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: U J CA porte

su e d e d e r a e d um u t n à juve Bahiana é destaque no Ranking Universitário da Folha 2017

Bahiana Saúde propõe maior integração entre seus ambulatórios e clínicas de saúde

Bahiana: entre as melhores grandes empresas para se trabalhar no Brasil

A cultura como mãe da ciência

Conheça as ações da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Bahiana


Em 2017, a Bahia comemorou os 65 anos de fundação da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Durante todo o ano, a escola de saúde cinco estrelas celebrou sua tradição de dedicação aos baianos – uma trajetória de constante inovação e transformação. Nas campanhas de comunicação institucional, a Bahiana deu destaque aos seus serviços de saúde e ações de responsabilidade social, apresentando ao grande público mais de 20 iniciativas que levam saúde e bem-estar a pessoas de todas as idades e realidades. Ações como o Centro de Atenção

Editorial

às Juventudes (CAJU), apresentado a você na matéria em destaque na capa desta edição da nossa revista. A reafirmação do compromisso com as pessoas e com o planeta ocorre em um momento de pleno crescimento da Bahiana, marcado pela reformulação, ampliação e modernização de serviços e estruturas. Nos últimos anos, tais esforços têm sido refletidos em diversas aclamações e premiações pela qualidade de ensino, pesquisa, assistência e gestão de pessoas. Em 2015, a Bahiana recebeu o conceito máximo na avaliação do Ministério da Educação (MEC) – a nota 5 alcançada por menos de 3% das instituições de ensino superior públicas e privadas do país. Há dois anos, a escola figura entre as melhores empresas de grande porte para se trabalhar no Brasil, segundo o instituto Great Place To Work. Tamanha congratulação também é perceptível entre professores, estudantes, egressos, pacientes, profissionais de saúde, instituições acadêmicas e científicas. Um reconhecimento perante a sociedade como um todo. Nesta edição da Revista da Bahiana, você é nosso convidado a conhecer alguns dos nossos principais serviços, ações e conquistas. Adentre conosco em um universo de vocação pela ciência e pela realização, em que o conhecimento e a inovação são os principais alicerces para tornar a saúde um bem cada dia mais acessível a todos.

Maria Luisa Carvalho Soliani Reitora da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública


REVISTA DA BAHIANA Jornalista: Juliana Maia Realização: NUCOM – Núcleo de Comunicação e Marketing da Bahiana


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Sumário Bahiana é destaque no Ranking Universitário da Folha 2017

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A cultura como mãe da ciência

CAJU: uma rede de suporte à juventude

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Conheça a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Bahiana

Eventos de 2017 Bahiana entre as melhores grandes empresas para se trabalhar no Brasil

Bahiana Saúde propõe maior integração entre seus ambulatórios e clínicas de saúde


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Bahiana: mais uma vez entre as melhores colocações Ranking Universitário da Folha 2017

BIOMEDICINA, ENFERMAGEM E MEDICINA DESTACARAM-SE ENTRE OS MELHORES CURSOS DO BRASIL. Os cursos de Biomedicina, Enfermagem e Medicina destacaram-se, mais uma vez, no tradicional Ranking Universitário da Folha que, no total de cada graduação, avaliou 250 cursos. Desde 2002, o jornal realiza, anualmente, uma avaliação do ensino superior no Brasil. Na edição mais recente do ranking, o curso de Medicina da Bahiana ficou em 18º lugar entre instituições públicas e particulares de todo o Brasil, sendo o segundo melhor curso do Nordeste, ficando atrás apenas da Universidade Federal do Ceará. 6


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No cenário em que se consideram apenas as entidades particulares, o curso de Medicina da Bahiana ficou na 3ª colocação, atrás apenas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e da PUC do Rio Grande do Sul, sendo o primeiro da região Nordeste. O curso de Biomedicina também despontou entre as públicas e particulares, ficando na 24ª colocação nacional. Na Bahia, o curso ficou em 2º lugar, atrás apenas da Universidade Estadual de Santa Cruz, sendo o 1º melhor entre as instituições particulares. Em 2º lugar entre as públicas e privadas da Bahia, o curso de Enfermagem ficou em 62º no cenário nacional e em 1º lugar no estado, no âmbito das instituições particulares. “A gente deve isso a bons resultados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), ao fato de termos professores que trabalham em período integral e parcial, o que faz com que eles se dediquem mais efetivamente às atividades docentes”, declara a reitora da Bahiana, Dra. Maria Luisa Carvalho Soliani. Segundo ela, a Bahiana está bem posicionada pelo reconhecimento que o mercado confere a seus cursos “e também pelo reconhecimento dos docentes avaliadores do MEC, que nos reconhecem como uma instituição de qualidade”.

Para a pró-reitora de Ensino da Graduação e Pós-Graduação da Bahiana, prof. ª Maria de Lourdes de Freitas Gomes, a colocação desses cursos é o reconhecimento de um trabalho de qualidade que vem sendo realizado há muito tempo. Segundo ela, é também o resultado de um trabalho sério, realizado com competência e compromisso por um corpo docente e técnico-administrativo que tem como objetivo a formação

Formamos profissionais para assumir comportamentos orientados por valores éticos, humanitários e democráticos de um profissional de saúde capaz de atender às demandas do Sistema Único de Saúde em todos os níveis de atenção. “Formamos profissionais para assumir comportamentos orientados por valores éticos, humanitários e democráticos, evidenciados por atitudes solidárias em todos os momentos e procedimentos profissionais, senso de responsabilidade nas ações e decisões do cotidiano, respeito e compromisso com a vida, formação/ instrumentalização técnico-científica

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e tecnológica, além da capacidade para realizar ações em equipe que possibilitem situações profissionais competentes na área e subáreas da saúde”, ressalta. De acordo com o coordenador do curso de Biomedicina, prof. Dr. Geraldo Argolo, alguns pontos justificam esse reconhecimento: “um corpo docente com titulação de excelência, boa experiência profissional, comprometido e motivado; um projeto pedagógico objetivo e sinérgico para com as demandas sociais e as inovações técnicas e científicas”. Ele sinaliza, ainda, o apoio sistemático do grupo de pedagogos que acompanham toda a prática de ensino-aprendizado, atendendo e dando assistência, de perto, às dificuldades e aos desafios de discentes e docentes, “além de uma boa comunicação, clara e objetiva, com discentes e docentes, na busca da compreensão dos desafios e assertividade na resolução de crises”, finaliza.

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Segundo Argolo, o curso possui uma boa capilaridade com o mercado de trabalho, a partir de convênios de estágios estratégicos, “além do cuidado do curso para com os discentes em suas respectivas práticas de estágio, uma vez que eles nos representam e seus desempenhos são cruciais para futuras oportunidades profissionais”. Ele ressalta, também, o fato de a Bahiana contar com uma estrutura própria para a execução de parte desses estágios. “Esse resultado traduz uma posição extremamente interessante para o curso de Enfermagem da Bahiana, porque a pesquisa é um dos indicadores que os gestores de empresas levam em consideração. Não se trata de dizer que o curso é reconhecido apenas do ponto de vista de qualidade, mas que ele é visível aos olhos de gestores no mercado de trabalho”, aponta a coordenadora do curso, prof. ª Cristiane Magali Freitas dos Santos.


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Estar de acordo com as diretrizes curriculares e desenvolver uma forma diversificada de aprendizado por meio de práticas são pontos destacados pela coordenadora. Entre as atividades de extensão, o curso conta hoje com o Cuidar Faz Bem, projeto em que os estudantes desenvolvem atividades no Centro Médico da Bahiana; o Bahianescer, no qual os estudantes da Bahiana desenvolvem um trabalho de educação e saúde junto aos jovens e adolescentes da Mata Escura, refletindo sobre as políticas públicas e demandas que afetam essa faixa etária da sociedade; o projeto Anjos da Enfermagem, já consolidado e que trabalha a educação em saúde por meio de atividades lúdicas e, por fim, a atuação em gestão em saúde e biossegurança no Centro Odontológico da Bahiana, que permite, além da prática, a interdisciplinaridade com os colegas do curso de Odontologia. O curso de Fisioterapia despontou com o 40º lugar na nota do ENADE. Psicologia também foi bem avaliado, ficando em 4º lugar entre os 34 cursos de instituições privadas da Bahia. O curso de Odontologia despontou como o melhor entre as instituições privadas baianas e ocupa o terceiro lugar entre públicas e particulares no estado.

Ranking Universitário da Folha - 2017 MEDICINA: • Instituições públicas e privadas: Nacional: 18º Nordeste: 2º • Instituições particulares: Nacional: 3º Nordeste: 1º

BIOMEDICINA: • Instituições públicas e privadas: Nacional: 24º Bahia: 2º • Instituições particulares: Bahia: 1º

ENFERMAGEM: • Instituições públicas e privadas: Nacional: 62º Bahia: 2º • Instituições particulares: Bahia: 1º 9


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A cultura como mãe da ciência Mostra Científica e Cultural da Bahiana promove a integração entre os conhecimentos cultural e científico.

“CIÊNCIA E CULTURA SÃO ELEMENTOS COMPLEMENTARES. A CIÊNCIA FAZ PARTE DA CULTURA, NA VERDADE, entendida nesse sentido mais amplo, e o aprendizado através da arte proporciona um enriquecimento na educação! ” Essa é a justificativa da reitora da Bahiana, Dra. Maria Luiza Carvalho Soliani, para a criação da Mostra Científica e Cultural, um programa institucional voltado para a pesquisa científica, pós-graduação e extensão, que envolve toda a equipe pedagógica, acadêmicos, professores, pesquisadores, colaboradores da instituição e convidados. HISTÓRIA

A MCC surgiu como uma proposta da professora do curso de Psicologia, Mônica Daltro, então coordenadora do Núcleo de Atenção Psicopedagógica (NAPP), e, inicialmente, tinha a finalidade de recepcionar os calouros para apresentar todo o conteúdo científico produzido ao longo do semestre, incentivando-os à socialização e despertandoos para a produção científica interligada à arte e à cultura. Posteriormente, a programação tornou-se um evento grandioso e hoje, paralelamente à MCC, são realizados o Fórum de Pesquisadores da Bahiana, a Mostra de Extensão e a Jornada de Iniciação Científica (PIBIC).

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Segundo a coordenadora do NAPP, Angélica Mendes, além do aspecto científico, o evento apresenta projetos socioculturais que possibilitam a convivência dos discentes com a diversidade biopsicossocial. “A mostra, hoje, contribui diretamente para a excelência da formação profissional em consonância com a missão da instituição, que tem como um dos seus princípios assumir uma atitude responsável perante a sociedade”, explica. O evento também realça a importância de pensar e produzir cultura no espaço

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acadêmico, criando novos sentidos e significados para o processo de ensino e aprendizagem, desenvolvendo ações de extensão na área de promoção de saúde e responsabilidade socioambiental voltadas para as necessidades da comunidade. Com vertentes na ciência e na cultura, a MCC tem substancial contribuição na responsabilidade social da instituição, contando com diversos trabalhos voltados para a comunidade interna e externa, abarcando crianças, adolescentes, adultos e idosos pertencentes a comunidades parceiras


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de áreas adjacentes aos distritos de Brotas e Cabula-Beirú. “É um dos acontecimentos institucionais mais esperados pela comunidade Bahiana, e participar da coordenação da MCC é uma experiência extremamente gratificante, pois, além do desafio de dar continuidade a um evento que vem crescendo e agregando novos valores ao longo dos anos, tivemos o prazer de acompanhar, de perto, a complexidade de seu processo e o valor social do seu propósito”, finaliza Ligia Vilas Boas, pedagoga do Programa Institucional de

Desenvolvimento Docente (PROIDD) e atual coordenadora do evento ao lado da prof.ª Carolina Pedroza, pró-reitora de Extensão da Bahiana.

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CAJU: uma rede de suporte à juventude Em parceria com diversas entidades, o Centro de Atenção às Juventudes (CAJU) da Bahiana vem atuando na promoção da saúde mental de jovens e adolescentes.

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IMAGINE UMA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA QUE É UM CENTRO DE ATIVIDADES INOVADORAS COM ATENÇÃO EXCLUSIVA VOLTADA ÀS NECESSIDADES DOS JOVENS BAIANOS. A iniciativa chama-se Centro de Atenção às Juventudes (CAJU) e emerge com uma proposta interdisciplinar de espaço para promoção da saúde mental, funcionando com atividades de extensão. Desde 2015, vem sendo articulada uma rede de parceiros reconhecidos pelos trabalhos realizados no âmbito das juventudes, com o intuito de afinar a proposta de atuação às demandas efetivas dos jovens da cidade de Salvador, em especial daqueles que têm mais dificuldades quanto ao acesso a serviços e iniciativas de promoção à saúde mental. “O CAJU contribui com as juventudes, na medida em que pretende interferir na qualificação das políticas públicas e dos profissionais envolvidos com esse público. E, por outro lado, em cada caso e em cada atividade realizada diretamente com as juventudes, a nossa missão é criar e fortalecer vínculos”, destaca o coordenador do CAJU e professor do curso de Psicologia da Bahiana, Fábio Giorgio. 15


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A sua missão é constituir uma comunidade de atenção para inovação e desenvolvimento de poéticas e tecnologias do cuidado no âmbito da promoção da saúde mental das juventudes. O CAJU entende a arte, a cultura e a cidadania – trabalhadas através de atividades em grupo e individuais – como elementos fundamentais para o desenvolvimento do jovem. “Portanto, cada contexto de atuação, cada parceiro e cada jovem nos mostrará as ênfases que deverão ser dadas a uma, ou outra, dessas dimensões, tendo em vista garantir a integralidade das ações e dos sujeitos envolvidos”, lembra Fábio Giorgio.

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a subjetividade do indivíduo por meio da fotografia. Kanéa conta que sua própria incerteza entre ser adolescente ou adulta a levou ao projeto e que o CAJU tem a proposta certa para trabalhar a saúde mental dos jovens. “Quando se fala de saúde mental para a juventude, a linguagem tem que ser outra. E é isso que vemos aqui no CAJU, propostas de como trabalhar a saúde mental por meio de hortas, teatro, canto, música, artes plásticas, cinema”.

Morador do bairro do Uruguai, Diógenes Reis Souza participa da REPROTAI – Rede de Protagonistas em Ação de Itapagipe, que atua na península de Itapagipe, com o objetivo de criar mecanismos e oportunidades para que adolescentes CAJU entende a arte, a cultura e jovens superem as desigualdades provocadas e a cidadania – trabalhadas pela situação de pobreza.

através de atividades em

“Eu sempre sonhei estar em grupo e individuais – como um lugar que eu pudesse estar acolhido, protegido ... e a elementos fundamentais para o rede me proporcionou isso. A desenvolvimento do jovem REPROTAI me deu o norte para eu chegar onde eu cheguei hoje: uma pessoa de bem, um A estudante do 7º semestre do curso sujeito que ajuda a transformar sua de Psicologia da Bahiana, Kanéa comunidade”, declara Diógenes, que é Gauthier participa do programa de ator e integra o Espaço Cultural Alagados. extensão Re(vê)la, coordenado pela O centro, que ainda está com sua sede professora do curso de Psicologia da em fase de implantação, pretende Bahiana Milena Lisboa. A iniciativa é oferecer vários programas em longo abarcada pelo centro e busca trabalhar prazo, com foco na promoção, e 16


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também na prevenção e assistência, sendo um espaço dialógico, onde o jovem possa se identificar, desenvolvendo suas potencialidades como sujeito de sua história, tornandose um cidadão atento aos cuidados com sua saúde mental. O trabalho também envolve a mobilização em torno de políticas públicas ligadas à juventude, propondo discussões a fim de contribuir com o poder público no monitoramento e na implementação de ações qualificadas relacionadas à saúde mental dos jovens, com ação interdisciplinar. Além disso, o centro prevê atividades

de educação permanente para profissionais da rede de saúde e educação, que trabalhem com esse público por meio de fóruns, seminários, cursos, pós-graduação e programas de capacitação. No âmbito acadêmico-científico, o projeto apoia o desenvolvimento de pesquisas com o tema da juventude em diversas áreas do conhecimento. O CAJU foi idealizado pelos docentes Mônica Daltro (Psicologia) e Esdras Cabus (Medicina) e hoje é coordenado pelo professor Fábio Giógio, contando com as professoras Myla Arouca e Milena Lisboa como integrantes do comitê gestor.

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Conheça as ações da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Bahiana SAIBA MAIS SOBRE AS REALIZAÇÕES, AS MISSÕES E OS DESAFIOS AOS QUAIS A PRÓ-REITORIA TEM-SE DEDICADO.

“Como observa o físico e teórico alemão, Albert Einstein, ‘o valor da educação universitária não está em aprender muitos fatos, mas sim em treinar a mente para pensar’”. Assim, o atual pró-reitor de Pesquisa e Inovação da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, prof. Dr. Atson Fernandes, sintetiza a importância da pesquisa e da inovação na formação profissional de estudantes da graduação e da pós-graduação. “Esse é o verdadeiro espírito científico de formação profissional. Nosso papel é formar ‘cabeças pensantes’, é fazer o estudante ‘aprender a aprender’, é ensinar o uso do conhecimento como instrumento capaz de redefinir conceitos e produzir novas realidades, tendências.” De essencial importância ao objetivo de concretizar essa verdadeira missão, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação foi criada em janeiro de 2015, após a antiga Coordenação de 18


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discentes e os docentes pesquisadores. É um órgão essencial à obtenção da excelência na formação profissional proporcionada pela Bahiana, à produção de conhecimento e ao desenvolvimento de novas tecnologias para a promoção da saúde e do bem-estar social, com os quais a instituição faz sua contribuição à sociedade. O prof. Dr. Atson Fernandes observa: “outro importante objetivo é fortalecer os programas de pós-graduação stricto sensu, oportunizando meios e condições para a produção científica de qualidade e o desenvolvimento de novos produtos, com impacto positivo na formação profissional e na avaliação externa da CAPES”. Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão ter sido desmembrada em três órgãos diferentes. Além do já mencionado, a instituição conta com a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e Pós-Graduação e a Pró-Reitoria de Extensão. A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação é responsável pela política institucional de pesquisa, inovação tecnológica e proteção da propriedade intelectual nos diversos campos de investigação científica e ensino da instituição. Suas ações impactam nos cursos de graduação e pós-graduação, nos grupos de pesquisa certificados e cadastrados no Diretório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), entre os

No campo da internacionalização, a Bahiana tem avançado de maneira significativa. Atualmente, a instituição já desenvolve parcerias de investigação científica com 18 universidades estrangeiras, entre as quais, pode-se destacar a Harvard Medical School, Johns Hopkins University, Boston University, University of Colorado e University of Washington. O papel da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação tem sido o de apoiar as investigações científicas interinstitucionais, cuidando para o fortalecimento e a ampliação dessa experiência que tem colocado a Bahiana em posição de destaque e visibilidade nacional e internacional.

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O VALOR DA EDUCAÇÃO UNIVERSITÁRIA NÃO ESTÁ EM APRENDER MUITOS FATOS, MAS SIM EM TREINAR A MENTE PARA PENSAR Outro desafio dessa reitoria é o fomento à investigação científica entre os discentes dos diversos cursos de graduação. “Os estudantes devem despertar para o mundo da ciência desde o início do curso, agregando valores à sua formação profissional. Portanto, faz parte da nossa política de ações propiciar meios de interface entre alunos e pesquisadores vinculados a grupos de pesquisa, para o desenvolvimento de projetos de estudos tutoriados que possam concorrer aos editais dos Programas Institucionais de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e Tecnológica (PIBIT) da BAHIANA, da FAPESB e do CNPq, que são lançados anualmente”, ressalta o prof. Atson.

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Estrutura da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação:

Núcleo de Projetos de Pesquisa em Saúde (NUPS): setor de monitoramento dos editais das agências de fomento para pesquisa e inovação; de suporte à submissão de projetos dos pesquisadores e prestação de contas; de acompanhamento dos grupos de pesquisa da instituição; de prospecção e acompanhamento de bolsas de pesquisa e produtividade científica.

Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT): setor responsável pela prospecção de projetos e produtos inovadores; pela proteção de conhecimento científico e tecnológico; pela transferência de tecnologias e disseminação da cultura de inovação, empreendedorismo e propriedade intelectual da Bahiana.

Núcleo de Iniciação Científica e Tecnológica (NICTEC): setor responsável pelo gerenciamento e acompanhamento do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e Tecnológica (PIBIT) da Bahiana, da FAPESB e do CNPq.

Núcleo de Pesquisa e Inovação (NUPI) Criado com a finalidade de oferecer um espaço laboratorial compartilhado, com corpo técnico próprio, para o desenvolvimento de pesquisas básicas e aplicadas no âmbito da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.

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Eventos de 2017 Neste ano, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação liderou algumas ações estratégicas a fim de promover a pesquisa e a inovação na Bahiana: BAHIANA E CARDIOPULMONAR No mês de abril, foi firmada uma parceria entre a Bahiana e o Hospital Cardiopulmonar (HCP) para fins de cooperação técnica e formação acadêmica em âmbito de pós-graduação. Para selar o acordo, foi realizado um encontro, nas dependências do hospital, que contou com a presença dos professores dos programas de pós-graduação da Bahiana e profissionais do HCP. I ENCONTRO NACIONAL DE EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO EM SAÚDE No mês de maio, foi a vez da Bahiana abrir as portas para sediar o I Encontro Nacional de Empreendedorismo e Inovação em Saúde. O evento foi fruto de uma parceria entre a Bahiana, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, o SENAI/CIMATEC e a UNEB. ENTREGA DE BOLSAS PIBIC JÚNIOR E FUNDADESP Em outubro de 2017, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação protagonizou a cerimônia do jaleco para bolsistas do Programa de Iniciação Científica

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(PIBIC Júnior), jovens selecionados pelo Centro Juvenil de Ciência e Cultura. Na ocasião, foram homologadas, também, as bolsas de pesquisa da Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior (FUNDADESP) a professores pesquisadores da Bahiana. VII FÓRUM DE PESQUISADORES Dentro da programação da XVII Mostra Científica e Cultural da Bahiana, foi realizado o VII Fórum de Pesquisadores, com o tema “A internacionalização da ciência no Brasil”. O evento contou com os palestrantes convidados, Andréa Queiroz Maranhão, diretora de Relações Internacionais da CAPS, e o ex-professor da Bahiana e atual presidente do Instituto de Tecnologia e Pesquisa, Dr. Diego Menezes. O evento reuniu pesquisadores da pós-graduação e alunos de iniciação científica da graduação e do PIBIC Júnior.


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Bahiana entre as melhores grandes empresas para se trabalhar no Brasil Instituição fica em 2º lugar na Bahia e em 70º entre as maiores empresas do país

ALÉM DE MOSTRAR SUA EXCELÊNCIA NO ENSINO, COM DESTAQUES NO RANKING UNIVERSITÁRIO DA FOLHA DE SÃO PAULO (RUF), a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública é, também, Padrão A quando o assunto é ambiente de trabalho. No ano que iniciou as comemorações dos seus 65 anos, a Bahiana recebeu o prêmio de 2º lugar na edição do Great Place To Work (GPTW), na categoria Grandes Empresas, e a confirmação da excelência ocorreu em agosto, quando a escola ficou em 70ª colocada, entre as melhores empresas para se trabalhar no país. Em âmbito estadual, a Bahiana ficou entre instituições como a Dínamo Engenharia (1º lugar), Supermercados GBarbosa (3º lugar), Grupo Ramiro Campelo (4º lugar) e Grupo TPC (5º lugar). Além dos cinco primeiros colocados, essa edição premiou, pela primeira vez, categorias distintas, reunindo, também, 10 empresas de pequeno e médio porte. Ao todo, 24


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essa 4ª edição contou com 35 empresas concorrentes, representando um universo de, aproximadamente, 31 mil colaboradores. No cenário nacional, a Bahiana figurou entre importantes nomes, como as primeiras colocadas, Elektro e Laboratório Sabin, e as mundialmente conhecidas, Kimberly Clark (Brasil), AccorHotels e Bosh. Além do 70º lugar, a instituição teve destaque como 4ª colocada no item liderança, que mede a eficiência dos líderes em coordenar suas equipes e sua capacidade de gerir os recursos à disposição. O ranking Melhores Empresas para Trabalhar é o padrão de qualidade para a definição de excelentes ambientes de trabalho, e o Great Place to Work é pioneiro em conduzir essa pesquisa que existe em 53 países, nos seis continentes. No Brasil, o Great Place to Work promove e divulga, além do ranking nacional, mais de 20 setoriais e regionais. A reitora da Bahiana, Maria Luisa Carvalho Soliani, ressalta POLÍTICA QUE AS que o GPTW é uma resposta à forma como a instituição põe, PESSOAS SÃO SEU BEM integralmente, seus valores em MAIS PRECIOSO, ISSO É prática. “A Bahiana tem como política as pessoas como o seu UMA POLÍTICA PORQUE bem mais precioso, isso é uma CUIDAMOS DAS PESSOAS política porque cuidamos das pessoas quando elas estão bem e cuidamos das pessoas quando elas têm problemas. Nós cuidamos das pessoas todos os dias. Os mesmos valores que trabalhamos na área acadêmica, nós trabalhamos nas outras áreas de suporte ao acadêmico”.

A BAHIANA TEM COMO

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Luiza Ribeiro, coordenadora de Desenvolvimento de Pessoas da Bahiana, destaca que é a política de desenvolvimento de pessoas que implica no crescimento profissional, sendo elaborada e executada de forma compartilhada entre a direção, recursos humanos, gestores e colaboradores, o que reflete na conquista das premiações no GPTW. “Cito, como exemplo, o processo de elaboração dos Planos de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR), estruturados, após inúmeras reuniões, com representantes de todas as áreas, realizadas em um período de quase

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dois anos, e sendo homologado em 2012, sem restrição, pela Secretaria Regional do Trabalho e Emprego da Estado da Bahia, um resultado do amplo diálogo estabelecido com os colaboradores.” Ribeiro afirma, ainda, que a troca de saberes, os incentivos morais e materiais à formação técnica, convertidos em benefícios, são outros exemplos de que a premiação do GPTW é uma consequência natural da política de desenvolvimento de pessoas da Bahiana.


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Por que vale a pena trabalhar na Bahiana?

“Porque a Bahiana é muito importante para a comunidade, nosso estado e nosso país. Estou muito satisfeito em atender todos os seus clientes e ainda tenho a oportunidade de crescer profissionalmente. Isso é ótimo. ” Rivanilton Lima Freitas Manutenção de Equipamentos

Você é feliz em trabalhar na Bahiana?

“Sim. O ambiente de trabalho é agradável e motivador e, constantemente, sou desafiado a novas oportunidades. Como consequência, desde que fui admitido, me considero um profissional mais completo. Além disso, tenho uma identificação muito grande com seus valores (aprender e ensinar, empreender, comunicar e servir) e admiração pelos projetos de responsabilidade social. ”

“Esse resultado reflete o DNA da instituição. A gente trabalha de uma forma muito multiprofissional, com uma atividade muito colaborativa. A instituição tem um DNA solidário muito forte, e os projetos são visíveis. Temos, por exemplo, a inclusão social, que faz uma interface entre o acadêmico, o docente, o discente e o técnico-administrativo. Tudo o que a gente faz envolve todos e quem está no nosso entorno. A nossa visão, a nossa missão e os nossos valores não estão simplesmente no papel, eles são exercitados no dia a dia”, destaca Telma Bastos.

Histórico da Bahiana no Ranking GPTW

Danilo Dantas Freitas Qualidade

2013 5º Lugar (Bahia) 2014 4º Lugar (Bahia) 2015 5º Lugar (Bahia) 72º Lugar (Brasil) 2016 2º Lugar (Bahia) 70º Lugar (Brasil)

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Bahiana Saúde propõe maior integração entre seus ambulatórios e clínicas de saúde

FUNDADO EM 1980 COMO AMBULATÓRIO DOCENTE-ASSISTENCIAL DA BAHIANA (ADAB), o serviço de saúde da Bahiana vem passando por uma série de transformações, a começar pelo seu nome que, recentemente, passou a ser Bahiana Saúde. A estrutura é composta pelo Centro Odontológico da Bahiana, localizado no Campus Cabula, e pelo Centro Médico da Bahiana, que fica no Campus de Brotas, onde concentra-se uma série de atendimentos à população, como consultas médicas, análises laboratoriais, exames complementares e posto de vacinação, com atendimentos tanto pelo SUS quanto pelos convênios e particulares.

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Integração – O Dr. Humberto de Castro Lima Filho, diretor médico do Centro Médico, destaca que o maior objetivo foi proporcionar aos pacientes uma assistência integral à saúde, “para que eles passassem a circular por todos os ambulatórios. Daí, surgiu a necessidade de maior interação entre os profissionais”. Segundo ele, foi essencial uniformizar o prontuário dos pacientes em relação aos vários ambulatórios, o que pôde ser realizado com a utilização do prontuário eletrônico. Ainda sobre a necessidade de maior integração, o Dr. Humberto aponta, também, mais uma perspectiva: “precisamos fazer encontros sistemáticos com o corpo clínico, além de termos uma proposta para realizar reuniões acadêmicas mensais, juntando todos os profissionais do serviço, nas quais cada um dos ambulatórios apresente um caso a ser estudado, facilitando, assim, o contato e a integração entre esses serviços”.

O FOCO DO CENTRO MÉDICO DA BAHIANA É NO PACIENTE, PROMOVENDO ATENDIMENTO DA MELHOR QUALIDADE POSSÍVEL PARA A COMUNIDADE, SEM ESQUECER DE FOMENTAR O ENSINO E A PESQUISA. CONHEÇA AS UNIDADES Dentro das unidades de atendimento do Centro Médico da Bahiana Saúde, destacam-se três perfis de ambulatórios: 1) ambulatórios assistenciais de diversas especialidades, como clínica médica, cardiologia, pneumologia, gastroenterologia, endocrinologia e oftalmologia; 2) ambulatórios docentes, nos quais os alunos de graduação, supervisionados por professores da instituição, prestam atendimento de elevada qualidade; 3) ambulatórios especializados, com interesses específicos e produção científica significativa, que recebem alunos da graduação e da pós-graduação, como o Centro de Distúrbios Miccionais na Infância (CEDIMI), o Programa de Obesidade, o

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Ambulatório de Epilepsia e o Centro Integrativo e Multidisciplinar de HTLV, que atende a portadores de HTLV de todo o estado da Bahia com uma equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas e educadores físicos. O foco do Centro Médico da Bahiana é no paciente, promovendo atendimento da melhor qualidade possível para a comunidade, sem esquecer de fomentar o ensino e a pesquisa. SERVIÇO DE REFERÊNCIA Tendo sido criado em 2010, o Programa de Apoio a Pacientes com Hiperacusia e Zumbido, o PAHZ (mais conhecido como Ambulatório de Zumbido), é coordenado pela médica otorrinolaringologista Dra. Clarice Saba. O intuito do programa é atender a uma grande demanda de pacientes do SUS que apresentam o problema do zumbido. “A marcação de consultas é presencial, no guichê de marcação”, ressalta a Dra. Clarice, destacando que atende e examina, pessoalmente, cada paciente, seguindo um protocolo para zumbido e hiperacusia aperfeiçoado por ela. “Como especialista, minha função é determinar as causas, em cada paciente, e tratá-las de forma personalizada, pois zumbido é passível de cura”, destaca. O PHAZ é o primeiro e, ainda, o único ambulatório de zumbido da Bahia.

REALIZAMOS, EM MÉDIA, 4.000 PROCEDIMENTOS POR MÊS, SENDO 95% DESSE SERVIÇO VOLTADO AOS PACIENTES DO SUS Para a ginecologista Ivanoska Moxotó, que atua desde 2001 no setor de ginecologia e obstetrícia, o trabalho com os convênios também é bastante promissor: “meus atendimentos, quando iniciei os trabalhos, eram muito poucos, em média, três pacientes por dia. Com o passar dos anos, quintuplicou, passando para uma média de 15 pacientes por turno, crescimento que se deve à propaganda boca a boca dos próprios funcionários”. A Dra. Ivanoska, atualmente, tem concentrado seus atendimentos nas áreas de prevenção do câncer ginecológico, climatério, planejamento familiar e ginecologia voltada para adolescentes. Quanto ao ambulatório ligado à disciplina de Clínica Médica Ambulatorial, o professor Luiz Queiroz destaca que sua equipe realiza uma média de 144 atendimentos mensais, dentro de uma proposta de assistência humanizada, que mobiliza o trabalho, tanto de um grupo de estudantes quanto de sete professores, que supervisionam

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esses alunos da graduação do curso de Medicina nos atendimentos que realizam. O coordenador do Centro de Diagnóstico em Cardiologia da Bahiana, professor Dr. Luiz Agnaldo Souza, também ressalta o trabalho que desenvolve com sua equipe: “atuo em duas áreas. Primeiro, como docente da escola, com dez alunos do 5º ano e quatro do 6º, realizando uma média de 40 atendimentos a pacientes cardiopatas por mês. Ao longo dos últimos 15 anos, nosso ambulatório tornou-se referência em cardiologia em todo o Estado da Bahia”. Outra frente de trabalho é a coordenação do próprio centro, possivelmente um dos maiores do Nordeste em demanda aberta ao público, que oferece serviços, como eletrocardiograma, prova ergométrica, holter, MAPA e ecodopplercardiograma. “Realizamos, em média, 4.000 procedimentos por mês, sendo 95% desse serviço voltado aos pacientes do SUS. Um trabalho desenvolvido com alta tecnologia, num processo humanizado, preciso e ágil”, enfatiza o professor Agnaldo. “Realizamos, em média, 4.000 procedimentos por mês, sendo 95% desse serviço voltado aos pacientes do SUS. Um trabalho desenvolvido com alta tecnologia, num processo humanizado, preciso e ágil”, enfatiza o professor Agnaldo.

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Confira alguns dos setores que compõem o Centro Médico da Bahiana Saúde. Ambulatórios Docentes: Puericultura; Pré-Natal e Baixo Risco; Semiologia Mental; Semiologia Médica; Clínica Médica; Medicina Ocupacional; Saúde Mental; Urologia; Dermatologia; Ginecologia; Obstetrícia; Pediatria; Neurologia; Pneumologia e Genética. Ambulatórios Assistenciais: Acupuntura; Otorrino; Endocrinologia; Ambulatório Específico de Zumbido; Cardiologia; Geriatria; Gastroenterologia; Neurologia; Nutrição; Clínica Cirúrgica; Pediatria; Psiquiatria; Oftalmologia e Fonoaudiologia. Ambulatórios Especializados: Ambulatório de Vitiligo e Psoríase; Reumatologia; Epilepsia; CEDIMI; Centro de HTLV; Planejamento Familiar; Doenças Neuromusculares; Hiperdia (programa em conjunto dos cursos de Enfermagem, Educação Física e Nutrição, cuidando de hipertensão e diabetes); Programa de Prevenção de Câncer do Colo do Útero. Clínica de Psicologia Clínica de Fisioterapia Clínica de Terapia Ocupacional


NOV-DEZ/2017

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Revista da Bahiana | 5ª Edição  

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