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Revisão /Bibliográfica

CICLO DA AUDITORIA Pesquisa/ investigação

Avaliação/ Rever padrões e critérios Introduzir medidas correctivas

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Identificar e estabelecer prioridades de intervenção

Estabelecer padrões e critérios

Observar as práticas Comparar práticas com padrões 1


Metodologia geral da Auditoria Os critérios podem ser: 

Genéricos (abrangentes)

Específicos (direccionados para algumas especialidades ou procedimentos) 

A auditoria pode ser dirigida a uma prática ou podem definir--se critérios para abranger a maioria das definir práticas de CI. As práticas são revistas de forma objectiva (escala) 0707-11 11--2008

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Metodologia – Planeamento 

O que queremos auditar (Definição e Objectivos) ?



Só Estruturas?



Uma ou mais práticas/procedimentos?



Ou as duas vertentes em simultâneo (estruturas e práticas)?



Quem queremos envolver na auditoria?



Quais os contactos que temos que fazer?



Que instrumentos de colheita de dados a elaborar e como os vamos avaliar/validar?



A quem vamos dirigir o relatório e como?



Como pensamos avaliar as medidas de intervenção?

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Metodologia de Colheita de dados Definir:: Definir 

Fontes de informação a utilizar :observação, questão dirigida, documentação, etc. etc.



Estrutura do instrumento de colheita de dados permitir a quantificação dos resultados! 

Critérios - aspectos a incluir na auditoria



Padrões (conjunto de critérios relativos a cada assunto/tema)

Assinaturas dos auditores e data da auditoria

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Dinâmica da Auditoria em Controlo de Infecção Planeamento Definição do Tema

Escolha do Instrumento

Determinação do Período 0707-11 11--2008

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Dinâmica da Auditoria em Controlo de Infecção Execução Comunicar à direcção da área Em média uma semana de duração Observação directa dos procedimentos 0707-11 11--2008

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Dinâmica da Auditoria em Controlo de Infecção Análise dos Resultados

Agrupamento por assuntos Distribuição numérica

Cálculo percentual 0707-11 11--2008

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Dinâmica da Auditoria em Controlo de Infecção Divulgação dos Resultados

Gestão de Risco

Relatórios

Órgão de Gestão

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CCI, incluindo elos de ligação

Pareceres/propostas de intervenção

Direcção da unidade/serviço

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Princípios Fundamentais da Auditoria 

É um conjunto de várias etapas



Pode ser multidisciplinar ou uniprofissional



Orientada por profissionais



Deve ser um processo formativo



Deve ser uma rotina na prática clínica



É Baseada em padrões prépré-estabelecidos



Deve gerar informação que pode ser utilizada para melhorar os resultados



Deve ser confidencial ao nível dos doentes/clientes

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Auditoria ao Transporte, Manuseamento e Acondicionamento de Material Esterilizado Neste âmbito, a aplicação de metodologia de auditoria interna às estruturas e práticas de armazenamento do material esterilizado constitui constitui--se como um instrumento eficaz de avaliação destas práticas práticas.. Factores relevantes para a manutenção da esterilidade do material Transporte

Manuseamento Armazenamento

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Auditoria ao Transporte, Manuseamento e Acondicionamento de Material Esterilizado 2004 IV curso de controlo de infecção para Coordenadores e Enfermeiros das CCI CCI::

PNCI propôs a avaliação das condições de armazenamento de material esterilizado nos serviços e no armazém central de cada Instituição envolvida, bem como a existência de normas de procedimento nesta área. área . 0707-11 11--2008 11


O que quisemos auditar? 

Circuitos



Transporte



Práticas de manuseamento



Armazenamento



Existência de normas



Amostragem

de

conveniência: conveniência:

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serviços

de

internamento (um da área médica outro na área cirúrgica) no armazém central, S. esterilização e Bloco operatório 0707-11 11--2008

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Quem quisemos envolver na auditoria?



CA



Enf. Chefes dos serviรงos seleccionados



Directores dos serviรงos seleccionados



AAM envolvidos nos procedimentos



Membros dinamizadores dos serviรงos seleccionados



Administrador da รกrea de aprovisionamento,



Administrador da รกrea hoteleira



Enfermeiro da CCI e Coordenador da CCI

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Quais os contactos que tivemos que fazer? 

CA



Enf. Chefes



Directores de Serviรงo



AAM



Membros dinamizadores



Administrador da รกrea de aprovisionamento



Administrador da รกrea hoteleira

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V Jornadas Auditoria_Interna_como_instrumento_de_melhoria_da_Q-2