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Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo Biblioteca do Centro Educativo Ano letivo 2012/13

A ALMA PORTUGUESA

Turma do 4ยบ C - Centro Educativo de Miranda do Corvo


Ficha Técnica Conceção e elaboração do e-book: Alice Alves, professora bibliotecária

Apoio: Helena Lobo, professora titular de turma do 4º C do CE

Seleção/elaboração dos textos e das imagens: Alunos da turma C do 4º ano do Centro Educativo de Miranda do Corvo


Sumรกrio

Prefรกcio Figuras relevantes da alma portuguesa


Prefácio Este trabalho surge no âmbito do projeto “O livro convida-te a partilhar o mundo”, concebido e desenvolvido pela professora bibliotecária Alice Alves com o apoio das professoras do 1º CEB do Centro Educativo de Miranda do Corvo. O projeto tem como finalidade dar protagonismo ao livro, pois, apesar de estarmos na era digital, estamos cientes de que o livro continua a ser o objeto crucial para o desenvolvimento das literacias dos alunos e um móbil forte para melhor pensar, conhecer e dizer o mundo, quer humano, quer natural. Assim, partindo do livro de Barack Obama “De ti eu canto – carta às minhas filhas” refletiu-se sobre a importância de determinadas personalidades para a criação de um país forte, leal e verdadeiro, de um país de princípios e de cidadãos, desde personalidades ligadas à arte e à cultura a figuras históricas, passando pelo desporto, e enfatizando a união de todos os cidadãos. Refletiu-se sobre os valores que cada uma dessas personalidades assumia e percebeu-se que só com valores universais positivos se poderá construir um novo mundo, mais livre e mais humano. A partir desta reflexão, pediu-se aos alunos que pesquisassem uma personalidade que, na sua ótica, tivesse contribuído para a construção de Portugal. Apresentam-se, seguidamente, as sus propostas.

Alice Alves Professora Bibliotecária do Agrupamento de Miranda do Corvo


Figuras relevantes da alma portuguesa


CRISTIANO RONALDO

Biografia Ele nasceu na Madeira, Portugal, filho de Maria Dolores dos Santos Aveiro e José Dinis Aveiro (1954 - Londres, 5 de Setembro de 2005). Ele cresceu com um irmão mais velho - Hugo (nascido em 1975), e duas irmãs mais velhas - Elma (nascida em 1974) e Liliana Cátia (nascida na Madeira a 5 de Outubro de 1976). O seu segundo nome ("Ronaldo") é relativamente raro em Portugal. Os seus pais puseram-lhe este nome por causa do já então ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan.

Carreira/ precoce Ele começou a dar pontapés numa bola de futebol quando tinha três anos, e quando ele começou a escola primária com seis anos, a sua paixão pelo desporto era óbvia. A sua equipa preferida de infância era o SL Benfica, mesmo apesar de mais tarde ele vir a jogar pela equipa rival - Sporting. Primeiro jogou numa equipa amadora - Andorinha onde o seu pai era o homem que o "fazia mexer" quando ele tinha apenas oito anos de idade. Em 1995, com apenas 10 anos de idade, Cristiano Ronaldo via a sua reputação


crescer em Portugal. As duas melhores equipas da Madeira - CS Marítimo e CD Nacional. Após uma vitoriosa campanha pelo título, Ronaldo foi três dias à experiência para o Sporting onde acabou por ser contratado por um montante não divulgado.

Carreira/Internacional Ronaldo teve a sua estreia internacional em Agosto de 2003 contra o Cazaquistão. Foi ele que marcou o único golo de Portugal na derrota por 2-1 em frente à Grécia no jogo de abertura do Euro 2004 e o primeiro golo da semifinal. Contra a Holanda em que Portugal venceu por 2-1. Ronaldo representou Portugal nas olimpíadas de Verão de 2004 e foi o segundo melhor marcador europeu na qualificação para o campeonato mundial da FIFA com 7 golos. Desde o dia 17 de Junho de 2005, ele marcou 11 golos em 25 jogos pelo seu país. Ronaldo marcou o seu primeiro golo contra o Iraque num golo de grande penalidade. Ronaldo foi nomeado capitão da seleção pela primeira vez num jogo amigável contra o Brasil no dia 6 de Fevereiro de 2007, um dia depois de fazer 22 anos.

Valores: Determinação, criatividade, persistência e cooperação

Trabalho realizado por Diogo Pedro, 4º C


Quando D. Pedro I de Castela, morreu não deixou herdeiros, D. Fernando, como bisneto de D. Sancho IV de Castela, declara-se herdeiro de trono. D. Fernando mandou construir e reparar o castelo e ordenou também a construção de novas muralhas; para o desenvolvimento da agricultura criou a lei da Sesmarias. Quando D. Fernando morreu, D. Beatriz, sua filha única, estava casada com o rei de Castela, o povo temeu que fosse ela aclamada rainha e assim perdêssemos a independência. A maioria do clero e da nobreza estavam do lado de D. Beatriz, mas o povo e a burguesia queriam D. João I como rei de Portugal e assim foi, D. João I foi aclamado rei de Portugal.

Valores: coragem, valentia, independência

Trabalho realizado por: Jorge Daniel Dias Simões 4º C

Nº7


Biobibliografia de Luís Vaz de Camões

Luís Vaz de Camões nasceu em 1524/25, em Coimbra, pouco se sabe da sua família, pensasse que teria antecedência galega. Estudou de 1531 a 1541, até 1545 teria ido para Coimbra onde começou a cantar, era rico de humanidades e tinha muita experiência amorosa. Em 1545 / 1548, em Ceuta, teve de trocar as delicias e dissabores pelo serviço militar. Foi um grande soldado defendeu Portugal tanto nas guerras em Africa como na Asia. Por volta de 1547 / 1548 em Ceuta (África), perdeu o olho direito, quando lutava a favor de D. João III. Entretanto houve a grande dobragem, a última coisa que fez foi a publicação dos Lusíadas em 1572. Faleceu em 10 de Junho de 1580 na miséria. O túmulo onde se guardam as suas cinzas está no Mosteiro dos Jerónimos em Belém. No seu túmulo está escrito ‘’ Aqui jaz Luís de Camões príncipe dos poetas do seu tempo, viveu pobre e miseravelmente assim morreu.’’ Luís Vaz de Camões é considerado o maior poeta Português.

Valores: beleza, harmonia, criatividade, coragem, lealdade, verdade

Trabalho elaborado por: Rodrigo Almeida


SALGUEIRO MAIA Militar, capit達o de Abril: 1944-1992

Quem foi Salgueiro Maia?


Nascimento: 1 de Julho de 1944, Castelo de Vide. Falecimento: 4 de Abril de 1992, Santarém. Partido anterior: Movimento das Forças Armadas. Salgueiro Maia, o capitão sem medo, morreu há 20 anos. Morreu aos 47 anos a 4 de Abril de 1992. A História consagra-o como o maior exemplo de coragem da revolução de 25 de Abril de 1974. Rosto da coragem da Revolução dos Cravos, Salgueiro Maia, liderou as forças do exército português, revolucionárias durante a Revolução dos Cravos, que marcou o final da ditadura com mais de 40 anos em Portugal. "O português é caracterizado em todo o mundo pela sua capacidade de desembaraço - ou de desenrasca, como se diz na tropa. E naturalmente que (naquela madrugada) a condicionante de desenrascanço era relevante." Nascido em Castelo de Vide, a 1 de Julho de 1944, Fernando José Salgueiro Maia ingressou na Academia Militar, em Lisboa, em Outubro de 1964. Terminado o curso, apresentou-se na Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Santarém, para frequentar o tirocínio. Foi comandante de instrução em Santarém e em 1968, com a guerra colonial em curso, partiu para o Norte de Moçambique, integrado na 9ª Companhia de Comandos. Em Março de 1971, foi promovido a capitão e em Julho de 1971 embarcou para a Guiné. De regresso a Portugal, dois anos depois, voltou a Santarém, à EPC. Participou nas reuniões clandestinas do Movimento das Forças Armadas, integrando, como delegado de cavalaria, a Comissão Coordenadora do Movimento. Até que a 25 de Abril de 1974, Salgueiro Maia teve o seu encontro com a História. Filho de um ferroviário, Francisco da Luz Maia, e de Francisca Silvéria Salgueiro, frequentou a Escola Primária em São Torcato, Coruche, e fez os estudos secundários em Tomar e Leiria. Depois da revolução, licenciou-se em Ciências Políticas e Sociais, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa. Participou no 25 de Novembro de 1975, saindo da EPC aos comandos de uma coluna às ordens do Presidente da República, Costa Gomes. Viria a ser transferido para


os Açores, só voltando a Santarém em 1979, para comandar o presídio militar de Santa Margarida. Em 1981, foi promovido a major e em 1984, regressou à Escola Prática de Cavalaria. Em 1983, recebeu a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, em 1992, a título póstumo, o grau de Grande Oficial da Ordem da Torre e Espada e, em 2007, a Medalha de Ouro de Santarém. Em 1989, Salgueiro Maia foi sepultado no cemitério de Castelo de Vide, na presença de três ex-Presidentes da República - António de Spínola, Costa Gomes e Ramalho Eanes - e de Mário Soares, chefe de Estado em funções, uma homenagem inequívoca ao maior exemplo de coragem e valentia da Revolução dos Cravos.


BIOGRAFIA Salgueiro Maia Militar, capitão de Abril: 1944-1992

QUANDO TUDO ACONTECEU... -1944: Em 1 de Julho, nasce em Castelo de Vide, Fernando José Salgueiro Maia, filho de Francisco da Luz Maia, ferroviário, e de Francisca Silvéria Salgueiro. Frequenta a escola primária em São Torcato, Coruche. Faz os estudos secundários em Tomar e em Leiria. - 1945: Termina a 2ª Guerra Mundial.

Salgueiro Maia

- 1958: Eleições presidenciais. Delgado é «oficialmente» derrotado por Américo Tomás. - 1961: Começa a guerra em Angola. A Índia invade os territórios portugueses de Goa, Damão e Diu. - 1963: Desencadeiam-se as hostilidades na Guiné e em Moçambique. - 1964:Salgueiro Maia ingressa em Outubro na Academia Militar, em Lisboa. - 1965: Humberto Delgado é assassinado pela PIDE. - 1966: Salgueiro Maia apresenta-se na EPC (Escola Prática de Cavalaria), em Santarém para frequentar o tirocínio. - 1968: Integrado na 9ª Companhia de Comandos, parte para o Norte de Moçambique. - 1970: É promovido a capitão. - 1971: Em Julho embarca para a Guiné. - 1973: Regressa a Portugal, sendo colocado na EPC. Começam as reuniões do MFA. Delegado de Cavalaria, faz parte da Comissão Coordenadora do Movimento. - 1974:Em 16 de Março, «Levantamento das Caldas». Em 25 de Abril, comanda a coluna de carros de combate que, vinda de Santarém, põe cerco aos ministérios no Terreiro do Paço e força depois, já ao fim da tarde, a rendição de Marcelo Caetano no Quartel do Carmo.


- 1975: Em 25 de Novembro sai da EPC, comandando um grupo de carros às ordens do presidente da República. - 1979: Após ter sido colocado nos Açores, volta a Santarém onde comanda o Presídio Militar de Santa Margarida. - 1984: Regressa à EPC. - 1989-90: Declara-se a doença cancerosa que o irá vitimar. É submetido a uma intervenção cirúrgica. - 1991: Nova operação. A última. -1992: Morre em 4 de Abril.

Valores: liberdade, paz, felicidade coragem

WEBGRAFIA http://expresso.sapo.pt/salgueiro-maia-o-capitao-sem-medo-morreu-ha-20anos=f716814, consulta em 02/03/2013. http://pt.wikipedia.org/wiki/Salgueiro_Maia, consulta em 02/03/2013. http://www.vidaslusofonas.pt/salgueiro_maia.htm, consulta em 02/03/2013

Trabalho realizado por: Maria Gabriela Bento Ano: 4º C Data: 02/03/2013 Professora: Helena Lobo


António e Variações

Variações é um dos ícones maiores da música pop portuguesa; marcou e continua a marcar diversas gerações de artistas portugueses, pela genuinidade e emoção que emprestava às suas criações. Nascido António Joaquim Rodrigues Ribeiro, em Dezembro de 1944, perto de Braga, sempre viveu com a música. Com 12 anos vai para Lisboa onde vive e trabalha durante alguns anos, até ir para Angola, em 1965. Em 1970, parte para Londres e conforme afirma mais tarde, não retira ainda deste contacto com outro país, o pleno proveito, ao contrário do que sucede em seguida, quando viaja, primeiro para Itália, em 1973 e depois, em 1974, para a Holanda. Já nesta altura, António se dedicava a aprender e exercer a profissão de barbeiro, como fazia questão de marcar, porque o que lhe interessava mais era o corte e não o penteado. E é também o corte que marca a sua personalidade, o corte com os preconceitos, com o que é comum e consensual. Assim, abre a Barbearia “É pró Menino e prá Menina”, onde a sua imagem é notada pelas roupas invulgares, associadas à aparente serenidade do barbeiro.


Sem perder o rumo que norteava as suas ambições mais profundas de ser músico, em 1978 assina finalmente contrato com a Editora Valentim de Carvalho, mas passam 4 anos, algumas viagens mais, vários concertos e apresentações, até gravar o primeiro disco. As letras das suas músicas, com raízes na sua terra natal, contam essa viagem, “entre Braga e Nova York”, a sua vontade de mudança, num país a mudar devagar e as suas interrogações pessoais. Entre 1982 e 1984, grava dois singles e dois LPs, tendo o último saído nos dias anteriores à sua morte, em 13 de Junho de 1984, dia de Santo António.

Valores: inovação, ousadia, diferença

Trabalho realizado por: Lumena Aguilar Quaresma


VIRIATO Nascimento: 96 Antes de cristo

Falecimento: 139 Antes de cristo História Viriato foi o líder de os Lusitanos, viviam nas terras entre o rio Douro e o rio Tejo. Os Lusitanos passaram ao ataque e derrotaram vezes seguidas as forças Romanas. Passados alguns anos os lusitanos estavam inativos enquanto os inimigos mantinham o seu exército. Derrotados pelos romanos, eles refugiaram-se nas montanhas. Viriato foi morto apunhalado enquanto dormia por três emissários que o mataram em troca de uma recompensa. Levados pela ambição foram reclamar a recompensa. Existe uma estátua sua em Viseu.

Valores: coragem, força, valentia, lealdade Trabalho realizado por: Stephane Martins


Amadeu Sousa Cardoso

Quadro “Procissão corpo de Cristo”

Amadeu Sousa Cardoso nasceu a 14 de Novembro de 1887 em Manhufe, freguesia de Mancelos, no concelho de Amarante. Fez estudos liceais em Amarante e frequentou a academia de Belas Artes de Lisboa em 1905, tentando seguir o curso de arquitetura que interrompeu para partir para Paris, em 1906, instalando-se, então, em Montparnasse. Frequentou ateliers preparatórios para o concurso de admissão as Belas Artes Parisienses, ainda, com destino a arquitetura, vindo, no entanto, a dedicar-se exclusivamente a pintura, tendo frequentado a academia Viti do pintor espanhol Anglada Camarasa. Nesta primeira época realizou varias caricaturas e algumas pinturas marcadas por aspetos naturalistas e impressionistas.

Valores: criatividade, inovação, inteligência

Trabalho elaborado por: João Carlos Duque Oliveira Santos


D. AFONSO HENRIQUES

D. Afonso Henriques foi o primeiro rei de Portugal e era cognominado como o Conquistador, o Fundador ou o Grande. Foi ele que fundou o Reino de Portugal.

D. Afonso Henriques era filho de D. Henrique de Borgonha e de D. Teresa de Leão, condes de Portucale.

Após a morte de seu pai D. Afonso tomou uma posição política oposta a de sua mãe e depois de ter vencido a batalha de São Mamede em 1128 e a batalha de Ourique em 1139,D. Afonso Henriques Tornou-se Rei de Portugal em 1143 pelo tratado de Zamora.

D. Afonso Henriques conquistou a Independência portuguesa do reino de Leão.

Valores: determinação, inteligência, força, valentia, coragem, persistência Trabalho realizado por: João Branco


José Saramago Biografia José Saramago nasceu no dia 16 de Novembro de 1922, na vila de Azinhaga, no concelho da Golegã, de uma família de pais e avós agricultores. A sua vida é passada grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924 – era um menino de apenas dois anos de idade. Dificuldades económicas impedem-no de entrar na universidade. Demonstra desde cedo interesse pelos estudos e pela cultura, sendo que esta curiosidade perante o Mundo o acompanhou até à morte. Formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi de serralheiro mecânico. Fascinado pelos livros, visitava, à noite, com grande frequência, a Biblioteca Municipal Central — Palácio Galveias.

Início de vida Em 1947 com 25 anos nasceu a sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis – com quem se casou em 1944 e com quem permaneceu até 1970. Nessa época, Saramago era funcionário público. Viveu, entre 1970 e 1986 com a escritora Isabel da Nóbrega. Em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986 e ao lado da qual viveu até à morte. Em 1955 e para aumentar os rendimentos, começou a fazer traduções de Hegel, Tolstói e Baudelaire, entre outros.

Morte Saramago faleceu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica. O escritor estava doente havia algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na sua última semana de vida. O seu funeral teve honras de Estado, tendo o seu corpo sido cremado no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa. As cinzas do escritor foram depositadas aos pés de uma oliveira, em Lisboa em 18 de Junho de 2011.


Obras publicadas Romances  Terra do Pecado, 1947  Manual de Pintura e Caligrafia, 1977  Levantado do Chão, 1980  Memorial do Convento, 1982  O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984  A Jangada de Pedra, 1986  História do Cerco de Lisboa, 1989  O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1991  Ensaio Sobre a Cegueira, 1995  Todos os Nomes, 1997  A Caverna, 2000  O Homem Duplicado, 2002  Ensaio Sobre a Lucidez, 2004  As Intermitências da Morte, 2005  A Viagem do Elefante, 2008  Caim, 2009  Claraboia, 2011


Peças teatrais  A Noite  Que Farei com Este Livro?  A Segunda Vida de Francisco de Assis  In Nomine Dei  Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido

Contos  Objeto Quase, 1978  Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido, 1979  O Conto da Ilha Desconhecida, 1997

Livros de Poesia  Os Poemas Possíveis, 1966  Provavelmente Alegria, 1970  O Ano de 1993, 1975

Crónicas  Deste Mundo e do Outro, 1971  A Bagagem do Viajante, 1973  As Opiniões que o DL Teve, 1974  Os Apontamentos, 1977


Diário e Memórias  Cadernos de Lanzarote (I-V), 1994  As Pequenas Memórias, 2006

Viagens  Viagem a Portugal, 1983

Infantil  A Maior Flor do Mundo, 2001 Prémios Entre as premiações destacam-se o Prémio Camões (1995) – distinção máxima oferecida aos escritores de língua portuguesa, e o Nobel de Literatura (1998), o primeiro concedido a um escritor de língua portuguesa.

Valores: Inteligência, conhecimento, inovação, criatividade, ousadia

Trabalho realizado por: Francisco Antunes


D. Nuno Álvares Pereira Também conhecido pelo Santo Condestável, nasceu em 24 de Junho 1360 em Cernache, faleceu em 1 de Novembro de 1431. Nuno Álvares Pereira foi um nobre guerreiro português do século XIV. Seu pai foi D. Álvaro Gonçalves. Este foi um guerreiro que, na crise 1385 e 1388, lutou pela independência contra Castela. A sua armadura foi emprestada por D. João I, mais conhecido por D. Mestre de Avis, sendo um bom guerreiro e cavaleiro, pois conquistou a batalha de Aljubarrota, contra os castelhanos; após a sua vitória construíram uma estátua em sua homenagem, que se situa no Mosteiro da Batalha, a sua espada encontra-se na igreja de Flor de Rosa. Ele era uma boa pessoa.

Valores: coragem, inteligência, força, bondade, generosidade

Trabalho realizado por: Diana Francisco, 4ºC, Nº2


História de Vasco da Gama

Vasco da Gama nasceu em Sines a 1468 /69, e faleceu em Cochim, na Índia a 24 de dezembro de 1524. Foi um navegador e explorador português durante a Era dos Descobrimentos, destacou-se pelo seu trabalho como comandante dos primeiros navios a navegar diretamente da Europa para a Índia. Vasco da Gama casa com Catarina da Silva, filha do alcaide de Alvor, com quem teve sete filhos. Em 1502 inicia a sua segunda viagem ao Oriente. Ao longo dos anos seguintes foi acumulando inúmeras posses, continuamente confirmadas por D. Manuel e D. João III O destino de Vasco da Gama não era porém o de morrer na pátria. Em 1524, o rei D. João III, visto que a situação na Índia não estava nada satisfatória, enviou-o para lá com o título de Vice-rei, junto com os filhos, Paulo e Estevão, para que acabasse com as desordens. Em 24 de dezembro do mesmo ano, atacado por uma moléstia infeciosa, Vasco da Gama morreu, em Cochin, na Índia, na idade de 55 anos.

Valores: curiosidade, inteligência, coragem, valentia, conhecimento Trabalho realizado por: Pedro Afonso Gameiro Salvador Damasceno de Albuquerque, 4.ºC. 5 de Março de 2013


Valores: beleza, harmonia, simpatia, criatividade


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A alma portuguesa  

Personalidades do desporto, da cultura, da política e da arte que contribuíram para a construção de Portugal

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