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Á R E T LI


Caros leitores,

É com muito orgulho que divulgamos, via revista eletrônica, as produções dos nossos alunos para o III Concurso Literário. Aqui podem ser encontrados diversos personagens e histórias interessantíssimas, revelados pela imaginação dos nossos pequenos escritores. Magos, bruxas, fadas, gigantes e seres imaginários são descritos pelos alunos do 2o ano. Contos com bruxas recheados de enredos divertidos e inusitados compõem a produção dos alunos do 3o ano. Histórias de infância, permeadas por relatos reais e inventados, são o tema dos alunos do 4o ano. Contos populares e a música Alegria, Alegria, de Caetano Veloso, formam a temática abordada pelos alunos dos 5os anos. O concurso literário é mais uma ação da nossa escola com o intuito de fortalecer o protagonismo dos alunos.

Equipe da Escola da Vila


2ºs anos


Pufi o Maluquinho Alice Carnaval de Abreu

O PERSONAGEM TEM CAUDA E 4 PÉRNAS E ELE TEM BÓLINHA NO CORPO E TEM CACHICOL E 8 BRAÇOS E TEM NARIZ DE PORCO E ELE TEM DENTES AFIADOS E TEM ASA NA CABEÇA E ELE USA GRAVATA BORBOLETA E TEM ESPINHO E É BABENTO E TEM UM OLHO MAIOR DO QUE OUTRO ELE USA ROUPA DE HUMANO ELE USA BOINA ELE TEM UM MINI BIGODE OLHO AZUL E UNHA ROXA E TEM LINGUA PRETA VERUGA NO NARIZ ELE USA CHUTERA ELE FAZ COCO VERDE E TEM ESTRELA NO SUVACO.

ELE GOSTA DE IR NO PARQUE DE DIVERSÃO POR EXEMPLO GIRA-GIRA E TRÉPATRÉPA E ESCORRÉGA E BALANÇOO E GANGORA E MONTANHA RUSSA E TANQUE DE AREIA E DA CAMBALHOTA E CARRINHO BATE-BATE AH E O BICHINHO DELE É DE PELUSSIA ELE GOSTA DE FAZER XIXI NO VIZINHO E ADORA DAR CABALHOTA ELE GOSTA DE MONTAR QUÉBRA CABEÇA.

O DIA DO ANIVERSSARIO DELE É 11 DE FEVEREIRO A FRUTA DELE FAVORITA É MELANCIA A ESTORIA FAVORITA DELE É CONTOS DE GRIMM.

ELE TEM MEDO DE ESCURO E TEM MEDO DE TEMPESTADE E TEM MUINTO MUINTO MEDO DE DRAGÃO E QUANDO ELE FICA FELIZ É PORQUE ELE TA FAZENDO A DANÇA MALUCA E TAMBEM QUANDO ELE ABRAÇA O URSSINHO DE PELUSSIA ELE ADORA ESTRELA E ADORA MUITO CANTAR AH E O PERSONAGEM GOSTA DE DIREGIR UMA MOTO ELE ADORA SURFAR ELE CONSEGUE PULAR TÃO ALTO QUE VAI ATÉ O CÉU.

O TRABALHO DELE É AULA DE CUNGUIFU ELE FAZ COISAS MANERA DE CUNGUIFU ELE DANÇA TANGO ELE CONSEGUE FICAR DE BAIXO DA AGUA POR 24 HORAS ELE FAZ ACADEMIA ELE AMA FAZER MANDALAS ELE ADORA TEATRO ELE TEM UMA COLEÇÃO DE BONECA RUSSA E O MÊS FAVORITO É A PASCOA ELE


AMA CANTAR ELE ADORA ASSISTIR NOVELA.

QUANDO ELE MENTE FICA DA COR DO ARCO IRIS E O NOME DELE É PUFI ELE TEM UM AMIGO ELE ADORA FAZER ORIGAME ELE ADORA DAR ROSA PRAS PESSOAS O FILME FAVORITO É LORAQUIS ELE GOSTA DE MEDITAR ELE MORA NUMA CASA COM 7 ANDARES ELE BRINCA DE ESCONDE-ESCONDE ELE GOSTA DE FAZER CARETA AH E A CASA DELE É GIGANTE ELE FAZ AULA DE TEATRO ELE ADORA BRINCAR DEBAIXO DA CHUVA.


MAGO SUPER MAL MESMO Ângelo Malta Reino

O MAGO SUPER MAL MESMO, MORA EM CAVERNAS, FLORESTAS, MARES, RIOS E NA CHINA. O MAGO TENTA DOMINAR O MUNDO SE ELE DOMINAR UMA PESSOA PODERÁ TRANSFORMAR EM UM EXÉRCITO DE 1.000 PESSOAS QUE SERÃO SEUS AMIGOS, SÓ QUE ELE NÃO CONSEGUE, PORQUE SERÁ DERROTADO PELA UNIÃO DAS PESSOAS E PELOS RATOS. SUA ÚNICA FRAQUEZA SÃO OS RATOS, QUANDO SE ENCONTRA COM UM PERDE TODOS OS SEUS PODERES, MAS PODERÁ SER RECUPERADO AO SE AFASTAR DELES. O JEITO DO MAGO MAL É MALDOSO E SEMPRE MANDÃO. ELE EVOCAR OS ESPÍRITOS PARA CONSEGUIR OS SEUS PODERES, E USAR O GELO, AS BACTÉRIAS, O FOGO, A ÁGUA, O SOL, A LUA, A IMORTALIDADE, ESCUDOS E ESPADAS, JUNTO COM SEU EXÉRCITO DUPLICADO EM BATALHAS OU PARA AJUDAR A SI MESMO EM SUA CAVERNA. CASO O MAGO NÃO CONSIGA USAR O PODER DA IMORTALIDADE ELE VIVERÁ 1.000 ANOS

MAS SE ELE CONSEGUIR USAR O PODER DA IMORTALIDADE

PODERÁ DOMINAR O MUNDO.

ELE


A PRINCESA MARAVILHA Bruno Borges de Carvalho Ritondaro

A PRINCESA MARAVILHA TEM UM COLAR AZUL E PRETO COM UM DIAMANTE E UM ANEL, QUE DEIXA ELA COM PODERES DE INVISIBILIDADE COM SEUS PODERES ELA CONSEGUE FAZER UM CAMPO DE FORÇA.

A PRINCESA TEM UM CABELO GIGANTE LOIRO ENCANTADO QUE DEIXA AS PESSOAS APAIXONADAS UMA PELA OUTRA, ELA USA UM VESTIDO VERDE E VERMELHO COM UM CINTO AMARELO QUE TEM UMA MARCA DE ESTRELA E UMA BOLSA QUE SEGURA O SEU ARCO E FLECHA NAS COSTAS DELA. TEM UM CACHORRO MARROM CHAMADO HARRY E UM ESQUILO CHAMADO FOFURA. SUA MÃE É MUITO MALVADA E SEU PAI TOTALMENTE AO CONTRÁRIO.

ELA MORA NUMA TORRE NA FLORESTA CHEIA DE LIVROS, QUE NO LADO TEM UM ESCORREGADOR AZUL, QUE CAI DIRETO NO LAGO. JÁ SAIU DE CASA POR DOIS DIAS PARA CONHECER MAIS OS ANIMAIS.

UM DIA ENCONTROU UM PRINCIPE CHAMADO BEM, FICOU APAIXONADA E SE CASOU COM ELE. A MÃE DELA NÃO ACHAVA O PRINCIPE APROPRIADO PARA ELA, MAS O AMOR ERA TANTO QUE NADA OS SEPARAVAM.

A PRINCESA ADORA ANIMAIS E SEMPRE AJUDA QUANDO ESTÃO PRESOS, EM UMA BRIGA, INDECISOS E EM PERIGO.


A RAINHA ELSA Carolina Gurgel Gouveia

Era uma vez uma rainha que se chamava Elsa que morava em um reino chamado Arendelle. Dentro do reino havia um castelo que Elsa vivia com sua irmã Anna, que adorava brincar na neve. Um dia elas estavam brincando e sem querer a Elsa acabou machucando a Anna. Daí a Elsa chamou o pai e a mãe e eles levaram a Anna para os Trolls, que cuidaram dela e deixaram ela boa. Disseram que ela não ia lembrar de nada. Eles voltaram pro castelo e a Elsa ficou trancada no quarto ate completar 18 anos. Durante esse tempo todo as irmãs ficaram sem se ver e a Anna cresceu sozinha sem entender nada. Quando a Elsa completou 18 anos, veio a coroação para ela virar Rainha. As portas do castelo foram abertas e finalmente todos poderiam conhecer a rainha e princesa. Nesse dia, a Anna conheceu um noivo e ela conversou com a Elsa até a Elsa ficar irritada. A Anna tirou a luva e com isso tudo, ela jogou gelo no castelo e na frente. Todos ficaram assustados e a Elsa fugiu. Ela construiu um castelo de gelo, mas no caminho ela criou um boneco de neve. A Elsa ficou morando lá até o noivo da Anna tentar atirar na Elsa, só que ela se protegeu com o gelo que ela tinha. A Anna só chegou no castelo quando foi comprar roupas de neve. O vendedor jogou um homem e um alce pra fora. A Anna comprou a cenoura pro alce e ficou amiga dele e do Cristofer. Juntos eles encontraram o boneco de neve que se chamava Olaff. Entao, com a ajuda dele, eles conseguiram encontrar, A Elsa atirou sem querer no coração da Ana que congelou. O alce levou ela pro castelo, porque o coração dela só derreteria com um beijo apaixonado, que o Cristofer achou que seria do noivo dela. Mas o noivo queria o reino para ele e deixou a Anna sozinha trancada no quarto. Daí o Olaff chegou e destrancou a porta com o nariz dele. Colocou a Anna perto do fogo. Saíram do quarto escorregando pelo telhado e o Cristofer para os Trolls. Aí, o Cristofer foi contar para a Elsa que ela tinha congelado o coração da Anna. Ela foi correndo para o reino e deu um beijo na Anna, que não só descongelou, como descongelou todo o reino. A Anna casou com o Cristofer e o reino ficou feliz e o sol voltou a brilhar.


FERA Catarina Dantas Maria Fera era um principe que era rude e mal educado. Um dia uma velha mendiga pediu abrigo por uma noite e em troca daria uma "rosa". O principe disse não então, ela o transformou numa FERA muito feia. Ele era feio, tinha voz grave e grossa e ele era um pouco grande e parecia um "leão homem" que tinha um bom coração e era inteligente. O unico jeito de quebrar o feitiço era se alguem amasse ele. Um dia veio Bela, que o amou e quebrou o feitiço.


O ogro pirulito Davi Ribeiro Calado de Andrade

O ogro pirulito tem um pirulito com o cabo azul e o pirulito é branco e verde e solta raios. Ele foi nascido para defender a cidade Ogrenine, ele é um ogro do bem, ajuda as pessoas, para o trânsito, e tem um olho e um dente e duas bocas, e faz cocô em cima dos prédios, a aparência é cinza, cinto marrom com espinhos, e o ogro tem barba igual a do papai Noel só que preta, o olho dele é dourado, ele tem 3,5 metros de altura, nasceu de baixo de uma planta, e até hoje perguntam que planta é aquela na cabeça dele, e em vez de cabelo tem a planta, e a casa dele é amarela, e o ogro pirulito tem amigos de outras cores mais coloridas e tem ciúmes desses amigos porque são mais coloridos, e só sabe contar até três milhões e novecentos e noventa e nove, e tem três milhões e novecentos e noventa e nove filhos. E tem uma esposa. Defende Ogrenine com uma clava. E tem um bafo horripilante que mata os vilões de fedor e é muito fedorento mesmo. E ele e a esposa são muito gordos. E o nome da esposa dele é ogra Pirulitacatabola. E ela três olhos sete dentes e oito bocas.


Carabucha Isabela Leme Abrah찾o 2째C

A Carabucha adora as comidas bem nojentas como rabo de lagarto, asa de morsego e sopa de barata. tanbem ela tem uma vasoura bem longa de madeira e um cabelo bem conprido para sima e bem estufado, ela tem em sua casa uma bola de cristal que da para ver tudo que esta acontesendo, e na cabesa tem um longo e pontudo chapeu. ela tanbem tem um pouco de conpania com seu gato preto si chamado Punpi. a bruxa gosta de aterorizar criansas e dar medo nos adultos. a carabucha tanbem gosta de casar ratos para as porsons dela. senpre usa roupas pretas e rasgadas como ela senpre vai gostar. sua casa e dentro de uma caverna cheia de morsegos voando de la para ca toda a ora. e ela gosta mais de pasiar a noite do que de dia. pesa mas de 149 quilos E tem um riu feito de lagrima de um jiguante. a comida preferida do gato dela e sopa de lagarto ,leite estragado e bem velho .


PERSONAGEM: MAGO NILREM Isabella Dal Bianco Gomes

Nilrem é um mago que nasceu em uma árvore especial e mágica na Espanha. Quando se tornou adulto tinha controle e criou a água. Nilrem tem 1,80m de altura e é magro, mas não igual a um palito. Nil tem 545 anos e faz aniversário todos os meses no dia 4. Nilrem veste uma túnica azul que vai até o chão. Tem chapéu roxo e pontudo. Ele tem uma barba branca longa. Ele tem um bastão com uma bola de cristal azul clara. Ele mora numa caverna e protege as florestas. Nilrem tem uma esposa bruxa, duas filhas e um filho. O filho é mago e as filhas bruxas. A esposa dele criou a terra onde plantam as plantas e ele criou a água. E daí que nasceu a ideia de ter um ornitorrinco como animal de estimação porque este animal pode viver tanto na água quanto na terra. Nilrem é muito legal e tem vários amigos e amigas. Ele gosta de comer frutas e a favorita dele é uva. E a cor favorita de Nilrem é azul de qualquer tom. Nilrem fica muito zangado quando pescam nos mares na época errada. Ele não admite pesca predatória. Nilrem tem poderes sobre as águas e sua missão é não deixar espécies marinhas em extinção.


O Ogro Mocotuti Isadora de Almeida Ramos

Era uma vez um Ogro chamado Mocutoti. Mocutoti é diferente de tudo que você já viu. Ele tem trinta mil anos, seus olhos são na parte de trás da cabeça, e ele é de cor verde água. Seu pé direto tem 4 dedos pequenos e um dedo gigante. O pé esquerdo tem um dedo pequeno e 4 dedos gigantes. Seu cabelo é azul, longo e todo embaraçado, parecendo um ninho de passarinhos. Seu nariz é grande, e suas cacas saem a noite para caçar moscas

e mosquitos. Sua comida

preferida é verruga com sangue. Ele mora numa cidade chamada Witcho. Nessa cidade tem muitas casinhas pequeninas, e quando Mocutoti andava, destruía algumas porque seus pés eram gigantes. Sua roupa é rasgada e sua calça é pequena assim como uma sunga.


O Poderoso Cavaleiro João Spina Ribeiro

Era uma vez um poderoso cavaleiro muito guerreiro e que tinha muito dinheiro. Ele queria ter ao seu lado uma linda princesa e arriscou sua vida para salvar a princesa. Como ele era muito forte o cavaleiro conseguia lutar e matar todos os seus inimigos. O Cavaleiro tinha um jovem cavalo preto que era muito rápido e conseguia passar por montanhas, rios e florestas. A armadura de seu cavalo era invencível. Um belo dia o cavaleiro saiu do seu castelo para salvar a princesa. Ela estava presa em uma jaula onde os guardas não deixavam ninguém entrar. O inimigo era um monstro de um olho só e tinha um escudo que quando o monstro jogava para se defender, o escudo voltava de novo para sua mão. O cavaleiro lutou com o monstro usando sua flecha e sua espada mágica salvando a vida da princesa. O cavalo preto ficou ao seu lado e ajudou o cavaleiro a matar o monstro. O cavaleiro e a princesa viveram felizes para sempre. FIM       


Lais Rivelli da Silva

A CHAPEUZINHO VERMELHO É UMA MENINA MUITO CARINHOSA, GENTIL E AS VEZES OBEDIENTE. ELA AMAVA MUITO SUA VOVÓZINHA PORQUE UM DIA ELA LHE DEU UM CAPUZ VERMELHO, POR ISSO SE CHAMA CHAPEUZINHO VERMELHO. CERTO DIA A MENINA ENCONTROU UM LOBO, MAS ELA NÃO SABIA QUE ELE ERA DO MAU, ENTÃO ELE ENGANOU ELA FINGINDO SER A VOVÓ. ANTES DELE SE FANTASIAR COMEU A VOVÓ, MAS ELE AINDA QUERIA COMER A CHAPEUZINHO DE SOBREMESA. O CAÇADOR OUVIU UM RONCO, ENTÃO FOI VER O QUE ESTAVA ACONTECENDO DEREPENTE VIU O LOBO . SALVOU A CHAPEUZINHO ENTÃO A MENININHA PEGOU UM BOLO DE PEDRAS, COLOCOU NA BARRIGA DO LOBO, QUANDO O ELE ACORDOU CAIO DURO NO CHÃO E MORREU.


Era uma ves uma bruxa ma e feia Laura Volponi Medeiros

Ela tinha um naris longo com uma verruga na ponta. Era magra , tinha olhos vermelhos , a pele verde como grama , o cabelo dela era longo e preto , roxo e verde água. A boca dela era preta, ela tinha um gato preto que dava ma sorte , um corvo da mesma cor do gato,um rato cimza e inclusivi uma aranha roxa. A casa dela era mal asombrada com pernas de gato , asas de corvo , orelhas de rato e teias de aranha atras da casa. Demtro da casa só tinha poeira , quado sobia, a escadaria rangia e se alguem quisece emtrar o tapete emgolhia a pesoua e puchava pra demtro da casa. Ela gostava de comer bolhinho de barata , macarrão de minhoca e pure de crilo. O nome dela é Coraline.


ELISABETI Lis Fiore Ayres

Elisabeti é uma princesa de onze anos. O seu castelo é AZUL CLARO com um pouquinho de diamantes e cristais. Mora com os pais, três irmãos e as quatro irmãs. O quarto dela é o mais alto do castelo, enfeitado com flores VERDE ÁGUA. Tem um baú que ninguém sabe o que tem dentro, nem mesmo o pai e a mãe. É a irmã caçula e brinca mais com a irmã Beatriz de doze anos, e Enzo, o de treze, mesmo sendo menino. Tem aulas de skate e jazz, seu sonho é ser jogadora de futebol. A menina está cansada de sempre usar vestidos e saias chiques. Ela queria mesmo vestir roupas normais como calças legging e blusas. O que ela mais queria usar é um uniforme de futebol, de preferência do Brasil. Elisabeti tem dois cachorros chamados Flor de Lis e Bob. Três gatos chamados Mili, Sansão e Floquinho e um coelho, o Fofinho. Tem uma bola de cristal e pode ver o futuro, mas ninguém sabe disso porque é o objeto guardado no baú. Dizem que sua cor favorita é ROSA, mas na verdade é AZUL BEBÊ. Tem três vontades: fazer equitação, ser tratada como gente normal e não ter segredos. Guarda as vontades em uma bolsa velha. Um dia, caiu de um cavalo e ficou com tanta vontade de fazer equitação que a bolsa estava engordando. O tempo foi passando, Elisabeti foi crescendo e virou uma bruxa, mas do bem. Trabalhou em um hospital e com sua magia ajudou as pessoas.


Margarida Luana Turco Pupo

A Margarida é uma bruxa que mora nos armários das crianças e da última vez que eu a vi foi quando eu fui pegar o meu pijama. Ela estava arrumando o travesseiro. Ela tinha roubado o meu travesseiro. Essa foi a última vez.

Na primeira vez, ela pegou o meu batom e com ele fez suco de aranha. Ela não sabe mexer nas coisas dos outros sem pedir.

A Margarida tem cabelo de sangue e cheira mofo. Usa um vestido longo e preto e tem um gato preto.


Personagem: Troll Luiza Garcia Mainardi

Osvaldo é um Troll horroroso ele gostava de comer: olho de cabrito frito, peixes podres e sapo podre e quando ele fica com medo o nariz dele cresce fica do tamanho de um cabo de vassoura e ele mora debaixo de uma ponte ele tem um irmão que quando ele fica doente o irmão vai fazer o trabalho dele que é quando pasa um cabrito peixes e um sapo ele mata e pega o olho do cabrito mata os peixes e suja eles e mata o sapo podre e come todos esses bichos. Todos dizem que ele também come muito hot doc o seu nome cientifico é olebomosaktio. e o apelido é sardinha porque ele adora sardinha e ele tem cheiro de sardinha e o omebolosaktio tem esse nome porque as primeiras palavras estranhas dele foram ome depois bolo depois saktio omebolosaktio e ele come salsicha ele gosta tanto de salsicha que as suas orelhas viraram salsichas.


LUIZA LANFRANCHI VAZ DJUROVIC

ERA UMA VEZ UMA PRINCESA QUE SE CHAMAVA MARIANA. ELA TINHA LONGOS CABELOS LOIROS, COM CACHOS QUE CHEGAVAN ATÉ A CIN TURA E OS ÓLHOS ERAM DA COR DO CEÚ. ELA MORAVA NUM CASTELO QUE TINHA UM LINDO JARDIM, QUE TINHA BICHINHOS FOFINHOS QUE BRINCAVAM NO MEIO DAS COLORIDAS FLORES. TODOS OS DIAS A PRINCESA ACORDAVA DE MANHÃ E ABRIA A JANELA, ENTRAVAM RAIOS DE SÓL QUE BATIA NO ROSTO DELA E DAVA UMA SENSAÇÃO BOA DE CALOR, OUVIA OS PASSAROS CANTANDO. MAIS QUANDO OLHOVA PARA A PORTA, SENTIA AQUELE CHEIRO DE BOLO DE CHOCOLATE, VINDO DA COZINHA. SE ARRUMAVA LOGO E IA RAPIDO PARA TOMAR O CAFÉ DA MANHA PARA IR BRINCAR DEPOIS. ADORAVA COMER E BRINCAR, BRINCAR E COMER. DEPOIS DE UM DIA ASSIM IA JANTAR, ASSISTIR UM FILME E DEPOIS IA FAZER TRICORES. FIM


Bruxinha Lili e seus gatinhos Maria Luiza Ferreira da Silva

Era uma vez uma bruxinha que se chamava Lili. Ela tinha uma vassoura, um chapéu e também uma varinha mágica. Lili adorava animais mais o animal que ela mais gostava eram gatinhos.

Lili tinha cabelos lisos e sempre usava lacinhos de todos os tipos como coloridos, listrados, grandes, pequenos e muitos de deles ela ganhava de sua mãe.

Ela usava um caldeirão, vestido e uma capa. Lili gostava de vestidos listrados e com flores, coloridos e compridos.

Lili tinha muito medo de bruxas mais velhas e más. Um dia Lili encontrou uma bruxa muito má que dava risada assim “Ararara ararara”.

A bruxa era muito mais velha que Lili e transformou os gatinhos em sapos. Lili correu para casa e pegou sua varinha e começou a falar as palavras mágicas “Sapos, sapinhos, vocês não são sapos, vocês são gatinhos”!

A bruxa começou a correr atrás da Lili e entrou no quarto da mãe dela. Estava lá a mãe de Lili e a bruxinha falou para mãe “Mãe fecha a porta porque uma bruxa está me perseguindo”.

A mãe de Lili fechou a porta e bruxinha falou para a mãe “Faça uma mágica para a porta se fechar”. A mãe fez isso e falou “Alacazan que a porta se feche agora”. Lili e a mãe ficaram feliz juntas e festejarão.


Mariana Castro Pereira Monteiro

Em um reino tinha uma menina muito especial e uma das coisas mais interessantes e que a menina adorava é que ela rimava enquanto falava. Essa menina tinha uma mãe feiticeira, que adorava fazer bobeira, mas era

proibido as feiticeiras

terem filhos, então a mãe fugiu durante a noite, mas deixou poderes para a filha. A menina que se chamava Lara foi criada pelo pai, ela era muito tímida e escondia seus poderes, seu cabelo era curto e cacheado, com muitos fios dourados, tinha olhos azuis como água e um sorriso encantador como uma flor, ela era negra e muito linda, na escola fazia aula de artes e era muito boa, quando ela ficava feliz ela flutuava, quando estava apaixonada cantava. Ela descobriu que seus poderes vieram de sua mãe, uma bela feiticeira africana, Lara era valente e não tinha medo de serpente. Um dia ela viajou para Espanha e lá visitou um castelo, ficou tão feliz que flutuou, e na janela pousou, lá dentro encontrou a rainha, ela achou a menina tão linda que apresentou ela para o príncipe, ela se apaixonou e começou a cantar sem saber como parar. A rainha ficou imprecionada com a magia, que gostou da bela cantoria. Depois de encantar o reino, a menina voltou para África. A mãe então perguntou? Filha o que faz aqui tão cedo? É por que estou com medo. Medo de que ? Medo de que os outros descubram os meus poderes... Mãe por favor quero ficar sem eles. Então a mãe tirou os poderes da menina. E ela se tornou uma simples e feliz garotinha.


O REI JAY MARTIN TRISTÃO DE SOUZA FRAY REZENDE

RA UMA VEZ UM REI QUE SE CHAMAVA JAY. ELE VIVIA EM UM CASTELO MUITO BONITO E MUITO GRANDE. ELE USA UMA CAPA VERMELHA E COM UMA COROA DOURADA COM TRÊS PEQUENAS ESMERALDAS. ELE MORA COM UMA RAINHA E UM BEBÊ PRINCESA. E IA NACER UM OUTRO BEBÊ. O REI USAVA UMA ARMADURA DE METAL MUITO FÓRTE. ELE TEM UM CAVALO CHAMADO TROVÃO ESSE CAVALO É MALHADO MARRON E BRANCO. ELE USA O CAVALO PARA IR NAS CORRIDAS E NAS GUERRAS. O REI ESTAVA DESCANSANDO NA SUA SALA DO TRONO. QUANDO ELE ACORDOU ELE QUERIA VER O SOL PELA A JANELA. ELE VIU UMA BRUXA MONTADA EM SUA VASOURA. ELE VIU A BRUXA ATACANDO O SEU


LAR. ENTÃO DESIDIU FAZER UMA GUERRA CONTRA A BRUXA MÁ. O REI PERGUNTOU OS CAVALEIROS ESTÃO NA POSIÇÃO DE ATACI? POSITIVO!! ENTÃO O REI PEGOU O SEU CAVALO TROVÃO. ELE FOI NA POSIÇÃO TAMBÉM E ELE ESTA NA FRENTE DE TODOS OS CAVALEIROS. QUANDO UNS DOS GUARDAS DO CASTELO GRITOU ATTAAAACAAAAR!!!!!! TODOS FORÃO ATACAR. UM CAVALEIRO FOI DIRETO NA BRUXA E CONSEGUIL INFIAR A LANSA NA BARRIGA DA BRUXA. ENTÃO A BRUXA CAIU DA VASOURA E SIDEITOU NO CHÃO. DEPOIS DE UM TEMPO ENTERARÃO A MAUVADA NO SIMITÉRIO. ENTÃO O REI E A RAINHA SE‐CASARÃO TIVERÃO UM PEQUENO PRINCIPI E VIVERÃO FELIZES PARA

SEMPRE.


VIOLETA Sofia Luchesi Machado

Ela tem um cabelo castanho, uma coroa de diamantes e uma carruagem que tem cavalos brancos com arreio de diamantes. A Violeta tem um ornitorrinco bebê de estimação que se chama Zipi e gosta de um homem que se chama Lui, que é simpático com ela. Ela mora na Áustria. Violeta gosta de tocar violão e flauta e gosta de ler livros de terror. A cor favorita dela é roxo claro. Ela é uma princesa que mora no castelo que fica perto de uma cachoeira e ela toma banho nela.


Maria, Mariana e a Bruxa do Frasco Sofia Pamplona Frederico

Esta é a história da morte de uma bruxa que viveu trancada mais de dois mil anos em um frasco, seu nome é Bruxa do Frasco. Era uma vez duas irmãs gêmeas que sentiam muita inveja uma da outra. Uma se chamava Maria e a outra Mariana. Maria queria ser Mariana, e Mariana queria ser a Maria. Um dia, elas foram passear em um bosque, e acharam uma chave pendurada em uma árvore. Logo elas começaram a brigar, foi bem assim: - Está chave é minha, fui eu quem achei! - Não, eu que vi primeiro! E assim por diante. De repente Maria arrancou com força a chave do galho e saiu andando. Muito irritada, Mariana foi seguindo a irmã. Uma semana depois, elas voltaram para aquele bosque, e quando faziam o mesmo caminho, Maria percebeu uma pequena porta no meio de um arbusto e chamou Mariana. Elas tiveram a idéia de tentar encaixar a chave na fechadura. Logo que Mariana colocou a chave no buraco, a porta se abriu. Atrás da porta tinha uma salinha pequena, com uma mesa com um frasco de vidro com uma poção azul escrito "poção para voar", e outro frasco com uma rolha com uma bruxa dentro que falou: - Me tirem deste frasco que eu realizarei todos os seus pedidos! Elas pensaram, pensaram, e finalmente decidiram: - Tá bom! Maria e Mariana abriram juntas o frasco, ela saiu e se transformou numa enorme bruxa jovem, mas fedida e nariguda, de cabelo roxo e embaraçado. - E os nossos pedidos? Ela respondeu que iria realizar depois, porque agora precisava fazer bruxarias. E foi embora voando e cantando. Quando viu lá em baixo uma mãe passeando com um bebê, jogou um feitiço e transformou a criança em uma ratazana cinzenta. A bruxa riu muito e mostrou seus dentes podres que não eram escovados há séculos.


- Eu enganei aquelas bobinhas e vou fazer mais milhares de feitiçarias! Há há há há!

As duas irmãs ficaram dias esperando, esperando, mas a mentirosa nunca voltava. Elas então decidiram voltar para o arbusto e beber a poção. Cada uma deu um gole e logo começaram a voar. Lá em cima elas acharam a bruxa na vassoura, fizeram um cerco e conseguiram derrubar ela. A bruxa morreu na hora e se transformou em fumaça preta com cheiro de enxofre. Misteriosamente uma irmã nunca mais sentiu inveja da outra. E todos viveram felizes para sempre.


3ºs anos


O MUNDO DAS FADINHAS Amanda d’Oliveira Gheti Kao

Um dia, havia um mundo de fadas e lá perto existia uma casinha que vivia uma bruxa e um bruxo que adoravam raptar fadinhas. Nesse mundo de fada e magia, existiam três fadas: Stella, a fada do amor; Alice, a fada da natureza; e Flor, a fada do vento. A fada do amor era muito bonita, com cabelos e olhos castanhos escuros. Sua varinha tinha um coração na ponta, e seu vestido era vermelho. Ela era bem calma. A fada da natureza tinha cabelos loiros, curtos, seus olhos eram castanhos claros, sua varinha tinha uma plantinha na ponta, seu vestido era verde e ela era muito maluca. A fada do vento tinha cabelos loiros, olhos castanhos, sua varinha tinha um furacão na ponta, seu vestido era branco e ela era esportiva. Elas eram as fadas mais amadas do Mundo das Fadinhas. À noite, a bruxa e o bruxo, aqueles nojentos que adoram raptar fadas, conseguiram raptar Stella. No dia seguinte, Stella acordou com correntes nos braços e sem sua varinha. Stella ficou muito assustada e gritou: - SOCORRO, SOCORRO! - e quando viu aqueles bruxos nojentos, contra os quais já tinha lutado para proteger o mundo das fadinhas, gritou mais alto: - SOCOOORO! - e os nojentos rindo. Quando o mundo das fadinhas soube, não sei se conto, ficou TUUUDO desorganizado. CASA CAÍDA, VARINHA NO CHÃO, PENTE PRO LADO, ESPELHO QUEBRADO PRO OUTRO. Só sobraram DUAS fadas que NÃO sabiam disso. Adivinha: Alice e Flor. Quando saíram de casa, NOSSA, Alice desmaiou e Flor ficou de boca aberta. Quando Alice acordou, ficou muito animada. Todo mundo estava maluco, do jeito dela. Quando Flor fechou sua boca perguntou: - Você acha isso legal, Alice?- e ela respondeu: - Claro! - Você é maluca, mas vamos falar para os outros se acalmarem e faremos uma reunião na maior cachoeira - falou Flor. E fizeram. Alice falou: - Oi gente, infelizmente vocês terão que se acalmar. - Infelizmente? - perguntou uma das fadas. - Você é maluca? - perguntou outra fada.


- Sim, é muito legal ser maluca. Vamos fazer uma reunião lá na cachoeira grande, certo? E começou a reunião. - Fiquem calmos, vamos tentar achar Stela. A fada maluca, Alice, e eu vamos sair. Vou deixar as nossas mais fortes, corajosas e inteligentes fadas da força. Vamos dar uma salva de palmas para Steve, Harry e Rafa! Eles cuidarão daqui. - Stella, Alice e Flor adoravam estas fadas. Então, Flor e Alice foram procurar Stella. Quando a bruxa e o bruxo souberam disso pela bola de cristal, pegaram sua mais velha poção: a que fazia aparecer um dinossauro e atacar qualquer coisa, principalmente fadas. Então, a bruxa mandou que o dinossauro atacasse as fadas Flor e Alice. Quando Alice viu a fera, ela achou fofo. Flor pegou sua varinha e falou: - Vento, vento tira esse bicho daqu...- Ela não conseguiu acabar a fala porque Alice não deixou. Alice falou: - Não deixo... - mas mesmo assim, Flor falou: - Vento, vento tire esse animal daqui. - Ele sumiu, elas correram, mas Alice estava chateada com Flor. Mesmo assim a bruxa pegou outra poção, a poção para as árvores ficarem vivas. Quando elas viram, não conseguiram passar. Flor viu uma passagem e Alice deu tchau para as árvores. Conseguiram chegar à casa da bruxa, tiraram Stella e a levaram para o mundo das fadinhas. Stella se acalmou. Então, Stella e Steve se casaram. Alice e Harry, Flor e Rafa se casaram também. Tiveram fadinhas do amor, da natureza e do vento. E foi assim que a vida ficou, para sempre.


As 3 bruxas da gruta André de Lara Pinto

Chegaram dois visitantes estranhos: o senhor Smith e sua companheira com um carro de madeira. Eles ficaram num motel e no motel estava um ator famoso chamado Willian Harart. Ele perguntou para o moço estranho - seus olhos são velhos? E o homem estranho respondeu: é que eu leio muito – mas na verdade ele tinha 902 anos. Um homem se apaixonou por uma moça. Ela o convidou ele para entrar na casa ... mas não era uma casa ... era uma gruta! Ela e suas mães eram 3 bruxas que precisavam de um corpo humano para restaurarem a sua espécie; elas precisavam matar o guarda afogado com o truque do boneco no balde d’ água. A bruxa precisava matar o seu arque inimigo, o estrangeiro - o Smith - com o truque da agulha no coração; mas por sorte... ele tinha dois corações, e a companheira dele era medica e viu que tinha dois corações, então não ficou tão assustada. As 2 bruxas mães tinham uma bola de cristal, então, viram que o Smith estava vivo! As duas bruxas mães pediram para a bruxa filha intoxicar o Smith com gás. O Smith tem uma chave de fenda sônica com uma função que faz ele abrir e fechar as coisas a distância, sem nada lhe acontecer. Smith saiu do motel e estava acontecendo uma guerra. Smith e a sua companheira foram para o carro, que no carro tinha um fórtasic do tempo, um cilindro que pode alterar o tempo. Como a guerra não tinha acabado a guerra nem começou! Eles voltaram para o motel mas o senhor Smith conhecia todas as espécies do universo das bruxas, porque ele tinha estudado o universo das bruxas por 765 anos, então conhecia aquela espécie de bruxas, e ele sabia que essas bruxas tinham um numero em romano, que unindo a família para se reproduzir precisava ter no lugar uma linha. Como ele conseguiu ver o numero (era lll, V e Vl= XlV) E ele voltou para o motel porque ele ia ver o cenário da peça. Quando o Smith viu que tinham 14 linhas. Como o Smith também tinha visto na bola de cristal das duas bruxas mães a data 28/10/1.878 e hoje era 29/10/1.878, então amanha as bruxas retornarão a vida!... Chegou o dia! Mas por sorte eram só 9:00 da noite, mas como era dia de teatro as ruas estavam bem movimentadas, e no comecinho da noite as ruas estavam menos, mas o motel estava muito movimentado, então não pôde pensar em nada. Nessa hora já era 8:45, hora de ir para o teatro. Eles chegaram quase 9:00. As bruxas também tinham ido. Quando deu 9:00 as bruxas atacaram e o Smith também tinha atacado, o Smith lutou ate


chegar nas bruxas diretamente com elas, ate impedir as bruxas de se reproduzirem como estavam se reproduzindo ... ent達o, de tanto mal que elas fizeram, elas finalmente morreram.


A invasão dos lobos Bernardo Costa Lobo Gelpi

Era uma vez uma casa na cidade de São Paulo, em uma rua não tão distante chamada Caropá. Parece ser comum, mas não é assim quando se mora perto de uma bruxa. Ela não é má, mas acontece cada coisa nesta casa que não dá para ser muito tranquilo não, vou contar só uma história e vocês entenderão o que quero dizer. Em uma manhã calma, a bruxa Andressa dormia tranquilamente quando ouviu latidos, miados e gritos. Ela desceu as escadas e foi para sala e viu o que estava acontecendo: lobos da floresta dos gnomos invadiram sua casa e estavam perseguindo seus filhos e sua gata Bromélia. Justo um dia antes da reunião de bruxas para escolher as jóias do poder para seu casamento. Andressa não fez nada mais que chamar a bruxa do oeste, que na verdade já estava lá. A gata subiu as escadas achando que tinha escapado, mas o lobo filhote sabia subir escadas, então a bruxa do oeste lançou um feitiço criando um campo de força impedindo o filhote de chegar na gata, agora só restava uma coisa a fazer: procurar quem fez isso e avisar as autoridades. Como disse antes, os lobos eram da floresta dos gnomos, então ficava mais fácil de achar o responsável pela invasão. Então, as duas bruxas montaram em suas vassouras e partiram rumo à floresta dos gnomos. -No caminho tem muitos perigos e armadilhas, temos que tomar muito cuidado filha. disse a bruxa do oeste -Eu sei bem disso mãe. E tiveram mesmo. Elas sentaram no chão para descansar um pouco e sem querer ativaram um lançador de estrelas ninja e quase foram decapitadas. Encontraram ogros zumbis, que queriam comer o cérebro delas, como qualquer outro zumbi. Passaram por um abismo cheio de cipós, mas quando foram atravessar, pegaram uma corda que lá em cima estava preso um touro. Por azar, elas estavam vestidas de vermelho e tiveram que sair correndo. Quase não conseguiram chegar na casa do responsável pela invasão de lobos de tão cansadas que ficaram. Finalmente, chegaram em uma casa onde morava um troll. Ele explicou que na verdade ele tinha treinado os lobos para protegerem a casa dele dos perigos, mas os lobos sentiram cheiro de frango assado, e no caminho viram a gata e


saíram correndo atrás dela. Depois de tudo explicado, as duas bruxas voltaram para casa achando que estava tudo resolvido, mas quando chegaram ficaram espantadas pois tinham esquecido que os lobos continuavam lá, elas não levaram os bichos com elas na vassoura quando foram para a casa do troll. Imaginem que esse tipo de conflito acontece toda semana: entenderam o que quero dizer com não dá para ser tranquilo morando nessa casa?


A bruxa das estrelas Camila Gutz Inglez

Era uma vez uma menina que adorava estrelas. Até o nome dela era parecido com estrela, o nome dela era Estella. Estella tem quase 6 anos. Ela é bem bonita, tem cabelos loiros e compridos. Ela gosta de muitas coisas. Além dos pais, ela gosta também dos amigos, da escola, mas o que ela gosta mesmo é das estrelas.

O sonho dela é ir ver as estrelas de perto. Toda noite, quando ela olha para o céu, pensa:

– Como vou realizar esse sonho?

Ela pensou se uma fada podia realizar esse sonho. Então, Estella foi olhar nos livros. Quando abriu o livro, procurou se fadas podiam ajudar a ir para bem alto. Só que não achou nada que pudesse ajudar a voar. Ela achou uma mágica para ajudá-la a trazer uma fada. A mágica era: ferver na panela uma flor vermelha, uma flor azul, uma flor amarela, uma galinha e uma gazela.

Ao invés de ela pôr uma gazela, pôs uma panela. Então ao invés de virar uma fada, virou uma bruxa que odiava estrelas. Estella perguntou se ela podia ajudar, mas não valeu a pena. Estella era educada, mas a bruxa não era. Então pegou a vassoura da bruxa e foi lá para cima. A bruxa foi atrás, mas não alcançou porque não conseguiu sem a vassoura. Assim Estella realizou o seu sonho e viveu feliz com seus pais e sua estrela de estimação.


A BRUXA DOS ANDES Catarina El Murr

Há muito tempo contava-se em uma lenda que no alto da montanha cheia de neve havia uma bruxa que quando uma criança pegava essa neve, ela a seguia até a sua casa para tentar pegá-la de volta. Um dia uma menina decidiu levar neve para seus pais verem. Ela era Sofia, uma menina meiga e muito carinhosa. A noite a bruxa foi na casa da menina para pegar a neve

de volta. Ela bagunçou tudo para tentar achar a neve, mas ela já tinha derretido.

Quando a menina acordou viu tudo bagunçado e viu uma bruxa saindo correndo do seu quarto. Pensou na Bruxa dos Andes, pois seu pai havia contato sobre a lenda alguns dias atrás. Resolveu, então, ir atrás dela. Sofia escalou os Andes atrás da bruxa, quando encontrou disse: - Porque você bagunçou meu quarto? – disse a menina. - Porque a neve é minha! – respondeu a Bruxa dos Andes muito brava. - Por que você é tão egoísta? – perguntou Sofia. - Porque há muito tempo, eu ia à cidade e fazia neve para as crianças. Um dia uma das crianças me viu fazendo uma poção mágica e achou que eu fosse má e contou para todos. Com isso, eles queriam me matar. – resmungou a bruxa. Sofia pensou e disse: - Por que você não vai à cidade comigo, eu te protejo e conto sua história. Então, a bruxa da neve resolveu descer e conhecer todos da vila que a receberam com muito carinho. Ela fez grandes amizades e visitou a cidade sempre. As crianças adoravam a Bruxa dos Andes. Ela passou a fazer bonecos, anjinhos de neve e muitas outras coisas. Opa, eu quase ia me esquecendo. A Bruxa dos Andes virou a Fada dos Andes e todos começaram a chamá-la assim. Sabe como eu sei dessa história? Sou eu a Fada dos Andes!!! FIM


A FADA MISTERIOSA Catarina Chor Macedo

Capítulo 1 – COMO SÃO AS FADAS

Você sabia que cada fada tem uma missão diferente? A fada da primavera, a fada do outono, a fada do inverno e a fada do verão têm uma missão diferente. A fada da primavera tem a missão de que as flores nasçam bem bonitas e cheirosas. A fada do outono tem a missão de que todas as folhas caiam. A fada do inverno tem a missão de fazer cair flocos de neve. A fada do verão tem a missão de que o sol se abra e fique calor. Mas elas tinham um segredo, que era este: elas não podiam ser vistas por humanos, porque se não elas perdiam o poder das estações do ano e ninguém teria primavera, outono, inverno e verão. Por causa das fadas temos inverno, outono, primavera e verão, boa parte do tempo elas ficam fazendo isso. Sabia que cada fada tem uma cor diferente? A fada da primavera é verde, a fada do outono é marrom, a fada do verão é amarela, a fada do inverno é branca. A fada da primavera só tem coisa verde, a fada do outono só tem coisas marrons, a fada do verão só tem coisas amarelas, a fada do inverno só tem coisas brancas. Elas moram em casas de sua cor. Lá tem muitos bichos da água e da terra, tem muitos lagos e poças e muita folhagem. As fadas comem comida que nem a gente. A fada da primavera come só frutas, a fada do outono só toma café, a fada do verão só come coisa apimentada, a fada do inverno só toma sorvete. Elas moram em um país que ninguém conhece. Para chegar lá tem que atravessar dois lagos, um pantanal, passar pela floresta das fadas e então se chegará. Elas tinham vários relógios para saber a hora que é para fazer a magia. Às vezes faltava alguma coisa e tinham que buscar no mundo humano. As fadas medem mais ou menos 20 cm.

Capítulo 2 – MARINA ENCONTRA AS FADAS

Um dia faltou açúcar para a fada do outono e todas as fadas foram para o mundo humano buscar açúcar para a fada do outono. Resolveram ir para a casa da Marina. Marina ainda estava acordada e viu as fadas, mas as fadas não perceberam que foram


vistas, pegaram o açúcar e saíram da casa da Marina. Quando as fadas chegaram em casa, perceberam que não tinham mais magia e pensaram que Marina tinha visto elas. Elas voltaram para casa de Marina para saber se ela tinha alguma solução. Marina, que era cientista, resolveu ajudar as fadas. Perguntou o que elas queriam, e elas contaram o segredo: que quando são vistas por humanos, perdem o poder das estações. Marina quis ajudar, pois era cientista e sabia de várias coisas, e assim ajudou as fadas. Depois de algum tempo, Marina fez os flocos de neve nevar, fez as folhas crescerem, fez as folhas caírem e fez ficar calor. E tudo ficou normal. Mas ainda faltava alguma coisa no mundo das fadas, que não tinha no mundo humano: folhas envenenadas para ninguém entrar no mundo das fadas. E lá foram elas para a floresta da bruxa Maldita, com a Marina. Quando estavam colhendo as folhas, apareceu a bruxa Maldita! Ela tinha nariz verde, cabelos cheirando mal, uma vassoura estropiada, sete gatos, um caldeirão e mil frascos. Se você encontrar uma bruxa que se chama Maldita, leia imediatamente o capítulo 3.

Capítulo 3 – A BRUXA QUE NÃO SE CHAMAVA MALDITA

E lá foram as fadas, correndo para o mundo delas. E a bruxa Maldita foi atrás. Marina, que era esperta, descobriu que, se trocassem as letras, ela não ia se chamar mais Maldita, ia se chamar Matilda! Matilda é Maldita com as letras trocadas. Era só falar M A T I L D A que o encantamento acabava. As fadas, que estavam procurando faz anos a fada misteriosa, encontraram, porque ela era a Matilda. Ela era a Fada M I S T E R I O S A! Marina gostou tanto do mundo das fadas que elas deixaram Marina ficar e deram para ela um par de asas para poder voar, e assim ela se tornou uma fada.


Os cristais Cleo Leite Pinto Sant’Anna Costa

Era uma vez uma menina chamada Carolina, mas todos a chamavam de Caca. Ela tinha uma amiga que se chamava Avalon e a Avalon tinha uma irmã que se chamava Beatriz, mas todo mundo chamava ela de Bia. Um dia a Caca estava na escola, ela subiu uma escada e viu que todo mundo estava correndo e então ela desceu a escada correndo. Mas quando ela estava correndo um caminhão pegou ela. O caminhão a deixou no pátio da escola que estava cheio de crianças desmaiadas. Ela viu a diretora, se transformando em Bruxa e conversando com um homem. Ela só ouviu que iriam transformar as crianças em estatuas. Então tentando fugir ela entrou em um cano. Ela ficou mais ou menos uma hora andando dentro do cano. Quando ela conseguiu sair do cano ela viu um homem com uma moto e foi pedir informação. Mas chegando mais perto ela percebeu que o homem tinha nariz de gato, então ela achou melhor não ir pedir informação. Ela viu outro homem, mas ela achou melhor não ir pedir informação, pois dava para ver de longe que o homem tinha orelha de cachorro. Ela andou, mas um pouco e viu um monte de crianças em forma de estátuas e percebeu que uma criança era Bia, a irmã de Avalon. Tentou e tentou um jeito de Bia voltar ao normal. Chegou ao ponto de até colocar lixo na boca dela, mas não conseguiu. Então depois de tanto procurar alguma coisa que fosse deixar a Bia normal ela foi até o cano. Dentro do cano ela virou em um outro cano em que ela achou uma sala cheia de cristais de algumas cores. Então ela pegou o cristal amarelo e foi testar em uma criança e ela virou um bode. Então ela foi testar o azul em uma criança e a criança virou um copo de agua. Então ela testou a rosa, mas a criança virou um bicho que tinha rabo de macaco, corpo de serpente, um dos olhos de dragão e o outro de bode. Então ela testou o roxo e a criança virou uma bruxa estátua.

Depois dela testar em toda as crianças menos na Bia só sobrou o cristal preto e ela foi testar na Bia e ela virou um entregador de pizza. Então a Caca foi na sala dos cristais e ela percebeu que tinha uma portinha e então ela entrou na portinha. Dentro da portinha


tinha uma sala que tinha uma pizza que a Caca experimentou a Caca ficou com um rabo de macaco, mas ela testou na Bia e deu certo, mas ela ainda estava com rabo de macaco. Então ela foi na sala da pizza e percebeu que tinha outra porta. Ela entrou na porta e dentro da porta tinha uma fruta. Ela comeu a fruta e o rabo de macaco sumiu, mas elas ainda tinham que sair daquele lugar. Depois delas pensarem muito a Caca teve uma ideia: a Bia distrairia o homem com nariz de gato enquanto ela pegava a moto dele. E ela falou todo o plano para Bia e elas fizeram o plano e deu tudo certo. Elas salvaram as crianças e colocaram um dos cristais na boca da bruxa que virou uma linda gata que viveu feliz para sempre.


MÁLERA MÁ Giovana Dionísio Anraku Matsui

Era uma vez uma mulher que se chamava Málera Má e tinha horrendos chifres, um cefro e um espelho mágico. Um dia ensolarado a princesa nasceu e o rei e a rainha fizeram uma festa convidando todos do reino até as três fadas eles convidaram ! Mas não convidaram a Málera Má e ela ficou muito brava então foi até o castelo e quando chegou a vez da terceira fada fazer o seu desejo para a linda princesinha Auraneve então Málera Má chegou e falou: - Vocês vão se ver comigo agora !!! Por não ter me convidado, quando a princesa Auraneve completar onze anos ela vai comer uma maçã envenenada e vai cair no sono profundo KKKKKK ... Então o rei e a rainha pediram para as fadas cuidar da princesa Auraneve e levaram-na em uma casa no meio da floresta e na casa onde as fadas levaram a princesa tinha sete anões- DUNGA, ATCHIM, SONECA, ZANGADO, MESTRE, DENGOSO E FELIZ. Um dia a mãe da princesa morreu e Málera Má vez uma posão para tirar o seu enorme chifre porque o rei estava procurando uma moça para ser a nova rainha e a posão também fazia ela ficar bonita então a Málera Má foi até o castelo e o rei se apaixonou por a Málera então quis casar-se com ela.Depois do casamento a nova rainha sempre perguntava para seu espelho: - ESPELHO ESPELHO MEU EXISTE ALGUÉM MAIS BONITA QUE EU? E o espelho respondia: - SIM MINHA RAINHA A PRINCESA AURANEVE É MAIS BELA!! A rainha perguntou para seu espelho querido: - ONDE ELA ESTÁ?!!! E o espelho respondeu: - ELA ESTÁ NA FLORESTA COM AS FADAS E OS ANÕES. Então passaram-se os dias e anos em um dia o aniversário da linda princesa de onze anos então a bruxa se transformou em uma velinha então ela foi até a floresta e quando as três fadas e os setes anões sairam a velhinha chegou até a casa onde estava a princesa a Málera Má que estava em forma de uma velhinha ela falou: - O linda menina não quer uma linda e vermelha maçã?


A princesa falou: - Eu vou querer sim uma maçã vermelha boa velhinha. Então a Málera Má pegou a maçã e deu para a princesa então quando a Auraneve deu sua primeira mordida e desmaiou mas quando a velhinha saiu da casa ela acabou subindo o morro, caiu e morreu. Quando as fadas e os anōes chegaram Auraneve estava no chão. Colocaram ela em um caixão ao sol de capa de vidro então passou um príncipe por lá, a viu e então ele deu um beijo e ela acordou. Eles se casaram e viveram felizes para sempre, fim !


O rapaz e uma bruxa misteriosa Laura El Murr

Era uma vez um rapaz que vivia sozinho em uma casa longe da cidade. Ele não tinha ideia de como se fazer amigos, seu nome era Guilherme. Um dia ele decidiu que iria se mudar para a cidade grande onde teria amigos e vizinhos. Mas como ter amigos e vizinhos? Então, certo dia ele se despediu de sua casa e foi até a cidade. Ele estava feliz, mas com saudades de sua antiga casa. Assim mesmo foi até o porteiro do prédio que entregou a chave do apartamento. Ele estava louco para conhecer seus novos vizinhos, mas só de olhar para sua vizinha, ele percebeu algo estranho. Ela tinha um nariz cheio de verrugas, um chapéu pontudo e um pano nos seus olhos, sem falar que suas orelhas eram enormes e o tamanho do pé nem queiram saber. “Ela era uma bruxa?” – ele pensou. Todos os dias ele convidava a senhora misteriosa para ir a uma exposição, mas a única palavra que ela falava era: NÃO, NÃO e NÃO. Como poderia ele convencê-la a sair com ele? Um dia ela estava andando na rua com muitas compras e de repente ela tropeçou, quando Guilherme se aproximou e a ajudou a levantar. Então, ela disse: - Obrigada Guilherme por me ajudar. – disse a bruxa misteriosa. - Como sabe meu nome? – perguntou Guilherme assustado. - Você é meu vizinho. – respondeu a bruxa. Ele ficou feliz, pois sabia que agora teria uma amiga. Eles se aproximaram e ela resolveu contar o seu segredo para ele. Ai rolou a conversa até que ela não aguentou e acabou saindo a verdade da boca dela: - Vixe, agora danou-se... Agora vou contar tudo – falou a bruxa misteriosa. - Bom, a única coisa capaz de quebrar o feitiço é um beijo de amor verdadeiro. Então, eles conversaram até que chegou ao ponto que ela falou: - Quem é que seria capaz de beijar alguém tão feia como eu? - Eu – disse o rapaz - SMACK!!! - os dois Uma luz apareceu e ela ficou bonita novamente e eles viveram felizes para sempre. FIM


Taparica, a bruxa e o fim da história Leonardo Tavares de Moura Guerra

Era uma vez uma bruxa, fim. - Pera aí, já acabou a minha história? Eu nem falei o meu nome. – disse a bruxa. - a resposta é: não acabou! – disse o narrador - Ah, tá. – disse a bruxa - Bom, então meu nome é Taparica, e olha que legal: ao invés de eu ter vassoura eu tenho rodo, ao invés de gato, eu tenho cachorro, ao invés de ser má, eu sou boa. - quantas pessoas você ajuda por dia? Perguntou o narrador. - Tem dia que eu ajudo 100, 110, 90, 99, 150... mas, pera ai! Quem tá falando comigo? - É o narrador. - Ah! Bom dia, narrador. O que você fez hoje? Perguntou a Taparica. - Eu fiquei vigiando para os outros personagens não entrarem nessa história. Respondeu o narrador. O narrador foi almoçar, enquanto isso, o Pai Urso e o Pinóquio entraram na história, o Pinóquio começou a mentir e aí seu nariz cresceu e ele começou a cortar todas as árvores com o seu nariz. Pai Urso então, esmigalhou as árvores, mas quando eles estavam indo embora, a Taparica fez um feitiço que fez crescer árvores em volta deles e prendeu eles entre várias arvores e foi por isso que o Pai Urso e o Pinóquio nunca mais apareceram nas histórias. Uma hora depois, a Taparica foi pra cidade e lá encontrou uns 3098 espíritos e ajudou todos a ressuscitar em seu feitiço, depois foi ao mercado e comprou 300 pães, 250 mangas, 350 bananas e 1000 galões de água. Quantas coisas a Taparica comprou?


- Pare de falar de matemática! Agora eu quero continuar a minha história. Disse a Taparica. - Então continue a sua história. Falou o narrador. A Taparica foi para a história dos três ursos para dar uma lição no Pai Urso, mas uma lição boa, ela pegou o e-mail dele e passou um monte de vídeos de como não matar a natureza e depois foi para a história do Pinóquio. Ela esperou ele chegar e quando ele chegou, ela ensinou ele a como não matar a natureza, conversando com ele. E de volta na sua história ela começou a se divertir brincando com o seu cachorro de pegar e com o rodo ficou voando em cima dele para ver ele correndo e quando o cachorro cansou ela o alimentou e foi dormir. No dia seguinte, ela acordou o cachorro e o rodo estavam brincando de o rodo voar e o cachorro ir atrás dele, quando os dois viram ela foram na sua direção, todos subiram no rodo e foram para lua, na lua eles brincaram d Pega-pega, esconde-esconde e polícia e ladrão. Quando eles voltarão para a terra, chamaram o Pinóquio e os Três Ursos para brincar de polícia e ladrão. E no dia seguinte, chamaram também os três porquinhos e o Biscoito de Gengibre para brincar de polícia e ladrão como os outros, mas o biscoito de gengibre trouxe um amigo mau e a Taparica não conseguiu mais ajudar e ser boa, então foi assim que as bruxas ficaram do mau, principalmente a Taparica.

FIM


O conto que a bruxa vence Manuela Perez Nagamine

Era uma vez uma bruxa muito muito má que morava em uma caverna. Encapuzada sempre e muito bonita, ela queria matar uma princesa. Mas como a princesa já fora alertada dos planos da bruxa por sua amiga Chapeuzinho Vermelho, falou com seu marido:

- Querido, ela esta vindo e quer me matar, o que faremos?

- Ainda não sei!! O único problema é que você está gravida e não consegue lutar – ele exclamou.

- Não podemos continuar assim! Ainda mais que se ela me matar, nosso neném também vai morrer!-ela exclamou.

- Tive uma ideia! A bruxa tem várias poções. Nós podemos roubar uma de invisibilidade!! – exclamou a mulher. E assim eles foram para a caverna e roubaram a poção. Só que a poção não era de invisibilidade, era de prisioneiro.

Com a bola de cristal, a bruxa tinha visto o casal no futuro indo para a sua caverna. Então trocou as poções. Pegou uma etiqueta e escreveu: invisibilidade. E colou na poção de prisioneiro. Assim que foram presos, eles ficaram impressionados com a beleza da bruxa.

Enquanto eles estavam aprisionados na caverna da bruxa, começou uma guerra de ogros. O casal tentou sair, mas percebeu que iam morrer do mesmo jeito. Então decidiram ficar e tentar comer menos. É que a bruxa sempre dava comida a mais para eles engordarem e ela cozinhá-los.

Depois de meses de espera, o bebê nasceu. Era uma menina. A bruxa que já estava esperando a bebê nascer para comê-la, começou a sentir a bebê no coração, e desistiu


daquela coisa cruel.

Uma semana após o nascimento da criança, a mãe descobriu que tinha uma doença e que iria morrer em dias. Então pediu para a bruxa para dar um único tchau para a sua filha. A bruxa deixou já que ela já ia morrer mesmo. Como a bebê tinha cabelos negros, olhos negros, pele negra e era linda, a bruxa deu o nome dela de Beleza Negra. Beleza Negra sempre brincava com a bruxa e adorava ela. O pai percebeu que elas se gostavam então também começou a gostar da bruxa. E é assim que a bruxa vence.


Gruschenka e a aldeia encantada Maria Gabriela Palma de Almeida

Tinha uma aldeia no norte da Rússia, onde fazia muito frio de dia e de noite. Nessa aldeia havia vários seres encantados: fadas, duendes, elfos, etc. Entre eles havia uma família de bruxos e bruxas onde tinha acabado de nascer uma bruxinha que se chamava Gruschenka Sarapova. Sua família era pobre, porque perderam o dinheiro numa luta onde apostaram todas as relíquias que tinham. Por causa da família ser pobre, a bruxinha era debochada e excluída. Mas existiam duas crianças que não debochavam dela: o príncipe Higor Türk e Natasha Quietinski, e por isso eles ficaram amigos. Ao longo dos anos, os amigos foram crescendo e a Gruschenka foi aprendendo feitiços da família que eram usados para o mal. Ela sentia raiva de todos os que zombavam dela, e essa raiva foi crescendo junto com ela ao longo do tempo. Os únicos de quem ela não tinha raiva eram Higor e Natasha. Um dia, os aldeões foram reclamar com o rei da aldeia, Dimitri Türk, dizendo: - Senhor, existe uma família de bruxas nessa aldeia ! Faça alguma coisa ! Então o rei falou: - Vou expulsá-los daqui para nossa segurança ! Quando a Gruschenka soube que seria expulsa do seu lar, ficou com mais raiva ainda dos aldeões e, por isso, decidiu que quando ficasse melhor em seus feitiços, ela voltaria para a aldeia para se vingar. Quando acharam outra casa para morar, a bruxinha pediu à sua mãe e a seu pai para lhe ensinarem mais bruxarias maldosas para lançar aos moradores da aldeia, de onde fora expulsa com sua família. E assim eles fizeram. Ensinaram todos os feitiços que ela pediu e, desta maneira, ela se tornou especialista em feitiços do mal, e desta forma, já podia lançar feitiços nas pessoas de sua antiga aldeia. Um dia, a bruxa foi se vingar de seus antigos inimigos e quando ela chegou na aldeia ela encontrou os seus amigos: Príncipe Higor e Natasha que agora era uma princesa já que os dois tinham se casado. Depois a malvada contou para eles sobre o seu plano maligno, mas eles não gostaram e foram avisar a todos da aldeia. Quando a Gruschenka soube disso, ela ficou muito chateada e resolveu virar inimiga deles.


Então, ela começou o seu trabalho. Lançou feitiços que faziam as pessoas desaparecerem e, deste modo, todos que caçoaram dela, repensaram o que tinham feito com a família de bruxos e bruxas e ficaram muito arrependidos do que fizeram. Quando ela acabou com todos da aldeia, ficou muito sozinha e sem ninguém para conversar e percebeu que o que ela tinha feito não era bom. Assim, resolveu trazer todos de volta para a aldeia e, depois que os trouxe de volta, eles pediram perdão à bruxa pelo que tinham feito anos atrás e ela os desculpou. E assim, viveram todos felizes para sempre !


A bruxa e a fada Mariana Vitiritti Rodrigues

Era uma vez, uma fada que morava no alto da colina e uma bruxa lá embaixo. Um dia, a fada estava passeando e encontrou a bruxa. Ela era muito má! A bruxa aprisionou a fada, ela fazia de tudo pra sair mas não conseguia. Um dia, a fada encontrou um buraco e quando encostou na parede, ele levou a um lugar estranho. Era um lugar em que a bruxa fazia suas poções secretas. Tinha um cheiro horrível! Parecia cheiro de ovo podre. Tinham teias de aranha por todo o lugar. O chão era preto de sujeira. Quando ela encostou na parede saíram várias baratas e ela ouviu os ratos passando lá em cima dela. A fada encontrou um livro de magias e pensou em ler os feitiços para ver o que acontecia. – Bolhas bolhudas - e apareceram muitas bolhas pela sala. E disse: – Porcos portos – e apareceram vários porcos rosados fazendo piruetas. E disse: – Abelhas abelhudas – e apareceram várias abelhas zumbindo uma canção. Mas de repente, a bruxa apareceu e a fada fez uma magia do livro: – Bolo maldoso, recheio torto, que faça essa bruxa virar um bolo fofo. Ela transformou a bruxa em um bolo. A fada não pensou duas vezes, voltou para a sua casa e NHAC, comeu o bolo ou será que comeu a bruxa?


BRUXARIA Marina D’Amico Munuera Lucarelli

No reino das bruxas, onde não pode entrar princesas, há uma bruxa chama Mafilda. A menina tem três amigos: Charlie, Rafaela e Caio. Ela é diferente das outras pessoas. Ela se veste e se comporta como uma princesa porque sua avó a fez um colar porque achava a menina muito feia, por isso a fez parecer uma princesa. Como o reino só era permitido entrar bruxas, Mafilda não podia mais ser vista na cidade, senão iam vê-la e expulsá-la de lá. Por isso, ela ficava o dia inteiro na casa da avó para não ser vista. A única que sabia desse segredo era a avó de Mafilda, que foi quem fez o colar. Ao longo do tempo, todos do reino ficaram preocupados com a menina, mas ela não podia sair lá fora e avó dela falou que se ela colocasse o colar uma vez, nunca mais poderia tirar. Um dia, Mafilda estava praticando um feitiço e o colar estava meio solto no pescoço e caiu no chão, ela tentou pegar, mas foi tão rápido que o colar se partiu em pedacinhos. Os amigos da menina estavam lá fora quando escutaram aquele barulho e forma ver o que tinha acontecido. Quando chegaram lá dentro da casa, viram Mafilda jogada no chão chorando porque tinha quebrado o colar. Ela estava linda, com cabelos longos, sapatos de salto e vestido fantástico. Os amigos de Mafilda não tinham certeza se era mesmo a Mafilda ou uma princesa de verdade. Um tempo depois as roupas de Mafilda começaram a sumir e ela começou a voltar ao normal. Os olhos lindos dela começaram a virar os mesmos de antes. Também os cabelos e sapatos. Os amigos de Mafilda estavam assustados e felizes por verem sua amiga de volta. Mafilda ficou triste por ficar a mesma de sempre, mas ficou feliz porque os amigos reconheceram ela de novo.


Ela, antes, comia chá com bolachas, mas ela preferia comer o que ela sempre comeu: gato, sapo, cachorro, cobra, morcego e rato. E, também, estava feliz por vestir sua roupa rasgadas, cor de rosa. Mas o que ela estava mais feliz ainda, era ver seus amigos, seus pais e principalmente sua família. A avó ninguém nunca mais ouviu falar, mas sabem que ela está bem longe. Agora ela adora ser a nariguda, com espinhas e ruivinha como sempre foi. Mafilda aprendeu uma coisa: NÃO IMPORTA SER FEIO, O IMPORTANTE É SER AMADO E SER FELIZ COMO ELA SEMPRE VAI SER DE AGORA EM DIANTE.


Steve o bruxo Murilo Agostinho Del Carlo

Era uma vez um reino mágico, que havia um bruxinho que era órfão, seu pai morreu e sua mãe deixou ele para trás, seu nome é Steve. Era tempo de guerra contra outro mundo liderado por Junior, o monstro voador de três cabeças. Steve treinava para derrotar Junior. Era difícil se aproximar de Junior. Era preciso teletransportar, o que nessa época era difícil, mas tinha um portal que levava para o mundo de Junior em uma montanha. Steve saiu a procura da montanha e no caminho encontrou um companheiro, seu nome é Edu e depois de um tempo achou outro que chamava Max. Pelo caminho passaram pelo pântano pegajoso, depois o castelo do horror e finalmente chegaram a montanha. Lá acharam um velhinho, guardião do portal, passaram pelo portal e chegaram bem, conseguiram passar discretamente pelas defesas de Junior, mas um guarda disparou o alarme e foram pegos. Junior zombou deles. Fora de lá, o velhinho estava preocupado e entrou no portal, na verdade era um ninja Sensei. Do nada e de uma vez só salvou Steve,Edu e Max. Todos soltos iniciaram a batalha. O inicio da batalha foi feia, os quatro lutaram muito e no final juntos mataram o Junior no mundo desconhecido. Quando já estavam salvos decidiram explorar o lugar e descobriram que lá era tudo de pedra de fogo e lava e decidiram chamar de Mundo de Fogo. Voltaram para casa e viveram felizes para sempre. FIM.


AS BRUXAS Paula Lopez-Arza Kayano

Era uma vez uma bruxinha chamada Bruriudi que morava com sua mãe Malvina. Brurildi era uma bruxinha boa e sua mãe também era. As duas tinham uma inimiga chamada Rivilina. Um dia Bruriudi chegou em casa correndo e disse: - Mãe, minhas amigas me contaram que descobriram, não sei como, o ponto fraco de Rivilina!! - É mesmo filha?!!! E qual é? - Mãe, você sabe que Rivilina pode mudar de forma, pode ter qualquer forma não é? - Sim! - Então... Elas descobriram que aquele colar que ela usa é o segredo! Se destruirmos o colar ela perde os poderes e fica fácil derrotá-la! - Ótimo, vamos pegá-la. Pegue sua varinha, e umas poções por precaução, e uma bolsa para levar tudo. - Tá bom Mãe. Mas o que Brurildi e Malvina não sabiam era que Rivilina tinha uma bola de cristal e estava vendo tudo o que estavam planejando. Enquanto isso Brurildi e sua mãe chamaram todos seus amigos bruxos e bruxas para ajudar, então todos partiram para o castelo de Rivilina sem as crianças, mas cheios de poções, varinhas e mais outras coisas mágicas. Chegando ao castelo da malvada, viram cair de cima uma folha de papel e quando olharam perceberam que era um mapa do castelo. Mas o que ninguém sabia é que era tudo uma armação de Rivilina porque seus fantasmas os esperavam no salão principal. Quando estavam na frente deste salão, Malvina disse: - Quando eu disser 3 todo mundo vai invadir o salão combinado? - Vamos lá, 123 e.... vamos!!!!


Buuummmmm !!!!!!!! Todo mundo entrou e disse – ‐ Nós te pegamos Rivilina!!!!!! ‐ Não nós pegamos vocês!!!! Hahahahahaha!!!! – disse Rivilina. Então Rivilina lançou um feitiço para todos começarem a brigar entre si. Enquanto isso, lá na casa de Brurildi, ela e as crianças estavam vendo tudo na bola de cristal, então disseram: ‐ Vamos ajudar nossos pais! Então todas as crianças foram para o castelo de Rivilina correndo porque tinham visto num livro de magia um feitiço para derrotar Rivilina. Chegando lá as crianças entraram por outra porta que era atrás de onde Rivilina estava. Então Brurildi gritou: -Rivilina!!!! Quando Rivilina virou para trás para ver quem a chamava Brurildi gritou: ‐ Abracadabra!!!!!! E foi assim que conseguiram destruir o colar de Rivilina. Então tudo e todos voltaram ao normal e Rivilina morreu. Todos se abraçaram e teve até uma festa e todos viveram em paz para sempre FIM


A invejosa Bruxa Pedro Lobeto Miyamoto

Um dia, em um castelo grandioso e poderoso, neste castelo, estava uma princesa de olhos amarelos e cabelo vermelho que estava no quintal de seu castelo. Enquanto isso, uma bruxa que tinha inveja dessa princesa, uma bruxa velha com um nariz gigante, estava tramando um plano para derrotar a princesa e então, ela ia se disfarçar de vendedora de maçãs, para dar uma maçã envenenada a princesa. Então, quando a princesa viu a vendedora, pediu uma maçã a ela. Na hora em que pegou a maçã, a princesa percebeu que havia veneno e disse que não queria mais a maçã. A bruxa ficou furiosa tramou outro plano mas ao fazê-lo comete outro erro. Então, a bruxa tramou um plano que não tinha como ter erro. Que era se disfarçar de velhinha e oferecer um grampo para transformá-la em uma pomba. Então ela foi ao castelo e pediu permissão ao rei para falar com a princesa. - Quem é você? – Perguntou a princesa. - Eu sou uma velhinha fraca e queria lhe dar esse grampo. – Disse a bruxa. A princesa pediu que o colocasse em seus cabelos. A bruxa espetou com toda a força o grampo e ela virou uma pomba. A pomba voou para floresta e a bruxa contou ao rei que a princesa havia se transformado numa pomba. A bruxa não era esperta, como ela contou ao rei, ele foi para floresta e achou a pomba. O rei viu o grampo na pomba, enquanto isso, e a bruxa fugiu para sua cabana. Quando o rei tirou o grampo, percebeu que era o grampo que a bruxa tinha dado para a princesa. O rei disse para os guardas pegarem a bruxa. Quando chegaram na cabana da bruxa pegaram ela e a prenderam. Apesar de estar presa, ela havia escondido sua varinha para se teletransportar e sumir na cabana. Quando o rei mandou os guardas voltarem à cabana, a bruxa não estava mais lá. Mas os guardas pegaram a varinha e mesmo sem saber usar conseguiram teletransportar a bruxa para a prisão do castelo e ela ficou lá até o dia de sua morte. Enquanto isso, a pomba voltou a ser princesa e todos viveram felizes para sempre.


BRUXILDA E BRUXÉLDA EM BUSCA DA SORTE PERDIDA

De: Teresa “Bruxinha” Calil       

Era uma vez duas bruxinhas gêmeas chamadas Bruxilda e Bruxélda, que são iguais, mas também diferentes, porque uma gosta mais de chiclete monstruoso, outra de alface assombrada, uma gosta mais de gatos manchados, outra de gatos pretos... Elas têm um amigo chamado Sortudo. Ele é um gnomo que dá sorte para todas as pessoas, mora no final do arco-íris e guarda o tesouro de toda a sorte do mundo. Só contou o que é o tesouro para seu dragão de estimação (que é o protetor do tesouro). Mas um dia, sem querer, Sortudo falou para as bruxinhas: - O que guardo no baú é toda a sorte do mundo. Mas não abram o baú! As duas bruxinhas são curiosas (uma semelhança entre elas). Resolveram abrir o baú quando o dragão estivesse dormindo para dar uma espiada. Quando abriram o baú, toda a sorte do mundo fugiu! O mundo inteiro ficou azarento. Os hospitais ficaram cheios de pacientes. E sempre que alguém pegava um copo ele se quebrava. Sortudo chegou e ficou furioso. Os três saíram em busca da sorte. No início da busca, encontraram uma casa mal-assombrada, que apareceu do nada. Nela encontraram um mapa e um bilhete. No bilhete estava escrito: “Para quando a sorte fugir do baú: encontrem-me aqui, nesse instante!” De repente, um poderoso e velho mago apareceu atrás de Bruxilda, Bruxélda e Sortudo. - Crianças, sei onde encontrar a sorte. Vocês terão que passar pela Floresta de Cogumelos, depois pelo Vale das Gargalhadas e, por último, chegarão ao Castelo das Bruxas. O mago não pôde ir na busca. Mas os três conseguiram seguir as orientações do mapa e do mago. Eles primeiro passaram pela Floresta de Cogumelos e foram pulando de cogumelo em cogumelo. Depois, pelo Vale das Gargalhadas, onde havia tantas piadas que eles desataram a rir em todo o caminho. Depois chegaram ao Castelo das Bruxas.


Entraram pela porta dos fundos e no caminho viram uma sugadora de sorte. Perceberam que foram as bruxas que sugaram toda a sorte quando Bruxilda e Bruxélda abriram o baú. As bruxas viram os três tentando pegar a sugadora da sorte. Foram voando atrás deles e gritaram: - Devolvam a sugadora! Devolvam! Então Bruxilda teve uma idéia. Ela disse: - Como vocês vão conseguir assustar as pessoas se tudo já está azarento e elas já não têm mais medo do azar? E a Bruxélda completou: - É mesmo! O que vocês vão fazer agora? Vão perder seus empregos de assustar? Nem podem mais fazer feitiços! Sortudo disse ainda: - Só tem medo do azar aqueles que têm sorte. Se você não tem sorte, pra que ter medo do azar? A líder das bruxas falou: - É, mas... Pensando bem... Não sei... Tá bom! A gente desiste! As bruxas, então, devolveram a sorte. Sortudo decidiu não trancá-la mais no baú, e sim deixar ela rolar pelo mundo. As pessoas recuperaram seus momentos de sorte. Só voltaram a ter azar de vez em quando. As bruxas não perderam seu emprego. Bruxilda, Bruxélda e Sortudo decidiram morar com o mago, para aprender novas coisas e ter incríveis aventuras. E viveram felizes para sempre, com uns dias de sorte e outros de azar.

FIM


A bruxa do natal Valentina Alcaldi Soares

Em uma certa manhã de natal tinha uma família de 2 crianças e 2 adultos que moravam em uma aldeia, não muito bonita mas que tinha uma coração pelo os moradores enorme. Essa família era de pai, mãe, filho e filha. Nessa maravilhosa manhã de natal o pai foi trabalhar e a mãe foi ao mercado como sempre acontecia. As crianças ficavam brincando na aldeia com os amigos. Mas como sempre dizem TODO CUIDADO É POUCO esse ditado se realizou. Nessa manhã uma bruxa apareceu e tirou toda a alegria da aldeia. Quando estava aterrissando perto das crianças, decidiu que estava sem companhia e pegou os dois filhos da família. A bruxa se chamava Tina. Levou as duas crianças para o calabouço e foi lá que moraram por algum tempo. Quando os pais chegaram na aldeia viram que as crianças não estavam lá. Procuraram por toda parte e nada, colocaram cartões e nada. Ficaram preocupados com o sumiço das crianças. A vinda da bruxa foi se espalhando até chegar nos ouvidos dos pais que obviamente ficaram tristes. Mas a noticia boa era que os pais sabiam onde era a cabana da bruxa só que não tinham coragem de ir lá. Mas como o caso era serio tinham de tomar uma providencia rápida e inteligente para não estragar o natal. Então a mãe pulando do sofá teve uma ideia: - A gente pode mandar uma carta para a bruxa falando assim: Querida bruxa venha me visitar na praça central da cidade das bruxas as 13:30hs pois quero falar com você e nosso papo termina as 15:00hs Estou de esperando. Um abraço admirador secreto bruxo. Então o que acha? - Acho uma boa ideia e vamos fazer isso – disse o pai Mandaram a carta e a bruxa seguiu adiante. Ela já tinha saído então aproveitamos para entrar e resgatar nossos filhos. Mas não sabiam que aquela bruxa tinha um urubu de guarda. Mas o urubu não sabia que ele tinha uma espingarda então ele matou o urubu. Mas quando tinham olhado no relógio marcava 14:00hs. Foram andando e andando e então o pai disse:


- Vamos apressar o passo pois a bruxa pode chegar a qualquer momento. A bruxa estava saindo do encontro muito brava porque não encontrou o bruxo e achava que era perda de tempo ficar lá plantada ate as 15:00. Pais e filhos chegaram sãos e salvos e nunca mais ficarão longe dos pais ainda mais no natal. No fim do dia chamaram a família e fizeram uma linda ceia de natal. Moral: Nunca deixe uma criança sozinha numa manhã de natal.


Bruxa da Neve Victor Almeida Zanelato Moraes

Em uma bela manhã do Reino Doce o mensageiro Chocolate chegou com uma mensagem para a princesa Jujuba. Quando a princesa leu a mensagem estava escrito o seguinte: “Eu, a Bruxa da Neve, estou de volta e vou mandar meu valeiro do mal capturar a princesa. Então, cuidado Reino Doce!’ Ao terminar de ler a mensagem, Jujuba guardou-a em um cofre debaixo de sua cama onde estavam varias outras mensagens da bruxa. - Guardas fiquem de olho nos cavaleiros que passam pelo reino. Vou chmar Mateus – disse Jujuba. - Sim majestade, vamos ficar de olho. – respondeu o líder deles. - Obrigada, vou partir para a caverna de Mateus – disse a princesa calmamente – e saiu do reino. Chegando lá, ele estava comendo estrogonofe, como sempre. - Mateus. - O quê Jujuba? - A Bruxa Da Neve esta de volta. - O que? Isso é uma loucura! Ela vai querer te capturar! O que você vai Fazer? - Calma Mateus, os guardas bananas já estão vigiando o reino e não vai ser ela quem vai tentar me capturar. - Vai ser quem então? - Um cavaleiro do mal, mas isso não importa. Quero que você me ajude. Você poderia ir até o castelo e matá-la? - Sim, posso.


- Muito obrigado Mateus! Até mais. – e saiu da caverna. - Ok, isso vai ser complicado – disse Mateus a si mesmo. Pegou seu cinto e foi embora de sua casa. Logo no início do caminho apareceu um dragão. Mateus pensou em domá-lo e pediu ao seu cinto um bife cru. O cinto atendeu ao pedido e Matheus deu o bife ao dragão e, então, a criatura estava domada. Ele rapidamente montou no bicho e logo começou a voar. Não demorou até avistarem o castelo da terrível bruxa. Mateus pousou seu dragão ali por perto e entrou. Aquele lugar era incrível: estalactites penduradas no teto, estátuas de gelo, flocos de neve desenhados no chão. <as aquilo não importava, ele tinha que encontrar Bruxa da Neve. Procurou por toda a parte e não a encontrou, mas quando olhou o salão ela estava ali parada. Pediu que a bruxa se rendesse. Ela recusou e jogou-lhe uma lança, mas Mateus desviou e do cinto pegou uma espada de bronze. Deu uma espadada no pé da Bruxa arrancando o seu sapato, e a mulher contra-atacou tentando o congelar. Mateus usou sua arma para tirar o gelo de sua perna. Em seguida a feiticeira criou bonecos de gelos assassinos e com lâmina da espada congelada Mateus atacou as feras. Rolamentos, espadadas, cabeças de neve voando para todos os lados. Ao derrotar todos atingiu a Bruxa da Neve no peito e ela caiu morta. Mateus saiu do castelo e montou em seu dragão e voltou ao Reino Doce, onde na cadeia o cavaleiro do mal se encontrava. Ao dar a notícia da morte da bruxa à Jujuba, foi nomeado cavaleiro brigadeiro.


A Bruxa Malfreda Vinícius Rezende Groff

Era uma vez em um futuro bem distante havia uma bruxa chamada Malfreda. Ela era bem velha com um olho esbugalhado e ou outro vesgo. Seu nariz era peludo e com vinte metros e mole. A Malfreda tinha cabelos arrepiados com quinhentas rugas. Seu passatempo era acertar flechas nos ratos e gostava de comer pessoas e também adorava assustar as pessoas. Um belo dia viu em sua bola de cristal um concurso de arco e flecha no rato e ela concorreu e venceu. Ela acertou quinhentos e vinte ratos e ganhou prêmio XP2000. O XP200 é muito forte. Malfreda começou o ataque na cidade. De repente abriu um portal e a Malfreda foi para a dimensão dos ursinhos canibais. De repente um ursinho ataca ela e ela dá um soco nele. Ela ouviu um barulho bem estranho atrás de uma moita “uga, uga” e apareceu um monstro de geleca verde e um ursinho canibal com armadura e estava domando o monstro para pular na bruxa. Malfreda jogou um feitiço neles com o som “trrtrrrtrrrrtrrrr”. Eles morreram e ela voltou para a dimensão dela. FIM


4ºs anos


UM AMIGO NOVO Ana Rossi de Araujo Costilhes

Quando minha mãe era pequena o quintal e a casa dela eram muito grandes e lá tinha muitos bichos como por exemplo: Porco, Cachorro,Passarinhos, Galinhas, Patos e Gansos etc. Um dia, na cidade de Vitória, numa estrada, acharam um veadinho

filhote

machucado. Dias depois do acidente (que a minha mãe nem sabia), apareceu a prefeitura da cidade com o veadinho que tinha se machucado na estrada. E como o quintal da casa da minha mãe era muito grande deixaram o veadinho na casa dela. Uma noite minha mãe estava tendo pesadelos e não conseguia dormir de jeito nenhum,olhou no relógio e era 1:31 da manhã, então saiu do quarto e depois saiu de casa e foi para o quintal. Estava tentando esquecer do pesadelo quando o veadinho mordeu sua perna, mas como era filhote e pequeno não doeu. Depois de um tempo os dois viraram bons amigos, e minha mãe deu nome de Bambi porque ele era muito parecido com o Bambi. Eles ficaram inseparáveis e faziam muitas coisas juntos, chegaram até a fazer um piquenique juntos. Mas num dia frio, a prefeitura apareceu para levar o Bambi e minha mãe chorou muito mas chorar não adiantou, ele foi embora. Um dia minha mãe foi com minha avó ao zoológico e sem querer encontrou o Bambi os dois ficaram muito felizes.

FIM


Tay Lung e o Templo Sagrado Benjamim Rezende

Era uma vez em um lugar bem distante chamado China, tinha um menino que se chamava Tay Lung ele tinha 11 anos e o sonho dele era saber fazer magia. Ele tinha um gato preto com os olhos verdes e quando ficava bravo era laranja e antes de aprender a magia ele tinha que estudar sobre magia. Ele mora em uma casa na árvore bem arrumada. Tay Lung se dirigiu ao templo sagrado, conheceu um velhinho chamado Jay que tinha 453 anos. Jay disse para o Tay Lung: Tay Lung eu vou te ensinar a usar uma espada mágica pra você lutar versos um do mal que se chama Uther pendragon e a filha se chama Morgause que você teria que lutar com magia. -Jay se eu quiser eu posso também lutar com kung fu? Perguntou o Tay lung. -Pode, mas é melhor com magia só que você pode ter sua arma secreta. -Beleza, ai sim. -Chegou o dia da luta de mim versus a Morgause e versus o Uther oendragon. Há, há, há, há, há, há Pum, paf, tum blof, tonhoim, tzzzzzzzz – Nossa ele está dormindo. Zzz!!!!!!!! -Nossa que sorte eles estão mortos. – Mestre eu matei eles! Ótimo!!!!!

FIM


O DESENHO DO MEU VÔ Bruno Ruiz Janovitz

Quando eu tinha mais ou menos três anos, eu fui à casa do meu avô Ruben. Ao chegar lá, eu dei um abraço na minha avó e, quando fui cumprimentar meu avô, vi que ele estava fazendo algo, nesse caso, era um avião vermelho em um papel. Então eu lhe perguntei: - Vô, o que você esta fazendo? - Estou fazendo um desenho - disse meu avô. Nesse momento, um pensamento me ocorreu: “o que será que é um desenho?”. Quando eu ia ir embora, meu avô me deu esse tal de “desenho”. Depois de se despedir deles, nós fomos. Quando estávamos no meio da viagem, perguntei: - Pai, o que é um desenho? Então ele me respondeu: - Filho, um desenho é quando alguém pega um material específico e começa a rabiscar, ou deslizar o material num papel, pano ou papelão. Aí, quando você acabar, o objeto que você usou, ou o projeto que formou vai estar desenhado. A partir daquele momento, então, eu soube o que era um desenho. Quando cresci, eu fui visitar minha avó e meu avô. Mas antes disso, eu preparei minha mochila. Eu já ia saindo quando me lembrei do desenho, peguei-o e o coloquei na minha mochila. Quando cheguei, disse: - Oi vô, oi vó. Quando eu vi os dois, eles estavam com sua nova cadela. Pude descobrir que o nome dela era Cacau, porque estava escrito na coleira. - Oi Cacau - eu disse. - Vamos passear com ela. Quer vir conosco? - disse meu avô para mim. - Claro que sim, vô. Quando estávamos passeando, eu peguei na minha mochila o desenho. - Olha vô, o desenho que você fez para mim quando eu era menor! Bem quando eu disse isso, o vento soprou, e jogou meu desenho bem numa poça de água. Eu comecei a chorar. Meu avô viu que o desenho estava todo feio.


- Não fique triste, quando chegarmos em casa, nós podemos fazer um desenho juntos! disse meu avô. - Eba! Quando chegamos à casa dos meus avôs, depois de fazer o desenho, nós o colocamos numa pasta para, se cair no chão, não molhar. Voltamos para casa com uma recordação: O DESENHO DO MEU AVÔ!

FIM


Alice e Laica, uma amizade inseparável!

Cecília Hoffmann Fontes

Um dia uma criança chamada Alice pediu de aniversario de 5 anos uma cadela. - Mãe, será que eu poderia ganhar uma cachorra de aniversario? - Não, ainda falta muito tempo para você ser responsável o bastante para ter um bicho de estimação. Depois disso, Alice tentava mostrar para sua mãe que era responsável o bastante para ter um animal de estimação. Como passear com os cães dos vizinhos, lavar o carro, fazer as obrigações, etc. Até que que no seu aniversario de 10 anos Alice resolveu pedir de novo à sua mãe, e ela deixou. Alice ficou muito feliz, ela escolheu um Labrador bege e lhe deu o nome de Laica. Ela não se separava da cadela, simplesmente tinha sido a melhor semana de sua vida. Um dia seu pai chegou em casa muito animado e disse: - Vocês não sabem o que me aconteceu! Fui promovido, e moraremos em Londres! – Alice, com dúvida, perguntou. - Mas e a Laica? Seus pais se olharam, e seu pai respondeu: - Infelizmente teremos que deixa-la aqui... Alice saiu correndo para seu quarto, abraçou Laica e disse: - Não se preocupe! No grande dia sua mãe estava empacotando as coisas e disse: - Será que você não quer que eu ponha essa mala no caminhão?

-

Não será necessário. Estavam indo no taxi e saiu um au-au-au... da sacola. Enfim chegaram, e sua mãe disse: - O voo foi ótimo, não? Um silêncio. Para não deixar um clima, seu pai respondeu: -Sim! Eles pegaram um taxi. Alice estaria pensando como seria sua casa, mas ela pensava mais em sua cachorra. Quando Alice chegou tirou Laica de sua mala (sim, Alice tinha levado Laica para sua nova casa). Sua mãe estava passando e viu!


- Alice! O que ela faz aqui?-sua m達e perguntou. Seu pai que ali passava viu a cena e disse: - Acho que sei o que aconteceu... Eles se reuniram, e Alice contou o que aconteceu. Bom, seus pais entenderam... Mas ela ficou, ainda assim, de castigo...

FIM


A Escola Nova Autora: Clara Ferreira Mendonça

Foi estranho. Quando Natasha, uma menina russa, loira, de olhos escuros e 12 anos de idade, se tocou, estava em um lugar que nunca tinha visto na vida. Parecia uma escola, era um prédio velho com muitas janelas, um terreno grande ao redor e na frente uma grande placa que dizia: Colégio Militar de Moscou. Ela foi entrando, atravessou o terreno e bateu na enorme e nada convidativa porta. Um homem gigante que até parecia um urso polar atendeu. -Olá-disse a menina -O que você quer aqui?-ele respondeu de um jeito grosseiro -Acho que essa é minha nova escola. O homem caiu na gargalhada, olhou ao redor e, vendo que ela não tinha acompanhante, a levou por um grande corredor até seu alojamento. Quando Natasha olhou o quarto, viu que era uma escola masculina porque tinham muitos beliches enfileirados com garotos dormindo neles. Então o homem disse: -Você pode ficar, mas com uma condição. Você terá que convencer a todos de que é um menino. -Está bem. -Vai dormir no beliche de baixo do Boris-disse ele, apontando para um garoto gordo e pesado que quase quebrava o beliche de cima Ela arregalou os olhos, foi se aproximando, deitou e quase não dormiu. No dia seguinte ela acordou um pouco diferente, seu cabelo estava cortado bem curtinho e estava usando um gorro que cobria praticamente a cara toda. E então o Urso Polar apareceu tocando uma corneta bem alto. Todos os garotos levantaram e ficaram parados em frente às camas-e sem reclamar!! Natasha fez a mesma coisa logo em seguida e o homem gritou: -Todos para fora, vamos treinar! E então Natasha disse: -Mas está chovendo, não quero me molhar. -Está bem, você pode ficar aqui dentro… -UFA! -…Fazendo 200 flexões!!!!!!!! -Bom, nesse caso, acho que vou ir lá fora, tá?


O treino era pesado. Para começar, tinham que fazer 50 flexões, depois tinham que correr 2 quilômetros em 15 minutos e então tinham que se jogar no chão e levantar como se não tivesse sentido nenhuma dor. Depois de todo esse esforço eles ganhavam meio sandúiche de queijo e um copo de água. Logo após tinha mais treino e mais e mais e mais. Natasha não conseguia se aguentar de cansaço e, quando finalmente chegava a hora do jantar, eles comiam a outra metade do sanduiche e mais um copo de agua. Quando terminou a refeição a menina fez a burrice de perguntar: -E a sobremesa, hein? O refeitório ficou em silêncio e todos olharam para a novata. Foi aí que chegou o Urso. Ele estava bravo, falou umas palavras bem feias para ela, virou as costas e foi embora. Depois do jantar eles se dirigiram às suas camas e desmaiaram. Os dias foram se passando e a garota se acostumando. Até que um dia alguém começou a chamá-la. Natasha, Natasha, Natasha-esse chamado pareceu ter um eco. Ela foi descendo o comprido corredor atrás da voz. Quando ela chegou no final do corredor, estava na sua casa, em seu quarto e na sua cama. Quem estava chamando era sua mãe. Ela notou que tudo tinha sido um sonho e então sua vida voltou totalmente ao normal.


OS ÓRFÃOS Diego dos Santos Bruttin

Era uma vez uma garotinha chamada Julia que tinha um irmão chamado Bento. Essas crianças eram órfãs. Bento tinha 9 anos, Julia tinha 11 anos, nunca tinham sido adotados pois eram muito bagunceiros. O orfanato ficava num campo verde e florido. Este campo tinha uma fazenda e desde pequenos planejavam um plano para escapar e fazer sua própria aventura. Os irmãos tinham uma única fotografia dos avós e o maior desejo era encontrá-los. Um dia, quando todos foram passear, os dois ficaram no orfanato. Começaram a se preparar para escapar, arrumaram as malas, fizeram lanches e montaram nos cavalos que ficavam na fazenda e a jornada começou. Cavalgaram da Califórnia até o México, que era sua cidade natal, para achar sua família. Quando chegaram lá Julia perguntou: - “Bento você sabe para onde vamos agora?” - “Não. Vamos perguntar para alguém.” – respondeu Bento Viram o guarda e perguntaram: - “Seu guarda, você já viu essas pessoas?” – perguntou Bento mostrando a foto da família. - “Não, porém acho que sei quem já pode ter visto.” - o guarda retrucou. - “Quem?” – perguntou Julia. - “O segurança do shopping” – respondeu o guarda. Então os dois partiram e procuraram e procuraram, até que depois de conversarem com todos os guardas, só um disse: - “Eu já vi essas pessoas, elas estavam querendo uma placa para o endereço deles”. - “Que endereço?! Eu preciso saber o endereço!” - Julia gritou. O segurança disse que só sabia o número, era o 67. - “Mas você sabe o nome da rua?” – falou Bento. - “Não, mas eles falaram algo sobre o Parque Continental, acho que é um bairro” – respondeu o guarda. Agradeceram e montados no cavalo partiram em busca do bairro. Lá chegando encontraram um moço puxando uma carrocinha. Ficaram com medo, porem era a única


opção. Tomaram coragem e perguntaram: - “Você conhece essas pessoas?” - “Sim” - respondeu o homem. - “E sabe que rua eles moram?” - “Talvez. Quem são vocês?” - perguntou Mesmo com medo decidiram contar sua estória. Da morte dos pais, do orfanato, do plano de fuga e de como chegaram até ali. O moço ficou comovido e impressionado pela coragem dos irmãos, então contou que desconfiava de que os moradores da Rua Benedito Flavio da Silveira fossem seus avós. As crianças perguntaram por que e ele contou que um dia estava pedindo comida de casa em casa, quando encontrou esse casal muito atencioso que comentaram entre si, que seus netos poderiam ser uma dessas pessoas que vivem na rua. Agradeceram e foram em busca da casa. Em frente a casa ficaram pensando: e se eles não forem nossos avós? Vamos voltar para a Califórnia? Mas como, somos fugitivos do orfanato. Mais uma vez tomaram coragem e bateram na porta. Ao abrir a porta o casal ficou espantado. Sem ninguém dizer nada, sabia que eram seus netos. Foi uma alegria imensa. Todos se abraçaram, entraram em casa na maior alegria deram uma festa pelo reencontro e prometeram que sempre ficariam aos seus lados.


Francisco Zardo de Melo

Num dia desses, minha tia contou uma história que tem semelhanças com essa, que aconteceu no tempo que sua avó era apenas uma criança como eu. Era um dia comum num bairro pobre de São Miguel, principal e maior ilha dos Açores, arquipélago português. Minha tia Zoraida, com 5 anos, estava em casa com a sua mãe e irmãos, mas saiu de casa para encontrar os amigos da escola. Não percebia seu irmão, José, atrás dela que tentava alcançá-la para lhe dar a notícia que mudou sua vida: -- Zoraida! Zoraida! --gritou José. -- O que foi José? Fale! --perguntou assustada. -- A mãe acabou de falar para mim e para a Maria que o pai mandou uma carta dizendo que vamos morar no Brasil! --comunicou animado José. -- BRASIL!? Como, se não temos dinheiro? --perguntou Zoraida. -- Sim, o pai ganhou um pouco de dinheiro, alugou uma casa e conseguiu arrumar um lugarzinho para nós em um cruzeiro, no navio! --explicou José. E lá se foram os irmãos a caminho do Brasil. Primeiro, de barco para Lisboa. Depois outro barco até o Brasil, numa grande aventura de 2 meses. No porto de Lisboa, Maria, a irmã mais nova, perguntava onde iriam ficar. -- Não temos lugar para ir. Vamos ficar o dia inteiro aqui --respondeu cansada Teresa, a mãe, minha avó. -- O dia inteiro? De jeito nenhum durmo aqui, vou embora --gritou Maria.

Então, Maria correu para fora do porto, de um jeito que ninguém, nem mesmo o homem mais rápido do mundo, conseguiria chegar a 5 centímetros dela. Seria atropelada, se Teresa não conseguisse segurá-la pela gola de sua camisa, com uma força que ela não mexeria nem o dedinho do pé. Enquanto isso, Zoraida e seu irmão acordaram e não acharam sua mãe. Eles saíram procurando pelo porto inteiro, como não encontraram, decidiram procurar fora do porto. Por sorte deles, enquanto saiam


trombaram com Maria e Teresa e então se sentaram de volta e esperaram até o barco partir. No barco, José insistiu que faria de tudo para que o barco não saísse de Portugal. Ele foi até a cabine do piloto e fingiu que estava desmaiando para ele atrasar o barco e fugir. Mas Teresa convenceu os pilotos que José estava enganando, para atrasar o barco. No meio da viagem Maria passou mal, tão mal que até desmaiou. José foi o primeiro a vêla desmaiada e também desmaiou porque sua irmã estava passando mal. Teresa deixou os dois no chão, acreditando que fingiam. Ainda bem que Zoraida acreditou e os socorreu. Uma atendente ajudou Maria, e Zoraida ajudou José, que logo acordou.

E mais um mês restava até encontrarem o pai e morarem no Brasil. Nesse um mês, não aconteceu nada demais: apenas José tentou se jogar ao mar e Maria continuou passando mal... Foi assim até o grande dia em que chegaram no Brasil.

José Francisco (meu avô) estava há 1 dia no porto de Santos para leva-los para casa, em São Paulo. Foi nessa mesma casa que meu pai nasceu, ele é um dos poucos que nasceu em casa mesmo, não foi ao hospital. E, foi nessa rua que meu pai conheceu minha mãe. `


NO HOSPITAL

Isabel Assef Barreira

Era sábado a noite,e duas irmãs estavam brincando de pular no sofá da sala.Elas estavam passando o fim de semana na casa da avó.Uma delas começou a dar estrelas,e já que era um apartamento pequeno,ela bateu a cabeça. -Você esta bem?!-Perguntou sua irmã assustada. Quando a menina virou,estava com a testa ensanguentada -BUA,BUA!!!!!-Ela começou a chorar de dor. -O que foi?!O que foi?!-Perguntou a vó aflita. -Ela estava dando estrelas,e bateu na estante!!!!-A menina estava mais aflita por ver a irmã mais nova caída no chão,e chorando. -Vou chamar minha amiga aqui do prédio,ela é medica e pode ajudar.-Falou a senhora,que já estava mais calma. Elas esperaram uns cinco minutos,e a amiga da vó delas chegou. -O que aconteceu?-Perguntou ela quando estava se aproximando da garota. -Ela rasgou a testa-Gritou a irmã mais velha. -Eu estou vendo,mas como ela caiu? -Bom,é que ela estava dando estrelas,e bateu na estante-Resumiu a menina mais aflita ainda. -Eu acho que ela deve ir ao hospital,mas não sei se ela vai precisar levar ponto-. Ponto???-Gritou a irmã mais nova -Calma,calma,eu conheço um moço que trabalha em uma farmácia,ele pode ajudar.-Disse a avó -Então vamos!!!! Elas correram para a farmácia,e quando chegaram o moço estava lá. -Oi,com licença,a minha neta caiu e bateu a testa,você pode ver se ela vai ter que levar algum ponto? -Bem,eu não quero assustar ninguém,mas este corte é muito profundo,então ela vai ter que levar alguns pontos. -O que?!BUA BUA!!!!-A menininha ficou aterrorizada.Ela nunca tinha levado um ponto se


quer na vida. A sua irmã não conseguia raciocinar tudo,ela estava preocupada. -Vem meninas vamos para o hospital-Falou a vó. Elas entraram no carro e foram para o hospital mais próximo. -Olá moça,você pode atender minha neta? -Qual é o problema com ela? -Ela cortou a testa,mas eu ainda não tenho certeza se ela vai ter que levar ponto. -Aguarde um momento por favor -Obrigada-Disse a senhora A menina mais velha falou para a avó: -Liga para a mamãe,ela tem que saber o que aconteceu com minha querida irmã mais nova -Boa ideia-Mais na correria toda, a velha trouxe alem do celular,o telefone fixo da sua casa. -Alô?Filha a sua filhinha mais nova cortou a testa e esta aqui no hospital “O que?Eu já estou indo!!!” Depois de um tempo ela chegou,e o medico chamou a menina.A irmã sabia que ia ser aflitivo,então fingiu querer ir ao banheiro,mas quando voltou ainda não tinham feito a cirurgia,então ficou e aguentou ver um fio passar pela testa de sua irmã. -Ela vai ficar bem


A SEMANA DE GAROTOS EM 2013 João Paulo Aneli Ramos de Freitas

Era uma vez em um dia JP e seus amigos iam para a festinha de seu amigo Gui, mas o transito os atrapalhou muito. Mas finalmente chegaram na casa de Gui. Mas ai chegando lá foi uma farra muito bagunceira, Gui e seus amigos Theo, Matias, Felipe, Ale, Eduardo, Chico e JP, mas então JP disse: -Vamos

assistir

um

pouco

de

TV?

Chico

e

Ale

responderam: -Sim vamos estou muito cansado, eu também, disse Chico. -Mas agora não -disse Theo, -vamos fazer outra coisa. Então estava na hora do parabéns, com o bolo de Grazi de pasta americana, então JP e seus amigos, menos Matias, falaram: -Ai que delicia, disse JP e seus amigos. Mas depois do bolo... Eles disseram: -Ai vamos ver um filme então, rapidamente Gui e Eduardo disseram: -Sim vamos, disse Gui. Eduardo rapidamente respondeu: -Também quero estou com sono, e JP perguntou: -Vamos ver um filme de comédia? Ale disse: -Sim! Mas Felipe não sabia se queria. Então ele disse: -Não sei, acho que não, acho que sim, ele não sabia. Então Theo falou: -Eu decido para ele, o Felipe sim ele quer, então Felipe disse: -Sim então vamos ver então. Mas JP perguntou: -Que filme? Gui respondeu: -Vamos ver Star Wars é engraçado o 1 sim vamos, então eles estavam vendo o filme mas Grazi e Fernando apareceram: -Chega, hora do jantar!!!Mas JP, Ale e Felipe disseram: -Agora não estou sem fome, disse JP, então Grazi falou: -Vamos, hora do jantar quem não quiser não come, quem quiser come, sobe vem comer, é macarrão com almôndega. Então JP disse: -Então eu vou porque preciso comer para ficar forte, nesta semana tenho jogo


pela Escola. Então JP e seus amigos e o aniversariante Gui jantaram e foram dormir, mas nenhum dos amigos de Gui estavam com sono, então eles conversaram praticamente a noite inteira, quando era 5:00 da manhã eles dormiram, e acordaram as 09:00 da manhã, foi uma farra louca mas ai as 10h20 tocou a campainha. Então todos rapidamente foram ao portão torcendo que não fosse seus pais mas ai eram todos os pais, todos os amigos ficaram tristes mas lembraram-se que vai ter jogo semana que vem, então ficaram mais animados! Então chegou o dia da OlimVila, todos animados pro jogo. Então eles gritaram: -Partiu jogo da Escola!!! Então todos foram e a tabela era assim: em casa contra o Rainha da Paz, fora contra Pio 12, dentro contra o Humbolt, fora contra o Marupiara e dentro contra o Santa Cruz. No primeiro jogo contra Rainha da Paz o time era Gui no gol, mais JP, Ale, Eduardo e Lipe. Eles venceram por 2X1 gols de JP e Eduardo, no segundo jogo contra o Pio 12 foi 1X1 gol de Theo, no terceiro jogo contra o Humbolt foi inacreditável 5X4 pro o

Humbolt, fazendo o 5 . gol nos últimos 5 segundos num contra-ataque, gols de JP, 2 gols de Eduardo e Ale, depois o jogo que a Vila reverteu foi contra o Marupiara, vencendo fora por 5X3, 4 gols de Chico e JP, no ultimo jogo contra o Santa Cruz foi para os pênaltis a o

o

o

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o

final. Primeira cobrança 1 . gol , 2 . gol, 3 . gol, 4 . errado, 5 . feito. 4 gols da Vila e o o

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Santa Cruz 1 . gol, 2 . gol, 3 . errado, 4 . gol e 5 . gol. Deu empate então foi para as a

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cobranças alternadas, 1 . alternada da Vila gol de JP, 1 . alternada do Santa Cruz errado, Vila campeão!!!! Ou seja todo mundo vai comemorar, viva!!!!!! Todos jogaram muito bem! Mas só um time poderia ser campeão, esse time era da Vila. Foi aquele dia que todos os meninos choraram de alegria porque um dia sabiam que esse sonho iria se tornar realidade. JP, Gui, Chico, Theo, Lipe, Ale e Eduardo emocionados para levantar a taça e 1 2 3 e... É campeão!!!!!!!!!!!! Foram todos felizes, e todos ganharam a chuteira que queriam, Eduardo, Gui e Lipe ganharam da Nike, JP, Chico, Ale e Theo ganharam da Adidas. Porque um dia sabiam que seus sonhos iam se realizar. E então jogaram bola e se divertiram nesta semana.


Aventuras no Skate Julia Martinez do Carmo

Eu, Julia, moro em um condomínio muito legal, com três ruas, uma piscina bem grande e funda, um parquinho divertido e uma quadra. O mais legal é que tenho vários amigos e uma de nossas brincadeiras favoritas é andar de skate. É super emocionante descermos a ladeira da rua de minha casa sentados no skate, por que vai muito rápido. Bem mais do que andar no plano. Um dia, nós estávamos todos brincando com nossos skates e um de meus amigos, chamado Felipe, decidiu tentar descer a ladeira em pé no skate, e todos foram ver se ele tinha mesmo coragem para isso. E conseguiu! Ficou muito feliz e todos nós aliviados, pois achávamos que ele poderia se machucar. Depois disso, todos os dias ele descia a perigosa ladeira em pé. Certa tarde, eu tomei coragem, chamei a minha amiga Ana Giulia, peguei o skate, subi a ladeira e desci em pé. Eu estava no caminho certo quando de repente não consegui parar e paf! Caí e me ralei toda! Chorei e a Ana Giulia teve que chamar a minha mãe, que me ajudou fazendo os curativos. Aprendi que é perigoso e nunca mais desci a ladeira em pé no skate.


Uma aventura de criança Juliana Navarro Vegro

Em um dia de Páscoa, numa casa cheia de móveis e um jardim maravilhoso, que tinha um riacho no meio, viviam duas meninas e sua mãe e seu pai. Uma menina se chamava Flora, de quatro anos de idade, toda meiga e carinhosa e a outra se chamava Lisa, de dez anos de idade, toda gótica e gostava muito de rock. A mãe delas se chamava Claudia. A tarde, quando já era hora de preparar as surpresas de Páscoa, Claudia foi esconder os ovos no meio do jardim, sem que Flora e Lisa soubessem. Quando chegou a hora de procurar os ovos, Lisa ouviu sua mãe pedir para que desse banho na Flora para depois procurarem os ovos. Quando Lisa foi buscar as roupas de Flora, avistou uma bola de futebol na varanda do quarto dela. Quando voltou para o quarto, para trocar Flora, a bola estava dentro do quarto e as cortinas voavam como se tivesse um furacão lá fora, no jardim. Olhou em volta, mas nada estava acontecendo, e Flora estava chorando de medo. Desceram no jardim para pegar os ovos, cheias de medo. Então deram as mãos, pegaram uma vassoura, para que pudessem se defender e de cara viram a bola novamente, ali no meio. Em busca de quem estaria jogando esta bola para lá e para cá, foram chamar sua mãe, quando viram as plantas se mexerem, chegaram mais perto e acharam uma bolinha de pelo branquinha. Era o coelho da Páscoa que Claudia tinha escondido, para fazer um suspense na procura dos ovos. As duas acharam divertido, porque transformaram o medo em risos. No meio das risadas e de tanta diversão, o pai das meninas chegou em casa e foi logo querer saber que barulheira era aquela no jardim. Marcos, o pai das meninas, tentou pegar o coelho, só que ele fugiu e o rabo ficou na mão de Marcos e o animal fofinho e peludo saiu correndo e parou direto na casa dos vizinhos. O pai delas resolveu depilar o rabo do coelho e deixar só a pele e usar os pelos para fazer uma sopa de rabo de coelho. Quando estava fazendo a sopa, avistou um menino, parecendo ter uns treze anos e se chamava Vitor. Chamou Lisa para brincar com ele. Quando viu o tipo de garoto que ele era, quis brincar na mesma hora, ele usava roupas pretas e a camiseta que usava era da banda preferida de Lisa.


Quando estavam brincando juntos, avistaram um jogo de tabuleiro que se chama Pipi Pop. Vitor jogou o dado tirou o numero seis. Quando olhou para trás apareceu um elefante enorme. Ficaram com muito medo e saíram correndo com o jogo na mão. Lisa e Vitor foram para dentro de casa enquanto o elefante estava lá destruindo o jardim. Lisa jogou o dado e tirou o número seis igual a Vitor. Olharam pela janela e o elefante desapareceu e o jardim estava novinho em folha. Ficaram muito felizes, porque Claudia não viu nada do que estava acontecendo e nem podia ter ideia do que aconteceu. Alguns minutos depois Lisa falou para Vitor: - Por outro lado fiquei muito feliz pela nossa aventura. Você quer dormir aqui em casa? – e Vitor disse: - Quero. Alguns anos depois, quando Lisa tinha 23 anos e Vitor 26, e eles já eram noivos, estavam na casa de Lisa e viram a mesma bola que encontraram na varanda do quarto, naquele dia inesquecível, de quando eram menores e, a partir desse dia, se fossem brincar com uma bola, iriam brincar com essa.


As crianças e o velho Lívia Oliveira de Souza

Um dia, um velho havia se mudado para a minha rua, a Alameda do Tomateiro. A casa dele era branca, de madeira, empoeirada e abandonada. Todos os dias pela manhã, ele saia de casa para regar o seu jardim. Eu e meus amigos Jack, Bolinha e Billy ficávamos observando o velho para ver como ele era. Ele tinha uma barba comprida, fina e branca, era careca, magro, corcunda e com cara de louco. Usava um chapéu de fazendeiro e um macacão. Um dia, ele viu a gente espiando e parecia que não gostou nada. Ao mesmo tempo, nós escutamos umas vozes saindo de dentro da casa, sendo que ficamos sabendo que ele morava sozinho. As vozes que saiam diziam: - Saiam daqui, seus meninos levados! Quando escutamos isso, saímos correndo. Isto tudo deixava a gente mais curioso para saber o que tinha lá dentro, mas o velho nunca saia do terreno da casa. Tivemos que pensar em um plano para descobrir o seu segredo. Jack deu uma ideia. Não era nada brilhante. Ele disse para a gente atrair o velho para a rua, enquanto um de nós entrava na casa pela janela do lado direito. Não deu muito certo, porque o velho não saia na rua de jeito nenhum. Billy, que era o mais forte, disse para a gente subir um nas costas do outro, vestindo um casacão e fingir que era um entregador de gás. Esse plano não deu certo, porque o bigode falso do Jack caiu no chão e as vozes de novo disseram: - Saiam daqui, seus meninos levados! O Bolinha teve uma excelente ideia. Sugeriu que a gente entrasse discretamente quando o velho estava regando o jardim. Essa foi a melhor ideia, porque o velho ficava horas cuidando do jardim. Esse plano também não deu certo, porque a casa tinha um sistema de alarme, que disparou quando a gente tocou na parede. E como sempre, a voz saiu de dentro da casa: -Saiam daqui, seus meninos levados! Num certo dia, o plano do Bolinha tinha tudo para dar certo, porque tinha acabado a luz e o alarme não ia funcionar. O velho estava muito preocupado com seu jardim, que estava sendo atacado por formigas. Nem viu a gente entrando discretamente na casa dele.


Quando a gente entrou na casa, não tinha nada suspeito, a não ser um gato preto deitado e dormindo no sofá da sala de estar. Resolvemos subir as escadas para ver o que tinha lá em cima. A escada era de madeira e fazia um barulho estranho quando a gente pisava. Mesmo assim, a gente criou coragem e subiu. No quarto do velho tinha dois papagaios que começaram a falar a mesma coisa de sempre! -Saiam daqui, seus meninos levados! O velho subiu e nos pegou na hora. Quando a gente pensou que ele ia nos matar, ele perguntou: -Vocês gostam de animais? Estes papagaios eu peguei para criar e eles só sabem falar: -Saiam daqui, seus meninos levados! Desde este dia, o velho se tornou nosso melhor amigo.


A história de Giovani Lucas Ribeiro de Souza

Minha bisavó Romilda nasceu no dia 11 de julho de 1917, em Araraquara- SP. Ela era filha de imigrantes italianos e tinha três irmãos. Era uma menina que adorava brincar de bonecas. E quando ela tinha oito anos, ganhou, de seus pais, um boneco de celulose importado do Japão. Ele era muito frágil, então se caísse no chão se quebrava. Ela gostava tanto dele, que o chamava de “meu bebê ”. Um ano depois, ela foi para a Itália de navio com seus pais e seus irmãos para conhecer seus avós. A viagem demorou quase três meses, e muita coisa aconteceu no navio. Pessoas ficavam doentes, e às vezes até morriam e eram jogadas no mar, e Romilda via tudo isto e ficava um pouco assustada, mas sempre segurando seu boneco. Chegando à Itália, na cidade de Norcia , todos foram morar na casa de seus avós. Ela ficou lá por um ano, e quando chegou a hora de voltar para o Brasil a avó dela pediu para que ela deixasse seu boneco lá com ela. - Mas por que? - perguntou Romilda. Eu gosto tanto dele que não quero me separar! - Por isso mesmo, assim você tem um motivo para voltar para a Itália para me visitar. Sua avó fez o que tinha dito e pegou o boneco de seus braços. Romilda entrou no navio chorando, muito triste e já com saudades. Durante a viagem, ela chorou muito e sempre lembrava do seu boneco. Quando chegaram ao Brasil, eles foram para casa e Romilda todo dia procurava noticias da Itália no jornal, e quando ela achava alguma, recortava. Um dia, ela achou uma noticia que informava que tinham acontecidos muitos terremotos na cidade em que a avó dela morava. Romilda ficou muito triste porque ela achou que o boneco tinha se quebrado durante o terremoto. Romilda virou adulta, casou-se e teve quatro filhos: Alberto, Bruno, Milton e a caçula, que é a minha avó Ida. Todo dia a minha bisavó contava essa história para os filhos dela e eles gostavam muito de ouvir. Quarenta e quatro anos depois... seu filho Alberto convidou-a para irem para Itália,


em Norcia, a cidade de sua avó. Chegando lá, Romilda lembrou-se de que a casa ficava na Praça São Benedecto, na direção que a mão da estátua de São Benedecto apontava. Romilda lembrou que sua avó deixava o quarto dela trancado. Então foi procurar seu tio Antonio. Perguntou por ele no armazém e logo o encontrou, sentado no banco da praça. Ela se apresentou e disse que estava procurando a casa de sua avó, senhora Sabina Sortina Alessi. Ele a reconheceu e levou-a até a casa Quando chegaram lá, eles subiram a escada, foram direto para o quarto dela; o primo Antonio tinha guardado a chave. Deu para Romilda e pediu para ela abrir. Ela abriu a porta e o quarto estava todo destruído, mas quando ela olhou para o canto, viu o boneco sentado em um banquinho e foi correndo buscá-lo, e quando ela pegou-o ele se desmontou. Então Romilda pegou todas as partes dele, se despediu do Antonio, voltou para o Brasil carregando-o nas mãos. Romilda restaurou o boneco e comprou roupinhas novas, e ele tornou-se novamente seu companheiro. Minha bisavó faleceu alguns anos depois, e o boneco Giovani está com minha avó, e até hoje permanece em nossa família.                                         


Olá meu nome é Manoella Costa Monteiro, e gostaria de contar uma história.

A menina de três pernas

Quando eu tinha três anos adorava desenhar. Um dia imaginei uma menina de três pernas. Ela brincava na minha cabeça, então a coloquei no papel e pensei: “Coitada da menina de três pernas não tem nem a própria história!” Depois de pensar um pouco tive uma ideia: “Já sei! Criarei uma história para ela!” E criei: A menina de três pernas pensou que era pássaro, voou até o espaço e atravessou o palácio. A menina ficou muito feliz. Decidi mostrar o desenho ao meu pai. Quando ele viu o desenho e ouviu a história ficou impressionado porque eu só tinha três anos. Hoje não sei em que papel a menina de três pernas mora, mas espero que quando crescer a veja de novo.

fim


O ratinho e a fruta desconhecida Mariana Sequeira Rocha

Era uma vez um ratinho que se chamava Amarelinho. Um dia o Amarelinho se deparou com uma fruta diferente em uma árvore em frente de sua casa, e essa árvore nunca tinha dado fruto em nenhuma época do ano. Esse fruto também não parecia muito familiar, então Amarelinho decidiu visitar a biblioteca para descobrir mais sobre aquela fruta. Amarelinho perguntou para a bibliotecária: - Onde ficam os livros de frutas? - Ali na fileira F, prateleira 2. - Obrigado. - disse Amarelinho - Não foi por nada. - disse a bibliotecária Então o Amarelinho foi até a prateleira 2, e procurou a fileira F. Pronto encontrou um enorme livro sobre as frutas. Amarelinho leu o nome do livro ‘manual das frutas do mundo’ então pegou o livro e levou para casa para começar a ler. - Quantas frutas tem no mundo, eu não fazia ideia! – exclamou Amarelinho Ele estava procurando uma fruta amarela com uma textura meio áspera e que tinha uma casca, então encontrou uma fruta igual à que estava procurando. Leu o nome, era uma laranja. Não podia ser! Então Amarelinho continuou procurando no resto do livro e não encontrou, então pensou: - Se esse é o manual de todas as frutas do mundo e eu não encontrei a fruta que eu estava procurando quer dizer que essa fruta é uma fruta desconhecida que eu descobri, então posso escolher o nome da fruta e ela vai se chamar jupavinha e o nome da árvore vai ser jupava. Um dia Amarelinho teve uma ideia iria comer a jupavinha, então descascou-a, cortou-a e finalmente comeu. - Nossa mais que jupavinha boa! - disse o Amarelinho. Bom ainda bem que ele gostou, porque depois disso não parava de dar jupavinhas por aí. Todos os amigos do Amarelinho adoraram o nome e adoraram a fruta, e depois virou moda e todos do bairro adoraram essa moda.

Mas vou dizer uma coisa:

jupavinha estava tão boa, pena que não dá mais nesses anos. fim

aquela


O menino e a cobra

Olivia Monaco de Moraes

Eu estava descansando em minha casa quando ouvi um barulho vindo lá de fora. Fui ver o que era, e vi o menino, de novo, com aqueles dois cachorros ao seu lado, depois de tanto tempo sumido. Um ano? Era tempo de férias! Comecei a observá-los. Eles seguiam por entre as árvores e, não muito longe dali, pararam assustados com algo. Vi que os cachorros começaram a latir, bem alto. Cheguei um pouco mais perto para ver o que havia e me arrepiei todo: TINHA UMA COBRA NO MEIO DO CAMINHO!!! Que medo! Eu, se fosse aquele menino, já estaria bem longe dali!! A cobra era brava! Estava diante de uma cena assustadora, mas ao mesmo tempo incrível, então decidi ficar ali mais um pouco para ver o que acontecia. Eles começaram a discutir: - Ei menino saia já do meu caminho, preciso passar! Ele ficou morrendo de medo ao se deparar com uma cobra que falava e disse ainda espantado, mas com menos medo: - O que foi que você disse? - Disse para você sair da minha frente, anda logo porque daqui a pouco eu vou perder a minha paciência e vou te picar! O menino ia dar licença, mas pensou ‘’Mas que cobra antipática! Ela precisa aprender a ter paciência!’’, e então decidiu dar uma lição para ela: - Mas, para onde é que a senhora vai com tanta pressa? - Não te interessa. - Só me dê uma dica. Vai se encontrar com alguma pessoa? - Ja disse que não te interessa, não, N-Ã-O!! - Só me diga uma vez, não vai demorar. - Tá bom, mas só isso hein? Sim. Alguém me espera. Agora, com licença… Mas o menino foi mais rápido e disse, só para enganá-la: - Mas senhora, quem é essa pessoa? Deve ser importante, pois você está bem arrumada… Mas a cobra não era tão burra assim e disse:


- Está bem, obrigada, mas eu preciso passar, anda logo senão perco o meu horário! - Mas que hor… O menino nem teve tempo de acabar de falar porque a cobra ficou muito brava com ele: - Menino, eu estou sendo legal com você porque eu já poderia ter te picado e você estaria chorando nesse instante, então vá logo seu meia tigela que eu preciso passar!!! Ele ficou muito aborrecido em ouvir aquelas palavras da cobra e decidiu tomar um partido, em vez de ficar parado. Mal tinha pensado no que fazer, a cobra deu um grito de raiva e ia picar ele quando ele foi mais esperto e rápido e a única maneira de se defender que ele encontrou foi cuspir na cara dela!!! Ele era muito bom de mira e acertou bem na testa e nos olhos dela e ela deu um grito e saiu correndo para outra direção, sem nem pensar mais em nada além do susto que ela tinha levado. E essa foi a lição que a cobra levou para o resto de sua vida, passando a ter medo de meninos e muita paciência!!! Não imaginei que só de espiar uma pessoa com dois cachorros na floresta de férias, na boa, daria em uma briga enorme como essa!!! Assim que tudo se acalmou, bati minhas asinhas, voltei pro meu ninho e guardei essa história por muito tempo, imaginando o dia em que a contaria para os filhos do menino...


A Lenda Pedro Henrique Petroski Campos

Minha mãe quando era apenas uma criança, inventou uma lenda podemos dizer assim! O mais curioso dessa lenda é que ela só contou para meu avô materno. E agora ela vai contar a lenda para nós:

Um dia ela viu uma vaca andando, e de longe ela parecia um cavalo com vaca; um híbrido [quando um animal cruza com outro mas não e da mesma espécie] Como ela nunca tinha visto um hibrido antes, ficou com muito, mas muito medo! Então ela inventou a lenda do “vacalo“ e como eu já disse antes, só contou para o meu avô Boni.

Outro dia ela estava caminhando e viu um outro animal mas dessa vez era um híbrido de pato e galinha. Ela saiu correndo como louca pensando que era um monstro, entrou em casa e disse para meu avô Boni: -Pai eu vi um pagá! E meu avô disse: -O que é um pagá? E ela disse: -Um pagá é um pato com galinha. Meu avô Boni já entendeu logo que era um hibrido mas não contou, pois viu que ela estava muito curiosa, então ele só disse: -Que tal você fazer uma armadilha para pegar o menor híbr.... quero dizer monstro que você achar e trazê-lo para mim? -Sim!!! Ela disse. Então ela procurou e não achou o “vacalo“ nem o “pagá“, mas não desistiu, continuou procurando. Se bem que quando ela estava correndo deixou um monstro que na verdade era um híbrido, passar despercebido... Era um lagarto com camaleão. Quando ela estava voltando para casa ela viu o hibrido, de lagarto com camaleão, e ao


contrário do que ela pensava, o bicho não atacou. Ele gostou dela e lambeu a sua perna. Como desta vez ela não teve medo pelo contrário, ela gostou do bichinho, então ela pegou o bichinho que subiu no colo dela e o apelidou de “lamaleão“ mas para dar um nome de mascote mudou para Lambi, porque a primeira coisa que ele fez foi lamber a perna da minha mãe. Ela então levou o Lambi para casa e meu avô o examinou, limpou e vacinou, e deu uma caminha e um parquinho dentro de um viveiro. Meu avô explicou para ela que estes bichos são híbridos, e ela entendeu. Mas o Lambi não ficava somente no viveiro; ficava mais tempo lá fora, brincava com minha mãe e eles nunca se separaram até que um dia ele morreu, mas sempre foi muito lembrado e amado. Fim


O DIA TERRÍVEL Rocco Di Martino

Tudo era muito legal para um menino que tinha vários amigos, como, Guilherme, Otávio, Bruno e o Rodrigo. Naquele dia na escola ele tinha Educação Física e eles iam jogar um jogo que o menino não gostava e que se chamava: Tapabol. O jogo era tão chato que o menino até torcia para o time adversário. Então o professor tirou o menino do jogo por que ele estava muito chato. Depois uma amiga do time dele também saiu por que estava muito chata a brincadeira. Depois de 10 minutos o professor, só para irritá-lo, mudou o jogo para futebol, que era o jogo que ele mais gostava. O menino e a menina ficaram esperando a aula de Educação Física terminar. Quando terminou a aula de Educação Física, ele foi tomar o lanche dele e lembrou que tinha esquecido a lancheira no carro e então ficou sem tomar o lanche. Ele pensou em ir brincar no parque com o seu amigo então ele falou assim: Eu espero você no parquinho. O amigo concordou com ele, mas primeiro tinha que terminar de tomar o lanche para ir para o parque. O menino saiu andando para ir até o parquinho e foi para o ginásio pegar uma bola. Quando ele estava voltando para ir para o parquinho ele viu 5 meninos jogando futebol e quando ele estava passando os meninos ficaram xingando que ele era muito pequeno. Ele largou a bola e saiu correndo para a sala dele. Ele falou tudo que tinha acontecido para seu amigo, o amigo ficou chocado mas falou para ele não ligar para isso. Ele ficou triste do mesmo jeito, mas seguiu o conselho do amigo e voltou para o parque para brincar. Ele estava brincando com o amigo de zumbi. O jogo era simples. Tem vários zumbis com arma de nerf. Ele era um humano no jogo e na vida real. Depois de 2 minutos um zumbi do jogo viu ele e atirou uma bala, mas ele desviou. Eles estavam muito próximos quando o zumbi foi atirar e ele abaixou, e quando subiu bateu a cabeça na arma que o zumbi estava segurando. Doeu bastante mas ele não chorou. Metade dos amigos que estavam brincando foram correndo para pegar um gelo e a outra metade levou ele para a sala. Quando a outra metade que estava pegando o gelo chegou, rapidamente colocou o gelo na cabeça dele e depois ele segurou o gelo na cabeça. Quando tinha passado a dor o parque já tinha terminado. Ele saiu da sala e tomou água, foi ao banheiro e voltou para a sala. Quando ele sentou na cadeira dele um pouco


depois chegou a pessoa que dava aula para ele e disse a notícia maravilhosa de que tinha um concurso de literatura. Então ficou mais animado mas um outro amigo dele que não sabia que ele estava mal e disse que ele era namorado da menina que ele gosta então ele ficou ruim de novo. Depois da notícia maravilhosa ele teve uma aula de matemática que foi muito legal para ele porque ele adora matemática, ele se divertiu bastante na aula mas não foi o suficiente. Depois da aula de matemática era a hora de ir embora ele pegou sua mala e foi para a casa dele.


O Caso Das Baratas Sofia Lima Thomaz

Era um natal, que eu estava indo comemorar na casa da minha vó em Bauru. A viagem demorou mas logo chegamos. Quando chegamos dei muitos abraços nos meus avós e depois ja comecei a jogar futebol com os meus primos. Passei a tarde brincando. A noite, me arrumei e fui para o quintal. Eu e os meus primos começamos a gritar: - Papai Noel!!!! Vem vem!! De repente, o papai Noel chegou. Todos ganharam presentes super legais. Estava na hora do amigo secreto, em algum presente uma barata saiu de dentro dele. O meu avô pegou a caixa e tirou a barata de dentro. Na hora da ceia apareceu de baixo da minha cadeira uma outra barata apareceu mas com o dobro do tamanho da outra. Eu gritei tão alto mas tão alto que os vizinho escutaram. - Aaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!! Meu pai chegou correndo e matou a barata. Ja era mais de meia noite vi mais outra barata perto de um banco que minha mãe estava sentada, e gritei: - Mãe cuidado uma barata muito grande !!! Ela saiu correndo. Fui tentar dormir porque fiquei com muito mas muito medo de aparecer outra barata. Lá por volta de duas da manhã, eu ainda acordada, vi outra barata gritei mais alto do que antes que a casa toda acordou! Meu pai matou-a. E depois disso só consegui dormir às quatro da manhã.


A menina do vulcão

Teresa Batticka Barreto Lins

Havia uma cidade chamada Pompeia, onde agora fica a Itália e essa história aconteceu em 79 depois de Cristo. Nessa cidade havia uma menina que se chamava Lucília, que tinha completado 10 anos e queria explorar Pompeia. Depois de se encantar com muita coisa, lembrou-se de uma montanha no horizonte que ainda não sabia nada dela. Decidiu então perguntar a seu avô: -Vô, o que é essa montanha no horizonte? -Chama-se Vesúvio e ouvi falar que dentro dela mora o deus Vulcano. Se um dia ficar bravo, a montanha vai cuspir fogo! Lucília ficou aterrorizada, mas como o avô costumava inventar muitas histórias, ela não acreditou muito e resolveu ver o que está com essa montanha com seus próprios olhos. Mas as meninas naquela época não eram levadas a sério, então ela decidiu fazer essa aventura sozinha. Como pensou, fez. Saiu às 10h da noite, levando uma mochila pequena com 3 pães e 2 laranjas para não passar fome no caminho. Estava apressada, porque amanhã ia ter um teatro e ela precisava voltar até começar a apresentação. Vieram uns atores de Roma e sua mãe queria ver a peça junto com ela. Saiu de casa. Nunca antes saiu sozinha nessa hora e no meio do escuro sentiu muito medo. Deitou-se então debaixo de uma oliveira, decidida esperar o sol raiar. Acordou com o canto dos pássaros. Enquanto todos dormiam, ela saiu a passos largos direção ao Vesúvio. O sol já estava alto e o calor começou a ficar insuportável. A menina se sentou e pensativa olhou a montanha. De repente, uma fumaça saiu da montanha e ela sentiu o chão tremer. Assustada pegou sua mochila e saiu correndo para avisar as pessoas e pensou: será que o deus Vulcano está bravo mesmo? Assim que viu as primeiras pessoas, contou que viu sair fumaça do Vesúvio e que o fogo ia matar todo mundo. Mas ninguém acreditou na menina. Lucília, ofegante, entrou em casa gritando:


-Mãe, pai, vovô! Vulcano vai cuspir fogo e destruir a cidade! Vamos embora! -Filha, nós vamos ficar aqui! - disse a mãe. O avô olhou pela janela e, realmente, viu sair nuvens de fumaça do vulcão. De repente, ouviu-se um estrondo e a terra tremeu. O Vesúvio explodiu. Caiu uma chuva de pedras, as pessoas começaram a gritar e num instante as ruas ficaram vazias. Depois de algum tempo tudo se acalmou e muitas pessoas acharam que o pior acabou. Mas Lucília implorou para sua família fugir da cidade e no final conseguiu convencer a todos. Duas horas depois, teve outra explosão, mais forte que a primeira. Começou uma chuva de cinzas, o dia virou noite, caíram pedras do céu e o ar ficou envenenado. As pessoas entraram em pânico, tentaram fugir da cidade, mas era tarde. Alguns se jogaram no chão e a lava cobriu seus corpos, que viraram pedra. Lucília e sua família saíram da cidade sãos e salvos e só depois de alguns dias souberam que a maioria das pessoas de Pompeia morreu. Embora ela tenha sido só uma menina, conseguiu salvar sua família, que viveu muitos e muitos anos.


Teresa Novis Rossi

Era uma noite fria de 2014 como qualquer outra em São Paulo, quando eu e minha irmã Alice descemos para o térreo para brincar com nossas amigas do prédio: Camila e Luísa. Estávamos brincando de andar de patins quando notamos uma estranha arrumação no salão de festas, fomos olhar de perto e vimos uma mesa posta muito chique, cheia de enfeites e velas. Deduzimos que ia ter uma festa, então a Luísa teve a brilhante ideia de invadi-la para comer doces. Como qualquer grupo de crianças normal, óbvio que aceitamos a ideia. Subimos cada uma para sua casa (eu e minha irmã para o segundo andar e Luísa e Camila para o terceiro andar). Lá em cima nós vestimos roupas, sapatos e luvas pretas para ficarmos bem camufladas como ninjas, também botamos gorrinhos para por cor em nossos looks. Além disso levamos cada uma uma mochila cheia de objetos “úteis” para a invasão como: aranhas falsas, guarda chuvas, radinhos de brinquedo, mais roupas, entre outras milhões de coisas desnecessárias. E agora sim estávamos prontas para sermos as maiores ladras de comidas da história. Descemos com a Luísa e a Camila para o térreo, e quando vimos a festa já tinha começado, então disfarçadamente fomos perguntar para o porteiro qual era o motivo desta festa. Descobrimos que não era uma simples festa, e sim um.... ANO NOVO JUDEU!!! Ficamos muito mais animadas com o fato da festa ter um motivo importante, e fomos bisbilhotar a festa pelas portas de vidro do salão. Estávamos olhando quando descobrimos que tinha muitas comidas gostosas lá dentro como: sorvete napolitano, bem casado e docinhos de chocolate. Ficamos com água na boca, então, para o pessoal da festa prestar atenção na gente começamos a fazer caretas, mas ninguém prestou atenção. Mas foi quando Camila teve a brilhante ideia de fazer dancinhas ridículas na frente da porta de vidro, achamos meio estranho mas topamos. Começamos a fazer dancinhas, mas nenhum adulto prestou muita atenção, exceto duas criancinhas de aproximadamente 4 anos nos viram e começaram a correr em nossa direção, e nós com medo que elas contassem para os pais delas também começamos a correr delas. Fomos para trás de uma árvore, elas pararam de correr porque não sabiam mais aonde nós estávamos. Subimos de novo porque estávamos com fome, então fizemos pipoca e descemos


de novo. Mas como descemos de novo.... Demos de cara com as meninas pequenas que haviam perseguido a gente. Elas começaram de novo a correr atrás da gente, não só para brincar, mas para pegar pipoca. Falamos que só íamos dar pipoca se elas trouxessem o sorvete que vimos na festa. Elas foram pegar, mas quando voltaram disseram que mãe não deixava dar o sorvete da festa para meninas que não foram convidadas. Nós não gostamos nem um pouquinho disso, por isso Camila teve a brilhante ideia de tentar roubar o sorvete da festa. Tentamos tentamos, mas não conseguimos. Então fomos para o quartinho aonde guarda a chave da sala de ginástica, botamos nossas coisas lá e começamos a fazer vídeos engraçados no ipad da Luísa. Fizemos esses vídeos até os convidados começarem a sair. Como vimos que eles estavam começando a sair fomos pegar sorvete da festa. Primeiro dissemos para Camila tentar entrar. Camila só olhou, porque uma pessoa viu ela. Depois disseram para eu e a Luísa irmos, tentamos só que uma pessoa viu e deu a maior bronca na gente, ficamos com medo e saímos correndo para a salinha que guarda a chave da sala de ginástica. Depois disso ficamos com tanto medo que nem queríamos mais olhar para festa, então subimos e começamos a brincar de outra coisa... mais ainda bem assustadas.


5ºs anos


Ter liberdade ou o Amor ?

Ana Clara de Almeida Valadares

Era uma vez uma pequenina menina solitária que chama Luli. Ela nunca tinha com quem brincar. Seus pais viviam dando presentes e amor para ela e sempre falando que "o mundo á fora é perigoso "mas, ela não queria se arriscar ela só queria conhecer lugares ,flores conhecer a liberdade. Um dia quando estava no seu quarto pensando na vida quando um passarinho pousou em sua janela e ela disse : - Olá passarinho !! Você é feliz ? Bom eu não sou feliz fico trancada o dia todo aqui dentro , e você é livre. disse com uma voz triste. Sempre que Luli via um passarinho ela tinha sonhos bons e felizes pois, sonhava em um dia sair daquele quarto e viver tudo o que já mais viveu. Um dia seus pais foram fazer algumas compras na cidade e seus empregados estavam na cozinha ou no quintal. Luli teve uma ideia e para realiza-lá foi até a o controle de luz elétrica que ficava no porão. Ela começou a procurar o botão luzes da casa, o apertou, e BUM!! As luzes foram desligadas. Rapidamente ela se escondeu , pois seus empregados estavam chegando. Quando Márcia e Lúcia ( empregadas) ,Robson ( o cozinheiro) e Luís ( motorista) chegaram no controle elétrico , rapidamente Luli saiu devagarinho do porão, subiu para seu quarto pegou uma mala com roupas e fugiu de casa. Ela ficou passeando por um tempo : Observou as árvores, as folhas, as aves e tudo, tudo, tudo. Até que chegou em uma caverna, onde tinha uma curiosa planta no solo da qual se aproximou, tropeçou e caiu dentro de um buraco. Ela foi parar dentro de uma sala escura e sombria que dava calafrios. Lá dentro ela achou uma bolinho escrito: "Me coma" e ela comeu. Nesse instante ela virou uma gigante. E outro bolinho diferente escrito "me coma "e ela comeu. No mesmo segundo ela retornou a sua antiga posição. Esse lugar era mesmo cheio de surpresas. Um menino muito bondoso, com toda a liberdade do mundo , estava passando por ali em uma uma caçada quando tropeçou e caiu junto com Luli no buraco e disse : - Quem é você ?


- Sou Luli. E você ? - Sou Renan - O que faz aqui Renan ? - Eu estava em uma caçada e tropecei e cai aqui. E você? O que faz aqui? - Eu fugi de casa por que eu não tenho liberdade. Todos tem. A vida de quem tem liberdade é maravilhosa igual a sua... - Luli posso ter liberdade e a minha vida não é maravilhosa e nunca foi. - Como não?! Liberdade é tudo... - E o amor também interrompeu Renan e prossegui: - Luli não dá para quer tudo, você tem amor mas não liberdade. Intende o que eu quero dizer ? - Entendo, e quando sairemos você me ensina sobre a liberdade e eu te ensino sobre o amor. - Mas como sairemos daqui? - Eu sei Disse eu voz estranha e sombria - Quem está ai ? Perguntaram Luli e Renan - Meu nome é Cláudia Meneses. Estou aqui para alertar vocês. Os dois não podem ter dois dons - Como assim ? Perguntou Renan - O mundo está com uma maldição: Cada pessoa só permitida a ter um dom, por exemplo, : Ter liberdade ou o amor ter a beleza ou a feiura. - Como podemos reverter isso ?! Pergunta Luli - Nesse mundo existe 2 escolhidos para reverter a maldição! - Com certeza não somos nós !disse Renan - Com certeza são vocês bobinho!. E para isso os terão que ir ate o Vale das Sementes Sombrias pegar a semente que está em um beco sem saída e desejar o que queriam ter e por que querem ter. Para chegar lá é só pensar em quem vocês ama. CABUM!!! A bruxa desapareceu com fumaça e tudo. No mesmo instante Luli e Renan olharam um para o outro profundamente e fecharam os olhos. Pensaram em quem eles amavam e caíram em um mundo onde tudo era sombrio e perto de uma placa escrito: "


Vale das Sementes Sombrias " e não existia apenas um beco sem saída existiam 20 becos sem saídas. Quando viram que haviam 20 becos sem saídas os dois se apavoraram. Mas logo em seguida Luli falou : - Vamos passar na frente todas as portas e ver se temos alguma pista - Tudo bem. Os dois passaram na frente de todas as portas mas todas eram iguais e quando Luli foi tocar em uma porta, ela se queimou e a porta sumiu. E o mais estranho foi é que Renan também se queimou sem ter tocada na porta !!! - Você esta bem Luli ? - Sim e você ? - Eu também Quando Renan levantou Luli ouve um entre olhar e a mão dos dois que estavam queimadas se refletiram em uma porta. A porta se abriu e várias e várias sementes sombrias aparecerem em um passe de mágica: - Vamos entrar Renan ? Perguntou Luli - Claro ! Por que não ? Então eles entram e pegaram a única pedra que existia de diferente das outras e de repente Cláudia falou : -- Rápido vocês tem até 23horas e já são 22horas !! -- Espere Cláudia o que temos que fazer agora ? -- Pensem em o que vocês desejam! E PUF! A Cláudia some e então Luli pega a semente fala : - Quero ter liberdade ! E Renan fala : - Quero ter amor ! E pararam na frente de um rei : -- Quem é você ? -- Sou Mirram. E para vocês terem o querem fale de quem você ama -- Ok vou começar . Eu não conheço essa pessoa o suficiente mas sei que o coração dela é puro e essa pessoa é Renan Disse Luli


-- Obrigado Luli sinto o mesmo por você! -- Ótimo sabem porque vocês se amam ? -- Não -- É por que, vocês, são irmãos gêmeos e os dois caíram naquele buraco por que um ficou na mente do outro, por que os dois queriam a coisa do outro. E agora vocês libertaram o feitiço de todos terem somente um dom. Agora, com dons que podem ter todos infelizes viraram felizes! -- Como isso aconteceu ? -- A mãe de vocês dois quis ter uma menina e quando teve um casal ela quis abandonar o menino , por isso você tem liberdade. Mas, agora que vocês me ajudaram, eu vou ajudar vocês. Os dois vão ser transportados para a casa de Luli e contaram a historia para seus pais Eles foram transportados e contaram a historia. A mãe e o pai que se emocionaram tanto com o filho , e pediram para ele morar junto. Nisso toda a família ficou feliz e todos tiveram tudo o que sempre quiseram : Ter amor e Liberdade. FIM


A GRANDE JORNADA Anna Cândida Azevedo Marques Brazil Xavier

Há muito tempo, em reino longínquo do reino dos homens, existia um rei mago e uma rainha fada. Eles eram ótimos e bondosos governantes e todos os amavam. Bem, todos daquele reino, pois o rei do reino dos homens tinha inveja daquele reino. Por isso, mandou três dos seus melhores homens para estudarem o adversário. Os soldados escolhidos eram irmãos e se chamavam João, José e Arthur. João, o mais velho, queria ser rei. José, o do meio, queria ser cobiçado por muitas mulheres e Arthur, o caçula, só queria ajudar as pessoas e servir ao rei, mesmo que este fosse um péssimo rei. Quando o sol nasceu na manhã seguinte, os três se puseram a caminho do reino das fadas, mas no meio da estrada um serzinho os empedia a passagem. Os três irmãos desceram dos cavalos para pedir ao ser que se retirasse do caminho. João se abaixou e disse: - Ser cujo o nome eu não sei, você pode por favor se retirar? Estamos tentando usar a estrada sem artopelar ninguém ... - Não vou sair daqui até que alguém me ajude a ganhar as eleições de rei da floresta sombria. Desta vez que se abaixou foi Arthur que disse ao ser: - Nós vamos te ajudar se você nos levar para o reino das fadas. - Está bem – disse o serzinho – mas primeiro vocês é que me ajudarão. Arthur se levantou e subiu em seu cavalo. No caminho, dentro da floresta sombria, João disse para Arthur: - Você espera que eu ajude aquele ser? - Sim, eu realmente espero que você o ajude, pois aí teremos um guia até o reino das fadas – respondeu Arthur. - Mas – questionou José – nós vamos perder muito tempo aqui ajudando esse serzinho insignificante. - Pronto - disse o ser apontando para uma clareira vazia - chegamos. - Mas aqui não tem ninguém – disse José - É claro que tem alguém aqui, toda a floresta negra está aqui, só estamos do lado de fora do véu que protege meu povo.


Quando os três irmãos passaram do tal véu morreram de medo, era verdade, TODA a floresta negra estava ali: de fadinhas a gigantes, divididos em dois lados. - Eles estão em guera? - perguntou José - Não, eles só estão demonstrando em quem eles vão votar. Desse lado estão os meus eleitores e daquele lado, estão os eleitores do horrível troll da montanha. Se quer a minha opinião, eles só vão votar nele por medo de morrer. - Mas vocês têm a mesma quantidade de eleitores, como vão assumir a liderança? – questionou João - É só votar em mim – disse o ser se afastando dos irmãos – Ah... e eu sou o duende. Os

irmãos iam segui-lo, mas antes

que pudessem se mexer, uma fada das

sombras perguntou a eles: - Em quem irão votar? Arthur respondeu por todos: - Votamos no duende. - Todos vocês? - Sim nós todos. - Está bem – a fada foi até o palco e disse o resultado da eleição – o vencedor é... O duende!!! – voltou-se para os irmãos e disse: - Sou filha do rei e ele me disse para levá-los para o reino das fadas. Uma fada das sombras, idêntica à fada que os guiava, perguntou: - Para onde você leva estes cavalheiros e por quê? Ordens de nosso pai? - Levo-os para o reino das fadas e sim, ordens do papai. João puxou para perto de si os dois irmãos: - Não estou mais nessa com vocês, aqui é o meu lugar tenho chances de realizar os meus sonhos aqui. - Apaixonadinho pela fada? Vai ficar e se tornar príncipe? Bem boa sorte... – disse José com sarcasmo - Boa sorte, fique bem e se alguma coisa der errado nos procure.- disse Arthur - OK. Adeus...- falou João - Adeus... – disse José - Adeus... – falou Arthur Os dois irmãos seguiram a fada através de um portal, chegaram num piscar de olhos no reino das fadas. Quando lá chegaram, José já começou a ser cobiçado por


muitas fadas, inclusive a fada das sombras que os tinha trazido. Ali mesmo ele decidiu que não iria terminar a missão do rei,ficaria por ali onde todas as fadas o achavam belo e um grande cavaleiro : - Irmão, não seguirei com você, aqui é o meu lugar... - Está bem, se cuide e se tiver algum pro... – começou Arthur - Se eu tiver algum problema eu te procuro... – completou José - Adeus... Arthur seguiu seu irmão com os olhos até o perder de vista. De agora em diante, era só ele vendo como era aquele reino para que seu rei pudesse invadir e dominar aquele lugar. Estava super feliz por ser o único a continuar com a missão, mas, ao mesmo tempo, estava triste por não ter encontrado o seu lugar, todos os seus irmãos tinham encontrado um lugar para viver,menos ele. Andou mais um pouco e deu de cara com enorme palácio onde entrou, e se encantou com tudo o que viu... Sua viagem nos sonhos e verdades foi interrompida por uma voz doce de mulher: - Você entrou no palácio dos elfos, e perdeu todos os males da alma... Mas acho que você errou o palácio o palácio das fadas é ao lado. - Obrigado por me mostrar tudo isso. - Não há de que. -Mas não tenho mais necessidade de ir ao palácio das fadas, achei o meu lugar. Você me aceitaria como soldado de guarda pessoal? -Esse cargo sempre foi seu, soldado... Arthur serviu a elfa Loren por anos até que um dia ele a pediu em nomoro, o nomoro também durou anos. Depois de cinco anos nomorando Loren, Arthur a pediu em casamento e ela aceitou. Eles tiveram vários filhos e filhas elfos. Você deve estar se perguntando: e a missão do rei? Bem, ela nunca foi cumprida e o rei morreu sem saber os segredos das fadas, magos e elfos.


VIAJANDO SEM DOCUMENTO

Benny Sadka

Olá, eu sou o Pedro e vou contar minha viagem maluca para Belo Horizonte com meus dois filhos nas férias de Dezembro. Acordamos de manhã para colocar a mala no carro e não pegar trânsito. Abri o porta malas coloquei as malas no carro e fomos embora pensando que não esqueci nada em casa. Chegando no hotel , estacionei o carro e fomos para recepção. Quando a moça que trabalhava lá falou pra gente: -Preciso dos documentos dos seus dois filhos para vocês entrarem no hotel. Foi quando eu percebi que esqueci o cartão de credito e o documento, esqueci tudo! Percebi que estava em Belo Horizonte sem lenço e sem documento. Comecei a ficar tenso, não sabia o que fazer e falei: - Vamos para outro hotel. Todo mundo aceitou e fomos. Quando chegamos, a moça pediu a mesma coisa, documento dos filhos. Eu pensei, pensei e falei: -Vamos para um hotel de estrada. Todo mundo concordou e fomos. Dessa vez não pediram documento e conseguimos entrar, ficamos felizes de ter um dormitório para passar a noite. Quando entrei no quarto vi que a TV era pequena e velha, a cama estava quase caindo no chão, o piso era oco e do chuveiro quase não saia água, e á agua era meio fria. E o quarto era muito, muito pequeno. Mas como era só aquela noite aceitamos ficar lá. No dia seguinte, depois de uma noite muito ruim, arrumamos as malas tomamos um café horrível e saímos do hotel com um sorriso falso. Pegamos o carro e resolvemos voltar para São Paulo. Quando chegamos lá falei para os meus filhos: -Aprendemos uma boa lição: não dá para viajar sem documentos.  


O MELHOR BAILE DE SAPATOS Bruna Schultz Fernandes

Era uma vez, em um reino muito distante um príncipe que adorava sapatos. Este príncipe gostava muito de sapatos mas além disso ele era bonito rico morava em um reino. Mas a única coisa que ele não tinha era uma princesa. Um dia então seu pai decidiu fazer uma proposta que se em dois dias ele não achasse uma princesa bonita, rica e que adorava sapatos ia fazer um baile para ver com quem ele ia se casar. Em uma manhã o príncipe acordou e foi cavalgar nos campos dos belos reinos. Passando na frente de um reino branco cheio de guardas viu uma bela moça loira com uma coroa brilhante e um sapato extraordinário, então cada vez mais o príncipe se aproximava com seu cavalo mas quando a princesa o viu que ele estava se aproximando cada vez mais logo falou: -Quem é você? O que está fazendo nestes campos? -De manhã sempre venho cavalgar. Mas nunca tinha te visto? Eu moro nestes castelos meu castelo fica do outro lado do campo. Qual é seu nome? Disse James. - Meu nome é Ella, e moro aqui. Ella tinha um armário cheio de sapatos. - Então é uma princesa. Como é uma princesa devo a chamar para cavalgar em meu lindo cavalo branco, pode ser amanhã? Meu nome é James. - Bom, pelo pôr do sol então. Disse ele confirmando. - Claro, do seu jeito então até amanhã. Então James voltou ao seu reino e logo quando chegou foi até sua prateleira de sapatos de todos os tipos e escolheu um para Ella um sapatinho de cristal azul. No dia seguinte quando o sol já estava se pondo James pegou o sapatinho e seu cavalo e foi até a princesa. Quando o príncipe deu o seu presente a princesa logo o pois e disse que adorou em seguida o tirou para colocar na caixa que o príncipe havia dado. A princesa veio com uma cesta de palha cheia de frutas bolinhos para fazerem um piquenique, e com uma caixa misteriosa na mão. Então começaram a conversa. Logo


mais Ella tirou da caixa misteriosa um lindo sapato preto e moderno e logo deu ao James.

- Obrigado Ella, foi muita gentileza sua. Posso ficar com a caixa? Porque que cada sapato meu está dentro da caixa. Vou guardar com carinho em minha estante de sapatos! Disse ele feliz. - Claro. Disse Ella. - Do que você gosta? Logo Ella perguntou. - Eu gosto de sapatos. Disse James. - Eu gosto de flores e de sapatos também. Disse a princesa. O príncipe logo pensou em convidar Ella para o baile que seu pai iria dar. - Ela me concede a honra em te pedir para vim al baile do meu reino amanhã à noite o tema é sapatos. Disse James. - Sim, aceito vou com meu melhor sapato. - Também vou. Falou James. Então James a levou de volta para seu reino. -Até amanhã à noite. Disse Ella. -Até. Disse ele. James voltou para casa feliz que tinha encontrado uma princesa então logo foi falar com seu pai: -Pai encontrei uma princesa aqui do campo dos reinos chamada Ella, ela gosta de sapatos de flores e além disso é muito bonita. - Filho, tem certeza que é a coisa certa a fazer? - Sim pai convidei ela para vir al baile amanhã à noite para te conhecer. - Bom se a convidou está bem vou conhece-la. Disse o pai ansioso e um pouco nervoso. No dia seguinte o príncipe estava ansioso a chegada da princesa do baile e foi pegar o sapato que Ella havia lhe dado, foi até a caixa e o pegou quando abriu a caixa James viu o sapato que havia dado a Ella então o príncipe pensou que devessem ter trocado de caixas! A princesa estava ansiosa para a noite dos sonhos mas não sabia que sapato usar então


foi até seu grande armário de sapatos e foi pegar o sapatinho de cristal azul que James tinha lhe dado. Mas quando chegou lá e abriu a caixa viu um sapato preto e moderno então pensou que devesse trocar com o príncipe de caixa. James pegou seu cavalo branco e foi para o reino da princesa. Quando chegou lá a princesa não estava então pensou que ela deveria ter ido a seu reino então voltou para casa. Quando chegou lá viu um cavalo cinza com uma moça com uma caixa na mão. Então foi ver se era Ella, quando o príncipe olhou para a cara da moça viu uma camponesa com uma caixa de legumes então foi para o lugar onde tinha levado a princesa. James cavalgou por bastante tempo, o sol já estava se pondo então foi depressa quando chegou lá viu uma moça com um lindo vestido. O príncipe foi falar com Ella: - Quem é você? Ela fez uma cara de surpresa e se virou-se viu um homem e este homem era o príncipe então logo respondeu: - Sou eu Ella, olá James trousse o sapatinho? - Sim, trouxe o sapatinho de cristal azul que dei a você! - Que bom agora vamos trocar! Em seguida o príncipe e a princesa trocaram os sapatos e subiram no cavalo e foram embora. James deixou Ella em seu reino com o sapatinho certo e foi ao seu reino. Quando voltou o baile já havia começado então foi se arrumar para uma grande noite. Ela também foi se arrumar. Quando James já estava pronto desceu as escadas e foi falar com seu pai: - Ella já está chegando. - Que bom, espero que seja a pessoa certa meu filho. Disse o pai de James. Quando o pai de James falou estas palavras viu uma moça loira com uma coroa e com um vestido azul e um belo sapatinho de cristal azul que nem seus olhos. Todas as pessoas vieram com sapatos bonitos mas o de Ella era o mais bonito. - Ella chegou. Disse James feliz. - Olá, boa noite meu nome Ella muito prazer, o baile está maravilhoso.


- Olá muito obrigado, meu filho não para de falar em você! Falou o pai de James com os olhos brilhando. - Vamos dançar? Disse James com seus sapatinhos pretos modernos. - Claro. Disse Ella feliz. - Quer casar comigo? - Sim. Disse Ella. Em seguida aquela noite foi mágica e mais feliz de suas vidas para os dois e além de tudo os sapatos dançando e dois se amando príncipe e princesa um ao lado do outro. FIM


A Invasão dos Gênios Bruno Lopes Yamamoto

Há muito tempo, existia uma ilha chamada Musisco, ninguém jamais chegara ali por ser muito longe de todos os países e lugares. As pessoas que a habitavam odiavam quatro irmãos inventores que moravam na ilha: Hamed, Mustafa, Nurdin e Ali. Eles eram odiados por suas invenções malucas que geralmente davam errado. Certa vez, os quatro inventores criaram uma máquina que acabou torrando todos os alimentos, outra vez inventaram um sistema de encanamento de água que acabou contaminando toda a água do rio, mas sempre conseguiam dar um jeito de detê-las, assim não seriam expulsos da ilha. Certo dia, Ali sugeriu que testassem um novo experimento, mas agora de raios, para paralisar coisas e se defender. Então, depois de muito tempo de trabalho, terminaram de construir a máquina. Quando eles a ligaram, ela deu errado como todas as outras invenções, e começou a criar raios descontrolados que queimaram casas, deixando pessoas sem lugar para morar. Como não resolveram esse novo problema, a população decidiu expulsá-los da ilha. Então, foram para um lugar do outro lado da ilha por ser muito bem escondida, acabaram jogando a invenção que deu errado no mar, então Nurdin sugeriu: -Vamos fazer um objeto para agradar o nosso povo e voltarmos! -Que tal uma ampulheta?-perguntou Mustafa. -Que cria gênios e faz eles obedecerem seus pedidos!!!-exclamou Hamed. Passaram meses criando a ampulheta. Como todas as invenções davam errado, essa não seria diferente. A ampulheta criou gênios que fugiram. Então, os inventores tiveram a ideia de criar lâmpadas que os aprisionavam. Essa deu mais ou menos certo, porque a lâmpada não atraia os gênios, apenas aprisionava. Eles precisavam atraí-los para as lâmpadas, então fizeram um pássaro para hipnotizar os gênios. Com esse resultado, chegaram na cidade levando a nova invenção e mostraram para todo mundo, com a intenção de serem aceitos de volta. Ninguém gostou da volta deles, mas as pessoas gostaram da lâmpada e deixaram que eles voltassem a morar lá, mas cobrando um gênio para cada um deles.


Quando o dia amanheceu, os irmãos deram uma lâmpada para cada pessoa e hipnotizaram cada gênio. De repente, depois de terminarem de dar uma lâmpada para cada um, o céu escureceu e o mar bateu na margem mais forte. Um gênio apareceu no céu e começou a falar uma língua desconhecida que os gênios pareciam entender. Esse gênio salvou os outros da lâmpada, destruindo-as, ele era o mais forte! No mesmo momento, os inventores correram para pegar o pássaro hipnotizador, mas foi tarde demais, não pegaram por um dedo, os gênios o pegaram e hipnotizaram toda a cidade, mas os inventores conseguiram fugir para o mesmo lugar que inventaram a ampulheta, para não serem hipnotizados. Com muito sufoco, depois de mais de uma semana, criaram um vaso mágico com o poder de sugar a fonte de magia mais forte. Também refizeram o soltador de raios paralisadores. Voltaram para a cidade e viram um bilhão de gênios voando pelo céu, carregaram a arma de raios que começou a paralisar os gênios. O gênio superior percebeu e tentou fugir dos inventores, mas não conseguiu, virou fumaça e foi sugado pelo vaso mágico. Assim, os habitantes da ilha foram desipnotizados, já que o gênio não poderia mais usar os seus poderes. Depois jogaram o vaso no mar e a ampulheta em um vulcão para não evocar mais gênios, que derreteu-se e virou um líquido que secou e solidificou em uma pedra em formato de ovo. Então, voltou tudo ao normal, os habitantes expulsaram o rei da ilha e tornaram os inventores reis, porque eles eram muito inteligentes, tinham salvado as pessoas e poderiam inventar outras coisas para melhorar a vida na ilha.


O Inimigo Catarina Dionísio Anraku Matsui

Então Sherazade começou sua história desta maneira: - Senhor - disse a sultana - Há muito tempo, existiam cinco irmãos que todos os dias tinham assuntos para conversar, menos um, que queria mais poder mesmo sendo o mais poderoso dos quatro. Seus nomes eram: Newton, o mais velho; Sherigun, o irmão do meio; Munir, um dos mais novos e; Hawking, o irmão gêmeo de Sakir. Sakir era o queria ser o melhor de todos. Quando os irmãos cresceram, tomaram seus caminhos e viajaram para cada lugar da Árabia, se encontraram por acaso em Balsora e lá acharam um mago falando: - Vós queréis ter uma aventura ? - Qual aventura ? - perguntaram os irmãos em conjunto. - Vocês terão objetos mágicos para destruir seu maior inimigo… - falou o mago. Então Munir ganhou um globo teletransportador; Newton uma maçã da agilidade; Sherigun uma caixa ressuscitadora e criadora de seres vivos; Hawking um par de luvas paralisadoras e Sakir uma esfera do poder que transforma tudo o que encosta em ouro maciço. Estes objetos foram modelados e feitos pelos melhores magos e os melhores forjadores do mundo e além destes objetos eles também receberam uma espada encantada. E como sempre, Sakir ficou com vontade de ter mais objetos do que os outros. Sherazade deu uma pausa, pois os raios do sol já entravam em seus aposentos e então no dia seguinte a sultana prosseguiu: - Senhor, - disse ela - Sakir ficou com tanta vontade de ter mais e mais objetos que resolveu matar os irmãos para ficar com seus objetos e o poder supremo, mas seu irmão gêmeo Hawking descobriu o que tramava e avisou os demais irmãos. Munir usou seu globo para se transportar e a seus irmãos para junto de Hawking e, ele por sua vez preparou um plano. Na hora de executar o plano, Munir transportou Hawking para perto de Sakir e depois paralisou seu irmão Sakir. Tirou-lhe sua esfera e transformou seu corpo em ouro menos a sua cabeça, pois ela todos juntos a esmagaram com uma pedra bem pesada.


Dinarzade exclamou: - Que história radiante ! - Pois saibas que esta história não acaba assim, será muito melhor, mas só se o sultão gostar da próxima. As Najas Depois desta história os irmãos foram viajar a procura de dinheiro para se sustentarem. Eles viajaram e viajaram até que encontraram uma ilha bem grande. Eles deixaram o navio lá e foram para a ilha ao lado que parecia ser cheia de riquezas. Eles encontraram uma caverna com muitos diamantes e pedras preciosas. Depois de recolher tudo que encontraram voltaram para o navio achando que estavam ricos, mas não encontraram nem o navio nem a ilha onde tinham deixado o navio. - Onde está a ilha? - se perguntou Munir - eu não consigo rastrear com o meu globo ! Newton disse que a ilha poderia ser um bicho bem grande e não uma ilha. Mas quando foi usar sua maçã avistou quatro najas enormes crescendo como se tivessem acabado de nascer e, tinham cinco olhos para olhar a toda sua volta. Logo que eles as encontraram perceberam que elas estavam segurando o navio sendo estraçalhado com toda a força. Elas então o engoliram sem mesmo mastigar, os irmãos foram atrás delas e as pararam com as luvas paralisadoras de seu irmão Hawking. Mas perceberam que, não fazendo o efeito desejado, as najas evoluíram e criaram pernas e braços e ficaram mais rápidas. Eles pegaram as espadas que tinham trazido consigo e separaram as najas ao meio, porém as metades se rejuntaram e ficaram mais fortes e tinham desenvolvido asas. Os irmãos perceberam que a cada dano que faziam deixavam elas mais fortes, pegaram então a maçã da agilidade para subir nas najas e as sufocaram, mas também não deu certo pois nasceram mais cabeças. Então atearam fogo nas espadas planejando um ataque mortal, mas as najas foram mais ágeis e engoliram Munir e Sherigun. Os outros ficaram iludidos com a força delas e ao mesmo tempo lamentaram a perda dos irmãos, porém, viram um flash e as coisas que haviam crescido sumiram e todas se fundiram em uma única naja. Logo perceberam que Sherigun havia criado seres que mataram os organismos de evoluir. Munir e Sherigun então se teletransportaram para fora da naja e com uma pedra muito grande e pesada que foi teletransportada por Munir por


sobre a naja, eles a mataram com toda força que lhes sobrou. Todos ficaram muito contentes de saber que os irmãos estavam bem, se abraçaram, festejaram e construíram outro navio mais simples porém grande o suficiente para levar todos de volta para onde eles vieram com toda a riqueza que encontraram. Logo na chegada foram de encontro ao mago para dividir parte da riqueza como forma de demonstrar gratidão pela aventura encontrada !


Frederico Kipnis

 

Em Um bairro pequeno, porém agitado, havia uma única banca. O dono se chamava Tom. Tom era um homem simples de poucas palavras e perfeccionista. Todos sábados as 2:00 da tarde, quando o Sol batia forte, passava um senhor alto, moreno, meio... preguiçoso e relaxado, sempre com uma latinha de Coca-Cola na mão. Ele passava lá e comprava um jornal, sentava num banquinho ali perto ficava lá em torno de meia hora. Isso alegrava Tom, e por isso ele quis trazer tais características para sua banca. Ele pensou em deixar sua banca mais relaxante, então instalou um ar condicionado, uma máquina de café e pôs algumas cadeiras ao lado da banca. Bem, isso atraiu mais pessoas, mas não os tipos certos de pessoas. Hippies. Hippies aqui, hippies ali, por todo lugar. Tom tentou expulsá-los, mas eles deram as costas, tentou chamar a polícia, mas eles acharam que Tom não tinha uma boa explicação. Ele teve que desinstalar o ar condicionado e a máquina de café. “Se relaxante não funcionou... Alegria deve! ” Pensou Tom. Então ele mudou a cor da banca, que era cromada, para amarelo com laranja. Bem, não deu muito certo, na verdade a única coisa que ele atraiu foi alguns pombos, já que ele estava comendo um sanduiche de atum. Ele tentou de tudo, pôs uma geladeira cheia Coca-Cola para vender, multa por venda não-autorizada. Tentou vender mais jornais, mas quem ia comprar jornal em uma banca super colorida? No final do dia, Tom teve que gastar mais dinheiro ainda para deixar tudo como estava no começo daquele longo dia. Quando o sol estava se pondo, Tom fechou a banca e voltou para casa triste, cabisbaixo. Mas como você sabe, leitor, desistir não quer dizer fracasso, quer dizer não. Se desistir é fracasso, então se eu negar, por exemplo a comer uma maçã, quer dizer que eu sou fracassado, o que está muito errado. Tom Pensando nisso, disse não. Ele não disse não, ele GRITOU NÃO! Ele levantou a cabeça e olhou para trás! E foi aí que o nosso querido Tom percebeu que o que o alegrava não era o homem, não era


sua banca, não era ficar vendo se a Coca-Cola do homem tinha seu nome ou de algum conhecido, e sim... O sol.

MORAL: O Sol é o fracasso? Desistir é Sol? Café e Ar condicionado atrai Hippies? Pombos gostam de atum? Bem, EU não sei. Ainda mais quem escolhe é você Leitor.


Era uma vez um menino. Giovana Bergamaschi Girdosek Era uma vez, uma cidade tão pequena que mal tinha 200 pessoas, mas, tinha um Rei muito mal que fazia muitas pessoas infelizes, esse Rei se chamava Marcos, prendia os inocentes e libertava os ladrões. Esse Rei estava em seu castelo quando um guarda apareceu lhe dizendo: - Majestade, achamos esse bebê no lixo, o que fazemos com ele? - Hum... -disse o rei-Um bebê, traga-o aqui, vou ficar com ele. E assim o Rei o criou, um menino horrível de aparência, mas, de um belo coração. Marcos o trancafiou em uma igreja, ele era proibido de ir para o mundo então, o Rei o fez de criado da igreja. Esse menino tinha o nome de Robinson, mas todo mundo o conhecia como Bob. Marcos não tinha uma rainha, mas, uma serva fiel que ele tratava como se fosse sua própria esposa e tinha total confiança nela. O Rei a treinou para lutar ao seu lado e defender seus caprichos, essa moça se chamava Alegria, mas o Rei a chamava de Alê. Depois de 16 anos, em um belo dia, acontecia uma festa popular e assistindo tudo, Bob estava ficando cada vez mais triste. Então o Rei chegou trazendo comida e começou a falar: - Robinson, vamos repassar o abecedário?! - Sim mestre -ele sempre repetia. - A. - Alecrim. - B. - Berçário. - C. - Cenário. - D. - Dedilhado. - E. - Encantado. - F. - Festa... - FESTA!!! Você está pensando em ir a essa festa? Não vai e não quero discussão! -disse o Rei bravo. Bob tinha ficado tão triste e com uma vontade enorme de ir lá e conhecer pessoas, lugares... Que não aguentou! Escapou pela janela e saiu da enorme igreja. Apesar de a festa estar lotada, quando o Rei chegou e o viu ali parado fora da igreja, ficou vermelho de raiva e disse para o


guarda a seu lado: - Pegue o Robinson e o jogue na masmorra, mas sem comida, quero que ele conheça a dor da fome. Ao ouvir isso Alê seguiu o guarda e Bob, então quando o guarda saiu ela disse a Robinson: - Bob querido você está bem? - Saia de perto de mim sua pilantra! -disse ele -Aposto que foi você que deu essa idéia de me trancar aqui para meu mestre! - Claro que não! - Claro que foi, saia daqui não quero ver você! -protestou Bob. - Se você não quer a minha ajuda, então como disse o seu “mestre", morra de fome! -Dizendo isso Alegria voltou para a festa deixando Bob preso. Então ela ordenou que um criado desse todo dia um pão, mas com uma mensagem que dizia assim: “Nunca deixe o Rei ver isso, ou será a sua morte!" Então, sempre que o Rei ia ver Bob ele escondia o pão e o outro achava que ele era imortal e não sabia que Alê era a culpada por tudo aquilo, e que ela era a pessoa mais amorosa e cuidadosa de todo o mundo! Quando ele foi solto, voltou a morar no alto da igreja triste e só. Certo dia, apareceu em sua casa uma linda moça que estava procurando o padre para marcar o seu casamento: - Oi, tudo bem? Você sabe onde posso encontrar o padre? - Hoje o padre não está, mas eu posso deixar anotado e outro dia você passa e fala com ele! - Muito gentil da sua parte. Qual é o seu nome? O meu é Maia! - Robinson, mas pode me chamar de Bob! E os dois conversaram a tarde inteira até que o Rei chegou e ouviu os dois, mas esperou a moça ir embora para brigar com Bob: - Quem era ela e o que queria?! - Não era ninguém, era só uma moça querendo agendar o seu casamento! - Mentiroso, os dois estavam de paquera e por isso vai voltar às masmorras! - Porque que o senhor faz isso? Porque sempre briga comigo? Você me criou eu sou praticamente o seu filho e você só me trata mal. - Já chega! Insolente preguiçoso, você me faz mal! Agradeça eu não estar com vontade de te matar! -Gritou Marcos, tão alto, que Alegria chegou impressionada: - O que está acontecendo, que barulheira é essa! Está tendo missa lá embaixo! Respeito! O Rei foi embora e Alê foi com ele, deixando Bob sozinho.


No dia seguinte o Rei estava se sentindo tão mal, mas não de saúde, na alma. Ele foi se encontrar com Bob, mas não se controlou: - Desculpe Robinson eu estava de cabeça quente, eu não sabia o que estava dizendo, me perdoe. - Claro mestre, mas porque o senhor está se desculpando? -Perguntou Bob Eu que tinha que me explicar. - Deixe isso de lado, não importa. Depois disso o Rei não estava em boas condições, estava morrendo! Ele precisava de um sucessor então chamou Robinson e disse: - Eu estou morrendo e preciso de um sucessor, você aceita esse cargo? - Mas porque eu? Quem o senhor maltratou tanto. - Vou te contar a verdade, você é o meu filho! Eu tentei te jogar no lixo, mas meus criados o acharam! - Porque você fez isso? Com o seu filho? - Minha mulher, sua mãe morreu no parto, é por isso que eu o maltrato tanto, porque você matou a mulher da minha vida eu não iria aguentar ter na minha frente alguém assim, e para tentar tirar essa mágoa de mim estou com a Alegria, mas essa mágoa só piora cada dia -falou o Rei chorando. - Porque não me contou antes? - Eu estava confuso, com medo e angustia. Estava perdido em como você se parece com sua mãe. Gentil, carinhoso, tudo! - Eu aceito o cargo, se eu, você e a Alê formamos uma família feliz! Vamos esquecer o passado e presentear o futuro! - Combinado! E a partir de então, eles viveram felizes para sempre!


O príncipe egoísta João Pedro Sequeira Rocha

Era uma vez em um reino cujo o tempo esqueceu nome, um rei que era muito bondoso. Ele era tão bondoso que não havia habitante triste neste reino, todos eram muito felizes não havia pessoa ou animal triste. No reino mesmo todos sendo muito felizes, o rei tinha um grande problema que os habitantes desta cidade desconheciam, o rei tinha um único sucessor e esse sucessor era um príncipe que era muito mimado, maldoso e egoísta. Esse príncipe era tão mimado que quando ele abria a boca para falar só saia pedidos, reclamações e maldades; nunca se ouviu dizer um obrigado ou por favor da boca dele. Como a rainha havia morrido a dois anos o rei jurou não voltar a se casar com outra mulher, por isso ele de jeito nenhum poderia ter outro filho. Quando o rei estava pensando em desistir de tentar mudar o príncipe ele lembrou que havia uma esperança, seu filho depende muito de alguém pois se recusava a aprender as coisas com seu pai, ele só pedia, só fazia o que lhe interessava, então dependia muito de alguém. Seu pai, o rei, já estava ficando velho então sua missão era achar alguém, uma garota sabia e bondosa, e ainda por cima que gostasse de seu filho. Anunciou-se em seu reino que qualquer moça poderia se apresentar para o príncipe e para o rei, mas a questão é que muitas se apresentaram, mas poucas tinham as características corretas, e as que tinham só se apresentaram porque seus pais as obrigaram. Mesmo sendo muito educadas, saiam logo. Então em uma das apresentações de uma moça com as características procuradas, que claramente não queria estar ali porque dava para ver a pressa que ela se apresentou, o príncipe se apaixonou à primeira vista. Ele não teve tempo de chamar a atenção do pai, nessa altura a moça já havia ido embora. O príncipe que ficou muito abalado não comia, nem pedia e nem reclamava. O rei começou a ficar preocupado e feliz, por um lado essa podia ser a salvação pois seu filho faria tudo pela moça, mas por outro lado, seu filho estava muito abatido e se não achassem a moça ele ficaria assim para sempre. Tinha outro problema e se a moça recusasse, ele não poderia obrigá-la a se casar com seu filho como os reis maus e gananciosos fariam. O rei falou para seu filho que ele poderia mudar para conquistar a


moça. O príncipe logo aceitou. A vida do rei se iluminou muito porque seu maior problema havia sido resolvido, mas a do príncipe estava muito difícil ele teve que desaprender o que achava certo, isso é muito difícil porque imagine quinze anos de vida e você tivesse que desaprender tudo o que aprendeu! Dois anos depois o príncipe já não era mais a mesma pessoa, era bom e sábio, como seu pai, mas nele havia ainda um defeito, ele não sabia como viver sozinho, pois não sabia cavalgar, lutar, se defender e não sabia pescar, isso tudo naquela época era muito importante e quando seu pai o iria ensinar, uma semana antes de começar, seu pai se sentiu mal e morreu. O príncipe ficou muito abalado, mas a primeira coisa que ele fez foi procurar aquela moça que conhecera dois anos antes. Saiu a procura da amada e colocou cartazes em todos os lugares. A moça estava muito preocupada, seus pais haviam morrido a muito tempo, ela não saia de casa, e todos a procuravam por ela. Mas um dia uma pessoa a encontrou e falou para o príncipe que ao vê-la ficou muito feliz. Ela não ficou nem um pouco feliz, porém eles conversaram um tempo e se deram muito bem. O príncipe a pediu depois de duas semanas em casamento, ela demorou um tempo e respondeu que sim. Depois o príncipe aprendeu o que não sabia e eles deram uma grande festa que durou três dias inteiros. Tiveram dois filhos que sempre foram muito bons e viveram felizes para sempre. FIM


A guerra Julia Labaki

Há muito tempo, havia um pequeno reino chamado Vlandislovia. Esse reino tinha uma rainha e um rei como todas as historias de conto de fada. Esse reino tinha um lindo castelo e uma aldeia que os reis faziam questão de ajudar, dando comida e dinheiro aos mais pobres! A rainha tinha um sonho: ter filhos e felizmente a rainha estava grávida de um casalzinho de gêmeos e o sonho ia ser realizado!. Era um reino calmo, mas que as vezes guerreavam com um reino vizinho chamado Landisvovia. A guerra acontecia porque o os dois reis eram inimigos, eles nunca revelarem o motivo, até um dia que o rei estava dormindo e a rainha chamou um mago especialista em saber segredos usando a palma da mão, o mago foi até o quarto e cuidadosamente pegou a mão do rei e viu porque eles eram inimigos e descobriu que na infância eles disputaram por uma fada que realizava todos os desejos, e acabaram espantando a fada. As rainhas eram primas, eram próximas na infância, e sempre que podiam se encontravam, escondidas dos reis. Os reis não sabiam dos encontros e nem que elas eram primas. Era capaz de matarem as duas rainhas se descobrissem os encontros delas, porque nenhum dos dois aceitavam o mínimo contado com o reino um do outro. A rainha de Vlandislovia sempre saía para passear no jardim do palácio, para pensar em um jeito de resolver o problema mas nunca deu certo porque sempre tinha um problema que impedia o plano de ser colocado em pratica! Certo dia, em quanto a rainha tomava um sol, uma camponesa veio falar com ela: -Rainha! -Diga. -Eu vi os soldados de Landisvovia. -Corra avisar o rei, se te barrarem diga que eu deixei você entrar. A camponesa obedeceu e foi correndo chamar o rei, a rainha foi falar para um


guarda anunciar que tinham soldados vindos de Landisvovia, o soldado anunciou e a rainha foi para o quarto e chamou o marido. Quando o rei chegou avisou que nessa guerra ele ia batalhar pelo reino, pois estava cansado de ficar vendo o outro reino batalhar com o rei e o dele só os soldados! Ela concordou, mas começou a chorar com medo que seus filhos nem conhecessem o pai. Depois de umas 3 horas os soldados estavam prontos para a guerra e o rei estava no comando: anunciou guerra contra o outro reino, porque ele queria começar logo a guerra para ver o outro reino ser massacrado . Enquanto acontecia o primeiro dia de batalha os gêmeos nasceram: a menina se chamava Julieta e o menino Ricardo, a rainha ficou muito emocionava ela mandou buscar o mensageiro que era o único que sabia da amizade das duas rainhas então ela pediu para ele entregar uma carta para a outra rainha dizendo para ela encontrá-la no laguinho do bosque, para lhe apresentar seus novos primos! O mensageiro entregou a carta e a rainha foi com a Julieta e com o Ricardo no laguinho, ela também levou uma cesta de frutas e um suco. As duas conversaram muito sobre o conflito, e queriam contar, aos reis, que elas eram primas, mas sabiam que iam arriscar a vida, então decidiram não contar, brincaram um pouco com os bebes e cada uma voltou ao seu palácio. Durante toda a guerra que durou 2 meses as duas se encontravam no mesmo lugar todos os dias, para conversar e molhar os bebes na água doce! Ao fim da guerra Vlandislovia venceu, e o rei voltou ao seu palácio. Vencedor da guerra e perdedor dos primeiros meses dos filhos. Não sabia os seus nomes. -Como eles chamam? – perguntou o rei à rainha -Julieta e Ricardo! – a rainha respondeu, triste! -Eles são lindos! -São mesmo! Depois de conversarem muito os bebes dormiram e eles foram deitar e aproveitaram pra ler um pouco o rei lia triste, pois, queria pelos menos saber os nomes dos filhos sem perguntar, mais a rainha compreendia. E a mãe não conseguiu dormir bem, pois tinha que


levantar para cuidar dos bebes.

Depois de muitas guerras iguais a essas, muitos anos lutando, Ricardo e Julieta cresceram e fizeram 11 aniversários. Ricardo treinava artes marciais e Julieta fazia ioga junto da mãe, eles faziam os exercícios de tarde, pois, de manhã iam à escola real onde fizeram muitos amigos. Na ultima batalha os dois reis acabaram morrendo e as duas primas ficaram chateadas, mas finalmente elas iam conseguir se encontrar sem ser escondido. As crianças ficaram muito chateadas, mais elas já tinham idade para saber que uma hora ou outra isso ia acontecer então o impacto foi menor. Os reinos se juntaram e quem comandou foi a ex-rainha de Vlandislovia por ser mais velha e as duas acharam que a mais velha no comando seria melhor ao povo, e o reino todo passou a chamar Vlandisvovia e não houve mais guerra, o reino precisava de um rei, pois não era fácil comandar 2 reinos sozinhas, então a rainha anunciou que ia escolher um marido, um futuro rei! Ela se casou. Ricardo e Julieta ganharam um irmãozinho que cuidaram, amaram e brigaram e a família se tornou unida pelo resto de suas vidas! Fim


Branca de Cinderela Luisa Cañedo Romano

Você se lembra da ultima vez que viu a Cinderela? Pois bem, ela estava se casando com o príncipe. E a ultima vez que viu a Branca de Neve, você se lembra? Ela também estava se casando, com outro príncipe. Mas acho que você ainda não sabe o que aconteceu depois dessas duas histórias, as duas princesas se encontraram e viraram boas amigas. Se quiser saber sobre uma aventura de duas amigas continue lendo esse conto. Bom vamos começar logo com isso: Era uma vez, em um reino muito distante, duas amigas que se chamavam Branca de Neve e Cinderela. As duas moravam juntas no mesmo castelo com suas famílias e com os sete anões: Dunga, Zangado, Dengoso, Feliz, Mestre, Soneca e Atim. Todos viviam muito felizes lá. Viviam em um reio chamado Branca de Cinderela em homenagem a grande amizade que formavam. Um dia Mestre foi até a Branca e lhe disse: -Branca, queria te avisar que a muitos dias conheci uma moça, que diz ser a filha da Rainha má, mas me disse que não era malvada. Porem eu não confiei nela e queria te avisar para tomar cuidado! – Branca respondeu: -Mestre, só porque é filha da Rainha má não quer dizer que ela é má!- Branca pensou um pouco e disse- já sei! Vamos chama-la para vir aqui e assim nos conhecemos melhor. Assim foi feito. Um dia se passara, e a filha da Rainha má que se chamava Cruela chegou no palácio da Branca e de Cinderela. As duas se conheceram bem e combinaram outro encontro. Um dia se passou e Cinderela foi falar com Branca:


-Branca, tome muito cuidado, filha de gente má é gente má. – Mas Branca não acreditou e continuou e se encontrar com Cruela. Branca persistiu em ser amiga de Cruela mesmo depois dos avisos de Mestre e Cinderela. Elas conversavam bastante, conversaram sobre a mãe de Cruela sobre os príncipes e sobre um baile que teria em 5 dias no palácio do rei Roland. Elas faziam tudo juntas, iam a piqueniques, iam a aniversários. Faziam tanta coisa juntas que Branca decidiu convida-la para o baile do rei Roland. É claro que ela aceitou, então juntas foram ao baile. Quando chegaram todos os convidados estranharam ao verem a filha da bruxa má com a bela e bondosa Branca de Neve, mas branca os tranquilizou dizendo que ela era boa mas ninguém acreditou. O tempo se passara e chegou a hora da ceia. Todos se sentaram para comer menos a Cruela que saíra com a desculpa de que precisava tomar um ar. Quando ela voltou todos começaram a comer. Branca quis fazer um brinde a Cruela por não ser má, mas antes de beber o vinho falou: -Conforme a tradição quem está a esquerda de mim, a rainha, tem de beber meu vinho primeiro! E como Cruela está a minha esquerda terá de cumprir o ritual. Cruela ficou tão sem graça que bebeu, mas depois do primeiro gole caiu dura feito uma pedra no chão. Todos ficaram muito indignados. Branca, impressionada, com o que tinha acontecido notou que Cruela havia envenenado o seu vinho como vingança de ter matado a sua mãe. Branca se desculpou a todos por não ter acreditado. Após a ceia voltaram para o castelo muito indignados com o que havia acontecida mas no dia seguinte nem e falava mais nisso. Então todos voltaram a viver felizes para sempre.


A Paixão Maria Fernanda Leoratti Sabag

Era uma vez uma princesa chamada Mia. Um dia Mia estava andando pelo reino quando de repente se esbarrou num homem chamado Jean. Então a princesa perguntou: - Qual é o seu nome? - O meu nome é Jean. – Respondeu o homem. - O meu nome é Mia. Desculpe-me eu tenho que ir. – Falou Mia com toda a correria. Mia correu para o castelo e quando chegou foi logo para a sala do trono e disse para sua mãe a rainha Elisabeth: - Olá mamãe, você não sabe, eu encontrei um moço chamado Jean e ele parece ser simpático. - Ele é um aldeão, então você não poderá mais vê-lo e este papo está encerrado. Vá já para seu quarto. – Disse Elisabeth No dia seguinte Jean falou: - O Robson, eu conheci a princesa e ela é muito bonita e boa pessoa. - Pelos seus olhos você está apaixonado. Se eu fosse você iria encontra-la – Disse Robson. - Você tem razão, Tchau Robson – falou Jean com toda a felicidade. Enquanto isso a princesa saiu do castelo escondida para encontrar Jean. Os dois se encontraram e Jean perguntou: - Mia quer sair comigo? - Sim. – Respondeu Mia. Então os dois saíram juntos. No fim da tarde Mia levou Jean para conhecer a mãe.


- Mãe esse é o Jean o homem em que eu tinha te falado – Disse Mia - Mia eu já disse para você se afastar desse homem. Por favor, Jean volte para a sua casa e Mia vá já para o seu quarto.- Disse Elizabeth. - Mas mamãe.- Insistiu Mia. - Mia eu já falei para você não falar com esse homem.- Respondeu Elisabeth. - Esse homem tem nome é o nome dele é Jean. – Mia falou com toda a raiva. No dia seguinte a rainha acordou Mia falando: - Mia acorde vá se arrumar por que você vai sair com um príncipe e depois vocês vão se casar. - Mãe eu nem conheço esse príncipe – Mia respondeu. - Não importa, agora vá se trocar. – Disse a rainha. Então a princesa se arrumou e foi para o salão. Até que o príncipe falou: - Olha aí a princesa mais linda. Então vamos. - Sim- Respondeu Mia. Os dois saíram juntos pelo reino. Duas semanas depois: - Finalmente o seu noivado Mia. – Disse Elisabeth No começo do noivado a rainha saiu e foi sequestrar Jean para trancá-lo em uma torre. Jean estava saindo de casa quando a rainha chegou pegou ele e o trancou em uma torre e disse: - Você não vai ao noivado da minha filha para estragar tudo. Depois que a rainha tinha saído da torre Jean começou a chorar até que começou a vir mil brilhinhos pelos ares, que se transformaram em uma fada madrinha: - O que foi meu jovem? – Pergunto a Fada madrinha.


- É que eu gostaria de ir ao noivado de Mia, mas deixa, eu estou feio, de roupa rasgada e trancado aqui. – Disse Jean chorando. - Eu posso dar um jeito. – Disse a fada madrinha – Ua

bri

luuuuu- A fada

madrinha disse as palavras mágicas. Jean saiu alegre da torre e foi correndo para o castelo. Até que chegou lá e rainha disse para o Jean: - Eu falei para você não vir. - Eu não ligo para o que a senhora diz. A senhora não pode me separar de Mia. – Falou Jean. Jean foi até Mia, se ajoelhou e falou: - Mia você quer se casar comigo? - Sim – Mia respondeu com toda a alegria. A rainha se transformou em um dragão e gritou: - Vocês não podem se casar!!!! - Mamãe eu posso me casar com quem eu quiser e eu vou me casar com Jean, você querendo ou não. – Falou Mia. Um tempo depois Jean e Mia se casaram e tiveram filhos e Viveram felizes para sempre.


A camponesa e o pavão Maria Mendonça Willis

Era uma vez uma camponesa, tinha 8 anos, mas muito esperta, chamada Maria, ela era muito gentil, mas tinha uma madrasta muito malvada chamada Maristela. Um dia Maria saiu para passear, quando ouviu uma voz dizendo: -Aqui, aqui – e Maria não via ninguém, apenas um lindo pavão, achou que seria impossível que um pavão falasse, então ouviu de novo e começou a achar que era o pavão que estava falando e ela acertou, ele falava mesmo, então ela perguntou a ele como que ele conseguia falar, então ele disse: -Eu aprendi a falar do mesmo jeito que você, foi muito fácil. Então Maria contou para o pavão que tinha uma madrasta muito malvada, mas ela não podia impedir o amor entre seu pai e ela, e então Maria voltou para casa. E todos os dia Maria ia conversar com o pavão e eles até que então viraram amigos, muitos amigos. Certo dia Maristela queria sair para passear com Maria porque queria saber um pouco mais sobre ela, chegou em um local em que Maria pediu para ficar lá, sozinha, então Maristela viu que ela estava falando com um pavão. Ela pensou em um plano, queria ver o que Maria conversava com o pavão. Maristela começou o plano, ela tinha uma amiga bruxa, então fez com que um velho camponês virasse um pavão e olha que deu certo, Maristela foi lá colocar o pavão no lugar. No dia seguinte, Maria foi la passear, na verdade foi conversar com o pavão, que era um camponês. Chegou lá e começou a conversar com o camponês e disse para ele que não gostava do que a Maristela fazia e então o camponês contou tudo para a madrasta. Maristela, que não gostava de Maria, não parou de fazer isso porque ela queria que Maria fosse embora daquela casa. Então Maria começou a ficar com muita e mais muita


raiva da madrasta, começou a brigar com ela, seu pai ficou muito bravo e Maria ficou de castigo, não podia sair de casa. Maria queria muito ir conversar com o pavão que na verdade era o camponês, então ela fugiu para ir conversar com o pavão, quando chegou lá não tinha ninguém e ela só ouviu uma voz dizendo: -Socorro, socorro! – e era a voz do pavão, então ela viu que o pavão estava preso em uma gaiola. Ela desamarrou ele e o pavão contou toda a história, que tinha sido preso pela madrasta e ela substituiu ele por um camponês transformado em um pavão que também falava. Quando então Maria pensou em um plano, no dia seguinte, avisou a todos da casa que iria sair para passear. Maristela sabia que ela iria conversar com o pavão, então foi levar o camponês. Quando Maria chegou, começou a falar com ele, ele sabia que não era o pavão de verdade e disse que estava achando que a madrasta era super legal e ficou conversando, até que ela foi embora. Maristela foi perguntar ao camponês o que ela tinha falado, ele disse: -Fique atenta porque ela está começando a gostar de você – e a Maristela ficou brava com Maria porque ela ficava o tempo todo do lado da madrasta, então ela resolveu que iria embora daquela casa e ela perguntou ao pai de Maria quem ele preferia: a Maria ou Maristela. Ele disse que preferia muito mais a Maria do que a Maristela então foi foi embora da casa e Maria explicou ao pai o que tinha acontecido. Ele nunca mais falou com aquela mulher chata e o pavão de verdade foi morar com ela e com seu pai. O pavão de mentira voltou a ser o camponês mais novo do que antes e Maria, seu pai e o pavão moraram juntos e a madrasta se casou de novo, então se você encontrar um pavão que fale, tenha cuidado, preste muita atenção!


Pandu-Pandu Maria Petra Cavalcanti Brasileiro dos Santos

Era uma vez uma velhinha que morava sozinha, em uma casinha numa clareira na floresta. Um dia, ela recebeu um convite do casamento de sua sobrinha. Chegado o dia, colocou seu chinelinhos, e se pôs a andar pela estradinha de terra que atravessava a floresta. Só se ouvia o barulho dos seus chinelinhos arrastando (tic, tic, tic). No caminho ela encontrou um galo que disse – Velha velha, eu vou te comer. E ela respondeu: – Não me coma não, senhor galo, eu estou apenas pele e osso, mas eu estou indo para a festa de casamento da minha sobrinha e eu vou voltar mais gordinha, aí o senhor poderá me comer. – Mas como eu posso ter certeza que você vai voltar,velha? Reclamou o galo. – Ora, ora, seu galo, você não sabe que o único caminho de ida e volta pela floresta é esse? Então, o galo resmungou, mas no fim disse: Está bem! Então, ela se pôs a andar (tic, tic, tic). No caminho, ela encontrou uma onça em um galho, que disse – Velha, velha, eu vou te comer. E a velha disse – Não me coma dona onça, eu estou só pele e osso, mas eu estou indo para festa de casamento da minha sobrinha e vou voltar mais gordinha, aí voce poderá me comer. – Mas como eu posso ter certeza de que você vai voltar,velha? Bradou a onça. Então a velha respondeu – Ora, ora, dona onça, não sabe que esse é o único caminho de ida e volta? Resmungando, a onça respondeu – Está bem! Novamente ela se pôs a andar (tic, tic, tic), e então, encontrou na ponte em que passava um jacaré, que assim como os anteriores disse: – Velha, velha, eu vou te comer. E ela respodeu – não me coma não, senhor jacaré, eu sou apenas pele e osso, mas eu estou indo para a festa de casamento da minha sobrinha e eu vou voltar mais gordinha, então, você vai poder me comer. – Mas como eu posso ter certeza de que você vai voltar? Manifestou o jacaré. E como nas duas vezes anteriores ela respondeu: - Ora, ora, esse e o único caminho de ida e volta pela floresta, senhor jacaré. Então, o jacaré concordou. A velhinha comeu e comeu nos três dias em que durou a festa, e ficou muito mais gorda. Só quando ela foi voltar para casa que pensou: – Como eu faço para não ser comida? Então, ela viu a abobora gigante da qual foi feito o doce de abobora, e ela cabia direitinho


dentro dela. Ela fez dois furinhos para os olhos, e foi andando (tic, tic, tic). Quando ela encontrou o jacaré, ele perguntou: – Você viu uma velhinha magrinha passando? E a velha cantarolou – Não vi velha, nem pêra velha, Pandu-Pandu, PanduPandu. O jacaré achou melhor não irritar o animal, pois não sabia se ele era bravo ou não. A velha encontrou com a onça, que perguntou: – Você viu uma velhinha magrinha passando? E a velha cantarolou – Não vi velha, nem pêra velha, Pandu-Pandu, PanduPandu. A onça achou melhor não irritar o animal, nunca tinha visto bixo tão estranho. Quando chegou a vez do galo, ele fez a mesma pergunta, e a velha logo respondeu: – Não vi velha, nem pêra velha, Pandu-Pandu, Pandu-Pandu. Mas o galo estava em cima de uma pedra e ficou na mesma altura dos olhos da velha. Ele olhou no furinho e viu a velha, e, faminto, atacou ela. Os dois, a velha e o galo, foram rolando estrada abaixo. A velha começou a bater no galo, e o galo bicava a velha, quando chegaram embaixo, o galo já estava morto, então a velha voltou para a casinha dela e ela viveu feliz para sempre.

FIM


O COPO DE LEITE Marina Fedrizzi Zilles

Era uma vez há muito tempo atrás, um rei e uma rainha que deram a luz a um belo príncipe . O príncipe era chamado de Copo de Leite, ele era chamado desse jeito porque tinha a pele clara como as pétalas da flor copo de leite e seu cabelo era amarelo como o miolo desta flor.

Em um dia de chuva foi anunciada a morte da rainha Elisabet 1ª.(a mãe de Copo de Leite). A partir daquele dia o rei tratava o menino como um deus. O protegia de tudo e de todos que podiam machucá-lo. E ai de quem aproximar-se do filho sem sua permissão.

No fundo o rei não era tão mal ele só tinha medo de perder a única lembrança que tinha da amada esposa. Quando Copo de Leite cresceu um pouco o rei decidiu casar de novo. Alguns anos depois do casamento, o rei teve que viajar e nunca mais retornou.

ANOS DEPOIS Num dia de verão em que o príncipe estava com seus amigos... A rainha estava em seus aposentos então passou por um portal mágico e perguntou a um espelho: -Espelho, espelho meu há algum ser mais belo do que eu? O espelho responde: -Ó minha rainha tua beleza é encantadora... porém, como eu tenho de lhe dizer a verdade teu dia chegou tu não és mais a mais bela... A rainha morrendo de raiva gritou em um tom ameaçador: -Me diga imediatamente o nome desta criatura infeliz que tirou meu trono de mais bela!!! O espelho no inicio se recusou a falar, mas depois aceitou e revelou seu segredo: -O dom da beleza perfeita não é mais teu e sim do teu enteado.

A rainha estava soltando fogo pelas narinas de tanta raiva. E foi estipulando um plano maquiavélico contra o príncipe. No dia seguinte a rainha mandou o caçador levar o príncipe até a floresta, matá-lo e trazer-lhe o coração. O caçador obedeceu a rainha, mas na hora de matar o príncipe ele disse para o jovem fugir para muito longe e para nunca


mais voltar ao castelo. Copo de Leite, com medo, fugiu como o caçador o mandara.

O menino correu tanto que quando parou para descansar, adormeceu. Quando ele acordou ele se viu na frente de uma casinha, como a curiosidade falou mais forte que o medo, Copo de Leite entrou na casa. Lá dentro tinha uma mesa com 7 cadeirinhas (ao redor da mesa) e vinha um cheirinho magnífico da cozinha. Era uma sopa e como o príncipe estava morrendo de fome pegou um dos potinhos da mesa e comeu a sopa, depois de comer sentiu um cansaço e foi ver o que tinha no andar de cima e viu 7 caminhas e como estava com sono deitou-se e adormeceu. Algumas horas depois... -huuuuaaaaaa!- bocejou o príncipe. Mas quando ele abriu os olhos viu um monte de anõezinhos envolta dele, assustado, ele deu um grito: -Aaaaaaaa!!!- e os anões fizeram o mesmo. E depois de todo o susto o príncipe perguntou: -Quem são vocês?- e um dos anões respondeu irritado: - nós somos os donos desta casa agora vasa. Outro dos anões se aproximou e disse: - Ei, calma Zangado! Vamos ver o que ele tem a dizer. -Então rapaz, me diga o que você esta fazendo aqui? - perguntou um dos anões Com medo Copo de Leite respondeu: -Eu sou Copo de leite, eu vim do castelo e a aquela coroa da rainha queria me matar! Então eu resolvi fugir. Os anões fizeram um montinho de discussão e depois um deles foi em direção ao príncipe e disse: -você pode fica. Depois de um tempo os anões se acostumaram com Copo de Leite em casa e até viraram amigos... Enquanto isso no castelo: -Espelho ;espelho meu tem alguém mais belo do que eu? - perguntou a rainha. - Vossa alteza, tu já sabes qual a minha resposta. - respondeu o espelho. A rainha não sabia o que o espelho estava falando então pergunto: -Mas do que você esta falando?


-Tu não lembras, criatura mais bela não é tu e sim o teu enteado. O príncipe. A rainha ao ouvir isso ficou vermelha que nem um pimentão. E resolveu lançar um feitiço no príncipe, mas sua varinha estava enferrujada então ela teve uma brilhante idéia...

Enquanto isso na casa dos anões: Os anões se despediram do príncipe e foram para a mina trabalhar e os anões lhe alertaram sobre a rainha malvada. Alguma horas depois: TOC, TOC, TOC. Alguém batia na porta, o príncipe foi atender era uma senhora que lhe pediu um copo de água. O príncipe lhe deu a água mas, como forma de agradecimento, a velha lhe deu uma maçã e como parecia suculenta o príncipe deu uma mordida e caiu duro no chão. Quando os anões chegaram e viram seu amigo morto no chão começaram a chorar muito e fizeram uma redoma de vidro em torno de Copo de Leite. POCOTÓ, POCOTÓ. -Lá vem um dos cavaleiros. –disse um dos anões. Mas quando o cavaleiro apeou do cavalo não era um home e sim Catrín uma velha amiga dos anões que perguntou: o que aconteceu? e os anõezinhos lhe contaram passo a passo o que aconteceu e a moça disse: -Acho que eu já ouvi falar disso. Mas após essa frase o príncipe cuspiu o pedaço de maçã que ele tinha engasgado

FIM


Como José pegou um saci ________________________________________ Nicolas Okamoto Celestrino

 Em um certo dia em 1895 um menino chamado José, que morava em um sítio e gostava

de brincar de pião, de repente passou um tornado pequeno perto do poço e pegou o pião de José, José assustado, perguntou para sua mãe: - Mamãe, um tornado pequeno pegou o meu pião. A mãe respondeu: - O tornado pequeno é o saci. -Entendi, vou pegar o saci. E saiu correndo do sítio. Quando avistou o saci, foi atrás dele, mas o danado conseguiu fugir. Triste, José tomou o caminho de volta para o sítio. No caminho de volta encontrou o seu vizinho, seu Chico, cortando lenha. Seu Chico pergunto-lhe: - Por que está com essa cara para baixo, menino? - Porque não consegui pegar o saci-respondeu José. - Mas você sabe como pegar o saci-perguntou o vizinho. - sei. É só agarra-lo. - Na verdade, não se pega saci assim. - Então como se pega? - Você faz assim: Primero você arranja fumo, uma peneira e uma garrafa com uma cruz desenhada. Depois coloca o fumo perto de um arbusto e aí se esconde neste arbusto com a peneira. Espera um tornado pequeno aparecer. Quando ele aparecer, pula nele com a peneira. Tira a carapuça do saci que ficou na peneira. Prende o saci na garrafa e então você pede para ele trocar o que foi roubado pela carapuça e solta ele. Ouvindo isso, José saiu correndo para o sítio e pediu tudo para a mãe, que entendendo a intenção do filho, entregou tudo a ele. José colocou tudo no lugar e ficou esperando, quando o tornado apareceu, ele pulou nele, pegou a carapuça do saci, colocou o danado na garrafa então fez a troca e o libertou. Voltou para o sítio, contou para a sua mãe e foi


contando para sua família até o fim de seus dias. Essa história foi contada pelo bisavô de minha avó, que era a bisneta mais nova dele, que sentava no colo dele quando ele contava histórias. Ele tinha uma garrafa em cima da estante que ele dizia que foi essa a garrafa que foi usada para prender o saci.


Rafaela Moura de Melo Guenzburger

Quando Pedro Malasartes estava passando por uma cidade, soube de uns boatos que diziam que um pescador pescava muitos peixes por dia, mas, quando chegava em casa, dizia a sua mulher que havia pescado apenas pedras e vendia todos os peixes no mercado por um preço absurdo. Conforme foi andando, ele foi descobrindo que todos da cidade sabiam, menos a mulher do pescador. Assim que soube disso, Pedro bolou um plano bem bolado para dar um jeito naquele sujeito. Então, com suas últimas moedas, ele comprou um mapa da cidade, o mais barato que havia. Depois Pedro esfregou o café de plantações próximas no mapa, de modo que ele ficou parecendo que era antigo. Malasartes achou a casa do pescador e, no mapa, desenhou um pequeno “X” ali. No dia seguinte, bem cedo, assim que o pescador saiu de casa e que sua mulher, Maria, foi à feira vender as cenouras que ela plantava na horta, Pedro Malasartes cavou um buraco bem fundo, com mais de dois metros, em frente à casa do pescador. Depois ele tampou dois terços do buraco e deixou um baú bem velho no meio de uns arbustos. Quando Maria voltou, nem passou pelo jardim. Ela entrou pela porta dos fundos, como sempre. Naquele dia o pescador demorou muito mais para vender os peixes do que o normal, porque estava chovendo e, por isso, tinham menos compradores. Por isso, quando ele chegou em casa já era tarde da noite. Mas, como o pescador não entrou pela porta dos fundos, ele viu Pedro ali com aquele baú e perguntou: - O que é isso? - Isso? Ah, isso é o meu tesouro. Veja o mapa. - Mapa? Tesouro? - É, agora que tenho todo esse dinheiro, tô rico. - Como assim? - O tesouro é a chave pra lenda da caverna que produz dinheiro, conhece? - É claro que conheço, todo mundo conhece essa lenda. - Então, é o que eu disse: Tô rico! - Você o vende? O tesouro está à venda? - Num vendo. Não tá à venda não. - Nem por quinhentos reais?


- É bastante dinheiro, mas mesmo assim meu tesouro vale mais. - Está bem, então. Por setecentos e cinquenta reais. - Não sei… - Mil reais! - Mil reais… Acho que sim. Então eles fizeram a troca. Pedro ficou com o dinheiro e foi embora no dia seguinte. O pescador ficou com o baú, mas quando ele o abriu não havia nada dentro. Ele percebeu que tinha sido enganado, mas Pedro estava muito longe e ele não pôde alcançá-lo.


O HOMEM QUE FALAVA COM AS ÁRVORES Teresa Lisboa Gonçalves

Era uma vez um reino, que era governado por um rei muito sábio e que governava com paz. Ao lado do reino havia um grande jardim que apesar de estar muito perto do reino, não fazia parte dele, era apenas o lugar de todas as pessoas irem e visitarem. O rei, todas as manhãs, ia a esse jardim, mas, ele tinha um dom especial que era falar com as árvores, e ia para lá para isso. Num belo dia de sol o rei foi avisado de que o reino vizinho ia desmatar todas as árvores que ele conversava, assim que foi avisado o rei ficou muito preocupado e queria muito salvar suas amigas árvores. O rei decidiu contar a todas as pessoas que gostavam de ir lá, e que visitavam com a família. Todas as pessoas ficaram muito horrorizadas de ouvir isso, e se manifestaram junto com o rei e seu povo. O reino vizinho, ao ver que ele eram muitos, cedeu e não desmatou o local, mas mesmo assim o rei ficou de olho no reino vizinho. As árvores ficaram muito agradecidas, e prometeram que iam ajudar quando o rei precisar. O reino vizinho não ficou muito satisfeito, e declarou guerra. Se o reino vizinho ganhasse a guerra ficaria com a cidade e desmataria as árvores. O rei logo que foi avisado, foi contar as suas amigas árvores. Elas, como o rei, ficaram muito preocupadas, e decidiram que, como o rei as tinha salvado, elas iam ajudar o rei. Certo dia o rei do reino vizinho chegou ao palácio do rei e falou: - Hoje será um grande dia, a GUERRA começará! – o rei fez uma pausa e olhou seriamente para o rei – Prepare seus homens! – virou as costas e foi embora, sem olhar para trás. O rei contou as árvores o que o outro rei tinha dito e pediu com urgência ajuda das árvores. Elas se juntaram e bolaram um plano para vencerem a guerra. No fim da tarde, a guerra começaria, e os homens já estavam prontos. Assim que a guerra começou, seres inesperados apareceram: Pássaros e gaviões voavam e revoavam pelo céu, as árvores cercaram os homens do reino vizinho inimigos do rei, e, pelas raízes, abriram o chão, e todos os homens que


tentavam passar, caíam no buraco. O rei agradeceu as árvores, e foi governar e cuidar do seu povo, mas mesmo assim continuava a ir todas as manhãs lá para conversar com as árvores. Fim!!!


Chapeuzinho Vermelho na vida real

Victoria Acquaviva Galvez

Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho. Ela estava entrando na adolescência, e ficando muito ”aborrecente” como dizia sua mãe, pois ela estava muito preguiçosa e respondona. O país estava em uma grande crise, e a mãe de Chapeuzinho, para sustentar a casa e a filha sozinha, trabalhava muito em dois empregos. Como não tinha tempo para nada pediu para a filha : -Filha, você por favor pode levar esta cesta de comidas congeladas do supermercado para sua vozinha, já que eu não posso cozinhar em casa, pois a situação não esta fácil pra ninguém ? -Mãe #nemamarrada – disse chapeuzinho torcendo o nariz. -#amarradaounaovocevai ou vai estar encrencada filha ! – respondeu a mãe de Chapeuzinho. -Ta bommmmmm... eu vou, mas você pode me dar um celular novo porque o meu esta “bugado” ?? – disse Chapeuzinho com uma cara de boazinha. -Mas eu dei para você um celular novo no ano passado! Mas se você lavar a roupa dois dias por semana, arrumar sua cama todo dia e fazer compras de supermercado uma vez por mês, vou pensar no seu caso – respondeu sua mãe um pouco irritada. -Ta bommmmmm... – disse Chapeuzinho virando os olhos nada satisfeita. Sendo assim, Chapeuzinho pegou a cesta com as compras e seguiu e direção a casa da sua Vovózinha. Na floresta Chapeuzinho notou como tudo tinha mudado de quando era pequena, não existiam mais tantas arvores, o ar não era mais tão puro e muitas estradas novas passavam por perto. Quando estava andando distraída, ouviu um barulho e adivinha quem era... O Seu Lobo !


- Me passe já essa cesta de doces meninas! – gritou Seu Lobo - Não são doces! São compras do Walmart para minha vozinha se lesado ! – debochou Chapeuzinho. - Ok , então me passe esta cesta logo, ou eu vou ”Bufar”, soprar até você voar ! – disse Seu Lobo muito bravo. - Affff Seu Lobo – rindo. Esse truque só funciona com os Três Porquinhos. – disse Chapeuzinho rindo - Então eu vou comer você ! – disse o lobo - Ooooo Se Lobo, vou te dar dois motivos para te mostrar como você não consegue mais fazer isso : 1- Eu cresci e não caibo mais na sua boca 2- Você não esta nada em forma, e não consegue mais correr atrás de mim, muito menos me comer, por isso eu até vou te dar o endereço de uma academia perto de casa. – disse Chapeuzinho “se achando”. O Seu Lobo se sentindo ofendido, e muito irritado, saiu correndo pela floresta sem dizer mais nada. Chapeuzinho continuou seu caminho feliz e cantando até a casa de sua vozinha. Chegando na casa de sua avó, bateu na porta mas ninguém atendeu. Como a porta estava sem trancar, ela entrou e deixou a cesta na sala e foi em direção ao quarto de sua avó. Chegando lá, encontrou a sua vozinha deitada na cama e achou que ela estava muito estranha, e perguntou: - Vovó, por que essa orelha tão grande? - Para te ouvir melhor, minha netinha – disse o lobo disfarçado na cama. - E pra que esse nariz tão grande ? – disse Chapeuzinho desconfiada. - Ë para sentir seu delicioso perfume melhor. – disse o lobo com cara de bonzinho. - E essa boca tão grande ? – disse Chapeuzinho se fazendo de boba. - Ë pra te comerrrrrrrrrrrrrrrr – gritou Seu Lobo tentando levantar da cama, e caindo em seguida de tanta fraqueza. Chapeuzinho começou a rir sem parar e falou: - O Seu Lobo, eu já sabia que era você, agora me diz ,onde esta minha vovozinha, pois eu sei que você também não conseguiria comer ela também, pois você esta muito fraco.


- Sua vó esta na cozinha fazendo um mingau, pois ficou com pena de mim quando me viu assim, tão doente .... – falou o lobo muito chateado. Chapeuzinho sorriu e foi ate a cozinha abraçar e beijar sua doce vozinha, que estava cuidando com tanto carinho do Lobo “não tão” mal e muito doente. Todos sentaram na mesa conversando e comendo com muita alegria, e viveram felizes para sempre.


Á R E T LI

III Vila Literária  

Produção dos alunos do Fundamental 1 da Escola da Vila para o Concurso Literário.

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