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Revista da escola

Medianeira

Rede Santa Paulina

Educação, Serviço à Vida

Publicação da Rede Santa Paulina de Educação • Ano 9 • Número 9 • Setembro/2017

➤ Escola Medianeira, uma escola inclusiva ➤ Criatividade: um viés do encantamento ENTREVISTA

Juliano Kimura

Professor e palestrante especializado em social media


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CURTAS EM INGLÊS: O uso das TICs para a aprendizagem de idiomas Na Escola Medianeira, em Santa Maria (RS), o professor de inglês, Marco Aurélio Porciúncula Almeida, ousou ao desafiar os alunos dos 8º e 9º anos a produzirem um curta metragem em inglês. Os alunos se envolveram intensamente em suas tarefas. Surgiram roteiros com temas variados, que iam desde uma adaptação do clássico dos Irmãos Grimm, “A Chapeuzinho Vermelho”, até roteiros críticos que retratam a violência da atualidade. Cada grupo precisava criar um roteiro e traduzir para o inglês apenas as falas que seriam usadas nos curtas. A criatividade fluiu e os curtas ficaram excelentes! A então conhecida como geração Z realmente parece ter uma habilidade quase que inata para o uso das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação). Os alunos fizeram uso de diferentes softwares para edição e, aqueles que tinham mais dificuldade na pronúncia, fizeram dublagens com acréscimo de legendas, o que deu um tom mais profissional aos curtas.

Este projeto renovou o ânimo dos alunos e alunas, os quais ficaram mais interessados em aprimorar o vocabulário e aperfeiçoar a pronúncia das palavras. Esta experiência reforçou a importância de se utilizar diferentes formas de tecnologias em sala de aula e de instigar a autonomia dos educandos.

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Musicalização matemática Os números inteiros nas paradas de sucesso O ensino da matemática tem sido, no cenário educacional, uma das grandes preocupações. Se por naturalidade, nos primeiros anos parece ser uma disciplina a qual é relegado um ar apenas de brincadeira e conceitualização, nos primeiros anos do Ensino Fundamental II a disciplina adquire um ar de “bicho papão”. As turmas do 7º ano A e B, da Escola Medianeira, demonstraram através da utilização das tecnologias e da música que o ensino da matemática pode ser sim uma aventura e um aprendizado concreto. A proposta inicial partiu da exploração e da prática em sala de aula sobre as operações com números inteiros e as regras de sinais. O trabalho com atividade no caderno, livro, entre outros, proporcionou o contado com o conteúdo e a percepção de possíveis fragilidades no aprendizado do conteúdo matemático. “A ideia de que as dúvidas que viessem a surgir me desacomodou enquanto educadora e cair na prática apenas da resolução de exercícios, seria assinar embaixo o atestado da disciplina mais temida e “chata”. Tanto se fala de interdisciplinaridade, em uso das tecnologias em meios educacionais, em socializar, em partilhar, porque não utilizar todos esses termos e aguçar as diversas áreas do conhecimento?”, afirmou a professora Ana Cristina Gehlen. Parte-se da premissa que o conhecimento, quando é transmitido por nossos “pares”, ocorre o que sabiamente Piaget chamava de assimilação e acomodação. Nesse sentido, foi proposto à turma que fossem autores de paródias,

a matemática e a música como parte concreta de um aprendizado. Ao assistirem paródias, compreenderam que muito mais que uma sátira musical, ali haveria possibilidade de que os números inteiros e suas regras de sinais estivessem ao alcance e na linguagem adequada dos nossos educandos. Lançado o desafio, a interdisciplinaridade com as áreas da linguagem emergiu da potencialidade de cada educando. Era necessário encontrar a melodia adequada, escrever a letra, digitá-la e, póstumo a tudo isso, explicar aos colegas o conteúdo matemático com toda a “sonoridade matemática”. Os educandos brindaram aos colegas com música cheias de ritmo, ricas em conteúdo matemático, mas, acima de tudo, a compreensão de que o aluno aprende, mas por vezes ensina seu educador métodos de ensino e aprendizagem que não eram imaginados no início das atividades. “Esse método aplicado é muito legal e eficaz, significa que não é impossível ensinar matemática com música, porque une exatamente o que nós jovens gostamos, que são: a tecnologia e os ritmos atuais aos conteúdos”, explicou Ana Cristina. A real aprendizagem matemática dos números inteiros e seus sinais está sendo constituída na prática com a tecnologia e apenas refletida nos exercícios teóricos. Palmas para as turmas do 7º ano A e B! Prof.ª Ana Cristina Wachtmann Gehlen Matemática e Física – Ensino Fundamental Anos Finais


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Comunidade Escola do Medianeira ganha nova Capela nos 60 anos de fundação Como parte das comemorações pelos 60 anos de fundação da Escola Medianeira, toda a comunidade escolar ganhou como presente uma nova capela, inaugurada no mês de julho. Colaboradores da Escola participaram de um retiro espiritual na entrega da obra, e ainda tiveram a oportunidade de serem abençoados pela missa de inauguração, ministrada pelo pároco e reitor do Santuário Basílica Nossa Senhora Medianeira e Vigário Geral da Arquidiocese de Santa Maria (RS), Pe. Ruben Natal Dotto. Na semana seguinte, os alunos participaram de vivências realizadas pela Pastoral Escolar juntamente com a Irmã Sueli Terezinha Gambeta e professores. A nova capela começou a ser construída ainda em 2016, no local onde era a antiga sala de jogos, que também acolheu alguns encontros do grupo de jovens. Antes havia uma pequena capela na parte interior do prédio da escola, onde os alunos participavam de algumas atividades. Contudo, o espaço estava cada vez menor para o propósito e agora abriga uma nova sala de aula. O novo espaço da Capela possibilita a todos os educandos, além de das Irmãzinhas, professores, colaboradores e toda a comunidade escolar um local de reflexão, oração, espiritualidade e paz, se valendo sempre como fonte de inspiração o carisma de Santa Paulina, fundadora da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição e primeira Santa do Brasil.

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Beto, o boneco do alfabeto Nas classes de Educação Infantil e alfabetização, acontecem os primeiros contatos das crianças com as letras. Com isso, a visualização das mesmas é de fundamental importância para que os alunos se sintam seguros ao reproduzi-las no papel, afinal, ainda estão aprendendo como é a grafia correta das 26 letras do nosso alfabeto. Tendo em vista a importância da sistematização do ensino do alfabeto no momento do planejamento, percebemos que fica muito mais interessante e significativa quando partimos para um trabalho lúdico, em que os alunos possam interagir sentindo-se integrados, participando ativamente das atividades propostas. As turmas do 1º ano do Ensino Fundamental estão desenvolvendo atividades relacionadas ao Projeto “Seu Alfabeto”, que no decorrer do ano letivo serão realizados sorteios entre os alunos da turma, na qual cada semana uma criança deverá levar o boneco do alfabeto para casa juntamente com o caderno de registros. A letra será definida conforme o planejamento das aulas. O caderno deverá ser feito com auxílio da família com uma foto que registre o momento da visita com o relato escrito do mesmo. A criança deverá trazer um objeto pequeno que inicie com a letra

determinada para que seja montado um alfabeto concreto com a turma e relatar como foi a visita do “Beto” (boneco) em sua casa. Esta iniciativa é um esforço para aproximar a família da vida escolar do educando. Com isso podemos destacar a importância destas atividades que envolvam a família, no sentido de incentivar, motivar e partilhar suas construções no processo de alfabetização. As crianças aprendem a ler e a escrever interagindo com a língua escrita enquanto objeto de conhecimento com os falantes e informantes de sua língua materna e assim constrói e reconstrói histórias na tentativa de entender o que é e o que representa e como funciona a escrita. Reflexionando, interagindo com a leitura e a escrita em contextos lúdicos, funcionais e significativos, as crianças vão gradativamente se tornando leitoras, escritoras produtoras de significados. (FERREIRO, 1992, p. 17). Tendo como base a fundamentação teórica de Emilia Ferreiro, acreditamos ser mais acessível para o educador alfabetizador ter nítida a importância de como encaminhar o processo de desenvolvimento da alfabetização do educando. Sabendo da necessidade de se partir da experiência da criança e dar a palavra a ela valorizando toda a gama de conhecimento que a criança traz consigo. O processo de alfabetização se realiza em um movimento dinâmico entre a palavra e o mundo. Nossa ação deve se dar ao processo de alfabetização para que se constitua em um rico processo de construção, tornando os alunos autoconfiantes e capazes de ler criticamente a palavra do outro e escrever criticamente a sua palavra. Educadoras do Ensino Fundamental I: Carla Cristiane Oliveira dos Passos, Dioneia de Vasconcelos Netto Araujo, Simone Barcelos Caetano e Vanya da Silva de Athayde Referência: FERREIRO, Emília. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre. Artes Médicas.


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Escola Medianeira, uma escola inclusiva!

Uma escola inclusiva tem seu educando como sujeito central de toda e qualquer ação educacional, garantindo acesso e participação plena no processo de aprendizagem. Respeitando as potencialidades e tempo de aprendizagem de cada educando, o objetivo primeiro de nossa escola, considerada uma escola inclusiva, é responder, com qualidade pedagógica, as capacidades de nossos educandos. A Escola Medianeira, na busca por ofertar todas condições de acesso e participação de nossos educandos em situação de inclusão escolar, oferece o Atendimento Educacional Especializado (AEE), realizado por educadora especial. A educadora ainda auxilia os demais educadores na construção do planejamentos e avaliações. Durante o AEE os educandos participam de atividades que desenvolvam suas potencialidades, oferecendo recursos para um bom desenvolvimento na escola, em sala de aula regular e na sociedade. As atividades são propostas a partir de aspectos cognitivos, ou seja, a partir de um conjunto de habilidades mentais que são necessárias para que o sujeito obtenha conhecimento sobre o mundo. Essas habilidades envolvem o raciocínio lógico, abstração, linguagem, memória, atenção, concentração, entre outras. As atividades motoras são desenvolvidas em uma perspectiva de que o sujeito se constitui por um conjunto de conhecimentos psicológicos, cognitivos e sensoriomotores, onde o corpo é mediador, favorecendo a

integração do sujeito, tanto com ele mesmo quanto com o mundo. O planejamento das atividades é desenvolvido individualmente para cada educando que frequenta o AEE, na perspectiva de cada sujeito é único e aprende conforme suas habilidades. Estão matriculados na escola educandos com Síndrome de Down, Transtorno do Espectro Autista, Síndrome de Dande Walker, Síndrome de DiGeorge, Deficiência Intelectual, Paralisia Cerebral, Lesão Cerebral, entre outras. No entanto o diagnóstico não define as ações pedagógicas. O processo de inclusão escolar acontece quando todos estão engajados no mesmo objetivo, e portanto, é preciso que escola, família e toda equipe multidisciplinar que atua com o educando fora do espaço escolar atuem em conjunto, pensando no processo educacional e social do educando em questão.

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Sustentabilidade é reconhecer e não desprezar A Escola Medianeira conta com uma ampla área verde ricamente explorada no processo pedagógico e sócio educativo de nossos educandos. Percebemos que em nossa cidade somos uma das poucas instituições que possui um amplo e rico espaço verde e natural. Sendo assim, buscamos desenvolver, juntos aos nossos educandos, a vivência harmoniosa e consciente da preservação e o cuidado com a natureza. Alinhado ao nosso plano curricular geral e a campanha da fraternidade anual, as ações pedagógicas promovem: o cultivo de hortaliças e chás, cuidado com os jardins, respeito ao meio ambien-

te, aulas e vivências ao ar livre, o benefício de conviver com diferentes animais, o conhecimento da diversidade de plantas e árvores; bem como a propagação destas ações a toda comunidade escolar. Salientamos que, mesmo em meio a ebulição tecnológica e tantos outros recursos e o crescimento das necessidades arquitetônicas da instituição, nunca deixamos de zelar, preservar e manter esta área, pois acreditamos que este é um diferencial atemporal. Nesta perspectiva, diariamente, lembramos nossos educandos e familiares que a sustentabilidade suprirá nossas necessidades atuais sem comprometer o futuro das próximas gerações. Isto é, teremos tudo que necessitamos, mas jamais iremos agredir o meio ambiente ou tampouco despercebê-lo. Coordenadoras: Alessandra Machado Ilha, Elisandra Gomes, Juliana Melo da Costa e Lucas Mota Brum


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Um Passo à frente O que você espera do futuro? Futuro Meu sonho no futuro é ser bombeiro, para poder ajudar e salvar a vida das outras pessoas. Acredito que a Escola Medianeira esteja me dando uma boa base, os professores ensinam muito bem. No futuro quero aprender matemática. Gosto da hora de estudar, usar os livros e os cadernos, escrever, pois dessa maneira os professores ensinam as pessoas a desenvolverem suas capacidades. Percebo que a cada vez que uso o caderno e os livros descubro novas experiências. Adoro também o momento de brincar com meus amigos na hora do recreio, e estou sempre fazendo novos amigos. Gosto muito da minha professora e tenho um grande carinho por ela. Além disso, amo quando ela entrega novas atividades para serem resolvidas, gosto sempre de aprender novas coisas. Arthur Comareto Braida, 1º Ano Prof. Dionéia de Vasconcelos Netto Araújo

Sonhos Desde pequena nunca soube o que iria escolher para vida. Já quis ser médica, professora, policial... Quando comecei a estudar na Escola Medianeira sonhava em ser professora, em chegar à sala de aula e contar para meus alunos que ali já havia estudado, na qual fui tratada com muito amor e carinho. Nela também aprendi a ser uma cidadã do bem, honesta e com muitas virtudes. Esta Escola eu trago cravada em meu coração, em minha mente carrego experiência e lição. Com o passar do tempo comecei a amadurecer e pensar mais seriamente sobre o que iria ser. Eram tantas dúvidas, pois nada se encaixava. Até que tudo começou a ficar mais claro: eu quero proteger meu país, quero seguir carreira militar. Pretendo ser uma ótima profissional, que defende seu país com garra e com orgulho de ser brasileira. Desde já estudo muito, pois quero participar de concursos públicos e a Escola Medianeira está me proporcionando uma qualidade de ensino enorme. Este é meu último ano por aqui, e toda vez que ouvir falar da escola me orgulharei por ter passado os melhores momentos de minha vida, por ter conhecido as melhores pessoas e ter feito amizades que levarei para vida toda. Os sentimentos estão a mil a cada dia que passa, tento aproveitar ao máximo meu tempo, estudando e usufruindo de tudo que é oportuno. As mulheres estão ganhando espaço, lutando por seus direitos. O exército está aos poucos abrindo vagas para diversas áreas e quero entrar para um quartel, mostrar para que vim e, principalmente, representar todas as mulheres que batalham diariamente, independente da profissão que desejam seguir. Devemos lutar por nossos sonhos, nos orgulhar de onde viemos e o que somos, agradecer a nossa escola por todo ensinamento, aos profissionais de qualidade os quais seguimos, por todos os momentos vivenciados e principalmente, agradecer a vida! pixabay.com

Luiza Gelocha, 9º Ano


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Educação que transforma vidas A missão de ser educador e o papel do professor na transformação da vida dos alunos

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ecordo-me do tempo em que cursei a 4ª série, quando uma professora marcou minha vida para sempre. Foi a partir desta vivência tão feliz que decidi ser educadora. Confesso que não é um trabalho simples, o retorno não é imediato, pois muitas vezes os resultados são obtidos a longo prazo. No entanto, é muito prazeroso ver que o educando consegue alcançar, seja plenamente ou em parte, o objetivo que é a aprendizagem, entendida como um processo contínuo. Acredito que esta ocorre por meio de vários fatores, os quais devem caminhar juntos: educando, educador, família, além, é claro, de muita dedicação e busca pelos processos cognitivos do educando. Muitas vezes o olhar do educador requer não somente o foco na aprendizagem, mas no ser humano em pleno desenvolvimento que está à sua frente diariamente, o qual auxilia na sua transformação em busca das alegrias e auxílio na resolução dos anseios, frustrações, dificuldades de aprendizagem, dentre outras vivências. Ser educador não é uma tarefa fácil como algumas profissões que, por exemplo, ao trocar uma peça, o objeto passa a funcionar.

Ser educador é transformar vidas, exige um desorganizar-se e reorganizar-se constante. O educador deve ser um mediador, incentivando a reflexão crítica e também um pesquisador do processo de aprendizagem do educando. É saber questionar-se constantemente diante de sua prática, a qual deve primar pelo papel reflexivo. O contato com o educando faz com que o educador necessite trabalhar a resiliência em momentos difíceis e a empatia, principalmente quando há sentimentos envolvidos, sejam eles bons ou ruins. É tocar o educando por meio dos sonhos e desejos, é instigá -lo causando curiosidades e nunca deixar que sua imaginação pereça. É uma descoberta diária das vidas que tocamos. E em troca o que nós, educadores, queremos? Que prevaleça não somente a aprendizagem, mas acima de tudo a liberdade e a felicidade, pois acredito que, a partir disto, faremos as melhores escolhas para nossas vidas. É aceitar o educando com suas dificuldades buscando visualizar o aprimoramento de suas potencialidades, sempre. Isto ocorre a partir de uma escuta sensível do profissional, pois assim, nos constituímos sujeitos ativos das nossas escolhas, as quais devem ser embasadas em virtudes e valores. Dessa forma, tenho certeza, que o educando, ao ser transformado, também transforma a vida de seu educador, pois a minha vida foi tocada por uma educadora. E você, recorda-se daquela educadora ou educador que marcou a sua? Pois é, a minha tem nome e sobrenome, Roselis de Oliveira. Agradeço a todos os educandos que fizeram parte de minha vida, espero um dia, poder ter tocado a vida de cada um da mesma forma como tocaram a minha... Profª Ms. Francieli Fracari Della Flora


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