6 1,6 -13,3 0,0 8,5 NA NA -11,1 -0,8 NA -20,0 26,9 9,5 -4,5 17,4 -18,8 -4,9 -1,9 NA NA 2,1 28,3 NA NA NA NA NA

84,9 144,0 NI NI -866,3 -89,1 -95,8 NI -420,9 -2,6 -2 059,9 NI 76,5 196,0 27,6 -34,3 -15,9 NI 82,2 36,0 NI NI NI 67,4 89,3 -152,4 35,5 122,3 NI NI -10,4 198,0 NI -160,7 -100,9 520,7 30,6 78,5 42,1 44,5 78,2 NI NI -78,3 19,7 -20,0 NI NI NI NI

151,4 144,9 NI NI -555,9 -60,6 -96,6 NI -404,2 -1,4 -1 827,4 NI 70,2 217,4 65,9 -15,9 -11,3 NI 56,1 37,8 NI NI NI 67,4 134,3 -145,5 6,8 128,3 NI NI 3,8 174,5 NI -0,9 -92,2 511,8 58,2 102,2 70,2 19,2 116,3 NI NI -56,8 14,2 -11,0 NI NI NI NI

689,3 752,9 NI NI 1 879,6 6,9 47,4 NI 308,8 202,6 575,9 NI 621,2 538,9 470,7 241,6 100,0 NI 269,3 127,4 NI NI NI 370,3 773,3 321,6 76,1 506,4 NI NI 192,9 1 760,6 NI 1 190,3 147,3 315,9 246,0 308,2 880,3 357,5 298,9 NI NI 978,9 21,8 118,9 NI NI NI NI

681,9 698,7 NI NI 1 776,0 0,0 37,8 NI 299,5 189,6 405,5 NI 561,3 531,8 463,5 227,3 92,5 NI 227,2 121,9 NI NI NI 359,6 740,9 294,3 44,7 478,8 NI NI 189,7 1 627,4 NI 1 168,1 134,4 309,4 243,9 290,7 845,0 311,1 292,8 NI NI 924,2 13,8 106,2 NI NI NI NI

2008 2007

151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200

LUCRO

CRESCIMENTO

LEGAL (em %)

11,5 20,8 16,6 17,9 NI NI NI NI -46,1 -31,3 -1287,8 NA -202,1 -255,5 NI NI NA NA -1,3 -0,8 -320,7 -387,3 NI NI 11,1 11,1 32,9 37,0 5,7 13,7 -14,2 -7,0 -14,6 -11,2 NI NI 27,9 22,2 26,1 28,4 NI NI NI NI NI NI 18,2 18,7 10,9 17,0 -47,4 -49,4 45,0 14,3 19,4 21,3 NI NI NI NI NA 2,0 10,9 10,4 NI NI -13,5 -0,1 -68,5 -68,6 70,3 69,7 11,2 21,5 19,1 26,0 4,8 8,3 11,8 5,8 19,8 29,9 NI NI NI NI -8,0 -6,2 NA NA -16,9 -10,4 NI NI NI NI NI NI NI NI

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

522,3 -114,6 NI NI -252,8 -166,6 -71,7 NI -186,4 65,4 520,7 NI -79,4 384,7 385,7 -25,7 99,6 NI -112,8 65,3 NI NI NI 84,8 178,0 217,6 -119,8 66,8 NI NI 113,2 291,2 NI 719,5 261,9 216,8 209,6 49,2 29,8 -88,9 55,3 NI NI 152,9 -120,8 64,6 NI NI NI NI

milhões)

2,39 0,54 NI NI 0,46 0,83 0,71 NI 0,48 0,99 0,29 NI 0,68 2,00 1,76 0,97 0,96 NI 0,37 1,04 NI NI NI 0,96 0,86 0,77 0,49 1,13 NI NI 1,40 0,64 NI 1,11 0,80 1,04 1,80 1,11 1,73 0,45 1,74 NI NI 0,61 0,80 0,78 NI NI NI NI

27,2 52,2 NI NI 52,6 99,1 90,7 NI 86,4 45,0 87,7 NI 50,4 40,5 49,8 55,6 80,2 NI 69,3 73,0 NI NI NI 50,2 42,6 69,7 91,3 51,5 NI NI 65,3 38,5 NI 58,7 82,9 95,0 50,7 62,6 35,7 66,5 26,5 NI NI 46,3 96,6 78,6 NI NI NI NI

18,4 23,1 NI NI 31,2 4,7 20,2 NI 55,5 33,1 79,6 NI 25,4 5,5 8,4 1,7 32,6 NI 35,4 16,5 NI NI NI 23,7 24,2 48,1 54,6 5,4 NI NI 0,4 30,4 NI 46,6 56,1 0,2 2,3 8,9 19,9 39,1 2,1 NI NI 41,5 17,7 36,0 NI NI NI NI

521,8 608,7 NI NI 376,8 NI 155,8 NI 215,9 144,1 264,9 NI 504,6 263,7 668,0 175,7 185,9 NI 199,6 301,7 NI NI NI NI 444,0 92,0 480,0 455,1 NI NI NI 970,4 NI 381,3 87,8 708,0 75,8 296,9 166,2 441,9 267,5 NI NI NI NI 116,6 NI NI NI NI

10 830 1 278 NI 2 831 2 904 462 13 379 NI NI NI 2 341 NI 1 466 2 617 11 531 12 176 1 772 NI 477 3 036 5 171 2 032 1 101 NI 6 148 NI 2 758 2 560 11 000 NI 2 736 11 116 NI 10 345 7 500 789 3 815 1 688 1 345 867 2 127 2 815 NI 1 694 5 210 1 930 33 435 NI 1 463 2 015

50,5 472,8 NI NI 133,5 NI 12,6 NI NI NI 114,6 NI 341,4 105,5 60,1 13,8 93,0 NI 420,2 103,5 NI NI NI NI 74,4 NI 179,8 166,9 NI NI NI 87,4 NI 34,4 12,5 857,2 22,2 178,6 123,1 502,2 133,4 NI NI NI NI 63,7 NI NI NI NI

219,1 39,4 24,2 94,6 91,6 11,1 13,7 NI NI NI 93,6 NI 27,3 954,3 358,6 111,8 96,8 NI 27,7 69,5 122,6 68,9 NI NI 122,3 NI 46,8 40,7 NI NI NI 221,5 NI 96,4 58,4 57,2 50,7 NI 35,2 24,6 58,3 NI NI NI 117,1 20,0 163,3 NI NI NI

94,8 296,0 113,2 242,1 184,7 NI 87,3 NI 39,5 7,8 18,3 NI 331,5 171,6 63,7 267,3 370,1 NI 184,7 120,0 232,0 188,9 NI 230,2 281,3 NI 281,2 165,9 NI NI 86,8 93,0 NI 59,2 74,4 98,3 109,6 NI 8,3 277,2 228,8 220,1 NI 191,6 142,9 69,8 103,9 NI 200,2 NI

% foi o crescimento da receita da Dedini, o equivalente a 950 milhões de dólares EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

176,6 243,9 NI NI 202,0 45,1 48,2 NI - 181,4 61,1 459,9 NI 173,8 213,9 214,7 -93,4 45,3 NI 156,3 101,2 NI NI NI 143,0 186,3 41,8 25,6 159,1 NI NI NI 354,3 NI 185,2 63,8 573,6 83,9 267,0 197,5 128,6 97,9 NI NI 162,9 31,9 65,3 NI NI NI NI

216,3 NI 45,2 266,5 402,9 NI 198,9 NI NI NI 1 059,7 NI 308,7 180,8 64,9 NI 3,5 126,5 215,2 800,8 NI 41,9 76,4 NI NI NI NI 286,4 642,7 0,5 NI 902,9 50,3 203,9 NI NI 88,6 401,8 NI 89,4 NI

17,4 NI 3,7 22,2 33,6 NI 16,8 NI NI NI 91,3 NI 27,3 16,0 5,8 NI 0,3 11,5 19,7 73,9 NI 3,9 7,2 NI NI NI NI 28,2 63,3 0,0 NI 93,3 5,2 21,2 NI NI 9,3 42,3 NI 9,7 NI

Brasileiro Espanhol Francês Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Suíço Brasileiro Espanhol Brasileiro Americano Indiano Alemão Mexicano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Americano Americano Coreano Estatal Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Inglês Americano Americano Americano Brasileiro Brasileiro Americano Americano Americano Chileno

151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200

| 151 - 200

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

187O– POSITIVO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

152 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 151-200 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 153

6/26/09 8:15:17 PM


28

A empresa obteve no ano passado uma receita de 987 milhões de dólares e um lucro de 30,6 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 151 - 200 MAIORES | VENDAS

228 153 156 121 132 237 169 138 461 151 142 180 150 187 166 165 159 152 225 185 163 149 171 176 177 147 179 170 207 181 161 184 173 137 229 196 183 222 155 186 191 192 202 195 · 264 206 219 198 182

Queiroz Galvão2,6, Rio de Janeiro, RJ Coelce3,6,8,B, Fortaleza, CE Sanofi-Aventis1,B, São Paulo, SP Rhodia2, São Paulo, SP VCP2,6, São Paulo, SP Imcopa3,6, Araucária, PR Aurora2,6, Chapecó, SC Magazine Luiza1,B, Franca, SP Varig3,6, Rio de Janeiro, RJ Ultragaz3,6,B, São Paulo, SP Aracruz2,6, Aracruz, ES Caterpillar1,B, Piracicaba, SP RGE2,6, Caxias do Sul, RS Tenaris Confab2,6,B, São Caetano do Sul, SP Infraero2,6,8, Brasília, DF Lojas Riachuelo2,6, São Paulo, SP Novartis2,6, São Paulo, SP Brasil Telecom Celular1, Brasília, DF CEG2,6,8, Rio de Janeiro, RJ Sotreq2,6, Sumaré, SP Eaton1, Valinhos, SP Novelis2, São Paulo, SP Aliança2, São Paulo, SP Spal3,6, São Paulo, SP Duratex2,6, São Paulo, SP Quattor3,6, São Paulo, SP CEEE2,6,8, Porto Alegre, RS Telemig Celular2,6, Belo Horizonte, MG Delphi2, São Caetano do Sul, SP Avon1, São Paulo, SP LG-AM3,6, Manaus, AM Copasa2,6,8, Belo Horizonte, MG Dow Brasil Sudeste1, São Paulo, SP Marfrig2,6, Santo André, SP Frigorífico Minerva3,6, Barretos, SP Redecard2,6, Barueri, SP Positivo2,6,8, Curitiba, PR Ultrafértil3, Cubatão, SP Albras2,6,8,B, Barcarena, PA AES Sul2,6,8,B, Porto Alegre, RS BBA2,6, Contagem, MG MWM Internacional Motores1, São Paulo, SP Monsanto1,B, São Paulo, SP Procter & Gamble3,6, Manaus, AM Dedini2,6, Piracicaba, SP Caramuru Alimentos2,6, Itumbiara, GO McDonald’s1,B, Barueri, SP AGCO1, Canoas, RS Cummins2, Guarulhos, SP Rio de Janeiro Refrescos1, Rio de Janeiro, RJ

Indústria da Construção Energia Farmacêutico Química e Petroquímica Papel e Celulose Bens de Consumo Bens de Consumo Varejo Transporte Energia Papel e Celulose Autoindústria Energia Siderurgia e Metalurgia Serviços Varejo Farmacêutico Telecomunicações Energia Varejo Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Transporte Bens de Consumo Indústria da Construção Química e Petroquímica Energia Telecomunicações Autoindústria Bens de Consumo Eletroeletrônico Serviços Química e Petroquímica Produção Agropecuária Bens de Consumo Serviços Indústria Digital Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Energia Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Química e Petroquímica Bens de Consumo Bens de Capital Produção Agropecuária Varejo Autoindústria Autoindústria Bens de Consumo

1 246,5 1 230,2 1 228,9 1 203,1 1 200,4 1 197,3 1 186,4 1 176,8 1 169,9 1 164,4 1 160,6 1 154,6 1 139,6 1 131,8 1 129,7 1 120,6 1 115,5 1 110,2 1 108,9 1 104,8 1 103,8 1 091,1 1 084,3 1 083,3 1 074,5 1 057,1 1 052,9 1 036,1 1 034,7 1 021,4 1 018,7 1 017,4 1 017,0 1 015,5 1 014,7 1 012,9 987,1 975,3 968,0 967,4 961,5 959,9 954,8 953,2 950,8 949,3 940,5 932,6 921,9 916,4

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

53,5 -2,3 NA NA -7,5 17,5 7,6 NA NA -3,7 -6,5 NA -6,0 11,4 1,3 -0,7 -4,5 NA 34,6 7,9 NA NA NA 0,6 1,6 -13,3 0,0 8,5 NA NA -11,1 -0,8 NA -20,0 26,9 9,5 -4,5 17,4 -18,8 -4,9 -1,9 NA NA 2,1 28,3 NA NA NA NA NA

84,9 144,0 NI NI -866,3 -89,1 -95,8 NI -420,9 -2,6 -2 059,9 NI 76,5 196,0 27,6 -34,3 -15,9 NI 82,2 36,0 NI NI NI 67,4 89,3 -152,4 35,5 122,3 NI NI -10,4 198,0 NI -160,7 -100,9 520,7 30,6 78,5 42,1 44,5 78,2 NI NI -78,3 19,7 -20,0 NI NI NI NI

151,4 144,9 NI NI -555,9 -60,6 -96,6 NI -404,2 -1,4 -1 827,4 NI 70,2 217,4 65,9 -15,9 -11,3 NI 56,1 37,8 NI NI NI 67,4 134,3 -145,5 6,8 128,3 NI NI 3,8 174,5 NI -0,9 -92,2 511,8 58,2 102,2 70,2 19,2 116,3 NI NI -56,8 14,2 -11,0 NI NI NI NI

689,3 752,9 NI NI 1 879,6 6,9 47,4 NI 308,8 202,6 575,9 NI 621,2 538,9 470,7 241,6 100,0 NI 269,3 127,4 NI NI NI 370,3 773,3 321,6 76,1 506,4 NI NI 192,9 1 760,6 NI 1 190,3 147,3 315,9 246,0 308,2 880,3 357,5 298,9 NI NI 978,9 21,8 118,9 NI NI NI NI

681,9 698,7 NI NI 1 776,0 0,0 37,8 NI 299,5 189,6 405,5 NI 561,3 531,8 463,5 227,3 92,5 NI 227,2 121,9 NI NI NI 359,6 740,9 294,3 44,7 478,8 NI NI 189,7 1 627,4 NI 1 168,1 134,4 309,4 243,9 290,7 845,0 311,1 292,8 NI NI 924,2 13,8 106,2 NI NI NI NI

2008 2007

151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200

LUCRO

CRESCIMENTO

LEGAL (em %)

11,5 20,8 16,6 17,9 NI NI NI NI -46,1 -31,3 -1287,8 NA -202,1 -255,5 NI NI NA NA -1,3 -0,8 -320,7 -387,3 NI NI 11,1 11,1 32,9 37,0 5,7 13,7 -14,2 -7,0 -14,6 -11,2 NI NI 27,9 22,2 26,1 28,4 NI NI NI NI NI NI 18,2 18,7 10,9 17,0 -47,4 -49,4 45,0 14,3 19,4 21,3 NI NI NI NI NA 2,0 10,9 10,4 NI NI -13,5 -0,1 -68,5 -68,6 70,3 69,7 11,2 21,5 19,1 26,0 4,8 8,3 11,8 5,8 19,8 29,9 NI NI NI NI -8,0 -6,2 NA NA -16,9 -10,4 NI NI NI NI NI NI NI NI

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

522,3 -114,6 NI NI -252,8 -166,6 -71,7 NI -186,4 65,4 520,7 NI -79,4 384,7 385,7 -25,7 99,6 NI -112,8 65,3 NI NI NI 84,8 178,0 217,6 -119,8 66,8 NI NI 113,2 291,2 NI 719,5 261,9 216,8 209,6 49,2 29,8 -88,9 55,3 NI NI 152,9 -120,8 64,6 NI NI NI NI

milhões)

2,39 0,54 NI NI 0,46 0,83 0,71 NI 0,48 0,99 0,29 NI 0,68 2,00 1,76 0,97 0,96 NI 0,37 1,04 NI NI NI 0,96 0,86 0,77 0,49 1,13 NI NI 1,40 0,64 NI 1,11 0,80 1,04 1,80 1,11 1,73 0,45 1,74 NI NI 0,61 0,80 0,78 NI NI NI NI

27,2 52,2 NI NI 52,6 99,1 90,7 NI 86,4 45,0 87,7 NI 50,4 40,5 49,8 55,6 80,2 NI 69,3 73,0 NI NI NI 50,2 42,6 69,7 91,3 51,5 NI NI 65,3 38,5 NI 58,7 82,9 95,0 50,7 62,6 35,7 66,5 26,5 NI NI 46,3 96,6 78,6 NI NI NI NI

18,4 23,1 NI NI 31,2 4,7 20,2 NI 55,5 33,1 79,6 NI 25,4 5,5 8,4 1,7 32,6 NI 35,4 16,5 NI NI NI 23,7 24,2 48,1 54,6 5,4 NI NI 0,4 30,4 NI 46,6 56,1 0,2 2,3 8,9 19,9 39,1 2,1 NI NI 41,5 17,7 36,0 NI NI NI NI

521,8 608,7 NI NI 376,8 NI 155,8 NI 215,9 144,1 264,9 NI 504,6 263,7 668,0 175,7 185,9 NI 199,6 301,7 NI NI NI NI 444,0 92,0 480,0 455,1 NI NI NI 970,4 NI 381,3 87,8 708,0 75,8 296,9 166,2 441,9 267,5 NI NI NI NI 116,6 NI NI NI NI

10 830 1 278 NI 2 831 2 904 462 13 379 NI NI NI 2 341 NI 1 466 2 617 11 531 12 176 1 772 NI 477 3 036 5 171 2 032 1 101 NI 6 148 NI 2 758 2 560 11 000 NI 2 736 11 116 NI 10 345 7 500 789 3 815 1 688 1 345 867 2 127 2 815 NI 1 694 5 210 1 930 33 435 NI 1 463 2 015

50,5 472,8 NI NI 133,5 NI 12,6 NI NI NI 114,6 NI 341,4 105,5 60,1 13,8 93,0 NI 420,2 103,5 NI NI NI NI 74,4 NI 179,8 166,9 NI NI NI 87,4 NI 34,4 12,5 857,2 22,2 178,6 123,1 502,2 133,4 NI NI NI NI 63,7 NI NI NI NI

219,1 39,4 24,2 94,6 91,6 11,1 13,7 NI NI NI 93,6 NI 27,3 954,3 358,6 111,8 96,8 NI 27,7 69,5 122,6 68,9 NI NI 122,3 NI 46,8 40,7 NI NI NI 221,5 NI 96,4 58,4 57,2 50,7 NI 35,2 24,6 58,3 NI NI NI 117,1 20,0 163,3 NI NI NI

94,8 296,0 113,2 242,1 184,7 NI 87,3 NI 39,5 7,8 18,3 NI 331,5 171,6 63,7 267,3 370,1 NI 184,7 120,0 232,0 188,9 NI 230,2 281,3 NI 281,2 165,9 NI NI 86,8 93,0 NI 59,2 74,4 98,3 109,6 NI 8,3 277,2 228,8 220,1 NI 191,6 142,9 69,8 103,9 NI 200,2 NI

% foi o crescimento da receita da Dedini, o equivalente a 950 milhões de dólares EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

176,6 243,9 NI NI 202,0 45,1 48,2 NI - 181,4 61,1 459,9 NI 173,8 213,9 214,7 -93,4 45,3 NI 156,3 101,2 NI NI NI 143,0 186,3 41,8 25,6 159,1 NI NI NI 354,3 NI 185,2 63,8 573,6 83,9 267,0 197,5 128,6 97,9 NI NI 162,9 31,9 65,3 NI NI NI NI

216,3 NI 45,2 266,5 402,9 NI 198,9 NI NI NI 1 059,7 NI 308,7 180,8 64,9 NI 3,5 126,5 215,2 800,8 NI 41,9 76,4 NI NI NI NI 286,4 642,7 0,5 NI 902,9 50,3 203,9 NI NI 88,6 401,8 NI 89,4 NI

17,4 NI 3,7 22,2 33,6 NI 16,8 NI NI NI 91,3 NI 27,3 16,0 5,8 NI 0,3 11,5 19,7 73,9 NI 3,9 7,2 NI NI NI NI 28,2 63,3 0,0 NI 93,3 5,2 21,2 NI NI 9,3 42,3 NI 9,7 NI

Brasileiro Espanhol Francês Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Suíço Brasileiro Espanhol Brasileiro Americano Indiano Alemão Mexicano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Americano Americano Coreano Estatal Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Inglês Americano Americano Americano Brasileiro Brasileiro Americano Americano Americano Chileno

151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200

| 151 - 200

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

187O– POSITIVO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

152 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 151-200 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 153

6/26/09 8:15:17 PM


1,6

O faturamento da empresa em 2008 foi de 771 milhões de dólares, 12% mais do que no ano anterior

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 201 - 250 MAIORES | VENDAS

193 197 211 215 268 216 188 200 · 217 226 209 239 261 238 204 251 391 224 272 359 318 212 · 214 201 210 203 319 242 208 467 247 255 236 223 230 213 289 240 234 265 235 250 241 227 232 233 262 443

International Paper1,6,B, Mogi Guaçu, SP G. Barbosa2,6, Nossa Senhora do Socorro, SE ABB2, Osasco, SP Itambé2,6, Belo Horizonte, MG Tupy2,6, Joinville, SC Editora Abril2,6, São Paulo, SP Escelsa2,6,8, Vitória, ES Cemat2,6,8, Cuiabá, MT Lojas Marisa2, São Paulo, SP Lanxess3,6, Duque de Caxias, RJ Petróleo Sabbá2,6, Manaus, AM 3M2,6,B, Sumaré, SP Doux2,6, Montenegro, RS C. Vale2,6, Palotina, PR M. Dias Branco2,6, Eusébio, CE CPFL Brasil2,6, Campinas, SP Contax2,6, Rio de Janeiro, RJ Vale Manganês3,6,8, Simões Filho, BA Marcopolo2,6, Caxias do Sul, RS Medial Saúde3,6, São Paulo, SP Kimberly-Clark1, São Paulo, SP OAS2,6, São Paulo, SP Celpa2,6,8, Belém, PA Perdigão2,B, São Paulo, SP Kaiser1, Jacareí, SP Rexam2, Rio de Janeiro, RJ Mahle2,6, Mogi Guaçu, SP Insinuante1, Lauro de Freitas, BA Fosfertil3,6, Uberaba, MG Bretas2, Contagem, MG Scania1, São Bernardo do Campo, SP CEG Rio2,6, Rio de Janeiro, RJ Copel2,6, Curitiba, PR Unimed Rio2,6, Rio de Janeiro, RJ CTEEP2,6,8, São Paulo, SP VarigLog1, São Paulo, SP Zaffari & Bourbon2, Porto Alegre, RS Rio Polímeros3,6, Rio de Janeiro, RJ Cooxupé2,6, Guaxupé, MG Cosan2,6,7, Piracicaba, SP São Paulo Alpargatas2,6, São Paulo, SP Atento2,6, São Paulo, SP Spaipa Coca-Cola2,6,8, Curitiba, PR Garoto3,6, Vila Velha, ES DMA2, São Paulo, SP Bridgestone1, Santo André, SP Schincariol-NE2,6, Alagoinhas, BA Usina da Barra2,6,7, Piracicaba, SP BHP Billiton1,7, Rio de Janeiro, RJ Granol2, São Paulo, SP

Papel e Celulose Varejo Bens de Capital Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Comunicações Energia Energia Varejo Química e Petroquímica Atacado Química e Petroquímica Bens de Consumo Produção Agropecuária Bens de Consumo Energia Serviços Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Serviços Bens de Consumo Indústria da Construção Energia Bens de Consumo Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Varejo Química e Petroquímica Varejo Autoindústria Energia Energia Serviços Energia Transporte Varejo Química e Petroquímica Atacado Energia Têxteis Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Varejo Autoindústria Bens de Consumo Energia Mineração Bens de Consumo

916,0 915,5 905,7 904,7 901,4 900,4 897,3 887,0 886,5 886,3 882,6 880,1 873,5 864,7 862,1 855,3 850,9 847,1 846,8 845,6 843,8 842,9 842,6 840,2 839,3 830,8 822,0 821,6 821,4 817,8 814,9 812,9 801,2 800,7 800,5 799,4 798,2 782,6 776,0 775,7 772,2 771,5 769,5 764,1 759,5 759,4 756,1 755,9 755,0 747,7

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

1 599,8 11,0 NI 134,8 357,8 83,9 404,8 726,2 NI 200,6 59,0 266,8 165,3 155,9 535,6 2,1 104,8 538,0 298,3 241,4 NI 314,3 913,8 1 807,1 NI NI 206,2 NI 841,2 NI NI 69,9 1 662,2 60,1 1 888,8 NI NI 647,8 127,5 1 559,9 425,6 132,9 213,8 90,5 NI NI 584,3 761,9 NI 178,7

1 567,3 0,7 NI 120,5 332,6 76,4 367,2 654,2 NI 184,3 57,4 254,7 148,8 146,7 516,6 1,5 94,9 526,6 294,5 226,7 NI 311,2 831,6 1 770,5 NI NI 191,1 NI 825,7 NI NI 62,0 1 552,9 56,7 1 755,5 NI NI 563,0 123,4 1 515,9 417,3 128,2 204,5 86,9 NI NI 568,9 718,6 NI 164,6

2008 2007

201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250

LUCRO

CRESCIMENTO

-4,7 -0,9 NA 4,9 0,9 9,7 -11,4 -1,9 NA 4,5 7,6 0,3 14,0 24,4 12,2 -4,1 16,7 82,4 2,1 22,8 NA 46,6 -2,8 NA NA NA -6,2 NA 43,7 NA NA 117,3 7,9 11,2 3,6 NA NA -9,6 24,1 1,6 -1,0 11,7 -1,1 4,7 NA NA -3,4 -3,2 NA 87,7

-45,5 -45,1 NI -10,7 52,0 84,0 56,5 54,8 NI 10,9 4,1 75,2 6,0 10,5 57,3 85,6 45,6 336,1 31,3 -1,4 NI -11,1 49,8 -3,3 NI NI 25,1 NI 278,6 NI NI 35,6 257,0 7,4 335,4 NI NI -52,5 5,3 -75,7 40,8 48,7 54,6 58,6 NI NI 45,7 -106,9 NI 14,9

64,4 -36,7 NI -18,0 72,1 78,5 52,4 36,2 NI 9,7 5,5 81,8 6,0 11,7 91,7 84,3 40,4 364,9 58,0 -0,1 NI 15,1 16,6 33,1 NI NI 26,6 NI 332,6 NI NI 30,4 266,7 11,2 353,9 NI NI -68,5 11,8 -21,8 75,3 47,5 67,2 59,7 NI NI 97,4 -71,1 NI 9,3

-2,7 NA NI -7,9 13,8 72,6 11,4 7,5 NI 5,4 7,0 20,1 3,6 6,6 10,4 99,1 27,1 54,7 9,7 -0,6 NI -3,1 5,3 -0,2 NI NI 11,4 NI 29,2 NI NI 42,2 13,4 11,7 14,7 NI NI -8,1 4,2 -4,9 9,1 30,9 23,6 39,7 NI NI 7,8 -14,0 NI 8,2

LEGAL (em %)

é o patrimônio líquido da International Paper, uma das maiores empresas do setor de papel e celulose

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

3,9 NA NI -14,9 20,5 72,6 11,4 5,5 NI 5,3 9,6 22,5 4,0 7,8 17,3 98,2 25,5 60,5 18,1 0,0 NI 4,3 1,9 1,8 NI NI 13,0 NI 35,4 NI NI 39,8 14,8 18,7 16,5 NI NI -12,2 9,6 -1,4 17,1 31,1 30,3 41,5 NI NI 17,1 -9,9 NI 5,5

bilhão

206,5 14,8 NI 13,0 151,7 -175,3 -8,0 -81,8 NI -33,6 50,6 36,6 -43,4 47,1 -2,8 -25,0 -4,5 412,5 177,3 15,1 NI 124,1 -88,5 -67,4 NI NI -10,7 NI 308,3 NI NI -12,7 136,2 7,3 -57,1 NI NI -8,3 167,7 805,6 203,4 4,7 104,4 47,3 NI NI 41,0 18,0 NI -12,9

milhões)

1,55 0,51 NI 0,83 0,89 0,73 0,69 0,68 NI 1,11 1,59 1,18 0,77 1,01 1,05 0,95 0,77 2,08 1,20 1,03 NI 1,79 0,62 0,63 NI NI 0,82 NI 1,54 NI NI 0,66 0,74 1,04 0,81 NI NI 0,39 1,14 1,01 1,88 1,33 1,56 1,09 NI NI 1,75 0,70 NI 0,75

15,7 97,6 NI 77,6 60,6 89,4 60,1 56,2 NI 63,9 49,9 38,9 79,2 70,7 34,3 98,8 76,7 39,2 55,6 37,3 NI 39,6 55,8 34,9 NI NI 66,7 NI 41,8 NI NI 71,1 32,4 84,9 27,1 NI NI 59,5 78,3 38,7 29,8 52,7 38,7 66,7 NI NI 26,8 58,6 NI 57,9

7,1 61,8 NI 22,5 39,1 38,7 33,8 38,8 NI 13,4 33,4 14,7 24,8 14,1 6,6 1,0 27,6 9,7 17,6 6,2 NI 28,4 37,2 16,2 NI NI 14,8 NI 2,9 NI NI 20,1 16,0 63,1 16,2 NI NI 43,9 23,9 34,0 13,7 6,1 11,3 24,5 NI NI 11,0 39,8 NI 13,8

142,7 171,4 NI 110,8 290,7 384,7 438,7 481,0 NI NI 23,2 356,9 NI 97,0 219,6 182,6 677,9 547,2 167,9 103,2 NI 358,6 407,3 81,9 NI NI 286,0 NI 449,9 NI NI 65,0 566,2 50,6 654,6 NI NI NI 53,5 106,0 292,9 656,0 257,0 NI NI NI NI 174,7 NI 146,0

2 648 9 197 4 277 3 376 8 151 4 123 957 1 600 10 328 NI 74 3 282 9 791 4 710 6 972 110 74 499 NI 6 685 7 138 NI 37 194 2 145 13 332 NI 816 6 988 NI 1 151 9 690 NI 1 1 554 1 473 1 327 NI 8 455 NI 1 883 18 903 12 087 73 000 3 444 NI 8 852 NI 1 501 25 458 NI 1 398

57,1 18,5 NI 35,1 36,3 96,8 459,4 313,9 NI NI 338,5 111,3 NI 21,3 31,7 1 682,7 10,0 NI 26,5 13,6 NI 14,0 189,5 NA NI NI 40,4 NI 413,5 NI NI NA 369,5 37,8 500,3 NI NI NI 30,5 6,1 23,7 9,4 80,2 NI NI NI NI 7,8 NI 112,3

75,9 59,8 NI 26,2 141,0 159,7 23,8 24,5 56,1 NI 1,8 34,2 88,5 42,8 84,4 5,1 404,3 NI 105,5 84,0 NI 202,2 25,0 37,3 NI 29,2 69,8 NI NI 48,8 NI 0,4 65,5 31,5 44,2 NI NI NI 25,0 140,8 92,7 389,3 48,8 NI 49,7 NI 17,0 138,3 NI 14,4

155,1 149,3 NI 62,0 106,6 34,6 249,7 332,1 217,5 NI 11,9 209,1 28,0 10,9 94,6 129,0 62,8 NI 98,7 6,7 NI 48,9 281,5 44,9 NI 248,8 156,3 NI NI 91,9 NI 69,2 89,6 1,1 105,9 NI NI 147,7 13,8 47,6 117,9 60,2 212,1 145,3 49,5 NI 336,2 46,7 NI 78,8

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

213,2 1,9 NI 45,2 144,1 138,1 117,9 150,2 NI 130,5 15,5 267,6 93,5 42,0 114,4 107,4 114,7 422,6 84,4 37,0 NI 31,5 123,9 69,7 NI NI 127,9 NI 442,3 NI NI 55,5 455,1 15,1 771,2 NI NI 102,1 68,1 18,9 112,6 100,4 93,4 87,6 NI NI 31,5 NI NI NI

275,1 185,0 175,1 399,2 NI 73,7 717,4 146,6 2,7 431,4 229,9 NI NI 5,1 302,0 NI 21,3 252,6 NI NI NI NI 154,5 263,3 410,7 60,9 368,3 1,4 NI NI 396,2 NI 255,4

30,0 20,4 19,4 44,3 NI 8,4 82,1 17,0 0,3 50,9 27,1 NI NI 0,6 35,9 NI 2,6 30,7 NI NI NI NI 19,7 33,9 52,9 7,9 47,7 0,2 NI NI 52,4 NI 34,2

Americano Chileno Suíço Brasileiro Brasileiro Brasileiro Português Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Americano Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Mexicano Inglês Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Espanhol Estatal Brasileiro Colombiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Suíço Brasileiro Japonês Brasileiro Brasileiro Australiano Brasileiro

201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250

| 201 - 250

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

242O– ATENTO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

154 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 201-250 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 155

6/26/09 8:16:00 PM


1,6

O faturamento da empresa em 2008 foi de 771 milhões de dólares, 12% mais do que no ano anterior

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 201 - 250 MAIORES | VENDAS

193 197 211 215 268 216 188 200 · 217 226 209 239 261 238 204 251 391 224 272 359 318 212 · 214 201 210 203 319 242 208 467 247 255 236 223 230 213 289 240 234 265 235 250 241 227 232 233 262 443

International Paper1,6,B, Mogi Guaçu, SP G. Barbosa2,6, Nossa Senhora do Socorro, SE ABB2, Osasco, SP Itambé2,6, Belo Horizonte, MG Tupy2,6, Joinville, SC Editora Abril2,6, São Paulo, SP Escelsa2,6,8, Vitória, ES Cemat2,6,8, Cuiabá, MT Lojas Marisa2, São Paulo, SP Lanxess3,6, Duque de Caxias, RJ Petróleo Sabbá2,6, Manaus, AM 3M2,6,B, Sumaré, SP Doux2,6, Montenegro, RS C. Vale2,6, Palotina, PR M. Dias Branco2,6, Eusébio, CE CPFL Brasil2,6, Campinas, SP Contax2,6, Rio de Janeiro, RJ Vale Manganês3,6,8, Simões Filho, BA Marcopolo2,6, Caxias do Sul, RS Medial Saúde3,6, São Paulo, SP Kimberly-Clark1, São Paulo, SP OAS2,6, São Paulo, SP Celpa2,6,8, Belém, PA Perdigão2,B, São Paulo, SP Kaiser1, Jacareí, SP Rexam2, Rio de Janeiro, RJ Mahle2,6, Mogi Guaçu, SP Insinuante1, Lauro de Freitas, BA Fosfertil3,6, Uberaba, MG Bretas2, Contagem, MG Scania1, São Bernardo do Campo, SP CEG Rio2,6, Rio de Janeiro, RJ Copel2,6, Curitiba, PR Unimed Rio2,6, Rio de Janeiro, RJ CTEEP2,6,8, São Paulo, SP VarigLog1, São Paulo, SP Zaffari & Bourbon2, Porto Alegre, RS Rio Polímeros3,6, Rio de Janeiro, RJ Cooxupé2,6, Guaxupé, MG Cosan2,6,7, Piracicaba, SP São Paulo Alpargatas2,6, São Paulo, SP Atento2,6, São Paulo, SP Spaipa Coca-Cola2,6,8, Curitiba, PR Garoto3,6, Vila Velha, ES DMA2, São Paulo, SP Bridgestone1, Santo André, SP Schincariol-NE2,6, Alagoinhas, BA Usina da Barra2,6,7, Piracicaba, SP BHP Billiton1,7, Rio de Janeiro, RJ Granol2, São Paulo, SP

Papel e Celulose Varejo Bens de Capital Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Comunicações Energia Energia Varejo Química e Petroquímica Atacado Química e Petroquímica Bens de Consumo Produção Agropecuária Bens de Consumo Energia Serviços Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Serviços Bens de Consumo Indústria da Construção Energia Bens de Consumo Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Varejo Química e Petroquímica Varejo Autoindústria Energia Energia Serviços Energia Transporte Varejo Química e Petroquímica Atacado Energia Têxteis Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Varejo Autoindústria Bens de Consumo Energia Mineração Bens de Consumo

916,0 915,5 905,7 904,7 901,4 900,4 897,3 887,0 886,5 886,3 882,6 880,1 873,5 864,7 862,1 855,3 850,9 847,1 846,8 845,6 843,8 842,9 842,6 840,2 839,3 830,8 822,0 821,6 821,4 817,8 814,9 812,9 801,2 800,7 800,5 799,4 798,2 782,6 776,0 775,7 772,2 771,5 769,5 764,1 759,5 759,4 756,1 755,9 755,0 747,7

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

1 599,8 11,0 NI 134,8 357,8 83,9 404,8 726,2 NI 200,6 59,0 266,8 165,3 155,9 535,6 2,1 104,8 538,0 298,3 241,4 NI 314,3 913,8 1 807,1 NI NI 206,2 NI 841,2 NI NI 69,9 1 662,2 60,1 1 888,8 NI NI 647,8 127,5 1 559,9 425,6 132,9 213,8 90,5 NI NI 584,3 761,9 NI 178,7

1 567,3 0,7 NI 120,5 332,6 76,4 367,2 654,2 NI 184,3 57,4 254,7 148,8 146,7 516,6 1,5 94,9 526,6 294,5 226,7 NI 311,2 831,6 1 770,5 NI NI 191,1 NI 825,7 NI NI 62,0 1 552,9 56,7 1 755,5 NI NI 563,0 123,4 1 515,9 417,3 128,2 204,5 86,9 NI NI 568,9 718,6 NI 164,6

2008 2007

201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250

LUCRO

CRESCIMENTO

-4,7 -0,9 NA 4,9 0,9 9,7 -11,4 -1,9 NA 4,5 7,6 0,3 14,0 24,4 12,2 -4,1 16,7 82,4 2,1 22,8 NA 46,6 -2,8 NA NA NA -6,2 NA 43,7 NA NA 117,3 7,9 11,2 3,6 NA NA -9,6 24,1 1,6 -1,0 11,7 -1,1 4,7 NA NA -3,4 -3,2 NA 87,7

-45,5 -45,1 NI -10,7 52,0 84,0 56,5 54,8 NI 10,9 4,1 75,2 6,0 10,5 57,3 85,6 45,6 336,1 31,3 -1,4 NI -11,1 49,8 -3,3 NI NI 25,1 NI 278,6 NI NI 35,6 257,0 7,4 335,4 NI NI -52,5 5,3 -75,7 40,8 48,7 54,6 58,6 NI NI 45,7 -106,9 NI 14,9

64,4 -36,7 NI -18,0 72,1 78,5 52,4 36,2 NI 9,7 5,5 81,8 6,0 11,7 91,7 84,3 40,4 364,9 58,0 -0,1 NI 15,1 16,6 33,1 NI NI 26,6 NI 332,6 NI NI 30,4 266,7 11,2 353,9 NI NI -68,5 11,8 -21,8 75,3 47,5 67,2 59,7 NI NI 97,4 -71,1 NI 9,3

-2,7 NA NI -7,9 13,8 72,6 11,4 7,5 NI 5,4 7,0 20,1 3,6 6,6 10,4 99,1 27,1 54,7 9,7 -0,6 NI -3,1 5,3 -0,2 NI NI 11,4 NI 29,2 NI NI 42,2 13,4 11,7 14,7 NI NI -8,1 4,2 -4,9 9,1 30,9 23,6 39,7 NI NI 7,8 -14,0 NI 8,2

LEGAL (em %)

é o patrimônio líquido da International Paper, uma das maiores empresas do setor de papel e celulose

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

3,9 NA NI -14,9 20,5 72,6 11,4 5,5 NI 5,3 9,6 22,5 4,0 7,8 17,3 98,2 25,5 60,5 18,1 0,0 NI 4,3 1,9 1,8 NI NI 13,0 NI 35,4 NI NI 39,8 14,8 18,7 16,5 NI NI -12,2 9,6 -1,4 17,1 31,1 30,3 41,5 NI NI 17,1 -9,9 NI 5,5

bilhão

206,5 14,8 NI 13,0 151,7 -175,3 -8,0 -81,8 NI -33,6 50,6 36,6 -43,4 47,1 -2,8 -25,0 -4,5 412,5 177,3 15,1 NI 124,1 -88,5 -67,4 NI NI -10,7 NI 308,3 NI NI -12,7 136,2 7,3 -57,1 NI NI -8,3 167,7 805,6 203,4 4,7 104,4 47,3 NI NI 41,0 18,0 NI -12,9

milhões)

1,55 0,51 NI 0,83 0,89 0,73 0,69 0,68 NI 1,11 1,59 1,18 0,77 1,01 1,05 0,95 0,77 2,08 1,20 1,03 NI 1,79 0,62 0,63 NI NI 0,82 NI 1,54 NI NI 0,66 0,74 1,04 0,81 NI NI 0,39 1,14 1,01 1,88 1,33 1,56 1,09 NI NI 1,75 0,70 NI 0,75

15,7 97,6 NI 77,6 60,6 89,4 60,1 56,2 NI 63,9 49,9 38,9 79,2 70,7 34,3 98,8 76,7 39,2 55,6 37,3 NI 39,6 55,8 34,9 NI NI 66,7 NI 41,8 NI NI 71,1 32,4 84,9 27,1 NI NI 59,5 78,3 38,7 29,8 52,7 38,7 66,7 NI NI 26,8 58,6 NI 57,9

7,1 61,8 NI 22,5 39,1 38,7 33,8 38,8 NI 13,4 33,4 14,7 24,8 14,1 6,6 1,0 27,6 9,7 17,6 6,2 NI 28,4 37,2 16,2 NI NI 14,8 NI 2,9 NI NI 20,1 16,0 63,1 16,2 NI NI 43,9 23,9 34,0 13,7 6,1 11,3 24,5 NI NI 11,0 39,8 NI 13,8

142,7 171,4 NI 110,8 290,7 384,7 438,7 481,0 NI NI 23,2 356,9 NI 97,0 219,6 182,6 677,9 547,2 167,9 103,2 NI 358,6 407,3 81,9 NI NI 286,0 NI 449,9 NI NI 65,0 566,2 50,6 654,6 NI NI NI 53,5 106,0 292,9 656,0 257,0 NI NI NI NI 174,7 NI 146,0

2 648 9 197 4 277 3 376 8 151 4 123 957 1 600 10 328 NI 74 3 282 9 791 4 710 6 972 110 74 499 NI 6 685 7 138 NI 37 194 2 145 13 332 NI 816 6 988 NI 1 151 9 690 NI 1 1 554 1 473 1 327 NI 8 455 NI 1 883 18 903 12 087 73 000 3 444 NI 8 852 NI 1 501 25 458 NI 1 398

57,1 18,5 NI 35,1 36,3 96,8 459,4 313,9 NI NI 338,5 111,3 NI 21,3 31,7 1 682,7 10,0 NI 26,5 13,6 NI 14,0 189,5 NA NI NI 40,4 NI 413,5 NI NI NA 369,5 37,8 500,3 NI NI NI 30,5 6,1 23,7 9,4 80,2 NI NI NI NI 7,8 NI 112,3

75,9 59,8 NI 26,2 141,0 159,7 23,8 24,5 56,1 NI 1,8 34,2 88,5 42,8 84,4 5,1 404,3 NI 105,5 84,0 NI 202,2 25,0 37,3 NI 29,2 69,8 NI NI 48,8 NI 0,4 65,5 31,5 44,2 NI NI NI 25,0 140,8 92,7 389,3 48,8 NI 49,7 NI 17,0 138,3 NI 14,4

155,1 149,3 NI 62,0 106,6 34,6 249,7 332,1 217,5 NI 11,9 209,1 28,0 10,9 94,6 129,0 62,8 NI 98,7 6,7 NI 48,9 281,5 44,9 NI 248,8 156,3 NI NI 91,9 NI 69,2 89,6 1,1 105,9 NI NI 147,7 13,8 47,6 117,9 60,2 212,1 145,3 49,5 NI 336,2 46,7 NI 78,8

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

213,2 1,9 NI 45,2 144,1 138,1 117,9 150,2 NI 130,5 15,5 267,6 93,5 42,0 114,4 107,4 114,7 422,6 84,4 37,0 NI 31,5 123,9 69,7 NI NI 127,9 NI 442,3 NI NI 55,5 455,1 15,1 771,2 NI NI 102,1 68,1 18,9 112,6 100,4 93,4 87,6 NI NI 31,5 NI NI NI

275,1 185,0 175,1 399,2 NI 73,7 717,4 146,6 2,7 431,4 229,9 NI NI 5,1 302,0 NI 21,3 252,6 NI NI NI NI 154,5 263,3 410,7 60,9 368,3 1,4 NI NI 396,2 NI 255,4

30,0 20,4 19,4 44,3 NI 8,4 82,1 17,0 0,3 50,9 27,1 NI NI 0,6 35,9 NI 2,6 30,7 NI NI NI NI 19,7 33,9 52,9 7,9 47,7 0,2 NI NI 52,4 NI 34,2

Americano Chileno Suíço Brasileiro Brasileiro Brasileiro Português Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Americano Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Mexicano Inglês Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Espanhol Estatal Brasileiro Colombiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Suíço Brasileiro Japonês Brasileiro Brasileiro Australiano Brasileiro

201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250

| 201 - 250

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

242O– ATENTO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

154 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 201-250 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 155

6/26/09 8:16:00 PM


Em 2008, a empresa do setor de transportes cresceu 34% e faturou 674 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 251 - 300 MAIORES | VENDAS

244 256 279 220 245 221 402 257 249 254 455 260 304 273 314 282 · 218 363 345 290 252 248 263 598 292 303 312 246 287 274 266 374 325 367 427 315 311 270 295 267 306 280 310 353 205 276 277 284 320

AES Tietê2,6,B, São Paulo, SP Tigre2,6,B, Joinville, SC Siderúrgica Barra Mansa2,6, Barra Mansa, RJ TRW2, Limeira, SP Fratelli Vita2,6, Rio de Janeiro, RJ Roche2,6, São Paulo, SP Engevix2,6, Barueri, SP Randon2,6,B, Caxias do Sul, RS Prezunic1, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Aços Especiais2,6, Porto Alegre, RS Hypermarcas3,6, São Paulo, SP Magneti Marelli2,6, Contagem, MG Alcatel2,6, São Paulo, SP Eletronuclear2,6, Rio de Janeiro, RJ Votorantim Cimentos N/NE2,6, Recife, PE Farmácia Pague Menos2,6,8, Fortaleza, CE Magnesita3,6, Contagem, MG Schincariol-SP2,6, Itu, SP Grupo Júlio Simões2,6, São Paulo, SP Cooperativa Agrária2,6, Guarapuava, PR J. Macêdo2,6,8, Fortaleza, CE Motorola1, Jaguariúna, SP Grendene2,6, Sobral, CE Pfizer2, São Paulo, SP Sol Coqueria2,6, Serra, ES Lojas CEM3,6, Salto, SP Ericsson Telecomunicações2,6, São Paulo, SP CCB1,6, São Paulo, SP DPaschoal2,6, Campinas, SP Agrenco1, São Paulo, SP Valeo2,B, Itatiba, SP Oxiteno-NE3,6, Camaçari, BA Usiminas Mecânica2,6, Belo Horizonte, MG Lar3,6, Medianeira, PR Holcim2,6, São Paulo, SP Cauê2,6, São Paulo, SP Drogaria São Paulo2,6, São Paulo, SP Vonpar2,6, Porto Alegre, RS Clariant2,6, São Paulo, SP Cemar2,6, São Luís, MA Ripasa1, São Paulo, SP Ajinomoto2,7, São Paulo, SP Sanepar2,6,8, Curitiba, PR Dow Agro1, São Paulo, SP Carol2,6, Orlândia, SP Serpro2,6, Brasília, DF Angeloni2,6, Criciúma, SC CEB3,6,8, Brasília, DF Itautec3,6, São Paulo, SP Manaus Energia2,6, Manaus, AM

Energia Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Bens de Consumo Farmacêutico Indústria da Construção Autoindústria Varejo Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Autoindústria Eletroeletrônico Energia Indústria da Construção Varejo Mineração Bens de Consumo Transporte Produção Agropecuária Bens de Consumo Eletroeletrônico Têxteis Farmacêutico Siderurgia e Metalurgia Varejo Eletroeletrônico Indústria da Construção Varejo Atacado Autoindústria Química e Petroquímica Bens de Capital Produção Agropecuária Indústria da Construção Indústria da Construção Varejo Bens de Consumo Química e Petroquímica Energia Papel e Celulose Bens de Consumo Serviços Química e Petroquímica Produção Agropecuária Indústria Digital Varejo Energia Indústria Digital Energia

747,2 744,3 742,7 741,3 738,6 734,8 727,0 726,8 723,9 720,0 709,1 704,0 701,6 697,2 688,9 688,6 680,9 675,7 673,8 671,8 671,6 670,6 670,4 666,1 662,3 658,9 657,9 653,5 653,1 643,9 643,9 641,0 640,8 639,8 634,5 628,1 627,2 625,6 624,7 622,7 621,7 621,3 619,4 617,3 616,8 616,0 616,0 612,0 610,4 608,7

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

255,0 282,4 382,1 NI 146,5 245,6 79,5 345,7 NI 460,8 859,4 115,0 44,1 2 056,6 1 190,3 23,7 915,3 123,2 200,0 258,3 100,5 NI 544,3 NI 797,5 260,4 483,7 462,7 91,8 NI NI 346,2 236,7 118,3 77,8 1 362,0 23,1 180,4 117,9 285,2 NI NI 952,7 NI 37,7 443,7 163,0 63,3 197,6 496,3

216,4 278,4 344,8 NI 143,8 241,4 79,2 337,6 NI 454,0 820,1 108,6 42,7 1 849,4 1 160,4 21,9 904,6 98,5 186,4 245,2 96,8 NI 539,2 NI 746,1 259,3 478,3 431,8 90,6 NI NI 335,3 231,5 110,4 54,4 1 309,1 21,6 168,4 112,3 252,1 NI NI 828,7 NI 32,5 427,5 153,0 44,7 193,8 440,7

59,9 57,8 15,7 21,2 9,0 9,0 NI NI 11,3 17,9 10,2 15,3 42,8 45,3 18,6 26,9 NI NI 8,0 11,9 -14,6 -10,8 13,5 17,5 NA NA 0,2 -6,5 3,6 7,8 4,9 5,4 -7,9 -2,5 -57,6 -70,5 12,0 11,9 6,8 10,5 11,0 17,6 NI NI 8,1 17,8 NI NI 5,3 4,7 4,3 6,8 -6,1 3,1 8,9 12,0 -3,7 4,1 NI NI NI NI 7,0 14,4 17,2 20,4 12,0 17,1 -132,5 -174,2 1,6 6,0 16,2 17,8 18,6 21,3 15,3 18,5 28,6 31,2 NI NI NI NI 10,4 7,2 NI NI -65,1 -78,4 0,2 0,1 4,7 7,2 54,6 31,8 1,3 8,7 NA NA

2008 2007

251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300

LUCRO

CRESCIMENTO

-0,7 4,1 13,8 NA -1,7 -11,8 56,6 2,5 NA 0,4 NA 0,8 18,3 4,1 18,2 8,0 NI -19,7 34,2 28,7 7,9 NA -8,8 NA NA 6,8 10,8 12,1 -13,0 NA NA -7,1 32,5 15,3 29,0 52,9 7,9 6,9 -8,9 1,3 NA NA -4,3 NA 20,7 -30,7 -6,7 -6,7 -3,5 6,9

330,1 48,4 56,5 NI 24,2 31,0 37,8 70,0 NI 39,1 -125,9 21,0 20,2 4,8 44,0 1,2 -72,3 -70,9 30,1 17,5 11,8 NI 48,0 NI 44,5 11,2 -29,9 46,2 -4,6 NI NI 40,1 42,8 14,6 -103,1 22,8 4,3 37,1 21,8 98,8 NI NI 101,1 NI -24,6 1,1 8,2 34,6 2,5 97,8

296,3 64,7 52,9 NI 37,9 46,0 39,9 99,1 NI 57,0 -89,0 26,0 19,2 -120,7 92,5 1,2 -23,0 -69,4 28,2 25,8 18,2 NI 104,2 NI 36,9 17,5 14,8 58,6 5,0 NI NI 80,6 49,6 19,4 -94,7 79,8 4,4 39,9 25,3 97,5 NI NI 60,7 NI -25,5 0,3 11,7 14,2 17,3 85,1

LEGAL (em %)

134

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

53,5 134,0 34,4 NI 9,1 189,5 91,0 111,4 NI 13,2 158,9 -7,1 87,0 185,3 -26,4 22,9 141,0 31,3 -184,9 85,2 54,1 NI 493,8 NI -54,3 261,0 381,5 -63,8 80,4 NI NI 112,2 184,3 34,3 85,1 -33,6 -9,2 78,4 76,8 65,0 NI NI 3,5 NI -42,4 202,0 67,0 -77,6 153,9 -99,3

milhões)

0,62 1,24 0,50 NI 1,28 3,56 1,91 1,11 NI 0,97 0,75 0,86 1,08 0,41 2,83 0,97 0,65 0,50 0,38 1,10 1,14 NI 3,84 NI 0,92 3,55 2,38 1,05 1,68 NI NI 1,87 1,85 0,90 0,38 0,59 0,95 1,02 1,25 0,47 NI NI 0,23 NI 0,89 1,55 1,07 0,46 1,39 0,63

77,5 46,1 78,9 NI 47,8 22,9 49,8 40,2 NI 25,0 45,4 61,2 89,0 46,9 23,4 88,1 43,4 80,5 73,2 54,5 60,8 NI 22,4 NI 36,9 26,4 32,8 41,1 54,7 NI NI 28,7 44,8 68,9 86,1 25,6 82,9 52,8 52,9 77,8 NI NI 56,2 NI 91,6 46,4 45,3 87,9 56,2 72,4

41,2 19,5 62,7 NI 7,3 3,8 12,4 18,2 NI 3,9 27,9 11,1 18,5 42,2 10,5 15,3 29,4 64,1 29,4 17,8 24,0 NI 7,1 NI 4,3 6,3 12,0 14,3 10,8 NI NI 11,2 8,0 19,9 72,1 12,0 4,1 27,9 25,4 59,8 NI NI 48,0 NI 18,2 27,9 21,2 33,8 27,0 50,1

567,4 351,1 NI NI NI 229,9 245,6 177,8 NI 339,5 110,1 159,0 246,0 218,5 NI 204,0 211,2 NI NI 111,1 182,5 NI 276,9 NI -6,9 NI NI 213,6 110,8 NI NI 99,5 294,0 129,5 46,6 140,2 101,9 304,6 168,0 336,0 NI NI 364,3 NI 78,1 541,0 57,9 298,1 183,2 441,7

318 2 840 1 928 4 366 1 093 1 284 2 412 3 924 NI 1 382 NI 2 936 2 649 2 243 1 533 7 714 NI 2 531 10 014 968 2 509 NI 19 933 1 900 0 NI 583 1 511 3 873 NI 3 700 NI 8 587 4 473 2 118 1 760 5 893 2 730 1 872 1 287 NI 2 152 6 472 NI 1 380 10 492 7 458 668 NI 2 286

1 888,0 123,8 NI NI NI 176,2 131,8 45,8 NI 232,0 NI 59,7 108,5 97,9 NI 26,5 NI NI NI 116,7 73,8 NI 12,8 NI NA NI NI 146,5 29,1 NI NI NI 36,7 30,1 22,8 83,1 18,5 115,8 88,8 268,8 NI NI 56,9 NI 57,3 52,0 8,1 445,3 NI 266,7

21,4 85,7 46,3 89,7 15,6 81,0 89,5 61,9 NI 40,8 NI 65,1 84,7 95,1 25,1 65,8 NI 56,2 51,7 14,5 24,8 NI 126,3 74,2 NI NI 38,7 37,9 59,8 NI NI NI 132,2 30,0 60,4 38,3 65,0 35,7 75,3 24,1 NI NI 133,1 NI 19,0 382,0 53,1 NI NI 81,4

30,0 162,5 154,5 163,4 178,6 34,3 87,7 147,2 NI 160,6 NI 161,1 162,4 25,5 202,8 14,8 150,8 293,3 51,7 43,9 96,8 NI NI NI 166,3 152,8 159,1 175,9 34,1 NI NI 116,2 100,1 19,1 147,6 161,4 17,4 185,5 136,6 150,0 NI NI 45,4 NI 17,4 80,1 103,9 NI 62,2 129,6

milhões de dólares foi o total de exportações da Grendene em 2008, o equivalente a 20% de suas vendas EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

541,7 106,1 190,8 NI 64,3 57,5 76,1 92,4 NI 138,2 270,7 NI 39,1 264,6 133,4 34,8 114,7 -78,0 110,1 55,0 36,7 NI 105,2 NI 20,5 38,6 4,4 NI 11,1 NI NI 87,5 71,4 72,1 10,0 184,1 11,1 96,7 56,2 174,6 NI NI 246,9 NI 42,6 -65,3 -4,2 33,0 53,4 219,0

20,3 11,7 76,9 66,3 5,5 110,7 NI 29,3 4,2 25,8 15,9 20,7 85,4 5,7 119,2 NI 133,7 NI NI 39,2 9,8 NI 32,2 NI NI 4,1 52,6 NI NI NI 136,1 0,0 NI NI -

2,7 1,6 10,4 9,0 0,8 15,2 NI 4,1 0,6 3,7 2,3 3,0 12,5 0,8 17,7 NI 19,9 NI NI 6,0 1,5 NI 5,0 NI NI 0,7 8,4 NI NI NI 22,1 0,0 NI NI -

Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Belga Canadense Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Francês Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Sueco Português Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Brasileiro Japonês Estatal Americano Brasileiro Estatal Brasileiro Estatal Brasileiro Estatal

251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300

| 251 - 300

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

JÚLIO SIMÕES 269O– GRUPO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

156 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 251-300 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 157

6/26/09 8:16:47 PM


Em 2008, a empresa do setor de transportes cresceu 34% e faturou 674 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 251 - 300 MAIORES | VENDAS

244 256 279 220 245 221 402 257 249 254 455 260 304 273 314 282 · 218 363 345 290 252 248 263 598 292 303 312 246 287 274 266 374 325 367 427 315 311 270 295 267 306 280 310 353 205 276 277 284 320

AES Tietê2,6,B, São Paulo, SP Tigre2,6,B, Joinville, SC Siderúrgica Barra Mansa2,6, Barra Mansa, RJ TRW2, Limeira, SP Fratelli Vita2,6, Rio de Janeiro, RJ Roche2,6, São Paulo, SP Engevix2,6, Barueri, SP Randon2,6,B, Caxias do Sul, RS Prezunic1, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Aços Especiais2,6, Porto Alegre, RS Hypermarcas3,6, São Paulo, SP Magneti Marelli2,6, Contagem, MG Alcatel2,6, São Paulo, SP Eletronuclear2,6, Rio de Janeiro, RJ Votorantim Cimentos N/NE2,6, Recife, PE Farmácia Pague Menos2,6,8, Fortaleza, CE Magnesita3,6, Contagem, MG Schincariol-SP2,6, Itu, SP Grupo Júlio Simões2,6, São Paulo, SP Cooperativa Agrária2,6, Guarapuava, PR J. Macêdo2,6,8, Fortaleza, CE Motorola1, Jaguariúna, SP Grendene2,6, Sobral, CE Pfizer2, São Paulo, SP Sol Coqueria2,6, Serra, ES Lojas CEM3,6, Salto, SP Ericsson Telecomunicações2,6, São Paulo, SP CCB1,6, São Paulo, SP DPaschoal2,6, Campinas, SP Agrenco1, São Paulo, SP Valeo2,B, Itatiba, SP Oxiteno-NE3,6, Camaçari, BA Usiminas Mecânica2,6, Belo Horizonte, MG Lar3,6, Medianeira, PR Holcim2,6, São Paulo, SP Cauê2,6, São Paulo, SP Drogaria São Paulo2,6, São Paulo, SP Vonpar2,6, Porto Alegre, RS Clariant2,6, São Paulo, SP Cemar2,6, São Luís, MA Ripasa1, São Paulo, SP Ajinomoto2,7, São Paulo, SP Sanepar2,6,8, Curitiba, PR Dow Agro1, São Paulo, SP Carol2,6, Orlândia, SP Serpro2,6, Brasília, DF Angeloni2,6, Criciúma, SC CEB3,6,8, Brasília, DF Itautec3,6, São Paulo, SP Manaus Energia2,6, Manaus, AM

Energia Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Bens de Consumo Farmacêutico Indústria da Construção Autoindústria Varejo Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Autoindústria Eletroeletrônico Energia Indústria da Construção Varejo Mineração Bens de Consumo Transporte Produção Agropecuária Bens de Consumo Eletroeletrônico Têxteis Farmacêutico Siderurgia e Metalurgia Varejo Eletroeletrônico Indústria da Construção Varejo Atacado Autoindústria Química e Petroquímica Bens de Capital Produção Agropecuária Indústria da Construção Indústria da Construção Varejo Bens de Consumo Química e Petroquímica Energia Papel e Celulose Bens de Consumo Serviços Química e Petroquímica Produção Agropecuária Indústria Digital Varejo Energia Indústria Digital Energia

747,2 744,3 742,7 741,3 738,6 734,8 727,0 726,8 723,9 720,0 709,1 704,0 701,6 697,2 688,9 688,6 680,9 675,7 673,8 671,8 671,6 670,6 670,4 666,1 662,3 658,9 657,9 653,5 653,1 643,9 643,9 641,0 640,8 639,8 634,5 628,1 627,2 625,6 624,7 622,7 621,7 621,3 619,4 617,3 616,8 616,0 616,0 612,0 610,4 608,7

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

255,0 282,4 382,1 NI 146,5 245,6 79,5 345,7 NI 460,8 859,4 115,0 44,1 2 056,6 1 190,3 23,7 915,3 123,2 200,0 258,3 100,5 NI 544,3 NI 797,5 260,4 483,7 462,7 91,8 NI NI 346,2 236,7 118,3 77,8 1 362,0 23,1 180,4 117,9 285,2 NI NI 952,7 NI 37,7 443,7 163,0 63,3 197,6 496,3

216,4 278,4 344,8 NI 143,8 241,4 79,2 337,6 NI 454,0 820,1 108,6 42,7 1 849,4 1 160,4 21,9 904,6 98,5 186,4 245,2 96,8 NI 539,2 NI 746,1 259,3 478,3 431,8 90,6 NI NI 335,3 231,5 110,4 54,4 1 309,1 21,6 168,4 112,3 252,1 NI NI 828,7 NI 32,5 427,5 153,0 44,7 193,8 440,7

59,9 57,8 15,7 21,2 9,0 9,0 NI NI 11,3 17,9 10,2 15,3 42,8 45,3 18,6 26,9 NI NI 8,0 11,9 -14,6 -10,8 13,5 17,5 NA NA 0,2 -6,5 3,6 7,8 4,9 5,4 -7,9 -2,5 -57,6 -70,5 12,0 11,9 6,8 10,5 11,0 17,6 NI NI 8,1 17,8 NI NI 5,3 4,7 4,3 6,8 -6,1 3,1 8,9 12,0 -3,7 4,1 NI NI NI NI 7,0 14,4 17,2 20,4 12,0 17,1 -132,5 -174,2 1,6 6,0 16,2 17,8 18,6 21,3 15,3 18,5 28,6 31,2 NI NI NI NI 10,4 7,2 NI NI -65,1 -78,4 0,2 0,1 4,7 7,2 54,6 31,8 1,3 8,7 NA NA

2008 2007

251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300

LUCRO

CRESCIMENTO

-0,7 4,1 13,8 NA -1,7 -11,8 56,6 2,5 NA 0,4 NA 0,8 18,3 4,1 18,2 8,0 NI -19,7 34,2 28,7 7,9 NA -8,8 NA NA 6,8 10,8 12,1 -13,0 NA NA -7,1 32,5 15,3 29,0 52,9 7,9 6,9 -8,9 1,3 NA NA -4,3 NA 20,7 -30,7 -6,7 -6,7 -3,5 6,9

330,1 48,4 56,5 NI 24,2 31,0 37,8 70,0 NI 39,1 -125,9 21,0 20,2 4,8 44,0 1,2 -72,3 -70,9 30,1 17,5 11,8 NI 48,0 NI 44,5 11,2 -29,9 46,2 -4,6 NI NI 40,1 42,8 14,6 -103,1 22,8 4,3 37,1 21,8 98,8 NI NI 101,1 NI -24,6 1,1 8,2 34,6 2,5 97,8

296,3 64,7 52,9 NI 37,9 46,0 39,9 99,1 NI 57,0 -89,0 26,0 19,2 -120,7 92,5 1,2 -23,0 -69,4 28,2 25,8 18,2 NI 104,2 NI 36,9 17,5 14,8 58,6 5,0 NI NI 80,6 49,6 19,4 -94,7 79,8 4,4 39,9 25,3 97,5 NI NI 60,7 NI -25,5 0,3 11,7 14,2 17,3 85,1

LEGAL (em %)

134

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

53,5 134,0 34,4 NI 9,1 189,5 91,0 111,4 NI 13,2 158,9 -7,1 87,0 185,3 -26,4 22,9 141,0 31,3 -184,9 85,2 54,1 NI 493,8 NI -54,3 261,0 381,5 -63,8 80,4 NI NI 112,2 184,3 34,3 85,1 -33,6 -9,2 78,4 76,8 65,0 NI NI 3,5 NI -42,4 202,0 67,0 -77,6 153,9 -99,3

milhões)

0,62 1,24 0,50 NI 1,28 3,56 1,91 1,11 NI 0,97 0,75 0,86 1,08 0,41 2,83 0,97 0,65 0,50 0,38 1,10 1,14 NI 3,84 NI 0,92 3,55 2,38 1,05 1,68 NI NI 1,87 1,85 0,90 0,38 0,59 0,95 1,02 1,25 0,47 NI NI 0,23 NI 0,89 1,55 1,07 0,46 1,39 0,63

77,5 46,1 78,9 NI 47,8 22,9 49,8 40,2 NI 25,0 45,4 61,2 89,0 46,9 23,4 88,1 43,4 80,5 73,2 54,5 60,8 NI 22,4 NI 36,9 26,4 32,8 41,1 54,7 NI NI 28,7 44,8 68,9 86,1 25,6 82,9 52,8 52,9 77,8 NI NI 56,2 NI 91,6 46,4 45,3 87,9 56,2 72,4

41,2 19,5 62,7 NI 7,3 3,8 12,4 18,2 NI 3,9 27,9 11,1 18,5 42,2 10,5 15,3 29,4 64,1 29,4 17,8 24,0 NI 7,1 NI 4,3 6,3 12,0 14,3 10,8 NI NI 11,2 8,0 19,9 72,1 12,0 4,1 27,9 25,4 59,8 NI NI 48,0 NI 18,2 27,9 21,2 33,8 27,0 50,1

567,4 351,1 NI NI NI 229,9 245,6 177,8 NI 339,5 110,1 159,0 246,0 218,5 NI 204,0 211,2 NI NI 111,1 182,5 NI 276,9 NI -6,9 NI NI 213,6 110,8 NI NI 99,5 294,0 129,5 46,6 140,2 101,9 304,6 168,0 336,0 NI NI 364,3 NI 78,1 541,0 57,9 298,1 183,2 441,7

318 2 840 1 928 4 366 1 093 1 284 2 412 3 924 NI 1 382 NI 2 936 2 649 2 243 1 533 7 714 NI 2 531 10 014 968 2 509 NI 19 933 1 900 0 NI 583 1 511 3 873 NI 3 700 NI 8 587 4 473 2 118 1 760 5 893 2 730 1 872 1 287 NI 2 152 6 472 NI 1 380 10 492 7 458 668 NI 2 286

1 888,0 123,8 NI NI NI 176,2 131,8 45,8 NI 232,0 NI 59,7 108,5 97,9 NI 26,5 NI NI NI 116,7 73,8 NI 12,8 NI NA NI NI 146,5 29,1 NI NI NI 36,7 30,1 22,8 83,1 18,5 115,8 88,8 268,8 NI NI 56,9 NI 57,3 52,0 8,1 445,3 NI 266,7

21,4 85,7 46,3 89,7 15,6 81,0 89,5 61,9 NI 40,8 NI 65,1 84,7 95,1 25,1 65,8 NI 56,2 51,7 14,5 24,8 NI 126,3 74,2 NI NI 38,7 37,9 59,8 NI NI NI 132,2 30,0 60,4 38,3 65,0 35,7 75,3 24,1 NI NI 133,1 NI 19,0 382,0 53,1 NI NI 81,4

30,0 162,5 154,5 163,4 178,6 34,3 87,7 147,2 NI 160,6 NI 161,1 162,4 25,5 202,8 14,8 150,8 293,3 51,7 43,9 96,8 NI NI NI 166,3 152,8 159,1 175,9 34,1 NI NI 116,2 100,1 19,1 147,6 161,4 17,4 185,5 136,6 150,0 NI NI 45,4 NI 17,4 80,1 103,9 NI 62,2 129,6

milhões de dólares foi o total de exportações da Grendene em 2008, o equivalente a 20% de suas vendas EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

541,7 106,1 190,8 NI 64,3 57,5 76,1 92,4 NI 138,2 270,7 NI 39,1 264,6 133,4 34,8 114,7 -78,0 110,1 55,0 36,7 NI 105,2 NI 20,5 38,6 4,4 NI 11,1 NI NI 87,5 71,4 72,1 10,0 184,1 11,1 96,7 56,2 174,6 NI NI 246,9 NI 42,6 -65,3 -4,2 33,0 53,4 219,0

20,3 11,7 76,9 66,3 5,5 110,7 NI 29,3 4,2 25,8 15,9 20,7 85,4 5,7 119,2 NI 133,7 NI NI 39,2 9,8 NI 32,2 NI NI 4,1 52,6 NI NI NI 136,1 0,0 NI NI -

2,7 1,6 10,4 9,0 0,8 15,2 NI 4,1 0,6 3,7 2,3 3,0 12,5 0,8 17,7 NI 19,9 NI NI 6,0 1,5 NI 5,0 NI NI 0,7 8,4 NI NI NI 22,1 0,0 NI NI -

Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Belga Canadense Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Francês Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Sueco Português Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Brasileiro Japonês Estatal Americano Brasileiro Estatal Brasileiro Estatal Brasileiro Estatal

251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300

| 251 - 300

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

JÚLIO SIMÕES 269O– GRUPO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

156 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 251-300 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 157

6/26/09 8:16:47 PM


24

A rede farmacêutica faturou 590 milhões de dólares, um crescimento de 18,5% em relação a 2007

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 301 - 350 MAIORES | VENDAS

438 · 258 354 323 336 307 448 160 253 275 418 365 331 346 372 231 322 283 300 305 288 457 355 339 294 281 333 308 259 286 296 269 316 356 496 332 342 412 175 330 291 411 327 293 540 420 309 429 340

Comigo2,6, Rio Verde, GO Leroy Merlin2, São Paulo, SP Vicunha2,6, Fortaleza, CE M&G Polímeros3,6, Ipojuca, PE Delta Construções2,6, Rio de Janeiro, RJ Bianchini3,6, Porto Alegre, RS Unimed BH2,6, Belo Horizonte, MG Fertipar2,6, Curitiba, PR Votorantim Metais Zinco2,6, Três Marias, MG Nextel2,B, São Paulo, SP Philip Morris1, Curitiba, PR A. Telecom2,6, São Paulo, SP Drogasil2,6,8, São Paulo, SP Localiza2,6,8, Belo Horizonte, MG Cisa2,6, Vitória, ES AstraZeneca2,6, Cotia, SP Coteminas2,6, Montes Claros, MG Diplomata3,6, Cascavel, PR Solvay Indupa3,6, Santo André, SP Norsa2,6, Fortaleza, CE Accenture1,B, São Paulo, SP Cenibra2,6, Belo Oriente, MG Hospital Albert Einstein2,6, São Paulo, SP Cocamar2,6, Maringá, PR Enersul3,6,8, Campo Grande, MS Copagaz2,6,B, São Paulo, SP Universal Leaf1, Santa Cruz do Sul, RS Golden Cross3,6, Rio de Janeiro, RJ Villares Metals1, Sumaré, SP Cotia Trading2,6, Vitória, ES Alliance One1, Santa Cruz do Sul, RS Parmalat1, São Paulo, SP Coimex1, Vitória, ES Unimed Paulistana1, São Paulo, SP Drogarias Pacheco2,6, Rio de Janeiro, RJ UTC Engenharia2,6, São Paulo, SP Arcom3,6, Uberlândia, MG Lilly2, São Paulo, SP Ericsson2, São Paulo, SP VMN2,6, Fortaleza de Minas, MG Coop2,6, Santo André, SP Termomecânica2,6, São Bernardo do Campo, SP Anglo American - Copebrás2,6, Cubatão, SP Lojas Colombo2,6,8,B, Farroupilha, RS GR3,6,7,B, São Paulo, SP Amsted Maxion3,6, Cruzeiro, SP Supermercado Condor2, Curitiba, PR Usina Nova América3,6,7, Tarumã, SP Droga Raia2, São Paulo, SP Corsan2,6, Porto Alegre, RS

Atacado Varejo Têxteis Química e Petroquímica Indústria da Construção Bens de Consumo Serviços Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Telecomunicações Bens de Consumo Telecomunicações Varejo Transporte Atacado Farmacêutico Têxteis Produção Agropecuária Química e Petroquímica Bens de Consumo Serviços Papel e Celulose Serviços Produção Agropecuária Energia Energia Bens de Consumo Serviços Siderurgia e Metalurgia Atacado Bens de Consumo Bens de Consumo Atacado Serviços Varejo Indústria da Construção Atacado Farmacêutico Serviços Mineração Varejo Siderurgia e Metalurgia Química e Petroquímica Varejo Serviços Siderurgia e Metalurgia Varejo Energia Varejo Serviços

607,5 607,3 6 05,6 601,7 596,0 595,3 595,3 591,2 591,1 591,1 590,6 589,4 589,1 588,2 586,3 584,4 581,5 580,7 577,8 573,6 572,9 572,6 571,8 570,1 570,0 568,7 568,4 566,0 564,0 555,6 555,1 555,1 555,1 555,1 554,4 553,9 546,3 545,2 539,5 539,1 538,5 538,4 537,8 535,7 535,7 534,5 531,3 530,9 528,8 527,5

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

2008 2007

301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350

LUCRO

CRESCIMENTO

50,9 NA -14,3 18,0 7,1 10,9 0,9 50,0 -48,6 NA NA 38,1 18,5 7,4 12,5 20,2 -26,2 3,1 -9,2 -3,7 NA -6,2 -0,1 13,3 6,7 -7,4 NA 3,9 NA -21,2 NA NA NA NA 9,5 60,1 0,2 NA NA -49,9 -1,9 -13,3 23,7 -3,2 -13,1 61,3 NA NA NA -1,2

11,1 NI -73,1 -28,0 26,7 15,7 39,7 -76,0 -146,4 NI NI 19,3 13,0 67,5 16,1 41,3 -78,4 -14,4 -0,2 16,5 NI 88,1 33,9 27,4 31,0 4,6 NI 1,1 NI 7,1 NI NI NI NI 13,6 27,2 23,3 NI NI -333,9 3,2 -0,6 135,3 27,3 6,2 16,2 NI -32,1 NI 103,6

19,5 NI -83,4 -26,7 43,2 17,1 47,1 -51,7 -91,6 NI NI 0,6 21,9 58,7 17,2 44,0 -56,9 -13,4 5,7 20,0 NI 30,4 67,5 36,2 29,4 4,1 NI 1,3 NI 10,8 NI NI NI NI 16,9 28,6 27,5 52,2 NI -212,2 6,2 29,4 148,4 44,3 5,8 13,1 NI -33,0 NI 90,7

160,1 NI 185,4 88,6 248,1 90,8 160,9 107,2 433,7 NI NI 275,0 155,1 267,1 38,7 74,1 649,1 34,2 220,4 99,6 NI 480,0 557,8 183,7 334,2 47,1 NI 79,0 NI 44,3 NI NI NI NI 82,3 77,9 86,3 NI NI 387,2 78,8 373,6 178,7 118,9 59,6 27,3 NI 146,9 NI 358,2

153,0 NI 159,4 70,8 246,1 87,9 156,3 106,2 380,2 NI NI 261,3 152,0 229,9 38,5 72,2 614,8 27,8 206,4 94,2 NI 436,6 537,9 173,4 298,7 44,9 NI 72,5 NI 44,3 NI NI NI NI 81,0 76,2 83,8 149,3 NI 350,2 75,6 369,8 169,3 117,0 56,2 23,1 NI 135,2 NI 315,9

6,9 NI -39,4 -31,6 10,2 16,6 24,2 -46,5 -33,7 NI NI 6,9 7,9 23,9 34,4 31,4 -12,1 -42,0 -0,1 16,6 NI 16,2 6,1 14,6 8,5 9,2 NI NA NI 15,1 NI NI NI NI 15,7 31,5 19,2 NI NI -86,2 3,9 -0,1 55,4 21,1 10,4 53,0 NI -21,8 NI 27,6

LEGAL (em %)

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

12,7 NI -52,3 -37,7 16,7 18,6 29,5 -31,8 -24,1 NI NI 0,2 13,7 23,9 36,9 33,9 -9,3 -48,2 2,6 21,2 NI 6,1 12,5 20,5 9,0 8,6 NI NA NI 22,9 NI NI NI NI 19,9 33,7 23,2 26,6 NI -60,6 8,1 7,5 63,2 34,8 10,3 49,6 NI -24,3 NI 27,2

72,5 NI 70,1 -25,5 226,4 37,9 92,5 34,9 -472,2 NI NI 30,6 109,1 22,1 57,7 47,9 223,1 -7,6 40,6 -6,5 NI 76,2 314,3 91,1 75,3 14,0 NI -9,4 NI 11,0 NI NI NI NI 70,8 48,6 83,9 133,0 NI -148,3 72,7 307,4 27,4 -57,7 1,0 22,0 NI -53,6 NI 17,1

milhões)

1,26 NI 0,61 0,60 4,14 1,57 1,64 1,00 0,38 NI NI 1,37 1,91 0,26 1,10 1,69 1,39 0,69 0,73 0,94 NI 0,56 2,16 1,11 0,81 1,19 NI 0,93 NI 1,15 NI NI NI NI 1,69 1,37 1,27 2,16 NI 0,63 1,25 12,50 1,10 0,82 0,98 0,84 NI 0,63 NI 0,58

52,4 NI 72,7 82,7 21,2 47,7 44,3 81,5 78,1 NI NI 37,9 40,2 67,8 86,2 48,4 34,1 88,1 50,8 63,8 NI 62,3 24,2 52,0 59,8 50,8 NI 75,0 NI 73,0 NI NI NI NI 52,6 61,4 63,5 40,0 NI 77,3 58,9 6,8 64,9 62,6 67,2 89,2 NI 75,4 NI 57,6

11,6 NI 46,1 36,1 8,9 0,7 12,5 5,7 42,1 NI NI 1,9 6,2 55,5 28,4 2,2 15,3 30,2 27,8 22,2 NI 38,4 16,4 21,7 42,3 26,0 NI 31,5 NI 0,5 NI NI NI NI 12,9 9,9 18,5 11,9 NI 41,9 24,7 2,1 14,4 1,6 9,3 25,9 NI 32,8 NI 39,3

102,6 NI 171,9 NI 290,2 31,8 93,5 NI 287,4 NI NI 199,8 158,4 173,8 62,8 137,6 115,2 159,4 NI 123,7 NI 166,1 197,0 73,5 256,0 50,5 NI 21,1 NI 87,6 NI NI NI NI 128,5 242,3 NI 155,4 NI NI 83,3 175,2 206,9 97,9 237,4 116,4 NI NI NI 353,2

1 659 3 318 10 522 NI 10 005 738 1 506 613 2 843 4 079 NI 226 5 227 2 516 261 1 192 12 080 5 904 NI 3 623 NI 1 543 6 715 2 020 734 1 252 NI 1 186 NI 160 NI NI NI NI 6 482 5 871 NI 607 1 168 1 793 3 948 2 061 1 262 6 894 27 303 3 605 NI NI 5 014 4 397

66,2 NI 15,6 NI 30,2 43,4 63,6 NI 99,6 NI NI 699,7 33,4 75,2 244,5 126,4 8,5 25,5 NI 35,1 NI 104,3 30,9 36,9 338,9 44,7 NI 20,0 NI 617,2 NI NI NI NI 21,2 45,2 NI 253,7 NI NI 21,4 83,6 163,6 14,3 8,9 30,6 NI NI NI 82,5

21,4 42,8 92,3 NI 122,5 9,0 28,4 8,5 64,1 NI NI 7,7 55,2 41,8 13,3 65,9 110,4 56,6 NI 39,4 NI 49,6 154,5 26,0 NI 26,4 NI 21,2 NI 6,6 NI NI NI NI 50,6 137,4 NI 61,8 NI 46,7 42,6 52,0 40,9 53,7 142,4 65,3 NI NI 53,8 143,6

31,9 122,1 96,1 81,1 38,9 6,7 8,5 2,7 97,6 NI NI 137,6 25,7 8,9 137,8 43,0 57,9 NI NI 139,6 NI 11,8 NI 20,5 NI 0,3 NI 5,7 NI 102,9 NI NI NI NI 32,2 41,9 100,5 43,3 NI 67,8 71,6 153,9 42,7 113,3 42,6 73,0 NI 96,2 28,1 48,8

% foi a rentabilidade da Localiza, empresa do setor de transportes com sede em Belo Horizonte EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

46,5 NI 50,4 50,7 59,6 17,6 55,6 53,1 -12,7 NI NI 84,6 30,1 299,9 -39,5 67,7 47,1 41,8 29,0 24,2 NI 156,7 55,7 57,3 98,1 21,5 NI 17,1 NI 14,0 NI NI NI NI 27,5 27,9 19,1 NI NI 7,4 -12,7 42,6 164,3 9,0 22,9 29,1 NI NI NI 192,7

18,7 108,7 8,7 525,2 80,3 NI NI 0,0 0,7 193,9 287,3 NI NI 518,1 65,8 NI NI NI 33,9 NI NI NI NI 58,1 NI 12,0 38,5 148,4 12,7 0,0 NI NI NI NI -

3,1 17,9 1,4 88,2 13,6 NI NI 0,0 0,1 33,3 49,5 NI NI 90,5 11,5 NI NI NI 6,1 NI NI NI NI 10,5 NI 2,2 7,1 27,5 2,4 0,0 NI NI NI NI -

Brasileiro Francês Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Americano Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Anglo-sueco Brasileiro Brasileiro Belga Brasileiro Americano Japonês Brasileiro Brasileiro Português Brasileiro Americano Brasileiro Austríaco Brasileiro Suíço Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Sueco Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Inglês Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal

301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350

| 301 - 350

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

313O– DROGASIL

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

158 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 301-350 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 159

6/26/09 8:22:02 PM


24

A rede farmacêutica faturou 590 milhões de dólares, um crescimento de 18,5% em relação a 2007

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 301 - 350 MAIORES | VENDAS

438 · 258 354 323 336 307 448 160 253 275 418 365 331 346 372 231 322 283 300 305 288 457 355 339 294 281 333 308 259 286 296 269 316 356 496 332 342 412 175 330 291 411 327 293 540 420 309 429 340

Comigo2,6, Rio Verde, GO Leroy Merlin2, São Paulo, SP Vicunha2,6, Fortaleza, CE M&G Polímeros3,6, Ipojuca, PE Delta Construções2,6, Rio de Janeiro, RJ Bianchini3,6, Porto Alegre, RS Unimed BH2,6, Belo Horizonte, MG Fertipar2,6, Curitiba, PR Votorantim Metais Zinco2,6, Três Marias, MG Nextel2,B, São Paulo, SP Philip Morris1, Curitiba, PR A. Telecom2,6, São Paulo, SP Drogasil2,6,8, São Paulo, SP Localiza2,6,8, Belo Horizonte, MG Cisa2,6, Vitória, ES AstraZeneca2,6, Cotia, SP Coteminas2,6, Montes Claros, MG Diplomata3,6, Cascavel, PR Solvay Indupa3,6, Santo André, SP Norsa2,6, Fortaleza, CE Accenture1,B, São Paulo, SP Cenibra2,6, Belo Oriente, MG Hospital Albert Einstein2,6, São Paulo, SP Cocamar2,6, Maringá, PR Enersul3,6,8, Campo Grande, MS Copagaz2,6,B, São Paulo, SP Universal Leaf1, Santa Cruz do Sul, RS Golden Cross3,6, Rio de Janeiro, RJ Villares Metals1, Sumaré, SP Cotia Trading2,6, Vitória, ES Alliance One1, Santa Cruz do Sul, RS Parmalat1, São Paulo, SP Coimex1, Vitória, ES Unimed Paulistana1, São Paulo, SP Drogarias Pacheco2,6, Rio de Janeiro, RJ UTC Engenharia2,6, São Paulo, SP Arcom3,6, Uberlândia, MG Lilly2, São Paulo, SP Ericsson2, São Paulo, SP VMN2,6, Fortaleza de Minas, MG Coop2,6, Santo André, SP Termomecânica2,6, São Bernardo do Campo, SP Anglo American - Copebrás2,6, Cubatão, SP Lojas Colombo2,6,8,B, Farroupilha, RS GR3,6,7,B, São Paulo, SP Amsted Maxion3,6, Cruzeiro, SP Supermercado Condor2, Curitiba, PR Usina Nova América3,6,7, Tarumã, SP Droga Raia2, São Paulo, SP Corsan2,6, Porto Alegre, RS

Atacado Varejo Têxteis Química e Petroquímica Indústria da Construção Bens de Consumo Serviços Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Telecomunicações Bens de Consumo Telecomunicações Varejo Transporte Atacado Farmacêutico Têxteis Produção Agropecuária Química e Petroquímica Bens de Consumo Serviços Papel e Celulose Serviços Produção Agropecuária Energia Energia Bens de Consumo Serviços Siderurgia e Metalurgia Atacado Bens de Consumo Bens de Consumo Atacado Serviços Varejo Indústria da Construção Atacado Farmacêutico Serviços Mineração Varejo Siderurgia e Metalurgia Química e Petroquímica Varejo Serviços Siderurgia e Metalurgia Varejo Energia Varejo Serviços

607,5 607,3 6 05,6 601,7 596,0 595,3 595,3 591,2 591,1 591,1 590,6 589,4 589,1 588,2 586,3 584,4 581,5 580,7 577,8 573,6 572,9 572,6 571,8 570,1 570,0 568,7 568,4 566,0 564,0 555,6 555,1 555,1 555,1 555,1 554,4 553,9 546,3 545,2 539,5 539,1 538,5 538,4 537,8 535,7 535,7 534,5 531,3 530,9 528,8 527,5

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

2008 2007

301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350

LUCRO

CRESCIMENTO

50,9 NA -14,3 18,0 7,1 10,9 0,9 50,0 -48,6 NA NA 38,1 18,5 7,4 12,5 20,2 -26,2 3,1 -9,2 -3,7 NA -6,2 -0,1 13,3 6,7 -7,4 NA 3,9 NA -21,2 NA NA NA NA 9,5 60,1 0,2 NA NA -49,9 -1,9 -13,3 23,7 -3,2 -13,1 61,3 NA NA NA -1,2

11,1 NI -73,1 -28,0 26,7 15,7 39,7 -76,0 -146,4 NI NI 19,3 13,0 67,5 16,1 41,3 -78,4 -14,4 -0,2 16,5 NI 88,1 33,9 27,4 31,0 4,6 NI 1,1 NI 7,1 NI NI NI NI 13,6 27,2 23,3 NI NI -333,9 3,2 -0,6 135,3 27,3 6,2 16,2 NI -32,1 NI 103,6

19,5 NI -83,4 -26,7 43,2 17,1 47,1 -51,7 -91,6 NI NI 0,6 21,9 58,7 17,2 44,0 -56,9 -13,4 5,7 20,0 NI 30,4 67,5 36,2 29,4 4,1 NI 1,3 NI 10,8 NI NI NI NI 16,9 28,6 27,5 52,2 NI -212,2 6,2 29,4 148,4 44,3 5,8 13,1 NI -33,0 NI 90,7

160,1 NI 185,4 88,6 248,1 90,8 160,9 107,2 433,7 NI NI 275,0 155,1 267,1 38,7 74,1 649,1 34,2 220,4 99,6 NI 480,0 557,8 183,7 334,2 47,1 NI 79,0 NI 44,3 NI NI NI NI 82,3 77,9 86,3 NI NI 387,2 78,8 373,6 178,7 118,9 59,6 27,3 NI 146,9 NI 358,2

153,0 NI 159,4 70,8 246,1 87,9 156,3 106,2 380,2 NI NI 261,3 152,0 229,9 38,5 72,2 614,8 27,8 206,4 94,2 NI 436,6 537,9 173,4 298,7 44,9 NI 72,5 NI 44,3 NI NI NI NI 81,0 76,2 83,8 149,3 NI 350,2 75,6 369,8 169,3 117,0 56,2 23,1 NI 135,2 NI 315,9

6,9 NI -39,4 -31,6 10,2 16,6 24,2 -46,5 -33,7 NI NI 6,9 7,9 23,9 34,4 31,4 -12,1 -42,0 -0,1 16,6 NI 16,2 6,1 14,6 8,5 9,2 NI NA NI 15,1 NI NI NI NI 15,7 31,5 19,2 NI NI -86,2 3,9 -0,1 55,4 21,1 10,4 53,0 NI -21,8 NI 27,6

LEGAL (em %)

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

12,7 NI -52,3 -37,7 16,7 18,6 29,5 -31,8 -24,1 NI NI 0,2 13,7 23,9 36,9 33,9 -9,3 -48,2 2,6 21,2 NI 6,1 12,5 20,5 9,0 8,6 NI NA NI 22,9 NI NI NI NI 19,9 33,7 23,2 26,6 NI -60,6 8,1 7,5 63,2 34,8 10,3 49,6 NI -24,3 NI 27,2

72,5 NI 70,1 -25,5 226,4 37,9 92,5 34,9 -472,2 NI NI 30,6 109,1 22,1 57,7 47,9 223,1 -7,6 40,6 -6,5 NI 76,2 314,3 91,1 75,3 14,0 NI -9,4 NI 11,0 NI NI NI NI 70,8 48,6 83,9 133,0 NI -148,3 72,7 307,4 27,4 -57,7 1,0 22,0 NI -53,6 NI 17,1

milhões)

1,26 NI 0,61 0,60 4,14 1,57 1,64 1,00 0,38 NI NI 1,37 1,91 0,26 1,10 1,69 1,39 0,69 0,73 0,94 NI 0,56 2,16 1,11 0,81 1,19 NI 0,93 NI 1,15 NI NI NI NI 1,69 1,37 1,27 2,16 NI 0,63 1,25 12,50 1,10 0,82 0,98 0,84 NI 0,63 NI 0,58

52,4 NI 72,7 82,7 21,2 47,7 44,3 81,5 78,1 NI NI 37,9 40,2 67,8 86,2 48,4 34,1 88,1 50,8 63,8 NI 62,3 24,2 52,0 59,8 50,8 NI 75,0 NI 73,0 NI NI NI NI 52,6 61,4 63,5 40,0 NI 77,3 58,9 6,8 64,9 62,6 67,2 89,2 NI 75,4 NI 57,6

11,6 NI 46,1 36,1 8,9 0,7 12,5 5,7 42,1 NI NI 1,9 6,2 55,5 28,4 2,2 15,3 30,2 27,8 22,2 NI 38,4 16,4 21,7 42,3 26,0 NI 31,5 NI 0,5 NI NI NI NI 12,9 9,9 18,5 11,9 NI 41,9 24,7 2,1 14,4 1,6 9,3 25,9 NI 32,8 NI 39,3

102,6 NI 171,9 NI 290,2 31,8 93,5 NI 287,4 NI NI 199,8 158,4 173,8 62,8 137,6 115,2 159,4 NI 123,7 NI 166,1 197,0 73,5 256,0 50,5 NI 21,1 NI 87,6 NI NI NI NI 128,5 242,3 NI 155,4 NI NI 83,3 175,2 206,9 97,9 237,4 116,4 NI NI NI 353,2

1 659 3 318 10 522 NI 10 005 738 1 506 613 2 843 4 079 NI 226 5 227 2 516 261 1 192 12 080 5 904 NI 3 623 NI 1 543 6 715 2 020 734 1 252 NI 1 186 NI 160 NI NI NI NI 6 482 5 871 NI 607 1 168 1 793 3 948 2 061 1 262 6 894 27 303 3 605 NI NI 5 014 4 397

66,2 NI 15,6 NI 30,2 43,4 63,6 NI 99,6 NI NI 699,7 33,4 75,2 244,5 126,4 8,5 25,5 NI 35,1 NI 104,3 30,9 36,9 338,9 44,7 NI 20,0 NI 617,2 NI NI NI NI 21,2 45,2 NI 253,7 NI NI 21,4 83,6 163,6 14,3 8,9 30,6 NI NI NI 82,5

21,4 42,8 92,3 NI 122,5 9,0 28,4 8,5 64,1 NI NI 7,7 55,2 41,8 13,3 65,9 110,4 56,6 NI 39,4 NI 49,6 154,5 26,0 NI 26,4 NI 21,2 NI 6,6 NI NI NI NI 50,6 137,4 NI 61,8 NI 46,7 42,6 52,0 40,9 53,7 142,4 65,3 NI NI 53,8 143,6

31,9 122,1 96,1 81,1 38,9 6,7 8,5 2,7 97,6 NI NI 137,6 25,7 8,9 137,8 43,0 57,9 NI NI 139,6 NI 11,8 NI 20,5 NI 0,3 NI 5,7 NI 102,9 NI NI NI NI 32,2 41,9 100,5 43,3 NI 67,8 71,6 153,9 42,7 113,3 42,6 73,0 NI 96,2 28,1 48,8

% foi a rentabilidade da Localiza, empresa do setor de transportes com sede em Belo Horizonte EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

46,5 NI 50,4 50,7 59,6 17,6 55,6 53,1 -12,7 NI NI 84,6 30,1 299,9 -39,5 67,7 47,1 41,8 29,0 24,2 NI 156,7 55,7 57,3 98,1 21,5 NI 17,1 NI 14,0 NI NI NI NI 27,5 27,9 19,1 NI NI 7,4 -12,7 42,6 164,3 9,0 22,9 29,1 NI NI NI 192,7

18,7 108,7 8,7 525,2 80,3 NI NI 0,0 0,7 193,9 287,3 NI NI 518,1 65,8 NI NI NI 33,9 NI NI NI NI 58,1 NI 12,0 38,5 148,4 12,7 0,0 NI NI NI NI -

3,1 17,9 1,4 88,2 13,6 NI NI 0,0 0,1 33,3 49,5 NI NI 90,5 11,5 NI NI NI 6,1 NI NI NI NI 10,5 NI 2,2 7,1 27,5 2,4 0,0 NI NI NI NI -

Brasileiro Francês Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Americano Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Anglo-sueco Brasileiro Brasileiro Belga Brasileiro Americano Japonês Brasileiro Brasileiro Português Brasileiro Americano Brasileiro Austríaco Brasileiro Suíço Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Sueco Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Inglês Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal

301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350

| 301 - 350

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

313O– DROGASIL

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

158 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 301-350 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 159

6/26/09 8:22:02 PM


A concessionária de estradas faturou 490 milhões de dólares e lucrou 177 milhões de dólares em 2008

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 351 - 400 MAIORES | VENDAS

364 401 334 387 436 278 343 480 419 441 410 · 347 344 328 337 377 555 375 381 338 425 456 398 386 384 370 243 360 352 415 350 695 450 499 566 357 446 362 349 403 299 422 378 584 470 394 301 379 393

Metrô2,6, São Paulo, SP Intermédica2,6, São Paulo, SP Cosern2,6,8, Natal, RN Mineração Maracá1, Alto Horizonte, GO SPDM3,6, São Paulo, SP Semp Toshiba-AM2, Manaus, AM MRN2,6, Oriximiná, PA Algar Agro2,6,B, Uberlândia, MG LDC Bioenergia2,6, São Paulo, SP Repsol YPF3,6, Rio de Janeiro, RJ Integrada2,6, Londrina, PR Google1, São Paulo, SP Lojas Yamada2,6,8, Belém, PA Atlas Schindler2,6, São Paulo, SP Philips da Amazônia1,B, Manaus, AM Elekeiroz2,6,8, Várzea Paulista, SP Prysmian2,6, Sorocaba, SP Carioca Engenharia2,6, Rio de Janeiro, RJ Rio Negro2,6, Guarulhos, SP CPTM2,6, São Paulo, SP ALL3,6, Curitiba, PR Suspensys3,6, Caxias do Sul, RS Móveis Gazin2,6,B, Douradina, PR Dix Saúde3,6, Rio de Janeiro, RJ AutoBan3,6, São Paulo, SP Embasa2,6,8, Salvador, BA Usina Caeté1, Maceió, AL Saint-Gobain3,6, São Paulo, SP Reckitt Benckiser1, São Paulo, SP Innova2,6, Triunfo, RS Servimed1,6, Bauru, SP Universidade Estácio de Sá2,6, Rio de Janeiro, RJ Trop2,6, Vitória, ES Camil2,6,7, São Paulo, SP Treelog2,6, Osasco, SP Ferbasa2,6,8, Pojuca, BA Eluma2,6,8, Santo André, SP Cooperalfa2,6, Chapecó, SC Danone1, São Paulo, SP Akzo Nobel1, Barueri, SP Vipal3,6,8, Nova Prata, RS Metso2,6, Sorocaba, SP Santher2,6, São Paulo, SP TKMCL2,7, Campo Limpo Paulista, SP Galvão2,6,8, São Paulo, SP SAP1, São Paulo, SP Distribuidora Automotiva3,6, São Paulo, SP Videolar3,6, Manaus, AM Teksid1, Betim, MG Aché3,6, Guarulhos, SP

Transporte Serviços Energia Mineração Serviços Eletroeletrônico Mineração Produção Agropecuária Energia Energia Atacado Indústria Digital Varejo Bens de Capital Eletroeletrônico Química e Petroquímica Eletroeletrônico Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Transporte Transporte Autoindústria Varejo Serviços Serviços Serviços Energia Indústria da Construção Bens de Consumo Química e Petroquímica Atacado Serviços Atacado Produção Agropecuária Atacado Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Produção Agropecuária Bens de Consumo Química e Petroquímica Autoindústria Bens de Capital Papel e Celulose Autoindústria Indústria da Construção Indústria Digital Atacado Diversos Siderurgia e Metalurgia Farmacêutico

526,4 519,5 517,5 510,7 510,4 510,0 509,6 506,9 506,6 504,1 500,3 500,0 499,5 499,5 497,4 492,7 492,7 492,4 491,8 491,3 490,6 490,2 490,1 488,7 487,8 485,8 485,3 481,8 479,6 479,2 478,1 477,3 473,5 472,2 470,0 469,4 468,0 467,9 466,3 466,3 466,1 463,3 462,2 461,6 459,6 458,7 458,4 458,2 457,4 455,8

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

4 558,7 70,9 325,6 NI 20,2 524,9 283,4 70,7 449,7 1 037,9 69,9 NI 26,6 115,8 NI 197,0 129,7 115,1 106,9 2 577,5 100,0 64,4 71,3 87,4 213,5 1 742,0 NI 170,5 NI 66,1 28,7 50,6 6,9 73,0 1,5 367,3 174,1 111,5 NI NI 115,5 95,4 77,2 NI 109,9 NI 161,1 209,2 NI 319,0

4 233,6 67,5 306,3 NI 16,3 508,8 253,7 65,6 385,7 996,5 66,9 NI 24,3 106,1 NI 188,9 124,9 113,1 103,9 2 384,9 62,6 62,3 70,4 84,1 180,9 1 599,1 NI 159,8 NI 56,3 27,7 46,1 6,8 71,3 1,0 360,3 169,7 105,8 NI NI 109,3 92,1 65,5 NI 109,8 NI 160,5 198,4 NI 308,0

2008 2007

351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400

LUCRO

CRESCIMENTO

5,0 8,4 -4,1 NA 26,5 -22,1 -4,3 39,7 19,1 25,9 14,7 NA -3,8 -4,8 NA -8,2 3,3 68,8 2,7 3,5 -8,3 17,7 28,8 7,8 3,7 3,3 NA -36,3 NA -6,6 11,0 -7,5 125,5 20,9 36,5 67,1 -7,4 18,5 NA NA 3,2 -22,5 10,4 NA 72,7 NA 0,0 -23,0 NA -0,6

11,9 14,7 68,0 NI 10,9 -55,4 109,6 9,2 7,0 -141,9 3,3 NI 5,0 68,2 NI 22,6 45,4 28,1 14,8 -155,5 -2,9 31,5 7,3 -11,5 176,9 -31,8 NI 32,8 NI -24,0 5,3 2,3 11,8 24,5 0,9 105,4 1,8 16,8 NI NI -47,4 -17,0 30,1 NI 35,9 NI 6,5 -12,3 NI 26,0

-57,7 17,9 90,9 NI 11,7 -36,3 94,3 8,6 -31,4 -142,0 6,0 NI 4,0 58,1 NI 34,8 53,3 34,4 15,4 -179,4 -21,2 34,6 10,8 -5,3 145,6 -61,7 NI 55,8 NI -28,8 5,4 0,1 11,4 24,9 0,5 143,8 7,9 21,4 NI NI -26,8 -7,1 20,8 NI 52,2 NI 21,8 -4,8 NI 37,4

0,3 18,5 17,0 NI 54,1 -10,2 29,2 NA 1,6 -13,7 4,6 NI 18,1 41,9 NI 11,0 27,5 16,3 13,4 -6,0 -1,6 39,5 10,1 -13,2 59,9 -1,8 NI 18,6 NI -36,4 17,4 4,5 66,8 31,0 NA 26,6 1,0 15,1 NI NI -40,3 -14,0 36,5 NI 32,7 NI 3,8 -5,3 NI 7,3

LEGAL (em %)

21

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

-1,4 23,4 23,9 NI 71,4 -6,9 27,2 NA -8,1 -14,2 8,7 NI 16,0 38,0 NI 17,6 33,3 20,1 14,3 -7,5 -15,2 44,7 15,2 -6,3 55,5 -3,9 NI 33,8 NI -51,2 18,3 0,3 64,6 32,2 NA 36,9 4,7 20,3 NI NI -24,0 -6,0 29,3 NI 47,6 NI 12,9 -2,2 NI 10,8

-12,4 9,5 5,8 NI 17,3 281,7 -204,5 77,5 -360,9 486,7 33,9 NI 6,2 25,7 NI 84,5 58,2 91,8 84,3 -11,7 -7,9 37,2 50,7 -27,5 -84,9 120,9 NI 55,3 NI 22,0 11,2 -10,1 27,5 20,4 9,0 220,0 122,5 65,6 NI NI 127,1 51,3 -21,5 NI 105,8 NI 113,7 68,4 NI 51,9

milhões)

0,51 1,12 1,05 NI 0,76 2,46 0,73 0,94 0,45 2,36 1,13 NI 0,92 0,92 NI 1,77 1,14 1,99 1,69 0,29 0,43 1,43 1,26 0,78 0,31 0,47 NI 1,80 NI 0,55 1,11 0,69 1,05 0,77 0,93 4,41 1,71 1,16 NI NI 0,84 1,13 0,49 NI 2,29 NI 2,90 1,55 NI 0,75

18,8 60,6 51,2 NI 88,4 26,8 64,8 84,8 77,4 22,4 72,7 NI 88,3 70,2 NI 33,1 57,7 43,3 44,1 16,0 92,5 45,1 67,5 63,9 68,8 29,3 NI 25,7 NI 74,7 74,7 57,5 95,2 67,9 98,3 14,7 46,7 49,0 NI NI 75,6 78,5 73,6 NI 38,1 NI 27,2 29,8 NI 42,2

12,5 11,7 28,0 NI 31,2 11,8 25,8 25,1 31,7 9,4 8,8 NI 15,8 24,1 NI 15,3 15,0 23,4 15,1 12,5 68,0 14,8 5,6 22,8 50,3 25,0 NI 4,0 NI 45,5 1,8 10,5 17,2 25,7 19,2 2,4 15,1 25,8 NI NI 46,4 7,3 35,0 NI 10,6 NI 7,9 7,6 NI 26,6

327,9 73,2 284,5 NI 338,5 101,6 296,6 95,5 NI NI 35,4 NI 65,5 219,7 NI 60,5 116,3 88,7 185,2 52,9 162,8 88,4 101,8 NI 369,8 NI NI NI NI 46,4 8,9 239,1 141,1 99,8 57,1 278,0 117,5 48,2 NI NI 124,2 153,3 178,5 NI 184,9 NI NI 90,4 NI NI

7 813 6 481 737 NI 22 579 1 500 1 323 320 10 942 NI 1 495 NI 7 186 4 051 NI 756 830 2 500 1 086 6 313 4 899 1 457 3 358 NI 1 209 3 671 16 880 NI NI 208 1 416 9 218 88 906 1 815 2 933 1 415 1 750 NI NI 2 320 1 687 1 370 3 058 2 995 791 NI 2 262 NI NI

43,1 11,6 387,6 NI 17,3 56,3 224,0 305,7 NI NI 23,8 NI 9,5 54,2 NI 79,5 148,7 23,7 182,2 8,7 43,3 64,5 34,1 NI NI NI NI NI NI 219,7 6,8 23,2 1 585,9 111,8 49,4 102,9 83,6 28,9 NI NI 54,3 95,1 134,6 NI 68,2 NI NI 38,2 NI NI

304,5 85,6 19,5 NI 313,3 16,7 38,9 7,9 112,8 NI 10,5 NI 38,4 97,9 NI 21,3 22,8 17,1 23,2 169,5 104,1 20,8 36,5 NI NI 78,2 87,6 NI NI 11,8 12,6 153,4 5,8 9,7 13,4 54,1 35,9 17,8 NI NI NI 59,9 39,2 NI 52,0 NI NI 30,4 NI NI

% foi o crescimento da receita da Camil, empresa paulista do setor de agropecuária EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

21,4 21,6 142,4 NI NI 80,5 57,8 38,4 58,4 24,4 11,0 NI 72,2 74,0 NI 100,8 84,0 36,9 117,7 13,5 NI 111,8 90,0 14,4 NI 46,9 36,0 136,7 NI 100,5 15,1 14,1 63,1 31,7 36,0 79,0 117,5 15,7 NI NI NI 57,2 97,9 NI 31,9 65,4 NI NI NI NI

-38,9 39,8 112,4 NI 23,5 27,1 238,9 91,0 7,3 NI 38,0 NI 3,7 93,3 NI 54,0 70,9 45,5 44,5 -63,8 156,2 47,0 NI 27,0 308,3 53,7 NI 74,7 NI 19,5 -13,6 28,5 16,6 42,6 2,2 174,9 38,8 30,9 NI NI 53,5 33,1 37,8 NI 63,3 NI 12,3 65,6 NI 91,0

NI NI 2,2 174,7 153,8 117,7 NI 33,3 NI 31,3 NI 48,6 98,9 29,7 NI 17,9 4,9 NI NI 264,0 NI NI 18,9 35,5 92,6 63,0 11,3 NI NI NI 141,9 13,2 NI NI NI NI NI NI

NI NI 0,4 34,3 30,4 23,2 NI 6,7 NI 6,3 NI 9,9 20,1 6,0 NI 3,6 1,0 NI NI 54,4 NI NI 3,9 7,5 19,7 13,5 2,4 NI NI NI 30,6 2,9 NI NI NI NI NI NI

Estatal Brasileiro Brasileiro Canadense Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Espanhol Brasileiro Americano Brasileiro Espanhol Holandês Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Francês Anglo-holandês Argentino Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Holandês Brasileiro Finlandês Brasileiro Alemão Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Italiano Brasileiro

351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400

| 351 - 400

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

375O– AUTOBAN

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

160 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 351-400 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 161

6/26/09 8:22:25 PM


A concessionária de estradas faturou 490 milhões de dólares e lucrou 177 milhões de dólares em 2008

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 351 - 400 MAIORES | VENDAS

364 401 334 387 436 278 343 480 419 441 410 · 347 344 328 337 377 555 375 381 338 425 456 398 386 384 370 243 360 352 415 350 695 450 499 566 357 446 362 349 403 299 422 378 584 470 394 301 379 393

Metrô2,6, São Paulo, SP Intermédica2,6, São Paulo, SP Cosern2,6,8, Natal, RN Mineração Maracá1, Alto Horizonte, GO SPDM3,6, São Paulo, SP Semp Toshiba-AM2, Manaus, AM MRN2,6, Oriximiná, PA Algar Agro2,6,B, Uberlândia, MG LDC Bioenergia2,6, São Paulo, SP Repsol YPF3,6, Rio de Janeiro, RJ Integrada2,6, Londrina, PR Google1, São Paulo, SP Lojas Yamada2,6,8, Belém, PA Atlas Schindler2,6, São Paulo, SP Philips da Amazônia1,B, Manaus, AM Elekeiroz2,6,8, Várzea Paulista, SP Prysmian2,6, Sorocaba, SP Carioca Engenharia2,6, Rio de Janeiro, RJ Rio Negro2,6, Guarulhos, SP CPTM2,6, São Paulo, SP ALL3,6, Curitiba, PR Suspensys3,6, Caxias do Sul, RS Móveis Gazin2,6,B, Douradina, PR Dix Saúde3,6, Rio de Janeiro, RJ AutoBan3,6, São Paulo, SP Embasa2,6,8, Salvador, BA Usina Caeté1, Maceió, AL Saint-Gobain3,6, São Paulo, SP Reckitt Benckiser1, São Paulo, SP Innova2,6, Triunfo, RS Servimed1,6, Bauru, SP Universidade Estácio de Sá2,6, Rio de Janeiro, RJ Trop2,6, Vitória, ES Camil2,6,7, São Paulo, SP Treelog2,6, Osasco, SP Ferbasa2,6,8, Pojuca, BA Eluma2,6,8, Santo André, SP Cooperalfa2,6, Chapecó, SC Danone1, São Paulo, SP Akzo Nobel1, Barueri, SP Vipal3,6,8, Nova Prata, RS Metso2,6, Sorocaba, SP Santher2,6, São Paulo, SP TKMCL2,7, Campo Limpo Paulista, SP Galvão2,6,8, São Paulo, SP SAP1, São Paulo, SP Distribuidora Automotiva3,6, São Paulo, SP Videolar3,6, Manaus, AM Teksid1, Betim, MG Aché3,6, Guarulhos, SP

Transporte Serviços Energia Mineração Serviços Eletroeletrônico Mineração Produção Agropecuária Energia Energia Atacado Indústria Digital Varejo Bens de Capital Eletroeletrônico Química e Petroquímica Eletroeletrônico Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Transporte Transporte Autoindústria Varejo Serviços Serviços Serviços Energia Indústria da Construção Bens de Consumo Química e Petroquímica Atacado Serviços Atacado Produção Agropecuária Atacado Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Produção Agropecuária Bens de Consumo Química e Petroquímica Autoindústria Bens de Capital Papel e Celulose Autoindústria Indústria da Construção Indústria Digital Atacado Diversos Siderurgia e Metalurgia Farmacêutico

526,4 519,5 517,5 510,7 510,4 510,0 509,6 506,9 506,6 504,1 500,3 500,0 499,5 499,5 497,4 492,7 492,7 492,4 491,8 491,3 490,6 490,2 490,1 488,7 487,8 485,8 485,3 481,8 479,6 479,2 478,1 477,3 473,5 472,2 470,0 469,4 468,0 467,9 466,3 466,3 466,1 463,3 462,2 461,6 459,6 458,7 458,4 458,2 457,4 455,8

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

4 558,7 70,9 325,6 NI 20,2 524,9 283,4 70,7 449,7 1 037,9 69,9 NI 26,6 115,8 NI 197,0 129,7 115,1 106,9 2 577,5 100,0 64,4 71,3 87,4 213,5 1 742,0 NI 170,5 NI 66,1 28,7 50,6 6,9 73,0 1,5 367,3 174,1 111,5 NI NI 115,5 95,4 77,2 NI 109,9 NI 161,1 209,2 NI 319,0

4 233,6 67,5 306,3 NI 16,3 508,8 253,7 65,6 385,7 996,5 66,9 NI 24,3 106,1 NI 188,9 124,9 113,1 103,9 2 384,9 62,6 62,3 70,4 84,1 180,9 1 599,1 NI 159,8 NI 56,3 27,7 46,1 6,8 71,3 1,0 360,3 169,7 105,8 NI NI 109,3 92,1 65,5 NI 109,8 NI 160,5 198,4 NI 308,0

2008 2007

351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400

LUCRO

CRESCIMENTO

5,0 8,4 -4,1 NA 26,5 -22,1 -4,3 39,7 19,1 25,9 14,7 NA -3,8 -4,8 NA -8,2 3,3 68,8 2,7 3,5 -8,3 17,7 28,8 7,8 3,7 3,3 NA -36,3 NA -6,6 11,0 -7,5 125,5 20,9 36,5 67,1 -7,4 18,5 NA NA 3,2 -22,5 10,4 NA 72,7 NA 0,0 -23,0 NA -0,6

11,9 14,7 68,0 NI 10,9 -55,4 109,6 9,2 7,0 -141,9 3,3 NI 5,0 68,2 NI 22,6 45,4 28,1 14,8 -155,5 -2,9 31,5 7,3 -11,5 176,9 -31,8 NI 32,8 NI -24,0 5,3 2,3 11,8 24,5 0,9 105,4 1,8 16,8 NI NI -47,4 -17,0 30,1 NI 35,9 NI 6,5 -12,3 NI 26,0

-57,7 17,9 90,9 NI 11,7 -36,3 94,3 8,6 -31,4 -142,0 6,0 NI 4,0 58,1 NI 34,8 53,3 34,4 15,4 -179,4 -21,2 34,6 10,8 -5,3 145,6 -61,7 NI 55,8 NI -28,8 5,4 0,1 11,4 24,9 0,5 143,8 7,9 21,4 NI NI -26,8 -7,1 20,8 NI 52,2 NI 21,8 -4,8 NI 37,4

0,3 18,5 17,0 NI 54,1 -10,2 29,2 NA 1,6 -13,7 4,6 NI 18,1 41,9 NI 11,0 27,5 16,3 13,4 -6,0 -1,6 39,5 10,1 -13,2 59,9 -1,8 NI 18,6 NI -36,4 17,4 4,5 66,8 31,0 NA 26,6 1,0 15,1 NI NI -40,3 -14,0 36,5 NI 32,7 NI 3,8 -5,3 NI 7,3

LEGAL (em %)

21

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

-1,4 23,4 23,9 NI 71,4 -6,9 27,2 NA -8,1 -14,2 8,7 NI 16,0 38,0 NI 17,6 33,3 20,1 14,3 -7,5 -15,2 44,7 15,2 -6,3 55,5 -3,9 NI 33,8 NI -51,2 18,3 0,3 64,6 32,2 NA 36,9 4,7 20,3 NI NI -24,0 -6,0 29,3 NI 47,6 NI 12,9 -2,2 NI 10,8

-12,4 9,5 5,8 NI 17,3 281,7 -204,5 77,5 -360,9 486,7 33,9 NI 6,2 25,7 NI 84,5 58,2 91,8 84,3 -11,7 -7,9 37,2 50,7 -27,5 -84,9 120,9 NI 55,3 NI 22,0 11,2 -10,1 27,5 20,4 9,0 220,0 122,5 65,6 NI NI 127,1 51,3 -21,5 NI 105,8 NI 113,7 68,4 NI 51,9

milhões)

0,51 1,12 1,05 NI 0,76 2,46 0,73 0,94 0,45 2,36 1,13 NI 0,92 0,92 NI 1,77 1,14 1,99 1,69 0,29 0,43 1,43 1,26 0,78 0,31 0,47 NI 1,80 NI 0,55 1,11 0,69 1,05 0,77 0,93 4,41 1,71 1,16 NI NI 0,84 1,13 0,49 NI 2,29 NI 2,90 1,55 NI 0,75

18,8 60,6 51,2 NI 88,4 26,8 64,8 84,8 77,4 22,4 72,7 NI 88,3 70,2 NI 33,1 57,7 43,3 44,1 16,0 92,5 45,1 67,5 63,9 68,8 29,3 NI 25,7 NI 74,7 74,7 57,5 95,2 67,9 98,3 14,7 46,7 49,0 NI NI 75,6 78,5 73,6 NI 38,1 NI 27,2 29,8 NI 42,2

12,5 11,7 28,0 NI 31,2 11,8 25,8 25,1 31,7 9,4 8,8 NI 15,8 24,1 NI 15,3 15,0 23,4 15,1 12,5 68,0 14,8 5,6 22,8 50,3 25,0 NI 4,0 NI 45,5 1,8 10,5 17,2 25,7 19,2 2,4 15,1 25,8 NI NI 46,4 7,3 35,0 NI 10,6 NI 7,9 7,6 NI 26,6

327,9 73,2 284,5 NI 338,5 101,6 296,6 95,5 NI NI 35,4 NI 65,5 219,7 NI 60,5 116,3 88,7 185,2 52,9 162,8 88,4 101,8 NI 369,8 NI NI NI NI 46,4 8,9 239,1 141,1 99,8 57,1 278,0 117,5 48,2 NI NI 124,2 153,3 178,5 NI 184,9 NI NI 90,4 NI NI

7 813 6 481 737 NI 22 579 1 500 1 323 320 10 942 NI 1 495 NI 7 186 4 051 NI 756 830 2 500 1 086 6 313 4 899 1 457 3 358 NI 1 209 3 671 16 880 NI NI 208 1 416 9 218 88 906 1 815 2 933 1 415 1 750 NI NI 2 320 1 687 1 370 3 058 2 995 791 NI 2 262 NI NI

43,1 11,6 387,6 NI 17,3 56,3 224,0 305,7 NI NI 23,8 NI 9,5 54,2 NI 79,5 148,7 23,7 182,2 8,7 43,3 64,5 34,1 NI NI NI NI NI NI 219,7 6,8 23,2 1 585,9 111,8 49,4 102,9 83,6 28,9 NI NI 54,3 95,1 134,6 NI 68,2 NI NI 38,2 NI NI

304,5 85,6 19,5 NI 313,3 16,7 38,9 7,9 112,8 NI 10,5 NI 38,4 97,9 NI 21,3 22,8 17,1 23,2 169,5 104,1 20,8 36,5 NI NI 78,2 87,6 NI NI 11,8 12,6 153,4 5,8 9,7 13,4 54,1 35,9 17,8 NI NI NI 59,9 39,2 NI 52,0 NI NI 30,4 NI NI

% foi o crescimento da receita da Camil, empresa paulista do setor de agropecuária EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

21,4 21,6 142,4 NI NI 80,5 57,8 38,4 58,4 24,4 11,0 NI 72,2 74,0 NI 100,8 84,0 36,9 117,7 13,5 NI 111,8 90,0 14,4 NI 46,9 36,0 136,7 NI 100,5 15,1 14,1 63,1 31,7 36,0 79,0 117,5 15,7 NI NI NI 57,2 97,9 NI 31,9 65,4 NI NI NI NI

-38,9 39,8 112,4 NI 23,5 27,1 238,9 91,0 7,3 NI 38,0 NI 3,7 93,3 NI 54,0 70,9 45,5 44,5 -63,8 156,2 47,0 NI 27,0 308,3 53,7 NI 74,7 NI 19,5 -13,6 28,5 16,6 42,6 2,2 174,9 38,8 30,9 NI NI 53,5 33,1 37,8 NI 63,3 NI 12,3 65,6 NI 91,0

NI NI 2,2 174,7 153,8 117,7 NI 33,3 NI 31,3 NI 48,6 98,9 29,7 NI 17,9 4,9 NI NI 264,0 NI NI 18,9 35,5 92,6 63,0 11,3 NI NI NI 141,9 13,2 NI NI NI NI NI NI

NI NI 0,4 34,3 30,4 23,2 NI 6,7 NI 6,3 NI 9,9 20,1 6,0 NI 3,6 1,0 NI NI 54,4 NI NI 3,9 7,5 19,7 13,5 2,4 NI NI NI 30,6 2,9 NI NI NI NI NI NI

Estatal Brasileiro Brasileiro Canadense Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Espanhol Brasileiro Americano Brasileiro Espanhol Holandês Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Francês Anglo-holandês Argentino Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Holandês Brasileiro Finlandês Brasileiro Alemão Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Italiano Brasileiro

351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396 397 398 399 400

| 351 - 400

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

375O– AUTOBAN

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

160 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 351-400 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 161

6/26/09 8:22:25 PM


A companhia faturou em 2008 442 milhões de dólares e obteve no período um lucro de 13 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 401 - 450 MAIORES | VENDAS

395 389 358 385 472 · 447 431 368 380 406 · 341 366 397 493 371 501 479 464 388 514 432 426 · 440 382 522 421 404 444 494 454 409 405 86 507 856 437 390 329 442 492 487 · 392 430 413 449 543

Panvel Farmácias3,6, Porto Alegre, RS Magneti Marelli Cofap2,6, Santo André, SP Tradener1,6, Curitiba, PR Energisa PB2,6,8, João Pessoa, PB Bahiagás2,6,8, Salvador, BA Supermercados BH2, Belo Horizonte, MG Gonvarri2,6, Araucária, PR Tambasa1, Contagem, MG EMS Sigma Pharma2,6, Hortolândia, SP Algar Telecom3,6, Uberlândia, MG Bombril2,6, São Bernardo do Campo, SP BM&FBovespa2, São Paulo, SP Panasonic1, Manaus, AM Kodak1,B, São José dos Campos, SP Prosegur2,6, Belo Horizonte, MG Coopavel2,6, Cascavel, PR DPA1, São Paulo, SP Copacol2,6,B, Cafelândia, PR Usaçúcar2, Maringá, PR Polietilenos3,6,8, Santo André, SP Sony1, Manaus, AM Guararapes2, Natal, RN Serasa2,6,7,B, São Paulo, SP Sonda1, São Paulo, SP Eurofarma2,B, São Paulo, SP Veracel3,6, Eunápolis, BA Arno Panex2, São Bernardo do Campo, SP Hispanobras2,6, Vitória, ES Aethra2,6, Betim, MG TBG3,6,8, Rio de Janeiro, RJ Milenia2,6,B, Londrina, PR Gafisa2,6, São Paulo, SP Carbocloro2,6,B, São Paulo, SP Ficap2,6, Rio de Janeiro, RJ Gradiente1, Manaus, AM Bracol2,6, Lins, SP Schneider Electric3,6, São Paulo, SP Cisper2,6, São Paulo, SP Officer2,6, São Paulo, SP Moinhos Cruzeiro do Sul2, Canoas, RS Nibrasco2,6, Vitória, ES Oxiteno3,6, São Paulo, SP Mantecorp Logística3,6,B, Duque de Caxias, RJ Sapore2,6,8, Campinas, SP Maxion2,6, Cruzeiro, SP FCA2,6, Belo Horizonte, MG Mangels2,6, São Paulo, SP Usina Coruripe2, Coruripe, AL Schincariol N-NE2,6, Caxias, MA Castrolanda2,6, Castro, PR

Varejo Autoindústria Energia Energia Energia Varejo Siderurgia e Metalurgia Atacado Farmacêutico Telecomunicações Bens de Consumo Serviços Eletroeletrônico Química e Petroquímica Transporte Produção Agropecuária Bens de Consumo Produção Agropecuária Energia Química e Petroquímica Eletroeletrônico Têxteis Serviços Varejo Farmacêutico Papel e Celulose Siderurgia e Metalurgia Mineração Autoindústria Transporte Química e Petroquímica Indústria da Construção Química e Petroquímica Eletroeletrônico Eletroeletrônico Bens de Consumo Eletroeletrônico Diversos Atacado Bens de Consumo Mineração Química e Petroquímica Atacado Serviços Autoindústria Transporte Siderurgia e Metalurgia Energia Bens de Consumo Produção Agropecuária

454,6 453,6 453,2 452,8 451,4 449,6 446,1 445,5 445,0 444,9 441,7 441,4 440,3 439,7 438,3 435,7 435,2 434,6 434,2 431,1 426,3 426,1 424,4 424,1 423,6 422,9 419,2 418,7 417,4 416,1 416,0 415,0 413,9 413,7 413,0 411,5 406,8 406,6 406,6 406,1 405,2 405,0 404,5 403,7 403,4 403,3 402,4 401,1 400,8 400,2

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

56,7 88,0 13,4 320,5 117,6 NI 149,2 NI 179,6 144,7 -206,8 NI NI NI 114,1 57,1 NI 106,2 NI 152,8 NI 615,9 477,1 NI NI 1 187,2 NI 105,9 76,7 326,3 160,0 690,2 146,5 44,3 NI 1 568,8 52,7 135,3 21,5 NI 167,1 671,1 18,3 21,8 189,8 20,2 44,7 NI 174,3 102,1

56,0 82,1 13,4 303,4 110,9 NI 147,0 NI 170,2 131,3 -208,3 8 254,9 NI NI 107,4 49,4 NI 99,5 NI 134,7 NI 587,8 461,1 NI NI 1 088,8 NI 101,4 68,5 245,1 156,6 690,0 133,1 41,8 NI 1 554,5 51,2 133,1 21,3 NI 155,2 660,6 18,0 21,3 189,5 -30,4 38,3 NI 161,3 97,9

2008 2007

401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450

LUCRO

CRESCIMENTO

-0,4 -4,6 -10,2 -3,7 21,5 NA 13,1 NA -9,4 -6,4 0,8 NA NA NA -3,5 24,9 NA 27,4 NA 14,8 NA 29,6 4,7 NA NA 5,5 NA 29,3 -0,4 -7,8 4,8 12,2 8,5 -5,3 NA -78,8 22,1 NA 1,0 NA -26,7 1,4 15,8 13,9 NA -12,9 -1,5 NA 2,3 30,4

0,7 3,3 4,1 37,2 30,6 NI 16,6 NI 26,1 22,9 12,9 NI NI NI 26,2 7,1 NI 12,0 NI -6,6 NI 61,2 82,0 NI NI 36,8 NI 92,9 8,2 20,7 23,4 2,8 57,5 -4,1 NI 250,6 14,7 41,4 3,4 NI 138,4 -16,9 18,3 -1,0 35,4 69,6 -11,0 NI 18,4 10,4

4,1 6,2 5,4 43,5 38,3 NI 22,1 NI 29,1 18,6 3,8 276,3 NI NI 26,2 4,6 NI 16,5 NI -12,2 NI 71,2 112,8 NI NI 14,9 NI 86,5 7,1 -30,4 27,2 47,0 51,5 -1,2 NI 444,4 16,8 48,3 4,8 NI 125,0 35,7 15,6 0,2 91,6 24,4 -3,0 NI 29,9 15,5

1,2 3,4 26,4 10,6 21,2 NI 9,3 NI 9,2 15,3 NA NI NI NI 19,8 11,8 NI 11,0 NI -4,3 NI 9,7 15,2 NI NI 3,1 NI NA 8,4 4,9 13,9 0,4 33,4 -9,2 NI 14,0 21,2 NA 15,1 NI 60,9 -2,5 68,4 NA 15,8 NA NA NI 10,5 10,1

LEGAL (em %)

33

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

7,2 6,9 34,6 13,0 27,9 NI 12,5 NI 10,6 13,6 NA 3,3 NI NI 20,9 8,7 NI 16,1 NI -9,1 NI 11,9 21,6 NI NI 1,4 NI 57,4 7,9 -8,9 16,5 6,7 32,5 -3,0 NI 25,0 24,8 NA 21,2 NI 58,0 5,3 59,0 1,1 41,0 NA -7,7 NI 18,5 15,7

43,7 33,7 12,5 118,2 21,0 NI 81,5 NI 104,3 -32,5 -20,5 425,4 NI NI 12,0 -13,1 NI 28,8 NI -83,9 NI 162,3 76,7 NI NI 24,0 NI 42,6 -1,2 - 100,4 78,7 496,2 -11,4 8,8 NI 416,4 -4,0 83,0 19,0 NI -20,6 373,7 10,3 2,9 48,2 59,1 77,1 NI -17,7 63,3

milhões)

1,62 0,97 1,62 1,15 1,42 NI 2,81 NI 1,32 0,44 0,15 2,67 NI NI 1,01 0,60 NI 0,94 NI 0,46 NI 2,86 4,39 NI NI 0,53 NI 1,49 0,65 0,21 1,17 1,08 0,49 1,03 NI 3,03 1,05 1,91 1,26 NI 0,88 1,01 1,19 1,02 1,30 0,18 0,67 NI 0,92 1,23

52,3 62,9 61,6 46,9 28,1 NI 23,6 NI 57,2 67,5 156,5 4,7 NI NI 48,7 77,1 NI 60,8 NI 66,6 NI 11,8 18,1 NI NI 31,4 NI 44,9 65,4 77,4 73,2 62,7 55,5 70,7 NI 13,4 71,6 35,6 75,8 NI 54,1 42,9 79,0 76,8 46,9 97,9 84,6 NI 57,9 58,4

7,1 24,9 2,0 32,8 2,1 NI 0,5 NI 29,1 43,9 130,0 0,2 NI NI 10,8 25,5 NI 17,7 NI 29,5 NI 2,1 2,8 NI NI 23,0 NI 11,2 25,4 58,2 10,8 34,3 31,2 11,5 NI 7,4 4,0 13,9 8,2 NI 8,7 33,8 0,3 14,1 12,4 91,2 61,6 NI 35,5 19,7

73,9 123,9 44,0 260,3 66,7 NI 62,9 NI 226,8 218,6 133,4 173,7 NI NI 344,5 71,0 NI 95,8 NI NI NI 258,9 284,7 NI NI NI NI 118,2 165,9 315,3 75,7 120,3 220,3 40,2 NI 150,2 196,1 NI 39,1 NI 239,9 50,3 NI 163,2 118,5 111,8 179,4 NI NI 28,5

7 543 13,9 4 063 29,4 22 2 000,7 1 845 139,7 133 430,0 4 700 NI 282 210,0 1 480 NI 3 303 70,8 NI NI 2 139 68,1 1 168 NA NI NI NI NI 18 184 19,3 3 686 19,5 NI NI 6 406 15,9 11 109 NI NI NI NI NI 21 667 13,6 2 480 115,3 NI NI 3 141 NI NI NI 1 697 NI 8 14 775,3 3 077 52,6 279 1 110,1 839 94,2 2 309 75,6 401 552,1 864 45,4 NI NI 31 220 4,8 1 577 137,5 1 446 NI 301 133,5 681 NI 0 NA NI NI NI NI 14 982 11,2 5 193 23,0 3 109 37,5 2 274 82,2 5 112 NI 907 NI 488 61,6

NI 72,6 1,3 15,3 4,2 NI 9,3 8,2 53,9 NI 35,4 71,1 42,5 NI 176,2 36,6 NI 41,1 NI NI NI 89,8 88,1 NI 142,3 NI 35,7 0,6 59,2 25,6 25,1 50,1 31,3 17,5 NI 19,3 43,2 34,2 3,8 21,9 2,9 NI NI 82,5 51,2 47,1 33,4 NI 10,7 8,5

37,2 88,5 38,9 5,0 99,4 NI 103,2 NI 71,4 NI 97,2 44,4 83,8 NI 42,5 9,5 NI 8,9 NI 115,3 NI 66,7 51,3 NI 42,5 NI 109,5 NI 80,0 NI 5,0 12,9 101,8 93,4 NI 72,7 99,0 133,6 64,3 28,3 23,2 95,4 92,0 51,6 63,8 70,4 85,3 NI 209,6 8,0

% foi a rentabilidade da Carbocloro, empresa paulista do setor de química e petroquímica EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

3,6 12,9 1,4 74,4 53,5 NI 38,5 NI 72,2 89,7 28,9 198,3 NI NI 55,4 36,9 NI 37,1 NI 11,6 NI 86,0 150,3 NI NI 183,5 NI 127,8 37,7 255,9 46,8 79,5 93,6 11,6 NI 60,6 46,7 73,7 10,7 NI 201,0 -2,9 26,1 2,6 55,9 50,8 NI NI 15,5 20,2

NI 70,6 33,1 4,0 NI 4,9 19,0 NI 0,2 41,9 NI 107,2 NI 6,5 NI NI 0,7 NI 31,9 144,4 37,3 NI 36,7 0,5 12,2 NI 58,3 NI 13,0 41,3 170,8 NI NI 33,5 17,2 200,0 14,5

NI 15,6 7,3 0,9 NI 1,1 4,3 NI 0,0 9,6 NI 24,7 NI 1,5 NI NI 0,2 NI 7,6 34,5 8,9 NI 8,8 0,1 2,9 NI 14,2 NI 3,2 10,2 42,2 NI NI 8,3 4,3 49,9 3,6

Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasilo/espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Americano Espanhol Brasileiro Suiço/neozel. Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Irlandês Brasileiro Brasileiro Sueco-finlandês Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Israelense Brasileiro Amer./Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Francês Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450

| 401 - 450

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

411O– BOMBRIL

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

162 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 401-450 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 163

6/26/09 8:22:47 PM


A companhia faturou em 2008 442 milhões de dólares e obteve no período um lucro de 13 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 401 - 450 MAIORES | VENDAS

395 389 358 385 472 · 447 431 368 380 406 · 341 366 397 493 371 501 479 464 388 514 432 426 · 440 382 522 421 404 444 494 454 409 405 86 507 856 437 390 329 442 492 487 · 392 430 413 449 543

Panvel Farmácias3,6, Porto Alegre, RS Magneti Marelli Cofap2,6, Santo André, SP Tradener1,6, Curitiba, PR Energisa PB2,6,8, João Pessoa, PB Bahiagás2,6,8, Salvador, BA Supermercados BH2, Belo Horizonte, MG Gonvarri2,6, Araucária, PR Tambasa1, Contagem, MG EMS Sigma Pharma2,6, Hortolândia, SP Algar Telecom3,6, Uberlândia, MG Bombril2,6, São Bernardo do Campo, SP BM&FBovespa2, São Paulo, SP Panasonic1, Manaus, AM Kodak1,B, São José dos Campos, SP Prosegur2,6, Belo Horizonte, MG Coopavel2,6, Cascavel, PR DPA1, São Paulo, SP Copacol2,6,B, Cafelândia, PR Usaçúcar2, Maringá, PR Polietilenos3,6,8, Santo André, SP Sony1, Manaus, AM Guararapes2, Natal, RN Serasa2,6,7,B, São Paulo, SP Sonda1, São Paulo, SP Eurofarma2,B, São Paulo, SP Veracel3,6, Eunápolis, BA Arno Panex2, São Bernardo do Campo, SP Hispanobras2,6, Vitória, ES Aethra2,6, Betim, MG TBG3,6,8, Rio de Janeiro, RJ Milenia2,6,B, Londrina, PR Gafisa2,6, São Paulo, SP Carbocloro2,6,B, São Paulo, SP Ficap2,6, Rio de Janeiro, RJ Gradiente1, Manaus, AM Bracol2,6, Lins, SP Schneider Electric3,6, São Paulo, SP Cisper2,6, São Paulo, SP Officer2,6, São Paulo, SP Moinhos Cruzeiro do Sul2, Canoas, RS Nibrasco2,6, Vitória, ES Oxiteno3,6, São Paulo, SP Mantecorp Logística3,6,B, Duque de Caxias, RJ Sapore2,6,8, Campinas, SP Maxion2,6, Cruzeiro, SP FCA2,6, Belo Horizonte, MG Mangels2,6, São Paulo, SP Usina Coruripe2, Coruripe, AL Schincariol N-NE2,6, Caxias, MA Castrolanda2,6, Castro, PR

Varejo Autoindústria Energia Energia Energia Varejo Siderurgia e Metalurgia Atacado Farmacêutico Telecomunicações Bens de Consumo Serviços Eletroeletrônico Química e Petroquímica Transporte Produção Agropecuária Bens de Consumo Produção Agropecuária Energia Química e Petroquímica Eletroeletrônico Têxteis Serviços Varejo Farmacêutico Papel e Celulose Siderurgia e Metalurgia Mineração Autoindústria Transporte Química e Petroquímica Indústria da Construção Química e Petroquímica Eletroeletrônico Eletroeletrônico Bens de Consumo Eletroeletrônico Diversos Atacado Bens de Consumo Mineração Química e Petroquímica Atacado Serviços Autoindústria Transporte Siderurgia e Metalurgia Energia Bens de Consumo Produção Agropecuária

454,6 453,6 453,2 452,8 451,4 449,6 446,1 445,5 445,0 444,9 441,7 441,4 440,3 439,7 438,3 435,7 435,2 434,6 434,2 431,1 426,3 426,1 424,4 424,1 423,6 422,9 419,2 418,7 417,4 416,1 416,0 415,0 413,9 413,7 413,0 411,5 406,8 406,6 406,6 406,1 405,2 405,0 404,5 403,7 403,4 403,3 402,4 401,1 400,8 400,2

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

56,7 88,0 13,4 320,5 117,6 NI 149,2 NI 179,6 144,7 -206,8 NI NI NI 114,1 57,1 NI 106,2 NI 152,8 NI 615,9 477,1 NI NI 1 187,2 NI 105,9 76,7 326,3 160,0 690,2 146,5 44,3 NI 1 568,8 52,7 135,3 21,5 NI 167,1 671,1 18,3 21,8 189,8 20,2 44,7 NI 174,3 102,1

56,0 82,1 13,4 303,4 110,9 NI 147,0 NI 170,2 131,3 -208,3 8 254,9 NI NI 107,4 49,4 NI 99,5 NI 134,7 NI 587,8 461,1 NI NI 1 088,8 NI 101,4 68,5 245,1 156,6 690,0 133,1 41,8 NI 1 554,5 51,2 133,1 21,3 NI 155,2 660,6 18,0 21,3 189,5 -30,4 38,3 NI 161,3 97,9

2008 2007

401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450

LUCRO

CRESCIMENTO

-0,4 -4,6 -10,2 -3,7 21,5 NA 13,1 NA -9,4 -6,4 0,8 NA NA NA -3,5 24,9 NA 27,4 NA 14,8 NA 29,6 4,7 NA NA 5,5 NA 29,3 -0,4 -7,8 4,8 12,2 8,5 -5,3 NA -78,8 22,1 NA 1,0 NA -26,7 1,4 15,8 13,9 NA -12,9 -1,5 NA 2,3 30,4

0,7 3,3 4,1 37,2 30,6 NI 16,6 NI 26,1 22,9 12,9 NI NI NI 26,2 7,1 NI 12,0 NI -6,6 NI 61,2 82,0 NI NI 36,8 NI 92,9 8,2 20,7 23,4 2,8 57,5 -4,1 NI 250,6 14,7 41,4 3,4 NI 138,4 -16,9 18,3 -1,0 35,4 69,6 -11,0 NI 18,4 10,4

4,1 6,2 5,4 43,5 38,3 NI 22,1 NI 29,1 18,6 3,8 276,3 NI NI 26,2 4,6 NI 16,5 NI -12,2 NI 71,2 112,8 NI NI 14,9 NI 86,5 7,1 -30,4 27,2 47,0 51,5 -1,2 NI 444,4 16,8 48,3 4,8 NI 125,0 35,7 15,6 0,2 91,6 24,4 -3,0 NI 29,9 15,5

1,2 3,4 26,4 10,6 21,2 NI 9,3 NI 9,2 15,3 NA NI NI NI 19,8 11,8 NI 11,0 NI -4,3 NI 9,7 15,2 NI NI 3,1 NI NA 8,4 4,9 13,9 0,4 33,4 -9,2 NI 14,0 21,2 NA 15,1 NI 60,9 -2,5 68,4 NA 15,8 NA NA NI 10,5 10,1

LEGAL (em %)

33

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

7,2 6,9 34,6 13,0 27,9 NI 12,5 NI 10,6 13,6 NA 3,3 NI NI 20,9 8,7 NI 16,1 NI -9,1 NI 11,9 21,6 NI NI 1,4 NI 57,4 7,9 -8,9 16,5 6,7 32,5 -3,0 NI 25,0 24,8 NA 21,2 NI 58,0 5,3 59,0 1,1 41,0 NA -7,7 NI 18,5 15,7

43,7 33,7 12,5 118,2 21,0 NI 81,5 NI 104,3 -32,5 -20,5 425,4 NI NI 12,0 -13,1 NI 28,8 NI -83,9 NI 162,3 76,7 NI NI 24,0 NI 42,6 -1,2 - 100,4 78,7 496,2 -11,4 8,8 NI 416,4 -4,0 83,0 19,0 NI -20,6 373,7 10,3 2,9 48,2 59,1 77,1 NI -17,7 63,3

milhões)

1,62 0,97 1,62 1,15 1,42 NI 2,81 NI 1,32 0,44 0,15 2,67 NI NI 1,01 0,60 NI 0,94 NI 0,46 NI 2,86 4,39 NI NI 0,53 NI 1,49 0,65 0,21 1,17 1,08 0,49 1,03 NI 3,03 1,05 1,91 1,26 NI 0,88 1,01 1,19 1,02 1,30 0,18 0,67 NI 0,92 1,23

52,3 62,9 61,6 46,9 28,1 NI 23,6 NI 57,2 67,5 156,5 4,7 NI NI 48,7 77,1 NI 60,8 NI 66,6 NI 11,8 18,1 NI NI 31,4 NI 44,9 65,4 77,4 73,2 62,7 55,5 70,7 NI 13,4 71,6 35,6 75,8 NI 54,1 42,9 79,0 76,8 46,9 97,9 84,6 NI 57,9 58,4

7,1 24,9 2,0 32,8 2,1 NI 0,5 NI 29,1 43,9 130,0 0,2 NI NI 10,8 25,5 NI 17,7 NI 29,5 NI 2,1 2,8 NI NI 23,0 NI 11,2 25,4 58,2 10,8 34,3 31,2 11,5 NI 7,4 4,0 13,9 8,2 NI 8,7 33,8 0,3 14,1 12,4 91,2 61,6 NI 35,5 19,7

73,9 123,9 44,0 260,3 66,7 NI 62,9 NI 226,8 218,6 133,4 173,7 NI NI 344,5 71,0 NI 95,8 NI NI NI 258,9 284,7 NI NI NI NI 118,2 165,9 315,3 75,7 120,3 220,3 40,2 NI 150,2 196,1 NI 39,1 NI 239,9 50,3 NI 163,2 118,5 111,8 179,4 NI NI 28,5

7 543 13,9 4 063 29,4 22 2 000,7 1 845 139,7 133 430,0 4 700 NI 282 210,0 1 480 NI 3 303 70,8 NI NI 2 139 68,1 1 168 NA NI NI NI NI 18 184 19,3 3 686 19,5 NI NI 6 406 15,9 11 109 NI NI NI NI NI 21 667 13,6 2 480 115,3 NI NI 3 141 NI NI NI 1 697 NI 8 14 775,3 3 077 52,6 279 1 110,1 839 94,2 2 309 75,6 401 552,1 864 45,4 NI NI 31 220 4,8 1 577 137,5 1 446 NI 301 133,5 681 NI 0 NA NI NI NI NI 14 982 11,2 5 193 23,0 3 109 37,5 2 274 82,2 5 112 NI 907 NI 488 61,6

NI 72,6 1,3 15,3 4,2 NI 9,3 8,2 53,9 NI 35,4 71,1 42,5 NI 176,2 36,6 NI 41,1 NI NI NI 89,8 88,1 NI 142,3 NI 35,7 0,6 59,2 25,6 25,1 50,1 31,3 17,5 NI 19,3 43,2 34,2 3,8 21,9 2,9 NI NI 82,5 51,2 47,1 33,4 NI 10,7 8,5

37,2 88,5 38,9 5,0 99,4 NI 103,2 NI 71,4 NI 97,2 44,4 83,8 NI 42,5 9,5 NI 8,9 NI 115,3 NI 66,7 51,3 NI 42,5 NI 109,5 NI 80,0 NI 5,0 12,9 101,8 93,4 NI 72,7 99,0 133,6 64,3 28,3 23,2 95,4 92,0 51,6 63,8 70,4 85,3 NI 209,6 8,0

% foi a rentabilidade da Carbocloro, empresa paulista do setor de química e petroquímica EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

3,6 12,9 1,4 74,4 53,5 NI 38,5 NI 72,2 89,7 28,9 198,3 NI NI 55,4 36,9 NI 37,1 NI 11,6 NI 86,0 150,3 NI NI 183,5 NI 127,8 37,7 255,9 46,8 79,5 93,6 11,6 NI 60,6 46,7 73,7 10,7 NI 201,0 -2,9 26,1 2,6 55,9 50,8 NI NI 15,5 20,2

NI 70,6 33,1 4,0 NI 4,9 19,0 NI 0,2 41,9 NI 107,2 NI 6,5 NI NI 0,7 NI 31,9 144,4 37,3 NI 36,7 0,5 12,2 NI 58,3 NI 13,0 41,3 170,8 NI NI 33,5 17,2 200,0 14,5

NI 15,6 7,3 0,9 NI 1,1 4,3 NI 0,0 9,6 NI 24,7 NI 1,5 NI NI 0,2 NI 7,6 34,5 8,9 NI 8,8 0,1 2,9 NI 14,2 NI 3,2 10,2 42,2 NI NI 8,3 4,3 49,9 3,6

Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasilo/espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Americano Espanhol Brasileiro Suiço/neozel. Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Irlandês Brasileiro Brasileiro Sueco-finlandês Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Israelense Brasileiro Amer./Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Francês Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413 414 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 450

| 401 - 450

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

411O– BOMBRIL

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

162 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 401-450 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 163

6/26/09 8:22:47 PM


Em 2008, o crescimento da receita do Hospital Santa Catarina, de São Paulo, foi de 24%, e o faturamento chegou a 388 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 451 - 500 MAIORES | VENDAS

439 435 407 · 544 525 459 533 504 451 486 428 · 433 462 400 510 599 453 · 515 · 482 582 · 488 471 524 685 445 351 476 475 · 509 579 542 414 538 469 458 512 575 468 452 · 481 · 618 611

Martin-Brower2,B, Osasco, SP Rigesa2,6, Campinas, SP CCE-AM1, Manaus, AM TAG3,6,8, Rio de Janeiro, RJ Josapar2,6, Porto Alegre, RS Hospital Santa Catarina2,6, São Paulo, SP Ceal2,6,8, Maceió, AL Facchini2,6, Guarulhos, SP Enertrade2,6, São Paulo, SP Coopercitrus3,6, Bebedouro, SP Deten Química2,6, Camaçari, BA Biosintética1, São Paulo, SP WTorre2, São Paulo, SP Amazônia Celular1, Belém, PA Orsa2,6, Suzano, SP Oracle1, São Paulo, SP Yoki Alimentos2,6, São Bernardo do Campo, SP ALL - Malha Norte3,6, Cuiabá, MT Frigorífico Mercosul1, Porto Alegre, RS Avipal-NE3,6, São Gonçalo dos Campos, BA Cálamo3,6, Pinhais, PR Amanco2,B, Joinville, SC Duke Energy2,6,8, São Paulo, SP Agrale2,6, Caxias do Sul, RS Café Santa Clara2, Fortaleza, CE Cepisa2,6,8, Teresina, PI Caesb2,6, Brasília, DF Tegma2,6, São Bernardo do Campo, SP EIT2,6, Jaguaruana, CE UTE Norte Fluminense3,6, Rio de Janeiro, RJ Visteon2, Guarulhos, SP Destro MacroAtacado1, Cascavel, PR Ibrame1, Vitória, ES Megafort2, Contagem, MG QuantiQ3,6,8, São Paulo, SP Unimed Porto Alegre3,6, Porto Alegre, RS Pif Paf 3,6, Belo Horizonte, MG LDC Agroindustrial2,6, São Paulo, SP Central Nacional Unimed3,6,B, São Paulo, SP Romi2,6, Santa Bárbara d’Oeste, SP Zona Sul2,6, Rio de Janeiro, RJ Evonik Degussa2,6, São Paulo, SP CTA - Continental2,6,B, Venâncio Aires, RS Arosuco2,6, Manaus, AM CPM Braxis1, Barueri, SP Estaleiro Mauá2,6, Niterói, RJ Vigor2,6, São Paulo, SP Intelbras2,6,B, São José, SC Supermix2,6, Belo Horizonte, MG Casa da Moeda2,6,8, Brasília, DF

Transporte Papel e Celulose Eletroeletrônico Transporte Produção Agropecuária Serviços Energia Autoindústria Energia Atacado Química e Petroquímica Farmacêutico Indústria da Construção Telecomunicações Papel e Celulose Indústria Digital Bens de Consumo Transporte Produção Agropecuária Bens de Consumo Atacado Indústria da Construção Energia Autoindústria Bens de Consumo Energia Serviços Transporte Indústria da Construção Energia Autoindústria Atacado Siderurgia e Metalurgia Atacado Química e Petroquímica Serviços Bens de Consumo Produção Agropecuária Serviços Bens de Capital Varejo Química e Petroquímica Bens de Consumo Bens de Consumo Indústria Digital Diversos Bens de Consumo Eletroeletrônico Indústria da Construção Serviços

398,2 395,6 395,2 393,5 389,7 387,8 387,6 387,4 386,1 384,7 382,7 381,9 379,0 377,5 377,4 377,1 376,3 374,5 373,0 370,0 368,9 368,5 364,8 364,5 362,1 361,6 360,0 359,2 358,9 358,5 357,6 357,5 357,5 356,9 356,5 355,1 354,3 353,9 353,7 353,7 353,2 352,2 351,4 351,1 350,8 350,6 350,1 349,2 349,2 347,9

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

2008 2007

451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500

LUCRO

CRESCIMENTO

NA -2,0 NA NI 27,3 23,8 2,5 23,6 14,6 -1,4 8,0 NA NA NA 0,1 NA 13,5 11,7 NA 71,1 12,4 NA 1,2 NA NA 2,0 -3,1 11,6 68,5 -9,5 NA NA NA NA 7,2 -0,6 15,3 -18,0 10,8 -5,2 -6,8 6,5 29,1 -6,0 NA 0,0 -3,4 NA NA 39,4

NI 29,5 NI 237,7 11,5 -9,0 21,3 22,0 15,1 -0,9 22,0 NI NI NI -2,6 NI -9,5 47,7 NI -35,0 59,4 NI 90,0 9,5 NI -20,8 45,0 15,3 8,0 29,6 NI NI NI NI 102,9 2,2 -38,0 17,8 0,0 27,6 4,2 16,1 3,3 206,0 NI 8,2 -33,6 0,3 23,3 27,0

NI 56,6 NI 261,7 11,8 -1,7 16,9 21,0 15,3 6,8 28,1 NI NI NI -15,9 NI -9,7 2,4 NI -23,1 61,7 NI 63,5 14,2 NI -42,2 26,9 22,7 31,4 19,1 NI NI NI NI 154,5 1,8 -28,1 9,6 -0,8 48,3 6,6 14,8 7,1 288,0 NI 4,9 -29,4 8,8 27,2 44,3

NI 431,2 NI 682,6 79,3 323,9 162,8 54,7 13,7 129,1 105,8 NI NI NI 113,2 NI 43,8 56,5 NI 11,0 14,4 NI 1 009,2 60,4 NI -22,8 354,3 139,9 249,0 270,8 NI NI NI NI 42,5 24,5 42,1 279,8 24,7 295,7 48,5 135,5 79,4 476,0 NI 4,8 44,4 28,6 48,4 156,7

NI 420,2 NI 648,7 76,9 307,4 147,5 51,4 13,7 125,9 102,9 NI NI NI 94,4 NI 39,9 5,6 NI 8,7 14,3 NI 916,5 59,4 NI -36,9 314,1 138,5 247,8 238,5 NI NI NI NI 41,0 23,5 38,2 259,6 24,1 290,6 46,9 127,6 76,8 475,5 NI 1,3 38,4 27,2 46,6 152,5

LEGAL (em %)

NI NI 6,4 12,5 NI NI 25,5 29,2 13,8 14,7 -2,8 -0,5 13,1 11,5 NA NA 51,9 52,9 -0,7 5,4 NA 21,1 NI NI NI NI NI NI -2,3 -16,9 NI NI -21,6 -24,3 NA NA NI NI -318,8 -263,9 81,2 84,6 NI NI 8,4 6,5 14,8 22,6 NI NI NA NA 12,7 8,6 9,4 14,0 3,2 12,7 10,1 7,4 NI NI NI NI NI NI NI NI NA NA 8,6 7,5 -90,1 -73,6 NA 3,7 -0,1 -3,2 8,8 15,7 7,7 12,4 11,9 11,6 3,9 8,8 NA 60,6 NI NI NA NA -75,6 -76,5 0,8 29,5 NA NA 16,2 27,2

90

% da receita do Estaleiro Mauá, do Rio de Janeiro, foi obtida com exportações, o equivalente a 307 milhões de dólares

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

NI 78,5 NI -428,1 53,0 50,8 31,7 40,8 11,1 59,1 200,4 NI NI NI -29,6 NI 32,6 170,7 NI 72,4 11,4 NI 42,4 28,6 NI -1,3 -48,0 28,3 133,0 10,4 NI NI NI NI 29,6 14,0 17,9 159,4 1,2 175,6 12,7 57,8 62,0 -14,2 NI 30,0 7,3 32,7 -1,1 95,7

milhões)

NI 3,05 NI 0,22 1,14 2,30 0,73 1,12 1,22 1,29 1,28 NI NI NI 0,44 NI 0,82 0,41 NI 0,85 1,13 NI 0,39 1,36 NI 0,37 0,24 1,55 3,02 0,37 NI NI NI NI 1,34 1,09 0,74 0,84 1,20 1,43 1,43 1,20 1,13 2,92 NI 0,85 0,56 0,98 0,76 2,35

NI 10,8 NI 54,1 66,4 14,6 64,6 61,7 81,0 68,7 67,2 NI NI NI 77,4 NI 74,7 96,4 NI 93,3 85,4 NI 35,6 63,2 NI 106,1 53,4 29,7 29,9 51,7 NI NI NI NI 55,1 79,7 81,8 63,8 75,8 57,1 50,7 42,4 75,9 8,9 NI 98,7 81,8 84,6 60,6 29,4

NI 4,4 NI 16,9 14,2 2,6 38,5 25,8 2,3 12,8 54,5 NI NI NI 50,5 NI 32,2 75,8 NI 68,6 1,8 NI 26,7 8,4 NI 71,7 37,0 13,0 11,6 35,2 NI NI NI NI 13,5 39,6 52,1 39,0 12,4 33,2 4,6 17,5 12,1 0,1 NI 23,8 57,2 26,7 15,8 9,7

NI 200,7 NI 356,9 63,6 137,9 204,3 103,9 67,8 NI 115,9 NI NI NI 99,6 NI 105,9 133,4 NI 13,4 NI NI 258,8 44,6 NI 181,6 231,1 87,3 127,4 79,7 NI NI NI NI 29,6 31,8 NI NI 20,8 193,4 86,1 121,5 116,0 NI NI 35,4 71,8 NI 88,8 139,6

491 1 943 NI 18 1 021 10 843 1 226 3 246 14 NI 246 NI 1 364 NI 2 527 983 4 054 NI NI NI NI 1 607 304 1 693 1 389 1 220 2 422 1 503 4 665 NI 1 533 NI NI 1 664 233 826 NI 6 755 629 2 896 4 523 316 647 217 NI 5 709 1 877 1 126 2 103 2 109

NI 104,6 NI NI 57,3 14,1 178,3 34,1 5 024,9 NI 455,4 NI NI NI 41,7 NI 27,5 NI NI NI NI NI 856,8 29,7 NI 156,6 95,5 60,2 34,9 NI NI NI NI NI 130,0 41,1 NI NI 34,5 67,8 19,3 387,6 169,0 NI NI 7,4 38,3 NI 47,5 68,2

NI 56,5 NI NI 15,3 139,4 29,6 33,7 2,2 NI 16,0 NI 30,6 NI 44,0 NI 45,8 NI NI NI NI NI 20,9 22,8 NI 39,3 99,7 NI 62,4 NI 42,4 NI NI NI 10,4 13,0 NI 38,3 18,0 76,9 32,5 18,1 16,5 2,7 NI 84,7 26,9 23,0 31,8 49,5

NI 89,0 NI NI 30,9 NI 104,5 88,0 43,1 4,4 100,0 NI 12,8 NI 96,6 NI 52,8 23,9 NI 41,7 40,0 72,9 50,5 55,6 NI 117,9 32,5 30,2 19,1 16,7 58,9 NI NI NI NI 4,8 NI 7,6 NI 61,4 54,8 65,8 4,5 44,6 NI 36,3 44,3 46,7 18,5 9,7

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

NI 72,7 NI 323,3 33,3 -7,2 57,1 42,3 21,8 7,9 36,5 NI NI NI 40,7 NI 46,1 156,6 NI -6,4 80,1 NI 218,8 22,1 NI 28,7 109,7 38,7 66,6 123,4 NI NI NI NI 19,0 79,7 1,0 NI 1,7 63,0 9,4 40,1 52,7 NI NI 30,2 29,4 28,1 41,8 50,7

1,9 20,8 NI NI 19,1 14,5 NI 20,0 NI 4,9 NI 5,3 NI 20,7 NI NI 8,3 NI 5,5 69,0 NI NI 29,6 NI NI NI NI NI NI 310,2 NI 37,7 41,6 305,7 0,8 NI 307,5 2,8 -

0,5 5,2 NI NI 4,9 3,7 NI 5,2 NI 1,3 NI 1,4 NI 5,5 NI NI 2,2 NI 1,5 18,9 NI NI 8,3 NI NI NI NI NI NI 87,7 NI 10,7 11,8 87,0 0,2 NI 87,7 0,8 -

Americano Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Português Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Mexicano Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Francês Americano Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Amer./Brasileiro Belga Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal

451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500

| 451 - 500

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

456O– HOSP. SANTA CATARINA

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

164 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 451-500 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 165

6/26/09 8:23:15 PM


Em 2008, o crescimento da receita do Hospital Santa Catarina, de São Paulo, foi de 24%, e o faturamento chegou a 388 milhões de dólares

MAIOR ES VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 451 - 500 MAIORES | VENDAS

439 435 407 · 544 525 459 533 504 451 486 428 · 433 462 400 510 599 453 · 515 · 482 582 · 488 471 524 685 445 351 476 475 · 509 579 542 414 538 469 458 512 575 468 452 · 481 · 618 611

Martin-Brower2,B, Osasco, SP Rigesa2,6, Campinas, SP CCE-AM1, Manaus, AM TAG3,6,8, Rio de Janeiro, RJ Josapar2,6, Porto Alegre, RS Hospital Santa Catarina2,6, São Paulo, SP Ceal2,6,8, Maceió, AL Facchini2,6, Guarulhos, SP Enertrade2,6, São Paulo, SP Coopercitrus3,6, Bebedouro, SP Deten Química2,6, Camaçari, BA Biosintética1, São Paulo, SP WTorre2, São Paulo, SP Amazônia Celular1, Belém, PA Orsa2,6, Suzano, SP Oracle1, São Paulo, SP Yoki Alimentos2,6, São Bernardo do Campo, SP ALL - Malha Norte3,6, Cuiabá, MT Frigorífico Mercosul1, Porto Alegre, RS Avipal-NE3,6, São Gonçalo dos Campos, BA Cálamo3,6, Pinhais, PR Amanco2,B, Joinville, SC Duke Energy2,6,8, São Paulo, SP Agrale2,6, Caxias do Sul, RS Café Santa Clara2, Fortaleza, CE Cepisa2,6,8, Teresina, PI Caesb2,6, Brasília, DF Tegma2,6, São Bernardo do Campo, SP EIT2,6, Jaguaruana, CE UTE Norte Fluminense3,6, Rio de Janeiro, RJ Visteon2, Guarulhos, SP Destro MacroAtacado1, Cascavel, PR Ibrame1, Vitória, ES Megafort2, Contagem, MG QuantiQ3,6,8, São Paulo, SP Unimed Porto Alegre3,6, Porto Alegre, RS Pif Paf 3,6, Belo Horizonte, MG LDC Agroindustrial2,6, São Paulo, SP Central Nacional Unimed3,6,B, São Paulo, SP Romi2,6, Santa Bárbara d’Oeste, SP Zona Sul2,6, Rio de Janeiro, RJ Evonik Degussa2,6, São Paulo, SP CTA - Continental2,6,B, Venâncio Aires, RS Arosuco2,6, Manaus, AM CPM Braxis1, Barueri, SP Estaleiro Mauá2,6, Niterói, RJ Vigor2,6, São Paulo, SP Intelbras2,6,B, São José, SC Supermix2,6, Belo Horizonte, MG Casa da Moeda2,6,8, Brasília, DF

Transporte Papel e Celulose Eletroeletrônico Transporte Produção Agropecuária Serviços Energia Autoindústria Energia Atacado Química e Petroquímica Farmacêutico Indústria da Construção Telecomunicações Papel e Celulose Indústria Digital Bens de Consumo Transporte Produção Agropecuária Bens de Consumo Atacado Indústria da Construção Energia Autoindústria Bens de Consumo Energia Serviços Transporte Indústria da Construção Energia Autoindústria Atacado Siderurgia e Metalurgia Atacado Química e Petroquímica Serviços Bens de Consumo Produção Agropecuária Serviços Bens de Capital Varejo Química e Petroquímica Bens de Consumo Bens de Consumo Indústria Digital Diversos Bens de Consumo Eletroeletrônico Indústria da Construção Serviços

398,2 395,6 395,2 393,5 389,7 387,8 387,6 387,4 386,1 384,7 382,7 381,9 379,0 377,5 377,4 377,1 376,3 374,5 373,0 370,0 368,9 368,5 364,8 364,5 362,1 361,6 360,0 359,2 358,9 358,5 357,6 357,5 357,5 356,9 356,5 355,1 354,3 353,9 353,7 353,7 353,2 352,2 351,4 351,1 350,8 350,6 350,1 349,2 349,2 347,9

PATRIMÔNIO

RENTABILIDADE

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

AJUSTADA

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

2008 2007

451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500

LUCRO

CRESCIMENTO

NA -2,0 NA NI 27,3 23,8 2,5 23,6 14,6 -1,4 8,0 NA NA NA 0,1 NA 13,5 11,7 NA 71,1 12,4 NA 1,2 NA NA 2,0 -3,1 11,6 68,5 -9,5 NA NA NA NA 7,2 -0,6 15,3 -18,0 10,8 -5,2 -6,8 6,5 29,1 -6,0 NA 0,0 -3,4 NA NA 39,4

NI 29,5 NI 237,7 11,5 -9,0 21,3 22,0 15,1 -0,9 22,0 NI NI NI -2,6 NI -9,5 47,7 NI -35,0 59,4 NI 90,0 9,5 NI -20,8 45,0 15,3 8,0 29,6 NI NI NI NI 102,9 2,2 -38,0 17,8 0,0 27,6 4,2 16,1 3,3 206,0 NI 8,2 -33,6 0,3 23,3 27,0

NI 56,6 NI 261,7 11,8 -1,7 16,9 21,0 15,3 6,8 28,1 NI NI NI -15,9 NI -9,7 2,4 NI -23,1 61,7 NI 63,5 14,2 NI -42,2 26,9 22,7 31,4 19,1 NI NI NI NI 154,5 1,8 -28,1 9,6 -0,8 48,3 6,6 14,8 7,1 288,0 NI 4,9 -29,4 8,8 27,2 44,3

NI 431,2 NI 682,6 79,3 323,9 162,8 54,7 13,7 129,1 105,8 NI NI NI 113,2 NI 43,8 56,5 NI 11,0 14,4 NI 1 009,2 60,4 NI -22,8 354,3 139,9 249,0 270,8 NI NI NI NI 42,5 24,5 42,1 279,8 24,7 295,7 48,5 135,5 79,4 476,0 NI 4,8 44,4 28,6 48,4 156,7

NI 420,2 NI 648,7 76,9 307,4 147,5 51,4 13,7 125,9 102,9 NI NI NI 94,4 NI 39,9 5,6 NI 8,7 14,3 NI 916,5 59,4 NI -36,9 314,1 138,5 247,8 238,5 NI NI NI NI 41,0 23,5 38,2 259,6 24,1 290,6 46,9 127,6 76,8 475,5 NI 1,3 38,4 27,2 46,6 152,5

LEGAL (em %)

NI NI 6,4 12,5 NI NI 25,5 29,2 13,8 14,7 -2,8 -0,5 13,1 11,5 NA NA 51,9 52,9 -0,7 5,4 NA 21,1 NI NI NI NI NI NI -2,3 -16,9 NI NI -21,6 -24,3 NA NA NI NI -318,8 -263,9 81,2 84,6 NI NI 8,4 6,5 14,8 22,6 NI NI NA NA 12,7 8,6 9,4 14,0 3,2 12,7 10,1 7,4 NI NI NI NI NI NI NI NI NA NA 8,6 7,5 -90,1 -73,6 NA 3,7 -0,1 -3,2 8,8 15,7 7,7 12,4 11,9 11,6 3,9 8,8 NA 60,6 NI NI NA NA -75,6 -76,5 0,8 29,5 NA NA 16,2 27,2

90

% da receita do Estaleiro Mauá, do Rio de Janeiro, foi obtida com exportações, o equivalente a 307 milhões de dólares

CAPITAL RIQUEZA SALÁRIOS E IMPOSTOS EBITDA LIQUIDEZ ENDIVIDAMENTO RIQUEZA NÚMERO CIRCULANTE GERAL GERAL LONGO CRIADA CRIADA POR ENCARGOS DE SOBRE (em US$ (em US$ LÍQUIDO EMPREGADO EMPRE(em US$ VENDAS milhões) (em nO (em %) PRAZO (em US$ (em US$ mil) milhões) GADOS milhões) (em US$ índice) (em %) milhões)

NI 78,5 NI -428,1 53,0 50,8 31,7 40,8 11,1 59,1 200,4 NI NI NI -29,6 NI 32,6 170,7 NI 72,4 11,4 NI 42,4 28,6 NI -1,3 -48,0 28,3 133,0 10,4 NI NI NI NI 29,6 14,0 17,9 159,4 1,2 175,6 12,7 57,8 62,0 -14,2 NI 30,0 7,3 32,7 -1,1 95,7

milhões)

NI 3,05 NI 0,22 1,14 2,30 0,73 1,12 1,22 1,29 1,28 NI NI NI 0,44 NI 0,82 0,41 NI 0,85 1,13 NI 0,39 1,36 NI 0,37 0,24 1,55 3,02 0,37 NI NI NI NI 1,34 1,09 0,74 0,84 1,20 1,43 1,43 1,20 1,13 2,92 NI 0,85 0,56 0,98 0,76 2,35

NI 10,8 NI 54,1 66,4 14,6 64,6 61,7 81,0 68,7 67,2 NI NI NI 77,4 NI 74,7 96,4 NI 93,3 85,4 NI 35,6 63,2 NI 106,1 53,4 29,7 29,9 51,7 NI NI NI NI 55,1 79,7 81,8 63,8 75,8 57,1 50,7 42,4 75,9 8,9 NI 98,7 81,8 84,6 60,6 29,4

NI 4,4 NI 16,9 14,2 2,6 38,5 25,8 2,3 12,8 54,5 NI NI NI 50,5 NI 32,2 75,8 NI 68,6 1,8 NI 26,7 8,4 NI 71,7 37,0 13,0 11,6 35,2 NI NI NI NI 13,5 39,6 52,1 39,0 12,4 33,2 4,6 17,5 12,1 0,1 NI 23,8 57,2 26,7 15,8 9,7

NI 200,7 NI 356,9 63,6 137,9 204,3 103,9 67,8 NI 115,9 NI NI NI 99,6 NI 105,9 133,4 NI 13,4 NI NI 258,8 44,6 NI 181,6 231,1 87,3 127,4 79,7 NI NI NI NI 29,6 31,8 NI NI 20,8 193,4 86,1 121,5 116,0 NI NI 35,4 71,8 NI 88,8 139,6

491 1 943 NI 18 1 021 10 843 1 226 3 246 14 NI 246 NI 1 364 NI 2 527 983 4 054 NI NI NI NI 1 607 304 1 693 1 389 1 220 2 422 1 503 4 665 NI 1 533 NI NI 1 664 233 826 NI 6 755 629 2 896 4 523 316 647 217 NI 5 709 1 877 1 126 2 103 2 109

NI 104,6 NI NI 57,3 14,1 178,3 34,1 5 024,9 NI 455,4 NI NI NI 41,7 NI 27,5 NI NI NI NI NI 856,8 29,7 NI 156,6 95,5 60,2 34,9 NI NI NI NI NI 130,0 41,1 NI NI 34,5 67,8 19,3 387,6 169,0 NI NI 7,4 38,3 NI 47,5 68,2

NI 56,5 NI NI 15,3 139,4 29,6 33,7 2,2 NI 16,0 NI 30,6 NI 44,0 NI 45,8 NI NI NI NI NI 20,9 22,8 NI 39,3 99,7 NI 62,4 NI 42,4 NI NI NI 10,4 13,0 NI 38,3 18,0 76,9 32,5 18,1 16,5 2,7 NI 84,7 26,9 23,0 31,8 49,5

NI 89,0 NI NI 30,9 NI 104,5 88,0 43,1 4,4 100,0 NI 12,8 NI 96,6 NI 52,8 23,9 NI 41,7 40,0 72,9 50,5 55,6 NI 117,9 32,5 30,2 19,1 16,7 58,9 NI NI NI NI 4,8 NI 7,6 NI 61,4 54,8 65,8 4,5 44,6 NI 36,3 44,3 46,7 18,5 9,7

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

% DAS VENDAS

CONTROLE ACIONÁRIO ORDEM

2008

NI 72,7 NI 323,3 33,3 -7,2 57,1 42,3 21,8 7,9 36,5 NI NI NI 40,7 NI 46,1 156,6 NI -6,4 80,1 NI 218,8 22,1 NI 28,7 109,7 38,7 66,6 123,4 NI NI NI NI 19,0 79,7 1,0 NI 1,7 63,0 9,4 40,1 52,7 NI NI 30,2 29,4 28,1 41,8 50,7

1,9 20,8 NI NI 19,1 14,5 NI 20,0 NI 4,9 NI 5,3 NI 20,7 NI NI 8,3 NI 5,5 69,0 NI NI 29,6 NI NI NI NI NI NI 310,2 NI 37,7 41,6 305,7 0,8 NI 307,5 2,8 -

0,5 5,2 NI NI 4,9 3,7 NI 5,2 NI 1,3 NI 1,4 NI 5,5 NI NI 2,2 NI 1,5 18,9 NI NI 8,3 NI NI NI NI NI NI 87,7 NI 10,7 11,8 87,0 0,2 NI 87,7 0,8 -

Americano Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Português Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Mexicano Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Francês Americano Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Amer./Brasileiro Belga Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal

451 452 453 454 455 456 457 458 459 460 461 462 463 464 465 466 467 468 469 470 471 472 473 474 475 476 477 478 479 480 481 482 483 484 485 486 487 488 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500

| 451 - 500

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

456O– HOSP. SANTA CATARINA

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

164 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

500 MAIORES 451-500 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 165

6/26/09 8:23:15 PM


| MELHORES E PIORES MAIORES | MELHORES E PIORES

MAIOR ES As que mais cresceram

Classificação das empresas pelo crescimento real da receita operacional bruta — em US$ milhões 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

CRESCIMENTO

Maiores lucros

Classificação das empresas por lucro líquido ajustado — em US$ milhões 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

LUCROS

1 Trop

Atacado

Brasileiro

125,5

1 Petrobras

Energia

Estatal

2 CEG Rio

Energia

Espanhol

117,3

2 Vale

Mineração

Brasileiro

4 772,0

3 Granol

Bens de Consumo Brasileiro

87,7

3 CSN

Sider. e Metalur.

Brasileiro

1 644,7

4 Vale Manganês

Sider. e Metalur.

Brasileiro

82,4

4 Telefônica

Telecomunicações Espanhol

1 046,5

5 Americel

Telecomunicações Mexicano

77,3

5 Usiminas

Sider. e Metalur.

Brasileiro

828,7

6 Galvão

Ind. da Construção Brasileiro

72,7

6 Fiat

Autoindústria

Italiano

803,7

7 Avipal-NE

Bens de Consumo Brasileiro

71,1

7 ArcelorMittal

Sider. e Metalur.

Anglo/Indiano

701,4

8 Carioca Engenharia

Ind. da Construção Brasileiro

68,8

8 Ambev

Bens de Consumo Belga

667,6

9 EIT

Ind. da Construção Brasileiro

68,5

9 Visanet

Serviços

Brasileiro

626,7

10 Ferbasa

Sider. e Metalur.

Brasileiro

67,1

10 Chesf

Energia

Estatal

624,5

11 Amaggi

Atacado

Brasileiro

64,0

11 Gerdau Aços Longos

Sider. e Metalur.

Brasileiro

576,3

12 Andrade Gutierrez

Ind. da Construção Brasileiro

63,1

12 AES Eletropaulo

Energia

Amer./Brasil.

561,2

13 Amsted Maxion

Sider. e Metalur.

61,3

13 Cosipa

Sider. e Metalur.

Brasileiro

548,2

14 UTC Engenharia

Ind. da Construção Brasileiro

60,1

14 Vivo

Telecomunicações Luso-espan.

524,0

15 Engevix

Ind. da Construção Brasileiro

56,6

15 CBMM

Mineração

Brasileiro

522,9

16 Queiroz Galvão

Ind. da Construção Brasileiro

53,5

16 Redecard

Serviços

Brasileiro

520,7

17 Cauê

Ind. da Construção Brasileiro

52,9

17 Sabesp

Serviços

Estatal

492,6

18 Comigo

Atacado

Brasileiro

50,9

18 Souza Cruz

Bens de Consumo Inglês

470,5

19 Fertipar

Quím. e Petroq.

Brasileiro

50,0

19 Samarco

Mineração

Brasileiro

465,6

20 Bunge Alimentos

Bens de Consumo Holandês

49,6

20 Tractebel Energia

Energia

Franco-belga

461,7

Amer./Brasil.

Maiores empregadores

As que mais pagaram salários

Classificação das empresas pelo número de empregados 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

14 124,3

Classificação das empresas por salários pagos — em US$ milhões EMPREGADOS

2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

SALÁRIOS

1 Petrobras

Energia

Estatal

4 000,3

81 991

2 E.C.T.

Serviços

Estatal

2 001,9

Americano

75 000

3 Odebrecht

Ind. da Construção Brasileiro

Serviços

Brasileiro

74 499

4 Tenaris Confab

Sider. e Metalur.

Brasileiro

954,3

5 Atento

Serviços

Espanhol

73 000

5 Volkswagen

Autoindústria

Alemão

927,3

6 Pão de Açúcar

Varejo

Franco-brasil.

70 656

6 General Motors

Autoindústria

Americano

896,3

7 Carrefour

Varejo

Francês

65 144

7 Embraer

Autoindústria

Brasileiro

782,7

8 Sadia

Bens de Consumo Brasileiro

60 641

8 TAM

Transporte

Brasileiro

652,7

9 Petrobras

Energia

55 199

9 Sadia

Bens de Consumo Brasileiro

586,9 495,2

1 E.C.T.

Serviços

Estatal

2 Odebrecht

Ind. da Construção Brasileiro

3 Wal-Mart

Varejo

4 Contax

Estatal

112 331

10 JBS

Bens de Consumo Brasileiro

55 000

10 Pão de Açúcar

Varejo

11 Perdigão Agroindustrial

Bens de Consumo Brasileiro

42 853

11 Camargo Corrêa

Ind. da Construção Brasileiro

491,1

12 Vale

Mineração

Brasileiro

37 887

12 Sabesp

Serviços

Estatal

485,5

13 OAS

Ind. da Construção Brasileiro

37 194

13 Contax

Serviços

Brasileiro

404,3

14 McDonald’s

Varejo

33 435

14 Atento

Serviços

Espanhol

389,3

15 Bracol

Bens de Consumo Brasileiro

31 220

15 Serpro

Indústria Digital

Estatal

382,0

16 Bertin

Bens de Consumo Brasileiro

29 607

16 Perdigão Agroindustrial

Bens de Consumo Brasileiro

379,2

17 GR

Serviços

27 303

17 Infraero

Serviços

Estatal

358,6

18 Camargo Corrêa

Ind. da Construção Brasileiro

26 151

18 Transpetro

Transporte

Estatal

336,1

19 Usina da Barra

Energia

Brasileiro

25 458

19 Cemig Distribuição

Energia

Estatal

332,1

20 TAM

Transporte

Brasileiro

23 705

20 Gerdau Aços Longos

Sider. e Metalur.

Brasileiro

329,3

Americano

Inglês

Franco-brasil.

1 238,1

168 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

MELHORES E PIORES.indd 1

6/26/09 8:25:26 PM


| MELHORES E PIORES MAIORES | MELHORES E PIORES

MAIOR ES Mais rentáveis

As que mais pagaram impostos

Classificação das empresas por lucro líquido ajustado sobre patrimônio líquido ajustado — em % 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

Classificação das empresas por impostos pagos — em US$ milhões

RENTABILIDADE

2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

IMPOSTOS

1 CPFL Brasil

Energia

Brasileiro

99,1

1 Petrobras

Energia

Estatal

20 553,1

2 Cálamo

Atacado

Brasileiro

81,2

2 BR Distribuidora

Atacado

Estatal

5 148,8

3 Editora Abril

Comunicações

Brasileiro

72,6

3 Ambev

Bens de Consumo Belga

3 720,4

4 Redecard

Serviços

Brasileiro

70,3

4 Fiat

Autoindústria

2 836,1

5 Visanet

Serviços

Brasileiro

69,9

5 Telemar

Telecomunicações Brasileiro

2 696,8

6 Mantecorp Logística

Atacado

Brasileiro

68,4

6 Souza Cruz

Bens de Consumo Inglês

2 551,7

7 Trop

Atacado

Brasileiro

66,8

7 Telefônica

Telecomunicações Espanhol

2 466,4

8 Nibrasco

Mineração

Brasileiro

60,9

8 Vivo

Telecomunicações Luso-espan.

1 777,7

9 AutoBan

Serviços

Brasileiro

59,9

9 Brasil Telecom

Telecomunicações Brasileiro

1 696,1

10 AES Tietê

Energia

Amer./Brasil.

59,9

10 Refap

Quím. e Petroq.

Estatal

1 545,4

11 Anglo American - Copebrás Quím. e Petroq.

Brasileiro

55,4

11 Braskem

Quím. e Petroq.

Brasileiro

1 491,9

12 Vale Manganês

Sider. e Metalur.

Brasileiro

54,7

12 Embratel

Telecomunicações Mexicano

1 463,6

13 CEB

Energia

Estatal

54,6

13 AES Eletropaulo

Energia

Amer./Brasil.

1 448,8

14 SPDM

Serviços

Brasileiro

54,1

14 Cemig Distribuição

Energia

Estatal

1 385,7

15 CBMM

Mineração

Brasileiro

53,1

15 CSN

Sider. e Metalur.

Brasileiro

1 377,3

16 Amsted Maxion

Sider. e Metalur.

Amer./Brasil.

53,0

16 TIM Celular

Telecomunicações Italiano

1 361,7

17 Enertrade

Energia

Português

51,9

17 Light Sesa

Energia

Brasileiro

1 240,2

18 CEEE

Energia

Estatal

45,0

18 Claro

Telecomunicações Mexicano

1 181,6

19 Engevix

Ind. da Construção Brasileiro

42,8

19 Usiminas

Sider. e Metalur.

Brasileiro

1 174,5

20 CEG Rio

Energia

42,2

20 ArcelorMittal

Sider. e Metalur.

Anglo/Indiano

1 084,6

Espanhol

Maiores dividendos

Maiores em patrimônio

As empresas que melhor remuneraram seus acionistas — em % sobre o lucro 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

Italiano

Classificação das empresas por patrimônio líquido ajustado — em US$ milhões

DIVIDENDOS DISTRIBUÍDOS

2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

PATRIMÔNIO

1 ArcelorMittal Inox

Sider. e Metalur.

Inglês

3 091,9

1 Petrobras

Energia

Estatal

64 055,1

2 Serpro

Indústria Digital

Estatal

2 553,7

2 Vale

Mineração

Brasileiro

42 919,4

Estatal

36 638,9

Brasileiro

755,5

3 Eletrobrás

Energia

4 A. Telecom

Telecomunicações Espanhol

617,1

4 Ambev

Bens de Consumo Belga

7 544,5

5 DPaschoal

Varejo

Brasileiro

606,1

5 ArcelorMittal

Sider. e Metalur.

Anglo/Indiano

6 970,9

6 Dow

Quím. e Petroq.

Americano

577,2

6 Usiminas

Sider. e Metalur.

Brasileiro

6 600,9

7 Siderúrgica Barra Mansa

Sider. e Metalur.

Brasileiro

465,0

7 Furnas

Energia

Estatal

6 370,8

8 EMS Sigma Pharma

Farmacêutico

Brasileiro

361,6

8 Chesf

Energia

Estatal

6 053,4

9 Telemar

Telecomunicações Brasileiro

352,3

9 Sabesp

Serviços

Estatal

4 834,7

10 Aethra

Autoindústria

Brasileiro

299,0

10 Telefônica

Telecomunicações Espanhol

4 629,4

11 OAS

Ind. da Construção Brasileiro

284,0

11 Metrô

Transporte

4 558,7

12 Oxiteno-NE

Quím. e Petroq.

Brasileiro

280,7

12 Telemar

Telecomunicações Brasileiro

4 535,8

13 Votorantim Cimentos

Ind. da Construção Brasileiro

228,3

13 Cesp

Energia

3 938,1

14 Solvay Indupa

Quím. e Petroq.

228,0

14 Oi

Telecomunicações Brasileiro

3 936,5

15 LDC

Prod. Agropecuária Francês

221,1

15 Claro

Telecomunicações Mexicano

3 642,0

16 Cenibra

Papel e Celulose

206,5

16 Tim Celular

Telecomunicações Italiano

3 555,4

17 JBS

Bens de Consumo Brasileiro

197,1

17 Embratel

Telecomunicações Mexicano

3 363,6

18 Fratelli Vita

Bens de Consumo Belga

180,1

18 Vivo

Telecomunicações Luso-espan.

3 315,4

19 Grupo Júlio Simões

Transporte

Brasileiro

178,7

19 CSN

Sider. e Metalur.

Brasileiro

3 289,4

20 Grupo Martins

Atacado

Brasileiro

176,3

20 BR Distribuidora

Atacado

Estatal

3 231,8

3 Universidade Estácio de Sá Serviços

Belga Japonês

Estatal Estatal

170 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

MELHORES E PIORES.indd Sec1:2

6/26/09 8:25:36 PM


| MELHORES E PIORES MAIORES | MELHORES E PIORES

MAIOR ES Maiores receitas líquidas

Maior liquidez geral

Classificação das empresas por receita líquida — em US$ milhões 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

Classificação das empresas por ativo circulante mais realizáveis a longo prazo sobre o exigível total — em nO índice RECEITA LÍQUIDA

2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

LIQUIDEZ

1 Petrobras

Energia

Estatal

71 814,2

1 Termomecânica

Sider. e Metalur.

Brasileiro

12,50

2 BR Distribuidora

Atacado

Estatal

23 739,2

2 Ferbasa

Sider. e Metalur.

Brasileiro

4,41

3 Vale

Mineração

Brasileiro

14 610,7

3 Serasa

Serviços

Irlandês

4,39

4 Bunge Alimentos

Bens de Consumo Holandês

9 622,8

4 Delta Construções

Ind. da Construção Brasileiro

4,14

5 Ipiranga

Atacado

Brasileiro

9 594,0

5 Grendene

Têxteis

Brasileiro

3,84

6 Shell

Atacado

Anglo-holan.

9 533,3

6 Roche

Farmacêutico

Canadense

3,56

7 Fiat

Autoindústria

Italiano

8 196,8

7 Lojas CEM

Varejo

Brasileiro

3,55

8 Telefônica

Telecomunicações Espanhol

6 580,3

8 Rigesa

Papel e Celulose

Americano

3,05

9 Telemar

Telecomunicações Brasileiro

6 444,2

9 Bracol

Bens de Consumo Brasileiro

3,03

10 Vivo

Telecomunicações Luso-espan.

6 328,0

10 EIT

Ind. da Construção Brasileiro

3,02

11 Cargill

Bens de Consumo Americano

5 771,6

11 Arosuco

Bens de Consumo Belga

2,92

12 Pão de Açúcar

Varejo

Franco-brasil.

5 527,5

12 Distribuidora Automotiva Atacado

Brasileiro

13 Braskem

Quím. e Petroq.

Brasileiro

5 351,2

13 Guararapes

Brasileiro

2,86

14 Ambev

Bens de Consumo Belga

4 980,1

14 Votorantim Cimentos N/NE Ind. da Construção Brasileiro

2,83

15 Eletrobrás

Energia

Estatal

4 852,6

15 Gonvarri

Sider. e Metalur.

Brasilo-espan.

2,81

16 Embraer

Autoindústria

Brasileiro

4 754,6

16 Eletrobrás

Energia

Estatal

2,74

17 CSN

Sider. e Metalur.

Brasileiro

4 665,0

17 BM&FBovespa

Serviços

Brasileiro

2,67

18 ArcelorMittal

Sider. e Metalur.

Anglo/Indiano

4 647,8

18 Semp Toshiba-AM

Eletroeletrônico

Brasileiro

2,46

19 E.C.T.

Serviços

Estatal

4 617,5

19 Queiroz Galvão

Ind. da Construção Brasileiro

2,39

20 TAM

Transporte

Brasileiro

4 588,5

20 Ericsson Telecomunicações Eletroeletrônico

As que mais criaram riqueza EMPRESA

SETOR

CONTROLE

Sueco

2,90

2,38

Riquezas criadas por empregado

Classificação das empresas que mais criaram riqueza — em US$ milhões 2008

Têxteis

Classificação das maiores riquezas criadas por empregado — em US$ mil RIQUEZA POR EMPRESA

2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

RIQUEZA POR EMPREGADO

1 Hispanobras

Mineração

Brasileiro

14 775,3

8 184,4

2 Enertrade

Energia

Português

5 024,9

Bens de Consumo Belga

4 939,2

3 Tradener

Energia

Brasileiro

2 000,7

4 BR Distribuidora

Atacado

4 752,7

4 AES Tietê

Energia

Amer./Brasil.

1 888,0

5 Telefônica

Telecomunicações Espanhol

4 663,2

5 CPFL Brasil

Energia

Brasileiro

1 682,7

6 CSN

Sider. e Metalur.

Brasileiro

4 627,3

6 Trop

Atacado

Brasileiro

1 585,9

7 Telemar

Telecomunicações Brasileiro

4 354,3

7 BR Distribuidora

Atacado

Estatal

1 330,4

8 Souza Cruz

Bens de Consumo Inglês

3 410,4

8 TBG

Transporte

Brasileiro

1 110,1

9 Brasil Telecom

Telecomunicações Brasileiro

3 313,9

9 Tractebel Energia

Energia

Franco-belga

1 080,1

10 Vivo

Telecomunicações Luso-espan.

3 275,4

10 Petrobras

Energia

Estatal

967,0

11 E.C.T.

Serviços

Estatal

3 150,9

11 Visanet

Serviços

Brasileiro

889,9

12 Fiat

Autoindústria

Italiano

3 066,7

12 Refap

Quím. e Petroq.

Estatal

889,1

13 Cemig Distribuição

Energia

Estatal

2 692,0

13 Redecard

Serviços

Brasileiro

857,2

14 Gerdau Aços Longos

Sider. e Metalur.

Brasileiro

2 576,4

14 Duke Energy

Energia

Americano

856,8

15 AES Eletropaulo

Energia

Amer./Brasil.

2 460,9

15 Telefônica

Telecomunicações Espanhol

712,8

16 Embratel

Telecomunicações Mexicano

2 303,3

16 A. Telecom

Telecomunicações Espanhol

699,7

17 TIM Celular

Telecomunicações Italiano

1 858,9

17 Ampla

Energia

Espanhol

698,8

18 Usiminas

Sider. e Metalur.

Brasileiro

1 850,6

18 Comgás

Energia

Inglês

635,2

19 Light Sesa

Energia

Brasileiro

1 796,2

19 Cotia Trading

Atacado

Brasileiro

617,2

20 Sabesp

Serviços

Estatal

1 793,5

20 Cemig GT

Energia

Estatal

593,0

1 Petrobras

Energia

Estatal

2 Vale

Mineração

Brasileiro

3 Ambev

Estatal

50 962,1

172 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

MELHORES E PIORES.indd Sec2:3

6/26/09 8:25:54 PM


| MELHORES E PIORES MAIORES | MELHORES E PIORES

MAIOR ES Maiores por capital circul. líquido Menos endividadas Classificação das empresas pelo volume de capital circulante líquido — em US$ milhões 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

CAPITAL CIRCULANTE LÍQUIDO

Classificação das empresas pela relação exigível sobre o ativo total — em % 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

ENDIVIDAMENTO

1 Eletrobrás

Energia

Estatal

4 937,7

1 BM&FBovespa

Serviços

Brasileiro

4,7

2 Vale

Mineração

Brasileiro

3 528,0

2 Termomecânica

Sider. e Metalur.

Brasileiro

6,8

3 CSN

Sider. e Metalur.

Brasileiro

2 808,0

3 Arosuco

Bens de Consumo Belga

4 Usiminas

Sider. e Metalur.

Brasileiro

2 166,5

4 Rigesa

Papel e Celulose

Americano

10,8

5 Telemar

Telecomunicações Brasileiro

2 103,6

5 Guararapes

Têxteis

Brasileiro

11,8

6 BR Distribuidora

Atacado

Estatal

1 604,3

6 Bracol

Bens de Consumo Brasileiro

13,4

7 Embraer

Autoindústria

Brasileiro

1 418,5

7 Hospital Santa Catarina

Serviços

Brasileiro

14,6

8 Klabin

Papel e Celulose

Brasileiro

988,4

8 Ferbasa

Sider. e Metalur.

Brasileiro

14,7

9 Oi

Telecomunicações Brasileiro

925,8

9 International Paper

Papel e Celulose

Americano

15,7

10 Suzano

Papel e Celulose

Brasileiro

891,7

10 CPTM

Transporte

Estatal

16,0

11 Bertin

Bens de Consumo Brasileiro

851,4

11 Serasa

Serviços

Irlandês

18,1

12 Cosan

Energia

Brasileiro

805,6

12 Metrô

Transporte

Estatal

18,8

13 Marfrig

Prod. Agropecuária Brasileiro

719,5

13 Delta Construções

Ind. da Construção Brasileiro

14 Cosipa

Sider. e Metalur.

Brasileiro

704,0

14 Eletrobrás

Energia

Estatal

22,0

15 Coamo

Prod. Agropecuária Brasileiro

560,5

15 Grendene

Têxteis

Brasileiro

22,4

16 Globo

Comunicações

Brasileiro

559,5

16 Repsol YPF

Energia

Espanhol

22,4

17 Queiroz Galvão

Ind. da Construção Brasileiro

522,3

17 Roche

Farmacêutico

Canadense

22,9

18 Aracruz

Papel e Celulose

Brasileiro

520,7

18 Votorantim Cimentos N/NE Ind. da Construção Brasileiro

23,4

19 Syngenta

Quím. e Petroq.

Suíço

504,2

19 Gonvarri

Sider. e Metalur.

Brasilo/espan.

23,6

20 JBS

Bens de Consumo Brasileiro

497,0

20 Hospital Albert Einstein

Serviços

Brasileiro

24,2

Maiores prejuízos EMPRESA

SETOR

CONTROLE

21,2

As que entraram no vermelho

Classificação das empresas por prejuízo líquido ajustado — em US$ milhões 2008

8,9

Os 20 maiores prejuízos entre as empresas que tiveram lucro no ano anterior — em US$ milhões

PREJUÍZO

2008

EMPRESA

SETOR

LUCRO CONTROLE PREJUÍZO ANTERIOR

1 Aracruz

Papel e Celulose

Brasileiro

-2 059,9

1 Aracruz

Papel e Celulose

Brasileiro

-2 059,9

416,8

2 Sadia

Bens de Consumo Brasileiro

-1 356,9

2 Sadia

Bens de Consumo

Brasileiro

-1 356,9

242,6

3 Braskem

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-1 084,3

3 Braskem

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-1 084,3

253,8

4 Cesp

Energia

Estatal

-1 013,5

4 Cesp

Energia

Estatal

-1 013,5

132,7

5 VCP

Papel e Celulose

Brasileiro

- 866,3

5 VCP

Papel e Celulose

Brasileiro

- 866,3

252,8

6 TAM

Transporte

Brasileiro

- 855,8

6 TAM

Transporte

Brasileiro

- 855,8

59,7

7 Refap

Quím. e Petroq.

Estatal

- 822,4

7 Refap

Quím. e Petroq.

Estatal

- 822,4

125,0

8 Eletronorte

Energia

Estatal

- 757,5

8 Eletronorte

Energia

Estatal

- 757,5

4,0

9 Varig

Transporte

Brasileiro

- 420,9

9 VMN

Mineração

Brasileiro

- 333,9

348,3

10 VMN

Mineração

Brasileiro

- 333,9

10 Shell

Atacado

Anglo-holan. - 259,8

92,4

11 Shell

Atacado

Anglo-holan.

-259,8

11 DuPont

Quím. e Petroq.

Americano

- 203,5

23,5

12 Bertin

Bens de Consumo Brasileiro

-234,9

12 Heringer

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-175,4

29,8

13 DuPont

Quím. e Petroq.

Americano

-203,5

13 Yara

Quím. e Petroq.

Norueguês

-173,0

29,9

14 Cargill

Bens de Consumo Americano

-193,7

14 Suzano

Papel e Celulose

Brasileiro

-172,5

303,3

15 Heringer

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-175,4

15 Marfrig

Prod. Agropecuária Brasileiro

-160,7

19,7

16 Yara

Quím. e Petroq.

Norueguês

-173,0

16 Quattor

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-152,4

46,1

17 Suzano

Papel e Celulose

Brasileiro

-172,5

17 Votorantim Metais Zinco Sider. e Metalur.

Brasileiro

-146,4

388,6

18 Marfrig

Prod. Agropecuária Brasileiro

-160,7

18 Repsol YPF

Energia

Espanhol

-141,9

61,4

19 CPTM

Transporte

Estatal

-155,5

19 Hypermarcas

Bens de Consumo

Brasileiro

-125,9

14,4

20 Quattor

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-152,4

20 Klabin

Papel e Celulose

Brasileiro

-104,6

286,9

174 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

MELHORES E PIORES.indd Sec3:4

6/26/09 8:26:05 PM


| MELHORES E PIORES MAIORES | MELHORES E PIORES

MAIOR ES As que saíram do vermelho

Menos rentáveis

Os 13 maiores lucros entre as empresas que tiveram prejuízo no ano anterior — em US$ milhões 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

1 Eletrobrás

Energia

2 TIM-NE

Telecomunicações Italiano

3 Manaus Energia

Energia

4 Bayer

Classificação das empresas por prejuízo líquido ajustado sobre patrimônio líquido ajustado — em %

LUCRO LUCRO LÍQUIDO ANTERIOR

Estatal

184,3

-2 180,7

156,7

Estatal

Quím. e Petroq.

5 Enersul

2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

RENTABILIDADE

1 Imcopa

Bens de Consumo Brasileiro

-1 287,8

-41,7

2 Sadia

Bens de Consumo Brasileiro

-516,8

97,8

-265,5

3 Refap

Quím. e Petroq.

Estatal

-370,6

Alemão

34,8

-93,8

4 Aracruz

Papel e Celulose

Brasileiro

-320,7

Energia

Português

31,0

-35,0

5 Avipal-NE

Bens de Consumo Brasileiro

-318,8

6 Infraero

Serviços

Estatal

27,6

-81,0

6 TAM

Transporte

Brasileiro

-301,0

7 Ceal

Energia

Estatal

21,3

-3,0

7 Aurora

Bens de Consumo Brasileiro

-202,1

8 Schincariol N-NE

Bens de Consumo

Brasileiro

18,4

-7,7

8 Yara

Quím. e Petroq.

Norueguês

-185,0

9 Amsted Maxion

Sider. e Metalur.

Amer./Brasil.

16,2

-7,6

9 Heringer

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-160,5

10 Drogarias Pacheco

Varejo

Brasileiro

13,6

-0,9

10 Holcim

Ind. da Construção Espanhol

-132,5

11 Metrô

Transporte

Estatal

11,9

-90,7

11 Cargill

Bens de Consumo Americano

-127,2

12 Sendas

Varejo

Brasileiro

5,9

-30,5

12 Pif Paf

Bens de Consumo Brasileiro

13 Coop

Varejo

Brasileiro

3,2

-1,7

13 VMN

Mineração

Brasileiro

-86,2

- -

-

-

-

-

14 Vigor

Bens de Consumo Brasileiro

-75,6

- -

-

-

-

-

15 Frigorífico Minerva

Bens de Consumo Brasileiro

-68,5

- -

-

-

-

-

16 Carol

Prod. Agropecuária Brasileiro

-65,1

- -

-

-

-

-

17 Braskem

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-59,2

- -

-

-

-

-

18 Schincariol-SP

Bens de Consumo Brasileiro

-57,6

- -

-

-

-

-

19 Mosaic

Quím. e Petroq.

Americano

-52,7

- -

-

-

-

-

20 Quattor

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-47,4

Mais endividadas

As que mais encolheram

Classificação das empresas pela relação exigível sobre o ativo total — em % 2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

-90,1

Classificação das empresas pela queda real da receita operacional bruta — em % ENDIVIDAMENTO

2008

EMPRESA

SETOR

CONTROLE

QUEDA

1 Bombril

Bens de Consumo Brasileiro

156,5

1 Bracol

Bens de Consumo Brasileiro

-78,8

2 Cepisa

Energia

106,1

2 VMN

Mineração

Brasileiro

-49,9

3 Imcopa

Bens de Consumo Brasileiro

99,1

3 Votorantim Metais Zinco

Sider. e Metalur.

Brasileiro

-48,6

4 CPFL Brasil

Energia

Brasileiro

98,8

4 Saint-Gobain

Ind. da Construção Francês

-36,3

5 Estaleiro Mauá

Diversos

Brasileiro

98,7

5 Serpro

Indústria Digital

Estatal

-30,7

6 Sendas

Varejo

Brasileiro

98,7

6 Nibrasco

Mineração

Brasileiro

-26,7

7 Treelog

Atacado

Brasileiro

98,3

7 Coteminas

Têxteis

Brasileiro

-26,2

8 FCA

Transporte

Brasileiro

97,9

8 Quattor Químicos

Quím. e Petroq.

Brasileiro

-25,2

9 G. Barbosa

Varejo

Chileno

97,6

9 Videolar

Diversos

Brasileiro

-23,0

10 Dedini

Bens de Capital

Brasileiro

96,6

10 Caraíba

Sider. e Metalur.

Brasileiro

-22,9

11 ALL - Malha Norte

Transporte

Brasileiro

96,4

11 Metso

Bens de Capital

Finlandês

-22,5

12 Sadia

Bens de Consumo Brasileiro

96,0

12 Semp Toshiba-AM

Eletroeletrônico

Brasileiro

-22,1

13 Trop

Atacado

Brasileiro

95,2

13 Dow

Quím. e Petroq.

Americano

-21,5

14 Redecard

Serviços

Brasileiro

95,0

14 Cotia Trading

Atacado

Brasileiro

-21,2

15 TAM

Transporte

Brasileiro

94,8

15 Marfrig

Prod. Agropecuária Brasileiro

-20,0

16 Copersucar

Energia

Brasileiro

93,9

16 Schincariol-SP

Bens de Consumo Brasileiro

-19,7

17 Avipal-NE

Bens de Consumo Brasileiro

93,3

17 Albras

Sider. e Metalur.

-18,8

18 Cargill

Bens de Consumo Americano

92,5

18 LDC Agroindustrial

Prod. Agropecuária Francês

-18,0

19 ALL

Transporte

Brasileiro

92,5

19 CPFL - Piratininga

Energia

Brasileiro

-17,7

20 Visanet

Serviços

Brasileiro

91,7

20 Alcoa

Sider. e Metalur.

Americano

-16,9

Estatal

Brasileiro

176 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

MELHORES E PIORES.indd Sec4:5

6/26/09 8:26:22 PM


MAIOR ES EMPRESAS As páginas a seguir apresentam a lista das companhias classificadas entre a 501a e a 1 000a posição em vendas em 2008. No total, elas faturaram 102 bilhões de dólares, o que representou um crescimento de 0,3% em relação ao ano anterior, e exportaram 8 bilhões de dólares. O grupo mais numeroso da lista é formado pelas empresas do setor de serviços: 64 companhias, com faturamento total de 12,9 bilhões de dólares. Em seguida vem o setor de energia, com 47 companhias e vendas totais de 9,6 bilhões de dólares.

1000.indd 2

6/29/09 8:26:50 PM


A receita da construtora em 2008 foi de 334 milhões de dólares, um crescimento de 106% em relação ao ano anterior

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 501 - 550

2008 2007

501 502 503 504 505 506 507 508 509 510 511 512 513 514 515 516 517 518 519 520 521 522 523 524 525 526 527 528 529 530 531 532 533 534 535 536 537 538 539 540 541 542 543 544 545 546 547 548 549 550

568 478 635 646 502 593 536 521 506 408 616 600 · 852 539 474 619 577 500 503 601 497 485 535 511 490 554 531 298 · 546 520 484 541 564 552 532 530 563 · 583 · 556 528 · 578 553 527 585 561

Belgo Bekaert-NE2,6, Feira de Santana, BA Ello-Puma3,6, Ipojuca, PE Weg Automação2,6, Jaraguá do Sul, SC AngloGold Ashanti2,6, Nova Lima, MG UOL2,6, Barueri, SP Tortuga2,6, São Paulo, SP Dasa3,6, Barueri, SP Mabe Itu2,6, Itu, SP NovaDutra3,6, São Paulo, SP Conab2,6, Brasília, DF Stemac2,6, Porto Alegre, RS Hermes2,6, Rio de Janeiro, RJ Saga2,6, Goiânia, GO Mendes Júnior2,6, São Paulo, SP Green Automóveis2,6, São José do Rio Preto, SP Ferramentas Gerais2,6, Porto Alegre, RS Merck3,6, Rio de Janeiro, RJ Enesa2,6, São Paulo, SP Saneago2,6, Goiânia, GO Estadão2,6, São Paulo, SP Corol2, Rolândia, PR Triunfo2,6, Porto Alegre, RS PPE Fios3,6,B, Cerquilho, SP Comercial Carvalho2,6, Teresina, PI Voith Paper1,6,7, São Paulo, SP Fiori3,6, Recife, PE Batavo2,6, Carambeí, PR Lafarge2,6, Rio de Janeiro, RJ Refinaria Riograndense3,6, Rio Grande, RS Wyeth1, Itapevi, SP Plascar2,6,B, Jundiaí, SP Eucatex2,6, Salto, SP Tavex3,6, São Paulo, SP Sifco2,6, Jundiaí, SP Puras do Brasil2,6, São Paulo, SP Eletrosul2,6, Florianópolis, SC CEEE-GT2,6, Porto Alegre, RS Diageo3,6,B, São Paulo, SP Rapidão Cometa2,6, Recife, PE Unidasul2,6, Esteio, RS Gasmig2,6, Belo Horizonte, MG Mataboi2,6, Araguari, MG Frimesa2,6, Medianeira, PR TNT Mercúrio2,6, Porto Alegre, RS Original Veículos2,6, São Paulo, SP Santos-Brasil2,6, São Paulo, SP Armazém Paraíba2,6, Teresina, PI Ceron2,6, Porto Velho, RO Satipel2,6, São Paulo, SP Esmaltec2,6, Maracanaú, CE

Siderurgia e Metalurgia Atacado Diversos Mineração Indústria Digital Produção Agropecuária Serviços Eletroeletrônico Serviços Serviços Eletroeletrônico Varejo Varejo Indústria da Construção Varejo Varejo Farmacêutico Indústria da Construção Serviços Comunicações Produção Agropecuária Química e Petroquímica Eletroeletrônico Atacado Bens de Capital Varejo Atacado Indústria da Construção Química e Petroquímica Farmacêutico Autoindústria Indústria da Construção Têxteis Autoindústria Serviços Energia Energia Bens de Consumo Transporte Varejo Energia Produção Agropecuária Produção Agropecuária Transporte Varejo Serviços Varejo Energia Indústria da Construção Eletroeletrônico

VALOR (em US$ milhões)

346,7 346,4 346,3 345,4 342,7 340,1 339,8 339,5 339,4 338,8 336,2 336,1 334,8 334,3 334,2 333,5 332,3 331,9 331,0 329,3 328,9 328,7 327,6 326,3 325,0 324,5 324,3 323,7 323,7 323,0 320,4 319,3 317,9 317,4 316,1 313,9 313,7 313,6 310,4 310,3 309,9 308,7 308,3 307,8 306,6 304,8 304,4 301,8 298,7 298,2

CRESCIMENTO (em %)

24,4 -5,1 44,5 48,6 0,5 30,9 8,7 4,6 1,5 -22,5 35,7 31,4 4,9 106,5 7,2 -8,0 35,1 22,3 -4,1 -2,3 29,1 -4,7 -7,6 4,3 -1,8 -7,7 11,2 3,0 -46,4 NA 5,0 7,7 -11,0 2,1 12,1 5,7 0,0 -0,6 9,9 -2,2 16,4 46,0 6,9 -2,6 11,0 12,3 3,7 -4,8 12,5 5,0

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

NI 38,4 313,0 26,9 NI 2,4 NI 12,2 NI 40,9 50,7 37,4 82,0 NI 2,1 NI 19,6 10,7 15,0 29,8 34,4 NI 100,7 11,9 9,6 161,0 5,7 -

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

434 NI 3 335 2 059 859 1 081 NI 1 181 1 052 4 242 2 289 1 561 538 6 235 750 1 918 NI 8 126 4 114 2 787 2 354 199 NI 4 269 1 032 NI 385 779 NI 865 2 768 1 588 NI 2 278 18 800 1 583 1 397 NI 6 434 4 173 186 2 057 3 177 6 600 638 1 739 9 139 753 979 NI

ORDEM

Inglês Brasileiro Brasileiro Sul-africano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Mexicano Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Americano Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Inglês Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro

foi a taxa de crescimento da receita da Weg Automação, que faturou 346 milhões de dólares em 2008

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

NI 11,1 90,6 7,9 NI 0,7 NI 3,6 NI 12,4 15,4 11,4 25,2 NI 0,7 NI 6,1 3,3 4,7 9,4 10,8 NI 32,6 3,9 3,1 52,8 1,9 -

44

%

551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 561 562 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 573 574 575 576 577 578 579 580 581 582 583 584 585 586 587 588 589 590 591 592 593 594 595 596 597 598 599 600

· 550 612 643 466 551 558 549 · 900 610 666 · 631 637 590 682 477 519 526 586 483 434 812 · 562 523 664 671 581 570 565 · 513 649 623 518 641 714 625 620 650 629 · 722 573 711 622 633 614

Namisa2,6, Congonhas, MG Comlurb3,6, Rio de Janeiro, RJ Galvani2,6, Paulínia, SP Belagricola2,6, Londrina, PR Terra2,6, Porto Alegre, RS Itabrasco2,6, Vitória, ES Sada2,6, São Bernardo do Campo, SP Compesa2,6, Recife, PE Termorio3,6, Rio de Janeiro, RJ ALL Malha Paulista3,6, Campinas, SP Pesa3,6, Curitiba, PR Diebold-SP2,6, São Paulo, SP Fujioka3,6, Goiânia, GO Clarion2,6, Cuiabá, MT Petronas Lubrificantes2,6, Contagem, MG Gevisa3,6, Campinas, SP NEC3,6, São Paulo, SP Libra3,6, Rio de Janeiro, RJ SBT2,6, Osasco, SP Orbitall3,6, São Caetano do Sul, SP Usina da Pedra2,6,7, Serrana, SP Semp Toshiba Informática2, Salvador, BA Guarani3,6,7, Olímpia, SP GPC3,6, Gravataí, RS CPA3,6, Maringá, PR Dixie Toga2,6, São Paulo, SP Energisa Sergipe3,6, Aracaju, SE Hering2,6, Blumenau, SC Tuper2,6, São Bento do Sul, SC Fasal2,6, Santa Luzia, MG Placas2,6, Curitiba, PR Melitta1,6, São Paulo, SP Potencial Petróleo1,6, Araucária, PR AES Uruguaiana2,6, Uruguaiana, RS Unimed Fortaleza3,6, Fortaleza, CE Schulz2,6, Joinville, SC Mabe Campinas2,6, Campinas, SP Esab2,6, Contagem, MG CR Almeida Obras2,6, Curitiba, PR Santa Casa de São Paulo3,6, São Paulo, SP Cecrisa2,6,B, Criciúma, SC Absa Cargo Airlines2,6, Campinas, SP Quero2,6, Jundiaí, SP Araújo2,6, Belo Horizonte, MG Equipav2,6, São Paulo, SP Cotrijal3,6, Não-Me-Toque, RS Iesa Óleo & Gás3,6,B, Rio de Janeiro, RJ Cinpal2, Taboão da Serra, SP Rima2,6, Bocaiúva, MG Benafer2,6, Rio de Janeiro, RJ

Mineração Serviços Química e Petroquímica Atacado Indústria Digital Mineração Transporte Serviços Energia Transporte Varejo Indústria Digital Varejo Bens de Consumo Química e Petroquímica Bens de Capital Eletroeletrônico Transporte Comunicações Serviços Energia Indústria Digital Energia Química e Petroquímica Atacado Química e Petroquímica Energia Têxteis Siderurgia e Metalurgia Atacado Indústria da Construção Bens de Consumo Atacado Energia Serviços Bens de Capital Eletroeletrônico Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Serviços Indústria da Construção Transporte Bens de Consumo Varejo Energia Produção Agropecuária Indústria da Construção Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Atacado

VALOR (em US$ milhões)

294,9 294,0 293,9 293,5 293,4 292,9 292,8 291,9 291,2 290,8 290,2 289,5 286,5 286,1 285,6 285,4 284,5 283,7 283,3 283,3 282,8 282,8 282,2 280,9 279,7 279,3 279,2 279,2 279,0 278,5 277,2 275,6 275,1 274,5 274,3 272,7 267,0 266,8 266,2 265,8 265,8 265,4 264,6 263,5 263,4 262,2 262,0 261,2 260,9 260,8

CRESCIMENTO (em %)

117,6 -1,1 35,0 25,2 -21,6 -1,5 2,1 -3,2 6,2 82,5 16,0 30,5 12,4 18,5 20,1 9,4 32,9 -22,8 -13,0 -11,7 7,0 -21,0 NA 64,8 NA -1,4 -13,3 24,5 26,8 3,4 0,7 -2,2 20,2 -17,0 1,4 NA -18,1 12,9 30,7 9,2 8,4 15,1 9,2 7,3 31,3 -3,7 28,5 6,8 8,5 5,2

VALOR (em US$ milhões)

281,6 NI 62,4 10,6 280,2 NI NI NI 5,3 NI 108,2 12,5 105,8 NI NI NI 97,4 0,3 NI NI 278,7 14,8 NI 14,6 4,6 2,1 2,8 58,8 NI 52,6 50,3 12,1 NI 24,2 265,4 93,9 NI NI 4,7 150,2 2,6

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

95,5 NI 21,3 3,6 95,7 NI NI NI 1,8 NI 37,8 4,4 37,1 NI NI NI 34,5 0,1 NI NI 99,7 5,3 NI 5,2 1,6 0,8 1,0 21,3 NI 19,3 18,8 4,5 NI 9,1 100,0 35,7 NI NI 1,8 57,6 1,0

393 NI 1 004 431 575 0 1 428 3 919 NI NI 938 2 705 NI 201 261 NI NI NI 1 423 NI 5 552 345 7 219 NI NI 1 823 917 5 007 985 289 544 319 97 59 1 738 2 129 1 640 801 1 120 10 089 2 288 271 1 534 3 621 959 934 NI 2 278 4 518 189

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Canadense Brasileiro Brasileiro Italiano Americano Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Chileno Alemão Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Mexicano Inglês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Chileno Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

| 551 - 600

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

514O– MENDES JÚNIOR

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

182 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 501-600 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 183

6/29/09 8:20:16 PM


A receita da construtora em 2008 foi de 334 milhões de dólares, um crescimento de 106% em relação ao ano anterior

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 501 - 550

2008 2007

501 502 503 504 505 506 507 508 509 510 511 512 513 514 515 516 517 518 519 520 521 522 523 524 525 526 527 528 529 530 531 532 533 534 535 536 537 538 539 540 541 542 543 544 545 546 547 548 549 550

568 478 635 646 502 593 536 521 506 408 616 600 · 852 539 474 619 577 500 503 601 497 485 535 511 490 554 531 298 · 546 520 484 541 564 552 532 530 563 · 583 · 556 528 · 578 553 527 585 561

Belgo Bekaert-NE2,6, Feira de Santana, BA Ello-Puma3,6, Ipojuca, PE Weg Automação2,6, Jaraguá do Sul, SC AngloGold Ashanti2,6, Nova Lima, MG UOL2,6, Barueri, SP Tortuga2,6, São Paulo, SP Dasa3,6, Barueri, SP Mabe Itu2,6, Itu, SP NovaDutra3,6, São Paulo, SP Conab2,6, Brasília, DF Stemac2,6, Porto Alegre, RS Hermes2,6, Rio de Janeiro, RJ Saga2,6, Goiânia, GO Mendes Júnior2,6, São Paulo, SP Green Automóveis2,6, São José do Rio Preto, SP Ferramentas Gerais2,6, Porto Alegre, RS Merck3,6, Rio de Janeiro, RJ Enesa2,6, São Paulo, SP Saneago2,6, Goiânia, GO Estadão2,6, São Paulo, SP Corol2, Rolândia, PR Triunfo2,6, Porto Alegre, RS PPE Fios3,6,B, Cerquilho, SP Comercial Carvalho2,6, Teresina, PI Voith Paper1,6,7, São Paulo, SP Fiori3,6, Recife, PE Batavo2,6, Carambeí, PR Lafarge2,6, Rio de Janeiro, RJ Refinaria Riograndense3,6, Rio Grande, RS Wyeth1, Itapevi, SP Plascar2,6,B, Jundiaí, SP Eucatex2,6, Salto, SP Tavex3,6, São Paulo, SP Sifco2,6, Jundiaí, SP Puras do Brasil2,6, São Paulo, SP Eletrosul2,6, Florianópolis, SC CEEE-GT2,6, Porto Alegre, RS Diageo3,6,B, São Paulo, SP Rapidão Cometa2,6, Recife, PE Unidasul2,6, Esteio, RS Gasmig2,6, Belo Horizonte, MG Mataboi2,6, Araguari, MG Frimesa2,6, Medianeira, PR TNT Mercúrio2,6, Porto Alegre, RS Original Veículos2,6, São Paulo, SP Santos-Brasil2,6, São Paulo, SP Armazém Paraíba2,6, Teresina, PI Ceron2,6, Porto Velho, RO Satipel2,6, São Paulo, SP Esmaltec2,6, Maracanaú, CE

Siderurgia e Metalurgia Atacado Diversos Mineração Indústria Digital Produção Agropecuária Serviços Eletroeletrônico Serviços Serviços Eletroeletrônico Varejo Varejo Indústria da Construção Varejo Varejo Farmacêutico Indústria da Construção Serviços Comunicações Produção Agropecuária Química e Petroquímica Eletroeletrônico Atacado Bens de Capital Varejo Atacado Indústria da Construção Química e Petroquímica Farmacêutico Autoindústria Indústria da Construção Têxteis Autoindústria Serviços Energia Energia Bens de Consumo Transporte Varejo Energia Produção Agropecuária Produção Agropecuária Transporte Varejo Serviços Varejo Energia Indústria da Construção Eletroeletrônico

VALOR (em US$ milhões)

346,7 346,4 346,3 345,4 342,7 340,1 339,8 339,5 339,4 338,8 336,2 336,1 334,8 334,3 334,2 333,5 332,3 331,9 331,0 329,3 328,9 328,7 327,6 326,3 325,0 324,5 324,3 323,7 323,7 323,0 320,4 319,3 317,9 317,4 316,1 313,9 313,7 313,6 310,4 310,3 309,9 308,7 308,3 307,8 306,6 304,8 304,4 301,8 298,7 298,2

CRESCIMENTO (em %)

24,4 -5,1 44,5 48,6 0,5 30,9 8,7 4,6 1,5 -22,5 35,7 31,4 4,9 106,5 7,2 -8,0 35,1 22,3 -4,1 -2,3 29,1 -4,7 -7,6 4,3 -1,8 -7,7 11,2 3,0 -46,4 NA 5,0 7,7 -11,0 2,1 12,1 5,7 0,0 -0,6 9,9 -2,2 16,4 46,0 6,9 -2,6 11,0 12,3 3,7 -4,8 12,5 5,0

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

NI 38,4 313,0 26,9 NI 2,4 NI 12,2 NI 40,9 50,7 37,4 82,0 NI 2,1 NI 19,6 10,7 15,0 29,8 34,4 NI 100,7 11,9 9,6 161,0 5,7 -

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

434 NI 3 335 2 059 859 1 081 NI 1 181 1 052 4 242 2 289 1 561 538 6 235 750 1 918 NI 8 126 4 114 2 787 2 354 199 NI 4 269 1 032 NI 385 779 NI 865 2 768 1 588 NI 2 278 18 800 1 583 1 397 NI 6 434 4 173 186 2 057 3 177 6 600 638 1 739 9 139 753 979 NI

ORDEM

Inglês Brasileiro Brasileiro Sul-africano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Mexicano Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Americano Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Inglês Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro

foi a taxa de crescimento da receita da Weg Automação, que faturou 346 milhões de dólares em 2008

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

NI 11,1 90,6 7,9 NI 0,7 NI 3,6 NI 12,4 15,4 11,4 25,2 NI 0,7 NI 6,1 3,3 4,7 9,4 10,8 NI 32,6 3,9 3,1 52,8 1,9 -

44

%

551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 561 562 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 573 574 575 576 577 578 579 580 581 582 583 584 585 586 587 588 589 590 591 592 593 594 595 596 597 598 599 600

· 550 612 643 466 551 558 549 · 900 610 666 · 631 637 590 682 477 519 526 586 483 434 812 · 562 523 664 671 581 570 565 · 513 649 623 518 641 714 625 620 650 629 · 722 573 711 622 633 614

Namisa2,6, Congonhas, MG Comlurb3,6, Rio de Janeiro, RJ Galvani2,6, Paulínia, SP Belagricola2,6, Londrina, PR Terra2,6, Porto Alegre, RS Itabrasco2,6, Vitória, ES Sada2,6, São Bernardo do Campo, SP Compesa2,6, Recife, PE Termorio3,6, Rio de Janeiro, RJ ALL Malha Paulista3,6, Campinas, SP Pesa3,6, Curitiba, PR Diebold-SP2,6, São Paulo, SP Fujioka3,6, Goiânia, GO Clarion2,6, Cuiabá, MT Petronas Lubrificantes2,6, Contagem, MG Gevisa3,6, Campinas, SP NEC3,6, São Paulo, SP Libra3,6, Rio de Janeiro, RJ SBT2,6, Osasco, SP Orbitall3,6, São Caetano do Sul, SP Usina da Pedra2,6,7, Serrana, SP Semp Toshiba Informática2, Salvador, BA Guarani3,6,7, Olímpia, SP GPC3,6, Gravataí, RS CPA3,6, Maringá, PR Dixie Toga2,6, São Paulo, SP Energisa Sergipe3,6, Aracaju, SE Hering2,6, Blumenau, SC Tuper2,6, São Bento do Sul, SC Fasal2,6, Santa Luzia, MG Placas2,6, Curitiba, PR Melitta1,6, São Paulo, SP Potencial Petróleo1,6, Araucária, PR AES Uruguaiana2,6, Uruguaiana, RS Unimed Fortaleza3,6, Fortaleza, CE Schulz2,6, Joinville, SC Mabe Campinas2,6, Campinas, SP Esab2,6, Contagem, MG CR Almeida Obras2,6, Curitiba, PR Santa Casa de São Paulo3,6, São Paulo, SP Cecrisa2,6,B, Criciúma, SC Absa Cargo Airlines2,6, Campinas, SP Quero2,6, Jundiaí, SP Araújo2,6, Belo Horizonte, MG Equipav2,6, São Paulo, SP Cotrijal3,6, Não-Me-Toque, RS Iesa Óleo & Gás3,6,B, Rio de Janeiro, RJ Cinpal2, Taboão da Serra, SP Rima2,6, Bocaiúva, MG Benafer2,6, Rio de Janeiro, RJ

Mineração Serviços Química e Petroquímica Atacado Indústria Digital Mineração Transporte Serviços Energia Transporte Varejo Indústria Digital Varejo Bens de Consumo Química e Petroquímica Bens de Capital Eletroeletrônico Transporte Comunicações Serviços Energia Indústria Digital Energia Química e Petroquímica Atacado Química e Petroquímica Energia Têxteis Siderurgia e Metalurgia Atacado Indústria da Construção Bens de Consumo Atacado Energia Serviços Bens de Capital Eletroeletrônico Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Serviços Indústria da Construção Transporte Bens de Consumo Varejo Energia Produção Agropecuária Indústria da Construção Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Atacado

VALOR (em US$ milhões)

294,9 294,0 293,9 293,5 293,4 292,9 292,8 291,9 291,2 290,8 290,2 289,5 286,5 286,1 285,6 285,4 284,5 283,7 283,3 283,3 282,8 282,8 282,2 280,9 279,7 279,3 279,2 279,2 279,0 278,5 277,2 275,6 275,1 274,5 274,3 272,7 267,0 266,8 266,2 265,8 265,8 265,4 264,6 263,5 263,4 262,2 262,0 261,2 260,9 260,8

CRESCIMENTO (em %)

117,6 -1,1 35,0 25,2 -21,6 -1,5 2,1 -3,2 6,2 82,5 16,0 30,5 12,4 18,5 20,1 9,4 32,9 -22,8 -13,0 -11,7 7,0 -21,0 NA 64,8 NA -1,4 -13,3 24,5 26,8 3,4 0,7 -2,2 20,2 -17,0 1,4 NA -18,1 12,9 30,7 9,2 8,4 15,1 9,2 7,3 31,3 -3,7 28,5 6,8 8,5 5,2

VALOR (em US$ milhões)

281,6 NI 62,4 10,6 280,2 NI NI NI 5,3 NI 108,2 12,5 105,8 NI NI NI 97,4 0,3 NI NI 278,7 14,8 NI 14,6 4,6 2,1 2,8 58,8 NI 52,6 50,3 12,1 NI 24,2 265,4 93,9 NI NI 4,7 150,2 2,6

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

95,5 NI 21,3 3,6 95,7 NI NI NI 1,8 NI 37,8 4,4 37,1 NI NI NI 34,5 0,1 NI NI 99,7 5,3 NI 5,2 1,6 0,8 1,0 21,3 NI 19,3 18,8 4,5 NI 9,1 100,0 35,7 NI NI 1,8 57,6 1,0

393 NI 1 004 431 575 0 1 428 3 919 NI NI 938 2 705 NI 201 261 NI NI NI 1 423 NI 5 552 345 7 219 NI NI 1 823 917 5 007 985 289 544 319 97 59 1 738 2 129 1 640 801 1 120 10 089 2 288 271 1 534 3 621 959 934 NI 2 278 4 518 189

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Canadense Brasileiro Brasileiro Italiano Americano Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Chileno Alemão Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Mexicano Inglês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Chileno Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

| 551 - 600

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

514O– MENDES JÚNIOR

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

182 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 501-600 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 183

6/29/09 8:20:16 PM


A receita da empresa do setor de bens de consumo em 2008 foi de 222 milhões de dólares, 7% mais que no ano anterior

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 601 - 650

2008 2007

601 602 603 604 605 606 607 608 609 610 611 612 613 614 615 616 617 618 619 620 621 622 623 624 625 626 627 628 629 630 631 632 633 634 635 636 637 638 639 640 641 642 643 644 645 646 647 648 649 650

589 692 621 720 572 630 567 817 591 545 588 605 628 667 639 647 913 571 609 858 580 929 · 534 706 627 740 602 742 489 517 732 · 662 604 569 636 648 724 · 574 909 708 603 652 607 613 · 638 684

Zamboni Comercial3,6, Rio de Janeiro, RJ GDK2,6, Salvador, BA Hospital Sírio-Libanês3,6, São Paulo, SP Beira Rio3,6, Novo Hamburgo, RS Dataprev2,6, Brasília, DF Sulgás2,6, Porto Alegre, RS Crown3,6, Manaus, AM Serveng-Civilsan2,6, São Paulo, SP ThyssenKrupp3,6, Guaíba, RS Unicafé2,6, Vila Velha, ES Laboratório Cristália2,6, Itapira, SP Ceva1,6, Betim, MG Zero Hora3,6, Porto Alegre, RS Usina Colombo2,6, Ariranha, SP Bristol-Myers Squibb3,6, São Paulo, SP Giassi Supermercados2,6, Içara, SC Construcap2,6, São Paulo, SP White Martins-NE2,6, Jaboatão dos Guararapes, PE Melhoramentos Papéis2,6, São Paulo, SP MRV Engenharia2,6, Belo Horizonte, MG Codesp2,6, Santos, SP Carvalho Atacado2,6, Teresina, PI Oleoplan3,6, Porto Alegre, RS Valesul3,6,B, Rio de Janeiro, RJ Clarex3,6, Guarulhos, SP Ecovias2,6, São Bernardo do Campo, SP Pamplona3,6, Rio do Sul, SC Tafisa2,6, Piên, PR Totvs2,6, São Paulo, SP Medley2,6,B, Campinas, SP Kobrasco2,6, Vitória, ES Brasif2,6, Belo Horizonte, MG Usina Alto Alegre3,6,7, Presidente Prudente, SP Cotrisal2, Sarandi, RS Celtins2,6, Palmas, TO Metalfrio2,6, São Paulo, SP Rede Sarah3,6, Brasília, DF Guerra3,6, Caxias do Sul, RS Copagril2,6, Marechal Cândido Rondon, PR Açotubo2, Guarulhos, SP CGTF2,6, Caucaia, CE Bardella3,6, Guarulhos, SP Comau do Brasil2,6, Betim, MG Sorana3,6, São Paulo, SP Lorenzetti3,6, São Paulo, SP Fras-Le2,6, Caxias do Sul, RS Ubea3,6, Porto Alegre, RS Tracbel2,6, Contagem, MG Protege2,6, Santo André, SP FGV3,6, Rio de Janeiro, RJ

Atacado Indústria da Construção Serviços Têxteis Indústria Digital Energia Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Bens de Capital Atacado Farmacêutico Transporte Comunicações Energia Farmacêutico Varejo Indústria da Construção Química e Petroquímica Papel e Celulose Indústria da Construção Serviços Atacado Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Atacado Serviços Bens de Consumo Diversos Indústria Digital Farmacêutico Mineração Atacado Energia Produção Agropecuária Energia Bens de Capital Serviços Autoindústria Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Energia Bens de Capital Bens de Capital Varejo Eletroeletrônico Autoindústria Serviços Atacado Transporte Serviços

VALOR (em US$ milhões)

260,1 260,0 259,7 258,9 258,4 258,3 256,8 256,3 255,3 255,0 254,9 254,6 253,2 253,2 253,1 252,9 252,3 251,4 251,2 250,5 248,9 246,9 246,2 245,2 245,0 244,7 243,6 243,6 243,3 243,1 242,7 242,4 241,8 240,6 240,5 240,3 240,3 240,1 239,9 239,0 237,8 237,6 237,6 237,2 237,0 236,3 235,4 234,8 234,8 234,5

CRESCIMENTO (em %)

-0,4 23,3 4,1 28,6 -5,3 6,8 -8,2 NA -1,8 -16,5 -2,5 0,9 4,4 14,1 -10,6 9,2 71,4 -8,2 0,4 51,4 -7,8 71,8 152,6 -21,6 18,9 0,9 26,8 -3,9 NA -31,1 -25,7 22,9 -18,1 7,1 -4,8 -13,5 1,0 6,4 20,0 NA -12,7 61,3 16,1 -6,2 4,1 -5,6 -5,1 12,6 -1,1 10,1

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

NI 4,1 NI NI NI NI 220,2 3,0 1,8 NI 43,2 3,9 3,8 NI NI NI 96,6 9,3 1,0 131,8 NI 25,3 230,8 15,6 NI 7,5 58,1 2,4 NI 0,2 NI NI 96,9 NI NI

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

51,4

CONTROLE ACIONÁRIO

NI 2 850 3 412 NI 3 057 92 NI 3 347 2 230 250 2 017 6 747 3 540 1 025 586 3 198 3 423 417 1 101 7 265 1 405 1 222 NI 443 NI 664 NI 356 3 345 1 515 0 767 NI 905 789 1 145 6 234 1 804 2 029 334 63 1 904 5 913 408 2 849 2 474 NI 509 8 873 NI

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Amer./Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Holandês Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro-coreano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Hispano-chileno Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

foi a taxa de crescimento da receita da MRV Engenharia, empresa mineira do setor de construção

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

NI 1,6 NI NI NI NI 86,4 1,2 0,7 NI 17,1 1,5 1,5 NI NI NI 39,6 3,8 0,4 54,3 NI 10,5 95,9 6,5 NI 3,1 24,2 1,0 NI 0,1 NI NI 41,0 NI NI

%

651 652 653 654 655 656 657 658 659 660 661 662 663 664 665 666 667 668 669 670 671 672 673 674 675 676 677 678 679 680 681 682 683 684 685 686 687 688 689 690 691 692 693 694 695 696 697 698 699 700

644 870 672 654 690 693 606 701 689 674 617 781 694 675 653 · 640 634 · 764 768 645 · 657 737 697 669 866 710 766 762 687 895 615 860 698 844 834 651 · 703 680 750 677 691 686 757 765 673 712

Elgin3,6, Mogi das Cruzes, SP Voith Siemens3,6,7, São Paulo, SP Tristão2,6, Viana, ES Marilan3,6, Marília, SP CPFL Geração2,6, Campinas, SP Schahin2,6, São Paulo, SP Usina São Martinho2,6,7, Pradópolis, SP Baterias Moura2,6, Belo Jardim, PE Cacique2,6, Londrina, PR CDSA2,6, Cachoeira Dourada, GO Abnote2,6, Rio de Janeiro, RJ Tangará2,6, Vila Velha, ES Fleury Medicina e Saúde2,6, São Paulo, SP Vivara/Home Store2,6, Manaus, AM SCGás2,6, Florianópolis, SC Mediservice2,6, São Paulo, SP Nexans2,6, Lorena, SP Cia. Providência2,6, São José dos Pinhais, PR ALL - América Latina2, Curitiba, PR Diebold-AM2,6, Manaus, AM Unimed Vitória3,6, Vitória, ES Cagece3,6, Fortaleza, CE Flora3,6, São Paulo, SP Embaré2,6, Lagoa da Prata, MG Total Fleet2,6, Belo Horizonte, MG O Boticário3,6, São José dos Pinhais, PR Techint2,6,7,B, São Paulo, SP CRA2,6, Belém, PA Sinoscar2,6, Novo Hamburgo, RS Telemont2,6, Belo Horizonte, MG Selmi2,6, Sumaré, SP Borlem2,6, Guarulhos, SP Rip2,6, Salto, SP Termope2,6, Ipojuca, PE Orlândia3,6, Orlândia, SP ViaOeste3,6, Araçariguama, SP Construtora Tenda3,6, Belo Horizonte, MG Medabil2,6, Porto Alegre, RS Energisa Minas Gerais3,6, Cataguases, MG Votorantim Industrial2,6, São Paulo, SP Servopa2,6, Curitiba, PR Brasal Refrigerantes2,6, Brasília, DF Vocal2,6, São Paulo, SP Via Engenharia2,6, Brasília, DF Hospital N. Sra. da Conceição2,6, Porto Alegre, RS Celulose Irani2,6, Porto Alegre, RS Master2,6, Caxias do Sul, RS Nitro Química2,6, São Paulo, SP Biolab Sanus Farmacêutica2,6, São Paulo, SP Usina São João2,6,7, São Paulo, SP

Eletroeletrônico Bens de Capital Atacado Bens de Consumo Energia Indústria da Construção Energia Autoindústria Bens de Consumo Energia Serviços Atacado Serviços Diversos Energia Serviços Eletroeletrônico Química e Petroquímica Transporte Indústria Digital Serviços Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Transporte Bens de Consumo Indústria da Construção Bens de Consumo Varejo Indústria da Construção Bens de Consumo Autoindústria Indústria da Construção Energia Bens de Consumo Serviços Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Energia Diversos Varejo Bens de Consumo Varejo Indústria da Construção Serviços Papel e Celulose Autoindústria Química e Petroquímica Farmacêutico Energia

VALOR (em US$ milhões)

233,5 233,5 232,6 231,9 231,9 230,6 230,2 229,6 229,2 229,1 228,6 228,4 227,7 227,1 226,9 226,5 226,5 225,4 224,3 222,9 222,8 222,5 222,4 222,3 222,0 221,9 220,9 220,9 220,8 219,7 219,5 219,4 218,8 218,4 217,7 217,5 216,7 216,6 215,2 214,7 214,5 213,9 212,9 212,8 212,5 211,4 211,3 211,1 211,1 209,8

CRESCIMENTO (em %)

-0,2 48,7 5,9 2,3 9,5 9,4 -8,4 11,1 8,0 4,6 -7,7 27,7 8,3 3,7 -0,3 7,3 -4,3 -6,6 NA 20,8 -1,0 -4,7 15,7 -1,7 14,7 6,6 -0,1 39,6 8,2 20,0 18,7 3,3 44,4 -11,8 36,7 4,6 NA 30,4 -5,8 NA 3,9 -0,8 12,9 -2,0 0,7 -0,7 13,9 14,9 -3,7 2,9

VALOR (em US$ milhões)

NI NI 147,6 NI 64,2 87,2 28,2 142,7 0,5 167,6 2,5 5,0 92,7 2,3 8,5 NI NI 3,2 7,0 NI 7,8 28,9 7,7 5,7 NI NI NI 27,9 NI 214,7 41,4 22,0 49,9 94,2

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

NI NI 63,5 NI 27,8 37,9 12,3 62,3 0,2 73,4 1,1 2,2 41,1 1,0 3,8 NI NI 1,5 3,2 NI 3,5 13,2 3,5 2,6 NI NI NI 12,9 NI 100,0 19,6 10,4 23,6 44,9

NI 857 147 2 477 132 1 906 4 026 1 618 1 295 62 2 990 636 2 183 2 711 101 182 504 559 6 910 594 1 474 1 267 NI 1 392 209 NI 1 795 1 055 457 10 334 766 951 5 143 5 NI 597 NI 1 050 500 494 541 1 701 382 1 100 5 341 1 839 881 436 1 075 1 035

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Chileno Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Uruguaio Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

| 651 - 700

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

676O– O BOTICÁRIO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

184 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 601-700 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 185

6/29/09 8:20:52 PM


A receita da empresa do setor de bens de consumo em 2008 foi de 222 milhões de dólares, 7% mais que no ano anterior

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 601 - 650

2008 2007

601 602 603 604 605 606 607 608 609 610 611 612 613 614 615 616 617 618 619 620 621 622 623 624 625 626 627 628 629 630 631 632 633 634 635 636 637 638 639 640 641 642 643 644 645 646 647 648 649 650

589 692 621 720 572 630 567 817 591 545 588 605 628 667 639 647 913 571 609 858 580 929 · 534 706 627 740 602 742 489 517 732 · 662 604 569 636 648 724 · 574 909 708 603 652 607 613 · 638 684

Zamboni Comercial3,6, Rio de Janeiro, RJ GDK2,6, Salvador, BA Hospital Sírio-Libanês3,6, São Paulo, SP Beira Rio3,6, Novo Hamburgo, RS Dataprev2,6, Brasília, DF Sulgás2,6, Porto Alegre, RS Crown3,6, Manaus, AM Serveng-Civilsan2,6, São Paulo, SP ThyssenKrupp3,6, Guaíba, RS Unicafé2,6, Vila Velha, ES Laboratório Cristália2,6, Itapira, SP Ceva1,6, Betim, MG Zero Hora3,6, Porto Alegre, RS Usina Colombo2,6, Ariranha, SP Bristol-Myers Squibb3,6, São Paulo, SP Giassi Supermercados2,6, Içara, SC Construcap2,6, São Paulo, SP White Martins-NE2,6, Jaboatão dos Guararapes, PE Melhoramentos Papéis2,6, São Paulo, SP MRV Engenharia2,6, Belo Horizonte, MG Codesp2,6, Santos, SP Carvalho Atacado2,6, Teresina, PI Oleoplan3,6, Porto Alegre, RS Valesul3,6,B, Rio de Janeiro, RJ Clarex3,6, Guarulhos, SP Ecovias2,6, São Bernardo do Campo, SP Pamplona3,6, Rio do Sul, SC Tafisa2,6, Piên, PR Totvs2,6, São Paulo, SP Medley2,6,B, Campinas, SP Kobrasco2,6, Vitória, ES Brasif2,6, Belo Horizonte, MG Usina Alto Alegre3,6,7, Presidente Prudente, SP Cotrisal2, Sarandi, RS Celtins2,6, Palmas, TO Metalfrio2,6, São Paulo, SP Rede Sarah3,6, Brasília, DF Guerra3,6, Caxias do Sul, RS Copagril2,6, Marechal Cândido Rondon, PR Açotubo2, Guarulhos, SP CGTF2,6, Caucaia, CE Bardella3,6, Guarulhos, SP Comau do Brasil2,6, Betim, MG Sorana3,6, São Paulo, SP Lorenzetti3,6, São Paulo, SP Fras-Le2,6, Caxias do Sul, RS Ubea3,6, Porto Alegre, RS Tracbel2,6, Contagem, MG Protege2,6, Santo André, SP FGV3,6, Rio de Janeiro, RJ

Atacado Indústria da Construção Serviços Têxteis Indústria Digital Energia Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Bens de Capital Atacado Farmacêutico Transporte Comunicações Energia Farmacêutico Varejo Indústria da Construção Química e Petroquímica Papel e Celulose Indústria da Construção Serviços Atacado Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Atacado Serviços Bens de Consumo Diversos Indústria Digital Farmacêutico Mineração Atacado Energia Produção Agropecuária Energia Bens de Capital Serviços Autoindústria Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Energia Bens de Capital Bens de Capital Varejo Eletroeletrônico Autoindústria Serviços Atacado Transporte Serviços

VALOR (em US$ milhões)

260,1 260,0 259,7 258,9 258,4 258,3 256,8 256,3 255,3 255,0 254,9 254,6 253,2 253,2 253,1 252,9 252,3 251,4 251,2 250,5 248,9 246,9 246,2 245,2 245,0 244,7 243,6 243,6 243,3 243,1 242,7 242,4 241,8 240,6 240,5 240,3 240,3 240,1 239,9 239,0 237,8 237,6 237,6 237,2 237,0 236,3 235,4 234,8 234,8 234,5

CRESCIMENTO (em %)

-0,4 23,3 4,1 28,6 -5,3 6,8 -8,2 NA -1,8 -16,5 -2,5 0,9 4,4 14,1 -10,6 9,2 71,4 -8,2 0,4 51,4 -7,8 71,8 152,6 -21,6 18,9 0,9 26,8 -3,9 NA -31,1 -25,7 22,9 -18,1 7,1 -4,8 -13,5 1,0 6,4 20,0 NA -12,7 61,3 16,1 -6,2 4,1 -5,6 -5,1 12,6 -1,1 10,1

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

NI 4,1 NI NI NI NI 220,2 3,0 1,8 NI 43,2 3,9 3,8 NI NI NI 96,6 9,3 1,0 131,8 NI 25,3 230,8 15,6 NI 7,5 58,1 2,4 NI 0,2 NI NI 96,9 NI NI

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

51,4

CONTROLE ACIONÁRIO

NI 2 850 3 412 NI 3 057 92 NI 3 347 2 230 250 2 017 6 747 3 540 1 025 586 3 198 3 423 417 1 101 7 265 1 405 1 222 NI 443 NI 664 NI 356 3 345 1 515 0 767 NI 905 789 1 145 6 234 1 804 2 029 334 63 1 904 5 913 408 2 849 2 474 NI 509 8 873 NI

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Amer./Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Holandês Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro-coreano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Hispano-chileno Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

foi a taxa de crescimento da receita da MRV Engenharia, empresa mineira do setor de construção

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

NI 1,6 NI NI NI NI 86,4 1,2 0,7 NI 17,1 1,5 1,5 NI NI NI 39,6 3,8 0,4 54,3 NI 10,5 95,9 6,5 NI 3,1 24,2 1,0 NI 0,1 NI NI 41,0 NI NI

%

651 652 653 654 655 656 657 658 659 660 661 662 663 664 665 666 667 668 669 670 671 672 673 674 675 676 677 678 679 680 681 682 683 684 685 686 687 688 689 690 691 692 693 694 695 696 697 698 699 700

644 870 672 654 690 693 606 701 689 674 617 781 694 675 653 · 640 634 · 764 768 645 · 657 737 697 669 866 710 766 762 687 895 615 860 698 844 834 651 · 703 680 750 677 691 686 757 765 673 712

Elgin3,6, Mogi das Cruzes, SP Voith Siemens3,6,7, São Paulo, SP Tristão2,6, Viana, ES Marilan3,6, Marília, SP CPFL Geração2,6, Campinas, SP Schahin2,6, São Paulo, SP Usina São Martinho2,6,7, Pradópolis, SP Baterias Moura2,6, Belo Jardim, PE Cacique2,6, Londrina, PR CDSA2,6, Cachoeira Dourada, GO Abnote2,6, Rio de Janeiro, RJ Tangará2,6, Vila Velha, ES Fleury Medicina e Saúde2,6, São Paulo, SP Vivara/Home Store2,6, Manaus, AM SCGás2,6, Florianópolis, SC Mediservice2,6, São Paulo, SP Nexans2,6, Lorena, SP Cia. Providência2,6, São José dos Pinhais, PR ALL - América Latina2, Curitiba, PR Diebold-AM2,6, Manaus, AM Unimed Vitória3,6, Vitória, ES Cagece3,6, Fortaleza, CE Flora3,6, São Paulo, SP Embaré2,6, Lagoa da Prata, MG Total Fleet2,6, Belo Horizonte, MG O Boticário3,6, São José dos Pinhais, PR Techint2,6,7,B, São Paulo, SP CRA2,6, Belém, PA Sinoscar2,6, Novo Hamburgo, RS Telemont2,6, Belo Horizonte, MG Selmi2,6, Sumaré, SP Borlem2,6, Guarulhos, SP Rip2,6, Salto, SP Termope2,6, Ipojuca, PE Orlândia3,6, Orlândia, SP ViaOeste3,6, Araçariguama, SP Construtora Tenda3,6, Belo Horizonte, MG Medabil2,6, Porto Alegre, RS Energisa Minas Gerais3,6, Cataguases, MG Votorantim Industrial2,6, São Paulo, SP Servopa2,6, Curitiba, PR Brasal Refrigerantes2,6, Brasília, DF Vocal2,6, São Paulo, SP Via Engenharia2,6, Brasília, DF Hospital N. Sra. da Conceição2,6, Porto Alegre, RS Celulose Irani2,6, Porto Alegre, RS Master2,6, Caxias do Sul, RS Nitro Química2,6, São Paulo, SP Biolab Sanus Farmacêutica2,6, São Paulo, SP Usina São João2,6,7, São Paulo, SP

Eletroeletrônico Bens de Capital Atacado Bens de Consumo Energia Indústria da Construção Energia Autoindústria Bens de Consumo Energia Serviços Atacado Serviços Diversos Energia Serviços Eletroeletrônico Química e Petroquímica Transporte Indústria Digital Serviços Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Transporte Bens de Consumo Indústria da Construção Bens de Consumo Varejo Indústria da Construção Bens de Consumo Autoindústria Indústria da Construção Energia Bens de Consumo Serviços Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Energia Diversos Varejo Bens de Consumo Varejo Indústria da Construção Serviços Papel e Celulose Autoindústria Química e Petroquímica Farmacêutico Energia

VALOR (em US$ milhões)

233,5 233,5 232,6 231,9 231,9 230,6 230,2 229,6 229,2 229,1 228,6 228,4 227,7 227,1 226,9 226,5 226,5 225,4 224,3 222,9 222,8 222,5 222,4 222,3 222,0 221,9 220,9 220,9 220,8 219,7 219,5 219,4 218,8 218,4 217,7 217,5 216,7 216,6 215,2 214,7 214,5 213,9 212,9 212,8 212,5 211,4 211,3 211,1 211,1 209,8

CRESCIMENTO (em %)

-0,2 48,7 5,9 2,3 9,5 9,4 -8,4 11,1 8,0 4,6 -7,7 27,7 8,3 3,7 -0,3 7,3 -4,3 -6,6 NA 20,8 -1,0 -4,7 15,7 -1,7 14,7 6,6 -0,1 39,6 8,2 20,0 18,7 3,3 44,4 -11,8 36,7 4,6 NA 30,4 -5,8 NA 3,9 -0,8 12,9 -2,0 0,7 -0,7 13,9 14,9 -3,7 2,9

VALOR (em US$ milhões)

NI NI 147,6 NI 64,2 87,2 28,2 142,7 0,5 167,6 2,5 5,0 92,7 2,3 8,5 NI NI 3,2 7,0 NI 7,8 28,9 7,7 5,7 NI NI NI 27,9 NI 214,7 41,4 22,0 49,9 94,2

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

NI NI 63,5 NI 27,8 37,9 12,3 62,3 0,2 73,4 1,1 2,2 41,1 1,0 3,8 NI NI 1,5 3,2 NI 3,5 13,2 3,5 2,6 NI NI NI 12,9 NI 100,0 19,6 10,4 23,6 44,9

NI 857 147 2 477 132 1 906 4 026 1 618 1 295 62 2 990 636 2 183 2 711 101 182 504 559 6 910 594 1 474 1 267 NI 1 392 209 NI 1 795 1 055 457 10 334 766 951 5 143 5 NI 597 NI 1 050 500 494 541 1 701 382 1 100 5 341 1 839 881 436 1 075 1 035

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Chileno Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Uruguaio Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

| 651 - 700

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

676O– O BOTICÁRIO

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

184 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 601-700 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 185

6/29/09 8:20:52 PM


Em 2008, as exportações responderam por 34% da receita da empresa, o equivalente a 70 milhões de dólares

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 701 - 750

2008 2007

701 702 703 704 705 706 707 708 709 710 711 712 713 714 715 716 717 718 719 720 721 722 723 724 725 726 727 728 729 730 731 732 733 734 735 736 737 738 739 740 741 742 743 744 745 746 747 748 749 750

744 · 707 880 758 859 · 735 696 727 789 · 702 730 747 713 688 642 · 709 783 972 · 704 739 978 · 761 811 871 803 · 996 741 795 763 596 824 773 663 · 780 788 726 734 809 962 847 893 699

CIV2,6, Recife, PE Florença3,6, Curitiba, PR Eliane2,6, Cocal do Sul, SC Nutron Alimentos2,6, Itapira, SP Gás Natural São Paulo Sul2,6, Sorocaba, SP ViaSul2,6, Jaboatão dos Guararapes, PE Construtora Barbosa Mello2,6, Belo Horizonte, MG Portobello2,6, Tijucas, SC Cognis2,6, São Paulo, SP Jari2,6, Almeirim, PA Mili2, Curitiba, PR Showa3,6, Manaus, AM Casan2,6, Florianópolis, SC CET3,6, São Paulo, SP Berneck2,6, Araucária, PR Tramontina Cutelaria2,6, Carlos Barbosa, RS CTIS2,6, Brasília, DF Autometal3,6, Diadema, SP Tivit Tecnologia2,6, São Paulo, SP Brasmetal2,6, Diadema, SP Manchester3,6, Contagem, MG Montcalm2,6, São Paulo, SP Tivit Terceirização2,6, São Paulo, SP Prodesp2, Taboão da Serra, SP Takata-Petri3,6, Jundiaí, SP Piratini2,6, Curitiba, PR Nortox3,6, Arapongas, PR Cocari2,6, Mandaguari, PR Unimed Belém2,6, Belém, PA Vix3,6, Vitória, ES Grupo Delga2,6, Diadema, SP S.A. Paulista2,6, São Paulo, SP Rossi2,6, São Paulo, SP Omint2,6, São Paulo, SP Brenntag2,6, Guarulhos, SP Magneti Marelli Cofap Autopeças2,6, Mauá, SP Politec2,6, Brasília, DF Cotripal2,6, Panambi, RS Cimentos Liz2,6, Vespasiano, MG Santa Amália2,6, Machado, MG Fertigran2,6, Uberaba, MG Accor Hotels3,6, São Paulo, SP Crios2,6, Rio Claro, SP Virgolino de Oliveira2,6,7, Ariranha, SP Mackenzie3,6, São Paulo, SP Schincariol-RJ2,6, Cachoeiras de Macacu, RJ Manati2,6, Salvador, BA Morlan2,6, Orlândia, SP Viena2,6, Açailândia, MA Brasil Ecodiesel3,6, Rio de Janeiro, RJ

Diversos Varejo Indústria da Construção Diversos Energia Varejo Indústria da Construção Indústria da Construção Química e Petroquímica Papel e Celulose Papel e Celulose Siderurgia e Metalurgia Serviços Serviços Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Indústria Digital Autoindústria Serviços Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Serviços Indústria Digital Autoindústria Química e Petroquímica Química e Petroquímica Produção Agropecuária Serviços Transporte Autoindústria Indústria da Construção Indústria da Construção Serviços Química e Petroquímica Autoindústria Indústria Digital Produção Agropecuária Indústria da Construção Bens de Consumo Química e Petroquímica Serviços Química e Petroquímica Energia Serviços Bens de Consumo Energia Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Energia

VALOR (em US$ milhões)

209,7 209,4 209,0 208,5 207,8 207,1 206,5 206,1 205,7 205,2 204,5 203,8 203,8 203,1 203,0 202,4 202,3 202,0 201,8 201,6 201,6 201,0 201,0 200,2 200,2 199,2 196,6 196,1 195,8 195,7 195,0 194,6 194,0 193,9 193,6 193,3 193,2 193,1 193,1 192,7 191,4 191,4 191,3 191,2 191,0 190,6 190,6 190,4 190,1 189,7

CRESCIMENTO (em %)

10,0 12,0 1,7 34,2 12,1 29,9 108,3 5,5 -2,0 2,7 15,6 2,8 -1,3 2,3 7,2 -0,7 -4,8 -14,0 NA -1,3 13,1 50,0 NA -2,9 3,8 49,8 -2,3 6,0 14,8 24,7 12,5 76,3 38,6 1,2 10,5 4,6 -24,9 14,4 6,9 -14,1 64,6 7,0 8,1 -4,3 -2,2 11,1 40,6 16,8 24,7 -8,5

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

3,0 NI 40,7 3,7 35,7 13,3 168,6 NI NI 9,9 69,0 NI 3,3 6,1 0,2 NI NI 6,6 NI 0,6 17,2 0,8 32,1 NI 16,6 67,1 NI 9,2 188,2 NI

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

1 389 NI 1 970 632 32 488 2 469 1 607 251 971 1 078 NI 2 300 NI 1 356 2 048 4 301 NI 1 680 520 NI 3 311 24 650 1 908 NI 132 500 904 1 130 NI 1 757 1 917 722 258 211 248 4 427 1 312 522 1 003 163 7 514 401 940 3 145 681 0 1 045 669 NI

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Brasileir o Holandês Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro-espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Argentino Holandês Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano

foi a taxa de crescimento em 2008 da Rossi, sobre um faturamento de 194 milhões de dólares

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

1,4 NI 19,5 1,8 17,3 6,5 82,2 NI NI 4,9 34,1 NI 1,6 3,0 0,1 NI NI 3,4 NI 0,3 8,9 0,4 16,6 NI 8,7 35,1 NI 4,8 99,0 NI

%

751 752 753 754 755 756 757 758 759 760 761 762 763 764 765 766 767 768 769 770 771 772 773 774 775 776 777 778 779 780 781 782 783 784 785 786 787 788 789 790 791 792 793 794 795 796 797 798 799 800

846 948 778 946 797 676 845 767 798 886 839 814 888 728 918 790 749 774 818 665 793 718 733 745 808 658 807 855 902 · 776 831 743 786 882 991 878 782 576 683 · 910 821 862 792 865 794 748 · 823

Copercampos2,6, Campos Novos, SC Ipiranga Asfaltos3,6, São Paulo, SP Frigol2,6, São Paulo, SP Intecnial2,6, Erechim, RS Leo Madeiras2,6, São Paulo, SP Zaraplast3,6, São Paulo, SP Data2,6, Barueri, SP Ticket2,6, Barueri, SP Vilma Alimentos2,6, Contagem, MG Bom Gosto2,6, Tapejara, RS Iharabras3,6,B, Sorocaba, SP Cimento Tupi2,6, Rio de Janeiro, RJ Eternit3,6, São Paulo, SP Líder Aviação2,6, Belo Horizonte, MG Stefanini2,6, Jaguariúna, SP Cremer2,6, Blumenau, SC Brasilata3,6,B, São Paulo, SP Carbel2,6, Belo Horizonte, MG Piraquê2,6, Rio de Janeiro, RJ Brastemp da Amazônia2,6, Manaus, AM Iesa2,6, Araraquara, SP Usina Cerradinho3,6, Catanduva, SP Penha2,6, São Paulo, SP HCPA3,6, Porto Alegre, RS Leco2,6, São Paulo, SP Stora Enso Arapoti2, Arapoti, PR Anaconda2, São Paulo, SP Mabel Alimentos2,6, Aparecida de Goiânia, GO SLC Alimentos3,6, Porto Alegre, RS STX Europe2,6, Niterói, RJ GAM1,6, Tubarão, SC Unipar Comercial2,6, Mauá, SP Sanasa Campinas2,6, Campinas, SP Jorlan2,6, Brasília, DF Ciser3,6, Joinville, SC SPTrans3, São Paulo, SP Cooper A12,6, Palmitos, SC PUC-SP3,6, São Paulo, SP Inspection2,6, Cariacica, ES Cobra2,6, Rio de Janeiro, RJ Editora Globo3,6, São Paulo, SP Copergás3,6, Recife, PE CSU2,6, Barueri, SP Lupo2,6, Araraquara, SP Hospital Beneficência Portuguesa3,6, São Paulo, SP Frisa3,6, Colatina, ES Jpar - Distribuidora de Veículos2,6, BH, MG Sandvik3,6, São Paulo, SP Concremat3,6, Rio de Janeiro, RJ Enercan2,6, Florianópolis, SC

Atacado Química e Petroquímica Produção Agropecuária Bens de Capital Varejo Química e Petroquímica Telecomunicações Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Química e Petroquímica Indústria da Construção Indústria da Construção Transporte Indústria Digital Têxteis Siderurgia e Metalurgia Varejo Bens de Consumo Eletroeletrônico Diversos Energia Papel e Celulose Serviços Bens de Consumo Papel e Celulose Bens de Consumo Bens de Consumo Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Atacado Atacado Serviços Varejo Siderurgia e Metalurgia Transporte Atacado Serviços Atacado Indústria Digital Comunicações Energia Serviços Têxteis Serviços Produção Agropecuária Varejo Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Energia

VALOR (em US$ milhões)

188,8 188,5 188,0 187,7 187,5 186,7 186,6 186,4 185,6 185,6 185,6 185,5 184,9 184,7 184,2 183,6 183,2 183,2 183,0 182,7 182,4 181,9 181,9 181,8 181,8 181,7 181,5 181,0 180,3 179,7 178,3 177,0 176,9 176,8 176,6 176,1 175,4 175,4 175,2 175,1 175,1 174,3 173,8 173,7 173,5 173,4 173,2 173,1 172,8 172,2

CRESCIMENTO (em %)

15,6 36,2 5,0 35,1 7,4 -14,5 13,9 1,9 6,5 20,6 12,3 9,1 17,4 -7,5 25,9 4,2 -2,9 1,6 7,8 -15,8 3,9 -10,1 -7,6 -4,6 5,6 -19,6 5,3 12,1 21,5 NA -0,6 6,2 -7,2 -0,4 14,1 34,5 12,5 -1,7 -35,5 -18,1 -2,1 18,3 2,6 9,3 -1,3 9,4 -1,2 -9,8 43,5 2,0

VALOR (em US$ milhões)

18,1 NI 37,3 20,0 NI NI NI 7,8 5,4 4,1 NI 0,1 1,6 76,5 NI 32,7 5,7 NI 1,4 NI NI NI NI NI 5,8 NI 31,9 NI NI -

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

% DAS VENDAS

9,6 NI 19,8 10,6 NI NI NI 4,2 3,0 2,2 NI 0,1 0,9 42,1 NI 18,0 3,1 NI 0,8 NI NI NI NI NI 3,3 NI 18,4 NI NI -

669 NI 683 1 675 914 NI 192 568 1 554 580 NI 529 1 019 975 6 246 2 443 NI 512 3 718 1 087 2 366 NI 1 000 4 321 569 377 479 2 408 NI 1 072 288 93 1 547 509 NI 1 792 716 2 866 21 423 NI NI 8 971 3 380 NI NI 593 NI NI 43

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Sueco-finlandês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Norueguês Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Sueco Brasileiro Brasileiro

| 751 - 800

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

39

716O– TRAMONTINA

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

186 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 701-800 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 187

6/29/09 8:21:34 PM


Em 2008, as exportações responderam por 34% da receita da empresa, o equivalente a 70 milhões de dólares

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 701 - 750

2008 2007

701 702 703 704 705 706 707 708 709 710 711 712 713 714 715 716 717 718 719 720 721 722 723 724 725 726 727 728 729 730 731 732 733 734 735 736 737 738 739 740 741 742 743 744 745 746 747 748 749 750

744 · 707 880 758 859 · 735 696 727 789 · 702 730 747 713 688 642 · 709 783 972 · 704 739 978 · 761 811 871 803 · 996 741 795 763 596 824 773 663 · 780 788 726 734 809 962 847 893 699

CIV2,6, Recife, PE Florença3,6, Curitiba, PR Eliane2,6, Cocal do Sul, SC Nutron Alimentos2,6, Itapira, SP Gás Natural São Paulo Sul2,6, Sorocaba, SP ViaSul2,6, Jaboatão dos Guararapes, PE Construtora Barbosa Mello2,6, Belo Horizonte, MG Portobello2,6, Tijucas, SC Cognis2,6, São Paulo, SP Jari2,6, Almeirim, PA Mili2, Curitiba, PR Showa3,6, Manaus, AM Casan2,6, Florianópolis, SC CET3,6, São Paulo, SP Berneck2,6, Araucária, PR Tramontina Cutelaria2,6, Carlos Barbosa, RS CTIS2,6, Brasília, DF Autometal3,6, Diadema, SP Tivit Tecnologia2,6, São Paulo, SP Brasmetal2,6, Diadema, SP Manchester3,6, Contagem, MG Montcalm2,6, São Paulo, SP Tivit Terceirização2,6, São Paulo, SP Prodesp2, Taboão da Serra, SP Takata-Petri3,6, Jundiaí, SP Piratini2,6, Curitiba, PR Nortox3,6, Arapongas, PR Cocari2,6, Mandaguari, PR Unimed Belém2,6, Belém, PA Vix3,6, Vitória, ES Grupo Delga2,6, Diadema, SP S.A. Paulista2,6, São Paulo, SP Rossi2,6, São Paulo, SP Omint2,6, São Paulo, SP Brenntag2,6, Guarulhos, SP Magneti Marelli Cofap Autopeças2,6, Mauá, SP Politec2,6, Brasília, DF Cotripal2,6, Panambi, RS Cimentos Liz2,6, Vespasiano, MG Santa Amália2,6, Machado, MG Fertigran2,6, Uberaba, MG Accor Hotels3,6, São Paulo, SP Crios2,6, Rio Claro, SP Virgolino de Oliveira2,6,7, Ariranha, SP Mackenzie3,6, São Paulo, SP Schincariol-RJ2,6, Cachoeiras de Macacu, RJ Manati2,6, Salvador, BA Morlan2,6, Orlândia, SP Viena2,6, Açailândia, MA Brasil Ecodiesel3,6, Rio de Janeiro, RJ

Diversos Varejo Indústria da Construção Diversos Energia Varejo Indústria da Construção Indústria da Construção Química e Petroquímica Papel e Celulose Papel e Celulose Siderurgia e Metalurgia Serviços Serviços Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Indústria Digital Autoindústria Serviços Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Serviços Indústria Digital Autoindústria Química e Petroquímica Química e Petroquímica Produção Agropecuária Serviços Transporte Autoindústria Indústria da Construção Indústria da Construção Serviços Química e Petroquímica Autoindústria Indústria Digital Produção Agropecuária Indústria da Construção Bens de Consumo Química e Petroquímica Serviços Química e Petroquímica Energia Serviços Bens de Consumo Energia Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Energia

VALOR (em US$ milhões)

209,7 209,4 209,0 208,5 207,8 207,1 206,5 206,1 205,7 205,2 204,5 203,8 203,8 203,1 203,0 202,4 202,3 202,0 201,8 201,6 201,6 201,0 201,0 200,2 200,2 199,2 196,6 196,1 195,8 195,7 195,0 194,6 194,0 193,9 193,6 193,3 193,2 193,1 193,1 192,7 191,4 191,4 191,3 191,2 191,0 190,6 190,6 190,4 190,1 189,7

CRESCIMENTO (em %)

10,0 12,0 1,7 34,2 12,1 29,9 108,3 5,5 -2,0 2,7 15,6 2,8 -1,3 2,3 7,2 -0,7 -4,8 -14,0 NA -1,3 13,1 50,0 NA -2,9 3,8 49,8 -2,3 6,0 14,8 24,7 12,5 76,3 38,6 1,2 10,5 4,6 -24,9 14,4 6,9 -14,1 64,6 7,0 8,1 -4,3 -2,2 11,1 40,6 16,8 24,7 -8,5

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

3,0 NI 40,7 3,7 35,7 13,3 168,6 NI NI 9,9 69,0 NI 3,3 6,1 0,2 NI NI 6,6 NI 0,6 17,2 0,8 32,1 NI 16,6 67,1 NI 9,2 188,2 NI

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

1 389 NI 1 970 632 32 488 2 469 1 607 251 971 1 078 NI 2 300 NI 1 356 2 048 4 301 NI 1 680 520 NI 3 311 24 650 1 908 NI 132 500 904 1 130 NI 1 757 1 917 722 258 211 248 4 427 1 312 522 1 003 163 7 514 401 940 3 145 681 0 1 045 669 NI

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Brasileir o Holandês Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro-espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Argentino Holandês Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano

foi a taxa de crescimento em 2008 da Rossi, sobre um faturamento de 194 milhões de dólares

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

1,4 NI 19,5 1,8 17,3 6,5 82,2 NI NI 4,9 34,1 NI 1,6 3,0 0,1 NI NI 3,4 NI 0,3 8,9 0,4 16,6 NI 8,7 35,1 NI 4,8 99,0 NI

%

751 752 753 754 755 756 757 758 759 760 761 762 763 764 765 766 767 768 769 770 771 772 773 774 775 776 777 778 779 780 781 782 783 784 785 786 787 788 789 790 791 792 793 794 795 796 797 798 799 800

846 948 778 946 797 676 845 767 798 886 839 814 888 728 918 790 749 774 818 665 793 718 733 745 808 658 807 855 902 · 776 831 743 786 882 991 878 782 576 683 · 910 821 862 792 865 794 748 · 823

Copercampos2,6, Campos Novos, SC Ipiranga Asfaltos3,6, São Paulo, SP Frigol2,6, São Paulo, SP Intecnial2,6, Erechim, RS Leo Madeiras2,6, São Paulo, SP Zaraplast3,6, São Paulo, SP Data2,6, Barueri, SP Ticket2,6, Barueri, SP Vilma Alimentos2,6, Contagem, MG Bom Gosto2,6, Tapejara, RS Iharabras3,6,B, Sorocaba, SP Cimento Tupi2,6, Rio de Janeiro, RJ Eternit3,6, São Paulo, SP Líder Aviação2,6, Belo Horizonte, MG Stefanini2,6, Jaguariúna, SP Cremer2,6, Blumenau, SC Brasilata3,6,B, São Paulo, SP Carbel2,6, Belo Horizonte, MG Piraquê2,6, Rio de Janeiro, RJ Brastemp da Amazônia2,6, Manaus, AM Iesa2,6, Araraquara, SP Usina Cerradinho3,6, Catanduva, SP Penha2,6, São Paulo, SP HCPA3,6, Porto Alegre, RS Leco2,6, São Paulo, SP Stora Enso Arapoti2, Arapoti, PR Anaconda2, São Paulo, SP Mabel Alimentos2,6, Aparecida de Goiânia, GO SLC Alimentos3,6, Porto Alegre, RS STX Europe2,6, Niterói, RJ GAM1,6, Tubarão, SC Unipar Comercial2,6, Mauá, SP Sanasa Campinas2,6, Campinas, SP Jorlan2,6, Brasília, DF Ciser3,6, Joinville, SC SPTrans3, São Paulo, SP Cooper A12,6, Palmitos, SC PUC-SP3,6, São Paulo, SP Inspection2,6, Cariacica, ES Cobra2,6, Rio de Janeiro, RJ Editora Globo3,6, São Paulo, SP Copergás3,6, Recife, PE CSU2,6, Barueri, SP Lupo2,6, Araraquara, SP Hospital Beneficência Portuguesa3,6, São Paulo, SP Frisa3,6, Colatina, ES Jpar - Distribuidora de Veículos2,6, BH, MG Sandvik3,6, São Paulo, SP Concremat3,6, Rio de Janeiro, RJ Enercan2,6, Florianópolis, SC

Atacado Química e Petroquímica Produção Agropecuária Bens de Capital Varejo Química e Petroquímica Telecomunicações Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Química e Petroquímica Indústria da Construção Indústria da Construção Transporte Indústria Digital Têxteis Siderurgia e Metalurgia Varejo Bens de Consumo Eletroeletrônico Diversos Energia Papel e Celulose Serviços Bens de Consumo Papel e Celulose Bens de Consumo Bens de Consumo Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Atacado Atacado Serviços Varejo Siderurgia e Metalurgia Transporte Atacado Serviços Atacado Indústria Digital Comunicações Energia Serviços Têxteis Serviços Produção Agropecuária Varejo Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Energia

VALOR (em US$ milhões)

188,8 188,5 188,0 187,7 187,5 186,7 186,6 186,4 185,6 185,6 185,6 185,5 184,9 184,7 184,2 183,6 183,2 183,2 183,0 182,7 182,4 181,9 181,9 181,8 181,8 181,7 181,5 181,0 180,3 179,7 178,3 177,0 176,9 176,8 176,6 176,1 175,4 175,4 175,2 175,1 175,1 174,3 173,8 173,7 173,5 173,4 173,2 173,1 172,8 172,2

CRESCIMENTO (em %)

15,6 36,2 5,0 35,1 7,4 -14,5 13,9 1,9 6,5 20,6 12,3 9,1 17,4 -7,5 25,9 4,2 -2,9 1,6 7,8 -15,8 3,9 -10,1 -7,6 -4,6 5,6 -19,6 5,3 12,1 21,5 NA -0,6 6,2 -7,2 -0,4 14,1 34,5 12,5 -1,7 -35,5 -18,1 -2,1 18,3 2,6 9,3 -1,3 9,4 -1,2 -9,8 43,5 2,0

VALOR (em US$ milhões)

18,1 NI 37,3 20,0 NI NI NI 7,8 5,4 4,1 NI 0,1 1,6 76,5 NI 32,7 5,7 NI 1,4 NI NI NI NI NI 5,8 NI 31,9 NI NI -

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

% DAS VENDAS

9,6 NI 19,8 10,6 NI NI NI 4,2 3,0 2,2 NI 0,1 0,9 42,1 NI 18,0 3,1 NI 0,8 NI NI NI NI NI 3,3 NI 18,4 NI NI -

669 NI 683 1 675 914 NI 192 568 1 554 580 NI 529 1 019 975 6 246 2 443 NI 512 3 718 1 087 2 366 NI 1 000 4 321 569 377 479 2 408 NI 1 072 288 93 1 547 509 NI 1 792 716 2 866 21 423 NI NI 8 971 3 380 NI NI 593 NI NI 43

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Sueco-finlandês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Norueguês Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Sueco Brasileiro Brasileiro

| 751 - 800

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

39

716O– TRAMONTINA

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

186 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 701-800 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 187

6/29/09 8:21:34 PM


Em 2008, as exportações da empresa representaram 52% de sua receita de 160 milhões de dólares

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 801 - 850

2008 2007

801 802 803 804 805 806 807 808 809 810 811 812 813 814 815 816 817 818 819 820 821 822 823 824 825 826 827 828 829 830 831 832 833 834 835 836 837 838 839 840 841 842 843 844 845 846 847 848 849 850

835 947 769 · 830 · 770 898 · 829 · 872 820 · 908 838 721 999 785 873 · 828 · · 755 760 863 · 772 716 · 668 · · 777 907 963 884 · 983 · · 751 661 905 901 857 813 840 868

Multiplan3,6, Rio de Janeiro, RJ Medidata2,6, Rio de Janeiro, RJ Furukawa2,6, Curitiba, PR Itambé Cimento2,6, Curitiba, PR Cooparaíso2, São Sebastião do Paraíso, MG Urucum3,6, Corumbá, MS Teka2,6, Blumenau, SC KSB2,6, Várzea Paulista, SP Nufarm3,6,7, Maracanaú, CE Enerpeixe2,6, São Paulo, SP Guanabara Diesel3,6, Rio de Janeiro, RJ Rio Doce Café3,6, Vitória, ES Modelo2,6, Várzea Grande, MT Lojas Salfer3,6, Joinville, SC Dufer3,6, São Paulo, SP Mundial2,6, São Paulo, SP Engepack-SP1,6, Itupeva, SP Petrobahia2,6, Candeias, BA Arteb2, São Bernardo do Campo, SP Tejofran2,6, Cajamar, SP WHB Fundição2,6, Curitiba, PR Cesan2,6, Vitória, ES Marcosa2,6, Fortaleza, CE Ramos Transportes1,6, Teófilo Otoni, MG Thomson Multímidia-AM2,6, Manaus, AM CBC Cartuchos3,6, Ribeirão Pires, SP Atlas Transportes3,6, São Paulo, SP Sta. Bárbara Engenharia3,6, Belo Horizonte, MG Star One3,6, Rio de Janeiro, RJ Baía de Sepetiba3,6, Rio de Janeiro, RJ Cesta do Povo2,6, Salvador, BA Starexport2,6, São Bernardo do Campo, SP Arezzo2,6, Belo Horizonte, MG Mineração Buritirama3,6, Marabá, PA ARG2,6,7, Belo Horizonte, MG Dori Alimentos2,6, Marília, SP Taurus2,6, Porto Alegre, RS Languiru2,6, Teutônia, RS Microservice AM3,6, Manaus, AM Refinaria de Manguinhos3,6, Rio de Janeiro, RJ Empresa de Navegação Elcano3,6, Rio de Janeiro, RJ Hospfar1, Aparecida de Goiânia, GO Mineração Caraíba3,6, Jaguarari, BA Sandvik MGS2,6, São Paulo, SP Hortifruti2,6, Cariacica, ES Usina Batatais2,6,7, Batatais, SP Coca-Cola/Cial2,6, Maceió, AL Coopercarga2,6, Concórdia, SC Wirex2,6, Santa Branca, SP Scopus2,6, São Paulo, SP

Serviços Indústria Digital Eletroeletrônico Indústria da Construção Produção Agropecuária Mineração Têxteis Bens de Capital Química e Petroquímica Energia Varejo Atacado Varejo Varejo Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Química e Petroquímica Atacado Autoindústria Serviços Siderurgia e Metalurgia Serviços Varejo Transporte Indústria Digital Diversos Transporte Indústria da Construção Telecomunicações Serviços Varejo Atacado Têxteis Mineração Indústria da Construção Bens de Consumo Bens de Capital Produção Agropecuária Indústria Digital Química e Petroquímica Transporte Farmacêutico Mineração Bens de Capital Varejo Energia Bens de Consumo Transporte Eletroeletrônico Indústria Digital

VALOR (em US$ milhões)

171,4 171,4 171,3 170,1 169,1 168,3 168,1 168,1 167,9 167,8 167,8 167,5 167,3 167,0 166,9 166,8 166,8 166,7 166,5 166,4 165,4 165,3 164,8 164,7 164,4 164,3 164,1 163,4 163,4 162,9 162,8 161,8 161,2 160,7 160,5 160,4 160,4 160,0 159,9 159,6 159,5 159,2 159,1 159,0 158,9 158,8 158,8 158,7 158,5 158,2

CRESCIMENTO (em %)

3,3 23,7 -5,8 42,3 0,8 186,7 -7,4 11,8 NA 0,0 36,9 6,8 -1,3 5,7 13,1 0,7 -17,1 27,9 -6,2 6,3 109,7 -1,7 122,7 -0,9 -11,5 -11,2 3,4 53,1 -9,9 -19,7 60,3 -27,0 NA 262,4 -10,5 7,8 18,4 3,8 -7,8 20,8 40,8 NA -15,4 -29,3 6,4 6,0 -1,1 -6,8 -4,0 0,2

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

NI 25,3 7,1 52,8 24,8 22,3 NI NI NI NI NI 14,3 17,7 0,4 31,7 NI NI NI NI 161,8 7,6 146,5 21,7 82,9 33,6 NI NI NI NI 62,7 13,2 3,4 -

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

NI 244 454 314 349 NI 4 663 917 NI 39 186 97 2 594 NI NI 2 170 423 122 1 458 10 227 737 1 281 575 5 062 713 NI 2 472 2 227 183 NI 2 283 NI 392 NI 3 069 2 155 4 330 1 320 NI NI NI 357 NI 241 2 700 2 887 1 902 431 729 2 870

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Sueco Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

foi o crescimento das vendas da Medidata, especializada na integração de sistemas de computação

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

NI 14,8 4,2 31,4 14,7 13,3 NI NI NI NI NI 8,6 10,6 0,3 19,3 NI NI NI NI 100,0 4,7 91,1 13,5 51,7 21,0 NI NI NI NI 39,5 8,3 2,2 -

%

851 852 853 854 855 856 857 858 859 860 861 862 863 864 865 866 867 868 869 870 871 872 873 874 875 876 877 878 879 880 881 882 883 884 885 886 887 888 889 890 891 892 893 894 895 896 897 898 899 900

· 989 841 985 826 784 · · · 977 875 879 800 · 842 892 836 917 · · · 906 · 851 · 853 759 885 · 953 899 924 · 971 911 · 889 903 998 874 916 952 877 · 848 · 832 · 915 931

Comil3,6, Erechim, RS Coasul2,6, São João, PR Nadir Figueiredo2,6, São Paulo, SP Alta Mogiana2,6,7, São Joaquim da Barra, SP Assim2,6, Rio de Janeiro, RJ Renner Sayerlack3,6, Gravataí, RS Usina Santa Adélia3,6, Jaboticabal, SP Panatlântica3,6, Gravataí, RS Bauko2,6, Osasco, SP Painco2,6,B, Rio das Pedras, SP FTD2,6, São Paulo, SP Brascan2,6, Rio de Janeiro, RJ NC Energia2,6, Rio de Janeiro, RJ INB2,6, Rio de Janeiro, RJ União Farmacêutica3,6, São Paulo, SP Editora Saraiva2,6, São Paulo, SP Dakota-NE3,6, Russas, CE Pósitron3,6, Manaus, AM Unimed do Estado de SP3,6, São Paulo, SP Formosa Supermercados3, Belém, PA Superfrango2,6, Itaberaí, GO Metrô Rio2,6, Rio de Janeiro, RJ Mineração Serra Grande2,6, Crixás, GO Camda2,6, Adamantina, SP Ferro-Liga Maringá2,6, São Paulo, SP CNEC2,6, João Pessoa, PB Pettenati2,6,7, Caxias do Sul, RS Light Energia2,6, Rio de Janeiro, RJ Santa Casa de Porto Alegre2,6, Porto Alegre, RS Unimed Nordeste RS2,6, Caxias do Sul, RS Santanense2,6, Montes Claros, MG Romagnole2,6, Mandaguari, PR SND2,6, Barueri, SP Rio Capim Caulim2,6, Barcarena, PA IBF2,6, Rio de Janeiro, RJ Syngenta Seeds2,6,B, São Paulo, SP Cagepa3,6, João Pessoa, PB Gomes da Costa2,6, Itajaí, SC Compar3,6, Belém, PA Itaipu2,6, Contagem, MG Barra Grande2,6, Lençóis Paulista, SP Frigelar Moto Refrigeração3,6, Porto Alegre, RS White Martins-N2,6, Belém, PA Jaraguá Equipamentos2,6, Sorocaba, SP Unimed Cuiabá3,6,B, Cuiabá, MT Cia. Fluminense Refrigerantes3,6, Resende, RJ Confepar2,6, Londrina, PR Usiparts2,6, Pouso Alegre, MG Todeschini2,6, Bento Gonçalves, RS Dersa2,6, São Paulo, SP

Autoindústria Produção Agropecuária Diversos Energia Serviços Química e Petroquímica Energia Siderurgia e Metalurgia Varejo Siderurgia e Metalurgia Comunicações Indústria da Construção Energia Energia Farmacêutico Comunicações Têxteis Eletroeletrônico Serviços Varejo Produção Agropecuária Transporte Mineração Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Serviços Têxteis Energia Serviços Serviços Têxteis Eletroeletrônico Atacado Mineração Química e Petroquímica Produção Agropecuária Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Varejo Energia Atacado Química e Petroquímica Bens de Capital Serviços Bens de Consumo Produção Agropecuária Autoindústria Diversos Serviços

VALOR (em US$ milhões)

158,2 157,9 157,7 157,6 157,4 157,3 157,2 157,1 157,0 156,9 156,9 156,8 156,8 156,8 156,7 156,5 156,4 156,3 156,2 156,0 155,1 154,6 154,4 154,4 154,3 154,2 154,1 154,0 153,8 153,2 153,1 153,0 153,0 152,8 152,6 152,4 152,1 151,9 151,1 150,9 150,8 150,1 150,0 149,9 149,8 149,8 149,6 148,6 148,2 148,2

CRESCIMENTO (em %)

8,5 20,3 -4,2 19,4 -6,5 -11,7 48,3 25,0 27,9 17,9 0,3 0,8 -9,7 59,6 -4,8 2,4 -5,7 8,3 13,4 NA 25,6 3,6 20,6 -5,0 43,7 -4,7 -16,7 0,0 1,2 1,2 1,8 5,4 -12,3 14,0 3,6 45,5 -0,9 0,9 15,9 -3,5 3,0 9,3 -3,9 16,5 5,5 202,5 -10,0 18,4 0,8 3,5

VALOR (em US$ milhões)

NI 7,4 21,2 74,2 NI NI NI NI NI NI NI NI 7,5 154,2 7,1 8,8 11,8 13,8 149,2 26,4 4,1 NI 12,4 NI 59,5 NI 4,8 0,0 NI NI 7,1 0,3 1,4 -

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

% DAS VENDAS

NI 4,7 13,5 47,1 NI NI NI NI NI NI NI NI 4,8 99,9 4,6 5,7 7,7 9,0 97,6 17,3 2,7 NI 8,2 NI 39,5 NI 3,2 0,0 NI NI 4,7 0,2 0,9 -

2 319 791 1 274 3 596 477 NI NI NI 891 988 1 074 137 23 933 1 249 986 NI 1 324 327 NI 1 969 2 054 791 474 536 11 200 1 879 241 6 016 1 233 1 920 1 983 205 380 1 029 428 NI 1 185 NI 443 538 NI 204 1 132 579 NI 559 1 339 497 742

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Canadense Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Sul-afric./Canaden Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Suíço Francês Brasileiro Suíço Estatal Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal

| 851 - 900

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

24

837O– TAURUS

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

188 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 801-900 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 189

6/29/09 8:22:29 PM


Em 2008, as exportações da empresa representaram 52% de sua receita de 160 milhões de dólares

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 801 - 850

2008 2007

801 802 803 804 805 806 807 808 809 810 811 812 813 814 815 816 817 818 819 820 821 822 823 824 825 826 827 828 829 830 831 832 833 834 835 836 837 838 839 840 841 842 843 844 845 846 847 848 849 850

835 947 769 · 830 · 770 898 · 829 · 872 820 · 908 838 721 999 785 873 · 828 · · 755 760 863 · 772 716 · 668 · · 777 907 963 884 · 983 · · 751 661 905 901 857 813 840 868

Multiplan3,6, Rio de Janeiro, RJ Medidata2,6, Rio de Janeiro, RJ Furukawa2,6, Curitiba, PR Itambé Cimento2,6, Curitiba, PR Cooparaíso2, São Sebastião do Paraíso, MG Urucum3,6, Corumbá, MS Teka2,6, Blumenau, SC KSB2,6, Várzea Paulista, SP Nufarm3,6,7, Maracanaú, CE Enerpeixe2,6, São Paulo, SP Guanabara Diesel3,6, Rio de Janeiro, RJ Rio Doce Café3,6, Vitória, ES Modelo2,6, Várzea Grande, MT Lojas Salfer3,6, Joinville, SC Dufer3,6, São Paulo, SP Mundial2,6, São Paulo, SP Engepack-SP1,6, Itupeva, SP Petrobahia2,6, Candeias, BA Arteb2, São Bernardo do Campo, SP Tejofran2,6, Cajamar, SP WHB Fundição2,6, Curitiba, PR Cesan2,6, Vitória, ES Marcosa2,6, Fortaleza, CE Ramos Transportes1,6, Teófilo Otoni, MG Thomson Multímidia-AM2,6, Manaus, AM CBC Cartuchos3,6, Ribeirão Pires, SP Atlas Transportes3,6, São Paulo, SP Sta. Bárbara Engenharia3,6, Belo Horizonte, MG Star One3,6, Rio de Janeiro, RJ Baía de Sepetiba3,6, Rio de Janeiro, RJ Cesta do Povo2,6, Salvador, BA Starexport2,6, São Bernardo do Campo, SP Arezzo2,6, Belo Horizonte, MG Mineração Buritirama3,6, Marabá, PA ARG2,6,7, Belo Horizonte, MG Dori Alimentos2,6, Marília, SP Taurus2,6, Porto Alegre, RS Languiru2,6, Teutônia, RS Microservice AM3,6, Manaus, AM Refinaria de Manguinhos3,6, Rio de Janeiro, RJ Empresa de Navegação Elcano3,6, Rio de Janeiro, RJ Hospfar1, Aparecida de Goiânia, GO Mineração Caraíba3,6, Jaguarari, BA Sandvik MGS2,6, São Paulo, SP Hortifruti2,6, Cariacica, ES Usina Batatais2,6,7, Batatais, SP Coca-Cola/Cial2,6, Maceió, AL Coopercarga2,6, Concórdia, SC Wirex2,6, Santa Branca, SP Scopus2,6, São Paulo, SP

Serviços Indústria Digital Eletroeletrônico Indústria da Construção Produção Agropecuária Mineração Têxteis Bens de Capital Química e Petroquímica Energia Varejo Atacado Varejo Varejo Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Química e Petroquímica Atacado Autoindústria Serviços Siderurgia e Metalurgia Serviços Varejo Transporte Indústria Digital Diversos Transporte Indústria da Construção Telecomunicações Serviços Varejo Atacado Têxteis Mineração Indústria da Construção Bens de Consumo Bens de Capital Produção Agropecuária Indústria Digital Química e Petroquímica Transporte Farmacêutico Mineração Bens de Capital Varejo Energia Bens de Consumo Transporte Eletroeletrônico Indústria Digital

VALOR (em US$ milhões)

171,4 171,4 171,3 170,1 169,1 168,3 168,1 168,1 167,9 167,8 167,8 167,5 167,3 167,0 166,9 166,8 166,8 166,7 166,5 166,4 165,4 165,3 164,8 164,7 164,4 164,3 164,1 163,4 163,4 162,9 162,8 161,8 161,2 160,7 160,5 160,4 160,4 160,0 159,9 159,6 159,5 159,2 159,1 159,0 158,9 158,8 158,8 158,7 158,5 158,2

CRESCIMENTO (em %)

3,3 23,7 -5,8 42,3 0,8 186,7 -7,4 11,8 NA 0,0 36,9 6,8 -1,3 5,7 13,1 0,7 -17,1 27,9 -6,2 6,3 109,7 -1,7 122,7 -0,9 -11,5 -11,2 3,4 53,1 -9,9 -19,7 60,3 -27,0 NA 262,4 -10,5 7,8 18,4 3,8 -7,8 20,8 40,8 NA -15,4 -29,3 6,4 6,0 -1,1 -6,8 -4,0 0,2

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

NI 25,3 7,1 52,8 24,8 22,3 NI NI NI NI NI 14,3 17,7 0,4 31,7 NI NI NI NI 161,8 7,6 146,5 21,7 82,9 33,6 NI NI NI NI 62,7 13,2 3,4 -

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

NI 244 454 314 349 NI 4 663 917 NI 39 186 97 2 594 NI NI 2 170 423 122 1 458 10 227 737 1 281 575 5 062 713 NI 2 472 2 227 183 NI 2 283 NI 392 NI 3 069 2 155 4 330 1 320 NI NI NI 357 NI 241 2 700 2 887 1 902 431 729 2 870

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Sueco Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

foi o crescimento das vendas da Medidata, especializada na integração de sistemas de computação

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

NI 14,8 4,2 31,4 14,7 13,3 NI NI NI NI NI 8,6 10,6 0,3 19,3 NI NI NI NI 100,0 4,7 91,1 13,5 51,7 21,0 NI NI NI NI 39,5 8,3 2,2 -

%

851 852 853 854 855 856 857 858 859 860 861 862 863 864 865 866 867 868 869 870 871 872 873 874 875 876 877 878 879 880 881 882 883 884 885 886 887 888 889 890 891 892 893 894 895 896 897 898 899 900

· 989 841 985 826 784 · · · 977 875 879 800 · 842 892 836 917 · · · 906 · 851 · 853 759 885 · 953 899 924 · 971 911 · 889 903 998 874 916 952 877 · 848 · 832 · 915 931

Comil3,6, Erechim, RS Coasul2,6, São João, PR Nadir Figueiredo2,6, São Paulo, SP Alta Mogiana2,6,7, São Joaquim da Barra, SP Assim2,6, Rio de Janeiro, RJ Renner Sayerlack3,6, Gravataí, RS Usina Santa Adélia3,6, Jaboticabal, SP Panatlântica3,6, Gravataí, RS Bauko2,6, Osasco, SP Painco2,6,B, Rio das Pedras, SP FTD2,6, São Paulo, SP Brascan2,6, Rio de Janeiro, RJ NC Energia2,6, Rio de Janeiro, RJ INB2,6, Rio de Janeiro, RJ União Farmacêutica3,6, São Paulo, SP Editora Saraiva2,6, São Paulo, SP Dakota-NE3,6, Russas, CE Pósitron3,6, Manaus, AM Unimed do Estado de SP3,6, São Paulo, SP Formosa Supermercados3, Belém, PA Superfrango2,6, Itaberaí, GO Metrô Rio2,6, Rio de Janeiro, RJ Mineração Serra Grande2,6, Crixás, GO Camda2,6, Adamantina, SP Ferro-Liga Maringá2,6, São Paulo, SP CNEC2,6, João Pessoa, PB Pettenati2,6,7, Caxias do Sul, RS Light Energia2,6, Rio de Janeiro, RJ Santa Casa de Porto Alegre2,6, Porto Alegre, RS Unimed Nordeste RS2,6, Caxias do Sul, RS Santanense2,6, Montes Claros, MG Romagnole2,6, Mandaguari, PR SND2,6, Barueri, SP Rio Capim Caulim2,6, Barcarena, PA IBF2,6, Rio de Janeiro, RJ Syngenta Seeds2,6,B, São Paulo, SP Cagepa3,6, João Pessoa, PB Gomes da Costa2,6, Itajaí, SC Compar3,6, Belém, PA Itaipu2,6, Contagem, MG Barra Grande2,6, Lençóis Paulista, SP Frigelar Moto Refrigeração3,6, Porto Alegre, RS White Martins-N2,6, Belém, PA Jaraguá Equipamentos2,6, Sorocaba, SP Unimed Cuiabá3,6,B, Cuiabá, MT Cia. Fluminense Refrigerantes3,6, Resende, RJ Confepar2,6, Londrina, PR Usiparts2,6, Pouso Alegre, MG Todeschini2,6, Bento Gonçalves, RS Dersa2,6, São Paulo, SP

Autoindústria Produção Agropecuária Diversos Energia Serviços Química e Petroquímica Energia Siderurgia e Metalurgia Varejo Siderurgia e Metalurgia Comunicações Indústria da Construção Energia Energia Farmacêutico Comunicações Têxteis Eletroeletrônico Serviços Varejo Produção Agropecuária Transporte Mineração Produção Agropecuária Siderurgia e Metalurgia Serviços Têxteis Energia Serviços Serviços Têxteis Eletroeletrônico Atacado Mineração Química e Petroquímica Produção Agropecuária Serviços Bens de Consumo Bens de Consumo Varejo Energia Atacado Química e Petroquímica Bens de Capital Serviços Bens de Consumo Produção Agropecuária Autoindústria Diversos Serviços

VALOR (em US$ milhões)

158,2 157,9 157,7 157,6 157,4 157,3 157,2 157,1 157,0 156,9 156,9 156,8 156,8 156,8 156,7 156,5 156,4 156,3 156,2 156,0 155,1 154,6 154,4 154,4 154,3 154,2 154,1 154,0 153,8 153,2 153,1 153,0 153,0 152,8 152,6 152,4 152,1 151,9 151,1 150,9 150,8 150,1 150,0 149,9 149,8 149,8 149,6 148,6 148,2 148,2

CRESCIMENTO (em %)

8,5 20,3 -4,2 19,4 -6,5 -11,7 48,3 25,0 27,9 17,9 0,3 0,8 -9,7 59,6 -4,8 2,4 -5,7 8,3 13,4 NA 25,6 3,6 20,6 -5,0 43,7 -4,7 -16,7 0,0 1,2 1,2 1,8 5,4 -12,3 14,0 3,6 45,5 -0,9 0,9 15,9 -3,5 3,0 9,3 -3,9 16,5 5,5 202,5 -10,0 18,4 0,8 3,5

VALOR (em US$ milhões)

NI 7,4 21,2 74,2 NI NI NI NI NI NI NI NI 7,5 154,2 7,1 8,8 11,8 13,8 149,2 26,4 4,1 NI 12,4 NI 59,5 NI 4,8 0,0 NI NI 7,1 0,3 1,4 -

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

% DAS VENDAS

NI 4,7 13,5 47,1 NI NI NI NI NI NI NI NI 4,8 99,9 4,6 5,7 7,7 9,0 97,6 17,3 2,7 NI 8,2 NI 39,5 NI 3,2 0,0 NI NI 4,7 0,2 0,9 -

2 319 791 1 274 3 596 477 NI NI NI 891 988 1 074 137 23 933 1 249 986 NI 1 324 327 NI 1 969 2 054 791 474 536 11 200 1 879 241 6 016 1 233 1 920 1 983 205 380 1 029 428 NI 1 185 NI 443 538 NI 204 1 132 579 NI 559 1 339 497 742

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Canadense Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Amer./Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Sul-afric./Canaden Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Suíço Francês Brasileiro Suíço Estatal Espanhol Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal

| 851 - 900

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

24

837O– TAURUS

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

188 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 801-900 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 189

6/29/09 8:22:29 PM


A locadora de veículos faturou 145 milhões de dólares em 2008, ou 19,5% mais que no ano anterior

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 901 - 950

2008 2007

901 902 903 904 905 906 907 908 909 910 911 912 913 914 915 916 917 918 919 920 921 922 923 924 925 926 927 928 929 930 931 932 933 934 935 936 937 938 939 940 941 942 943 944 945 946 947 948 949 950

950 · · 930 919 943 · 932 954 715 · 815 914 864 936 · · 981 · 956 986 · · · 101 867 922 · · · · · 921 · 993 928 957 · 896 · · 904 · · 923 934 973 · 843 ·

Neo Química2,6, Anápolis, GO Koerich3,6, São José, SC Mills2,6, Rio de Janeiro, RJ Dedic2,6, São Paulo, SP Disbrave3,6, Brasília, DF Rodobens Caminhões-SP2,6, São José do Rio Preto, SP Sulzer3,6, São Bernardo do Campo, SP Gontijo3,6, São Paulo, SP Açucareira Zillo Lorenzetti2,6, Lençóis Paulista, SP Acrinor3,6, Camaçari, BA Tietê Veículos3,6, São Paulo, SP Baesa2,6, Pinhal da Serra, RS Yakult3,6, São Bernardo do Campo, SP Egesa2,6, Belo Horizonte, MG Codevasf3,6, Brasília, DF Unidas Rent a Car3,6, São Paulo, SP Capal1,6, Arapoti, PR TecBan3,6, São Paulo, SP Polipetro3,6, Itajaí, SC Farmácias Sant’Ana3,6, Salvador, BA Cedro e Cachoeira2,6, Belo Horizonte, MG Trip3,6, Campinas, SP Wickbold1,6, Diadema, SP Enfil3,6, São Paulo, SP MBR3,6, Belo Horizonte, MG CTBC Celular/Algar Telecom3,6, Uberlândia, MG Clealco3,6,7, Clementina, SP Visa Vale2,6,B, Barueri, SP Hapvida3,6, Fortaleza, CE Fidelity3,6, Jundiaí, SP Minasligas2,6, Pirapora, MG Kepler Weber Industrial2,6, Panambi, RS Karsten3,6, Blumenau, SC Kowalski2,6, Rio Verde, GO Cotriel1,6, Espumoso, RS Rodonorte3,6, Ponta Grossa, PR Copérdia2,6, Concórdia, SC Serlac3,6, São Paulo, SP Autotrac2,6, Brasília, DF Conservas Oderich3,6, São Sebastião do Caí, RS Qualix2,6, São Paulo, SP Jandaia2,6, Jundiaí, SP T4F2,6, São Paulo, SP Construtora Triunfo3,6, Curitiba, PR Acro3,6, Itu, SP Dass-Sport & Style3,6, Itapipoca, CE SPVias2,6, Tatuí, SP Hospital A.C. Camargo2,6, São Paulo, SP Marisol2,6, Jaraguá do Sul, SC EMSA3,6, Aparecida de Goiânia, GO

Farmacêutico Indústria da Construção Serviços Serviços Varejo Varejo Bens de Capital Transporte Energia Química e Petroquímica Varejo Energia Bens de Consumo Indústria da Construção Serviços Transporte Produção Agropecuária Indústria Digital Atacado Varejo Têxteis Transporte Bens de Consumo Bens de Capital Mineração Telecomunicações Energia Serviços Serviços Serviços Siderurgia e Metalurgia Bens de Capital Têxteis Bens de Consumo Bens de Consumo Serviços Produção Agropecuária Atacado Telecomunicações Bens de Consumo Serviços Papel e Celulose Serviços Indústria da Construção Bens de Capital Têxteis Serviços Serviços Têxteis Indústria da Construção

VALOR (em US$ milhões)

147,8 147,6 147,6 147,2 147,1 146,9 146,9 146,9 146,6 146,6 146,3 146,2 146,0 145,9 145,5 144,8 144,5 144,3 143,8 143,5 143,2 143,2 143,0 142,2 142,1 142,1 142,1 141,8 141,7 141,2 141,1 140,9 140,6 140,5 140,4 140,3 140,0 139,9 139,7 139,3 139,0 138,2 137,5 137,3 137,0 136,9 136,1 135,6 135,3 135,0

CRESCIMENTO (em %)

7,4 46,2 36,8 2,5 0,6 5,2 19,7 2,7 6,9 -28,0 -4,0 -14,0 -0,8 -8,0 2,1 19,5 21,3 9,0 -37,0 4,9 8,7 NA 10,2 45,0 -93,3 -10,1 NA 18,9 14,8 89,4 28,1 69,9 -0,8 19,7 7,4 -2,6 2,6 137,9 -7,8 21,0 -3,9 -7,6 34,8 68,8 -5,9 -4,2 1,7 15,3 -17,6 47,6

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

0,8 NI 0,8 NI NI 60,0 NI NI NI NI NI NI NI 6,2 NI NI NI NI NI NI NI 50,8 27,4 21,0 29,7 NI NI 0,1 NI 13,6 NI NI 16,7 5,9 NI

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

1 447 NI 3 198 15 857 407 870 594 NI 673 NI NI 26 NI 2 507 1 459 NI 292 724 NI 1 404 1 841 NI 1 870 NI NI NI NI 203 NI NI 663 1 120 2 671 577 699 NI 530 NI 269 NI 8 645 1 124 366 NI NI NI 90 1 573 3 410 2 242

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Português Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Estatal Português Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Argentino Brasileiro Brasileiro Brasileiro Norueguês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

foi a participação das exportações na receita de 130 milhões de dólares obtida pela Metisa

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

0,5 NI 0,5 NI NI 40,9 NI NI NI NI NI NI NI 4,3 NI NI NI NI NI NI NI 36,0 19,4 14,9 21,2 NI NI 0,0 NI 9,8 NI NI 12,2 4,4 NI

22

%

951 959 952 · 953 850 954 · 955 935 956 997 957 958 958 · 959 · 960 949 961 · 962 · 963 · 964 · 965 · 966 · 967 · 968 · 969 · 970 · 971 · 972 · 973 · 974 · 975 951 976 · 977 · 978 979 979 · 980 · 981 · 982 · 983 984 984 966 985 · 986 · 987 · 988 · 989 974 990 937 991 · 992 · 993 940 994 · 995 · 996 · 997 · 998 · 999 · 1000 987

Weg Indústrias2,6, Jaraguá do Sul, SC Sidepar3,6, Marabá, PA Paramount Têxteis2, São Paulo, SP Usina Itaiquara3,6, Tapiratiba, SP Posigraf2,6, Curitiba, PR TSN3,6, Rio de Janeiro, RJ Cia. Iguaçu2, Cornélio Procópio, PR Azevedo & Travassos2,6, São Paulo, SP Racional3,6, São Paulo, SP Mercantil Nova Era3,6, Manaus, AM First2,6, Florianópolis, SC Odontoprev2,6,B, Barueri, SP Mascarenhas Barbosa3,6, Contagem, MG Bematech2,6, São José dos Pinhais, PR Ouro Verde2,6, Curitiba, PR Plantar3,6, Buritizeiro, MG Livraria Siciliano3,6, São Paulo, SP Única2,6, Bento Gonçalves, RS U & M2,6,B, Rio de Janeiro, RJ Expresso Araçatuba3,6, São Paulo, SP Metisa2,6, Timbó, SC TCI2,6, Vitória, ES Ibar2,6, Poá, SP Le Lis Blanc3,6, São Paulo, SP Adami2,6, Caçador, SC Sama2,6,B, Minaçu, GO Emae2,6, São Paulo, SP Lojas Koerich2,6, Florianópolis, SC Della Volpe2,6, São Paulo, SP Cocapec3,6, Franca, SP Log-In2,6, Rio de Janeiro, RJ BSBios2,6, Passo Fundo, RS Novatrans3,6, Rio de Janeiro, RJ Petrocoque2,6, Cubatão, SP Barralcool2,6, Barra do Bugres, MT Coplacana2,6, Piracicaba, SP Sulamed3,6, Rio de Janeiro, RJ Ocrim2, São Paulo, SP Compagas2,6, Curitiba, PR Sertrading3,6, Vitória, ES Ind. Reunidas Raymundo da Fonte2,6, Recife, PE ALL Intermodal3,6, Curitiba, PR CBC2,6, Jundiaí, SP Hospital São Rafael2,6, Salvador, BA Trafo3,6, Gravataí, RS Levorin3,6, Guarulhos, SP Maqnelson Agrícola3,6, Uberlândia, MG Santa Maria2,6, Guarapuava, PR Itapebi2,6, Salvador, BA Acument2,6, São Paulo, SP

Bens de Capital Siderurgia e Metalurgia Têxteis Energia Comunicações Energia Bens de Consumo Indústria da Construção Indústria da Construção Varejo Atacado Serviços Indústria da Construção Eletroeletrônico Transporte Diversos Varejo Diversos Indústria da Construção Transporte Siderurgia e Metalurgia Atacado Diversos Varejo Papel e Celulose Mineração Energia Varejo Transporte Atacado Transporte Química e Petroquímica Energia Química e Petroquímica Energia Produção Agropecuária Serviços Bens de Consumo Energia Atacado Bens de Consumo Transporte Bens de Capital Serviços Bens de Capital Química e Petroquímica Varejo Papel e Celulose Energia Siderurgia e Metalurgia

VALOR (em US$ milhões)

134,8 134,5 134,5 133,9 133,8 133,8 133,5 133,1 133,1 132,9 132,8 132,8 132,5 131,9 131,7 131,3 130,5 130,5 129,7 129,5 129,3 129,2 129,2 129,0 128,8 128,7 128,5 128,4 128,3 128,2 128,2 128,1 128,1 128,1 127,9 127,9 127,8 127,6 127,6 127,6 127,5 127,4 127,0 126,7 126,3 126,2 126,1 126,1 125,7 125,6

CRESCIMENTO (em %)

-0,9 27,1 -17,3 4,8 -6,3 2,5 -2,1 NA 24,8 -3,8 19,5 5,0 144,7 16,4 2,8 20,3 NA 28,0 117,5 5,7 NA NA 26,8 30,9 -6,4 11,0 133,9 -4,8 7,5 19,1 NA NA -3,1 -5,2 33,3 -1,1 NA 11,1 -4,6 -10,3 1,3 7,8 -10,1 0,3 31,8 3,0 93,3 9,0 0,1 -4,7

VALOR (em US$ milhões)

2,7 NI 46,8 NI 1,0 NI 86,9 NI 2,7 48,5 NI 3,2 6,0 NI NI 3,2 19,4 NI 28,9 1,7 NI 9,3 52,9 NI 26,8 NI 19,8 102,4 NI NI NI 6,0 NI 6,8 14,6 0,8

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

2,0 NI 34,8 NI 0,8 NI 65,1 NI 2,0 36,5 NI 2,4 4,6 NI NI 2,4 15,0 NI 22,4 1,3 NI 7,2 41,1 NI 20,9 NI 15,5 80,0 NI NI NI 4,8 NI 5,3 11,6 0,6

692 NI 2 794 NI 1 018 117 673 1 523 667 NI 114 572 3 000 1 482 1 315 7 810 2 655 643 1 150 1 967 1 065 2 755 NI 1 739 530 791 1 282 1 911 166 628 104 81 99 558 227 NI 806 104 NI 1 230 NI 920 3 540 NI NI 286 805 46 815

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Pulverizado Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Holandês

| 951 - 1000

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

RENT A CAR 916O– UNIDAS

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

190 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 901-1000 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 191

6/29/09 8:23:09 PM


A locadora de veículos faturou 145 milhões de dólares em 2008, ou 19,5% mais que no ano anterior

M A I O R E S VENDAS EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

MAIORES | VENDAS

| 901 - 950

2008 2007

901 902 903 904 905 906 907 908 909 910 911 912 913 914 915 916 917 918 919 920 921 922 923 924 925 926 927 928 929 930 931 932 933 934 935 936 937 938 939 940 941 942 943 944 945 946 947 948 949 950

950 · · 930 919 943 · 932 954 715 · 815 914 864 936 · · 981 · 956 986 · · · 101 867 922 · · · · · 921 · 993 928 957 · 896 · · 904 · · 923 934 973 · 843 ·

Neo Química2,6, Anápolis, GO Koerich3,6, São José, SC Mills2,6, Rio de Janeiro, RJ Dedic2,6, São Paulo, SP Disbrave3,6, Brasília, DF Rodobens Caminhões-SP2,6, São José do Rio Preto, SP Sulzer3,6, São Bernardo do Campo, SP Gontijo3,6, São Paulo, SP Açucareira Zillo Lorenzetti2,6, Lençóis Paulista, SP Acrinor3,6, Camaçari, BA Tietê Veículos3,6, São Paulo, SP Baesa2,6, Pinhal da Serra, RS Yakult3,6, São Bernardo do Campo, SP Egesa2,6, Belo Horizonte, MG Codevasf3,6, Brasília, DF Unidas Rent a Car3,6, São Paulo, SP Capal1,6, Arapoti, PR TecBan3,6, São Paulo, SP Polipetro3,6, Itajaí, SC Farmácias Sant’Ana3,6, Salvador, BA Cedro e Cachoeira2,6, Belo Horizonte, MG Trip3,6, Campinas, SP Wickbold1,6, Diadema, SP Enfil3,6, São Paulo, SP MBR3,6, Belo Horizonte, MG CTBC Celular/Algar Telecom3,6, Uberlândia, MG Clealco3,6,7, Clementina, SP Visa Vale2,6,B, Barueri, SP Hapvida3,6, Fortaleza, CE Fidelity3,6, Jundiaí, SP Minasligas2,6, Pirapora, MG Kepler Weber Industrial2,6, Panambi, RS Karsten3,6, Blumenau, SC Kowalski2,6, Rio Verde, GO Cotriel1,6, Espumoso, RS Rodonorte3,6, Ponta Grossa, PR Copérdia2,6, Concórdia, SC Serlac3,6, São Paulo, SP Autotrac2,6, Brasília, DF Conservas Oderich3,6, São Sebastião do Caí, RS Qualix2,6, São Paulo, SP Jandaia2,6, Jundiaí, SP T4F2,6, São Paulo, SP Construtora Triunfo3,6, Curitiba, PR Acro3,6, Itu, SP Dass-Sport & Style3,6, Itapipoca, CE SPVias2,6, Tatuí, SP Hospital A.C. Camargo2,6, São Paulo, SP Marisol2,6, Jaraguá do Sul, SC EMSA3,6, Aparecida de Goiânia, GO

Farmacêutico Indústria da Construção Serviços Serviços Varejo Varejo Bens de Capital Transporte Energia Química e Petroquímica Varejo Energia Bens de Consumo Indústria da Construção Serviços Transporte Produção Agropecuária Indústria Digital Atacado Varejo Têxteis Transporte Bens de Consumo Bens de Capital Mineração Telecomunicações Energia Serviços Serviços Serviços Siderurgia e Metalurgia Bens de Capital Têxteis Bens de Consumo Bens de Consumo Serviços Produção Agropecuária Atacado Telecomunicações Bens de Consumo Serviços Papel e Celulose Serviços Indústria da Construção Bens de Capital Têxteis Serviços Serviços Têxteis Indústria da Construção

VALOR (em US$ milhões)

147,8 147,6 147,6 147,2 147,1 146,9 146,9 146,9 146,6 146,6 146,3 146,2 146,0 145,9 145,5 144,8 144,5 144,3 143,8 143,5 143,2 143,2 143,0 142,2 142,1 142,1 142,1 141,8 141,7 141,2 141,1 140,9 140,6 140,5 140,4 140,3 140,0 139,9 139,7 139,3 139,0 138,2 137,5 137,3 137,0 136,9 136,1 135,6 135,3 135,0

CRESCIMENTO (em %)

7,4 46,2 36,8 2,5 0,6 5,2 19,7 2,7 6,9 -28,0 -4,0 -14,0 -0,8 -8,0 2,1 19,5 21,3 9,0 -37,0 4,9 8,7 NA 10,2 45,0 -93,3 -10,1 NA 18,9 14,8 89,4 28,1 69,9 -0,8 19,7 7,4 -2,6 2,6 137,9 -7,8 21,0 -3,9 -7,6 34,8 68,8 -5,9 -4,2 1,7 15,3 -17,6 47,6

EXPORTAÇÃO VALOR (em US$ milhões)

0,8 NI 0,8 NI NI 60,0 NI NI NI NI NI NI NI 6,2 NI NI NI NI NI NI NI 50,8 27,4 21,0 29,7 NI NI 0,1 NI 13,6 NI NI 16,7 5,9 NI

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

CONTROLE ACIONÁRIO

1 447 NI 3 198 15 857 407 870 594 NI 673 NI NI 26 NI 2 507 1 459 NI 292 724 NI 1 404 1 841 NI 1 870 NI NI NI NI 203 NI NI 663 1 120 2 671 577 699 NI 530 NI 269 NI 8 645 1 124 366 NI NI NI 90 1 573 3 410 2 242

ORDEM

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Português Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Brasileiro Estatal Português Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Argentino Brasileiro Brasileiro Brasileiro Norueguês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

foi a participação das exportações na receita de 130 milhões de dólares obtida pela Metisa

EXPORTAÇÃO EMPRESA/SEDE

SETOR

2008 2007

0,5 NI 0,5 NI NI 40,9 NI NI NI NI NI NI NI 4,3 NI NI NI NI NI NI NI 36,0 19,4 14,9 21,2 NI NI 0,0 NI 9,8 NI NI 12,2 4,4 NI

22

%

951 959 952 · 953 850 954 · 955 935 956 997 957 958 958 · 959 · 960 949 961 · 962 · 963 · 964 · 965 · 966 · 967 · 968 · 969 · 970 · 971 · 972 · 973 · 974 · 975 951 976 · 977 · 978 979 979 · 980 · 981 · 982 · 983 984 984 966 985 · 986 · 987 · 988 · 989 974 990 937 991 · 992 · 993 940 994 · 995 · 996 · 997 · 998 · 999 · 1000 987

Weg Indústrias2,6, Jaraguá do Sul, SC Sidepar3,6, Marabá, PA Paramount Têxteis2, São Paulo, SP Usina Itaiquara3,6, Tapiratiba, SP Posigraf2,6, Curitiba, PR TSN3,6, Rio de Janeiro, RJ Cia. Iguaçu2, Cornélio Procópio, PR Azevedo & Travassos2,6, São Paulo, SP Racional3,6, São Paulo, SP Mercantil Nova Era3,6, Manaus, AM First2,6, Florianópolis, SC Odontoprev2,6,B, Barueri, SP Mascarenhas Barbosa3,6, Contagem, MG Bematech2,6, São José dos Pinhais, PR Ouro Verde2,6, Curitiba, PR Plantar3,6, Buritizeiro, MG Livraria Siciliano3,6, São Paulo, SP Única2,6, Bento Gonçalves, RS U & M2,6,B, Rio de Janeiro, RJ Expresso Araçatuba3,6, São Paulo, SP Metisa2,6, Timbó, SC TCI2,6, Vitória, ES Ibar2,6, Poá, SP Le Lis Blanc3,6, São Paulo, SP Adami2,6, Caçador, SC Sama2,6,B, Minaçu, GO Emae2,6, São Paulo, SP Lojas Koerich2,6, Florianópolis, SC Della Volpe2,6, São Paulo, SP Cocapec3,6, Franca, SP Log-In2,6, Rio de Janeiro, RJ BSBios2,6, Passo Fundo, RS Novatrans3,6, Rio de Janeiro, RJ Petrocoque2,6, Cubatão, SP Barralcool2,6, Barra do Bugres, MT Coplacana2,6, Piracicaba, SP Sulamed3,6, Rio de Janeiro, RJ Ocrim2, São Paulo, SP Compagas2,6, Curitiba, PR Sertrading3,6, Vitória, ES Ind. Reunidas Raymundo da Fonte2,6, Recife, PE ALL Intermodal3,6, Curitiba, PR CBC2,6, Jundiaí, SP Hospital São Rafael2,6, Salvador, BA Trafo3,6, Gravataí, RS Levorin3,6, Guarulhos, SP Maqnelson Agrícola3,6, Uberlândia, MG Santa Maria2,6, Guarapuava, PR Itapebi2,6, Salvador, BA Acument2,6, São Paulo, SP

Bens de Capital Siderurgia e Metalurgia Têxteis Energia Comunicações Energia Bens de Consumo Indústria da Construção Indústria da Construção Varejo Atacado Serviços Indústria da Construção Eletroeletrônico Transporte Diversos Varejo Diversos Indústria da Construção Transporte Siderurgia e Metalurgia Atacado Diversos Varejo Papel e Celulose Mineração Energia Varejo Transporte Atacado Transporte Química e Petroquímica Energia Química e Petroquímica Energia Produção Agropecuária Serviços Bens de Consumo Energia Atacado Bens de Consumo Transporte Bens de Capital Serviços Bens de Capital Química e Petroquímica Varejo Papel e Celulose Energia Siderurgia e Metalurgia

VALOR (em US$ milhões)

134,8 134,5 134,5 133,9 133,8 133,8 133,5 133,1 133,1 132,9 132,8 132,8 132,5 131,9 131,7 131,3 130,5 130,5 129,7 129,5 129,3 129,2 129,2 129,0 128,8 128,7 128,5 128,4 128,3 128,2 128,2 128,1 128,1 128,1 127,9 127,9 127,8 127,6 127,6 127,6 127,5 127,4 127,0 126,7 126,3 126,2 126,1 126,1 125,7 125,6

CRESCIMENTO (em %)

-0,9 27,1 -17,3 4,8 -6,3 2,5 -2,1 NA 24,8 -3,8 19,5 5,0 144,7 16,4 2,8 20,3 NA 28,0 117,5 5,7 NA NA 26,8 30,9 -6,4 11,0 133,9 -4,8 7,5 19,1 NA NA -3,1 -5,2 33,3 -1,1 NA 11,1 -4,6 -10,3 1,3 7,8 -10,1 0,3 31,8 3,0 93,3 9,0 0,1 -4,7

VALOR (em US$ milhões)

2,7 NI 46,8 NI 1,0 NI 86,9 NI 2,7 48,5 NI 3,2 6,0 NI NI 3,2 19,4 NI 28,9 1,7 NI 9,3 52,9 NI 26,8 NI 19,8 102,4 NI NI NI 6,0 NI 6,8 14,6 0,8

% DAS VENDAS

NÚMERO DE EMPREGADOS

2,0 NI 34,8 NI 0,8 NI 65,1 NI 2,0 36,5 NI 2,4 4,6 NI NI 2,4 15,0 NI 22,4 1,3 NI 7,2 41,1 NI 20,9 NI 15,5 80,0 NI NI NI 4,8 NI 5,3 11,6 0,6

692 NI 2 794 NI 1 018 117 673 1 523 667 NI 114 572 3 000 1 482 1 315 7 810 2 655 643 1 150 1 967 1 065 2 755 NI 1 739 530 791 1 282 1 911 166 628 104 81 99 558 227 NI 806 104 NI 1 230 NI 920 3 540 NI NI 286 805 46 815

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Japonês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Pulverizado Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Japonês Italiano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Holandês

| 951 - 1000

| VENDAS

MAIORES | VENDAS

RENT A CAR 916O– UNIDAS

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As Melhores Empresas para Você Trabalhar NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: as empresas cujas demonstrações não foram encerradas em dezembro tiveram os valores de suas vendas, o patrimônio e outros indicadores ajustados para o nível de preços de dezembro de 2008

190 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

1000 Maiores 901-1000 A.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 191

6/29/09 8:23:09 PM


MAIOR ES SETORIAIS As próximas páginas trazem os rankings das 50 maiores empresas em faturamento agrupadas em diferentes categorias e setores: as maiores entre as companhias estatais, as maiores entre as empresas privadas, as maiores do comércio, as maiores indústrias, as maiores de serviços, as maiores do mundo digital e as líderes em volume de exportação. Veja também quais são as 100 maiores empresas de capital aberto em valor de mercado.

50 setoriais.indd 2

6/29/09 10:38:19 PM


| ESTATAIS POR VENDAS

M A IOR E S VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | ESTATAIS

1 2 3 6 5 4 · 7 9 8 11 10 12 13 14 17 16 15 18 19 20 21 23 24 26 22 25 27 28 30 31 32 36 34 37 35 48 33 39 38 44 41 47 40 43 42 45 49 46 50

Petrobras2,6, Rio de Janeiro, RJ BR Distribuidora2,6, Rio de Janeiro, RJ Refap2,6, Canoas, RS Eletrobrás3,6, Brasília, DF E.C.T.2,6, Brasília, DF Cemig Distribuição2,6, Belo Horizonte, MG Itaipu Binacional2, Brasília, DF Sabesp2,6, São Paulo, SP Furnas2,6, Rio de Janeiro, RJ Copel DIS2,6, Curitiba, PR Chesf2,6, Recife, PE Celesc Distribuição2,6, Florianópolis, SC Eletronorte2,6, Brasília, DF Transpetro2,6, Rio de Janeiro, RJ Cemig GT2,6, Belo Horizonte, MG Cedae2, Rio de Janeiro, RJ Liquigás2,6, São Paulo, SP Celg3,6, Goiânia, GO Cesp2,6, São Paulo, SP Infraero2,6, Brasília, DF CEEE2,6, Porto Alegre, RS Copasa2,6, Belo Horizonte, MG Copel2,6, Curitiba, PR Eletronuclear2,6, Rio de Janeiro, RJ Sanepar2,6, Curitiba, PR Serpro2,6, Brasília, DF CEB3,6, Brasília, DF Manaus Energia2,6, Manaus, AM Corsan2,6, Porto Alegre, RS Metrô2,6, São Paulo, SP CPTM2,6, São Paulo, SP Embasa2,6, Salvador, BA Bahiagás2,6, Salvador, BA Ceal2,6, Maceió, AL Cepisa2,6, Teresina, PI Caesb2,6, Brasília, DF Casa da Moeda2,6, Brasília, DF Conab2,6, Brasília, DF Saneago2,6, Goiânia, GO Triunfo2,6, Porto Alegre, RS Eletrosul2,6, Florianópolis, SC CEEE-GT2,6, Porto Alegre, RS Gasmig2,6, Belo Horizonte, MG Ceron2,6, Porto Velho, RO Comlurb3,6, Rio de Janeiro, RJ Compesa2,6, Recife, PE Dataprev2,6, Brasília, DF Sulgás2,6, Porto Alegre, RS Codesp2,6, Santos, SP Cagece3,6, Fortaleza, CE

Energia Atacado Química e Petroquímica Energia Serviços Energia Energia Serviços Energia Energia Energia Energia Energia Transporte Energia Serviços Energia Energia Energia Serviços Energia Serviços Energia Energia Serviços Indústria Digital Energia Energia Serviços Transporte Transporte Serviços Energia Energia Energia Serviços Serviços Serviços Serviços Química e Petroquímica Energia Energia Energia Energia Serviços Serviços Indústria Digital Energia Serviços Serviços

92 409,2 28 888,0 5 948,2 4 852,6 4 804,5 4 451,6 3 423,8 3 037,1 2 804,0 2 781,8 2 504,9 2 128,5 2 035,0 1 791,2 1 687,2 1 465,0 1 458,3 1 337,6 1 326,4 1 129,7 1 052,9 1 017,4 801,2 697,2 619,4 616,0 612,0 608,7 527,5 526,4 491,3 485,8 451,4 387,6 361,6 360,0 347,9 338,8 331,0 328,7 313,9 313,7 309,9 301,8 294,0 291,9 258,4 258,3 248,9 222,5

PATRIMÔNIO

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

9,8 11,4 2,9 30,0 0,3 -9,0 NA -4,7 2,0 -5,0 7,7 -10,7 -7,6 -4,8 1,2 NA -0,4 -9,2 2,3 1,3 0,0 -0,8 7,9 4,1 -4,3 -30,7 -6,7 6,9 -1,2 5,0 3,5 3,3 21,5 2,5 2,0 -3,1 39,4 -22,5 -4,1 -4,7 5,7 0,0 16,4 -4,8 -1,1 -3,2 -5,3 6,8 -7,8 -4,7

14 124,3 442,1 -822,4 184,3 298,9 315,9 NI 492,6 211,6 202,0 624,5 76,9 -757,5 146,3 454,9 NI 22,4 -84,1 -1 013,5 27,6 35,5 198,0 257,0 4,8 101,1 1,1 34,6 97,8 103,6 11,9 -155,5 -31,8 30,6 21,3 -20,8 45,0 27,0 -91,0 31,9 12,8 116,5 74,1 29,8 -9,6 -61,6 0,7 30,8 20,4 39,2 20,9

15 605,3 551,6 -608,4 2 625,8 342,8 303,5 NI 301,8 194,5 232,9 615,0 56,8 -1 037,5 162,2 421,8 NI 25,4 -104,5 -1 006,3 65,9 6,8 174,5 266,7 -120,7 60,7 0,3 14,2 85,1 90,7 -57,7 -179,4 -61,7 38,3 16,9 -42,2 26,9 44,3 -82,9 14,3 15,0 114,8 53,0 36,8 -21,5 -67,9 0,2 33,1 20,2 14,3 16,6

64 055,1 3 231,8 221,9 36 638,9 1 385,0 1 193,2 NI 4 834,7 6 370,8 1 783,5 6 053,4 665,0 3 144,2 869,2 1 641,7 NI 218,4 350,3 3 938,1 470,7 76,1 1 760,6 1 662,2 2 056,6 952,7 443,7 63,3 496,3 358,2 4 558,7 2 577,5 1 742,0 117,6 162,8 -22,8 354,3 156,7 105,1 881,3 51,3 1 078,7 223,3 228,3 32,8 -127,4 669,3 84,7 36,3 248,7 519,8

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

61 639,3 3 157,3 99,4 36 636,0 1 328,5 1 059,5 NI 4 360,1 5 902,5 1 694,0 5 532,3 612,8 2 648,1 839,0 1 489,6 NI 208,9 281,8 3 382,3 463,5 44,7 1 627,4 1 552,9 1 849,4 828,7 427,5 44,7 440,7 315,9 4 233,6 2 384,9 1 599,1 110,9 147,5 -36,9 314,1 152,5 97,9 803,2 50,5 1 010,3 188,0 220,9 21,3 -128,2 630,9 83,5 33,9 224,6 481,0

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável

196 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES ESTATAIS.indd 1

6/29/09 8:30:08 PM


| EMPRESAS PRIVADAS POR VENDAS

M A IOR E S VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | PRIVADAS

3 1 5 2 6 9 12 19 4 7 8 10 26 11 16 13 22 17 21 14 25 15 39 18 24 23 33 20 28 31 27 34 32 30 29 38 37 41 43 46 50 36 40 · 48 · 45 42 44 ·

Vale2,6, Rio de Janeiro, RJ Volkswagen2, São Bernardo do Campo, SP Fiat2,6, Betim, MG Ambev2,6, São Paulo, SP General Motors1, São Caetano do Sul, SP Shell2,6, Rio de Janeiro, RJ Bunge Alimentos2,6, Gaspar, SC Carrefour2, São Paulo, SP Ipiranga3,6, Rio de Janeiro, RJ Telefônica2,6, São Paulo, SP Telemar2,6, Rio de Janeiro, RJ Vivo2,6, Londrina, PR Wal-Mart2, Barueri, SP Braskem2,6, Camaçari, BA Pão de Açúcar2,6, São Paulo, SP Brasil Telecom3,6, Brasília, DF Cargill2,6, São Paulo, SP TIM Celular3,6, São Paulo, SP CSN2,6, Rio de Janeiro, RJ Ford1, São Bernardo do Campo, SP Mercedes-Benz2, São Bernardo do Campo, SP Casas Bahia1, São Caetano do Sul, SP ArcelorMittal2,6, Belo Horizonte, MG Texaco1, Rio de Janeiro, RJ Claro2,6, São Paulo, SP Embratel2,6, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Aços Longos2,6, Rio de Janeiro, RJ AES Eletropaulo2,6, São Paulo, SP Usiminas2,6, Belo Horizonte, MG Sadia2,6, Concórdia, SC Souza Cruz2,6, Rio de Janeiro, RJ TAM2,6, São Paulo, SP Embraer2,6, São José dos Campos, SP Esso1, Rio de Janeiro, RJ Unilever2, São Paulo, SP Moto Honda2, Manaus, AM Cosipa2,6, São Paulo, SP Toyota1, São Bernardo do Campo, SP Perdigão Agroindustrial2, São Paulo, SP Bunge Fertilizantes2,6, São Paulo, SP Honda Automóveis2, Sumaré, SP Light Sesa2,6, Rio de Janeiro, RJ ArcelorMittal Tubarão2,6, Serra, ES Peugeot Citroën2, Rio de Janeiro, RJ Oi2,6, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Açominas3,6, Ouro Branco, MG Whirlpool2,6, São Paulo, SP CPFL - Paulista2,6, Campinas, SP Nestlé1, São Paulo, SP Renault2,6, São José dos Pinhais, PR

Mineração Autoindústria Autoindústria Bens de Consumo Autoindústria Atacado Bens de Consumo Varejo Atacado Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Varejo Química e Petroquímica Varejo Telecomunicações Bens de Consumo Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Autoindústria Varejo Siderurgia e Metalurgia Atacado Telecomunicações Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Energia Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Bens de Consumo Transporte Autoindústria Atacado Bens de Consumo Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Bens de Consumo Química e Petroquímica Autoindústria Energia Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Eletroeletrônico Energia Bens de Consumo Autoindústria

15 296,8 14 414,3 11 452,0 11 239,3 10 731,5 10 191,0 10 112,4 9 978,9 9 854,1 9 652,9 9 141,0 8 823,6 7 528,5 7 161,6 6 411,0 6 393,1 6 207,8 6 206,3 6 155,8 6 128,5 6 111,9 6 039,7 5 954,9 5 867,4 5 657,5 5 590,8 5 365,0 5 218,3 5 096,6 5 007,2 4 869,3 4 770,1 4 765,3 4 658,5 4 569,7 3 903,6 3 874,8 3 848,1 3 776,7 3 650,0 3 521,2 3 505,5 3 390,3 3 341,3 3 320,3 3 287,1 2 991,2 2 965,2 2 797,8 2 704,5

PATRIMÔNIO

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

34,8 NA 1,4 -10,6 NA 6,7 49,6 NA -13,1 -4,4 -9,3 1,2 NA -16,4 1,5 -4,7 13,3 -1,1 11,7 NA NA NA NA NA 5,2 3,1 25,8 -6,6 4,8 11,1 -0,2 16,7 5,5 NA NA NA 0,4 NA NA 26,0 NA -9,7 -3,4 NA 18,2 31,8 0,4 -12,6 NA 13,8

4 772,0 NI 803,7 667,6 NI -259,8 -10,3 NI 79,2 1 046,5 354,9 524,0 NI -1 084,3 81,1 444,0 -193,7 40,4 1 644,7 NI NI NI 701,4 NI 229,6 257,2 576,3 561,2 828,7 -1 356,9 470,5 -855,8 167,4 NI NI NI 548,2 NI NI -64,7 NI 423,5 347,8 NI 202,6 158,9 184,3 297,0 NI 65,4

9 105,3 NI 801,6 1 309,1 NI -209,9 0,9 NI 137,2 1 035,5 650,6 425,4 NI -1 072,7 111,4 440,7 -164,0 78,7 2 000,7 NI NI NI 1 100,2 NI 442,1 295,4 621,6 439,5 1 390,2 -1 067,1 518,7 -584,0 175,2 NI NI NI 512,3 NI NI 80,8 NI 392,9 496,3 NI 261,5 144,9 283,9 252,6 NI 15,0

42 919,4 NI 658,7 7 544,5 NI 1 062,6 1 000,2 NI 1 115,5 4 629,4 4 535,8 3 315,4 NI 1 830,3 2 452,9 2 818,7 152,2 3 555,4 3 289,4 NI NI NI 6 970,9 NI 3 642,0 3 363,6 2 467,5 1 875,2 6 600,9 220,8 760,7 284,3 2 647,3 NI NI NI 2 348,7 NI NI 1 045,1 NI 1 205,0 310,7 NI 3 936,5 1 892,8 696,0 534,8 NI 603,6

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

41 196,0 NI 602,4 7 393,3 NI 923,3 934,2 NI 1 095,2 4 298,5 4 272,3 3 045,5 NI 1 579,8 2 314,0 2 670,5 122,2 3 332,8 2 887,7 NI NI NI 6 731,2 NI 3 332,2 3 156,0 2 359,6 1 648,9 6 465,9 119,0 737,4 255,2 2 585,9 NI NI NI 2 195,2 NI NI 1 014,6 NI 1 043,8 112,7 NI 3 768,5 1 726,1 672,8 466,6 NI 558,2

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável

198 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES PRIVADAS.indd 1

6/29/09 8:30:45 PM


| COMÉRCIO POR VENDAS

M A IOR E S VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | COMÉRCIO

1 3 7 2 8 5 4 6 9 10 13 11 15 12 20 14 19 16 17 18 30 21 22 24 26 23 25 27 29 33 31 · 34 41 32 37 35 47 36 39 45 · 48 38 46 50 · 44 · ·

BR Distribuidora2,6, Rio de Janeiro, RJ Shell2,6, Rio de Janeiro, RJ Carrefour2, São Paulo, SP Ipiranga3,6, Rio de Janeiro, RJ Wal-Mart2, Barueri, SP Pão de Açúcar2,6, São Paulo, SP Casas Bahia1, São Caetano do Sul, SP Texaco1, Rio de Janeiro, RJ Esso1, Rio de Janeiro, RJ Ale2,6, Natal, RN ADM1, São Paulo, SP Makro2,6, São Paulo, SP Lojas Americanas2,6, Rio de Janeiro, RJ Copersucar2,6,7, São Paulo, SP Coamo2, Campo Mourão, PR Ponto Frio2,6, Rio de Janeiro, RJ B2W2,6, Osasco, SP Casas Pernambucanas-SP2,6, São Paulo, SP Ipiranga Distribuidora1, Porto Alegre, RS Grupo Martins2,6, Uberlândia, MG Amaggi2,6, Rondonópolis, MT Sendas3,6, São João de Meriti, RJ Atacadão1, São Paulo, SP Profarma2,6, Rio de Janeiro, RJ Renner2,6, Porto Alegre, RS Panarello1, Goiânia, GO Magazine Luiza1, Franca, SP Lojas Riachuelo2,6, São Paulo, SP Sotreq2,6, Sumaré, SP McDonald’s1, Barueri, SP G. Barbosa2,6, Nossa Senhora do Socorro, SE Lojas Marisa2, São Paulo, SP Petróleo Sabbá2,6, Manaus, AM C. Vale2,6, Palotina, PR Insinuante1, Lauro de Freitas, BA Bretas2, Contagem, MG Zaffari & Bourbon2, Porto Alegre, RS Cooxupé2,6, Guaxupé, MG DMA2, São Paulo, SP Prezunic1, Rio de Janeiro, RJ Farmácia Pague Menos2,6, Fortaleza, CE Cooperativa Agrária2,6, Guarapuava, PR Lojas CEM3,6, Salto, SP DPaschoal2,6, Campinas, SP Agrenco1, São Paulo, SP Drogaria São Paulo2,6, São Paulo, SP Carol2,6, Orlândia, SP Angeloni2,6, Criciúma, SC Comigo2,6, Rio Verde, GO Leroy Merlin2, São Paulo, SP

Atacado Atacado Varejo Atacado Varejo Varejo Varejo Atacado Atacado Atacado Produção Agropecuária Atacado Varejo Energia Produção Agropecuária Varejo Varejo Varejo Atacado Atacado Atacado Varejo Varejo Atacado Varejo Atacado Varejo Varejo Varejo Varejo Varejo Varejo Atacado Produção Agropecuária Varejo Varejo Varejo Atacado Varejo Varejo Varejo Produção Agropecuária Varejo Varejo Atacado Varejo Produção Agropecuária Varejo Atacado Varejo

28 888,0 10 191,0 9 978,9 9 854,1 7 528,5 6 411,0 6 039,7 5 867,4 4 658,5 2 700,3 2 353,7 2 216,7 2 168,7 2 087,8 2 007,9 1 982,9 1 870,6 1 792,6 1 700,9 1 615,1 1 557,1 1 492,6 1 376,7 1 294,1 1 258,6 1 250,1 1 176,8 1 120,6 1 104,8 940,5 915,5 886,5 882,6 864,7 821,6 817,8 798,2 776,0 759,5 723,9 688,6 671,8 658,9 653,1 643,9 627,2 616,8 616,0 607,5 607,3

PATRIMÔNIO

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

3 231,8 1 062,6 NI 1 115,5 NI 2 452,9 NI NI NI 57,7 NI 185,4 165,8 120,2 732,6 325,7 107,8 202,1 NI 75,2 158,4 8,9 NI 200,8 315,6 NI NI 241,6 127,4 NI 11,0 NI 59,0 155,9 NI NI NI 127,5 NI NI 23,7 258,3 260,4 91,8 NI 23,1 37,7 163,0 160,1 NI

3 157,3 923,3 NI 1 095,2 NI 2 314,0 NI NI NI 50,6 NI 177,8 137,6 118,5 721,7 319,1 95,5 191,3 NI 72,4 151,0 -9,4 NI 200,0 304,4 NI NI 227,3 121,9 NI 0,7 NI 57,4 146,7 NI NI NI 123,4 NI NI 21,9 245,2 259,3 90,6 NI 21,6 32,5 153,0 153,0 NI

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

11,4 6,7 NA -13,1 NA 1,5 NA NA NA -1,6 NA -2,0 6,7 -5,7 22,3 -3,9 11,6 -3,1 NA -4,0 64,0 -5,9 NA 1,8 0,4 NA NA -0,7 7,9 NA -0,9 NA 7,6 24,4 NA NA NA 24,1 NA NA 8,0 28,7 6,8 -13,0 NA 7,9 20,7 -6,7 50,9 NA

442,1 -259,8 NI 79,2 NI 81,1 NI NI NI 1,0 NI 32,4 66,5 -11,6 111,2 -15,7 37,1 13,5 NI 10,2 25,0 5,9 NI -4,1 59,8 NI NI -34,3 36,0 NI -45,1 NI 4,1 10,5 NI NI NI 5,3 NI NI 1,2 17,5 11,2 -4,6 NI 4,3 -24,6 8,2 11,1 NI

551,6 -209,9 NI 137,2 NI 111,4 NI NI NI -0,2 NI 42,6 49,9 -0,3 135,1 7,1 33,1 23,0 NI 15,8 28,6 -11,0 NI 13,5 69,5 NI NI -15,9 37,8 NI -36,7 NI 5,5 11,7 NI NI NI 11,8 NI NI 1,2 25,8 17,5 5,0 NI 4,4 -25,5 11,7 19,5 NI

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável

200 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES COMERCIO.indd 1

6/29/09 8:31:19 PM


| INDÚSTRIAS POR VENDAS

M A IOR E S VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | INDÚSTRIAS

1 4 2 5 3 6 8 7 12 11 9 13 23 10 19 15 17 14 18 16 22 21 25 26 29 30 24 31 40 28 27 33 · · 38 37 35 · 41 · · 43 34 47 32 39 · · · 46

Petrobras2,6, Rio de Janeiro, RJ Vale2,6, Rio de Janeiro, RJ Volkswagen2, São Bernardo do Campo, SP Fiat2,6, Betim, MG Ambev2,6, São Paulo, SP General Motors1, São Caetano do Sul, SP Bunge Alimentos2,6, Gaspar, SC Braskem2,6, Camaçari, BA Cargill2,6, São Paulo, SP CSN2,6, Rio de Janeiro, RJ Ford1, São Bernardo do Campo, SP Mercedes-Benz2, São Bernardo do Campo, SP ArcelorMittal2,6, Belo Horizonte, MG Refap2,6, Canoas, RS Gerdau Aços Longos2,6, Rio de Janeiro, RJ Usiminas2,6, Belo Horizonte, MG Sadia2,6, Concórdia, SC Souza Cruz2,6, Rio de Janeiro, RJ Embraer2,6, São José dos Campos, SP Unilever2, São Paulo, SP Moto Honda2, Manaus, AM Cosipa2,6, São Paulo, SP Toyota1, São Bernardo do Campo, SP Perdigão Agroindustrial2, São Paulo, SP Bunge Fertilizantes2,6, São Paulo, SP Honda Automóveis2, Sumaré, SP ArcelorMittal Tubarão2,6, Serra, ES Peugeot Citroën2, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Açominas3,6, Ouro Branco, MG Whirlpool2,6, São Paulo, SP Nestlé1, São Paulo, SP Renault2,6, São José dos Pinhais, PR Bertin2,6, Lins, SP Nokia2, Manaus, AM LDC2,6, São Paulo, SP JBS3,6, São Paulo, SP Basf2,6, São Paulo, SP Votorantim Cimentos2,6, Votorantim, SP Samsung1,6, Manaus, AM Case New Holland1, Contagem, MG Odebrecht2,6, Rio de Janeiro, RJ Suzano2,6, Salvador, BA Robert Bosch2, Campinas, SP Volvo2, Curitiba, PR ArcelorMittal Inox3,6, Belo Horizonte, MG Natura2,6, Itapecerica da Serra, SP Mitsubishi Motors2, São Paulo, SP Camargo Corrêa2,6, São Paulo, SP Samarco2,6, Belo Horizonte, MG Kraft Foods2,6, Curitiba, PR

Energia Mineração Autoindústria Autoindústria Bens de Consumo Autoindústria Bens de Consumo Química e Petroquímica Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Bens de Consumo Autoindústria Bens de Consumo Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Bens de Consumo Química e Petroquímica Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Eletroeletrônico Bens de Consumo Autoindústria Bens de Consumo Eletroeletrônico Produção Agropecuária Bens de Consumo Química e Petroquímica Indústria da Construção Eletroeletrônico Autoindústria Indústria da Construção Papel e Celulose Autoindústria Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Autoindústria Indústria da Construção Mineração Bens de Consumo

92 409,2 15 296,8 14 414,3 11 452,0 11 239,3 10 731,5 10 112,4 7 161,6 6 207,8 6 155,8 6 128,5 6 111,9 5 954,9 5 948,2 5 365,0 5 096,6 5 007,2 4 869,3 4 765,3 4 569,7 3 903,6 3 874,8 3 848,1 3 776,7 3 650,0 3 521,2 3 390,3 3 341,3 3 287,1 2 991,2 2 797,8 2 704,5 2 691,5 2 468,7 2 464,8 2 396,4 2 390,4 2 283,7 2 218,7 2 213,5 2 172,9 2 166,8 2 164,1 2 087,2 2 040,6 2 032,1 2 023,8 1 984,6 1 888,6 1 802,8

PATRIMÔNIO

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

9,8 34,8 NA 1,4 -10,6 NA 49,6 -16,4 13,3 11,7 NA NA NA 2,9 25,8 4,8 11,1 -0,2 5,5 NA NA 0,4 NA NA 26,0 NA -3,4 NA 31,8 0,4 NA 13,8 NA NA 18,6 9,2 2,8 31,1 12,3 NA NA 15,7 NA NA -16,9 0,7 NA 46,3 NA 0,3

14 124,3 4 772,0 NI 803,7 667,6 NI -10,3 -1 084,3 -193,7 1 644,7 NI NI 701,4 - 822,4 576,3 828,7 -1 356,9 470,5 167,4 NI NI 548,2 NI NI -64,7 NI 347,8 NI 158,9 184,3 NI 65,4 -234,9 NI -58,7 -91,6 81,9 171,6 -37,0 NI 63,9 -172,5 NI NI -62,8 191,8 NI 112,6 465,6 98,8

15 605,3 9 105,3 NI 801,6 1 309,1 NI 0,9 -1 072,7 -164,0 2 000,7 NI NI 1 100,2 - 608,4 621,6 1 390,2 -1 067,1 518,7 175,2 NI NI 512,3 NI NI 80,8 NI 496,3 NI 144,9 283,9 NI 15,0 -291,8 NI 14,1 11,1 108,2 234,3 67,2 NI 252,0 -186,0 NI NI 16,4 225,0 NI 129,3 453,5 117,0

64 055,1 42 919,4 NI 658,7 7 544,5 NI 1 000,2 1 830,3 152,2 3 289,4 NI NI 6 970,9 221,9 2 467,5 6 600,9 220,8 760,7 2 647,3 NI NI 2 348,7 NI NI 1 045,1 NI 310,7 NI 1 892,8 696,0 NI 603,6 1 469,6 NI 606,0 2 673,6 627,8 1 329,4 257,0 NI 1 083,0 1 808,3 NI NI 757,2 305,5 NI 665,3 359,6 181,6

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

61 639,3 41 196,0 NI 602,4 7 393,3 NI 934,2 1 579,8 122,2 2 887,7 NI NI 6 731,2 99,4 2 359,6 6 465,9 119,0 737,4 2 585,9 NI NI 2 195,2 NI NI 1 014,6 NI 112,7 NI 1 726,1 672,8 NI 558,2 1 357,3 NI 594,0 2 624,9 611,4 1 302,3 250,9 NI 1 074,1 1 615,3 NI NI 691,4 304,3 NI 651,7 254,2 170,1

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável

202 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES INDUSTRIAS.indd 1

6/29/09 8:31:48 PM


| SERVIÇOS POR VENDAS

M A IOR E S VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | SERVIÇOS

1 2 3 4 5 8 7 6 13 10 11 9 12 19 18 15 14 20 16 21 24 23 29 22 27 26 28 17 · 30 32 33 31 50 44 35 41 39 36 42 49 40 38 43 37 34 48 · 46 45

Telefônica2,6, São Paulo, SP Telemar2,6, Rio de Janeiro, RJ Vivo2,6, Londrina, PR Brasil Telecom3,6, Brasília, DF TIM Celular3,6, São Paulo, SP Claro2,6, São Paulo, SP Embratel2,6, Rio de Janeiro, RJ AES Eletropaulo2,6, São Paulo, SP Eletrobrás3,6, Brasília, DF E.C.T.2,6, Brasília, DF TAM2,6, São Paulo, SP Cemig Distribuição2,6, Belo Horizonte, MG Light Sesa2,6, Rio de Janeiro, RJ Itaipu Binacional2, Brasília, DF Oi2,6, Rio de Janeiro, RJ Sabesp2,6, São Paulo, SP CPFL - Paulista2,6, Campinas, SP Furnas2,6, Rio de Janeiro, RJ Copel DIS2,6, Curitiba, PR Globo2,6, Rio de Janeiro, RJ Chesf2,6, Recife, PE TIM-NE3,6, Jaboatão dos Guararapes, PE Comgás3,6, São Paulo, SP Celesc Distribuição2,6, Florianópolis, SC Coelba2,6, Salvador, BA Eletronorte2,6, Brasília, DF HP1, Barueri, SP IBM1, São Paulo, SP Americel2,6, Brasília, DF Transpetro2,6, Rio de Janeiro, RJ Ampla2,6, Niterói, RJ Cemig GT2,6, Belo Horizonte, MG Elektro2,6, Campinas, SP LG3, Taubaté, SP MRS2,6, Rio de Janeiro, RJ Celpe3,6, Recife, PE Cedae2, Rio de Janeiro, RJ Liquigás2,6, São Paulo, SP SHV Gás2,6, Betim, MG Visanet2,6, Barueri, SP Amil2,6, Rio de Janeiro, RJ Tractebel Energia2,6, Florianópolis, SC Celg3,6, Goiânia, GO Cesp2,6, São Paulo, SP Bandeirante2,6, São Paulo, SP CPFL - Piratininga2,6, Campinas, SP Coelce3,6, Fortaleza, CE Varig3,6, Rio de Janeiro, RJ Ultragaz3,6, São Paulo, SP RGE2,6, Caxias do Sul, RS

Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Telecomunicações Energia Energia Serviços Transporte Energia Energia Energia Telecomunicações Serviços Energia Energia Energia Comunicações Energia Telecomunicações Energia Energia Energia Energia Indústria Digital Indústria Digital Telecomunicações Transporte Energia Energia Energia Indústria Digital Transporte Energia Serviços Energia Energia Serviços Serviços Energia Energia Energia Energia Energia Energia Transporte Energia Energia

9 652,9 9 141,0 8 823,6 6 393,1 6 206,3 5 657,5 5 590,8 5 218,3 4 852,6 4 804,5 4 770,1 4 451,6 3 505,5 3 423,8 3 320,3 3 037,1 2 965,2 2 804,0 2 781,8 2 676,9 2 504,9 2 257,4 2 229,0 2 128,5 2 067,6 2 035,0 2 031,3 1 954,0 1 925,6 1 791,2 1 704,3 1 687,2 1 652,0 1 574,8 1 510,8 1 510,6 1 465,0 1 458,3 1 452,6 1 421,5 1 376,4 1 371,3 1 337,6 1 326,4 1 321,6 1 291,1 1 230,2 1 169,9 1 164,4 1 139,6

PATRIMÔNIO

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

-4,4 -9,3 1,2 -4,7 -1,1 5,2 3,1 -6,6 30,0 0,3 16,7 -9,0 -9,7 NA 18,2 -4,7 -12,6 2,0 -5,0 1,2 7,7 -4,7 11,2 -10,7 -6,0 -7,6 NA NA 77,3 -4,8 1,6 1,2 -6,7 NA 21,5 -2,2 NA -0,4 -4,0 8,6 16,8 -4,5 -9,2 2,3 -12,2 -17,7 -2,3 NA -3,7 -6,0

1 046,5 354,9 524,0 444,0 40,4 229,6 257,2 561,2 184,3 298,9 -855,8 315,9 423,5 NI 202,6 492,6 297,0 211,6 202,0 159,3 624,5 156,7 258,1 76,9 301,2 -757,5 NI NI 41,5 146,3 161,3 454,9 180,2 NI 338,3 184,1 NI 22,4 11,3 626,7 47,0 461,7 -84,1 -1 013,5 96,1 113,7 144,0 -420,9 -2,6 76,5

1 035,5 650,6 425,4 440,7 78,7 442,1 295,4 439,5 2 625,8 342,8 -584,0 303,5 392,9 NI 261,5 301,8 252,6 194,5 232,9 202,6 615,0 259,0 220,0 56,8 348,7 -1 037,5 NI NI 57,1 162,2 120,4 421,8 167,6 2,8 283,8 199,5 NI 25,4 14,4 596,4 61,6 477,2 -104,5 -1 006,3 88,0 95,0 144,9 -404,2 -1,4 70,2

4 629,4 4 535,8 3 315,4 2 818,7 3 555,4 3 642,0 3 363,6 1 875,2 36 638,9 1 385,0 284,3 1 193,2 1 205,0 NI 3 936,5 4 834,7 534,8 6 370,8 1 783,5 1 533,9 6 053,4 1 202,9 565,6 665,0 1 500,5 3 144,2 NI NI 474,1 869,2 878,4 1 641,7 520,0 NI 735,5 694,5 NI 218,4 259,8 78,1 252,0 1 444,4 350,3 3 938,1 413,4 224,9 752,9 308,8 202,6 621,2

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

4 298,5 4 272,3 3 045,5 2 670,5 3 332,8 3 332,2 3 156,0 1 648,9 36 636,0 1 328,5 255,2 1 059,5 1 043,8 NI 3 768,5 4 360,1 466,6 5 902,5 1 694,0 1 438,9 5 532,3 1 135,5 486,6 612,8 1 385,1 2 648,1 NI NI 445,3 839,0 785,0 1 489,6 472,0 290,6 664,0 645,5 NI 208,9 241,5 68,1 243,3 1 361,0 281,8 3 382,3 376,0 194,7 698,7 299,5 189,6 561,3

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável

204 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES SERVICOS.indd 1

6/29/09 8:32:22 PM


| MUNDO DIGITAL POR VENDAS

M A IOR E S VENDAS VALOR EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

(em US$ milhões)

| 1 - 50 MAIORES | MUNDO DIGITAL

5 3 2 1 4 8 6 7 9 15 12 14 11 13 16 · 18 31 20 22 26 27 25 28 34 29 21 33 24 30 42 43 37 32 39 10 47 50 17 45 · · 46 40 · 19 44 · · 49

Nokia2, Manaus, AM Samsung1,6, Manaus, AM HP1, Barueri, SP IBM1, São Paulo, SP B2W2,6, Osasco, SP LG3, Taubaté, SP Siemens1, São Paulo, SP LG-AM3,6, Manaus, AM Positivo2,6, Curitiba, PR Alcatel2,6, São Paulo, SP Motorola1, Jaguariúna, SP Ericsson Telecomunicações2,6, São Paulo, SP Serpro2,6, Brasília, DF Itautec3,6, São Paulo, SP Accenture1, São Paulo, SP Google1, São Paulo, SP Philips da Amazônia1, Manaus, AM SAP1, São Paulo, SP Panasonic1, Manaus, AM Sony1, Manaus, AM Gradiente1, Manaus, AM Officer2,6, São Paulo, SP Oracle1, São Paulo, SP CPM Braxis1, Barueri, SP UOL2,6, Barueri, SP Samsung SDI1, Manaus, AM Unisys1, Rio de Janeiro, RJ Nortel1, São Paulo, SP Intel1, São Paulo, SP Terra2,6, Porto Alegre, RS Diebold-SP2,6, São Paulo, SP NEC3,6, São Paulo, SP Orbitall3,6, São Caetano do Sul, SP Semp Toshiba Informática2, Salvador, BA Dataprev2,6, Brasília, DF Xerox1, Vitória, ES Totvs2,6, São Paulo, SP Diebold-AM2,6, Manaus, AM Microsoft Brasil1, São Paulo, SP CTIS2,6, Brasília, DF Tivit Tecnologia2,6, São Paulo, SP Tivit Terceirização2,6, São Paulo, SP Prodesp2, Taboão da Serra, SP Politec2,6, Brasília, DF Stefanini2,6, Jaguariúna, SP Computer Associates1, São Paulo, SP Cobra2,6, Rio de Janeiro, RJ CSU2,6, Barueri, SP Medidata2,6, Rio de Janeiro, RJ Thomson Multímidia-AM2,6, Manaus, AM

Eletroeletrônico Eletroeletrônico Indústria Digital Indústria Digital Varejo Indústria Digital Eletroeletrônico Eletroeletrônico Indústria Digital Eletroeletrônico Eletroeletrônico Eletroeletrônico Indústria Digital Indústria Digital Serviços Indústria Digital Eletroeletrônico Indústria Digital Eletroeletrônico Eletroeletrônico Eletroeletrônico Atacado Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Eletroeletrônico Indústria Digital Eletroeletrônico Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Eletroeletrônico Serviços Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Serviços Serviços Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Indústria Digital Serviços Indústria Digital Indústria Digital

2 468,7 2 218,7 2 031,3 1 954,0 1 870,6 1 574,8 1 501,7 1 018,7 987,1 701,6 670,6 657,9 616,0 610,4 572,9 500,0 497,4 458,7 440,3 426,3 413,0 406,6 377,1 350,8 342,7 337,5 333,1 315,3 315,3 293,4 289,5 284,5 283,3 282,8 258,4 248,7 243,3 222,9 209,0 202,3 201,8 201,0 200,2 193,2 184,2 177,6 175,1 173,8 171,4 164,4

PATRIMÔNIO

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

LÍQUIDO AJUSTADO

LÍQUIDO LEGAL

(em %)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

LUCRO

CRESCIMENTO

NA 12,3 NA NA 11,6 NA NA -11,1 -4,5 18,3 NA 10,8 -30,7 -3,5 NA NA NA NA NA NA NA 1,0 NA NA 0,5 NA NA NA NA -21,6 30,5 32,9 -11,7 -21,0 -5,3 NA NA 20,8 NA -4,8 NA NA -2,9 -24,9 25,9 NA -18,1 2,6 23,7 -11,5

NI -37,0 NI NI 37,1 NI NI -10,4 30,6 20,2 NI -29,9 1,1 2,5 NI NI NI NI NI NI NI 3,4 NI NI 18,9 NI NI NI NI -2,1 12,6 -3,0 47,5 -34,2 30,8 NI 5,8 0,7 NI 4,0 6,1 0,7 14,3 -23,6 13,5 NI -4,3 4,2 9,7 3,8

NI 67,2 NI NI 33,1 2,8 NI 3,8 58,2 19,2 NI 14,8 0,3 17,3 NI NI NI NI NI NI NI 4,8 NI NI 41,2 NI NI NI NI -4,4 32,9 0,0 54,6 -28,4 33,1 NI 20,6 7,1 NI 4,9 5,9 1,7 14,8 -13,5 13,8 NI -3,7 4,1 12,8 7,2

NI 257,0 NI NI 107,8 NI NI 192,9 246,0 44,1 NI 483,7 443,7 197,6 NI NI NI NI NI NI NI 21,5 NI NI 318,0 NI NI NI NI 9,0 199,9 62,9 266,8 61,2 84,7 NI 198,1 104,3 NI 24,5 118,7 31,2 127,1 33,4 15,3 NI -29,3 60,1 40,7 82,5

NI 250,9 NI NI 95,5 290,6 NI 189,7 243,9 42,7 NI 478,3 427,5 193,8 NI NI NI NI NI NI NI 21,3 NI NI 314,8 NI NI NI NI 6,4 195,9 61,1 261,8 61,1 83,5 NI 194,1 104,0 NI 23,8 111,5 29,6 124,2 32,9 14,9 NI -30,1 54,6 40,6 82,1

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável

206 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES MUNDO DIGITAL.indd 1

6/29/09 8:33:03 PM


| EXPORTADORAS POR VENDAS

M A IOR E S EMPRESA/SEDE

ORDEM

SETOR

TOTAL DAS VENDAS

VALOR DA EXPORTAÇÃO

PARTICIPAÇÃO NAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

MAIORES | EXPORTADORAS

| 1 - 50

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

1 2 5 3 4 7 6 13 24 9 12 · 14 8 11 21 30 31 · 20 26 15 16 · 17 28 22 18 10 · 19 40 32 35 29 41 · 27 42 36 33 46 · · · 25 48 · 49 ·

Petrobras2,6, Rio de Janeiro, RJ Vale2,6, Rio de Janeiro, RJ Bunge Alimentos2,6, Gaspar, SC Embraer2,6, São José dos Campos, SP Cargill2,6, São Paulo, SP Sadia2,6, Concórdia, SC Volkswagen2, São Bernardo do Campo, SP Samarco2,6, Belo Horizonte, MG Gerdau Açominas3,6, Ouro Branco, MG LDC2,6, São Paulo, SP Perdigão Agroindustrial2, São Paulo, SP Mercedes-Benz2, São Bernardo do Campo, SP TAM2,6, São Paulo, SP General Motors1, São Caetano do Sul, SP ArcelorMittal Tubarão2,6, Serra, ES CBMM3,6, Araxá, MG Amaggi2,6, Rondonópolis, MT ArcelorMittal2,6, Belo Horizonte, MG Bertin2,6, Lins, SP Alunorte2,6, Barcarena, PA Suzano2,6, Salvador, BA JBS3,6, São Paulo, SP Aracruz2,6, Aracruz, ES Seara2,6, Itajaí, SC Albras2,6, Barcarena, PA Shell2,6, Rio de Janeiro, RJ Copersucar2,6,7, São Paulo, SP Fiat2,6, Betim, MG Braskem2,6, Camaçari, BA Aliança2, São Paulo, SP Caraíba2,6, Dias d’Ávila, BA BR Distribuidora2,6, Rio de Janeiro, RJ Doux2,6, Montenegro, RS Frigorífico Minerva3,6, Barretos, SP Cosipa2,6, São Paulo, SP Weg Equipamentos2,6, Jaraguá do Sul, SC Odebrecht2,6, Rio de Janeiro, RJ Robert Bosch2, Campinas, SP Bianchini3,6, Porto Alegre, RS Cenibra2,6, Belo Oriente, MG Refap2,6, Canoas, RS Toyota1, São Bernardo do Campo, SP Souza Cruz2,6, Rio de Janeiro, RJ Andrade Gutierrez2,6, São Paulo, SP Vale Manganês3,6, Simões Filho, BA CSN2,6, Rio de Janeiro, RJ Gerdau Aços Longos2,6, Rio de Janeiro, RJ Coamo2, Campo Mourão, PR Cosan2,6,7, Piracicaba, SP VCP2,6, São Paulo, SP

Energia Mineração Bens de Consumo Autoindústria Bens de Consumo Bens de Consumo Autoindústria Mineração Siderurgia e Metalurgia Produção Agropecuária Bens de Consumo Autoindústria Transporte Autoindústria Siderurgia e Metalurgia Mineração Atacado Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Mineração Papel e Celulose Bens de Consumo Papel e Celulose Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Atacado Energia Autoindústria Química e Petroquímica Transporte Siderurgia e Metalurgia Atacado Bens de Consumo Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Bens de Capital Indústria da Construção Autoindústria Bens de Consumo Papel e Celulose Química e Petroquímica Autoindústria Bens de Consumo Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Siderurgia e Metalurgia Produção Agropecuária Energia Papel e Celulose

92 409,2 15 296,8 10 112,4 4 765,3 6 207,8 5 007,2 14 414,3 1 888,6 3 287,1 2 464,8 3 776,7 6 111,9 4 770,1 10 731,5 3 390,3 1 320,0 1 557,1 5 954,9 2 691,5 1 392,9 2 166,8 2 396,4 1 160,6 1 368,8 968,0 10 191,0 2 087,8 11 452,0 7 161,6 1 084,3 1 336,3 28 888,0 873,5 1 014,7 3 874,8 1 654,6 2 172,9 2 164,1 595,3 572,6 5 948,2 3 848,1 4 869,3 1 651,3 847,1 6 155,8 5 365,0 2 007,9 775,7 1 200,4

15 651,2 11 065,5 6 227,1 4 648,6 4 093,7 2 112,1 1 954,5 1 866,9 1 666,0 1 645,5 1 575,7 1 565,2 1 414,8 1 387,5 1 274,2 1 239,2 1 172,7 1 153,8 1 119,8 1 089,6 1 087,6 1 076,6 1 059,7 944,4 902,9 880,9 845,0 826,4 806,6 800,8 772,5 719,9 717,4 642,7 628,2 584,8 576,5 567,7 525,2 518,1 504,2 499,4 481,4 477,6 431,4 426,7 417,0 413,3 410,7 402,9

16,9 72,3 61,6 97,6 65,9 42,2 13,6 98,9 50,7 66,8 41,7 25,6 29,7 12,9 37,6 93,9 75,3 19,4 41,6 78,2 50,2 44,9 91,3 69,0 93,3 8,6 40,5 7,2 11,3 73,9 57,8 2,5 82,1 63,3 16,2 35,3 26,5 26,2 88,2 90,5 8,5 13,0 9,9 28,9 50,9 6,9 7,8 20,6 52,9 33,6

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 8. Ebitda publicado pela empresa NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável

208 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES EXPORTADORAS.indd 1

6/29/09 8:33:27 PM


A empresa terminou 2008 avaliada em 3,1 bilhões de dólares. Com isso, avançou 17 posições no ranking das 100 maiores em relação a 2007

POR VALOR DE MERCADO

M A IOR E S EMPRESA

ORDEM

SETOR

MAIORES | CAPITAL ABERTO

| 1 - 50

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

1 2 4 3 5 11 6 13 9 15 10 32 17 · 19 21 · 27 12 30 · 23 34 22 54 48 24 · 46 55 67 28 18 63 25 38 47 44 52 50 42 43 31 61 60 33 58 69 39 62

Petrobras Vale Itaú Unibanco Bradesco AmBev Santander Banco do Brasil Eletrobrás CSN Telefônica Gerdau Brasil Telecom Redecard OGX Petróleo CPFL Energia Cemig Telemar Souza Cruz Usiminas Tractebel Energia BM&FBovespa Vivo Participações CCR TIM Participações Embrapar Natura Weg Nossa Caixa Pão de Açúcar JBS Ultrapar ALL Bradespar CTEEP Embraer Sabesp Copel Perdigão Coelba AES Tietê Fosfertil NET Cesp Light Sesa Whirlpool Lojas Americanas AES Eletropaulo Comgás Suzano Cosan

Energia Mineração Banco Banco Bens de Consumo Banco Banco Energia Siderurgia e Metalurgia Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Telecomunicações Serviços Energia Energia Energia Telecomunicações Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Energia Serviços Telecomunicações Serviços Telecomunicações Telecomunicações Bens de Consumo Bens de Capital Banco Varejo Bens de Consumo Diversos Transporte Banco Energia Autoindústria Serviços Energia Bens de Consumo Energia Energia Química e Petroquímica Telecomunicações Energia Energia Eletroeletrônico Varejo Energia Energia Papel e Celulose Energia

VALOR DE MERCADO EM 2008

VALOR DE MERCADO EM 2007

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

95 846 58 469 41 499 27 965 24 179 20 261 16 125 12 378 9 414 9 087 8 516 7 666 7 401 7 274 6 191 6 120 5 776 5 769 5 529 5 181 5 121 4 374 4 076 3 628 3 600 3 487 3 303 3 124 3 121 2 962 2 911 2 868 2 833 2 766 2 728 2 707 2 686 2 628 2 493 2 249 2 019 1 926 1 908 1 908 1 854 1 843 1 704 1 652 1 586 1 574

202 006 127 069 49 773 50 498 36 619 14 638 35 366 12 597 18 993 10 747 15 148 6 200 9 107 NA 7 593 7 555 9 614 6 923 12 722 6 533 NA 7 377 5 208 7 534 3 178 3 425 7 313 1 187 3 653 3 037 2 390 6 855 8 046 2 616 7 010 4 403 3 631 3 829 3 221 3 268 3 978 3 852 6 226 2 739 2 755 5 479 2 854 2 199 4 267 2 664

CRESCIMENTO (em %)

163

PREÇO/LUCRO 31/12 2007

31/12 2008

26/6 2009

18,0 12,3 12,9 14,0 28,7 16,9 14,9 17,5 13,8 9,6 9,7 12,5 27,3 NA 9,8 9,1 6,1 16,2 8,5 13,3 NA -136,1 19,0 186,2 7,9 15,7 27,1 8,3 36,8 -33,7 28,0 61,2 15,3 6,8 22,7 8,9 6,6 22,7 10,8 10,4 19,1 39,5 79,6 4,6 11,7 110,3 8,5 13,3 16,8 15,3

6,1 5,7 10,3 9,1 20,3 17,6 4,3 4,8 3,9 9,4 5,3 7,3 14,5 36,7 11,3 8,4 8,7 10,8 4,1 10,9 18,8 26,0 13,3 38,3 13,5 15,7 13,8 11,3 27,6 252,7 17,1 32,6 6,0 7,6 15,0 6,3 6,1 111,4 7,2 8,2 6,1 -47,3 -2,1 4,6 6,0 39,2 6,0 7,7 -8,3 -5,9

8,9 7,0 13,3 12,2 20,3 21,4 6,7 5,8 6,4 9,0 9,1 11,0 17,7 64,3 12,0 9,5 13,6 11,9 8,3 12,7 NA 31,5 18,2 56,9 18,1 19,5 15,4 42,9 27,2 -34,0 21,2 53,9 8,0 8,6 14,9 6,8 6,7 -35,1 7,6 10,7 9,4 -138,1 -2,8 5,4 7,2 60,3 5,6 8,6 -9,5 -9,4

ORDEM

EMPRESA

SETOR

2008 2007

-52,6 -54,0 -16,6 -44,6 -34,0 38,4 -54,4 -1,7 -50,4 -15,4 -43,8 23,7 -18,7 NA -18,5 -19,0 -39,9 -16,7 -56,5 -20,7 NA -40,7 -21,7 -51,8 13,3 1,8 -54,8 163,2 -14,6 -2,5 21,8 -58,2 -64,8 5,7 -61,1 -38,5 -26,0 -31,4 -22,6 -31,2 -49,2 -50,0 -69,4 -30,3 -32,7 -66,4 -40,3 -24,9 -62,8 -40,9

51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

35 37 · 26 41 72 70 73 68 · 56 57 53 · 74 45 59 65 100 · 86 93 92 40 · 75 · 91 64 96 95 84 97 85 · 78 · 99 · 80 · · 81 · 77 · · 66 · ·

VCP Klabin BNB Aracruz Cyrela Brazil Realty GVT Holding EDP Ampla Porto Seguro CEEE TAM Braskem Sadia Hypermarcas Banrisul B2W Amil Elektro M. Dias Branco Celpe Copasa Yara Marfrig Gol Linhas Aéreas Terna Renner Quattor Multiplan Duratex Rede Aços Villares PDG Realty Brasmotor Duke Energy Coelce BR Malls Celesc SulAmérica Cia. Nacional de Seguros CEEE-GT Anhanguera Educacional Magnesita Cosern Localiza SLC Agrícola Gafisa Tenaris Confab Usina Costa Pinto MRV Engenharia Energisa Vulcabrás

Papel e Celulose Papel e Celulose Banco Papel e Celulose Diversos Holding Energia Energia Seguros Energia Transporte Química e Petroquímica Bens de Consumo Bens de Consumo Banco Varejo Serviços Energia Bens de Consumo Energia Serviços Química e Petroquímica Produção Agropecuária Transporte Energia Varejo Química e Petroquímica Serviços Indústria da Construção Energia Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Diversos Energia Energia Diversos Energia Seguros Energia Serviços Mineração Energia Transporte Bens de Consumo Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Energia Indústria da Construção Energia Têxteis

VALOR DE MERCADO EM 2008

VALOR DE MERCADO EM 2007

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

1 545 1 506 1 427 1 407 1 401 1 392 1 339 1 309 1 237 1 231 1 227 1 207 1 145 1 132 1 130 1 122 1 107 1 012 962 949 924 874 858 851 826 815 815 777 757 715 705 697 690 686 673 665 663 641 636 635 631 615 600 585 583 580 576 570 568 554

5 198 4 499 1 226 6 924 4 044 2 134 2 173 2 120 2 317 1 363 3 018 2 984 3 184 NA 2 066 3 735 2 761 2 507 1 330 1 017 1 672 1 417 1 461 4 160 1 278 2 057 1 070 1 472 2 526 1 353 1 358 1 712 1 340 1 690 787 1 923 770 1 332 1 189 1 799 NA 684 1 790 694 2 019 1 006 733 2 418 965 587

% foi o crescimento de valor de mercado da Nossa Caixa, o maior índice entre as empresas deste ranking CRESCIMENTO

PREÇO/LUCRO

(em %)

31/12 2007

31/12 2008

26/6 2009

-70,3 -66,5 16,4 -79,7 -65,4 -34,8 -38,4 -38,2 -46,6 -9,7 -59,3 -59,5 -64,1 NA -45,3 -70,0 -59,9 -59,6 -27,7 -6,7 -44,8 -38,3 -41,3 -79,5 -35,3 -60,4 -23,9 -47,2 -70,0 -47,1 -48,1 -59,3 -48,5 -59,4 -14,4 -65,4 -13,9 -51,9 -46,5 -64,7 NA -10,2 -66,5 -15,6 -71,1 -42,4 -21,4 -76,4 -41,2 -5,7

13,2 9,6 13,3 12,8 20,4 71,6 10,6 29,4 11,7 460,4 49,8 10,2 9,9 NA 4,3 129,2 94,2 10,4 35,6 6,9 10,8 24,4 31,9 32,5 12,7 28,1 15,8 136,2 17,6 49,7 9,1 40,6 11,7 48,3 6,8 -46,9 4,7 7,2 33,1 9 107,7 NA 8,6 24,3 41,5 36,2 8,6 7,7 99,0 6,4 -114,1

-2,8 -8,6 8,3 -0,6 11,8 106,1 9,0 10,9 10,0 182,3 -2,1 -1,1 -1,0 -10,8 3,9 34,1 12,0 6,0 10,5 4,8 5,3 -5,7 -47,6 -1,6 10,3 11,7 -5,6 23,5 5,9 8,4 4,2 8,9 4,1 9,6 5,2 -51,1 5,2 3,6 12,1 -51,9 -22,2 6,8 10,4 29,6 12,4 2,7 94,6 5,8 12,9 7,5

-3,1 -7,0 7,0 -0,7 17,3 164,7 12,2 12,9 10,8 138,9 -2,4 -1,5 -1,1 -34,9 5,6 59,2 17,2 8,3 11,8 5,7 6,4 -4,9 -37,2 -2,1 16,2 18,3 -4,9 28,1 9,4 8,3 6,8 15,5 7,5 12,9 5,0 532,0 7,3 7,0 9,2 -1 364,5 -16,7 7,9 21,1 41,5 19,7 3,6 21,9 15,1 18,0 8,1

| 51 - 100

| CAPITAL ABERTO

MAIORES | CAPITAL ABERTO

29O– PÃO DE AÇÚCAR

Obs.: no cálculo do valor de mercado de empresas com mais de uma classe de ação em que uma das classes não teve nenhum negócio nos 90 dias anteriores à data analisada, atribuiu-se àquela classe cotação igual à da classe mais líquida. Valores de mercado atualizados pela variação média do IGP-M para 31/12/2008. Conversões para o dólar utilizando a taxa de US$ 1,00 = R$ 2,3370. A inflação nos primeiros seis meses de 2009 foi desprezada. O valor do P/L refere-se à classe de ação mais líquida da empresa, a qual se encontra informada na coluna respectiva. O P/L de 2007 e 2008 é calculado com o preço da ação no fim do ano e lucro por ação daquele ano. Já o P/L de 26/6/2009 é calculado com o preço da ação nessa data e lucro por ação do período entre 1o/4/2008 e 31/3/2009. No valor de mercado total das 100 maiores empresas, existem casos de dupla contagem, uma vez que existem empresas da lista que possuem ações de outras empresas que também estão na lista Fonte: Economática

212 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES CAPITAL ABERTO.indd 1-2

6/29/09 8:46:53 PM


A empresa terminou 2008 avaliada em 3,1 bilhões de dólares. Com isso, avançou 17 posições no ranking das 100 maiores em relação a 2007

POR VALOR DE MERCADO

M A IOR E S EMPRESA

ORDEM

SETOR

MAIORES | CAPITAL ABERTO

| 1 - 50

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

1 2 4 3 5 11 6 13 9 15 10 32 17 · 19 21 · 27 12 30 · 23 34 22 54 48 24 · 46 55 67 28 18 63 25 38 47 44 52 50 42 43 31 61 60 33 58 69 39 62

Petrobras Vale Itaú Unibanco Bradesco AmBev Santander Banco do Brasil Eletrobrás CSN Telefônica Gerdau Brasil Telecom Redecard OGX Petróleo CPFL Energia Cemig Telemar Souza Cruz Usiminas Tractebel Energia BM&FBovespa Vivo Participações CCR TIM Participações Embrapar Natura Weg Nossa Caixa Pão de Açúcar JBS Ultrapar ALL Bradespar CTEEP Embraer Sabesp Copel Perdigão Coelba AES Tietê Fosfertil NET Cesp Light Sesa Whirlpool Lojas Americanas AES Eletropaulo Comgás Suzano Cosan

Energia Mineração Banco Banco Bens de Consumo Banco Banco Energia Siderurgia e Metalurgia Telecomunicações Siderurgia e Metalurgia Telecomunicações Serviços Energia Energia Energia Telecomunicações Bens de Consumo Siderurgia e Metalurgia Energia Serviços Telecomunicações Serviços Telecomunicações Telecomunicações Bens de Consumo Bens de Capital Banco Varejo Bens de Consumo Diversos Transporte Banco Energia Autoindústria Serviços Energia Bens de Consumo Energia Energia Química e Petroquímica Telecomunicações Energia Energia Eletroeletrônico Varejo Energia Energia Papel e Celulose Energia

VALOR DE MERCADO EM 2008

VALOR DE MERCADO EM 2007

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

95 846 58 469 41 499 27 965 24 179 20 261 16 125 12 378 9 414 9 087 8 516 7 666 7 401 7 274 6 191 6 120 5 776 5 769 5 529 5 181 5 121 4 374 4 076 3 628 3 600 3 487 3 303 3 124 3 121 2 962 2 911 2 868 2 833 2 766 2 728 2 707 2 686 2 628 2 493 2 249 2 019 1 926 1 908 1 908 1 854 1 843 1 704 1 652 1 586 1 574

202 006 127 069 49 773 50 498 36 619 14 638 35 366 12 597 18 993 10 747 15 148 6 200 9 107 NA 7 593 7 555 9 614 6 923 12 722 6 533 NA 7 377 5 208 7 534 3 178 3 425 7 313 1 187 3 653 3 037 2 390 6 855 8 046 2 616 7 010 4 403 3 631 3 829 3 221 3 268 3 978 3 852 6 226 2 739 2 755 5 479 2 854 2 199 4 267 2 664

CRESCIMENTO (em %)

163

PREÇO/LUCRO 31/12 2007

31/12 2008

26/6 2009

18,0 12,3 12,9 14,0 28,7 16,9 14,9 17,5 13,8 9,6 9,7 12,5 27,3 NA 9,8 9,1 6,1 16,2 8,5 13,3 NA -136,1 19,0 186,2 7,9 15,7 27,1 8,3 36,8 -33,7 28,0 61,2 15,3 6,8 22,7 8,9 6,6 22,7 10,8 10,4 19,1 39,5 79,6 4,6 11,7 110,3 8,5 13,3 16,8 15,3

6,1 5,7 10,3 9,1 20,3 17,6 4,3 4,8 3,9 9,4 5,3 7,3 14,5 36,7 11,3 8,4 8,7 10,8 4,1 10,9 18,8 26,0 13,3 38,3 13,5 15,7 13,8 11,3 27,6 252,7 17,1 32,6 6,0 7,6 15,0 6,3 6,1 111,4 7,2 8,2 6,1 -47,3 -2,1 4,6 6,0 39,2 6,0 7,7 -8,3 -5,9

8,9 7,0 13,3 12,2 20,3 21,4 6,7 5,8 6,4 9,0 9,1 11,0 17,7 64,3 12,0 9,5 13,6 11,9 8,3 12,7 NA 31,5 18,2 56,9 18,1 19,5 15,4 42,9 27,2 -34,0 21,2 53,9 8,0 8,6 14,9 6,8 6,7 -35,1 7,6 10,7 9,4 -138,1 -2,8 5,4 7,2 60,3 5,6 8,6 -9,5 -9,4

ORDEM

EMPRESA

SETOR

2008 2007

-52,6 -54,0 -16,6 -44,6 -34,0 38,4 -54,4 -1,7 -50,4 -15,4 -43,8 23,7 -18,7 NA -18,5 -19,0 -39,9 -16,7 -56,5 -20,7 NA -40,7 -21,7 -51,8 13,3 1,8 -54,8 163,2 -14,6 -2,5 21,8 -58,2 -64,8 5,7 -61,1 -38,5 -26,0 -31,4 -22,6 -31,2 -49,2 -50,0 -69,4 -30,3 -32,7 -66,4 -40,3 -24,9 -62,8 -40,9

51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100

35 37 · 26 41 72 70 73 68 · 56 57 53 · 74 45 59 65 100 · 86 93 92 40 · 75 · 91 64 96 95 84 97 85 · 78 · 99 · 80 · · 81 · 77 · · 66 · ·

VCP Klabin BNB Aracruz Cyrela Brazil Realty GVT Holding EDP Ampla Porto Seguro CEEE TAM Braskem Sadia Hypermarcas Banrisul B2W Amil Elektro M. Dias Branco Celpe Copasa Yara Marfrig Gol Linhas Aéreas Terna Renner Quattor Multiplan Duratex Rede Aços Villares PDG Realty Brasmotor Duke Energy Coelce BR Malls Celesc SulAmérica Cia. Nacional de Seguros CEEE-GT Anhanguera Educacional Magnesita Cosern Localiza SLC Agrícola Gafisa Tenaris Confab Usina Costa Pinto MRV Engenharia Energisa Vulcabrás

Papel e Celulose Papel e Celulose Banco Papel e Celulose Diversos Holding Energia Energia Seguros Energia Transporte Química e Petroquímica Bens de Consumo Bens de Consumo Banco Varejo Serviços Energia Bens de Consumo Energia Serviços Química e Petroquímica Produção Agropecuária Transporte Energia Varejo Química e Petroquímica Serviços Indústria da Construção Energia Siderurgia e Metalurgia Indústria da Construção Diversos Energia Energia Diversos Energia Seguros Energia Serviços Mineração Energia Transporte Bens de Consumo Indústria da Construção Siderurgia e Metalurgia Energia Indústria da Construção Energia Têxteis

VALOR DE MERCADO EM 2008

VALOR DE MERCADO EM 2007

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

1 545 1 506 1 427 1 407 1 401 1 392 1 339 1 309 1 237 1 231 1 227 1 207 1 145 1 132 1 130 1 122 1 107 1 012 962 949 924 874 858 851 826 815 815 777 757 715 705 697 690 686 673 665 663 641 636 635 631 615 600 585 583 580 576 570 568 554

5 198 4 499 1 226 6 924 4 044 2 134 2 173 2 120 2 317 1 363 3 018 2 984 3 184 NA 2 066 3 735 2 761 2 507 1 330 1 017 1 672 1 417 1 461 4 160 1 278 2 057 1 070 1 472 2 526 1 353 1 358 1 712 1 340 1 690 787 1 923 770 1 332 1 189 1 799 NA 684 1 790 694 2 019 1 006 733 2 418 965 587

% foi o crescimento de valor de mercado da Nossa Caixa, o maior índice entre as empresas deste ranking CRESCIMENTO

PREÇO/LUCRO

(em %)

31/12 2007

31/12 2008

26/6 2009

-70,3 -66,5 16,4 -79,7 -65,4 -34,8 -38,4 -38,2 -46,6 -9,7 -59,3 -59,5 -64,1 NA -45,3 -70,0 -59,9 -59,6 -27,7 -6,7 -44,8 -38,3 -41,3 -79,5 -35,3 -60,4 -23,9 -47,2 -70,0 -47,1 -48,1 -59,3 -48,5 -59,4 -14,4 -65,4 -13,9 -51,9 -46,5 -64,7 NA -10,2 -66,5 -15,6 -71,1 -42,4 -21,4 -76,4 -41,2 -5,7

13,2 9,6 13,3 12,8 20,4 71,6 10,6 29,4 11,7 460,4 49,8 10,2 9,9 NA 4,3 129,2 94,2 10,4 35,6 6,9 10,8 24,4 31,9 32,5 12,7 28,1 15,8 136,2 17,6 49,7 9,1 40,6 11,7 48,3 6,8 -46,9 4,7 7,2 33,1 9 107,7 NA 8,6 24,3 41,5 36,2 8,6 7,7 99,0 6,4 -114,1

-2,8 -8,6 8,3 -0,6 11,8 106,1 9,0 10,9 10,0 182,3 -2,1 -1,1 -1,0 -10,8 3,9 34,1 12,0 6,0 10,5 4,8 5,3 -5,7 -47,6 -1,6 10,3 11,7 -5,6 23,5 5,9 8,4 4,2 8,9 4,1 9,6 5,2 -51,1 5,2 3,6 12,1 -51,9 -22,2 6,8 10,4 29,6 12,4 2,7 94,6 5,8 12,9 7,5

-3,1 -7,0 7,0 -0,7 17,3 164,7 12,2 12,9 10,8 138,9 -2,4 -1,5 -1,1 -34,9 5,6 59,2 17,2 8,3 11,8 5,7 6,4 -4,9 -37,2 -2,1 16,2 18,3 -4,9 28,1 9,4 8,3 6,8 15,5 7,5 12,9 5,0 532,0 7,3 7,0 9,2 -1 364,5 -16,7 7,9 21,1 41,5 19,7 3,6 21,9 15,1 18,0 8,1

| 51 - 100

| CAPITAL ABERTO

MAIORES | CAPITAL ABERTO

29O– PÃO DE AÇÚCAR

Obs.: no cálculo do valor de mercado de empresas com mais de uma classe de ação em que uma das classes não teve nenhum negócio nos 90 dias anteriores à data analisada, atribuiu-se àquela classe cotação igual à da classe mais líquida. Valores de mercado atualizados pela variação média do IGP-M para 31/12/2008. Conversões para o dólar utilizando a taxa de US$ 1,00 = R$ 2,3370. A inflação nos primeiros seis meses de 2009 foi desprezada. O valor do P/L refere-se à classe de ação mais líquida da empresa, a qual se encontra informada na coluna respectiva. O P/L de 2007 e 2008 é calculado com o preço da ação no fim do ano e lucro por ação daquele ano. Já o P/L de 26/6/2009 é calculado com o preço da ação nessa data e lucro por ação do período entre 1o/4/2008 e 31/3/2009. No valor de mercado total das 100 maiores empresas, existem casos de dupla contagem, uma vez que existem empresas da lista que possuem ações de outras empresas que também estão na lista Fonte: Economática

212 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

100 MAIORES CAPITAL ABERTO.indd 1-2

6/29/09 8:46:53 PM


Maiores em finanças As páginas a seguir trazem uma radiografia do setor financeiro brasileiro. A lista dos 50 maiores bancos do país apresenta dados como patrimônio líquido, lucro líquido, rentabilidade, ativo total, volume de depósitos e empréstimos e financiamentos. Veja também quais são as instituições que se destacam pelo número de correntistas e cotistas, pelo número de agências, pelo volume de crédito imobiliário e de crédito para automóveis, os maiores emissores de cartões de crédito, os maiores gestores de patrimônio, os maiores bancos de investimento e as principais corretoras.

financas.indd 2

6/29/09 8:29:04 PM


FINANÇAS | Bancos

O ano da consolidação

Fusões e aquisições movimentaram os grandes bancos, que foram às compras para ganhar competitividade | Juliana garçon

218 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ABRE indicadores•AL.indd 1-2

Os campeões de clientes O ranking de bancos segundo o número de correntistas e cotistas em 2008 BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

ORDEM

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

Banco do Brasil Itaú Unibanco Bradesco Caixa Santander Nossa Caixa HSBC Bank Banrisul Banestes Citibank Mercantil do Brasil Safra Geração Futuro BRDE Alfa

Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Espanhol Estatal Inglês Estatal Estatal Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro

CORRENTISTAS(1)

30 377 996 21 475 000 20 080 843 15 000 000 8 500 000 5 343 973 3 108 311 2 969 941 435 894 380 131 230 614 91 033 68 800 39 003 25 450

Agências do Itaú e do Unibanco em São Paulo: a fusão deu início a uma nova onda de consolidação do mercado

O ano de 2008 entrou deu um exemplo

BETO BARATA/AE

N

o ano passado, o setor financeiro foi responsável por um terço do volume das operações de fusões envolvendo empresas brasileiras. A transação de maior destaque foi a união entre o Itaú e o Unibanco, um negócio avaliado em 46 bilhões de dólares. O anúncio da fusão, em novembro, surpreendeu até os mais bem informados analistas de mercado e fez nascer uma instituição gigante, renomeada como Itaú Unibanco. O espanto se deveu ao fato de que o Itaú e o Unibanco, então o terceiro e o quarto maiores bancos do país em patrimônio, respectivamente, não dependiam da união para sobreviver — motivo preponderante das fusões ocorridas na primeira etapa da consolidação do sistema bancário, durante o período de estabilização econômica do Plano Real. A operação resultou na maior instituição financeira do hemisfério sul, com uma participação de 20% nos ativos bancários do Brasil, e na mudança no ranking do setor no país. O Itaú Unibanco assumiu a liderança, seguido por Banco do Brasil e Bradesco. A maior fusão bancária da história do país ajudou a precipitar outras operações envolvendo alguns dos maiores bancos brasileiros. Três semanas após o anúncio da fusão entre o Itaú e o Unibanco, o Banco do Brasil divulgou a compra da Nossa Caixa, por 3,2 bilhões de dólares. Controlada pelo governo paulista, a Nossa Caixa levou consigo uma rede de cerca de 550 agências no estado mais rico do país. (Diferentemente do que ocorreu com o Itaú Unibanco, os números do Banco do

para a história como aquele em que o sistema bancário brasileiro de solidez em meio à tormenta que abalou o mercado financeiro

(1) Em dezembro de 2008 Fonte: bancos

Quem lucrou mais Os maiores bancos em lucro líquido em 2008 BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

ORDEM

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Bradesco Itaú Unibanco Banco do Brasil Caixa HSBC Bank Santander Safra Citibank UBS Pactual Votorantim

Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Inglês Espanhol Brasileiro Americano Suíço Brasileiro

LUCRO LÍQUIDO (em US$ milhões)

3 355 3 339 3 022 1 323 623 387 337 319 254 238 Fonte: Fipecafi

Brasil e da Nossa Caixa não aparecem somados nos rankings deste anuário, já que o balanço do Banco do Brasil de 2008 não consolidou a operação.) Em janeiro, o Banco do Brasil deu mais um passo no processo de consolidação ao anunciar a compra de metade do controle acionário do Banco Votorantim, que há anos vinha crescendo vigorosamente — era o oitavo maior banco do país por patrimônio em 2007 e assumiu o sexto lugar em 2008. A movimentação de fusões e aquisições ocorrida no ano passado provocou mudanças no ranking dos maiores bancos por patrimônio de MELHORES E MAIORES. Nesta edição, o Santander aparece em primeiro lugar, com 20,9 bi-

lhões de dólares, seguido pelo Itaú Unibanco, 18,6 bilhões de dólares. Essa configuração de posições tem uma relação direta com a forma com que essas instituições contabilizaram suas mais recentes associações. Após a compra do Real, no final de 2007, o Santander optou por amortizar o ágio da operação de associação em seus dez balanços subsequentes, o que é permitido por lei. O Itaú Unibanco amortizou todo o ágio da fusão no balanço de 2008, o que subtraiu 6,5 bilhões de dólares de seu patrimônio líquido. Não fosse isso, o Itaú Unibanco teria fechado o ano passado com um patrimônio de 25 bilhões de dólares — assumindo, portanto, a liderança do mercado.

Embora tenha causado certa apreensão no setor empresarial, em razão da possível diminuição da concorrência, a concentração dos bancos não deve alterar o mercado de maneira significativa. “Os dez maiores bancos brasileiros já detinham 85% do mercado”, diz Milena Zaniboni, analista da agência de risco Standard & Poor’s. O ano de 2008 também entra para a história como aquele em que o sistema brasileiro deu demonstrações de força em meio à tormenta que abalou os mercados financeiros do mundo. O Lehman Brothers quebrou, insuflando uma onda de pânico. O Citibank, um dos maiores bancos do mundo, teve de receber aportes do governo americano para

sobreviver. O Merrill Lynch foi adquirido por um também frágil Bank of America. Vários países europeus saíram em socorro a algumas de suas principais instituições. É verdade que, no último trimestre, os bancos brasileiros, sobretudo os médios e pequenos, passaram por um sufoco de liquidez. Mas a redução do recolhimento compulsório promovida pelo governo ajudou a injetar mais dinheiro na economia. O saldo final do ano foi sintetizado pelos elogios de especialistas ao elevado nível de regulação do sistema financeiro brasileiro — uma característica antes criticada, mas se que provou segura num ano que marcará para sempre o mercado financeiro mundial.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 219

6/29/09 10:47:52 PM


FINANÇAS | Bancos

O ano da consolidação

Fusões e aquisições movimentaram os grandes bancos, que foram às compras para ganhar competitividade | Juliana garçon

218 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ABRE indicadores•AL.indd 1-2

Os campeões de clientes O ranking de bancos segundo o número de correntistas e cotistas em 2008 BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

ORDEM

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

Banco do Brasil Itaú Unibanco Bradesco Caixa Santander Nossa Caixa HSBC Bank Banrisul Banestes Citibank Mercantil do Brasil Safra Geração Futuro BRDE Alfa

Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Espanhol Estatal Inglês Estatal Estatal Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro

CORRENTISTAS(1)

30 377 996 21 475 000 20 080 843 15 000 000 8 500 000 5 343 973 3 108 311 2 969 941 435 894 380 131 230 614 91 033 68 800 39 003 25 450

Agências do Itaú e do Unibanco em São Paulo: a fusão deu início a uma nova onda de consolidação do mercado

O ano de 2008 entrou deu um exemplo

BETO BARATA/AE

N

o ano passado, o setor financeiro foi responsável por um terço do volume das operações de fusões envolvendo empresas brasileiras. A transação de maior destaque foi a união entre o Itaú e o Unibanco, um negócio avaliado em 46 bilhões de dólares. O anúncio da fusão, em novembro, surpreendeu até os mais bem informados analistas de mercado e fez nascer uma instituição gigante, renomeada como Itaú Unibanco. O espanto se deveu ao fato de que o Itaú e o Unibanco, então o terceiro e o quarto maiores bancos do país em patrimônio, respectivamente, não dependiam da união para sobreviver — motivo preponderante das fusões ocorridas na primeira etapa da consolidação do sistema bancário, durante o período de estabilização econômica do Plano Real. A operação resultou na maior instituição financeira do hemisfério sul, com uma participação de 20% nos ativos bancários do Brasil, e na mudança no ranking do setor no país. O Itaú Unibanco assumiu a liderança, seguido por Banco do Brasil e Bradesco. A maior fusão bancária da história do país ajudou a precipitar outras operações envolvendo alguns dos maiores bancos brasileiros. Três semanas após o anúncio da fusão entre o Itaú e o Unibanco, o Banco do Brasil divulgou a compra da Nossa Caixa, por 3,2 bilhões de dólares. Controlada pelo governo paulista, a Nossa Caixa levou consigo uma rede de cerca de 550 agências no estado mais rico do país. (Diferentemente do que ocorreu com o Itaú Unibanco, os números do Banco do

para a história como aquele em que o sistema bancário brasileiro de solidez em meio à tormenta que abalou o mercado financeiro

(1) Em dezembro de 2008 Fonte: bancos

Quem lucrou mais Os maiores bancos em lucro líquido em 2008 BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

ORDEM

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Bradesco Itaú Unibanco Banco do Brasil Caixa HSBC Bank Santander Safra Citibank UBS Pactual Votorantim

Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Inglês Espanhol Brasileiro Americano Suíço Brasileiro

LUCRO LÍQUIDO (em US$ milhões)

3 355 3 339 3 022 1 323 623 387 337 319 254 238 Fonte: Fipecafi

Brasil e da Nossa Caixa não aparecem somados nos rankings deste anuário, já que o balanço do Banco do Brasil de 2008 não consolidou a operação.) Em janeiro, o Banco do Brasil deu mais um passo no processo de consolidação ao anunciar a compra de metade do controle acionário do Banco Votorantim, que há anos vinha crescendo vigorosamente — era o oitavo maior banco do país por patrimônio em 2007 e assumiu o sexto lugar em 2008. A movimentação de fusões e aquisições ocorrida no ano passado provocou mudanças no ranking dos maiores bancos por patrimônio de MELHORES E MAIORES. Nesta edição, o Santander aparece em primeiro lugar, com 20,9 bi-

lhões de dólares, seguido pelo Itaú Unibanco, 18,6 bilhões de dólares. Essa configuração de posições tem uma relação direta com a forma com que essas instituições contabilizaram suas mais recentes associações. Após a compra do Real, no final de 2007, o Santander optou por amortizar o ágio da operação de associação em seus dez balanços subsequentes, o que é permitido por lei. O Itaú Unibanco amortizou todo o ágio da fusão no balanço de 2008, o que subtraiu 6,5 bilhões de dólares de seu patrimônio líquido. Não fosse isso, o Itaú Unibanco teria fechado o ano passado com um patrimônio de 25 bilhões de dólares — assumindo, portanto, a liderança do mercado.

Embora tenha causado certa apreensão no setor empresarial, em razão da possível diminuição da concorrência, a concentração dos bancos não deve alterar o mercado de maneira significativa. “Os dez maiores bancos brasileiros já detinham 85% do mercado”, diz Milena Zaniboni, analista da agência de risco Standard & Poor’s. O ano de 2008 também entra para a história como aquele em que o sistema brasileiro deu demonstrações de força em meio à tormenta que abalou os mercados financeiros do mundo. O Lehman Brothers quebrou, insuflando uma onda de pânico. O Citibank, um dos maiores bancos do mundo, teve de receber aportes do governo americano para

sobreviver. O Merrill Lynch foi adquirido por um também frágil Bank of America. Vários países europeus saíram em socorro a algumas de suas principais instituições. É verdade que, no último trimestre, os bancos brasileiros, sobretudo os médios e pequenos, passaram por um sufoco de liquidez. Mas a redução do recolhimento compulsório promovida pelo governo ajudou a injetar mais dinheiro na economia. O saldo final do ano foi sintetizado pelos elogios de especialistas ao elevado nível de regulação do sistema financeiro brasileiro — uma característica antes criticada, mas se que provou segura num ano que marcará para sempre o mercado financeiro mundial.

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 219

6/29/09 10:47:52 PM


3O– BRADESCO

| BANCOS

O banco obteve no ano passado um lucro de 3,35 bilhões de dólares, o maior entre as instituições financeiras avaliadas por este anuário

POR PATRIMÔNIO

M A IOR E S TIPO

MAIORES | BANCOS POR PATRIMÔNIO

| 1 - 50

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

7 · 1 2 6 8 10 11 12 14 15 13 22 17 16 18 19 20 21 23 28 32 25 33 27 31 36 29 37 30 34 26 38 35 41 44 49 42 43 46 45 40 48 50 · · 47 · · ·

Santander, São Paulo, SP Itaú Unibanco, São Paulo, SP Bradesco, Osasco, SP Banco do Brasil, Brasília, DF Caixa, Brasília, DF Votorantim, São Paulo, SP HSBC Bank, Curitiba, PR Safra, São Paulo, SP UBS Pactual, Rio de Janeiro, RJ Banrisul, Porto Alegre, RS Nossa Caixa, São Paulo, SP Citibank, São Paulo, SP BMG, Belo Horizonte, MG BNB, Fortaleza, CE Banco da Amazônia, Belém, PA Bicbanco, São Paulo, SP Daycoval, São Paulo, SP Alfa, São Paulo, SP Panamericano, São Paulo, SP JP Morgan, São Paulo, SP Gmac, São Paulo, SP Volkswagen, São Paulo, SP ABC Brasil, São Paulo, SP Deutsche Bank, São Paulo, SP Cruzeiro do Sul, São Paulo, SP BNP Paribas, São Paulo, SP Credicard Citi, São Paulo, SP Sofisa, São Paulo, SP IBI, Barueri, SP Pine, São Paulo, SP Paraná, Curitiba, PR BBM, Salvador, BA Fibra, São Paulo, SP CNH, Curitiba, PR Morgan Stanley, São Paulo, SP Banestes, Vitória, ES Barclays, São Paulo, SP Mercantil do Brasil, Belo Horizonte, MG Banco Mercedes-Benz, São Paulo, SP Rabobank, São Paulo, SP WestLB, São Paulo, SP ING Bank, São Paulo, SP Indusval Multistock, São Paulo, SP BRB, Brasília, DF Carrefour, São Paulo, SP Industrial do Brasil, São Paulo, SP Rural, Belo Horizonte, MG Calyon Brasil, São Paulo, SP DLL Brasil, Porto Alegre, RS Tribanco, Uberlândia, MG

Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo

AJUSTADO

LEGAL

AJUSTADO

LEGAL

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

20 878,9 18 683,8 14 479,4 12 581,9 5 320,7 2 720,7 2 318,1 1 761,9 1 644,3 1 317,6 1 310,4 1 050,3 845,5 767,2 759,6 703,5 687,7 666,1 620,9 583,3 412,6 496,9 496,1 461,9 451,5 419,5 392,5 364,8 369,6 353,9 344,8 304,1 323,3 307,7 259,2 242,8 242,8 219,5 219,7 210,4 198,3 197,2 191,9 176,8 175,7 161,7 143,9 154,7 140,5 133,6

387,1 3 339,1 3 355,7 3 022,6 1 323,5 238,7 623,5 337,3 254,8 154,5 180,9 319,1 56,1 121,0 28,6 79,3 24,5 24,1 55,9 -1,2 113,6 75,1 19,5 193,0 41,6 84,8 53,7 25,3 11,3 24,9 4,8 39,3 30,2 -1,6 20,3 61,0 66,5 13,0 0,0 12,8 8,7 -40,5 15,2 48,8 53,7 2,8 27,0 3,1 -4,2 15,1

659,4 3 339,1 3 260,7 3 766,7 1 661,7 385,9 578,1 360,9 358,9 252,8 276,7 388,7 103,0 180,2 92,4 138,9 85,6 81,8 101,0 40,4 58,7 103,2 64,2 207,6 76,6 114,0 81,2 39,5 25,1 56,9 33,6 40,1 43,8 20,6 40,6 69,0 81,7 18,4 18,5 30,2 25,3 -19,5 30,7 47,2 67,0 15,6 21,8 16,5 9,0 24,7

20 997,0 18 683,8 15 848,2 12 855,9 5 426,8 2 825,5 2 574,1 1 903,3 1 700,9 1 336,4 1 330,7 1 123,3 854,3 775,3 771,4 709,4 690,2 667,9 630,4 595,6 503,4 500,2 496,9 478,7 460,5 423,4 402,0 386,5 383,1 355,5 347,5 345,4 332,5 314,0 260,3 253,4 243,3 235,1 220,9 211,0 199,7 197,4 193,5 193,2 176,1 164,0 163,3 155,6 140,7 135,4

RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

DEPÓSITOS ORDEM POR EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS (em US$ milhões) DEPÓSITOS

AJUSTADO

LEGAL

(em %)

(em %)

1,8 16,6 19,7 21,0 21,7 7,9 23,0 14,9 12,5 10,6 12,7 17,2 6,1 13,9 3,5 10,4 3,4 3,5 8,5 -0,2 21,6 15,0 3,7 40,3 8,3 19,1 13,4 6,3 2,8 6,5 1,3 7,9 8,2 -0,5 7,4 22,6 27,3 5,3 0,0 5,8 4,1 -20,5 7,4 23,3 27,0 1,6 16,3 1,9 -2,9 10,6

3,1 16,6 20,9 26,7 27,7 13,3 23,5 17,0 18,1 17,5 19,7 21,8 11,3 20,9 11,3 18,3 11,8 11,9 15,6 6,9 13,5 20,8 12,2 44,9 15,6 25,9 20,7 10,3 6,5 15,0 9,3 8,8 12,2 6,3 14,9 26,6 33,7 8,1 8,4 13,6 12,1 -9,9 15,1 24,5 33,8 9,1 14,9 10,1 6,2 17,5

ATIVO TOTAL AJUSTADO (em US$ milhões)

(em US$ milhões)

ORDEM POR RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO AJUSTADO

LEGAL

DESPESAS COM PESSOAL

RIQUEZA CRIADA

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

823,4 3 392,5 2 522,0 3 810,4 3 768,1 65,0 788,6 293,0 136,4 368,6 632,7 392,4 42,8 342,0 118,5 61,1 31,2 51,0 10,2 58,9 NI NA 30,3 24,7 37,4 37,1 45,1 24,9 43,5 26,6 6,8 28,1 28,1 6,2 NI 77,6 11,9 119,7 19,3 17,5 18,2 16,7 23,1 112,0 10,5 13,7 42,4 9,7 11,0 17,1

1 354,7 10 905,5 701,5 8 343,8 5 712,0 147,7 1 406,7 497,5 488,7 732,7 885,6 NI 219,3 683,5 240,1 275,9 165,4 188,0 152,0 NI 42,3 114,3 126,4 NI 180,1 218,8 NI 68,5 136,9 126,5 41,0 60,4 56,7 19,2 NI 175,6 NI 143,2 39,5 NI 44,1 18,8 75,0 150,9 149,8 35,5 25,7 NI 20,4 NI

NÚMERO DE RIQUEZA EMPREGADOS CRIADA POR EMPREGADO

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

ORDEM

2008

20 654,1 94 596,1 47 517,5 81 172,7 31 306,1 7 585,1 13 178,4 6 852,5 678,3 4 304,0 5 121,9 3 002,6 1 603,0 2 595,3 701,1 2 903,1 1 355,6 2 980,9 1 244,1 30,7 1 173,9 3 416,9 1 816,9 337,6 488,5 330,0 393,9 1 048,2 1 034,2 1 130,7 392,1 866,8 1 342,8 1 385,6 0,0 1 035,0 20,5 1 347,1 1 301,3 1 058,9 306,2 137,5 525,7 696,9 222,6 336,7 348,9 90,8 1 194,6 373,0

25 006,0 88 057,4 100 455,7 118 280,4 70 789,9 8 230,1 28 672,7 7 120,0 1 578,1 6 167,7 15 920,2 3 467,1 646,8 1 767,4 792,3 1 931,1 753,8 1 896,9 767,8 339,2 1 078,8 2 473,4 1 070,8 1 377,8 968,2 1 527,6 69,9 626,5 696,7 527,6 276,8 1 053,6 990,2 353,6 88,1 1 932,0 241,1 1 398,5 422,7 264,0 126,1 364,7 353,8 1 751,7 222,6 314,0 577,9 92,5 NA 376,0

6 3 2 1 4 8 5 9 18 10 7 11 31 16 27 14 29 15 28 40 22 12 23 21 26 19 49 32 30 34 42 24 25 39 48 13 44 20 35 43 46 37 38 17 45 41 33 47 50 36

88 439,4 270 726,2 197 324,6 222 916,6 126 540,4 36 247,3 48 374,8 25 948,7 8 150,5 10 865,5 23 196,2 14 658,1 3 038,6 6 928,4 3 062,3 5 011,0 2 861,6 6 298,8 2 336,8 3 797,6 3 864,4 5 348,5 3 212,9 7 384,3 2 615,2 11 295,4 2 401,9 1 918,4 2 415,0 2 659,8 706,4 6 102,0 4 111,6 1 998,4 733,9 3 629,0 2 226,8 2 856,9 1 980,8 3 288,4 1 633,5 2 178,7 919,3 2 319,2 966,8 710,9 1 059,8 512,4 1 357,9 649,0

43 13 10 9 7 27 5 16 20 21 19 12 33 17 39 23 40 38 24 47 8 15 37 1 25 11 18 32 41 31 45 28 26 48 30 6 2 35 46 34 36 50 29 4 3 44 14 42 49 22

49 21 12 5 4 30 9 20 17 19 15 10 37 11 36 16 35 34 22 45 29 13 31 1 23 7 14 38 46 25 40 42 32 47 27 6 3 44 43 28 33 50 24 8 2 41 26 39 48 18

20 662 108 027 69 411 88 972 78 175 912 25 122 4 535 827 9 207 14 847 6 099 492 5 978 2 981 819 561 1 069 74 NI 367 0 425 206 594 349 714 509 NI 270 255 522 462 NI NI 2 059 NI 2 527 221 NI 83 103 329 2 283 199 250 581 NI 216 NI

62,3 126,0 10,4 97,7 74,6 175,4 54,0 107,5 560,4 81,3 56,2 NI 377,9 116,8 78,9 336,0 285,4 165,7 2 202,8 NI 116,2 NA 304,3 NI 307,9 668,2 NI 136,4 NI 327,8 154,3 112,9 128,0 NI NI 88,2 NI 55,3 175,8 NI 477,0 196,6 227,3 66,2 851,3 134,1 39,6 NI 106,9 NI

Espanhol Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Inglês Brasileiro Suíço Estatal Estatal Americano Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Americano Alemão Bareinita Alemão Brasileiro Francês Americano Brasileiro Holandês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Americano Estatal Anglo-argentino Brasileiro Alemão Holandês Alemão Holandês Brasileiro Estatal Francês Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

| 1 - 50

BANCO/SEDE

ORDEM

LUCRO LÍQUIDO

foi a rentabilidade do patrimônio registrada em 2008 pelo Deutsche Bank, a maior taxa entre os 50 maiores bancos

MAIORES | BANCOS POR PATRIMÔNIO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

40

%

NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: todos os valores se referem a 31/12/2008

220 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES BANCOS.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 221

6/29/09 8:34:28 PM


3O– BRADESCO

| BANCOS

O banco obteve no ano passado um lucro de 3,35 bilhões de dólares, o maior entre as instituições financeiras avaliadas por este anuário

POR PATRIMÔNIO

M A IOR E S TIPO

MAIORES | BANCOS POR PATRIMÔNIO

| 1 - 50

2008 2007

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

7 · 1 2 6 8 10 11 12 14 15 13 22 17 16 18 19 20 21 23 28 32 25 33 27 31 36 29 37 30 34 26 38 35 41 44 49 42 43 46 45 40 48 50 · · 47 · · ·

Santander, São Paulo, SP Itaú Unibanco, São Paulo, SP Bradesco, Osasco, SP Banco do Brasil, Brasília, DF Caixa, Brasília, DF Votorantim, São Paulo, SP HSBC Bank, Curitiba, PR Safra, São Paulo, SP UBS Pactual, Rio de Janeiro, RJ Banrisul, Porto Alegre, RS Nossa Caixa, São Paulo, SP Citibank, São Paulo, SP BMG, Belo Horizonte, MG BNB, Fortaleza, CE Banco da Amazônia, Belém, PA Bicbanco, São Paulo, SP Daycoval, São Paulo, SP Alfa, São Paulo, SP Panamericano, São Paulo, SP JP Morgan, São Paulo, SP Gmac, São Paulo, SP Volkswagen, São Paulo, SP ABC Brasil, São Paulo, SP Deutsche Bank, São Paulo, SP Cruzeiro do Sul, São Paulo, SP BNP Paribas, São Paulo, SP Credicard Citi, São Paulo, SP Sofisa, São Paulo, SP IBI, Barueri, SP Pine, São Paulo, SP Paraná, Curitiba, PR BBM, Salvador, BA Fibra, São Paulo, SP CNH, Curitiba, PR Morgan Stanley, São Paulo, SP Banestes, Vitória, ES Barclays, São Paulo, SP Mercantil do Brasil, Belo Horizonte, MG Banco Mercedes-Benz, São Paulo, SP Rabobank, São Paulo, SP WestLB, São Paulo, SP ING Bank, São Paulo, SP Indusval Multistock, São Paulo, SP BRB, Brasília, DF Carrefour, São Paulo, SP Industrial do Brasil, São Paulo, SP Rural, Belo Horizonte, MG Calyon Brasil, São Paulo, SP DLL Brasil, Porto Alegre, RS Tribanco, Uberlândia, MG

Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Comercial Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo Múltiplo

AJUSTADO

LEGAL

AJUSTADO

LEGAL

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

20 878,9 18 683,8 14 479,4 12 581,9 5 320,7 2 720,7 2 318,1 1 761,9 1 644,3 1 317,6 1 310,4 1 050,3 845,5 767,2 759,6 703,5 687,7 666,1 620,9 583,3 412,6 496,9 496,1 461,9 451,5 419,5 392,5 364,8 369,6 353,9 344,8 304,1 323,3 307,7 259,2 242,8 242,8 219,5 219,7 210,4 198,3 197,2 191,9 176,8 175,7 161,7 143,9 154,7 140,5 133,6

387,1 3 339,1 3 355,7 3 022,6 1 323,5 238,7 623,5 337,3 254,8 154,5 180,9 319,1 56,1 121,0 28,6 79,3 24,5 24,1 55,9 -1,2 113,6 75,1 19,5 193,0 41,6 84,8 53,7 25,3 11,3 24,9 4,8 39,3 30,2 -1,6 20,3 61,0 66,5 13,0 0,0 12,8 8,7 -40,5 15,2 48,8 53,7 2,8 27,0 3,1 -4,2 15,1

659,4 3 339,1 3 260,7 3 766,7 1 661,7 385,9 578,1 360,9 358,9 252,8 276,7 388,7 103,0 180,2 92,4 138,9 85,6 81,8 101,0 40,4 58,7 103,2 64,2 207,6 76,6 114,0 81,2 39,5 25,1 56,9 33,6 40,1 43,8 20,6 40,6 69,0 81,7 18,4 18,5 30,2 25,3 -19,5 30,7 47,2 67,0 15,6 21,8 16,5 9,0 24,7

20 997,0 18 683,8 15 848,2 12 855,9 5 426,8 2 825,5 2 574,1 1 903,3 1 700,9 1 336,4 1 330,7 1 123,3 854,3 775,3 771,4 709,4 690,2 667,9 630,4 595,6 503,4 500,2 496,9 478,7 460,5 423,4 402,0 386,5 383,1 355,5 347,5 345,4 332,5 314,0 260,3 253,4 243,3 235,1 220,9 211,0 199,7 197,4 193,5 193,2 176,1 164,0 163,3 155,6 140,7 135,4

RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO

DEPÓSITOS ORDEM POR EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS (em US$ milhões) DEPÓSITOS

AJUSTADO

LEGAL

(em %)

(em %)

1,8 16,6 19,7 21,0 21,7 7,9 23,0 14,9 12,5 10,6 12,7 17,2 6,1 13,9 3,5 10,4 3,4 3,5 8,5 -0,2 21,6 15,0 3,7 40,3 8,3 19,1 13,4 6,3 2,8 6,5 1,3 7,9 8,2 -0,5 7,4 22,6 27,3 5,3 0,0 5,8 4,1 -20,5 7,4 23,3 27,0 1,6 16,3 1,9 -2,9 10,6

3,1 16,6 20,9 26,7 27,7 13,3 23,5 17,0 18,1 17,5 19,7 21,8 11,3 20,9 11,3 18,3 11,8 11,9 15,6 6,9 13,5 20,8 12,2 44,9 15,6 25,9 20,7 10,3 6,5 15,0 9,3 8,8 12,2 6,3 14,9 26,6 33,7 8,1 8,4 13,6 12,1 -9,9 15,1 24,5 33,8 9,1 14,9 10,1 6,2 17,5

ATIVO TOTAL AJUSTADO (em US$ milhões)

(em US$ milhões)

ORDEM POR RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO AJUSTADO

LEGAL

DESPESAS COM PESSOAL

RIQUEZA CRIADA

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

823,4 3 392,5 2 522,0 3 810,4 3 768,1 65,0 788,6 293,0 136,4 368,6 632,7 392,4 42,8 342,0 118,5 61,1 31,2 51,0 10,2 58,9 NI NA 30,3 24,7 37,4 37,1 45,1 24,9 43,5 26,6 6,8 28,1 28,1 6,2 NI 77,6 11,9 119,7 19,3 17,5 18,2 16,7 23,1 112,0 10,5 13,7 42,4 9,7 11,0 17,1

1 354,7 10 905,5 701,5 8 343,8 5 712,0 147,7 1 406,7 497,5 488,7 732,7 885,6 NI 219,3 683,5 240,1 275,9 165,4 188,0 152,0 NI 42,3 114,3 126,4 NI 180,1 218,8 NI 68,5 136,9 126,5 41,0 60,4 56,7 19,2 NI 175,6 NI 143,2 39,5 NI 44,1 18,8 75,0 150,9 149,8 35,5 25,7 NI 20,4 NI

NÚMERO DE RIQUEZA EMPREGADOS CRIADA POR EMPREGADO

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

ORDEM

2008

20 654,1 94 596,1 47 517,5 81 172,7 31 306,1 7 585,1 13 178,4 6 852,5 678,3 4 304,0 5 121,9 3 002,6 1 603,0 2 595,3 701,1 2 903,1 1 355,6 2 980,9 1 244,1 30,7 1 173,9 3 416,9 1 816,9 337,6 488,5 330,0 393,9 1 048,2 1 034,2 1 130,7 392,1 866,8 1 342,8 1 385,6 0,0 1 035,0 20,5 1 347,1 1 301,3 1 058,9 306,2 137,5 525,7 696,9 222,6 336,7 348,9 90,8 1 194,6 373,0

25 006,0 88 057,4 100 455,7 118 280,4 70 789,9 8 230,1 28 672,7 7 120,0 1 578,1 6 167,7 15 920,2 3 467,1 646,8 1 767,4 792,3 1 931,1 753,8 1 896,9 767,8 339,2 1 078,8 2 473,4 1 070,8 1 377,8 968,2 1 527,6 69,9 626,5 696,7 527,6 276,8 1 053,6 990,2 353,6 88,1 1 932,0 241,1 1 398,5 422,7 264,0 126,1 364,7 353,8 1 751,7 222,6 314,0 577,9 92,5 NA 376,0

6 3 2 1 4 8 5 9 18 10 7 11 31 16 27 14 29 15 28 40 22 12 23 21 26 19 49 32 30 34 42 24 25 39 48 13 44 20 35 43 46 37 38 17 45 41 33 47 50 36

88 439,4 270 726,2 197 324,6 222 916,6 126 540,4 36 247,3 48 374,8 25 948,7 8 150,5 10 865,5 23 196,2 14 658,1 3 038,6 6 928,4 3 062,3 5 011,0 2 861,6 6 298,8 2 336,8 3 797,6 3 864,4 5 348,5 3 212,9 7 384,3 2 615,2 11 295,4 2 401,9 1 918,4 2 415,0 2 659,8 706,4 6 102,0 4 111,6 1 998,4 733,9 3 629,0 2 226,8 2 856,9 1 980,8 3 288,4 1 633,5 2 178,7 919,3 2 319,2 966,8 710,9 1 059,8 512,4 1 357,9 649,0

43 13 10 9 7 27 5 16 20 21 19 12 33 17 39 23 40 38 24 47 8 15 37 1 25 11 18 32 41 31 45 28 26 48 30 6 2 35 46 34 36 50 29 4 3 44 14 42 49 22

49 21 12 5 4 30 9 20 17 19 15 10 37 11 36 16 35 34 22 45 29 13 31 1 23 7 14 38 46 25 40 42 32 47 27 6 3 44 43 28 33 50 24 8 2 41 26 39 48 18

20 662 108 027 69 411 88 972 78 175 912 25 122 4 535 827 9 207 14 847 6 099 492 5 978 2 981 819 561 1 069 74 NI 367 0 425 206 594 349 714 509 NI 270 255 522 462 NI NI 2 059 NI 2 527 221 NI 83 103 329 2 283 199 250 581 NI 216 NI

62,3 126,0 10,4 97,7 74,6 175,4 54,0 107,5 560,4 81,3 56,2 NI 377,9 116,8 78,9 336,0 285,4 165,7 2 202,8 NI 116,2 NA 304,3 NI 307,9 668,2 NI 136,4 NI 327,8 154,3 112,9 128,0 NI NI 88,2 NI 55,3 175,8 NI 477,0 196,6 227,3 66,2 851,3 134,1 39,6 NI 106,9 NI

Espanhol Brasileiro Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Inglês Brasileiro Suíço Estatal Estatal Americano Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Americano Alemão Bareinita Alemão Brasileiro Francês Americano Brasileiro Holandês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Americano Estatal Anglo-argentino Brasileiro Alemão Holandês Alemão Holandês Brasileiro Estatal Francês Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

| 1 - 50

BANCO/SEDE

ORDEM

LUCRO LÍQUIDO

foi a rentabilidade do patrimônio registrada em 2008 pelo Deutsche Bank, a maior taxa entre os 50 maiores bancos

MAIORES | BANCOS POR PATRIMÔNIO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

40

%

NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: todos os valores se referem a 31/12/2008

220 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES BANCOS.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 221

6/29/09 8:34:28 PM


| SEGURADORAS POR VENDAS

M A IOR E S ORDEM

EMPRESA/SEDE

PRÊMIOS EMITIDOS LÍQUIDOS (em US$ milhões)

MAIORES | SEGURADORAS

| 1 - 50

2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50

Bradesco Saúde, Osasco, SP Unibanco Seguros, São Paulo, SP Porto Seguro, São Paulo, SP Bradesco Vida e Previdência, Osasco, SP SulAmérica Saúde, Rio de Janeiro, RJ Itauseg, São Paulo, SP Mapfre Seguros, São Paulo, SP SulAmérica Cia. Nacional de Seguros, Rio de Janeiro, RJ Aliança Brasil, São Paulo, SP Atlântica Companhia de Seguros, Osasco, SP Allianz Seguros, São Paulo, SP IRB - Brasil RE, Rio de Janeiro, RJ SulAmérica Cia. Saúde, Rio de Janeiro, RJ Bradesco Auto/RE, São Paulo, SP Caixa Seguros, Brasília, DF Tokio Marine, São Paulo, SP BrasilVeículos, Rio de Janeiro, RJ HDI, São Paulo, SP Liberty Seguros, São Paulo, SP Santander Seguros, São Paulo, SP Mapfre Seguros Vida e Previdência, São Paulo, SP Marítima Seguros, São Paulo, SP Itaú Vida, São Paulo, SP Chubb Seguros, São Paulo, SP Porto Saúde,São Paulo,SP Itaú XL, São Paulo, SP Ace Seguradora, São Paulo, SP Azul Seguros, Rio de Janeiro, RJ Tokio Marine, São Paulo, SP HSBC Seguros, Curitiba, PR MetLife, São Paulo, SP SulAmérica Vida e Previdência, Rio de Janeiro, RJ Allianz Saúde, São Paulo, SP Indiana, São Paulo, SP Unimed Seguros Saúde, São Paulo, SP Icatu Hartford Seguros, Rio de Janeiro, RJ Unibanco Saúde, São Paulo, SP RSA Seguros, São Paulo, SP Nossa Caixa Mapfre, São Paulo, SP Minas-Brasil Seguradora, Belo Horizonte, MG Marítima Saúde Seguros, São Paulo, SP Generali, Rio de Janeiro, RJ Tokio Marine Vida e Previdência S.A., São Paulo, SP Cardif do Brasil, São Paulo, SP J. Malucelli Seguradora, Curitiba, PR Zurich, São Paulo, SP Nobre, São Paulo, SP Notre Dame, São Paulo, SP Alfa Seguradora, São Paulo, SP Yasuda Seguros, São Paulo, SP

2 072,6 1 606,8 1 519,1 1 344,7 1 114,0 910,4 902,9 895,8 792,2 711,8 683,1 682,1 618,2 617,0 555,1 466,6 464,0 458,8 409,1 404,5 383,0 349,7 308,9 291,4 284,9 275,1 273,8 267,0 248,5 239,0 238,3 175,7 155,9 155,4 153,5 151,2 147,0 146,8 144,1 137,7 137,1 126,3 109,8 106,1 104,0 103,0 101,9 98,0 96,3 95,2

PATRIM. LUCRO RENTAB. RENTAB. SINIS- RIQUEZA NÚMERO RIQUEZA LÍQUIDO LÍQUIDO DO DAS TRALI- CRIADA DE CRIADA AJUSTADO AJUSTADO PATRIM. OPERA- DADE (em US$ EMPRE- POR EM(em US$ (em US$ LÍQUIDO ÇÕES (em %) milhões) GADOS PREGADO milhões)

995,9 721,9 665,2 646,1 336,9 2 068,2 455,6 715,8 171,9 192,0 223,3 834,5 651,7 514,5 730,0 193,4 123,1 197,3 123,2 172,8 192,0 67,0 1 943,9 115,3 54,8 91,3 73,2 75,3 54,8 554,6 98,8 78,8 46,3 52,0 29,3 235,0 28,3 58,1 32,0 41,1 23,6 36,3 71,3 56,5 35,8 43,7 17,4 28,8 28,5 74,6

milhões)

(em %)

(em %)

127,8 61,2 62,7 548,9 72,5 231,9 40,7 116,2 95,3 50,2 18,7 107,1 135,5 26,4 233,7 -36,6 68,2 3,3 -0,7 42,3 1,1 6,4 97,2 6,4 -5,2 -2,8 9,0 15,5 0,7 152,8 8,4 8,9 1,8 0,0 4,2 32,2 2,8 -2,1 36,6 -15,3 2,2 -6,1 34,9 3,3 5,1 1,3 2,0 2,0 -0,5 -1,0

12,3 7,8 8,2 35,7 20,3 9,5 8,5 15,7 38,6 24,3 8,1 11,0 19,7 4,8 25,3 -18,9 33,0 1,6 -0,6 16,6 0,6 9,5 4,1 5,3 -9,5 -3,0 11,6 19,2 1,2 25,6 8,5 10,9 3,4 0,0 14,0 13,7 8,3 -3,5 46,3 -36,1 7,8 -16,8 31,6 5,8 14,2 3,0 11,4 6,7 -1,7 -1,3

6,2 3,8 4,1 40,8 6,5 25,5 4,5 13,0 12,0 7,0 2,7 15,7 21,9 4,3 42,1 -7,9 14,7 0,7 -0,2 10,5 0,3 1,8 31,5 2,2 -1,8 -1,0 3,3 5,8 0,3 63,9 3,5 5,0 1,2 0,0 2,8 21,3 1,9 -1,4 25,4 -11,1 1,6 -4,8 31,8 3,1 4,9 1,3 1,9 2,0 -0,5 -1,0

(em US$ mi)

-84,8 189,9 -39,8 NI -48,7 272,3 -47,8 1 151,7 -73,2 NI -58,8 224,1 -59,2 89,7 -63,4 NI -31,7 225,4 -74,7 107,6 -58,6 86,0 -76,2 NI -84,2 NI -72,0 3,2 -46,8 278,5 -59,0 -51,1 -66,7 64,2 -68,7 31,1 -64,7 33,2 -38,7 -59,4 -49,8 23,7 -59,4 13,6 -33,0 217,2 -42,7 32,1 -79,0 3,2 -55,8 7,5 -39,3 NI -68,3 34,4 -64,6 12,8 -35,5 210,2 -45,8 39,0 -53,3 NI -81,2 18,7 -62,1 9,5 -76,4 22,6 -50,7 45,9 -83,7 11,0 -47,7 22,1 -25,6 65,4 -79,3 NI -80,1 17,4 -68,0 1,9 -24,9 -130,4 -17,3 13,8 -50,7 19,4 -37,4 14,6 -47,0 9,8 -87,4 9,5 -61,6 2,7 -62,6 1,2

1 402 1 283 5 936 1 652 1 836 1 644 2 018 2 203 282 0 1 178 567 495 2 056 740 1 139 765 907 1 158 59 389 1 203 412 200 281 174 NI 383 181 305 471 334 249 347 288 249 31 317 68 NI 205 335 182 329 119 119 159 172 260 355

137,5 NI 48,4 704,4 NI 140,5 46,2 NI 842,8 NA 71,8 NI NI 1,6 374,3 -48,4 87,9 36,4 29,0 -776,7 74,4 11,0 557,7 160,7 12,1 42,2 NI 95,5 63,9 657,0 85,3 NI 80,3 22,6 83,0 174,2 367,4 68,9 1 022,6 NI 84,9 5,6 -747,5 44,0 170,2 131,9 66,7 57,1 12,2 3,5

NI — Não informado • Não classificada NA — Não aplicável Obs.: todos os valores se referem a 31/12/2008

222 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

50 MAIORES SEGURADORAS NOVA.indd 1

6/29/09 8:35:00 PM


INDICADORES | MERCADO FINANCEIRO

INDICADORES SETORIAIS | MERCADO FINANCEIRO

Depósitos à vista ORDEM 2008 2007

Depósitos a prazo CONTROLE ACIONÁRIO

BANCO

VALOR (em US$ milhões)

ORDEM 2008 2007

BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

VALOR (em US$ milhões)

1

1

Banco do Brasil

Estatal

22 193,0

1

1

Banco do Brasil

Estatal

43 606,2

2

2

Bradesco

Brasileiro

11 732,7

2

·

Itaú Unibanco

Brasileiro

23 723,7

3

·

Itaú Unibanco

Brasileiro

11 524,6

3

2

Caixa

Estatal

20 775,9

4

4

Caixa

Estatal

5 655,3

4

3

Nossa Caixa

Estatal

9 287,0

5

7

HSBC Bank

Inglês

2 973,4

5

4

Santander

Espanhol

9 132,5

6

8

Santander

Espanhol

2 148,9

6

5

Bradesco

Brasileiro

8 802,7

7

10

Nossa Caixa

Estatal

1 763,9

7

9

HSBC Bank

Inglês

5 411,0

8

11

Citibank

Americano

986,1

8

7

Votorantim

Brasileiro

4 206,8

9

12

Banrisul

Estatal

800,0

9

12

Safra

Brasileiro

2 184,8

10

9

Safra

Brasileiro

662,1

10

11

Banrisul

Estatal

1 962,2

11

15

Banestes

Estatal

434,7

11

15

Bicbanco

Brasileiro

1 187,3

12

16

BRB

Estatal

293,3

12

18

Fibra

Brasileiro

780,5

13

14

Banco da Amazônia

Estatal

171,2

13

·

Cruzeiro do Sul

Brasileiro

679,4

14

17

Mercantil do Brasil

Brasileiro

147,9

14

20

BRB

Estatal

611,4

15

18

Deutsche Bank

Alemão

91,6

15

14

BBM

Brasileiro

598,1

16

13

UBS Pactual

Suíço

59,3

16

17

Alfa

Brasileiro

591,4

17

·

BBM

Brasileiro

53,9

17

16

UBS Pactual

Suíço

575,6

18

·

Rural

Brasileiro

52,1

18

·

Banestes

Estatal

550,5

19

·

BNB

Estatal

50,5

19

·

ABC Brasil

Bareinita

541,0

20

·

Daycoval

Brasileiro

48,7

20

·

Gmac

Americano

522,6

Total de ativo ajustado(1)

Depósitos em poupança ORDEM 2008 2007

CONTROLE ACIONÁRIO

BANCO

VALOR (em US$ milhões)

ORDEM 2008 2007

BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

VALOR (em US$ milhões)

1

1

Caixa

Estatal

39 601,9

1

·

Itaú Unibanco

Brasileiro

270 726,2

2

2

Banco do Brasil

Estatal

23 519,6

2

1

Banco do Brasil

Estatal

222 916,6

2

Bradesco

Brasileiro

197 324,6 126 540,4

3

·

Itaú Unibanco

Brasileiro

16 814,8

3

4

3

Bradesco

Brasileiro

16 652,9

4

4

Caixa

Estatal

5

6

Nossa Caixa

Estatal

4 874,9

5

7

Santander

Espanhol

88 439,4

6

8

Santander

Espanhol

3 557,9

6

11

HSBC Bank

Inglês

48 374,8

7

9

Banrisul

Estatal

2 056,4

7

9

Votorantim

Brasileiro

36 247,3

8

10

HSBC Bank

Inglês

1 062,3

8

10

Safra

Brasileiro

25 948,7

9

11

Banestes

Estatal

417,6

9

12

Nossa Caixa

Estatal

23 196,2

10

12

BRB

Estatal

408,1

10

13

Citibank

Americano

14 658,1

11

14

BNB

Estatal

376,3

11

17

BNP Paribas

Francês

11 295,4

12

13

Safra

Brasileiro

328,9

12

14

Banrisul

Estatal

10 865,5

13

17

Citibank

Americano

148,6

13

15

UBS Pactual

Suíço

8 150,5

14

15

Banco da Amazônia

Estatal

124,2

14

20

Deutsche Bank

Alemão

7 384,3

15

16

Bicbanco

Brasileiro

75,2

15

19

BNB

Estatal

6 928,4

16

18

Mercantil do Brasil

Brasileiro

62,2

16

·

Alfa

Brasileiro

6 298,8

-

-

-

-

-

17

16

BBM

Brasileiro

6 102,0

-

-

-

-

-

18

·

Volkswagen

Alemão

5 348,5

-

-

-

-

-

19

·

Bicbanco

Brasileiro

5 011,0

-

-

-

-

-

20

18

Fibra

Brasileiro

4 111,6

(1) Total do ativo = Total do ativo - Diferido - Rel. interdependência (AC e RLP) + PL ajustado - PL legal Fonte: Fipecafi

226 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

INDICADORES SETORIAIS MERC FINANCEIRO•AL.indd 1

6/29/09 8:38:37 PM


INDICADORES | MERCADO FINANCEIRO

INDICADORES SETORIAIS | MERCADO FINANCEIRO

Riqueza criada ORDEM 2008 2007

BANCO

Riqueza criada por empregado CONTROLE ACIONÁRIO

VALOR (em US$ milhões)

ORDEM 2008 2007

BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

VALOR (em US$ milhões)

1

·

Itaú Unibanco

Brasileiro

10 905,5

1

1

Panamericano

Brasileiro

2

1

Banco do Brasil

Estatal

8 343,8

2

·

Carrefour

Francês

2 202,8 851,3

3

3

Caixa

Estatal

5 712,0

3

10

BNP Paribas

Francês

668,2

4

7

HSBC Bank

Inglês

1 406,7

4

4

UBS Pactual

Suíço

560,4

5

6

Santander

Espanhol

1 354,7

5

11

WestLB

Alemão

477,0

6

11

Nossa Caixa

Estatal

885,6

6

6

BMG

Brasileiro

377,9

7

12

Banrisul

Estatal

732,7

7

16

Bicbanco

Brasileiro

336,0

8

2

Bradesco

Brasileiro

701,5

8

12

Pine

Brasileiro

327,8

9

13

BNB

Estatal

683,5

9

·

Cruzeiro do Sul

Brasileiro

307,9

10

·

Safra

Brasileiro

497,5

10

14

ABC Brasil

Bareinita

304,3

11

9

UBS Pactual

Suíço

488,7

11

13

Daycoval

Brasileiro

285,4

12

20

Bicbanco

Brasileiro

275,9

12

·

Indusval Multistock

Brasileiro

227,3

13

18

Banco da Amazônia

Estatal

240,1

13

3

ING Bank

Holandês

196,6

14

14

BMG

Brasileiro

219,3

14

17

Banco Mercedes-Benz

Alemão

175,8

15

·

BNP Paribas

Francês

218,8

15

9

Votorantim

Brasileiro

175,4

16

19

Alfa

Brasileiro

188,0

16

20

Alfa

Brasileiro

165,7

17

·

Cruzeiro do Sul

Brasileiro

180,1

17

·

Paraná

Brasileiro

154,3

18

·

Banestes

Estatal

175,6

18

·

Sofisa

Brasileiro

136,4

19

·

Daycoval

Brasileiro

165,4

19

·

Industrial do Brasil

Brasileiro

134,1

20

·

Panamericano

Brasileiro

152,0

20

·

Fibra

Brasileiro

128,0

Empréstimos e financiamentos(1) Receita de interm. financ. e serv. ORDEM 2008 2007

BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

VALOR (em US$ milhões)

ORDEM 2008 2007

BANCO

CONTROLE ACIONÁRIO

VALOR (em US$ milhões)

1

·

Itaú Unibanco

Brasileiro

94 596,1

1

·

Itaú Unibanco

Brasileiro

33 831,0

2

1

Banco do Brasil

Estatal

81 172,7

2

1

Banco do Brasil

Estatal

28 811,2

3

2

Bradesco

Brasileiro

47 517,5

3

2

Bradesco

Brasileiro

23 582,1

4

4

Caixa

Estatal

31 306,1

4

3

Caixa

Estatal

17 615,0

5

6

Santander

Espanhol

20 654,1

5

6

Santander

Espanhol

10 758,9

6

8

HSBC Bank

Inglês

13 178,4

6

8

HSBC Bank

Inglês

7 474,0

7

11

Votorantim

Brasileiro

7 585,1

7

9

Safra

Brasileiro

4 226,1

8

10

Safra

Brasileiro

6 852,5

8

10

Votorantim

Brasileiro

4 194,0

9

12

Nossa Caixa

Estatal

5 121,9

9

11

Nossa Caixa

Estatal

3 944,3

10

13

Banrisul

Estatal

4 304,0

10

14

Citibank

Americano

1 995,8

11

14

Volkswagen

Alemão

3 416,9

11

15

Banrisul

Estatal

1 940,6

12

17

Citibank

Americano

3 002,6

12

·

JP Morgan

Americano

1 938,1

13

16

Alfa

Brasileiro

2 980,9

13

16

BNB

Estatal

1 507,7

14

15

Bicbanco

Brasileiro

2 903,1

14

20

Fibra

Brasileiro

1 363,0

15

19

BNB

Estatal

2 595,3

15

17

IBI

Holandês

1 278,9

16

20

ABC Brasil

Bareinita

1 816,9

16

·

BNP Paribas

Francês

1 232,8

17

18

BMG

Brasileiro

1 603,0

17

19

Panamericano

Brasileiro

1 186,1

18

·

CNH

Italiano

1 385,6

18

18

BMG

Brasileiro

1 151,2

19

·

Daycoval

Brasileiro

1 355,6

19

·

Bicbanco

Brasileiro

1 148,4

20

·

Mercantil do Brasil

Brasileiro

1 347,1

20

·

Volkswagen

Alemão

963,7

(1) Empréstimos e financiamentos = Operação de crédito do AC e RLP + Arrend. mercantil do AC e RLP Fonte: Fipecafi

228 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

INDICADORES SETORIAIS MERC FINANCEIRO•AL.indd Sec1:2

6/29/09 8:38:48 PM


INDICADORES | MERCADO FINANCEIRO Emissores de cartões de crédito

Agências INDICADORES SETORIAIS | MERCADO FINANCEIRO

ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 -

CONTROLE ACIONÁRIO

BANCO

Banco do Brasil Itaú Unibanco Bradesco Santander Caixa HSBC Bank Nossa Caixa Banrisul Citibank Mercantil do Brasil Banestes Votorantim Safra -

AGÊNCIAS

Estatal Brasileiro Brasileiro Espanhol Estatal Inglês Estatal Estatal Americano Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro -

4 342 3 708 3 359 2 083 2 074 930 562 425 215 153 127 115 111 -

ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Itaú Unibanco Bradesco Panamericano HSBC Bank Banco do Brasil Citibank Caixa BNP Paribas Nossa Caixa BMG Cruzeiro do Sul Banrisul Grupo Société Générale Banestes Alfa

ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Itaú Unibanco Banco do Brasil Bradesco Santander Caixa HSBC Bank Votorantim BMG Nossa Caixa Safra Banrisul Cruzeiro do Sul Alfa Grupo Société Générale Banestes

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Inglês Estatal Americano Estatal Francês Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Francês Estatal Brasileiro

CONTROLE ACIONÁRIO

CARTEIRA PARA PESSOA FÍSICA (em US$ milhões)

Brasileiro Estatal Brasileiro Espanhol Estatal Inglês Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Francês Estatal

ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

43 898,2 40 228,1 28 541,3 24 996,6 13 561,0 9 149,8 8 861,8 5 564,6 4 243,6 1 806,6 1 660,2 1 187,6 1 078,8 906,4 408,9

Crédito para automóveis 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Itaú Unibanco Bradesco Santander Votorantim HSBC Bank Banco do Brasil Safra Panamericano BMG Alfa Daycoval Grupo Société Générale Banrisul Caixa Indusval Multistock

50 180 000 33 708 000 11 800 000 10 984 000 9 717 569 5 832 707 4 200 000 1 297 285 936 532 443 903 346 659 225 585 170 000 111 385 52 590

Crédito consignado BANCO

Banco do Brasil BMG Caixa Bradesco Santander Nossa Caixa Itaú Unibanco HSBC Bank BNP Paribas Banrisul Cruzeiro do Sul Panamericano Votorantim Alfa Grupo Société Générale

CONTROLE ACIONÁRIO

Estatal Brasileiro Estatal Brasileiro Espanhol Estatal Brasileiro Inglês Francês Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro Inglês Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Francês Estatal Estatal Brasileiro

VALOR (em US$ milhões)

7 542,1 4 683,9 3 151,5 2 926,4 2 922,6 2 483,5 2 306,8 1 404,7 1 336,0 1 197,8 1 178,4 779,9 550,4 512,0 442,2 Fonte: bancos

Fonte: bancos

ORDEM 2008

CARTÕES DE CRÉDITO ATIVOS(1)

(1) Usados há no máximo três meses Fonte: bancos

Fonte: bancos

Crédito pessoal

CONTROLE ACIONÁRIO

Crédito imobiliário (2)

(em US$ milhões)

ORDEM 2008

25 109,1 19 448,0 9 865,6 7 365,9 3 603,8 2 864,4 2 563,1 1 988,0 856,1 786,8 381,6 103,1 56,4 36,4 23,0

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 -

VALOR

(2) Não inclui bancos de montadoras Fonte: bancos

BANCO

Caixa Itaú Unibanco Bradesco Santander HSBC Bank Banrisul Nossa Caixa Safra Citibank Banco do Brasil Banestes Caixa Mercantil do Brasil Bicbanco -

CONTROLE ACIONÁRIO

Estatal Brasileiro Brasileiro Espanhol Inglês Estatal Estatal Brasileiro Americano Estatal Estatal Estatal Brasileiro Brasileiro -

VALOR (em US$ mil)

19 255 455,6 3 700 470,7 2 291 399,2 1 911 852,8 686 226,8 411 339,3 315 634,1 259 789,2 63 388,5 34 231,9 30 920,8 10 396,2 22,5 2,5 Fonte: bancos

230 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

INDICADORES SETORIAIS MERC FINANCEIRO•AL.indd Sec2:3

6/29/09 8:39:01 PM


INDICADORES SETORIAIS | MERCADO FINANCEIRO

INDICADORES | MERCADO FINANCEIRO Crédito pessoa jurídica total

Crédito para grandes empresas

ORDEM 2008

(em US$ milhões)

ORDEM 2008

59 243,9 49 498,9 45 666,2 32 259,7 16 182,0 12 548,6 8 997,8 7 477,0 3 242,6 3 117,9 2 829,7 2 674,8 2 374,9 1 314,2 1 274,4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Itaú Unibanco Banco do Brasil Bradesco Santander Caixa Safra HSBC Bank Votorantim Bicbanco Citibank Banrisul ABC Brasil Alfa BNP Paribas Nossa Caixa

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Estatal Brasileiro Espanhol Estatal Brasileiro Inglês Brasileiro Brasileiro Americano Estatal Brasileiro Brasileiro Francês Brasileiro

VALOR

BANCO

Banco do Brasil Itaú Unibanco Bradesco Safra Votorantim Citibank HSBC Bank ABC Brasil Banrisul BNP Paribas BBM Alfa Nossa Caixa Bicbanco Grupo Société Générale

CONTROLE ACIONÁRIO

Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Inglês Brasileiro Estatal Francês Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Francês

34 565,3 34 300,0 22 662,0 6 451,0 3 703,3 2 831,3 2 689,0 2 367,6 1 328,9 1 160,0 1 144,4 1 116,2 648,6 648,5 410,7

Fonte: bancos

Fonte: bancos

Crédito para médias empresas

Private banks

ORDEM 2008

(em US$ milhões)

ORDEM 2008

24 943,9 23 004,3 14 933,7 6 308,8 6 097,6 3 773,7 2 594,1 1 500,8 1 258,7 1 113,8 671,2 625,8 307,2 286,6 258,1

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 -

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Itaú Unibanco Bradesco Banco do Brasil HSBC Bank Safra Votorantim Bicbanco Banrisul Alfa Banco Cooperativo Sicredi Indusval Nossa Caixa ABC Brasil Citibank Banif

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Brasileiro Estatal Inglês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Estatal Bareinita Americano Português

VALOR

BANCO

Itaú Unibanco UBS Pactual Credit Suisse Hedging-Griffo Santander Bradesco Opportunity Banco do Brasil Safra Votorantim Mellon HSBC Bank Nossa Caixa -

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Suíço Suíço Espanhol Brasileiro Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Americano Inglês Estatal -

ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Ágora Título Banif Interfloat Bradesco Itaú Unibanco Alpes HSBC Bank Ativa Socopa Spinelli Intra Tov Santander Solidez

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Brasileiro Português Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Inglês Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Espanhol Brasileiro

PATRIMÔNIO SOB ACONSELHAMENTO (em US$ milhões)

23 222,5 5 781,3 5 517,8 4 984,6 3 475,8 2 971,8 2 650,8 2 576,0 2 240,1 1 793,8 1 723,6 1 612,3 Fonte: Anbid

Fonte: bancos

Bovespa Home Broker

VALOR (em US$ milhões)

Corretoras na Bovespa Geral (em US$ milhões)

ORDEM 2008

26 973,7 10 108,8 9 216,5 9 001,8 7 751,7 6 369,9 5 600,0 4 967,5 4 642,9 4 470,8 3 300,9 2 790,9 2 289,0 2 089,4 1 965,5

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

VALOR

BANCO

Credit Suisse Hedging-Griffo Morgan Stanley Ágora UBS Pactual Itaú Unibanco Interfloat Link Fator Merrill Lynch Citibank Intra Santander JP Morgan Bradesco Finabank Alpes

CONTROLE ACIONÁRIO

Suíço Americano Brasileiro Suíço Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Americano Espanhol Americano Brasileiro Brasileiro Brasileiro

VOLUME INTERMEDIADO (em US$ milhões)

158 734,4 82 213,6 81 086,7 72 930,6 70 339,0 49 670,2 46 274,9 43 355,2 41 212,8 40 588,0 33 410,3 32 320,2 30 565,0 25 912,6 23 288,6

Os valores são duplicados em relação ao giro Bovespa por contabilizar compra e venda

232 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

INDICADORES SETORIAIS MERC FINANCEIRO•AL.indd Sec3:4

6/29/09 8:39:15 PM


INDICADORES | MERCADO FINANCEIRO Corretoras na BM&F 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

CONTROLE ACIONÁRIO

BANCO

Link Liquidez CM Capital Flow Arkhe Convenção Fator Citi Intra Credit Suisse Hedging-Griffo Lopez Leon Ágora Ativa Interfloat Alpes Itaú Unibanco (Investshop)

VOLUME DE OPERAÇÕES (em número )

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Americano Suíço Argentino Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro

54 073 404 43 400 636 30 937 841 28 621 242 23 569 519 18 043 215 15 776 666 13 072 353 12 254 843 11 332 812 10 139 568 9 395 253 6 958 673 5 990 052 5 753 857

Fusões e aquisições ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

CONTROLE ACIONÁRIO

BANCO

Credit Suisse Hedging-Griffo Itaú Unibanco Citibank Rothschild Goldman Sachs JPMorgan Morgan Stanley UBS Pactual Bradesco Merrill Lynch Santander Estater HSBC Bank BES Rabobank

Suíço Brasileiro Americano Inglês Americano Americano Americano Suíço Brasileiro Americano Espanhol Brasileiro Inglês Português Holandês

VALOR DAS OPERAÇÕES(3) (em US$ mil)

NÚMERO DE OPERAÇÕES

38 212,2 34 192,5 28 863,8 26 870,1 21 684,1 21 210,1 19 398,6 16 594,5 11 942,8 6 061,5 3 143,6 2 177,5 1 900,0 1 012,1 900,0

43 27 22 15 8 17 20 27 18 11 17 3 4 5 4

(3) Junho de 2009 Fonte: Reuters Thompson

Oferta de ações ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 10 10 11 12 -

Gestores de patrimônio EMISSÕES LIDERADAS(3)

CONTROLE ACIONÁRIO

BANCO

Itaú Unibanco Credit Suisse Hedging-Griffo JPMorgan Banco do Brasil Bradesco UBS Pactual Citibank Santander HSBC Bank Calyon RBS BNP Paribas Merrill Lynch Morgan Stanley -

(em US$ milhões)

Brasileiro Suíço Americano Estatal Brasileiro Suíço Americano Espanhol Inglês Francês Escocês Francês Americano Americano -

NÚMERO DE EMISSÕES

6 164,0 3 958,3 1 886,5 1 670,9 1 532,0 1 367,3 1 205,0 668,1 577,6 565,8 565,8 565,8 330,1 44,8 -

8 6 4 2 1 1 5 2 2 1 1 1 3 1 -

(3) Junho de 2009 Fonte: Reuters Thompson

Crédito rural ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Banco do Brasil BNB Bradesco Santander Itaú Unibanco Sicredi HSBC Bank Bancoob Banco da Amazônia Nossa Caixa Safra Banrisul(2) Citibank Banestes Mercantil do Brasil

CONTROLE ACIONÁRIO

Estatal Estatal Brasileiro Espanhol Brasileiro Brasileiro Inglês Brasileiro Estatal Estatal Brasileiro Estatal Americano Estatal Brasileiro

ORDEM 2008

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

BANCO

Itaú Unibanco UBS Pactual Banco do Brasil Bradesco Santander Caixa HSBC Bank Safra Nossa Caixa BNY Mellon Arx Investimentos Legg Mason Western Asset Votorantim BNP Paribas Credit Suisse Hedging-Griffo Opportunity

CONTROLE ACIONÁRIO

Brasileiro Suíço Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Inglês Brasileiro Estatal Americano Americano Brasileiro Francês Suíço Brasileiro

PATRIMÔNIO SOB GESTÃO (em US$ milhões)

78 616,5 17 823,9 11 542,0 4 325,5 3 851,9 3 316,9 2 725,7 2 125,6 1 986,7 1 913,1 1 412,5 1 194,2 979,5 894,1 841,0 Fonte: Anbid

CRÉDITO RURAL EM 2008(1) (em US$ milhões)

27 252,9 6 501,5 4 586,6 2 555,4 2 299,1 1 237,5 948,7 615,3 422,3 402,7 380,4 305,9 288,0 112,5 83,9

LIA LUBAMBO

INDICADORES SETORIAIS | MERCADO FINANCEIRO

ORDEM 2008

O grande financiador do campo

Em 2008, o Banco do Brasil ficou mais uma vez no topo do ranking de concessão de crédito rural no país. No ano passado, o volume total de crédito rural concedido no país atingiu mais de 50 bilhões de dólares, um crescimento de quase 20% em relação a 2007.

(1) Saldo devedor em 31/12/2008 (2) Saldo devedor em 30/6/2008 Fonte: bancos

234 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

INDICADORES SETORIAIS MERC FINANCEIRO•AL.indd Sec4:5

6/29/09 8:39:32 PM


INDICADORES SETORIAIS | BALANÇO

INDICADORES SETORIAIS | BALANÇO

Saldo positivo Mesmo com a redução do ritmo de expansão no último trimestre, a maioria dos setores aumenta suas vendas em 2008 maioria dos 18 setores avaliados por MELHORES E MAIORES terminou 2008 com um faturamento superior ao do exercício anterior. Dos 18 setores analisados, dez aumentaram sua receita total em relação a 2007. O destaque foi a indústria da construção, que registrou o maior crescimento das vendas pelo terceiro ano seguido — seu faturamento em 2008 foi 46,3% superior ao de 2007. O vice-líder em crescimento foi o setor de bens de capital, com 10,6%. No outro extremo, o pior desempenho foi do setor têxtil, cuja receita caiu 4,2% em relação ao ano anterior. O segundo pior resultado foi do setor farmacêutico, que diminuiu seu faturamento em 3,7%. Considerando os 18 setores, a mediana de crescimento foi de 0,6%. Isso mostra uma desaceleração em relação a 2007, quando esse índice ficou em 6,3%. Segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), o setor como um todo cresceu 10% em termos reais em 2008 — acima da taxa de expansão do PIB no ano, de 5,1%. O principal motor desse crescimento foram os investimentos em obras públicas. Embora os desembolsos do Programa de Aceleração do Crescimento ainda ocorram em um ritmo mais lento do que o desejado pelos empresários, os gastos efetivos com as obras incluídas no programa do governo somaram 11,3 bilhões de reais em 2008, um aumento de 50% em relação ao ano anterior. No entanto, com a desaceleração da economia no último trimestre, houve uma redução no lançamento de novos empreendimentos imobiliários, o que deve se refletir no desempenho em 2009. O Sinduscon-SP prevê que o setor crescerá entre 3% e 3,5% neste ano. A indústria da construção destacou-se em 2008 também por apresentar, entre todos os setores, o segundo melhor índice de liquidez corrente, que reflete a capacidade de pagamento no curto prazo. As empresas do setor tiveram um índice médio de liquidez corrente de 2,03 — o que significa que tinham para receber no curto prazo 2,03 reais para cada real que estavam devendo no mesmo período.

A

As mais rentáveis Se as empresas de construção foram as que mais cresceram em 2008, o setor de mineração foi o que registrou a maior rentabilidade do patrimônio: 32,5%. Desde 2002, beneficiadas por um período de extraordinária expansão internacional, as mineradoras vêm ocupando o primeiro lugar nesse quesito. O

setor de mineração foi também o que obteve a maior margem de vendas (21,8%). No ano passado, as empresas brasileiras do setor faturaram 152 bilhões de reais, um crescimento de 13% em relação a 2007, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Mineração. Em 2008, o setor foi responsável por 48% do saldo da balança comercial brasileira e por 5,8% do PIB do país. Meses atrás, as mineradoras anunciaram planos de investimento de 57 bilhões de dólares no período de 2008 a 2012. Com a queda da demanda em razão da crise global, porém, muitos projetos e prazos estão sendo reavaliados. Outro indicador que merece destaque é o da riqueza criada por empregado, que mede a produtividade dos trabalhadores. Em 2008, o setor de telecomunicações foi o líder nesse quesito, com a geração de 474 000 dólares por empregado. O segundo lugar coube ao setor de energia, com 355 000 dólares gerados por funcionário.

Crescimento das vendas Evolução anual, já descontada a inflação — em % SETORES

1

Atacado

2

Autoindústria

2005

2006

2007

2008

6,8

9,8

6,1

2,0

10,0

1,0

11,1

2,3 10,6

3

Bens de Capital

8,1

5,7

10,1

4

Bens de Consumo

2,0

3,3

10,4

0,8

5

Eletroeletrônico

3,9

7,6

6,2

-2,5

6

Energia

8,7

6,9

3,1

-2,1

7

Farmacêutico

3,6

8,5

3,0

-3,7

8

Indústria da Construção

0,9

16,3

13,0

46,3

9 10

Indústria Digital Mineração

4,0

7,6

7,3

-5,0

15,7

0,1

-5,6

10,1

11

Papel e Celulose

-5,0

1,2

3,6

-2,0

12

Química e Petroquímica

-5,2

-0,2

3,9

3,9

13

Serviços

11,0

12,1

8,0

4,3

14

Siderurgia e Metalurgia

-1,7

3,3

6,3

-0,6

15

Telecomunicações

2,5

2,2

11,1

-2,7

16

Têxteis

-5,4

7,4

5,9

-4,2

17

Transporte

6,4

11,8

10,1

1,3

18

Varejo

4,2

4,5

4,7

0,4

Mediana dos setores

3,9

6,3

6,3

0,6

238 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

INDICADORES SETORIAIS BALANCO.indd 1

6/29/09 8:42:02 PM


INDICADORES SETORIAIS | BALANÇO Rentabilidade do patrimônio INDICADORES SETORIAIS | BALANÇO

Lucro líq. ajustado após IR sobre o patrimônio líq. ajustado — em % SETORES

2005

2006

2007

Margem das vendas

Lucro líquido ajustado depois do IR sobre vendas — em %

2008

SETORES

2005

2006

2007

2008

1

Atacado

18,1

13,9

9,8

11,0

1

Atacado

1,7

1,0

1,1

1,1

2

Autoindústria

13,2

16,5

17,1

11,4

2

Autoindústria

3,2

4,2

4,5

3,3

3

Bens de Capital

14,2

14,8

13,9

11,5

3

Bens de Capital

4,8

5,0

5,4

3,0

4

Bens de Consumo

12,5

9,2

7,5

3,6

4

Bens de Consumo

3,4

2,1

2,6

1,3

5

Eletroeletrônico

4,7

12,9

15,2

0,8

5

Eletroeletrônico

2,4

3,6

3,0

0,1

6

Energia

10,3

13,1

13,6

13,1

6

Energia

6,2

6,0

8,3

6,8

7

Farmacêutico

16,2

18,9

10,0

9,1

7

Farmacêutico

8,1

8,4

4,6

5,0

8

Indústria da Construção

6,5

6,0

8,9

9,7

8

Indústria da Construção

5,8

4,0

6,6

5,7

9

Indústria Digital

8,5

10,6

8,4

4,6

9

Indústria Digital

2,8

3,6

2,5

2,2

25,7

31,6

25,9

32,5

10

Mineração

19,5

23,4

20,7

21,8

5,6

7,5

5,6

-2,5

11

Papel e Celulose

4,0

7,5

5,2

-2,8 1,7

10

Mineração

11

Papel e Celulose

12

Química e Petroquímica

11,0

7,7

12,3

4,3

12

Química e Petroquímica

3,9

2,7

4,0

13

Serviços

10,5

14,2

11,6

12,2

13

Serviços

4,9

6,0

4,3

4,4

14

Siderurgia e Metalurgia

14,7

17,1

14,6

10,5

14

Siderurgia e Metalurgia

9,2

9,9

10,0

6,2

15

Telecomunicações

7,9

0,8

8,3

8,0

15

Telecomunicações

2,8

0,7

3,6

5,2

16

Têxteis

8,4

9,3

6,3

8,8

16

Têxteis

3,6

4,2

2,6

4,7

17

Transporte

19,2

16,4

14,4

7,2

17

Transporte

2,4

2,8

4,5

5,0

18

Varejo

8,3

4,7

7,0

7,7

18

Varejo

1,5

0,7

1,1

1,2

10,8

13,0

10,8

9,0

Mediana dos setores

3,7

4,1

4,4

3,9

Mediana dos setores

Liquidez corrente

Riqueza criada por empregado

Ativo circulante sobre o passivo circulante — em no índice SETORES

2005

2006

2007

1

Atacado

1,21

1,33

1,28

Classificação da riqueza criada por empregado — em US$ 2008

SETORES

1,32

1

Atacado

2006

2007

274 660

2005

69 833

86 452

125 793

2008

2

Autoindústria

1,60

1,50

1,42

1,38

2

Autoindústria

47 124

43 477

47 200

45 760

3

Bens de Capital

1,56

1,52

1,48

1,45

3

Bens de Capital

46 734

61 566

51 192

46 717

4

Bens de Consumo

1,18

1,27

1,25

1,28

4

Bens de Consumo

63 599

47 281

63 250

48 091

5

Eletroeletrônico

1,90

1,63

1,82

1,31

5

Eletroeletrônico

77 979

70 661

54 683

108 500

6

Energia

0,97

1,11

1,09

1,05

6

Energia

372 529

273 000

369 068

355 474

7

Farmacêutico

1,97

2,33

2,26

1,88

7

Farmacêutico

102 613

114 034

119 953

93 025

8

Indústria da Construção

2,09

2,31

2,12

2,03

8

Indústria da Construção

34 275

39 823

41 427

48 992

Indústria Digital

1,84

1,82

1,82

1,87

9

10

Mineração

1,12

1,18

0,77

1,29

10

Mineração

11

Papel e Celulose

1,41

1,53

1,33

1,59

11

Papel e Celulose

12

Química e Petroquímica

1,49

1,69

1,47

1,29

12

Química e Petroquímica

13

Serviços

1,07

1,11

1,05

1,08

13

Serviços

14

Siderurgia e Metalurgia

1,76

1,70

1,68

1,76

14

9

Indústria Digital

72 845

60 211

46 603

53 704

316 110

441 744

346 506

147 210

84 957

69 634

66 304

104 633

190 178

187 033

199 673

146 817

39 069

46 166

41 505

37 766

Siderurgia e Metalurgia

141 494

149 593

131 799

128 267

15

Telecomunicações

1,07

0,99

1,03

1,08

15

Telecomunicações

463 518

526 954

343 462

474 169

16

Têxteis

2,02

2,43

2,25

2,14

16

Têxteis

19 389

20 401

17 280

18 248

17

Transporte

1,07

1,14

1,12

0,97

17

Transporte

45 228

44 877

51 010

60 165

18

Varejo

1,32

1,28

1,20

1,28

18

Varejo

25 852

25 532

24 854

21 375

Mediana dos setores

1,45

1,51

1,38

1,32

Mediana dos setores

75 412

65 600

58 967

76 595

240 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

INDICADORES SETORIAIS BALANCO.indd Sec1:2

6/29/09 8:42:08 PM


NACIONAIS As 10 maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões

Alemãs MAIORES ESTRANGEIRAS | MULTINACIONAIS

1 Volkswagen

Americanas 14 414,3

Holandeses no topo Num ano de recorde no investimento estrangeiro direto, as empresas de capital holandês foram destaque

O

ranking das 500 maiores empresas deste ano traz 184 companhias estrangeiras, ante 200 companhias no ano anterior. Apesar dessa redução, a participação das multinacionais no faturamento das 500 maiores permaneceu no mesmo patamar do ano passado: 40%. O principal destaque são as empresas de capital holandês, cuja receita operacional bruta total cresceu 25% em relação a 2008. Esse desempenho foi puxado pelo crescimento da Bun-

242 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

MAIORES ESTRANGEIRAS/V1.indd 1-2

ge Alimentos e da Bunge Fertilizantes, as duas maiores empresas com controle acionário holandês em operação no Brasil. A importância do capital estrangeiro é evidenciada também nas estatísticas do Banco Central. Em 2008, os investimentos diretos estrangeiros (destinados a atividades produtivas) no Brasil atingiram o recorde de 45 bilhões de dólares. Em 2009, porém, em razão da crise global, a previsão é que esses recursos não passem de 30 bilhões de dólares.

Quem cresceu e quem diminuiu Crescimento da receita operacional bruta em relação ao ano anterior, por nacionalidade — em % 1 Holandês

25,0

2 Francês

18,1

IVSON/DIVULGAÇÃO

1 Telefônica

9 652,9

6 111,9

2 Wal-Mart

7 528,5

2 Ampla

1 704,3

3 Basf

2 390,4

3 Cargill

6 207,8

3 Aços Villares

1 292,2

4 Robert Bosch

2 164,1

4 Ford

6 128,5

4 Coelce

1 230,2

5 Bayer

1 671,9

5 Texaco

5 867,4

5 CEG

1 108,9

6 Siemens

1 501,7

6 Whirlpool

2 991,2

6 CEG Rio

812,9

7 Aliança

1 084,3

7 ADM

2 353,7

7 Atento

771,5

8 Lanxess

886,3

8 HP

2 031,3

8 Holcim

634,5

9 Mahle

822,0

9 IBM

1 954,0

9 A. Telecom

589,4

10 Scania

814,9

1 802,8

10 Repsol YPF

504,1

1 Carrefour

investimento recorde

Espanholas 10 731,5

2 Mercedes-Benz

Francesas

Fábrica da Bunge Alimentos:

1 General Motors

10 Kraft Foods

Holandesas

Inglesas

9 978,9

1 Bunge Alimentos

10 112,4

2 Peugeot Citroën

3 341,3

2 Bunge Fertilizantes

3 650,0

2 ArcelorMittal Tubarão

3 390,3

3 Renault

2 704,5

3 Makro

2 216,7

3 Comgás

2 229,0

4 LDC

2 464,8

4 SHV Gás

1 452,6

4 ArcelorMittal Inox

2 040,6

5 V&M

1 435,6

5 Philips da Amazônia

497,4

5 BBA

961,5

6 Atacadão

1 376,7

6 Akzo Nobel

466,3

6 Rexam

830,8

7 SanofiAventis

1 228,9

7 Ceva

254,6

7 GR

535,7

8 Rhodia

1 203,1

8 Nutron Alimentos

208,5

8 Belgo Bekaert-NE

346,7

9 Diageo

313,6

9 Doux

873,5

9 Brenntag

193,6

10 Alcatel

701,6

10 Acument

125,6

Italianas 1 Fiat

Japonesas 11 452,0

1 Moto Honda

1 Souza Cruz

10 Anglo American

4 869,3

287,6

Mexicanas 3 903,6

1 Claro

5 657,5

2 TIM Celular

6 206,3

2 Toyota

3 848,1

2 Embratel

5 590,8

3 TIM-NE

2 257,4

3 Honda Automóveis

3 521,2

3 Americel

1 925,6

4 Case New Holland

2 213,5

4 Bridgestone

759,4

4 Spal

1 083,3

5 Pirelli Pneus

1 732,0

5 Ajinomoto

621,3

5 Kaiser

839,3

6 Magneti Marelli

704,0

6 Cenibra

572,6

6 Amanco

368,5

7 M&G Polímeros

601,7

7 Panasonic

440,3

7 Mabe Itu

339,5

8 Teksid

457,4

8 Sony

426,3

8 Mabe Campinas

267,0

9 Magneti Marelli Cofap

453,6

9 NEC

284,5

9 Dixer

100,8

10 Petronas Lubrificantes

285,6

Portuguesas

10 Takata-Petri

200,2

Suecas

3 Sueco

8,7

4 Mexicano

8,5

1 Bandeirante

5 Japonês

7,8

2 Escelsa

897,3

2 Electrolux

6 Alemão

4,3

3 CCB

653,5

3 Ericsson Telecomunicações

7 Brasileiro

3,9

4 Enersul

570,0

8 Espanhol

1,9

5 Enertrade

9 Italiano

1,5

10 Americano

0,5

11 Suíço

-2,4

12 Português

-2,7

13 Inglês

-3,1

1 321,6

1 Volvo

MAIORES ESTRANGEIRAS | MULTINACIONAIS

MAIORES ESTRANGEIRAS | MULTI

10 Kaiser Nordeste

91,6

Suíças 2 087,2 1 413,3

1 Nestlé

2 797,8

2 Syngenta

1 483,8

657,9

3 Novartis

1 115,5

4 Ericsson

539,5

4 ABB

905,7

386,1

5 Sandvik

173,1

5 Garoto

764,1

6 Dedic

147,2

6 Sandvik MGS

159,0

6 Clariant

624,7

7 Unidas Rent a Car

144,8

7 Sandvik Mining

121,0

7 Alliance One

555,1

8 Swedish Match

77,4

8 Interagrícola

249,2

9 SND

153,0

10 Syngenta Seeds

152,4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 243

6/29/09 10:48:51 PM


NACIONAIS As 10 maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões

Alemãs MAIORES ESTRANGEIRAS | MULTINACIONAIS

1 Volkswagen

Americanas 14 414,3

Holandeses no topo Num ano de recorde no investimento estrangeiro direto, as empresas de capital holandês foram destaque

O

ranking das 500 maiores empresas deste ano traz 184 companhias estrangeiras, ante 200 companhias no ano anterior. Apesar dessa redução, a participação das multinacionais no faturamento das 500 maiores permaneceu no mesmo patamar do ano passado: 40%. O principal destaque são as empresas de capital holandês, cuja receita operacional bruta total cresceu 25% em relação a 2008. Esse desempenho foi puxado pelo crescimento da Bun-

242 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

MAIORES ESTRANGEIRAS/V1.indd 1-2

ge Alimentos e da Bunge Fertilizantes, as duas maiores empresas com controle acionário holandês em operação no Brasil. A importância do capital estrangeiro é evidenciada também nas estatísticas do Banco Central. Em 2008, os investimentos diretos estrangeiros (destinados a atividades produtivas) no Brasil atingiram o recorde de 45 bilhões de dólares. Em 2009, porém, em razão da crise global, a previsão é que esses recursos não passem de 30 bilhões de dólares.

Quem cresceu e quem diminuiu Crescimento da receita operacional bruta em relação ao ano anterior, por nacionalidade — em % 1 Holandês

25,0

2 Francês

18,1

IVSON/DIVULGAÇÃO

1 Telefônica

9 652,9

6 111,9

2 Wal-Mart

7 528,5

2 Ampla

1 704,3

3 Basf

2 390,4

3 Cargill

6 207,8

3 Aços Villares

1 292,2

4 Robert Bosch

2 164,1

4 Ford

6 128,5

4 Coelce

1 230,2

5 Bayer

1 671,9

5 Texaco

5 867,4

5 CEG

1 108,9

6 Siemens

1 501,7

6 Whirlpool

2 991,2

6 CEG Rio

812,9

7 Aliança

1 084,3

7 ADM

2 353,7

7 Atento

771,5

8 Lanxess

886,3

8 HP

2 031,3

8 Holcim

634,5

9 Mahle

822,0

9 IBM

1 954,0

9 A. Telecom

589,4

10 Scania

814,9

1 802,8

10 Repsol YPF

504,1

1 Carrefour

investimento recorde

Espanholas 10 731,5

2 Mercedes-Benz

Francesas

Fábrica da Bunge Alimentos:

1 General Motors

10 Kraft Foods

Holandesas

Inglesas

9 978,9

1 Bunge Alimentos

10 112,4

2 Peugeot Citroën

3 341,3

2 Bunge Fertilizantes

3 650,0

2 ArcelorMittal Tubarão

3 390,3

3 Renault

2 704,5

3 Makro

2 216,7

3 Comgás

2 229,0

4 LDC

2 464,8

4 SHV Gás

1 452,6

4 ArcelorMittal Inox

2 040,6

5 V&M

1 435,6

5 Philips da Amazônia

497,4

5 BBA

961,5

6 Atacadão

1 376,7

6 Akzo Nobel

466,3

6 Rexam

830,8

7 SanofiAventis

1 228,9

7 Ceva

254,6

7 GR

535,7

8 Rhodia

1 203,1

8 Nutron Alimentos

208,5

8 Belgo Bekaert-NE

346,7

9 Diageo

313,6

9 Doux

873,5

9 Brenntag

193,6

10 Alcatel

701,6

10 Acument

125,6

Italianas 1 Fiat

Japonesas 11 452,0

1 Moto Honda

1 Souza Cruz

10 Anglo American

4 869,3

287,6

Mexicanas 3 903,6

1 Claro

5 657,5

2 TIM Celular

6 206,3

2 Toyota

3 848,1

2 Embratel

5 590,8

3 TIM-NE

2 257,4

3 Honda Automóveis

3 521,2

3 Americel

1 925,6

4 Case New Holland

2 213,5

4 Bridgestone

759,4

4 Spal

1 083,3

5 Pirelli Pneus

1 732,0

5 Ajinomoto

621,3

5 Kaiser

839,3

6 Magneti Marelli

704,0

6 Cenibra

572,6

6 Amanco

368,5

7 M&G Polímeros

601,7

7 Panasonic

440,3

7 Mabe Itu

339,5

8 Teksid

457,4

8 Sony

426,3

8 Mabe Campinas

267,0

9 Magneti Marelli Cofap

453,6

9 NEC

284,5

9 Dixer

100,8

10 Petronas Lubrificantes

285,6

Portuguesas

10 Takata-Petri

200,2

Suecas

3 Sueco

8,7

4 Mexicano

8,5

1 Bandeirante

5 Japonês

7,8

2 Escelsa

897,3

2 Electrolux

6 Alemão

4,3

3 CCB

653,5

3 Ericsson Telecomunicações

7 Brasileiro

3,9

4 Enersul

570,0

8 Espanhol

1,9

5 Enertrade

9 Italiano

1,5

10 Americano

0,5

11 Suíço

-2,4

12 Português

-2,7

13 Inglês

-3,1

1 321,6

1 Volvo

MAIORES ESTRANGEIRAS | MULTINACIONAIS

MAIORES ESTRANGEIRAS | MULTI

10 Kaiser Nordeste

91,6

Suíças 2 087,2 1 413,3

1 Nestlé

2 797,8

2 Syngenta

1 483,8

657,9

3 Novartis

1 115,5

4 Ericsson

539,5

4 ABB

905,7

386,1

5 Sandvik

173,1

5 Garoto

764,1

6 Dedic

147,2

6 Sandvik MGS

159,0

6 Clariant

624,7

7 Unidas Rent a Car

144,8

7 Sandvik Mining

121,0

7 Alliance One

555,1

8 Swedish Match

77,4

8 Interagrícola

249,2

9 SND

153,0

10 Syngenta Seeds

152,4

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 243

6/29/09 10:48:51 PM


Melhores do ano Nas próximas páginas, as melhores empresas de 18 setores: • BR Distribuidora (atacado) • Suspensys (autoindústria) • Atlas Schindler (bens de capital) • Natura (bens de consumo) • Prysmian (eletroeletrônico) • AES Tietê (energia) • Roche (farmacêutico) • Engevix (indústria da construção) • UOL (indústria digital) • CBMM (mineração) • Santher (papel e celulose) • Fosfertil (química e petroquímica) • Visanet (serviços) • CSN (siderurgia e metalurgia) • Telefônica (telecomunicações) • Beira Rio (têxteis) • Localiza (transporte) • B2W (varejo)

maiores do ano.indd 2

6/29/09 8:46:05 PM


A MELHOR | ATACADO | BR Distribuidora

Uma faxina providencial Depois de reformular sua estrutura, a BR Distribuidora colecionou ótimos resultados em 2008, enquanto várias concorrentes passaram por apuros | Malu Gaspar A Shell, única múlti que permaneceu no negócio de distribuição de combustíveis, iniciou uma estratégia agressiva de expansão de sua rede de postos. O jogo iria se tornar cada vez mais competitivo, e a BR decidiu mudar para ganhar mais eficiência. No segundo semestre de 2007, diminuiu de 34 para 24 o número de gerências vinculadas ao presidente e aos cinco diretores, cortando custos administrativos e eliminando pelo menos dois níveis intermediários entre o comando da empresa e os funcionários do dia a dia da operação. Em 2008, os resultados apareceram. O lucro líquido aumentou 47,5%, para 442 milhões de dólares, e a margem de lucro aumentou 15,3%, chegan-

ma das maiores armadilhas em que pode cair uma empresa líder de mercado é acomodarse na posição e perder competitividade. A BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras que domina o mercado de combustíveis há 35 anos (hoje detém 35% das vendas), percebeu que estava prestes a cair nessa cilada em 2007, quando começaram as primeiras movimentações de fusões e aquisições no setor. Desde então, a própria Petrobras, junto com o grupo Ultra, comprou a Ipiranga, e três multinacionais deixaram o mercado brasileiro: a Esso, que vendeu a operação para a Cosan; a Repsol, que vendeu seus postos para a nacional Ale; e a Texaco, comprada pelo grupo Ultra.

U

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

495 490 385 355 345 335 325 320 305 285 260 250 240 195 195

BR Distribuidora2,6, RJ Trop2,6, ES Amaggi2,6, MT Petróleo Sabbá2,6, AM Mantecorp Logística3,6,B, RJ Ipiranga3,6, RJ Cisa2,6, ES Cálamo3,6, PR Arcom3,6, MG Shell2,6, RJ Profarma2,6, RJ Distribuidora Automotiva3,6, SP Makro2,6, SP Comigo2,6, GO Ale2,6,B, RN

28 888,0 473,5 1 557,1 882,6 404,5 9 854,1 586,3 368,9 546,3 10 191,0 1 294,1 458,4 2 216,7 607,5 2 700,3

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

442,1 11,8 25,0 4,1 18,3 79,2 16,1 59,4 23,3 -259,8 -4,1 6,5 32,4 11,1 1,0

3 231,8 6,9 158,4 59,0 18,3 1 115,5 38,7 14,4 86,3 1 062,6 200,8 161,1 185,4 160,1 57,7

1,5 2,5 1,6 0,5 4,5 0,8 2,7 16,1 4,3 -2,5 -0,3 1,4 1,5 1,8 0,0

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

5,58 3,29 1,39 7,49 4,64 4,96 2,09 3,73 2,31 2,42 3,29 2,07 3,71 1,81 6,14

1 330,4 1 585,9 333,6 338,5 NI NI 244,5 NI NI 430,1 65,3 NI 31,5 66,2 125,8

3 541 88 938 74 NI NI 261 NI NI 1 630 2 003 NI 5 624 1 659 862

Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Sim Não Não Não Não

Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Anglo-holan. Brasileiro Brasileiro Holandês Brasileiro Brasileiro

José Eduardo Dutra, presidente da BR Distribuidora: “Ganhamos agilidade para tomar decisões” MARCELO CORRÊA

As melhores

do a 1,5%, num ano em que alguns concorrentes registraram margens negativas. “O mais importante foi termos ganhado agilidade para tomar decisões. Agora podemos responder muito mais rapidamente à movimentação da concorrência”, diz o presidente da BR, José Eduardo Dutra. O choque de gestão está se mostrando útil também para a BR no momento de desaquecimento do mercado. Entre janeiro e março de 2009, as vendas de combustível ficaram em 22 milhões de litros, número igual ao registrado no mesmo período do ano passado. “Quando a crise chegou, já tínhamos feito a lição de casa”, diz Dutra. O executivo agora está dedicado ao desafio de inte-

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: trading companies, atacadistas, distribuidores de combustíveis etc.

248 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ATACADO-BR DISTRIBUIDORA.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 249

6/29/09 9:22:56 PM


A MELHOR | ATACADO | BR Distribuidora

Uma faxina providencial Depois de reformular sua estrutura, a BR Distribuidora colecionou ótimos resultados em 2008, enquanto várias concorrentes passaram por apuros | Malu Gaspar A Shell, única múlti que permaneceu no negócio de distribuição de combustíveis, iniciou uma estratégia agressiva de expansão de sua rede de postos. O jogo iria se tornar cada vez mais competitivo, e a BR decidiu mudar para ganhar mais eficiência. No segundo semestre de 2007, diminuiu de 34 para 24 o número de gerências vinculadas ao presidente e aos cinco diretores, cortando custos administrativos e eliminando pelo menos dois níveis intermediários entre o comando da empresa e os funcionários do dia a dia da operação. Em 2008, os resultados apareceram. O lucro líquido aumentou 47,5%, para 442 milhões de dólares, e a margem de lucro aumentou 15,3%, chegan-

ma das maiores armadilhas em que pode cair uma empresa líder de mercado é acomodarse na posição e perder competitividade. A BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras que domina o mercado de combustíveis há 35 anos (hoje detém 35% das vendas), percebeu que estava prestes a cair nessa cilada em 2007, quando começaram as primeiras movimentações de fusões e aquisições no setor. Desde então, a própria Petrobras, junto com o grupo Ultra, comprou a Ipiranga, e três multinacionais deixaram o mercado brasileiro: a Esso, que vendeu a operação para a Cosan; a Repsol, que vendeu seus postos para a nacional Ale; e a Texaco, comprada pelo grupo Ultra.

U

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

495 490 385 355 345 335 325 320 305 285 260 250 240 195 195

BR Distribuidora2,6, RJ Trop2,6, ES Amaggi2,6, MT Petróleo Sabbá2,6, AM Mantecorp Logística3,6,B, RJ Ipiranga3,6, RJ Cisa2,6, ES Cálamo3,6, PR Arcom3,6, MG Shell2,6, RJ Profarma2,6, RJ Distribuidora Automotiva3,6, SP Makro2,6, SP Comigo2,6, GO Ale2,6,B, RN

28 888,0 473,5 1 557,1 882,6 404,5 9 854,1 586,3 368,9 546,3 10 191,0 1 294,1 458,4 2 216,7 607,5 2 700,3

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

442,1 11,8 25,0 4,1 18,3 79,2 16,1 59,4 23,3 -259,8 -4,1 6,5 32,4 11,1 1,0

3 231,8 6,9 158,4 59,0 18,3 1 115,5 38,7 14,4 86,3 1 062,6 200,8 161,1 185,4 160,1 57,7

1,5 2,5 1,6 0,5 4,5 0,8 2,7 16,1 4,3 -2,5 -0,3 1,4 1,5 1,8 0,0

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

5,58 3,29 1,39 7,49 4,64 4,96 2,09 3,73 2,31 2,42 3,29 2,07 3,71 1,81 6,14

1 330,4 1 585,9 333,6 338,5 NI NI 244,5 NI NI 430,1 65,3 NI 31,5 66,2 125,8

3 541 88 938 74 NI NI 261 NI NI 1 630 2 003 NI 5 624 1 659 862

Não Não Não Não Não Não Não Não Não Não Sim Não Não Não Não

Estatal Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Anglo-holan. Brasileiro Brasileiro Holandês Brasileiro Brasileiro

José Eduardo Dutra, presidente da BR Distribuidora: “Ganhamos agilidade para tomar decisões” MARCELO CORRÊA

As melhores

do a 1,5%, num ano em que alguns concorrentes registraram margens negativas. “O mais importante foi termos ganhado agilidade para tomar decisões. Agora podemos responder muito mais rapidamente à movimentação da concorrência”, diz o presidente da BR, José Eduardo Dutra. O choque de gestão está se mostrando útil também para a BR no momento de desaquecimento do mercado. Entre janeiro e março de 2009, as vendas de combustível ficaram em 22 milhões de litros, número igual ao registrado no mesmo período do ano passado. “Quando a crise chegou, já tínhamos feito a lição de casa”, diz Dutra. O executivo agora está dedicado ao desafio de inte-

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: trading companies, atacadistas, distribuidores de combustíveis etc.

248 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ATACADO-BR DISTRIBUIDORA.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 249

6/29/09 9:22:56 PM


A MELHOR | ATACADO Os números do setor Crescimento

Aumento de vendas no ano, já descontada a inflação — em % 1 Trop 2 Amaggi 3 Comigo 4 Treelog 5 Cooxupé 6 Mantecorp Logística 7 Integrada 8 Cisa 9 Cálamo 10 BR Distribuidora Mediana: 32 empresas

125,5 64,0 50,9 36,5 24,1 15,8 14,7 12,5 12,4 11,4 2,0

Liderança de mercado

Mercado conquistado nas vendas das maiores — em % 1 BR Distribuidora 2 Shell 3 Ipiranga 4 Ale 5 Makro 6 Grupo Martins 7 Amaggi 8 Profarma 9 Petróleo Sabbá 10 Cooxupé Mediana: 32 empresas

35,2 12,4 12,0 3,3 2,7 2,0 1,9 1,6 1,1 0,9 0,7

Liquidez corrente DIVULGAÇÃO

Reais realizáveis para cada real de dívida no curto prazo — em número de índice

Operação da Cisa Trading: a empresa obteve em 2008 rentabilidade de 34,4%, uma das melhores do setor

grar à rede de 6 400 postos da BR os 770 postos da Alvo, parte da Ipiranga que ficou com a Petrobras. A aquisição aumenta a capilaridade da rede nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, mas também vai gerar novos custos em treinamento de funcionários e ajustes nos sistemas de transporte e de redução de acidentes. Dutra afirma que as vendas já começam a se recuperar. “O susto maior já passou”, diz.

As maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

BR Distribuidora Shell Ipiranga Texaco Esso Ale Makro Ipiranga Distribuidora Grupo Martins Amaggi

28 888,0 10 191,0 9 854,1 5 867,4 4 658,5 2 700,3 2 216,7 1 700,9 1 615,1 1 557,1

Além da BR, outras empresas do setor de atacado aproveitaram bem o impulso do crescimento do consumo interno. A capixaba Trop, trading especializada na importação de equipamentos para construção civil, indústria têxtil e ferrovias, por exemplo, teve o maior aumento de rentabilidade registrado entre as companhias pesquisadas por MELHORES E MAIORES (veja reportagem na pág. 54). “O setor é muito sensível à variação da economia e diretamente influenciado pelo aumento do consumo”, diz Carlos Severini, da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores. Segundo ele, o crescimento das classes C e D ajudou o setor a fechar 2008 com um crescimento de 8,5%, aumento semelhante ao registrado pelo mercado de combustíveis, de 9%. Em 2009, com as previsões para o desempenho da economia brasileira variando de estagnação a pequena queda, buscar mais eficiência, como fez a BR, pode fazer toda a diferença.

1 Distribuidora Automotiva 2 Petróleo Sabbá 3 Profarma 4 Ipiranga 5 BR Distribuidora 6 Arcom 7 Comigo 8 Cooxupé 9 Amaggi 10 Cisa Mediana: 23 empresas

3,65 3,60 2,78 2,43 2,14 1,79 1,53 1,52 1,36 1,36 1,32

Rentabilidade

Retorno do investimento obtido no ano — em % 1 Cálamo 2 Mantecorp Logística 3 Trop 4 Cisa 5 Arcom 6 Servimed 7 Makro 8 Amaggi 9 Officer 10 Cotia Trading Mediana: 22 empresas

81,2 68,4 66,8 34,4 19,2 17,4 15,9 15,4 15,1 15,1 11,0

Riqueza/Empregado Riqueza criada por empregado — em US$ 1 Trop 2 BR Distribuidora 3 Cotia Trading 4 Shell 5 Petróleo Sabbá 6 Amaggi 7 Cisa 8 Officer 9 Ale 10 Comigo Mediana: 17 empresas

1 585 910 1 330 363 617 190 430 076 338 467 333 567 244 545 133 546 125 793 66 210 125 793

250 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ATACADO-BR DISTRIBUIDORA.indd 3

6/29/09 9:22:43 PM


A MELHOR | AUTOINDÚSTRIA | Suspensys

Crescimento de 30% ao ano Como a Suspensys, fornecedora de eixos e suspensões para as montadoras, mantém uma das taxas mais altas de evolução de receita da autoindústria | Leandro Steiw 2,05 reais no ativo para liquidar o débito no curto prazo). Graças a números como esses, tornou-se a melhor empresa do setor de autoindústria de 2008. A Suspensys era originalmente uma divisão, dedicada à produção de eixos e suspensões para suprir as necessidades da Randon. “Analisamos o mercado na época e percebemos que não havia mais ninguém no país que pudesse atender as montadoras no nosso segmento. Era uma boa oportunidade para a Randon vender os produtos que fazia dentro de casa”, diz Alexandre Gazzi, diretor executivo da Suspensys. Em 1997, a área de eixos e suspensões da Randon ganhou vida própria com a criação da Suspensys, uma joint venture entre a Randon e a americana ArvinMeritor, fabricante de

gaúcha Suspensys, fabricante de suspensões e eixos para veículos comerciais, não é uma marca muito conhecida do consumidor final. Seus produtos, no entanto, estão presentes em milhares de carretas e reboques da Randon, empresa gaúcha que detém metade do capital da Suspensys, e também em caminhões e ônibus da Agrale, Ford, Iveco, Mercedes-Benz, Scania, Volkswagen e Volvo. Desde o início de sua operação, em 2002, a Suspensys vem crescendo à taxa média de 28% ao ano. Em 2008, faturou 490 milhões de dólares e lucrou 31 milhões. Teve a melhor rentabilidade do patrimônio (39,5%) e o melhor índice de liquidez corrente do setor (para cada real de dívida, a empresa dispunha de

A

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

835 705 510 450 430 400 380 340 315 305 290 250 190 125

Suspensys3,6, RS Randon2,6,B, RS Embraer2,6, SP Marcopolo2,6, RS Vipal3,6, RS Magneti Marelli2,6, MG Fiat2,6, MG Maxion2,6, SP Mahle2,6, SP Facchini2,6, SP Renault2,6, PR Agrale2,6, RS Aethra2,6, MG Magneti Marelli Cofap2,6, SP

490,2 726,8 4 765,3 846,8 466,1 704,0 11 452,0 403,4 822,0 387,4 2 704,5 364,5 417,4 453,6

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

31,5 70,0 167,4 31,3 -47,4 21,0 803,7 35,4 25,1 22,0 65,4 9,5 8,2 3,3

64,4 345,7 2 647,3 298,3 115,5 115,0 658,7 189,8 206,2 54,7 603,6 60,4 76,7 88,0

6,4 9,6 3,5 3,7 -10,2 3,0 7,0 8,8 3,1 5,7 2,4 2,6 2,0 0,7

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

4,18 1,26 0,59 1,26 0,99 2,37 3,54 1,13 1,33 2,72 1,90 2,22 1,88 1,91

64,5 45,8 47,8 26,5 54,3 59,7 206,9 23,0 40,4 34,1 NI 29,7 52,6 29,4

1 457 3 924 20 608 6 685 2 320 2 936 14 097 5 193 6 988 3 246 4 501 1 693 3 077 4 063

Não Sim Sim Sim Não Não Não Sim Sim Não Não Não Não Não

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Italiano Brasileiro Alemão Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Italiano

Alexandre Gazzi, diretor executivo da Suspensys: “Temos uma

gestão enxuta e custos fixos baixos”

TAMIRES KOPP

As melhores

sistemas automotivos. Cinco anos depois, a Suspensys entrou em operação com a inauguração de sua fábrica em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Suas instalações ficam dentro do complexo industrial da Randon. Isso facilita a sinergia com outras empresas do grupo. Elas dividem áreas como transporte, alimentação, segurança, saúde, tecnologia da informação, recursos humanos e até um novo campo de provas, que deverá ser inaugurado no segundo semestre de 2009, depois de um investimento de 25 milhões de reais. “As companhias têm autonomia para comprar, produzir e vender. Mas compartilham recursos, o que nos dá uma vantagem competitiva”, diz Gazzi. “Temos uma gestão enxuta e nossos custos fixos são baixos, em

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: montadoras de automóveis e caminhões, fabricantes de tratores e máquinas agrícolas, fabricantes de carrocerias, fabricantes de pneus, fabricantes de aeronaves, fabricantes de motocicletas, fornecedores de autopeças e componentes etc.

252 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

AUTOINDUSTRIA - SUSPENSYS.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 253

6/29/09 9:27:10 PM


A MELHOR | AUTOINDÚSTRIA | Suspensys

Crescimento de 30% ao ano Como a Suspensys, fornecedora de eixos e suspensões para as montadoras, mantém uma das taxas mais altas de evolução de receita da autoindústria | Leandro Steiw 2,05 reais no ativo para liquidar o débito no curto prazo). Graças a números como esses, tornou-se a melhor empresa do setor de autoindústria de 2008. A Suspensys era originalmente uma divisão, dedicada à produção de eixos e suspensões para suprir as necessidades da Randon. “Analisamos o mercado na época e percebemos que não havia mais ninguém no país que pudesse atender as montadoras no nosso segmento. Era uma boa oportunidade para a Randon vender os produtos que fazia dentro de casa”, diz Alexandre Gazzi, diretor executivo da Suspensys. Em 1997, a área de eixos e suspensões da Randon ganhou vida própria com a criação da Suspensys, uma joint venture entre a Randon e a americana ArvinMeritor, fabricante de

gaúcha Suspensys, fabricante de suspensões e eixos para veículos comerciais, não é uma marca muito conhecida do consumidor final. Seus produtos, no entanto, estão presentes em milhares de carretas e reboques da Randon, empresa gaúcha que detém metade do capital da Suspensys, e também em caminhões e ônibus da Agrale, Ford, Iveco, Mercedes-Benz, Scania, Volkswagen e Volvo. Desde o início de sua operação, em 2002, a Suspensys vem crescendo à taxa média de 28% ao ano. Em 2008, faturou 490 milhões de dólares e lucrou 31 milhões. Teve a melhor rentabilidade do patrimônio (39,5%) e o melhor índice de liquidez corrente do setor (para cada real de dívida, a empresa dispunha de

A

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

835 705 510 450 430 400 380 340 315 305 290 250 190 125

Suspensys3,6, RS Randon2,6,B, RS Embraer2,6, SP Marcopolo2,6, RS Vipal3,6, RS Magneti Marelli2,6, MG Fiat2,6, MG Maxion2,6, SP Mahle2,6, SP Facchini2,6, SP Renault2,6, PR Agrale2,6, RS Aethra2,6, MG Magneti Marelli Cofap2,6, SP

490,2 726,8 4 765,3 846,8 466,1 704,0 11 452,0 403,4 822,0 387,4 2 704,5 364,5 417,4 453,6

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

31,5 70,0 167,4 31,3 -47,4 21,0 803,7 35,4 25,1 22,0 65,4 9,5 8,2 3,3

64,4 345,7 2 647,3 298,3 115,5 115,0 658,7 189,8 206,2 54,7 603,6 60,4 76,7 88,0

6,4 9,6 3,5 3,7 -10,2 3,0 7,0 8,8 3,1 5,7 2,4 2,6 2,0 0,7

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

4,18 1,26 0,59 1,26 0,99 2,37 3,54 1,13 1,33 2,72 1,90 2,22 1,88 1,91

64,5 45,8 47,8 26,5 54,3 59,7 206,9 23,0 40,4 34,1 NI 29,7 52,6 29,4

1 457 3 924 20 608 6 685 2 320 2 936 14 097 5 193 6 988 3 246 4 501 1 693 3 077 4 063

Não Sim Sim Sim Não Não Não Sim Sim Não Não Não Não Não

Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Brasileiro Italiano Italiano Brasileiro Alemão Brasileiro Francês Brasileiro Brasileiro Italiano

Alexandre Gazzi, diretor executivo da Suspensys: “Temos uma

gestão enxuta e custos fixos baixos”

TAMIRES KOPP

As melhores

sistemas automotivos. Cinco anos depois, a Suspensys entrou em operação com a inauguração de sua fábrica em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Suas instalações ficam dentro do complexo industrial da Randon. Isso facilita a sinergia com outras empresas do grupo. Elas dividem áreas como transporte, alimentação, segurança, saúde, tecnologia da informação, recursos humanos e até um novo campo de provas, que deverá ser inaugurado no segundo semestre de 2009, depois de um investimento de 25 milhões de reais. “As companhias têm autonomia para comprar, produzir e vender. Mas compartilham recursos, o que nos dá uma vantagem competitiva”, diz Gazzi. “Temos uma gestão enxuta e nossos custos fixos são baixos, em

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: montadoras de automóveis e caminhões, fabricantes de tratores e máquinas agrícolas, fabricantes de carrocerias, fabricantes de pneus, fabricantes de aeronaves, fabricantes de motocicletas, fornecedores de autopeças e componentes etc.

252 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

AUTOINDUSTRIA - SUSPENSYS.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 253

6/29/09 9:27:10 PM


A MELHOR | AUTOINDÚSTRIA Os números do setor Crescimento

Aumento de vendas no ano, já descontada a inflação — em % 1 Facchini 2 Suspensys 3 Renault 4 Embraer 5 Vipal 6 Randon 7 Marcopolo 8 Fiat 9 Magneti Marelli 10 Aethra Mediana: 38 empresas

23,6 17,7 13,8 5,5 3,2 2,5 2,1 1,4 0,8 -0,4 2,3

Liderança de mercado

Mercado conquistado nas vendas das maiores — em % 1 Fiat 2 Embraer 3 Renault 4 Marcopolo 5 Mahle 6 Randon 7 Magneti Marelli 8 Suspensys 9 Vipal 10 Magneti Marelli Cofap Mediana: 40 empresas

11,6 4,8 2,7 0,9 0,8 0,7 0,7 0,5 0,5 0,5 1,0

EDUARDO ANIZELLI

Liquidez corrente

Feirão de carros em São Paulo: o crescimento das vendas de veículos no país no ano passado foi de 15%

torno de 10%, o que nos permite trabalhar com margens menores.” Neste ano, com a retração da demanda, a Suspensys prevê queda de 30% em seu volume de vendas. Apesar disso, seus executivos pretendem manter os investimentos previstos no plano plurianual, que cobre o período de 2004 a 2009. No total, serão aplicados 90 milhões de reais em expansão da capacidade de produção, automação, atualização tecnológica,

As maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Volkswagen Fiat General Motors Ford Mercedes-Benz Embraer Moto Honda Toyota Honda Automóveis Peugeot Citroën

14 414,3 11 452,0 10 731,5 6 128,5 6 111,9 4 765,3 3 903,6 3 848,1 3 521,2 3 341,3

engenharia de produtos e inovação. Para Gazzi, o momento atual não justifica nenhum tipo de desânimo. “As montadoras na Europa e nos Estados Unidos estão vendendo até 70% menos. A crise está lá. Aqui, estamos com algumas dificuldades, mas administráveis”, diz. Em maio deste ano, a Suspensys inaugurou a operação de peças de reposição, que ocupa uma área de 3 000 metros quadrados e exigiu um investimento de 6 milhões de reais. Os principais clientes para esse segmento de produtos são as grandes empresas de transporte de carga e de passageiros. A empresa obtém com o mercado de peças de reposição uma receita anual de 50 milhões de reais, o equivalente a 5% de seu faturamento total. A ideia é dobrar o volume do negócio de peças de reposição até 2013. Ao fortalecer sua atuação nesse mercado, a Suspensys procura reduzir sua dependência das encomendas feitas pelas grandes montadoras.

Reais realizáveis para cada real de dívida no curto prazo — em número de índice 1 Suspensys 2 Vipal 3 Randon 4 Facchini 5 Marcopolo 6 Embraer 7 Maxion 8 Magneti Marelli Cofap 9 Renault 10 Agrale Mediana: 14 empresas

2,05 1,92 1,88 1,80 1,69 1,47 1,39 1,38 1,34 1,32 1,38

Rentabilidade

Retorno do investimento obtido no ano — em % 1 Suspensys 2 Randon 3 Maxion 4 Agrale 5 Magneti Marelli 6 Mahle 7 Marcopolo 8 Aethra 9 Embraer 10 Magneti Marelli Cofap Mediana: 11 empresas

39,5 18,6 15,8 14,8 13,5 11,4 9,7 8,4 6,1 3,4 11,4

Riqueza/Empregado Riqueza criada por empregado — em US$ 1 Fiat 2 Suspensys 3 Magneti Marelli 4 Vipal 5 Aethra 6 Embraer 7 Randon 8 Mahle 9 Facchini 10 Agrale Mediana: 13 empresas

206 928 64 549 59 696 54 324 52 621 47 759 45 760 40 407 34 114 29 654 45 760

254 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

AUTOINDUSTRIA - SUSPENSYS.indd 3

6/29/09 9:27:33 PM


A MELHOR | BENS DE CAPITAL | Atlas Schindler

De carona na onda imobiliária

Impulsionada pelo crescimento da construção civil, a Atlas lucrou 68 milhões de dólares no ano passado, quase 30% mais do que em 2007 | João Werner Grando Um dos fatores que impulsionaram o resultado da Atlas em 2008 foi o boom imobiliário no país. No ano passado, a indústria brasileira da construção civil cresceu quase 10%. O aquecimento do setor teve impacto direto na demanda sobre uma das principais áreas de atuação da Atlas Schindler, a de novas instalações, que cresceu 20% no período. As demais atividades da empresa — manutenção e modernização de equipamentos — tiveram taxas de crescimento bem mais modestas, perto de 5%. “O ano passado foi excepcional, e será um grande desafio superar esses indicadores daqui para a frente”, afirma Luis Del Barrio, presidente da Atlas Schindler. O panorama em 2009 é completamente distinto para os negócios da em-

m 85 anos de atuação no país, a Atlas Schindler, empresa com sede em São Paulo, já vendeu mais de 150 000 elevadores. Eles representam o carro-chefe de uma linha de produtos que inclui escadas e esteiras rolantes. O ano de 2008 entrou para a história como um dos melhores da quase centenária trajetória da empresa. Seu lucro líquido fechou em 68 milhões de dólares, um aumento de quase 30% em relação a 2007. A Atlas também registrou no período rentabilidade de 42%, a maior taxa entre as empresas do país do mercado de bens de capital. Esses números se destacam no conjunto de indicadores que lhe renderam o prêmio de melhor empresa do ano do setor de bens de capital de MELHORES E MAIORES.

E

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

470 460 420 365 340 335 330 315 300 275 240 240 220 210 175

Atlas Schindler2,6, SP Weg Equipamentos2,6, SC Usiminas Mecânica2,6, MG Sulzer3,6, SP Enfil3,6, SP Voith Paper1,6,7, SP Voith Siemens3,6,7, SP Weg Indústrias2,6, SC Kepler Weber Industrial2,6, RS Romi2,6, SP Sandvik MGS2,6, SP Metso2,6, SP Trafo3,6, RS Dedini2,6, SP Metalfrio2,6, SP

“Será um grande desafio superar os resultados de 2008”

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

Luis Del Barrio, presidente da Atlas Schindler:

499,5 1 654,6 640,8 146,9 142,2 325,0 233,5 134,8 140,9 353,7 159,0 463,3 126,3 950,8 240,3

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

68,2 166,8 42,8 8,7 3,7 17,7 -0,4 6,2 2,8 27,6 8,9 -17,0 6,0 19,7 -50,6

115,8 656,9 236,7 35,4 11,4 77,9 33,5 51,2 110,8 295,7 48,1 95,4 26,9 21,8 120,6

13,6 10,1 6,7 5,9 2,6 5,5 -0,2 4,6 2,0 7,8 5,6 -3,7 4,7 2,1 -21,0

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

1,29 0,95 1,49 1,14 2,00 1,29 0,94 1,43 0,91 0,51 1,30 1,04 1,76 1,47 1,29

54,2 45,3 36,7 92,1 NI 107,6 NI 68,9 25,3 67,8 166,0 95,1 NI NI 44,3

4 051 14 280 8 587 594 NI 1 032 857 692 1 120 2 896 241 1 687 NI 5 210 1 145

Não Não Não Não Não Não Não Não Sim Sim Não Não Sim Não Sim

Espanhol Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Alemão Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Sueco Finlandês Brasileiro Brasileiro Brasileiro

FABIANO ACCORSI

As melhores

presa. Os números da construção civil no primeiro trimestre deste ano indicaram uma retração no setor de quase 10%. “Vamos sofrer o impacto disso, com os números da empresa recuando para o patamar de antes de 2008, o que não chega a ser algo catastrófico”, diz Del Barrio. Outra atenuante é que o setor de construção civil tem boas chances de reverter rapidamente o quadro de desaceleração. As construtoras foram beneficiadas com o programa anunciado pelo governo que ampliou os financiamentos e desonerou materiais de construção. “As perspectivas para indústrias ligadas à construção civil são bastante animadoras”, afirma Antônio Corrêa de Lacerda, professor de economia da Fundação Dom Cabral.

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista. 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: fabricantes de bens de capital seriados e não seriados (motores, turbinas, máquinas operatrizes, elevadores, pontes rolantes etc.)

256 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

BENS DE CAPITAL - ATLAS SCHINDLER.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 257

6/29/09 9:24:58 PM


A MELHOR | BENS DE CAPITAL | Atlas Schindler

De carona na onda imobiliária

Impulsionada pelo crescimento da construção civil, a Atlas lucrou 68 milhões de dólares no ano passado, quase 30% mais do que em 2007 | João Werner Grando Um dos fatores que impulsionaram o resultado da Atlas em 2008 foi o boom imobiliário no país. No ano passado, a indústria brasileira da construção civil cresceu quase 10%. O aquecimento do setor teve impacto direto na demanda sobre uma das principais áreas de atuação da Atlas Schindler, a de novas instalações, que cresceu 20% no período. As demais atividades da empresa — manutenção e modernização de equipamentos — tiveram taxas de crescimento bem mais modestas, perto de 5%. “O ano passado foi excepcional, e será um grande desafio superar esses indicadores daqui para a frente”, afirma Luis Del Barrio, presidente da Atlas Schindler. O panorama em 2009 é completamente distinto para os negócios da em-

m 85 anos de atuação no país, a Atlas Schindler, empresa com sede em São Paulo, já vendeu mais de 150 000 elevadores. Eles representam o carro-chefe de uma linha de produtos que inclui escadas e esteiras rolantes. O ano de 2008 entrou para a história como um dos melhores da quase centenária trajetória da empresa. Seu lucro líquido fechou em 68 milhões de dólares, um aumento de quase 30% em relação a 2007. A Atlas também registrou no período rentabilidade de 42%, a maior taxa entre as empresas do país do mercado de bens de capital. Esses números se destacam no conjunto de indicadores que lhe renderam o prêmio de melhor empresa do ano do setor de bens de capital de MELHORES E MAIORES.

E

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

470 460 420 365 340 335 330 315 300 275 240 240 220 210 175

Atlas Schindler2,6, SP Weg Equipamentos2,6, SC Usiminas Mecânica2,6, MG Sulzer3,6, SP Enfil3,6, SP Voith Paper1,6,7, SP Voith Siemens3,6,7, SP Weg Indústrias2,6, SC Kepler Weber Industrial2,6, RS Romi2,6, SP Sandvik MGS2,6, SP Metso2,6, SP Trafo3,6, RS Dedini2,6, SP Metalfrio2,6, SP

“Será um grande desafio superar os resultados de 2008”

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

Luis Del Barrio, presidente da Atlas Schindler:

499,5 1 654,6 640,8 146,9 142,2 325,0 233,5 134,8 140,9 353,7 159,0 463,3 126,3 950,8 240,3

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

68,2 166,8 42,8 8,7 3,7 17,7 -0,4 6,2 2,8 27,6 8,9 -17,0 6,0 19,7 -50,6

115,8 656,9 236,7 35,4 11,4 77,9 33,5 51,2 110,8 295,7 48,1 95,4 26,9 21,8 120,6

13,6 10,1 6,7 5,9 2,6 5,5 -0,2 4,6 2,0 7,8 5,6 -3,7 4,7 2,1 -21,0

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

1,29 0,95 1,49 1,14 2,00 1,29 0,94 1,43 0,91 0,51 1,30 1,04 1,76 1,47 1,29

54,2 45,3 36,7 92,1 NI 107,6 NI 68,9 25,3 67,8 166,0 95,1 NI NI 44,3

4 051 14 280 8 587 594 NI 1 032 857 692 1 120 2 896 241 1 687 NI 5 210 1 145

Não Não Não Não Não Não Não Não Sim Sim Não Não Sim Não Sim

Espanhol Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Alemão Alemão Brasileiro Brasileiro Brasileiro Sueco Finlandês Brasileiro Brasileiro Brasileiro

FABIANO ACCORSI

As melhores

presa. Os números da construção civil no primeiro trimestre deste ano indicaram uma retração no setor de quase 10%. “Vamos sofrer o impacto disso, com os números da empresa recuando para o patamar de antes de 2008, o que não chega a ser algo catastrófico”, diz Del Barrio. Outra atenuante é que o setor de construção civil tem boas chances de reverter rapidamente o quadro de desaceleração. As construtoras foram beneficiadas com o programa anunciado pelo governo que ampliou os financiamentos e desonerou materiais de construção. “As perspectivas para indústrias ligadas à construção civil são bastante animadoras”, afirma Antônio Corrêa de Lacerda, professor de economia da Fundação Dom Cabral.

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista. 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: fabricantes de bens de capital seriados e não seriados (motores, turbinas, máquinas operatrizes, elevadores, pontes rolantes etc.)

256 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

BENS DE CAPITAL - ATLAS SCHINDLER.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 257

6/29/09 9:24:58 PM


A MELHOR | BENS DE CAPITAL Os números do setor Crescimento

Aumento de vendas no ano, já descontada a inflação — em % 1 Kepler Weber Industrial 2 Bardella 3 Voith Siemens 4 Enfil 5 Intecnial 6 Usiminas Mecânica 7 Trafo 8 Dedini 9 Sulzer 10 Taurus Mediana: 26 empresas

69,9 61,3 48,7 45,0 35,1 32,5 31,8 28,3 19,7 18,4 10,6

Liderança de mercado

Mercado conquistado nas vendas das maiores — em %

MARCOS PORTO/AG RBS

1 Weg Equipamentos 2 Dedini 3 Usiminas Mecânica 4 Atlas Schindler 5 Metso 6 Romi 7 Voith Paper 8 Gevisa 9 Schulz 10 ThyssenKrupp Mediana: 27 empresas

Fábrica de motores da Weg: a empresa fechou 2008 com receita de 1,6 bilhão de dólares, o maior faturamento do setor de bens de capital

Para garantir uma boa posição na retomada de negócios do setor, a Atlas tem investido em dois grandes programas. Um deles está ligado à elevação do nível de satisfação dos clientes. A empresa tem preparado seus técnicos para que não façam apenas um bom conserto no elevador, mas para que também possam se comunicar com o cliente, escutando-o e explicando os procedimentos realizados. Para garantir a disseminação dessa men-

As maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Weg Equipamentos Dedini ABB Usiminas Mecânica Atlas Schindler Metso Romi Voith Paper Gevisa Schulz

1 654,6 950,8 905,7 640,8 499,5 463,3 353,7 325,0 285,4 272,7

talidade na empresa, o presidente da Atlas chega a viajar duas vezes por mês para se reunir pessoalmente com os funcionários de diversas regiões do país. Depois disso, o trabalho continua ainda com a verificação do cumprimento das estratégias por meio de avaliações individuais dos funcionários. “Alcançamos atualmente um índice de mais de 90% de satisfação dos clientes”, afirma Del Barrio. Outra prioridade da Atlas é a continuidade da estratégia de lançar produtos globais, como elevadores, escadas e esteiras capazes de atender às especificações de qualquer mercado. A diretriz foi lançada logo após a compra da brasileira Atlas pelo grupo suíço Schindler, em 1999. Um exemplo de produto global é o elevador Schindler 3300 lançado simultaneamente no Brasil, na Índia e na China em 2008. A nova linha, que serve a edifícios residenciais, proporciona redução no consumo de energia de até 30% e dispensa o uso de casa de máquinas para operar.

17,7 10,2 6,9 5,4 5,0 3,8 3,5 3,1 2,9 2,7 2,5

Liquidez corrente

Reais realizáveis para cada real de dívida no curto prazo — em número de índice 1 Voith Siemens 2 Weg Indústrias 3 Kepler Weber Industrial 4 Metalfrio 5 Usiminas Mecânica 6 CBC 7 Romi 8 Jaraguá Equipamentos 9 Weg Equipamentos 10 Gevisa Mediana: 26 empresas

4,02 2,90 2,71 2,68 2,17 2,11 2,06 1,68 1,63 1,54 1,45

Rentabilidade

Retorno do investimento obtido no ano — em % 1 Atlas Schindler 2 Enfil 3 Sulzer 4 Weg Equipamentos 5 Trafo 6 Comau do Brasil 7 Voith Paper 8 Sandvik MGS 9 Usiminas Mecânica 10 KSB Mediana: 23 empresas

41,9 30,3 24,7 22,1 20,4 19,3 17,6 17,5 17,2 17,1 11,5

Riqueza/Empregado Riqueza criada por empregado — em US$ 1 Sandvik MGS 2 Voith Paper 3 Metso 4 Sulzer 5 Weg Indústrias 6 Romi 7 KSB 8 CBC 9 Atlas Schindler 10 ThyssenKrupp Mediana: 20 empresas

165 974 107 644 95 092 92 125 68 933 67 845 61 905 59 085 54 192 48 143 46 717

258 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

BENS DE CAPITAL - ATLAS SCHINDLER.indd 3

6/29/09 9:25:26 PM


BENS DE CONSUMO | Natura

A MELHOR EMPRESA MPRESA DO ANO

A crise passou longe

Depois de uma grande reestruturação nos negócios, a Natura cresce trimestre após trimestre e chega ao fim de 2008 com um faturamento superior a 2 bilhões de dólares | Melina Costa dores rendeu à Natura, pela sétima vez, o título de melhor empresa de seu segmento — e, pela segunda vez, o de Empresa do Ano de MELHORES E MAIORES. Parte da explicação para esse desempenho está na resistência demonstrada pelo tipo de negócio da Natura às turbulências da economia. Apesar de não se enquadrar na categoria de primeira necessidade, os cosméticos estão entre os últimos produtos a ser dispensados pelos consumidores. “Em momentos de crise, as mulheres fazem alguns sacrifícios financeiros, mas não deixam de comprar um creme para se sentir melhor”, diz Alessandro Carlucci, presidente da Natura. Essa percepção é partilhada por todo o mercado. Anos atrás, o presidente do conselho de administra-

ara a maioria das companhias brasileiras, o final do ano passado foi marcado pela incerteza. Enquanto muitas delas já contabilizavam os primeiros efeitos do aprofundamento da crise, outras lançavam estratégias de emergência para se proteger dos prejuízos futuros. A Natura, maior empresa de cosméticos do país, conseguiu se manter fora de ambos os grupos. As vendas da companhia aceleraram trimestre após trimestre. Ao final do agitadíssimo ano de 2008, seu faturamento havia ultrapassado os 2 bilhões de dólares. E o lucro atingiu 191 milhões de dólares. A Natura também se destacou entre as demais fabricantes de bens de consumo na rentabilidade, com uma taxa de 36,9%, uma das mais altas desse mercado. Esse conjunto de indica-

P

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

515 510 365 360 345 315 310 300 280 260 250 235 225 200 185

Natura2,6,B, SP Souza Cruz2,6, RJ Bunge Alimentos2,6, SC Spaipa Coca-Cola2,6, PR AmBev2,6,B, SP Avipal-NE3,6, BA Vonpar2,6, RS Garoto3,6, ES Bracol2,6, SP Cargill2,6,B, SP Kraft Foods2,6, PR Frigorífico Minerva3,6, SP Bertin2,6, SP Procter&Gamble3,6, AM CTA - Continental2,6,B, RS

2 032,1 4 869,3 10 112,4 769,5 11 239,3 370,0 625,6 764,1 411,5 6 207,8 1 802,8 1 014,7 2 691,5 953,2 351,4

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

191,8 470,5 -10,3 54,6 667,6 -35,0 37,1 58,6 250,6 -193,7 98,8 -100,9 -234,9 -78,3 3,3

305,5 760,7 1 000,2 213,8 7 544,5 11,0 180,4 90,5 1 568,8 152,2 181,6 147,3 1 469,6 978,9 79,4

9,4 9,7 -0,1 7,1 5,9 -9,5 5,9 7,7 60,9 -3,1 5,5 -9,9 -8,7 -8,2 0,9

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

2,73 2,26 2,35 2,21 0,79 2,24 1,64 2,81 0,23 3,06 2,86 1,18 0,63 0,52 1,07

407,3 477,8 181,9 80,2 248,1 NI 115,8 NI 4,8 138,9 52,8 12,5 25,7 NI 169,0

1 558 7 039 5 389 3 444 18 695 NI 2 730 NI 31 220 5 631 8 779 7 500 29 607 1 694 647

Sim Sim Não Não Sim Não Não Não Não Não Não Sim Não Não Não

Brasileiro Inglês Holandês Brasileiro Belga Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Americano Americano Brasileiro Brasileiro Americano Amer./Brasil.

Alessandro Carlucci, presidente da Natura: crescimento trimestre após trimestre

GERMANO LÜDERS

As melhores

ção da americana Estée Lauder, Leonard Lauder, criou o que chamou de “índice batom” para medir o crescimento das vendas do produto em recessões. Invariavelmente, em tempos de crise, as consumidoras corriam para adquirir o produto, algo barato, mas que garantia certa satisfação e aumentava a autoestima. Os brasileiros são especialmente sensíveis aos apelos da indústria de cosméticos e higiene pessoal. O país é hoje o terceiro maior mercado do mundo para esses produtos. O sistema de vendas da Natura aparece como uma vantagem adicional em momentos de dificuldade na economia. Em busca da renda perdida ou de rendimentos extras, muitas mulheres acabam se somando ao mutirão de vendedoras porta a porta. Só no últi-

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: fabricantes de produtos alimentícios, frigoríficos, laticínios, fabricantes de doces e chocolates, cervejarias, fabricantes de refrigerantes, fumo e produtores de fumo, fabricantes de produtos de higiene pessoal (sabonetes, dentifrícios etc.), de perfumes e produtos de beleza etc.

260 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

BENS DE CONSUMO - NATURA.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 261

6/29/09 9:47:51 PM


BENS DE CONSUMO | Natura

A MELHOR EMPRESA MPRESA DO ANO

A crise passou longe

Depois de uma grande reestruturação nos negócios, a Natura cresce trimestre após trimestre e chega ao fim de 2008 com um faturamento superior a 2 bilhões de dólares | Melina Costa dores rendeu à Natura, pela sétima vez, o título de melhor empresa de seu segmento — e, pela segunda vez, o de Empresa do Ano de MELHORES E MAIORES. Parte da explicação para esse desempenho está na resistência demonstrada pelo tipo de negócio da Natura às turbulências da economia. Apesar de não se enquadrar na categoria de primeira necessidade, os cosméticos estão entre os últimos produtos a ser dispensados pelos consumidores. “Em momentos de crise, as mulheres fazem alguns sacrifícios financeiros, mas não deixam de comprar um creme para se sentir melhor”, diz Alessandro Carlucci, presidente da Natura. Essa percepção é partilhada por todo o mercado. Anos atrás, o presidente do conselho de administra-

ara a maioria das companhias brasileiras, o final do ano passado foi marcado pela incerteza. Enquanto muitas delas já contabilizavam os primeiros efeitos do aprofundamento da crise, outras lançavam estratégias de emergência para se proteger dos prejuízos futuros. A Natura, maior empresa de cosméticos do país, conseguiu se manter fora de ambos os grupos. As vendas da companhia aceleraram trimestre após trimestre. Ao final do agitadíssimo ano de 2008, seu faturamento havia ultrapassado os 2 bilhões de dólares. E o lucro atingiu 191 milhões de dólares. A Natura também se destacou entre as demais fabricantes de bens de consumo na rentabilidade, com uma taxa de 36,9%, uma das mais altas desse mercado. Esse conjunto de indica-

P

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

515 510 365 360 345 315 310 300 280 260 250 235 225 200 185

Natura2,6,B, SP Souza Cruz2,6, RJ Bunge Alimentos2,6, SC Spaipa Coca-Cola2,6, PR AmBev2,6,B, SP Avipal-NE3,6, BA Vonpar2,6, RS Garoto3,6, ES Bracol2,6, SP Cargill2,6,B, SP Kraft Foods2,6, PR Frigorífico Minerva3,6, SP Bertin2,6, SP Procter&Gamble3,6, AM CTA - Continental2,6,B, RS

2 032,1 4 869,3 10 112,4 769,5 11 239,3 370,0 625,6 764,1 411,5 6 207,8 1 802,8 1 014,7 2 691,5 953,2 351,4

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

191,8 470,5 -10,3 54,6 667,6 -35,0 37,1 58,6 250,6 -193,7 98,8 -100,9 -234,9 -78,3 3,3

305,5 760,7 1 000,2 213,8 7 544,5 11,0 180,4 90,5 1 568,8 152,2 181,6 147,3 1 469,6 978,9 79,4

9,4 9,7 -0,1 7,1 5,9 -9,5 5,9 7,7 60,9 -3,1 5,5 -9,9 -8,7 -8,2 0,9

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

2,73 2,26 2,35 2,21 0,79 2,24 1,64 2,81 0,23 3,06 2,86 1,18 0,63 0,52 1,07

407,3 477,8 181,9 80,2 248,1 NI 115,8 NI 4,8 138,9 52,8 12,5 25,7 NI 169,0

1 558 7 039 5 389 3 444 18 695 NI 2 730 NI 31 220 5 631 8 779 7 500 29 607 1 694 647

Sim Sim Não Não Sim Não Não Não Não Não Não Sim Não Não Não

Brasileiro Inglês Holandês Brasileiro Belga Brasileiro Brasileiro Suíço Brasileiro Americano Americano Brasileiro Brasileiro Americano Amer./Brasil.

Alessandro Carlucci, presidente da Natura: crescimento trimestre após trimestre

GERMANO LÜDERS

As melhores

ção da americana Estée Lauder, Leonard Lauder, criou o que chamou de “índice batom” para medir o crescimento das vendas do produto em recessões. Invariavelmente, em tempos de crise, as consumidoras corriam para adquirir o produto, algo barato, mas que garantia certa satisfação e aumentava a autoestima. Os brasileiros são especialmente sensíveis aos apelos da indústria de cosméticos e higiene pessoal. O país é hoje o terceiro maior mercado do mundo para esses produtos. O sistema de vendas da Natura aparece como uma vantagem adicional em momentos de dificuldade na economia. Em busca da renda perdida ou de rendimentos extras, muitas mulheres acabam se somando ao mutirão de vendedoras porta a porta. Só no últi-

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: fabricantes de produtos alimentícios, frigoríficos, laticínios, fabricantes de doces e chocolates, cervejarias, fabricantes de refrigerantes, fumo e produtores de fumo, fabricantes de produtos de higiene pessoal (sabonetes, dentifrícios etc.), de perfumes e produtos de beleza etc.

260 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

BENS DE CONSUMO - NATURA.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 261

6/29/09 9:47:51 PM


A MELHOR | BENS DE CONSUMO Os números do setor Crescimento

Aumento de vendas no ano, já descontada a inflação — em % 1 Granol 2 Avipal-NE 3 Bunge Alimentos 4 CTA - Continental 5 Frigorífico Minerva 6 Seara 7 Imcopa 8 Pif Paf 9 Doux 10 Yoki Alimentos Mediana: 55 empresas

87,7 71,1 49,6 29,1 26,9 23,2 17,5 15,3 14,0 13,5 0,8

Liderança de mercado

Mercado conquistado nas vendas das maiores — em % 1 AmBev 2 Bunge Alimentos 3 Cargill 4 Sadia 5 Souza Cruz 6 Bertin 7 JBS 8 Natura 9 Kraft Foods 10 AmBev Bebidas Mediana: 59 empresas

12,3 11,0 6,8 5,5 5,3 2,9 2,6 2,2 2,0 1,6 0,8

ENEIDA SERRANO

Liquidez corrente

Lavoura da Souza Cruz: em 2008, a empresa obteve uma média de 478 000 dólares de riqueza criada por empregado, a melhor do setor de bens de consumo

mo trimestre do ano passado, o número de consultoras Natura cresceu 18%. Hoje, a empresa tem mais de 730 000 revendedoras espalhadas pelo país. Os resultados obtidos pela Natura no ano passado também marcam uma enorme virada em relação ao desempenho em 2007, quando a companhia registrou seus piores números desde a abertura do capital, em 2004. Para reverter o quadro, seus executivos lideraram um profundo

As maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

AmBev Bunge Alimentos Cargill Sadia Souza Cruz Unilever Perdigão Agroindustrial Nestlé Bertin JBS

11 239,3 10 112,4 6 207,8 5 007,2 4 869,3 4 569,7 3 776,7 2 797,8 2 691,5 2 396,4

processo de reestruturação. O projeto envolvia a redução de custos e o uso dos recursos provenientes dessa economia para impulsionar o crescimento. Aos investimentos em marketing, por exemplo, foram acrescentados cerca de 90 milhões de reais. O montante destinado ao treinamento das vendedoras foi dobrado e elas passaram a ser acompanhadas mais de perto pela empresa por meio das consultoras-orientadoras, um novo nível hierárquico criado. A fase mais complexa e delicada dessa reestruturação ainda está em curso. Ela envolve uma dramática mudança no organograma. Todos os vice-presidentes foram substituídos e a empresa foi dividida em cinco unidades regionais e quatro unidades de negócios. Na prática, isso significa que a Natura passa a ter suas decisões e processos descentralizados. “As unidades já estão funcionando, mas devemos levar mais dois anos para ver essa estrutura azeitada”, diz Carlucci.

Reais realizáveis para cada real de dívida no curto prazo — em número de índice 1 Bracol 2 Avipal-NE 3 Procter&Gamble 4 Frigorífico Minerva 5 Spaipa Coca-Cola 6 Bertin 7 Vonpar 8 Hypermarcas 9 J. Macêdo 10 JBS Mediana: 40 empresas

4,82 2,78 2,73 2,13 2,09 1,84 1,82 1,58 1,57 1,56 1,28

Rentabilidade

Retorno do investimento obtido no ano — em % 1 Garoto 2 Natura 3 Souza Cruz 4 Kraft Foods 5 Spaipa Coca-Cola 6 Vonpar 7 Spal 8 Norsa 9 Bianchini 10 Bracol Mediana: 37 empresas

39,7 36,9 36,9 29,6 23,6 18,6 18,2 16,6 16,6 14,0 3,6

Riqueza/Empregado Riqueza criada por empregado — em US$ 1 Souza Cruz 2 Natura 3 AmBev 4 Bunge Alimentos 5 CTA - Continental 6 Cargill 7 Vonpar 8 Granol 9 Spaipa Coca-Cola 10 J. Macêdo Mediana: 24 empresas

477 818 407 302 248 096 181 859 168 993 138 921 115 823 112 345 80 156 73 819 48 091

262 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

BENS DE CONSUMO - NATURA.indd 3

6/29/09 9:48:10 PM


A MELHOR | ELETROELETRÔNICO | Prysmian

Energia positiva A produção em alta de petróleo e as vendas recordes de automóveis impulsionaram os lucros da Prysmian. O desafio é continuar a crescer em um quadro menos favorável | Tiago Maranhão feitas com cabos fabricados pela empresa. Na indústria automobilística brasileira, um terço dos carros é equipado com fios Prysmian, nome dado à antiga Pirelli Cabos em 2004, quando a companhia foi comprada pelo banco de investimento americano Goldman Sachs. “Não é sempre que todas essas áreas estão tão bem ao mesmo tempo, como ocorreu em 2007 e 2008”, diz Comparato. Essa conjunção de fatores positivos fez com que a Prysmian saltasse da 15a posição em 2007 para o primeiro lugar no setor de eletroeletrônico nesta edição de MELHORES E MAIORES. No ano passado, a empresa faturou quase meio bilhão de dólares e obteve o segundo maior lucro líquido do setor de eletroeletrônicos, 45 milhões de dólares. Graças a esse desempenho, a operação

esde que assumiu a presidência da divisão de energia da Prysmian na América do Sul, em 2006, o executivo Armando Comparato Junior vem colhendo os frutos das condições de mercado extremamente favoráveis em todas as áreas de atuação da empresa — cabos utilizados em plataformas de petróleo, em automóveis e na transmissão de energia elétrica. Em 2008, o barril do petróleo atingiu o recorde de 140 dólares, a produção do setor automotivo nacional viveu um período de pujança e o programa Luz Para Todos, do governo federal, foi responsável pelo crescimento da demanda por cabos de alta e baixa tensão de energia elétrica. No mercado petrolífero, 40% das interligações entre plataformas de petróleo e os poços no fundo do mar são

D

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

755 645 620 560 510 415 415 395 285 280 155

Prysmian2,6, SP Whirlpool2,6,B, SP Electrolux3,6,B, PR Samsung1,6, AM Schneider Electric3,6, SP Semp Toshiba-AM2, AM Alcatel2,6, SP Ericsson Telecomunicações2,6, SP LG-AM3,6, AM Intelbras2,6,B, SC Ficap2,6, RJ

492,7 2 991,2 1 413,3 2 218,7 406,8 510,0 701,6 657,9 1 018,7 349,2 413,7

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

45,4 184,3 25,2 -37,0 14,7 -55,4 20,2 -29,9 -10,4 0,3 -4,1

129,7 696,0 165,1 257,0 52,7 524,9 44,1 483,7 192,9 28,6 44,3

9,2 6,2 1,8 -1,7 3,6 -10,9 2,9 -4,5 -1,0 0,1 -1,0

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

1,61 1,92 2,78 2,62 2,19 0,71 1,74 0,91 1,83 1,88 2,74

148,7 61,2 NI 358,8 137,5 56,3 108,5 NI NI NI 45,4

830 15 784 NI 2 779 1 577 1 500 2 649 583 2 736 1 126 864

Não Sim Não Não Não Não Não Não Não Não Não

Americano Americano Sueco Coreano Francês Brasileiro Francês Sueco Coreano Brasileiro Francês

GERMANO LÜDERS

As melhores

brasileira tornou-se a segunda maior operação da Prysmian no mundo, atrás apenas da matriz, na Itália (no mundo todo, a Prysmian tem 54 fábricas espalhadas por 21 países). O crescimento — estimulado por um mercado aquecido — foi alicerçado em investimentos de 20 milhões de dólares em novas máquinas e equipamentos para aumentar a capacidade e a eficiência das sete fábricas da empresa instaladas no país. A unidade de Vila Velha, no Espírito Santo, está sendo ampliada e modernizada, recebendo investimentos de 165 milhões de dólares para a produção de cabos e tubos flexíveis, utilizados na ligação de plataformas de petróleo com os poços no fundo do mar. A nova fábrica terá 16 000 metros quadrados e vai ocupar uma área de 36 000 metros quadrados.

Comparato, presidente da Prysmian:

“Não é sempre que todas as áreas em que a empresa atua estão tão bem ao mesmo tempo”

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: fabricantes de aparelhos eletroeletrônicos, da linha branca, de equipamentos de telefonia, fabricantes de cabos etc.

264 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ELETROELETRONICO - PRYSMIAN.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 265

6/29/09 11:01:33 PM


A MELHOR | ELETROELETRÔNICO | Prysmian

Energia positiva A produção em alta de petróleo e as vendas recordes de automóveis impulsionaram os lucros da Prysmian. O desafio é continuar a crescer em um quadro menos favorável | Tiago Maranhão feitas com cabos fabricados pela empresa. Na indústria automobilística brasileira, um terço dos carros é equipado com fios Prysmian, nome dado à antiga Pirelli Cabos em 2004, quando a companhia foi comprada pelo banco de investimento americano Goldman Sachs. “Não é sempre que todas essas áreas estão tão bem ao mesmo tempo, como ocorreu em 2007 e 2008”, diz Comparato. Essa conjunção de fatores positivos fez com que a Prysmian saltasse da 15a posição em 2007 para o primeiro lugar no setor de eletroeletrônico nesta edição de MELHORES E MAIORES. No ano passado, a empresa faturou quase meio bilhão de dólares e obteve o segundo maior lucro líquido do setor de eletroeletrônicos, 45 milhões de dólares. Graças a esse desempenho, a operação

esde que assumiu a presidência da divisão de energia da Prysmian na América do Sul, em 2006, o executivo Armando Comparato Junior vem colhendo os frutos das condições de mercado extremamente favoráveis em todas as áreas de atuação da empresa — cabos utilizados em plataformas de petróleo, em automóveis e na transmissão de energia elétrica. Em 2008, o barril do petróleo atingiu o recorde de 140 dólares, a produção do setor automotivo nacional viveu um período de pujança e o programa Luz Para Todos, do governo federal, foi responsável pelo crescimento da demanda por cabos de alta e baixa tensão de energia elétrica. No mercado petrolífero, 40% das interligações entre plataformas de petróleo e os poços no fundo do mar são

D

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

755 645 620 560 510 415 415 395 285 280 155

Prysmian2,6, SP Whirlpool2,6,B, SP Electrolux3,6,B, PR Samsung1,6, AM Schneider Electric3,6, SP Semp Toshiba-AM2, AM Alcatel2,6, SP Ericsson Telecomunicações2,6, SP LG-AM3,6, AM Intelbras2,6,B, SC Ficap2,6, RJ

492,7 2 991,2 1 413,3 2 218,7 406,8 510,0 701,6 657,9 1 018,7 349,2 413,7

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

45,4 184,3 25,2 -37,0 14,7 -55,4 20,2 -29,9 -10,4 0,3 -4,1

129,7 696,0 165,1 257,0 52,7 524,9 44,1 483,7 192,9 28,6 44,3

9,2 6,2 1,8 -1,7 3,6 -10,9 2,9 -4,5 -1,0 0,1 -1,0

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

1,61 1,92 2,78 2,62 2,19 0,71 1,74 0,91 1,83 1,88 2,74

148,7 61,2 NI 358,8 137,5 56,3 108,5 NI NI NI 45,4

830 15 784 NI 2 779 1 577 1 500 2 649 583 2 736 1 126 864

Não Sim Não Não Não Não Não Não Não Não Não

Americano Americano Sueco Coreano Francês Brasileiro Francês Sueco Coreano Brasileiro Francês

GERMANO LÜDERS

As melhores

brasileira tornou-se a segunda maior operação da Prysmian no mundo, atrás apenas da matriz, na Itália (no mundo todo, a Prysmian tem 54 fábricas espalhadas por 21 países). O crescimento — estimulado por um mercado aquecido — foi alicerçado em investimentos de 20 milhões de dólares em novas máquinas e equipamentos para aumentar a capacidade e a eficiência das sete fábricas da empresa instaladas no país. A unidade de Vila Velha, no Espírito Santo, está sendo ampliada e modernizada, recebendo investimentos de 165 milhões de dólares para a produção de cabos e tubos flexíveis, utilizados na ligação de plataformas de petróleo com os poços no fundo do mar. A nova fábrica terá 16 000 metros quadrados e vai ocupar uma área de 36 000 metros quadrados.

Comparato, presidente da Prysmian:

“Não é sempre que todas as áreas em que a empresa atua estão tão bem ao mesmo tempo”

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: fabricantes de aparelhos eletroeletrônicos, da linha branca, de equipamentos de telefonia, fabricantes de cabos etc.

264 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ELETROELETRONICO - PRYSMIAN.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 265

6/29/09 11:01:33 PM


A MELHOR | ELETROELETRÔNICO Os números do setor Crescimento

Aumento de vendas no ano, já descontada a inflação — em % 1 Schneider Electric 2 Alcatel 3 Samsung 4 Ericsson Telecomunicações 5 Prysmian 6 Electrolux 7 Whirlpool 8 Ficap 9 LG-AM 10 Semp Toshiba-AM Mediana: 18 empresas

22,1 18,3 12,3 10,8 3,3 0,7 0,4 -5,3 -11,1 -22,1 -2,5

Liderança de mercado

Mercado conquistado nas vendas das maiores — em % 1 Whirlpool 2 Samsung 3 Electrolux 4 LG-AM 5 Alcatel 6 Ericsson Telecomunicações 7 Semp Toshiba-AM 8 Prysmian 9 Ficap 10 Schneider Electric Mediana: 19 empresas

16,6 12,3 7,9 5,7 3,9 3,7 2,8 2,7 2,3 2,3 2,8

ED FERREIRA/AE

Liquidez corrente

Fábrica da Semp Toshiba: a empresa se manteve em 2008 entre as maiores do setor e obteve a maior liquidez corrente

Os investimentos na fábrica de Vila Velha se devem a um acordo para fornecimento de produtos para a Petrobras, no valor de 135 milhões de dólares. O contrato foi mantido a despeito da crise que estourou no último trimestre de 2008. No entanto, segundo Comparato, o cenário mudou para os negócios da companhia ligados ao setor automotivo. “Do dia para a noite, nossas encomendas do setor automotivo despencaram pela

As maiores

Classificação das empresas por receita operacional bruta — em US$ milhões 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Whirlpool Nokia Samsung Siemens Electrolux LG-AM Alcatel Motorola Ericsson Telecomunicações Semp Toshiba-AM

2 991,2 2 468,7 2 218,7 1 501,7 1 413,3 1 018,7 701,6 670,6 657,9 510,0

metade”, afirma. Com isso, os resultados do primeiro trimestre de 2009 foram afetados. O faturamento caiu 30% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o setor de eletroeletrônicos, que cresceu 10% em 2008, deve voltar a se expandir de forma acelerada nos próximos meses, graças, sobretudo, a obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), como as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia. No ano passado, quase 5 000 quilômetros de novas linhas de transmissão entraram em operação em todo o país. A expectativa é de manutenção desse ritmo de expansão, já que o governo ainda não cumpriu sua meta de levar energia elétrica a todos os brasileiros. “Esperamos uma boa recuperação a partir do segundo semestre de 2009”, afirma José Carlos Oliveira, presidente da Abinee.

Reais realizáveis para cada real de dívida no curto prazo — em número de índice 1 Semp Toshiba-AM 2 Ericsson Telecomunicações 3 Prysmian 4 Electrolux 5 Samsung 6 LG-AM 7 Alcatel 8 Intelbras 9 Whirlpool 10 Ficap Mediana: 11 empresas

3,62 3,55 1,45 1,40 1,37 1,31 1,31 1,31 1,19 1,10 1,31

Rentabilidade

Retorno do investimento obtido no ano — em % 1 2 3 4 5 6 7 8 9

Prysmian Schneider Electric Whirlpool Electrolux Intelbras Ericsson Telecomunicações Ficap Semp Toshiba-AM Samsung

Mediana: 9 empresas

27,5 21,2 18,3 13,8 0,8 -6,1 -9,2 -10,2 -14,4 0,8

Riqueza/Empregado Riqueza criada por empregado — em US$ 1 2 3 4 5 6 7

Samsung Prysmian Schneider Electric Alcatel Whirlpool Semp Toshiba-AM Ficap

358 778 148 653 137 527 108 500 61 194 56 286 45 423

Mediana: 7 empresas

108 500

266 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ELETROELETRONICO - PRYSMIAN.indd 3

6/29/09 9:32:14 PM


A MELHOR | ENERGIA | AES Tietê

Lucro garantido até 2015

A venda de energia a uma empresa coligada impulsiona os resultados da AES Tietê. Mas esse privilégio tem prazo para acabar | Nelson Rocco Tietê. “Qualquer que seja o desempenho da economia, a AES Tietê vende a energia para a Eletropaulo por um preço preestabelecido”, diz Julia Costa, analista do setor de energia da corretora Ágora. “O risco dela é bem baixo, pois tem grande previsibilidade de receita e de pagamento de dividendos.” O contrato com a Eletropaulo prevê o reajuste anual da tarifa pelo IGP-M. O último reajuste, ocorrido em julho do ano passado, foi de 13,4%, o que elevou o preço do megawatt-hora para 149,72 reais — cerca de 75% acima da média do mercado. Isso ajudou a AES Tietê a fechar 2008 com faturamento de 747 milhões de dólares e lucro de 330 milhões de dólares. A rentabilidade do patrimônio, de 59,9%, foi a décima melhor taxa

geradora de energia elétrica paulista AES Tietê tem condição privilegiada no mercado. Desde 2000, a empresa tem um cliente cativo para quase toda a energia que produz: a distribuidora AES Eletropaulo, controlada pelo mesmo grupo, a holding Brasiliana Energia, formada pela americana AES e pela BNDESpar, agência de fomento do BNDES. Com dez usinas em operação no estado de São Paulo, a AES Tietê gera 1 500 megawatts médios de energia por ano, dos quais 1 350 megawatts, ou 90% do total, são fornecidos à Eletropaulo (os 10% restantes são vendidos no mercado livre). O contrato de fornecimento para a Eletropaulo tem validade até 2015 e dá enorme tranquilidade financeira à AES

A

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

465 440 405 400 295 295 270 250 250 240 210 200 180 180 175

AES Tietê2,6,B, SP Eletrobrás3,6, DF CPFL Brasil2,6, SP Enertrade2,6, SP Petrobras2,6, RJ Repsol YPF3,6, RJ CPFL - Paulista2,6,B, SP CEG Rio2,6, RJ Cosan2,6,7, SP CEB3,6, DF Tradener1,6, PR Ultragaz3,6,B, SP CEEE2,6, RS AES Eletropaulo2,6, SP Light Sesa2,6, RJ

747,2 4 852,6 855,3 386,1 92 409,2 504,1 2 965,2 812,9 775,7 612,0 453,2 1 164,4 1 052,9 5 218,3 3 505,5

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

330,1 184,3 85,6 15,1 14 124,3 -141,9 297,0 35,6 -75,7 34,6 4,1 -2,6 35,5 561,2 423,5

255,0 36 638,9 2,1 13,7 64 055,1 1 037,9 534,8 69,9 1 559,9 63,3 13,4 202,6 76,1 1 875,2 1 205,0

44,2 3,8 10,0 3,9 15,3 -28,1 10,0 4,4 -9,8 5,6 0,9 -0,2 3,4 10,8 12,1

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

0,66 0,10 4,98 5,36 0,68 0,38 1,28 3,36 0,30 1,17 12,97 3,16 1,20 0,88 0,88

1 888,0 240,9 1 682,7 5 024,9 967,0 NI 450,4 NA 6,1 445,3 2 000,7 NI 179,8 587,2 508,6

318 1 182 110 14 55 199 NI 3 127 1 18 903 668 22 NI 2 758 4 141 3 436

Sim Sim Não Sim Sim Não Sim Não Sim Não Não Não Não Sim Sim

Amer./Brasil. Estatal Brasileiro Português Estatal Espanhol Brasileiro Espanhol Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Amer./Brasile. Brasileiro

Britaldo Soares, presidente da AES Tietê: “Nosso desafio é definir a estratégia de comercialização depois de 2015”

FABIANO ACCORSI

As melhores

entre as 500 maiores empresas do país. “O foco da empresa é sempre olhar os ganhos de produtividade e de rentabilidade”, afirma Britaldo Soares, presidente da AES Tietê. Os desafios futuros, porém, são consideráveis. O fornecimento assegurado para a Eletropaulo tem prazo de validade, já que o contrato com sua coligada expira em dezembro de 2015. O novo marco regulatório do setor elétrico, que entrou em vigor em 2004, não permite que uma geradora venda sua energia a uma distribuidora por meio de contratos bilaterais — é preciso oferecê-la em leilões ou no mercado livre. Dessa forma, a AES Tietê terá de buscar novos clientes. “Precisamos definir a estratégia de comercialização depois de 2015”, diz Soares.

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de questionário 3. Vendas extraídas da demonstração contábil 4. Vendas em moeda constante 5. Controle acionário em maio de 2009 6. Informações ajustadas calculadas pela revista 7. Data do balanço diferente de 31/12/2008 B. Bônus: Guia EXAME de Sustentabilidade/Guia EXAME – As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar • Não classificada NI — Dados não informados NA — Não aplicável Este setor inclui: empresas da cadeia de energia elétrica, distribuidoras de GLP, usinas de álcool, companhias petrolíferas (exploração), concessionárias de energia elétrica

268 | EXAME MELHORES E MAIORES | 2009

ENERGIA - AES TIETE.indd 1-2

2009 | EXAME MELHORES E MAIORES | 269

6/29/09 9:29:25 PM


A MELHOR | ENERGIA | AES Tietê

Lucro garantido até 2015

A venda de energia a uma empresa coligada impulsiona os resultados da AES Tietê. Mas esse privilégio tem prazo para acabar | Nelson Rocco Tietê. “Qualquer que seja o desempenho da economia, a AES Tietê vende a energia para a Eletropaulo por um preço preestabelecido”, diz Julia Costa, analista do setor de energia da corretora Ágora. “O risco dela é bem baixo, pois tem grande previsibilidade de receita e de pagamento de dividendos.” O contrato com a Eletropaulo prevê o reajuste anual da tarifa pelo IGP-M. O último reajuste, ocorrido em julho do ano passado, foi de 13,4%, o que elevou o preço do megawatt-hora para 149,72 reais — cerca de 75% acima da média do mercado. Isso ajudou a AES Tietê a fechar 2008 com faturamento de 747 milhões de dólares e lucro de 330 milhões de dólares. A rentabilidade do patrimônio, de 59,9%, foi a décima melhor taxa

geradora de energia elétrica paulista AES Tietê tem condição privilegiada no mercado. Desde 2000, a empresa tem um cliente cativo para quase toda a energia que produz: a distribuidora AES Eletropaulo, controlada pelo mesmo grupo, a holding Brasiliana Energia, formada pela americana AES e pela BNDESpar, agência de fomento do BNDES. Com dez usinas em operação no estado de São Paulo, a AES Tietê gera 1 500 megawatts médios de energia por ano, dos quais 1 350 megawatts, ou 90% do total, são fornecidos à Eletropaulo (os 10% restantes são vendidos no mercado livre). O contrato de fornecimento para a Eletropaulo tem validade até 2015 e dá enorme tranquilidade financeira à AES

A

Classificação das empresas por pontos obtidos VENDAS

EMPRESA/SEDE

(em US$ milhões)

ORDEM 2008 PONTOS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

465 440 405 400 295 295 270 250 250 240 210 200 180 180 175

AES Tietê2,6,B, SP Eletrobrás3,6, DF CPFL Brasil2,6, SP Enertrade2,6, SP Petrobras2,6, RJ Repsol YPF3,6, RJ CPFL - Paulista2,6,B, SP CEG Rio2,6, RJ Cosan2,6,7, SP CEB3,6, DF Tradener1,6, PR Ultragaz3,6,B, SP CEEE2,6, RS AES Eletropaulo2,6, SP Light Sesa2,6, RJ

747,2 4 852,6 855,3 386,1 92 409,2 504,1 2 965,2 812,9 775,7 612,0 453,2 1 164,4 1 052,9 5 218,3 3 505,5

LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO

MARGEM DAS VENDAS

(em US$ milhões)

(em US$ milhões)

(em %)

330,1 184,3 85,6 15,1 14 124,3 -141,9 297,0 35,6 -75,7 34,6 4,1 -2,6 35,5 561,2 423,5

255,0 36 638,9 2,1 13,7 64 055,1 1 037,9 534,8 69,9 1 559,9 63,3 13,4 202,6 76,1 1 875,2 1 205,0

44,2 3,8 10,0 3,9 15,3 -28,1 10,0 4,4 -9,8 5,6 0,9 -0,2 3,4 10,8 12,1

GIRO (em nO índice)

RIQUEZA NÚMERO CRIADA POR DE EMPREEMPREGADO GADOS

NEGÓCIO EM BOLSA

CONTROLE ACIONÁRIO

(em US$ mil)

0,66 0,10 4,98 5,36 0,68 0,38 1,28 3,36 0,30 1,17 12,97 3,16 1,20 0,88 0,88

1 888,0 240,9 1 682,7 5 024,9 967,0 NI 450,4 NA 6,1 445,3 2 000,7 NI 179,8 587,2 508,6

318 1 182 110 14 55 199 NI 3 127 1 18 903 668 22 NI 2 758 4 141 3 436

Sim Sim Não Sim Sim Não Sim Não Sim Não Não Não Não Sim Sim

Amer./Brasil. Estatal Brasileiro Português Estatal Espanhol Brasileiro Espanhol Brasileiro Estatal Brasileiro Brasileiro Estatal Amer./Brasile. Brasileiro

Britaldo Soares, presidente da AES Tietê: “Nosso desafio é definir a estratégia de comercialização depois de 2015”

FABIANO ACCORSI

As melhores

entre as 500 maiores empresas do país. “O foco da empresa é sempre olhar os ganhos de produtividade e de rentabilidade”, afirma Britaldo Soares, presidente da AES Tietê. Os desafios futuros, porém, são consideráveis. O fornecimento assegurado para a Eletropaulo tem prazo de validade, já que o contrato com sua coligada expira em dezembro de 2015. O novo marco regulatório do setor elétrico, que entrou em vigor em 2004, não permite que uma geradora venda sua energia a uma distribuidora por meio de contratos bilaterais — é preciso oferecê-la em leilões ou no mercado livre. Dessa forma, a AES Tietê terá de buscar novos clientes. “Precisamos definir a estratégia de comercialização depois de 2015”, diz Soares.

1. Vendas estimadas pela revista 2. Vendas informadas por meio de q