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ESTILOTENIS

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EDIÇÃO #6

DIREÇÃO DE EDITORIAL DE CARA NOVA | PELO MENOS AS FOTOS

MARCELLO BORGES BARBUSCI mv marcello@barbusci.com.br @mbarbusci www.barbusci.com.br

EDUARDO SENA dudsweb@gmail.com @vainaminha_ www.vainaminha.com.br

ZECA SALGUEIRO zecasalgueiro@gmail.com @ZecaSalgueiro zecasalgueiro.blogspot.com

“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis” Fernando Pessoa


EDITORIAL

EDIÇÃO #6

MUITO PRAZER, EU SOU A ESTILOTENIS #6!

P

arece que foi ontem que demos início a ESTILOTENIS e já estamos na sexta edição. Para alguns parece pouco, mas para nós é uma enorme vitória, pois ao nos juntarmos para criar a primeira revista de lifestyle e cultura sneaker do Brasil, passamos por vários obstáculos. Aprendemos a dividir nosso tempo executando as tarefas do dia a dia e as prazerosas. Adivinha onde está a ESTILOTENIS...

Produzir a ESTILOTENIS nos relaxa apesar de toda a correria. Nela podemos nos expressar e deixar com que nossos entrevistados sejam e mostrem o seu natural. As matérias que trazemos para você leitor são assuntos dos quais curtimos. Não montamos pautas para ganhar prêmios de jornalismo. Se bem que seria uma boa né (risos)?

Poder abrir 2012 vendo que a nossa edição#5, de dezembro/2011, superou todas as nossas expectativas, ultrapassando (até o momento) 10.000 leitores, somando a plataforma web e iPad, foi algo inexplicável.

Montamos pautas com assuntos relacionados ao bem estar, seja ele referente ao cotidiano ou negócios. Não importa o setor. O que importa é falar sobre algo real, verdadeiro e que faça com que as pessoas se sintam bem, agreguem valor e acabem a leitura com um suspiro ou com um sorriso.

Esse retorno obtido nos trás a realização de um trabalho bem feito. Feito não só com a bagagem adquirida em nossos anos de mercado em diferentes áreas, que se somam, mas principalmente com a maneira como colocamos o nosso coração.

A nossa intenção é apresentar conteúdos que façam parte do seu e do nosso estilo de vida, um estilo despojado, porém consciente. O ESTILOTENIS# Boa leitura! Barbusci, Sena e Zeca

Air Force One


SUMÁRIO

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EDIÇÃO #6

SAÚDE TREINAMENTO: SE VAI COMEÇAR FAÇA ISSO DIREITO, A GENTE CONTA COMO

#CAPA: PAULO ZILIOTTO

OS DESAFIOS E O ESTILO DE VIDA DO BRASILEIRO QUE ESTÁ PENSANDO ESTRATÉGIAS GLOBAIS PARA UM GIGANTE CHAMADO ADIDAS

#PAPO RETO: CACALO A OPINIÃO DIRETA E RETA DE UM FOTÓGRAFO OLHANDO MUITO ALÉM DAS LENTES SNEAKERinHEAD ALGUNS DOS SNEAKERS QUE O MUNDO VIU ENQUANTO VOCÊ AINDA ESTAVA DE RESSACA CURTIMOS SÃO SILVESTRE 2011: ENFRENTAMOS AS NOVIDADES DA CORRIDA EMBAIXO DE CHUVA LANÇAMENTO: MARCELO D2 E SNOOP DOGG APRESENTAM A JAMBOX PARA O BRASIL

DESOPILANDO HANGAR: UMA BANDA GAÚCHA DE METAL PROGRESSIVO E POWER METAL CARREIRA SUCESSO: POR QUE TODO MUNDO QUER TÊ-LO SEMPRE POR PERTO MERCADO TRABALHO EM CASA É TRABALHO? ORGANIZAÇÃO ACADEMIA: O QUE NÃO PODE FALTAR NA MOCHILA MAKING OF PAULO ZILIOTTO E SUA CAPA FIM DE PAPO CONTEÚDO EXTRA

#ESTILO POR AÍ: ORLANDO/EUA TUDO QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER AO VISITAR O PARAÍSO DAS COMPRAS

CRÉDITOS QUEM FEZ


CURTIMOS

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EDIÇÃO #6

VÁRIAS AÇÕES - VÁRIOS MOMENTOS | por Eduardo Sena e Anderson Lopes

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SÃO SILVESTRE 2011: ENFRENTAMOS AS NOVIDADES DA CORRIDA | por Anderson Lopes

“Os pontos de hidratação foram estratégica e inteligentemente distribuídos”

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SÃO SILVESTRE 2011: ENFRENTAMOS AS NOVIDADES DA CORRIDA | por Anderson Lopes

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ão há quem não se sinta surpreso de saber que você vai participar da Corrida de São Silvestre. Prova tradicionalíssima do circuito internacional de corridas de rua, e que tem muito do seu glamour por ser realizada no último dia do ano, 31 de dezembro. E na edição de 2011 pude conferir isso de perto para relatar aqui na ESTILOTENIS, acompanhe o que rolou. A octagésima sétima edição da Corrida de São Silvestre, contou não só com a polêmica da mudança do percurso original, mas também com o recorde de inscritos: 25 mil, dos quais a maioria absoluta foi de homens (mais de 20 mil), representando 34 países. Participei da São Silvestre em 1997, antes de me formar em Educação Física (nesse ano foi um fracasso! Fiz tudo o que não se podia numa corrida e ainda peguei o metrô antes de completá-la) e em 2009, com experiência e preparado para dar o meu melhor, completei bem, feliz e realizado!

Largamos com 28 graus celsius, concluindo o percurso com algo em torno de 20 graus. Caso contrário, a sensação seria de atravessar a selva amazônica, úmida e abafada, insuportável. O percurso sofreu grandes alterações. A largada na Avenida Paulista e o trecho de subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio foram únicos pontos tradicionais mantidos. A chegada foi transferida para a praça onde se localiza o obelisco, em homenagem à Revolução Constitucionalista de 1932. Ainda sobre o percurso, muitos pontos de “estrangulamento” deixaram a corrida mais apertada ainda. Com toda aquela gente junta, só após o oitavo quilômetro que senti uma folga para desenvolver o meu ritmo de corrida. Antes disso, muita luta para encontrar espaços na massa humana.

Nesse ano me acompanharam nessa empreitada, o Flávio e a Andréa, companheiros de muitas corridas de rua. Estreantes da São Silvestre, não esconderam a expectativa e o orgulho de si mesmos do quanto se dedicaram para aquele momento. Adivinha quem deu o ar de sua graça, logo na hora da largada? A chuva, que nos acompanhou durante a prova inteira e seguiu noite adentro. Pareceu coisa programada por São Pedro... Imagine 25 mil corredores completamente enxarcados. A nossa maior sorte foi a temperatura ter baixado também.

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SÃO SILVESTRE 2011: ENFRENTAMOS AS NOVIDADES DA CORRIDA | por Anderson Lopes

Os pontos de hidratação foram estratégica e inteligentemente distribuídos, facilitando bastante a vida dos participantes. Eu me hidratei somente no posto de bebida isotônica, pois estava inicialmente bem hidratado. Inevitável você deixar passar a turma dos fantasiados. Vi cangaceiro, noiva, super-heróis, insetos, gente com chapéus e perucas dos mais diversos tipos... Foi um show à parte.

Houveram três momentos que arrepiaram a todos. O primeiro foi na largada e no decorrer da corrida, muitos espectadores firmes com toda aquela chuva, prestigiando o esforço e coragem dos participantes. O segundo, marcante e que dispensa maiores comentários, a vibração ensurdecedora na passagem do túnel, no final da avenida Paulista, em direção à avenida Doutor Arnaldo. Aquele momento trouxe força para a longa batalha que estava por se iniciar. O terceiro, a bela recepção na chegada, mais chuvosa ainda e a sensação de missão cumprida, fechando com chave de ouro o ano de 2011. A atmosfera de fraternidade, companheirismo e descontração tomou conta de São Paulo naquele lugar. Só participando para experimentar essa sensação viciante. Como já era esperado, entre os profissionais, os africanos dominaram a prova, tanto no masculino, quanto no feminino. Infelizmente, a televisão só mostrou o semblante daqueles que correram pelo resultado, não o de quem correu para se realizar. Difícil depois foi ver o ano novo chegar... Que vontade de dormir! Que cansaço gostoso... Que venham as corridas de 2012! Anderson Lopes Personal Trainer e Consultor em Treinamento Físico, Esporte e Saúde E-mail: andsoulop@gmail.com Twitter: @andsoulop

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SONZAÇO: COM MARCELO D2 E SNOOP DOGG A JAMBOX CHEGA AO BRASIL | por Sena

“A Jambox tem o exclusivo aplicativo online My Talk, onde você atualiza drivers, baixa aplicativos e faz dela a primeira caixa de som do mundo que fica mais inteligente com o tempo.”

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SONZAÇO: COM MARCELO D2 E SNOOP DOGG A JAMBOX CHEGA AO BRASIL | por Sena

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ra uma terça-feira quente em São Paulo, tarde da noite, e o Bar Secreto recebia os convidados para conhecer aquela que seria a grande estrela da noite: a primeira caixa de som portátil e inteligente e com viva-voz do mundo, a Jambox. A ESTILOTENIS estava entre os convidados e conferiu tudo bem de perto pra contar pra você.

Quanto custa? A JAMBOX já está à venda no Brasil por R$ 679 pratas e você encontra o produto em lojas como Fnac, FastShop entre outras.

Lançada nos Estados Unidos em 2010, a Jambox é uma caixa de som portátil e sem fio que faz muito sucesso, e que só agora chegou ao Brasil. Ela é a primeira caixa de som sem fio inteligente e viva-voz do mundo. Com seu design compacto, o aparelho impressiona pela qualidade do som que reproduz. A conectividade é outro trunfo da Jambox, que se conecta facilmente a qualquer dispositivo Bluetooth, permitindo reproduzir músicas, filmes, jogos, chamadas e conferências telefônicas sem fio e com som 3D. A Jambox ainda tem o exclusivo aplicativo online My Talk, onde você atualiza drivers, baixa aplicativos e faz dela a primeira caixa de som do mundo que fica mais inteligente com o tempo. O lançamento oficial no Brasil aconteceu no começo de dezembro, através de uma estratégia inovadora da agência americana Pereira & O´Dell, que contou com a divulgação da música “Obrigado, Brasil”. Uma criação de Snoop Dogg em parceria com Marcelo D2, que produziram a música à distância, através do viva-voz da Jambox. Veja ela em ação aqui.

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MERCADO

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TRABALHO EM CASA É TRABALHO? | por Zeca Salgueiro

Vem aí uma lei que pretende regular o que é ou não trabalho em casa e se isso deve ou não ser contado como hora extra. E aí vem aquelas considerações dos dois lados – patrão e empregado (não gosto do termo “colaborador”; se o cara trabalha pra alguém ele é empregado e ponto). Atender o telefone às dez da noite é hora extra? Responder e-mails aos domingos é hora extra? Não tenho opinião formada, mas gostaria de discutir alguns pontos.

Sou autônomo há quase vinte anos, depois de dez anos em um banco estatal, onde pedi exoneração do cargo de caixa. Lá era o inferno na torre. Pessoas que como eu davam o sangue e pessoas que não faziam nada e falavam o quão trouxa eu era, já que ganhava o mesmo que eles. Bom, eu saí, o banco faliu e foi comprado por um particular. E quem ainda está lá vai de mal a pior.

Em primeiro lugar gostaria de saber se alguém atende o telefone por vontade de resolver um pepino e aliviar o dia seguinte ou se o patrão assim exige – sabe aquela coisa de vestir a camisa? Acho que tem que resolver as coisas no horário de trabalho. Não gosto do profissional que abdica da vida social pra dizer que sofre pela empresa. Empresa não tem coração, tem CNPJ, e se precisar mandar embora aquele cara que rala igual a um camelo, vai mandar; mesmo porque não adianta ralar muito e produzir pouco – o mal do brasileiro. Mas o cara pode querer adiantar um processo. Aí já vale. Se o negócio for medido por produção (metas), e o camarada atinge sabe-se lá como, dane-se. Se ainda conseguir fazer tudo isso e curtir um happy hour e o fim de semana, esse é o cara! Segundo, até onde vai a legislação e começa a má fé? Outra praga no Brasil é a esperteza. Sempre vai ter aquele cara que vai atender o telefone à noite, responder os e-mails aos domingos na hora do futebol, não vai resolver patavina e ainda requerer hora extra em dobro.

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MERCADO

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TRABALHO EM CASA É TRABALHO? | por Zeca Salgueiro

Lógico que trabalhar por conta têm suas desvantagens... outro dia mesmo eu estava junto com um pessoal discutindo um ação de marketing para uma campanha e era domingo à tarde. Problema? Não, já que todos os envolvidos eram donos do próprio negócio. Para mandar um empregado a uma reunião em pleno domingão, haja cara de pau, ou haja dinheiro na conta!

Sempre fui a favor do livre comércio e acho que tudo que o governo faz pra “tentar ajudar”, estraga.

Outra coisa que chama minha atenção é o trabalho com redes sociais. Aí sim tem que ficar ligado o tempo todo, mas - de novo – tudo depende do que foi combinado antes, ou como diria minha mãe: “tratado não é caro”. E o pessoal adora estar conectado e ser o primeiro a dar a notícia, enfim... coisas contemporâneas.

Temos ótimas relações entre patrões e empregados. O problema é que quando essa relação azeda, aparecem três versões da história: a do patrão, a do empregado e a verdade. Qual o juiz da vara trabalhista vai escutar, ninguém sabe.

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#CAPA

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UM BRASILEIRO MUITO ALÉM DAS TRÊS LISTRAS | por Barbusci, Zeca e Sena

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#CAPA

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UM BRASILEIRO MUITO ALÉM DAS TRÊS LISTRAS | por Barbusci, Zeca e Sena

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que você pensaria de uma cara de vinte e poucos anos, gaúcho, surfista, boleiro, fotógrafo e DJ morando em Amsterdã? Muita calma no julgamento, pois estamos falando do novo Senior Global Public Relations Strategy Manager de uma das maiores marcas esportivas do planeta, a Adidas. O nome dele? Paulo Ziliotto, há alguns meses morando na Holanda e com quem a ESTILOTENIS teve o grande prazer de conversar. O papo aconteceu durante suas rápidas férias no Brasil. E para deixá-lo totalmente à vontade conversamos no estúdio do DJ Igor Cunha (Personal Sound/Duo DJs), em uma das áreas mais quentes de São Paulo, a Rua Augusta. Acompanhe como foi. EstiloTenis Vendo você assim ninguém desconfiaria do cargo que tem, com todo o respeito. Como foi sua trajetória até chegar na Adidas e em Amsterdã?

uma ex-chefe assumiu um posto na Adidas e me chamou como assistente de propaganda e eu fui. Como não fizeram nenhum teste psicotécnico, deu tudo certo (risos). Isso foi em 2006; em 2008 eu virei gerente de comunicação e depois fui pra Amsterdã como gerente de comunicação sênior. ET Como surgiu o convite pra trabalhar em Amsterdã? PZ Foi um processo interno comum; surgiu uma vaga e eu me candidatei, pois sempre quis ir pra fora, e aqui no Brasil valorizam muito esse profissional. Lógico que tem que ter resultados, mas de uma maneira geral quem vai pra fora é mais valorizado. E como não tenho família nem filhos, fui.

Paulo Ziliotto Posso dizer que foi uma série de coincidências felizes. Sempre gostei de esportes... jogo bola, surfo, já tentei andar de skate, e trabalhei por dois anos numa loja de suplementos que minha irmã tinha. Lá, tive mais contato com esportes e me interessei muito por fisiologia, biologia etc, ainda cursando publicidade. Depois de um primeiro estágio, surgiu uma vaga numa agência que tinha a conta da Nike. Depois do estágio me chamaram pra trabalhar na Nike como assistente de comunicação e lá fiquei um ano. Enquanto isso,

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UM BRASILEIRO MUITO ALÉM DAS TRÊS LISTRAS | por Barbusci, Zeca e Sena

ET Qual o cargo que você ocupa agora? PZ Opa, o nome é imponente: Senior Global Public Relarions Strategy Manager (Gerente Sênior Global de RP). ET Ó... (palmas e risos) PZ Nessa me tiraram uns mil dólares do salário! ET O que você fez que o categorizou pra essa vaga?

PZ Acho que foi o modo de operação do meu trabalho, tentando juntar redes sociais com mídia e RP. Eu não fui o primeiro a fazer isso, mas estávamos fazendo com sucesso. É aquele lance de trazer o que se passa no campo de futebol ao mesmo tempo pro Twitter, Facebook, sites, jornais, etc. O profissional de marketing se assustou com o aparecimento das redes sociais. Foi muito rápido e muito agressivo. O padrão é uma agência ter o marketing numa sala e a parte digital em outra, com algum estagiário surfando nas redes sociais, pois é lá que os clientes trocam ideias e falam das marcas. Eu vejo o marketing como uma coisa só e foi fazer essa integração que me levou ao exterior. ET Como é a reação de uma equipe que está na Europa ao ser liderada por um cara que veio de um país não desenvolvido/emergente? Teve algum olhar atravessado? PZ Felizmente não. As pessoas sabem que o Brasil é muito desenvolvido quanto ao ambiente digital. Isso sem contar que os alemães permitem que você fale, que exponha suas ideias, e esse também é o pensamento da Adidas. Tenho que construir minha credibilidade e isso é difícil, mas ninguém tem preconceitos por eu ser brasileiro. E na Holanda eles têm uma imagem otimista do Brasil... Mais que a nossa, inclusive.

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UM BRASILEIRO MUITO ALÉM DAS TRÊS LISTRAS | por Barbusci, Zeca e Sena

ET E qual foi sua primeira missão lá? PZ Foi trazer inovação e ajudar na reestruturação de RP. Eu ajudo os gerentes regionais e dos países a terem respostas rápidas e integradas com as redes sociais, assim todos os núcleos podem usar o mesmo material. Por exemplo: temos uma boa foto de um momento no futebol; não precisamos usar essa foto só para as campanhas de futebol... Se o material é bom vamos usar em todas as campanhas. ET A Adidas está levando suas linhas para além do esporte e não é de hoje, como os modelos adidas Originals. Essa é a tendência? PZ A tendência é aumentar as linhas de lifestyle. Nós temos dois extremos que vão de esporte de elite até a alta costura (Stella McCartney), fora as linhas da Reebok. Pretendemos ter o meio de campo com a Reebok, com linhas fitness, academia etc, e Adidas nos extremos, mas sempre reverberando para o meio, como as linhas Originals e também lifestyle.

dados de performance (My Coach). Messi usa essa chuteira. Após um jogo ele posta no Twitter os dados e quem tem a chuteira pode comparar sua performance com a dele - se é que isso é possível! (risos) ET Você está envolvido nos projetos da marca no Brasil para a Copa do Mundo de Futebol? PZ Não diretamente. Temos vários planos e muitas pessoas envolvidas e já temos uma equipe só pra isso há mais de um ano. Em alguns momentos eu me envolvo diretamente por ser brasileiro e ter um maior conhecimento do mercado local, mas o processo é enorme. Temos que saber até onde podemos ir, o que já temos (como a bola dos jogos, que é nossa desde 1970) etc.

ET Como está a resposta aos lançamentos do tênis adizero Feather e a chuteira adizero F50? PZ A aceitação desses produtos é fantástica. Todos que jogam o FIFA sabem do que estou falando. E mais ainda quem pratica futebol. A chuteira tem um chip que armazena os

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UM BRASILEIRO MUITO ALÉM DAS TRÊS LISTRAS | por Barbusci, Zeca e Sena

ET Uma saia justa: a final do Mundial de Clubes levou uma rivalidade muito grande ao campo: Messi x Neymar, Barcelona x Santos, Brasil x Argentina, Adidas x Nike... De que lado você ficou? PZ Foi bacana estar lá, embora na Europa ninguém leve a sério esse campeonato. Eles acompanham mais a Copa da UEFA etc. Eu sou brasileiro e gostei de ver o jogo, mas não deu pro Santos, né? ET Quando você entrou na Adidas tinha essa ideia de ir pra fora? PZ Não, mas achei a empresa muito legal e queria crescer lá dentro. Os caminhos me levaram à Holanda, que já conhecia, então ficou mais fácil. Pra quem mora em São Paulo é muito fácil viver e se deslocar lá. A cidade (Amsterdã) é pequena e eu vou pro trabalho de metrô. Isso sem contar a segurança, como as coisas funcionam melhor... E também tem muitos expatriados lá. Eu trabalho com pessoas de várias partes do mundo, de suecos a neozelandeses. O trabalho é muito desafiador, mas você tem uma visão realmente global do que acontece. As brincadeiras que você pode ou não fazer; como você deve colocar uma ideia; como conviver realmente. ET Como é administrar a distância de família e dos costumes?

PZ Fácil, já que eu não tenho filhos e posso vir pra cá de vez em quando. E os costumes estão sendo globalizados, como eu disse. ET Você consegue praticar esporte lá? PZ Sim, mas é difícil. Jogar uma bolinha lá é num campo oficial, com grama alta e chuteiras de trava, mas o frio trava até seus dentes! ET E as fotos, como estão? PZ Putz! Comprei uma G12 (Canon) e Amsterdã é um lugar magnífico! Não estou tirando muitas fotos por falta de tempo, mas sempre que dá tenho minha câmera à mão.

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#CAPA

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UM BRASILEIRO MUITO ALÉM DAS TRÊS LISTRAS | por Barbusci, Zeca e Sena

Eu lembrei que as aulas que eu mais gostava na faculdade eram de História da Arte e Fotografia, e lembrei que Rembrandt era de lá. Se você vê os trabalhos dele pode notar que tem muito contraste de sombras, e a cidade permite isso. Quando você fotometra o céu a cidade fica com uma sombra escura e se você fotometra a cidade, o céu fica com sombra clara... É fantástico!

E eu curto meias... Louco, né? Mas é bacana saber que eu posso estar numa reunião séria e com uma meia do Bob Esponja. Transgrido e ninguém sabe! ET Praticamente um agente secreto! PZ Isso! (risos) ET E as festas? Continua atacando de DJ por lá? PZ Também não tenho muito tempo pra isso, infelizmente. Mas vocês prometeram uma sessãozinha aqui nesse estúdio. ET O DJ Igor Cunha está aqui o tempo todo esperando por isso! Vamos começar?

ET Quantos pares de tênis você tem? São todos Adidas? PZ Não tenho muitos, mas são todos da marca. É que quando lança um modelo eu quero comprar, mas espero um pouco; depois de alguns meses lançam outros e eu também quero, aí eu fico nessa bagunça e não compro nem um nem outro, é um saco! (risos) mas devo ter uns 20 pares.

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PAPO RETO

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CACALO, UM FOTÓGRAFO DE HORIZONTE BEM AMPLO | por Marcello Barbusci e Zeca Salgueiro

“Temos que parar de tratar algo que é feito profissionalmente como biscate.”

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CACALO, UM FOTÓGRAFO DE HORIZONTE BEM AMPLO | por Marcello Barbusci e Zeca Salgueiro

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urante uma sessão de fotos para uma peça de publicidade, conhecemos Antonio Carlos Barrionuevo, ou Cacalo, o fotógrafo. Só que o cara era tão bom profissional e tão gente boa que resolvemos transformar a conversa em entrevista. Fomos até seu estúdio, no Morumbi, e daí em diante foi uma sucessão de risadas e olhares admirados para a estrutura que esse cara montou. E a conversa já começou no portão!

O mercado está recheado de profissionais jovens, cheios de boa vontade e ótima formação, mas que infelizmente ainda pensam que sabem tudo e enxergam a propaganda em geral como despesa e não como investimento, e isso é um grande monstro que veio sendo criado quietinho, mas que cresceu ao ponto de se tornar o padrão cultural do mercado.

ET O tamanho do seu estúdio realmente impressiona, e sabemos que toda a estrutura atual foi sendo criada ao longo da sua carreira, mas e hoje? Dizem que está mais fácil para alguém começar a fotografar e...

ET Como assim?

CA ...então, hoje em dia há a “pseudofacilidade” que a tecnologia oferece, e acho que esse é o grande fantasma. Antigamente você precisava saber pelo menos o básico para operar uma câmera profissional, hoje a câmera pensa por você. E se você fizer errado mesmo assim, o Photoshop pode ajudar a corrigir. Só que isso, profissionalmente, não resolve porque você está salvando um lixo. Acontece que uma marca não precisa de restauração, precisa de promoção, precisa de um trabalho notável. Infelizmente esses marqueteiros cheios de MBAs ainda não perceberam isso. Vira e mexe me pedem orçamentos que consideram caro... mas eu tenho um custo mensal com minha estrutura que é de xis, e eu sei quanto eu tenho que cobrar para sustentar meu negócio e fazer um trabalho de excelência.

Mas eu também já fui jovem...

CA Sou formado em Artes Plásticas pela FAAP e comecei tentando fazer cinema, com aquelas filmadoras Super 8, cursos e tudo mais, só que isso não dava dinheiro. Então me juntei com um colega e montamos um estúdio fotográfico. Foi o primeiro grande passo e a primeira grande besteira. (risos)

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CACALO, UM FOTÓGRAFO DE HORIZONTE BEM AMPLO | por Marcello Barbusci e Zeca Salgueiro

ET Por que? Também não dava dinheiro?

pessoal e acordei sem trabalho e sem dinheiro. Aí eu não quis mais brincar. (risos)

CA Dava. Eu fazia editoriais para revistas, algumas peças publicitárias, e achava que sabia tudo, mas não sabia nada! Pra você atender o mercado de forma consistente é necessário saber muito mais do que você pensa! Daí eu fui trabalhar com Amir Campos, que é um puta fotógrafo, e vi com quantos paus se faz uma canoa. Depois de três anos como seu assistente eu saí e montei meu próprio estúdio.

Logo após isso consegui vender algumas coisas e fui pra Portugal, e juntamente com um amigo que morava lá, montamos um dos maiores estúdios fotográficos de Portugal, pois ele queira um sócio e eu pude levar bastante equipamento, experiência e uma técnica de fusão cromática daqui. Foi um sucesso, mas, depois de cinco anos voltei e estou aqui.

ET O que o levou a fotografar carros e se tornar um especialista ao ponto da Ferrari lhe entregar seus carros para serem fotografados? CA Eu já comecei com carros porque o Amir era especialista em carros e eu saí de lá preparado para entrar no mercado, claro, com muito a aprender ainda. Ele me tem em alta conta e somos amigos até hoje. Inclusive ele está para se aposentar e me chamou em seu estúdio, que é aqui perto. Chegando lá ele me deu uma objetiva de presente, simbolizando todo o nosso trabalho e amizade. Foi uma coisa que me emocionou muito. ET O estúdio que você montou é esse? CA Não. E é outra história... Tudo corria bem até que veio o nosso querido Collor. Eu fui dormir com muitos trabalhos agendados, dinheiro na conta da empresa e na conta

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CACALO, UM FOTÓGRAFO DE HORIZONTE BEM AMPLO | por Marcello Barbusci e Zeca Salgueiro

ET Voltando ao mercado, o que você vê de prós e contras? CA Não vejo muitos prós, não. Acho que todo o processo tem que ser repensado. O que é uma agência de publicidade? Qual seu papel? Quando uma agência ganha a conta de um cliente o cliente está feliz? Hoje em dia a maioria dos clientes entra nessa relação achando que vai ser roubado. É aquela coisa de fazer uma planilha de Excel mostrando o gasto com propaganda como despesa. Tá errado! Está tudo tão distorcido que dentro de um plano de mídia de cinco milhões, o sujeito quer baixar um orçamento de ilustração de cinco pra três mil. Tudo bem que ele tem que negociar, mas que negocie tudo. Por que só o prestador de serviço que dança nessa história? Porque eu estou “só tirando uma foto”...? ET Temos um projeto de lei de autoria do deputado Fernando Torres (PSD-BA) tramitando na Câmara para a regulamentação da profissão de fotógrafo. Para isso, o profissional precisa ser diplomado em fotografia no ensino superior ou no ensino técnico; e também os não diplomados precisam ter uma declaração da entidade de classe e recibos de pagamentos dos serviços prestados por no mínimo dois anos. O que voce acha disso? CA Acho que é o primeiro passo! Temos que parar de tratar algo que é feito profissionalmente como biscate.

ET E as distorções dos sindicatos? Assim que se forma uma nova classe surgem novos sindicalistas querendo morder nossa grana e depois partir para política... e aí? CA Mas isso é a mesma coisa que garantir cotas em universidades para estudantes oriundos do ensino público. É querer consertar o vazamento da represa pelo lado de fora e com esparadrapo. A podridão dos sindicatos é outra coisa a ser revista, mas você só vai poder defender e melhorar as condições de uma classe a partir do momento que essa classe exista. ET Você acha que tem espaço pra mais fotógrafos? CA Está mais complicado porque o bolo continua o mesmo e tem mais gente pra comer. A tecnologia ajuda, mas também atrapalha. Temos bancos de imagem digital, empresas que trazem todo o material de fora... Espaço vai ter, mas está mais difícil. Inclusive se tivéssemos uma entidade de classe mais atuante nas questões politicas, teríamos talvez, uma legislação que definisse até onde e como, poderia ser usado esse material de fora, como é feito no mundo todo.

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CACALO, UM FOTÓGRAFO DE HORIZONTE BEM AMPLO | por Marcello Barbusci e Zeca Salgueiro

Uma pequena amostra de um dos espaços do estúdio fotográfico do Cacalo.

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CACALO, UM FOTÓGRAFO DE HORIZONTE BEM AMPLO | por Marcello Barbusci e Zeca Salgueiro

ET Pra fechar, a pergunta que vale uma palestra: qual conselho você daria pra quem está começando?

Trabalhar com ética e mostrar que tem seu próprio estilo. Buscar o conhecimento a todo instante, e ter na humildade a chave do crescimento.

CA Primeiro ter a consciência que não sabe, porque todos temos que aprender, inclusive eu... com a chegada do digital eu tive que reaprender muita coisa, e coisas realmente novas!

Eu fiz uma palestra há um tempo onde disse um frase, assumindo que desconhecia o autor; depois um aluno me disse que o autor era Ansel Adams, que é um grande mestre:

Conhecer o trabalho dos grandes mestres é outro critério fundamental. Se querem a dica de um fotografo especial, aqui vai, conheçam o trabalho do Miro!

“Uma boa fotografia não se faz somente com uma boa câmera; mas sim com as viagens que você fez, os livros que você leu, as músicas que você ouviu e os amores que você amou”.

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#ESTILO POR AÍ

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TUDO QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER AO VISITAR O PARAÍSO DAS COMPRAS | por Zeca Salgueiro

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#ESTILO POR AÍ

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TUDO QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER AO VISITAR O PARAÍSO DAS COMPRAS | por Zeca Salgueiro

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sonho de toda criança é ir à Disney, e o sonho de todos os pais é fazer compras nos EUA. Juntando isso fica fácil ter as férias perfeitas, certo? Nem sempre. Pensando nisso, escrevemos este artigo sobre turismo às avessas. Leia e pense bem na próxima viagem! Ok, agora sem terrorismo. Quando você pensa em Orlando, nos EUA, você pensa em diversão sem fim, compras a rodo e todo conforto do mundo – e realmente pode ser assim. O problema é que só quem já foi sabe das armadilhas que essa Terra do Nunca guarda. Já que conheço bem a cidade e já fui aos parques, acho que posso dar algumas dicas que fogem aos padrões normais de alegria pura, mas que vão ajudar bastante. Como há grande oferta de pacotes, faça a pesquisa com calma e visite agências. A vantagem de comprar tudo por aqui é poder dividir o valor total da compra. Lembre-se que ninguém faz milagres e os preços dificilmente serão melhores nas agências, que vivem disso. É do jogo. Você pode comprar os ingressos pelo site da Disney ou lá mesmo, nos hotéis, ou ainda nos próprios parques. O preço é um pouco menor, mas não há parcelamento em compras internacionais. O mesmo ocorre com as reservas nos hotéis. Pelos sites, mais barato; pela agência, possibilidade de parcelamento. Voos: Veja bem qual companhia você quer e qual serviço espera. Voos diretos só pela TAM, todas as outras fazem escala em vários lugares, e às vezes muito distantes; nesse caso prefira apenas uma escala, em Miami.

O voo direto é diurno, o que faz você perder o dia no Brasil e o dia em Orlando, pois sai de São Paulo às 11h e chega em Orlando às 19h. Até passar pela imigração, pegar a bagagem, alugar o carro ou sair do aeroporto de táxi, já são quase 21h, então você está pagando uma diária de hotel e carro só pra chegar e dormir. Com o voo noturno você chega ao destino perto das 8h. Tudo bem que você só pode fazer o check-in a partir das 14h, mas dá pra fazer suas compras de mercado nesse ínterim. Por ter dormido no avião você estará cansado, mas sempre tem a chance de ir à tarde à piscina ou conhecer o entorno do seu hotel. Hotéis: Prefira os hotéis da International drive ou perto de lá, que é praticamente o centro de tudo, assim você pode ir a pé a restaurantes, bares e lojas. Isso sem dizer que todos os hotéis de lá têm ônibus por perto que levam e trazem você aos parques e principais shoppings. Só na International têm dois Outlets Premium – um em cada extremidade. O valor médio das diárias de lá é de US$ 60,00. Não recomendo ficar nos hotéis dentro dos complexos Disney, custam o triplo. Sério. E as vantagens são praticamente nulas. Você pode entrar nos parques uma hora antes dos mesmos abrirem, e eles abrem às 9h, ninguém precisa chegar às 8h. Além disso, você estará longe de todo o resto de Orlando.

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#ESTILO POR AÍ

EDIÇÃO #6

TUDO QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER AO VISITAR O PARAÍSO DAS COMPRAS | por Zeca Salgueiro

Faça questão de ter frigobar e micro-ondas em seu quarto, assim pode comprar algumas guloseimas e fazer uns lanches. Inclusive comprar frios e fazer sanduíches para levar aos parques e até mesmo às compras. Parques: Não vou dar o roteiro dos parques, pois tomaria a revista toda. Pra isso, acesse o site da Disney. Falando em site, há vários blogs na net com dicas sobre os passeios, mas com muitas informações desencontradas. Por exemplo, não adianta ser seu aniversário, você vai pagar tudo do mesmo jeito que eu paguei. Não se iluda: na Disney TUDO se paga.

Nos parques Epcot, Magic Kingdom e Hollywood há um espetáculo final com queima de fogos. Se você não gosta de ficar vendo rojões, vá embora e evite as filas de saída. O show de encerramento do Magic Kingdom acaba mais de 22h, então já viu, né? Veja bem em quais atrações você quer ir e faça uma rota linear. Não fique no vai e vem por que corre o risco de não saber mais aonde quer ir.

O que posso dizer é que você precisará de um dia de descanso a cada dois dias nos parques, pois é um passeio exaustivo! Só leve seus filhos se eles tiverem mais do que 1,40m de altura, pois só assim pra brincar em todas as atrações. Logo à entrada de todos os parques encontram-se mapas de cada um em várias línguas, entre elas o português do Brasil. Aliás, o que não falta lá são brasileiros ou pessoas falando nosso português. Falar inglês sempre ajuda, mas está longe de ser item de sobrevivência. Os parques Disney têm o sistema Fast-Pass, que permite que você pegue um ticket antes e volte na atração com hora marcada em uma fila diferente, com menos gente. Assim você pode se programar para ir a outras atrações e voltar na mais concorrida com alguma folga. Nos parques da Universal e Island Of Adventure esse sistema é pago. Aí é entre você e seu bolso.

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TUDO QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER AO VISITAR O PARAÍSO DAS COMPRAS | por Zeca Salgueiro

Evite os meses de junho a agosto por causa das férias de verão das escolas americanas. Embora os parques recebam gente do mundo todo, os americanos vêm às pencas.

Dos fast-foods eu sugiro o Denny’s. Tem sanduíches, pratos, carne, peixe e a fica aberto 24h. Servem café da manhã também. Dos tradicionais eu gosto do Friday’s e do Uno.

Mesmo em meses de menor movimento tente não ir aos parques nos fins de semana pelo mesmo motivo. Se tiver coragem e cacife, vá fazer compras e deixe o parque para segunda-feira. Leve uma mochila com alguns sanduíches e algumas frutas; a comida lá dentro não é tão cara, mas é ruim que dói. Uma ou duas garrafinhas de água resolvem, pois há muitos bebedouros em todos os parques com água geladinha. Lembre-se que na Flórida o calor é tropical – quente mesmo – e você vai andar muito. Use protetor solar sempre.

Boa carne e boas cervejas. Experimente uma Samuel Adams Seasoned, é uma red de paladar frutado e forte.

Comida: Muito condimentada e com pouco sal. Em qualquer lugar. Lá o básico é carne grelhada com vegetais ou salada. Isso sem falar nos Macs da vida.

Se tiver saudades de casa, tem um ou dois restaurantes brasileiros por lá também. Se bem que eu acho que não vale viajar 10.000km pra comer arroz e feijão com guaraná. Sei lá...

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EDIÇÃO #6

TUDO QUE VOCÊ NÃO DEVE FAZER AO VISITAR O PARAÍSO DAS COMPRAS | por Zeca Salgueiro

Compras: Tire um dia só pra isso. Se for com a mulher deixe ela ir pra um lado e você pra outro. São muitas lojas e é melhor olhar tudo antes de comprar. Além dos malls há as lojas de rua – muito boas também.

Alguns itens podem ser comprados por internet ainda no Brasil e entregues no hotel.

Eu disse pra olhar antes porque numa ocasião eu comprei uns tênis Adidas na loja de rua sabendo que os mesmos modelos estavam em média US$ 15,00 mais caros na loja dos shoppings. Se você comprar seis ou sete itens, faça as contas.

É isso. Todo mundo conhece alguém que já foi pra Orlando e a-do-rou. Pergunte a essas pessoas sobre a melhor atração etc. Esse artigo foi para dizer o que não fazer, mas turista é turista e férias são férias.

Sabe aquelas quinquilharias da Disney que você quer dar de lembrança? Então, fora dos parques é mais barato. Menos em Downtown Disney, que faz parte do complexo.

Boa viagem!

Alguns hotéis cobram pelo serviço e outros não, coisa a ser esclarecida com um e-mail, antes de fazer a compra, claro.

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SAÚDE

EDIÇÃO #6

TREINAMENTO: COMECE O ANO COM OS DOIS PÉS | por Anderson Lopes

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omeçamos o ano de 2012 com a segunda parte da nossa promessa. Se você seguiu a orientação de corrida de rua da nossa última edição, tenho certeza de que não se arrependeu de participar ativamente das festas de final de ano. A segunda parte do programa sugerido deve ser realizado nas próximas quatro semanas. Algumas regras devem ser respeitadas para se ter bons resultados: 1. Escolha o período do dia que melhor atenda ao seu treino de corrida. Considerando a temperatura da estação e o horário de verão, melhor antes das 9 e após 17 horas;

7. Beber água faz parte do treino. Evite excessos, pois o desconforto pode interromper a sua sessão de treino; 8. Queimar etapas pode aumentar o risco de se lesionar. Siga corretamente o indicado. Caso sinta algum tipo de dor, suspenda imediatamente o treino. Se sentir a mesma numa segunda sessão, busque ajuda médica; 9. Use protetor solar, roupas e acessórios adequados para a prática da corrida de rua. Acompanhe a nossa coluna Test-drive com muitas dicas! 10. Ao interpretar o treino, verifique o significado correto da legenda;

2. Se possui algum tipo de restrição clínica ortopédica, cardíaca, respiratória ou outra, verifique com o seu médico de confiança;

11. Aguarde a próxima sequência de treinamento de corrida, na edição 6 da EstiloTenis! Bons treinos!

3. Evite locais de tráfego intenso de carros e escolha lugares mais apropriados tais como parques, praças ou ruas de menor movimento;

OBS: Rotacione o seu iPad para ver a tabela completa de treinamento.

4. Respeite o intervalo de pelo menos 48 horas entre uma sessão e outra. Também pode ser realizado terças, quintas e sábados/ domingos (depende da sua disponibilidade); 5. Alimente-se antes da sua corrida. Dê preferência a alimentos leves (pão, fruta, suco de fruta, etc); 6. Realize, sempre, a caminhada rápida antes do treino principal. Não há necessidade de alongar antes, mas imprescindível no seu término;

Anderson Lopes Personal Trainer e Consultor em Treinamento Físico, Esporte e Saúde E-mail: andsoulop@gmail.com Twitter: @andsoulop

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DESOPILANDO

ESTILOTENIS

EDIÇÃO #6

HANGAR: UMA BANDA GAÚCHA DE METAL PROGRESSIVO E POWER METAL

Banda formada em 1997 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, com o objetivo inicial de tocar alguns covers de bandas de que seus integrantes gostavam. Em 1999 lançam seu primeiro álbum, intitulado Last Time. A partir deste momento, seus shows aumentaram e a banda passa por algumas mudanças em sua estrutura. Chegamos aos dias de hoje e em 10 de setembro de 2011, é anunciado para o público em geral o lançamento de um álbum acústico, chamado Acoustic, but Plugged In!. Tal ideia surgiu pela banda ter realizado várias apresentações em formato acústico pelo Brasil, apresentando suas canções em versão “unplugged”. A banda, então, optou por gravar esse material. Porém, no meio das gravações do álbum, Humberto Sobrinho decide deixar a banda, por motivos pessoais não revelados. A banda então teria 2 opções: ou engavetar o álbum acústico, ou persistir na gravação, com um novo vocalista. Eles decidiram gravá-lo com André Leite. O álbum foi lançado para o público em geral na ExpoMusic 2011. Clique no ícone do YOUTUBE e assista o clipe do HANGAR.

OBS: Para assistir ao vídeo é necessário estar conectado a Internet


SNEAKERinHEAD

EDIÇÃO #6

DE OLHO NOS PRIMEIROS SNEAKERS QUE O MUNDO COMENTOU EM 2012 | por Eduardo Sena

Veja o que pintou nas ruas nesse começo de ano e inspire-se.

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SNEAKERinHEAD

EDIÇÃO #6

DE OLHO NOS PRIMEIROS SNEAKERS QUE O MUNDO COMENTOU EM 2012 | por Eduardo Sena

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ano começou e muita gente já começou a riscar da lista de promessas tudo aquilo que não vai cumprir. Ou seja, muita coisa. E enquanto as pessoas prometiam, pulavam ondas e faziam suas simpatias o mundo não parou. Seguiu sua caminhada de tênis. Então siga o exemplo e veja o que pintou nas ruas nesse começo de ano e inspire-se. Afinal, ano novo, vida nova, sneakers novos. Esse ano promete! adidas Originals by David Beckham Mega Torsion Flex CC

Nike Kobe VIII System Supreme Year Of The Dragon A Nike Basketball lançou um sneaker incrível que vai impressionar tanto os fãs dos filmes chineses de Kung Fu, como o próprio Kobe Bryant, quanto os fãs de basquete. É o Nike Kobe VIII System Supreme Year Of The Dragon, que traz logo dourado, dragão animado no calcanhar e uma embalagem à altura do lançamento.

Co-criado por essa dupla consagrada, composta pelo jogador David Beckham e o designer James Bond (que naturalmente não é o agente especial da Rainha), esse adidas traz um pouco de estilo ao mundo da academia e das ruas. Afinal, parece que existe uma máxima que diz que tênis de treino tem que ser feio. Neste caso é o contrário. O modelo tem malha respirável, base Clima Cool, é leve, tem sistema antitorção e é bonito. Vale o show!

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SNEAKERinHEAD

EDIÇÃO #6

DE OLHO NOS PRIMEIROS SNEAKERS QUE O MUNDO COMENTOU EM 2012 | por Eduardo Sena

Supreme x VANS Authentic “Campbell’s Soup” Supreme e VANS nunca decepcionam quando apresentam suas colaborações. E dessa vez, se me permitem o trocadilho, as marcas deixaram todo mundo com água na boca ao apresentar uma suposta colab, ilustrada por nada menos que a clássica marca de sopas Cambell’s Soup, criada pelo gênio Andy Warhol. Mais uma das ótimas versões para o clássico modelo VANS. A previsão é pra 2012, será que sai? Vamos torcer!

Puma Year Of The Dragon Para não ficar de fora das comemorações, a PUMA também lançou seu pacote do Ano do Dragão. O pack traz um sneaker Puma Suede e Jaqueta T7, é feito todo em vermelho vivo com detalhes em dourado. O sneaker ainda tem parte superior de camurça, a jaqueta combina detalhes de tons nas mangas e o logotipo Puma combinado com um emblema de dragão no lado oposto.

Nike Black History Month Pack Outra versão comemorativa da Nike, dessa vez em homenagem ao 36º aniversário do Mês da História Negra, este pack traz uma coleção feita com exclusividade para a tenista Serena Williams. A coleção inclui uma jaqueta Nike Sportswear BHM Destroyer Jacket, uma jaqueta Nike BHM sazonal Knit, um Nike BHM Bag C72, e o Nike Air Max BHM Mirabella 3. Todas as peças com o mesmo padrão e design inspirado na cultura africana.

New Balance ML574 Workwear Pack Desde que foi lançada, em 1988, a série New Balance 574 já ganhou muitos fãs, versões e nunca saiu de moda, reaparecendo sempre com novas colorways e materiais que mantém a série sempre atual. E na coleção criada para a Primavera, a inspiração foram os tons de terra: preto, marron, marinho e cinza.

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CARREIRA

EDIÇÃO #6

SUCESSO | por Nélio Bilate

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h, o sucesso... Todos queremos tê-lo, conviver com ele, senti-lo, estar com ele de alguma forma. O sucesso é da humanidade. E como humanos que somos, devemos, sim, pensar nele e querer que ele esteja em nossas vidas. Mas assim como o sucesso tem o fracasso. Pois é, outra coisa do humano. A falha. É claro que queremos mais o acerto, mas falhar pode nos levar ao melhor acerto futuro. Porém mais importante que o sucesso - que deve ser encarado como consequência – é falar do otimismo. Mais importante que o fracasso, é falar do pessimismo. A forma como encaramos a vida nos dá direções importantes para esses dois caminhos: o sucesso ou o fracasso. E agora nesse início de ano, fazer uma reflexão sobre quantas vezes fomos otimistas no ano que passou é fundamental para uma virada de página, para talvez uma nova postura diante da vida. Encarar os problemas, ver, saber, ter consciência, mas, por favor, com otimismo. O mundo está precisando disso. O planeta clama por boas oportunidades para sobreviver e para viver mais lindamente. Nós, que fazemos parte desse maravilhoso planeta, devemos jogar esse otimismo em nossas ações, em nossos planos, nas pessoas que amamos, nas pessoas que estão a nossa volta, em tudo. Jogar otimismo, mandar otimismo, pensar otimista, sentir otimista. Parece louco? Não. É necessário. Acredito que somos o que comemos, mas também o que sentimos, pensamos, fazemos. Portanto, ser otimista depende de algumas premissas como, por exemplo, não falar mal das pessoas, elogiar mais, reconhecer, comemorar as pequenas vitórias (coisa tão rara hoje em dia), rir muito mais, se divertir com o que é básico como a própria cara no espelho logo de manhã. Isso pode ser muito engraçado. Isso pode ser ótimo/otimista.

Ou, pode ser péssimo/pessimista Feliz, Feliz, Feliz Novo Ano de 2012. O ano em que queremos, podemos e devemos. Tanta coisa vem a mente e ao coração quando o otimismo me toca. Pois são essas coisas boas que devem sair de dentro da gente e se transformarem em palavras, sentimentos e ações. Somos seres muito exigentes com a gente mesmo e com os outros. Somos seres críticos por natureza e a crítica fria e muito purista não é amiga do otimismo. Pois então, vamos dar vazão às pequenas e maravilhosas vitórias da vida e pensar que podemos ser melhores sim. Nascemos para sermos felizes e para fazermos os outros felizes também. Por isso queremos viver numa sociedade. Então, vamos honrar essa missão. E por falar em missão, você já sabe qual é a sua missão na vida? Qual é o seu propósito? Esse pode ser um belo começo para ter otimismo, para acreditar que é possível e que o sucesso é apenas um resultado, um final de estrada com ou sem um belo por do sol. Que o otimismo seja muito bem-vindo na vida de todos nós e que possamos saber recebê-lo em nossos atos, gostos e emoções. Que o sucesso venha desse otimismo e dessa crença em nós mesmos e na vida. Que a alegria e o sorriso sejam a música para esse novo ano novo cheio de otimismo, sucesso e diversão.

Nélio Bilate é consultor da área de desenvolvimento humano da DBM e empresário da NBHEART. www.nbheart.com.br

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ORGANIZAÇÃO

EDIÇÃO #6

VERÃO NA ACADEMIA: COMO ARRUMAR A PRIMEIRA MOCHILA? | por Cintia Covre

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que parece ser mais fácil de fazer? Correr cerca de 10 quilômetros na esteira ou arrumar uma mochila para a academia?

para as roupas do dia seguinte. Caso não utilize o mesmo calçado para trabalhar, escolha uma mochila ou mala com tamanhos proporcionais, ou com mais divisórias.

Para muitos, a segunda opção é ainda mais exaustiva. O tipo de mochila parece ser a primeira preocupação. Ela deve conter divisórias internas para que a roupa suja não entre em contato com a sua toalha, chinelos e produtos de higiene pessoal. Muitas academias oferecem toalhas e cremes como mimos para os seus frequentadores, porém, os chinelos são essenciais na nossa primeira mochila. Vamos ao nosso primeiro checklist. Para os homens que têm mais sudorese, sugiro que se programem para colocar diariamente em suas malas, duas camisetas por treino, uma bermuda ou short, meias, duas cuecas, tênis esportivo, luvas ou caleiras. Para aqueles homens que gostam de comparar o seu desempenho nos treinos sugiro também um bom relógio que marque os batimentos cardíacos e controle a pressão. Existe também frequencímetros cardíacos que ajudam a regular nossos batimentos e pressão arterial. Após um ótimo treino é chegada a hora de tomar um banho e guardar a roupa suja na mala. A grande dica é utilizar sacos plásticos com zip para evitar vazamentos na mochila. Estes podem ser encontrados em papelarias e alguns supermercados. Guarde os diferentes sacos, já fechados e seguros, em uma das divisórias da mochila e os demais utensílios como shampoo, saboneteira e chinelos ensacados em outra. Não se esqueça de lavar os sacos plásticos zip utilizados para que não passe o odor

Cintia Covre é proprietária da Otimiza Design empresa especializada em organização de ambiente / www.otimizadesign.com.br / fone: 11 7152-5552

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MAKING OF

EDIÇÃO #6

O QUE ACONTECE NOS BASTIDORES | por ESTILOTENIS

A partir desta edição você tem acesso ao Making Of da revista. Você verá o grau de descontração entre a equipe da ESTILOTENIS e seus entrevistados. E para começar, o nosso 1º Making Of a ser apresentado é com o nosso entrevistado da #Capa, Paulo Ziliotto. Aqui colocamos uma amostra do que você pode ver em nossa página do facebook. Acesse o link abaixo e CURTA o que nós CURTIMOS.

www.facebook.com/EstiloTenis

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FIM DE PAPO

EDIÇÃO #6

HORA MARCADA | por Eduardo Sena

Todo mundo acha que o médico é um salvador de vidas, um casto, um santo. Aparentemente sim. Mas no fundo, alguns médicos são, antes de mais nada, grandessíssimos filhos de uma desonesta, uma vigarista, uma mulher do fandango. Enfim, filhos de uma bandida, pra não dizer outra coisa!

Acha pouco? É porque você provavelmente não viu um proctologista em ação – eu também não, mas um amigo muito próximo conhece um… -. Eis uma classe de gente prepotente, arbitrária e que adora meter o dedo onde não é chamada. Diante disso, o que dizer senão, que além de abusado, o sujeito só pode ter saído de uma mulher de má nota?

Veja o dentista. Adora conversar com você enquanto trabalha, principalmente sobre assuntos que não te interessam, vão contra os seus princípios, sua filosofia, seu time, sua religião, opção sexual, ou que simplesmente ele sabe que você discorda em gênero, número e grau.

E não me venha com esse papo de que eles salvam vidas e essa coisa toda. Na prática, muito antes disso, com você ainda na recepção do consultório, o que eles fazem é atrasar sua vida servindo apenas um chá de cadeira sem açúcar e revistas velhas. Ou você é desses que acreditam em consulta com hora marcada?

Tudo de propósito! Afinal, ele sabe que pode te enfiar tudo isso goela abaixo e jogar um jato gelado de água por cima, que você não vai responder por motivos óbvios. E mesmo que tente, nem que seja um anestesiado “aham”, ele não vai dar a mínima porque está extasiado com a sua expressão de desespero diante do maldito motorzinho que ele não tira da sua boca nem por reza. É, enfim, a profissão de um grande filho de mãe perdida, pécora, à toa. E claro, a profissão dos sonhos de todo taxista. Outro de quem, certamente, não lembramos da mãe em nossas orações. E o ginecologista? Um grande intrometido, sem sombra de dúvidas, esse profissional é aquele pra quem sua mãe, sua irmã e sua mulher têm que, digamos assim, abrir toda a intimidade e você – seu passivo! – não pode fazer ou falar nada. Afinal, dizem, é para o bem delas. Como? Só Deus e o Papa Nicolau sabem…

Caso você não saiba, a hora marcada serve apenas pra pontuar o momento a partir do qual o médico, sentado tranquilo em sua cadeira giratória de rodinhas, olha para o relógio, confere a agenda, se toca de que você está esperando há pelo menos meia hora na recepção e, sem pestanejar, dá um sorrisinho cínico e comenta pra si mesmo: “mais cinco minutinhos…” Isso demora mais meia hora, totalizando uma hora completa de atraso desde a hora marcada para a consulta. Tempo suficiente pra dormir, acordar, folhear todas as revistas Veja de 1999, ver todas Caras de 2002, ou encontrar pelo menos cinquenta adjetivos vulgares para descrever a mãe do médico em um texto. Foi o que fiz enquanto esperava minha vez de passar nesse filho de uma mulher de ponta de rua. Fiz mal? Certeza que não.

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CRÉDITOS CONSTRUIRAM ESTA REVISTA | por ESTILOTENIS Diretores de Redação: Marcello Barbusci, Eduardo Sena e Zeca Salgueiro Diretor de Arte: Marcello Barbusci Projeto Gráfico: Marcello Barbusci e Eduardo Sena Fotos: Marcello Barbusci e Eduardo Sena Interatividade: Marcello Barbusci Revisão: Zeca Salgueiro e Eduardo Sena Programação para iPad: DNA Mobile | 11 3297.9391 Plataforma usada: DNA Magazine 3.0 Foto Capa: Marcello Barbusci Colaboraram com esta edição: Anderson Lopes | Saúde Nélio Bilate | Carreira Cintia Covre | Organização pessoal e empresarial Adriana Aggio | Design e Comunicação (anúncio e newsletter) Agradecimentos: Natalia Albertoni, Silvia Herrera e Bruno Municelli | Agência Ideal Silvia Postiglioni | Ferraz Moda Giuliano Bertazzolo | PUMA Brasil Eliane Garcia | Giornate Comunicação Débora Carvalho | Banco de Notícias

Contato Comercial: Marcello Barbusci | marcello@estilotenis.com.br | 11 8208 3698

ESTILOTENIS

EDIÇÃO #6


ESTILOTENIS#6  

Nessa edição: falamos com Paulo Ziliotto, gaúcho, surfista, DJ, recém chegado à Amsterdã onde define, com sua equipe, estratégias globais pa...

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