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Ana, a Pequena Sereia

Alunosdo Alunos do1ยบ1ยบano ano Escola E.B. 1 do Pinhรฃo maio 2012


Trabalho no âmbito do Plano nacional de leitura. Os alunos do 1º ano observaram as imagens do livro A Sereiazinha de Hans ChristianAndersen e imaginaram a história, que aqui fica registada pela professora bibliotecária.Posteriormente, ilustraram-na, de acordo com as ideias que tiveram. tiveram.


É o fundo do mar! Está cheio de algas, conchas, plantas, estrelas-do-mar e até se vê um navio. Não sabemos a quem pertence o navio, talvez seja de piratas.


Estão oito sereias a brincar. Parecem irmãs pois são muito parecidas. São altas,magras,têm uma cauda verde e grinaldas na cabeça. Brincam às escondidas, dado que o espaço é muito grande e tem muitos esconderijos. Algumas aproveitam o navio que está próximo para desaparecerem por instantes.


A meio da diversão, a Sereia Ana veio à superfície do mar. De certeza que demorariam horas a encontrá-la. Estava ela a observar o céu, quando ouviu uns pássaros a emitir uns sons. Apercebeu-se que eram sons aflitivos e seguiu-os. A certa altura, ela viu-os a dirigirem-se para uma criança que respirava com alguma dificuldade. Olhou em todas as direções e não viu ninguém. Colocou a criança no dorso e nadou até à ilha mais próxima.


Certificou-se de que estava viva e a respirar bem, nadando para o fundo do mar, onde as outras sereias brincavam.


Jรก era fim de tarde quando um navio mercante passou perto da ilha. A crianรงa, ao ouvir o barulho dos motores, comeรงou a saltar com os braรงos no ar e a gritar. Um dos tripulantes ouviu-a e depressa colocaram um bote na รกgua para a socorrerem.


Já no navio, o menino contou a sua história. Tinha-se levantado muito cedo para ir com o seu pai pescar para o alto mar. A mãe tinha ficado em casa com os seus dois irmãos mais novos. Quando o pai se preparava para retirar a rede da água, como estava cheia de peixe, pediu-lhe ajuda e foi nessa ocasião que ele escorregou e caiu à água. Talvez tivesse chegado ali levado pelas ondas. Depois disso não se lembrava de mais nada. O capitão, ao ouvir esta história ficou intrigado: então o pai não tinha ido socorrê-lo? Perguntou-lhe o nome e a morada de sua casa.


Já tinham tinhampassado passado trêstrês diasdias desde desde este este episódio, episódio, quandoquando chegaram chegaram a casa doapai casa do do Daniel. pai do AoDaniel. Ao abrirem a porta e ao depararem-se com ele, foi um momento muito feliz. Os seus pais estavam destroçados, julgavam que ele tivesse sido levado por algum tubarão, pois, após o incidente, o pai tinha-se dirigido à praia mais próxima e tinha pedido auxílio a um mergulhador. Este procurou o menino durante várias horas, tendo desistido ao perder a esperança de o encontrar vivo.


O pai do Daniel ficou tão comovido com a ajuda do capitão que lhe sugeriu que ficasse em sua casa durante uns uns dias. dias. Mais Mais ainda, ainda, como comooocapitão capitãoestava estavaaaficar ficarcansado cansadoeemais mais dia, menos dia iria deixar o mar, ofereceu-lhe uma casa para ele habitar, quando as suas pernas já não pudessem viajar.


Fim

Ana, a Pequena Sereia  

atividade de escrita criativa no âmbito do PNL

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