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Ano XV

Destaque:

número 43

Notícia na página 2

Preço: 1 nanquim

Escolíadas O estado da educação O Jornal Aberto entrevistou a Dr.ª Amélia Rebelo, representante dos Pais e Encarregados de Educação num Conselho de Turma. JA - O que destaca no atual estado da educação?

R - Os vários elementos e atores do sistema educativo tendem a assumir as caraterísticas e as vicissitudes do todo em que se integram em cada contexto histórico, e a verdade é que, no contexto da crise económico-financeira que tem norteado as decisões nas várias áreas da prestação de serviços públicos, a educação escolar não constitui exceção. A par daquela, pela inconsistência da proliferação legislativa dos últimos anos e pelas controvertidas discussões que em torno da mesma vemos manifestadas, por professores ou por quem os representa, por associações representativas dos Pais, e também pelas observações da OCDE sobre as políticas do ensino em Portugal, será legítimo questionar se entre nós o sistema educativo não passará também por uma outra crise: a de identidade. Crises que ressaltam, porventura, no confronto com os princípios orientaContinua na página 2

MAiO

Agregação de escolas

Depoimento do presidente da Câmara Municipal de Ílhavo

Num momento de grande dificuldade financeira para o País, o Ministério da Educação e Ciência decidiu dar seguimento a uma medida que já se encontrava prevista no Regime de Autonomia e Gestão das Escolas, de 2008, promovendo a agregação de unidades de gestão das escolas. Pese embora as finalidades de agregação possam ser discutíveis, as mesmas terão seguramente um grande impacto a nível financeiro com a supressão de cerca de 40% das unidades de gestão, conforme previsto no memorando da Troika e no Orçamento de Estado para 2012.

No caso do Município de Ílhavo, a Câmara Municipal e os vários Parceiros, em especial os Diretores das Escolas Secundárias e dos Agrupamentos, consideram que o modelo existente até à data, assente na organização em três agrupamentos de escola e duas escolas secundárias, tem respondido com grande qualidade aos desafios que todos os dias são colocados nesta importante área da educação, apostando por isso na

2012

sua manutenção. Contudo, e tendo em consideração a inevitabilidade da agregação de unidades de gestão, foi consensualizada uma proposta que consideramos ser aquela que menos lesa todo o trabalho de qualidade realizado nos últimos anos, bem como aquela que mais garantias de sucesso propicia a todos os intervenientes no processo educativo. Com base na deliberação unânime do Conselho Municipal de Educação propusemos passar a ter três Agrupamentos de Escolas no Município de Ílhavo, existindo uma perspetiva forte de que essa será a decisão do Governo. Numa altura em que a taxa de natalidade continua a descer em Portugal é fundamental que as escolas, e a consequente oferta educativa, seja devidamente articulada e estruturada de forma a responder às aspirações e expetativas dos Jovens e das Famílias,

potenciando percursos educativos assentes numa identidade forte e coerente, apostando nas potencialidades da capacidade instalada nos estabelecimentos de ensino de cada Município. No entanto é urgente que as políticas educativas em Portugal atinjam um consenso alargado e possam estabilizar, permitindo um trabalho sério em que todos os atores conheçam as suas competências e responsabilidades e que definitivamente seja feita uma aposta na descentralização, com uma efetiva transferência de competências para os Municípios e para as Comunidades Intermunicipais, gerindo com maior proximidade e melhor escala vários aspetos do processo educativo. Cabe-nos a Todos a tarefa de contribuir para que este novo desafio seja uma oportunidade para fazermos mais e melhor pelas nossas Crianças e Jovens.

profissional, o que se tem revelado em práticas pedagógicas mais diversificadas e adaptadas aos alunos. Tanto a componente do ensino/ aprendizagem com a utilização das novas tecnologias, como a da avaliação dos alunos, sofreram melhorias significativas nos últimos anos. O acompa-

nhamento aos alunos com maiores dificuldades, que já se fazia, é agora mais articulado e, nalguns casos, individualizado. A preparação dos alunos para os exames são também melhorias introduzidas. Alda Carvalho (Departamento de Matemática e Ciências Expe-

Escola: um mundo de mudanças Entrevista com os Coordenadores de Departamento São muito visíveis na nossa comunidade as transformações ocorridas na nossa escola nos últimos tempos. O Jornal Aberto ouviu alguns dos mais importantes protagonistas neste processo: os Coordenadores de Departamento. JA - Qual a melhoria ou melhorias pedagógicas mais significativas operadas na nossa escola nos últimos anos? R - Uma das melhorias verificadas foi o facto de se ter começado a discutir as potencialidades do trabalho colaborativo docente.

Valorizado nos normativos legais, com suporte institucional, temos vindo a criar na escola condições para efetuar uma reflexão em torno das ideias estruturantes deste tipo de trabalho e, consequentemente, sobre a possibilidade de nos podermos vir a tornar numa comunidade de aprendizagem. Ana Paula Ramos (Departamento de Línguas) R - Para dar cumprimento a exigências legais da carreira docente tem-se verificado um maior investimento por parte dos professores na sua formação

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Editorial Novamente de novo Numa escola, devemos, em cada passo, ser gesto, palavra, atitude, caráter; tudo isto, porque interagimos permanentemente, em tudo, uns com os outros, comunidade escolar. E de nós, todos esperam que sejamos exemplo dentro da missão que é confiada, como escola pública, de todos e para todos. Então, ao intitular este editorial com uma redundância, “novamente de novo”, insistência desnecessária nas mesmas ideias – como é definido no dicionário – não é em vão, sem sentido. Pretende-se enfatizar, apenas, como vamos vivendo na mais nobre das missões de um país: a educação. Na educação vive-se sempre ao ritmo do que é novo. A novidade faz parte da essência do estudo, descobrir novos conteúdos, novas ideias, novos conhecimentos; também, como mera ilustração, que não fundamenta nem legitima mas é paradigmático, as mudanças que cada etapa suscita (turma, escola, professores, ano, ciclo, curso, diretor de turma, colegas,…), implica oportunidades que, elas próprias, têm algo que apontam ao futuro, para a vontade de começar de novo; E há essência desta arte: os alunos e alunas. Educar é, antes de tudo, um caminho de reciprocidades desde a mais tenra idade. Portanto, em cada ano mudam os rostos mas continua, no essencial, a juventude, a esperança, a rebeldia, a curiosidade dos jovens que dão vida à escola… também com as peripécias que adoçam o engenho e a arte! Por fim, sem querer terminar nada, o que não deveria ser tão novo assim: o sistema educativo. Não deveria ser tão novo assim mas, mais uma vez recorrendo a uma pequena abordagem elucidativa, um jovem, de agora, a dois anos de terminar o ensino secundário, que tenha entrado (no sistema) para o primeiro ano em 2002, com os seus seis anitos, o que leva da escola, se não fosse a estabilidade emocional e racional dos seus professores? Com um algum gosto pela história recente, poderá estar, lá para setembro, a contar a um colega mais novo do agrupamento de escolas de Ílhavo, “desde que entrei na escola já lá vão seis… Ministros (da Educação): 1º, 3 de Julho de 2001 — 6 de Abril de 2002 — Júlio Pedrosa; 2º, 6 de Abril de 2002 — 17 de Julho de 2004 —David Justino; 3º, 17 de Julho de 2004 — 12 de Março de 2005 — Maria do Carmo Seabra; 4º, 12 de Março de 2005 — 26 de Outubro de 2009 — Maria de Lurdes Rodrigues; 5º , 26 de Outubro de 2009 — 21 de Junho de 2011 — Isabel Alçada; 6º, 21 de Junho de 2011 - Nuno Crato” Não admira que haja tanta resistência à mudança, há tanta novidade… Tanta que nenhum jovem chega a suspeitar verdadeiramente qual o sistema de ensino… por onde passou! E, na linguagem da juventude, “já estamos noutra” (mudança)!

Manuel Oliveira de Sousa, Diretor da Escola

Ficha técnica

Propriedade Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes - Ílhavo Edição Gabinete de Comunicação e Marketing Design António Neves Coordenação Elisabete Barbosa e Clube de Jornalismo (Maria Fradinho, Diana Marabuto, Telma Silva, Francisco Ferreira, Ana Durão, Rui Dias, Rui Ribeiro, Pedro Faria, Inês Rodrigues, Vanessa Simões) Periodicidade Bimensal Tiragem 1000 exemplares Impressão Officina Digital

O estado de Educação (cont.)

dores da Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986. É inegável que vários degraus foram escalados: abertura e interação da escola com a comunidade numa intencionada política de transparência, os projetos educativos, os critérios de avaliação, da própria escola, o comprometimento da família e membros da comunidade no processo da aprendizagem, que se centra o aluno. Também destaco a comunicação entre escola e família. Este jornal escolar é cabal manifestação, legitima que com maior propriedade se convoque o comprometimento da família, de cada encarregado de educação, na colaboração com o projeto educativo e, mais concretamente, no acompanhamento ativo dos educandos, na vida escolar e fora dela, prestando o seu insubstituível contributo para a projetada democratização e qualidade do ensino. A participação dos pais

clube europeu O Clube Europeu participou, no passado dia 29 de Abril, na evocação do Dia Europeu da Solidariedade entre as gerações (alunos, professores, pais, avós, lar de S. José), com uma festa partilhada entre todas as gerações, desde o almoço à tarde recreativa e cultural. No próximo número da revista siM, acompanhe a reportagem deste evento.

em aulas abertas, de modo ativo ou passivo, assim como a participação ativa e passiva em ações de formação ou palestras de e para pais e professores, afiguram-se-me experiências capazes de quebrar a distância que, mentalmente, por vício de padrões enraizados, insegurança ou desconfiança, separam os pais dos professores. O processo educativo não é feudo da escola; é um projeto comum de participação dos pais e dos professores, de todos os membros da vida da escola. E o aluno. Deve ter uma atitude de empenho intelectual e comportamental, desde logo, em cumprimento dos seus deveres de estudo e de respeito pelas orientações e instruções dos seus professores e, mais amplamente, para concretização do seu projeto de vida. JA - O que é que a preocupa mais na escola do seu filho? R - A adesão e a motivação do aluno ao processo

de aprendizagem. Olho com particular cuidado: - dimensão das turmas e das matrizes curriculares; - tenho reservas quanto os 90 minutos para aulas tóricas (lembro as palavras do Dr. Eduardo Sá, é amigo dos défices de atenção); - preocupa-me a falta de vontade de aprender do aluno; - gostaria de sentir a família mais escola, isto é referência primária na formação integral das crianças e dos jovens; - o intercâmbio entre professores na partilha e discussão crítica de práticas e saberes, que poderá ser ainda mais como fonte próxima e fidedigna de seleção e acolhimento de procedimentos experimentados e testados para novas estratégias de ensino; - tenho alguma apreensão pelas mudanças na gestão da escola. Há um projeto de intervenção e práticas a serem aplicadas que, saindo estes protagonistas, o que virá?

2012

Escolíadas

No passado dia 24 de abril os nossos alunos brilharam na noite do Centro Cultural de Ílhavo, em mais uma sessão das Escolíadas 2012. Mostraram talento e ganharam merecidamente a sessão com 275 pontos! Excelentes prestações, nomeadamente no teatro e na música.

PARABÉNS, por isso, a todos os que trabalharam e participaram neste momento ímpar! Veja a reportagem mais alargada no próximo número da revista siM.

AVo


Escola: um mundo de mudanças (cont.)

rimentais) R - À semelhança do que sucede atualmente em várias outras profissões, a atuação do professor é realizada em equipa. O individualismo foi abandonado e o desenvolvimento profissional faz-se com base na partilha e no confronto com os outros. Foi neste sentido que muitas melhorias foram operadas na nossa escola tais como assessorias, sobretudo quando se tratam de professores do mesmo grupo disciplinar, planos de desenvolvimento, provas comuns, aulas abertas, etc. Paula Pinto (Departamento de Ciências Sociais e Humanas) R - A uniformização de práticas extensivas a toda a comunidade docente, fruto do trabalho colaborativo realizado. Os Grupos de Recrutamento elaboram um conjunto de documentos dos quais podemos destacar: planificações, provas comuns, avaliações diagnósticas, matrizes, critérios de avaliação.

A existência de horas comuns entre os Grupos permite uma melhoria significativa nas práticas pedagógicas. Pedro Cura (Departamento de Expressões) JA - Qual o papel dos Coordenadores de Departamento neste processo? R - Essencialmente de colaboração com o Diretor e de acompanhamento e apoio aos professores do departamento. Alda Carvalho (Departamento de Matemática e Ciências Experimentais) R - O papel dos Coordenadores visa, por um lado, a uniformização interdepartamental de práticas (através das reuniões realizadas entre os Coordenadores e o Diretor) e, por outro, a supervisão do trabalho desenvolvido intradepartamento (reuniões de grupo, reuniões de departamento, trabalho colaborativo). É ainda da responsabilidade dos Coordenadores a articulação e calendarização das propostas do Plano Anual de Atividades. Todas estas tarefas só

têm sido possíveis com a colaboração e empenho de todos os docentes. Pedro Cura (Departamento de Expressões) R - A orientação da ação dos professores, no que diz respeito à sua formação, para cenários formativos centrados em metodologias e estratégias que promovam a qualidade das aprendizagens é, também, um aspeto relevante. Ana Paula Ramos (Departamento de Línguas) R - Os Coordenadores de Departamento têm efetuado a supervisão pedagógica e a monitorização do trabalho desenvolvido dentro do departamento. Esta supervisão tem assumido duas vertentes: supervisão documental e a supervisão da prática letiva. Ainda há um longo caminho a percorrer neste campo mas sempre com a certeza que os passos que dermos têm de ser firmes e necessitam de consolidação e tempo. Paula Pinto (Departamento de Ciências Sociais e Humanas)

Cursos

profissionais e tecnológicos

Fazendo cumprir a legislação que regulamenta os cursos profissionais e tecnológicos, os alunos finalistas dos vários cursos encontram-se nesta altura a realizar a Formação em Contexto de Trabalho (FCT, vulgo estágio profissional). A escola estabeleceu múltiplas parcerias institucionais com diversas empresas e instituições da região nas várias áreas e saídas profissionais desses percursos formativos. Os alunos exercem o estágio profissional por um determinado período de tempo (216 horas nos cursos tecnológicos e 420 horas nos cursos profissionais). São acompanhados por um Orientador de Estágio e monitorizados por um

professor da escola. Neste período formativo, cumprem um plano de estágio formalizado entre todas as partes que visa a aplicação prática os conhecimentos adquiridos ao longo da sua formação académica. Ficam aqui alguns testemunhos na primeira pessoa dos alunos em formação. - A importância desta etapa do meu curso dáme a entender melhor o funcionamento de uma empresa no meu caso uma Mediação Imobiliária. Estou muito satisfeito e tenho aprendido muitas coisas. João Pedro Neves (Curso Prof. Informática) - O estágio é uma forma dos estudantes terem a

oportunidade de aprender e crescer profissionalmente, tirarem suas dúvidas e se prepararem para o mercado de trabalho. Catarina Santos Fonseca (Curso Prof. Informática) - A importância desta etapa no curso é que temos mais vantagens a nível académico e profissional e é muito bom para o nosso currículo e abre-nos muitas portas para o futuro. Sara Matias Teixeira (Curso Prof. Secretariado) - Esta etapa no final do curso é muito boa, uma vez que podemos ter ideia do que é trabalhar numa empresa e poder desenvolver um programa para um cliente real. Tiago Santos (Curso Prof. Informática)

Papelaria Livraria

Gonçalves Gonçalves 2 Euromilhões Revistas | Fotocópias | Tabaco | Jornais

Junta de Freguesia

Av. 25 de Abril, Nº 10 Ílhavo Tel./Fax 234 324 360

Rua da Mota, Nº 4 Gafanha d’Aquém Tel./Fax 234 326 825

Connosco há 30 anos...

O Jornal Aberto pôde contar com o testemunho do Sr. Francisco Batista, Assistente Operacional desde o início da escola nestas instalações. JA - Como foi vendo a escola a desenvolver-se nestas três dezenas de anos? R - A escola de hoje, as instalações, pouco ou nada têm a ver com o início. Digo isto porque, se no início havia aquela satisfação com os espaços novos, também tudo era mais impessoal, muita gente, tudo muito acelerado. Agora sentimos esta casa mais nossa, mais o nosso espaço. Conhecemo-nos melhor. Há mais maturidade, até nestas paredes e espaços escolares! O pessoal não docente tem trabalhado muito na manutenção da escola para que esta não se degrade desde pinturas, luz, água, etc., e isso faz com que sintamos a escola um espaço familiar, somos construtores da própria escola. JA - E o ambiente escolar, de convivência, como o vê? R - Os alunos têm um comportamento melhor do que há trinta anos;

também, não tinham os espaços e divertimentos que há hoje. Hoje procuram mais as novas tecnologias. As substituições também vieram acalmar o comportamento; antigamente quando havia um “feriado” os alunos andavam muito tempo cá por fora, o que, parece, não ajudava a serenar os ânimos. Era um reboliço constante. A nossa escola também tem feito um esforço grande na segurança, na vigilância, a começar na portaria. Os alunos gostam da escola, gostam de cá estar. Penso que todos se sentem bem, apesar de poder haver sempre alguém que não goste disto ou daquilo, como tudo na vida. JA - Também foi Encarregado de Educação na nossa escola. O que presidiu a essa escolha? R - Tinha aqui tudo o que era preciso, porquê ir para Aveiro? Há alguma atração por Aveiro mas, se não for por causa de cursos do Secundário que aqui não temos, não vejo nenhuma vantagem em sair de Ílhavo. Sair só traz mais despesa e preocupações. Até as atividades depois da escola, como o basquete, a piscina, a dança, música… temos cá tudo! Sinceramente, na minha opinião, acho que vale a pena olhar com mais atenção para o que temos, até para as escolas novas, os centros escolares, e ver que estamos muito bem servidos na nossa terra.

Para viajar basta LER A atividade “Para viajar basta ler” está a ser um sucesso. A leitura de pequenos excertos de livros está a cativar os seus ouvintes. Esta atividade é fundamental para o nosso desenvolvimento cultural, mas serve também para criar hábitos de leitura nos

alunos que nunca tenham folheado um livro. As experiências de leitura que são trocadas entre professores e alunos permitem conhecermo-nos melhor uns aos outros. João Paulo Correia

Restaurante

o Silva

GRELHADOS A TODA A HORA | TAKE AWAY SERVIÇOS DE LISTA | PETISCOS RESERVAMOS PARA GRUPOS Tel. 234 410 368 | Tlm. 917 769 561


maio

junho (semana aberta)

Atividades: 4aulAs ABERTAs

9dia da europa

22 Aula de Geologia

31 Encontro

Três aulas subordinadas ao tema “Arte, Cultura e Sociedade na 2ª metade do século XX”, destinadas aos alunos do 12º ano, fruto da colaboração entre os Departamentos de Línguas e de Expressões.

Como vem sendo habitual, o Clube Europeu vai comemorar esta data através de várias iniciativas.

Duas turmas do 11º ano fazem uma visita ao centro de Ílhavo para identificar e analisar diferentes materiais e as respetivas proveniências geológicas.

Visita de estudo para partilha de atividades desenvolvidas no âmbito das SELF, organizado numa das escolas com este protocolo, destinada aos alunos do 9º A e 9º B.

4brunch

5feira vocacional

5torneio de

6cicloturism0/ gala

Oportunidade para degustar uma refeição habitualmente servida entre o pequeno-almoço e o almoço.

Tal como nos anos anteriores, aqui poderás encontrar uma grande variedade de ofertas para o teu futuro académico e profissional.

Aparece para testar a tua habilidade.!

Este ano o tradicional Cicloturismo é uma Corrida solidária com os Médicos do Mundo, onde todos podemos participar. À noite terá lugar a Gala das Escolíadas.

8exames - sessão de 8sarau cultural esclarecimento

e desportivo

9jantar de

12 corrida de

Para quem vai este ano ser submetido a exame, esta é uma ocasião para tirar dúvidas e prepararse para esta importante etapa escolar.

O Sarau é um espetáculo de divulgação das atividades físicas e desportivas realizadas na escola durante o ano letivo. Uma chama sempre viva.

Este é um evento sempre aguardado com muita expetativa. Início marcado para as 20h00.

Esta atividade irá decorrer no Estádio Municipal de Aveiro e destina-se a todos os alunos do 3º Ciclo.

de inglês

Mais informações em www.esdjccg.pt A Câmara Municipal de Ílhavo continua a estar muita atenta às preocupações dos jovens e a promover iniciativas e programas especiais dedicados a Ti que és Jovem.

a escola com vida

o mar por tradição A Câmara Municipal de Ílhavo através do Programa de Apoio a Projectos Educativos (PAPE) apoia o Jornal Aberto

no exterior

pétanque

finalistas

nacional das self

das escolíadas

orientação

Jornal Aberto nº 43  

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