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Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo Biblioteca do Centro Educativo Ano letivo 2012/13

PERSONALIDADES PORTUGUESAS

Turma do 4ยบ B - Centro Educativo de Miranda do Corvo


Ficha Técnica Conceção e elaboração do e-book: Alice Alves, professora bibliotecária

Apoio: Anabela Rodrigues, professora titular de turma do 4º B do CE

Seleção/elaboração dos textos e das imagens: Alunos da turma B do 4º ano do Centro Educativo de Miranda do Corvo


Sumรกrio

Prefรกcio Personalidades portuguesas


Prefácio Este trabalho surge no âmbito do projeto “O livro convida-te a partilhar o mundo”, concebido e desenvolvido pela professora bibliotecária Alice Alves com o apoio das professoras do 1º CEB do Centro Educativo de Miranda do Corvo. O projeto tem como finalidade dar protagonismo ao livro, pois, apesar de estarmos na era digital, estamos cientes de que o livro continua a ser o objeto crucial para o desenvolvimento das literacias dos alunos e um móbil forte para melhor pensar, conhecer e dizer o mundo, quer humano, quer natural. Assim, partindo do livro de Barack Obama “De ti eu canto – carta às minhas filhas” refletiu-se sobre a importância de determinadas personalidades para a criação de um país forte, leal e verdadeiro, de um país de princípios e de cidadãos, desde personalidades ligadas à arte e à cultura a figuras históricas e políticas, passando pelo desporto, e enfatizando a união de todos os cidadãos. Refletiu-se sobre os valores que cada uma dessas personalidades assumia e percebeu-se que só com valores universais positivos se poderá construir um novo mundo, mais livre e mais humano. A partir desta reflexão, pediu-se aos alunos que pesquisassem uma personalidade que, na sua ótica, tivesse contribuído para a construção de Portugal. Apresentam-se, seguidamente, as sus propostas.

Alice Alves Professora Bibliotecária do Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo


Personalidades portuguesas


D. Afonso Henriques

D. Afonso I de Portugal, mais conhecido por D. Afonso Henriques, também conhecido como O Conquistador, O Fundador ou O Grande pela fundação do reino e pelas muitas conquistas. Era filho de D. Henrique de Borgonha e de D. Teresa de Leão. D. Afonso Henriques foi o 1º Rei de Portugal, também conquistou muitas terras aos Árabes. Na batalha de São Mamede em 1128 assumiu o governo e derrotou a sua mãe e os seus partidários. Em 1139, depois da vitória na batalha de Ourique contra um contingente mouro, D. Afonso Henriques proclamou-se rei de Portugal com o apoio das suas tropas. Ao contrário do que dizem sobre o Tratado de Zamora só tornou o Condado Portucalense independente do Reino de Leão.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_de_Portugal

Os valores presentes em D. Afonso Henriques são: trabalho, lealdade e coragem.

Inês - 4º B


A 15 de Junho de 1962 foi feito Oficial da Ordem Militar de Avis. Embora o seu nome surgisse entre os candidatos da Comissão Democrática Eleitoral, às eleições legislativas de 1969, pelo Círculo de Ponta Delgada, as autoridades militares impediram a sua apresentação a escrutínio. Major em 1972, ingressou no Movimento dos Capitães em 1973 Foi um dos estrategas da Revolução dos Cravos, tendo sido o redator principal, em março de 1974, do documento O Movimento das Forças Armadas e a Nação, o primeiro texto de conteúdo claramente político do Movimento dos Capitães. De seguida foi coautor do programa do MFA, pertencendo à sua comissão coordenadora depois do 25 de Abril de 1974. Foi várias vezes ministro nos governos provisórios: foi ministro sem pasta do II Governo Provisório, liderado por Vasco Gonçalves, e assumiu a pasta dos Negócios Estrangeiros nos IV e VI Governos provisórios, de Vasco Gonçalves e Pinheiro de Azevedo, respetivamente. Negociou a independência da Guiné-Bissau e integrou o Conselho dos Vinte, o Conselho da Revolução e o Conselho de Estado. Notabilizou-se ainda por ter participado ativamente na elaboração do Programa de Ação Política e Económica, em dezembro de 1974, e do Documento dos Nove, em agosto de 1975, conhecido como "Documento Melo Antunes", por dele ter sido o primeiro subscritor. Aderiu ao PS, em 1981. A 24 de Setembro de 1983 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade. Reformou-se com o posto de Tenente-Coronel.

Nasceu: 2 de outubro de 1933 Faleceu: 10 de agosto de 1999 (Sintra)


Valores: Coragem- Firmeza de ânimo ante o perigo; os reveses, os sofrimentos; constância; perseverança (com que se prossegue no que é difícil de conseguir). Justiça- Poder judiciário; .Poder judiciário. Liberdade- Direito de proceder conforme nos pareça; contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem; condição do homem ou da nação que goza de liberdade. Paz- Sossego; tranquilidade; boa harmonia; concórdia, reconciliação; paciência.

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Melo_Antunes

Diana - 4º B


Francisco Sá Carneiro Político e advogado português, nasceu no Porto a 19 de julho de 1934 e morreu em Camarate a 4 de dezembro de 1980. Foi um dos fundadores da Cooperativa Cultural Confronto e diretor da Revista dos Tribunais. Após a Revolução de 25 de abril de 1974, Sá Carneiro foi um dos fundadores do Partido Popular Democrático, ficando a presidir aos seus destinos. Fez parte do governo provisório entre maio e junho de 1974. Sá Carneiro obteve a maioria absoluta nas eleições legislativas de 1980, vindo a falecer nas vésperas das eleições presidenciais, num desastre de aviação. Sá Carneiro publicou, entre outras, as obras: Uma Tentativa de Participação Política (1971), Ser ou não Ser Deputado (1973), Por uma Social-Democracia (1975), Autoridade Democrática e Social-Democracia (1975) e Uma Constituição para os Anos 80, Contributo para Um Projeto de Revisão (1979).

Francisco Sá Carneiro foi uma pessoa muito justa, que esteve sempre do lado do povo. E, apesar de ter morrido, ainda continua a ser muito importante para o nosso país.

Valores: coragem, lealdade, liberdade e respeito. Fontes: http://infopedia.pt/sfrancisco-sa-carneiro

Trabalho realizado por: Geovana – 4º B


Jorge Sampaio

Jorge Sampaio – de seu nome completo, Jorge Fernando Branco de Sampaio – nasceu em Lisboa, em 18 de Setembro de 1939, filho de Arnaldo Sampaio, médico, especialista em Saúde Pública, e de Fernanda Bensaude Branco de Sampaio, professora particular de inglês. É casado com Maria José Ritta e tem dois filhos, Vera e André. Desde a infância, fez estudos musicais e, por imperativo da carreira do pai, passou largo tempo nos EUA e em Inglaterra, experiência que o marcou profundamente. Frequentou os estudos secundários nos liceus Pedro Nunes e Passos Manuel.

Os valores presentes em Jorge Sampaio são: lealdade, respeito, dignidade e coragem.

Mariana - 4º B


Padre Américo

O Padre Américo nasceu a 23 de outubro de 1887 na freguesia de galegos, concelho de Penafiel. Frequentou o Ensino Primário na sua terra natal, passando, em 1898 para o Colégio do Carmo, em Penafiel. Terminando o liceu, em 1902, empregou-se no Porto numa loja de ferragens. Foi para Moçambique trabalhar em 1906 e regressou em1923. Formou-se em Teologia no Seminário de Coimbra e foi nomeado Perfeito do Seminário e professor de português. Em 1932 D. Manuel Luís Coelho Da Silva, Bispo de Coimbra, entregou-lhe a Sopa dos Pobres, onde começa a revelar a sua verdadeira vocação. Padre Américo em agosto de 1935 inicia as Colónias de Férias do Garoto da Baixa em Coimbra. Fundou a primeira Casa do Gaiato no lugar de Bujos, em Miranda do Corvo a 7 de janeiro de 1940. A segunda Casa do Gaiato foi em Paço de Sousa, também abriu a casa do Gaiato em Setúbal. Publicou a Obra da Rua, o jornal O Gaiato. O Padre Américo inaugurou também a Casa do Gaiato de Lisboa em 1948. Faleceu em 1956, vítima de um acidente de viação em Campo no concelho de Valongo.

Os valores presentes em Padre Américo são: justiça, verdade, bondade,

amor,

paz,

solidariedade,

amizade,

generosidade,

simpatia,

responsabilidade, fraternidade, igualdade, tolerância e carinho. Artur - 4º B


SALGUEIRO MAIA Salgueiro Maia nasceu no dia 1 de Julho de 1944 em Castelo de Vide. Devido a compromissos profissionais do pai que trabalhava na CP (Comboios de Portugal) Salgueiro Maia passou por Coruche, Tomar e Leiria. Depois da revolução, viria a licenciar-se em Ciências Políticas e Sociais, em Lisboa e, acabado o curso, apresentou-se na Escola Prática de Cavalaria em Santarém, para frequentar o estágio. Foi comandante de instrução em Santarém. Integrou uma companhia de comandos na então guerra colonial. A 25 de Abril de 1974 comandou a coluna de blindados que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço forçando a rendição de Marcelo Caetano. Morreu no dia 3 de abril de 1992, vítima de doença cancerosa. É um exemplo de valentia e grandeza na Revolução dos Cravos. Na minha opinião Salgueiro Maia ficou na memória dos portugueses, pois impediu uma devastação desnecessária e deu aos Portugueses um novo amanhecer, com liberdade.

Os valores presentes em Salgueiro Maia são: liberdade, respeito, justiça, paz e coragem.

Sítios consultados: http://pt.wikipedia.org/wiki/Salgueiro_Maia http://www.castelodevide.pt/turismo/pt/ver-e-fazer/patrimonio/personalidades/salgueiro-maia http://para-la-caminho.blogspot.pt/2010/04/25-de-abril-de-1974-revolucao-adiada.html

Maria Martins - 4º B


Zeca Afonso

José Afonso começa a cantar por volta do quinto ano do Liceu D. João III e a sua voz ecoa pela cidade velha. Os tradicionalistas reconheciam-no como um bicho que canta bem.

Nas

coletividades

populares”,

entre

conhece os

quais

“gajos Flávio

Rodrigues, que admira como é um exímio tocador de guitarra, para si superior a Artur Paredes. Inicia-se em serenatas e canta em “festarolas de aldeia. Um sujeito qualquer queria convidar uns tantos estudantes de Coimbra, a enchia-lhes a barriga e a malta cantava…” Nasceu no dia 2 de Agosto de 1929, na Freguesia de Glória, em Aveiro. Faleceu em 23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, às três horas da madrugada, vítima de esclerose lateral amiotrófica.


Cantar alentejano Chamava-se Catarina O Alentejo a viu nascer Serranas viram-na em vida Baleizão a viu morrer

Ceifeiras na manhã fria Flores na campa lhe vão pôr Ficou vermelha a campina Do sangue que então brotou

Acalma o furor campina Que o teu pranto não findou Quem viu morrer Catarina Não perdoa a quem matou

Aquela pomba tão branca Todos a querem p´ra si Ó Alentejo queimado Ninguém se lembra de ti

Aquela andorinha negra Bate as asas p´ra voar Ó Alentejo esquecido Inda um dia hás de cantar

Os valores presentes em Zeca Afonso são: dignidade, fraternidade, persistência, coragem, liberdade, respeito, justiça e humildade.

Gonçalo – 4º B


D. Dinis – O Lavrador

Sexto rei de Portugal. Filho de D. Afonso III a de D. Beatriz de Castela. A doença de seu pai preparou-o bem cedo para governar. Foi aclamado em Lisboa em 1279, para iniciar um longo reinado de 46 anos, inteligente e progressivo. Lutou contra os privilégios que limitavam a sua autoridade. Em 1282 estabeleceu que só junto do rei a das Cortes se podiam fazer as apelações de quaisquer juízes, a um ano depois revogou doações feitas antes da maioridade. Travou guerra com Castela, mas dela desistiu depois de obter as vilas de Moura a Serpa, territórios para lá do Guadiana e a reforma das fronteiras de Ribacoa. Percorreu cidades a vilas, em que fortificou os seus direitos, zelou pela justiça a organizou a defesa em todas as comarcas. Fomentou todos os meios de uma riqueza nacional, na extração de prata, estanho, ferro, exigindo em troca um quinto do minério a um décimo de ferro puro. Desenvolveu as feiras, protegeu a exportação de produtos agrícolas para a Flandres, Inglaterra e França. Desenvolveu a agricultura, dando terras para cultivar a quem não as tinha (mas apenas se as trabalhassem) e por transformar zonas de pântanos em terras próprias para a agricultura. Mandou plantar o famoso pinhal de Leiria. Aliás, a verdade é que apenas substituiu os pinheiros mansos que já existiam por pinheiros bravos, de melhor crescimento e raízes mais fortes.

Valores: Beleza-Coragem-Bondade-Criatividade-Responsabilidade-Sensatez. João Tomás – 4º B


Eusébio

Eusébio ajudou a Seleção Nacional Portuguesa a alcançar o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 1966, sendo o maior marcador da competição (recebendo a Bota de Ouro), com nove golos (seis dos quais foram marcados em Goodison Park) e tendo recebido a Bola de Bronze. Ganhou a Bola de Ouro em 1965 e ficou em segundo lugar na atribuição da mesma em 1962 e 1966. Eusébio jogou pelo Benfica 15 dos seus 22 anos como jogador de futebol, sendo associado principalmente ao clube português, e é o melhor marcador de sempre da equipa, com 638 golos em 614 jogos oficiais. No Benfica ganhou 11Campeonatos Nacionais (19601961, 1962-1963, 1963-1964, 1964-1965, 1966-1967, 1967-1968, 1968-1969, 19701971, 1971-1972, 1972-1973 e 1974-1975), 5 Taças de Portugal (1961-1962, 19631964, 1968-1969, 1969-1970 e 1971-1972). Apelidado de O Pantera Negra, A Pérola Negra ou O Rei em Portugal, Eusébio marcou 733 golos em 745 jogos oficiais na sua carreira. Era conhecido pela sua velocidade, técnica, atleticismo e pelo seu poderoso e preciso remate de pé direito, tornando-o num prolífico goleador e num dos melhores marcadores de livres de sempre. É considerado o melhor futebolista de sempre do Benfica e de Portugal e um dos primeiros avançados de classe mundial africanos. Apesar de ter nascido em Moçambique,

Eusébio

poderia

jogar

pela Seleção

Portuguesa,

como Matateu e Mário Coluna, entre outros, antes dele, já que o país africano era considerado um território ultramarino de Portugal e os seus habitantes eram considerados portugueses.


O nome de Eusébio aparece muitas vezes nas listas e votações de melhores jogadores de futebol de sempre feitas pelos críticos de futebol e fãs. Foi eleito o nono melhor jogador de futebol do século XX numa pesquisa realizada pela IFFHS1 , faz parte da lista dos 50 melhores jogadores de todos os tempos do Planète Foot , ficou no 8º lugar da lista "Os melhores do século XX" elaborada pela revista Placar e foi eleito o décimo melhor

Os valores presentes em Eusébio são: coragem, amizade, vitória, simpatia, verdade, igualdade, força e gratidão.

Gonçalo - 4º B


Infante D. Henrique

Nascimento

4 de março de 1394 Porto

Morte

13 de novembro de 1460 (66 anos) Sagres (Vila do Bispo)

INFANTE D. Henrique nasceu numa quarta-feira de cinzas, dia então considerado pouco propício ao nascimento de uma criança. Era o quinto filho de João I de Portugal, fundador da Dinastia de Avis, e de Dona Filipa de Lencastre. Foi batizado alguns dias depois do seu nascimento, tendo sido o seu padrinho o bispo de Viseu. Os seus pais deram-lhe o nome Henrique possivelmente em honra do seu tio materno o duque Henrique de Lencastre (futuro Henrique IV de Inglaterra).

Os valores presentes em Infante D. Henrique são: coragem, ambição e conhecimento.

Miguel – 4º B


Luís Vaz de Camões

Luís Vaz de Camões (Lisboa[?], ca. 1524 — Lisboa, 10 de junho de 1580) foi um poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do ocidente. Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza. Sobre a sua infância tudo é suposição mas, ainda jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas. Pode ter estudado na Universidade de Coimbra, mas a sua passagem pela escola não é documentada. Frequentou a corte de Dom João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, se auto exilou em África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu bravamente ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusíadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei Dom Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.


As armas e os barões assinalados Que, da ocidental praia lusitana, Por mares nunca de antes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo reino, que tanto sublimaram. ..... Cantando espalharei por toda a parte, Se a tanto me ajudar o engenho e arte Os Lusíadas, Canto I

Os valores presentes em Luís Vaz de Camões são: coragem, criatividade, lealdade, dignidade, ousadia, harmonia, amor e beleza.

Paulo - 4ºB


Pedro Hispano Pedro Hispano, ou Pedro Julião, nasceu em Lisboa em 1216, ou em 1218, segundo outras fontes. Foi bispo de Túsculo e mais tarde tornou-se Papa, adotando o nome de João XXI.É legítimo considerá-lo como o primeiro médico a ter lidado com problemas urológicos na sua obra. Enquanto médico e filósofo português do século XIII, ganhou notoriedade pelos seus tratados de medicina o melhor dos quais foi “Thesaurum Pauperum” (Tesouro dos Pobres), publicado em Antuérpia em 1497 e várias vezes reeditado. Desconhece-se se a versão original foi redigida em italiano ou em latim, mas foi provavelmente em latim, já que esta era a língua franca entre os eruditos da época. Faleceu em 1275, durante o oitavo mês do seu pontificado, sob o reinado do Imperador Rodolfo I, tendo sido sepultado em Viterbo.

Os valores presentes em Pedro Hispano são: conhecimento e bondade.

Camila – 4º B


Vasco da Gama Vasco da Gama foi um navegador e explorador português. Nos descobrimentos, destacou-se por ter sido o comandante dos primeiros navios a navegar da Europa para a Índia, na mais longa viagem oceânica até então realizada, superior a uma volta completa ao mundo pelo Equador. No fim da vida foi, por um breve período, um dos governadores da Índia. Desde o início do século XV, impulsionados pelo Infante D. Henrique, os portugueses vinham aprofundando o conhecimento sobre o litoral Africano. A partir da década de 1460, a meta tornara-se conseguir contornar a extremidade sul do continente africano para assim aceder às riquezas da Índia pimenta preta e outras especiarias - estabelecendo uma rota marítima de confiança. Quando Vasco da Gama tinha cerca de dez anos, esses planos de longo prazo estavam perto de ser concretizados: Bartolomeu Dias tinha retornado de dobrar o Cabo da Boa Esperança, depois de explorar o “Rio do Infante e após ter verificado que a costa desconhecida se estendia para o nordeste”. Em simultâneo foram feitas explorações por terra durante o reinado de D. João II de Portugal, suportando a teoria de que a Índia era acessível por mar a partir do Oceano Atlântico.

A minha opinião: Eu acho que Vasco da Gama é uma pessoa ilustre porque na época dos descobrimentos ele encorajou-se e teve coragem de descobrir a Índia.

Valores: coragem, ambição e conhecimento. Carolina 4º B


IM


Personalidades portuguesas