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ANO 1

• Nº

02

Saiba como trabalhar seus textos de maneira profissional.

MARKETING JURÍDICO: As restrições impostas pelo Código de Ética da categoria. Uma publicação:

EW Design Studio


A comunicação com seus clientes pode ser mais fácil. A clareza na comunicação é essencial, tanto na comunicação escrita quanto na comunicação visual. A EW Design Studio ajuda a deixar sua comunicação mais nítida e clara para seus clientes. Não basta ter um material visual bonito, tem de transmitir os conceitos corretos e incorporar os códigos de cada categoria de consumo. É isso que a EW faz: trabalha os elementos visuais da comunicação de sua empresa e de seus produtos para que seus consumidores se sintam familiarizados com ela.

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payback REVISTA

MUITO MAIS QUE NEGÓCIOS.

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Revista Payback, edição nº 02 A revista Payback é uma publicação eletrônica de periodicidade bimestral da EW Design Studio, cujo o conteúdo é produzido em parceria com outras empresas e profissionais. As opiniões, informações, conceitos e ideias, assim como sua veracidade, expressos em matérias e artigos assinados não são, necessariamente, compartilhadas pela revista; seus autores assumem plena responsabilidade por elas.

Colaboradores desta edição Rachel Garcia e equipe; Alan Fernandes da Silva; Juraci José Pereira; Claudiney Amaro. Publicidade Janaina Hinsching janaina@ewcom.com.br 12 3308.4472

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EXPEDIENTE

Projeto Gráfico, Diagramação e Capa Erivan Witamar ew@ewcom.com.br


EDITORIAL

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A primeira impressão a gente nunca esquece. Nossa primeira edição, com certeza causou uma boa impressão, é o que nos mostram os números, até o momento do fechamento desta edição: 579 leitores e 9332 visualizações de páginas em 71 dias. A matéria sobre Blindagem Patrimonial obteve 380 visualizações; a matéria sobre Desenvolvimento comportamental alcancou 348; a matéria de capa, sobre Criatividade, foi visualizada 339 vezes e a entrevista com o mestre de Kung Fu, Lee Woon Wah recebeu de 250 exibições. Os números citados nos deixam muito motivados, pois para a edição de lançamento de uma revista digital independente, são números bastante expressivos. Estamos também muito gratos a todos que nos ajudaram a dar esse primeiro passo. É bom ver que todos continuam conosco nessa 2º edição, que conta com uma matéria nossa sobre Tipografia. Esse assunto tem se tornado cada vez mais importante, na medida em que hoje, ninguém está livre de algum contato com a leitura de algum conteúdo, nas diversas formas em que possa ser apresentado. O Master Coach Alan Fernandes nos traz uma reflexão sobre nossas qualidades interiores e como utilizá-las para ganhar mais autoconfiança e aumentar nosso desempenho profissional. Temos dois estreantes nessa edição: um deles, Juraci Pereira, atua há mais de 2 décadas no segmento de Consultoria Contábil para inúmeras empresas e nos alerta, em seu artigo, sobre mais uma ferramenta que o Fisco criou para ampliar o seu controle sobre as atividades empresariais. O segundo é o Claudiney Amaro, da Solutec Vale, que nos fala sobre a necessidade do Monitoramento de Segurança. Como vocês podem ver a revista está recheada de informações relevantes e úteis para o dia-a-dia de quem vive nas áreas urbanas, seja em uma pequena cidade ou em uma grande metrópole. Aproveitem! Erivan Witamar.

Revista Payback •JULHO 2012


Da próxima vez que tiver de esperar, não esqueça sua Payback.

Payback é uma revista digital, dirigida a empresários e homens de negócio que querem informação de qualidade, com a flexibilidade e mobilidade que a vida moderna exige. Payback é uma publicação criada e produzida pela EW Design Studio em colaboração com seus clientes e parceiros. Concebida para ser inteligente em todos os aspectos, tanto no conteúdo quanto na forma. Por ser digital não gera lixo; não ocupa espaço, não polui e você ainda pode acessá-la de qualquer lugar onde tenha acesso à internet. Quando a espera for inevitável, que seja com informação da melhor qualidade. Se você é inteligente, versátil e dinâmico, então sua revista é Payback.

Leia: ewcom.com.br/payback

Anuncie: 12 3308.4472 / 11 3042.8470 pub@ewcom.com.br


ÍNDICE

6 O que os advogados podem fazer para divulgar seus serviços sem ferir o código de ética da profissão. A equipe da Garcia Advogados dá a sua interpretação do Código de Ética e Disciplina da OAB.

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MARKETING JURÍDICO INTELIGÊNCIA FISCAL SPED - Serviço Público de Escrituração Digital. Saiba como evitar multas altíssimas pela não entrega de documentação fiscal ou contábil, nesse artigo de Juraci J. Pereira.

SEGURANÇA

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Monitoramento Eletrônico As câmeras de monitoramento podem aumentar sua tranquilidade e evitar dores de cabeça.

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MATÉRIA DE CAPA Tipografia Com o acesso fácil a softwares de produção de conteúdo, saiba que cuidados tomar para tornar a leitura do seu texto mais agradável e atrativa.

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Busque a vitória dentro de si mesmo. O auto-conhecimento pode fazer a diferença na vida pessoal e profissional. Saiba mais nesse interessante artigo do Master Coach Alan Fernandes da Silva.

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ÍNDICE

PERFORMANCE PARA VENCER.

Ilustração em 3D, produzida pela EW Design Studio.

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DIREITO

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Marketing Jurídico Bom senso e discrição são os limites impostos pelo Código de Ética da OAB.

Por Rachel Garcia e equipe da Garcia Advogados.

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omo sabemos, a sociedade vive nos dias de hoje com grande fomento dos negócios e consequentemente das relações interpessoais com fornecedores e seus respectivos clientes. Isso torna o mercado altamente competitivo merecendo assim destaque na gestão de estratégias de marketing para criar novos canais de relacionamentos. Na advocacia não é diferente. A cada ano, milhares de bacharéis se formam e tornam-se advogados, todavia, tais estratégias de marketing não são ministradas na grade curricular de

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referidos profissionais, precisando com isso de auxílio técnico especializado na área. Entretanto, existe uma limitação imposta, encontrada no Código de Ética e Disciplina da OAB, que traz como conceito central a palavra moderação. Assim dispõe o artigo 28: “Art. 28. O advogado pode anunciar os seus serviços profissionais, individual ou coletivamente, com discrição e moderação, para finalidade exclusivamente informativa, vedada a divulgação em conjunto com outra atividade.” Além disso, dispõe o artigo 7º do Código


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Conforme podemos extrair dos textos legais acima transcritos, é vedada qualquer forma de captação de clientes

através de campanhas publicitárias que ultrapassem o limite do bom senso. Portanto, a propaganda na advocacia deverá ser puramente informativa, tendo como seu primordial objetivo levar ao conhecimento do público em geral, ou a sua própria clientela, dados e informações, acerca da atividade a ser realizada pelo advogado ou sociedade de advogados. Consonante ao Código de Ética e Disciplina, no que tange os limites éticos da publicidade, propaganda e a informação da advocacia, temse o importante Provimento n.º 94/2000 do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil que delimita de modo conciso, porém, primoroso tais balizas éticas. Vejamos também como um julgado do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB articula todos esses pontos: “PUBLICIDADE - PROPAGANDA MARKETING - LIMITES ÉTICOS Ao advogado não é proibido anunciar seus serviços profissionais, desde que o faça com discrição e moderação (arts. 28 a 34 do CED). Quando, saindo da área discreta e moderada

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da publicidade, se envolve em métodos ou táticas de marketing - que trazem em si a idéia da concorrência – e ingressa na área da captação desleal de clientes, denigre o serviço público, que dele se espera, e a função social do seu ministério, que é incompatível com a mercantilização (art. 3º do EAOAB e 5º e 7º do CED). É lícito o advogado prestar-se a participar em programa de rádios, de TV,

dar entrevistas, discutir publicamente temas de interesse geral, porém, sem fazer dessas oportunidades ou desses meios de comunicação motivo ou azo a autopromoção ou oferta de serviços, mormente se o fizer com o espírito de “guerrilha” das estratégias concorrenciais, que, em advocacia, são sinônimo de desonestidade; no mínimo, de deslealdade. (Precedentes e Provimento 94/2000 do CF).” (Proc. E-2.800/03 – v.u. em 13/11/03 do parecer e ementa do Rel. Dr. ERNESTO LOPES RAMOS – Rev. Dr. JOÃO TEIXEIRA GRANDE – Presidente Dr. ROBISON BARONI) Considerando a evolução das relações comerciais e sua vigorosa competitividade, restaram às sociedades de advogados e aos próprios advogados criarem mecanismos para buscar espaço na imprensa, sendo estes por meio de cartões de visita, materiais de escritório, listas telefônicas, blogs, websites, elaboração de artigos jurídicos impressos, ou ainda, para sites especializados na área, palestras, entre outros.

DIREITO

de Ética e Disciplina da OAB: “Art. 7º. É vedado o oferecimento de serviços profissionais, que impliquem em, direta e indiretamente, inculcação ou captação de clientela.”


DIREITO

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Ressalvadas então as proibições impostas pela legislação brasileira, e realizada de forma discreta e moderada, o marketing utilizado pelo advogado poderá percorrer pelos mais diversos meios de comunicação, desde que não se iguale ou se misture, por sua forma ou modo de realização, com práticas costumeiramente comerciais, que são repudiadas na forma da lei. Por fim, deve-se usar o bom senso como o alicerce fundamental da propaganda jurídica, sendo, que os meios de comunicação devem ser utilizados com prudência, comedimento e parcimônia, a fim de que não ocorra o desvirtuamento dos princípios e objetivos da norma, não no sentido qualitativo, mas sim quantitativo e de frequência do uso da propaganda junto ao público. Com isso verificamos que a advocacia é um ramo promissor para os profissionais da área de propaganda, publicidade e marketing, porém, tais profissionais devem se adequar a peculiaridade das campanhas publicitárias da advocacia. Rachel Garcia

é especialista em Direito Civil, Processual Civil e Diretora do Departamento Jurídico da Garcia Advogados

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Ajudamos seus clientes a ver sua empresa com mais nitidez. Dizem que uma imagem fala mais que mil palavras, mas às vezes essa imagem pode estar dizendo as palavras erradas. A EW Design Studio já ajudou muitas empresas a corrigir sua linguagem visual. Para criar afinidade com um determinado público, a marca, nas diferentes formas que ela assume (site, cartão de visitas, folhetos, anúncios, relatórios anuais etc), tem de funcionar como um espelho e refletir os valores de seus consumidores. Portanto, não basta ter um visual bonito, tem de transmitir os conceitos corretos e incorporar os códigos de cada categoria de consumo. É isso que a EW faz: trabalha os elementos visuais da comunicação de sua empresa e de seus produtos para que seus consumidores se sintam familiarizados com ela. NAMING

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COACHING

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PERFORMANCE PARA VENCER. Por Alan Fernandes da Silva*

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O que Preciso Aprender para Vencer.

omo um coach, um dos meus principais focos é ajudar as pessoas a aumentarem sua performance para vencer. O que quero dizer com a palavra performance? Performance é a maneira, a habilidade, a capacidade, entre outras coisas que a pessoa utiliza para realizar o que deseja. O que quero dizer com a palavra vencer? A vitória nada mais é do que o objetivo, o sonho, o sucesso ou simplesmente a felicidade que alguém quer alcançar. As pessoas me procuram para aumentar sua auto-estima, quebrar “barreiras” limitantes, encontrar possibilidades, pensar de forma diferente, resolver conflitos internos que as atrapalham no caminho do sucesso, adquirir recursos para desenvolverem habilidades ligadas à inteligência emocional, entre outras coisas. A maioria dos meus clientes possuem nível superior completo, mestrado e já tive clientes com doutorado. Essas mesmas pessoas com tanto conhecimento sobre ciências e processos, tinham uma grande dificuldade para aprender

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a vencer barreiras simples, muitas delas internas. Tudo isso me fez pensar sobre o que aprendemos na escola, na faculdade, ou seja, na sala de aula. Concluí que aprendemos muitas coisas importantíssimas e que são fundamentais para o desenvolvimento do ser humano. E também concluí que poderíamos aprender muitas outras mais. Na escola, na faculdade etc, não temos aula para aprender a vencer na vida, aprender a resolver nossos conflitos internos, não temos aula para aprender como lidar com nossas emoções, não temos aula para aprender a encontrar nossa verdadeira força interior, não temos aula sobre coragem, não temos aula de atitude, não temos aula para aprender a conhecer nossa mente, nem as partes que constituem o cérebro, apesar de seu funcionamento ter forte influência sobre os resultados de nossa vida, dependendo do que pensamos ou falamos.... Meu objetivo com esse texto está longe de querer criticar os atuais métodos de ensino e disciplinas adotados no Brasil e no mundo. Meu objetivo é ressaltar como nós seres humanos, deveríamos


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nossa mente, nossas emoções e aprenderemos a acreditar em nós mesmos. Poderemos revolucionar nosso mundo para melhor; um mundo onde não teríamos problemas, mas sim oportunidades de melhoria, onde saberíamos encontrar forças para vencer as dificuldades; um mundo onde as pessoas não se limitariam e estariam constantemente aprendendo sobre sua potencialidade; um mundo onde problemas como a depressão o estresse seriam erradicados pela luz do conhecimento da verdadeira potencialidade e essência humana; um mundo onde todos iriam

*Alan Fernandes da Silva é Master Coach; Trainer e Master Practitioner em PNL; Administrador de Empresas; Especialista em Business Coaching; Vendas e Liderança Instrutor e Treinador Profissional de Cursos e Treinamentos de Alta Performance; Membro da Sociedade Brasileira e Internacional de Coaching; Presidente da Associação Brasileira de PNL, Coaching e Inteligência Emocional e diretor da Global Trainer - Coaching, Consultoria e Treinamentos

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colaborar com sua própria felicidade e a felicidade dos outros, fazendo aquilo que mais amam fazer, que está alinhado com seus valores e propósito de vida. Sim, é possível sonhar com esse é um mundo maravilhoso! A partir do momento em que escolhermos aprender mais sobre a essência da mente e do ser humano.

COACHING

aprimorar nossa forma de entender o que realmente é necessário aprender para alcançar o sucesso e a felicidade na vida. Eu acredito que no momento em que a sociedade, os governos, todos entenderemos que nós (seres humanos) temos recursos interiores fantásticos, que todos podemos e devemos ser felizes, daremos a devida importância para o autoconhecimento, entenderemos


CONTABILIDADE

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FISCO AMPLIA SUA INTELIGÊNCIA FISCAL. Por Juraci J. Pereira*

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A relação empresa x contabilidade deve ser estreitada.

aros leitores, considerando que a grande maioria das empresa no Brasil é composta por médias, pequenas e micro empresas e que em muitos casos os serviços ligados a área contábil, fiscal e trabalhista são terceirizados é necessário muita atenção para as obrigações fiscais relacionadas ao SPED (Serviço Público de Escrituração Digital) a que estão sujeitos. Tal atenção deve ser motivo de preocupação e avaliação da atual estrutura de Informática e Sistemas tendo em vista a necessidade de geração de informações no formato e com o nível de detalhamentos exigidos pelo fisco atualmente. Além das observações feitas acima uma fórmula simples deve ser implementada para que as partes evolvidas alinhem as ações dentro de suas responsabilidades para atingir a máxima segurança, ou seja: Empresário + Contador = Segurança. A necessidade de aproximação sempre foi importante, mas na atual conjuntura se tornou ainda mais principalmente para empresa que atuam na área comercial ou industrial. Para atender o SPED não basta apenas envolver as área contábil e fiscal das empresas, outras áreas

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devem participar das reuniões de preparação da empresa tais como Compras, Estoques, TI, Contas a Pagar e a Receber e, principalmente, a Direção da empresa que é a parte responsável para a liberação de recursos necessários para implementação de ferramentas e mudança de métodos de trabalho que permitirão que a empresa gere as informações necessárias.


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Dicas para evitar multas de até R$360.000,00 por ano pela falta de entrega do SPED fiscal (EFD) e ou contábil (ECD):

2º) Reúna as áreas de sua empresa que tem relação direta ou indireta com o assunto para avaliar as mudanças necessárias; 3º) Avalie se o sistema de informática utilizado por sua empresa atende as necessidades

fiscais atuais relacionadas ao SPED.

4º) Contrate um profissional especializado para preparar a empresa para a nova necessidade; 5º) Avalie o cadastro de fornecedores e clientes detalhadamente quanto as informações imputadas no seu sistema; 6º) Participe de seminários sobre o assunto.

*Juraci José Pereira Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade São Judas Tadeu; Pós-graduado em Controladoria pela FECAP; Técnico em Administração de Empresas pelo Colégio Castro Alves; Membro do Conselho Diretor e contribuinte da Legião Mirim de Vila Prudente, entidade que orienta jovens para o mercado de trabalho; Associado do Rotary Club Internacional  presente em 169 países, e membro do Rotary Club São Paulo Alto da Mooca desde 1996 exercendo o cargo de presidente em 2004/2005, cargo de Governador Assistente área III do Distrito 4430, Cargo de Tesoureiro – Rotary do Distrito 4430 (Gestão 2008 /2009).

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CONTABILIDADE

1º) Reunião com o contador para verificar a que SPED sua empresa está obrigada no momento (EFD e ou ECD);


Dinâmica e flexí Finalmente uma revista dirigida aos empresários e homens de negócio que querem informação de qualidade com a flexibilidade e mobilidade que a vida moderna exige. Payback é uma publicação criada e produzida pela EW Design Studio em colaboração com seus clientes e parceiros. Concebida para ser inteligente em todos os aspectos, tanto no conteúdo quanto na forma. Só uma revista digital tem: exposição mundial através da web; publicação simultânea e imediata;

Para anunciar, ligue: 12 3308.4472 Para ler: ewcom.com.br/payback

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xível, como você. geração de tráfego apoiado pelas redes sociais (Facebook, Twitter, Linked In, site da EW, link no seu próprio site); resultados de distribuição monitorados em tempo real; estatísticas de visitação; o menor valor de investimento do mercado; interatividade, links que conectam o leitor diretamente ao anunciante; perenidade, pois a revista fica on-line por tempo indeterminado aumentando infinitamente a exposição de sua mensagem; não gera lixo; não ocupa espaço e não polui.


CAPA

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Tipografia Os Tipos. Mais conhecidos como “letras”, uma das formas de expressão mais antigas da comunicação humana e, por paradoxal que possa parecer, são os elementos mais importantes da nossa atual “Era da Informação”, mas tem passado despercebido pela imensa maioria das pessoas que produzem e consomem os mais diversos conteúdos, tanto nos meios impressos quanto nos eletrônicos. Por *Erivan Witamar da EW Design Studio.

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O principal responsável pela primeira fase dessa revolução da informação foi Gutenberg (Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg • 1398-1468), um metalúrgico (ferreiro) alemão que inventou os tipos móveis constituídos por uma liga metálica e que eram utilizados para compor textos para impressão (alguns de nossos leitores talvez se lembrem das máquinas tipográficas). Esses tipos móveis eram peças de

meios eletrônicos, utilizando-se de sites ou e-books ou simplesmente programas de edição de textos.

metal onde cada letra do alfabeto era gravada individualmente, em relevo e quando arranjadas em forma de texto (linhas ou blocos) podiam ser utilizadas como matriz de impressão tipográfica. Eram chamados de tipos móveis, pois podiam ser postos em qualquer posição que fosse necessária dentro de uma composicão de texto. Importante salientar que estamos nos referindo às origens do uso da tipografia para aplicação na produção gráfica (impressão de publicações) e não às origens da escrita.

Quem começou a utlizar ferramentas eletrônicas de edição depois dos adventos do Desktop Publishing (Computação Gráfica) ou da Internet (pessoas que podem ser identificadas facilmente quando se referem aos tipos pela denominação de “fontes”, ou seja, a grande maioria) normalmente, nem para para pensar quanto conhecimento e quantos estudos já foram feitos nessa área para definir quais tipologias são mais adeqaudas para cada situação de leitura. A maioria das pessoas escolhe o tipo de letra que acha mais bonito ou simplesmente aqueles que são default no Word (Times ou Arial) e produzem seus documentos. Isso é comôdo para quem produz, mas incômodo (mesmo que nem sempre se tenha consciência) para quem lê. Mas antes de nos aprofundarmos no uso prático da tipografia vamos relembrar alguns marcos importantes da história da comunicação gráfica:

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A segunda grande revolução já é bem conhecida por todos nós, principalmente depois da criação dos iPods. Sim, estamos falando de Steve Jobs, o gênio da tecnologia gráfica contemporânea. Se Gutenberg deu início aos processos gráficos de impressão (mais tarde aperfeiçoados por Alois Senefelder que em 1796, inventou a impressão litográfica, que deu origem à impressão Offset), Steve Jobs permitiu que todos as pessoas pudessem criar e consumir conteúdo eletrônico, independente de seu nível de especialização técnica, dando vazão à 2ª grande revolução da informação e comunicação.

CAPA

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té pouco tempo, Tipografia (área do conhecimento que estuda os usos e formas gráficas dos textos) era assunto para especialistas e estes possuíam um sólido arcabouço técnico que lhes permitia escolher a Tipologia (família de letras com desenho específico, feito para um determinado propósito) mais adequada para cada uso. Hoje, qualquer pessoa pode produzir e publicar conteúdo nos


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Uma das maiores preocupações de Steve Jobs, quando começou a criar a interface gráfica do seu sistema operacional para os computadores da Apple, foi a de estudar os tipos. Nesta matéria minha intenção é questionar e discutir a qualidade técnica dos materiais produzidos atualmente. As pessoas têm pouca consciência disso (e essa não é a responsabilidade de quem consome e sim de quem produz), mas existem razões e fundamentos por traz de um material mais confortável e fácil de ler e outros que são difíceis, “pesados”, cansativos para os olhos. Um desses fundamentos é a boa escolha e o bom uso dos tipos. Outro fator importantíssimo é a diagramação (disposição e organização dos elementos gráficos em uma página). Erik Spiekermann em seu livro “A linguagem invisível da tipografia.”, esclarece: “Lemos melhor aquilo que lemos mais, mesmo se estiver mal composto, mal projetado e mal impresso”, o que quer dizer que as primeiras impressões e hábitos que criamos ficam fortemente arraigados em nossa mente, assim uma pessoa vai se sentir confortável em ler os materiais aos quais se acostumou, mesmo que eles sejam técnicamente sofríveis. Uma forma mais fácil de classificar as tipologias, quanto à característica de seu desenho, é a seguinte:

Tipos Serifados (Serif): apresentam acabamentos triangulares ou retangulares (serifas) bem pronunciados em suas extremidades. Por exemplo: Times New Roman; Tipos Semi-serifados (Semi Serif): que apresentam os mesmos acabamentos dos tipos serifados, mas de uma forma menos evidente, somente sugerindo uma serifa. Por exemplo: Linex Sweet; Tipos lapidários ou sem serifa (Sans Serif): sem acamentos em suas extremidades, o desenho de suas letras é reto, como por exemplo, a fonte Arial;

E finalmente, os Tipos Fantasia: que são aqueles que têm uma aparência mais festiva, muito informais, mais ilustrativos e adequados à aplicações mais infantis ou em casos bem específicos em que se quer transmitir um sentimento ou mensagem extremado(a). Ainda existem outros sistemas de classificação e subclassificações, mas não vamos nos aprofundar nesse aspecto aqui, pois esse tema é amplo e teríamos de escrever um livro para isso.

No detalhe, exemplo de tipos Gótico, utilizados em jornais para transmitir a ideia de tradição. Revista Payback •JULHO 2012


As tipologias são desenhadas por Tipógrafos, Designers de Tipos (Type Designers) e cada uma delas é pensada para um determinado uso, uma determinada utilidade e forma de expressão. Em geral (e para materiais impressos), as tipologias serifadas são mais adequadas à conteúdos mais extensos, de leitura mais densa e pesada, pois as serifas guiam a visão, definindo mais o desenho de cada letra e

aspectos de navegação e retenção do internauta pelos efeitos visuais e recursos de interatividade e menos atentos ao conforto (ergonomia) de leitura e fundamentos de uma boa diagramação. Essa categoria profissional (que hoje já se encontra em um estágio muito superior de desenvolvimento) foi formada com ênfase no domínio operacional dos softwares de produção de sites que, até bem pouco tempo,

tornando a leitura menos monótona e cansativa; e os tipos mais retos para conteúdos menos densos, com menor quantidade de textos, que priorizem mais uma estética moderna e jovial. Acontece que, com a popularização da internet e dos programas de edição gráfica, esses conceitos foram sendo deixados de lado, afinal, a formatação da informação, extrapolou as fronteiras profissionais do Design, tornandose acessível também aos amadores. Com isso criou-se uma sub-categoria do Design, o Web Design, normalmente mais preocupado com os

só permitiam a edição através de códigos e scripts (linguagem de programação). Programação, nada tem haver com Design, o Designer deve estar focado em organizar e trabalhar a estética da informação a ser transmitida de forma eficaz e atrativa, preocupando-se com os objetivos de comunicação. Engenheiros de Software, profissionais com uma inteligência mais matemática e racional é que devem se ocupar de programação; diferente do Designer, que tem uma inteligência mais voltada para os aspectos humanos, emocionais e intuitivos.

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Até o meio dos anos 90, em 99% dos casos um Designer tinha somente que se preocupar com a leitura de textos em materiais impressos. Para esse meio, haviam vários parâmetros consagrados a se considerar na hora de planejar o design de uma peça criativa, fosse ela um folheto, uma revista, um outdoor, uma embalagem ou mesmo placas de sinalização de ambientes, a saber: •Estilo (estética, desenho da letra que tenha afinidade com o público a que se destina), serifada clássica, moderna, fantasia etc; • Quantidade máxima de fontes (famílias de tipos) necessárias, incluindo suas variantes (bold, light, itálico etc). Raramente mais que 2 fontes são necessárias; • Tamanhos dos tipos para cada informacão onde as fontes serão aplicadas (Títulos, subtítulos, destaques, numeração de página, título de seção, capítulos etc.); • Espaçamento entre as linhas, chamado de entrelinhas e entre as letras (entreletras) que seja mais adequado à quantidade de texto altura e largura das colunas de texto; • Espaço entre as colunas (quando houver mais de uma); • Margens em volta do texto; • Formato da peça ou publicação; • Processo de impressão (offset, rotogravura, flexografia entre outros);

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• Tipo de papel (jornal, com revestimento brilhoso ou fosco, micro ou macro poroso, reciclado etc); • Distância em que o texto seria lido; •Hierarquia de informações (destaque maior para o mais importante e assim por diante); • Alinhamento de textos (justificado, à esquerda, à direita ou centralizado). Então veio a internet e com ela muita liberdade de recursos em termos de aplicação de efeitos gráficos, cores e fotografias (neste último caso, nem tanto se pensarmos na resolução). Mas houve pouca evolução quanto à liberdade e qualidade de manipulação de textos, os fabricantes de software para internet e de monitores, só agora (e aqui falo principalmente da Apple e Adobe), começaram a introduzir melhorias que visam amenizar a monotonia e as limitações na aplicação de diferentes tipologias. Então, a confusão das pessoas em geral, não só dos web designers: todo mundo passou a entender que a tipologia mais adequada para leitura em meios eletrônicos eram as tipologias de desenho reto (como a Arial e a Verdana), mas na verdade isso nada tem haver com boa legibilidade, tem haver com limitação técnica. Se você usa um tipo serifado (como a Times, por exemplo) em sites ou conteúdos para ser lidos em meio digital, os dispositivos de saída não conseguem manter uma boa resolução, principalmente em tamanhos reduzidos, pois ao contrário dos meios impressos, na tela a resolução é limitada (ainda) porque as imagens são formadas pelos pixels, que são pequenos quadrados, assim, para tipologias cujo desenho


tem um espessura variável ou muito fina, fica difícil reproduzir com fidelidade na tela. De qualquer maneira, enquanto os monitores de dispositivos eletrônicos forem retroiluminados, nunca serão totalmente confortáveis ao olho humano, por mais definição que tenham. Nesse aspecto, seria interessante ver uma evolução maior da tecnologia de formação de imagens através das “e-inks” (uma espécie de tinta eletrônica) como a utilizada pelo leitor digital Kindle, da Amazon. Todas as outras regras de para se obter boa legibilidade nos textos continuam valendo. Assim, quando você for produzir um conteúdo para impressão ou para ser lido na tela (sendo você designer ou não) pense no conforto visual de quem vai ler e atente para os seguintes pontos: Estilo da fonte: em relação ao desenho da fonte, ela deve combinar com o estilo de layout que você esteja planejando e devido à enorme quantidade de opções adote como regra geral o seguinte: tipologias com serifa são mais confortáveis ao olho humano, de maneira que quanto maior a quantidade de texto e menor o tamanho da fonte, mais adequado será o uso de tipos serifados. Quando a quantidade de texto for menor, você pode ter mais tranquilidade em usar um tipo de desenho reto; Hierarquia de informações: nesse caso é mais um cuidado com a ordem em que cada informação deve ser lida; Contraste: o contraste pode ser aplicado através da diferença de tonalidade, de tamanho, de

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cores, de pesos (bold, light etc) ou de estilos. O contraste no texto e no layout torna o conteúdo mais organizado visualmente e facilita a leitura, tornando-a mais rápida e fácil; Espaço entrelinhas: essa é uma característica sutil, mas que ajuda muito na legibilidade, as áreas de contra-grafismo (áreas vazias em volta e no meio dos textos) dão descanso aos olhos e podem tornar a leitura mais agradável. Se as linhas de texto forem muito apertadas o texto se torna mais pesado, desgastando a vista do leitor, se forem muito folgadas os elementos se tornam desconexos, o que poderá confundir quem estiver lendo; Espaço entreletras: o olho humano faz uma varredura no texto reconhecendo grupos de palavras, ou seja, reconhece cada grupo de letras separadamente, assim palavras muito espaçadas ficam irreconhecíveis ao cérebro, difícil de entender. Mas não exagere, apertando demais o espaçamento entreletras, pois aí não vai ser possível reconhecer as letras que compõem a palavra; Largura da linha ou largura da coluna de texto: uma medida, já amplamente testada e comprovada, de largura para uma linha de texto comporta entre 60 e 65 caracteres (letras), acima de 80 qualquer leitor ficaria confuso. Esta quantidade de caracteres por linha é muito boa para textos com tamanho entre 10 e 12 pontos que são os mais comuns. A regra geral na relação tamanho de letra versus largura da linha é quanto menor o tamanho do caractere, menor deverá ser a largura da linha. Mesmo assim,

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se tiver de ser uma coluna larga, então que não contenha uma massa de texto muito grande. Alinhamento do texto: em geral, as pessoas preferem o alinhamento justificado por sua aparência mais organizada, contudo esse é o mais pesado e cansativo. O centralizado e o alinhado à direita só se aplicam para casos específicos com pouca quantidade de texto, normalmente de apenas um ou dois parágrafos. O mais moderno e fácil de ler é o alinhamento à esquerda, mas este ocupa mais espaço; Margens: muitas pessoas querem fazer algo como colocar a Amazônia dentro da cidade de São Paulo, então quase não utilizam margens na página e inserem uma quantidade desproporcional de texto, pensando em economia de espaço. Pode até ser que o objetivo de colocar muito texto em pouco espaço seja atingido, mas de que adianta uma quantidade

grande de informação se ela for desagradável de ler? Não faça isso, se vai fazer algo para outras pessoas lerem, torne essa leitura fácil, agradável e interessante, seja o mais generoso possível com o uso de margens. Uma página com bom equilíbrio de margens pode ser comparada à uma sala de decoração clean, de cores leves e com poucos móveis. Pode ter certeza, seus leitores vão notar a diferença e vão ser gratos por você proporcionar a eles um conteúdo bonito, fácil e rápido de ler e entender. Se você quer fazer um bom trabalho e ser reconhecido por isso, esteja atento à essas recomendações, a informação por si só, pode até ser relevante, mas não vai ser lida se não for atraente e confortável. Um texto bem formatado e bem diagramado conquista as pessoas e dá credibilidade a quem o produziu. *Erivan Witamar

é Designer Gráfico há 17 anos e comanda 2 empresas na área há 11 anos, atendendo empresas de diversos setores da economia e realizando trabalhos nas áreas de Design de Marcas, Embalagens, Editorial, Imagem Corporativa, Web e mais recentemente Modelagem em 3D.

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Se você se comunicar com seus clientes assim.

É assim que sua empresa será vista por eles.

Na hora de se comunicar com seus clientes, você deve usar palavras e imagens que eles entendam. A EW Design Studio pode te ajudar a ajustar sua linguagem visual para criar afinidade com seu público. A marca, nas diferentes formas que ela assume (site, cartão de visitas, folhetos, anúncios, relatórios anuais etc), tem de funcionar como um espelho e refletir os valores dos consumidores-alvo. Portanto, não basta ter um material visual simplesmente bonito, esse material deve transmitir os conceitos corretos, incorporando os códigos de cada categoria de consumo. É isso que a EW faz: aproxima sua empresa de seus clientes através de um trabalho planejado de comunicação de marca.

1 2 ewcom.com.br 3 3 0 8 . 4 4 7 2 • 11 3 0 4 2 . 8 4 7 0 • e w @ e w c o m . c o m . b r • w w w. e w c o m . c o m . b r

NAMING

BRANDING

EMBALAGENS

WEBDESIGN

MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO

SINALIZAÇÃO


SEGURANÇA

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CÂMERAS DE SEGURANÇA INIBEM CRIMINOSOS Por Claudiney Amaro*

Equipamentos modernos e confiáveis, ajudam a aumentar sua tranquilidade.

A

s câmeras de segurança se tornaram fundamentais para os condomínios, residências, empresas e cidades. Sendo um dos equipamentos eletrônicos mais utilizados quando o assunto é segurança, pelo seu ótimo resultado, através da instalação em pontos estratégicos. As câmeras de monitoramento permitem uma ampla visão de locais isolados ou que estejam fora do alcance das pessoas e tem como uma de suas vantagens principais o seu custo x benefício. Com o sistema de câmeras de segurança você pode prevenir e até inibir atos de vandalismo ou qualquer outro delito que possa acontecer no interior da sua residência, empresa ou condomínio. Através dele se tem uma visão inteira do local, visto que ele está alerta 24 h por dia, em tempo real, podendo ser

visualizado via internet, inclusive via celular. O monitoramento constante através de câmeras de segurança inibem o índice de criminalidade em diversas cidades. O principal fator é o aumento das prisões de bandidos, que são flagrados pelas câmeras de monitoramento, que estão por toda parte. Espalhadas por diversos pontos estratégicos, as câmeras de segurança filmam e evitam atos desagradáveis de pessoas mal intencionadas. Muitos bandidos já foram presos devido às imagens das câmeras de monitoramento. Até 80% de crimes nas cidades são resolvidos após a exibição das imagens das câmeras de segurança. Proteja você também o seu patrimônio! Monitore seu trabalho ou sua casa, e acompanhe tudo pelo celular.

Claudiney Amaro

é Diretor Comercial da Solutec Vale, empresa que presta serviços em instalações Elétricas, Equipamentos para Segurança e Redes de Dados.

www.solutecvale.com.br solutecvale@solutecvale.com.br

(12) 3302-4713 (12) 3302-4763

Revista Payback •JULHO 2012


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Revista Payback nº 2  

Revista de conteúdo empresarial, nas áreas de Deisgn, Advocacia, Contabilidade, Desenvolvimento Pessoal e Profissional e Segurança Eletrônic...

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