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D’Este Jornal Jornal do Projecto Escolhe Vilar, um projecto do Programa Escolhas Editorial: Novembro foi um mês de muito trabalho no projecto, foram as Escolhas de portas Abertas, foi a celebração do magusto, o Dezembro também foi complicado, tivemos a festa de Natal do projecto, a festa da ACUVE, a festa do Escolhas no Montijo e…. Os testes! Ah! E não menos importante, no meio disto tudo tivemos de ir planeando e preparando a festa do primeiro aniversário do projecto que irá ter grande destaque na edição de Janeiro de 2008 no nosso jornal. Por isso, o jornal foi por vezes sacrificado, porque tínhamos de estudar e decidimos juntar o jornal do mês de Novembro e o do mês de Dezembro de forma a termos mais tempo para estudar um pouco mais…. Pedimos desculpa aos nossos leitores, mas estamos certos de que compreendem e nos apoiam nesta decisão, assim, aqui vai o Jornal! Novembro é o décimo primeiro mês do ano no calendário gregoriano e tem duração de 30 dias. Novembro deve o seu nome à palavra latina novem

(nove), dado que era o nono mês do calendário romano, que começava em Março. Dezembro é o décimo segundo e último mês do ano no Calendário Gregoriano e tem duração de 31 dias. Dezembro deve o nome à palavra latina decem (dez), dado que era o décimo mês do Calendário Romano. No dia 21 de Dezembro, o Sol atinge o ponto mais ao Sul da sua trajectória. É o solstício de Inverno, o início do inverno no Hemisfério Norte e do verão no Hemisfério Sul. E, é o mês do Natal! Estes meses foram meses de grande agitação no projecto, como já dissemos, teve várias celebrações e eventos a que vamos dar especial destaque nesta edição. Desfrutem do nosso jornal, não se esqueçam de continuar a enviar-nos comentários e sugestões, criticas construtivas, são sempre positivas, contamos convosco para fazer mais e melhor, até breve! 

Curiosidades:

Menor ave da Natureza O beija-flor é tão leve que se pode empoleirar numa simples folha de relva. Os seus ovos são do tamanho de uma ervilha média. A ninhada inteira cabe dentro de uma colher de chá. 

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A lenda deste mês Novembro: A lenda de São Martinho

Martinho nasceu no ano de 316, em Sabária ( actual Hungria). O pai era soldado do exército romano e deu-lhe uma educação cristã. Aos 15 anos Martinho foi para Itália e alistou-se no exército Romano, tornando-se mais tarde num general rico e poderoso. Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada e, lá no alto, estava muito, muito frio, vento e mau tempo. A chuva e o granizo caíam copiosamente, o vento, furioso, uivava e o frio pareciam esmagar-lhe os ossos... Estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa, que os soldados romanos normalmente usavam. De repente, numa curva do caminho, deparou com um mendigo que, quase nú, se confundia com os troncos mirrados e enegrecidos da beira da estrada. Este, estendia um braço descarnado em busca de algum auxílio que o salvasse de uma morte certa, cheio de frio que lhe pediu-lhe ajuda e esmola. Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre. Apesar de mal agasalhado e a chover torrencialmente, Martinho continuou o seu caminho, cheio de felicidade... Então, o bom Deus , ao presenciar este gesto, fez desaparecer a tempestade. O céu ficou límpido e surgiu um sol de estio, cheio de luz e calor. Nos três dias que ainda durou a viagem, um Sol radioso acompanhou o general. Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom…. Diz a lenda que é por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho. Para que a memória dos homens, tantas vezes curta não se esqueça do desinteresse do gesto que salvou a vida ao mendigo.

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Dezembro: A lenda e a Origem do Pai Natal

Encontramos, na representação do Pai Natal, todo o simbolismo da personagem de S. Nicolau: S. Nicolau ocupa um lugar privilegiado na tradição popular do Norte e do Leste da França, da Bélgica, da Holanda e do Luxemburgo. Na origem, S. Nicolau era o Santo Bispo de Myre (Lycie, Ásia Menor). A sua grande popularidade deve-se, essencialmente, à sua lenda. Não se conhece quase nada da sua vida. Foram-lhe atribuídos muitos milagres: salvou três oficiais condenados injustamente; interveio para preservar a honra de três donzelas; salvou barcos a afundarem-se; ressuscitou crianças, etc... A festa de S. Nicolau - é ela que explica a importância que lhe dedicam alguns países da Europa - próxima do Solstício de Inverno, os serões entre mulheres, para a preparação dos próximos casamentos, a matança do porco (animal que representa um antigo símbolo pagão do mundo celta e germânico) assinalam uma passagem decisiva da vida na Terra e na existência daqueles que dela vivem. Antigos rituais de fecundidade estão na origem dos "charivaris" organizados pelos homens mais jovens destinados a assustar as jovens mulheres evocando o espírito dos mortos. Ao longo dos anos, esta prática degenerou e tornou-se na festa contemporânea das crianças. A barba branca comprida de S. Nicolau encontramo-la no Pai Natal, a mitra de bispo transformou-se em boné, o casaco vermelho comprido encolheu. O Pai Natal viaja num trenó puxado por renas. S. Nicolau viajava montado num burro. Por este motivo, nalgumas regiões de França, as crianças colocam debaixo do pinheiro de Natal, um copo de vinho para o Pai Natal e uma cenoura para o burro. A lenda instalou-se em toda a França e na Europa, e cada país ou região introduziu-lhe certas particularidades locais para uma melhor identificação da personagem. Para os americanos, S. Nicolau é Sinter Klaas mais conhecido por Santa Claus. Na Alemanha chama-se SANTA KLAUS. Com a emigração dos alemães e dos holandeses no século XVII, o S. Nicolau foi levado para os Estados Unidos. Na América teve o desenvolvimento comercial que é do nosso conhecimento actual, transformou-se na sua maneira de vestir e na sua forma cultural para se tornar num Pai Natal mais convivial e em seguida regressou à Europa. No século XIX, o escritor americano, Clément Clark, que era pastor, escreveu um conto de Natal para crianças, no qual aparece uma personagem simpática, alegre, sorridente. O Pai Natal tinha começado a adquirir os seus aspectos mais nobres. No trenó puxado por oito renas, começou a fazer sonhar milhões de crianças. Neste conto, publicado em 1821, o Pai Natal é uma interpretação da lenda de S. Nicolau. A mitra foi substituída pelo boné, o báculo pela cevada, o burro por oito renas espertas.

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Em 1809, o escritor Washington Irvig já tinha relatado as viagens aéreas de S. Nicolau durante a tradicional distribuição das prendas. É esta uma das razões pela qual o mito do Pai Natal fez sonhar tantas crianças. Nesta época, O S. Nicolau era uma personagem distinta do Pai Natal. Foi a imprensa americana que reuniu num só e mesmo ser as diferentes personificações distribuidoras de prendas. A publicação do famoso poema de Clement Clarke Moore, publicado pela primeira vez no jornal Sentinel, de Nova York, no dia 23 de Dezembro de 1823, intitulado "A Visit From St. Nicholas" contribuiu ainda mais para a unificação das personagens. Recontado nos anos seguintes por importantes jornais diários americanos, esta história foi traduzida e relatada, mais tarde, em muitas línguas em todo o mundo. Em 1860, o jornal Nova-iorquino Harper's Illustrated Weekly, vestiu o Santa Claus com um fato vermelho, guarnecido de pele branca e subido com um cinto largo de couro. Durante mais de trinta anos, Thomas Nast, ilustrador e caricaturista do jornal pintou em centenas de desenhos os aspectos da lenda de Santa Claus conhecido em França como sendo o Pai Natal. Em 1885, Nast estabeleceu como residência oficial, do Pai Natal, o Pólo Norte, através de um desenho representando duas crianças a observar no mapa do mundo, o caminho percorrido pelo Pai Natal desde o Pólo Norte até aos Estados Unidos. No ano seguinte, o escritor americano George P. Webster retomava esta ideia e indicava que as manufacturas de brinquedos estavam instaladas e escondidas, durante os longos meses de verão, no gelo e na neve do Pólo Norte. Só em 1931 é que o Pai Natal toma o aspecto actual por causa da publicidade da companhia Coca-Cola. Graças ao talento artístico de Haddon Sundblom, o Pai Natal tinha agora fisionomia humana (convencendo melhor e ficando mais acessível), uma barriga saída, uma figura mais simpática, com ar alegre e bonacheirão. O vestido comprido foi substituído pelas calças e pela túnica. Este é mais o símbolo nos Estados Unidos, porque em França, conservou o vestido vermelho comprido. Coca-Cola pretendia, com tudo isto, motivar os consumidores a beberem Coca-Cola durante o Inverno. Durante trinta e cinco anos, Coca-Cola difundiu a imagem do Pai Natal na imprensa escrita e, em seguida, na televisão de todo o mundo. A ideia que as crianças têm do Pai Natal é a desta imagem. Existe também uma lenda russa que conta que o Pai Natal poderia ter sido o quarto Rei Mago que conduzia na estepe um trenó puxado por renas, cheio de brinquedos para as crianças. Passaram-se dois mil anos e ele desistiu de encontrar o menino Jesus, então ele dá os presentes às crianças que encontra no seu caminho…

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O Magusto no Escolhe Vilar

Este dia foi tirado para a brincadeira e para a diversão. Uma das nossas grandes preocupações aqui no projecto é o ambiente, de forma a dar o exemplo, para alem da higiene, juntamo-nos todos no final da festa e limpamos, alem do interior do projecto, os espaços exteriores, de forma a dar o exemplo e mostrar que a limpeza e a preservação do ambiente e da urbanização dependem de nós.

No dia de São Martinho fizemos o nosso magusto, foi mais uma das fantásticas festas que aqui fazemos!

Vieram a nossa festa, alguns pais e algumas pessoas daqui que costumam vir as nossas actividades. Algumas delas eram mais velhas e contaram-nos histórias do tempo delas e algumas tradições do são Martinho, o que é muito interessante.

Durante a tarde tivemos a preparar as castanhas, cortar uma a uma é uma seca, mas como estávamos na conversa acabou por ser divertido e fizemos tudo depressa. Quando se aproximou a hora do lanche tratamos de assar as castanhas e os chouriços, preparamos o pão e as bebidas não alcoólicas (no projecto não é permitido o consumo de bebidas alcoólicas), depois foi só lanchar! Uma das coisas que achamos graça é como todos gostam de ajudar nestas alturas e não me refiro só a parte de comer! Durante a festa, cantamos, dançamos, ouvimos música, contamos anedotas, fizemos alguns jogos, jogamos aos cromos e ri-mos muito.

Foi um convívio engraçado a repetir para o ano! 

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Escolhas de Portas Abertas A semana Escolhas Portas abertas foi muito fixe porque tivemos e uma das experiências mais curiosas que tivemos foi poder estar com os idosos de outras instituições. Eles foram simpáticos, enquanto alguns deles estavam a ver o filme da Amália começaram a chorar de emoção foi um bocado estranho porque nunca tinha visto ninguém a chorar por causa dum filme. Durante toda a semana as actividades do projecto foram muito diversas, as pessoas podiam vir e ir até ao Cid@Net, para conhecer o site do projecto e dos parceiros do consorcio do projecto e do Programa Escolhas. Na Ludoteca estavam sempre a dar filmes fixes, só que eram como no cinema, no escuro e grandes na parede. gostos.

Havia filmes para todas as idades e

Outra coisa que fizemos foi a exposição dos trabalhos que fizemos, as pessoas gostavam muito e nos ficamos todos babados por isso.

Tivemos jogos, danças e aprendemos a cozinhar comidas de outros países. Durante a semana também tivemos uma feira gastronómica onde estava muita comida de diferentes culturas e etnias por exemplo: Bolo de Fubá e os Brigadeiros do Brasil, Moqueca de Peixe da Guiné, a Muamba de Galinha de Angola, a Cachupa de Cabo Verde e a Aletria, a Pasta de Atum, Doces de Frutas regionais e a Broa com Chouriça de Portugal. Normalmente o projecto tem a porta aberta para toda a gente, mas esta semana as pessoas aproveitaram e vieram mais cá, desde crianças e idosos das outras instituições a alunos de algumas universidades de Gaia, o nosso projecto foi visitado por muita gente. Nesse lanche tivemos uma visita do Escolhas que veio cá ver como estava a correr o evento e se os meninos se estavam a portar bem. Depois na sexta-feira tivemos o final da festa que também tivemos direito a lanche em que participaram pessoas de toda a freguesia.

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Festa de Natal da ACUVE

No dia 15 de Dezembro a entidade gestora do Projecto Escolhe Vilar, a ACUVE, fez uma festa de Natal, no Pavilhão de Vila D’Este, para todos os seus associados e aberta a toda a comunidade. Desta festa como é intuitivo também nós fizemos parte. Além de termos participado todos como convidados. Também fizemos parte do espectáculo de animação, com o nosso teatro o “Ambiente está doente”. Foi uma festa engraçada em que houve a actuação de palhaços, de alguns artistas, de um ilusionista e das Babe Dance, que são um grupo de dança, constituído por várias raparigas que frequentam o Escolhe Vilar.

Festa de Natal do Programa Escolhas no Montijo No dia 19 de Dezembro pelas 8:30 partimos do escolhe vilar em direcção ao Montijo a viagem foi um grande e cansativa, mas íamos todos divertidos a dizer maluqueiras e a cantar pelo que acabou por correr bem. A meio do caminho paramos para esticar as pernas e fazer um pequeno lanche e vimos um grupo de jovens, na brincadeira apostamos que iam para a festa do Escolhas e acertamos! Foi um dia muito feio, sempre a chover e muito nevoeiro e apanhamos obras por todos o lado. Gostamos muito de ver e atravessar a ponte Vasco da gama, é muito grande e nunca lá tínhamos ido. Ao chegar ao Montijo nem o GPS da Stora nos valeu e perdemo-nos, claro que isso foi motivo para galhofa e palhaçada. Lá almoçamos e de seguida fomos para o teatro, onde ia ser a festa, como chegamos cedo então tivemos esperar pelo espectáculo. Estavam lá palhaços muito

engraçados um deles estava a porta e perguntou-nos a palavra-chave para poder-mos entrar, como não sabíamos tivemos de inventar e começou a galhofa de novo. Outro estava a fazer os balões, ele fazia cães, espadas e muitas coisas engraçadas. Depois fomos para o espectáculo e quase no fim do espectáculo tivemos uma surpresa, que eram uns tubos e tínhamos de bater com eles com ritmo de forma a fazer música. Foi muito divertido depois tivemos um lanche e antes de voltar para o Norte fomos jantar ao fórum Montijo.

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Festa de Natal do Escolhe Vilar

No dia 21 foi a nossa festarola, foi mais uma festa, realmente foram dois meses sempre a dar-lhe! O mais importante é podermos estar todos juntos e isso só é possível graças ao Programa Escolhas! Sempre que nos juntamos todos não consigo deixar de me lembrar disto. Nesta época ficamos todos mais sentimentais, os mais velhos não conseguem deixar de pensar em Natais passados e isso deixa-os tristes. Mas também tem um lado positivo, ao lembrem-se de coisas antigas e ao contar-nos, ficamos a saber como era antigamente. È sempre importante conhecer tradições antigas. Também foi giro saber as tradições dos outros países, no Escolhe Vilar há pessoas doutros países, durante a festa partilhamos uns com os outros as tradições das nossas famílias e locais de origem, foi muito giro e rimos todos muito com as histórias. Como sempre, tivemos um lanche, mas o mais importante foi estarmos todos juntos e esperamos estar por muitos Natais! 

Anedotas e Adivinhas

O miúdo chega a casa todo contente e diz ao pai: - Pai! Eu sou mais esperto do que a professora! - Mais esperto do que a professora? Como assim? - Ora, eu passei para a escola secundária e a professora ficou na escola primária!

excrementos de cavalo numa caixinha. Diz o pessimista: - "Agora que recebi um bicicleta, vou cair. Partir os dentes e a cabeça, vou-me aleijar, que chatice! E tu mano, o que e que recebeste?" - "Eu recebi um cavalo, mas ainda não sei onde está."

Uma loira telefona para o Pai Natal: - Eu queria falar com o Pai Natal. - É o próprio. - Senhor Próprio, podia chamar o Pai Natal? Eram dois irmãos, um pessimista e um optimista. No Natal receberam as prendas. O pessimista uma bicicleta. O optimista recebeu Porque é que as rodas dos comboios são de ferro? Porque se fossem de borracha apagavam as linhas!

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Trava Línguas:

Consegues dizer isto bem depressa sem te “engasgares?” Perto daquele ripado Está palrando um pardal pardo. - Pardal pardo porque palra? - Eu palro e palrarei, Porque sou o pardal pardo Palrador d’ el-rei

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Lengalenga

Bichinho gato que comeste tu? sopinhas de leite Guardaste-me delas? Guardei, guardei Onde as puseste? Atrás da arca Com que as tapaste? Com o rabo da gata Sape, sape, sape gato sape, sape, sape gato.

Provérbio “Não digas tudo quanto sabes não faças tudo quanto podes não creias em tudo quanto ouves não gastes tudo quanto tens porque quem diz tudo quanto sabe quem faz tudo quanto pode quem crê em tudo quanto ouve quem gasta tudo quanto tem muitas vezes diz o que não convém faz o que não deve julga o que não vê gasta o que não pode" ( Provérbio Árabe)


PROVÉRBIOS POPULARES (S. MARTINHO) - No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho. - Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro. - Dia de S. Martinho fura o teu pipinho. - Do dia de S. Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o teu bornal. - Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho. - Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho. - Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho. - Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho. - Pelo S. Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano. - Pelo S. Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho. - Pelo S. Martinho semeia favas e vinho.

- Pelo S. Martinho, nem nado nem cabacinho. - Água-pé, castanhas e vinho faz-se uma boa festa pelo S. Martinho

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LADAINHA

Arre burrinho Para S. Martinho Carregadinho de pão e vinho. Arre burrinho de Balteiro traz comida ao mundo inteiro. Arre burrinho da Guiné Carregadinho de café. Arre burrinho, arre burrinho Sardinha assada com pão e vinho.

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O Escolhe Vilar deseja a todos um 2008 cheio de Boas Escolhas!!!!!!


D'Este Jornal Novembro e Dezembro de 2007