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TEORIA

METODOLOGIA,

E PRÁTICA DO

HANDEBOL Prof. Marcos Antônio Cezar

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

CARACTERIZAÇÃO E FUNDAMENTOS TÉCNICOS

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O JOGO • Handebol é um esporte, cuja caracterí característica principal é a velocidade e forç força explosiva. • É jogado em uma quadra retangular medindo 40 X 20 metros, sendo a bola o objeto em entorno do qual se desenvolve todas as aç ações do Jogo. • O objetivo principal do jogo, consiste na marcaç marcação de Gols atravé através do arremesso. (Zamberlan, Zamberlan, 2001)

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A Quadra

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A BOLA

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A Bola Existem três tamanhos de bolas de Handebol, cada uma possui um certo peso prédeterminado e representa uma categoria específica. São denominados por H3, H2 e H1. Ela tem que ser de couro e não escorregadias. Obs. para uma melhor aderência e maior liberdade nas jogadas usa-se uma cola especial para Handebol, aplicando-a nas pontas dos dedos.

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H3 é usada por equipes masculinas adultas e jovens acima de 16 anos (sendo a maior bola de Handebol). Deve medir de 58 a 60 cm de circunferência e pesar de 425 a 475 gramas. H2 é usada por equipes Femininas acima de 14 anos, e equipes masculinas de 12 a 16 anos. Deve medir de 54 a 56 cm de circunferência e pesar de 325 a 375 gramas. H1 é usada nas equipes femininas jovens (8 – 14 anos) e equipes masculinas jovens (8 – 12 anos). Deve medir 50-52 cm e pesar 290 a 330 gramas.

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Definição e Análise do Handebol Segundo Molina, 2001: O handebol é um esporte sócio-motriz de oposição e colaboração. Neste esporte, os jogadores inter-atuam com os companheiros da mesma equipe para conseguir seus objetivos comuns e se contra-atuam com os adversários para evitar que estes alcancem seus objetivos. O Principal OBJETIVO do handebol é marcar GOLS.

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Desta forma, existe uma relação de comunicação motriz e cooperação constante entre os componentes da mesma equipe e uma contra-comunicação de oposição com os oponentes, aspecto pelo qual se gerará uma maior incerteza no desenvolvimento do jogo. Esta incerteza requer do jogador uma série de habilidades de tipo perceptivo devendo dirigir sua atenção a aspectos relevantes para o desenvolvimento do jogo. Como suas possíveis intervenções, as de seus companheiros, as de seus adversários e os espaços livres do jogo. (Molina,2001)

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Observações necessárias para a prática do Handebol: • Atenção com a bola (este equipamento quando utilizado de maneira incorreta poderá ocasionar acidentes)

• Lembre-se que existem muitas pessoas na quadra e que temos responsabilidades sobre elas. • Os equipamentos deverão ser utilizados com todo cuidado, principalmente as balizas. • A roupa adequada a prática esportiva é indispensável.

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Uma equipe de handebol é composta por quantos jogadores?

- 14 Quantos jogadores iniciam o jogo?

-7 jogadores ( 1 goleiro ) ( 6 jogadores de linha ) Uma equipe de handebol deve ter no mínimo quantos jogadores para iniciar o jogo?

-5 jogadores ( 1 goleiro ) 4 jogadores de linha )

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Quais são os contextos para prática do Handebol? • • • •

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Diferentes Contextos do Handebol segundo Molina (2001) Contextos do Handebol

CARACTERÍ CARACTERÍSTICAS intenç intenção

Handebol Educaç Educação Fí Física Escolar

Handebol como meio educativo

Handebol Iniciaç Iniciação esportiva

Iniciaç Iniciação ao desenvolvimento esportivo

Handebol Competiç Competição Handebol Recreaç Recreação

Otimizaç Otimização do rendimento para competiç competição

OBJETIVOS Conhecimento geral da modalidade (fundamentos táticos e técnicos) , ludicidade, desenvolvimento motor, atitudes, socialização, etc.

Iniciação e aprimoramento das capacidades do jogo.

Seleção máxima. Desenvolvimento e manutenção das capacidades de competição.

O Handebol como Prática esportiva, relação meio de lazer e saú saúde social, saúde e lazer.

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Quais são as Semelhanças e as Diferenças entre os praticantes do Handebol nos diversos contextos? • As características técnicas e táticas da modalidade são semelhantes; • As intenções diferentes.

desta

prática

são

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Caracterização do jogo de Handebol

A CARACTERIZAÇ CARACTERIZAÇÃO DO HANDEBOL PODE SER FEITA CONSIDERANDOCONSIDERANDO-SE ASPECTOS TÁ TÁTICOS E ASPECTOS TÉ TÉCNICOS. QUANTO AOS ASPECTOS TÁ TÁTICOS, TEMOS DOIS MOMENTOS DO JOGO QUE DETERMINAM A FUNÇ FUNÇÃO DO JOGADOR, QUANDO ELE TEM OU NÃO A POSSE DA BOLA.

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Caracterização do jogo de Handebol Segundo Greco (1998), em relação as ações táticas dos jogadores podemos ter a seguinte divisão: • Função do jogador na quadra (ataque ou defesa). • Forma de comportamento do jogador (tática individual, de grupo e coletiva).

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Manejo de Bola (Regra 7) É permitido: 7:1 - Atirar, agarrar, parar, empurrar ou bater a bola usando as mãos (abertas ou fechadas), braços, cabeça, tronco, coxas e joelhos 7:2 - Segurar a bola por um máximo de 3 segundos, também quando ela estiver em contato com o solo. 7:3 - dar no máximo 3 passos com a bola.

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Manejo de Bola  um passo é considerado realizado quando: - o jogador está parado com ambos os pés no solo, segura a bola, levanta um dos pés e o apóia novamente, ou move um pé de um lugar para outro; -um jogador está tocando o solo somente com um dos pés, agarra a bola e então toca o solo com o outro pé; - um jogador depois de um salto (em posse da bola) toca o solo somente com um pé, e então pula sobre o mesmo pé ou toca o solo com o outro pé; - um jogador depois de um salto toca o solo com ambos os pés simultaneamente, e então levanta um dos pés e o apóia de novo, ou move um pé de um lugar para outro.

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Manejo de Bola

É permitido: 7:4 – enquanto parado ou correndo: a) quicar a bola uma vez e agarrá-la de novo com uma ou duas mãos; b) Quicar a bola repetidamente com uma mão, ou rolar a bola sobre o solo repetidamente com uma mão, e então agarrá-la, ou detê-la de novo com uma ou duas mãos; 7:5 – mover a bola de uma mão para outra. 7:6 – jogar a bola ajoelhado, sentado, ou deitado no solo.

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Manejo de Bola Não é permitido: 7:7 – tocar a bola mais de uma vez, a menos que ela tenha tocado o solo, outro jogador, ou a baliza nesse meio-tempo. A falha de recepção não é penalizada. 7:8 – Tocar a bola com o pé, ou perna abaixo do joelho; exceto quando a bola for atirada no jogador por um oponente. 7:9 – o jogo continua se a bola toca um dos árbitros na quadra.

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Faltas e condutas antidesportiva Regra 8 É permitido: 8:1 – usar braços e mãos para bloquear, ou ganhar posse da bola; -Usar uma mão aberta para tirar a bola do adversário de qualquer direção; -Usar o corpo para obstruir o adversário, mesmo quando o adversário não está de posse da bola; - fazer contato corporal com o adversário, quando de frente a ele e com os braços flexionados, e manter esse contato de modo a controlar e acompanhar o adversário.

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Faltas e condutas antidesportiva Regra 8

Não é permitido 8:2 -Arrancar, ou bater na bola que está na mão do adversário; -Bloquear ou empurrar o adversário com braços, mãos ou pernas; - deter, segurar, empurrar, bater ou pular sobre o adversário; - colocar em perigo o adversário.

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Regra de 3 3 passos 3 segundos 3 metros

DIVISÃO DO HANDEBOL

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TÉCNICA ATAQUE • Drible • Passe • Recepção • Passadas rítmicas • Lançamento (Arremesso) • Finta • Bloqueio ofensivo

DEFESA • Posição básica • Deslocamento defensivo • Encaixes defensivos (contato físico defensor/atacante)

TÁTICA ATAQUE

•4X2 •3x3

• Em situações

especiais (inf.n º, ataque 4 x 3)

DEFESA • INDIVIDUAL - quadra toda - meia quadra • POR ZONA -6x0 -5x1 -3x2x1 -3x3 • Combinada(mista)

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Técnica É o conjunto de gestos específicos do handebol, utilizados para o desenvolvimento do jogo. São gestos ou movimentos que o jogador utiliza para a prática do jogo de handebol. As técnicas do handebol são os considerados movimentos básicos como arremessar, driblar, receber, passar, entre outras (Zamberlan, 1999).

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Tática São ações individuais, de grupo ou de equipe, que podem ser utilizadas para neutralizar as movimentações ofensivas dos adversários, bem como estabelecer os princípios de atuação ofensiva da nossa equipe (Salles, 2001).

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POSIÇÃO BÁSICA: É A POSIÇÃO QUE O JOGADOR ASSUME NO MOMENTO DE EXECUTAR A TÉCNICA. LANÇAMENTO ( ARREMESSO )

GOLEIRO

DEFESA

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• Deslocamento defensivo: é a ação de mudar de lugar na zona de defesa. • Bloqueio defensivo: é o gesto que permite cortar a trajetória da bola.

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•ENCAIXE: é a ação de fixar o adversário com o fim de neutralizar seus movimentos, gestos ou jogadas, evitando assim que penetre ou lance a bola em direção ao gol.

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•Cruzamento: é a ação realizada entre dois ou mais jogadores para inverter suas posições de ataque (Zamberlan, 1999).

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GOLEIRO

TÁTICA

TÉCNICA

POSICIONADO

Em situação padrão: - Tiro de lateral (canto) - Tiro de Sete metros - Tiro livre

Adaptado de Greco (1998)

DESLOCAMENTO

- Início do contraataque - Como jogador de quadra - Interceptando o contra-ataque

INDIVIDUAL

Posicional: Ex: no 7 metros, tiro de canto ou tiro livre.

GRUPO

Distribuição de tarefas com os defensores frente aos lançamentos

CONJUNTO

•Uso ou não de contra-ataque. •Posição frente ao ataque da própria equipe. •Comportamento em caso de superioridade numérica etc.

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Postos Específicos Ofensivos

D

C E

F

B A

A = Lateral esquerdo B = Central (armador) C = Lateral direito D = Extrema Direita E = Pivô F = Extrema esquerda

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Postos específicos de ataque A = Lateral esquerdo (armador) B = Central (armador) C = Lateral Direito (Armador) D = Extrema Direita (ponta D) E = Pivô F = Extrema Esquerda (ponta E)

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Postos Específicos Defensivos

2

1

3

4 5 6

7

1 = Goleiro 2 = Exterior esquerda 3 = Lateral esquerda 4 = Armador (Central) 5 = Lateral direita 6 = Exterior direito 7 = Avançado

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FUNDAMENTOS DO HANDEBOL Os fundamentos do Handebol, são os elementos básicos do desporto, que devem ser exercitados, através de um processo pedagógico, assim teremos um bom desenvolvimento técnico para a prática do jogo.

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APREENSÃO

Conceito – Ato de segurar a bola com uma das mãos. Objetivo - Permitir um melhor manejo da bola, para a execução dos passes e arremessos. Execução – Toda a mão deve envolver a bola. O primeiro e o quinto dedo seguram a bola, os outros dedos ajudam na apreensão e também servem para impulsionar a bola.

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Fatores Importantes para uma boa apreensão : • Força dos flexores dos dedos; • Alongamento dos flexores; • Tamanho da Mão; • Tamanho da bola; • Aderência da Bola.

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RECEPÇÃO

Conceito – Ato de receber a bola com segurança, usando as duas mãos. Objetivo – Amortecer e permanecer com a posse da bola dominada.

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Classificaç Classificação da Recepç Recepção quanto a Altura

Alta – acima da cabeça. Média – entre o quadril e a cabeça. Baixa – abaixo do quadril.

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Orientações para execução da recepção segundo Käsler (1978) • Os braços são estendidos em direção à bola com ligeira flexão do cotovelo, ao mesmo tempo em que as mãos se juntam em concha; • Polegares e indicadores apontam um para o outro, se a bola cair abaixo da cintura a posição das mãos muda 180º, de modo que os dedos apontem para o chão, os dedos mínimos apontando um para o outro.

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Fatores Importantes para execução da Recepção : • Utilizar a flexão dos punhos e antebraço para suavizar a recepção; • Usar sempre as duas mãos na bola (em casos especiais 1 mão); • Quando necessário utilizar o amortecimento com o deslocamento de tronco e pernas.

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PASSE Conceito – Ato de lançar a bola com uma ou duas mãos, de um jogador para outro. Objetivo – Visa sempre fazer chegar a bola a um companheiro de equipe.

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Classificaç Classificação dos passes 1 - Quanto a Trajetó Trajetória 2 - Quanto a Distância

3 - Quanto ao Tipo

4 - Execuç Execução Té Técnica

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1 - Quanto a Trajetória dos Passes: • Direta – Trajetória reta, espaço livre, a bola chega mais rápido ao companheiro. • Quicada – Trajetória para o solo, quando tem adversários a frente, executado em distâncias curtas. • Parabólica – Trajetória em semi–circulo, quando tem adversários a frente, executado em distâncias médias e longas.

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Passes 2 - Quanto a Distância: • Curta – até mais ou menos 3metros • Média – de 3metros a 10 metros • Longa – mais de 10 metros

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Passes 3. Quanto ao Tipo: • Altura da Cabeça – passe mais utilizado, posição pronta para o arremesso. • Altura do Quadril – passe rápido, utilizado em distâncias curtas. • Especiais – passe surpresa, enganar o adversário em distâncias curtas. Exemplo: por trás das costas, da cabeça, por baixo das pernas etc...

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Passes

4 - Execução Técnica: • Altura da Cabeça – Pé oposto ao braço ativo a frente, cotovelo alto na linha do ombro, antebraço formando com o braço um ângulo de 90º. Em distâncias longas utilizar também a rotação do tronco e a troca de passo. • Altura do Quadril – Pés paralelos ou pé oposto ao braço ativo a frente, bola na altura do quadril, movimento de extensão do braço da bola, sem utilizar a flexão do antebraço.

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DRIBLE Conceito – Ato de impulsionar a bola contra o solo com uma das mãos. Objetivo – Permite ao jogador deslocar-se no terreno de jogo com a bola, por mais de três segundos ou executar mais de três passos.

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Execução Técnica do drible: • Impulsionar a bola ao solo suavemente com uma das mãos, utilizando a palma e os dedos abertos, envolvendo a bola naturalmente, não podendo conduzi-lá.

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Classificação do drible 1. Quanto ao Tipo 2. Quanto a altura

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Drible

1 - Quanto ao Tipo • • •

Progressão – Deslocar-se no sentido da quadra adversária. Contenção – Manter a bola em seu domínio para organização. Finta – Utilizado para executar mais de três passos, após uma finta.

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Drible

2 - Quanto a Altura: • Alto – Deslocamento rápido, buscando o contra – ataque. • Médio – Manter a bola sobre seu domínio em diversas situações. • Baixo – Utilizado para a execução de fintas, próximo da área de 6 metros.

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LANÇAMENTOS (ARREMESSOS)

• Conceito – Ato de lançar a bola diretamente ao gol. • Objetivo – Buscar a melhor forma de marcar um gol para sua equipe.

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Classificação dos Arremessos 1 - Quanto a distância 2 - Quanto a trajetória 3 - Quanto ao tipo

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Arremesso

1 - Quanto a distância: • Curto – Arremessos menos de 6 metros. • Médio – Arremessos entre os 7 e 9 metros. • Longo – Arremessos mais de 9 metros.

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Arremesso

2 - Quanto a trajetória: • Direta – Arremessos visando o ângulo superior e médio. • Quicada – Arremesso visando o ângulo inferior. • Parabólica (vaselina) – Arremesso visando cobrir o goleiro.

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Arremesso

3 - Quanto ao tipo:

• Contato com o solo – Arremesso rápido sem saltar, utilizando o braço a altura da cabeça ou do quadril, visa surpreender a defesa e o goleiro, realizado geralmente no centro da quadra próximo ao gol. • Suspensão – O jogador de posse da bola, impulsiona visando ganhar altura para arremessar por cima de um ou mais defensor, realizado geralmente no centro da quadra próximo ao gol. • Infiltração com Salto – O jogador executa um salto em extensão, visando encurtar a distância entre ele e o goleiro, sempre que tiver um espaço livre na defesa, geralmente executado próximo a área de gol em fintas, contra–ataques e jogadas de pontas. • Infiltração com Queda – O jogador impulsiona-se para dentro da área de gol, provocando uma queda, que visa encurtar a distância entre ele e o goleiro, geralmente utilizada quando o jogador não tem espaço suficiente para realizar um salto. A queda pode ser frontal executada mais ao centro e a queda lateral pelas pontas para obter maior ângulo de arremesso.

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PASSOS • Conceito – É a forma permitida, que o jogador pode deslocar-se com a bola na mão sem utilizar o drible. • Objetivo – Buscar espaços na quadra com segurança, mantendo a bola em seu domínio.

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Passos

Forma de Execução: • Um passo e dado, quando o jogador de posse da bola, tirar um dos pés do solo e volta a colocá-lo. Execução Técnica: • Para a execução correta dos três passos, o jogador deverá iniciar a passada com o pé oposto ao do braço ativo, onde manterá um bom equilíbrio na execução do passe ou arremesso.

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Quanto ao número de passos: • Três Passos – O máximo de passos que o jogador pode dar com a bola na mão. • Seis Passos – Execução de três passos com a bola na mão, intercalar com drible e poderá dar mais três passos.

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DEFESA • Conceito – Ato de posicionar-se individual ou coletivamente de maneira a impedir a progressão do ataque adversário. • Objetivo – Impedir de todas as formas possíveis que o adversário consiga marcar gols, bem como buscar a tomada da posse da bola sem infringir as regras para que possa atacar.

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Fatores Importantes para ações defensivas: • Defender exige uma participação coletiva onde a atenção, a luta, concentração e a solidariedade se destacam como fatores imprescindíveis na defesa. • Os defensores devem molestar continuamente os atacantes, sem trégua alguma, obrigando os jogadores a cometerem erros, impedindo-o de dar continuidade ao ataque. • Entre duas equipes que se equivalem tática tecnicamente, vencerá a que possui melhor defesa.

e

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Posicionamento e Deslocamento • O posicionamento ideal é aquele em que o jogador possua maior liberdade de movimentação para deslocarse rapidamente em qualquer direção. • O defensor deve sempre estar colocado em uma posição intermediaria entre o gol e o adversário, com algumas variações em relação a marcação do pivô. • A volta para a defesa deve ser feita o mais rápido possível, buscando sempre o caminho mais curto.

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Posição Básica de Marcação • Os pés devem estar paralelos, mais ou menos na largura dos ombros; • Pernas semi – flexionadas e tronco elevado e ereto; • Braços altos, palmas das mãos para frente numa posição média com amplitude de movimento lateral, facilitando a interceptação da bola em direção ao gol.

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Quanto a forma ou tipo de Marcação • Marcação de observação – Observar atentamente e constante o adversário correspondente, quando este estiver longe com ou sem a posse da bola. • Marcação de aproximação – Consiste em colocar-se próximo ao adversário, de forma que fique entre a trajetória da bola e o receptor, procurando interceptá-la. • Marcação de contato – Consiste em uma marcação próxima e direta, constante e de forma segura ao seu oponente que está de posse da bola a fim de evitar qualquer ação.

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Quanto ao Sistemas defensivos: • Individual – Caracteriza-se pelas ações individuais de um defensor em relação a um atacante. (marcação individual) • Por Zona – Caracteriza-se basicamente pela atuação de um defensor em uma determinada zona de ação (zona 6 + 0, 5 + 1, 4 + 2, 3 + 2 + 1, 3 + 3 e outras). • Mista – Caracteriza-se pela combinação da defesa individual e por zona.

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Quanto as Fases da defesa: • Retorno – Volta imediata para a zona defensiva após uma ação ofensiva pelo caminho mais curto. • Temporária – Fase de acompanhamento ao adversário, ocupando qualquer posição na quadra até impedir o contra-ataque. • Organização – Volta dos jogadores para a suas posições originárias de marcação, deve ocorrer no momento certo.

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Variação de passadas • Sobre Passo – Realizar a passada, repetindo duas vezes seguidas a mesma perna a frente. • Passo Cruzado – Realizar a passada, cruzando uma das pernas pela frente ou por trás da outra. Utilizadas principalmente para o arremate a gol. • Passo Zero – Recebendo a bola no ar, cair ao solo com um ou os dois pés ao mesmo tempo, o passo não é contado. Utilizado principalmente para fintas.

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ATAQUE • Conceito – Ato de estar de posse da bola, buscando ações rápidas para criar possibilidades de conquistar um gol. • Objetivo – Enganar a defesa, através de jogadas individuais ou coletivas, com o intuito de marcar um gol.

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Fatores Importantes do ataque: • Valorizar a posse da bola, não desperdiçar com erros de passe, ou outros erros técnicos. • Observar e aproveitar os erros defensivos individuais ou coletivo. • Estar sempre buscando a marcação do gol de forma objetiva.

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Classificação do ataque 1. Quanto as Fases 2. Quanto a Forma 3. Quanto ao Tipo 4. Quanto a Nomenclatura

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Quanto as Fases do ataque: • Contra-ataque – forma mais rápida de chegar ao gol adversário, através de uma ação individual usando o drible ou recebendo a bola de um passe longo. • Contra-ataque Sustentado – Ação de dois ou mais jogadores de forma rápida, buscando chegar ao gol adversário, ainda com a defesa desorganizada. • Organização de repouso – Fase em que os jogadores atacantes buscam as suas posições específicas, trocam passes rápidos entre todos, procurando uma breve recuperação. • Sistema de ataque – Fase que a equipe ataca, utilizando um determinado sistema e apresenta combinações e jogadas pré – estabelecidas.

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Quanto a Forma de Ataque: • Ataque Posicional – Cada jogador tem sua posição préestabelecida no ataque, buscando suas ações individuais dentro da sua zona de movimentação. • Ataque em Circulação – Consiste numa movimentação com troca de posições organizadas, buscando confundir a marcação adversária. Obs. Em cada uma destas formas de ataque, podem ser utilizados um ou dois pivôs, dependendo da ação tática da equipe.

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Quanto ao Tipo de ataque: • Ataque Individual – Ações individuais dos jogadores utilizando suas técnicas ou sua imposição física, através de fintas, bloqueios e arremessos. • Ataque de Combinações – Ações combinadas de dois ou três jogadores, buscando vencer a defesa em um determinado setor, utilizando cruzamentos, falso bloqueio, paredes, quebras de ritmo e outros. • Ataque com Jogadas – Ações pré-estabelecidas envolvendo todos os jogadores de ataque.

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Quanto a Nomenclatura de Posicionamento • Extremas – Jogadores que posicionam-se próximos as linhas laterais da quadra. Temos o ponta direita, que de preferência deve ser canhoto e o ponta esquerda que deve ser destro, facilitando a tomada de ângulo para os arremessos . • Pivô – Jogador que posiciona-se próximo a linha de 6 metros, junto aos defensores. • Armador – Jogador que posiciona-se no centro próximo aos 9 metros e é responsável pela distribuição e organização da equipe. • Laterais – Jogadores que posicionam-se ao lado do armador, temos o arremessador direito e o arremessador esquerdo, com a função de finalizações principalmente de 9 metros. • Goleiro - Jogador que posiciona-se entre as traves da baliza e deve impedir o gol, usando qualquer parte do seu corpo.

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O GOLEIRO • Conceito – Jogador muito importante, considerado como 30% de uma equipe de Handebol. • Responsabilidade – Defender todos os arremates feitos a baliza, orientar os defensores e iniciar o contra- ataque da equipe.

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Perfil do goleiro • Estatura – deve ser alto • Envergadura – deve possuir uma boa envergadura • Harmonia – Peso bem distribuído no corpo.

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Qualidades Motrizes do Goleiro • Velocidade – Sob todos os aspectos, principalmente a rapidez de reação. • Mobilidade e Destreza – Indispensável para um bom goleiro. • Resistência – Condição física importante para o goleiro atuar durante todo o jogo. • Força – Suporte básico para se adquirir outras qualidades físicas. • Flexibilidade – Deve possuir grande amplitude articular

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Qualidades Psíquicas do Goleiro • Coragem – Capacidade básica para escolhermos um goleiro para treinamento. • Calma e Autodomínio – Capacidade de ação que facilita as possibilidades de analisar os movimentos dos adversários. • Vontade e Decisão – Capacidade que leva a agir com perfeita noção do que deseja fazer, nunca renunciando a um último esforço. • Atenção e Concentração – Qualidade solicitada ao máximo durante a partida, principalmente na movimentação da bola e arremessos.

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Qualidades Técnicas do Goleiro • • • • •

Posição Básica Deslocamentos Defesas com os Braços Defesas com os Pés Defesas em X ( defesas em salto utilizando braços e pernas para defender a trajetória da bola )

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Postos Específicos Ofensivos D

C E

F

B A

A = Lateral esquerdo (armador esquerdo) B = Central (armador) C = Lateral direito (armador direito) D = Extrema Direita (ponta) E = Pivô F = Extrema esquerda (ponta)

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Principais características dos Jogadores de Handebol e suas respectivas posições:

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Armador (Central) É o “CÉREBRO" do time no ataque. Este jogador posiciona-se no centro do ataque e comanda o curso e as jogadas do mesmo. O central é geralmente o mais experiente jogador do time, deve saber arremessar com força e ter um grande repertório de passes. Deve possuir grande visão de jogo para se adaptar as mudanças na defesa adversária. Força, concentração, tempo de jogo e passes certos são o que destacam um bom armador.

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Laterais Armadores E/D A “LOCOMOTIVA" das equipes no ataque. Os laterais geralmente possuem os mais fortes arremessos e são, geralmente, os mais altos jogadores do time. (No masculino variam de 180 cm a 210 cm e no feminino variam de 175 cm a 190 cm). Entretanto, existem excepcionais jogadores que são menores que a média, mas possuem arremessos poderosos e técnica muito apurada.

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Extremas (Ponta E/D) Geralmente são eles que finalizam as jogadas de ataque. Os extremas devem ser velozes e ágeis; e devem possuir a capacidade de arremessar em ângulos fechados. O destaque no arremesso não é a força, mas a habilidade e precisão, podendo mudar o destino da bola apenas momentos antes de soltá-la em direção ao gol. Estes jogadores também são muito importantes nos contra-ataques, apoiados em sua velocidade e posicionamento.

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Pivô

PIVÔ entre as O "coringa" do time no ataque. Posicionam-se linhas de 6 m e 9 metros. Seu objetivo é abrir espaço na defesa adversária para que seus companheiros possam arremessar de uma distância menor, ou se posicionar estrategicamente para que ele mesmo possa receber a bola e arremessar em direção ao gol. O pivô deve possuir o maior repertório de arremessos do time, pois ele deve passar pelo goleiro e marcar o gol geralmente sem muita força, impulsão ou velocidade, e em jogadas geralmente rápidas. DEVE SER FORTE FISICAMENTE, E COM ESTATURA ELEVADA

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Goleiro Quando o goleiro defender um arremesso ou conseguir um tiro livre, ele deve ter a habilidade e o raciocínio rápido para observar se algum jogador se encontra em uma posição de contra-ataque, fazendo assim o lançamento que deve ser rápido e certeiro. O goleiro não é apenas um jogador de defesa, mas um importante armador de contra-ataques.

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

A ordenação dos jogadores em quadra  É a distribuição ou armação da equipe de acordo com as linhas e postos específicos ofensivos e defensivos.

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Linhas Ofensivas 1ª linha ofensiva: É a linha ocupada pelos jogadores que se posicionam entre o centro da quadra e a linha de 9 metros da equipe defensora. 2 ª linha ofensiva: É a linha ocupada pelos jogadores que se posicionam entre a linha de 9 metros e a linha de 6 metros da equipe defensora.

METODOLOGIA, TEORIA E PRĂ TICA DO HANDEBOL

Linhas Ofensivas Primeira linha ofensiva

segunda linha ofensiva

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Linhas Defensivas 1ª linha defensiva: Os jogadores se posicionam entre a linha dos 6 e dos 7 metros de sua quadra defensiva. 2 ª linha defensiva: Os jogadores se posicionam entre o centro da quadra e a linha dos 8 - 10 metros de sua quadra defensiva. 3 ª linha defensiva Os jogadores se posicionam aproximadamente entre o centro da quadra e a linha dos 11 - 13 metros de sua quadra defensiva.

METODOLOGIA, TEORIA E PRĂ TICA DO HANDEBOL

Linhas Defensivas Segunda linha defensiva

Terceira linha defensiva

Primeira linha defensiva

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

SEGUNDA LINHA OFENSIVA

PRIMEIRA LINHA OFENSIVA

SEGUNDA LINHA: Extremas e Pivô PRIMEIRA LINHA: Armador e Laterais

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Os jogadores na defesa precisam trabalhar em equipe. Comunicação é absolutamente vital. Onde está o pivô? Quem está marcando quem? Onde está o foco do ataque? Existem equipes que possuem jogadores especializados na defesa, que são fisicamente grandes, muito fortes, rápidos e com muita concentração. Esses jogadores ainda possuem a habilidade de detectar o foco do ataque e se adaptar as mudanças nas jogadas. Os defensores situados no meio precisam ser muito fortes e altos para impedir os ataques dos meias e conter os pivôs.

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Concepção Política e Filosófica do Sistema de Formação e Treinamento Esportivo

Visão Integrada Escolar

Reabilitação

Lazer

SFTE Rendimento

Alto Rendimento

Saúde

Profissional

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL Nível de Rendimento

Fase Aproximação / Integração I:18-21 anos D: 4-5 anos F: 4-5 vezes

Fase Alto nível I:21 anos D: 8-10 anos F: 6-10 vezes

Fase Especialização

I:16-18 anos D: 4-5 anos F: 3-4 vezes

Fase Pré-escolar I: 3-6 anos D: 4-5 anos F: 2-3 vezes

Fase Universal I: 6-12 anos D: 4-5 anos F: 2-3 vezes

Fase Orientação

Fase Direção

I:12-14 anos

I:14-16 anos

D: 4-5 anos F: 2-3 vezes

D: 4-5 anos F: 2-3 vezes

Fase Recreação/ Saúde I: 16 ou + anos F: 2-3 vezes

Fase Readaptacão I: anos D: F: 2-3 vezes Idade

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

NÍVEL DE RENDIMENTO

Alto Nível Aproximação

Especialização

PréEscolar

Universal

Orientação

Direção

Recreação Saúde

Readaptação

IDADE

Sistema de formação e treinamento esportivo

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Alternativas Táticas e Técnicas para o processo de ensinoaprendizagem do Handebol Conceitos Táticos O que fazer

Tomada de decisão O que perceber • Velocidade da bola • Direção da bola

Receber

• Trajetória da bola • Posição e distância do colega em relação à trajetória da bola e a própria bola

Elementos Técnicos Como fazer As formas de recepção podem variar em relação: • Altura: alta, média e baixa • Tipo de deslocamento: rápido, lento ou parado • Forma de receber: com uma ou com as duas mãos • Posição do corpo: em suspensão ou em contato com o solo Adaptado de Greco (1998)

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Alternativas Táticas e Técnicas paro o processo de ensinoaprendizagem do Handebol Conceitos táticos O que fazer

Passar

Tomada de decisão O que perceber

Elementos Técnicos Como fazer

Escolha do tipo de passe: • Quanto a posição básica: em contato com o solo ou em •Contato visual suspensão • Distância entre o passador •Quanto à trajetória da bola: direta, quicada ou com efeito e receptor •Quanto à distância: curta média ou longa •Posição dos colegas em •Quanto ao movimento do braço: relação aos adversários ombro, pela frente do corpo, por trás do corpo, pêndulo, pronação Adaptado de Greco (1998)

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Conceitos Táticos O que fazer

Tomada de decisão O que perceber Comportamento do defensor • Posição básica (frontal ou diagonal);

Fintar

•Espaço disponível para realizar a finta; •Comportamento do defensor: passivo / ativo •Qualidade do defensor;

Elementos Técnicos Como fazer a) Fintas sem bola • Mudança de direção; • Mudanças de velocidade; b) Fintas com bola • Finta de braço • Finta de perna Variações: • queda com 1 ou 2 pés, saindo para o lado do braço de lançamento; • Giros

Adaptado de Greco (1998)

METODOLOGIA, TEORIA E PRÁTICA DO HANDEBOL

Classificação do arremesso em função do movimento de execução segundo Zamberlan (1999): ARREMESSOS Apoio sem queda

apoio com queda

com salto

com salto e queda

de ombro

queda à frente

suspensão

salto e queda à frente

quadril

giro e queda à frente

com salto frontal retificado com salto sem queda com salto lateral vaselina


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