Page 1

CADERNO DE ATIVIDADES

SAÚDE


MANUAL DO EDUCADOR


O CADERNO DE ATIVIDADES

ATIVIDADES

O Baú das Artes vem acompanhado de um Caderno de Atividades, que o professor poderá utilizar do modo como considerar mais adequado. As atividades estão divididas por Temas Transversais e, dentro destes, subdivididas em 2 faixas etárias: 5-7 anos e 8-10 anos, que compreendem o Ensino Fundamental I. Enquanto o acervo do Baú pode ser utilizado indistintamente pelas crianças do Ensino Fundamental I, as atividades foram concebidas em dois blocos de faixa etária por conta da especificidade do desenvolvimento infantil nestes momentos distintos. Embora crianças de 5 a 10 em geral não estejam prontas para o domínio de conceitos e o pensamento abstrato, já prestam atenção nas formulações narrativas. Essa atenção aumenta em qualidade conforme o avançar da idade, apresentando diferenças significativas nos anos iniciais do Fundamental I (5-7 anos) e nos anos finais (8-10 anos), daí a necessidade de abordagens distintas em cada momento. De modo que nos anos iniciais a ênfase das atividades recai sobre a narração de situações que exemplifiquem a temática a ser trabalhada, ainda que esta envolva conceitos como “diversidade” ou “ética”. Os conceitos aparecem eventualmente apenas a título de familiarização. Já nos anos finais, embora ainda em caráter de familiarização, os conceitos aparecem de modo sistemático. No mesmo sentido, entre 5-7 anos muitas crianças ainda não sabem ler, logo as atividades são compostas por práticas de letramento, no intuito de que estas favoreçam o percurso de alfabetização. Já as atividades de 8-10 anos procuram aprofundar o letramento iniciado nos anos iniciais, enfatizando os processos de leitura e escrita como práticas sociais.

15


Trabalhando com o Caderno de Atividades

PREPARO PARA AS ATIVIDADES Algumas atividades necessitam de preparos prévios, tais como composição do ambiente, mobilização de membros da equipe escolar, contato com outras instituições. Nesses casos, o preparo está descrito na própria atividade. Entretanto, é fundamental que você se prepare para a abordagem do tema a ser trabalhado. Para isso, o primeiro passo é ler com atenção a atividade a ser desenvolvida, de modo a identificar possíveis dúvidas e inseguranças. Na sequência, busque conhecer mais sobre o assunto. Você pode contar com o “Material de Apoio” que acompanha este Manual, com as referências bibliográficas que aparecem ao longo das atividades ou com pesquisas próprias em bibliotecas ou na internet. O importante é conhecer o assunto o máximo possível. RODAS DE CONVERSA Das ações previstas nas atividades destacam-se as rodas de conversas, momentos em que as crianças podem estabelecer diálogos em situações significativas, partilhando e confrontando ideias, hipóteses e conceitos. As rodas de conversa sustentam-se no diálogo e permitem aos educandos que compreendam a si mesmos, os seus pares, e o mundo. Elas devem constituir um espaço de profundo respeito ao saber do educando e ter a problematização da realidade como ponto de partida,

16


AULAS DIALÓGICAS

ATIVIDADES

O conceito do Baú das Artes, ao disponibilizar materiais tanto para exploração livre pelos educandos quanto para servirem a situações didáticas criadas pelo professor, orientando um processo de ensino-aprendizagem baseado no interesse das crianças, constitui um empenho no sentido da materialização da proposta pedagógica de todos quanto pensaram, no início do século XX, a mediação da aprendizagem da criança pelo interesse despertado por vivências práticas e concretas, como Montessori, Piaget e Vygotsky. Entretanto, ao se balizar nos Temas Transversais dos Parâmetros Curriculares, as atividades propostas pelo Baú vão além, conferindo ao processo de ensino-aprendizagem uma dimensão crítica da realidade, que tem em Paulo Freire um de seus principais teóricos. Para Freire a noção de crítica está agregada à de diálogo, pois é ele que possibilita a reflexão sobre o conhecimento e a realidade. Todavia, o diálogo não é possível quando se considera que o outro nada tem a oferecer. Por isso, à noção de diálogo está embutida a de que todo indivíduo possui saberes que antecedem a construção de saberes escolares, sem relações hierárquicas entre eles. Diante desse horizonte, impossível iniciar qualquer situação de aprendizagem sem a sondagem das singularidades dos referenciais de onde cada educando de uma turma parte. No mesmo sentido, dadas as múltiplas individualidades que a compõem, os caminhos percorridos por cada um em seu próprio processo de aprendizagem serão variados. Por isso é fundamental que você trabalhe a partir dos conhecimentos prévios dos educandos, incentivando-os a manifestarem suas opiniões sobre os assuntos em pauta e a levantarem hipóteses a partir das problemáticas que se façam presentes. Não é nosso papel modelar os educandos de acordo com nossas concepções de mundo, mas sim de problematizar as múltiplas concepções e práticas sociais em situações didáticas que favoreçam às crianças pensarem sozinhas sobre elas. Proceder desta forma somente é possível, quando se trata da educação de crianças, por meio de aulas dialógicas.

17


Professor Mediador Durante a inferência dos conhecimentos prévios e nas situações de levantamento de opiniões ou hipóteses, você tem um papel fundamental diante dos educandos que afirmam não terem nada a dizer: auxiliá-los, por meio de comparações, analogias ou exemplos, a verbalizarem, produzindo discurso, sobre o que conhecem apenas de modo difuso. Como o pensamento das crianças é concreto, ou seja, relaciona-se ao seu contexto material e social imediato, você pode facilitar que estas reconheçam os aspectos da realidade que, ao seu modo, compreendem, de modo a orientar o aprendizado a partir destas bases. No limite, os próprios educandos são mediadores de seus próprios saberes quando vivenciam o diálogo com a mediação do educador. O professor mediador, no lugar de depositar conhecimento supostamente neutros, a serem adquiridos automaticamente pelos educandos com as capacidades cognitivas de obtê-los, promove a curiosidade sobre o repertório de saberes alheios e, ao mesmo, o conflito pacífico entre estes, com vistas ao pensamento crítico. Ou seja, o professor mediador é, antes de tudo, um intelectual, alguém que investiga e incentiva a investigação por parte dos educandos a respeito da realidade na qual se inserem, tanto no intuito de problematizá-la e proporem soluções, quanto no de avançarem para a compreensão dos aspectos globais que se evidenciam em suas experiências sociais mais imediatas.

Trabalho em grupo A busca por uma sociedade inclusiva requer que seus cidadãos, desde pequenos aprendam a lidar com as diferenças. Além disso, o projeto de uma sociedade plural requer a valorização de todas as habilidades dos indivíduos e, mais ainda, que estes possam vivenciar a experiência humana em todas as suas dimensões, de maneira afetiva, estética, corpórea e racional. Daí a opção do Baú das Artes de colocar em lugar de destaque o trabalho em grupo ou dupla, de modo que os educandos possam compartilhar suas distintas habilidades, aprendendo uns com os outros e fortalecendo os vínculos de empatia e solidariedade. Tanto mais efetivos serão os trabalhos desenvolvidos em colaboração entre os educandos quanto mais acertada for a combinação dos membros das parcerias formadas. As atividades do Baú demandam capacidades e habilidades variadas, logo você poderá orientar agrupamentos equilibrados, com membros com talentos diversos. Explique à turma que suas interferências nos agrupamentos são necessárias para que uns aprendam com os outros e que conheçam o valor do auxílio mútuo. Entretanto, às vezes a formação de grupos desta natureza é difícil. O agrupamento produtivo de um educando com a habilidade requerida para uma dada atividade com um outro que pouco a domina pode ter sucesso ou não. O mesmo pode ocorrer ao se agrupar educandos em estágio de desenvolvimento parecido. Portanto, cabe a você observar a dinâmica dos agrupamentos que vão sendo constituídos ao longo do ano letivo, de modo a ir fazendo as interferências ou mudanças caso lhe pareça necessário.

18


Avaliação

ATIVIDADES

Todo modo de avaliar decorre explícita ou implicitamente das concepções pedagógicas do responsável pelo ato avaliativo, o professor, ou do sistema educacional que este representa. De modo que em concepções de ensino tradicionais, que privilegiam o papel do professor como transmissor de conhecimentos, os quais devem ser assimilados pelos educandos, a avaliação, conhecida como “quantitativa”, mede a capacidade destes em reproduzir os códigos e conceitos enunciados ao longo de um espaço de tempo decorrido. Substituir a lógica da avaliação quantitativa pela qualitativa significa romper com a prática pedagógica que a fundamenta. Não é possível avaliar qualitativamente diante de práticas que não abrangem a complexidade dos saberes e dos educandos. Por isso, o Caderno de Atividades apresenta um rol de atividades que pretende abranger o potencial criativo e crítico dos educandos, ao mesmo tempo fomentando suas capacidades de compreensão de problemas da realidade e proposição de soluções. Nesse sentido, o Baú das Artes elaborou um instrumental de avaliação (“Registro de Avaliação”) pelo qual, a partir dos instrumentos de coleta de dados sugeridos nas atividades (redação, desenho, roda de conversa etc.), você poderá acompanhar o desenvolvimento dos educandos, avaliando suas habilidades relacionadas à compreensão de si mesmo, da sociedade e da natureza que o rodeia. Ao mesmo tempo, os próprios educandos poderão acompanhar o instrumental de modo a se conscientizarem dos aspectos em jogo no processo educativo no qual tomam parte. Paralelamente ao acompanhamento possibilitado pelo Registro de Avaliação, você poderá proporcionar momentos de autorreflexão por parte dos educandos, incentivando a prática da autoavaliação com indagações tais como as sugeridas no instrumental “Autoavaliação do Educando”.

19


MAPA DA SAÚDE

8–10 anos

Objetivos de aprendizagem A Compreender condições ambientais e socioculturais como fatores condicionantes da saúde; B Compreender o papel da Constituição brasileira na garantia da saúde dos cidadãos. Valores: Sustentabilidade; Conservação ambiental; Cidadania. Competências e Habilidades: Concentração; Localização espacial; Representação visual; Colaboração. Interdisciplinaridade: Ciências; Geografia; Língua Portuguesa. Conhecimentos específicos: Saúde; Mapa sentimental; Paisagem sonora; Práticas de letramento; Serviços públicos. Tempo total estimado: 105 min + tempo variável.

1º Passo: Identificando os conhecimentos prévios

TTtempo estimado: 15 min Roda de Conversa

Sugestões de indagações aos estudantes: O que significa dizer que temos saúde? Quais hábitos são necessários para tornar ou manter a vida saudável? Não ter doença alguma significa o mesmo que ser saudável? É possível dizer que uma pessoa que vive estressada, mas não apresenta nenhuma doença aparente, é saudável? E uma pessoa que não consegue ter amigos, é saudável? O meio em que vivemos, ou seja, nossa comunidade, bairro ou cidade, é importante para a nossa saúde? Por quê?

28


2º Passo: Conhecendo o assunto SAÚDE

TTtempo estimado: 15 min

Confirme as hipóteses corretas dos educandos a respeito dos hábitos necessários para manutenção da vida saudável. Destaque a importância da alimentação adequada e da prática de exercícios físicos. Entretanto, estes hábitos normalmente estão associados simplesmente à saúde física. Esclareça que o exercício físico, por exemplo, ao liberar hormônios associados à felicidade (endorfina, serotonina) contribui para que nos sintamos mais alegres; a alimentação saudável também contribui para este bem-estar por diversos motivos; o fato dos vegetais serem ricos em fibras, que auxiliam no bom funcionamento do intestino, aspecto que os cientistas associam ao bom humor, permite que eles contribuam à sua maneira para nossa saúde emocional. Ou seja, quando cuidamos de nosso corpo, cuidamos também de nossa mente. Explique aos estudantes que antigamente a noção de saúde era compreendida simplesmente como ausência de doenças, todavia, atualmente, a Organização Mundial de Saúde a define como condição de bem-estar físico, mental e social. Isso quer dizer que a saúde está relacionada ao bem-estar do indivíduo em sua completude, ou seja, não apenas de seu organismo isoladamente. Um sistema circulatório que funcione em perfeitas condições ficará sobrecarregado caso o indivíduo passe a viver em situação de estresse constante, ou seja, carente de bem-estar mental, de modo que, fatalmente, apresentará alguma enfermidade. As relações sociais, por sua vez, também influenciam profundamente o bem-estar mental dos indivíduos, não podendo, portanto, serem desconsideradas no entendimento dos aspectos constituintes da vida saudável. Destaque que no Brasil a Saúde é um direito do cidadão, definido pela Constituição Federal, portanto, cabe ao Estado investir na construção dos equipamentos e na contratação dos recursos humanos necessário para sua efetivação. Pergunte aos educandos se para garantia do direito à saúde dos brasileiros basta que o Estado construa hospitais e contrate médicos. Novamente, retome o conceito amplo de Saúde, indagando os educandos sobre como o Estado deveria atuar para sua efetivação. Esclareça que para efetivação do direito à Saúde, além de manter a infraestrutura de combate às doenças, o Estado tem responsabilidades na implantação e manutenção de serviços de saneamento básico, de conservação do meio ambiente, de inspeção dos alimentos produzidos, atuando, deste modo, no sentido da prevenção de enfermidades.

3º Passo: Mobilizando saberes

TTtempo estimado: 45 min

Os Heróis e o espírito esportivo Materiais do Baú: Livro Os Heróis e o espírito esportivo, de Bia Monteiro. Ambiente: Sala de aula, sala de leitura ou área externa. Apresente o livro e sua autora aos educandos. Conte a história e mostre, concomitantemente, as ilustrações. Ao término do livro reflita sobre o papel do esporte na manutenção de nossa saúde. Ele colabora apenas com saúde de nosso corpo? Auxilie-os na compreensão de que a experiência olímpica dos heróis lhes proporcionou não somente

29


os benefícios ligados ao bem-estar físico, mas também mental, pois os auxilou a lidar com situações como de derrota, e social, pois os fez refletir sobre a importância da cooperação e do respeito aos adversários. Aspectos a serem refletidos: • Ao término do capítulo “Vamos participar”, solicite que os educandos reflitam sobre os motivos pelos quais crianças e adolescentes não praticam atividades físicas. Chame atenção à questão das redes sociais e da televisão, frequentemente grandes fatores que ocupam boa parte do tempo dos mesmos. Reflita com eles sobre quais aspectos de nosso desenvolvimento acabam sendo prejudicados com o sedentarismo. • Ao término do capítulo “A história das Olimpíadas” reflita junto aos educandos sobre o papel desta competição no estabelecimento de períodos de paz. Permita que os educandos reflitam sobre como muitos esportes hoje em dia manifestam-se de modo muito agressivo, por parte dos jogadores ou das torcidas e permita que eles formulem críticas a situações de violência relacionadas a práticas esportivas. • Ao término do capítulo “Juntos, na vitória ou na derrota” solicite que os alunos se manifestem em relação à deslealdade de Uerê, ao provocar o pênalti no adversário. Reflita sobre como sua atitude prejudicou o herói fisicamente, além de deixá-lo com sentimentos de remorso e arrependimento. • Finalize o debate esclarecendo que, mesmo em se tratando de práticas esportivas, os efeitos de atividades desta natureza em nossa saúde nunca são simplesmente físicos. Um jogador pode ter um ótimo desempenho físico, mas ter péssimas relações com sua equipe ou com os adversários, o que significa que, embora seu corpo possa estar funcionando bem, sua mente e, consequentemente sua vida social, não.

4º Passo: Fuçando o Baú

TTtempo: 45 min

Compondo um mapa sentimental Materiais do Baú: Lápis de cor, giz de cera, cola colorida, barbante, prendedores. Outros materiais: papel A3, cartolina. O objetivo desta tarefa consiste em recuperar a geografia do território no qual a Escola está inserida de acordo com a perspectiva dos educandos. Para tanto, eles devem ser divididos em duplas (ou trios) e convidados, sem aviso prévio, a traçar um mapa do entorno escolar e de suas casas, descrevendo ruas e espaços que considerem significativos, no bom ou no mau sentido, para suas vidas. Os educandos podem estilizar o mapa do modo como considerarem mais bonito ou adequado. Este tipo de mapa é chamado de “sentimental” pois é produzido basicamente de acordo com as emoções daquele que desenha, sem necessidade de exatidão em relação às distâncias ou às disposições dos lugares. Quando todos tiverem terminado, disponha os mapas sentimentais presos com pregadores em um varal de barbante. Peça que os estudantes falem de seus desenhos e comparem entre si os locais que elegeram para sua “geografia sentimental”. Pergunte aos educandos quais dos lugares descritos estariam relacionados à saúde. Reflita junto a eles como todos os elementos de seu entorno se relacionam positiva ou

30


SAÚDE

negativamente às condições de uma vida saudável. Contemplar uma árvore bonita no caminho para a Escola pode tornar nosso dia mais feliz, assim como deparar-se com uma pilha de lixo pode produzir o efeito contrário. Caso nenhum dos mapas tenha contemplado o posto de saúde local, oriente-os a pesquisar sua localização, destacando que este lugar é de fundamental importância quando nosso corpo ou mente apresenta alguma enfermidade. Também chame atenção para os espaços de convivência, dentre estes a Escola, presentes ou não nos mapas, destacando seu valor, ao permitir contatos e trocas, para a saúde social dos membros da comunidade.

5º Passo: Interferindo na realidade

TTtempo: variável

Problematizando a saúde no território A análise dos mapas sentimentais certamente evidenciará aspectos problemáticos relacionados à saúde no território no qual a Escola está inserida. A presença de um lixão ou córrego poluído, a ausência de faixas de pedestre, áreas verdes ou transporte coletivo adequado, constituem fatores que colocam em risco a saúde não só dos educandos como da comunidade como um todo. Escolham um aspecto evidenciado no estudo dos mapas sentimentais dos educandos para solicitar intervenção do poder público. Solicite que os educandos produzam coletivamente um texto explicando a necessidade da intervenção. O professor pode ser o escriba deste texto na lousa ao passo que os educandos o forem construindo. Auxilie-os com a citação das responsabilidades constitucionais do Estado em relação à saúde. Cada educando deve possuir sua própria cópia redigida em folha à parte e partir para o recolhimento de assinaturas daqueles que concordam com a reivindicação da turma. Estipule um prazo para finalização da tarefa, reúna os textos com as respectivas assinaturas e protocole o material junto ao órgão público responsável imediato pela comunidade.

6º Passo: Avaliação Aspectos a serem observados 1 O educando compreendeu a saúde como bem-estar físico, mental e social? Avalie este aspecto de acordo com a análise por parte do próprio educando de seu mapa sentimental em relação aos espaços relacionados à Saúde. 2 O educando compreendeu o papel da Constituição brasileira na garantia da saúde dos cidadãos? Avalie este aspecto de acordo com a participação do educando nas conversas sobre os deveres do Estado em relação à Saúde, bem como por seu engajamento na reivindicação ao poder público do 5º passo.

31


Evoluir, 2017 Este livro atende às normas do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor desde janeiro de 2009.

Título original

Caderno de atividades — Saúde — Baú das Artes

Autores

Anike Laurita e Vanessa Machado

Ilustrações

Pedro Hamdan

Design gráfico

David Renó

Coord. Geral

Fernando Monteiro

Coord. Pedagógica Fernando Monteiro e Thaís Buratto Coord. Produção Thaís Buratto e Junior Ribeiro Fontes

Whitney, Gotham e Canvas

Tiragem

55 unidades

Papel miolo

Off-set 90g/m2

Papel capa

Triplex 250g/m2

Impresso em maio de 2017

Evoluir Cultural · FBF Cultural Ltda. Rua Aspicuelta, 329 · São Paulo-SP · CEP 05433-010 (11) 3816-2121 · ola@evoluir.com.br · www.evoluir.com.br


Mapa da saúde  

O que significa dizer que temos saúde? Quais hábitos são necessários para tornar ou manter a vida saudável? Não ter doença alguma significa...

Mapa da saúde  

O que significa dizer que temos saúde? Quais hábitos são necessários para tornar ou manter a vida saudável? Não ter doença alguma significa...

Advertisement