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EDIÇÃO N.º 38 NOVEMBRO DE 2016

ESCOLA SEGURA. PÁG.: 5


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APADRINHAMENTO No âmbito do Plano Anual de Atividades, os meninos da sala 2 do jardim-deinfância das Laranjeiras juntamente com a turma do 4.º D realizaram uma atividade em conjunto que visa envolver e integrar a comunidade educativa. Como tal, a turma do 4ºD foi à sala do pré-escolar onde foram escolhidos os padrinhos e madrinhas de cada criança e em conjunto realizaram uma atividade para celebrar este laço.

A atividade consistia na carimbagem da mão do afilhado e padrinho/ madrinha e posteriormente foi realizado um coração (que simbolizava o carinho e amizade que unia todas as crianças) para acolher todas as mãos. Foi um momento importante para celebrar a entreajuda, partilha e cooperação entre os meninos. EB1/JI das Laranjeiras

CONTADORA DE HISTÓRIAS No dia dois de novembro, quarta-feira, uma contadora de histórias veio à Biblioteca da nossa escola (Frei Luís de Sousa) contar-nos duas histórias fantásticas. Ela chama-se Virgínia Almeida, é muito simpática, conta histórias de uma maneira muito especial e usa adereços engraçados enquanto conta as suas belas histórias. Depois de nos apresentarmos, contounos duas histórias. Começou por nos

contar “O Lagarto” do autor José Saramago e, de seguida, contou-nos a “A bruxa arreganhadentes” da autora Tina Meroto. Esta última história foi a que mais gostámos porque a Virgínia contou-a de uma forma muito divertida, e até usou um nariz e unhas de bruxa a fingir. Quando acabou de nos contar as histórias, que muito nos encantaram, a professora Ana Correia, que acompa-

nhou a contadora de histórias, mostrou -nos as ilustrações das mesmas. Também conversámos e colocámos algumas questões acerca das histórias ouvidas. Adorámos as histórias que a Virgínia nos contou. Esperamos que durante o ano letivo venha mais vezes à nossa escola para nos contar mais histórias divertidas.

Texto coletivo, 2.º Ano Turma A, da EB1/JI Frei Luís de Sousa

FICHA TÉCNICA Conceção e implementação do projeto: Ana Correia, Lígia Arruda e Lucinda Marques (Professoras bibliotecárias do AEL) Conceção e montagem gráfica: Alexandre Rodrigues e Carla Rodrigues Periodicidade: mensal (exceto julho e agosto) Envio de artigos: viva.voz@ael.edu.pt


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LEITURAS AO ALMOÇO Vamos Ler, Ler em todo o lado!!! Enquanto esperas na fila para almoçar podes ler! Este mês começamos a dar sugestões de leituras à hora do almoço. No painel junto à entrada do refeitório podem ler excertos de textos ou poemas que vamos selecionando para as "Leituras ao Almoço". Esta semana temos poemas de Rómulo de Carvalho / António Gedeão, químico e poeta, em homenagem aos 100 anos do nascimento do poeta! A Equipa da BE Prof. Delfim Santos

Quem virá a seguir?...

Lágrima de Preta Encontrei uma preta que estava a chorar, pedi-lhe uma lágrima para a analisar. Recolhi a lágrima com todo o cuidado num tubo de ensaio bem esterilizado. Olhei-a de um lado, do outro e de frente: tinha um ar de gota muito transparente. Mandei vir os ácidos, as bases e os sais, as drogas usadas em casos que tais.

Ensaiei a frio, experimentei ao lume, de todas as vezes deu-me o que é costume: nem sinais de negro, nem vestígios de ódio. Água (quase tudo) e cloreto de sódio.

MARCADORES Durante mês das Bibliotecas Escolares, a BE dinamizou na escola o intercâmbio de marcadores de livros promovido pela IASL International Association of School Librarianship. Estiveram envolvidos sete professores e catorze turmas do 2.º e 3.º ciclo. Já começamos a receber os marcadores dos nossos parceiros que nos mimaram também com recordações dos seus países. Estamos a receber marcadores da Índia, China, Croácia, Hungria... É muito curioso ver sensibilidades tão diversas que refletem culturas de tantos lados do mundo. Os nossos alunos e professores acharam esta participação muito gratificante e prometem participar para o ano outra vez. A Equipa da BE Prof. Delfim Santos

PELA CIDADE FORA Os alunos do 3.º Ano das três Escolas do 1.º ciclo ouviram o poeta e escritor José Fanha contar histórias, declamar poemas e falar do livro "A Rua dos Sinais Diferentes", uma obra integrada no projeto Pela cidade fora da CML/ EMEL.

Nestas sessões, os alunos receberam um livro oferecido pelas entidades promotoras deste projeto autografado pelo escritor. Todos os alunos do 5.º, 7.º e 10.º ano do Agrupamento foram também comtemplados com um livro e muito já o leram.

“A minha cidade é um Livro” para o 5.º Ano; “Roque & Rola e Bibi Manuela” para o 7.º Ano; “A minha cidade é feita de luz” para o 10.ºAno A Equipa da BE Prof. Delfim Santos


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CONTADOR DE HISTÓRIAS O contador de histórias Rodolfo Castro esteve, mais uma vez, na escola ao longo do dia 15 de novembro a contar histórias para os alunos do 6.º Ano e da UEEA (Unidade de Ensino Estruturado para o Autismo). Foi uma atividade planificada em articulação com o currículo da disciplina de Português do 6.º Ano.

Rodolfo Castro é Argentino! A arte de contar histórias do nosso querido Rodolfo Castro encanta alunos e professores e faz-nos entrar nos mitos e lendas das civilizações da Ameríndias e de outras geografias, convivendo de perto com as personagens reais e imaginárias que fazem parte das suas histórias.

Durante as quatro sessões, onde as histórias têm som, música, cheiro, cor... somos transportados para mundos fantásticos de uma forma quase mágica. Foi a rir e a sorrir que os alunos e os professores escutaram atentos as histórias contadas por Rodolfo Castro.

Destacamos ainda as actividades curriculares e não curriculares que vamos realizar ao longo do ano e onde podem participar Ouviram ler um excerto do livro “O diário de Anne Frank e viram um vídeo "Os crominhos que adoram ler" , sobre uma conversa entre Ricardo Araújo Pereira e seis alunos integrada no Fórum dos 20 anos da Rede de Bibliotecas Escolares. Depois passaram à escrita, escolheram a frase que mais gostaram para responder ao pedido da Biblioteca: "Ler é... ou "De que é feita a Bibliote-

ca?... A equipa da BE vai escolher as melhores frases para utilizar na Semana da Leitura.

A equipa da BE Prof. Delfim Santos

RECECÃO AO 7.º ANO Durante a semana de 7 a 11 de novembro fizemos a receção aos alunos do 7.º ano. Este encontro com os alunos do 7.º Ano e o Diretor de Turma tem como objetivo privilegiar o prazer da leitura e o gosto pelos livros, valorizando a influência que estes têm no seu percurso escolar. Como pretendemos ter utilizadores autónomos, falamos da forma como os livros estão arrumados nas estantes, a Classificação Decimal Universal, CDU, dos espaços da BE e como estes podem ser utilizados.

A Equipa da BE Prof. Delfim Santos


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NOTÍCIA 4.º B No dia 11 de novembro, comemorouse o dia de S. Martinho na nossa escola. De manhã, dramatizámos a lenda de S. Martinho, decorámos os cartuchos para oferecermos aos nossos afilhados, cantámos algumas músicas alusivas à data festiva. No período da tarde, convivemos com os nossos afilhados e comemos as be-

las castanhas assadas. Como a nossa turma adora desafios, propomos o seguinte enigma! Boa sorte na resolução! Até ao próximo número! Turma B, 4.º ano, EB1 das Laranjeiras

Os alunos da nossa escola fizeram um magusto. Quatro amigos, o Rodrigo, a

Margarida, a Matilde e a Sara, comeram 80 castanhas, ao todo. O Rodrigo comeu metade das castanhas que a Matilde comeu mas a Margarida comeu mais dez castanhas do que a amiga. A Sara comeu o dobro das castanhas do Rodrigo. Quantas castanhas comeu cada um?

Os alunos da nossa escola fizeram um magusto. Quatro amigos, o Rodrigo, a Margarida, a Matilde e a Sara, comeram 80 castanhas, ao todo. O Rodrigo comeu metade das castanhas que a Matilde comeu mas a Margarida comeu mais dez castanhas do que a amiga. A Sara comeu o dobro das castanhas do Rodrigo. Quantas castanhas comeu cada um?

Explica como chegaste ao resultado.

R:____________________________________________________


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SEMANA DA CULTURA CIENTÍFICA O Dia Nacional da Cultura Científica, 24 de novembro, foi instituído em 1997 para comemorar o nascimento de Rómulo de Carvalho ( António Gedeão químico e poeta) e divulgar o seu trabalho na promoção da cultura científica e no ensino da ciência. Durante a Semana Nacional da Cultura Científica (21 a 25 de novembro) realizaram-se as seguintes atividades na Biblioteca Escolar: Exposição de Livros de temática Científica. Homenagem a Rómulo de Carvalho com propostas de leitura sobre divulgação científica. Leitura sobre ciência na sala de aula. De acordo com o horário das turmas, são colocados livros nas salas de aula de Ciências Naturais, Matemática e Físico-Química onde se convida o professor ou um aluno a ler o excerto escolhido para a aula onde a leitura vai decorrer

Nesta escolha de leituras, a BE contou com a colaboração científica e pedagógica da Professora de FísicoQuímica, Solange Rôla que procurou adequar a leitura ao currículo das diferentes disciplinas. A equipa da BE Prof, Delfim Santos

TODOS JUNTOS PODEMOS LER Os alunos do Ensino Especial vieram à Biblioteca e escolheram livros para ler e requisitaram para a sala de aula. Ouviram ler, leram e conversaram sobre o livro para perceber bem o vocabulário. Contamos com eles para novas atividades de leitura na biblioteca. A equipa da BE Prof. Delfim Santos

VOLUNTÁRIA DE LEITURA A nossa voluntária Virgínia Almeida recomeçou a contar histórias. Desta vez escolhemos os alunos do 2.º ano do Agrupamento e começámos na Escola Frei Luís de Sousa com os alunos do 2.ºB. As histórias que escolhemos falam de fadas e de bruxas. E não é que apareceu mesmo uma

bruxa lá na nossa biblioteca! As professoras da biblioteca ofereceram o castelo da bruxa aos alunos para eles decorarem a sala de aula para se recordarem as histórias de fadas e de bruxas que a Virgínia lhes contou. Foi um momento muito bem passado...com um bocadinho de medo da bruxa!!! A equipa da BE Prof. Delfim Santos

DIA DE S. MARTINHO—cartaz e marcadores

Biblioteca da ESDPV


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O NÚMERO MISTERIOSO

PROBLEMA* Na quinta-feira passada, dia dez de novembro, a professora Ana Paula Monteiro veio à nossa sala de aula e trouxe uma proposta nova sobre o número misterioso. Ficámos muito curiosos porque tínhamos que descobrir o número misterioso seguindo algumas pistas. A primeira pista foi dada pela professora Ana Paula, mas depois fomos nós que fizemos algumas perguntas até descobrirmos o número misterioso. A professora Ana Paula começou por distribuir uma folha com uma tabela de números. Depois de observarmos a

tabela verificámos que tinha números de 1 a 130, mas ela disse-nos que só íamos precisar dos números até ao 50. Então, perguntou-nos quais os números que não íamos precisar. Respondemos que não precisaríamos dos números 51 a 130 e colocámos logo um tracinho em cima de cada um desses números. Seguidamente, a professora escreveu um número à sorte num papel de 1 a 50 e meteu o papel dentro de um livro que estava em cima da mesa. Depois, começámos a fazer perguntas para adivinharmos qual era o número misterioso. A professora só podia responder sim ou não às nossas questões. A primeira pergunta que a Teresa colocou foi: O número é ímpar? À qual a professora respondeu que sim. Então, fomos à tabela e eliminámos todos os números pares. De seguida, a Eulália perguntou: O número tem uma dezena? A professora respondeu que não. Assim, na tabela eliminámos todos os números que só tinham um algarismo. A seguir, o Nuno Fortuna perguntou: O número está na linha das três dezenas?

E a professora respondeu que sim. Logo, eliminámos os números que não estavam na linha das três dezenas. A partir daqui, já só tínhamos os seguintes números: 31, 33, 35, 37 e 39. Então, o António Pedro perguntou: O número termina no algarismo sete? E a professora respondeu que sim. Até que conseguimos encontrar o número misterioso, que era o número 37. Gostámos muito desta atividade e queremos continuar a fazê-la na nossa sala de aula porque é muito divertida e ao mesmo tempo também estamos a aprender a resolver desafios. Texto coletivo, 2.º Ano Turma A, da EB1/JI Frei Luís de Sousa

Problema adaptado de: Ferrel, S. Karren, Brenda Hammond e Josepha Robles (2007). Introduction to reasoning and proof: grades preK-2. Portsmouth, NH: Heinemann *


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ESCOLA SEGURA No dia 20 de outubro de 2016, as turmas do terceiro e quarto anos foram à abertura do ano letivo pela Escola Segura, que faz parte da Polícia de Segurança Pública. Os alunos foram a pé, acompanhados por agentes da Escola Segura e esta comemoração foi no Jardim Zoológico. Ao lanche comeram queques, sumo e também bolachas. A maior parte das turmas fizeram rodas e comeram todos juntos. Esta atividade foi para a Escola Segura festejar o início do ano letivo! Depois de lanchar foram ver um espectáculo de golfinhos e leões marinhos. Eram tantas músicas que parecia um concerto! Viram também muitas zebras

e um animal desconhecido no Jardim Zoológico. O regresso à escola também foi a pé! A turma do terceiro B gostou muito da visita com a PSP! João Santos e Lara Salomé 3.º B EB1 das Laranjeiras

No dia 20 de outubro, os terceiros e quartos anos da nossa escola, foram passar a manhã ao Jardim Zoológico. Fomos convidados pela Polícia de Segurança Pública para comemorarmos o início do ano letivo. Partimos às 9h da nossa escola e fomos a pé até ao Jardim. Foi um pouco cansativo até lá chegarmos, mas acabou por ser divertido!

Quando lá chegámos, vimos algumas atividades preparadas pelos polícias. Assistimos a uma explicação sobre as diferentes fardas e armas usadas, experimentámos entrar num carro patrulha e numa carrinha. A seguir, recebemos um lanche que tinha um queque e um sumo. Quando estávamos a lanchar vimos diversos jornalistas, da TVI, RTP e RECORD. Gostava de ter sido entrevistada mas não me calhou! Depois, fomos ver o espetáculo dos golfinhos. Para mim foi fantástico! Fizeram piruetas, acrobacias, saltos para água. Dançavam ao som da música!!! Foi uma manhã diferente e bem passada! Gostei bastante da visita que foi a primeira este ano!" 4.º B


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CURIOSIDADES O aparecimento da árvore de Natal parece estar ligado às crenças dos povos pagãos do norte da Europa, principalmente à celebração do Solstício de Inverno, a noite mais longa do ano. Para os antigos pagãos, o Solstício de Inverno era uma homenagem do homem à natureza adormecida. Na noite mais longa do ano, eram feitas ofertas aos deuses, para que o sol voltasse depressa e, com ele, a primavera. Mas apesar do frio e da neve, algumas árvores e plantas permaneciam verdes — como os abetos ou o azevinho — e eram um símbolo de esperança num inverno longo e rigoroso. Insensíveis ao frio, eram um testemunho de que o inverno acabaria por passar e que a natureza voltaria a nascer na primavera. Perto do solstício, os antigos pagãos costumavam decorar as casas com ramagens dessas árvores e plantas, conhecidas por evergreen ou sempre verde. Era uma forma de trazer um pouco da natureza para dentro de casa. Em alguns países, acreditava-se que o sempre verde afastava os espíritos maus e as doenças. Alguns autores referem que o sempre verde era também usado pelos antigos egípcios, chineses e hebreus como símbolo da vida eterna. Alguns autores referem que os nórdicos, nomeadamente os islandeses, costumavam plantar um abeto em frente à casa, que era depois decorado com velas e fitas coloridas. Os gauleses acreditavam que o deus Gargan deixava uma árvore verde durante todo o inverno, que simbolizava a vida. Na altura do solstício, tinham como costume decorar um abeto com tudo o que faltava durante o inverno — moedas, alimentos ou até brinquedos para as crianças. Durante vários séculos, o corte de árvores durante o Natal foi proibido por ser associado a costumes pagãos mas, apesar disso, a tradição nunca morreu. A partir do século XVI, começaram a surgir os primeiros decretos que permitiam o corte de árvores. O primeiro parece ter sido publicado na região da Alsácia, em Sélestat, onde em 1521 foi autorizado o corte de pequenos abetos para a festa de Natal. Em Estrasburgo, um édito semelhante foi publicado em 1539. A tradição propagou-se rapidamente pela região da atual Alemanha, principalmente por intermédio de comerciantes. Na verdade, acredita-se que terá sido nessa mesma região que terão nascido muitas das tradições natalícias que persistem até aos dias de hoje. Para além de árvores decoradas, era também usual construírem-se pirâmides com troncos de madeira, que

eram depois decoradas com sempre verde ou com velas. Acredita-se que tenha sido Martinho Lutero, o reformista protestante do século XVI, a começar a tradição de colocar velas na árvore de Natal. Diz a história que, numa noite de inverno, enquanto passeava pela floresta, Martinho reparou num pequeno grupo de árvores. Os seus ramos, cobertos de neve, brilhavam ao luar. De modo a reproduzir a beleza do momento, colocou uma árvore dentro de casa e decorou-a com velas. O costume foi-se tornando cada vez mais popular ao longo do século XVIII e no século XIX começou a ser adotado pena nobreza europeia. Em 1846, a rainha Vitória foi retratada no jornal Illustrated Londons News com os filhos perto de uma árvore de Natal. A popularidade da rainha ajudou a propagar a tradição, não só na Grã-Bretanha, mas também um pouco por todo o

mundo. PB da ESDPV


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HALLOWEEN Os alunos do 5.º ano da Escola EB 2,3 Prof. Delfim Santos dedicaram uma semana a atividades relativas ao Halloween. Sendo um dos eventos mais marcantes da cultura inglesa e apreciado por quase todo o mundo, é dos mais motivantes para os nossos alunos, talvez pelo facto de falarmos de castelos, História e histórias, sem esquecer os castelos assombrados, com os seus fantasmagóricos habitantes e loucas fantasias. Entre 28 de outubro e 5 de novembro os trabalhos estiveram expostos no hall da escola, tendo sido visitados por crianças e adultos e colhido por parte de todos uma opinião muito elogiosa relativamente à exposição. O nosso agradecimento às professoras Patrícia Oliveira, Sónia Pereira, alunos e respetivos EE. Isabel Lagoute - coadjuvante do grupo de Inglês da EB2,3 Prof. Delfim Santos

Este ano também os alunos 3º e 4º anos das Escolas António Nobre, Frei Luís de Sousa e Laranjeiras se juntaram às comemorações do Halloween que aconteceu no passado dia 31 de outubro. Estes puderam mergulhar na cultura dos países de língua inglesa ao explorar as origens deste dia/noite tão mediático e popular e dedicaram-se a várias tarefas de Arts and Crafts, nomeadamente construindo abóboras com balões cor de laranja, morcegos, nem sempre pretos, e decorando portas de salas de aula com monstros e fantasmas. Os alunos tiveram a oportunidade de ver e explorar alguns filmes de animação relativos à temática na biblioteca das referidas escolas e de os discutir posteriormente. The English Teachers, Susana Pinto and Maria Barreiros

Halloween Hi! I’m João. I love Halloween! Almost every year I have a Halloween party in my house with my friends. It’s very cool. We knock at people’s doors and we say “Treat or Trick”!!!!!!! And we get candies and much more… Now, let’s get to the information about Halloween: Halloween is celebrated on the 31st October and it was born in Great Britain and Ireland. Later, it was taken to the USA by some of those people. Now it has become popular almost all over the countries in the world! People decorate their homes with pumpkins, skeletons and so on. Children and teenagers dress up as witches, zombies, ghosts and they carve a lot of spooky faces on pumpkins, with a flashlight or a candle inside. They call them “Jack-o’Lanterns”. BBBOOOOOOOOO! João Dinis Pereira, n.º 9 - 6.º C


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EM JEITO DE APRESENTAÇÃO Olá a todos! Este é o grupo de crianças da Sala 5 da JI/EB1 das Laranjeiras e que está pela primeira vez a frequentar esta escola. A Sala 5 é uma novidade neste ano letivo, ela surgiu como resposta ás necessidades da comunidade envolvente e estas crianças tiveram o privilégio de a estrear, como também tiveram acesso a equipamentos, materiais e brinquedos novos. O dia-a-dia destas crianças é preenchido por diversas atividades e pela exploração de todo o espaço e materiais disponíveis. Para além das atividades realizadas em contexto escolar, a Sala 5 já realizou duas visitas de estudo: à Quinta Pedagógica dos Olivais e ao Parque Florestal de Monsanto. Têm sido dias muitos divertidos! A docente Marta Vieira

CUIDA DO PLANETA Balões! Balões! São tão bonitos, não são? No entanto constituem um grave perigo para a natureza. Quando um balão sobe no ar, para onde vai? Já pensaste? Na realidade, um balão que sobe no ar, acaba por descer e voltar à Terra. E isso é um grave problema para as aves e outros animais. Muitos balões vão parar aos rios e aos oceanos, levados pelo vento. Mesmo

que o mar fique a muitos quilómetros de distância, os balões podem ir lá parar. A água salgada do mar tira a cor aos balões e os animais marinhos confundem-nos com comida. As tartarugas comem alforrecas – que parecem e se movem tal qual os balões desbotados – e morrem. As baleias podem engolir acidentalmente balões e eles ficam presos no seu estômago e elas morrem. O mesmo acontece com outros animais marinhos. O que podes fazer? Quando brincares com balões de

QUINTA PEDAGÓGICA DOS OLIVAIS No mês de outubro, as crianças da sala 3 do Jardim de Infância das Laranjeiras realizaram uma visita de estudo à Quinta Pedagógica dos Olivais, a fim de participarem no “Ateliê de Cerâmica”. Após um passeio guiado pelas várias áreas da quinta, as crianças puderam dar asas à sua imaginação e criatividade na oficina de cerâmica. Esta atividade contribuiu para o desenvolvimento das capacidades expressivas e criativas das nossas crianças. EB1/JI das Laranjeiras

hélio, nunca os soltes. Agarra-os muito bem ou prende-os ao pulso. Nunca deixes balões no chão. Se já estão estragados, deita-os no lixo. Nunca, mas nunca mesmo, queiras participar em largadas de balões. Fala com as pessoas que o pensam fazer e explica-lhes os perigos mortais que os balões provocam aos animais marinhos. Ajuda a natureza! 50 Coisas Simples que as Crianças podem fazer para Salvar a Terra, The Earthworsgroup, I. Piaget Texto adaptado – in Jornal da EB1 António Nobre


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MAGUSTO NAS LARANJEIRAS Celebrou-se no dia 11 de novembro na EB1/JI das Laranjeiras, a atividade que se renova anualmente nesta data. “A lenda de São Martinho” e os seus ensinamentos e valores foram transmitidos às nossas crianças através da realização de um teatro de sombras chinesas que, fez as delícias dos nossos petizes. Neste espírito de partilha, todas as salas do JI fizeram pacotes de castanhas para intercambiar com os seus amigos das outras salas. Posteriormente realizou-se o tão esperado magusto com toda a comunidade educativa da escola das laranjeiras. Importa referir que esta atividade realizou-se graças à contribuição dos pais e encarregados de educação que ofereceram as castanhas Docentes das salas 3, 4 e 5 do JI das Laranjeiras

PADRINHOS E AFILHADOS Neste ano letivo a turma do 3ºB da escola das Laranjeiras foi escolhida para ser a turma madrinha do 1ºB. A primeira atividade realizou-se logo no primeiro dia de aulas e serviu para os afilhados e padrinhos se conhecerem. Nesta atividade os padrinhos e as madrinhas fizeram uma pequena entrevista aos afilhados e afilhadas, para ficarem a saber mais sobre eles. Os padrinhos fizeram o retrato dos seus afilhados e os afilhados fizeram o retrato dos seus padrinhos. O resultado destes tra-

balhos ficou muito bom e foi exposto num dos corredores da escola. Para ser possível realizar esta actividade em conjunto, já que as duas turmas não cabiam numa só sala, tiveram que se dividir em dois grupos, um grupo ficou na sala do 1.º B e o outro na do 3.º B. No encontro seguinte, realizado no dia 17 de outubro, para celebrar o Dia da Alimentação, os alunos e alunas fizeram uma atividade chamada Sopa de Legumes. Esta atividade também foi

realizada com as turmas divididas entre as duas salas e correu bastante bem. Os trabalhos, tal como os anteriores, foram expostos na escola. O próximo encontro vai acontecer no dia de S. Martinho, dia 11 de novembro. Ambas as turmas vão fazer cartuchos para as castanhas e vão trocá-los na festa do Magusto. A turma do 3.º B está a gostar muito de ser madrinha de outra turma e de realizar atividades em conjunto com os seus afilhados e afilhadas. Turma do 3.º B das Laranjeiras (Texto coletivo)

VISITA AO “PLANETÁRIO” Fotografia tirada à entrada do edifício do Planetário Grupo da sala 2

No âmbito do Plano Anual de Atividades os meninos da sala 2 do J.I das Laranjeiras, no passado dia 17 de novembro foram ao Planetário. Esta visita foi realizada com muita curiosidade e entusiasmo por todos, já que dentro da sala de aula estávamos a

explorar o tema, ou seja, andamos a descobrir como surgiu o planeta Terra, como se formou e conhecemos as evoluções que foram ocorrendo até aos dias de hoje. A atividade “Brincar com as estrelas” em que fomos participar proporcionounos uma viagem fantástica pelo nosso sistema solar e permitiu-nos e descobrir alguns dos seus segredos, desde as constelações, os planetas e as suas características, os satélites…e no final ficamos a perceber de que forma cada um de nós através das nossas atitudes responsáveis e cívicas, como praticando a reciclagem ou não poluindo/ sujando os espaços de todos nós podemos preservar a nossa “casa” que é o planeta Terra. De regresso à escola, todas as crianças

quiseram produzir desenhos para registarem o que mais gostaram nesta visita, o que originou conversas onde houve partilha de ideias e conhecimentos que por fim levaram a que todos construíssem em conjunto uma réplica dos nosso sistema solar. Foram momentos e descobertas muito importantes que aqui ficam documentadas através das fotografias. Docente: Zélia Reis

Projeto Coletivo: Sistema Solar


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TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS Mais uma vez, no âmbito do Plano Anual de Atividades, está patente no átrio do Bloco A entre 7 e 17 de Novembro de 2016 uma exposição de trabalhos desenvolvidos e executados nas aulas de Expressão Plástica pelos alunos da Unidade de Ensino Estruturado para o Autismo (UEEA) da Escola Básica 2.3 Prof. Delfim Santos. Olga Silva, professora de EVT

2016 BOOKMARK EXCHANGE PROJECT – LEARN TO DECODE YOUR WORLD No âmbito do «2016 Bookmark Exchange Project – Learn to Decode Your World», os alunos das turmas F, G, H do 5.º ano, bem como os alunos da Unidade de Ensino Estruturado para o Autismo, da Escola Delfim Santos, realizaram marcadores para livros, nas aulas da disciplina de Educação Visual, inspirados nas obras de diversos artistas plásticos portugueses dos séculos XX e XXI. Estes marcadores foram enviados para escolas parceiras da Índia, Croácia e Lituânia. Olga Silva, professora de EVT

VISITA À “CASA DO TINONI” Nós, a turma do 1º ano A, da escola n.º 120 das Laranjeiras, fomos de autocarro da CML, com a professora Célia Botas e a auxiliar de ação educativa Mria João, à “Casa do Tinoni”- Departamento de Proteção Civil, no dia 8 de novembro de 2016. Gostámos de experimentar situações do quotidiano, que nos levaram a perceber os riscos que corremos. É preciso atravessar a rua, com segurança, nas passadeiras a olhar bem e nos semáforos com o sinal verde para os peões. O técnico levou-nos à sua “modesta” casa de banho e aprendemos os cuidados a ter com as substâncias tóxicas. Contou-nos a regra de utilização de objetos elétricos que não podem estar em contacto com a água, pois é perigosíssimo. Vimos também comportamentos de autoproteção antes, durante e depois

de um incêndio. Por exemplo, estes colegas estão a experimentar alguns capacetes de bombeiros. No final, pudemos testar as nossas aprendizagens com a realização do jogo “ À descoberta da tua proteção”. No final, foi-nos oferecido material pedagógico que depois levaremos para casa, para alargar também estes conhecimentos tão importantes, da segurança, à nossa família. Gostámos muito.

CORTA MATO ESCOLA DELFIM SANTOS Cerca de 160 alunos participaram no Corta-Mato Escolar realizado na EB 2,3 Prof. Delfim Santos, no passado dia 23 de Novembro. O Corta-Mato registou uma elevada participação dos nossos alunos e foi uma excelente jornada de promoção do atletismo, de hábitos saudáveis e da prática desportiva para todos. Esta prova apurou os representantes da nossa escola para o CortaMato do Instituto dos Pupilos do Exército e para o Corta Mato Distrital que se realizará no mês de Janeiro.

1.º A, EB1 / JI das Laranjeiras


14 RELATO DA VISITA DE ESTUDO AO ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA

No passado dia vinte e um de novembro, segunda-feira, fomos visitar o Arquivo Municipal de Lisboa. Saímos da escola por volta das 09:50 e chegámos ao Arquivo aproximadamente às 10:30. Deslocámo-nos para o local no autocarro dos Alfacinhas. Quando chegámos, estavam à nossa espera duas guias, a Ana e a Alexandra, que nos acompanharam durante toda a visita. De seguida, sentámo-nos no corredor da entrada do Arquivo e lanchámos. Quando acabámos de lanchar, tirámos os casacos e fomos guardá-los juntamente com as nossas lancheiras nos sofás que estavam ao lado da receção. Depois, dirigimo-nos em fila para uma sala onde vimos uma exposição de fotografias antigas da cidade de Lisboa. A exposição chamava-se “Lisboa uma grande surpresa” e as fotografias eram dos fotógrafos Arthur Júlio Machado e José Cândido d’Assumpção e

Souza. As fotografias que havia na exposição foram tiradas entre 1898 e 1908 e retratavam a cidade de Lisboa antiga. Eram fotografias a preto e branco. Havia fotografias de monumentos, de carruagens, que era o único meio de transporte daquela época, de chafarizes, de vendedores ambulantes e de habitantes de Lisboa. Também vimos uma fotografia onde estavam duas varinas. As varinas eram mulheres que vendiam peixe nas ruas de Lisboa. A guia Ana contou-nos que se chamavam assim devido aos seus maridos que eram pescadores vindos de uma localidade do norte que se chamava Ovar e às mulheres destes pescadores os lisboetas chamavamlhes “ovarinas”. Depois, mais tarde, passaram a chamar-lhes simplesmente varinas. Quando acabámos de ver a exposição, dispusemo-nos à volta de uma grande mesa, que era estreita e comprida e estava à entrada da sala da exposição. Distribuímo-nos à volta dessa mesa e construímos um álbum com a ajuda da Alexandra e da Ana, que nos foram explicando os vários procedimentos. Gostámos muito desta visita de estudo, só foi pena que não tivéssemos visto tudo o que lá havia em arquivo. Gostaríamos de lá voltar outra vez para fazermos outras atividades e vermos as outras salas que não vimos. Texto coletivo, 2.º Ano Turma A, da EB1/ JI Frei Luís de Sousa

A G R U PA M E N T O D E E S C O L A S D A S L A R A N J E I R A S Escola Secundária D. Pedro V

Estrada das Laranjeira, 122 1600-136 Lisboa

direcao@ael.edu.pt

Escola Básica 2. 3. Prof. Delfim Santos

Rua Maestro Frederico Freitas 1500-400 Lisboa

eb23delfimsantos@mail.telepac.pt

EB1/JI Frei Luís de Sousa

Rua Raul Carapinha 1500-042 Lisboa

escola.freiluis49@gmail.com

EB1/JI António Nobre

Rua António Nobre, 49 1500-046 Lisboa

eb1antonionobre@gmail.com

EB1/JI Laranjeiras

Rua Virgílio Correia, 30 1600-224 Lisboa

eb1daslaranjeiras@gmail.com


Viva Voz, n.º 38, novembro 2016  

boletim agrupamento, laranjeiras, escolas

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