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Idei@s Clar@s

Internet: www.agrupamento-sra-hora.net

E-mail: ideiasclarasessh@gmail.com

Escola Secundária da Senhora da Hora - Matosinhos

Fundado em 2002 por José Guilherme Azevedo Reeditado em 2015 por Isabel Pinhão Pina 1 ideia

Sumário

2ª EDIÇÃO

PÁG. O Magia da Escrita ................................ 2 A Magia da Escrita ................................. 3 Visita à Sinagoga ................................... 5

Editorial Ficha técnica Diretora Isabel Pinhão Pina Maria de Fátima Pereira Maria Fernanda Cerdeira Maria Gabriela Castanheira Maria de Lurdes Pinto Maria Manuela Queirós Maria Natalina Gradim

Importância da Sociedade para a........... 6 Intercâmbio Epistolar ............................. 7

Eis-nos quase no final de mais um período do ano letivo e, com ele, a chegada da 2.ª edição do nosso Idei@s Cl@ras. Neste período, vivenciou esta comunidade um vasto leque de experiências que, ultrapassando o âmbito curricular, proporcionaram outro tipo de vivências, extremamente enriquecedoras, fundamentais para alicerçar a formação integral dos nossos jovens. Destaco, em especial, duas excelentes oportunidades que propiciaram, aos que nelas tiveram o privilégio de participar, uma reflexão mais profunda acerca do flagelo a que, diariamente, são acometidos os habitantes dos países que, na sequência de conflitos e de guerras civis, passam à condição de refugiados. Foram elas: o “exercício” apresentado pelo Clube de Teatro da Escola Secundária - Eles, os refugiados. e nós? -, e a conferência Migrações, a Europa e os Refugiados. Queremos contribuir para que a nossa comunidade se mantenha desperta e apta a exercer uma ação interventiva, de modo a poder ajudar a construir uma realidade mais justa e solidária. Isabel Maria Pinhão Pina

Young Volunteam .................................. 8 Fauvismo, Dadaísmo e Surrealismo ...... 9 En français ............................................. 10 En español ............................................. 12 In english ............................................... 13 Teatro Frei Luís de Sousa ...................... 15 A BE é Super ......................................... 16 Receitas de Páscoa ............................... 19 Recettes de Paques.. ............................. 21 Passatempos ......................................... 23 Sabedoria Popular ................................. 24


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2º Período_Ano letivo de 2015/2016 Do nosso ponto de vista

A Magia da Escrita

Crimes contra a humanidade Efetivamente, tivemos e continuamos a ter presentes na nossa sociedade crimes perpetrados contra a Humanidade. Deste modo, assistimos, na atualidade, ao sofrimento desumano das populações nas guerras civis presentes em certos países, que levam à morte de milhares de pessoas. Exemplificando, podemos constatar tais acontecimentos horrendos na guerra civil que se verifica, atualmente, na Síria, na qual já milhares, senão milhões, de pessoas morreram e sofreram. Com efeito, vemos a tentativa de fuga dos Sírios pelo mar Mediterrâneo em botes, arriscando a sua vida, apenas para se poderem refugiar nos países vizinhos, principalmente nos europeus. Por outro lado, já se assistiram a vários

massacres hediondos, no passado, autorizados por figuras que se intitularam de líderes supremos. Como exemplo temos o Holocausto que foi comandado por Hitler, na Alemanha, e que abrangeu vários países. Assim, este líder insaciável ordenou a perseguição exaustiva de várias etnias, focando-se

mais nos judeus, colocando estas pessoas em campos de concentração (se já não eram mortas antes, a sangue frio), explorando-as e, de seguida, sufocando-as em câmaras de gás. Enfim, podemos observar os mais variados crimes contra a Humanidade, que são horrendos, não só por provocarem o sofrimento de pessoas, mas também pelo facto de serem provocados por seres supostamente racionais: os seres humanos.

cessante de bens contribui para este mal que, por sua vez, contribui para muitos outros: o degelo das calotes polares, que leva à subida da linha das águas, que leva a cheias destruidoras de culturas e diversas produções humanas. Outro exemplo de estamos a ser vítimas neste momento são as bruscas mudanças climatéricas (mais uma vez resultantes da poluição).

Isabel Alves, nº15, 12ºA

Implicaçoes da evoluçao no mundo atual De facto, hoje vivemos num mundo em que nada falta. Quase nada… aliás, falta o bom senso. Vivemos num mundo que não olha a meios para atingir os fins. Num mundo em que o que importa é produzir, criar, inovar todos os dias e cada vez mais. E, ao fazermos tudo isto, estamos, aos poucos e poucos, a cavar as nossas sepulturas. Decerto que as consequências dos nossos atos são reais e, provavelmente, irremediáveis. A exploração descontrolada dos recursos naturais está a deixar graves marcas no planeta. O buraco na camada de ozono é um dos vários exemplos de que nos podemos servir. A poluição resultante da produção in-

Por tudo isto se têm organizado várias conferências mundiais, a última em Paris, com o fim de mitigar os impactos causados. Contudo, se tivéssemos planeado os nossos atos anteriormente, nada disto seria necessário. Para terminar, somos vítimas de nós próprios, não podemos culpar ninguém senão nós. Estamos a arruinar a nossa “casa” e, se não mudarmos drástica e rapidamente as nossas ações, poderá vir a ser tarde de mais. António Pedro Couto Nº5, 12ºA


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2º Período_Ano letivo de 2015/2016

Idei@s Clar@s

Do nosso ponto de vista

As ações do Homem têm tido, nos últimos séculos, um grande impacto negativo no mundo, seja no planeta e nos seus ecossistemas, como no próprio Homem. A evolução humana conduz-nos, porém, a um futuro onde este impacto será mais positivo.

A verdade é que, atualmente, a Humanidade se encontra num processo de autodestruição desmedida. Cega por achar prazeres rápidos e pela ganância, a raça humana não olha a meios para obter riquezas. Quantas guerras inúteis se travam todos os dias, sejam elas bélicas, ou mais pequenas, como as que travamos com um vizinho, rival ou colega, por razões já esquecidas. É da natureza humana destruir o seu adversário, mesmo que, ao fazê-lo, se destrua também a si mesmo. Muitas vezes associamos o conceito de evolução às ciências ou tecnologias, mas, neste momento, do que a Humanidade mais necessita é de uma autêntica revolução moral e filosófica. A moral que

à sua maneira. Temos de tomar responsabilidade sobre as nossas ações e sobre a nossa vida, em vez de procurarmos mais um bode expiatório. Acima de tudo, devemos procurar amar verdadeiramente todas as pessoas por igual, especialmente aqueles de

quem não gostamos tanto: essas são as pessoas que mais necessitam da nossa compreensão e ajuda. A moral, a filosofia e a religião têm, desde a sua criação, servido apenas para nos dividir. Mas, com o nosso planeta em perigo de acabar (graças à desmedida exploração dos recursos naturais), devemos unir-nos, todos os povos e nações, pois todos partilhamos o mesmo objectivo: o de prevalecermos, sermos felizes e evoluirmos. Concluindo, ao entrarmos numa verdadeira união e harmonia com toda nossa espécie, entramos em harmonia com o nosso planeta e, desta maneira, o nosso futuro será mais incrível e cheio de possibilidades. Vicente Busto Silva, 12ºB

Efetivamente, a humanidade orgulhase, nos dias de hoje, de tudo o que conquistou e descobriu, mas não olha a meios para atingir os seus fins; daí que surjam questões relevantes acerca da evolução atual do mundo. Deste modo, no mundo atual, os países mais desenvolvidos têm poder sobre os países em desenvolvimento, quer em termos financeiros quer em termos industriais, criando uma margem de manipulação dos países mais desfavorecidos. A título de exemplo, há vários países, como os Estados Unidos, que deixam os resíduos tóxicos da sua indústria em território de países em desenvolvimento, em troca de bens ou dinheiro. Ora, estes países não têm como recusar, por isso sujeitam-se a intoxicações e problemas de poluição graves que põem em causa todo o planeta e a evolução do mesmo. Em segundo lugar, a industrialização é a fonte primária de poluição, pelo que é necessário e urgente adotar medidas para baixar os índices de poluição que põem em causa o planeta. Tome-se como exemplo a China que, apesar de estar ainda em desenvolvimento, se tem tornado numa potência mundial e onde o ar é praticamente irrespirável devido à imensa poluição que as suas indústrias geram, já para não falar das condições em que os operários trabalham que, por si só, é também um impedimento à evolução atual do mundo. Por conseguinte, a evolução atual

prevalece na nossa sociedade não está a resultar. Somos rápidos a julgar os outros, intolerantes, xenófobos e racistas. Tudo isso tem de acabar. Em vez de nos focarmos em procurar diferenças entre nós mesmos, devemos evidenciar e exaltar o que nos une e nos torna idênticos. Temos de opinar menos sobre a vida dos outros e deixar cada um viver livremente


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2º Período_Ano letivo de 2015/2016 Do nosso ponto de vista

do mundo está, a meu ver, dependente das ações da humanidade em relação aos problemas atuais e da avaliação dos riscos de uma ação antes da sua realização. Até onde terão de chegar os problemas para que a humanidade comece a pensar mais no mundo e menos no seu poder, e perceba que, quando não houver hipótese de remediar os problemas, não haverá poder ou superioridade que nos salve? Inês Morais, 12º A

Encontramo-nos num período negro da história da Humanidade. Tal afirmação é, certamente, inegável. Estamos aparentemente no período de uma préterceira Guerra Mundial, mas estaremos em paz? Certamente que não. Afinal, quem seria cego o suficiente para chamar paz a tamanha tensão? Para os mais leigos ou ingénuos, imaginemos este cenário: dois homens estão numa sala. Cada um deles tem uma arma apontada à cabeça do outro; contudo, nenhum deles dispara. O facto de ninguém disparar não significa que estejamos perante uma situação pacífica, significa apenas que os envolvidos têm consciência de que, quem avançar primeiro, terá certamente retaliação apropriada, e ambos serão obliterados. É com muita tristeza que constato este facto. A ganância humana é precedida apenas pelo seu instinto de autopreservação, e, se não fosse por isto, certamente não haveria huma-

nos para cobiçar ou para serem cobiçados. Chegamos, portanto, à raiz do problema. Não existe, nem nunca existiu, verdadeira paz. Existe apenas a ilusão de segurança com que nos deparamos diariamente. Será talvez a única paz que teremos, tendo em conta que nenhuma solução é visível após milénios de sociedade, séculos de paz, décadas de guerra. Não pode haver guerra sem paz, ou paz sem guerra, mas a paz que temos vindo a experienciar revelou-se apenas um período préguerra dissimulado. Nunca existirá um mundo em que todos os cidadãos estejam satisfeitos com a sua situação, e haverá sempre minorias insurgentes que desafiem o poder em vigor. Quem estará certo? Certamente ninguém. Os conceitos abstratos de bem e mal são apenas ilusões criadas para podermos melhor compreender o universo que nos rodeia. Aliás, não existem, objetivamente falando, conceitos absolutos, como é refletido pelo facto de o semideus da física moderna, Albert Einstein, não ser conhecido pela Teoria do Absolutismo. Ao fazer tal constatação, não será esta nova realidade incompreensível e fechada às nossas simples mentes? Talvez. Mas de nada nos serve apenas constatar e observar. As respostas pelas quais tanto ansiamos como espécie estão escondidas no tecido da própria existência, e estou certo de que iremos encontrá-las. Se tais verdades serão ou não satisfatórias é

pura especulação , já para não mencionar que, mais uma vez, é subjetivo ao ponto de vista individual, do está também dependente toda a realidade. Sendo, aparentemente, este o sentido da nossa existência, ou apenas da existência de alguns, vemo-nos perante duas opções: Por um lado, poderemos eventualmente descobrir as grandes respostas às igualmente grandes perguntas desta realidade, e talvez de outras; por outro, poderemos também sofrer o cruel destino de sermos mantidos em perfeita ignorância perante o que nos rodeia. De qualquer das maneiras, é aparente que continuaremos a evoluir e a procurar a proverbial luz ao fundo do túnel que é a nossa viagem. Até lá, é imperativo que não cessemos o nosso progresso. Posto isto, àqueles que de nós tiverem a função de nos levar ao fim do túnel, desejo uma boa viagem e, se as condições forem propícias, espero também oferecer a minha ajuda à vanguarda do conhecimento. Carlos Bruno Fernandes, nº5, 11ºB


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2º Período_Ano letivo de 2015/2016 Do nosso ponto de vista

Visita a Sinagoga Kadoorie—Mekor Haim No âmbito da comemoração do “Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto”, organizado pela Biblioteca da Escola Secundária da Senhora da Hora, com a colaboração da disciplina de História, os alunos do 9.º ano, turma G, irão visitar, no início do terceiro período, a Sinagoga do Porto (Sinagoga Kadoore Mekor Haim). Com a visita à Sinagoga, pretende-se dar a conhecer a importância arquitetónica e simbólica deste templo judaico e compreender o Judaísmo do ponto de vista religioso, cultural e histórico. Pretende-se, igualmente, aprofundar o conhecimento da história da Comunidade Judaica do Porto (criação, 2.ª Guerra Mundial, atualidade) e do seu fundador – Capitão Barros Basto (vida e obra, resgate dos judeus secretos, afastamento do exército, reabilitação).

A comunidade judaica do Porto, criada em 1923 por Barros Basto (Ben Rosh), judeu marrano, que, com enorme idealismo, iniciou o movimento “Obra do Resgate”, teve prosperidade até 193637, quando Barros Basto foi acusado e condenado em Tribunal Militar, após cabala política montada por influência germanófila. Durante os anos de sucesso, a “Obra do Resgate” recuperou cerca de trinta comunidades criptojudaicas, no nordeste do País, com alguns milhares de membros, construiu a sinagoga, chamada Mekor Haim e uma escola rabínica “yeshiva” inauguradas no Porto, em 1938.

A Sinagoga Kadoorie - Mekor Haim ("Fonte de Vida") é a maior Sinagoga da Península Ibérica e uma das maiores da Europa. Construída com donativos de judeus de todo o mundo, a sinagoga Kadoorie Mekor Haim é um símbolo de um povo capaz de fazer coisas maravilhosas mesmo nas épocas de adversidade. Foi inaugurada em 1938, num tempo em que na Alemanha as Sinagogas eram queimadas. Trata-se do edifício-sede da Comunidade Israelita do Porto, uma comunidade composta por judeus de inúmeras nacionalidades desde a sua fundação, em 1923, até à atualidade. A história da sinagoga Kadoorie, uma das mais extraordinárias casas de culto judaico do mundo, está intrinsecamente ligada à história do seu fundador, capitão Artur Barros Basto, um oficial do exército português convertido ao Judaísmo e que se tornou conhecido no mundo judaico por tentar resgatar os descendentes dos judeus forçados à conversão ao cristianismo, no século XV, que mantinham a prática em segredo de preceitos da religião judaica, e por dar refúgio a judeus durante a 2.ª Guerra Mundial. De facto, o capitão Barros Basto realizou um trabalho de “resgate” dos marranos, ou seja, dos descendentes dos judeus convertidos à força, para escapar quer à expulsão decretada pelo rei português D. Manuel, em 1496, quer às perseguições que se lhe seguiram,

principalmente pela Inquisição. A maioria desses “convertidos”, também chamados “cristãos-novos”, manteve-se fiel às suas crenças e continuou a praticar secretamente os atos de culto do Judaísmo. O capitão Barros Basto percorreu o país, identificando os descendentes clandestinos desses criptojudeus, reabilitando-os e fazendo com que não se sentissem civicamente diminuídos por professar a religião em que acreditavam. Foi um trabalho de recuperação da dignidade de uma religião cruelmente perseguida durante séculos, mas sobretudo um audacioso combate ao medo e até à vergonha de a praticar em público.

Tendo montado a sua vida no Porto, em 1921, o capitão reuniu cerca de vinte judeus asquenazim naturais da Lituânia, Polónia, Alemanha e Rússia, recém chegados à cidade e que viviam do comércio. Estes não possuíam sinagoga, não estavam organizados e tinham que se deslocar a Lisboa sempre que, por motivos religiosos, era necessário. Em 1923, foi registada oficialmente no Governo Civil do Porto a Comunidade Israelita do Porto, da qual faziam parte o capitão Barros Basto e as famílias asquenazim. Nessa altura, a comunidade organizou-se e arrendou, provisoriamente, uma casa na Rua Elias Garcia, que passou a funcionar como sinagoga. Em 1929, Barros Basto reuniu fundos que lhe permitiram comprar um terreno na Rua de Guerra Junqueiro, onde a grande sinagoga Kadoorie Mekor Haim viria a ser construída.


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Um olhar sobre o mundo

A obra decorreu lentamente até 1933, devido aos elevados custos e aos re-

cursos limitados do seu fundador e da comunidade, apesar de todo o apoio monetário então prestado pelo Comité dos Judeus Hispano-Portugueses em Londres. Nesse ano, Laura Kadoorie, a esposa do filantropo judeu de origem iraquiana Sir Elly Kadoorie, faleceu e os seus filhos, Lawrence e Horace, decidiram homenagear a mãe, descendente de judeus portugueses que abandonaram o país devido à Inquisição. Essa homenagem foi materializada no apoio monetário da família à construção de grande parte da Sinagoga do Porto, que passou assim a chamar-se “Sinagoga Kadoorie – Mekor Haim": “Kadoorie” em homenagem à referida família e “Mekor Haim" - o nome que o capitão Barros Basto já lhe tinha dado previamente.

Podemos, assim, concluir, a partir da história da Sinagoga do Porto, que o povo judeu, um dos mais pequenos do mundo, tem um caráter nobre e perseverante, tendo já sido considerado por Moisés como um povo “de cerviz dura”. Alunos do 9.º ano, turma G.

A importancia da sociedade para a construçao da personalidade

Hoje em dia, a maior parte das pessoas vive para agradar aos outros. Acabamos sempre por pedir opiniões aos amigos ou familiares e tentamos seguir tudo aquilo que é esperado sermos e não perguntamos a nós próprios o que realmente queremos ser e fazer. Não há ninguém que possa dizer que é cem porcento não influenciável. Tudo aquilo que nos dizem, que nos mostram e que nos rodeia acaba por construir a pessoa que somos. É como se fosse um puzzle. Desde pequenos que nos mostram o certo e o errado, o justo e o injusto e é essa informação que usamos para julgar os outros e para construir a nossa personalidade. No entanto, as experiências que vivemos completam tudo aquilo que nos foi ensinado antes.

Existem pessoas que possuem uma personalidade forte e outras que são “arrastadas” pelos amigos. Tudo isto depende da educação que nos é dada pelos nossos pais, como estes nos tratam e do nosso contexto socioeconómico.

Em suma, a construção de uma personalidade é semelhante ao ato de cozinhar – depende de quem prepara a refeição e dos ingredientes que são utilizados. Beatriz Macedo, Nº 10º A


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2º Período_Ano letivo de 2015/2016 Um olhar sobre o mundo

Intercâmbio Epistolar

Voam os ditos, ficam os escritos, diziam os antigos romanos. É lícito reconhecer que a melhor forma de expressar, de forma livre e sincera, o nosso sentir, é através da escrita. Há, de facto, acontecimentos ou sentimentos de muito difícil expressão, e que o ator se vê incapaz de reproduzir através do gesto, o pintor através do desenho, ou o orador através do seu mais sublime discurso. E que só o poeta, através da palavra escrita, o consegue exprimir com subtileza e autenticidade, dado que num registo escrito se poderá conseguir uma maior capacidade de explanação ao nível das suas ideias, pois permite refletir antes e refazer o discurso depois. Uma simples nota escrita à mão revela, em tempo real e de forma simples, que se valoriza o suficiente uma pessoa e a sua relação para valer a pena perder um pouco de tempo. E acima de tudo, uma nota escrita pode ser sempre relembrada, relida e apreciada a qualquer momento.

O ser humano é gregário; quer estar com seus familiares e amigos. E a carta estabelece essa ponte necessária para que essa união com os da "tribo" se estabeleça de forma profícua. A carta foi, desde sempre, o veículo que transpondo

as distâncias e o tempo, mantinha o vínculo entre as pessoas. Mostrando que estas, longe da vista, ainda viviam e mantinham na sua memória os que estavam distantes. Famosas as cartas de Cícero, a de Pero Vaz de Caminha, as dos Sofrimentos de Werther, ou as centenas de cartas que escreveu Freud, assim como qualquer correspondência que mantinha os soldados, no campo de batalha, em contacto com as suas esposas, filhos ou amigos. As cartas não somente foram importantes pela manutenção do contacto, mas por serem também elas a melhor forma de expressar um sentimento de forma livre e espontânea, pelo contacto íntimo com o texto, pela estruturação do sentimento e pelo ato de introspeção que este proporciona. E é inegável que foi através do testemunho escrito que nos chegaram informações que, através da fala se teriam, inevitavelmente, perdido ou deturpado. A escrita é o testemunho mais fidedigno que passa através dos tempos. O que foi pedido aos alunos que frequentam a disciplina de espanhol no Ensino Secundário (alunos do 11º C e 11ºD) foi que aplicassem os seus conhecimentos linguísticos redigindo missivas a estudantes da sua mesma faixa etária, falantes nativos da língua espanhola. Assim, os alunos iniciaram contacto com estudantes espanhóis, até então desconhecidos e que hoje são “amigos”. Com esta atividade pretendia-se que os alunos aperfeiçoassem os seus conhecimentos linguísticos, fosse pelo exercício da escrita, fosse pela leitura das cartas recebidas

de Espanha, e escritas no castelhano mais puro e genuíno. Pretendia-se, também, que os alunos adquirissem conhecimentos sobre a cultura espanhola, a música que eles ouvem, os filmes que eles veem, os costumes que têm. Em pouco tempo, os nossos jovens e os seus congéneres espanhóis, cultivaram uma relação de crescente confiança, sentindo-se já mais próximos e familiares. Aperfeiçoando a escrita e a compreensão, foram adquirindo conhecimentos que as aulas não podem proporcionar e, simultaneamente, foram dando a conhecer um Portugal que os espanhóis, não poucas vezes, desconhecem ou minimizam, divulgando a nossa cultura, a nossa cidade, a nossa escola. A troca de correspondência tornou-se um intercâmbio cultural que muito nos apraz a todos.

Mas os jovens foram mais longe do que era expectável. Vivemos na era das redes sociais, e os alunos, para além das cartas, começaram, muitos deles, a conversar diariamente. Mais tarde, criaram um grupo numa rede social só entre eles, estando já a estabelecer um vínculo com perspetivas de se conhecerem pessoalmente no futuro. O que é opimo para o processo de socialização, outro dos objetivos da Escola.


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Um olhar sobre o mundo

O intercâmbio epistolar começou logo no início do ano letivo e manter-se-á até ao fim do mesmo, esperando que os alunos prolonguem o contacto entre eles. O entusiasmo com que se entregaram à tarefa; a insistência com que perguntam pelas cartas e a “urgência” que mostram na resposta às mesmas, leva-nos a crer que este intercâmbio tem sido um sucesso pois cumpriu os objetivos do mesmo. Acreditamos que esta atividade poderá ser marcante para os alunos por ser algo novo, que lhes permitiu conhecer gente nova e que lhes deixará, certamente, boas recordações pela amplificação de conhecimentos humanos e culturais. Como Goethe podemos dizer que “Acreditamos porque queremos acreditar”. E o Homem acredita tão facilmente naquilo que deseja. Aos alunos endossamos os nossos sinceros parabéns pela forma como se dedicaram à tarefa, pelo denodo que têm posto na execução da mesma e pela forma cívica e respeitosa com que se têm comportado todos, promovendo uma “convivência” muito sadia que só transmite uma boa imagem dos portugueses em geral, e desta escola em particular.

YOUNG VOLUNTEAM – VOLUNTARIADO JOVEM

O Programa Young Volunteam surgiu de uma parceria entre várias entidades (Sair da Casca, Entreajuda e Caixa Geral de Depósitos) e tem como objetivo promover o voluntariado, de forma a reforçar o reconhecimento da sua importância e contributo para o desenvolvimento de competências fundamentais nos jovens, em eixos estratégicos como a inclusão social, educação, emprego e cidadania. Por forma a desenvolver o programa, cada escola terá os seus “jovens embaixadores” que atuarão como agentes de mudança, divulgando os valores do voluntariado, não só entre os colegas, mas também junto de alunos de outros ciclos de ensino, das famílias e da comunidade local. A primeira sessão de formação, no âmbito deste programa, decorreu no passado dia 1 de fevereiro, no Auditório da Escola Secundária da Senhora da Hora. As oradoras convida-

À Escola e à Direção, também só temos a agradecer pela maneira como se disponibilizaram para cooperar, aderindo logo à iniciativa e fazendo sempre tudo pelo engrandecimento dos seus alunos.

ta ser voluntário, passa a haver alguém dependente dele e da sua ajuda, por isso o não cumprimento do estipulado leva ao desapontamento por parte de quem espera ajuda e impede a realização das ações de voluntariado definidas.

Após esta parte introdutória, seguiu-se um trabalho prático. As oradoras convidaram a assistência a dividir-se em grupos, devendo cada um pensar numa ideia e elaborar o respetivo projeto de voluntariado. As várias propostas dos grupos foram discutidas e analisadas, assim como a sua viabilidade. Os alunos poderão, enquanto embaixadores deste programa, desenvolver as melhores ideias e projetos, sensibilizando assim toda a comunidade escolar para a questão do voluntariado. Proj/EVE

Profº Adrião Vieira – Grupo Espanhol

das começaram por apresentar genericamente o programa, esclarecendo seguidamente o conceito de voluntariado. Segundo elas, o voluntariado “não é uma entreajuda”, mas sim “uma ajuda desinteressada e responsável”, enquadrada no seio de uma organização que o promove. Destacaram ainda os valores associados ao voluntariado, sublinhando a importância da responsabilidade e do compromisso social. Lembraram que a partir do momento em que se acei-


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Um olhar sobre o mundo

O Fauvismo O fauvismo foi a primeira corrente vanguardista da arte moderna e surgiu em 1905, no Salon d’Automme em França. O nome desta vanguarda teve origem na apreciação do crítico Louis de Vauxcelles que, ao ver as telas de pintores pouco conhecidos como Henri Matisse e Vlaminck, caracterizou-os como fauves (feras). Efetivamente, os quadros eram chocantes, estranhos e, à primeira vista, quase selvagens para o que eram as convenções de arte estabelecidas. Liderados por Henri Matisse, os fauvis-

tas reivindicam o primado da cor sobre a forma. É na cor que encontram a sua forma de expressão e, por isso, deve ser usada em total liberdade. Assim, a cor desenvolve-se em grandes manchas que delimitam planos, resultando numa pintura sem perspetiva, sem dimensão e sem profundidade, ou seja, negligenciando a precisão da representação. Pela primeira vez, o colorido autonomiza-se completamente do real, isto é, não tem de concordar com as cores do objeto representado mas refletir a sua essência, tal como se revela aos olhos do pintor. Concluindo, o fauvismo foi um movimento marcadamente francês a que estão alheias quaisquer intenções de índole social ou psicológica. Pretendiase segundo Henri Matisse e passo a citar: -“ uma arte do equilíbrio, da pureza e da serenidade, destituída de temas perturbadores ou deprimentes […] algo como uma boa poltrona onde repousar a fadiga física”. Daniela, 12º D

O Dadaísmo O Dadaísmo foi um movimento de contestação artística criado em 1916, em Zurique (Suíça). Este movimento teve como pioneiros um grupo de jovens desertores da 1º Guerra Mundial (19141917) que pretendiam demonstrar a repulsa que tinham pelo conflito. O movimento “Dada” tinha como alicerce o desprezo pelo mundo violento, pela sociedade, pelas suas regras e pela própria arte que é sempre o reflexo dos homens e do mundo. Com isto, os dadaístas expressaram-se através do ilógico, do absurdo e do desconcertante, sempre com o objetivo de destruir os fundamentos da Arte. As principais formas de expressão utilizadas foram: os assemblages de Kurt Schwitters e os readymade de Duchamp que eram um meio para negarem a arte e o seu valor. Para além da antiarte que o dadaísmo se esforçava por criar, desenvolveu--se também uma grande agitação dos meios artísticos através de panfletos abusivos e obscenos, espetáculos desconcertantes, poemas desarticulados e muitas vezes sem nexo. PTécnica: Assemblages

Concluindo, o dadaísmo não passou, no fundo, de uma manifestação criada pelos lesados da vida das primeiras décadas do seculo XX. No fim, contraditoriamente, os dadaístas acabaram por se negar a si próprios e abriram- se à arte. Muitos refugiaram- se na Vanguarda seguinte (Surrealismo) e, nela tentaram procurar o caminho para melhor conhecer o Homem. João Paulo, 12º D

O Surrealismo O surrealismo foi um movimento artístico e literário, nascido em Paris, na década de 1920, inserido nas vanguardas que viriam a definir o modernismo. Fortemente influenciado pela teoria psicanalítica, realizada pelo psicólogo Sigmund Freud, o surrealismo enfatiza o papel do inconsciente na atividade criativa. Os artistas desta época, que eram adeptos do movimento, criavam as suas obras com muito humor, sonhos, utopias e tudo aquilo que fizesse parte de um mundo fora da lógica, algo que fosse realmente surreal.

A persistência da memória,

Para além da antiarte que o dadaísmo se esforçava por criar, desenvolveu--se também uma grande agitação dos meios artísticos através de panfletos abusivos e obscenos, espetáculos desconcertantes, poemas desarticulados e muitas vezes sem nexo.

Salvador Dali Gloria Amaro/Stephanie Mesquita,12ºD


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En français... Poeme de la Saint Valentin Début de la fin de la joie Certains jours je vois des fleurs

LA SCIENCE ET LA TECHNOLOGIE INVENTIONS ET DECOUVERTES FRANÇAISES Teste tes connaissances culturelles: - Qui a inventé/découvert quoi?

D’autres qui ne voient pas les couleurs. Au début il semblait tout facile Mais maintenant je suis très fragile.

a. André-Jacques Garnerin

Quand je vous vois avec elle,

b. Joseph Michel et Étienne De Montgolfière

La jalousie prédomine en moi

c. Denis Papin

3. le parachute

d. André et Edouard Michelin

4. l’hélicoptère

e. Paul Cornu

5. la Montgolfière

f. Charles Frédéric Gerhardt

6. le stéthoscope

g. Jean-Baptiste Denis

7. le radium

h. René Laënnec

8. l’aspirine

i. Pierre et Marie Curie j. Louis Pasteur

9. la première transfusion sanguine 10. le virus du SIDA

l. Louis Pasteur

11. les conserves alimentaires

m. Albert Calmette et Camille Guérin

12. le vaccin contre la rage

n. Étienne-Émile Beaulieu

13. le système Braille

o. Auguste et Louis Lumière

14. la première pilule abortive

p. Charles Cros

15. la pasteurisation

q. Ferdinand Carré

16. le cinématographe

r. Nicolas Appert

17. la glace

s. Louis Braille

18. la première machine à calculer

t. Blaise Pascal

19. photographie en couleurs

u. Luc Montagnier

20. le BCG

Et je me demande : est-ce que vous voulez encore de moi ? Ma vie est basée sur vous Mais il semble que je ne suis plus rien pour vous. Certains jours je me sens nerveuse D’autres où je me sens triste. Au début il semblait amour Mais maintenant il ne semble plus. Raquel 9ºG Sara Carvalho 9ºG

1. la première automobile à vapeur 2. le pneu démontable de voiture

a.

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b.

m.

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PAQUES POUR LES ENFANTS — COMPTINES ET CHANSONS En allant chercher mon pain (G. Delaunay)

Matin de Pâques (M. Roth)

L'oeuf (Maurice Coyaud)

Dig, ding, don ! Dig, ding, don ! Sonnez matines, Frères Jacques ! Dig, ding, don ! Dig, ding, don ! Sonnez le carillon de Pâques ! Dig, ding, don ! Dig, ding, don ! Cloches, clochettes et bourdons,

J'ai trouvé un bel oeuf bleu Bleu comme la rivière Bleu comme le ciel. Le lapin l'avait caché Dans l'herbe du pré.

Une poule sur un mur

Par ce matin clair et sonore, La poulette jaune picore Un grain d'or par là, un grain par ci, Et se promène sans souci.

J'ai trouvé un bel oeuf jaune Jaune comme de l'or Jaune comme un canari. Le lapin l'avait caché Derrière un pommier.

Une poule sur un mur, Qui picore du pain dur Picoti, Picota Lève la queue et saute en bas.

Fais-nous vite un oeuf ma poulette, A la coquille blanche et nette, Ou plutôt... Tiens ! Oui c'est cela, Fais-nous un oeuf en chocolat.

En allant chercher mon pain, Je rencontre trois lapins Je les mets dans mon panier Ils se mettent à grignoter Je les mets dans mon placard Ils me mangent tout mon lard Je les mets au coin du feu Ils s'endorment tout heureux.

Le lapin qui a du chagrin

J'ai trouvé un bel oeuf blanc Blanc comme de la neige Blanc comme le muguet. Il était au poulailler Alors, moi, je l'ai mangé.

Le lapin qui a du chagrin La fourmi qui a du souci Le p'tit rat qui a du tracas Ah, la la ! comment arranger tout ça? Trois petits lapins Trois petits lapins Comme trois coquins La pipe à la bouche Le verre à la main Disaient : "Mesdames, versez-nous du vin Jusqu'à demain matin". Teste tes connaissances culturelles Le lièvre a de la fièvre Le lièvre a de la fièvre L'escargot a mal au dos Le pivert a mal aux nerfs Oh là là ! Que de maux !

Solutions : a.

3.

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b.

5.

m.

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Um olhar sobre o mundo

En español... EL VIENTO EN LA ISLA EL viento es un caballo: óyelo cómo corre por el mar, por el cielo. Quiere llevarme: escucha cómo recorre el mundo para llevarme lejos. Escóndeme en tus brazos por esta noche sola, mientras la lluvia rompe contra el mar y la tierra su boca innumerable. Escucha cómo el viento me llama galopando para llevarme lejos. Con tu frente en mi frente, con tu boca en mi boca, atados nuestros cuerpos al amor que nos quema, deja que el viento pase sin que pueda llevarme. Deja que el viento corra coronado de espuma, que me llame y me busque galopando en la sombra, mientras yo, sumergido bajo tus grandes ojos, por esta noche sola descansaré, amor mío.

SEMANA SANTA

¿Cuál es el día más largo de la semana?

La Semana Santa de Sevilla es una de las fiestas más conocidas y famosas entre las distintas celebraciones de Semana Santa en toda España. Esta Semana Santa de Sevilla es conocida por sus procesiones: más de 60 hermandades y 121 pasos van en procesión hacia la Catedral de Sevilla. Las marchas procesionales acompañan a los pasos y las bandas de música interpretan temas creados especialmente para la ocasión.

¿Cuál es el número que si lo pones al revés vale menos?

Esta fiesta atrae miles de turistas, muchos de ellos famosos (Antonio Banderas, Melanie Griffin…)y está declarada como fiesta de interés nacional. Beatriz Bernardo, 8º A ¿Qué isla española tiene nombre de metal?

Adivinanzas Locas

Pedro Fernandes, 8ºB

Pablo Neruda

- Isla del Hierro

- nueve

- El miércoles porque es el que tiene más letras

- Blanco

¿De qué color es el caballo blanco de Santiago?

Solución:

Poema elegido por Daniela Ferreira, 8ºB


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2º Período_Ano letivo de 2015/2016 Um olhar sobre o mundo

In english... Ethical Consumerism – Should it be spread? Ethical consumerism is a type of consumerism that implies buying ethical products, in other words, products which are manufactured without harming or exploiting human beings, other living beings or even the natural environment. From my point of view, this kind of consumerism should be or, to be more precise, ought to be spread in this society by everyone, even though most people do not know what it is and therefore do not put it into practice. This way, people would target and favour certain companies and avoid others, favouring particular ethical products. For example, in a 2009 article, Time magazine reported that, in their poll of 1003 Americans, “nearly 40% said they purchased a product in 2009 because they liked the social or political values of the company that produced it”. Thus, companies and even countries (for instance, China) that do not respect human or animal rights, promoting worker exploitation or even child exploitation, and contribute to environmental impacts, would have to change their policies related to these issues in order to remain on the market and/or to be respected by others.

Furthermore, by increasingly implementing and applying changes on people’s lives styles, pollution and diseases would progressively decrease and, consequently, the quality of every beings’ lives would increase. For instance, according to an article about the book China’s Environmental Challenges of Judith Shapiro, “the effects on the environment and people’s wellbeing” stemming from the development model of China “and their effect on the rest of the planet are increasingly apparent”, thereby a modification in this country’s policies would certainly improve life on Earth by reducing all of these impacts. In conclusion, ethical consumerism should be, in fact, spread in this society since it would bring many benefits to our planet and, therefore, to us. Isabel Alves, Nº15 12ºA

The worst season ever

moments, and probably they are the people that know more things about

us. So, this new age of technology only came to destroy our world, and our relationships. Stop paying attention to the computer screen and come for the real world with real people and real life. Forget everything that you think you know, because the internet doesn’t know everything. Because our world is changing and we can make the difference. Daniel Santos, Nº6 10ºB WORD SEARCH Try to find these words! Good

Nowadays a lot of teens spend more time in front of a computer than with family. It’s a very wrong idea (the idea of we can’t live without technology). If our forefathers could live without technology, why can’t we do it? Living nowadays and living a few years ago is very different, because before the age of new technologies, everything was better. People used to communicate face-toface, and now, this kind of communication doesn’t exist, but one day we will understand that we are losing our precious time with things that aren’t important, and we will find the most important thing in all the world, friends. Friends, like family, help us in our bad

luck… Camera, Computer, Download, Facebook, Games, Hacker, Online, Robot, Virus, Website. Luís Ferreira, Nº20 10ºB


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Um olhar sobre o mundo

The Media!! Media are a new way of communication in the world. There are many different kind of media. Radio, internet, magazines, phones, tablets, among others. Media revolutionized the way we know stuff nowadays. In the old days, people were “human” media. Why? Because of the tittle-tattle. Media are an innovation that allows us to realize about all the issues that occurs in the world. Luana Polónia, Nº19 10ºB

Última Hora Visita de Estudo a Lisboa No passado dia 2 de fevereiro de 2016, as turmas A, B e D do 12º ano, partiram da Escola Secundária da Senhora da Hora, pelas 6h30, rumo a Lisboa. A viagem foi longa e calma, visto que era ainda bastante cedo. Fizemos apenas uma curta pausa na estação de serviço de Pombal para repor energias, e retomámos de seguida a nossa viagem. Eram já onze horas quando chegámos à Casa dos Bicos, onde assistimos à dramatização de algumas passagens do romance Memorial do Convento, que prendeu a atenção do público desde o primeiro momento. Foi uma encenação fantástica, muito bem conseguida e com um excelente trabalho por parte dos atores, que nos apresentaram alguns

O Teatro da Vida dos aspetos mais importantes desta obra, oferecendo-nos também uma outra perspetiva sobre a mesma. Por volta da uma da tarde, fomos almoçar; estava um dia bastante agradável, com pouco vento e uma temperatura amena, o que nos permitiu visitar e descobrir a zona do Terreiro do Paço, da Baixa Pombalina e do Rossio. Pelas 15h, dirigimo-nos à zona de Belém, onde pudemos aproveitar para visitar a Pastelaria de Belém e passear pelo Jardim de Belém, de onde nos era possível ter uma vista para o Mosteiro dos Jerónimos e para o Palácio de Belém. Por fim, regressámos ao autocarro com destino à Senhora da Hora. Foi um dia bastante agradável e produtivo, que serviu para conhecer melhor a cultura do nosso país, contribuiu para uma apresentação diferente de um conteúdo a ser lecionado nas aulas de Português, assim como motivação para a leitura e desenvolvimento do gosto pelo romance Memorial do Convento, proporcionando ainda momentos de convívio entre alunos e professores. Ana Sofia Magalhães,12º B

No dia 21 de janeiro do presente ano, os alunos de 11º ano do Curso de Ciências e Tecnologias e do Curso de Apoio à Infância puderam assistir, pelas 10h30, no Auditório de Lavra, à representação da peça Frei Luis de Sousa, levada a palco pelo Grupo Teatral Arte D’Encantar. Esta atividade desenvolveu-se no âmbito da disciplina de Português, permitindo aos discentes melhor apreeender os dramas da vida romântica de Madalena (representada por Carina Paquete) e do seu grande amor, o nobre e patriota Manuel de Sousa Coutinho (representado por João Cruz) e consequente tragédia deste relacionamento, que arrasta consigo todo o simbolismo do Sebastianismo. Para além dos atores já citados, não podemos deixar de realçar as outras representações: Carlos Paiva no papel de Telmo; Cátia Marinho, que tão bem desempenhou o papel de Maria; João Carlo enquanto Frei Jorge e o Romeiro, tão bem representado por Tiago D’Almeida. A opinião dos espetadores foi generalizada – esta atividade foi amplamente positiva, pois deu aos alunos uma visão mais clara das linhas orientadoras da obra, graças a vários fatores, nomeadamente os cenários excelentes, as boas interpretações e os pormenores cuidados de toda a representação. Este bom espetáculo tornou toda esta atividade numa aprendizagem podutiva, num outro contexto que vai para além da sala de aula. Inês Monteiro, 11º A


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TEATRO FREI LUIS DE SOUSA, de Almeida Garrett “Teatro é arte, mas também sempre foi educação” Teatro Arte de Encantar No passado dia 18 de Janeiro, no âmbito das disciplinas de Português e História, as turmas 11C e 11D, acompanhadas pelas professoras responsáveis: Manuela Queirós, Luísa Sobrado e Eva Caldas realizaram uma visita de estudo à cidade de Braga. As turmas partiram da Escola Secundária da Sra. da Hora, pelas 08:30h, deslocando-se de autocarro até ao centro de Braga. Esta visita de estudo não só consistiu em assistir a uma peça de teatro no “Auditório Vita” de Braga, da parte da manhã, como também efetuar o percurso da Cidade Barroca, conhecida no tempo dos Romanos como “ Bracara Augusta “ , com o seu emblemático património histórico-cultural. Pelas 10:30h, chegou o momento mais esperado dos amantes do teatro português: assistir á peça Frei Luís de Sousa – drama representado em três atos, da autoria de Almeida Garrett.

fazendo várias visitas por Braga, primeiramente à Sé Episcopal, onde contemplamos o Tesouro-Museu. Orientados pela guia, visitámos várias salas de exposições, onde a história da vida de Cristo foi o tema principal.. Mais tarde, continuando a nossa visita, passamos pelo Arco da Porta Nova. Hoje, funciona como entrada majestática na artéria maior do comércio local. De seguida, entramos na Igreja de Sta. Cruz, construída no séc.XVIII; esta Igreja é do estilo barroco. No seu interior, destacase a talha dourada, a nave alta, bem como o órgão e os púlpitos. Finalmente, visitámos a parte exterior do Palácio Do Raio. Para mim, foi sem dúvida o que mais gostei de observar. A sua beleza é arrebatadora, e o que mais me fascinou, foram os azulejos que conferem o tom azul à fachada, o granito, o ferro forjado, a imensidão de janelas emolduradas com linhas ondeadas e concheadas; a sua majestosa varanda de balaústres ornamentada com esculturas de anjos. Depois de um longo dia e de muitas visitas espetaculares, realizou-se a viagem de regresso à Escola, onde

A visualização desta peça no auditório, na minha opinião, ajudou muitos alunos a consolidar melhor os seus conhecimentos relativos ao estudo desta obra nas aulas de Português, desenvolvendo o gosto pelo teatro e pela leitura de peças dramáticas. O auditório era bastante confortável e os atores desempenharam bem o seu papel. Por isso, aconselho vivamente toda a comunidade escolar a visitá-lo. Acabado o teatro, os alunos e professores tiveram tempo livre para almoçar até à hora de iniciar a visita ao património barroco desta cidade. Assim, pelas 14:30, as turmas deslocaram-se a pé

chegamos por volta das 17:50h. Os objetivos foram alcançados plenamente e creio que todos regressaram satisfeitos e com boas recordações do que foi visitado e pelo convívio entre alunos e professores. No que respeita ao comportamento,

não há a registar qualquer problema, pois os horários foram devidamente cumpridos por todos. Basta-me acrescentar que gostaria que fossem realizadas mais visitas de estudo no futuro, pois, para os alunos, é fundamental promover o respeito e o gosto pela nossa cultura e património. Curiosidade: Na Igreja de Sta. Clara, reza a lenda que existem três galos esculpidos em alto-relevo na fachada, mas apenas dois são fáceis de encontrar. Diz-se que quem os encontre casará em breve. Rita Allen, Nº17 11ºD


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A BE é SUPER A Feira do Livro da Escola Secundária decorreu entre 7 e 11 de dezembro na Biblioteca Escolar, com a presença de todas as turmas. Em articulação com esta atividade, alguns alunos/turmas ofereceram um livro à BE, contribuindo assim para enriquecer o acervo da Biblioteca com onze novos títulos. Decorreu ainda o desafio « A BE é SUPER » : foi proposto às turmas que criassem uma frase sobre a forma como veem a Biblioteca Escolar, usando as palavras BE e SUPER. Participaram dez turmas que entregaram as seguintes frases: BE, por todos os SUPER momentos que nos fizeste passar um livro te vamos dar - 10º A Se alguém tem SUPER poder, foi com a BE que conseguiu vencer! – 8º D Na BE , o ambiente é SUPER! – 11º B Se queres entrar num SUPER universo de literatura, a BE está à tua altura. -9º B Para SUPER aluno se tornar, na BE se deve estudar! – 8ªB A BE torna os nerds FIXES! #BE_FIXE -9ºC A BE, rica em conhecimentos, proporciona SUPER momentos! -9ºF A BE está repleta de livros SUPER mágicos que nos levam a acreditar em mitos e sonhos.-9ºG Aventure-se na BE e descubra SUPER histórias- 11ºD Se na BE estudar SUPER notas vou alcançar -7º E


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Eventos

Semana da Leitura – ELOS de Leitura A 10ª edição da Semana da Leitura subordinada ao tema - Elos de Leitura - propõe-se convidar as escolas a dinamizarem ambientes festivos que envolvam as suas comunidades educativas em iniciativas plurais, que dêem visibilidade à leitura como prazer e a tornem presente em todos os momentos e em qualquer lugar. A Biblioteca Escolar vai promover em colaboração com professores e alunos diversas atividades que se desenvolverão não só na última semana de aulas do 2º período (14 a 18 de Março) mas que se prolongarão durante a 1ª semana do 3º período desenvolvendo ELOS de Leitura.

Atividades AS DIFERENTES FACES DO AMOR - leituras em sala de aula LER EM VOZ ALTA-concurso LER EM BRAILLE – o que é, como se aprende FEIRA DO LIVRO USADO POEMAS POR SMS POEMAS VISUAIS - Exposição (abordagem à poesia visual e conceptual por uma turma da Pré - escola da Barranha) EXPOSIÇÃO DE LIVROS E FILMES LER + - divulgação das estatísticas sobre requisição de livros

Livros do concurso


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Eventos

Dia Internacional em Memoria das Vítimas do HOLOCAUSTO A Biblioteca Escolar, no dia 27 de janeiro, assinalou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do HOLOCAUSTO. Durante duas semanas foram expostos na BE os livros e filmes que abordam esta temática . No âmbito da disciplina de História, os alunos do 9º ano encontram-se a elaborar trabalhos de pesquisa sobre «Heróis Desconhecidos pessoas que ajudaram os judeus» ; no terceiro período estes trabalhos estarão em exposição e os alunos do 9º G e do 12ºC irão visitar a Sinagoga Kadoorie - Mekor Haim no Porto.

9ª edição do CONCURSO NACIONAL DE LEITURA Este concurso proposto pelo PNL (Plano Nacional de Leitura) tem como principais objetivos estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita e oral junto dos alunos do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário.

Foram apurados, no ensino básico: Carolina Sousa (9º C), Rita Martins (7º E) e João Barbosa (9ºB). Passaram igualmente à segunda fase os alunos Gonçalo Ferrão (11ºB) e Luana Polónia (10ºB), do ensino secundário. estes alunos participarão na

As provas avaliaram os conhecimentos dos alunos sobre as obras seleccionadas: O Principezinho, de Antoine de Saint–Exupéry, Sexta feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier e Histórias da Terra e do Mar, de Sophia de Mello Breyner, para o ensino básico; O Velho que lia romances de Amor, de Luís Sepúlveda e Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett para o ensino secundário. A primeira fase – eliminatória a

prova do Concurso Nacional de Leitura final distrital – que terá lugar a 19 de abril, no Porto, na biblioteca Almeida Garrett.

DESPERTAR E PRECISO Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma Flor do nosso jardim e não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arrancanos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada. Poema atribuído a Vladimir Maiakóvski

nível de escola - decorreu no dia 20 de janeiro e aceitaram este desafio 36 alunos.

Este concurso, que deve ser considerado pelas escolas não como uma competição mas como uma festa literária, é um momento especial em que centenas de leitores de 17 concelhos do distrito do Porto que gostam de ler e de conviver através dos livros e das leituras se reúnem. A fase distrital do Porto terá a participação de 118 escolas da rede pública e privada, num total de 459 participantes – 330 alunos do 3º ciclo do ensino básico e 129 alunos do ensino secundário. O Concurso Nacional de Leitura encerra com uma final nacional, na qual participarão os dois concorrentes apurados nas finais distritais (por distrito, um de cada ciclo).


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Curiosidades

Folar da Páscoa Ingredientes: 900g de farinha 40g de fermento de padeiro 180g de açúcar 3 ovos

Receitas de Páscoa à massa. Pincele a massa com o ovo batido. Amasse um pouco a restante massa e faça com ela rolinhos finos. Coloque um rolinho à volta de cada ovo e cinco rolinhos em cruz sobre o folar.

125g de manteiga Sumo de uma laranja grande 200 ml de leite morno 1 colher de café de canela em pó 1 colher de café de erva doce Sal fino q.b. 3 ovos cozidos 1 ovo batido Geleia para pincelar q.b. Farinha para polvilhar q.b. Preparação: 1. Num alguidar, desfaça o fermento no leite morno. Junte a farinha, os ovos, uma pitada de sal fino, o açúcar, a manteiga, o sumo de laranja, a erva doce e a canela em pó. Amasse muito bem durante 10 minutos com as varinhas em espiral. Cubra o alguidar com um pano e deixe levedar em local quente durante 1 hora e meia. 2. Depois da massa bem levedada, polvilhe a bancada com bastante farinha. Deite a massa sobre a bancada, polvilhe com farinha e amasse muito bem até deixar de colar nas mãos. Se necessário, acrescente mais farinha. Forme uma bola com a massa e retire 1/3. Com a parte maior, forme uma bola achatada. Coloque num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado com farinha e achate ligeiramente a massa. Coloque os ovos cozidos no centro e acalque bem para ficarem bem presos

Pincele novamente com o ovo batido. 3. Leve ao forno pré-aquecido nos 180º entre 45 a 55 minutos. 4. Depois da massa cozida, retire do forno e pincele com geleia. Receita de Folar de Valpaços (Tradicional) Ingredientes:

2. Vai-se juntando os ovos um a um, deixando que a farinha vá envolvendo os ovos. Sempre colocando os ingredientes no centro da farinha. 3. Numa panela deitar a banha, a margarina e o azeite e deixar derreter no lume. 4. Juntar as gorduras e levar a derreter em lume brando. Juntar à massa e trabalhar tudo adicionando a quantidade de água necessária para se obter uma massa fina. 5. Sovar muito bem a massa até descolar do recipiente. Na superfície da massa deve aparecer umas bolhas, isso é sinal que está no ponto. 6. Colocar o recipiente bem tapado num local aquecido e deixar crescer até dobrar de volume. 7. Partir as carnes em pedaços pequenos e reservar. 8. Quando a massa tiver crescido, divi-

Salsa 1 Linguiça 200 gr de Presunto (presunto defumado) 1 Salpicão 1 Frango assado 50 gr de Fermento de Padeiro (fresco) 100 ml Azeite 150 gr de Banha 150 gr de Margarina 1 Gemas de Ovo (para pincelar) 12 Ovos 1 kg Farinha de Trigo Preparação: 1. Peneirar a farinha de trigo, juntar sal e colocá-la num recipiente e abra um buraco no centro. Deitar 50ml de água morna. Com as pontas dos dedos vai-se envolvendo a farinha de maneira a que a água seja absorvida por ela.

di-la em 3 partes. 9. Numa assadeira deitar uma dessas partes e rechear com metade das carnes, cobrir com outra parte de massa e colocar novamente, o restante das carnes. Por fim cobrir com a restante massa. 10. Deixar crescer novamente até aparecerem bolinhas à superfície. Pincelar com a gema e levar a assar em forno bem quente mais ou menos durante 40 minutos. Bom Apetite! Receita de Ninho da Páscoa Ingredientes para a Massa: ¼ chávena de chá de óleo ½ chávena de chá de leite


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Curiosidades

1 chávena de chá de açúcar 1 chávena de chá de farinha com fermento 3 ovos raspa de limão q.b. Para o recheio e cobertura: 1 embalagem de mousse de chocolate instantânea 2,5 dl de leite raspas de chocolate e amêndoas q.b. Preparação: Unte uma forma redonda com manteiga e polvilhe-a com farinha. Ligue o forno a 180º C. De seguida, peneire a farinha, junte o açúcar e a raspa de limão. À parte, junte o óleo, o leite e as gemas. Adicione ao preparado anterior batendo com a batedeira. Bata as claras em castelo e envolva delicadamente na massa. Verta na forma e leve ao forno até cozer, cerca de 40 minutos. Retire e deixe arrefecer em cima de uma rede. Entretanto, coloque o conteúdo da embalagem da mousse numa tigela e junte -lhe o leite. Bata por três minutos e reserve. Desenforme o bolo sobre o prato de servir e com a ajuda de uma faca corteo no sentido horizontal. Recheie a gosto com uma parte da mousse reservada e sobreponha-lhe depois a outra parte do bolo. Barre o bolo a toda a volta com a restante mousse e preencha também a cavidade interior.

Duas sugestões de Cabrito assado Receita 1 Ingredientes 01 paleta 300 g de cenoura picada 200 g de salsão picado 200 g de alho-poró picado 01 cebola picada 03 dentes de alho 02 folhas de louro ½ maço de tomilho picado ½ maço de alecrim picado 300 ml de vinho 200 ml de azeite extra virgem sal e pimenta-do-reino a gosto Modo de preparo Em uma assadeira coloque o cabrito acrescente a cenoura, o salsão, alhoporo, cebola, alho, as ervas, coloque o vinho, o sal e a pimenta deixe marinar por 24 horas. Depois leve ao forno por 4 horas a 180ºC. Quando estiver pronto, tire o cabrito do molho. Coloque o molho em uma panela funda leve ao fogo e deixe reduzir por 30

Modo de preparo Aquecer o forno a 200°C (quente). Numa tigela pequena, misture bem o azeite de oliva com o óleo, o vinagre, o alho, metade do alecrim, a pimenta-doreino e o sal até obter uma pasta. Tempere os pedaços de cabrito com essa pasta. Transfira para uma panela grande e refogue em fogo alto, mexendo de vez em quando, até dourar bem (cerca de 20 minutos). Coloque numa assadeira grande, distribua as batatas ao redor, polvilhe com o alecrim restante e regue com vinho. Cubra com papel-alumínio, leve ao forno preaquecido para assar, regando de vez em quando com a água, até a carn e as batatas ficarem macias (cerca de 1 hora e 30 minutos). Retire o papel-alumínio e continue a assar até a carne e as batatas ficarem douradas (cerca de 30 minutos). Passe para uma travessa e sirva a seguir.

minutos. E está pronto. Servir o cabrito com o molho e com batatas assadas com sal grosso, alecrim e azeite extra-virgem. Receita 2 Ingredientes

Polvilhe com raspas de chocolate e decore a gosto com amêndoas coloridas. Sirva fresco.

1 e ½ quilos de batatas médias, cortadas em quatro pedaços cada uma 2 quilos de carne de cabrito (paleta), cortadas em pedaços 4 dentes de alho amassados

¼ colher (chá) de pimenta-do-reino 2 colheres (sopa) de azeite de oliva 2 colheres (sopa) de alecrim picado 3 colheres (sopa) de vinagre 1 colher (sopa) de óleo ½ colher (sopa) de sal 2 xícaras de água (480 ml)


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Curiosidades

Recettes de Paques Le gigot 'agneau Ingrédients Pour 8 personnes

viande à mi cuisson.

IngrédientsPour 6 à 8 nids de meringue

Pour la poêlée:

Pour la meringue :

1. Pelez et émincez deux oignons. Coupez les brocolis en petits fleurons. Ecossez les petits pois. 2. Faites revenir les oignons 5 min dans une grande sauteuse avec un filet d’huile d’olive, jusqu’à ce qu’ils soient bien tendres. 3. Ajoutez les brocolis et laissez cuire 3 à 5 min. Puis ajoutez les petits pois, le vinaigre et poursuivez la cuisson environ 5 min. Les légumes doivent rester verts et croquants. Si vous n’avez pas de sauteuse assez grande,

40 g de blancs d'oeufs

Pour le gigot d'agneau : 1 gigot d'agneau de 2,5 kg 2 oignons 1 tête d'ail 5 cl de cognac 25 cl de vin blanc 1,5 litre d'eau 1 branche de thym frais 1 branche de romarin frais 25 g de fécule de maïs (pour la sauce) sel, poivre.

Pour la garniture au lemon curd : 2 jaunes d'oeufs 25 g de sucre 10 g de fécule de maïs 10 cl de jus de citron Préparation pour Nids de Pâques en meringue au lemon curd 1. Montez les blancs en neige avec une pincée de sel. Ajoutez le sucre et continuez à battre la préparation pour meringuer les blancs. La meringue doit être brillante et bien lisse.

Pour la poêlée : 2 oignons 3 têtes de brocolis

2. Versez la meringue dans une poche pâtissière munie d’une douille cannelée de 8 mm. Confectionnez des petits nids sur une plaque recouverte de papier sulfurisé ou d’une plaque en silicone.

500 g de petits pois frais non écossés 3 cuillerées à soupe de vinaigre sel, poivre Préparation pour Gigot d’agneau de 7 heures et ses petits légumes printaniers... 1. Désossez le gigot d’agneau : incisez la chair le long de l’os avec un couteau. Détachez l’os en retirant le maximum de viande. Retirez-le. 2. Ficelez le gigot à l’aide d’un fil de cuisine pour lui redonner une forme ronde. 3. Pelez et émincez les oignons. Pelez et dégermez les gousses d’ail. 4. Dans une sauteuse, faites revenir les oignons et l’ail 5 min dans un filet d’huile. Retirez les légumes. 5. Ajoutez la viande et faites-la saisir de chaque côté, sur feu vif. 6. Remettez les légumes et ajoutez le cognac, le vin blanc et l’eau. Ajoutez une branche de thym et de romarin. Salez. 7. Couvrez et placez la cocotte au four. Faites cuire 7 heures dans le four préchauffé à 120°C. Retournez la

80 g de sucre en poudre

faites la cuisson en plusieurs fois pour garder les légumes croquants. Pour servir : 1. Prélevez 50 cl de jus de cuisson. Dans une petite casserole, diluez la fécule de maïs avec une louche de jus de cuisson. Puis ajoutez le reste. Faites cuire sur feu moyen jusqu’à épaississement. 2. Sortez le gigot de la cocotte et posez-le sur une planche à découper. Retirez le fil de cuisine. Découpez des tranches délicatement avec un grand couteau. 3. Servez la viande avec la poêlée de légumes et la sauce au jus de viande (sauce gravy anglaise). Nids de Pâques en meringue au lemon curd

3. Faites cuire les meringues 2 à 3h dans le four préchauffé à 90°C. Laissezles sécher dans le four fermé à la fin de la cuisson, jusqu’au moment de servir. Elles doivent être parfaitement sèches à coeur, pour ne pas ramollir.

4. Pendant ce temps, mélangez dans un saladier les jaunes d’oeufs avec le sucre. Délayez la fécule de maïs avec le jus de citro et ajoutez-les. 5. Faites cuire cette crème de citron sur feu moyen, environ 5 min, jusqu’à épaississement. Versez-la dans une poche à


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Curiosidades

douille et réservez. 6. Au moment de servir, garnissez les petits nids de lemon curd et décorez de petits oeufs de Pâques.

Le nid de Pâques INGRÉDIENTS (6 PERSONNES) 1 pot d'huile végétale Un sachet de levure 1 pincée de sel 2 pots de sucre 3 pots de farine 3 œufs 1 yaourt 1 pomme Ingrédients pour la garniture

ÉTAPE 3 : Séparés les jaunes des blancs d'œufs. Le battez les blancs en neige. Versez le yaourt dans un saladier, ajoutez en mélangeant au fur et à mesure les jaunes d'œufs, le sucre, l'huile, la farine, la levure et la pincée de sel. Mélangez vigoureusement. Battre les blancs en neige et incorporer. ÉTAPE 4 : Versez la moitié de la pâte dans le moule . Parsemez de lamelles de pommes. Ajoutez le reste de pâte et enfourner pour 30 minutes. Démoulez tiède et laissez refroidir sur une grille. ÉTAPE 5 : Crème Chantilly : Monter la crème en chantilly ferme, en ajoutant les sucres et vanillé.

40g de chocolat noir 2 ou 3 fruits frais au choix 150g d'amandes grillées

ÉTAPE 6 : Décorez le gâteau : Recouvrez le gâteau de Chantilly à l'aide d'une spatule, puis former des vagues avec une fourchette .Plaquez les amendes à sa base. Découpez les fruits frais pour garnir le fond du nid. Râpez du chocolat en copeaux pour saupoudrer le nid. Enfin garnissez-le d'œufs en chocolats, de bonbons.

In English 1 sachet de sucre vanillé

Herb-and-Honey-Mustard-Crusted Leg of Lamb

30g de sucre semoule 300g de crème fleurette

PRÉPARATION ÉTAPE 1 : Préparation la veille du gâteau au yaourt à la pomme. ÉTAPE 2 : Préchauffez le four ther6 Beurrez un moule en forme de couronne. Pelez les pommes. Retirer le cœur et les pépins. Coupez-les en quartier puis en lamelles

HOW TO MAKE THIS RÉCIPE Preheat the oven to 500° for 30 minutes. Let the leg of lamb stand at room temperature while the oven heats. In a mini food processor, pulse the rosemary, thyme and garlic until minced. Add the mustard, olive oil and honey and pulse to blend. Season the herb mustard with salt and pepper. On a work surface, open up the leg of lamb and season it generously with salt and pepper, rubbing them into the

meat. Spread 1 tablespoon of the herb mustard all over the inside of the lamb. Roll up the meat and tie at 1inch intervals with kitchen string. Generously season the outside of the

lamb roast with salt, rubbing it into the meat, then rub the lamb roast with the remaining herb mustard. Set the lamb on a wire rack in a roasting pan. Add 1 cup of water to the pan. Turn down the oven to 375° and roast the lamb for about 1 1/2 hours, until an instant-read thermometer inserted in the center of the meat registers 130°; it should register 150° near the bone. Let the lamb rest for 15 minutes, then remove the string, slice and serve.


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Idei@s Clar@s

2º Período_Ano letivo de 2015/2016 Passatempos

Passatempos Professor: - O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas? Aluno: Puré de batata, senhor professor ! (Faz sentido!)

Professor:- Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar. Aluno: Eu caminho ... tu caminhas ... ele caminha... Professor: - Mais depressa! Aluno:- Nós corremos, vós correis, eles correm! (E não é verdade?)

Professor: - Chovia que tempo é? Aluno: É tempo muito mau, senhor professor. (Alguma dúvida?)

Professor: Quantos corações nós temos ? Aluno: Dois, senhor professor. Professor: Dois ??? Aluno: Sim, o meu e o seu! (A lógica explica...certinho!)

Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se: O 1º Aluno diz: - Acordei tarde, senhor professor ! Sonhei que fui à Polinésia e a viagem demorou muito. O 2º Aluno diz: - E eu fui esperá-lo no aeroporto! (Fisicaquanticamente falando quem discute???) (Está certo!)

Professor: - Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite? Aluno: - Sim, senhor professor. Um queijo e quatro vacas ... (Diga-me onde ele errou?)

Um aluno de Direito a fazer um exame oral: - O que é uma fraude? Responde o aluno: - É o que o Sr. Professor está a fazer. O professor muito indignado: - Ora essa, explique-se ... Diz o aluno: - Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar! (E então... na logica...)

Professora: - Maria, aponte no mapa onde fica a América do Norte. Maria: - Aqui está. Professora: - Correto. Agora turma, quem descobriu a América? Turma: A Maria. (Uauuuuu)

Professora: - Joãozinho, diga-me sinceramente, você ora antes de cada refeição? Joãozinho: - Não professora, não preciso ... A minha mãe é uma boa cozinheira. (Sem comentários)

Professora: - Artur, a tua redação "O Meu Cão" é exatamente igual à do seu irmão. Você copiou? ARTUR: - Não, professora. O cão é que é o mesmo. (Muito bem)

Professora: - Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados? Bruno: - Professora. (A melhor de todas sem dúvida!!!!)


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2º Período_Ano letivo de 2015/2016

Idei@s Clar@s

Curiosidades

Sabedoria Popular abóbora, cenoura, couves, ervilha, feijão, nabiça, pepino, tomate e melancia. Na horta, semear abóbora, alho francês, cebola, cenoura, coentro, couveflor, grelo de nabo, espargos, ervilha, espinafre, fava, feijão, melancia, nabiça, pimento, rabanete, repolho, salsa, segurelha e tomate. Março Março marçagão, de manhã inverno, à tarde verão.

Agricultura Janeiro Em janeiro sobe ao outeiro: se vires verdejar, põe-te a chorar, se vires nevar, põe-te a cantar. Não há luar como o de janeiro nem amor como o primeiro.

No Norte e no Centro, semear centeio, couve galega, nabo, nabiça, rabanete, salsa e tomate; no Sul, abóbora, cenoura, couves, ervilhas, feijão, nabiça e tomate. Em estufa ou cama quente, plantar pepino, melão, pimento e abóbora.

Agricultura

Em março apartam-se as rocas e sacham-se as hortas. Agricultura Em março deve-se: Preparar a terra para o milho e a batata de regadio, e nas regiões com menos geadas semear trigo, aveia, centeio e cevada. No minguante, podar as árvores frutíferas.

Em janeiro deve-se:

Na vinha, combater o oídio.

Limpar as oliveiras, cortar os ramos que estão em excesso e fazer fogueiras desses ramos;

Fevereiro Aproveite fevereiro quem folgou em janeiro. Em fevereiro chega-te ao lameiro. Agricultura Em fevereiro deve-se: No norte e no centro, semear alface (a transplantar em março/abril) couves, nabo, nabiça, pimento, alho porro, repolho, feijão e tomate; no sul, semear

Na horta, preparar as estacas para feijões e ervilhas; semear abóbora, alface, beterraba, couves, nabiças, espinafre, feijão, melão, melancia, pepino, salsa e tomate. Júlia Borges


2ª Edição - Jorn@l Ideias Cl@ras