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escstunis


índice editorial escstunis na semana de matriculas IX Arraial escsito agenda ac tividade de praxe 18 anos, 18 testemunhos 18º aniversário escstunis na escs quem é quem: escstunis 2012/2013 onde já andamos

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agradecimentos funcionários e discentes. Especial agradecimento a toda a Agradecemos a todos aque- família escstunis, desde o mais les que colaboraram connosco antigo elemento ao mais recente para tornar esta magazine pos- candidato. Por último, um espesível: entrevistados, redactores, cial obrigado ao núcleo F pela Design , paginação e textos: escstunis

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disponibilização das fotografias. “Pr’a sempre eu hei-de ouvir, Amor é querer-te ouvir cantar” escstunis


editorial A escstunis não é só música. São todos os pequenos momentos que cada um guarda na mente, os amigos que se fazem e as experiências que se vivem, sem nunca serem esquecidas. É um mundo mais amplo do que aquilo que a maioria das pessoas imagina. E, como só se consegue sentir vivendo, este Magazine surge com o intuito de mostrar um pouco da escstunis a quem está de fora. Surge igualmente numa altura muito importante para a tuna. Todos os anos se realiza, no Auditório Vítor Macieira da Escola Superior de Comunicação Social, uma comemoração a mais um ano de vida da escstunis. Por ser na ESCS, há todo um encanto maior por se sentir de perto o calor e os aplausos dos que estão também na nossa casa. Em 2012, traçar a capa no palco deste grande Au-

ditório vai ter um novo e especial significado. A escstunis chega à maioridade. São 18 anos repletos de música e não só. 18 anos de academia, 18 anos de convívio e 18 anos de barreiras. Mas, também, 18 anos de amizade que unem todos os elementos e permitem que tudo seja possível, ultrapassando essas barreiras. Assim, a escstunis convida toda a gente a assistir a este evento, que vai realizar-se na próxima 5ª feira - dia 13 de Dezembro. O XVIII Aniversário da escstunis é um espectáculo que promete muitas surpresas e sobre o qual se pode saber mais, nesta edição. Aqui, neste Magazine, é possível abrir e espreitar pela porta da tuna. Já foram muitas as actuações da escstunis este ano. E muitas as pessoas novas a querer fazer parte desta família. Mas para perceber melhor a sua essên-

cia, este Magazine permite que se conheçam os seus elementos, que se revejam experiências através de fotos e que se saiba o que vai acontecer brevemente, após o grande Aniversário. Um Magazine que dá a oportunidade de cada um estar lado a lado com a escstunis e a viver os momentos por que a tuna vai passando regularmente. Esta edição não seria possível se não houvesse um esforço por parte daqueles que participaram na elaboração desta edição, nomeadamente por parte dos que já não fazem parte da escstunis há algum tempo mas que continuam sempre do nosso lado. Obrigada pelo interesse e pelo apoio que a escstunis recebe e que é o mais importante. É por todos os momentos vividos que vale a pena ser escstunis. escstunis

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semana de matrículas Já é da praxe a escstunis montar a sua banca mesmo à entrada da ESCS no decorrer da semana de matriculas. Este ano não foi

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exceção! Acolhemos os novos sem, vídeos da escstunis e a caloiros com quizzes malucos, simpatia dos nossos na interação fotos com balões de fala onde os com os novos alunos. próprios escreviam o que quises-


ix arraial escsito O fim da semana de praxe culmina no grandioso Arraial Escsito onde, pela primeira vez, os novos alunos têm a opor-

tunidade de ver a escstunis. Como sempre, o arraial foi algo memorável para a tua tuna! Não só demos o melhor de nós em

palco, como tentámos ter uma banca dinamizadora do que é a tua tuna.

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actividade de praxe Como já começa a ser habitual, foi organizada uma actividade de praxe pela Comissão de Praxe em conjunto com a escstunis. Esta teve como objectivo não só dar a conhecer a tuna mas também proporcionar aos novos caloiros um momento divertido, dinâmico e de interacção. Em palco, tivemos os caloiros a cantar connosco e alguns ainda tiveram a oportunidade de sentir o bichinho das pandeiretas e dos estandartes. Cada equipa, na sua vez, subiu ao palco e encantou a plateia com alguns dos nossos temas: Sonhando, Playback, Silêncio do Tom e Vida Boémia. Foi mais um óptimo momento onde quisemos mostrar que a escstunis é de todos e para todos os escsianos. fotos: número F

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18 anos, 18 testemunhos “Finalmente a maioridade! Nem acredito que já passaram 18 anos, desde o dia em nos juntámos pela primeira vez para formarmos uma tuna. Estou a ficar velho…Relembrar estes 18 anos, será sempre um misto de saudade e extrema alegria. Alegria, porque foi na ESCSTUNIS que vivi os melhores momentos académicos da minha vida.

1994/1995

Mais do que uma tuna, a ESCSTUNIS foi uma família que me incutiu valores como a amizade, a solidariedade e o respeito pelo outro, não esquecendo nunca que foi na tuna que aprendi a respeitar a música e quem a faz de uma forma honesta e gratuita. A criança cresceu.... Hoje, já mais maduro, olho para trás e tenho a certeza que as horas de sono que perdi valeram muito a pena. Se o sonho, que hoje alguns estão a viver, é tão grande, é porque outros se atreveram a juntar à família e também foram sonhando ao longo destes 18 anos.

Alegria, porque na Tuna descobri uma família de amigos que me acompanham e acompanharão para o resto dos meus dias. Alegria, porque em cada nota de música que fui trilhando, fui descobrindo mais da pessoa que eu era e da pessoa que eu ambicionava ser. Parabéns ESCSTUNIS.”

JOÃO “XANANA” VIDEIRA

BANDOLIM, VETERANO

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18 anos, 18 testemunhos

1995/1996 Dizer «eu sou do tempo» parece frase de pessoa de certa idade (eufemismo para velho), mas é assim que me sinto ao escrever estas palavras. Entrei na tuna em 1995 e saí em 2000, quando acabei o curso. É difícil recordar datas e eventos específicos, isto quando os acontecimentos estão já tão longe que aquilo que sobra são “apenas” boas sensações. Mas o balanço é tão positivo, que é inevitável recordar alguns eventos mais marcantes. Participei ativamente no primeiro Tuna M’Isto, no segundo, no terceiro, no quarto… A partir daí as

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memórias já se confundem, e, confesso, já não sei muito bem onde estive. Tive o privilégio, juntamente com o Carlos Morais, de ser o apresentador das edições número três e quatro do nosso festival (acho que também na segunda edição, mas não tenho certeza). Lembro-me, por exemplo, que no primeiro Tuna M’Isto tínhamos um microfone de pé (um, sim), e mais uns três (quatro?) para captar o som da “malta lá de trás”… Tive o privilégio também, de, durante algum tempo, ter sido o Magister. E estava lá quando ganhámos o nosso primeiro prémio: Melhor Pandeireta, num festival organizado pela Tuna de Economia, da Nova (perdoem-me se há por aqui alguma incorreção, mas, lá está, o tempo passa demasiado depressa e há informações que não retenho. Sim, estou velho). Tenho tantas recordações que não as consigo colocar aqui todas: apresentar sketches nos festivais, por exemplo, começou no segundo Tuna M’Isto, mas a maior produção “cinematográfica” foi a do quarto, onde fizemos um vídeo inicial “colado” ao filme em voga da altura – Blair Witch Project. Produção essa que implicou um fim-de-semana na

Costa da Caparica, em casa da Renata Ricardo, alimentado a caldo verde e pão com chouriço d’A Merendeira. Lembro-me que a primeira saída, a sério, para fora da área da Grande Lisboa foi Mangualde (“Mangualde Forever!” tornou-se grito de guerra). Lembro-me de outra viagem a Loulé, onde, já me incluindo no lote de veteranos, deixámos os caloiros apeados na Mimosa. Resultado? Desenrascaram-se e arranjaram boleira numa carrinha de caixa aberta. Ganharam o nosso respeito. Lembro-me da Sofia Amaral chegar com uma letra e, com apenas dois acordes, fizemos uma Imperial. E era essa a música que fechava todas atuações. Se isto não é suficiente para vos explicar a importância da tuna na minha vida, fica esta: foi na tuna que conheci a minha mulher. E é com ela que temos dois filhos lindos. Há melhor prémio? Não me parece.

Ricardo “Boxers” martins

GUITARRA, VETERANO


18 anos, 18 testemunhos

1996/1997

1997/1998

“A ESCS Tunis sempre foi mágica ao vivo! Sempre funcionou. Sempre surpreendeu. Sempre deu algo mais a si e ao público. Rasgou trajes, sem nunca os danificar. Além da criação, havia a dialética dos ensaios com ausências e falhas, tantas em vésperas de atuação. Mas ao vivo, lá estivemos!Os mui virtuosos músicos davam a cobertura necessária à festa dos outros. Pura alegria partilhada, em cada atuação. Sim, almocei sem talheres (sublime côdea de pão alentejano), apresentei a

Tuna em Tom de José Hermano Saraiva (histórias de puro improviso), toquei bombo só com um braço (o outro estava partido), o José Barros insistia na nossa dieta (as vogais faziam todas falta às palavras cantadas). Conheci pessoas maravilhosas na sua singularidade. Maravilhosas enquanto o todo que formámos.Já eramos oceano azul. Somos...ESCS Tunis!”

HUGO “PATO” PATO

BOMBO, VETERANO

“Foi em Dezembro de 1997 que pude celebrar pela primeira vez o aníversário da escstunis. Era caloiríssima, ainda não trajava nem actuava com a tuna. Ia aos ensaios, aprendia as músicas, assistia às actuações e ia aprendendo com os veteranos, a ser caloira. A tuna fazia 3 anos e também ela, estava a aprender a cantar e a tocar, e a ser uma tuna, mas andava sempre ocupada, sempre muito requisitada para actuações. A escstunis cresceu, passou da infância à “aborrescência” e agora é adulta! Foram muitos aniversários e muitos anos de vida feliz e cheia de alegrias, de aprendizagens, de amizades, de episódios hiari-

antes, de grandes memórias que ficam para toda a vida. É sempre bom reencontrarmo-nos no nosso aniversário, e este ano não será excepção! Estamos crescidos, maduros, e temos um lugar especial no mundo académico, mas acima de tudo, um lugar muito especial no coração de todos os escstunianos e por isso vamos celebrar muitos mais anos de vida! Parabéns escstunis! 18 anos? Vai tirar a carta e pede um chasso ao pai!”

RENATA “SERRENATA” RICARDO

FLAUTA, VETERANA

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18 anos, 18 testemunhos

1998/1999

Foram horas a fio em ENSAIOS onde reinava a boa-disposição mas sempre conscientes que cada SUBIDA A PALCO teria que tornar o nome escstunis ainda mais sonante no meio académico. Boas memórias ficaram de todas as atuações principalmente em CASA, num Tuna M’isto ou num aniversário onde acrescia a responsabilidade mas também onde o eco dos aplausos e dos “efe-erre-a” entoados a cada canto trazia sempre mais calor ao pisar palco e chão seguros. Ah, adrenalina boa… vezes sem conta também provocada pelas SUBSTÂNCIAS LÍQUIDAS IMPERIAIS da cor do ouro. Já dizia a ode: “és a melhor companheira…!” Mas, sempre com moderação e juizinho! Afinal, ontem, hoje e sempre há que defender seriamente as nossas TROVAS seja nos mais pitorescos arraiais seja nos festivais de alto gabarito. Mas desenganem-se! Nem tudo era perfeito! Havia desentendimentos, discórdia? Claro! Faz parte! Mas havia UNIÃO,

companheirismo e o NERVOSO MIUDINHO era igualmente partilhado por todos na hora de pegar nos INSTRUMENTOS e aquecer as vozes. Por fim, fica a SAUDADE… de momentos vividos na altura certa e com a intensidade certa! Companheiros, caloirice, praxes, cheiro do palco, batismo, passagem a veterano/a, moches, traje, cantigas pela rua só porque sim, amenas cavaqueiras, quilómetros percorridos, festivais, prémios, invasão de palco nos Açores (viagens inesquecíveis essas e com tanto para contar)... enfim, foi tudo música para os meus ouvidos! E… acima de tudo apesar de ser um lugarcomum, há amigos que ficam para a vida! Só isso é motivo mais do que suficiente para gritar bem alto: “Obrigada, escstunis”!

ana “aguardente” pedro percussões, VETERANA

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18 anos, 18 testemunhos

1999/2000

Não foi amor à primeira vista. Não gostava de tunas, de tunantes, de trajes, e muito menos de praxes. Mas como a escstunis não é, nem nunca foi uma tuna qualquer, por isso apaixonei-me. Hoje no seu 18º aniversário posso dizer que a escstunis foi sem dúvida uma das minhas grandes paixões, que marcou de uma forma divertida e única a minha passagem pela ESCS. Agora que a escstunis atingiu a sua maioridade, provavelmente já ninguém se lembra que nos seus primeiros anos de vida, os seus caloiros andavam de actuação em actuação, de pijama e chinelos, em vez do sofisticado e prático fato-macaco preto. Assim como,

antigamente a tuna tinha apenas caloiros e veteranos, e na geração do fatomacaco a escstunis instituiu a evolução do candidato para caloiro, que passa depois a tuno e finalmente chega a veterano (se conseguir!). E já ouviram falar do “José Barros e os Navegantes”? Pois eu também não tinha, pelo menos até ao momento em que entrei para a tuna. Era o melhor cavaquinho de Portugal, a seguir à nossa “Gema”! Foi o nosso ensaiador com muitos atributos, no tempo em que a tuna contratava profissionais para ser ensaiada. Mas a tuna foi crescendo e surgiram os seus próprios ensaiadores, que às 3ªs e 5ªs no auditório da ESCS incentivavam (e obrigavam) à aprendizagem de pelo menos um instrumento musical (ou então cavaquinho), desenvolvendo a criatividade e a qualidade musical. Temas como “Sonhando”, “Silêncio do Tom” e “O Teu Sorriso” nasceram nesses ensaios. Também nestes 18 anos as praxes evoluíram… Passámos de “encher” flexões, comer sem talheres, acordar de madrugada para ginasticar, carregar os instrumentos dos Veteranos, contar os buracos das paredes do auditório, para praxes mais educativas tais como: aprender a coreografia, letra e música “Ao limite eu

vou” das Non-Stop. O Tuna M’Isto foi acompanhando o crescimento da nossa escstunis, mantendo sempre a sua ideologia de convidar uma tuna masculina e feminina, tendo a concurso apenas tunas mistas. O festival começou no auditório da ESCS e também marcou a diferença pela originalidade dos seus sketches. Foi na minha geração que a escstunis vendeu lugares no chão, pois os lugares sentados do Auditório estavam esgotados e mesmo assim as pessoas queriam assistir. Por esta e outras razões a escstunis cresceu e com 9 anos saiu de casa para organizar o seu 1º festival na Aula Magna, o VII Tuna M’Isto. Ao longo destes 18 anos passaram elementos com personalidades, vivências e expectativas diferentes, mas com um denominador comum, a paixão pela escstunis. Por essa razão, o aniversário da escstunis é um importante reencontro de gerações e suas histórias.

rita “falbala” freitas

cavaquinho, veterana

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18 anos, 18 testemunhos

2000/2001

2001/2002 12

Lembro-me como se fosse… bem, como se fosse há 12 anos! Aquela que viria a ser a minha madrinha dizia-me numa mesa do Bar do -1 que a Tuna não era só “Mulher Gorda” e que tocava música portuguesa de qualidade. Do que me contou, reconheci a “Ilha”, do Vitorino, que o meu pai cantava lá por casa. Foi o que bastou para a minha vida dar uma volta. E deu a volta a Portugal inteiro. E às ilhas. Fui para a escstunis, conheci amores e re-apaixoneime pela música; fiz amizades, moldei o meu carácter e criei alicerces para a vida. Das histórias que vivi – histórias

que ainda se vão escrevendo de vez em quando – há uma que permanece mais vívida que as outras: eu, director musical, a fazer serenatas na rua com os meus amigos, enquanto “lá dentro” no auditório anunciavam o primeiro “Prémio de Melhor Tuna” do qual participei. Música e amizade é o que fica, os prémios são para as prateleiras.

Ainda me lembro do dia que estava no auditório da ESCS a assistir ao encontro de tunas em comemoração do 7º Aniversário da escstunis. Tinha chegado recentemente à faculdade e sempre gostara do espírito académico das tunas. Naquele momento, e sempre que a escstunis actuava, eu queria fazer parte daquele grupo, de estar ali com eles. Embora isso só tivesse acontecido uns meses mais tarde. O aniversário da escstunis é sempre um momento especial porque é quando todas as gerações se encontram, e quando temos a oportunidade de conhecer pessoal-

mente os elementos que fizeram parte da tuna e de quem ouvíamos histórias de quando lá andavam. Era também dos poucos momentos que conseguíamos “expulsar” o Sr. Agostinho do bar e que tínhamos uma fila para a cerveja que rivalizava com os melhores dias da reprografia do Azad. E acreditem que não era nada mau!! (Para aqueles que não conheceram estas personagens, lamento informar mas não tiveram uma vida escsiana feliz!!) É um excelente momento de confraternização, para além de termos a oportunidade de actuar em casa para os

bruno “coisinho” barreto

bandolim, veterano


18 anos, 18 testemunhos nossos amigos. O momento em que subíamos a palco era sempre emocionante, porque na plateia víamos sempre os nossos colegas de curso, os antigos elementos da tuna, e até mesmo alguns professores. É um momento muito nosso e naquele momento damos tudo para que a actuação seja perfeita, pelo menos até às 23:50, porque às doze badaladas tínhamos que já estar fora da ESCS, tal e qual a Cinderela dos contos de fadas. A única diferença é que em vez que irmos a correr para casa, a noite terminava invariavelmente no Real República de Coimbra (quando era ainda no parque das nações...) com uma cerveja na mão e a confraternizar com as outras tunas o resto da noite. Era um dia muito cansativo, mas também muito compensador. O aniversário é de todos os que passaram por esta tuna, e de todos os que ainda fazem parte dela. Porque todos deixámos a nossa marca, e todos contribuímos para o que a tuna é hoje. Não foram só aqueles que nos ensinaram os nossos instrumentos que nos marcaram, foram também aqueles que nos ensinaram a coordenar os passos à medida que aprendíamos a tocar,foram aqueles que nos deixaram ajoelhar na sua capa durante as pas-

sagens quando nós só tínhamos fato de macaco, foram aqueles que ficavam connosco até ao primeiro transporte do dia para regressar a casa, foram aqueles que partilharam as praxes connosco com um sorriso na cara, foram aqueles que te abraçaram quando ganhaste o teu primeiro prémio, foramaqueles que te encorajaram quando tiveste uma actuação menos bem conseguida, foram aqueles que te deram conselhos em como poderias melhorar a tua técnica, foram aqueles quet e ajudaram nas tarefas da tuna sem sequer teres pedido ajuda, foram aqueles que do outro lado da formação sorriam-te para que tu sorrisses também durante a actuação, foram aqueles que ao te praxar reforçavam a relação que tinhas com os teus pares, foram aqueles que nos ensinaram as tradições académicas, foram aqueles que nos contaram histórias de antigos elementos da tuna, para que nos aniversários pudemos sempre reencontrá-los, e estar com eles em palco, nem que fosse apenas numa música. Todas as pessoas da tua geração, as que gostavas e até mesmo as que não simpatizavas, acabaram por te marcar de alguma forma, no teu percurso pela tuna, assim como tu acabaste por mar-

car ou irás marcar a geração seguinte. É esse o legado da escstunis e que faz com que seja uma família que comemore agora 18 anos de existência. Se das primeiras vezes que via a escstunis actuar dizia que queria fazer parte daquele grupo, agora só posso disser que sinto um orgulho enorme de pertencer a esta família.

carlos “securitas” chambel

estandarte/pandeireta, veterano

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18 anos, 18 testemunhos

2002/2003

enças, partilham algo de comum… um diferente … sentimento difícil de explicar, arriscaria, À nossa querida escstunis “ impossível e que só pode ser sentido por quem por lá passa… Porque esta coisa não é só uma coisa sem mais nem menos… é uma coisa com muito mais e algum menos… como tudo na vida… E mesmo quando tudo parece começar a desvanecer e o sentimento já não é o mesmo, sabemos que no fundo há um lugarzinho, um espacinho bem dentro de nós onde as recordações se sobrepõem a tudo e a memória não deixa morrer o sonho de nunca mais nos separarmos dessa “coisa” à qual um dia demos tudo de nós… Porque nem que quiséssemos conseguiríamos... Essa coisa… essa escstunis… está dentro de todos os que um dia subiram a um palco e conseguiram sorrir… aquele sorriso que nenhum prémio, nenhuma “qualquer coisa” consegue… porque esse sorriso é o sentimento de que se faz parte de um mundo à parte, onde à parte só fica quem quiser… e muitos são aqueles que querem… mas muitos foram os que não quiseram e um dia riram, choraram… mas acima de tudo cresceram e hoje são alguém diferente… porque é impossível ficar-se in-

CLÁUDIA “1/2 bilhete” Melo PANDEIRETA, CALOIRA

“Porque é que é tão difícil escrever sobre qualquer coisa??? Se calhar porque não é sobre qualquer coisa que quero escrever, mas sim sobre uma “coisa” que não é, e nunca será, qualquer… É, antes de tudo, um grupo… um grupo de pessoas como eu, como tu, como todos poderiam ser, mas que não são, nem nunca poderão ser a menos que dele façam parte!!! Mas não é qualquer pessoa que pode fazer parte deste grupo. É preciso muita força de vontade, muita dedicação, muito trabalho, mas para além disto, é muito importante e, isso sim é preciso, respeito, orgulho no trabalho que todos fazem e Sentimento… Sentimento para passar a viver para essas pessoas que, com as suas difer-

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18 anos, 18 testemunhos

2003/2004

“Parabéns, passaste a caloiro!” “Parabéns, passaste a tuno!” “Parabéns, passaste a veterano.” Acho que o tempo e espaço de cada frase são as memórias mais fortes que um tunante tem, se teve a oportunidade de contribuir com tempo e esforço correspondentes.Foi na escstunis que encontrei a minha ligação mais forte à ESCS. Foi o meu grupo por excelência, à frente de qualquer outra coisa e sem dúvida de onde tenho as melhores recordações. Sei que sou uma pessoa diferente – melhor – por tudo o que vivi. O aniversário que melhor recordo é sem dúvida aquele que montei o sistema de

som, para se poder gravar um CD. Deu um gozo do caraças e ainda hoje posso ouvir e recordar o fruto do trabalho. Do trabalho de toda a tuna para que essa noite soasse bela. Lembro-me de darmos os parabéns à ESCS pelos seus 18 anos. Fico contente por também os dar à escstunis: honrada e orgulhosa bandeira da nossa Escola, muitos parabéns por toda a vida que inspiraste e fizeste viver. As paredes das tuas salas são mais que nunca contadoras de histórias.

JOÃO “DESGARRADO” MARCHANTE

PERCUSSÕES, veterano

2004/2005

Em 2005 entrei para a escstunis! Demorei uns meses a ter coragem para fazer uma audição,mas depois de ver o Tuna M’isto não haviam mais dúvidas, a Tuna tinha de fazer parte do meu percurso académico. Nos anos em que estive na tuna aprendi a importância de uma hierarquia, a importância de um grupo e de cada elemento dentro dele, a tocar cavaquinho, a organizar um festival, a enfrentar o medo de solar (isso nem tanto :p). E o aniversário da tuna tem para mim um sabor ainda

mais especial; foi em casa que passei a caloira, a Tuno e a Veterana e foi aqui que encontrei um familia e fiz amigos que guardo até hoje.

PATRÍCIA “MARISOL” PEREIRA

cavaquinho, veterana

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18 anos, 18 testemunhos

2005/2006

Bem… quando falo da escstunis falo de um período muito intenso da minha vida. Intenso, querido, saudoso e que fez com que eu mudasse a minha vida para melhor e para o que sou e estou a construir hoje. Sempre adorei música, desde que nasci. O meu pai sempre me incentivou e ensinou música desde que tinha dias de vida. Tive formação em música “à séria” na adolescência, mas aos 18 anos fui parar à ESCS, dividido e completamente desorientado nas minhas escolhas. Antes desta idade, não gostava muito de tunas. Mas foi há cerca de 7 anos, que depois de uma aula qualquer, ao fim da tarde, fui ter com a minha madrinha

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da ESCS ao bar e lembro-me de ver a “Açoriana” sentada, de costas, a tocar guitarra e a cantar com o resto da escstunis. Nesse dia iam ter uma actuação e aproveitaram o facto de eu estar ali e ser caloiro da ESCS para cantar e tocar com eles no bar, naquele tempo de espera até à actuação. De facto sempre me custou a gostar de certas tunas, mas na escstunis vi logo algo de diferente, especial e exigente. Passado uns dias fiz a minha audição oficial na escstunis, no Auditório da ESCS (hoje Auditório Vítor Macieira). Estavam lá quatro pessoas, fundamentais na minha vida musical. O Jorge “Difícil”, hoje meu companheiro na música, a Andreia “Açoriana”, basilar na minha “educação” na escstunis, com a qual tive muitas desavenças, mas sou sincero, tenho muitas saudades, o Bruno “Miau”, que hoje é um excelente Músico e Professor, que foi talvez a pessoa que mais admirei musicalmente neste percurso e o Zé “Lucky”, hoje um Publicitário fantástico e um Músico não menos prestável. Com aquele grupo de tunos/veteranos com cara de mau, fiquei um bocado nervoso e só me lembrei de tocar uma música da banda de então, os D´ZRT. Fiquei logo com a minha alcunha actual

e eterna, D´zrt, exactamente por causa disso. Não sei explicar bem como foram os tempos da escstunis. Sei que a sua intensidade, a vontade de estar ali, a tocar no backstage do auditório, ir de fins de semana para Abrantes, Leiria, Pó, Açores, Tremez, Rua do Ouro (e da Prata e Baixa inteira), Castelo de São Jorge, Palácio do Marquês da Fronteira, Bombeiros da Amadora, Escadas do Infinito, faculdades todas ou quase todas em Lisboa, Santarém, e até uma viagem à Covilhã com mais 3 tunantes ficaram marcadas na minha vida. Nunca mais me vou esquecer nem deixar no fundo do baú das memórias todos destes momentos. Fazer com o “Bar Aberto” músicas que ficarão muito tempo na história da escstunis e na nossa de certeza para sempre: “O Doutor Amor” (juntamente com o grande “Crómio”), o “Zé Portuga”, a “Sentença”, entre outras. Hoje partilhamos de um projecto profissional, cujos momentos de criatividade foram criados na escstunis. Hoje sou músico e professor de música profissionalmente, faço da música a minha vida muito por ter passado pela escstunis. Pessoas como o “Ídolos”, a “Mosca”, a “Marisol”, a “Penique”, as-


18 anos, 18 testemunhos sim como todos os que foram referidos atrás e muitas outras pessoas, são hoje meus amigos e irmãos para sempre. Ainda há cerca de um mês falava com a “Marisol” sobre isso… O tempo passou (algumas destas histórias têm 7 anos) mas as pessoas e o sentimento de profunda amizade e respeito não desaparece. Há coisas especiais, tão especiais que fazem com que pense que a escstunis é um sentimento. Que só quem passa por ela verdadeiramente sabe o que é. Saudades que tenho de viver este sentimento…

PEDRO “DZRT” RODRIGUES GUITARRA, veterano

sação chegava no fim da noite. É como quando recebemos visitas e sentimos que elas vão embora satisfeitas. Aí sorrimos: a missão está terminada.

RUI “ALELUIA” CATALÃO PANDEIRETA, TUNO

2006/2007 A azáfama. Candidatos a vender CD’s, a controlar as portas do auditório. Caloiros a vender comida no bar. Tunos a orientar tunas. Veteranos a respirar o trabalho e o convívio. E o Penugem – sempre o Penugem – de volta das imperiais. O nosso auditório. A nossa casa. Um aniversário da escstunis é especial, sente-se com mais força e mais alma. Lembro-me do meu primeiro, depois de dois como espectador. Vá, foi como um ensaio, mas com público, microfones e convidados. Sempre vivi a escstunis assim, descontraído, mesmo quando outros transbordavam preocupação. E a melhor sen-

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18 anos, 18 testemunhos

2007/2008 2008/2009

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É com frequência que digo “Que saudades dos tempos de estudante”. Esta saudade não inclui apenas saudades de ter menos responsabilidades, mais tempo livre e mais vida boémia..inclui as saudades de uma família que me acolheu e me fez feliz durante o meu percurso universitário – a escstunis. Lembro-me do meu primeiro ensaio, do nervoso miudinho, da dificuldade em dar passos, das notas que pareciam difíceis de cantar. A verdade é que bastam apenas alguns dias para nos sentirmos apaixonados, motivados e parte de uma nova família.

Não estar num aniversário para mim não é novidade. No meu 1º ano motivos familiares me fizeram vir para casa nesse dia e, no ensaio geral, na AE, tive de sair mais cedo. À porta parei para dizer adeus, sentindo estar a falhar por me ir, e surpreenderam-me os rasgados sorrisos e sinceros desejos de boa viagem. Vieram de todos, quando eu esperava caras más porque não iria estar presente. Não era oficialmente da tuna, mas aí senti o seu calor, senti não estar “a mais” apesar de não ser a candidata mais sorridente ou presente.

O tempo passou a correr e hoje tenho saudades de ir a cantarolar para casa, a repetir mentalmente os trastes do cavaquinho e a rir-me ao recordar os momentos parvos do ensaio, dos momentos em palco, das praxes, noites de copos e danças loucas. É com muito orgulho e felicidade que dou aquele xicoração de Parabéns á minha tuna por mais um aniversário, por mais um ano de esforço e dedicação.

JOANA “MINUIM” TREMOÇO cavaquinho, tuno

Senti “acho que até gostam de mim”, e isso me marcou. Outros tantos momentos marcantes se seguiram, marca-me ainda a vontade de fazer sempre mais e melhor. Gostar, ser melhor e fazer tudo por tudo é a magia da escstunis, é o que me fez voltar – sempre. Obrigada pelo carinho e parabéns por 18 anos mágicos, daqui bate saudade.

CARLA “BOCAS” COSME PANDEIRETA, VETERANA


18 anos, 18 testemunhos

2009/2010

2010/2011

Que bonita família. Fazemos 18 anos. Para mim foram três com vontade de mais. A conjugação do verbo no pretérito perfeito do indicativo foi propositada. Sinto-me em família e sei que me sentirei sempre. Mas já não estou aí. Nessa partilha diária e constante. Nesses palcos por Portugal. Nessas terças e quintas que preenchiam as minhas noites. Vejo-vos numa outra perspectiva - sempre com ternura e com uma vontade imensa de aparecer naquele auditório e voltar a viver tudo isso. Que bonita família. E hoje comemoramos mais um ano juntos. Mais um an-

iversário junto daqueles de quem mais gostamos. E vivemos esse dia como se dos nossos próprios anos se tratasse. A querer ter as tunas amigas por perto, a querer dar O espectáculo, a querer muita música e uns canecos para que a noite dure até ao sol nascer na manhã seguinte e podermos sair pelo portão do lado do Fonte Nova. Mais um ano. A família está a crescer e eu “quero ter-te sempre por perto”, escstunis.

Era pouco, tornou-se maior, agora é grande. É grande este vírus que me percorre o espírito e que dá pelo nome de escstunis. Não é uma doença. É um sentimento de pertença a algo maior que nós. Uma família, que já grande, pode sempre, sempre crescer connosco e, em contrapartida, fazer-nos crescer. E muito. Pertenço aqui, sou, agora, feliz, aqui. É isto que quero que todos sintam mais cedo ou mais tarde, esperando que o tarde seja o mais cedo possível. Ser escstunis é sê-lo independentemente de quem mais o seja, mas sendo-o sempre com quem o seja mais. Aniversários, vivi dois. E este terceiro

vou passa-lo longe. E vai custar porque não será como de costume: anunciar aos quatro ventos a festa, tunas convidadas, muitas, mas mesmo muitas caras conhecidas “naquele” auditório. O primeiro foi visto com olhos de candidata ainda deslocada. O segundo foi vivido com friozinho na barriga e com saltos de mais 12 pandeiretas em palco simultaneamente. Este ano acredito que não será diferente. Porque tudo se consegue com dedicação, música, humildade e academia.

HELENA “DEOLINDA” BARROS

PERCUSSÕES, VETERANA

JOANA “JACARTA” ALVES PANDEIRETA, TUNO

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18 anos, 18 testemunhos

2011/2012 2012/2013

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Em 1994 nascia a escstunis. Nesse mesmo ano também eu nasci. Há qualquer coisa de místico nisto de termos nascido no mesmo ano, de termos passado exactamente pelas mesmas mudanças no mundo e de nos termos encontrado e tornado parte uma da outra. Por coincidência, destino ou feliz acaso. Os aniversários são sempre importantes mas este é especial. Este ano celebram-se 18 anos de muita música, muita festa, muita alegria e, acima de tudo, muitas histórias. Em apenas um

ano já aprendi muito, já vivi muito, já ganhei muito e já tentei dar de volta. A escstunis merece. A nossa menina está crescida, está cheia de energia, cheia de vontade e com muito ainda para oferecer. A nossa menina já é mulher.

Orgulho-me de escrever este testemunho, mesmo não tendo muito tempo de escstunis como desejava. Acompanhei de longe a evolução da nossa tuna, lembro-me de entrar pela primeira vez na ESCS em 2010, no 16º aniversário da tuna, nem sequer ainda me passava pela cabeça ser escstunis, mas a vida dá voltas e voltas e neste carrosel que é a vida por vezes o acontecimento mais improvável acontece no mais inesperado tempo. Esperei então pelo destino durante 3 anos, lutei e sofri, ganhei e perdi, mas

no final o que me saiu na sorte grande foi entrar na escstunis, de corpo e alma, para mostrar o meu valor e o que sinto pela nossa tuna que sempre foi e sempre será a minha tuna A nossa escstunis.

Filipa “Palmeira” almeida GUITARRA, CALOIRA

ALEXANDRE “TONY” FLORINDO GUITARRA, CALOIRO


18º aniversário escstunis o que vai acontecer dia 13 de dezembro

A escstunis cresceu e tornou-se mulher. Dia 13 de Dezembro, a Escola Superior de Comunicação Social recebe a comemoração do nosso atingir da maioridade, num dia em que a tuna se dá a conhecer um pouco mais e mostra a sua evolução ao longo dos últimos 18

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anos. Durante a semana de 10 a 15 de Dezembro, a escstunis terá uma exposição no foyer do piso -1, onde as recordações ganharão vida desde o primeiro elemento da escstunis até ao nosso candidato mais recente. No dia do espectáculo, iremos receber duas tunas

amigas com as quais a escstunis se cruza em festivais e encontros de tunas por esse Portugal fora – e não só! São elas a ForTuna, Tuna Académica da Nova School of Business and Economics e a VicenTuna, Tuna da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. A ForTuna, fundada a 15 de Fevereiro de 1993, já marcou presença em 5 edições do Tuna M’Isto. A sua última participação aconteceu no XV Tuna M’Isto, dedicado ao tema dos Óscares, em que arrecadaram o prémio de Melhor Serenata. A mais recente música da ForTuna intitula-se “Uma bica” e é um original que foi estreado este ano. A Vicentuna teve a sua fundação a 12 de Janeiro de 1994 e a sua primeira aparição e público


18º aniversário escstunis

o que vai acontecer dia 13 de dezembro

aconteceu no mês de Julho desse mesmo ano. O XVI Tuna M’Isto foi o último em que marcaram presença, festival que teve como tema os Anos 80 e em que conquistaram os prémios de Melhor Pandeireta, Melhor Estandarte

público a verdadeira expressão da sua “vida boémia”, fazendo aquilo que melhor sabe fazer – música. Ainda durante o espectáculo, o foyer do -1 terá uma banca de merchandising onde poderás adquirir uma caneta, um isqueiro com abre-cápsulas, um CD e búrgueres estarão no ponto, bem como todos os bolinhos caseiros com um aspecto delicioso e a música popular será a companhia perfeita para uma noite em grande! Vais atrever-te a faltar?

e Melhor Adaptação. Desde a primeira edição do festival, em 1997, até aos dias de hoje, a Vicentuna já participou em 11 edições do Tuna M’Isto. Depois da actuação das duas tunas convidadas, a escstunis entrará em palco para mostrar ao

até uma rifa para o sorteio de um fotos: 17º aniversário escstunis Cabaz de Reis. Findo o espectáculo, a festa irá continuar nas Escadas do Infinito, onde a animação não vai faltar: a imperial marcará presença, acompanhada da sangria e de um vasto rol de bebidas; os ham-

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escstunis na escs O QUE ACHAM OS ESCSIANOS DA SUA TUNA?

INÊS NUNES, PM, 3º ano, pós-laboral

Ana Constantino, PM, 2º ano, animadora na escsfm “Gosto de ir assistir aos ensaios da escstunis porque dá para ver a boa onda que há entre vocês para além daquilo que vemos nas actuações, e recebem muito bem as pessoas de fora. Sou apaixonada pela tuna, até me vêm lágrimas aos olhos quando vos oiço cantar… Sou uma fã incondicional, só é pena não ser talhada para fazer parte de uma tuna…”

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“A escstunis é sinónimo de alegria. Vocês são uma grande família, pelo menos é isso que dão a entender. E mesmo cá fora, quando não estão em tuna, dá para ver que se dão muito bem. A minha música preferida é o “Esplendor”, gosto muito da voz do Pimba e gosto de o ouvir solar. Para além disso, a minha colega de casa passa horas na cozinha a tocar xilofone, até acordo a ouvir isto!”

CRISTINA SILVA, FUNCIONÁRIA DOS SERVIÇOS ACADÉMICOS “Conheço muito bem o magister da escstunis, o Barril. Ele é espectacular, tenho uma relação muito próxima com ele, que ultrapassa uma relação de funcionário-aluno. Posso dizer que somos amigos, já o conheço há muito tempo. Acompanho a escstunis há muitos anos, e gosto muito da nossa tuna porque é a nossa e têm tido sempre bom gosto na escolha das músicas do seu repertório.”


escstunis na escs

O QUE ACHAM OS ESCSIANOS DA SUA TUNA?

Mafalda Andrade, funcionária da biblioteca

MARCO FERREIRA, Jornalismo, 3º ano, Vogal DESPORTO na AE “Nunca achei muita piada a tunas, mas gosto da escstunis, porque é a nossa tuna e quando vai a algum lado vai representar a ESCS. Para além disso, a nossa tuna é muito alegre e gosto muito das músicas. Um momento que me marcou foi a actividade de praxe, quando chamaram a comissão de praxe e os chefes de equipa para cantar a Imperial com vocês. Era o meu sonho cantar aquela música com a tuna!”

“São pessoas divertidas, bemdispostas, andam sempre de um lado para o outro! Tocam muito bem, em cima do palco percebese perfeitamente o trabalho e a dedicação. São maravilhosos! Costumo ir aos espectáculos. Vou ao Tuna M’Isto há muitos anos, desde quando ainda era na ESCS. Um momento que me marcou foi quando o Bar Aberto agradeceu a nossa presença contínua nos espectáculos.”

MÁRIO RUI ANDRÉ PM. 2º ANO, MEMBRO DO NAV “O meu primeiro contacto com a escstunis foi no Almoço do Caloiro do ano passado. O Tuna M’Isto do ano passado foi um momento com a escstunis que me marcou. Estive lá a filmar, por acaso. Adorei o espectáculo. Fiquei impressionado com a capacidade da escstunis de conseguir meter de pé um evento daquela envergadura e ainda com a sua saudável relação com as outras Tunas Académicas.”

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quem é quem ESCSTUNIS 2012/2013

Os anos passam, as gerações renovam-se, mas há coisas que nunca mudam. A amizade, o companheirismo é aquilo que ainda nos liga hoje, assim como ligava os antes de nós, desde há 18 anos atrás. Ser escstunis é ser isto. Apresentamo-vos a escstunis 2012/2013.

CALOIROS

MARIA “GENOVEVA” MANO SOPRANO ACÓRDEÃO AFILHADA DE: QUARESMA

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FILIPA “PALMEIRA” ALMEIDA CONTRALTO GUITARRA AFILHADA DE: LUPULDINA

CLARA “COOKIE” GONÇALVES SOPRANO GUITARRA/PANDEIRETA AFILHADA DE: FUGITIVA


quem é quem

ESCSTUNIS 2012/2013

CALOIROS

CLÁUDIA “MOLAFLEX” BEM

ALEXANDRE “TONY” FLORINDO

GONÇALO “DOURADINHO” ESPINHA

CÁTIA “MILIMONA” LOPES

MIGUEL “SAFADO” PIMENTA

CATARINA “PEIXOTA” PEIXOTO

CONTRALTO PERCUSSÕES AFILHADA DE: BOMBEIRO

CONTRALTO CAVAQUINHO AFILHADA DE: PENUGEM

TENOR GUITARRA AFILHADO DE: BOMBEIRO

BARÍTONO GUITARRA AFILHADO DE: BARRILINHO

BARÍTONO BANDOLIM AFILHADO DE: BARRILINHO

CONTRALTO GUITARRA AFILHADA DE: LUPULDINA

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quem é quem

ESCSTUNIS 2012/2013

CALOIROS

DéBORA “RASPADINHA” GRAVE SOPRANO ESTANDARTE / CONTRABAIXO AFILHADA DE: BOMBEIRO

TUNOS

VANESSA “EXPO” IDEIAS

sara “bêços” pires

maria “jukebox” Barbedo

mónica “bjnaga” cabaço

CONTRALTO GUITARRA AFILHADA DE: QUARESMA

SOPRANO cavaquinho AFILHADA DE: penique

TUNOS

joana “jacarta” alves SOPRANO pandeireta AFILHADA DE: barrilinho

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CONTRALTO pandeireta AFILHADA DE: XAXA

CONTRALTO CAVAQUINHO AFILHADA DE: XAXA


quem é quem

ESCSTUNIS 2012/2013

TUNOS TUNOS

alexandra “ameri’caga-tacos” matos

gonçalo “Entre-Aspas” ribeiro

ana “amélia trapézio” ameixa

samuel “cachopo” meneSEs

emanuel “pimba” Castelo

rute “marlene” cotrim

CONTRALTO pandeireta AFILHADA DE: barrilinho

tenor contrabaixo / guitarra AFILHADo de: bombeiro

tenor pandeireta AFILHADo de. bar aberto

tenor GUITARRA/acórdeão/estandarte AFILHADo de: bar aberto

CONTRALTO percussões AFILHADA DE: xaxa

SOPRANO GUITARRA AFILHADA DE: lupuldina

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quem é quem

ESCSTUNIS 2012/2013

TUNOS

MElissa “zum zum” melim CONTRALTO CONTRABAIXO AFILHADA DE: santa-fé

sara”D.Xica” Martinho

vanessa “singer” Duarte

pedro “barrilinho” silva

carina “esgruda” cavalcanti

SOPRANO CAVAQUINHO AFILHADA DE: XAXA

soprano percussões/PANDEIRETA AFILHADA DE: mosca

VETERANOS

MANUEL “MANOLO” COSTA barítono GUITARRA AFILHADo de: SININHO

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barítono pandeireta AFILHADo de: pocahontas

soprano GUITARRA AFILHADA DE: miau


quem é quem

ESCSTUNIS 2012/2013

VETERANOS

roberto “bar Aberto” leandro daniel “penugem” gomes tenor ACÓRDEÃO/ pandeireta AFILHADo de: hulahoops

barítono estandarte AFILHADo de: xanana

dylan “falópio” morais

barítono GUITARRA/contrabaixo/trompete AFILHADo de: bar aberto

TUNOS

hugo “norreias” marques tenor pandeireta/guitarra AFILHADo de: bar aberto

joana “lupuldina” rodrigues CONTRALTO GUITARRA /bandolim AFILHADA DE: d’artagnan

andré “quaresma” oliveira tenor bandolim/saxofone AFILHADo de: fred

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quem é quem

ESCSTUNIS 2012/2013

VETERANOS

filipa “xaxa” batista contralto flauta transversal AFILHADA DE: ídolos

ANDRé “BOMBEIRO” VAZÃO TENOR BANDOLIM/GUITARRA AFILHADo de: SEGUNDA

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sofia “fugitiva” teixeira SOPRANO CAVAQUINHO / estandarte AFILHADA DE: XAXA

paulo “ohsanna” lima barítono estandarte /guitarra AFILHADo de: mosca


onde já andámos

o que a tua tuna já fez neste ano letivo

IX ARRAIAL ESCSITO

ALMOÇO DO CALOIRO

IV ABÓBORA

A escstunis esteve presente no IX Arraial ESCSito, no dia 21 de Setembro. Este dia marcou a primeira actuação do ano, actuação esta que deixou os escsianos de boca aberta. Mas a escstunis não ofereceu só música e esteve

também na sua banquinha. Com vários jogos, prémios e possibilidade de tirar fotografias, qualquer um pôde sentir o espírito da escstunis.

O 5 de Outubro teve um sabor diferente para a escstunis. O feriado nacional foi passado no épico Almoço do Caloiro de 2012, organizado pela Comissão de Praxe. Depois de uma manhã de actividades de praxe, a escstunis

tocou e encantou. Os sorrisos não se ficaram pela comunidade escsiana. A Mónica “Bjnaga” Cabaço passou a tuno e o Alexandre “Tony” Florindo passou a caloiro!

Foi por terras ribatejanas que a escstunis encantou no dia 20 de Setembro, acolhida pela Sociedade Filarmónica de Santo Estêvão. O Encontro podia ter sido comum. Mas o que marcou este

encontro foi o facto de a escstunis ter tido o prazer de partilhar o palco com a Tuna Sénior do Concelho de Benavente. Também a TAISCTE e a T.A.S.C.A. estiveram presentes.

foto: número F

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onde já andámos

o que a tua tuna já fez neste ano letivo

III E’TMIST

O segundo Encontro do ano ocorreu no Campus IST-Taguspark. Convidados pela TMIST, tivemos a companhia das outras tunas que subiram a palco: Magna Tuna ApocalISCSPiana, VicenTuna, Olissippo e, como convidada es-

RETIRO MUSICAL E ACADÉMICO 2012

VII PORTUS ALACeR

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pecial, a anTUNiA. Um Encontro marcado pelo espectáculo, mas também pelo convívio e after-party, onde a escstunis mostrou que sabe dançar.

O fim-de-semana de 2, 3 e 4 de Novembro foi passado na Sede dos Escuteiros de Alverca. 47 membros da escstunis viveram uma experiência fantástica, onde a música, a aprendizagem e a diversão se juntaram. Para além de

ensaios e de momentos dedicados à academia, também houve oportunidade de participar na festa de Sábado à noite, com o tema “Creepy Fantasy”.

A escstunis esteve em Portalegre, entre os dias 16 e 18 de Novembro. No interior Alentejano enfrentou muitas peripécias, inclusivamente um tempo que não era o melhor. No entanto, em Portalegre cidade correu tudo bem e

a escstunis arrecadou cinco prémios: melhor tuna, melhor solista, melhor tema, tuna mais tuna e tuna do público.


onde já andámos

o que a tua tuna já fez neste ano letivo

VI TUNANTE

VI LISBOA ETERNA

Nos dias 30 de Novembro e 1 de Dezembro, a escstunis esteve no Tunan’TE (que se realizou no Instituto Superior de Agronomia) e fez-se acompanhar pela EnfTuna, pela Tuna Médica de Lisboa e pela Tum’Acanénica. Um

verdadeiro fim do mundo já se adivinhava pelo tema do festival e a diversão foi uma constante! A escstunis trouxe para casa os prémios de melhor pandeireta e tuna mais tuna e ainda mais um tuno, a Dona Chica, e um veterano: Norreias!

No passado dia 8 de Dezembro concretizou-se mais um grande Lisboa Eterna, organizado pela TAISCTE, que teve como mote a “Interacção”. Este tema veio dar novo alento a Festivais Tunantes, proporcionando a interacção entre tunas. Foi sem dúvida um festival diferente e muito interessante, que levou a palco a nossa escstunis, a Vicentuna, a Tum’Acanénica e ainda a Real Tuna Infantina. A TAISCTE teve ainda o prazer

de poder partilhar o palco com alguns amigos da Magna Tuna Apocaliscspiana, da Fortuna, da Tuna Económicas e da Tuna Médica de Lisboa. Deste festival, a escstunis saiu com o Prémio de Melhor Pandeireta e ainda com o Prémio de Melhor Música em Colaboração, pela prestação dos nossos “Marlene”, “Tony” e “Bombeiro” com a Real Tuna Infantina na sua Bandolinata.

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13 de Dezembro r - 21h Au A ditório Ví V tor Mac a ieira ra Entrada d Grat a uita t

Quero

viver a trinar as cordas da minha vida

.

.

escstunis com

F rT Fo rTuna Vi V centuna TTuna Académica da Nova School of Business and Economics

apoios

produção técnica

TTuna da Faculdade de Ciências da Univers r idade de Lisboa

organização


Magazine Comemorativo 18 anos escstunis  

Magazine escstunis - edição comemorativo 18 anos

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