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xteriorizaçã

O texto que segue se propõe a trabalhar as várias etapas da comunicação, que representam todas as modalidades que hoje são empregadas no processo de tornar a informação comum. Percebe-se, por meio do texto, que, mediante as tecnologias comunicacionais que surgiram, a humanidade traça caminhos paradoxalmente inovadores e redundantes na história da comunicação. O Primeiro episódio da história da comunicação humana é denominado também de

devido à comunicação ser voltada para o meio interpessoal das sociedades acústicas. A comunicação interpessoal permite a dialogicidade, a oportunidade de estar de frente para o emissor da mensagem e por isso gera menos ruídos e é a mais eficiente que existe até hoje.

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A efemeridade da época fazia com que o homem armazenasse tudo que era falado em sua memória e depois contasse para o seu povo através de histórias e lendas. Esse processo também era conhecido como “memória viva” por meio do qual o homem era a fonte de armazenamento das informações. O segundo episódio da comunicação é denominado a “comunicação de elite” uma vez que surge nessa época a escrita. As idéias deixam de estar somente na mente humana e agora passam a ser registradas como uma linguagem scripto-visual, uma mistura da escrita com informação visual. A partir desse ponto, ocorre objetivação das idéias, agora em um suporte exterior o qual chamamos de memória externa representado inicialmente pela placa de argila e mais tarde pelo papel. Esse suporte móvel nos permitiu vencer a distância no espaço e no tempo.

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A escrita era um conhecimento mais especializado, não estava acessível a todos o que levou a formação da elite. Os livros tinham exemplar único onde só os controladores tinham acesso, além disso, somente o autor podia escrever. Nesse processo aumentam-se os ruídos da comunicação, ou seja, a interpretação de quem está lendo pode não ser aquela que o escritor tenta passar. Desenvolve-se nesse cenário a hermenêutica, ou seja, a preocupação do autor com a interpretação correta de suas obras pelos leitores. A invenção da prensa possibilitou, no terceiro episódio, a impressão de numerosas cópias de uma mesma obra popularizando a informação e permitindo a eternização das idéias através das mídias impressas. Nasce aí a memória externa prescritivista que nada mais é do que relatos que acontecerem, pessoas que existiram, cultura, entre outros. Essa memória é de extrema importância para o crescimento cultural e intelectual da sociedade, uma vez que somos influenciados pelos fundamentos e conceitos anteriores no nosso dia-a-dia. O maior acesso aos livros fez com que o receptor das informações se tornasse também consumidor, ou seja, foi criada a indústria da informação.


Estamos vivendo um momento da história da comunicação no qual ainda temos grande presença da cultura da comunicação de massa, mas também, relevante presença da comunicação customizada, da construção da memória coletiva – já que o público deixa de ser receptor passivo – da rica linguagem audio-scripto-visual oferecida pelos computadores e da interatividade presente nos meios de comunicação, em brinquedos, na arte e tantas outras situações do nosso cotidiano. O quarto episódio tem a interatividade tão presente no nosso dia-a-dia que nos permite produzir conteúdo, dividir opiniões, interesses e dúvidas nos tornando co-autores de todo o conteúdo produzido na rede, televisão, rádio e etc. Podemos hoje enxergar a futuro da comunicação através de inovações da tecnologia pós-humana, que caracterizam o quinto episódio, e já começam a despontar com recursos que permitem cada vez mais a expansão dos cinco sentidos e da simulação da vida humana em ambiente virtual. Além disso, o uso das novas tecnologias como parte inseparável do homem, como próteses do corpo humano e a portabilidade, tem permitido liberdade de espaço e movimento sem a perda de comunicação aonde quer que se vá. Até onde vamos chegar é uma interrogação que não saberemos responder. Vinculação, aceitação e acompanhamento serão as únicas certezas que teremos para adaptar à nova era que evolui de forma contínua e acelerada.

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O NOVO PARADIGMA DA COMUNICAÇÃO


Desde que nascemos nossa vida sofre influências da família, escola, religião, amigos, etc, e aceitamos as informações passadas por essa série de influências como verdades incontestáveis. Essas verdades incontestáveis são os paradigmas representados por conceitos, modelos e ideias que estabelecem critérios de verdade. Os paradigmas são benéficos, pois auxiliam a passagem de conhecimentos de geração em geração, porém nem sempre representam a melhor percepção das ideias, pois o mundo está em constante transformação e as mudanças de costumes e estilos de vida vão contra os paradigmas. As mudanças ocasionadas pela constante transformação de valores e ideias que contradizem o paradigma são as anomalias.

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As anomalias trazem um fator de perturbação da instabilidade do paradigma. São as exceções e as inovações que primeiramente são ignoradas, mas, com o passar do tempo, aderem-se aos paradigmas e deixam de ser um conceito estranho. No momento atual da comunicação, todos os elementos se apresentam de forma líquida, ou seja, modificam-se constantemente e permitem inúmeras possibilidades. A comunicação não é mais concreta, padronizada e pode se modificar de acordo com as necessidades de mensagem, da linguagem, da mídia utilizada, do reconstrutor e do disponibilizador.


A intenção da evolução tecnológica foi atender os anseios e necessidades de cada indivíduo para a produção em massa. Percebendo o efeito que a comunicação causou em relação ao público, foi possível customizar, personalizar para atendêlo com melhor presteza.

No novo paradigma, houve uma mudança dos agentes da comunicação: quem recebe a mensagem é chamado de reconstrutor, pois é ele quem significa, experimenta, participa ativamente e escolhe os caminhos a serem percorridos.

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Quem publica a mensagem é chamado de disponibilizador, pois é quem propõe os percursos, os possíveis roteiros a serem percorridos e estimula a participação dos demais.

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O antigo modelo “emissor, mensagem e receptor” é ultrapassado. As novas mídias apresentam características bidirecionais a fim de proporcionar o processo de reconstrução da mensagem e co-participação.

A linguagem, além de ser


fluida como os outros elementos, é hipertextual, ou seja, não apresenta uma linearidade, é multissensorial.


A mensagem é o espaço de possibilidades e experiências e pode ser construída por várias pessoas, já que é editável. Nessa intensa fase de transição, a constante modernização faz com que compartilhemos com o mundo inúmeros fatores que aumentam a interação com o público. Nunca houve quantidade tão grande de postagens em sites, blogs, enfim, redes sociais nas quais uma pessoa compartilha sua vida, opiniões e até mesmo questões pessoais com o leitor de forma que possibilite um armazenamento por bom tempo ou até mesmo eterno, dessas informações.

As informações podem, atualmente, estar em muitos lugares registradas, e não mais apenas na mente de cada um concretizando o conceito de memória externa. Não só as redes online são utilizadas para se registrar informações. Isso pode também acontecer até mesmo dentro do próprio corpo humano. Inovações como lentes de contato com internet, implantação de microchips sob a pele para efeito de arquivamento e transmissão de informações, permitem que as máquinas misturem-se ao ser humano. Esse constante avanço gerará um novo público para uma futura fase tecnológica, que terá maior adaptação a essas inovações do que público atual. Os paradigmas comunicacionais que se originam através da e na cibercultura causam mudanças significativas na cultura, pois as formas de se comunicar e de estar em contato com o outro exigem conhecimentos tecnológicos, além de chamar atenção para o fato de que há mais de um modo de circular, distribuir e localizar a informação. O ciberespaço é um meio sociotécnico que gera novos espaços de sociabilidades, de enunciação e de autoria.


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a arte contempor창nea


a e a comunicação

A arte contemporânea teve seu início na década de 50 e possui várias características marcantes. Alguns autores, como Teixeira Coelho (2011) e Arthur Danto (2006), acreditam que temos atualmente a arte pós-moderna que propõe uma radicalização das propostas do modelo anterior de arte. Estes autores defendem que houve um esgotamento do movimento modernista que dominou a estética e a cultura até meados do século XX e por este motivo surgiu o movimento pós-modernista. Já que tal discussão pode gerar polêmica e discordância é utilizado o termo arte contemporânea. Segundo Teixeira Coelho (2011) a arte contemporânea é uma reação contra o estilo de arte predominante e substitui a unicidade estética dando espaço a multiplicidade de expressões. A contemporaneidade na arte age contrariamente a vertente anterior e busca o passado por meio de releituras ao invés de desprezar o passado como observa André Lemos (1997). A arte contemporânea é tão repleta de possibilidades que pode ser feita utilizando-se qualquer material disponível e não somente os tradicionais como tela, mural, pedras, madeiras, óleo, tinta, etc. Dentro da riqueza de possibilidades temos, também, o espaço no qual a arte é feita e exposta. Tal espaço não é mais restrito às galerias de arte e pode acontecer em qualquer lugar, até mesmo espaços virtuais.


O horror, a gastura, o desconforto, os sentidos humanos são aspectos muito explorados nas obras contemporâneas

Devido a esta nova maneira de se fazer e de se ver arte ela não se foca em apenas retratar a natureza como antes, mas procura também as obras abstratas, conceituais e obras performáticas. Quanto as obras performáticas que no movimento dadaísta por exemplo, tinham, muitas vezes, caráter efêmero agora podem ser eternizadas com o auxílio de tecnologias, metáfora dos líquidos, como modelos como exemplo, pode-se citar o piano coberto de parafina exposto na entrada instáveis, que possuem a propriedade do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, de mudar de forma rapidamente e de durante a exposição das obras selecio- acordo com a demanda. nadas da 29ª Bienal de São Paulo. Esta obra, da artista plástica Tatiana Blass diz As novas tecnologias permitem a respeito da dificuldade da comunicação e reprodutibilidade em série acarretando para discutí-la a sombra branca provo- a perda da unicidade e da autenticicada pela parafina representa o não-dito e dade de algumas obras. Pela mesma razão, segundo André Lemos (1997), o incompreensível. criou-se uma estética de massa onde a A produção, planejamento e idealização arte se aliou a indústria e possui forte da arte vêm sofrendo grande influência característica comercial. Por outro das novas tecnologias o que, segundo lado, as novas tecnologias permitem Arlindo Machado (2002), provoca mu- a transposição de barreiras culturas, danças significativas no modo de se fazer sociais e geográficas, tornando todas arte assim como no modo de se receber as culturas, pensamentos, tendências e ideias acessíveis a todos. a arte.

Este modelo de arte não se preocupa mais em retratar o belo e proporcionar apenas divertimento. O horror, a gastura, o desconforto, os sentidos humanos são aspectos muito explorados nas obras contemporâneas que nem sempre têm como objetivo transmitir alguma informação ao leitor da obra, mas pode utilizá-la para levar Além das novas mídias, o novo modelo o público a refletir sobre do homem, das idéias, das linguagens determinado tema ou apenas numa perspectiva de leitura de Zygmunt ativar seus sentidos. Bauman (2001) é apontado em alusão a

A mais forte característica do modelo contemporâneo de arte, segundo Fernanda Gomes (2008), é a interação proposta pelo autor para o público.

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Para possibilitar o processo de interação o autor cria possíveis roteiros a serem seguidos pelo público que se torna reconstrutor da peça já que insere na sua interação traços de sua personalidade, da sociedade em que vive, do seu tempo, da sua localidade e outros aspectos pessoais.

Desta maneira, algumas obras podem ser re-significadas de forma individual e/ou coletiva como a obra Divisar, de Lygia Pape, exposta na 29ª Bienal de São Paulo. A obra Divisar foi feita em 1968 em espaço publico e consistia em um tecido branco de cerca de 600m² com orifícios para que as pessoas encaixassem a cabeça. Tal obra só pôde ser construída e significada devido à participação coletiva.

Pode-se dizer que a arte contemporânea nada mais é que um processo comunicacional em que o autor, ou disponibilizador, roteiriza, cria os percursos que são significados pelo público, os reconstrutores das significações e sentidos participam ativamente e re-significam os diversos conteúdos simbólicos e informacionais de acordo com uma série de fatores pessoais e sociais. Já que é um espaço comunicacional é, conseqüentemente, um espaço a ser explorado pelo Design que procura por meio de suas obras comunicação e interação direta com seu público com o objetivo de criar materiais individualizados, customizados, uma forte tendência da comunicação atual.

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design cambiante * a pós-modernidade e o fim das metanarrativas

o canal de televisão MTV, a mais popular ferramenta de busca online Google e a famosa marca de relógios suíços Swatch. Apesar de este novo tipo de design não possuir muita adesão ele vem ganhando maior destaque e endossa o período de quebra das metanarrativas, o período em que o homem sente necessidade de questionar os discursos que antes eram tidos como verdades absolutas e traz para discussão temas como desconstrução, feminismo, homossexualidade, preconceito racial, consumismo, entre outros, da qual faz a sociedade ser mais propensa a alteridade, e uma vez que é aberta, infinita e ilimitada. O design da revista é espelhado no contexto social da qual vivemos atualmente, ou seja, um período da transição modernista e pós-modernista da qual a rigidez dá lugar a fluidez, e a inalteridade padronizada dá lugar a flexibilidade.

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LIVRO

interativo


Todas as mídias esforçam-se para acompanhar a necessidade do homem de estar conectado constantemente, receber e criar conteúdo personalizado e interagir de forma interpessoal e com as máquinas. É desta necessidade que surgiram várias inovações no campo das comunicações e neste texto focaremos no livro interativo. Os livros interativos mais comuns hoje são, em grande parte, livros infantis embora o mercado para livros interativos não infantis esteja em crescente expansão. Nos livros interativos são utilizados recursos como pop-ups, sons, texturas, instruções, entre outros. Um exemplo de interação muito utilizado é a possibilidade dada ao leitor de escolher o desfecho da história. Há também uma recente inovação em que o usuário pode adquirir capítulos de várias obras separadamente e uni-los em um único livro chamado de livro interativo. Podemos citar também, os livros eletrônicos em que as ilustrações se movimentam e modificam ao movimento do aparelho e os livros instrucionais que direcionam as ações dos leitores com instruções como “puxe aqui”, “vire a página”, “colora o desenho”.

Há uma necessidade de se questionar a utilização da palavra “interativo” na definição das características destes livros.

O conceito interatividade é intensamente empregado nos dias de hoje para descrever mídias, cinema, teatro, publicidade, arte, brinquedos, serviços e etc. O termo é utilizado para caracterizar qualquer coisa cujo funcionamento permita ao usuário algum tipo de participação ou troca de ações.


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A ampla utilização deste termo provocou a banalização do mesmo que passou a ter um grande apelo de marketing já que o consumidor/espectador/usuário é seduzido pela possibilidade ou sensação de participação. A banalização do termo trouxe, também, o uso equivocado das palavras “interatividade” e “interação” que muitas vezes são empregadas como sinônimas. É necessário esclarecer que ambas têm significações diferentes embora sejam tratadas da mesma maneira. O termo interação diz respeito a situações de retroatividade, ou seja, situações em que é dado ao usuário opções de escolha como, por exemplo, sim ou não, direita ou esquerda e o zapping da televisão. Neste caso é provocado um efeito de ação e reação no usuário. Já na interatividade o usuário tem a oportunidade de participar da construção da significação de forma livre, inserindo na sua participação suas características pessoais e dando características únicas a sua participação. Hoje é sabido que não importa como a palavra interatividade é empregada ela apresenta grande importância para o mercado em geral. Além de os produtos interativos se tornarem objetos instantâneos de desejo, as campanhas publicitárias interativas atraem significativa atenção do mercado. Na maioria das vezes a palavra “interatividade” é utilizada apenas para designar um novo tipo de conteúdo dos livros como ilustrações diferentes das tradicionais, pop-ups que se movimentam, peças que se movem, sons e outros. Há que se ter senso crítico para discernir quando o livro é realmente interativo (situação menos comum) e quando a proposta é apenas de interação e não se deixar levar por campanhas publicitárias que incitam o consumo


empregando o termo de forma errada. É por essa razão que o livro interativo (ou que apresenta alguma forma de interação) vem ganhando bastante espaço no mercado e é foco de constantes pesquisas da área de design para o desenvolvimento de inovações.


CRÉDITOS caroparrague @ flickr mashademianova @ flickr elsombrerodepensar @ flickr cristinastreciwik @ flickr

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artshare.ru cargocollective.com/formconspiracy fredfree.com vectorgalaxy.com jamesk8.deviantart.com


EQUIPEQUIPEQUIPEQUIPEquipeQUIPEQUIP Evelyn Marques @lely

Aluízio Lima aluiziolima17@hotmail.com

Camila Helena @kah_in_off

Thayanne Vieira @thayanecl

Flávia Melgaço @wtffla

Francielle Rodrigues franciellerodrigues0@yahoo.com.br


BIBLIOGRAFIA AGEITOS, Jeferson Soares. O Design Gráfico na Pós-Modernidade: suas aplicações e implicações. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/ papers/regionais/sul2009/resumos/R16-0877-1.pdf>. Acesso em 26 de maio de 2011. AQUINO, Maria Clara. Hipertexto 2.0, folksonomia e memória coletiva: Um estudo das tags na organização da web. Rev. da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em <http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/view/165/166>. Acesso em 23 de março de 2011. CAUDURO, Fávio Vinicius. Design gráfico & pós-modernidade. Revista FAMECOS, n.13, Porto Alegre, dezembro, 2000. FERREIRA, Sueli Mara Soares Pinto. Novos paradigmas e novos usuários de informação. Disponível em: <http://www.southernct.edu/~brownm/ eCV/ISI/Sueli.pdf>. Acesso em 21 de abril de 2011. FRANÇA, Veiga.Paradigmas da Comunicação : conhecer o quê?. Disponível em:<http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/article/ view/314>. Acesso em 21 de abril de 2011. GONÇALVES, Márcio Souza; THURLER, Larriza. Interatividade em ação: situações comunicacionais. Disponível em: <http://www.revistas.univerciencia.org/index. php/libero/article/view/6108/5568>. Acesso em 24 de março de 2011. KOPP, Rudinei. Design gráfico cambiante: a instabilidade como regra. RevistaFAMECOS, n.18, Porto Alegre, 2002. MONTEIRO, Silvana; CARELLI, Ana; PICKLER, Maria Elisa. Representação e memória no ciberespaço. Disponível em: <http://revista.ibict.br/index. php/ciinf/article/view/704/596>. Acesso em 23 de março de 2011. NASCIMENTO, Paulo C. Inteligência artificial: Alunos fazem exercícios com brinquedos Lego para aplicar conceitos sofisticados de Robótica. Disponível em: <http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/jornalPDF/ju170_p04.pdf>. Acesso em 24 de março de 2011. PELLANDA, Eduardo Campos. Mobilidade e personalização como agentes centrais no acesso individual das mídias digitais. SOPCOM – Comunicação e Cidadania. Disponível em: <http://lasics.uminho.pt/ojs/index.php/5sopcom/article/viewFile/203/222>. Acesso em 24 de março de 2011. ROESLER, Jucimara. Comunicação, socialidade e educação on-line. Maio de 2007. Disponível em: <http://www.abed.org.br/congresso2007/ tc/552007104412pm.pdf>. Acesso em 23 de abril de 2011. SILVA, M. “O que é interatividade”. Disponível em: <http://www.senac.br/informativo/BTS/242/boltec242d.htm>. Acesso em 23 de março de 2011. WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. Disponível em: <http://jornalismouninove.com.br/livros/mauro_wolf_teorias_da_comunicacao.pdf>. Acesso em 21 de abril de 2011.


A

Revista Netcetera  

A revista Netcetera foi elaborado por exigência da disciplina de TIG I do 1º período de Design Gráfico da UNIBH.

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