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Novembro/2006 | R$ 29,90 | www.exame.com.br

ANUÁRIO

A lista das

700 principais obras em projetoouem construção no Brasil

2006•2007 ANUÁRIO EXAME INFRA-ESTRUTURA

infra-estrutura 16000 dados sobre: energia • petróleo, gás e álcool • saneamento básico • telecomunicações • transporte

2006 •2007

Pesquisa exclusiva mostra quais são as cidades com a melhor infra-estrutura do país

••• Conheça as cidades digitais, onde 100% da população tem acesso à internet banda larga

sumario infra

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Sumário O petróleo puxa investimentos no Rio de Janeiro

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RAFAEL JACINTO/SAMBA PHOTO

RICARDO AZOURY/PULSAR IMAGENS

48

Curitiba é uma das cidades com melhor infraestrutura do país

8 Carta ao Leitor 10 Portal

Brasil 18 Pesquisa exclusiva As melhores cidades do Brasil em infra-estrutura

22 Meio ambiente É possível conciliar obras de infra-estrutura com preservação ambiental 26 Saneamento O desafio do Distrito Federal é atender 100% da população 28 Energias alternativas Como a Petrobras se prepara para sobreviver num mundo sem petróleo

Investimentos 31 Ferrovias Programa pretende reativar os trens de passageiros no Brasil

34 Dinheiro Os fundos de investimento são a nova opção para financiar obras

Obras 48 Apresentação Com a força do petróleo, o Rio de Janeiro ultrapassa São Paulo como o estado com maior volume de investimentos em obras de infra-estrutura 50 Lista de obras As 707 obras de infra-estrutura mais importantes do país, apontadas por mais de 100 órgãos públicos e empresas privadas

Tecnologia 42 Cidades digitais Municípios do interior estão na vanguarda em internet banda larga FOTO CAPA: LESTER LEFKOWITZ/CORBIS

Região Nordeste Alagoas Bahia Ceará Maranhão Paraíba Pernambuco Piauí Rio Grande do Norte Sergipe

196 198 200 202

Região Centro-Oeste Distrito Federal Goiás Mato Grosso Mato Grosso do Sul

204 206 208 210

Região Sudeste Espírito Santo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo

Setores 92 Apresentação Quando o governo alivia a carga tributária, o investimento deslancha

96 106 116 122 132

37 Aviação Sob gestão privada, o aeroporto de Porto Seguro cresce rapidamente e vira exemplo 40 Agências reguladoras Cinco diretrizes para uma agência ideal

178 180 182 184 186 188 190 192 194

Energia Petróleo, gás e álcool Saneamento Telecomunicações Transporte

Estados 164 166 168 170 172 174 176

Região Norte Acre Amapá Amazonas Pará Rondônia Roraima Tocantins

Região Sul 212 Paraná 214 Rio Grande do Sul 216 Santa Catarina

218 Siglas e medidas

Carta leitor

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Carta ao leitor O poder de mudar vidas

8 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

LI JIANGSONG XINHUA/AP PHOTO

temas que provocam duas percepções nas pessoas — uma corretíssima; e a outra, incompleta. A primeira é que se trata de um assunto de absoluta relevância para o desenvolvimento do Brasil. Verdade. Independentemente do matiz ideológico, economistas e políticos concordam que a ausência de investimentos nessa área fará com que o país perca sua capacidade de exportar, de crescer e, conseqüentemente, de se desenvolver. A segunda percepção, também partilhada pela maioria, é que o tema infra-estrutura está muito longe do dia-a-dia dos brasileiros, uma discussão muito mais próxima da alçada governamental, da macroeconomia e das tabelas cheias de números do que da vida real das pessoas. Não chega a ser um equívoco retumbante, mas essa é uma visão parcial da realidade. Investimentos nessa área precisam mesmo ser planejados com antecedência, exigem realmente somas altíssimas e o envolvimento direto do governo de um país — o que torna tudo mais burocrático, mais lento e, por tudo isso, mais distante das preocupações cotidianas das pessoas. Mas essa distância é enganosa. Poucas coisas mudam tanto a vida de um brasileiro (pobre ou rico; instruído ou não) como uma obra de infra-estrutura. Fala-se muito nos programas de distribuição de renda como forma de inclusão social. Pois determinadas obras de infra-estrutura são muito mais eficazes nesse sentido do que o mero repasse de recursos. Nesta edição do ANUÁRIO EXAME, você terá a chance de ler algumas reportagens que dão a exata dimensão desse impacto. Uma delas mostra como os municípios de Piraí, no Rio de Janeiro, e Sud Menucci, no interior de São Paulo, estão se tornando “cidades digitais”. Hoje, 100% da população desses lugares já tem acesso à internet banda larga, seja por cabos, seja por sistema wi-fi (sem fio). Pergunte às crianças desses municípios se esse tipo de investimento mudou a vida delas. A resposta começa na página 42. Em outra reportagem, é discutida a volta dos trens de passageiros ao país. Comum na Europa e nos Estados Unidos, esse meio de transporte praticamente desapareceu no Brasil. Hoje, existem pelo menos 13 grandes projetos em nove estados que devem sair do papel nos próximos anos. Em sua maioria, essas linhas vão ligar grandes centros urbanos a municípios menores e mais distantes, algo que pode provocar uma revolução na moradia dos brasileiros. Por que morar pior e mais caro perto de um grande centro urbano se é possível comprar uma casa mais barata e maior num lugar a apenas 30 minutos de trem? Na edição deste ano, destaca-se também a publicação de um ranking com as 30 cidades de melhor infra-estrutura no país. É um material exclusivo, feito em conjunto com a consultoria Simonsen Associados, que mostra quais municípios brasileiros oferecem as melhores condições de moradia, transporte, telecomunicações (e outros sete itens) às empresas e a seus cidadãos. Afinal, ainda que nem todo mundo tenha essa percepção, um dos objetivos centrais dos investimentos em infra-estrutura é exatamente este: melhorar a vida das pessoas.

SIMONE MARINHO/AG. O GLOBO

I

NFRA-ESTRUTURA É UM DAQUELES

Trens de passageiros e quiosque de internet em Piraí: mudança real na vida das pessoas

portal infra A

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PORTAL

www.portalexame.com.br/infraestrutura/

Acesse o Portal EXAME e leia as reportagens, os artigos e outras informações exclusivas para a internet que complementam o anuário. Todo o conteúdo da edição impressa também está disponível na web.

Raio X da infra-estrutura

CIDADES

A lista das 100 melhores

O ANUÁRIO DE

Confira o ranking completo das 100 cidades brasileiras com melhor infraestrutura do país, segundo pesquisa da consultoria Simonsen Associados para EXAME.

Leia a íntegra do anuário

Veja detalhes de obras por todo o país A versão online do ANUÁRIO DE INFRA-ESTRUTURA traz uma ferramenta que permite obter informações completas de obras de infra-estrutura que estão sendo realizadas em todo o país. É possível filtrar as respostas por qualquer combinação de ano, tipo de obra, local, financiamento e estágio atual.

16000 dados sobre cinco setores da infra-estrutura brasileira: energia, telecomunicações, transporte, saneamento básico e petróleo, que engloba as áreas de álcool e gás

No Portal EXAME, você encontra todos os artigos e reportagens da edição impressa do ANUÁRIO DE IINFRA-ESTRUTURA com apenas um clique do mouse.

OBRAS

As mais caras do país Veja quais são as 20 obras em projeto ou em andamento mais caras do país e saiba quais são os setores que mais investem em infra-estrutura.

Conteúdo exclusivo Artigo/Eliezer Batista As obras de infra-estrutura não podem se subordinar a interesses políticos de cada um dos estados. DU HUAJU/XINHUAPRESS/CORBIS

traz informações detalhadas sobre 707 obras. É possível saber, por exemplo, o valor do investimento em cada uma delas e a previsão de conclusão.

GERALDO GOMES / OPÇÃO BRASILIMAGENS

INFRA-ESTRUTURA

Canteiro de obras A China está investindo 800 bilhões de dólares em algumas das maiores obras em execução no mundo.

Telefonia móvel A terceira geração de telefones celulares traz esperança de nova fonte de receita para as operadoras.

Se você comprou esta edição na banca, para acessar as matérias no site, digite a palavra-chave

10 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

ZAGREB

Expediente infra

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ANUÁRIO 2006•2007

Fundador: VICTOR CIVITA (1907-1990) Presidente e Editor: Roberto Civita Vice-Presidente Executivo: Giancarlo Civita Conselho Editorial: Roberto Civita (Presidente), Thomaz Souto Corrêa (Vice-Presidente), José Roberto Guzzo Diretor Secretário Editorial e de Relações Institucionais: Sidnei Basile Vice-Presidente Comercial: Deborah Wright Diretora Corporativa de Publicidade: Thais Chede Soares B. Barreto

infra-estrutura

Diretor-Geral: Mauro Calliari Diretor Editorial: José Roberto Guzzo Diretor-Superintendente: Alexandre Caldini

■ Coordenação Maurício Lima ■ Edição: Ernesto Yoshida ■ Reportagem e pesquisa: Alessandra Corrêa, Alexa Salomão, Aline Rochedo, Ana Lúcia Moura Fé, Beto Gomes, Clara Iha, Felipe Seibel, Jussara Maturo, Leandro Steiw, Lia Hama, Lílian Cunha, Luciana Navarro, Luciene Antunes, Marcos Todeschini, Maurício Oliveira, Melina Costa, Ursula Alonso Manso Articulistas e colaboradores: Adriano Pires, Eliezer Batista, Gesner Oliveira, Raphael de Almeida Magalhães, Renato Casali Pavan Orientação técnica: César de Barros Pinto, Eduardo Bernini, Luís Carlos Guimarães, Luiz Fernando Vianna, Paulo Godoy (energia), Adriano Pires, Eduardo Pereira de Carvalho, Eloi Fernández y Fernández, José Luiz Orlandi, Plinio Nastari, Romero de Oliveira e Silva (petróleo, gás e álcool), José Aurélio Boranga, José Euclides Stipp Paterniani (saneamento), Antonio Tavares, Cid Torquato, José Fernandes Pauletti, Juarez Quadros do Nascimento, Luís Cuza, Marcelo Camargos, Manuel Matos, Petrônio Nogueira (telecomunicações), Bernardo Hess, Bruno Martins, Eleuza Lores, Ellen Martins, Luiz Garcia, Manoel de Andrade e Silva Reis, Moacyr Duarte, Paulo Tarso Resende, Wilen Manteli (transportes) ■ Arte Coordenação: Ricardo Godeguez Equipe: Alessandra Silveira, Rita Ralha (designers), Diogo Vargas Pellota (infografia) ■ Fotografia Coordenação: Germano Lüders Equipe: Lia Lubambo (fotografia), Angelita Bueno, Iara Brazeguello, Natália Parizotto (pesquisa) ■ Revisão Coordenação: Ivana Traversim Equipe: Eduardo Teixeira Gonzaga, Laís Rigotti, Marcos Thadeu Fernandes, Polyana de Lima, Rachel Reis, Regina Pereira, Wilca Nunes Rocha ■ Tratamento de imagem Coordenação: Leandro Fonseca Equipe: Carlos Alberto Pedretti, Cláudio Pereira Borges

Diretora de Redação: Cláudia

Vassallo

Redator-Chefe: André Lahóz Editores Executivos: Cristiane Correa, Maurício Lima Editores: Cynthia Rosenburg, Daniel Hessel Teich, Eduardo Salgado, José Roberto Caetano, Marcelo Onaga, Maria Luisa Mendes, Sérgio Ruiz Luz, Sérgio Teixeira Jr. Subeditores e Repórteres: Alexa Salomão, Ana Luiza Herzog, Carolina Meyer, Cristiane Mano, Denise Carvalho, Felipe Seibel, Giuliana Napolitano, Gustavo Poloni, Juliana Borges, Melina Costa, Ricardo Cesar, Roberta Paduan, Robson Viturino, Silvana Mautone, Tatiana Gianini, Tiago Lethbridge Estagiária: Isabel Abreu Braga Sucursais: Gustavo Paul (Brasília), Suzana Naiditch (Porto Alegre), Malu Gaspar, Samantha Lima (Rio de Janeiro) Revisão: Ivana Traversim (chefe), Eduardo Teixeira Gonzaga, Regina Pereira Supervisora de Atendimento ao Leitor: Marta Leone Diretora de Arte: Aline Leme Editores de Arte: Ricardo Godeguez, Roseli de Almeida Designers: Alexandre Barros, Karina Gentile, Luciana Maia, Paulo Roberto Argento Infografista: Maria do Carmo Benicchio Estagiário: Alvise Lucchese CTI: Leandro Almario Fonseca (chefe), Carlos Alberto Pedretti Fotografia: Germano Lüders (editor), Lia Lubambo (fotógrafa), Iara Brezeguello, Pedro Strelkow (pesquisadores) Colaboradoras: Angela Pimenta, Marta Teixeira, Niceia Lombardi Portal EXAME Subeditores: Karla Spotorno, Paulo Silvestre Repórteres: Francine De Lorenzo, Larissa Santana, Luciana Barreto, Márcio Juliboni Webmasters: Fábio Teixeira, Marcus Cruz www.exame.com.br Apoio Editorial: Beatriz de Cássia Mendes, Carlos Grassetti Serviços Editoriais: Wagner Barreira Depto. de Documentação e Abril Press: Grace de Souza Publicidade Diretor de Vendas: Marcelo Pacheco Diretor de Publicidade Regional: Jacques Baisi Ricardo Diretor de Publicidade Rio de Janeiro: Paulo Renato Simões Gerentes de Vendas: Alex Foronda (SP), Edson Melo (RJ) Gerente de Projetos Especiais: Antonia Costa Coordenadores: Douglas Costa (SP), Christina Pessoa (RJ) Executivos de Negócios: Adriana Nazaré, Andrea Balsi, Carlos Eduardo Brust, Edvaldo Silva, Emiliano Hansenn, Francisco Barbeiro Neto, Heraldo Evans Neto, Marcela Dzeren Oréfice, Marcelo Pezzato, Renata Miolli, Salvador Arcas Santini, Sueli Fender (SP), Ailze Cunha, Leda Costa (RJ) Planejamento, Controle e Operações Diretor: Fabian S. Magalhães Eventos e Circulação Gerente de Eventos: Shirley Nakasone Coordenadora de Eventos: Clyvanir Diniz Gerente de Produto: Viviane Ribeiro Gerente de Circulação - Avulsas: Andrea Abelleira Gerente de Circulação - Assinaturas: Viviane Ahrens Assinaturas Diretora de Operações de Atendimento ao Consumidor: Ana Dávalos Diretor de Vendas: Fernando Costa Em São Paulo: Redação e Correspondência: Av. das Nações Unidas, 7221, 20o andar, Pinheiros, CEP 05425-902, tel. (11) 3037-2000, fax (11) 3037-2027 PUBLICIDADE São Paulo www.publiabril.com.br Classificados tel. 0800-7012066; Grande São Paulo, tel. 3037-2700 ESCRITÓRIOS E REPRESENTANTES DE PUBLICIDADE NO BRASIL: Central-SP: (11) 3037-6564 Bauru Gnottos Mídia e Representações Comerciais, tel. (14) 3227-0378, e-mail: gnottos@gnottosmidia.com.br Belém Midiasolution Belém, tel. (91) 3222-2303, e-mail: simone@midiasolution.net Belo Horizonte tel. (31) 3282-0630, fax (31) 3282-0632 Blumenau M. Marchi Representações, tel. (47) 3329-3820, e-mail: marchimauro@uol.com.br Brasília Escritório: tels. (61) 3315-7554/55/56/57, fax (61) 3315-7558; Representante: Carvalhaw Marketing Ltda., tels. (61) 3426-7342, 3223-0736/7778, 3225-2946, fax (61) 33211943, e-mail: starmkt@uol.com.br Campinas CZ Press Com. e Representações, telefax (19) 3233-7175, e-mail: czpress@czpress.com.br Campo Grande Josimar Promoções Artísticas Ltda., tel. (67) 3382-2139, e-mail: melissa.tamaciro@josimarpromocoes.com.br Cuiabá Agronegócios Representações Comerciais, tel. (65) 9235-7446/9602-3419, e-mail: lucianooliveir@uol.com.br Curitiba Escritório: tels. (41) 3250-8000/8030/8040/8050/8080, fax (41) 3252-7110; Representante: Via Mídia Projetos Editoriais Mkt. e Repres. Ltda., telefax (41) 3234-1224, e-mail: viamidia@viamidiapr.com.br Florianópolis Interação Publicidade Ltda., tel. (48) 3232-1617, fax (48) 3232-1782, e-mail: fgorgonio@interacaoabril.com.br Fortaleza Midiasolution Repres. e Negóc. em Meios de Comunicação, telefax (85) 3264-3939, e-mail: midiasolution@midiasolution.net Goiânia Middle West Representações Ltda., tel. (62) 3215-5158, fax (62) 3215-9007, e-mail: publicidade@middlewest.com.br Joinville Via Mídia Projetos Editoriais Mkt. e Repres. Ltda., telefax (47) 3433-2725, e-mail: viamidiajoinville@viamidiapr.com.br Manaus Paper Comunicações, telefax (92) 3656-7588, e-mail: paper@internext.com.br Maringá Atitude de Comunicação e Representação, telefax (44) 3028-6969, e-mail: marlene@atituderep.com.br Porto Alegre Escritório: tel. (51) 3327-2850, fax (51) 3227-2855; Representante: Print Sul Veículos de Comunicação Ltda., telefax (51) 3328-1344/3823/4954, e-mail: ricardo@printsul.com.br; Multimeios Representações Comerciais, tel. (51) 3328-1271, e-mail: multimeiosrepco@uol.com.br Recife MultiRevistas Publicidade Ltda., telefax (81) 3327-1597, e-mail: multirevistas@uol.com.br Ribeirão Preto Gnottos Mídia Representações Comerciais, tel. (16) 3911-3025, e-mail: gnottos@gnottosmidia.com.br Rio de Janeiro PABX (21) 2546-8282, fax (21) 2546-8253 Salvador AGMN Consultoria Public. e Representação, tel. (71) 3341-4992/1765/9824/9827, fax (71) 3341-4996, e-mail: abrilagm@uol.com.br Vitória ZMR - Zambra Marketing Representações, tel. (27) 3315-6952, e-mail: samuelzambrano@intervip.com.br PUBLICAÇÕES DA EDITORA ABRIL: Veja: Veja, Veja São Paulo, Veja Rio, Vejas Regionais Negócios e Tecnologia: Exame, Info, Info Canal, Info Corporate, Info SMB, Você S/A Núcleo Consumo: Boa Forma, Elle, Estilo, Manequim Núcleo Comportamento: Ana Maria, Claudia, Nova, Faça e Venda, Viva! Mais Núcleo Bem-Estar: Bons Fluidos, Saúde!, Vida Simples Núcleo Jovem: Bizz, Capricho, Mundo Estranho, Superinteressante Núcleo Infantil: Atividades, Disney, Recreio Núcleo Cultura: Almanaque Abril, Aventuras na História, Bravo!, Guia do Estudante Núcleo Homem: Playboy, Vip Núcleo Casa e Construção: Arquitetura e Construção, Casa Claudia Núcleo Celebridades: Contigo!, Minha Novela, Tititi Núcleo Motor Esportes: Placar, Quatro Rodas Núcleo Turismo: Guias Quatro Rodas, National Geographic, Viagem e Turismo Fundação Victor Civita: Nova Escola INTERNATIONAL ADVERTISING SALES REPRESENTATIVES Coordinator for International Advertising: Global Advertising, Inc., 218 Olive Hill Lane, Woodside, California 94062. UNITED STATES: World Media Inc. (Conover Brown), 19 West 36th Street, 7th Floor, New York, New York 10018, tel. (212) 213-8383, fax (212) 213-8836; Charney/Palacios & Co., 9200 So. Dadeland Blvd, Suite 307, Miami, Florida 33156, tel. (305) 670-9450, fax (305) 670-9455. JAPAN: Shinano Internation, Inc., Akasaka Kyowa Bldg. 2F, 1-6-14 Akasaka, Minato-ku, Tokyo 107-0052, tel. 81-3-3584-6420, fax 81-3-3505-5628. TAIWAN: Lewis Int’l Media Service Co. Ltd. Floor 11-14 no 46, Sec. 2 Tun Hua South Road Taipei, tel. (02) 707-5519, fax (02) 709-8348. EXAME 881 (ISSN 0102-2881), ano 40, no 23, é uma publicação quinzenal da Editora Abril S.A. Edições anteriores: venda exclusiva em bancas, pelo preço da última edição em banca. Solicite a seu jornaleiro. Distribuída em todo o país pela Dinap S.A. Distribuidora Nacional de Publicações, São Paulo. EXAME não admite publicidade redacional.

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Presidente do Conselho de Administração e Presidente Executivo: Roberto Civita Vice-Presidente Executivo: Giancarlo Civita Vice-Presidentes: Deborah Wright, Douglas Duran, Eliane Lustosa, Marcio Ogliara www.abril.com.br

melhores cidades

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RENATA MELLO

Brasil melhores cidades

As campeãs em infra-estru tura A Pesquisa revela quais as cidades com a melhor infra-estrutura do país — fator decisivo na atração de investimentos Lia Hama

O ANUNCIAR QUE ABRIRIA

no Brasil seu terceiro centro de tecnologia global, o conglomerado financeiro HSBC, com sede em Londres, recebeu propostas de vários municípios interessados em abrigar o pólo de excelência. Após analisar cuidadosamente todas as ofertas, o HSBC anunciou a cidade vencedora: Curitiba. O motivo? “Além de sediar a matriz da subsidiária do grupo no Brasil, Curiti-

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ba ofereceu as melhores condições. A cidade conta com uma ótima infra-estrutura de comunicação, um excelente sistema de transporte público e é referência em planejamento urbano”, afirma Jacques Depocas, principal executivo do centro de tecnologia global do HSBC no Brasil. Inaugurado em agosto, o centro tem como objetivo desenvolver e exportar soluções de informática e serviços em tecnologia da informação (TI) para outras unidades do banco espalhadas por 76 países.

A escolha do HSBC não se deu por acaso. Curitiba está entre os três municípios com a melhor infra-estrutura do país, atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro, de acordo com estudo exclusivo realizado pela consultoria paulista Simonsen Associados em parceria com EXAME. O levantamento evidencia o peso que a infra-estrutura de uma cidade tem nas tomadas de decisão de negócios de uma empresa. É natural que cidades como São Paulo e Rio de Janeiro ocupem as primeiras posições do ran-

king, dado o papel central que exercem na economia do país. São Paulo tem a maior frota de veículos, o aeroporto mais movimentado, o maior número de imóveis ligados à rede de água. Entre as dez primeiras cidades, o Rio tem o maior número de postos de gás natural veicular (GNV), o maior consumo per capita residencial de energia elétrica, a segunda maior frota de veículos. Mas outras cidades fora do eixo Rio–São Paulo também se destacam. Uma delas é Goiânia, em oitavo lugar na classificação. No caso da capital goiana, o desenvolvimento da infra-estrutura de transporte está diretamente ligado ao agronegócio. Localizada na região central do país, Goiânia fica próxima a Brasília e é vizinha de Anápolis, onde há um porto seco que possibilita as importações e exportações. Com estradas, ferrovias e hidrovias, a cidade consegue fazer todo o escoamento de sua produção de soja, milho, algodão e leite. O aeroporto da cidade, Santa Genoveva, está sendo modernizado. Com a riqueza gerada pelo campo, Goiânia tem mais veículos por habitante do que São Paulo. “E é só frota nova. DiRio de ficilmente você vê carJaneiro: bons ro velho na cidade”, afirma João de Paiva indicadores Ribeiro, secretário de de energia Desenvolvimento Econômico de Goiânia. Mas não são apenas as capitais que aparecem na lista com destaque. Outro município que chama a atenção é Campinas (SP), a cidade do interior mais bem classificada no ranking — quinto lugar, à frente de Porto Alegre e Belo Horizonte. Alguns fatores ajudam a explicar o excelente desempenho. Campinas encontra-se em uma posição geográfica privilegiada, entre as rodovias Anhangüera, Bandeirantes e Santos Dumont, e a apenas 100 quilômetros de São Paulo. Isso ajudou a transformá-la em um dos principais pólos de alta tecnologia, atraindo multinacionais como IBM, Compaq e HP. “Exportamos excelência para o mundo todo”, diz Sinval Dorigon, secretário de Comércio e Indústria de Campinas. Esses fatores também foram colocados na balança pela gigante

Os 30 melhores Os municípios brasileiros que se destacam em infra-estrutura PONTUAÇÃO MUNICÍPIO

(em % da média=100)

1 São Paulo (SP)

180,27

2 Rio de Janeiro (RJ)

169,67

3 Curitiba (PR)

167,36

4 Brasília (DF)

163,67

5 Campinas (SP)

163,21

6 Porto Alegre (RS)

160,91

7 Belo Horizonte (MG)

159,52

8 Goiânia (GO)

153,07

9 São Bernardo do Campo (SP)

144,31

Guarulhos (SP)

144,31

11 Florianópolis (SC)

139,24

12 Salvador (BA)

136,93

13 Fortaleza (CE)

136,47

14 Caxias do Sul (RS)

136,01

Piracicaba (SP)

136,01

16 Jundiaí (SP)

135,09

17 Vitória (ES)

134,63

18 Recife (PE)

133,71

19 Ribeirão Preto (SP)

133,24

20 Londrina (PR)

131,86

21 Joinville (SC)

131,40

Sorocaba (SP) 23 Blumenau (SC) São José dos Campos (SP)

131,40 130,48 130,48

25 Uberlândia (MG)

130,02

26 São José do Rio Preto (SP)

128,17

27 Santo André (SP)

127,71

28 Campo Grande (MS)

125,87

Manaus (AM) 30 Santos (SP) Vila Velha (ES)

125,87 125,41 125,41

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melhores cidades

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RENATA MELLO

Brasil melhores cidades

As campeãs em infra-estru tura A Pesquisa revela quais as cidades com a melhor infra-estrutura do país — fator decisivo na atração de investimentos Lia Hama

O ANUNCIAR QUE ABRIRIA

no Brasil seu terceiro centro de tecnologia global, o conglomerado financeiro HSBC, com sede em Londres, recebeu propostas de vários municípios interessados em abrigar o pólo de excelência. Após analisar cuidadosamente todas as ofertas, o HSBC anunciou a cidade vencedora: Curitiba. O motivo? “Além de sediar a matriz da subsidiária do grupo no Brasil, Curiti-

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ba ofereceu as melhores condições. A cidade conta com uma ótima infra-estrutura de comunicação, um excelente sistema de transporte público e é referência em planejamento urbano”, afirma Jacques Depocas, principal executivo do centro de tecnologia global do HSBC no Brasil. Inaugurado em agosto, o centro tem como objetivo desenvolver e exportar soluções de informática e serviços em tecnologia da informação (TI) para outras unidades do banco espalhadas por 76 países.

A escolha do HSBC não se deu por acaso. Curitiba está entre os três municípios com a melhor infra-estrutura do país, atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro, de acordo com estudo exclusivo realizado pela consultoria paulista Simonsen Associados em parceria com EXAME. O levantamento evidencia o peso que a infra-estrutura de uma cidade tem nas tomadas de decisão de negócios de uma empresa. É natural que cidades como São Paulo e Rio de Janeiro ocupem as primeiras posições do ran-

king, dado o papel central que exercem na economia do país. São Paulo tem a maior frota de veículos, o aeroporto mais movimentado, o maior número de imóveis ligados à rede de água. Entre as dez primeiras cidades, o Rio tem o maior número de postos de gás natural veicular (GNV), o maior consumo per capita residencial de energia elétrica, a segunda maior frota de veículos. Mas outras cidades fora do eixo Rio–São Paulo também se destacam. Uma delas é Goiânia, em oitavo lugar na classificação. No caso da capital goiana, o desenvolvimento da infra-estrutura de transporte está diretamente ligado ao agronegócio. Localizada na região central do país, Goiânia fica próxima a Brasília e é vizinha de Anápolis, onde há um porto seco que possibilita as importações e exportações. Com estradas, ferrovias e hidrovias, a cidade consegue fazer todo o escoamento de sua produção de soja, milho, algodão e leite. O aeroporto da cidade, Santa Genoveva, está sendo modernizado. Com a riqueza gerada pelo campo, Goiânia tem mais veículos por habitante do que São Paulo. “E é só frota nova. DiRio de ficilmente você vê carJaneiro: bons ro velho na cidade”, afirma João de Paiva indicadores Ribeiro, secretário de de energia Desenvolvimento Econômico de Goiânia. Mas não são apenas as capitais que aparecem na lista com destaque. Outro município que chama a atenção é Campinas (SP), a cidade do interior mais bem classificada no ranking — quinto lugar, à frente de Porto Alegre e Belo Horizonte. Alguns fatores ajudam a explicar o excelente desempenho. Campinas encontra-se em uma posição geográfica privilegiada, entre as rodovias Anhangüera, Bandeirantes e Santos Dumont, e a apenas 100 quilômetros de São Paulo. Isso ajudou a transformá-la em um dos principais pólos de alta tecnologia, atraindo multinacionais como IBM, Compaq e HP. “Exportamos excelência para o mundo todo”, diz Sinval Dorigon, secretário de Comércio e Indústria de Campinas. Esses fatores também foram colocados na balança pela gigante

Os 30 melhores Os municípios brasileiros que se destacam em infra-estrutura PONTUAÇÃO MUNICÍPIO

(em % da média=100)

1 São Paulo (SP)

180,27

2 Rio de Janeiro (RJ)

169,67

3 Curitiba (PR)

167,36

4 Brasília (DF)

163,67

5 Campinas (SP)

163,21

6 Porto Alegre (RS)

160,91

7 Belo Horizonte (MG)

159,52

8 Goiânia (GO)

153,07

9 São Bernardo do Campo (SP)

144,31

Guarulhos (SP)

144,31

11 Florianópolis (SC)

139,24

12 Salvador (BA)

136,93

13 Fortaleza (CE)

136,47

14 Caxias do Sul (RS)

136,01

Piracicaba (SP)

136,01

16 Jundiaí (SP)

135,09

17 Vitória (ES)

134,63

18 Recife (PE)

133,71

19 Ribeirão Preto (SP)

133,24

20 Londrina (PR)

131,86

21 Joinville (SC)

131,40

Sorocaba (SP) 23 Blumenau (SC) São José dos Campos (SP)

131,40 130,48 130,48

25 Uberlândia (MG)

130,02

26 São José do Rio Preto (SP)

128,17

27 Santo André (SP)

127,71

28 Campo Grande (MS)

125,87

Manaus (AM) 30 Santos (SP) Vila Velha (ES)

125,87 125,41 125,41

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 19

melhores cidades

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18:49

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melhores cidades to da região vai para os rios que circundam o município. Além disso, a população da cidade vem crescendo de forma muito rápida — em média, 3,3% ao ano —, o que provoca o aparecimento de favelas. “O crescimento vem se dando de forma desordenada. Há lugares com infra-estrutura muito boa e outros sem nenhuma infra-estrutura”, afirma Décio Pompeu, presidente da associação comercial da cidade. A questão do saneamento básico é, de forma geral, o mais vergonhoso gargalo da infra-estrutura brasileira. Mesmo numa cidade como São Paulo, primeira colocada no ranking, o índice de tratamento de esgoto é de apenas 68,5%. “Os municípios terão de enfrentar essa questão num contexto mundial em que há cada vez mais pressão pela preservação do meio ambiente”, afirma Antonio João Vialle Cordeiro, sócio da consultoria Simonsen Associados e coordenador do estudo. “Outro ponto crucial é como as cidades estão se preparando para lidar com uma economia cada vez mais globalizada. Portos, aeroportos, ferrovias, estradas e frota de veículos são fundamentais para escoar a produção. Sem isso, a economia não cresce”, diz Cordeiro.

Os critérios da pesquisa Levantamento avaliou dez conceitos básicos

Metrô em São Paulo: cidade se destaca na infra-estrutura de transportes

www.exame.com.br veja o ranking completo dos 100 melhores municípios brasileiros

Por que elas ganharam

Os principais indicadores das 10 primeiras cidades

Transportes (1) MUNICÍPIO

FROTA DE VEÍCULOS (TODOS OS TIPOS)

ara identificar as cidades com a melhor infra-estrutura do país, o estudo realizado pela consultoria Simonsen Associados em parceria com EXAME avaliou os 267 municípios brasileiros com população superior a 100 000 habitantes. Para cada um dos municípios foram analisados dez conceitos básicos (energia, comunicação, aeroportos, acesso a portos, transporte de cargas, transporte de passageiros, frota de veículos, rodovias e ferrovias, saneamento básico, crescimento e densidade populacional), cada qual composto de dezenas de indicadores. Para cada conceito analisado atribuiuse um peso, de 0 a 5, conforme o grau de importância. Em seguida, foram atribuídas notas para os 267 municípios, levando-se em conta cada um dos indicadores.As melhores cidades na classificação final correspondem àquelas que apresentaram a melhor combinação dos dez conceitos analisados.

P

CHRISTIAN CASTANHO

indiana TCS (Tata Consultancy Services), líder mundial em consultoria de TI. No final de 2005, a empresa decidiu instalar uma fábrica de softwares no parque tecnológico de Campinas. “A cidade representa 9% do PIB paulista e abriga indústrias de grande porte, que são potenciais clientes para nós. Tem excelentes universidades e o aeroporto internacional de Viracopos facilita a logística. Além disso, Campinas fica próxima a São Paulo”, diz Carlos Elias, diretor da TCS do Brasil. Essa talvez seja a única (e leve) distorção do ranking. A proximidade com São Paulo acaba beneficiando cidades que, se ficassem em outros estados, não fariam tão boa figura. Mas a localização, claro, é um dado concreto, real, e não pode ser desprezada. São os casos, por exemplo, de São Bernardo do Campo e Guarulhos, empatados em nono lugar. Ambos os municípios têm localização privilegiada do ponto de vista logístico, principalmente pela proximidade com algumas das mais importantes rodovias do país (Dutra, Ayrton Senna e Fernão Dias) e com os portos de Santos e de São Sebastião, além, é claro, do aeroporto de Cumbica. Apesar da boa classificação, Guarulhos ainda tem um enorme desafio pela frente. A cidade enfrenta um problema grave de saneamento básico. A maior parte do esgo-

Saneamento (2)

Energia

FROTA DE AEROPORTOS ÔNIBUS E PASSAGEIROS PASSAGEIROS MICROÔNIBUS DOMÉSTICOS INTERNACIONAIS

1 000 pessoas

MOVIMENTO DE CARGA AÉREA

FROTA DE CAMINHÕES

toneladas

1 000 unid.

122,8

1 000 unid.

unidades

1 000 pessoas

1 São Paulo (SP)

4 887,6

60 914

24 571

8 578

514 189

2 Rio de Janeiro (RJ)

CONSUMO DE ENERGIA RESIDENCIAL

COMERCIAL

INDUSTRIAL

kWh por hab.

kWh por hab.

kWh por habitante

708

653

ÁGUA

POSTOS DE GNV

ELÉTRICA

Número de postos

ESGOTO

NÚMERO DE LIGAÇ��ES

ÍNDICE DE ATENDIMENTO

VOLUME PRODUZIDO(3)

NÚMERO DE LIGAÇÕES

1 000 ligações

%

milhões de m3/ano

1 000 ligações

381

205

2 680

98,8

1 289

2 180

ÍNDICE DE ATENDIMENTO

ÍNDICE DE TRATAMENTO

%

%

91,4

68,5

1 639,6

23 149

9 885

2 403

89 335

26,6

977

794

701

246

802

98,7

1 058

636

81,5

82,7

3 Curitiba (PR)

957,8

7 836

3 387

56

24 617

30,6

709

572

616

20

422

99,7

165

288

75,5

93,8

4 Brasília (DF)

855,4

11 410

9 392

35

83 811

15,5

570

ND

ND

ND

416

90,8

190

345

84,3

75,4

5 Campinas (SP)

502,1

5 933

801

16

179 483

13

679

566

566

11

234

96,2

100

208

85,8

17,1

6 Porto Alegre (RS)

563,3

5 486

3 268

254

36 905

12,6

779

804

246

12

264

99,5

161

192

85,5

25,1

7 Belo Horizonte (MG)

880,6

9 787

4 146

42

16 948

24,8

607

476

280

33

495

100

229

456

93,7

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8 Goiânia (GO)

605,2

6 692

1 236

1

5 669

20,4

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472

231

ND

306

100

93

213

82,1

31

9 São Bernardo do Campo (SP)

332,9

3 468

ND

ND

ND

9,5

578

384

1 946

11

151

89,7

95

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78

24,9

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4 956

7 257

8 578

470 944

13,1

485

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280

91,5

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208

69,4

ND

10 Guarulhos (SP)

(1) Dados de passageiros referem-se a 2005; frota e postos, a junho de 2006; dados de carga aérea referem-se a 2005; (2) dados referentes a 2004;

20 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

(3) não inclui importado de outros locais; ND: dados não disponíveis

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melhores cidades to da região vai para os rios que circundam o município. Além disso, a população da cidade vem crescendo de forma muito rápida — em média, 3,3% ao ano —, o que provoca o aparecimento de favelas. “O crescimento vem se dando de forma desordenada. Há lugares com infra-estrutura muito boa e outros sem nenhuma infra-estrutura”, afirma Décio Pompeu, presidente da associação comercial da cidade. A questão do saneamento básico é, de forma geral, o mais vergonhoso gargalo da infra-estrutura brasileira. Mesmo numa cidade como São Paulo, primeira colocada no ranking, o índice de tratamento de esgoto é de apenas 68,5%. “Os municípios terão de enfrentar essa questão num contexto mundial em que há cada vez mais pressão pela preservação do meio ambiente”, afirma Antonio João Vialle Cordeiro, sócio da consultoria Simonsen Associados e coordenador do estudo. “Outro ponto crucial é como as cidades estão se preparando para lidar com uma economia cada vez mais globalizada. Portos, aeroportos, ferrovias, estradas e frota de veículos são fundamentais para escoar a produção. Sem isso, a economia não cresce”, diz Cordeiro.

Os critérios da pesquisa Levantamento avaliou dez conceitos básicos

Metrô em São Paulo: cidade se destaca na infra-estrutura de transportes

www.exame.com.br veja o ranking completo dos 100 melhores municípios brasileiros

Por que elas ganharam

Os principais indicadores das 10 primeiras cidades

Transportes (1) MUNICÍPIO

FROTA DE VEÍCULOS (TODOS OS TIPOS)

ara identificar as cidades com a melhor infra-estrutura do país, o estudo realizado pela consultoria Simonsen Associados em parceria com EXAME avaliou os 267 municípios brasileiros com população superior a 100 000 habitantes. Para cada um dos municípios foram analisados dez conceitos básicos (energia, comunicação, aeroportos, acesso a portos, transporte de cargas, transporte de passageiros, frota de veículos, rodovias e ferrovias, saneamento básico, crescimento e densidade populacional), cada qual composto de dezenas de indicadores. Para cada conceito analisado atribuiuse um peso, de 0 a 5, conforme o grau de importância. Em seguida, foram atribuídas notas para os 267 municípios, levando-se em conta cada um dos indicadores.As melhores cidades na classificação final correspondem àquelas que apresentaram a melhor combinação dos dez conceitos analisados.

P

CHRISTIAN CASTANHO

indiana TCS (Tata Consultancy Services), líder mundial em consultoria de TI. No final de 2005, a empresa decidiu instalar uma fábrica de softwares no parque tecnológico de Campinas. “A cidade representa 9% do PIB paulista e abriga indústrias de grande porte, que são potenciais clientes para nós. Tem excelentes universidades e o aeroporto internacional de Viracopos facilita a logística. Além disso, Campinas fica próxima a São Paulo”, diz Carlos Elias, diretor da TCS do Brasil. Essa talvez seja a única (e leve) distorção do ranking. A proximidade com São Paulo acaba beneficiando cidades que, se ficassem em outros estados, não fariam tão boa figura. Mas a localização, claro, é um dado concreto, real, e não pode ser desprezada. São os casos, por exemplo, de São Bernardo do Campo e Guarulhos, empatados em nono lugar. Ambos os municípios têm localização privilegiada do ponto de vista logístico, principalmente pela proximidade com algumas das mais importantes rodovias do país (Dutra, Ayrton Senna e Fernão Dias) e com os portos de Santos e de São Sebastião, além, é claro, do aeroporto de Cumbica. Apesar da boa classificação, Guarulhos ainda tem um enorme desafio pela frente. A cidade enfrenta um problema grave de saneamento básico. A maior parte do esgo-

Saneamento (2)

Energia

FROTA DE AEROPORTOS ÔNIBUS E PASSAGEIROS PASSAGEIROS MICROÔNIBUS DOMÉSTICOS INTERNACIONAIS

1 000 pessoas

MOVIMENTO DE CARGA AÉREA

FROTA DE CAMINHÕES

toneladas

1 000 unid.

122,8

1 000 unid.

unidades

1 000 pessoas

1 São Paulo (SP)

4 887,6

60 914

24 571

8 578

514 189

2 Rio de Janeiro (RJ)

CONSUMO DE ENERGIA RESIDENCIAL

COMERCIAL

INDUSTRIAL

kWh por hab.

kWh por hab.

kWh por habitante

708

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ÁGUA

POSTOS DE GNV

ELÉTRICA

Número de postos

ESGOTO

NÚMERO DE LIGAÇÕES

ÍNDICE DE ATENDIMENTO

VOLUME PRODUZIDO(3)

NÚMERO DE LIGAÇÕES

1 000 ligações

%

milhões de m3/ano

1 000 ligações

381

205

2 680

98,8

1 289

2 180

ÍNDICE DE ATENDIMENTO

ÍNDICE DE TRATAMENTO

%

%

91,4

68,5

1 639,6

23 149

9 885

2 403

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977

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3 Curitiba (PR)

957,8

7 836

3 387

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30,6

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4 Brasília (DF)

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5 Campinas (SP)

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6 Porto Alegre (RS)

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7 Belo Horizonte (MG)

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(1) Dados de passageiros referem-se a 2005; frota e postos, a junho de 2006; dados de carga aérea referem-se a 2005; (2) dados referentes a 2004;

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Brasil meio ambiente

E

Onde o concreto

sistema Anchieta–Imigrantes, utilizou quatro máquinas de perfuração a laser, mais precisas e eficientes. Os pilares dos viadutos, com 100 metros de altura, têm vãos maiores entre si (90 metros), o que reduz a interferência na mata — na primeira pista, a distância entre as colunas é de 45 metros. A nova Imigrantes foi inaugurada somente 15 anos depois da elaboração do projeto original, mas conseguiu colocar muitos ambientalistas e empreiteiros do mesmo lado. Em comparação com o primeiro trecho, construído na década de 70, a nova pista reduziu drasticamente o impacto ambiental. A área desmatada caiu de 1 600 hectares para apenas 40 hectares. Além disso, a Ecovias prometeu plantar dez árvores para cada uma que derrubasse. Falta pouco para atingir a marca. “Já plantamos mais de 380 000 mudas nativas da mata Atlântica. Faltam outras 40 000 para compensar as que derrubamos”, afirma João Lúcio Donnart, diretor-superintendente da Ecovias.

M QUALQUER LUGAR DO

mundo, a questão ambiental é um dos principais entraves para a realização de grandes obras de infra-estrutura. Há projetos que passam anos, às vezes décadas, à espera da boa vontade do órgão responsável pela licença ambiental — no Brasil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Outros sofrem com o lobby — algumas vezes radical — de grupos ambientalistas. Apesar desse cenário de dificuldades, há margem para progressos. No Brasil e no mundo, estão surgindo obras que mostram uma nova realidade: com os devidos cuidados, é possível conciliar, sim, os interesses econômicos com a necessidade de preservação ambiental. No Brasil, o caso mais emblemático é a duplicação da rodovia dos Imigrantes, que liga São Paulo à Baixada Santista. Com 21 quilômetros de extensão, a segunda pista da Imigrantes é uma obra portentosa que consumiu quatro anos de trabalho e 830 milhões de reais. O projeto original, de 1986, ficou anos no limbo e teve de ser repensado para adequarse às recomendações do Ibama. A principal mudança exigida foi a construção de quatro estações de tratamento para que a água das escavações fosse drenada antes de chegar aos riachos da região. A nova pista tem três túneis imensos, dois deles com mais de 3 000 metros cada um, os maiores do Brasil. Para construir os túneis — uma boa alternativa para evitar o desmatamento —, a Ecovias, concessionária que administra o

convive com

o verde No Brasil e no mundo já existem obras de infra-estrutura que conseguem conciliar desenvolvimento com respeito ao meio ambiente Beto Gomes

Ilha artificial Outro bom exemplo da tentativa de equilibrar os interesses econômicos e ambientais é a construção do gasoduto Coari–Manaus, no coração da floresta Amazônica, um dos santuários dos movimentos ambientalistas. Trata-se de um ambicioso plano da Petrobras para levar gás natural do município de Coari, próximo à usina de Urucu, até a capital do Amazonas. Para isso, a estatal terá de construir 670 quilômetros de gasodutos e investir mais de 2,4 bilhões de reais. O principal desafio da obra é evitar a ocupação irregular no entorno do gaso-

Estrada ecologicamente correta Comparação do desmatamento causado na construção das duas pistas da rodovia dos Imigrantes

22 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

PRIMEIRA PISTA

SEGUNDA PISTA

1969-1976

1998-2002

44 quilômetros

21 quilômetros

Túneis

11

3

Viadutos

18

9

1 600 hectares

40 hectares

Duração da obra DELFIM MARTINS / PULSAR

Rodovia dos Imigrantes: medidas para minimizar os danos à mata Atlântica

Extensão

Área desmatada

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Brasil meio ambiente

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Onde o concreto

sistema Anchieta–Imigrantes, utilizou quatro máquinas de perfuração a laser, mais precisas e eficientes. Os pilares dos viadutos, com 100 metros de altura, têm vãos maiores entre si (90 metros), o que reduz a interferência na mata — na primeira pista, a distância entre as colunas é de 45 metros. A nova Imigrantes foi inaugurada somente 15 anos depois da elaboração do projeto original, mas conseguiu colocar muitos ambientalistas e empreiteiros do mesmo lado. Em comparação com o primeiro trecho, construído na década de 70, a nova pista reduziu drasticamente o impacto ambiental. A área desmatada caiu de 1 600 hectares para apenas 40 hectares. Além disso, a Ecovias prometeu plantar dez árvores para cada uma que derrubasse. Falta pouco para atingir a marca. “Já plantamos mais de 380 000 mudas nativas da mata Atlântica. Faltam outras 40 000 para compensar as que derrubamos”, afirma João Lúcio Donnart, diretor-superintendente da Ecovias.

M QUALQUER LUGAR DO

mundo, a questão ambiental é um dos principais entraves para a realização de grandes obras de infra-estrutura. Há projetos que passam anos, às vezes décadas, à espera da boa vontade do órgão responsável pela licença ambiental — no Brasil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Outros sofrem com o lobby — algumas vezes radical — de grupos ambientalistas. Apesar desse cenário de dificuldades, há margem para progressos. No Brasil e no mundo, estão surgindo obras que mostram uma nova realidade: com os devidos cuidados, é possível conciliar, sim, os interesses econômicos com a necessidade de preservação ambiental. No Brasil, o caso mais emblemático é a duplicação da rodovia dos Imigrantes, que liga São Paulo à Baixada Santista. Com 21 quilômetros de extensão, a segunda pista da Imigrantes é uma obra portentosa que consumiu quatro anos de trabalho e 830 milhões de reais. O projeto original, de 1986, ficou anos no limbo e teve de ser repensado para adequarse às recomendações do Ibama. A principal mudança exigida foi a construção de quatro estações de tratamento para que a água das escavações fosse drenada antes de chegar aos riachos da região. A nova pista tem três túneis imensos, dois deles com mais de 3 000 metros cada um, os maiores do Brasil. Para construir os túneis — uma boa alternativa para evitar o desmatamento —, a Ecovias, concessionária que administra o

convive com

o verde No Brasil e no mundo já existem obras de infra-estrutura que conseguem conciliar desenvolvimento com respeito ao meio ambiente Beto Gomes

Ilha artificial Outro bom exemplo da tentativa de equilibrar os interesses econômicos e ambientais é a construção do gasoduto Coari–Manaus, no coração da floresta Amazônica, um dos santuários dos movimentos ambientalistas. Trata-se de um ambicioso plano da Petrobras para levar gás natural do município de Coari, próximo à usina de Urucu, até a capital do Amazonas. Para isso, a estatal terá de construir 670 quilômetros de gasodutos e investir mais de 2,4 bilhões de reais. O principal desafio da obra é evitar a ocupação irregular no entorno do gaso-

Estrada ecologicamente correta Comparação do desmatamento causado na construção das duas pistas da rodovia dos Imigrantes

22 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

PRIMEIRA PISTA

SEGUNDA PISTA

1969-1976

1998-2002

44 quilômetros

21 quilômetros

Túneis

11

3

Viadutos

18

9

1 600 hectares

40 hectares

Duração da obra DELFIM MARTINS / PULSAR

Rodovia dos Imigrantes: medidas para minimizar os danos à mata Atlântica

Extensão

Área desmatada

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Infra e Meio ambiente - tit 3 l

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GETTY IMAGES

meio ambiente

Oresund Link: ponte liga a Dinamarca à Suécia

duto. O projeto prevê a abertura apenas de acessos temporários, que serão fechados após o término da obra. Para não estimular a migração de pessoas para essa região, o uso da mão-de-obra local será intensificado. “Nossa meta era usar 60% do pessoal da própria região, mas esse índice chega hoje a 73%”, afirma Mauro de Oliveira Loureiro, gerente da Petrobras na região. A compensação da área desmatada será feita com a utilização de uma reserva de 200 000 mudas de árvores nativas. Já a questão indígena será mais complicada de resolver. O gasoduto vai passar perto de algumas reservas, motivo de preocupação para indigenistas. Apesar disso, o gasoduto é visto de forma positiva por especialistas em questões ambientais, como o sociólogo americano Christopher Wells, superintendente de riscos socioambientais do banco ABN Amro. “Obras como essa sempre vão causar impactos, mas as

vantagens superam o lado ruim. Esse é tros cúbicos do material dragado, por o caminho”, afirma Wells. exemplo, foram utilizados para formar A grande referência mundial de obra a ilha artificial de Pebberholm, que faz ecologicamente correta é o Oresund a ligação da ponte com o túnel subaLink, um imenso complexo quático. Outra medida elode túnel, pontes e ilhas arti- Na Suécia, giada pelos ambientalistas ficiais que liga a Dinamarca foi a interrupção dos trabaà Suécia. Ao todo, são 16 obras lhos em épocas específicas quilômetros de travessia, ora chegaram para que o ruído não interpor cima d’água (via ponte), ferisse no ciclo de reprodua ser ora por baixo (via túnel). ção dos peixes. Além disso, Desde o início, os estudos interrompidas luzes especiais iluminam a ambientais mostraram que o para não ponte para evitar a colisão complexo causaria um imde pássaros em dias de baipacto importante no meio afetar o xa visibilidade. A ilha artiambiente. A maior preocu- ciclo de ficial de Pebberholm já aprepação era não interferir na senta mais de 400 espécies troca de águas entre o estrei- reprodução de plantas e insetos — alto de Oresund e o mar Bál- dos peixes guns deles raros — e serve tico. A correnteza é imporde abrigo para a procriação tante para o fluxo de sal e de aves. Variáveis que pooxigênio, que mantém viva uma das dem afetar o meio ambiente, como a principais atividades econômicas locais: emissão de gases, também são monitoa pesca do bacalhau. radas 24 horas por dia. Tudo isso gera Inúmeros cuidados foram tomados um custo adicional, mas, se esse for o para que a construção não interferisse preço a pagar para tirar obras importanno ecossistema. Os 7,5 milhões de me- tes do papel, o esforço vale a pena.

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Braslia 100% 2

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Lago Paranoá: a água tratada chega com 99% de qualidade

O desafio dos 100% O Distrito Federal exibe números invejáveis em saneamento, mas tem um nó a desatar Luciana Navarro

A

S ESTATÍSTICAS OFICIAIS

mostram que o Distrito Federal conta com uma infra-estrutura de saneamento básico comparável à dos países desenvolvidos. A coleta de esgoto beneficia 96% das áreas residenciais e comerciais. A água encanada chega a 98% dos imóveis. As 17 estações espalhadas pelas cidades-satélites tratam todo o esgoto coletado e devolvem a água ao meio ambiente com 99% de qualidade. A modernização do sistema de esgoto é resultado de um investimento de mais de 700 milhões de reais realizado pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) nos últimos sete anos. São números que apontam para a virtual universalização dos serviços de saneamento. Os bons indicadores, no entanto, não

Indicadores que causam inveja Números do Distrito Federal em comparação à média nacional DISTRITO FEDERAL

BRASIL

Imóveis com coleta de esgoto

96%

50,3%

Imóveis com água encanada

98%

95,4%

100%

31,3%

Tratamento do esgoto coletado

Fontes: Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), 2004

26 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

mostram toda a realidade. Apesar de positivas, as estatísticas do governo ignoram uma fatia importante do Distrito Federal, uma área onde vive mais de meio milhão de pessoas, quase 25% da população local. Os excluídos dos cálculos oficiais ocupam áreas consideradas irregulares, chamadas de condomínios — lotes ainda não reconhecidos como setores habitacionais da capital federal. Por serem irregulares, esses terrenos, que abrigam famílias de todas as classes sociais, foram deixados de fora do planejamento da Caesb. O poder público diz que não pode levar saneamento básico a áreas ilegais para não incentivar uma situação habitacional irregular. No entanto, para o engenheiro sanitarista Ricardo Bernardes, professor da Universidade de Brasília (UnB), a exclusão dessas regiões traz riscos gravíssimos para o meio ambiente. Sem coleta de esgoto, os moradores constroem fossas, que podem contaminar o lençol freático. “Sem ter por onde escorrer, o caldo da fossa acaba indo parar na água que a população utiliza”, diz Bernardes. Ele defende que toda a população seja atendida, mesmo que viva em áreas irregulares. “O saneamento universal é um dos direitos essenciais previstos na Constituição. Por isso, 100% da população deve ter acesso a sistema de água e esgoto”, afirma.

ANDERSON SCHNEIDER/VERVE PHOTO

Brasil saneamento

Petrobras 1-2 3

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Brasil energia alternativa

O dia em que o poço secar Enquanto busca retardar o declínio da produção de petróleo, a Petrobras amplia investimentos em energias renováveis Ursula Alonso Manso

para que o mundo consumisse o primeiro trilhão de barris de petróleo, mas bastarão 30 anos para consumir o segundo. A frase, de um recente anúncio publicitário do grupo americano Chevron Texaco, ilustra o dramático aumento do consumo de petróleo no planeta nos últimos anos. Prever quando essa escalada vai levar ao esgotamento dos poços é um exercício de futurologia — a Agência Internacional de Energia (AIE), por exemplo, diz que a produção mundial do óleo negro vai atingir o pico em algum ponto “entre 2013 e 2037”. Mas uma coisa é certa: é preciso se preparar para viver num mundo sem petróleo. A recomendação é especialmente válida para quem tem no petróleo seu principal negócio, como a Petrobras, a maior empresa do país. Das 276 concessões da estatal, 199 — 72% — estão na maturidade, eufemismo para se referir aos campos em fase de declínio da produção. Essas áreas representam 40% das reservas provadas da Petrobras e cerca de 75% do óleo e do gás produzidos no Brasil. Na bacia de Campos, no Rio de Janeiro, 30 das 32 concessões já entraram na fase de maturidade. Na tentativa de adiar o declínio dos campos maduros, a Petrobras lançou em 2005 um programa de revitalização que combina o uso de novas tecnologias com melhorias no gerenciamen-

to das operações. Com investimento de 2,4 bilhões de dólares até 2011, a meta é recuperar 800 milhões de barris de petróleo, o correspondente à descoberta de um campo gigante. Os primeiros resultados começam a aparecer. Em Albacora, na bacia de Campos, por exemplo, que hoje produz 116 000 barris por dia, a empresa inaugurou um sistema inédito de injeção submarina de água no reservatório que deverá resultar num ganho de 45 000 barris diários em 2010.

Biocombustíveis Além de tentar adiar o inevitável, a Petrobras começou a atuar em outra frente: a das energias renováveis. Mais do que uma companhia de petróleo, a estatal quer cada vez mais ser vista como uma empresa integrada de energia. “Nossa estratégia prevê a expansão da participação no mercado de biocombustíveis, liderando a produção nacional de biodiesel e ampliando a participação no mercado de etanol”, disse o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, no final de julho, ao apresentar o plano de negócios da companhia para o período 2007-2011. O plano prevê investimentos de 700 milhões de dólares em projetos de energias renováveis e biocombustíveis, e mais 660 milhões de dólares na expansão de alcooldutos. O projeto dos alcooldutos foi ampliado para contemplar a Região Centro-Oeste e deverá triplicar as exportações brasileiras de ál-

28 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

cool. Demanda para isso não falta. “EsOutro projeto é o desenvolvimento de tamos fechando contratos com a Vene- parques eólicos de geração de energia zuela e a Nigéria que deverão somar 250 elétrica, principalmente na Região Normilhões de litros de álcool neste ano”, deste. No Rio Grande do Norte, a estatal diz Paulo Roberto Costa, diretor de abas- opera, desde 2003, a Usina Eólica de Matecimento da Petrobras. cau. Com capacidade de 1,8 MW (meA partir de janeiro de 2008, todo o óleo gawatt), ela fornece energia para a opediesel comercializado no país deverá ter ração de poços e unidades de produção adição de 2% de biodiesel. Antecipando- de biodiesel. A meta para os próximos se à medida, a Petrobras está construin- cinco anos é ampliar a capacidade instado três complexos induslada de geração de enertriais para a produção desgia elétrica de fontes rese combustível nos estanováveis para 240 MW, Os investimentos dos da Bahia, do Ceará e suficiente não só para o (2) 700 da Petrobras de Minas Gerais. Orçadas consumo próprio da Peem energias em 90 milhões de dólares trobras como também parenováveis — e previstas para entrar em ra comercializar a energia em milhões operação no final de 2007, excedente no mercado. de dólares as fábricas terão capaciEntre outros estudos dade para produzir 144 em andamento no Cenmilhões anuais de litros pes, está o uso da ener65 (1) de biodiesel extraído de gia geotermal, que flui do óleo de mamona, algodão, interior da Terra sob a 2002/ 2007/ soja e dendê. Além disso, forma de calor. Valendo2006 2011 a Petrobras vai processar se da elevada temperatuoutros 425 milhões de li- (1) Estimativa (2) Previsão ra das águas subterrâneas tros de óleo vegetal em suas refinarias. em Mossoró (RN), a Petrobras está utiO objetivo é adicionar o óleo vegetal ao lizando um poço antes abandonado no diesel comum num processo desenvol- município para preaquecer a água que vido pelo Centro de Pesquisas da Petro- vai para seus geradores de vapor. “Agobras (Cenpes) e batizado de H-Bio, que ra, queremos testar o uso do gás georesulta num “diesel verde”, menos po- térmico para produzir energia”, diz João luente. Durante os testes do H-Bio, fo- Norberto Noschang Neto, coordenador ram usados até 18% de óleo vegetal na do Programa Tecnológico de Energias composição do novo combustível. “Va- Renováveis (Proger), criado pela Pemos plantar diesel”, afirma Costa. trobras em 2004.

A nova aposta

Campo de Albacora, no Rio: tecnologia para adiar o fim

FOTOS: STÈFERSON FARIA / PETROBRAS

F

ORAM NECESSÁRIOS 125 ANOS

Fábrica de biodiesel da Petrobras em Guamaré (RN): a unidade realiza experiências com combustíveis derivados de plantas oleaginosas

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Petrobras 1-2 3

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Brasil energia alternativa

O dia em que o poço secar Enquanto busca retardar o declínio da produção de petróleo, a Petrobras amplia investimentos em energias renováveis Ursula Alonso Manso

para que o mundo consumisse o primeiro trilhão de barris de petróleo, mas bastarão 30 anos para consumir o segundo. A frase, de um recente anúncio publicitário do grupo americano Chevron Texaco, ilustra o dramático aumento do consumo de petróleo no planeta nos últimos anos. Prever quando essa escalada vai levar ao esgotamento dos poços é um exercício de futurologia — a Agência Internacional de Energia (AIE), por exemplo, diz que a produção mundial do óleo negro vai atingir o pico em algum ponto “entre 2013 e 2037”. Mas uma coisa é certa: é preciso se preparar para viver num mundo sem petróleo. A recomendação é especialmente válida para quem tem no petróleo seu principal negócio, como a Petrobras, a maior empresa do país. Das 276 concessões da estatal, 199 — 72% — estão na maturidade, eufemismo para se referir aos campos em fase de declínio da produção. Essas áreas representam 40% das reservas provadas da Petrobras e cerca de 75% do óleo e do gás produzidos no Brasil. Na bacia de Campos, no Rio de Janeiro, 30 das 32 concessões já entraram na fase de maturidade. Na tentativa de adiar o declínio dos campos maduros, a Petrobras lançou em 2005 um programa de revitalização que combina o uso de novas tecnologias com melhorias no gerenciamen-

to das operações. Com investimento de 2,4 bilhões de dólares até 2011, a meta é recuperar 800 milhões de barris de petróleo, o correspondente à descoberta de um campo gigante. Os primeiros resultados começam a aparecer. Em Albacora, na bacia de Campos, por exemplo, que hoje produz 116 000 barris por dia, a empresa inaugurou um sistema inédito de injeção submarina de água no reservatório que deverá resultar num ganho de 45 000 barris diários em 2010.

Biocombustíveis Além de tentar adiar o inevitável, a Petrobras começou a atuar em outra frente: a das energias renováveis. Mais do que uma companhia de petróleo, a estatal quer cada vez mais ser vista como uma empresa integrada de energia. “Nossa estratégia prevê a expansão da participação no mercado de biocombustíveis, liderando a produção nacional de biodiesel e ampliando a participação no mercado de etanol”, disse o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, no final de julho, ao apresentar o plano de negócios da companhia para o período 2007-2011. O plano prevê investimentos de 700 milhões de dólares em projetos de energias renováveis e biocombustíveis, e mais 660 milhões de dólares na expansão de alcooldutos. O projeto dos alcooldutos foi ampliado para contemplar a Região Centro-Oeste e deverá triplicar as exportações brasileiras de ál-

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cool. Demanda para isso não falta. “EsOutro projeto é o desenvolvimento de tamos fechando contratos com a Vene- parques eólicos de geração de energia zuela e a Nigéria que deverão somar 250 elétrica, principalmente na Região Normilhões de litros de álcool neste ano”, deste. No Rio Grande do Norte, a estatal diz Paulo Roberto Costa, diretor de abas- opera, desde 2003, a Usina Eólica de Matecimento da Petrobras. cau. Com capacidade de 1,8 MW (meA partir de janeiro de 2008, todo o óleo gawatt), ela fornece energia para a opediesel comercializado no país deverá ter ração de poços e unidades de produção adição de 2% de biodiesel. Antecipando- de biodiesel. A meta para os próximos se à medida, a Petrobras está construin- cinco anos é ampliar a capacidade instado três complexos induslada de geração de enertriais para a produção desgia elétrica de fontes rese combustível nos estanováveis para 240 MW, Os investimentos dos da Bahia, do Ceará e suficiente não só para o (2) 700 da Petrobras de Minas Gerais. Orçadas consumo próprio da Peem energias em 90 milhões de dólares trobras como também parenováveis — e previstas para entrar em ra comercializar a energia em milhões operação no final de 2007, excedente no mercado. de dólares as fábricas terão capaciEntre outros estudos dade para produzir 144 em andamento no Cenmilhões anuais de litros pes, está o uso da ener65 (1) de biodiesel extraído de gia geotermal, que flui do óleo de mamona, algodão, interior da Terra sob a 2002/ 2007/ soja e dendê. Além disso, forma de calor. Valendo2006 2011 a Petrobras vai processar se da elevada temperatuoutros 425 milhões de li- (1) Estimativa (2) Previsão ra das águas subterrâneas tros de óleo vegetal em suas refinarias. em Mossoró (RN), a Petrobras está utiO objetivo é adicionar o óleo vegetal ao lizando um poço antes abandonado no diesel comum num processo desenvol- município para preaquecer a água que vido pelo Centro de Pesquisas da Petro- vai para seus geradores de vapor. “Agobras (Cenpes) e batizado de H-Bio, que ra, queremos testar o uso do gás georesulta num “diesel verde”, menos po- térmico para produzir energia”, diz João luente. Durante os testes do H-Bio, fo- Norberto Noschang Neto, coordenador ram usados até 18% de óleo vegetal na do Programa Tecnológico de Energias composição do novo combustível. “Va- Renováveis (Proger), criado pela Pemos plantar diesel”, afirma Costa. trobras em 2004.

A nova aposta

Campo de Albacora, no Rio: tecnologia para adiar o fim

FOTOS: STÈFERSON FARIA / PETROBRAS

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ORAM NECESSÁRIOS 125 ANOS

Fábrica de biodiesel da Petrobras em Guamaré (RN): a unidade realiza experiências com combustíveis derivados de plantas oleaginosas

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a voltas dos trens 3 F/V

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Investimentos ferrovias

DELFIM MARTINS

Estação da Luz, em São Paulo: trecho até Campinas está orçado em 2,7 bilhões de reais

A volta dos trens de passageiros O governo pretende investir quase 2 bilhões de reais no financiamento de trens regionais — essa é uma ótima notícia para o país Felipe Seibel

A EUROPA E NOS ESTAdos Unidos, morar numa grande cidade é quase um luxo. Graças aos ótimos acessos aos centros urbanos, com destaque para as linhas de trem de passageiros, torna-se muito mais econômico comprar uma casa nos arredores de uma capital do que viver apertado num bairro central. Essa configuração permite qualidade de vida às pessoas que fazem essa opção e também ajuda a dinamizar a economia de outras

N

localidades. No Brasil, o transporte ferroviário de passageiros praticamente desapareceu ao longo do século 20. Hoje, são poucas as linhas de trem que ligam cidades vizinhas, e mesmo o trecho Rio–São Paulo, que já foi o mais movimentado do país, foi desativado por falta de viabilidade econômica. Pois um projeto do BNDES pretende alterar drasticamente essa realidade. A instituição vai disponibilizar uma linha de financiamento de quase 2 bilhões de reais para a construção de pelo menos 13 trechos regionais até 2009 (veja alguns de-

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a voltas dos trens 3 F/V

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ferrovias

TIM GRAHAM/CORBIS

Trem na França: meio de transporte permite que as pessoas vivam longe dos centros urbanos

Os primeiros trechos Dez linhas de trens regionais que podem sair do papel em 2009 1 Fortaleza–Sobral, CE 2 Recife–Caruaru, PE 3 Vitória–Cachoeiro do Itapemirim, ES 4 Campos–Macaé, RJ 5 Belo Horizonte–Viçosa, MG 6 São Paulo–Itapetininga, SP 7 Caxias do Sul–Bento Gonçalves, RS 8 Pelotas–Rio Grande, RS 9 Brasília–Luziânia, DF 10 Maringá–Londrina, PR o estudo da UFRJ, tornar viável um trecho desses custará, em média, 30 milhões de reais. Mas pelo menos dois grandes projetos estão em estudo para

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Fonte: CBTU

les no quadro ao lado). “Vamos financiar não apenas a operação da ferrovia mas também a indústria de peças e equipamentos”, diz Ana Cristina Maia, chefe do departamento de desenvolvimento urbano e regional do BNDES. Pelo projeto do governo, os trens que interligarão alguns municípios brasileiros serão semelhantes aos que já circulam pelo continente europeu. A idéia é trazer um tipo específico, o veículo leve sobre trilhos (VLT), que chega à velocidade de 100 quilômetros por hora. Para selecionar os trechos que serão financiados, o BNDES encomendou um estudo à Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em princípio, foram avaliadas 64 ferrovias regionais. São traçados onde já existem trilhos, mas que são pouco utilizados pelas concessionárias de transporte ferroviário. Num primeiro momento, serão priorizadas as linhas que exigirão menos investimentos. Diferentemente dos megaprojetos, que custam bilhões de dólares, essas linhas sairão bem mais em conta. De acordo com

o futuro: a ligação São Paulo–Campinas, orçada em 2,7 bilhões de reais, e a Rio–São Paulo, na casa dos 9 bilhões. Os defensores dos trens de passageiros, no entanto, terão de enfrentar alguns obstáculos pela frente. O principal é uma discreta oposição das concessionárias de ferrovias. Elas alegam que algumas dessas linhas estão ocupadas hoje pelo transporte de cargas. É claro que certos ramais poderão ser rearranjados, mas não se pode exigir sacrifícios dessas empresas sem o oferecimento de contrapartidas. Outro grande problema é o retorno econômico desses projetos. Nos estudos já realizados, um trecho ligando o Rio de Janeiro a São Paulo, por exemplo, custaria 70% do preço de uma passagem aérea. Será que existe demanda para esse tipo de tarifa? “Nos trechos até 100 quilômetros de distância, certamente”, diz Jurandir Fernandes, secretário de Transportes de São Paulo. Apesar das arestas que ainda precisam ser aparadas, a volta dos trens de passageiros é um avanço — para o país e para os brasileiros.

fundos financ

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Investimentos fundos

Quando o governo não faz... Golden Gate, nos EUA: fundo de infra-estrutura

Fundos de investimento surgem como nova alternativa para financiar as obras de infra-estrutura

Á UMA REVOLUÇÃO EM

curso no financiamento da infra-estrutura no Brasil. O setor, há mais de duas décadas dependente do caixa minguado do Estado e de empréstimos fornecidos por bancos de fomento, começa a receber maciças aplicações de fundos de investimento constituídos exclusivamente para as áreas de transporte, logística, saneamento e energia. Cinco deles foram criados com a perspectiva de arrecadar quase 4 bilhões de reais. Mais do que o dinheiro reunido até o momento, chamam a atenção os nomes dos parceiros envolvidos na empreitada. À frente da gestão dos recursos estão equipes de instituições experientes, como o GP Investimentos e o Angra Partners, que fez sociedade com a construtora Andrade Gutierrez. O grosso dos recursos já amealhados saiu do caixa dos mais robustos investidores do país — os fundos de pensão, como Previ, dos funcionários do Banco do Brasil; Funcef, da Caixa Econômica Federal; e Petros, dos petroleiros. “As oportunidades de investimentos em infra-estrutura são imensas no Brasil”, diz Marcus Regueira, presidente da AbevCap, entidade que reúne fundos de

Quem são os investidores Principais fundos voltados para obras de infra-estrutura FUNDO

GESTOR

RECURSOS OBRAS PREFERENCIAIS ESTIMADOS (1)

Darby Brazil Mezanino

Stratus e Darby Overseas

ABN Infra Brasil

Banco ABN Amro

Brasil Energia

Pactual

800

Projetos na área de energia, como distribuidoras e usinas hidrelétricas

AG – Angra Infra-Estrutura

Construtora Andrade Gutierrez e Angra Partners

750

Portos, rodovias, ferrovias, gasodutos e oleodutos

Logística Brasil

GP Investimentos

500

Locação e compra de vagões, locomotivas e guindastes, construção de terminais graneleiros e de logística

400 1 400

Estradas, portos, aeroportos e saneamento Energia, transporte e saneamento

Ponte Millau, na França: dinheiro público não bastaria

JEAN-PHILIPPE ARLES

H

MORTON BEEBE/CORBIS

Alexa Salomão

investimento interessados em aportar dinheiro em empresas. Graças à sua capacidade de arregimentar grandes volumes de capital junto às mais diversas fontes, os fundos de investimento tornaram-se peças valiosas para o desenvolvimento das nações. Um exemplo é a ponte Millau, a mais alta do mundo, construída para ligar Paris a Barcelona. Custou 400 milhões de euros (o equivalente a 1 bilhão de reais). Mesmo o governo de um país como a França teria dificuldade para viabilizá-la sozinho. Parte dos recursos saiu do caixa de fundos que se associaram à construtora Eiffage, responsável pela obra. Em troca, o grupo tem a concessão da ponte por 75 anos e cobra pedágio. Nos Estados Unidos, o Calpers, fundo de pensão dos funcionários públicos da Califórnia, com patrimônio de 214 bilhões de dólares, pretende destinar parte de seus recursos para o financiamento de obras de infraestrutura no estado americano. No Brasil, a nova safra de aportes é sustentada principalmente por um tipo específico de instrumento financeiro, o fundo de investimento em participação (FIP). Em essência, trata-se de um condomínio com vários investidores, gerido por uma instituição financeira. Outra modalidade de fundo é o tipo Mezanino. Nesse caso, o fundo oferece um financiamento à empresa com a opção de virar sócio no futuro. O fator mais importante para tornar atraentes os fundos de infra-estrutura é a redução da taxa básica de juro, a Selic, que remunera os títulos públicos. “À medida que a Selic cai, os investidores que concentravam aplicações em títulos públicos buscam alternativas”, diz Fernando Quintella, diretor executivo do AG Angra. Pelas estimativas da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), o país precisaria de 50 bilhões de reais de investimentos por ano, mas não recebe nem 15 bilhões. Boa parte da lacuna poderá ser coberta pela migração dos investidores dos títulos públicos para os fundos. A rentabilidade projetada varia de 11% a 15% ao ano. “Nossa expectativa é que os fundos de infra-estrutura possam atrair 75 bilhões de reais nos próximos quatro anos”, diz Paulo Godoy, presidente da Abdib.

(1) em milhões de reais Fonte: fundos

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Investimentos fundos

Quando o governo não faz... Golden Gate, nos EUA: fundo de infra-estrutura

Fundos de investimento surgem como nova alternativa para financiar as obras de infra-estrutura

Á UMA REVOLUÇÃO EM

curso no financiamento da infra-estrutura no Brasil. O setor, há mais de duas décadas dependente do caixa minguado do Estado e de empréstimos fornecidos por bancos de fomento, começa a receber maciças aplicações de fundos de investimento constituídos exclusivamente para as áreas de transporte, logística, saneamento e energia. Cinco deles foram criados com a perspectiva de arrecadar quase 4 bilhões de reais. Mais do que o dinheiro reunido até o momento, chamam a atenção os nomes dos parceiros envolvidos na empreitada. À frente da gestão dos recursos estão equipes de instituições experientes, como o GP Investimentos e o Angra Partners, que fez sociedade com a construtora Andrade Gutierrez. O grosso dos recursos já amealhados saiu do caixa dos mais robustos investidores do país — os fundos de pensão, como Previ, dos funcionários do Banco do Brasil; Funcef, da Caixa Econômica Federal; e Petros, dos petroleiros. “As oportunidades de investimentos em infra-estrutura são imensas no Brasil”, diz Marcus Regueira, presidente da AbevCap, entidade que reúne fundos de

Quem são os investidores Principais fundos voltados para obras de infra-estrutura FUNDO

GESTOR

RECURSOS OBRAS PREFERENCIAIS ESTIMADOS (1)

Darby Brazil Mezanino

Stratus e Darby Overseas

ABN Infra Brasil

Banco ABN Amro

Brasil Energia

Pactual

800

Projetos na área de energia, como distribuidoras e usinas hidrelétricas

AG – Angra Infra-Estrutura

Construtora Andrade Gutierrez e Angra Partners

750

Portos, rodovias, ferrovias, gasodutos e oleodutos

Logística Brasil

GP Investimentos

500

Locação e compra de vagões, locomotivas e guindastes, construção de terminais graneleiros e de logística

400 1 400

Estradas, portos, aeroportos e saneamento Energia, transporte e saneamento

Ponte Millau, na França: dinheiro público não bastaria

JEAN-PHILIPPE ARLES

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MORTON BEEBE/CORBIS

Alexa Salomão

investimento interessados em aportar dinheiro em empresas. Graças à sua capacidade de arregimentar grandes volumes de capital junto às mais diversas fontes, os fundos de investimento tornaram-se peças valiosas para o desenvolvimento das nações. Um exemplo é a ponte Millau, a mais alta do mundo, construída para ligar Paris a Barcelona. Custou 400 milhões de euros (o equivalente a 1 bilhão de reais). Mesmo o governo de um país como a França teria dificuldade para viabilizá-la sozinho. Parte dos recursos saiu do caixa de fundos que se associaram à construtora Eiffage, responsável pela obra. Em troca, o grupo tem a concessão da ponte por 75 anos e cobra pedágio. Nos Estados Unidos, o Calpers, fundo de pensão dos funcionários públicos da Califórnia, com patrimônio de 214 bilhões de dólares, pretende destinar parte de seus recursos para o financiamento de obras de infraestrutura no estado americano. No Brasil, a nova safra de aportes é sustentada principalmente por um tipo específico de instrumento financeiro, o fundo de investimento em participação (FIP). Em essência, trata-se de um condomínio com vários investidores, gerido por uma instituição financeira. Outra modalidade de fundo é o tipo Mezanino. Nesse caso, o fundo oferece um financiamento à empresa com a opção de virar sócio no futuro. O fator mais importante para tornar atraentes os fundos de infra-estrutura é a redução da taxa básica de juro, a Selic, que remunera os títulos públicos. “À medida que a Selic cai, os investidores que concentravam aplicações em títulos públicos buscam alternativas”, diz Fernando Quintella, diretor executivo do AG Angra. Pelas estimativas da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), o país precisaria de 50 bilhões de reais de investimentos por ano, mas não recebe nem 15 bilhões. Boa parte da lacuna poderá ser coberta pela migração dos investidores dos títulos públicos para os fundos. A rentabilidade projetada varia de 11% a 15% ao ano. “Nossa expectativa é que os fundos de infra-estrutura possam atrair 75 bilhões de reais nos próximos quatro anos”, diz Paulo Godoy, presidente da Abdib.

(1) em milhões de reais Fonte: fundos

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aeroportos

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Investimentos transportes

Aeroporto S/A

CARLOS SANTANA/AG. A TARDE

Depois de passar para a administração privada, o Aeroporto Internacional de Porto Seguro vem crescendo rapidamente Marcos Todeschini

Aeroporto de Porto Seguro: fluxo de passageiros dobrou em sete anos

A

INICIATIVA PRIVADA, CO-

mo se sabe, tem uma incrível capacidade para injetar novo fôlego na gestão de empresas públicas. Um dos exemplos mais recentes está no setor de transportes. O Aeroporto Internacional de Porto Seguro — o único desse porte no país administrado por uma empresa privada — passou por mudanças notáveis desde 1999, quando sua gestão foi assumida pela Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico (Sinart), grupo baiano que atua na administração de aeroportos e estacionamentos e no setor de hotelaria. A Sinart realizou melhoria na infra-estrutura, instalou novos equipamentos de incêndio

e investiu no tratamento de esgoto e lixo. Além disso, ampliou os serviços. Na ala de desembarque, o posto da alfândega funciona 24 horas por dia, e não apenas durante a chegada e a partida dos vôos, como ocorria antes. Isso teve reflexo no número de aviões que vêm do exterior e pousam em Porto Seguro. No início de 2000, as aeronaves só vinham de Buenos Aires e Montevidéu. Hoje, o aeroporto recebe passageiros também de Lisboa, Amsterdã, Paris e Milão. O resultado foi o aumento no fluxo de turistas para a região. Desde a privatização, o movimento mais do que dobrou — passou de 300 000 para mais de 700 000 pessoas por ano —, o que faz de Porto Seguro um dos principais aeroportos do Nordeste.

Em 2001, o aeroporto baiano recebeu um certificado de qualidade máxima, conferido pela Embratur. O documento é uma espécie de ISO dos aeroportos. Como qualquer empresa, um aeroporto precisa dar lucro. Para isso, é vital a busca da eficiência. Aqui entra uma das principais vantagens da administração privada: a agilidade. A contratação de mão-de-obra ou o início de uma obra não dependem de concursos públicos nem de longos processos de licitação. Recentemente, o aeroporto precisou adquirir novas portas com detectores de metais. O intervalo entre a decisão de comprar as portas e sua efetiva instalação foi de 45 dias. “Sob o comando do governo, esse processo duraria no mínimo três meses, por causa da burocracia”, afirma Carlos Roberto Re-

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aeroportos

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transportes

ALAMY

Aeroporto de Heathrow, em Londres: pioneiro em gestão privada

bouças, superintendente da divisão de aeroportos da Sinart e que trabalhou por quase 20 anos na Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Até o início dos anos 90, o aeroporto de Porto Seguro estava sob a responsabilidade da prefeitura municipal. Com o aumento do fluxo de turistas para a região, o governo baiano resolveu assumir a gestão. Mas por pouco tempo. Em 1994, abriu licitação para que uma empresa privada cuidasse da parte administrativa. Na linguagem dos juristas, foi feita uma “concessão onerosa de bem público”. Traduzindo: o governo se afastou da administração, deixando a tarefa a cargo de uma empresa privada, que paga cerca de meio milhão de reais ao ano pelo uso do aeroporto.

Grandes negócios Esse modelo de administração ainda é novidade no Brasil. Mas lá fora esses empreendimentos têm sido cobiçados por grandes grupos. No final da década de 80, a Inglaterra foi a pioneira na privatização dos aeroportos, colocando à venda os dois principais de Londres — Heathrow e Gatwick. Outros países seguiram os passos dos ingleses, como Dinamarca, Áustria e Itália. Em 2002, o aeroporto Kingsford Smith, de Sydney, foi

Os resultados da gestão privada Mudanças que ocorreram no Aeroporto Internacional de Porto Seguro depois que os terminais de passageiros e cargas foram privatizados ANTES

HOJE

Destino dos vôos internacionais

Argentina e Uruguai

Argentina, Uruguai, Portugal, Holanda, Itália e França

Alfândega

aberta 8 horas por dia

aberta 24 horas

Tráfego de passageiros por ano

300 000

700 000

Instalações

não havia detectores de metais nem raio X

além de detectores e do raio X, existem áreas climatizadas e painéis de plasma

adquirido por 3 bilhões de dólares por um consórcio de empresas liderado pelo Macquarie Bank, um dos maiores bancos australianos. “A privatização ao redor do mundo resultou no aumento do volume de cargas e de passageiros. Além disso, trouxe uma lucratividade maior, enquanto os custos operacionais se tornaram mais baixos”, afirma Robert Poole Jr., ex-consultor do Departamento de Transportes dos Estados Unidos. Com tantas vantagens, a questão que surge é: por que mais aeroportos não são

38 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

privatizados no Brasil? Um dos motivos é que o controle dos negócios mais rentáveis está com a Infraero — que, por razões óbvias, não quer perdê-lo. Outro motivo é que, por enquanto, a iniciativa privada não se mostra disposta a investir em aeroportos pequenos, menos lucrativos. Há dois anos, houve uma tentativa de transformar o aeroporto de Ribeirão Preto, no interior paulista, no maior terminal privado internacional de carga e descarga do país. Por falta de interessados, o projeto ainda não decolou.

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Investimentos regulação

Como seria a agência ideal

cias reguladoras. Outro ponto importante é a parcimônia na criação de agências. Ou seja, deve-se evitar o excesso de fragmentação do sistema regulatório.

Capacidade técnica Não é por capricho acadêmico que os principais estudos enfatizam a importância da excelência técnica dos reguladores. A competência técnica é crucial para conferir legitimidade a decisões difíceis, que, freqüentemente, envolvem somas bilionárias e ferem interesses poderosos. Isso é especialmente importante no Brasil, onde definições simples por parte da autoridade demandam anos para ser tomadas. É claro que a utilização de critérios técnicos para a escolha de dirigentes das agências não tem o condão, por si só, de evitar que elas sejam capturadas política ou economicamente. Mas é um bom começo.

Quais são os cinco pontos fundamentais para que as agências reguladoras cumpram o seu papel. Caso contrário, elas são apenas objetos de decoração Gesner Oliveira, economista, sócio da Tendências Consultoria Integrada

estratégicos da infra-estrutura no Brasil, como energia elétrica, telecomunicações e transportes, depende em boa medida do futuro das agências reguladoras — o que deixa o Brasil em uma situação de alerta. Afinal, as agências têm um papel fundamental na redução do risco regulatório de um país. A ausência de regras claras, estáveis e harmônicas, a politização desses órgãos e o enfraquecimento de suas funções são fatores que inibem os investimentos e, conseqüentemente, o crescimento sustentado do país. É verdade que, no mundo real, não existe uma agência perfeita. Mas, se o Brasil quiser evitar um desastre nos próximos anos, é tempo de aplicar alguns princípios básicos. Há pelo menos cinco diretrizes que tornariam o processo de funcionamento dessas agências mais eficaz. São elas:

Incentivos à concorrência

tulares das agências reguladoras. Porém, o ideal é que os mandatos fixos dos dirigentes de agências não coincidam com os dos titulares máximos dos executivos federal, estadual e municipal. É preciso, também, assegurar a autonomia financeira e gerencial desses órgãos, sem a qual não há independência.

Transparência

Independência Em primeiro lugar, essa agência ideal deve ser independente. Mais do que o mérito da decisão sobre um tema específico, importa ao investidor a previsibilidade. Órgãos colegiados, compostos de membros com mandatos fixos e cujas decisões não sejam atropeladas pelas autoridades políticas, conferem maior segurança nesse aspecto. Isso se choca freqüentemente com a cultura centralizado-

Leilão de energia (à dir.) e estação de tratamento de esgoto: desempenho da economia depende de agências reguladoras fortes

40 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

Por fim, a liberalização da economia ocorrida nos últimos anos não assegura, por si só, que os mercados funcionem de maneira competitiva. Os reguladores devem se preocupar em criar incentivos à concorrência e trabalhar nesse sentido com as autoridades antitruste, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Secretaria de Direito ro efetivo às associações A excelência Econômico (SDE) e a Secredos consumidores. Tais prátaria Especial de Acompanhaticas, adotadas ainda de for- técnica é mento Econômico (Seae). Isma limitada no Brasil, têm crucial para so requer uma articulação efise revelado extremamente ciente entre os reguladores conferir úteis no exterior. setoriais e as autoridades de legitimidade defesa da concorrência, algo Missão não ocorre atualmente às decisões que É importante definir, de made forma sistemática. neira precisa, qual é o papel difíceis das Os problemas apontados de cada agência para que não agências acima não admitem solução haja sobreposição de compesimples. Seria ingênuo imatências. Uma vez feita a deginar que, em poucos anos, limitação clara de competências, é pre- o Brasil pudesse construir a tradição seciso integrar e coordenar agências que cular de países maduros em matéria reatuem em áreas interdependentes, como gulatória. No entanto, um esforço sisno caso da Agência Nacional de Energia temático no sentido de conferir um míElétrica (Aneel) e da Agência Nacional nimo de harmonia e eficiência ao mardo Petróleo, Gás Natural e Biocombustí- co regulatório brasileiro parece indisveis (ANP). A tendência moderna é de pensável para a retomada do crescimenconvergência tecnológica e de interde- to. As propostas citadas não exaurem pendência entre os setores, o que exige as alterações necessárias. Mas ilustram coordenação permanente entre as agên- o longo caminho a seguir. EDUARDO NICOLAU/AE

O

ra da administração direta e com a resistência político-burocrática dos ministérios. A independência das agências permite blindar as instâncias técnicas de decisão contra pressões políticas de toda ordem. Uma agência reguladora deve ser órgão de Estado, e não de governo. A independência dos reguladores não impede a implementação de políticas setoriais por parte dos governos eleitos. Além disso, o Executivo continua tendo um papel essencial na escolha dos ti-

DESEMPENHO DE SETORES

CASSIO VASCONCELLOS

gesner

Em segundo lugar, a atuação da agência deve ser pautada pela máxima transparência e pela sistemática prestação de contas à sociedade. Em outros países, é comum a adoção de mecanismos como a obrigatoriedade de divulgar na internet as decisões e os pareceres e estudos técnicos que as sustentam, a prestação de contas sistemática mediante relatórios periódicos por parte dos reguladores, a previsão de audiências e consultas públicas para determinados assuntos e o apoio técnico e financei-

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Investimentos regulação

Como seria a agência ideal

cias reguladoras. Outro ponto importante é a parcimônia na criação de agências. Ou seja, deve-se evitar o excesso de fragmentação do sistema regulatório.

Capacidade técnica Não é por capricho acadêmico que os principais estudos enfatizam a importância da excelência técnica dos reguladores. A competência técnica é crucial para conferir legitimidade a decisões difíceis, que, freqüentemente, envolvem somas bilionárias e ferem interesses poderosos. Isso é especialmente importante no Brasil, onde definições simples por parte da autoridade demandam anos para ser tomadas. É claro que a utilização de critérios técnicos para a escolha de dirigentes das agências não tem o condão, por si só, de evitar que elas sejam capturadas política ou economicamente. Mas é um bom começo.

Quais são os cinco pontos fundamentais para que as agências reguladoras cumpram o seu papel. Caso contrário, elas são apenas objetos de decoração Gesner Oliveira, economista, sócio da Tendências Consultoria Integrada

estratégicos da infra-estrutura no Brasil, como energia elétrica, telecomunicações e transportes, depende em boa medida do futuro das agências reguladoras — o que deixa o Brasil em uma situação de alerta. Afinal, as agências têm um papel fundamental na redução do risco regulatório de um país. A ausência de regras claras, estáveis e harmônicas, a politização desses órgãos e o enfraquecimento de suas funções são fatores que inibem os investimentos e, conseqüentemente, o crescimento sustentado do país. É verdade que, no mundo real, não existe uma agência perfeita. Mas, se o Brasil quiser evitar um desastre nos próximos anos, é tempo de aplicar alguns princípios básicos. Há pelo menos cinco diretrizes que tornariam o processo de funcionamento dessas agências mais eficaz. São elas:

Incentivos à concorrência

tulares das agências reguladoras. Porém, o ideal é que os mandatos fixos dos dirigentes de agências não coincidam com os dos titulares máximos dos executivos federal, estadual e municipal. É preciso, também, assegurar a autonomia financeira e gerencial desses órgãos, sem a qual não há independência.

Transparência

Independência Em primeiro lugar, essa agência ideal deve ser independente. Mais do que o mérito da decisão sobre um tema específico, importa ao investidor a previsibilidade. Órgãos colegiados, compostos de membros com mandatos fixos e cujas decisões não sejam atropeladas pelas autoridades políticas, conferem maior segurança nesse aspecto. Isso se choca freqüentemente com a cultura centralizado-

Leilão de energia (à dir.) e estação de tratamento de esgoto: desempenho da economia depende de agências reguladoras fortes

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Por fim, a liberalização da economia ocorrida nos últimos anos não assegura, por si só, que os mercados funcionem de maneira competitiva. Os reguladores devem se preocupar em criar incentivos à concorrência e trabalhar nesse sentido com as autoridades antitruste, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Secretaria de Direito ro efetivo às associações A excelência Econômico (SDE) e a Secredos consumidores. Tais prátaria Especial de Acompanhaticas, adotadas ainda de for- técnica é mento Econômico (Seae). Isma limitada no Brasil, têm crucial para so requer uma articulação efise revelado extremamente ciente entre os reguladores conferir úteis no exterior. setoriais e as autoridades de legitimidade defesa da concorrência, algo Missão não ocorre atualmente às decisões que É importante definir, de made forma sistemática. neira precisa, qual é o papel difíceis das Os problemas apontados de cada agência para que não agências acima não admitem solução haja sobreposição de compesimples. Seria ingênuo imatências. Uma vez feita a deginar que, em poucos anos, limitação clara de competências, é pre- o Brasil pudesse construir a tradição seciso integrar e coordenar agências que cular de países maduros em matéria reatuem em áreas interdependentes, como gulatória. No entanto, um esforço sisno caso da Agência Nacional de Energia temático no sentido de conferir um míElétrica (Aneel) e da Agência Nacional nimo de harmonia e eficiência ao mardo Petróleo, Gás Natural e Biocombustí- co regulatório brasileiro parece indisveis (ANP). A tendência moderna é de pensável para a retomada do crescimenconvergência tecnológica e de interde- to. As propostas citadas não exaurem pendência entre os setores, o que exige as alterações necessárias. Mas ilustram coordenação permanente entre as agên- o longo caminho a seguir. EDUARDO NICOLAU/AE

O

ra da administração direta e com a resistência político-burocrática dos ministérios. A independência das agências permite blindar as instâncias técnicas de decisão contra pressões políticas de toda ordem. Uma agência reguladora deve ser órgão de Estado, e não de governo. A independência dos reguladores não impede a implementação de políticas setoriais por parte dos governos eleitos. Além disso, o Executivo continua tendo um papel essencial na escolha dos ti-

DESEMPENHO DE SETORES

CASSIO VASCONCELLOS

gesner

Em segundo lugar, a atuação da agência deve ser pautada pela máxima transparência e pela sistemática prestação de contas à sociedade. Em outros países, é comum a adoção de mecanismos como a obrigatoriedade de divulgar na internet as decisões e os pareceres e estudos técnicos que as sustentam, a prestação de contas sistemática mediante relatórios periódicos por parte dos reguladores, a previsão de audiências e consultas públicas para determinados assuntos e o apoio técnico e financei-

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Cidades Digitais ok

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Tecnologia cidades digitais

FABIO MOTTA/AE

Menino usa terminal público em Piraí (RJ): internet grátis

Uma cidade antenada Por que Piraí é um exemplo no mundo digital  O município instalou em todo o seu território, inclusive na zona rural, uma

rede sem fio e a cabo que transmite dados, voz e imagem em alta velocidade.

 A rede de banda larga interliga 450 computadores públicos, grande

parte colocada à disposição da população para acesso gratuito à internet. Todos os prédios públicos estão interconectados.

 Os moradores têm acesso livre a 66 terminais instalados em locais como

Praça de Sud Menucci, no interior paulista: acesso à internet sem fio

PAULO PINTO/AE

praças, rodoviária e sindicatos. São nove quiosques e quatro telecentros.

Pequenas e intelig entes O interior serve de campo de testes para a criação de cibercidades onde todos têm acesso à internet rápida Ana Lúcia Moura Fé

Q

UANDO SE PENSA EM VANguarda tecnológica, o mais natural é imaginar que as inovações obedeçam sempre a um roteiro predeterminado: são adotadas nas grandes metrópoles para, bem depois, espalhar-se pelas cidades menores. Em relação à internet banda larga, está acontecendo uma inversão desse caminho. Hoje, são as pequenas cidades que estão servindo de piloto para a implantação de programas

42 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

revolucionários na área de internet. Algumas experiências no Brasil já se destacam no cenário mundial. É o caso de Piraí, município fluminense que ligou, via web, todas as repartições públicas da cidade e conseguiu que todos os seus 23 000 habitantes tenham acesso a serviços online e à internet de alta velocidade. Em 2005, a iniciativa de Piraí foi reconhecida em Nova York como um dos sete melhores projetos de tecnologia de comunicação do mundo — um feito inédito no Brasil.

Numa cidade digital, ou cibercidade, pessoas e instituições estão interconectadas por meio de uma infra-estrutura de comunicação de alto desempenho. Em Piraí, o projeto de universalização da internet banda larga começou a ser implantado em 2003, com o apoio da prefeitura. Atualmente, o parque instalado soma 450 computadores distribuídos pelos prédios públicos municipais. Todas as escolas da cidade contam com laboratório com, no mínimo, 20 computadores. A infra-estrutura digital ins-

 Cerca de 6 300 alunos de 20 escolas municipais acessam a internet de alto

desempenho por meio de 188 computadores. Esses alunos representam mais de 90% dos estudantes do município.

talada na cidade é híbrida, parte a cabo, parte sem fio. Mas a população pode acessar a internet, por meio da tecnologia wi-fi (wireless fidelity), de qualquer ponto. Os moradores também têm acesso gratuito à rede mundial nos telecentros e quiosques espalhados pelos pontos de maior movimento. O sucesso da experiência digital de Piraí foi resultado de um trabalho repleto de desafios. O primeiro deles foi o tecnológico. O município está situado em uma região montanhosa, o que exigiu a instalação de um maior número de estações de radiobase (ERB) para a transmissão do sinal digital. Ainda hoje, alguns problemas com a rede não estão devidamente equacionados. “Ainda não encontramos a melhor solução

para a manutenção de todos os equipamentos que estão espalhados por 540 quilômetros quadrados”, diz André Manuel de Moura Macara, coordenador técnico do projeto. Outro desafio era fazer com que a população se engajasse no projeto. Mas essa foi uma tarefa bem mais simples do que se imaginava a princípio. “Aqui, todos abraçaram a causa. Muita gente ofereceu o terreno de suas casas, energia e cabos para a instalação das estações de radiobase”, diz Macara. Hoje, as crianças acessam o computador na escola para a realização de deveres, na hora do recreio e mesmo depois das aulas. Quando não estão no colégio, podem utilizar os quiosques espalhados pela cidade para dar uma “navegada”,

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Cidades Digitais ok

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Tecnologia cidades digitais

FABIO MOTTA/AE

Menino usa terminal público em Piraí (RJ): internet grátis

Uma cidade antenada Por que Piraí é um exemplo no mundo digital  O município instalou em todo o seu território, inclusive na zona rural, uma

rede sem fio e a cabo que transmite dados, voz e imagem em alta velocidade.

 A rede de banda larga interliga 450 computadores públicos, grande

parte colocada à disposição da população para acesso gratuito à internet. Todos os prédios públicos estão interconectados.

 Os moradores têm acesso livre a 66 terminais instalados em locais como

Praça de Sud Menucci, no interior paulista: acesso à internet sem fio

PAULO PINTO/AE

praças, rodoviária e sindicatos. São nove quiosques e quatro telecentros.

Pequenas e intelig entes O interior serve de campo de testes para a criação de cibercidades onde todos têm acesso à internet rápida Ana Lúcia Moura Fé

Q

UANDO SE PENSA EM VANguarda tecnológica, o mais natural é imaginar que as inovações obedeçam sempre a um roteiro predeterminado: são adotadas nas grandes metrópoles para, bem depois, espalhar-se pelas cidades menores. Em relação à internet banda larga, está acontecendo uma inversão desse caminho. Hoje, são as pequenas cidades que estão servindo de piloto para a implantação de programas

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revolucionários na área de internet. Algumas experiências no Brasil já se destacam no cenário mundial. É o caso de Piraí, município fluminense que ligou, via web, todas as repartições públicas da cidade e conseguiu que todos os seus 23 000 habitantes tenham acesso a serviços online e à internet de alta velocidade. Em 2005, a iniciativa de Piraí foi reconhecida em Nova York como um dos sete melhores projetos de tecnologia de comunicação do mundo — um feito inédito no Brasil.

Numa cidade digital, ou cibercidade, pessoas e instituições estão interconectadas por meio de uma infra-estrutura de comunicação de alto desempenho. Em Piraí, o projeto de universalização da internet banda larga começou a ser implantado em 2003, com o apoio da prefeitura. Atualmente, o parque instalado soma 450 computadores distribuídos pelos prédios públicos municipais. Todas as escolas da cidade contam com laboratório com, no mínimo, 20 computadores. A infra-estrutura digital ins-

 Cerca de 6 300 alunos de 20 escolas municipais acessam a internet de alto

desempenho por meio de 188 computadores. Esses alunos representam mais de 90% dos estudantes do município.

talada na cidade é híbrida, parte a cabo, parte sem fio. Mas a população pode acessar a internet, por meio da tecnologia wi-fi (wireless fidelity), de qualquer ponto. Os moradores também têm acesso gratuito à rede mundial nos telecentros e quiosques espalhados pelos pontos de maior movimento. O sucesso da experiência digital de Piraí foi resultado de um trabalho repleto de desafios. O primeiro deles foi o tecnológico. O município está situado em uma região montanhosa, o que exigiu a instalação de um maior número de estações de radiobase (ERB) para a transmissão do sinal digital. Ainda hoje, alguns problemas com a rede não estão devidamente equacionados. “Ainda não encontramos a melhor solução

para a manutenção de todos os equipamentos que estão espalhados por 540 quilômetros quadrados”, diz André Manuel de Moura Macara, coordenador técnico do projeto. Outro desafio era fazer com que a população se engajasse no projeto. Mas essa foi uma tarefa bem mais simples do que se imaginava a princípio. “Aqui, todos abraçaram a causa. Muita gente ofereceu o terreno de suas casas, energia e cabos para a instalação das estações de radiobase”, diz Macara. Hoje, as crianças acessam o computador na escola para a realização de deveres, na hora do recreio e mesmo depois das aulas. Quando não estão no colégio, podem utilizar os quiosques espalhados pela cidade para dar uma “navegada”,

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FABIO DIVULGAÇÃO

cidades digitais

Tiradentes (MG): região montanhosa é um desafio

gíria que eles já adotaram. O site preferido dos meninos é o do programa de televisão Sítio do Picapau Amarelo. O das meninas é o da boneca Barbie. Além das crianças, os adultos também vêm aproveitando intensamente a oferta de internet banda larga na cidade. Na rodoviária, onde estão instalados alguns computadores da rede, chama a atenção dos visitantes a grande concentração de pessoas esperando para acessar a internet. Aos poucos, a experiência digital de Piraí começa a ser estendida para cidades vizinhas. A primeira a se beneficiar foi Rio das Flores, município com 8 500 habitantes, conectado à rede mundial por meio de uma ligação de satélite fornecida pelo Ministério das Comunicações. Fora do estado do Rio de Janeiro, outras iniciativas do gênero começam a ganhar corpo. Em Sud Menucci, município de 7 500 habitantes no interior de São Paulo, a prefeitura cobriu toda a cidade com rede wi-fi. Para ter acesso gratuito e ilimitado à internet, os moradores só precisam ter computador com sistema operacional Windows ou Linux e

uma placa de rede sem fio com a fre- contrado apenas em cidades maiores da qüência de 2,4 GHz. Para manter a ope- região”, diz Coelho. ração, a prefeitura investe pouco mais Além da Cisco, quase todas as grande 3 000 reais por mês. des empresas de tecnologia da informaEm Tiradentes, município de 7 000 ção e telecomunicações, como a Norhabitantes no sul de Minas, quem está tel, a Motorola, a HP e a Intel, estão inpor trás da empreitada digital é a Cis- vestindo alto nas tecnologias que estão co, fornecedora de tecnologia. “Esco- por trás das iniciativas de cidades digilhemos Tiradentes por ser tais. Na Intel, a estratégia uma cidade de serra, com consiste em fazer contatos terreno ondulado, ideal pa- Atualmente, com as prefeituras e os órra enfrentar todos os desa- apenas cerca gãos do governo estadual pafios de implementar a tecra explicar como a tecnolonologia Mesh, que é similar de 1 600 gia funciona e doar a rede à da telefonia celular”, diz dos 5 600 para que sejam feitos os tesJorge Coelho, diretor da Cistes. Participando de diversas municípios co. Tiradentes conta hoje iniciativas de cidades digicom acesso à internet em brasileiros tais no país, entre as quais banda larga, telefonia IP e dispõem de Piraí, Ouro Preto (MG) e serviço de vigilância. São Mangaratiba (RJ), a Intel cinco câmeras para a prote- banda larga aposta que a velocidade com ção do patrimônio público, que a população está se comonitoradas desde o prédio nectando à rede mundial irá da polícia. A administração municipal acelerar o surgimento das cibercidades. constituiu um comitê para definir um “São 1 bilhão de computadores conecmodelo de sustentação do projeto. Os tados à internet no mundo, número que benefícios são visíveis. “Surgiram lan vai dobrar até 2010”, afirma Maurício houses, casas para reparos de micros e Bouskela, diretor da Intel. “Esse creslojas de informática que já praticam até cimento se dará, certamente, a partir das comércio eletrônico. Antes, isso era en- cidades menores.”

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capinhas

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34,3

bilhões de reais

é o total dos investimentos em infra-estrutura previstos nos próximos anos para o Rio de Janeiro

Obras As próximas 40 páginas apresentam uma lista de 707 obras de infra-estrutura que estão em projeto ou em execução no Brasil. Esses empreendimentos têm o potencial de reduzir custos e aumentar a produtividade e a competitividade do país nos próximos anos. Os projetos — 203 a mais do que na edição anterior — estão divididos nos seguintes setores: energia, petróleo, gás e álcool, saneamento e transportes. O investimento necessário para a conclusão de todas as obras soma pouco mais de 219 bilhões de reais.

01. ABRE OBRAS

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Obras | Apresentação Os 10 estados com mais obras Quanto é preciso investir para terminar as obras em cada estado Estado

Número de obras

Valor para a conclusão

Plataforma da Petrobras: obras da estatal somam 32 bilhões de reais

27

34 276

São Paulo

64

32 549

Rondônia

16

18 213

Minas Gerais

69

9 488

Pará

22

8 957

Pernambuco

12

6 467

Tocantins

19

6 377

Bahia

64

5 100

Goiás

18

4 856

Rio Grande do Sul

17

4 694

Demais estados Nacionais (1)

OBRAS | Apresentação

Total

335

22 109

44

66 033

707

219 119

O Rio de Janeiro chega ao topo

As grandes construtoras de infra-estrutura

Camargo Corrêa

4,4

Com a força do petróleo, o estado ultrapassa São Paulo em investimentos em infra-estrutura

Queiroz Galvão

4,2

AS DUAS EDIÇÕES ANTERIORES DESTE ANUÁRIO, São Paulo ocupou com folga o primeiro lugar na lista dos estados com maior volume de investimentos planejados em infra-estrutura. Em 2005, os paulistas tinham quase 32 bilhões de reais previstos para a conclusão das obras que estavam em execução ou ainda em projeto. O Rio de Janeiro, segundo colocado, contava com menos da metade desse valor, cerca de 13 bilhões de reais. Neste ano, a situação se inverteu. O Rio assumiu a liderança do ranking, com mais de 34 bilhões de reais a ser investidos nos próximos anos. Já São Paulo, apesar de um aumento de 500 milhões de reais em relação ao valor do ano passado, caiu para o segundo lugar, com 1,7 bilhão de reais a menos que o Rio. O motivo da espetacular ascensão do Rio são os grandes projetos no setor petroquímico. Somente uma das obras, o Complexo Petroquímico Integrado do Rio de Janeiro, representa mais da metade de todo o investimento previsto para o estado. Trata-se do empreendimento mais caro em projeto no Brasil — 18,2 bilhões de reais. Quando estiver pronto, em

N

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Empresa

Obras em carteira (em bilhões de reais)(2)

Andrade Gutierrez

7,6

Odebrecht

4,8

Carioca Christiani-Nielsen

1

Construcap

1

2012, o complexo terá condições de processar 150 000 barris de petróleo pesado por dia, o correspondente a 7% da atual capacidade do país. Somadas, as obras com a participação da Petrobras devem exigir investimentos de 32 bilhões de reais nos próximos anos em todo o Brasil. Outro estado que mudou radicalmente de posição no ranking nacional de infra-estrutura foi Rondônia, que saiu da penúltima posição no ano passado, com 153 milhões de reais, para o terceiro lugar, com mais de 18 bilhões de reais a ser investidos nos próximos anos. O salto se deu graças a um único projeto grandioso, a construção do Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, que terá 6 450 MW de potência instalada — metade da capacidade de Itaipu. A lista apresentada nas próximas 40 páginas reúne 707 obras (203 a mais do que na edição anterior) dos setores de energia, saneamento, transporte, petróleo, gás e álcool. Para sair do papel, elas vão exigir investimento de 219 bilhões de reais nos próximos anos. São as obras mais importantes do país, destacadas por cerca de 100 órgãos governamentais e empresas consultadas pela equipe do anuário em seis meses de apuração.

(1) Obras realizadas em dois ou mais estados; (2) Com base em dados fornecidos pelas próprias construtoras e empresas contratantes

ANA CAROLINA FERNANDES/FOLHA IMAGEM

(em milhões de reais)

Rio de Janeiro

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:07

Page 50

219

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é quanto o Brasil precisa investir nos próximos anos para concluir as 707 obras desta lista

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Energia Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz Para Todos, do governo federal, cujo objetivo é universalizar a energia elétrica

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Nordeste

Ampl./impl.

3 725

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Norte

Ampl./impl.

2 623

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Distribuição em Minas Gerais Rede elétrica

Obras de distribuição na área da Cemig

MG

Implantação

1 136

Público

Cemig

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Programa de Eletrificação Rural

MG

Ampliação

985

Público

Cemig/Aneel

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Centro-Oeste

Ampl./impl.

459

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Sul

Ampl./impl.

279

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2007

Não

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Linha de distribuição Santa Maria–Brasília Centro

Linha de distribuição com 138 kV

Sudeste

Ampl./impl.

201

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2007

Não

DF

Implantação

27

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Investimentos especiais em energia

Instalação de 3 064 unidades consumidoras, construção de 839,37 km de rede e acréscimo de 9 925 kW

Linha de distribuição Samambaia–Brasília Norte

Linha de distribuição com 138 kV

CE

Ampl./impl./ref.

24

Público

Seinfra/Coelce

Iniciada

Não há

2006

2006

DF

Implantação

17

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Linha de distribuição Linha de distribuição

Linha de distribuição deriv. Sudoeste — subestação Sudoeste, com 138 kV

DF

Implantação

12

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Linha de distribuição subestação Embaixadas Sul — Brasília Centro, com 138 kV

DF

Implantação

11

Público

CEB Distribuição

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Iluminação pública em áreas urbanas

Implantação de 154 km de rede de distribuição de energia elétrica (Programa Luz Urbana)

AC

Implantação

10

Público

Eletroacre

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Rede de distribuição

Divisão de área e recondutoramento

PI

Reforma

10

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

2007

-

Redes de distribuição

Ampliação de redes para eliminar ligações irregulares e atender novos consumidores

PI

Ampliação

6

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

2007

-

Rede de distribuição

Divisão de área e recondutoramento em vários municípios

PI

Reforma

5

Público

Cepisa

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Redes de distribuição

Ampliação de redes para eliminar ligações irregulares e atender novos consumidores

PI

Ampliação

5

Público

Cepisa

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Redes de distribuição

Ampliação de redes de distribuição no estado

PI

Ampliação

4

Público

Cepisa

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Linha de distribuição

Linha de distribuição Samambaia–Núcleo Bandeirante, com 138 kV e 26,2 km de extensão

DF

Implantação

4

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Complexo do Rio Madeira

Usina hidrelétrica com capacidade para 6 450 MW

RO

Implantação

17 600

Público/privado

Indefinida

Em projeto

Não há

Indefinida

2011

-

Centrais Geradoras Eólicas (C)

Programa de construção de 101 usinas, com total de 4 845 MW. Preço médio estimado em 3 000 reais por kW

(a)

Implantação

14 500 (b)

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

Indefinida

Não há

-

Pequenas Centrais Hidrelétricas (C)

Programa de construção de 267 usinas, com total de 4 175 MW. Preço médio estimado em 2 600 reais por kW

(a)

Implantação

10 855 (b)

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

Indefinida

Não há

-

Usina Nuclear Angra 3

Com 1 350 MW, a usina elevará a capacidade do complexo nuclear de Angra dos Reis para cerca de 3 357 MW

RJ

Implantação

7 230

Público/privado

Eletronuclear

Paralisada

Político

1984

2013

Sim

Usina Belo Monte

Usina hidrelétrica com capacidade para 11 180 MW

PA

Implantação

6 820

Público/privado

Indefinida

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó

Localizada entre os municípios de Águas de Chapecó (SC) e Alpestre (RS), terá capacidade de 855 MW

RS, SC

Implantação

2 056

Público/privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2010

Não

Usina Hidrelétrica Santa Isabel

Localizada nos municípios de Ananás (TO) e Palestina do Pará (PA), terá capacidade de 1 087 MW

TO, PA

Implantação

1 868

Público

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Peixe Angical

Localizada no município de São Salvador (TO), terá capacidade de 452 MW

TO

Implantação

1 600

Público/privado

Enerpeixe

Iniciada

Não há

2001

2006

Sim

Usina Termelétrica Mogi Mirim

Localizada no município de Mogi Guaçu (SP), terá capacidade de 985 MW

SP

Implantação

1 477 (b)

Privado

Aneel

Paralisada

Legal

2004

Não há

Sim

Complexo de geração e transmissão

Implantação de UHE Simplício, com 305,7 MW, PCH Anta, com 28 MW, e sistema de transmissão associado,

RJ

Implantação

1 194

Público

Furnas

Em projeto

Financeiro

2006

2010

Não

de energia elétrica

com 138 kV e 120 km de extensão

Usina Hidrelétrica Pai Querê

Localizada entre os municípios de Lages (SC) e Bom Jesus (RS), terá capacidade de 292 MW

SC, RS

Implantação

1 061

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2011

Não

Usina Termelétrica Paracambi

Localizada no município de Paracambi (RJ), terá capacidade de 511 MW

RJ

Implantação

1 000

Privado

Aneel

Iniciada

Político

Indefinida

2011

Não

Usina Termelétrica Presidente Médici (Candiota)

Implantação da usina, fase C, com 350 MW

RS

Implantação

940

Público

CGTEE

Iniciada

Não há

2006

2009

Não Não

Geração

Usina Termelétrica Ribeirão Moinho

Localizada no município de Andradina (SP), terá capacidade de 520 MW

SP

Implantação

830

Privado

Aneel

Em projeto

Político

Indefinida

2011

Usina Termelétrica Vale do Açu

Localizada no município de Alto do Rodrigues (RN), terá capacidade de 340 MW

RN

Implantação

800

Privado

Termoaçu

Iniciada

Não há

2002

2008

Sim

Usina Termelétrica Paulínia

Localizada no município de Mogi Guaçu (SP), terá capacidade de 492 MW

SP

Implantação

738 (b)

Privado

Aneel

Paralisada

Financeiro

2004

Não há

Sim

Usina Termelétrica Três Lagoas – Fase II

Localizada no município de Três Lagoas (MS), terá capacidade de 418 MW

MS

Reforma

699 (b)

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2008

-

Parque Eólico do Rio Grande do Sul

Localizado em Osório (RS), terá capacidade de gerar 150 MW de energia

RS

670

Privado

Ventos do Sul

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

50 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

Implantação

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 51

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

Distribuição

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:07

Page 50

219

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é quanto o Brasil precisa investir nos próximos anos para concluir as 707 obras desta lista

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Energia Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz Para Todos, do governo federal, cujo objetivo é universalizar a energia elétrica

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Nordeste

Ampl./impl.

3 725

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Norte

Ampl./impl.

2 623

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Distribuição em Minas Gerais Rede elétrica

Obras de distribuição na área da Cemig

MG

Implantação

1 136

Público

Cemig

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Programa de Eletrificação Rural

MG

Ampliação

985

Público

Cemig/Aneel

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Centro-Oeste

Ampl./impl.

459

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Sul

Ampl./impl.

279

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2007

Não

Rede elétrica e sistema de geração descentralizada

Programa Luz para Todos

Linha de distribuição Santa Maria–Brasília Centro

Linha de distribuição com 138 kV

Sudeste

Ampl./impl.

201

Público/privado

Eletrobrás

Iniciada

Não há

2004

2007

Não

DF

Implantação

27

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Investimentos especiais em energia

Instalação de 3 064 unidades consumidoras, construção de 839,37 km de rede e acréscimo de 9 925 kW

Linha de distribuição Samambaia–Brasília Norte

Linha de distribuição com 138 kV

CE

Ampl./impl./ref.

24

Público

Seinfra/Coelce

Iniciada

Não há

2006

2006

DF

Implantação

17

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Linha de distribuição Linha de distribuição

Linha de distribuição deriv. Sudoeste — subestação Sudoeste, com 138 kV

DF

Implantação

12

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Linha de distribuição subestação Embaixadas Sul — Brasília Centro, com 138 kV

DF

Implantação

11

Público

CEB Distribuição

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Iluminação pública em áreas urbanas

Implantação de 154 km de rede de distribuição de energia elétrica (Programa Luz Urbana)

AC

Implantação

10

Público

Eletroacre

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Rede de distribuição

Divisão de área e recondutoramento

PI

Reforma

10

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

2007

-

Redes de distribuição

Ampliação de redes para eliminar ligações irregulares e atender novos consumidores

PI

Ampliação

6

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

2007

-

Rede de distribuição

Divisão de área e recondutoramento em vários municípios

PI

Reforma

5

Público

Cepisa

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Redes de distribuição

Ampliação de redes para eliminar ligações irregulares e atender novos consumidores

PI

Ampliação

5

Público

Cepisa

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Redes de distribuição

Ampliação de redes de distribuição no estado

PI

Ampliação

4

Público

Cepisa

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Linha de distribuição

Linha de distribuição Samambaia–Núcleo Bandeirante, com 138 kV e 26,2 km de extensão

DF

Implantação

4

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Complexo do Rio Madeira

Usina hidrelétrica com capacidade para 6 450 MW

RO

Implantação

17 600

Público/privado

Indefinida

Em projeto

Não há

Indefinida

2011

-

Centrais Geradoras Eólicas (C)

Programa de construção de 101 usinas, com total de 4 845 MW. Preço médio estimado em 3 000 reais por kW

(a)

Implantação

14 500 (b)

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

Indefinida

Não há

-

Pequenas Centrais Hidrelétricas (C)

Programa de construção de 267 usinas, com total de 4 175 MW. Preço médio estimado em 2 600 reais por kW

(a)

Implantação

10 855 (b)

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

Indefinida

Não há

-

Usina Nuclear Angra 3

Com 1 350 MW, a usina elevará a capacidade do complexo nuclear de Angra dos Reis para cerca de 3 357 MW

RJ

Implantação

7 230

Público/privado

Eletronuclear

Paralisada

Político

1984

2013

Sim

Usina Belo Monte

Usina hidrelétrica com capacidade para 11 180 MW

PA

Implantação

6 820

Público/privado

Indefinida

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó

Localizada entre os municípios de Águas de Chapecó (SC) e Alpestre (RS), terá capacidade de 855 MW

RS, SC

Implantação

2 056

Público/privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2010

Não

Usina Hidrelétrica Santa Isabel

Localizada nos municípios de Ananás (TO) e Palestina do Pará (PA), terá capacidade de 1 087 MW

TO, PA

Implantação

1 868

Público

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Peixe Angical

Localizada no município de São Salvador (TO), terá capacidade de 452 MW

TO

Implantação

1 600

Público/privado

Enerpeixe

Iniciada

Não há

2001

2006

Sim

Usina Termelétrica Mogi Mirim

Localizada no município de Mogi Guaçu (SP), terá capacidade de 985 MW

SP

Implantação

1 477 (b)

Privado

Aneel

Paralisada

Legal

2004

Não há

Sim

Complexo de geração e transmissão

Implantação de UHE Simplício, com 305,7 MW, PCH Anta, com 28 MW, e sistema de transmissão associado,

RJ

Implantação

1 194

Público

Furnas

Em projeto

Financeiro

2006

2010

Não

de energia elétrica

com 138 kV e 120 km de extensão

Usina Hidrelétrica Pai Querê

Localizada entre os municípios de Lages (SC) e Bom Jesus (RS), terá capacidade de 292 MW

SC, RS

Implantação

1 061

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2011

Não

Usina Termelétrica Paracambi

Localizada no município de Paracambi (RJ), terá capacidade de 511 MW

RJ

Implantação

1 000

Privado

Aneel

Iniciada

Político

Indefinida

2011

Não

Usina Termelétrica Presidente Médici (Candiota)

Implantação da usina, fase C, com 350 MW

RS

Implantação

940

Público

CGTEE

Iniciada

Não há

2006

2009

Não Não

Geração

Usina Termelétrica Ribeirão Moinho

Localizada no município de Andradina (SP), terá capacidade de 520 MW

SP

Implantação

830

Privado

Aneel

Em projeto

Político

Indefinida

2011

Usina Termelétrica Vale do Açu

Localizada no município de Alto do Rodrigues (RN), terá capacidade de 340 MW

RN

Implantação

800

Privado

Termoaçu

Iniciada

Não há

2002

2008

Sim

Usina Termelétrica Paulínia

Localizada no município de Mogi Guaçu (SP), terá capacidade de 492 MW

SP

Implantação

738 (b)

Privado

Aneel

Paralisada

Financeiro

2004

Não há

Sim

Usina Termelétrica Três Lagoas – Fase II

Localizada no município de Três Lagoas (MS), terá capacidade de 418 MW

MS

Reforma

699 (b)

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2008

-

Parque Eólico do Rio Grande do Sul

Localizado em Osório (RS), terá capacidade de gerar 150 MW de energia

RS

670

Privado

Ventos do Sul

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

50 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

Implantação

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 51

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

Distribuição

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:10

Page 52

45000

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

MW

é a energia a mais a ser gerada pelas usinas da lista – quase 50% sobre a capacidade atual do país

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

-

Usina Termelétrica Canoas – Fase II

Localizada no município de Canoas (RS), terá capacidade de 248 MW

RS

Reforma

663 (b)

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2009

Usina Hidrelét. Luiz Carlos Barreto de Carvalho

Modernização da usina, 6 turbinas tipo Francis de 175 MW cada, com capacidade total de 1 050 MW

MG

Reforma

642

Público

Furnas

Iniciada

Não há

2004

2010

Não

Usina Hidrelétrica Itaocara

Localizada nos municípios de Itaocara (RJ) e Aperibé (RJ), terá capacidade de 195 MW

RJ

Implantação

500

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2006

Sim

Usina Hidrelétrica São Salvador

Localizada nos municípios de Paranã (TO) e São Salvador do Tocantins (TO), terá capacidade de 241 MW

TO

Implantação

479

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

2006

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Salto Pilão

Localizada entre os municípios catarinenses de Lontras, Apiúna e Ibirama, terá capacidade de 181 MW

SC

Implantação

470

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2010

Não

Usina Hidrelétrica Serra do Facão

Localizada nos municípios de Catalão (GO) e Davinópolis (GO), terá capacidade de 212 MW

GO

Implantação

450

Público

Aneel

Paralisada

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Termelétrica de Camaçari

Implantação de ciclo combinado na Usina Termelétrica de Camaçari, com instalação de equipamentos para

BA

Ampliação

450

Público

Chesf

Em projeto

Político

2008

2010

Não

Não

produção de vapor e de energia elétrica Grupo de Geradores de Vapor de Angra 1

Substituição dos geradores de vapor de Angra 1

Reforma

410

Público

Eletronuclear

Iniciada

Não há

2004

2008

Usina Hidrelétrica Couto Magalhães

Localizada nos municípios de Santa Rita do Araguaia (GO) e Alto Araguaia (MT), terá capacidade de 150 MW

GO, MT

RJ

Implantação

380

Público/privado

Aneel

Em projeto

Amb./instituc.

Indefinida

Não há

Não

Usina Hidrelétrica Paulistas

Implantação de Usina Hidrelétrica Batalha (2 turbinas do tipo Kaplan, com potência total instalada de

MG, GO

Implantação

376

Público

Furnas

Em projeto

Financeiro

2006

2009

Não

Usina Hidrelétrica Estreito

Localizada nos municípios de Palmeiras do Tocantins (TO) e Estreito (MA), terá capacidade de 1 087 MW

TO, MA

Implantação

355

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Santo Antônio

Localizada nos municípios de Laranjal do Jari (AP) e Almeirim (PA), terá capacidade de 167 MW

AP, PA

Implantação

350 (b)

Privado

Aneel

Paralisada

Financ./legal

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Furnas

Modernização da usina, com 8 turbinas tipo Francis, de 152 MW cada, e capacidade total de 1 200 MW

MG

Reforma

341

Público

Furnas

Iniciada

Não há

2004

2010

Não

Usina Termelétrica São Gonçalo

Localizada na capital do estado, terá capacidade de 211 MW

RJ

Ampliação

316 (b)

Público

Aneel

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

-

Usina Hidrelétrica Corumbá III

Localizada no município de Luziânia (GO), terá capacidade de 93,6 MW

GO

Implantação

315

Privado

Aneel

Iniciada

Ambiental

2006

2008

-

Usina Termelétrica Santana

Ampliação da usina, com acréscimo de 90 MW

AP

Ampliação

313

Público

Eletronorte

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Usina Termelétrica Presidente Médici (Candiota)

Fases A e B, com 446 MW

RS

Reforma

264

Público

CGTEE

Em projeto

Não há

Indefinida

2009

Não

Usina Hidrelétrica Murta

Localizada no município de Coronel Murta (MG), terá capacidade de 120 MW

MG

Implantação

263

Privado

Aneel

Em projeto

Amb./técn.

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Passo São João

Implantação de Usina Passo São João para geração de energia elétrica

RS

Implantação

260

Público

Eletrosul

Em projeto

Não há

2011

2014

Não

Usina Termelétrica Paraíba

Usina com capacidade de 150 MW

PB

Implantação

260

Privado

PB Gás

Em projeto

Político

Indefinida

2011

Não

Usina Hidrelétrica Rondon II

Localizada no município de Pimenta Bueno (RO), terá capacidade de 73,5 MW

RO

Implantação

250

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Usina Termelétrica Cubatão

Usina de co-geração em ciclo combinado, utilizando gás natural e gás de refinaria

SP

Implantação

240

Privado

Petrobras

Em projeto

Não há

2006

2008

Sim

Usina Hidrelétrica 14 de Julho

Localizada entre os municípios de Bento Gonçalves, Cotiporã e Veranópolis, terá capacidade de 100 MW

RS

Implantação

239

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Usina Hidrelétrica Salto do Rio Verdinho

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Itarumã, terá capacidade de 93 MW

GO

Implantação

223

Privado

Aneel

Em projeto

Legal

Indefinida

2007

Sim

Usina Hidrelétrica Monjolinho

Localizada nos municípios gaúchos de Faxinalzinho e Nonoai, terá capacidade de 67 MW

RS

Implantação

220

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2009

Sim

Usina Termo–Alagoas

Localizada no município de Messias (AL), terá capacidade de 143 MW

AL

Implantação

214 (b)

Privado

Aneel

Em projeto

Financ./amb.

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Cubatão

Localizada no município de Joinville (SC), terá capacidade de 45 MW

SC

Implantação

200

Público/privado

Aneel

Em projeto

Amb./legal

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica de Salto

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Itarumã, terá capacidade de 108 MW

GO

Implantação

195

Público

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Sim

Usina Hidrelétrica Castro Alves

Localizada nos municípios gaúchos de Nova Pádua e Nova Roma do Sul, terá capacidade de 130 MW

RS

Implantação

190

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2004

2008

Sim

Usina Hidrelétrica Barra dos Coqueiros

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Cachoeira Alta, terá capacidade de 90 MW

GO

Implantação

180

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2007

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Baú I

Localizada nos municípios mineiros de Santa Cruz do Escalvado e Rio Doce, terá capacidade de 110 MW

MG

Implantação

166

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica São Domingos

Localizada nos municípios de Ribas do Rio Pardo (MS) e Água Clara (MS), terá capacidade de 48 MW

MS

Implantação

153

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Termelétrica Coteminas

Localizada no município de São Gonçalo do Amarante (RN), terá capacidade de 100 MW

RN

Implantação

150

Privado

Aneel

Em projeto

Financ./técn.

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Caçu

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Cachoeira Alta, terá capacidade de 65 MW

GO

Implantação

140

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2007

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Olho d'Água

Localizada nos municípios goianos de Itajá, Itarumã e Aporé, terá capacidade de 33 MW

GO

Implantação

130

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2007

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Barra do Braúna

Localizada nos municípios mineiros de Laranjal, Recreio, Palma e Leopoldina, terá capacidade de 39 MW

MG

Implantação

130

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2009

Sim

Usina Termelétrica Roberto da Silveira

Localizada no município de Campos dos Goitacazes (RJ), terá capacidade de 84 MW

RJ

Ampliação

126 (b)

Público

Aneel

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Tucuruí

Ampliação da capacidade de geração de 4 245 MW para 8 370 MW

PA

Ampliação

119

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

1993

2006

-

Usina Hidrelétrica Barra Grande

Localizada entre os municípios de Anita Garibaldi (SC) e Pinhal da Serra (RS), terá capacidade de 690 MW

Implantação

112

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2001

2006

Não

RS, SC

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

52 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 53

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

52,5 MW) e sistema de transmissão associado com 138 kV e 75 km de extensão

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:10

Page 52

45000

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

MW

é a energia a mais a ser gerada pelas usinas da lista – quase 50% sobre a capacidade atual do país

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

-

Usina Termelétrica Canoas – Fase II

Localizada no município de Canoas (RS), terá capacidade de 248 MW

RS

Reforma

663 (b)

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2009

Usina Hidrelét. Luiz Carlos Barreto de Carvalho

Modernização da usina, 6 turbinas tipo Francis de 175 MW cada, com capacidade total de 1 050 MW

MG

Reforma

642

Público

Furnas

Iniciada

Não há

2004

2010

Não

Usina Hidrelétrica Itaocara

Localizada nos municípios de Itaocara (RJ) e Aperibé (RJ), terá capacidade de 195 MW

RJ

Implantação

500

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2006

Sim

Usina Hidrelétrica São Salvador

Localizada nos municípios de Paranã (TO) e São Salvador do Tocantins (TO), terá capacidade de 241 MW

TO

Implantação

479

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

2006

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Salto Pilão

Localizada entre os municípios catarinenses de Lontras, Apiúna e Ibirama, terá capacidade de 181 MW

SC

Implantação

470

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2010

Não

Usina Hidrelétrica Serra do Facão

Localizada nos municípios de Catalão (GO) e Davinópolis (GO), terá capacidade de 212 MW

GO

Implantação

450

Público

Aneel

Paralisada

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Termelétrica de Camaçari

Implantação de ciclo combinado na Usina Termelétrica de Camaçari, com instalação de equipamentos para

BA

Ampliação

450

Público

Chesf

Em projeto

Político

2008

2010

Não

Não

produção de vapor e de energia elétrica Grupo de Geradores de Vapor de Angra 1

Substituição dos geradores de vapor de Angra 1

Reforma

410

Público

Eletronuclear

Iniciada

Não há

2004

2008

Usina Hidrelétrica Couto Magalhães

Localizada nos municípios de Santa Rita do Araguaia (GO) e Alto Araguaia (MT), terá capacidade de 150 MW

GO, MT

RJ

Implantação

380

Público/privado

Aneel

Em projeto

Amb./instituc.

Indefinida

Não há

Não

Usina Hidrelétrica Paulistas

Implantação de Usina Hidrelétrica Batalha (2 turbinas do tipo Kaplan, com potência total instalada de

MG, GO

Implantação

376

Público

Furnas

Em projeto

Financeiro

2006

2009

Não

Usina Hidrelétrica Estreito

Localizada nos municípios de Palmeiras do Tocantins (TO) e Estreito (MA), terá capacidade de 1 087 MW

TO, MA

Implantação

355

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Santo Antônio

Localizada nos municípios de Laranjal do Jari (AP) e Almeirim (PA), terá capacidade de 167 MW

AP, PA

Implantação

350 (b)

Privado

Aneel

Paralisada

Financ./legal

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Furnas

Modernização da usina, com 8 turbinas tipo Francis, de 152 MW cada, e capacidade total de 1 200 MW

MG

Reforma

341

Público

Furnas

Iniciada

Não há

2004

2010

Não

Usina Termelétrica São Gonçalo

Localizada na capital do estado, terá capacidade de 211 MW

RJ

Ampliação

316 (b)

Público

Aneel

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

-

Usina Hidrelétrica Corumbá III

Localizada no município de Luziânia (GO), terá capacidade de 93,6 MW

GO

Implantação

315

Privado

Aneel

Iniciada

Ambiental

2006

2008

-

Usina Termelétrica Santana

Ampliação da usina, com acréscimo de 90 MW

AP

Ampliação

313

Público

Eletronorte

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Usina Termelétrica Presidente Médici (Candiota)

Fases A e B, com 446 MW

RS

Reforma

264

Público

CGTEE

Em projeto

Não há

Indefinida

2009

Não

Usina Hidrelétrica Murta

Localizada no município de Coronel Murta (MG), terá capacidade de 120 MW

MG

Implantação

263

Privado

Aneel

Em projeto

Amb./técn.

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Passo São João

Implantação de Usina Passo São João para geração de energia elétrica

RS

Implantação

260

Público

Eletrosul

Em projeto

Não há

2011

2014

Não

Usina Termelétrica Paraíba

Usina com capacidade de 150 MW

PB

Implantação

260

Privado

PB Gás

Em projeto

Político

Indefinida

2011

Não

Usina Hidrelétrica Rondon II

Localizada no município de Pimenta Bueno (RO), terá capacidade de 73,5 MW

RO

Implantação

250

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Usina Termelétrica Cubatão

Usina de co-geração em ciclo combinado, utilizando gás natural e gás de refinaria

SP

Implantação

240

Privado

Petrobras

Em projeto

Não há

2006

2008

Sim

Usina Hidrelétrica 14 de Julho

Localizada entre os municípios de Bento Gonçalves, Cotiporã e Veranópolis, terá capacidade de 100 MW

RS

Implantação

239

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2004

2008

Não

Usina Hidrelétrica Salto do Rio Verdinho

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Itarumã, terá capacidade de 93 MW

GO

Implantação

223

Privado

Aneel

Em projeto

Legal

Indefinida

2007

Sim

Usina Hidrelétrica Monjolinho

Localizada nos municípios gaúchos de Faxinalzinho e Nonoai, terá capacidade de 67 MW

RS

Implantação

220

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2009

Sim

Usina Termo–Alagoas

Localizada no município de Messias (AL), terá capacidade de 143 MW

AL

Implantação

214 (b)

Privado

Aneel

Em projeto

Financ./amb.

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Cubatão

Localizada no município de Joinville (SC), terá capacidade de 45 MW

SC

Implantação

200

Público/privado

Aneel

Em projeto

Amb./legal

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica de Salto

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Itarumã, terá capacidade de 108 MW

GO

Implantação

195

Público

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Sim

Usina Hidrelétrica Castro Alves

Localizada nos municípios gaúchos de Nova Pádua e Nova Roma do Sul, terá capacidade de 130 MW

RS

Implantação

190

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2004

2008

Sim

Usina Hidrelétrica Barra dos Coqueiros

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Cachoeira Alta, terá capacidade de 90 MW

GO

Implantação

180

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2007

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Baú I

Localizada nos municípios mineiros de Santa Cruz do Escalvado e Rio Doce, terá capacidade de 110 MW

MG

Implantação

166

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica São Domingos

Localizada nos municípios de Ribas do Rio Pardo (MS) e Água Clara (MS), terá capacidade de 48 MW

MS

Implantação

153

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Termelétrica Coteminas

Localizada no município de São Gonçalo do Amarante (RN), terá capacidade de 100 MW

RN

Implantação

150

Privado

Aneel

Em projeto

Financ./técn.

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Caçu

Localizada nos municípios goianos de Caçu e Cachoeira Alta, terá capacidade de 65 MW

GO

Implantação

140

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2007

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Olho d'Água

Localizada nos municípios goianos de Itajá, Itarumã e Aporé, terá capacidade de 33 MW

GO

Implantação

130

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

2007

2009

Sim

Usina Hidrelétrica Barra do Braúna

Localizada nos municípios mineiros de Laranjal, Recreio, Palma e Leopoldina, terá capacidade de 39 MW

MG

Implantação

130

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2009

Sim

Usina Termelétrica Roberto da Silveira

Localizada no município de Campos dos Goitacazes (RJ), terá capacidade de 84 MW

RJ

Ampliação

126 (b)

Público

Aneel

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Tucuruí

Ampliação da capacidade de geração de 4 245 MW para 8 370 MW

PA

Ampliação

119

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

1993

2006

-

Usina Hidrelétrica Barra Grande

Localizada entre os municípios de Anita Garibaldi (SC) e Pinhal da Serra (RS), terá capacidade de 690 MW

Implantação

112

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2001

2006

Não

RS, SC

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

52 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 53

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

52,5 MW) e sistema de transmissão associado com 138 kV e 75 km de extensão

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:11

Page 54

5000

Obras | Lista por setores DESCRIÇÃO DO PROJETO

OBRA

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

km

é a extensão total das linhas de transmissão que estão sendo implantadas em vários estados

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Usina Hidrelétrica São João

Localizada nos municípios paranaenses de Honório Serpa e Clevelândia, terá capacidade de 60 MW

PR

Implantação

107

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Itumirim

Localizada nos municípios goianos de Aporé e Serranópolis, terá capacidade de 50 MW

GO

Implantação

98

Privado

Aneel

Em projeto

Amb./legal

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Cachoeirinha

Localizada nos municípios paranaenses de Honório Serpa e Clevelândia, terá capacidade de 45 MW

PR

Implantação

88

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Termelétrica Santa Cruz – Fase 1

Implantação de ciclo combinado na usina — fase 1, com acréscimo de 350 MW aos 600 MW existentes

RJ

Implantação

71

Público

Furnas

Iniciada

Político

2001

2007

Sim

Usina Hidrelétrica Mascarenhas

Construção de quarta turbina com potência instalada de 50 MW

ES

Ampliação

65

Público/privado

Energias do Brasil

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Usina Hidrelétrica Campos Novos

Localizada nos municípios catarinenses de Campos Novos, Abdon Batista, Celso Ramos e Anita Garibaldi,

SC

Implantação

62

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2001

2006

Não

terá capacidade de 880 MW Usina Hidrelétrica Mascarenhas de Moraes

Modernização da usina, com 10 turbinas tipo Francis e capacidade total de 476 MW

MG

Reforma

39

Público

Furnas

Iniciada

Não há

2003

2007

Não

Usinas Hidrelétricas PAI, PAII e PAIII

Modernização das usinas

BA

Reforma

31

Público

Chesf

Iniciada

Não há

2005

2010

Não

Usina Hidrelétrica Monte Claro

Localizada entre os municípios de Bento Gonçalves, Nova Roma e Veranópolis, terá capacidade de 130 MW

RS

Implantação

11

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2002

2006

Não

Usina Hidrelétrica Fundão

Localizada nos municípios paranaenses de Foz do Jordão e Pinhão, terá capacidade de 120 MW

PR

Implantação

8

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Usina Hidrelétrica Apolônio Sales

Revisão geral da máquina 01G4

AL

Reforma

8

Público

Chesf

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Usina de energia das ondas

Protótipo de usina com geração de energia a partir das ondas do mar

CE

Implantação

3

Público

Seinfra/Eletrobrás

Em projeto

Não há

2007

2008

-

MG, GO, MT

Implantação

800

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

PR, SC, RS, MS

Ampl./impl.

671

Público

Eletrosul

Iniciada

Ambiental

2006

2008

Sim

GO, MG, DF

Implantação

650

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

TO, GO

Ampl./impl.

636

Público/privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2007

-

Transmissão Linha de transmissão

Trecho entre os municípios de Araporã (MG) e Cuiabá (MT), com 810 km de extensão em 500 kV

Sistema de transmissão na Região Sul

Implantação de 217 km e recapacitação de 258 km de linhas de transmissão. Implantação de 4 subestações e ampliação e reforço em 14 subestações

Linha de transmissão

Linha Serra da Mesa–Luiziânia–Paracatu–Emborcação–Samambaia, com 675 km no total

Interligação Norte Sul III – Trecho 2

Implantação de 623 km de linhas de transmissão, incorporação de 72 km de linhas. Implantação de duas

Linha de transmissão

Trecho de 500 kV e 379 km ligando a Subestação Colinas (TO) à nova Subestação Ribeiro Gonçalvez (PI)

Sistema de transmissão Acre/Rondônia

Construção de linhas de transmissão com 280 km, ampliação e construção de subestações

Linha de transmissão Linha de transmissão Subestação Ribeiro Gonçalves Sistema de transmissão Acre/Rondônia

TO, PI

Implantação

226

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

RO

Ampliação

221

Público

Eletronorte

Iniciada

Técnico

2005

2007

Sim

Trecho de 500 kV e 353 km ligando a Subestação Ribeiro Gonçavez (PI) à Subestação São João do Piauí (PI)

PI

Implantação

211

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Trecho de circuito duplo de 500 kV e 304 km ligando a Subestação Itacaiúnas (PA) à Subestação Colinas (TO)

PA, TO

Implantação

203

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Implantação da subestação em 500 kV

PI

Implantação

176

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Construção de linhas de transmissão de 350 km, construção e ampliação de subestações

AC

Ampliação

150

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Projeto Noroeste

Expansão de sistema de transmissão e distribuição para atender 19 municípios do noroeste de Minas Gerais

MG

Ampliação

150

Público

Cemig

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Subestação Itacaiúnas

Implantação de subestação em 500/230 kV

PA

Implantação

127

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Linha de transmissão

Trecho em 500 kV com 210 km ligando a Subestação São João do Piauí (PI) à Subestação Sobradinho (BA)

PI, BA

Implantação

125

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Subestação São João do Piauí

Ampliação de subestação (Chesf) em 500 kV

PI

Ampliação

93

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Linha de transmissão

Implantação da linha de transmissão Oiapoque-Calçoene

AP

Ampliação

78

Público

Eletronorte

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

SP

Implantação

75

Público

Furnas

Em projeto

Financeiro

2006

2007

Não

Sistema de transm. Tijuco Preto–Itapeti–Nordeste Implantação de sistema de transmissão com 50 km em 345 kV Sistema de transmissão

Implantação do terceiro circuito do sistema de transmissão Macaé–Campos

RJ

Implantação

66

Público

Furnas

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Não

Subestação e linha de transmissão

Linhas de transmissão e subestações em diversos municípios catarinenses

SC

Ampl./impl.

66

Público

Celesc

Iniciada

Não há

2004

2006

Sim

Linha de transmissão

Trecho de circuito duplo em 230 kV e 110 km, ligando a Subestação Itacaiúnas (PA) à Subestação Carajás (PA)

PA

Implantação

65

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Subestação Colinas 1

Ampliação de Subestação Colinas (Eletronorte) em 500 kV

TO

Ampliação

65

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Linha de transmissão

Trecho de circuito duplo em 500 kV e 34 km entre a Subestação de Marabá (PA) e a de Itacaiúnas (PA)

PA

Implantação

59

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Sistema de transmissão no Pará

Sistema associado à Usina Hidrelétrica Tucuruí, ampliação da Subestação Marabá

PA

Ampliação

58

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Sistema de transmissão no Maranhão

Ampliação das Subestações São Luís I, Porto Franco, Imperatriz, Miranda II, Presidente Dutra e Peritoró

MA

Ampliação

50

Público

Eletronorte

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Sistema de transmissão no Mato Grosso

Ampliação da Subestação Sinop, com a instalação de um compensador estático e outras obras

MT

Ampliação

45

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Sistema de transmissão no Maranhão

Ampliação da Subestação São Luís II, com a instalação de um compensador estático

MA

Ampliação

42

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

54 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 55

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

subestações e ampliação de três subestações

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:11

Page 54

5000

Obras | Lista por setores DESCRIÇÃO DO PROJETO

OBRA

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

km

é a extensão total das linhas de transmissão que estão sendo implantadas em vários estados

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Usina Hidrelétrica São João

Localizada nos municípios paranaenses de Honório Serpa e Clevelândia, terá capacidade de 60 MW

PR

Implantação

107

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Itumirim

Localizada nos municípios goianos de Aporé e Serranópolis, terá capacidade de 50 MW

GO

Implantação

98

Privado

Aneel

Em projeto

Amb./legal

Indefinida

Não há

Sim

Usina Hidrelétrica Cachoeirinha

Localizada nos municípios paranaenses de Honório Serpa e Clevelândia, terá capacidade de 45 MW

PR

Implantação

88

Privado

Aneel

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Sim

Usina Termelétrica Santa Cruz – Fase 1

Implantação de ciclo combinado na usina — fase 1, com acréscimo de 350 MW aos 600 MW existentes

RJ

Implantação

71

Público

Furnas

Iniciada

Político

2001

2007

Sim

Usina Hidrelétrica Mascarenhas

Construção de quarta turbina com potência instalada de 50 MW

ES

Ampliação

65

Público/privado

Energias do Brasil

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Usina Hidrelétrica Campos Novos

Localizada nos municípios catarinenses de Campos Novos, Abdon Batista, Celso Ramos e Anita Garibaldi,

SC

Implantação

62

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2001

2006

Não

terá capacidade de 880 MW Usina Hidrelétrica Mascarenhas de Moraes

Modernização da usina, com 10 turbinas tipo Francis e capacidade total de 476 MW

MG

Reforma

39

Público

Furnas

Iniciada

Não há

2003

2007

Não

Usinas Hidrelétricas PAI, PAII e PAIII

Modernização das usinas

BA

Reforma

31

Público

Chesf

Iniciada

Não há

2005

2010

Não

Usina Hidrelétrica Monte Claro

Localizada entre os municípios de Bento Gonçalves, Nova Roma e Veranópolis, terá capacidade de 130 MW

RS

Implantação

11

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2002

2006

Não

Usina Hidrelétrica Fundão

Localizada nos municípios paranaenses de Foz do Jordão e Pinhão, terá capacidade de 120 MW

PR

Implantação

8

Público/privado

Aneel

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Usina Hidrelétrica Apolônio Sales

Revisão geral da máquina 01G4

AL

Reforma

8

Público

Chesf

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Usina de energia das ondas

Protótipo de usina com geração de energia a partir das ondas do mar

CE

Implantação

3

Público

Seinfra/Eletrobrás

Em projeto

Não há

2007

2008

-

MG, GO, MT

Implantação

800

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

PR, SC, RS, MS

Ampl./impl.

671

Público

Eletrosul

Iniciada

Ambiental

2006

2008

Sim

GO, MG, DF

Implantação

650

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

TO, GO

Ampl./impl.

636

Público/privado

Aneel

Em projeto

Não há

2006

2007

-

Transmissão Linha de transmissão

Trecho entre os municípios de Araporã (MG) e Cuiabá (MT), com 810 km de extensão em 500 kV

Sistema de transmissão na Região Sul

Implantação de 217 km e recapacitação de 258 km de linhas de transmissão. Implantação de 4 subestações e ampliação e reforço em 14 subestações

Linha de transmissão

Linha Serra da Mesa–Luiziânia–Paracatu–Emborcação–Samambaia, com 675 km no total

Interligação Norte Sul III – Trecho 2

Implantação de 623 km de linhas de transmissão, incorporação de 72 km de linhas. Implantação de duas

Linha de transmissão

Trecho de 500 kV e 379 km ligando a Subestação Colinas (TO) à nova Subestação Ribeiro Gonçalvez (PI)

Sistema de transmissão Acre/Rondônia

Construção de linhas de transmissão com 280 km, ampliação e construção de subestações

Linha de transmissão Linha de transmissão Subestação Ribeiro Gonçalves Sistema de transmissão Acre/Rondônia

TO, PI

Implantação

226

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

RO

Ampliação

221

Público

Eletronorte

Iniciada

Técnico

2005

2007

Sim

Trecho de 500 kV e 353 km ligando a Subestação Ribeiro Gonçavez (PI) à Subestação São João do Piauí (PI)

PI

Implantação

211

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Trecho de circuito duplo de 500 kV e 304 km ligando a Subestação Itacaiúnas (PA) à Subestação Colinas (TO)

PA, TO

Implantação

203

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Implantação da subestação em 500 kV

PI

Implantação

176

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Construção de linhas de transmissão de 350 km, construção e ampliação de subestações

AC

Ampliação

150

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Projeto Noroeste

Expansão de sistema de transmissão e distribuição para atender 19 municípios do noroeste de Minas Gerais

MG

Ampliação

150

Público

Cemig

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Subestação Itacaiúnas

Implantação de subestação em 500/230 kV

PA

Implantação

127

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Linha de transmissão

Trecho em 500 kV com 210 km ligando a Subestação São João do Piauí (PI) à Subestação Sobradinho (BA)

PI, BA

Implantação

125

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Subestação São João do Piauí

Ampliação de subestação (Chesf) em 500 kV

PI

Ampliação

93

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Linha de transmissão

Implantação da linha de transmissão Oiapoque-Calçoene

AP

Ampliação

78

Público

Eletronorte

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

SP

Implantação

75

Público

Furnas

Em projeto

Financeiro

2006

2007

Não

Sistema de transm. Tijuco Preto–Itapeti–Nordeste Implantação de sistema de transmissão com 50 km em 345 kV Sistema de transmissão

Implantação do terceiro circuito do sistema de transmissão Macaé–Campos

RJ

Implantação

66

Público

Furnas

Em projeto

Ambiental

Indefinida

Não há

Não

Subestação e linha de transmissão

Linhas de transmissão e subestações em diversos municípios catarinenses

SC

Ampl./impl.

66

Público

Celesc

Iniciada

Não há

2004

2006

Sim

Linha de transmissão

Trecho de circuito duplo em 230 kV e 110 km, ligando a Subestação Itacaiúnas (PA) à Subestação Carajás (PA)

PA

Implantação

65

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Subestação Colinas 1

Ampliação de Subestação Colinas (Eletronorte) em 500 kV

TO

Ampliação

65

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Linha de transmissão

Trecho de circuito duplo em 500 kV e 34 km entre a Subestação de Marabá (PA) e a de Itacaiúnas (PA)

PA

Implantação

59

Privado

Aneel

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Sistema de transmissão no Pará

Sistema associado à Usina Hidrelétrica Tucuruí, ampliação da Subestação Marabá

PA

Ampliação

58

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Sistema de transmissão no Maranhão

Ampliação das Subestações São Luís I, Porto Franco, Imperatriz, Miranda II, Presidente Dutra e Peritoró

MA

Ampliação

50

Público

Eletronorte

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Sistema de transmissão no Mato Grosso

Ampliação da Subestação Sinop, com a instalação de um compensador estático e outras obras

MT

Ampliação

45

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Sistema de transmissão no Maranhão

Ampliação da Subestação São Luís II, com a instalação de um compensador estático

MA

Ampliação

42

Público

Eletronorte

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

54 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 55

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

subestações e ampliação de três subestações

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:12

Page 56

32

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é o investimento necessário para concluir todas as obras do setor petroquímico

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Subestação e linha de transmissão

Construção de subestação e linhas de transmissão com acréscimo de 80 MVA para a Ilha de Santa Catarina

SC

Implantação

40

Público

Celesc

Em projeto

Legal

Indefinida

2007

Sim

Sistema de transmissão no Maranhão

Linha de transmissão em 230 kV e 79 km e ampliação da Subestação Coelho Neto

MA

Ampliação

38

Público

Eletronorte

Iniciada

Técnico

2004

2006

Sim

Subestação Sobradinho

Ampliação da subestação (Chesf) em 500 kV

BA

Ampliação

35

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Sistema de transmissão de Itaipu–São Paulo

Reforço nas torres de linhas de transmissão

PR, SP

Reforma

33

Público

Furnas

Em projeto

Técnico

Indefinida

Não há

Sim

Sistema de transmissão em Roraima

Construção da Subestação Distrito Industrial e da linha de transmissão em 69 kV, com 26 km

RR

Ampliação

30

Público

Eletronorte

Iniciada

Financeiro

2005

2007

Sim

Subestação Colinas 2

Ampliação da Subestação Colinas (Eletronorte) 500 kV

TO

Ampliação

27

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Sistema de transmissão no Amapá

Construção da Subestação Santa Rita

AP

Ampliação

19

Público

Eletronorte

Iniciada

Técnico

2002

2007

Sim

Linha de transmissão

Ligação entre a UTE Termoaçu à Subestação Açu II, da Chesf

RN

Implantação

15

Privado

Termoaçu

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Ampliação de subestações

Ampliação de subestações no estado

PI

Ampliação

15

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

2007

-

Subestação Sudoeste

Subestação com dois transformadores de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Implantação

13

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Subestação Embaixadas Sul

Subestação com dois transformadores de 138/13,8 kV

DF

Implantação

12

Público

CEB Distribuição

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Subestação Núcleo Bandeirante

Subestação definitiva com dois transformadores de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Implantação

12

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Subestação Carajás

Ampliação da Subestação Carajás (Eletronorte) em 230 kV

PA

Ampliação

12

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Linha de transmissão Piripiri–Campo Maior

Construção de 80 km em 69 kV

PI

Implantação

11

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Linha de transmissão

Construção de duas linhas de transmissão, com 23 km, para fechamento de anel elétrico envolvendo as

SC

Implantação

6

Público

Celesc

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

-

Linha de transmissão Gilbués–Corrente

Construção de 75 km em 69 kV

PI

Implantação

6

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

Linha de transmissão Picos–Itapissuma

Construção de 110 km em 69 kV

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Subestações

Ampliação de 10 subestações no estado

PI

Ampliação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2006

2006

Não

Subestação Parnaíba II

Construção da subestação

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação Poti

Construção da subestação

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Linha de transmissão Campo Maior–Castelo

Construção de 106 km em 69 kV

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Linha de transmissão Campo Maior–Barras

Construção de 70 km em 69 kV

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação Monjolo

Segundo transformador de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Ampliação

4

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Subestação Águas Claras

Segundo transformador de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Ampliação

4

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Subestação Brasília Centro

Duas entradas de linha em 138 kV

DF

Ampliação

3

Público

CEB Distribuição

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Linha de transmissão

Construção de linha de transmissão Ilha Norte—Ingleses, em 138 kV e 5,2 km de extensão

SC

Implantação

3

Público

Celesc

Em projeto

Legal

Indefinida

2007

Não

Subestação de Buriti dos Lopes

Construção da subestação

PI

Implantação

3

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação

Instalação de banco de capacitores em diversas subestações

SC

Ampliação

2

Público

Celesc

Iniciada

Não há

1994

2006

Sim

Linha de transmissão Satélite–Poti

Construção de 9 km em 69 kV

PI

Implantação

2

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

Não

Linha de transmissão Parnaíba I e II

Construção de 10 km em 69 kV

PI

Implantação

2

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Linha de transmissão Picos–ICSA–Picos

Construção de 10 km em 69 kV

PI

Implantação

2

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação

Modernização de diversas subestações, interligando-as ao centro de operação e controle

SC

Reforma

1

Público

Celesc

Iniciada

Não há

1994

2006

Sim

Complexo Petroquímico Integrado

Será composto pelas unidades de Petroquímicos Básicos (UPB) e de Petroquímicos Associados (UPA)

RJ

Implantação

18 260

Privado

Petrobras/Grupo Ultra

Em projeto

Não há

Indefinida

2012

-

Refinaria em Pernambuco

Será construída em Suape, numa parceria da Petrobras com a estatal venezuelana PDVSA. Terá capacidade

PE

Implantação

5 500

Privado

Petrobras/PDVSA

Em projeto

Não há

Indefinida

2011

-

Petróleo, gás e álcool Produção de petróleo

de processamento de 200 000 barris diários Plataforma de petróleo

P-53

Refinaria

Unidades de hidrotratamento, coqueamento retardado e offsites da Refinaria Henrique Lage (Revap)

RS, RJ SP

Unidade de polipropileno

Será instalada junto à Refinaria de Paulínia (Replan), com capacidade para 300 000 toneladas por ano

SP

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

56 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

Implantação

2 151

Privado

CDC - Charter Develop. Iniciada

Não há

2005

2008

-

Ampl./ref.

1 980

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2006

2009

-

Implantação

1 267

Privado

Petrobras

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

-

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 57

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

cidades catarinenses de Blumenau, Itajaí e Brusque

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:12

Page 56

32

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é o investimento necessário para concluir todas as obras do setor petroquímico

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Subestação e linha de transmissão

Construção de subestação e linhas de transmissão com acréscimo de 80 MVA para a Ilha de Santa Catarina

SC

Implantação

40

Público

Celesc

Em projeto

Legal

Indefinida

2007

Sim

Sistema de transmissão no Maranhão

Linha de transmissão em 230 kV e 79 km e ampliação da Subestação Coelho Neto

MA

Ampliação

38

Público

Eletronorte

Iniciada

Técnico

2004

2006

Sim

Subestação Sobradinho

Ampliação da subestação (Chesf) em 500 kV

BA

Ampliação

35

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Sistema de transmissão de Itaipu–São Paulo

Reforço nas torres de linhas de transmissão

PR, SP

Reforma

33

Público

Furnas

Em projeto

Técnico

Indefinida

Não há

Sim

Sistema de transmissão em Roraima

Construção da Subestação Distrito Industrial e da linha de transmissão em 69 kV, com 26 km

RR

Ampliação

30

Público

Eletronorte

Iniciada

Financeiro

2005

2007

Sim

Subestação Colinas 2

Ampliação da Subestação Colinas (Eletronorte) 500 kV

TO

Ampliação

27

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Sistema de transmissão no Amapá

Construção da Subestação Santa Rita

AP

Ampliação

19

Público

Eletronorte

Iniciada

Técnico

2002

2007

Sim

Linha de transmissão

Ligação entre a UTE Termoaçu à Subestação Açu II, da Chesf

RN

Implantação

15

Privado

Termoaçu

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Ampliação de subestações

Ampliação de subestações no estado

PI

Ampliação

15

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

2007

-

Subestação Sudoeste

Subestação com dois transformadores de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Implantação

13

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Subestação Embaixadas Sul

Subestação com dois transformadores de 138/13,8 kV

DF

Implantação

12

Público

CEB Distribuição

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Subestação Núcleo Bandeirante

Subestação definitiva com dois transformadores de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Implantação

12

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2007

Não

Subestação Carajás

Ampliação da Subestação Carajás (Eletronorte) em 230 kV

PA

Ampliação

12

Privado

Aneel

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Linha de transmissão Piripiri–Campo Maior

Construção de 80 km em 69 kV

PI

Implantação

11

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Linha de transmissão

Construção de duas linhas de transmissão, com 23 km, para fechamento de anel elétrico envolvendo as

SC

Implantação

6

Público

Celesc

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

-

Linha de transmissão Gilbués–Corrente

Construção de 75 km em 69 kV

PI

Implantação

6

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

Linha de transmissão Picos–Itapissuma

Construção de 110 km em 69 kV

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Subestações

Ampliação de 10 subestações no estado

PI

Ampliação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2006

2006

Não

Subestação Parnaíba II

Construção da subestação

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação Poti

Construção da subestação

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Linha de transmissão Campo Maior–Castelo

Construção de 106 km em 69 kV

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Linha de transmissão Campo Maior–Barras

Construção de 70 km em 69 kV

PI

Implantação

5

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação Monjolo

Segundo transformador de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Ampliação

4

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Subestação Águas Claras

Segundo transformador de 138/13,8 kV e 32 MVA

DF

Ampliação

4

Público

CEB Distribuição

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Subestação Brasília Centro

Duas entradas de linha em 138 kV

DF

Ampliação

3

Público

CEB Distribuição

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Linha de transmissão

Construção de linha de transmissão Ilha Norte—Ingleses, em 138 kV e 5,2 km de extensão

SC

Implantação

3

Público

Celesc

Em projeto

Legal

Indefinida

2007

Não

Subestação de Buriti dos Lopes

Construção da subestação

PI

Implantação

3

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação

Instalação de banco de capacitores em diversas subestações

SC

Ampliação

2

Público

Celesc

Iniciada

Não há

1994

2006

Sim

Linha de transmissão Satélite–Poti

Construção de 9 km em 69 kV

PI

Implantação

2

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

Não

Linha de transmissão Parnaíba I e II

Construção de 10 km em 69 kV

PI

Implantação

2

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Linha de transmissão Picos–ICSA–Picos

Construção de 10 km em 69 kV

PI

Implantação

2

Público

Cepisa

Em projeto

Não há

2007

Não há

-

Subestação

Modernização de diversas subestações, interligando-as ao centro de operação e controle

SC

Reforma

1

Público

Celesc

Iniciada

Não há

1994

2006

Sim

Complexo Petroquímico Integrado

Será composto pelas unidades de Petroquímicos Básicos (UPB) e de Petroquímicos Associados (UPA)

RJ

Implantação

18 260

Privado

Petrobras/Grupo Ultra

Em projeto

Não há

Indefinida

2012

-

Refinaria em Pernambuco

Será construída em Suape, numa parceria da Petrobras com a estatal venezuelana PDVSA. Terá capacidade

PE

Implantação

5 500

Privado

Petrobras/PDVSA

Em projeto

Não há

Indefinida

2011

-

Petróleo, gás e álcool Produção de petróleo

de processamento de 200 000 barris diários Plataforma de petróleo

P-53

Refinaria

Unidades de hidrotratamento, coqueamento retardado e offsites da Refinaria Henrique Lage (Revap)

RS, RJ SP

Unidade de polipropileno

Será instalada junto à Refinaria de Paulínia (Replan), com capacidade para 300 000 toneladas por ano

SP

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

56 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

Implantação

2 151

Privado

CDC - Charter Develop. Iniciada

Não há

2005

2008

-

Ampl./ref.

1 980

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2006

2009

-

Implantação

1 267

Privado

Petrobras

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

-

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 57

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

cidades catarinenses de Blumenau, Itajaí e Brusque

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

18:33

Page 58

3

Obras | Lista por setores OBRA

Plataforma fixa de gás

DESCRIÇÃO DO PROJETO

Suprimento, construção e montagem da plataforma PMXL-1, com capacidade de processamento de

LOCAL

RJ

TIPO DE OBRA (1)

Implantação

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

1 091

ORIGEM DOS RECURSOS

Privado

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

CMB

ESTÁGIO ATUAL (4)

Iniciada

bilhões

de reais é o total dos investimentos em obras do setor de álcool incluídas no anuário

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

Não há

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

2006

2010

-

15 milhões de metros cúbicos por dia de gás Plataforma de petróleo

P-51

RJ

Implantação

640

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Plataforma de petróleo

PRA-1

RJ, BA, PR, SP

Implantação

300

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2006

-

Estaleiro Rio Grande

Dique seco para a construção e a manutenção de plataformas de exploração de petróleo

RS

Implantação

223

Privado

Rio Bravo Investim.

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Plataforma de petróleo

P-52

RJ

Implantação

205

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2006

-

Plataforma de petróleo

P-54

RJ

Implantação

170

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Refinaria

Unidade de coqueamento retardado da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc)

RJ

Ampl./ref.

120

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2003

2007

-

Não

Distribuição Rede de gás natural

Aumento da rede de distribuição, de 4 080 km para 4 600 km

RJ

Ampliação

140

Privado

Grupo Gás Natural

Iniciada

Amb./técn.

2006

2007

Terminal de gás natural no porto do Pecém

Construção de terminal para importação de gás natural liquefeito (GNL)

CE

Implantação

100

Público

Seinfra/Petrobras

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Rede de postos de gás natural veicular

Aumento da rede de postos para atendimento ao consumidor, de 403 para 497 unidades

RJ

Ampliação

9

Privado

Grupo Gás Natural

Iniciada

Amb./técn.

2006

2007

Não

Gasodutos Implantação de gasoduto

Construção de gasoduto ligando São Carlos (SP) até Brasília, com o ramal principal totalizando 885 km

Gasoduto Urucu–Coari–Manaus

Construção de 380 km de gasoduto entre Coari (AM) e Manaus (AM) e 280 km entre Urucu e Coari

Gasoduto Cabiúnas–Vitória (Gasene)

Construção de gasoduto com 298 km de extensão

Projetos Malha Nordeste

Construção dos gasodutos Aratu–Camaçari, Atalaia–Itaporanga, Carmópolis–Pilar, Catu–Itaporanga e

SP, GO

Implantação

1 400

Público

Governo federal

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

AM

Implantação

1 300

Privado

Petrobras/TUM/TAG

Em projeto

Não há

2006

2008

-

RJ, ES

Implantação

1 000

Privado

Petrobras/Sinopec

Iniciada

Não há

2006

2007

-

BA, SE, AL

Implantação

888

Privado

Petrobras/Toyo

Iniciada

Não há

2005

2007

-

RS

Implantação

750

Público/privado

TSB

Em projeto

Político

2007

2009

Sim

Ampliação

375

Público

Petrobras

Em projeto

Ambiental

2007

2009

-

Gasoduto Uruguaiana–Porto Alegre

Trecho entre a Usina Termelétrica de Uruguaiana e o Pólo Petroquímico de Triunfo, com 565 km de extensão

Gasoduto Guamaré–Pecém–Gasfor

Duplicação do gasoduto, que terá 293 km de extensão

CE, RN

Gasoduto Campinas–Rio

Construção de gasoduto com 453 km de extensão e duas estações de transferência de custódia

SP, RJ

Implantação

196

Privado

Petrobras/Toyo

Iniciada

Não há

2002

2007

-

Gasoduto Recife–Caruaru

Trecho com 120 km de extensão. Vai beneficiar os municípios pernambucanos de Moreno, Pombos, Vitória de

PE

Implantação

95

Público

Copergás

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

ES

Implantação

50

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Santo Antão, Sairé, Chã-Grande, Gravatá, Bezerros e Caruaru Gasoduto Cacimbas–Vitória (Gasene)

Construção de gasoduto de 16 e 26 polegadas de diâmetro e 131 km de extensão, com dois pontos de entrega

Gasoduto em João Pessoa 1

Expansão da rede de distribuição de João Pessoa com 12,6 km para atender clientes residenciais e comerciais

PB

Implantação

8

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Gasoduto em João Pessoa 2

Expansão da rede de distribuição de João Pessoa com 13,8 km para atender clientes residenciais e comerciais

PB

Implantação

8

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2008

2009

Não

Gasoduto em Campina Grande

Expansão da rede de distribuição de Campina Grande com 8,1 km para atender clientes de vários segmentos

PB

Implantação

4

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Gasoduto Olinda–Paulista

Trecho com 13,5 km de extensão para atender o norte da região metropolitana de Recife

PE

Implantação

4

Público

Copergás

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Gasoduto em Mamanguape

Rede de distribuição com 4,5 km de extensão para atender clientes industriais e do setor automotivo

PB

Implantação

3

Público/privado

PBGás

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Gasoduto em João Pessoa 3

Expansão da rede de distribuição de João Pessoa com 4 km de extensão para atender clientes residenciais e

PB

Implantação

2

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2010

2011

Não

GO, MT, MS, MG e SP

Implantação

500

Público

União/gov. estaduais

Em projeto

Não há

Não há

Não há

Não

comerciais

Álcool Alcoolduto

Alcoolduto com capacidade de transporte de 4 bilhões de litros ao ano e 800 km de extensão, ligando Goiânia (GO) a Paulínia (SP)

Usina de açúcar e álcool

Usina de açúcar e álcool e co-geração de energia elétrica

PR

Implantação

334

Privado

Usina Alto Alegre

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Vale Verde – Unidade Taquarituba

Usina de açúcar e álcool para processamento de 3,1 milhões de toneladas de cana

SP

Implantação

300

Privado

Grupo Farias

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

Usina Santa Mônica

Usina de açúcar, álcool e energia elétrica, com capacidade de moagem de 2 milhões de toneladas por safra

PR

Implantação

260

Privado

Usaciga

Em projeto

Não há

2006

2009

Não

Vale Verde – Unidade Bom Sucesso

Usina de açúcar e álcool para processamento de 3 milhões de toneladas de cana

GO

Implantação

250

Privado

Grupo Farias

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Usina de Santa Terezinha

Implantação de uma nova unidade destinada à produção de açúcar e álcool

PR

Implantação

185

Privado

Usina Santa Terezinha

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Usina Uberaba

Usina de álcool que deve moer, na primeira fase, 1 milhão de toneladas de cana por safra e produzir 155

MG

Implantação

156

Privado

Usina Sto. Antônio,

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

milhões de litros de álcool (1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

58 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

ML4, Caldepar está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 59

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

Itaporanga–Carmópolis

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

18:33

Page 58

3

Obras | Lista por setores OBRA

Plataforma fixa de gás

DESCRIÇÃO DO PROJETO

Suprimento, construção e montagem da plataforma PMXL-1, com capacidade de processamento de

LOCAL

RJ

TIPO DE OBRA (1)

Implantação

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

1 091

ORIGEM DOS RECURSOS

Privado

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

CMB

ESTÁGIO ATUAL (4)

Iniciada

bilhões

de reais é o total dos investimentos em obras do setor de álcool incluídas no anuário

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

Não há

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

2006

2010

-

15 milhões de metros cúbicos por dia de gás Plataforma de petróleo

P-51

RJ

Implantação

640

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Plataforma de petróleo

PRA-1

RJ, BA, PR, SP

Implantação

300

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2006

-

Estaleiro Rio Grande

Dique seco para a construção e a manutenção de plataformas de exploração de petróleo

RS

Implantação

223

Privado

Rio Bravo Investim.

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Plataforma de petróleo

P-52

RJ

Implantação

205

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2006

-

Plataforma de petróleo

P-54

RJ

Implantação

170

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Refinaria

Unidade de coqueamento retardado da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc)

RJ

Ampl./ref.

120

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2003

2007

-

Não

Distribuição Rede de gás natural

Aumento da rede de distribuição, de 4 080 km para 4 600 km

RJ

Ampliação

140

Privado

Grupo Gás Natural

Iniciada

Amb./técn.

2006

2007

Terminal de gás natural no porto do Pecém

Construção de terminal para importação de gás natural liquefeito (GNL)

CE

Implantação

100

Público

Seinfra/Petrobras

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

Rede de postos de gás natural veicular

Aumento da rede de postos para atendimento ao consumidor, de 403 para 497 unidades

RJ

Ampliação

9

Privado

Grupo Gás Natural

Iniciada

Amb./técn.

2006

2007

Não

Gasodutos Implantação de gasoduto

Construção de gasoduto ligando São Carlos (SP) até Brasília, com o ramal principal totalizando 885 km

Gasoduto Urucu–Coari–Manaus

Construção de 380 km de gasoduto entre Coari (AM) e Manaus (AM) e 280 km entre Urucu e Coari

Gasoduto Cabiúnas–Vitória (Gasene)

Construção de gasoduto com 298 km de extensão

Projetos Malha Nordeste

Construção dos gasodutos Aratu–Camaçari, Atalaia–Itaporanga, Carmópolis–Pilar, Catu–Itaporanga e

SP, GO

Implantação

1 400

Público

Governo federal

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

AM

Implantação

1 300

Privado

Petrobras/TUM/TAG

Em projeto

Não há

2006

2008

-

RJ, ES

Implantação

1 000

Privado

Petrobras/Sinopec

Iniciada

Não há

2006

2007

-

BA, SE, AL

Implantação

888

Privado

Petrobras/Toyo

Iniciada

Não há

2005

2007

-

RS

Implantação

750

Público/privado

TSB

Em projeto

Político

2007

2009

Sim

Ampliação

375

Público

Petrobras

Em projeto

Ambiental

2007

2009

-

Gasoduto Uruguaiana–Porto Alegre

Trecho entre a Usina Termelétrica de Uruguaiana e o Pólo Petroquímico de Triunfo, com 565 km de extensão

Gasoduto Guamaré–Pecém–Gasfor

Duplicação do gasoduto, que terá 293 km de extensão

CE, RN

Gasoduto Campinas–Rio

Construção de gasoduto com 453 km de extensão e duas estações de transferência de custódia

SP, RJ

Implantação

196

Privado

Petrobras/Toyo

Iniciada

Não há

2002

2007

-

Gasoduto Recife–Caruaru

Trecho com 120 km de extensão. Vai beneficiar os municípios pernambucanos de Moreno, Pombos, Vitória de

PE

Implantação

95

Público

Copergás

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

ES

Implantação

50

Privado

Petrobras

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Santo Antão, Sairé, Chã-Grande, Gravatá, Bezerros e Caruaru Gasoduto Cacimbas–Vitória (Gasene)

Construção de gasoduto de 16 e 26 polegadas de diâmetro e 131 km de extensão, com dois pontos de entrega

Gasoduto em João Pessoa 1

Expansão da rede de distribuição de João Pessoa com 12,6 km para atender clientes residenciais e comerciais

PB

Implantação

8

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Gasoduto em João Pessoa 2

Expansão da rede de distribuição de João Pessoa com 13,8 km para atender clientes residenciais e comerciais

PB

Implantação

8

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2008

2009

Não

Gasoduto em Campina Grande

Expansão da rede de distribuição de Campina Grande com 8,1 km para atender clientes de vários segmentos

PB

Implantação

4

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Gasoduto Olinda–Paulista

Trecho com 13,5 km de extensão para atender o norte da região metropolitana de Recife

PE

Implantação

4

Público

Copergás

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Gasoduto em Mamanguape

Rede de distribuição com 4,5 km de extensão para atender clientes industriais e do setor automotivo

PB

Implantação

3

Público/privado

PBGás

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Gasoduto em João Pessoa 3

Expansão da rede de distribuição de João Pessoa com 4 km de extensão para atender clientes residenciais e

PB

Implantação

2

Público/privado

PBGás

Em projeto

Não há

2010

2011

Não

GO, MT, MS, MG e SP

Implantação

500

Público

União/gov. estaduais

Em projeto

Não há

Não há

Não há

Não

comerciais

Álcool Alcoolduto

Alcoolduto com capacidade de transporte de 4 bilhões de litros ao ano e 800 km de extensão, ligando Goiânia (GO) a Paulínia (SP)

Usina de açúcar e álcool

Usina de açúcar e álcool e co-geração de energia elétrica

PR

Implantação

334

Privado

Usina Alto Alegre

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Vale Verde – Unidade Taquarituba

Usina de açúcar e álcool para processamento de 3,1 milhões de toneladas de cana

SP

Implantação

300

Privado

Grupo Farias

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

Usina Santa Mônica

Usina de açúcar, álcool e energia elétrica, com capacidade de moagem de 2 milhões de toneladas por safra

PR

Implantação

260

Privado

Usaciga

Em projeto

Não há

2006

2009

Não

Vale Verde – Unidade Bom Sucesso

Usina de açúcar e álcool para processamento de 3 milhões de toneladas de cana

GO

Implantação

250

Privado

Grupo Farias

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Usina de Santa Terezinha

Implantação de uma nova unidade destinada à produção de açúcar e álcool

PR

Implantação

185

Privado

Usina Santa Terezinha

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Usina Uberaba

Usina de álcool que deve moer, na primeira fase, 1 milhão de toneladas de cana por safra e produzir 155

MG

Implantação

156

Privado

Usina Sto. Antônio,

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

milhões de litros de álcool (1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

58 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

ML4, Caldepar está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 59

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

Itaporanga–Carmópolis

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:14

Page 60

1,7 ,

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhão

de reais é o valor que a Região Norte pretende investir em adutoras para abastecimento de água

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Não

Elcana Agroenergética

Usina de cana para a produção de álcool com capacidade para 500 metros cúbicos por dia

RJ

Implantação

155

Privado

Elcana Agroenergética

Em projeto

Não há

2006

2007

Vale Verde — Unidade Turvânia

Usina de açúcar e álcool para processamento de 2,5 milhões de toneladas de cana

GO

Implantação

155

Privado

Grupo Farias

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

Álcool Verde

Usina de açúcar e álcool para processamento de 2 milhões de toneladas de cana

AC

Ref./ampl.

150

Privado

Grupo Farias

Iniciada

Não há

2005

2008

Não

Usina Santa Rita

Usina de açúcar e álcool e co-geração de energia elétrica

GO

Implantação

150

Privado

Usina Santa Rita

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Destilaria Veredas

Planta industrial para processar, no primeiro estágio, até 1 milhão de toneladas de cana por ano

MG

Implantação

120

Privado

G5 Agropecuária

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Álcool Química Cana Brava

Planta industrial para processar, na fase inicial, 400 mil toneladas de cana

RJ

Implantação

120

Público/privado

GBC

Em projeto

Não há

2006

2007

-

Usina da Glória

Destilaria de etanol combustível que deve produzir 85 milhões de litros de álcool por safra

MG

Ampliação

100

Privado

Grupo RG

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Usina Everest

Usina de açúcar e álcool

SP

Implantação

80

Privado

Grupo José Pessoa

Iniciada

Não há

2004

2006

Sim

Vale Verde – Unidade Itapuranga

Destilaria de álcool para processamento de 1 milhão de toneladas de cana

GO

Ref./ampl.

45

Privado

Grupo Farias

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Vale do Verdão Açúcar e Álcool

Usina de açúcar e álcool com capacidade de moagem, na primeira fase, de 1,5 milhão de toneladas de cana

GO

Implantação

30

Privado

Grupo Agromen /

Iniciada

Não há

2004

2007

Não

Inv. Vale do Verdão

por ano (Unidade II)

Saneamento Adutoras Sistema Adutor Frei Damião

Sistema adutor para abastecimento de água de diversos municípios no estado, com 550 km de extensão

PE

Implantação

400

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

Não

Adutora de Pajeú

Sistema adutor para abastecimento de água de diversos municípios no estado, com 400 km de extensão

PB

Implantação

380

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

Não

Sistema Adutor Castanhão–Fortaleza

Canal de abastecimento e irrigação com 255 km de extensão

CE

Implantação

280

Público

SRH-CE

Iniciada

Não há

2002

2008

Não

Complexo Castanhão

Reassentamento urbano para 1 070 famílias, relocação rural para 1 160 famílias e implantação de projetos

CE

Implantação

65

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

1995

2009

Sim

Sistema Produtor do rio das Velhas

Construção de reservatórios e adutora de recalque em Belo Horizonte

MG

Implantação

63

Público/privado

Copasa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Adutora do Semi-Árido

Rede de abastecimento de água com 56 km de extensão

SE

Implantação

62

Público

Deso

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Sistemas Adutores Alto Sertão e Sertaneja

Recuperação e automação dos sistemas integrados e execução de adutora com 49 km de extensão total

SE

Ampl./ref.

62

Público

Seplantec

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Adutora do Oeste

Adutora com 724 km de extensão para atender 274 000 habitantes

PE

Implantação

60

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

1997

2009

Sim

Adutora Salinas

Construção de sistema adutor que beneficiará sete municípios no sul do estado

PI

Implantação

56

Público

Semar

Em projeto

Técnico

2010

2012

Não

Adutora do Garrincho

Rede de abastecimento de água com 196 km de extensão

PI

Implantação

34

Público

Semar

Iniciada

Financeiro

2005

2006

Sim Sim

Sistema Adutor Acauã

Sistema adutor para abastecimento de diversos municípios no estado, com 130 km de extensão

PB

Implantação

30

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

2001

2008

Sistema Adutor do Sudeste

Rede de abastecimento de água com 147 km de extensão

PI

Implantação

29

Público

DNOCS/gov. estadual

Paralisada

Legal

2003

2008

Sim

Sistema Adutor Luís Gonzaga

Adutora de água com 118 km de extensão

PE

Implantação

28

Público

Sectma-PE

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Adutora de Piaus

Sistema adutor com 95,2 km, beneficiando cinco cidades no Piauí e uma no Ceará

PI

Implantação

26

Público

Semar

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Adutora Algodões II

Sistema adutor com 87,7 km, para atender três municípios do sul do estado

PI

Implantação

25

Público

Semar

Em projeto

Técnico

2007

2008

Não

Reservatórios e adutoras em Belo Horizonte

Ampliação do Sistema Paraopeba, com implantação de reservatórios e adutoras

MG

Implantação

25

Privado

Copasa

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Adutora Monsenhor Expedito

Ampliação da adutora para beneficiar 30 000 habitantes

RN

Ampliação

24

Público

Caern

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Adutora da Pedra Redonda

Sistema adutor que captará água da barragem de Pedra Redonda para abastecer 11 cidades

PI

Implantação

23

Público

Semar

Em projeto

Técnico

2008

2009

Não

Adutora de Bocaina

Sistema adutor com 60 km, para atender 12 municípios no estado

PI

Implantação

22

Público

Semar

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Obras no Sistema Rio Grande

Melhoria do abastecimento por meio da construção da adutora e do reservatório Alvarenga

SP

Ampliação

22

Público

Sabesp

Em projeto

Não há

2007

2008

-

Sistema Integrado Planalto/Barra do Choça

Construção da barragem de acumulação de Serra Preta, implantação de 22 km de adutora, 23 km de rede de

BA

Ampliação

20

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

distribuição e 493 ligações domiciliares, beneficiando 26 500 habitantes Adutora de poços

Sistema adutor com 77,7 km de extensão

PI

Implantação

19

Público

Semar

Iniciada

Técnico

2009

2010

Não

Adutora do Feijão

Terceira etapa, com implantação de 350 km de adutoras e ramais. A capacidade de atendimento será

BA

Ampliação

19

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Implantação

15

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

1998

2006

Sim

Implantação

15

Público

SIE-PB

Em projeto

Não há

2007

2007

Não

ampliada de 300 000 para 350 000 habitantes do semi-árido Adutora do Jucazinho

Adutora de 270 km que vai beneficiar 760 000 habitantes

PE

Adutora do Congo

Segunda etapa da rede de abastecimento de água, com 202 km de extensão

PB

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

60 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 61

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

produtivos na região de influência da barragem, como construção de vias de acesso e de adutoras

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:14

Page 60

1,7 ,

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhão

de reais é o valor que a Região Norte pretende investir em adutoras para abastecimento de água

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Não

Elcana Agroenergética

Usina de cana para a produção de álcool com capacidade para 500 metros cúbicos por dia

RJ

Implantação

155

Privado

Elcana Agroenergética

Em projeto

Não há

2006

2007

Vale Verde — Unidade Turvânia

Usina de açúcar e álcool para processamento de 2,5 milhões de toneladas de cana

GO

Implantação

155

Privado

Grupo Farias

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

Álcool Verde

Usina de açúcar e álcool para processamento de 2 milhões de toneladas de cana

AC

Ref./ampl.

150

Privado

Grupo Farias

Iniciada

Não há

2005

2008

Não

Usina Santa Rita

Usina de açúcar e álcool e co-geração de energia elétrica

GO

Implantação

150

Privado

Usina Santa Rita

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Destilaria Veredas

Planta industrial para processar, no primeiro estágio, até 1 milhão de toneladas de cana por ano

MG

Implantação

120

Privado

G5 Agropecuária

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Álcool Química Cana Brava

Planta industrial para processar, na fase inicial, 400 mil toneladas de cana

RJ

Implantação

120

Público/privado

GBC

Em projeto

Não há

2006

2007

-

Usina da Glória

Destilaria de etanol combustível que deve produzir 85 milhões de litros de álcool por safra

MG

Ampliação

100

Privado

Grupo RG

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Usina Everest

Usina de açúcar e álcool

SP

Implantação

80

Privado

Grupo José Pessoa

Iniciada

Não há

2004

2006

Sim

Vale Verde – Unidade Itapuranga

Destilaria de álcool para processamento de 1 milhão de toneladas de cana

GO

Ref./ampl.

45

Privado

Grupo Farias

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Vale do Verdão Açúcar e Álcool

Usina de açúcar e álcool com capacidade de moagem, na primeira fase, de 1,5 milhão de toneladas de cana

GO

Implantação

30

Privado

Grupo Agromen /

Iniciada

Não há

2004

2007

Não

Inv. Vale do Verdão

por ano (Unidade II)

Saneamento Adutoras Sistema Adutor Frei Damião

Sistema adutor para abastecimento de água de diversos municípios no estado, com 550 km de extensão

PE

Implantação

400

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

Não

Adutora de Pajeú

Sistema adutor para abastecimento de água de diversos municípios no estado, com 400 km de extensão

PB

Implantação

380

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

Indefinida

Não há

Não

Sistema Adutor Castanhão–Fortaleza

Canal de abastecimento e irrigação com 255 km de extensão

CE

Implantação

280

Público

SRH-CE

Iniciada

Não há

2002

2008

Não

Complexo Castanhão

Reassentamento urbano para 1 070 famílias, relocação rural para 1 160 famílias e implantação de projetos

CE

Implantação

65

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

1995

2009

Sim

Sistema Produtor do rio das Velhas

Construção de reservatórios e adutora de recalque em Belo Horizonte

MG

Implantação

63

Público/privado

Copasa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Adutora do Semi-Árido

Rede de abastecimento de água com 56 km de extensão

SE

Implantação

62

Público

Deso

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Sistemas Adutores Alto Sertão e Sertaneja

Recuperação e automação dos sistemas integrados e execução de adutora com 49 km de extensão total

SE

Ampl./ref.

62

Público

Seplantec

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

Adutora do Oeste

Adutora com 724 km de extensão para atender 274 000 habitantes

PE

Implantação

60

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

1997

2009

Sim

Adutora Salinas

Construção de sistema adutor que beneficiará sete municípios no sul do estado

PI

Implantação

56

Público

Semar

Em projeto

Técnico

2010

2012

Não

Adutora do Garrincho

Rede de abastecimento de água com 196 km de extensão

PI

Implantação

34

Público

Semar

Iniciada

Financeiro

2005

2006

Sim Sim

Sistema Adutor Acauã

Sistema adutor para abastecimento de diversos municípios no estado, com 130 km de extensão

PB

Implantação

30

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

2001

2008

Sistema Adutor do Sudeste

Rede de abastecimento de água com 147 km de extensão

PI

Implantação

29

Público

DNOCS/gov. estadual

Paralisada

Legal

2003

2008

Sim

Sistema Adutor Luís Gonzaga

Adutora de água com 118 km de extensão

PE

Implantação

28

Público

Sectma-PE

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Adutora de Piaus

Sistema adutor com 95,2 km, beneficiando cinco cidades no Piauí e uma no Ceará

PI

Implantação

26

Público

Semar

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Adutora Algodões II

Sistema adutor com 87,7 km, para atender três municípios do sul do estado

PI

Implantação

25

Público

Semar

Em projeto

Técnico

2007

2008

Não

Reservatórios e adutoras em Belo Horizonte

Ampliação do Sistema Paraopeba, com implantação de reservatórios e adutoras

MG

Implantação

25

Privado

Copasa

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Adutora Monsenhor Expedito

Ampliação da adutora para beneficiar 30 000 habitantes

RN

Ampliação

24

Público

Caern

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

Adutora da Pedra Redonda

Sistema adutor que captará água da barragem de Pedra Redonda para abastecer 11 cidades

PI

Implantação

23

Público

Semar

Em projeto

Técnico

2008

2009

Não

Adutora de Bocaina

Sistema adutor com 60 km, para atender 12 municípios no estado

PI

Implantação

22

Público

Semar

Em projeto

Não há

2007

2008

Não

Obras no Sistema Rio Grande

Melhoria do abastecimento por meio da construção da adutora e do reservatório Alvarenga

SP

Ampliação

22

Público

Sabesp

Em projeto

Não há

2007

2008

-

Sistema Integrado Planalto/Barra do Choça

Construção da barragem de acumulação de Serra Preta, implantação de 22 km de adutora, 23 km de rede de

BA

Ampliação

20

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2005

2006

Não

distribuição e 493 ligações domiciliares, beneficiando 26 500 habitantes Adutora de poços

Sistema adutor com 77,7 km de extensão

PI

Implantação

19

Público

Semar

Iniciada

Técnico

2009

2010

Não

Adutora do Feijão

Terceira etapa, com implantação de 350 km de adutoras e ramais. A capacidade de atendimento será

BA

Ampliação

19

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Implantação

15

Público

DNOCS

Iniciada

Não há

1998

2006

Sim

Implantação

15

Público

SIE-PB

Em projeto

Não há

2007

2007

Não

ampliada de 300 000 para 350 000 habitantes do semi-árido Adutora do Jucazinho

Adutora de 270 km que vai beneficiar 760 000 habitantes

PE

Adutora do Congo

Segunda etapa da rede de abastecimento de água, com 202 km de extensão

PB

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

60 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 61

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

produtivos na região de influência da barragem, como construção de vias de acesso e de adutoras

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:15

Page 62

530

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

milhões

de reais é quanto Minas Gerais planeja investir nos próximos anos na construção de barragens

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Patos–Assunção

Implantação de adutora, subadutoras e estações elevatórias

PB

Implantação

9

Público

Cagepa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Adutora do litoral

Construção da adutora do litoral

PI

Implantação

8

Público

Agespisa /BNB

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Sistema Adutor Catarina

Adutora com 20 km de extensão

CE

Implantação

8

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Sistema Adutor Lavras da Mangabeira

Adutora com 29 km de extensão

CE

Implantação

8

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Adutora de Araci

Rede de abastecimento de água com 90 km de extensão

BA

Implantação

6

Público

Cerb

Iniciada

Não há

Indefinida

2006

-

Sistema Adutor Serra do Félix

Adutora com 19 km de extensão

CE

Implantação

4

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Sistema Adutor Pires Ferreira

Adutora com 17 km de extensão

CE

Implantação

4

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Sistema Adutor Catunda

Adutora com 2 km de extensão

CE

Implantação

2

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Barragem de Jequitaí

Barragem para contenção de cheias, geração de energia elétrica e aproveitamento hidroagrícola

MG

Implantação

220

Público/privado

Codevasf

Em projeto

Financ./amb.

Indefinida

2009

Não

Barragem Congonhas

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 970 milhões de metros cúbicos

MG

Implantação

220

Público

DNOCS

Em projeto

Ambiental

2008

Não há

Não

Sistema Pratagy

Construção de barragem e ampliação de adutoras para o abastecimento de água da população de Maceió

AL

Impl./ampl.

153

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Financeiro

1984

2009

Sim

Projeto Xavante

Construção de barragem para perenização e irrigação de 25 000 hectares de grãos

TO

Implantação

149

Público

SRH-TO

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2010

Não

Barragem Figueiredo

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 520 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

86

Público

DNOCS

Em projeto

Não há

2007

Não há

Não

Barragem de Santa Cruz dos Milagres

Construção da barragem de Santa Cruz dos Milagres

PI

Implantação

81

Público

Comdepi

Em projeto

Não há

2002

2008

-

Barragem Caçamba

Construção de barragem para aumentar em 40% a oferta hídrica da cidade de Palmeira dos Índios

AL

Implantação

79

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Não há

2006

2009

Não

Barragem Poço Marruá

Construção de barragem e adutoras

PI

Implantação

75

Público

Comdepi

Iniciada

Não há

2001

2010

-

Barragem Berizal

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 339,4 milhões de metros cúbicos

MG

Implantação

65

Público

DNOCS

Iniciada

Ambiental

1998

2009

Sim

Barragem Taquara

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 274 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

60

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2007

Não há

Não

Aproveitamento hidroagrícola do riacho Bálsamo

Construção de barragem para irrigação e abastecimento da cidade de Palmeira dos Índios e região

AL

Implantação

52

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Financeiro

2004

2009

Não

Barragem Fronteiras

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 300 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

50

Público

DNOCS

Em projeto

Não há

2008

Não há

Não

Projeto Rio Arraias

Construção de barragem para perenização e irrigação de 1 500 hectares de fruticultura

TO

Implantação

33

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2009

Não

Barragem Tingüis

Construção da Barragem Tingüis

PI

Implantação

30

Público

Comdepi/Codevasf

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Barragem Piaus

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 106 milhões de metros cúbicos

PI

Implantação

25

Público

DNOCS

Iniciada

Financeiro

2003

2007

Sim Sim

Barragem do Córrego João Leite

Utilização das águas do córrego para o abastecimento de Goiânia

GO

Implantação

20

Público

Saneago

Iniciada

Não há

2002

2006

Barragem Bujari

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos

RN

Implantação

20

Público

DNOCS

Em projeto

Não há

2008

Não há

Não

Barragem Ingazeira

Barragem com o objetivo de perenização do rio e abastecimento de água para 40 000 pessoas

PE

Implantação

18

Público

DNOCS

Paralisada

Financeiro

2000

Não há

Sim

Açude Público Vacaria

Barragem com o objetivo de perenização do rio e abastecimento de água para 50 000 pessoas

MG

Implantação

15

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2007

Não há

Não Não

Barragem Calindó

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 2,5 milhões de metros cúbicos

MG

Implantação

10

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Barragem Estreito

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 23 milhões de metros cúbicos

PI

Implantação

9

Público

DNOCS/gov. do Piauí

Iniciada

Não há

2001

2008

Sim

Barragem Melancia

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 3,5 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

7

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Não

Barragem Paulo

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 2,5 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

6

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Não

Barragem Água Branca

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 2,5 milhões de metros cúbicos

PI

Implantação

4

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Não

Canal do Sertão — Pernambuco

Implantação de estrutura de captação, quatro estações de bombeamento e três de recalque

BA, PE

Implantação

2 300

Público/privado

Codevasf

Em projeto

Ambiental

2007

2030

Não

Perímetro de Irrigação Baixio do Irecê

Implantação de infra-estrutura hidráulica para irrigar 58 659 hectares

BA

Implantação

845

Público/privado

Codevasf

Paralisada

Financeiro

1999

2015

Não

Projeto Jaíba

Implantação de infra-estrutura hidráulica para irrigar 65 021 hectares

MG

Implantação

500

Público/privado

Codevasf

Iniciada

Financeiro

1974

2020

Não

Projeto Salitre

Sistema de captação de 32 m3/s no rio São Francisco para irrigar 31 305 hectares

BA

Implantação

305

Público/privado

Codevasf

Iniciada

Financeiro

1998

2015

Não

Irrigação

Perímetro Guadalupe (2a etapa)

Área irrigada de 10 500 hectares

PI

Implantação

192

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Sim

Projeto Rio Formoso

Aproveitamento agrícola de 28 000 hectares para irrigação de grãos e hortifrutigranjeiros

TO

Ref./ampl.

184

Público

SRH-TO

Em projeto

Financeiro

Indefinida

2012

Não

Tabuleiro Litorâneo (2a etapa)

Área irrigada de 5 500 hectares

PI

Implantação

126

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Sim

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

62 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 63

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

Barragens e açudes

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:15

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530

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

milhões

de reais é quanto Minas Gerais planeja investir nos próximos anos na construção de barragens

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Patos–Assunção

Implantação de adutora, subadutoras e estações elevatórias

PB

Implantação

9

Público

Cagepa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Adutora do litoral

Construção da adutora do litoral

PI

Implantação

8

Público

Agespisa /BNB

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Sistema Adutor Catarina

Adutora com 20 km de extensão

CE

Implantação

8

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Sistema Adutor Lavras da Mangabeira

Adutora com 29 km de extensão

CE

Implantação

8

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Adutora de Araci

Rede de abastecimento de água com 90 km de extensão

BA

Implantação

6

Público

Cerb

Iniciada

Não há

Indefinida

2006

-

Sistema Adutor Serra do Félix

Adutora com 19 km de extensão

CE

Implantação

4

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Sistema Adutor Pires Ferreira

Adutora com 17 km de extensão

CE

Implantação

4

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Sistema Adutor Catunda

Adutora com 2 km de extensão

CE

Implantação

2

Público/privado

SRH-CE

Iniciada

Não há

2005

2006

Sim

Barragem de Jequitaí

Barragem para contenção de cheias, geração de energia elétrica e aproveitamento hidroagrícola

MG

Implantação

220

Público/privado

Codevasf

Em projeto

Financ./amb.

Indefinida

2009

Não

Barragem Congonhas

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 970 milhões de metros cúbicos

MG

Implantação

220

Público

DNOCS

Em projeto

Ambiental

2008

Não há

Não

Sistema Pratagy

Construção de barragem e ampliação de adutoras para o abastecimento de água da população de Maceió

AL

Impl./ampl.

153

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Financeiro

1984

2009

Sim

Projeto Xavante

Construção de barragem para perenização e irrigação de 25 000 hectares de grãos

TO

Implantação

149

Público

SRH-TO

Em projeto

Ambiental

Indefinida

2010

Não

Barragem Figueiredo

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 520 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

86

Público

DNOCS

Em projeto

Não há

2007

Não há

Não

Barragem de Santa Cruz dos Milagres

Construção da barragem de Santa Cruz dos Milagres

PI

Implantação

81

Público

Comdepi

Em projeto

Não há

2002

2008

-

Barragem Caçamba

Construção de barragem para aumentar em 40% a oferta hídrica da cidade de Palmeira dos Índios

AL

Implantação

79

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Não há

2006

2009

Não

Barragem Poço Marruá

Construção de barragem e adutoras

PI

Implantação

75

Público

Comdepi

Iniciada

Não há

2001

2010

-

Barragem Berizal

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 339,4 milhões de metros cúbicos

MG

Implantação

65

Público

DNOCS

Iniciada

Ambiental

1998

2009

Sim

Barragem Taquara

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 274 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

60

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2007

Não há

Não

Aproveitamento hidroagrícola do riacho Bálsamo

Construção de barragem para irrigação e abastecimento da cidade de Palmeira dos Índios e região

AL

Implantação

52

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Financeiro

2004

2009

Não

Barragem Fronteiras

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 300 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

50

Público

DNOCS

Em projeto

Não há

2008

Não há

Não

Projeto Rio Arraias

Construção de barragem para perenização e irrigação de 1 500 hectares de fruticultura

TO

Implantação

33

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2009

Não

Barragem Tingüis

Construção da Barragem Tingüis

PI

Implantação

30

Público

Comdepi/Codevasf

Em projeto

Não há

Indefinida

2008

Não

Barragem Piaus

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 106 milhões de metros cúbicos

PI

Implantação

25

Público

DNOCS

Iniciada

Financeiro

2003

2007

Sim Sim

Barragem do Córrego João Leite

Utilização das águas do córrego para o abastecimento de Goiânia

GO

Implantação

20

Público

Saneago

Iniciada

Não há

2002

2006

Barragem Bujari

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 18 milhões de metros cúbicos

RN

Implantação

20

Público

DNOCS

Em projeto

Não há

2008

Não há

Não

Barragem Ingazeira

Barragem com o objetivo de perenização do rio e abastecimento de água para 40 000 pessoas

PE

Implantação

18

Público

DNOCS

Paralisada

Financeiro

2000

Não há

Sim

Açude Público Vacaria

Barragem com o objetivo de perenização do rio e abastecimento de água para 50 000 pessoas

MG

Implantação

15

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2007

Não há

Não Não

Barragem Calindó

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 2,5 milhões de metros cúbicos

MG

Implantação

10

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Barragem Estreito

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 23 milhões de metros cúbicos

PI

Implantação

9

Público

DNOCS/gov. do Piauí

Iniciada

Não há

2001

2008

Sim

Barragem Melancia

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 3,5 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

7

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Não

Barragem Paulo

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 2,5 milhões de metros cúbicos

CE

Implantação

6

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Não

Barragem Água Branca

Construção de barragem com capacidade de acumulação de 2,5 milhões de metros cúbicos

PI

Implantação

4

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Não

Canal do Sertão — Pernambuco

Implantação de estrutura de captação, quatro estações de bombeamento e três de recalque

BA, PE

Implantação

2 300

Público/privado

Codevasf

Em projeto

Ambiental

2007

2030

Não

Perímetro de Irrigação Baixio do Irecê

Implantação de infra-estrutura hidráulica para irrigar 58 659 hectares

BA

Implantação

845

Público/privado

Codevasf

Paralisada

Financeiro

1999

2015

Não

Projeto Jaíba

Implantação de infra-estrutura hidráulica para irrigar 65 021 hectares

MG

Implantação

500

Público/privado

Codevasf

Iniciada

Financeiro

1974

2020

Não

Projeto Salitre

Sistema de captação de 32 m3/s no rio São Francisco para irrigar 31 305 hectares

BA

Implantação

305

Público/privado

Codevasf

Iniciada

Financeiro

1998

2015

Não

Irrigação

Perímetro Guadalupe (2a etapa)

Área irrigada de 10 500 hectares

PI

Implantação

192

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Sim

Projeto Rio Formoso

Aproveitamento agrícola de 28 000 hectares para irrigação de grãos e hortifrutigranjeiros

TO

Ref./ampl.

184

Público

SRH-TO

Em projeto

Financeiro

Indefinida

2012

Não

Tabuleiro Litorâneo (2a etapa)

Área irrigada de 5 500 hectares

PI

Implantação

126

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Sim

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

62 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 63

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

Barragens e açudes

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:15

Page 64

12

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

milhões

de pessoas seriam beneficiadas com a transposição do rio São Francisco, obra que ainda não saiu do papel

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Projeto Sampaio

Aproveitamento agrícola de 9 200 hectares para irrigação de grãos e hortifrutigranjeiros

TO

Implantação

118

Público

SRH-TO

Iniciada

Não há

2003

2007

Não

Perímetro Baixo Acaraú (2a etapa)

Perímetro irrigado de 4 261 hectares

CE

Implantação

115

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Sim

Projeto São João

Aproveitamento agrícola de 3 500 hectares para fruticultura irrigada

TO

Implantação

109

Público

SRH-TO

Iniciada

Não há

2000

2010

Não

Perímetro Russas (2a etapa)

Perímetro irrigado de 4 000 hectares

CE

Implantação

100

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Não

Projeto Pontal

Sistema de captação de 7,8 m3/s no rio São Francisco para irrigar 7 862 hectares

PE

Implantação

80

Público/privado

Codevasf

Iniciada

Financeiro

1995

2007

Não

Projeto Rio Manuel Alves

Área irrigada de 20 000 hectares para fruticultura

TO

Implantação

53

Público

SRH-TO

Iniciada

Não há

2006

2010

Não

Projeto de Irrigação Várzea de Sousa

Aproveitamento agrícola de 5 000 hectares irrigados nos municípios paraibanos de Sousa e Aparecida

PB

Implantação

50

Público

SIE-PB

Iniciada

Financeiro

1998

2008

Sim

Perímetro Araras Norte (2a etapa)

Perímetro irrigado de 1 880 hectares

CE

Implantação

28

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Sim

Tabuleiro de São Bernardo

Área irrigada de 5 592 hectares

MA

Implantação

20

Público

DNOCS

Iniciada

Financeiro

1987

2008

Sim

Perímetro de Irrigação Marituba

Implantação de infra-estrutura hidráulica para 3 571 hectares

AL

Implantação

12

Público/privado

Codevasf

Paralisada

Financeiro

1992

2007

Não

Projeto de Irrigação Piancó I

Aproveitamento agrícola de 543 hectares

PB

Implantação

5

Público

SIE-PB

Iniciada

Financeiro

2000

2007

Sim

Projeto Paranã/Espírito Santo

Estudos de viabilidade, projeto básico e EIA/Rima para fruticultura irrigada

TO

Implantação

3

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Projeto Palmeiras

Estudos de viabilidade, projeto básico e EIA/Rima para fruticultura irrigada

TO

Implantação

2

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Projeto Chapada da Natividade

Estudos de viabilidade, projeto básico e EIA/Rima para fruticultura irrigada

TO

Implantação

2

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Saneamento e abastecimento de água Transposição das águas do rio São Francisco

Integração da Bacia do S. Francisco às bacias do nordeste setentrional para abastecer 12 milhões de pessoas

PB, RN, CE, PE

Implantação

4 500

Público

Min. da Integração

Em projeto

Amb./legal

Indefinida

Não há

Sim

Abastecimento de água e tratamento de esgoto

Ampliação dos sistemas de esgoto para 65% nas cidades com população entre 5 000 e 50 000 habitantes e

PR

Impl./ampl.

1 035

Público

Sanepar

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

SP

Ampliação

1 000

Público

Sabesp

Em projeto

Não há

2006

2009

-

Não

80% nas cidades com população acima de 50 000; ampliação dos sitemas de abastecimento de água Recuperação Ambiental da Baixada Santista

Implantação de 1 100 km de redes coletoras, coletores tronco, interceptores, emissários, 125 000 ligações

Grande), melhorias e ampliação do emissário submarino de Santos Canal do Sertão – Alagoas

Obra para o abastecimento de água de um terço da população do estado

AL

Impl./ref.

700

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Financeiro

2001

2012

Despoluição da baía de Guanabara

Esgotamento sanitário, abastecimento de água, coleta e destinação de resíduos sólidos, drenagem

RJ

Implantação

600

Público/privado

Cedae

Iniciada

Legal

1997

2006

Não

Projeto Tietê (2a etapa)

Continuidade do projeto de despoluição do rio Tietê por meio da implantação de 290 000 ligações de esgoto,

SP

Ampliação

500

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2002

2007

-

SP

Ampliação

400

Público/privado

Sabesp

Em projeto

Não há

2007

2010

-

960 km de redes coletoras e otimização da estação de tratamento de esgoto Barueri Parceria Público-Privada (PPP) do Alto Tietê

Melhoria do abastecimento da região metropolitana de São Paulo, com a ampliação da Estação de Tratamento de Água do Alto Tietê de 10 para 15 m3/s, adutora Taiaçupeba–Suzano, Adutora Itaquera–Artur Alvim, elevatória e centro de reservação, subadutoras e reservatórios do Iguatemi (parque do Carmo)

Programa de saneamento

Saneamento de Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes

RJ

Implantação

260

Público

Cedae

Iniciada

Não há

2001

2006

Não

Projeto Águas Limpas

Aumento efetivo dos índices de cobertura dos serviços de coleta e tratamento do esgoto sanitário e

ES

Ampl./impl./ref.

236

Público

Cesan

Iniciada

Não há

2005

2008

Não

SP

Ampliação

200

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2004

2009

-

BA

Ampliação

160

Público/privado

Embasa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

151

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2003

2042

Não

ampliação e melhoria da oferta de água tratada Obras no Sistema Cantareira

Melhoria do abastecimento do extremo norte da região metropolitana de São Paulo, com a duplicação da adutora Caieiras–Francisco Morato; Adutora e Elevatória Guaraú–Jaraguá e Adutora Mutinga Vila Iracema

Sistema de Esgotamento Sanitário de Salvador

Implantação do novo emissário submarino Jaguaribe para atender os moradores que ocupam as bacias hidrográficas dos rios das Pedras, Pituaçu, Jaguaribe e Joanes, beneficiando 1,9 milhão de pessoas

Água e tratamento de esgoto sanitário

Sistema de abastecimento de água e de esgoto em Betim

MG

Ampliação

Complexo estuarino-lagunar Mundaú–Manguaba

Obras para o tratamento de esgoto sanitário em 21 municípios

AL

Implantação

149

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Não há

2001

2009

Sim

Sistema de coleta e transporte de esgoto

Tratamento de esgoto de mais de 40 bairros do Rio de Janeiro, evitando seu despejo na baía de Guanabara

RJ

Implantação

148

Público/privado

Cedae

Iniciada

Não há

1999

2006

Não

SP

Ampliação

130

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2005

2008

-

Implantação

100

Público

Caern

Iniciada

Não há

2003

2007

Não

Ampliação do sistema de abastecimento

Ampliação e melhoria do abastecimento de Anhangüera, Sapopemba, Jabaquara e Vila Alpina, avenida Araçá,

de água na região metropolitana de São Paulo

Parelheiros, Itaquaquecetuba, Carapicuiba, Jandira, Caieiras e Francisco Morato

Programa estadual de saneamento

Ampliar de 17% para 40% a área saneada do estado

RN

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

64 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 65

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

domiciliares, 85 estações elevatórias, 7 estações de tratamento de esgoto, 1 emissário submarino (Praia

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:15

Page 64

12

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

milhões

de pessoas seriam beneficiadas com a transposição do rio São Francisco, obra que ainda não saiu do papel

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Projeto Sampaio

Aproveitamento agrícola de 9 200 hectares para irrigação de grãos e hortifrutigranjeiros

TO

Implantação

118

Público

SRH-TO

Iniciada

Não há

2003

2007

Não

Perímetro Baixo Acaraú (2a etapa)

Perímetro irrigado de 4 261 hectares

CE

Implantação

115

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Sim

Projeto São João

Aproveitamento agrícola de 3 500 hectares para fruticultura irrigada

TO

Implantação

109

Público

SRH-TO

Iniciada

Não há

2000

2010

Não

Perímetro Russas (2a etapa)

Perímetro irrigado de 4 000 hectares

CE

Implantação

100

Público

DNOCS

Em projeto

Amb./financ.

2008

Não há

Não

Projeto Pontal

Sistema de captação de 7,8 m3/s no rio São Francisco para irrigar 7 862 hectares

PE

Implantação

80

Público/privado

Codevasf

Iniciada

Financeiro

1995

2007

Não

Projeto Rio Manuel Alves

Área irrigada de 20 000 hectares para fruticultura

TO

Implantação

53

Público

SRH-TO

Iniciada

Não há

2006

2010

Não

Projeto de Irrigação Várzea de Sousa

Aproveitamento agrícola de 5 000 hectares irrigados nos municípios paraibanos de Sousa e Aparecida

PB

Implantação

50

Público

SIE-PB

Iniciada

Financeiro

1998

2008

Sim

Perímetro Araras Norte (2a etapa)

Perímetro irrigado de 1 880 hectares

CE

Implantação

28

Público

DNOCS

Em projeto

Financeiro

2008

Não há

Sim

Tabuleiro de São Bernardo

Área irrigada de 5 592 hectares

MA

Implantação

20

Público

DNOCS

Iniciada

Financeiro

1987

2008

Sim

Perímetro de Irrigação Marituba

Implantação de infra-estrutura hidráulica para 3 571 hectares

AL

Implantação

12

Público/privado

Codevasf

Paralisada

Financeiro

1992

2007

Não

Projeto de Irrigação Piancó I

Aproveitamento agrícola de 543 hectares

PB

Implantação

5

Público

SIE-PB

Iniciada

Financeiro

2000

2007

Sim

Projeto Paranã/Espírito Santo

Estudos de viabilidade, projeto básico e EIA/Rima para fruticultura irrigada

TO

Implantação

3

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Projeto Palmeiras

Estudos de viabilidade, projeto básico e EIA/Rima para fruticultura irrigada

TO

Implantação

2

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Projeto Chapada da Natividade

Estudos de viabilidade, projeto básico e EIA/Rima para fruticultura irrigada

TO

Implantação

2

Público

SRH-TO

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

Saneamento e abastecimento de água Transposição das águas do rio São Francisco

Integração da Bacia do S. Francisco às bacias do nordeste setentrional para abastecer 12 milhões de pessoas

PB, RN, CE, PE

Implantação

4 500

Público

Min. da Integração

Em projeto

Amb./legal

Indefinida

Não há

Sim

Abastecimento de água e tratamento de esgoto

Ampliação dos sistemas de esgoto para 65% nas cidades com população entre 5 000 e 50 000 habitantes e

PR

Impl./ampl.

1 035

Público

Sanepar

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

SP

Ampliação

1 000

Público

Sabesp

Em projeto

Não há

2006

2009

-

Não

80% nas cidades com população acima de 50 000; ampliação dos sitemas de abastecimento de água Recuperação Ambiental da Baixada Santista

Implantação de 1 100 km de redes coletoras, coletores tronco, interceptores, emissários, 125 000 ligações

Grande), melhorias e ampliação do emissário submarino de Santos Canal do Sertão – Alagoas

Obra para o abastecimento de água de um terço da população do estado

AL

Impl./ref.

700

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Financeiro

2001

2012

Despoluição da baía de Guanabara

Esgotamento sanitário, abastecimento de água, coleta e destinação de resíduos sólidos, drenagem

RJ

Implantação

600

Público/privado

Cedae

Iniciada

Legal

1997

2006

Não

Projeto Tietê (2a etapa)

Continuidade do projeto de despoluição do rio Tietê por meio da implantação de 290 000 ligações de esgoto,

SP

Ampliação

500

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2002

2007

-

SP

Ampliação

400

Público/privado

Sabesp

Em projeto

Não há

2007

2010

-

960 km de redes coletoras e otimização da estação de tratamento de esgoto Barueri Parceria Público-Privada (PPP) do Alto Tietê

Melhoria do abastecimento da região metropolitana de São Paulo, com a ampliação da Estação de Tratamento de Água do Alto Tietê de 10 para 15 m3/s, adutora Taiaçupeba–Suzano, Adutora Itaquera–Artur Alvim, elevatória e centro de reservação, subadutoras e reservatórios do Iguatemi (parque do Carmo)

Programa de saneamento

Saneamento de Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes

RJ

Implantação

260

Público

Cedae

Iniciada

Não há

2001

2006

Não

Projeto Águas Limpas

Aumento efetivo dos índices de cobertura dos serviços de coleta e tratamento do esgoto sanitário e

ES

Ampl./impl./ref.

236

Público

Cesan

Iniciada

Não há

2005

2008

Não

SP

Ampliação

200

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2004

2009

-

BA

Ampliação

160

Público/privado

Embasa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

-

151

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2003

2042

Não

ampliação e melhoria da oferta de água tratada Obras no Sistema Cantareira

Melhoria do abastecimento do extremo norte da região metropolitana de São Paulo, com a duplicação da adutora Caieiras–Francisco Morato; Adutora e Elevatória Guaraú–Jaraguá e Adutora Mutinga Vila Iracema

Sistema de Esgotamento Sanitário de Salvador

Implantação do novo emissário submarino Jaguaribe para atender os moradores que ocupam as bacias hidrográficas dos rios das Pedras, Pituaçu, Jaguaribe e Joanes, beneficiando 1,9 milhão de pessoas

Água e tratamento de esgoto sanitário

Sistema de abastecimento de água e de esgoto em Betim

MG

Ampliação

Complexo estuarino-lagunar Mundaú–Manguaba

Obras para o tratamento de esgoto sanitário em 21 municípios

AL

Implantação

149

Público

Seinfra-AL

Iniciada

Não há

2001

2009

Sim

Sistema de coleta e transporte de esgoto

Tratamento de esgoto de mais de 40 bairros do Rio de Janeiro, evitando seu despejo na baía de Guanabara

RJ

Implantação

148

Público/privado

Cedae

Iniciada

Não há

1999

2006

Não

SP

Ampliação

130

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2005

2008

-

Implantação

100

Público

Caern

Iniciada

Não há

2003

2007

Não

Ampliação do sistema de abastecimento

Ampliação e melhoria do abastecimento de Anhangüera, Sapopemba, Jabaquara e Vila Alpina, avenida Araçá,

de água na região metropolitana de São Paulo

Parelheiros, Itaquaquecetuba, Carapicuiba, Jandira, Caieiras e Francisco Morato

Programa estadual de saneamento

Ampliar de 17% para 40% a área saneada do estado

RN

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

64 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 65

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

domiciliares, 85 estações elevatórias, 7 estações de tratamento de esgoto, 1 emissário submarino (Praia

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:16

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20

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é quanto falta investir para concluir as 168 obras de saneamento apresentadas no anuário

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Esgotamento sanitário

Ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Montes Claros

MG

Ampliação

82

Privado

Copasa

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Infra-estrutura turística das praias do litoral leste

Implantação de infra-estrutura rodoviária, de saneamento básico e energia

CE

Implantação

80

Público

Seinfra-CE

Iniciada

Não há

2006

2008

-

Tratamento de esgoto sanitário

Afastamento e tratamento de esgoto sanitário nos municípios de Taubaté e Tremembé

SP

Implantação

69

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2005

2010

Não

Estação Central de Tratamento de Esgoto de Natal

Construção de estação para tratamento de esgoto para beneficiar 325 000 habitantes

RN

Implantação

61

Público

Caern

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação do sistema de esgoto em Contagem

MG

Ampliação

61

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2003

2009

Rede de esgotamento sanitário de Natal

Ampliação da rede de esgoto em toda a zona oeste do município de Natal, beneficiando 105 000 habitantes

RN

Ampliação

56

Público/privado

Caern

Em projeto

Não há

2006

Não há

Não

Duplicação da produção e tratamento

Duplicação do sistema de captação de água bruta do rio Guamá, alcançando o valor de 10 000 l/s e da

PA

Ampliação

45

Público

Governo do estado

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

de água do Complexo Bolonha

capacidade da estação de tratamento de água do Bolonha, totalizando o valor de 6 400 l/s

Sistema Guarapiranga

Obras para a transferência de água do Sistema Guarapiranga para o Sistema Alto Cotia

SP

Ampliação

45

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Manancial do Alto Tietê

Fechamento do maciço da barragem de Taiaçupeba, adequação da transferência Tietê–Jundiaí e obras

SP

Ampliação

40

Público

DAEE

Iniciada

Não há

2005

2007

-

Sistemas de abastecimento de água e esgoto

Programa de Desenvolvimento Institucional e melhoria dos 33 sistemas de abastecimento de água e esgoto

PI

Impl./ref.

34

Público

Agespisa

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Sanear II

Ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário das Sub-Bacias K2, SD-2, SD-3, SD-4 e SD-5

CE

Ampliação

32

Público

Cagece

Iniciada

Não há

2006

2007

Sim

Saneamento para Todos

Construção de 4 filtros na Estação de Tratamento de Água Gavião, melhorias em unidades operacionais,

CE

Ampliação

31

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

complementares para aumentar a disponibilidade hídrica do manancial do Alto Tietê de 10 para 15 m3/s

Implantação de sistema de abastecimento de água para as localidades de Santa Isabel, Ipiíba e Rio do Ouro

RJ

Ampliação

25

Público

Cedae

Iniciada

Não há

2002

2007

Não Sim

Esgoto de João Pessoa

Rede coletora, estação elevatória, emissário de recalque e ligações domiciliares

PB

Ampliação

24

Público

Cagepa

Iniciada

Não há

2008

2011

Infra-estrutura turística do Litoral Oeste

Implantação de infra-estrutura rodoviária, de saneamento básico e energia

CE

Implantação

24

Público

Seinfra-CE

Em projeto

Não há

2007

2008

-

Tratamento de esgoto sanitário

Complementação do sistema de esgoto sanitário no município de São José dos Campos

SP

Ampliação

24

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2005

2009

Não

Sistema de esgotamento sanitário em

Ampliação do sistema de esgoto de Capim Macio e Ponta Negra, em Natal, beneficiando 50 000 habitantes

RN

Ampliação

23

Público

Caern

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Ampliação da rede de esgoto dos bairros Alto de São Manuel, Planalto, 13 de Maio e parte do Sumaré, no

RN

Ampliação

22

Público

Caern

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

BA

Ampliação

22

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

MG

Ampl./impl.

21

Público

Igam

Iniciada

Não há

2006

2007

-

Ampliação do macrossistema de água de Fortaleza

CE

Ampliação

21

Público

Cagece

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Ampliação e implantação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 6 sedes

MG

Ampl./impl.

20

Público

Igam

Iniciada

Não há

2004

2006

-

PI

Ampl./ref.

18

Público

Agespisa

Em projeto

Financeiro

2006

Não há

Não Não

Capim Macio e Ponta Negra Rede coletora de esgoto

município de Mossoró, beneficiando 22 500 habitantes Sistema integrado de abastecimento

Construção de 163 km de adutora, estação de tratamento de água, 21 reservatórios com capacidade de 10 a

de água de Santana e Porto Novo

500 m3 e 149 km de rede de distribuição, beneficiando 50 000 habitantes

Sistema São Francisco/Jequitinhonha

Ampliação e implantação de sistemas de abastecimento de água em 5 sedes municipais e 8 distritos nas bacias dos rios São Francisco e Jequitinhonha

Sistema de abastecimento de água da região metropolitana de Fortaleza Sistema Araçuaí

municipais e 23 distritos na bacia do rio Araçuaí Programa Pró-Saneamento

Ampliação e melhoria do sistema de abastecimento de água em 66 cidades piauienses

Coleta e tratamento de esgoto em Parnaíba

Implantação do sistema de coleta e tratamento de esgoto em Parnaíba

PI

Implantação

16

Público

Agespisa/BNB

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Tratamento de água em Canoas

Estação de tratamento de água no município de Canoas

RS

Implantação

16

Público

Corsan

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Tratamento de água em Araçagi

Estação de tratamento de água, reservatório elevado de 300 m3, reservatório apoiado de 1 500 m3, estação

PB

Implantação

15

Público

Cagepa

Iniciada

Não há

2007

2006

Não

elevatória de água tratada e adutora Esgoto em Campina Grande

Rede coletora, ligações domiciliares, estação de tratamento de esgoto, emissário e outras obras

PB

Ampliação

14

Público

Cagepa

Iniciada

Não há

2008

2011

Sim

Projeto Alagados VI

Intervenção em área de ocupação irregular com implantação de sistema de esgoto, abastecimento de água,

BA

Implantação

14

Público

Conder

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

Ampliação

14

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Implantação

13

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2006

2009

Não

macro e microdrenagem de águas pluviais, obras de urbanização e pavimentação Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação do sistema de esgoto sanitário em Coronel Fabriciano

MG

Sanear II

Implantação do sistema de esgotamento sanitário no município de Quixadá

CE

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

66 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 67

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

aquisição de equipamentos e substituição de bombas Rede de abastecimento

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:16

Page 66

20

Obras | Lista por setores OBRA

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é quanto falta investir para concluir as 168 obras de saneamento apresentadas no anuário

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Esgotamento sanitário

Ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Montes Claros

MG

Ampliação

82

Privado

Copasa

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Infra-estrutura turística das praias do litoral leste

Implantação de infra-estrutura rodoviária, de saneamento básico e energia

CE

Implantação

80

Público

Seinfra-CE

Iniciada

Não há

2006

2008

-

Tratamento de esgoto sanitário

Afastamento e tratamento de esgoto sanitário nos municípios de Taubaté e Tremembé

SP

Implantação

69

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2005

2010

Não

Estação Central de Tratamento de Esgoto de Natal

Construção de estação para tratamento de esgoto para beneficiar 325 000 habitantes

RN

Implantação

61

Público

Caern

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação do sistema de esgoto em Contagem

MG

Ampliação

61

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2003

2009

Rede de esgotamento sanitário de Natal

Ampliação da rede de esgoto em toda a zona oeste do município de Natal, beneficiando 105 000 habitantes

RN

Ampliação

56

Público/privado

Caern

Em projeto

Não há

2006

Não há

Não

Duplicação da produção e tratamento

Duplicação do sistema de captação de água bruta do rio Guamá, alcançando o valor de 10 000 l/s e da

PA

Ampliação

45

Público

Governo do estado

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

de água do Complexo Bolonha

capacidade da estação de tratamento de água do Bolonha, totalizando o valor de 6 400 l/s

Sistema Guarapiranga

Obras para a transferência de água do Sistema Guarapiranga para o Sistema Alto Cotia

SP

Ampliação

45

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2004

2007

-

Manancial do Alto Tietê

Fechamento do maciço da barragem de Taiaçupeba, adequação da transferência Tietê–Jundiaí e obras

SP

Ampliação

40

Público

DAEE

Iniciada

Não há

2005

2007

-

Sistemas de abastecimento de água e esgoto

Programa de Desenvolvimento Institucional e melhoria dos 33 sistemas de abastecimento de água e esgoto

PI

Impl./ref.

34

Público

Agespisa

Iniciada

Não há

2004

2006

Não

Sanear II

Ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário das Sub-Bacias K2, SD-2, SD-3, SD-4 e SD-5

CE

Ampliação

32

Público

Cagece

Iniciada

Não há

2006

2007

Sim

Saneamento para Todos

Construção de 4 filtros na Estação de Tratamento de Água Gavião, melhorias em unidades operacionais,

CE

Ampliação

31

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

complementares para aumentar a disponibilidade hídrica do manancial do Alto Tietê de 10 para 15 m3/s

Implantação de sistema de abastecimento de água para as localidades de Santa Isabel, Ipiíba e Rio do Ouro

RJ

Ampliação

25

Público

Cedae

Iniciada

Não há

2002

2007

Não Sim

Esgoto de João Pessoa

Rede coletora, estação elevatória, emissário de recalque e ligações domiciliares

PB

Ampliação

24

Público

Cagepa

Iniciada

Não há

2008

2011

Infra-estrutura turística do Litoral Oeste

Implantação de infra-estrutura rodoviária, de saneamento básico e energia

CE

Implantação

24

Público

Seinfra-CE

Em projeto

Não há

2007

2008

-

Tratamento de esgoto sanitário

Complementação do sistema de esgoto sanitário no município de São José dos Campos

SP

Ampliação

24

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2005

2009

Não

Sistema de esgotamento sanitário em

Ampliação do sistema de esgoto de Capim Macio e Ponta Negra, em Natal, beneficiando 50 000 habitantes

RN

Ampliação

23

Público

Caern

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Ampliação da rede de esgoto dos bairros Alto de São Manuel, Planalto, 13 de Maio e parte do Sumaré, no

RN

Ampliação

22

Público

Caern

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

BA

Ampliação

22

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

MG

Ampl./impl.

21

Público

Igam

Iniciada

Não há

2006

2007

-

Ampliação do macrossistema de água de Fortaleza

CE

Ampliação

21

Público

Cagece

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Ampliação e implantação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 6 sedes

MG

Ampl./impl.

20

Público

Igam

Iniciada

Não há

2004

2006

-

PI

Ampl./ref.

18

Público

Agespisa

Em projeto

Financeiro

2006

Não há

Não Não

Capim Macio e Ponta Negra Rede coletora de esgoto

município de Mossoró, beneficiando 22 500 habitantes Sistema integrado de abastecimento

Construção de 163 km de adutora, estação de tratamento de água, 21 reservatórios com capacidade de 10 a

de água de Santana e Porto Novo

500 m3 e 149 km de rede de distribuição, beneficiando 50 000 habitantes

Sistema São Francisco/Jequitinhonha

Ampliação e implantação de sistemas de abastecimento de água em 5 sedes municipais e 8 distritos nas bacias dos rios São Francisco e Jequitinhonha

Sistema de abastecimento de água da região metropolitana de Fortaleza Sistema Araçuaí

municipais e 23 distritos na bacia do rio Araçuaí Programa Pró-Saneamento

Ampliação e melhoria do sistema de abastecimento de água em 66 cidades piauienses

Coleta e tratamento de esgoto em Parnaíba

Implantação do sistema de coleta e tratamento de esgoto em Parnaíba

PI

Implantação

16

Público

Agespisa/BNB

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Tratamento de água em Canoas

Estação de tratamento de água no município de Canoas

RS

Implantação

16

Público

Corsan

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Tratamento de água em Araçagi

Estação de tratamento de água, reservatório elevado de 300 m3, reservatório apoiado de 1 500 m3, estação

PB

Implantação

15

Público

Cagepa

Iniciada

Não há

2007

2006

Não

elevatória de água tratada e adutora Esgoto em Campina Grande

Rede coletora, ligações domiciliares, estação de tratamento de esgoto, emissário e outras obras

PB

Ampliação

14

Público

Cagepa

Iniciada

Não há

2008

2011

Sim

Projeto Alagados VI

Intervenção em área de ocupação irregular com implantação de sistema de esgoto, abastecimento de água,

BA

Implantação

14

Público

Conder

Em projeto

Não há

2006

2008

Não

Ampliação

14

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2006

2008

Não

Implantação

13

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2006

2009

Não

macro e microdrenagem de águas pluviais, obras de urbanização e pavimentação Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação do sistema de esgoto sanitário em Coronel Fabriciano

MG

Sanear II

Implantação do sistema de esgotamento sanitário no município de Quixadá

CE

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

66 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 67

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

aquisição de equipamentos e substituição de bombas Rede de abastecimento

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:16

Page 68

2,4 ,

Obras | Lista por setores OBRA

Sistema de abastecimento de água da Região

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é o total a ser investido em obras de saneamento no estado de São Paulo — 12% do total do país

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Ampliação do sistema de abastecimento de água no Setor de Messejana

CE

Ampliação

13

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2007

2007

Não

Construção da barragem de Lagoa da Torta, com 19,1 km de rede de distribuição e 2 300 ligações

BA

Ampliação

11

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Abastecimento de água

Melhoria do sistema de abastecimento de água em Patos de Minas

MG

Reforma

11

Privado

Copasa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação do sistema de tratamento de esgoto do município de Ibirité

MG

Ampliação

10

Público

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2004

2020

Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação e melhorias no sistema de tratamento de esgoto sanitário de Pouso Alegre (1a etapa)

MG

Ampl./ref.

10

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Redução de perdas

Programa de redução de perdas de água em Belo Horizonte

MG

Implantação

9

Privado

Copasa

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Vilage da Lagoa

Intervenção em área de ocupação irregular com implantação de sistema de esgoto, abastecimento de água,

BA

Implantação

9

Público

Conder

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

BA

Implantação

9

Público

Conder

Iniciada

Não há

2002

2006

Não

Metropolitana de Fortaleza – Messejana Sistema integrado de abastecimento de água de Igaporã/Matina

macro e microdrenagem de águas pluviais, obras de urbanização e pavimentação Alagados IV e V

Intervenção em área de ocupação irregular com implantação de sistema de esgoto, abastecimento de água,

Tratamento de esgoto sanitário

Estação de Tratamento de Esgoto São Francisco, com capacidade para tratar 25% do esgoto de Rio Branco

AC

Implantação

9

Público

Sec. de Obras

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Tratamento de esgoto sanitário

Afastamento e tratamento de esgoto sanitário no município de Paulínia (SP)

SP

Implantação

8

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2005

2007

Sim

Abastecimento de água

Ampliação do sistema de abastecimento, expansão de rede adutora e construção de centro de reservação

AC

Impl./ampl.

7

Público

Saerb

Em projeto

Técn./legal

2007

2008

-

Canalização em Barbacena

Canalização e urbanização de avenida sanitária

MG

Implantação

7

Público

Deop-MG

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Sistema Alto Cotia

Melhoria da segurança operacional do sistema por meio da reabilitação da Barragem de Cachoeira da Graça

SP

Reforma

6

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2006

2008

-

Tratamento de esgoto sanitário

Melhorias na Unidade de Tratamento de Resíduos Rio Manso, em Belo Horizonte

MG

Reforma

6

Público

Copasa

Em projeto

Institucional

Não há

Não há

Não

Sistema de drenagem em Patrocínio

Drenagem de águas pluviais, emissários de canalização do córrego Rangel, pavimentação e paisagismo

MG

Implantação

4

Público

Deop-MG

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação da rede coletora de esgoto em Uruguaiana (RS)

RS

Ampliação

4

Público

Corsan

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Programa Pró-Saneamento

Ampliação e melhoria do sistema de esgoto de Teresina

PI

Ampliação

4

Público

Agespisa

Em projeto

Financeiro

2006

Não há

Não

Abastecimento de água

Melhoria do sistema de abastecimento de água no município de Coromandel (1 a etapa)

MG

Reforma

4

Privado

Copasa

Em projeto

Institucional

Indefinida

Não há

Não

Sanear II

Implantação do sistema de abastecimento de água do município de Santa Quitéria

CE

Implantação

4

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2006

2007

Sim

Sistema de esgotamento sanitário de Tianguá

Esgotamento sanitário do município de Tiaguá (2a etapa)

CE

Implantação

4

Público

Cagece

Iniciada

Não há

2007

2007

Não

Abastecimento de água

Melhoria do sistema de abastecimento de água no município de Carmo do Paranaíba (MG)

MG

Reforma

4

Privado

Copasa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Abastecimento de água

Ampliação do sistema de abastecimento de água em Diamantina (MG)

MG

Ampliação

4

Público

Copasa

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Tratamento de água

Ampliação e implantação de rede de água, estação elevatória e linha de recalque em diversas localidades

RS

Ampl./impl.

3

Público

Corsan

Iniciada

Não há

2006

2006

Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação do sistema de tratamento de esgoto sanitário no município de Três Marias (MG)

MG

Ampliação

3

Público

Copasa

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Abastecimento de água

Ampliação do sistema de abastecimento de água, reforço e expansão de rede de distribuição de água

AC

Impl./ampl.

3

Público

Saerb

Em projeto

Não há

2006

2006

-

Tratamento de esgoto sanitário

Afastamento e tratamento de esgoto do córrego Fortuninha, no município de Assis (SP)

SP

Implantação

3

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2003

2007

Não

Recanto Feliz e Paraíso Azul

Intervenção em área de ocupação irregular com implantação de sistema de esgoto, abastecimento de água,

BA

Implantação

3

Público

Conder

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

MS

Implantação

3

Público

Sanesul

Em projeto

Não há

Indefinida

2007

Não

macro e microdrenagem de águas pluviais, obras de urbanização e pavimentação Tratamento de esgoto sanitário

Sistema de Esgotamento Sanitário com a implantação de estação de tratamento de esgoto, estação elevatória e emissário (2a etapa)

Abastecimento de água e esgotamento sanitário

Ampliação dos sistemas de abastecimento de água e do serviço de esgotamento sanitário do Piauí

PI

Ampl./impl.

3

Público

Agespisa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Sistema de abastecimento de água da Região

Ampliação do sistema de abastecimento de água no Setor Capuan

CE

Ampliação

3

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2007

2007

Não

Metropolitana de Fortaleza – Capuan Tratamento de esgoto sanitário

Afastamento e tratamento de esgoto sanitário no município de Piedade (SP)

SP

Ampliação

2

Público

Sabesp

Iniciada

Não há

2000

2007

Sim

Abastecimento de água

Melhoria do sistema de abastecimento de água no município de Bambuí (MG)

MG

Reforma

2

Privado

Copasa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Fluoretação

Implantação de 95 kits de flúor em diversos municípios do estado

CE

Implantação

2

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2006

2007

Sim

Fábrica de cloro

Implantação de sistemas geradores e dosadores de cloro

CE

Implantação

2

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2006

2007

Não

(1) TIPOS DE OBRA: Implantação: Quando se refere a obra nova; Reforma: Quando se refere a melhoria em obra já existente; Ampliação: Quando se refere ao aumento da capacidade de obra já existente. (2) INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA: Volume de recursos necessários para a conclusão da obra a partir do estágio em que ela se encontra; quando o valor estimado era em dólares, foi convertido ao câmbio de 2,20 reais o dólar. (3) CONTRATANTE: Ente público ou privado que contrata ou licita a obra. (4) ESTÁGIO ATUAL (situação em outubro de 2006): Em projeto: Compreende todas as etapas que precedem o início das obras físicas; Obras iniciadas: Quando as obras físicas já começaram; Paralisadas: Quando as obras físicas foram interrompidas por um prazo indeterminado. (5) EMPECILHOS PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO: Ambiental: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas relacionados ao licenciamento ambiental; Financeiro: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de falta de recursos financeiros; Institucional: Início ou execução da obra

68 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 2006•2007

está atrasado ou paralisado por falta de marcos regulatórios que estabeleçam regras para o setor; Irregularidade: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de irregularidade apontada por órgãos oficiais; Legal: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de decisões judiciais; Logístico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado por problemas de logística relacionados ao projeto; Político: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em razão de ações que dependem do governo; Técnico: Início ou execução da obra está atrasado ou paralisado em decorrência de problemas técnicos relacionados ao projeto. (a) Em vários estados; (b) Estimativas feitas de acordo com o preço médio do mercado; (c) Quadro apresenta informações agrupadas por programa; as características de cada usina não foram especificadas porque variam conforme o caso e, além disso, individualmente elas têm pouca representatividade na geração de energia.

2006•2007 | ANUÁRIO EXAME • INFRA-ESTRUTURA | 69

OBRAS | Lista por setores

OBRAS | Lista por setores

macro e microdrenagem de águas pluviais, obras de urbanização e pavimentação

01. SETOR OBRAS totalOK

08/11/2006

16:16

Page 68

2,4 ,

Obras | Lista por setores OBRA

Sistema de abastecimento de água da Região

DESCRIÇÃO DO PROJETO

LOCAL

TIPO DE OBRA (1)

INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A CONCLUSÃO DA OBRA(2) (em milhões de reais)

ORIGEM DOS RECURSOS

CONTRATANTE OU LICITANTE (3)

ESTÁGIO ATUAL (4)

bilhões

de reais é o total a ser investido em obras de saneamento no estado de São Paulo — 12% do total do país

EMPECILHOS PARA EXECUÇÃO DO PROJETO (5)

DATA DE INÍCIO DA OBRA

PREVISÃO DE CONCLUSÃO

PRAZO DE ENTREGA FOI PRORROGADO ALGUMA VEZ?

Ampliação do sistema de abastecimento de água no Setor de Messejana

CE

Ampliação

13

Público

Cagece

Em projeto

Não há

2007

2007

Não

Construção da barragem de Lagoa da Torta, com 19,1 km de rede de distribuição e 2 300 ligações

BA

Ampliação

11

Público

Embasa

Iniciada

Não há

2006

2007

Não

Abastecimento de água

Melhoria do sistema de abastecimento de água em Patos de Minas

MG

Reforma

11

Privado

Copasa

Em projeto

Não há

Indefinida

Não há

Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação do sistema de tratamento de esgoto do município de Ibirité

MG

Ampliação

10

Público

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2004

2020

Não

Tratamento de esgoto sanitário

Ampliação e melhorias no sistema de tratamento de esgoto sanitário de Pouso Alegre (1a etapa)

MG

Ampl./ref.

10

Privado

Prefeitura Municipal

Iniciada

Não há

2005

2007

Não

Redução de perdas

Programa de redução de perdas de água em Belo Horizonte

MG

Implantação

9

Privado

Copasa

Iniciada

Não há

2005