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As competências da Base Nacional Comum Curricular Atualmente, as escolas brasileiras estão passando por uma transição em comum: adaptar-se às normas estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um documento elaborado pelo Ministério da Educação que regulamenta quais são as aprendizagens essenciais a serem trabalhadas nas escolas públicas e par culares. Neste documento são apresentadas as 10 competências gerais a serem desenvolvidas ao longo da Educação Infan l até o final do Ensino Médio, sendo elas essenciais para assegurar aos estudantes o seu desenvolvimento no espaço pedagógico e social. Mas o que se entende como “competência”? Competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (prá cas, cogni vas e socioemocionais), a tudes e valores para resolver demandas complexas da vida co diana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. A Escola Moppe, em seus 37 anos de história, tornou-se referência no que há de mais moderno em educação na atualidade, que é ter foco no desenvolvimento de competências e saber trabalhá-las de maneira efe va na ro na escolar. Em cada etapa da educação, os profissionais da Moppe, aliados à proposta pedagógica da escola, se empenham para construir para seus alunos uma base forte que contempla as necessidades e os desafios desta nova geração. Aqui as competências são construídas no dia a dia, na relação da criança e do adolescente com a própria aprendizagem e não esporadicamente, ou seja, é necessário que elas exerçam o seu protagonismo diariamente. Conheça as competências que são desenvolvidas na Moppe e que também integram a BNCC:

Saiba mais:

MOPPE NEWS Edição de Outubro/Novembro de 2019

Empreendedores Sociais da Moppe realizam projeto sobre adolescência em escola pública A atividade extracurricular “Empreendedorismo Social”, desenvolvida durante o 8º ano, é um marco acadêmico para os estudantes, quando eles organizam e realizam projetos e implementam ações que visam a ter um impacto social positivo. Neste segundo semestre, os alunos iniciaram um projeto inédito na Moppe, que foi denominado “De jovem para jovem: compartilhando conhecimento”. Com a necessidade de partilhar o aprendizado adquirido no “Projeto Adolescentes Multiplicadores”, que realizaram durante o 6º e 7º ano, os estudantes decidiram aplicar as atividades de que participaram em uma outra escola que não compartilhasse da mesma realidade que eles vivem. Por intermédio das professoras Selma Vilela e Vanessa Boton, os alunos construíram uma proposta de trabalho e conseguiram apresentá-la pessoalmente para a direção da Escola Estadual Marilda Ferreira de Brito Barros Pereira. Nesse encontro com a direção, foi decidido que o projeto seria realizado quinzenalmente na Escola Marilda para alunos do 6º ano, no período contrário às aulas regulares. Os empreendedores sociais se organizaram para apresentar o projeto aos alunos e fazer o convite para participarem de seus encontros. Com aproximadamente 15 interessados para participar do projeto, os alunos da Moppe desenvolveram o planejamento para conduzir o grupo e começaram os trabalhos no Marilda, realizando atividades diversas. A aluna Safira está satisfeita com o trabalho que estão desempenhando, pois conseguiram formar um vínculo de confiança com os alunos, fator que é determinante para a condução do projeto. “As atividades do Multiplicadores I são sobre o “Eu comigo mesmo”, quando aprendemos sobre nosso corpo, talentos, gostos. Com essas atividades, tentamos fazer os alunos se autoconhecerem e refletirem”, complementa. Neste trabalho os alunos Moppe constroem competências empreendedoras. Confira algumas delas: Planejamento: Fizeram um planejamento de ações para apresentar o projeto na Escola Marilda e construíram um planejamento semanal com todas as ações que deveriam realizar nos encontros. Depois, os alunos analisaram o planejamento a fim de conferir se os objetivos foram cumpridos. Criatividade: A habilidade de criar é fundamental nas ações dos empreendedores sociais. Neste caso, inovar em cada encontro é fundamental para manter o grupo engajado e participativo nas atividades. Liderança: Os empreendedores sociais se tornam verdadeiros líderes nas atividades, pois têm a importante tarefa de conduzir o grupo com as dinâmicas que planejaram e coordenar todo funcionamento para que tudo ocorra de forma coesa e no tempo correto. Persuasão: Para começar o projeto, os alunos precisaram se reunir com a direção da Escola Marilda; desta forma, prepararam argumentos que justificassem a realização das atividades. Arriscar-se: Trabalhar com pessoas de uma faixa etária similar poderia ser um desafio aos nossos alunos, mas eles se envolveram no projeto e conseguiram se adaptar para desenvolvê-lo. Os empreendedores sociais também se arriscaram quando assumiram o compromisso de fazer as atividades no Marilda, pois eles ficaram responsáveis por fornecer um lanche ao grupo e, para isso, precisaram criar ações para arrecadar dinheiro para essa compra.

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INTERCÂMBIO CULTURAL

Alunos do 3º ano criam site sobre São José dos Campos As turmas do 3º ano desenvolveram, durante o ano letivo, um projeto que teve como objetivo conhecer a história de São José dos Campos, abordando o progresso da cidade, fatos históricos, patrimônio e curiosidades. Este é um momento importante para os alunos desenvolverem sua percepção do espaço em que vivem, tanto para os alunos nascidos aqui, como para as dezenas de outros que recebemos do Brasil e outros países. Para elaboração deste trabalho, os alunos elaboraram um site chamado “Comunicando São José”, quando desenvolveram uma linha do tempo virtual, seguindo determinados critérios estabelecidos. Desta forma, trabalharam uma série de conceitos importantes, como o de temporalidade histórica, que exige que os alunos localizem um fato ou um processo como referência para a ordenação dos acontecimentos. Dentro de cada fato histórico escolhido para a linha do tempo virtual, os alunos pesquisaram e analisaram fatos atuais que foram transformados em no cias, estabelecendo relações de diferentes níveis entre fatos e situações. Le cia Simões, aluna do 3º ano A, gostou de aprender como construir uma no cia. “Para começar uma no cia, fazemos no primeiro parágrafo o “lide”. Nele temos que pesquisar informações de quando, onde, por que e quem está envolvido no assunto”, disse. Depois de apresentar o projeto na Feira do Conhecimento, foi despertado nos alunos o interesse em se aprofundar nos estudos de São José dos Campos; pensando nisso, eles veram a oportunidade de encerrar o projeto com um tour pela cidade, presenciando a história que estudaram nos principais pontos turís cos. Gustavo Alcântara, aluno do 3º ano B, achou interessante visitar o Parque Vicen na Aranha depois de Acesse o site dos alunos descobrir, nas pesquisas feitas com seus colegas, que o local pelo QR CODE antes era um sanatório para tratamento da tuberculose. “As pessoas vinham para São José, porque era um lugar bom para eles se tratarem, pelo ar que nha a cidade”, ressaltou. No passeio, os estudantes também visitaram o Mirante do Banhado, o prédio da an ga Câmara Municipal, Igreja da Matriz (Marco Zero), Igreja São Benedito, Biblioteca Cassiano Ricardo, Teatro Benedito Alves e o Mercadão.

Saiba mais sobre o projeto pelo QR CODE OB A

RESULTADOS

CAPACITAÇÃO Unidade Berçário Moppe Bambini

Unidade Escola Moppe

02 a 06/12 - Reunião de Pais - Infan l I 09 a 13/12 - Reunião de Pais - BI e BII 13/12 - Festa de Encerramento (Infan l I)

28/11 - Formatura Mul plicadores (turmas do 7º ano) 30/11 - Apresentação Musical (Fundamental I) 30/11 a 12/12 - Reunião de Pais (Educação Infan l) 02/12 - Apresentação de Ballet e Teatro (CEC) 02/12 - Apresentação do Teatro Musical (Bilíngue) 10/12 a 13/12 - Reunião de Pais (Ensino Fundamental I e II) 13/12 - Eu tenho, eu preciso 13/12 - Festa de Encerramento da Educação Infan l 13/12 - Cerimônia de Conclusão de Ciclo do 9º ano

Encerramento do ano le vo: 13 de dezembro (Unidade Moppe) 20 de dezembro (Unidade Bambini)

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Moppe News - Outubro e Novembro/2019  

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