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Inspirar é preciso Nas próximas páginas você vai encontrar o conteúdo

juntos aos seus filhos todos os dias. Em cada aula, em

exclusivo do Marista Frei Rogério. A revista Em Família

cada momento ou experiência partilhada, há um pou-

é uma excelente oportunidade de reforçarmos o nosso

co de luz e de inspiração para fazer de cada criança ou

compromisso com uma educação de excelência, pauta-

jovem um ser humano melhor, mais capacitado e mais

da em valores. Aqui trazemos algumas histórias, proje-

sensível às necessidades do mundo que está à sua volta.

tos e principalmente um pouco das ideias que refletimos

Enfim, uma pessoa mais feliz.


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Com a palavra

Ir. Roque Brugnara - Diretor Geral

A sabedoria do recomeço O

final de cada ano é marcado pelo clima de cansaço e pelo desejo das merecidas férias. O descanso prepara para a retomada. No início de cada ano o ciclo é retomado, mas nunca repetido. Em cada ano ele tem suas características, de forma a torná-lo único. Em contrapartida, enquanto alguns descansam, outros se envolvem ainda mais para reformar e atualizar os ambientes e os meios educativos. As férias escolares colocam alunos e professores em descanso, mas o Colégio não para. Ao recomeçar, há sempre novidades na estrutura, nos móveis e equipamentos; pessoas novas passam a integrar o corpo docente e administrativo; procedimentos antes desconhecidos passam a fazer parte da nova rotina educativa. As alterações introduzidas gradualmente permitem a adequação do Colégio ao mundo e à mentalidade das novas gerações e das exigências sociais. Nisto está a sabedoria da organização em ciclos, por incluir continuidade e novidade ao mesmo tempo: permanecem as boas práticas e alteram-se os procedimentos que podem gerar melhorias.

Durante as férias, o Colégio Marista Frei Rogério sofreu alterações com a troca da instalação elétrica e da rede de lógica no prédio antigo, com a substituição de pisos já desgastados pelo tempo e a ampliação do espaço educativo com duas novas salas de aula, além da adequação da tubulação de águas pluviais e esgotos. Foram também acrescentados móveis e brinquedos na Educação Infantil, e a pintura de vários ambientes proporcionou melhor aparência. Os investimentos sempre visam adequar a estrutura, os móveis, equipamentos e procedimentos para atender às exigências legais, as demandas sociais e as expectativas dos professores e alunos. As atividades foram retomadas com a apresentação da palestra sobre motivação e responsabilidade, seguida de planejamento do ano letivo pelos professores. Esteve em foco a melhoria do ensino-aprendizagem e sua avaliação. Os professores uniram as mãos em torno das novas propostas na esperança de que o empenho de cada um para cumprir sua tarefa se traduza em reforço no cumprimento da missão educativa e evangelizadora que o Colégio assume como proposta.

As alterações introduzidas gradualmente permitem a adequação do Colégio ao mundo e à mentalidade das novas gerações e das exigências sociais


Materiais de Construção

49 3527 4000

Av. XV de Novembro, 318 | Centro | Joaçaba


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Educa�

Educação Infantil

Um lugar para aprender, educar e amar Vera Lúcia Polato Argenton, Diretora Educacional

C

onhecer a criança, como ela pensa e age nas diferentes etapas do seu desenvolvimento, é um subsídio importante para a organização de atividades compatíveis às suas diferentes fases. Além disso, nos possibilita a compreensão do que ela é capaz de aprender e produzir a cada momento. As atividades lúdicas são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento infantil, porque para a criança não há atividade mais completa do que brincar. Pela brincadeira ela é introduzida no meio sociocultural. A trajetória infantil não pode ser analisada somente pela ótica da razão. Ela passa, necessariamente, pela via

do brincar. A criança é um ser social. Sua aprendizagem e o seu desenvolvimento acontecem na relação com o outro. A atividade mais completa na criança pequena é o brincar. Através da brincadeira a criança reflete o conhecimento que tem sobre o mundo que a rodeia, sobre seu grupo e sobre si mesma. Brincar oferece à criança a possibilidade de construir uma identidade autônoma, cooperativa e criativa. A criança que brinca adentra o mundo do trabalho, da cultura e dos afetos pela via da representação e da experimentação. A brincadeira é um espaço educativo fundamental da infância.

Ensinar a brincar é ensinar o faz de conta, é ensinar a criança a atribuir diferentes sentidos para as suas ações. A criança aprende a brincar assim como aprende a se comunicar e a expressar seus desejos e vontades. Os adultos e as crianças mais velhas têm um papel importante nessa aprendizagem. O desenvolvimento da criança desde o nascimento até seis anos reflete toda sua vida futura, tanto quanto os acontecimentos posteriores a esta faixa etária. Por isso, pais, professores ou qualquer outra pessoa que atuem junto à criança precisam estar atentos para o atendimen-


to de suas necessidades básicas, a fim de contribuírem positivamente no seu desenvolvimento. No planejamento de atividades, na escolha de um brinquedo para a criança, faz-se necessária a observância da fase de desenvolvimento que a criança está vivenciando, a fim de proporcionar-lhe situações e brinquedos compatíveis ao interesse do momento. As atividades da escola precisam guardar não só o sentido do prazer, mas constituir-se simultaneamente como espaço para o diálogo, a livre expressão de ideias, a descoberta, a criatividade, a conversa entre pares,

a música, a dança, a dramatização, o contar histórias, o correr, o saltar, os passeios e a observação. São situações que demonstram que, embora ao nascer a criança traga consigo uma carga genética, o que ela vai ser realmente no futuro é sempre influenciado pelo que o ambiente lhe oferece. Isto sugere a necessidade de a escola de Educação Infantil valer-se de um ambiente físico e social saudável, onde a criança sinta-se segura e tenha também possibilidades de arriscar, aprender, buscar, conhecer, brincar. Isto certamente trará conhecimento acerca dela mesma, dos outros e do meio em que vive.

As atividades da escola precisam guardar não só o sentido do prazer, mas constituir-se simultaneamente como espaço para o diálogo, a livre expressão de ideias, a descoberta, a criatividade...


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Ser melhor

Jovens que transformam Missão Marista é oportunidade de revelar o protagonismo juvenil Robinson de Vargas, Assistente de Pastoral

C

erca de 90 jovens de Cascavel, Maringá, Londrina, Curitiba, Itapejara d’Oeste (PR), Joaçaba, Chapecó (SC) e Dourados (MT) estiveram reunidos em Itapejara d’Oeste nos dias 23 a 30 de janeiro para a Missão Solidária Marista. Doze alunos da Pastoral Juvenil Marista (PJM) do Colégio Marista Frei Rogério abriram mão de alguns dias de suas férias para unirem-se aos demais missionários da Província e juntos realizarem o trabalho de reforma do parque de recreação infantil do bairro Guarani, assim como participarem das visitas às casas das famílias e oficinas com as crianças. Momentos de espiritualidade e convivência ajudaram a fortalecer o

grupo que, com muita força de vontade e amor ao próximo, realizou um lindo trabalho que com certeza ficará registrado na mente e nos corações daquela comunidade que por muitas vezes se emocionou com a presença dos missionários. Não temos dúvidas de que a experiência vivida por esses alunos foi riquíssima e só vem a contribuir na sua formação humana e cristã. A Pastoral do Colégio agradece muito a Deus por poder contar com jovens como esses, que alimentam nossa esperança de um mundo mais humano e justo, onde as pessoas se amem e procurem o bem comum.

“Acho que os missionários de todas

O que mais me marcou foi a visita que

as cidades envolvidas foram meio que

fiz à casa de um senhor muito humilde

sem saber o que realmente iam fazer

com mais três jovens. Acredito que era

em Itapejara d’Oeste, uma cidade des-

um dos mais necessitados em questão

conhecida para alguns e muito longe

de moradia. Ele contava a própria his-

para outros.

tória e sorria. Contou com orgulho que

Os encontros da PJM guardam amizades

deixou as drogas e o álcool durante a

enormes e de anos. E foi isso que me fez

sua vida, que agora chega aos 66 anos,

deixar uma das minhas últimas semanas

e ainda quando encerramos a conversa

de férias para viajar com todos. Eu posso

ele nos agradeceu e rezou um pai-nos-

dizer que aprendi o que é a Missão Soli-

so. Se antes eu reclamava ou se antes

dária Marista, o que é partilhar e viven-

eu queria mais do que tenho dentro da

ciar. Cada abraço, cada reencontro, cada

minha família, eu mudei. Valorizar os

criança que peguei no colo e cada olhar

pais e a oportunidade de vida boa que

de agradecimento daquelas pessoas

temos é de fato a coisa mais importante

visitadas me fizeram sair de lá emocio-

a se fazer.”

nada e missionária.

Júlia Bonamigo – 3ª série A EM


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Caleidoscópi�

Aula de arte

Aula de Ciências

Bênção do Barro – Aprovados vestibular 2011

Doação de livros

Assembleia – Educação Infantil 3B Corredor Lúdico


Destaque

Aluna e amazona Com o incentivo da família, Bárbara se dedica a um hobby bem diferente Raquel Aline, Comunicação e Marketing

O

hipismo é um esporte muito antigo, surgiu nos Jogos Olímpicos antigos, sendo praticado como competição. Porém, as regras e as competições como as que acontecem hoje surgiram apenas em 1883, nos EUA. Bárbara Sabei, aluna da 1ª série B do Ensino Médio, pratica a modalidade do salto, que tem o objetivo de demonstrar as qualidades do cavalo, como sua força, potência, obediência, velocidade e respeito pelo obstáculo. Bárbara iniciou a prática do hipismo aos 13 anos, influenciada pelo pai, Adjair, que pratica o hipismo há 28 anos. “Ver a pessoa que eu mais admiro (meu pai) praticar o esporte com evidente prazer, assistir às competições que ele participa parecia ser um esporte fácil, e então tomei coragem e comecei a treinar. Não é fácil,

requer muita disciplina, treinamento e dedicação.” A aluna pratica o hipismo como um hobby, destaca que é um esporte de valor elevado e pouco conhecido na região. Incentivada por toda a família e principalmente pelo pai que também é o seu treinador, pratica sempre que há tempo e clima favorável, e juntos aperfeiçoam as técnicas e em cada treino se divertem muito. No ano de 2010, na modalidade iniciante, participou de duas provas oficiais, conquistando o segundo lugar nas duas competições. Ao ser questionada sobre o seu maior sonho como amazona, Bárbara finaliza: “Preparar meu próprio cavalo para hipismo, pois só os cavalos com muita coragem e habilidades especiais podem saltar”.

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Diz aí

Tecnologia ajuda ou atrapalha? A tecnologia veio para somar. Há anos discutimos sua interferência na sociedade e, em especial, na vida das crianças, dos adolescentes e dos jovens. Conversamos com alguns alunos do Marista para saber qual a relação deles com a tecnologia, e se ela ajuda ou atrapalha na hora dos estudos. Confira algumas respostas!

Como todo jovem, uso os recursos digitais para tudo que posso, seja para o estudo, conversar com os amigos, ou até para simplesmente passar o tempo. Penso que a nossa geração, que cresceu ligada a isso, consegue entender melhor esses recursos, fazendo-nos parecer muitas vezes arriscados demais. Se bem que até podemos passar do ponto às vezes, mas somos conscientes dos riscos que corremos e, mesmo que não pareça, aprendemos a ser cautelosos. Claro que não devemos exagerar colocando dados pessoais em qualquer lugar, como é o caso de algumas pessoas em redes sociais. Claro que também não é bom que se pense que a rede e os computadores se tornaram lar do crime. Se bem utilizados, eles só têm a acrescentar em praticidade e conforto, tanto para nós, jovens, como para o resto da sociedade. Gabriel Thaler – 2ª série B

Ao longo das décadas o mundo se tornou escravo da tecnologia, pois o seu uso simplifica várias atividades cotidianas. A internet, principalmente, é uma ferramenta indispensável para todos os jovens, porém seu uso em excesso faz com que se perca o gosto de ir além na busca de conteúdos e de aprimorar os conhecimentos. Afinal, é muito fácil de encontrar os mais diversos tipos de informação facilmente, mesmo que nem sempre sejam confiáveis, o que traz como consequência adolescentes com pouca criatividade, pouco desenvolvimento intelectual e crítico, formando pessoas com um senso comum. Entretanto, o mundo virtual só traz malefícios quando seu uso é feito de maneira errônea, deixando as preocupações escolares de lado e priorizando outros assuntos. Heloizi Marina Slongo – 2ª série B

A tecnologia está mais presente no nosso cotidiano, sendo para busca de conhecimentos ou diversões. Em questão da busca de conhecimentos ela é muito importante para pesquisas e buscas, com sua rapidez e comodidade. A internet também possui maior quantidade de informações, fazendo com que para qualquer coisa ela possa ser utilizada. Mas ela traz alguns problemas, como o afastamento dos livros e a falta de buscas mais amplas por talvez possuir uma busca mais resumida e pronta, fazendo com que não haja necessidade de uma leitura. Milena Junges Pedroso – 2ª série A


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Educa�

Ensino Fundamental

Universos da leitura O desafio dos professores é alcançar a magia da leitura e inspirar seus alunos a fazerem o mesmo Professora Luciana Slogno

A

aventura humana poderia compor um livro de todas as formas de sensações, pensamentos e ações a percorrerem universos somente percebidos por meio da linguagem. Essa imagem guardaria a síntese da história literária, todas as vozes que se encontraram ou encontrarão por serem humanas. A memória, que pela literatura se torna possível, na leitura se atualiza e transforma, uma vez que uma obra não existe em si, mas na sua relação com o leitor. Autores, leitores e obras ocupam um espaço de permanente diálogo, que se concretiza em quem lê. Essa relação necessita ser renovada a cada palavra, pois não se esgota nunca; cada livro pode construir um novo mundo. Os significados surgidos no momento da leitura representam as múltiplas possibilidades de um texto e podem estar associados ao seu tempo, lugar, canal de apresentação. Esses

fatores devem ser considerados pelo professor ao oferecer um texto aos alunos; podem ser explorados com o objetivo de contrastar ou referenciar situações e ideias, questionar ou consolidar valores, formular hipóteses, propor soluções. No entanto, o aspecto fundamental para a apreensão de algo lido é o envolvimento do leitor, provocado, sobretudo, por propriedades intrínsecas à obra – o tema, a linguagem, a relação com o real, a criação de mundos. Isso não corresponde a ignorar os efeitos do contexto, mas transferi-lo da obra em si para o leitor que a sente, ressignifica. Este talvez seja o percurso a ser buscado pelo professor: alcançar a magia da prática de leitura e confiá-la aos seus alunos: ler com habitualidade, curiosidade e encantamento; partilhar essas experiências para que os alunos se sintam confortáveis e estimulados


a participar desse universo de infinitas possibilidades e compartilhar suas impressões. Para além disso, a fim de que compreendam sua função insubstituível de, na condição de leitores, proporcionar vida aos livros. Convém lembrar que a diversidade textual é necessária seja para não tolher, seja para ampliar as potencialidades linguísticas e sociais. Sob essa perspectiva, materializar as observações do cotidiano como recurso para desenvolver a ótica sobre o desconhecido é um modo de tornar o aluno disposto e preparado a se surpreender, e ler é, em essência, surpreender-se. Se você acompanha o movimento dos olhos de uma criança, pode mediar sua entrega à leitura – estender a mão, demonstrar os passos. À medida que ler, ela se tornará independente para definir seu repertório e seguir lendo, mas as suas surpresas serão as mais gratificantes.

A memória, que pela literatura se torna possível, na leitura se atualiza e transforma, uma vez que uma obra não existe em si, mas na sua relação com o leitor


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Educa�

Ensino Médio

E agora?

Expectativas e comportamentos diante dos testes seletivos Ivete Rosso, Assistente Psicopedagógica

D

urante nosso tempo escolar somos “impelidos” para uma preparação que na maioria das vezes tem um objetivo claro: passar no vestibular/testes seletivos para realizarmos nossos sonhos como profissionais e mostrar aos nossos pais e amigos que somos capazes. Para que obtenha sucesso é de suma importância que o aluno inicie

sua preparação com bases sólidas e não somente no último ano do Ensino Médio, pois diante da realidade atual em que a política educacional do governo oferece ações afirmativas, faz-se necessário estudar cada vez mais. As ações mais voltadas aos concluintes serão: aplicação de testes vocacionais; palestras com profissionais; aplicação de simulados de vesti-

bulares/testes seletivos; aulões; visitas a universidades com a participação em feiras de cursos ou profissões; oficinas e muitas palestras que ajudem na edificação de um bom profissional e virtuoso cidadão.

ANTES DAS PROVAS...

e observe o que elas fazem no dia a

difíceis para o final e procure não dei-

• Procure conversar com o(a)

dia. Informe-se também sobre o que

xar nenhuma questão em branco.

orientador(a) de suas escola e tam-

elas fizeram para alcançar realização

•L  eia a prova com atenção antes de

bém procure em sites informações

profissional.

sobre universidades e cursos desejados. • Nunca escolha uma carreira tomando como base a relação candidato/vaga ou por motivos financeiros, e também evite “modismos”. • Converse com pessoas que exercem as profissões pelas quais se interessa

•P  articipe dos simulados on-line que o colégio oferece (FTD), marcando o tempo e analisando os erros. •P  arar ficar atualizado, procure ler jornais, revistas e assistir aos noticiários.

entregar, para verificar se não cometeu erros. •P  reste bastante atenção ao preencher o cartão-resposta.

DEPOIS DA PROVA... • A vitória é consequência de seu esfor-

DURANTE AS PROVAS...

ço pessoal. ENTÃO VENHA PARA A

•L  eia atentamente e responda primeiro

BÊNÇÃO DO BARRO organizada aqui

as questões mais fáceis, deixe as mais

no FREI PARA COMEMORAR!


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Gente noss�

Sempre Marista

Dr. Aluar, ex-aluno, lembra dos bons tempos no Colégio Dr. Aluar de Oliveira Pinto

N

asci em Heval D’Oeste, na minha época pertencente a Joaçaba. Após o primário no Colégio Cristo Rei em Herval D’Oeste em 1949, matriculei-me no preparatório do Colégio Marista Frei Rogério e conclui o ginásio em 1953. No ano seguinte meu pai matriculou-me no Colégio Adventista Brasileiro em São Paulo, onde permaneci durante dois anos, depois me transferi para Curitiba, realizando estudos, cursinho, preparando-me para Medicina, aprovado no vestibular em 1959. Guardo boas lembranças do Colégio Marista, onde tive uma boa base, facilitando meus estudos pré-vestibulares. Lembro-me que tínhamos uma educação muito eficiente, com muito espírito religioso e muita disciplina. Às vezes recebia, no bom sentido, pequenos sermões, uma vez que eu me banhava nas águas do rio do Peixe em trajes

impróprios, onde era fiscalizado pelos Irmãos Maristas, pois eles tinham uma ótima visão de onde eu estava. Após a conclusão do curso de Medicina, por problemas financeiros e pelo falecimento de meu pai precocemente, iniciei meus trabalhos em Salto Veloso, posteriormente em Joaçaba, onde permaneço até hoje, antes por uma breve passagem por Florianópolis, onde ocupei cargo no INAMPS ou INSS. Sou casado com dona Ieda Maura, tenho dois filhos: Juliano P. de Oliveira Pinto, médico em Florianópolis, e Leonardo P. de Oliveira Pinto, advogado também em Florianópolis. Tenho uma neta, Julia, que é o xodó da família. O Colégio Marista Frei Rogério foi muito importante na minha vida, guardo ótimas lembranças dos irmãos professores, e graças a essa base fundamentada neste Colégio, hoje sou o que sou.

O Colégio Marista Frei Rogério foi muito importante na minha vida. Guardo ótimas lembranças dos irmãos, professores e, graças a essa base fundamentada neste colégio, hoje sou o que sou.


Em Família - Frei Rogério