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O AVENTURAS Jornal mensal da EB1/PE Estreito da Calheta

Edição 104 janeiro 2014 Pág. 2 Entrevista ao presidente da Junta de Freguesia do Estreito da Calheta

Neste jornal, destaque para a entrevista com o presidente da Junta de Freguesia do Estreito da Calheta.

Pág. 3 Texto de opinião Pág. 4, Feira do livro—Pequenos Ídolos

Texto de opinião sobre Bob Dylan

Pág. 5 Dia de Reis—Santo Amaro Pág. 6 Desporto—Andebol

Página 3

Pág. 7 Textos do 2.º ano Pág. 8 Trabalhos do 3.º ano Pág. 9 Atividades do 4.º ano A e B Pág. 10 Sala da Pré 3 anos Pág. 11 Pré 5 anos—Rubrica Verde Pág. 12 Passatempos

l damos a n r o j e t s Ne alhos b a r t s o a destaque alunos s o l e p s o d i desenvolv , 10 e 11 9 , 8 , 7 s a Págin

Ficha Técnica Responsáveis Prof. Maria José Nunes Alunos do 4.º ano A Professores da escola Propriedade: EB1/PE Estreito da Calheta Telefone: 291 824 176 Fax: 291 824 179 Email: eb1peecalheta@madeiraedu.pt/ Website: www01.madeira-edu.pt/ estabensino/eb1peecalheta Facebook: www.facebook.com/ escola.estreitodacalheta

Dia de Reis e Santo Amaro (continuação)

Canal MEO: 956750

Página 10

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50 aventuras

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Mariana Freitas: Bom dia! É com muito gosto que o recebemos na nossa escola. Em primeiro lugar gostaria de o felicitar pela vitória nas eleições. Ser presidente era um sonho que tinha ou surgiu o convite por acaso? Patrício Agrela: Bom dia. Muito obrigado. Sonho??!! Acho que todas as pessoas do estreito sonham ser presidentes da sua freguesia. Era um sonho que pensei que não alcançava, mas, por acaso, alcancei porque surgiu esse convite. Sonhar é sempre importante. Guilherme: Gosta de ser presidente da junta? O que mais gosta neste cargo político que agora ocupa? P.A.: É claro que gosto porque é um cargo em que se está sempre em constante comunicação com as pessoas da nossa freguesia. E isso é o mais importante. Estar junto das pessoas e tentar resolver os seus problemas é a função de um presidente da junta. M. F.: Qual é o papel de um presidente de junta de freguesia? P.A.: É representar as pessoas da nossa freguesia tentando sempre resolver os problemas que vão surgindo no dia a dia. G.: Quantas funcionárias tem a junta de freguesia e quais são as suas funções?

G.: Do seu ponto de vista, o que é mais urgente fazer na freguesia? P.A.: Hoje em dia, devido aos cortes financeiros que têm surgido não podemos fazer muito, mas tentamos resolver alguns problemas sociais e estar sempre junto às pessoas transmitindo às outras entidades os problemas que mais as afligem. M.F.: O que pretende fazer para ajudar a nossa escola? P.A.: Pessoalmente, estou com a escola a 100%, financeiramente vou fazer o máximo que puder para ajudar os nossos alunos naquilo que eles precisarem. G.: Na sua opinião, a junta de freguesia tem os meios financeiros necessários para concretizar os projetos que tem previstos? P.A.: Sim. Durante a minha campanha, eu não prometi muito devido a isso mesmo. Financeiramente, hoje em dia, as juntas tiveram muitos cortes e não têm muito dinheiro, mas geral acho que vou cumprir aquilo que prometi. M.F.: Muito obrigada pela sua disponibilidade e atenção. Votos de um mandato bem-sucedido que beneficie os estreiteiros. P.A.: Eu é que agradeço.

P.A.: A junta tem uma funcionária e as suas funções são tratamento de documentos, atender as pessoas. M.F.: Está a tempo inteiro na junta de freguesia ou exerce outra profissão? P.A.: Não estou a tempo inteiro. A nossa freguesia não tem população que possa ter um presidente a tempo inteiro. Eu trabalho na Câmara Municipal da Calheta como Engenheiro Florestal.

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TEXTO DE OPINIÃO—BOB DYLÃN Compositor e cantor norte-americano, é um dos músicos mais importantes da segunda metade do século XX. Nos anos 60, a sua música, sob forma de protesto, abordou temas sociais e políticos, na luta quer contra o racismo ou as injustiças sociais, quer contra a guerra do Vietname. As letras assumem um papel fulcral na sua música. “Knockin’on Heaven’Door” é uma das suas músicas mais conhecidas, com dezenas de versões, interpretadas pelos mais diversos grupos e cantores, sendo a versão mais conhecida interpretada pelos Guns N’Roses. Técnica Jenny Pita

Depois da festa da escola, eu fui buscar o meu pai ao aeroporto que tinha vindo da Inglaterra passar duas semanas a Portugal. No dia seguinte, fui pôr a minha mãe ao trabalho bem cedinho. Depois eu, o meu irmão e o meu pai fomos ao restaurante da minha avó paterna almoçar, também andamos num carro telecomandado que o meu pai trouxe da Inglaterra, jogamos mini-badminton, roleta e um pouco futebol. Depois fomos ao café com o meu vizinho. Eles beberam um café e eu um sumo. Fomos buscar a minha mãe e seguimos para o Madeira Shopping, porque o meu pai queria comprar uma mesa para levar para a Inglaterra, mas havia um problema, as cadeiras vinham separadas, só uma era por volta de 500 euros. Depois voltamos para casa, eu tomei banho e joguei no Tablet do meu pai. No dia seguinte, eu fui aos Prazeres porque o meu pai queria falar com a minha avó. Como a minha mãe ia tocar na banda e depois ia jantar nos Prazeres, eu e o meu irmão levámos as nossas bicicletas para andarmos na Pista do Caminhos. Eu levei a minha BMX e o meu irmão a de todo terreno. À noite, eu fui com a minha mãe ao jantar da banda porque esta fazia 140 anos de existência. No natal, eu fui para o Jardim, como faço todos os anos, fiquei a dormir lá no sofá cama. Fiquei até às 8h da manhã a ver o “Prédio do Vasquinho” que é um programa de piadas. Do dia 31 de dezembro de 2013 para o dia 1 de janeiro de 2014, eu joguei foguetes, beijinhos e bombas, que voavam e se chamavam abelhas. Uma bomba explodiu-me nas mãos e os meus dedos ficaram pretos. Eu fui comer a canja no campo e explodi uma barata com bombas. No primeiro do ano, eu ajudei o meu pai a fazer as malas, depois fomos ao restaurante da minha avó para comermos e para o meu pai se despedir da sua mãe e do seu pai. Depois fomos para casa andar de carro telecomandado, e sem querer, eu parti um pouco do capô do carro. No dia seguinte, eu fui ao aeroporto levar o meu pai. Ele disse que daqui a dois anos vem de vez para a Madeira, mas que antes eu, a minha mãe e o meu irmão vamos lá ir. Três dias depois eu fui para a escola. Pedro 4.º ano A

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A VI edição da feira do livro decorreu de 16 a 18 de dezembro. Os preparativos iniciaram-se muito antes desta data. Os alunos trabalharam algumas obras do escritor convidado António Castro através da leitura, desenhos, recontos, dramatizações, pesquisas sobre o escritor, entre outras. As mesmas estiveram expostas no polivalente durante o decorrer da feira. No dia 16 de dezembro, por volta das 15 horas, deu-se a abertura da feira com a presença do escritor convidado - António Castro, uma representante da DRE - dra. Natalina e o presidente da junta de freguesia - Patrício Agrela. A dramatização apresentada pelos alunos do 4.º ano contou com o acompanhamento da Banda Pop Rock da EBS da Ponta do Sol. Os alunos do 3.º ano apresentaram a biografia do escritor através de um acróstico ao que se seguiu um diálogo escritor/alunos. No final, este deu uma sessão de autógrafos. No primeiro dia, a feira encerrou às 19horas. No dia 17 de dezembro, a feira abriu pelas 9horas e encerrou às 19horas. Neste dia, por volta das 17horas decorreu o V Festival Pequenos Ídolos. Este contou com a participação de 10 alunos que mostraram os seus dotes musicais e animaram o público presente. O júri foi composto pelos professores Celso e Sílvia e a psicóloga estagiária Sandra. A vencedora do festival foi a aluna Ana Sofia Ramos do 4.º ano B. "Gaiteiros do guiné" foi a banda convidada que animou a nossa feira durante o intervalo (apuramento da vencedora). No dia 18 de dezembro, a feira abriu pelas 8h30m e encerrou pelas 13horas. Por volta das 10 horas deu-se início à animação com um conjunto de apresentações alusivas ao natal, pelos alunos da escola. A feira contou com um vasto leque de livros, desde livros do escritor convidado, infantis, juvenis, para adultos, enciclopédias, livros das metas curriculares e outros jogos didáticos. Os livros foram fornecidos pela FNAC e foram vendidos 151 livros, serão reembolsados em livros 10% do valor dos livros vendidos. Estes livros servirão para enriquecer a nossa biblioteca.

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O cantar dos reis é uma tradição que prevalece nesta escola pelo seu caráter pedagógico/educativo. É no fundo o querermos valorizar, reviver e preservar esta tradição secular. Existe todo um trabalho pedagógico realizado pelo docente com o intuito de explicar a origem , a simbologia e o porquê de o comemorarmos. Registos feitos pelos os alunos, o memorizar das canções, a partilha de saberes leva-os a compreender melhor o objetivo desta atividade bem como a importância que esta prevaleça, para que num futuro próximo possa ser transmitida ás gerações futuras. Iniciámos com uma breve exposição oral realizada por uma criança da pré dos cinco anos que explicou, com ajuda da educadora, o porquê de comemorarmos os reis. De seguida foi feita uma breve alusão à comemoração dos reis em outros países caso da Espanha e o porquê de ter aparecido o bolo rei. Foi explicado também o que simbolizava as frutas, a côdea e o aroma desta iguaria. Finalizámos desejando a todos um bom ano cantando as canções típicas deste dia e saboreando o bolo rei. Os resultados foram satisfatórios notando-se entusiasmo e animação por parte da comunidade escolar que aderiu com alegria à iniciativa. Relatório da atividade

Santo Amaro saiu à rua Ricardo Leitão (Texto melhorado coletivamente) No dia 15 de janeiro, pelas 9h30m, os alunos do 3º ano da E.B.1/P.E. do Estreito da Calheta, juntamente com as professoras Maria João e Jenny Pita, foram, a pé, cantar o Santo Amaro pela freguesia. Tentaram, desta maneira, manter a tradição que vem do tempo dos seus avós e animar a população. Saíram da escola em direção à casa da mãe da colega Catarina, do 4º A. A senhora Luísa recebeu-os com simpatia e alguns docinhos. Houve tempo para ver o presépio e comer algumas guloseimas. Depois de cantada a tradicional canção dirigiram-se à junta de freguesia. A aguardar a sua vinda estava o senhor presidente e a sua equipa de trabalho, com um lanchinho especial composto por: sumos e chocolates. Após a cantoria, registaram o momento com uma fotografia de grupo e a bandeira da freguesia. Como ficava perto, decidiram animar os utentes e funcionários do centro de saúde. A enfermeira Fátima ficou triste por não ter nada para lhes oferecer, mas os meninos não pediram nada. Apenas queriam manter a tradição e desejar um feliz ano novo. Na continuação do percurso, dirigiram-se à casa da avó das colegas Denise e Adriana, do pré-escolar. Também lá foram bem recebidos, com docinhos e sumos. No regresso à escola, ainda tiveram tempo para animar a senhora Olga, que os aguardava com broas e doces. Chegados à escola, percorreram as salas para animar os seus colegas. Como os doces recolhidos eram muitos, os alunos decidiram repartir com os colegas das outras turmas. E foi desta forma que se festejou o Santo Amaro no Estreito da Calheta.

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Modalidade: ANDEBOL Objetivos do jogo: Marcar golos na baliza do adversário e evitar golos na nossa baliza. Campo onde se realizam os jogos: Número de jogadores titulares de cada equipa: São sete, sendo um guarda-redes e os outros seis jogadores de campo. Número de árbitros que compõem a equipa de arbitragem para um jogo oficial: São dois, e geralmente no campo ocupam uma posição diagonal, um em relação ao outro.

Principais regras: - O jogo tem a duração de sessenta minutos, sendo divididos em duas partes de trinta minutos. - Apenas podemos jogar a bola com as mãos, à exceção do guarda-redes que pode tocar a bola com os pés, só e apenas, se estiver dentro da linha de seis metros. - Cada jogador não pode ter a bola na mão ou mãos, mais do que três segundos. - O jogo começa na linha de meio campo, ao centro, com um colega a passar a bola ao outro com a mão, após o árbitro efetuar o apito inicial. - O jogo começa ou recomeça na linha de meio campo, no início da primeira parte, no início da segunda e após cada golo. - É golo quando a bola ultrapassa completamente a linha de golo ou de baliza, entrando na baliza. - Quando a bola ultrapassa alinha lateral é fora, ficando com a posse de bola e efetuando o lançamento de fora, a equipa contrária àquela que tocou por último na bola, antes de esta sair. - O lançamento de fora é efetuado com uma mão ou com as duas, sendo obrigatório o portador da bola pisar a linha. - No andebol quando a bola ultrapassa a linha de fundo ou final, sendo esta tocada por último por um jogador da equipa que ataca ou pelo próprio guarda-redes, não há lugar à marcação de pontapé de baliza, mas sim reposição da bola em jogo pelo guarda-redes. - No andebol não existem pontapés de baliza. - É canto quando a bola ultrapassa a linha de fundo ou final sendo esta tocada por último por um jogador da equipa que defende que não o guarda-redes. - Se um jogador driblar (gesto técnico em que o jogador bate com a palma da mão na bola fazendo-a ressaltar no chão, ou seja toca uma vez na mão e uma vez no chão repetidamente), agarrar a bola com as duas mãos e voltar a driblar é falta. - Um jogador pode dar até três apoios, ao quarto apoio o árbitro apita falta. - O contacto físico é considerado falta, nomeadamente agarrar os colegas, empurrar, bater nos braços ou na mão. - No andebol ao contrário do futebol as faltas mais graves são punidas com suspensão por dois minutos, ou seja o jogador que provocou a falta, tem de estar fora do jogador durante dois minutos. Caso se verifique por três vezes a suspensão do mesmo jogador por dois minutos, há lugar à desqualificação, o árbitro dá cartão vermelho. - À exceção do guarda-redes, nenhum jogador pode estar dentro da área delimitada pela linha de seis metros. - Se um jogador pisar a linha de seis metros no momento do remate é falta. - Quando um jogador sofre um contacto gravoso no momento do remate, há lugar à marcação de livre de sete metros, o equivalente ao “penalty” no futebol. - Cada equipa possui um número ilimitado de substituições, e ao contrário do futebol, o jogador que foi substituído pode voltar a entrar. Além disso no momento das substituições não é necessário o jogo estar parado.

Na próxima edição do jornal “O Aventuras” fica a conhecer os gestos técnicos desta modalidade. 6


Os alunos do 2.º ano têm vindo a abordar a obra: “A girafa que comia estrelas”, no âmbito das obras propostas nas metas curriculares. Aqui ficam alguns textos melhorados. Proposta de escrita (texto dialogal) A conversa entre a girafa e a galinha: «Tu és um anjo? - perguntou- lhe Olímpia admirada.» (galinha) - Não, eu não sou um anjo. E tu? (girafa) – Não, eu sou uma girafa. (galinha) – E porque é que tens a cabeça nas nuvens? (girafa) – Porque tenho o pescoço muito comprido e estou à procura de anjos. (galinha) – O quê? Estás à procura de anjos? (girafa) – Sim, a minha avó disse-me que quando as pessoas morriam transformavam- se em anjos. E por acaso viste algum anjo por aí? (galinha) – Quem? Eu não! Porquê? (girafa) – Porque a minha avó já morreu e tenho saudades dela! (galinha) – E como é que a tua avó se chamava? (girafa) – A minha avó chamava- se Rosália. (galinha) – Já te vais embora? (girafa) – Sim, vou procurar a minha avó. ( Lara 2º ano )

A girafa que comia estrelas (continuação) Introdução: «Decidiu então partir à procura de ajuda» Olímpia atravessou o oceano Indico até chegar à Austrália. Quando lá chegou foi procurar os cangurus. Desenvolvimento: Os seus amigos cangurus quando a viram ficaram felizes e surpreendidos ao mesmo tempo. Aperceberam-se que ela estava muito preocupada e quiseram logo saber o que a preocupava. A girafa contou-lhes que os animais da savana corriam o risco de morrer á fome. Os cangurus ficaram tristes e preocupados. Trataram logo de arranjar uma solução, levariam comida e água armazenada nas suas bolsas marsupiais até á savana. A comida serviria para matar a fome aos animais e com a água regariam as plantas da savana. O plano foi posto em prática de imediato. No dia seguinte chegaram ao seu destino e conseguiram salvar todos os animais. Conclusão: Após aquele período de seca, as nuvens regressaram ao céu da savana, com elas veio a chuva e também a Dona Margarida. Os cangurus voltaram a casa felizes por terem ajudado, a mãe Augusta recuperou a saúde e a Olímpia voltou á sua vida normal e a procurar anjos. Trabalho de grupo

Melhoramento do texto: A girafa que comia estrelas—José Eduardo Agualusa “queria ver os animais…” Porquê? -Porque a girafa Olímpia queria ver uma pessoa com asas branquinhas e conhecer os anjos. (Lara) -Porque os anjos são bons concelheiros. (Sabina) -A girafa queria ver os anjos para pedir que fosse mais pequena. (Lisandra) -Porque a Olímpia estava curiosa para vê-los. (Letícia) -Porque gostava de ver os anjos que são lindos.(Jeffery) -Ela gostava muito dos anjos que via nos livros. (Óscar) -Nunca viu. (Achadinha) -A Olímpia queria falar com eles. (Rodrigo)

Para quê? -Para brincar com eles no céu. (Lara) -Para ser levado pelos anjos até Jesus porque ele queria. (Gustavo) -Para conhecê-los. (David) -Queria que os anjos dessem sorte. (André Manuel) -Para pedir um desejo. (Marie) -Para perguntar como é a vida lá no céu. (Rodrigo) -Coser o cachecol. (Achadinha) -Para ver as coroas dos anjos. (Letícia) -Para ser como as outras. (Lisandra) -Para um anjo lhe dar conselhos para que a mãe não ande sempre a chamá-la.

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Depois de lida uma notícia sobre o tabaco no “Expresso”, aqui ficam as opiniões dos nossos alunos: Na minha opinião acho que os governantes têm de por, no Boletim Infantil, que os pais fumam. (Leandro) Os doutores podem perguntar aos encarregados de educação se fumam ou não mas, na minha opinião, eles não deviam registar em lado nenhum. (Ricardo) Eu acho que, se os médicos pedirem aos pais que digam se eles fumam ou não fumam os pais podem começar a mentir porque isso é um assunto privado dos pais. (Ana Isabel) Acho que, quando os pais forem com as crianças ao médico irão ficar prejudicados porque os médicos querem saber da vida deles e eles talvez não queiram que se escreva no boletim infantil. (Matilde) Acho que os governantes estão a ser um bocadinho injustos porque os pais que fumam não deveriam ser registados no boletim das crianças. Isso é torna-os diferentes e às crianças também. (Carlos Alexandre) Na minha opinião, os governantes estão a prejudicar a vida dos pais mas estes, antes de fumar, devem pensar que provocam doenças à sua família. (Júlia Farinha) Na minha opinião, os pais não deveriam mentir sobre se fumam e os governantes devem escrever no Boletim das crianças. Assim, as crianças poderiam ser mais saudáveis. (Inês Alexandra) Eu acho que estão a levar este assunto a sério porque estão a entrar na privacidade das pessoas. (André Domingos) Na minha opinião, os pais irão ficar prejudicados porque os médicos querem saber da vida deles. (Carlos Manuel) Na minha opinião, sobre se o governo deve ou não perguntar se fumam, acho melhor perguntarem porque não se deve fumar. (Dinarte) Na minha opinião, os pais deviam parar de fumar nos espaços fechados. Os governantes, com esta medida, estão a tentar fazer isso. (Luís Miguel) Eu acho que os governantes estão a tentar que os pais não fumem ao pé das crianças para não ficarem doentes. (Vítor) Acho que estão errados porque eles estão a prejudicar os pais e a querer saber da vida pessoal das famílias. (Luís Trindade) Na minha opinião acho que devem perguntar às pessoas se fumam ou não fumam. (Filipe)

O menino e a preguiça Havia um menino chamado Roberto Que era muito esperto Mas não fazia nada Porque era muito preguiçoso A preguiça era um animal Que vivia no seu quintal Andava muito devagarinho A passear no seu cantinho. O vento passou e gritou: -Olá preguiça! Os romanos passaram E disseram: -Boa tarde preguiça!

Uma minhoca passou e no ouvido sussurrou: -Mexe-te! Não sais daí? Jesus passou ordenou: - Vai para a selva Preguiça. O leão passou e rosnou -Vou-te comer! A preguiça foi rápida Com medo do leão Trepou até ao topo e de lá não saiu não! Redator: Carlos Alexandre Texto criativo elaborado no âmbito da construção do Livro de histórias da turma

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“A matemática e a arte”

Wassily Kandinsky, Transverse Line, 1923

Os alunos devem ser capazes de estabelecer conexões entre diferentes conceitos e relações matemáticas e também entre estes e situações não matemáticas. Por isso mesmo, os alunos do 4.º ano A ficaram a conhecer um pouco mais sobre Wassily Kandinsky e as suas pinturas. Sabias que Kandinsky foi um pintor francês de origem russa e é considerado como um dos “inventores” da arte abstrata? Pois é, depois de explorarem uma das suas pinturas, todos tentaram realizar uma obra de arte seguindo o modelo do pintor e utilizando as formas geométricas e as cores primárias. Aqui ficam alguns dos trabalhos.

Teatro às três Pancadas” de António Mota O trabalho do Élvio do 4ºB tem como base a análise da obra “Teatro às três Pancadas” de António Mota. Esperamos que se divirtam a ler o reconto desta “História de um Papagaio”. Era uma vez um emigrante que tinha um papagaio, o emigrante tinha ensinado o papagaio a dizer “Não há dúvida, não há dúvida”. Certo dia o emigrante voltou à sua terra natal e decidiu ir à feira vender o papagaio e começou a apregoar o papagaio por três mil euros. Um lavrador passa e vê o papagaio, espantado disse: - Um papagaio por três mil euros?! E tu vales mesmo esse dinheiro? - “Não há dúvida, não há dúvida”. – Exclamou o papagaio. O lavrador embasbacado comprou-o. Chegou a casa e o papagaio não dizia uma única palavra. O lavrador ameaçou-o para falar e disse: - Fala, nem que seja uma parvoíce. – Mas fez-se silêncio. - Tu nem serves para a panela – Gritou. O lavrador destroçado confessa: - Fui um estúpido em comprar este papagaio! - “Não há dúvida, não há dúvida”! – Repete o papagaio. O lavrador agarra no pau e vai furioso atrás do papagaio para lhe bater!

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Feliz Ano Novo!!!! Já estamos em janeiro de 2014 ...e continuamos aprender os números...chegamos ao número 5!!! Fizemos um Puzzle dos números, onde associamos o número á quantidade. O puzzle é para continuar a construir. Com o puzzle fazemos atividades na área de matemática e também em conselho todos juntos.

Fomos também a sala de informática aprender os números No quadro interativo...

Sabiam que já estamos no inverno? Aprendemos uma técnica muito interessante com cartolina preta; pau de giz e leite...

Começamos o NOSSO PRIMEIRO PROJETO: “As Profissões”. A Beatriz queria saber sobre a profissão de Diretor...já construímos um painel sobre as profissões dos “nossos pais”. No próximo Aventuras falamos mais coisas sobre o nosso projeto das “Profissões”.

No dia 15 de janeiro fomos “Varrer os armários” da sala dos 5 anos pois é tradição neste dia assim o fazer para comer os doces que sobraram das festas natalícias..

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Olá, amiguinhos!!! Desde já desejámos um bom ano a todos! Estamos aqui para vos mostrar algumas atividades que fizemos na nossa sala no mês de JANEIRO. Aproveitamos também a feira do livro para contar duas histórias alusivas ao natal!

Atividades de Inverno.

Rubrica Verde

Draco Dragoeiro traz novidades sobre o mundo animal Curiosidades sobre 2 animais que tu não sabias… Tamboril de profundidade Este pobre peixe é muito apreciado, cozinhado no forno ou gratinado, em certos países europeus (como é o caso de Portugal!). mas só se cozinham as fêmeas!!! Nesta espécie as fêmeas têm até 30 cm e os machos não crescem além dos 3 cm. Como se não bastasse, os órgãos dos pobres começam a funcionar mal, o que os leva a depender da corrente sanguínea das fêmeas e a tornar-se seus parasitas – servem apenas para as ajudar a engravidar e cuidar dos ovinhos… Esta espécie de peixe é muito tímida e vive em todos os oceanos do nosso querido Planeta Terra. Aranha – banana Esta aranha é muito inteligente e pode viver quase 10 anos!!! Contudo, os machos têm um grave problema: eles medem apenas cerca de 3 cm e as fêmeas mais do seu dobro, atingindo cerca de 7 cm. O seu corpo costuma ser amarelo e preto, semelhante às cores e ao formato de uma minúscula banana, daí terem o nome do fruto exótico. Estas aranhas são oriundas das Ilhas Ocidentais do Oceano Pacífico.

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Ingredientes: 150 grs de manteiga 150 grs de açúcar 1 laranja 3 ovos 150 grs de farinha 1 colher de sopa de fermento em pó Como fazer: 1. Comece por bater a manteiga com o açúcar até obter um creme esbranquiçado. De seguida, adicione a raspa da laranja e o sumo de metade de uma laranja. 2. Junte os ovos, um a um, batendo em cada adição. Por fim, adicione a farinha peneirada com o fermento, mexendo levemente. Deite a massa numa forma untada e polvilhada e leve a cozer em forno médio (180ºC) durante cerca de 20 minutos. 3. Finalmente, tire o bolo do forno, desenforme-o e regue-o com uma calda feita com sumo de laranja e um pouco de açúcar.

2. Um papagaio para repetir constantemente as lições aos alunos que não sabem ouvir!

Soluções:

2. Qual é o animal que qualquer professor gostaria de ter na sala de aula?

1. O teu nome

1. O que é que te pertence mas é mais utilizado pelos teus amigos do que por ti?

janeiro : Pré 3-4 anos: João e José Rodrigo 1º ano: Rafael, Anabela, Érica e Orlando 2º ano: André Manuel e Sara 4º ano A: Christopher, Catarina e Pedro Pesquisa da Letícia 4.º ano A

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Jornal janeiro 2014